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Prova CESPE - 2018 - Polícia Federal - Perito Criminal Federal - Área 12


ID
2798509
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

    Um numeroso grupo de pessoas se reuniu no centro comercial de determinada cidade para protestar contra a precarização dos hospitais locais. A agitação e a hostilidade dos manifestantes fizeram que lojistas do local acionassem o órgão de segurança pública competente para a necessária assistência. Os agentes não apareceram e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas.

Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.


Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.

Alternativas
Comentários
  • CERTO

     

     

    COMPLEMENTANDO:

     

     

    Ano: 2009 Banca: CESPE Órgão: TRT - 17ª Região (ES) Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária

    O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva.(C)

     

     

    -----------------               ---------------------

     

     

    Ano: 2011 Banca: CESPE Órgão: TRE-ES Prova: Analista Judiciário - Área Administrativa

    A responsabilidade civil do Estado por condutas omissivas é subjetiva, sendo necessária a comprovação da negligência na atuação estatal, ou seja, a prova da omissão do Estado, em que pese o dever legalmente imposto de agir, além do dano e do nexo causal entre ambos.(C)

     

     

    Bons estudos !!!!!!!!!

  • CERTO

     

     Segundo a Teoria do Risco Administrativo, o Estado pode ser responsabilizado por:

     

    ATOS COMISSIVOS: Responsabilidade objetiva-----independe de dolo ou culpa

    ATOS OMISSIVOS: Reponsabilidade subjetiva-------necessário dolo ou culpa

    _______________________________________________________________________________________________________

     

    "Tratando-se de ato omissivo do poder público, a responsabilidade civil por tal ato é subjetiva, pelo que exige dolo ou culpa, numa de suas três vertentes, negligência, imperícia ou imprudência."

     

    (RE 237.56 1 /RS)

  • Nesse caso por ser omissão não seria a responsabilidade subjetiva?

    Ainda que a regra seja a responsabilidade objetiva, em casos de omissão responsabiliza-se o Estado de forma subjetiva, por isso a justificativa da alternativa está errada. Não??

    Justificou a responsabilidade objetiva para uma omissão do Estado.

  • Tendo em vista haver uma omissão específica, devido à solicitação para conter a multidão, excpeciona-se a regra da responsabilidade por omissão ser subjetiva.

  • Fatou a palavra "porém" depois de (objetiva,), pois a responsabilidade passaria a ser subjetiva. É o q eu acho.

  • Responsabilidade por omissao do Estado: a responsabilidade do Estado, em se tratando de conduta omissiva ,dependera dos elementos caracterizadores de culpa.

    Responsabilidade objetiva por culpa do servico- o STF vem  encampando a ideia de a responsabilidade do Estado por omissao é objetiva .Na pratica essa doutrina nao muda o que a doutrina anterior dizia . Isso porque a responsabilidade  seria objetiva,mas é necessario comprovar  a omissao especifica .

    Esssa omissao especifica é o que se chama de '' culpa do servico ''. Como nao se fala em culpa, falando apenas em omissao especifica ,diz -se que a responsabilidade é objetiva.

     

    livro  manual de direito administrativo

    autor : matheus carvalho

  • Acredito que a questão é passível de recurso. Para admiti-la como correta deveria estar escrita da seguinte forma:

    A responsabilidade do Estado em regra é objetiva. Porém, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.

    O estratégia tbm afirmou que a questão é passível de recurso. No caso estaria configurada a responsabilidade subjetiva do Estado "em certas situações, se torna notória a omissão do Poder Público, porque teria ele a possibilidade de garantir o patrimônio das pessoas e evitar os danos provocados pela multidão. Nesse caso, é claro que existe uma conduta omissiva do Estado, assim como é indiscutível o reconhecimento do nexo de causalidade entre a conduta e o dano, configurando-se, então, a responsabilidade civil do Estado. Trata-se, pois, de situação em que fica cumpridamente provada a omissão culposa do Poder Público." 
    https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/gabarito-direito-administrativo-policia-federal-prova-comentada/

  • Pessoal, não obstante se trate de omissão do Estado, neste caso, a responsabilidade é objetiva. Isso que se trata de omissão específica (exceção da exceção). Para melhor compreensão, segue o seguinte jugado do STF, o qual foi prolatado sob a sistemática de repercusão geral:

     

    “Diante de tal indefinição, a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal vem se orientando no sentido de que a responsabilidade civil do Estado por omissão também está fundamentada no artigo 37, § 6º, da Constituição Federal, ou seja, configurado o nexo de causalidade entre o dano sofrido pelo particular e a omissão do Poder Público em impedir a sua ocorrência – quando tinha a obrigação legal específica de fazê-lo – surge a obrigação de indenizar, independentemente de prova da culpa na conduta administrativa, consoante os seguintes precedentes:

    […]

    Deveras, é fundamental ressaltar que, não obstante o Estado responda de forma objetiva também pelas suas omissões, o nexo de causalidade entre essas omissões e os danos sofridos pelos particulares só restará caracterizado quando o Poder Público ostentar o dever legal específico de agir para impedir o evento danoso, não se desincumbindo dessa obrigação legal. Entendimento em sentido contrário significaria a adoção da teoria do risco integral, repudiada pela Constituição Federal, como já mencionado acima.” (g.n.) (RE 841526, Relator(a):  Min. LUIZ FUX, Tribunal Pleno, j. 30/03/2016, Repercussão geral)

  • CUIDADO: STF = ATO OMISSIVOS DO ESTADO = RSPONSABILIDADE OBJETIVA

                       DOUTRINA MAJORITÁRIA = ATO OMISSIVOS DO ESTADO = RSPONSABILIDADE SUBJETIVA

    “... Esta Suprema Corte firmou o entendimento de que "somente as pessoas jurídicas de direito público, ou as pessoas jurídicas de direito privado que prestem serviços públicos, é que poderão responder, objetivamente, pela reparação de danos a terceiros. Isto por ato ou omissão dos respectivos agentes, agindo estes na qualidade de agentes públicos, e não como pessoas comuns". Precedentes: RE 228.977, Rel. Min. Neri da Silveira, 2ª Turma; 327.904, Rel. Min. Ayres Britto, 1ª Turma; RE 470.996-AGR, Rel. Min. Eros Grau, 2ª Turma; RE 344.133, Rel. Min. Marco Aurélio, 1ª Turma; RE 593.525-AgR-segundo, Rel. Min. Roberto Barroso, 1ª Turma; ARE 939.966-AgR, Rel. Min. Dias Toffoli, 2ª Turma...” (STF - ARE 991086 AgR, Relator(a):  Min. ROSA WEBER, Primeira Turma, julgado em 06/03/2018, PROCESSO ELETRÔNICO DJe-055 DIVULG 20-03-2018 PUBLIC 21-03-2018)

  • Na minha opinião a questão foi mal elaborada, induziu o candidato ao erro.

  • Concordo com Tatiane. Do jeito que foi redigida, interpretei que, nos casos de omissão, a responsabilidade também seria objetiva - quando, na verdade, é subjetiva.

  • Questão capciosa. A resp. civil do Estado por atos omissivos é subjetiva. Aplica-se a tese da culpa administrativa, segundo a qual a responsabilização depende da comprovação de que o serviço não foi prestado, foi mal prestado ou foi prestado de forma retardada (fato do serviço).

  • Galera, vamos ter cuidado com as explicações nos comentários! Várias pessoas afirmando que a questão está certa (em que se afirma que a responsabilidade é objetiva) e justificando com a afirmação de que ela é subjetiva! Oi?! Não tem como você dizer que a questão está certa e afirmar veementemente que a responsabilidade é subjetiva, pois a questão afirma o contrário!

    Se houve uma omissão do Poder Público e isso causou prejuízo a particulares, restou demonstrado o nexo causal entre a omissão do Estado e o prejuízo ocasionado. Pela lógica, em se tratando de omissão, a responsabilidade seria subjetiva. Entretanto, entende-se que a requisição pelo particular para que o Estado atue a fim de evitar o dano pela multidão e, sua posterior omissão, enquanto detentor do dever legal de agir, afasta a subjetividade da responsabilidade, tornando-a objetiva!

    Bons estudos!!

     

  • Sinceramente , não entendi o enunciado da questão.

    INDIQUEM PARA COMENTÁRIO!!!

  • UÉ, Nesse caso por ser omissão não seria a responsabilidade subjetiva?
    Até o comentário do Gustavo Freitas (mais votado) confirma que é subjetiva.
    Alguém explica por favor...

  • Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva (Aqui a questão trouxe a regra geral do Risco Administrativo em que o Estado responde objetivamente pelos danos causados a terceiros)É POSSÍVEL a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão (Aqui a questão trouxe o exemplo dado e afirmou ser possível a responsabilização pela omissão estatal que também está correto de acordo com a teoria da Culpa Administrativa).

    A segunda parte do texto coloca a possibilidade de o Estado responder por Omissão o que é verdade, não modificando com isso sua regra geral de responsabilidade objetiva.

    Então pressoal creio que a questão esteja de acordo com o ordenamento jurídico e foi só uma questão de interpretação. A CESPE como sempre inovando na elaboração das questões, temos que ter a mente aberta para visualizar não só a letra da lei, mas também a interpretação.

     

     

  • Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva (sim, é isso mesmo), é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, (sim, é possível que o estado seja responsabilizado por ser omisso. Neste caso a responsabilidade seria subjetiva. A questão não tocou neste assunto, mas isso não a invalida) ,como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.


    Veja como essa questão ficaria errada:


    Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva (sim, é isso mesmo), é possível a caracterização de responsabilização objetiva da estatal por atos de omissão (aí sim estaria errada, pq a banca teria classificado explicitamente omissão como responsabilidade objetiva, quando sabemos que em casos de omissão ela é subjetiva) , como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.


    Apesar da banca vacilar muito quanto a ambiguidade das questões, dessa vez entendi que o problema está a interpretação e inferência de cada um :-(

  • Fui por esse caminho:

     

    O Cespe quis que o candidato observasse as entrelinhas. ( na verdade ele quis que geral errasse a questão)

     

    Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, de forma subjetiva, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.

  • na regra geral, a omissão é responsabilidade subjetiva. todavia, no caso em tela, como houve omissão específica, entende-se que a responsabilidade do Estado é objetiva, pois foi solicitado serviço específico por parte do Estado. É também o exemplo do atendimento em hospitais, quando há uma omissão específica no atendimento, a responsabilidade é objetiva.

  • Lendo atentamente a questão, vejo que a omissão na hipótese foi específica, pois "[...] os agentes não apareceram e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas.".

     

    Sabemos que a Responsabilidade por omissão pode ser objetiva ou subjetiva, a depender se a omissão é específica ou geral. 

     

    Regra geral, será específica quando Estado assumir a função de garante, quando então teremos a responsabilidade objetiva (HIPÓTESE DA QUESTÃO). 

     

    No caso, a omissão não é geral, caso, pois, de responsabilidade objetiva.

     

    RESUMO:

    Omissão genérica: Responsabilidade Subjetiva (Culpa anônima / administrativa)
    Omissão específica: Responsabilidade Objetiva

     

    Qualquer erro me comuniquem...

  • Questão maldosa, os elementos do enunciado levam a crer que a responsabilidade é objetiva.

  • vão direto ao comentário do INSPETOR PRF e da GABRIELA MELO  o resto é balela e confusão.

  • QUESTÃO CONFUSA!!1

    RESPONSABILIDADE DO ESTADO POR OMISSÃO É SUBJETIVA E MESMO ASSIM A QUESTÃO CONSIDEROU CORRETA A AFIRMAÇÃO DE QUE A RESPONSABILIDADE É OBJETIVA, AS EXPLICAÇÕES NÃO ME CONVENCERAM.

     

    CESPE DOUTRINANDO NOVAMENTE.

  • Sempre que a questão trouxer o tema responsabilidade do estado por atos omissivos, é preciso ter muita cautela e sagacidade. Note o fragmento da questão "...A agitação e a hostilidade dos manifestantes fizeram que lojistas do local acionassem o órgão de segurança pública competente para a necessária assistência. Os agentes não apareceram e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas".

     

    A par das discussões doutrinárias acerca da natureza da responsabilidade do estato no caso de condutas omissivas, basta analisar o fragmento acima. Seria mesmo razoavel não responsabilizar o estado diante do caso concreto acima? O Estado fora acionado, tomou conhecimento acerca de uma situação em que era obrigado a intervir, entretanto, ainda sim permaneceu inerte. Portanto, o estado deve responder pelos danos causados? A resposta é óbvia - SIM. 

     

    Assim, percebemos que a comprovação da culpa administrativa ou culpa anônima (má prestação do serviço etc.) na responsabilidade subjetiva por omissão se baseia em três aspectos:
    Comprovação de descumprimento de dever legal;
    • Que o serviço tenha sido prestado fora do padrão normal;
    • Que o dano fosse evitável.

     

    Um exemplo em que, claramente, não se vislumbra a responsabilidade do Estado por omissão culposa? Roubo praticado contra um transeunte. Razão? O Estado não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo - reserva do possível. 

     

    O tema mais complexo sobre a responsabilidade do Estado por condutas omissivas é a situação dos presos mortos em presídios, principalmente em decorrência de suicídio. 

     

    Observem pretérita questão de prova: 

     

    Em recente decisão, o STF entendeu que, quando o poder público comprovar causa impeditiva da sua atuação protetiva e não for possível ao Estado agir para evitar a morte de detento (que ocorreria mesmo que o preso estivesse em liberdade), não haverá responsabilidade civil do Estado pois o nexo causal da sua omissão com o resultado danoso terá sido rompido (JUIZ PR 2017). CORRETA

     

    Agora segue alguns trechos do julado que embasa a questão: 

    O STJ, pacificamente, entende se tratar de responsabilidade subjetiva - nos casos de conduta omissiva. 

     

    Entretanto, no STF, tem ganhado força a ideia de que a responabilidde no caso de omissão é objetiva. Primeiro, porque a CF não fez qualquer distinção, portanto, não cabe ao intérprete fazê-lo. Entretanto, segundo a corte, mesmo a responsabilidade objetiva não afasta a necessidade de comprovação do nexo de causalidade (ARE 897890 AgR, Rel. Min. Dias Toffoli, julgado em 22/09/2015. No mesmo sentido: STF. 2ª Turma. RE 677283 AgR, Rel. Min. Gilmar Mendes, julgado em 17/04/2012). 

     

    Para a referida corte, se o Estado tinha o dever legal de agir, e, ciente sobre o fato, mesmo assim não agiu, deve responder. A isso a corte deu o nome de "omissão específica do estado". Entretanto, a corte se pauta pela teoria que embasa a responsabilidade objetiva - risco administrativo, que, como todos sabem, comporta excludentes. 

     

  • CONTINUAÇÃO: 

     

    STF. Plenário. RE 841526/RS, Rel. Min. Luiz Fux, julgado em 30/3/2016 (repercussão geral) (Info 819). Exemplo: Imagine que um detento está doente e precisa de tratamento médico. Ocorre que este não lhe é oferecido de forma adequada pela administração penitenciária. Há claramente uma violação ao art. 14 da LEP. Neste caso, se o preso falecer, o Estado deverá ser responsabilizado, considerando que houve uma omissão específica e o óbito era plenamente previsível. Suponha, no entanto, que o preso estivesse bem e saudável e, sem qualquer sinal anterior, sofre um mal súbito no coração e cai morto instantaneamente no pátio do presídio. Nesta segunda hipótese, o Poder Público não deverá ser responsabilizado por essa morte, já que não houve omissão estatal e este óbito teria acontecido mesmo que o preso estivesse em liberdade. O Estado pode ser responsabilizado pela morte do detento mesmo que ele se suicide?

     

    SIM. Existem precedentes do STF e do STJ nesse sentido: STF. 2ª Turma. ARE 700927 AgR, Rel. Min. Gilmar Mendes, julgado em 28/08/2012. No entanto, aqui também, como se adota a teoria do risco administrativo, o Estado poderá provar alguma causa excludente de responsabilidade. Assim, nem sempre que houver um suicídio, haverá responsabilidade civil do Poder Público. O Min. Luiz Fux exemplifica seu raciocínio com duas situações:

     

    • Se o detento que praticou o suicídio já vinha apresentando indícios de que poderia agir assim, então, neste caso, o Estado deverá ser condenado a indenizar seus familiares. Isso porque o evento era previsível e o Poder Público deveria ter adotado medidas para evitar que acontecesse.

     

    • Por outro lado, se o preso nunca havia demonstrado anteriormente que poderia praticar esta conduta, de forma que o suicídio foi um ato completamente repentino e imprevisível, neste caso o Estado não será responsabilizado porque não houve qualquer omissão atribuível ao Poder Público. Vale ressaltar que é a Administração Pública que tem o ônus de provar a causa excludente de responsabilidade. Obs: durante os debates, o Min. Marco Aurélio defendeu que a responsabilidade do Estado em caso de violações a direitos dos detentos seria baseada no risco integral. Trata-se, contudo, de posicionamento minoritário.

     

    Bons papiros a todos. 

  • ERRADO

    A regra é, RESP. OBJETIVA: ação
                     RESP. SUBJETIVA: omissão

    No entanto, há casos que o estado atuando como GARANTE (caso da questão), será responsabilidade OBJETIVA, mesmo com a omissão!
    Ex: Aluno de escola publica, ou preso que sofre lesão por outro aluno/preso  = RESPONSABILIDADE OBJETIVA.

  • 1) Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva... (CORRETO - regra geral)

    2) ...é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão. (CORRETO)

     

    A questão afirmou que mesmo a existindo uma regra X, é possível a responsabilização pela regra Y - fim.

     

    Gabarito: CORRETO

     

     

  • A Responsabilidade subjetiva neste caso, conforme dispõe Matheus Carvalho no Manual de Direito Administrativo  "não é aquela apresentada e defendida pela teoria civilista, ou seja, não depende da demonstração de dolo ou culpa do agente público, mas sim de responsabilização decorrente de Culpa Anônima".

    (...)

    "Nesse caso, para fins, de responsabilização do ente público não se precisa comprovar a culpa do agente, bastando a comprovação da má prestação de serviço ou da prestação ineficiente do serviço, ou, ainda, da prestação atrasada do serviço como ensejadora do dano".

    Por fim, o autor traz como exemplo a hpótese da questão:

    "Neste diapasão, o Estado não responde por fatos da natureza como enchetes, raios, entre outros e também não responde por atos de terceiros ou atos de multidão, como passeatas e tumultos organizados, desde que, por óbvio, tenha tomado as medidas possíveis a impedir o dano causado. Afinal, se o ente público tiver a possibilidade de evitar o dano e não o fez, está-se diante de descumprimento de dever legal".

  • Questão maldosa mesmo! Cheguei a concordar com o comentário do "INSPETOR PRF", mas está equivocado. Conforme extraí do comentário do Prof. Hebert Almeida (estrategia concursos): 

     

    DIVIDINDO AS ASSERTIVAS DA QUESTÃO PARA CONSIDERAR CORRETO O GABARITO: (i) segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva CERTO; (ii) é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida ao conter a multidãoCERTO (mas não porque é objetiva).

     

    Normalmente, encontramos exemplos de OMISSÕES ESPECÍFICAS (o que ensejaria a resp. objetiva) em julgados do STJ ou STF (caso de morte de detento, etc), e após errar a questão foi a primeira busca que fiz pra tentar encontrar " O CASO" que justificasse o gabarito. Pelo jeito, resta tão somente a criatividade do examinador em relacionar duas assertivas que não se subordinam, mas que separadamente estão corretas - Fala de responsabilidade objetiva e depois afima que é possível responsabilidade por atos de omissão, que pelo caso narrado, caracterizaria omissão genérica).

    Cada vez o filtro será menor, sigamos!

     

    EM FRENTE!

  • De fato o CESPE seguia a DOUTRINA MAJORITÁRIA, entendendo que em casos como o da questão ERA responsabilidade SUBJETIVA do Estado. 

    Mas, como a banca vive mudando de entendimento, a gente tem q se virar p acompanhar.....

    Então, parece que o CESPE vem adotando o entendimento do STF. 

    Evento EXCLUSIVO DE TERCEIRO continua sendo causa de EXCLUSÃO da responsabilidade do Estado, mas, agora, seguindo o entendimento do STF, trata-se de responsabilidade OBJETIVA, que em razão da negligência das autoridades de segurança pública, o Estado será responsável.

    Claro que a culpa do serviço, ou seja, a omissão deverá ser comprovada e cabe ação regressiva em favor do Estado.

    Deus no comando!

    Bons estudos!

  • Não entendi esta questão, em casos de omissão do Estado não trata-se de Responsabilidade Subjetiva? ou seja o particular precisa provar que foi realmente culpa do Estado por omissão e este ter causado o dano? Estudei que segundo STF somente os casos que o Estado tenha a guarda e proteçao como casos de presidiarios, pessoas hospitalizadas e alunos em escolas publicas os casos de omissão seria responsabilidade objetiva.

    Alguem poderia me explicar este posicionamento do CESPE? tem posição nova do STF neste sentido?

  • Acredito que a análise do Inspetor PRF está correta, trata-se de omissão específica.

    Vamos analisar juntos :)


    O estado não agiu, temos então dois tipos de omissão: omissão genérica e omissão específica.

    Omissão genérica: responsabilidade subjetiva - com base na culpa anônima, nos casos em que há um dever genérico de agir e o serviço não funciona, funciona mal ou funciona tardiamente. Exemplo: enchente que causou dano ao particular, provocada por omissão do estado (que não fez a manutenção do bueiro de forma adequada), o particular vai ter que demonstrar que houve falha na prestação do serviço e essa falha foi a que gerou a enchente na sua casa, precisa provar que houve culpa da administração pública (por ato falho, omissão genérica ou pela prestação do serviço em atraso).


    Omissão específica: responsabilidade objetiva - a omissão é específica quando o Estado tem a obrigação de evitar o dano. O Estado se encontra na condição de “garante” e, por omissão, cria situação propícia para a ocorrência do evento em situação em que tenha o dever de agir para impedi-lo.


    Questão: Um numeroso grupo de pessoas se reuniu no centro comercial de determinada cidade para protestar contra a precarização dos hospitais locais. A agitação e a hostilidade dos manifestantes fizeram que lojistas do local acionassem o órgão de segurança pública competente (a partir dessa solicitação o estado tinha o dever de agir para impedir o dano) para a necessária assistência. Os agentes não apareceram (omissão específica) e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas. (dano).


    Sendo assim, a responsabilidade é objetiva.



  • Acredito que a análise do Inspetor PRF está correta, trata-se de omissão específica.

    Vamos analisar juntos :)


    O estado não agiu, temos então dois tipos de omissão: omissão genérica e omissão específica.

    Omissão genérica: responsabilidade subjetiva - com base na culpa anônima, nos casos em que há um dever genérico de agir e o serviço não funciona, funciona mal ou funciona tardiamente. Exemplo: enchente que causou dano ao particular, provocada por omissão do estado (que não fez a manutenção do bueiro de forma adequada), o particular vai ter que demonstrar que houve falha na prestação do serviço e essa falha foi a que gerou a enchente na sua casa, precisa provar que houve culpa da administração pública (por ato falho, omissão genérica ou pela prestação do serviço em atraso).


    Omissão específica: responsabilidade objetiva - a omissão é específica quando o Estado tem a obrigação de evitar o dano. O Estado se encontra na condição de “garante” e, por omissão, cria situação propícia para a ocorrência do evento em situação em que tenha o dever de agir para impedi-lo.


    Questão: Um numeroso grupo de pessoas se reuniu no centro comercial de determinada cidade para protestar contra a precarização dos hospitais locais. A agitação e a hostilidade dos manifestantes fizeram que lojistas do local acionassem o órgão de segurança pública competente (a partir dessa solicitação o estado tinha o dever de agir para impedir o dano) para a necessária assistência. Os agentes não apareceram (omissão específica) e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas. (dano).


    Sendo assim, a responsabilidade é objetiva.



  • "Nas hipóteses de pessoas ou coisas que estejam sob a guarda, a proteção direta ou a custódia do Estado, isto é, quando o poder público tem o dever legal de assegurar a integridade de pessoas ou coisas que estejam a ele vinculadas por alguma condição específica, a responsabilidade civil será do tipo objetivo na modalide risco administrativo" (Livro: Direito Administrativo Descomplicado)

    Então, o caso que o CESPE coloca na questão de assistência para conter multidão (ou seja, segurança) é possível, sim, a caracterização de responsabilidade objetiva.

  • CORRETO!

    Em casos de responsabilidade por omissão:

    Segundo a Doutrina Tradicional e o STJ: Na dou​trina, ainda hoje, a posição majoritária é a de que a responsabilidade civil do Estado em caso de atos omissivos é SUBJETIVA, baseada na teoria da culpa administrativa (culpa anônima). Assim, em caso de danos causados por omissão, o particular, para ser indenizado, deveria provar: a) a omissão estatal; b) o dano; c) o nexo causal; d) a culpa administrativa (o serviço público não funcionou, funcionou de forma tardia ou ineficiente). Esta é a posição que você encontra na maioria dos Manuais de Direito Administrativo.

    O STJ ainda possui entendimento majoritário no sentido de que a responsabilidade seria subjetiva. (STJ. 2ª Turma. AgRg no REsp 1345620/RS, Rel. Min. Assusete Magalhães, julgado em 24/11/2015). 

    Segundo a Jurisprudência do STF: Na jurisprudência do STF, contudo, tem ganhado força nos últimos anos o entendimento de que a responsabilidade civil nestes casos também é OBJETIVA. Isso porque o art. 37, § 6º da CF/88 determina a responsabilidade objetiva do Estado sem fazer distinção se a conduta é comissiva (ação) ou omissiva. Não cabe ao intérprete estabelecer distinções onde o texto constitucional não o fez. Se a CF/88 previu a responsabilidade objetiva do Estado, não pode o intérprete dizer que essa regra não vale para os casos de omissão. Dessa forma, a responsabilidade objetiva do Estado engloba tanto os atos comissivos como os omissivos, desde que demonstrado o nexo causal entre o dano e a omissão específica do Poder Público. (...) A jurisprudência da Corte firmou-se no sentido de que as pessoas jurídicas de direito público respondem objetivamente pelos danos que causarem a terceiros, com fundamento no art. 37, § 6º, da Constituição Federal, tanto por atos comissivos quanto por atos omissivos, desde que demonstrado o nexo causal entre o dano e a omissão do Poder Público. (...) STF. 2ª Turma. ARE 897890 AgR, Rel. Min. Dias Toffoli, julgado em 22/09/2015. No mesmo sentido: STF. 2ª Turma. RE 677283 AgR, Rel. Min. Gilmar Mendes, julgado em 17/04/2012. Deve-se fazer, no entanto, uma advertência: para o STF, o Estado responde de forma objetiva pelas suas omissões. No entanto, o nexo de causalidade entre essas omissões e os danos sofridos pelos particulares só restará caracterizado quando o Poder Público tinha o dever legal específico de agir para impedir o evento danoso e mesmo assim não cumpriu essa obrigação legal. Em caso de inobservância de seu dever específico de proteção previsto no art. 5º, inciso XLIX, da CF/88, o Estado é responsável pela morte de detento. STF. Plenário. RE 841526/RS, Rel. Min. Luiz Fux, julgado em 30/3/2016 (repercussão geral) (Info 819). 
     

    Fonte: Dizerodireito

  • MEU RECURSO PARA ESTA QUESTÃO:

     

    Considerando que a preposição “Como”, que inicia a frase, é caracterizada, à luz da língua portuguesa brasileira, pela transmissão de uma ideia de comparação, é perceptível e clara a incoerência presente na afirmativa ao tentar atribuir à mesma uma ideia de concessão, a qual seria corretamente repassada caso fossem utilizadas conjunções que, de fato, expressem tal ideia, tais como: embora, conquanto ou ainda que, o que deixaria a questão perfeitamente coerente e correta. Entretanto como tal não ocorreu, e frente à incoerência gerada na construção da afirmativa que, consequentemente, gerou prejuízo para sua correta interpretação, solicita-se sua anulação.

  • CERTO.

     

    Se a omissão é genérica, ou seja, a Administração não foi avisada e nem podia prever o que aconteceria, a responsabilidade é SUBJETIVA.

     

    Porém de acordo com o STF, se a omissão é específica, ou seja, a Administração foi avisada do perigo ou há uma previsibilidade explícita, a responsabilidade é OBJETIVA (assim diz a questão: "A agitação e a hostilidade dos manifestantes fizeram que lojistas do local acionassem o órgão de segurança pública competente para a necessária assistência. Os agentes não apareceram e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas"). Mesmo sendo avisada do risco, a Administração se omitiu.

  • A banca devia, no mínimo, tendo em vista a relevante divergência jurisprudencial, ter pedido que vc pensasse na resolução "segundo a jurisprudência do STF". É um desrespeito com o candidato não fazer isso!

  • omissão impropria - Objetiva

  • O que consegui resumi:

    Regra:

    Em se tratando de omissão, a responsabilidade seria subjetiva. 
    Na verdade, neste caso, em regra o Estado não responde pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva.
     

    Exceção:
    Entretanto, entende-se que a requisição pelo particular para que o Estado atue a fim de evitar o dano pela multidão e, sua posterior omissão, enquanto detentor do dever legal de agir, afasta a subjetividade da responsabilidade, tornando-a objetiva.

  • A banca não indagou qual a modalidade de responsabilidade civil que, via de regra, se aplica aos atos omissivos. 

    Ao revés, a questão é peremptória ao lançar a expressão "é possível". Nesse caso, não vejo qualquer possibilidade de recurso. O Estado pode responder objetivamente por atos omissivos quando ele podia/devia evitar o dano, ou melhor, a ocorrência do resultado. 

    Se querem, aliás, uma dica para questões CESPE, sempre que houver algo do tipo "é possível", "excepcionalmente" e correlatos, liguem o alerta porque a possibilidade da assertiva estar certa é grande. Da mesma forma, fiquem atentos quando a questão generalizar com expressões como "sempre", "em qualquer caso/hipótese/circunstância", "nunca", sempre" - a chance dessa assertivas estarem erradas é grande. 

    Não adianta dar murro em ponta de faca. Joguem o jogo. 

  • Ignorem o texto e interpretem de forma geral...nesse caso, o texto é mera referência!

  • deixem de mimimi e INDIQUEM PARA COMENTÁRIO!

    aff

  • Cara essa prova da PF deu o que falar, essa questão é mais uma que pqp.....

    De regra a resp é objetiva

    Mas nos casos de omissão específica, que foi o caso da historinha, não seria subjetiva?

    Mas na questão fala: consoante o ordenamento jurídico.

    Na boa, você sabe a teoria, você sabe a pratica, mas não sabe o que a cespe ta te perguntando.....é contar com 50% de sorte. 

    Pra min, mesmo marcando correta, eu ainda acredito que como no caso de dano realizada por multidão, e a população local acionou a adm pública e ela não compareceu, é o caso de resp subjetiva.

  • Função nesse caso é subjetiva.

    Objetiva : ato, dano e anexo causal. ( Comissivo)

    Subjetiva: ato, dano, anexo causal, dolo ou culpa. (Omissivo)

    A ação é omissiva quando o estado tem a obrigação de agir e não age.

    Ex.: Um estudante de medicina chega na escola e coloca o carro do lado de uma árvore, sobre essa árvore já tinha muitas reclamações na prefeitura, os estudantes diziam que ´´sempre que ventava, ela mostrava iria cair``. Nesse caso, se o carro cai e bate no carro, a função é subjetiva, porque é o dever da administração verificar as informações sobre a árvore.

    Acho que essa questão teve muitos recursos.

     

  • a responsabilidade do  Estado é objetiva  quando ele tem o dever de atuar como garante....

  • Ano: 2018​-Banca: CESPE​-Órgão: Polícia Federal​-Prova: Perito Criminal Federal - Conhecimentos Básicos - Todas as Áreas

     

    texto associado   

     

        Um numeroso grupo de pessoas se reuniu no centro comercial de determinada cidade para protestar contra a precarização dos hospitais locais. A agitação e a hostilidade dos manifestantes fizeram que lojistas do local acionassem o órgão de segurança pública competente para a necessária assistência. Os agentes não apareceram e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas.

     

    Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.

     

    Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão. - CERTO

     

    -------------------

     

     

    Ano: 2018​-Banca: CESPE​-Órgão: Polícia Federal​-Prova: Perito Criminal Federal - Conhecimentos Básicos - Todas as Áreas

    texto associado   

     

        Um numeroso grupo de pessoas se reuniu no centro comercial de determinada cidade para protestar contra a precarização dos hospitais locais. A agitação e a hostilidade dos manifestantes fizeram que lojistas do local acionassem o órgão de segurança pública competente para a necessária assistência. Os agentes não apareceram e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas.

     

    Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.

     

    Em regra, os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado, em razão do dever de vigilância permanente da administração pública. - ERRADO

  • Gab. C

    A responsabilidade civil do estado por OMISSÃO é SUBJETIVA, caso o dever de proteção seja genérico. Porém quando tratar-se de uma omissão específica tal responsabilidade passa a ser OBJETIVA, uma vez que o Estado não consegue agir para evitar as condutas em sua integridade.


    No caso da questão, Ao ser acionado o orgão de segurança pública pelos lojistas, a responsabilidade tornou-se OBJETIVA, pois o dever foi específicado.


    Ano: 2018 Banca: CESPE Órgão: STJ Prova: CESPE - 2018 - STJ - Analista Judiciário - Administrativa

    Julgue o item a seguir, relativo à responsabilidade civil do Estado.

    Excetuados os casos de dever específico de proteção, a responsabilidade civil do Estado por condutas omissivas é subjetiva, devendo ser comprovados a negligência na atuação estatal, o dano e o nexo de causalidade.

    Gab. C



    Qualquer erro, por favor, avisar.


  • Segurança Pública foi acionada e nada fez.

    Danos por omissao do Estado: 

    Omissao Específica - RESPONSABILIDADE OBJETIVA - Estado guardiao se omite quando tem o dever de impedir. Dever especial de agir do Estado em que a omissao será causa direta e imediata do resultado. Exs: morte de detento em rebeliao, acidente com aluno nas dependencias da escola, paciente de emergencia que recebe alta sem realizar exames e vem a falecer, 

    Omissao Genérica - RESPONSABILIDADE SUBJETIVA - A omissao do Estado, embora nao seja causa direta e imediata, concorre para o resultado - concausa juntamente com força maior, fato de terceiro ou da própria vítima. Exs: negligencia em segurança de balneário público, queda de ciclista em bueiro aberto há muito tempo em péssimo estado de conservaçao, poste de ferro que cai sobre idoso no calçadao por estar enferrujado. 

    Fonte: Programa de Responsabilidade Civil - Cavalieri Filho - Pag. 298,299.

  • VAMOS TODOS REPORTAR ABUSO DESSA "RAYSSA SILVA" SENÃO DAQUI A POUCO VIRA "OLX" 

  • Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.


    Errado, é possível a caracterização no caso da hipótese supracitada, porém, com base na responsabilidade subjetiva.


    Segundo o próprio CESPE (na mesma prova):


    Ano: 2018 Banca: CESPE Órgão: Polícia Federal Provas: CESPE - 2018 - Polícia Federal - Perito Criminal Federal - Conhecimentos Básicos - Todas as Áreas 

    Texto associado


    Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.


    Em regra, os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado, em razão do dever de vigilância permanente da administração pública.(E)


  • Quando vc lê mutiRÃO ao invés de multiDÃO... Está na hora de dar uma paradinha para descansar a cabeça kkkkk

  • Colocaram o fator "responsabilidade objetiva" para confundir. A questão versa sobre a omissão, q é responsabilidade subjetiva

  • Galera, vamos reporta os comentários da Rayssa Silva em várias questões.

    Coisa chata!

  • ...como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.


    Foi requerida a presença do Estado mas este não a prestou, logo enseja responsabilidade objetiva.



  • Questão que induz ao erro. A questão queria que você interpretasse que a omissão é responsabilidade objetiva. Todavia, ela quis dizer dizer que mesmo a responsabilidade objetiva sendo a regra, é possível o Estado ser responsável por condutas omissivas.

  • Questão mal elaborada, entende-se que a prestação da assistência requerida para conter a multidão é objetiva.

  • a questão afirma que "a responsabilidade do Estado é objetiva" e depois cita que pode ser caracterizada também como ato omissivo, como exemplo do texto dado. Não vi nada induzindo ao erro na questão, basta ler com atenção. Certíssima

  • De início, é preciso pontuar que, segundo entendimento tradicional e majoritário na doutrina, a responsabilidade civil do Estado, por atos omissivos, seria de índole subjetiva. Isto porque, nestas situações, como, na prática, os danos não seriam causados diretamente por agentes estatais, e sim por terceiros, far-se-ia necessário demonstrar que o Poder Público poderia e deveria agir para evitar o resultado danoso e, mesmo assim, permaneceu inerte. A omissão apresentaria, portanto, contornos culposos.

    Neste sentido, por exemplo, a doutrina de Celso Antônio Bandeira de Mello:

    "Quando o dano foi possível em decorrência de uma omissão do Estado ( o serviço não funcionou, funcionou tardia ou ineficientemente) é de aplicar-se a teoria da responsabilidade subjetiva. Com efeito, se o Estado não agiu, não pode, logicamente, ser ele o autor do dano. E, se não foi o autor, só cabe responsabilizá-lo caso esteja obrigado a impedir o dano. Isto é: só faz sentido responsabilizá-lo se descumpriu dever legal que lhe impunha obstar ao evento lesivo."

    Sem embargo, doutrinadores mais modernos têm sustentado que a responsabilidade omissiva do Estado também é de ordem objetiva. Abraçando esta segunda corrente, por todos, ofereço as palavras de Rafael Oliveira:

    "Entendemos ser objetiva a responsabilidade civil do Estado em virtude de suas omissões juridicamente relevantes, pois o art. 37, §6º, da CRFB/88 e o art. 43 do CC, que consagram a teoria do risco administrativo, não fazem distinção entre ação e omissão estatal. Ainda que a omissão não seja causa do resultado danoso, como afirma a segunda posição anteriormente citada, certo é que ainação do Estado contribui para a consumação do dano(...)Dessa forma, a responsabilidade por omissão estatal revela o descumprimento do dever jurídico de impedir a ocorrência de danos.
    Todavia, somente será possível responsabilizar o Estado nos casos de omissão específica, quando demonstradas a previsibilidade e a evitabilidade do dano, notadamente pela aplicação da teoria da causalidade direta e imediata quando ao nexo de causalidade (art. 403 do CC). Vale dizer: a responsabilidade restará configurada nas hipóteses em que o Estado tem a possibilidade de prever e de evitar o dano, mas permanece omisso."

    O STF, em recentes manifestações, vem adotando esta segunda posição, como se extrai do seguinte trecho extraído da ementa referente ao RE 841.526, de relatoria do Ministro LUIZ FUX, julgado com repercussão geral, e publicado em 1º.8.2016:

    "1. A responsabilidade civil estatal, segundo a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 37, § 6º, subsume-se à teoria do risco administrativo, tanto para as condutas estatais comissivas quanto paras as omissivas, posto rejeitada a teoria do risco integral. 2. A omissão do Estado reclama nexo de causalidade em relação ao dano sofrido pela vítima nos casos em que o Poder Público ostenta o dever legal e a efetiva possibilidade de agir para impedir o resultado danoso."

    Firmadas todas as premissas acima, e considerando que, no exemplo desta questão, o Estado foi informado da possibilidade de eclosão de danos, no bojo da manifestação que já se desenhava violenta, e, mesmo assim, permaneceu inerte, aplicando-se esta segunda posição, está correto aduzir que o dever indenizatório poderia ser atribuído ao ente público, com apoio no art. 37, §6º, da CRFB/88, de maneira objetiva, com apoio na teoria do risco administrativo. Trata-se-ia, com efeito, de omissão específica, em vista da qual correspondia um dever legal de evitar o resultado danoso, dever este que não restou observado.

    Acertada, pois, a afirmativa em análise.


    Gabarito do professor: CERTO

    Bibliografia:

    BANDEIRA DE MELLO, Celso Antônio. Curso de Direito Administrativo. 30ª ed. São Paulo: Malheiros, 2012.

    OLIVEIRA, Rafael Carvalho Rezende. Curso de Direito Administrativo. 5ª ed. São Paulo: Método, 2017.

  • Somente pelo simples fato do poder publico ter sido omisso....

    Gabarito: correto

  • O CESPE costuma criar uma situação que na vida real não faz sentido, mas observem bem o comando da questão, que por si só faz sentido.

  • Questão fácil mas desconfiante... Usar a palavra "objetiva" numa situação de omissão é tenso

  • essa questão: Em regra, os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado, em razão do dever de vigilância permanente da administração pública, foi considerada errada, pois o estado não tem como prever atos de multidão, assim é omissão genérica e responsabilidade subjetiva. Mas se o ato estivesse ocorrendo e fosse requerido atuação estatal e o mesmo não atuasse teríamos omissão específica e a responsabilidade seria objetiva.


    Nessa situação : segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.


    foi requerida a atuação do estado diante de um fato que estava ocorrendo e o estado não atuou, houve inobservância do poder-dever, ele podia e não fez, nesse caso é omissão específica, portanto, responsabilidade objetiva.


    Observe o seguinte a responsabilidade objetiva decorre sempre de uma ação: ação no seu sentido literal e a ação de se omitir.

  • OMISSÃO ESPECÍFICA, haja vista que havia um dever legal de evitar o resultado danoso e este dever não restou observado.

     

    - Responsabilidade objetiva com embasamento na teoria do risco administrativo.

  • Gab.: CERTO

     

    A conduta OMISSIVA pode ser:

    GENÉRICA: Responsabilidade é SUBJETIVA

    Ex.: O Estado não consegue evitar todos os furtos de carro.

    ESPECÍFICA: Responsabilidade OBJETIVA

    Ex.: O Estados tem o dever de vigilância sobre alguém e não evita o dano

  • Questão Top!!!

    Avante.

  • método nishimura, quando a questão fala ''possível'' geralmente ela esta certa.

  • O erro da questão encontra-se: '' em regra ensejam responsabilidade objetiva '' , quando na verdade a regra é que o Estado não responde civilmente por danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, pois trata-se de uma excludente de responsabilidade. SALVO SE VERIFICAR OMISSÃO DO PODER PÚBLICO NA FISCALIZAÇÃO PATRIMONIAL.

     

     

     

    Ano: 2009 Banca: CESPE Órgão: TRT - 17ª Região (ES) Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária

    O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva.(C)



    Fonte: Gustavo Freitas

    Estudante QC.

  • Eu não entendi foi nada.


    Olha só:


    CESPE

    Um numeroso grupo de pessoas se reuniu no centro comercial de determinada cidade para protestar contra a precarização dos hospitais locais. A agitação e a hostilidade dos manifestantes fizeram que lojistas do local acionassem o órgão de segurança pública competente para a necessária assistência. Os agentes não apareceram e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas.

    Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.


    Em regra, os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado, em razão do dever de vigilância permanente da administração pública.

    Certo Errado

    ResponderVocê errou!

     Resposta: Errado


    Uma diz que é certo afirmar que responsabilidade do Estado é objetiva quanto aos atos de multidões, na outra fala que não. Alguém pode explicar oq não estou entendendo? Por favor.


  • "questão de interpretação.."

    sabemos como regra a responsabilidade é objetiva!!!!!

    a questão fala que o estado pode ser responsabilizado por atos de omissão que é subjetiva.(exceção)


    ela pode ser objetiva e no caso de omissão( subjetiva) exceção.


    Comandos, força , Brasil !

  • CESPE 2018


    Excetuados os casos de dever específico de proteção, a responsabilidade civil do Estado por condutas omissivas é subjetiva, devendo ser comprovados a negligência na atuação estatal, o dano e o nexo de causalidade.


  • Quem decora que a culpa / omissão só gera responsabilidade subjetiva se lasca em questões mais avançadas.

     

    Existe responsabilidade OBJETIVA em casos de OMISSÃO e isso acontece quando o Estado possui o dever de agir como GARANTIDOR da integridade de coisas e pessoas que estão sob sua custódia. Ex.: presos, crianças em escola pública.

    Assim, conforme STF um atendimento hospitalar deficiente, mesmo que na forma OMISSIVA, gera responsabilidade Estatal OBJETIVA.

     

    RESERVA do POSSÍVEL - Sua responsabilidade se configura quando restar COMPROVADO que o Estado foi omisso em situações em que sua MERA ATUAÇÃO REGULAR seria suficiente para ter evitado o dano. Ex.: particular tem que comprovar que a mera manutenção dos bueiros evitaria uma enchente com a perda de bens ou até mesmo da casa toda.

  • Questão de interpretação. Tem que ficar de olhos nos termos deslocados!
  • OBJETIVA = DIRETA SUBJETIVA = INDIRETA

  • Eu PRF . Muito bom seu comentário . Agora entendi! :D

  • Uma doutrina diferente
  • Responsabilidade pela atuação administrativa:

     

    AÇÃO: 

     

    *teoria do risco administrativo 

    * responsabilidade OBJETIVA

    *independe dolo ou culpa 

    * requisitos: dano + nexo de causalidade + conduta (lícita / ilícita)

    Obs: tal responsabilidade poder ser:

    Excluída: força maior ou culpa exclusiva da vítima.

    Atenuada: Culpa concorrente da vítima.

  • Ano: 2009 Banca: CESPE Órgão: TRT - 17ª Região (ES) Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária

    O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva.(C)

  • Atos comissivos (ação): responsabilidade objetiva

    Excludentes da responsabilidade: culpa exclusiva da vítima, caso fortuito/força maior, culpa de terceiros


    Atos Omissivos como garantidor: responsabilidade objetiva


    Atos Omissivos genéricos: responsabilidade subjetiva


  • Em regra, os danos causados por atos de multidões NÃO geram reponsabilidade civil do Estado, no entanto o Estado será responsável quando comprovadas a PREVISIBILIDADE E EVITABILIDADE.

  • Galera, resumindo:

    MULTIDÃO - Estado não sabe - Subjetiva

    MULTIDÃO - Estado sabe (questão) - Objetiva

  • Em que pese os argumentos apresentados, ao meu ver esta questão deveria ser considerada INCORRETA pelo fundamento de que o seu enunciado estabelece uma relação de causalidade entre a responsabilidade objetiva do Estado e a responsabilidade por atos de omissão (que, no caso, não é objetiva, mas subjetiva).

    Vejam o enunciado: "Como (...) a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão (...)".

    É possível substituir a expressão "como" por "por ser...", "sendo", etc.

    A responsabilidade objetiva, no caso apresentado, não é CAUSA da responsabilização pela omissão, uma vez que a responsabilidade, nessa circunstância, será subjetiva!

    O examinador foi extremamente infeliz na redação da questão, pouco importando se, através de um juízo distinto, poderia ser entendido de forma distinta. Ora, se a questão pode ser perfeitamente interpretada de duas formas, ela deve ser anulada.

  • Errei a questão pelos motivos indicados abaixo por nosso amigo Leandro.

  • GABARITO: CERTO - Nas hipóteses de pessoas ou coisas que estejam sob a guarda, a proteção direta ou a custódia do Estado, isto é, quando o Poder Público está na CONDIÇÃO DE GARANTE, quando tem o dever legal de assegurar a integridade de pessoas ou coisas que estejam a ele vinculadas por alguma condição específica, A RESPONSABILIDADE CIVIL por danos ocasionados a essas pessoas ou coisas É DO TIPO OBJETIVA, na modalidade risco administrativo.

  • DIVIDINDO PARA ACERTAR :)

    QUESTÃO: Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva(CERTO)

    é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão(CERTO))

    como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão (CERTO).

  • Ato comissivo -> teoria do risco administrativo (responsabilidade do Estado é objetiva);

    Ato omissivo -> teoria da culpa administrativa (responsabilidade do Estado é subjetiva); (caso da questão)

    A referida culpa administrativa pode se consumar de três modos diversos:

    -> o serviço não existe;

    -> o serviço existe, funciona bem, porém, atrasou-se;

    -> o serviço existe, porém, funcionou mal. (caso da questão)

    Bons estudos!

  • ERREI! DEVE TER SIDO POR CAUSA DO TERCEIRO LATÃO. EU SÓBRIO ACERTARIA DE PRIMEIRA!

  • Correta

     

    vide questão abaixo (omisão por dever específico de proteção é uma exceção = responsab. Objetiva) .

     

    Ano: 2018   Banca: CESPE  Órgão: STJ  Prova: Analista Judiciário - Administrativa

    Julgue o item a seguir, relativo à responsabilidade civil do Estado.

    Excetuados os casos de dever específico de proteção, a responsabilidade civil do Estado por condutas omissivas é subjetiva, devendo ser comprovados a negligência na atuação estatal, o dano e o nexo de causalidade.

  • O CESPE mais uma vez cometendo barberagem nas questões. Oração subordinada induz o leitor a colocar a responsabilidade em questão como objetiva, o que não é verdade, pois o Estado não está aí diante de omissão específica e sim genérica, ensejando responsabilidade subjetiva. Nesse caso, tenho orgulho de ter errado essa questão.

  • No caso de atos omissivos, o Estado responde objetivamente se for capaz de evitar ou atenuar o dano e, mesmo assim, continuar inerte.

    Fonte: Labuta nossa de cada dia.

  • ENTENDI ASSIM:

    ...segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, OK

    é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão (REGRA: SUBJETIVA),

    como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão (nesse caso: torna-se objetiva).

  • matei a questão com a teoria do estado como garante, haja vista  direito à segurança pública é dever do Estado,direito e responsabilidade de todos, a ser exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

    nas hipóteses de pessoas ou coisas que estejam sob a guarda, a proteção direta ou a custódia do Estado, isto é, quando o poder público está na posição de garante, quando tem o dever legal de assegurar a integridade de pessoas ou coisas que estejam a ele vinculadas por alguma condição espesífica:a responsabilidade

    civil por danos ocasionados a essas pessoas ou coisas é do tipo objetiva. Vale repisar: quando o Estado tem o dever legal de garantir a integridade de pessoas ou coisas que estejam sob sua proteção direta, ele responderá

    com base no art. 37, § 6.º, por danos a elas ocasionados, mesmo que não diretamente causados por atuação de seus agentes. Afinna-se que, nessas situações, ao possibilitar que o dano ocorresse - mes_m~ sem

    ter sido ele provocado por alguma conduta comissiva de agente pubhco -, o Estado responderá por uma omissão específica, a qual, para efeito _de responsabilidade cívil de poder público, equipara-se à conduta con:i1_ss1va

    (a omissão genérica, diferentemente, enseja, em regra, responsab1hdad~ subjetiva estatal, na modalidade "culpa administrativa", conforme sera estudado em tópico próprio).

    DIREITO ADMINISTRATIVO DESCOMPLICADO • Marcelo Alexandrino & Vicente Paulo

  • não sei se poderia usar esse termo no âmbito do direito administrativo, não obstante, eu diria que foi um caso de ato comissivo por omissão, uma vez que o Estado ostentava o dever de cuidado específico.

    insta salientar que o aviso prévio ao Estado foi fundamental para classificar a situação como um caso de responsabilidade civil OBJETIVA, vejamos:

    a mera omissão estatal não será capaz de justificar pretensão indenizatória. Ademais, far-se-á necessário que se comprove que o Estado deveria – e PODERIA – agir. Caso contrário, deverá ser pleiteado junto ao autor do dano o ressarcimento que se pretende lograr.

  • AMIGOS, ACHO QUE SERIA BEM MAIS PROVEITOSO,SE NOSSOS COMENTÁRIOS FOSSEM OBJETIVOS,CURTOS E CLAROS.

  • Omissão + Nexo Causal + Dano = responsabilidade subjetiva.

    Ação (legal ou ilegal) + Nexo causal + Dano = responsabilidade objetiva.

  • OMISSIVO ==> em regra, subjetivo.

    Questão cobrou a exceção

    Outras questões que cobram a regra

    2019

    A responsabilidade civil do Estado por ato comissivo é subjetiva e baseada na teoria do risco administrativo, devendo o particular, que foi a vítima, comprovar a culpa ou o dolo do agente público.

    Errada

    2018

    A responsabilidade civil do Estado por omissão também é objetiva, sendo desnecessária a comprovação de dolo ou culpa.

    Errada

    2018

    Na hipótese de prejuízo gerado por ato omissivo de servidor público, a responsabilidade deste será subjetiva.

    Certa

    2015

    A responsabilidade civil por condutas omissivas será objetiva quanto à administração pública direta e subjetiva quanto à administração pública indireta.

    Errada

    2015

    A responsabilidade objetiva do Estado por danos causados a terceiros tem sustentação na teoria da culpa administrativa.

    errada

  • A seguir, para responder a esta questão da CESPE, uma questão da CESPE:

    Excetuados os casos de dever específico de proteção, a responsabilidade civil do Estado por condutas omissivas é subjetiva, devendo ser comprovados a negligência na atuação estatal, o dano e o nexo de causalidade (CESPE). C

  • Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão. Resposta: Certo.

    Comentário: a responsabilidade é objetiva quando o agente deixou de prestar assistência. Ótimos comentários acima, porém é importante separar aqueles sem nexo!

  • Gabriela Melo, que aula...

  • Faça-me o favor de ir direto pra o comentáro da Gabriela Melo. Poupe seu tempo.

    Forte abraço.

  • A regra é que o Estado não responde civilmente por danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, pois trata-se de uma excludente de responsabilidade. SALVO SE VERIFICAR OMISSÃO DO PODER PÚBLICO NA FISCALIZAÇÃO PATRIMONIAL.

  • Responsabilidade SUBJETIVA dos agentes que não foram

    Responsabilidade OBJETIVA do Estado

    Cabendo o direito de regresso contra os agentes

  • Diante de atos omissivos, a regra é RESPONSABILIDADE SUBJETIVA; deve-se provar a que o serviço não foi prestado, não funcionou ou foi mal prestado. Entretanto, quando se trata de omissão específica (que o Estado tem a obrigação de evitar o evento danoso, porém se mantém inerte) a responsabilidade será OBJETIVA.
  • Galera, vamos ter cuidado com as explicações nos comentários! Várias pessoas afirmando que a questão está certa (em que se afirma que a responsabilidade é objetiva) e justificando com a afirmação de que ela é subjetiva! Oi?! Não tem como você dizer que a questão está certa e afirmar veementemente que a responsabilidade é subjetivapois a questão afirma o contrário!

    Se houve uma omissão do Poder Público e isso causou prejuízo a particulares, restou demonstrado o nexo causal entre a omissão do Estado e o prejuízo ocasionado. Pela lógica, em se tratando de omissão, a responsabilidade seria subjetiva. Entretanto, entende-se que a requisição pelo particular para que o Estado atue a fim de evitar o dano pela multidão e, sua posterior omissãoenquanto detentor do dever legal de agir, afasta a subjetividade da responsabilidade, tornando-a objetiva!

    Comentário da Gabriela Melo. Parabéns Gabriela! Agora não erro mais

  • De início, é preciso pontuar que, segundo entendimento tradicional e majoritário na doutrina, a responsabilidade civil do Estado, por atos omissivos, seria de índole subjetiva. Isto porque, nestas situações, como, na prática, os danos não seriam causados diretamente por agentes estatais, e sim por terceiros, far-se-ia necessário demonstrar que o Poder Público poderia e deveria agir para evitar o resultado danoso e, mesmo assim, permaneceu inerte. A omissão apresentaria, portanto, contornos culposos.

    Neste sentido, por exemplo, a doutrina de Celso Antônio Bandeira de Mello:

    "Quando o dano foi possível em decorrência de uma omissão do Estado ( o serviço não funcionou, funcionou tardia ou ineficientemente) é de aplicar-se a teoria da responsabilidade subjetiva. Com efeito, se o Estado não agiu, não pode, logicamente, ser ele o autor do dano. E, se não foi o autor, só cabe responsabilizá-lo caso esteja obrigado a impedir o dano. Isto é: só faz sentido responsabilizá-lo se descumpriu dever legal que lhe impunha obstar ao evento lesivo."

    Sem embargo, doutrinadores mais modernos têm sustentado que a responsabilidade omissiva do Estado também é de ordem objetiva. Abraçando esta segunda corrente, por todos, ofereço as palavras de Rafael Oliveira:

    "Entendemos ser objetiva a responsabilidade civil do Estado em virtude de suas omissões juridicamente relevantes, pois o art. 37, §6º, da CRFB/88 e o art. 43 do CC, que consagram a teoria do risco administrativo, não fazem distinção entre ação e omissão estatal. Ainda que a omissão não seja causa do resultado danoso, como afirma a segunda posição anteriormente citada, certo é que ainação do Estado contribui para a consumação do dano(...)Dessa forma, a responsabilidade por omissão estatal revela o descumprimento do dever jurídico de impedir a ocorrência de danos.

    Todavia, somente será possível responsabilizar o Estado nos casos de omissão específica, quando demonstradas a previsibilidade e a evitabilidade do dano, notadamente pela aplicação da teoria da causalidade direta e imediata quando ao nexo de causalidade (art. 403 do CC). Vale dizer: a responsabilidade restará configurada nas hipóteses em que o Estado tem a possibilidade de prever e de evitar o dano, mas permanece omisso."

  • O STF, em recentes manifestações, vem adotando esta segunda posição, como se extrai do seguinte trecho extraído da ementa referente ao RE 841.526, de relatoria do Ministro LUIZ FUX, julgado com repercussão geral, e publicado em 1º.8.2016:

    "1. A responsabilidade civil estatal, segundo a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 37, § 6º, subsume-se à teoria do risco administrativo, tanto para as condutas estatais comissivas quanto paras as omissivas, posto rejeitada a teoria do risco integral. 2. A omissão do Estado reclama nexo de causalidade em relação ao dano sofrido pela vítima nos casos em que o Poder Público ostenta o dever legal e a efetiva possibilidade de agir para impedir o resultado danoso."

    Firmadas todas as premissas acima, e considerando que, no exemplo desta questão, o Estado foi informado da possibilidade de eclosão de danos, no bojo da manifestação que já se desenhava violenta, e, mesmo assim, permaneceu inerte, aplicando-se esta segunda posição, está correto aduzir que o dever indenizatório poderia ser atribuído ao ente público, com apoio no art. 37, §6º, da CRFB/88, de maneira objetiva, com apoio na teoria do risco administrativo. Trata-se-ia, com efeito, de omissão específica, em vista da qual correspondia um dever legal de evitar o resultado danoso, dever este que não restou observado.

    Acertada, pois, a afirmativa em análise.

    Gabarito do professor: CERTO

    Bibliografia:

    BANDEIRA DE MELLO, Celso Antônio. Curso de Direito Administrativo. 30ª ed. São Paulo: Malheiros, 2012.

    OLIVEIRA, Rafael Carvalho Rezende. Curso de Direito Administrativo. 5ª ed. São Paulo: Método, 2017.

  • Pra mim essa questão está desatualizada. Por se tratar de ato de multidão, se aplicaria o mesmo entendimento que tem sido dado nos casos de rebelião em presídios. Vou pedir revisão ao qconcursos, como desatualizada

  • GABARITO= CORRETO

    A OMISSÃO CAUSOU PREJUÍZO PRONTO ESTADO RESPONDE.

    EX: POLICIAL POR OMISSÃO NÃO ATENDE OCORRÊNCIA, CAUSANDO DANO A PESSOA!

  • Estudar no Brasil é uma palhaçada. Um cara que faz uma questão dessa é um retardado. Coloca um fundamento e diz outro. Deveria proibir de fazer prova um camarada desses
  • Pessoal,

    Muita gente falando que a questão está desatualizada e tal. Mas, vamos lá.

    Via de regra, realmente, a omissão do Estado implicará em responsabilização objetiva. Mas, nesse caso os lojistas temiam pela segurança e acionaram o órgão competente de Segurança Pública. Deve-se mencionar que esse órgão, tem o dever de garante, isto é, de guarda/proteção para com algo ou alguém. Nesse caso, diante dessa omissão, considerando o dever de garante da Segurança Pública, não estamos mais diante de uma omissão que implica em uma responsabilização subjetiva, e sim objetiva. Diante disso, é possível que o estado seja responsabilizado? Sim, é plenamente possível.

    Item Correto.

    Bons estudos.

  • Acredito que a banca se filiou ao posicionamento do STF, ratificado no INFO 947-STF de Agosto de 2019.

    De qualquer forma essa questão ainda é bastante confusa pois o STJ tem posicionamento divergente (vide INFO 532-STJ)

  • Omissão genérica: Responsabilidade Subjetiva (Culpa anônima / administrativa)

    Omissão específica: Responsabilidade Objetiva

  • Omissão específica/própria: Responsabilidade civil Objetiva

    Omissão genérica/imprópria: Responsabilidade civil Subjetiva

  • Omissão específica -> responsabilidade objetiva

  • A responsabilidade civil do estado por OMISSÃO é SUBJETIVA, caso o dever de proteção seja genérico. Porém quando tratar-se de uma omissão específica tal responsabilidade passa a ser OBJETIVA, uma vez que o Estado não consegue agir para evitar as condutas em sua integridade.

    Q93283 ➜ Em regra, os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado, em razão do dever de vigilância permanente da administração pública. (Errado)

    Q18020 ➜ O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva. (Correta)

    Q932834 ➜ Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão. (Correta)

    Portanto, o Estado não responde por fatos da natureza como enchentes, raios, entre outros e também não responde por atos de terceiros ou atos de multidões, como passeatas e tumultos organizados, desde que, por óbvio, tenha tomado as medidas possíveis a impedir o dano causado.

  • A responsabilidade civil do estado por OMISSÃO é SUBJETIVA, caso o dever de proteção seja genérico. Porém quando tratar-se de uma omissão específica tal responsabilidade passa a ser OBJETIVA, uma vez que o Estado não consegue agir para evitar as condutas em sua integridade.

    Em regra, os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado, em razão do dever de vigilância permanente da administração pública. (Errado)

    O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva. (Correta)

    Portanto, o Estado não responde por fatos da natureza como enchentes, raios, entre outros e também não responde por atos de terceiros ou atos de multidões, como passeatas e tumultos organizados, desde que, por óbvio, tenha tomado as medidas possíveis a impedir o dano causado.

  • VIA DE REGRA O ESTADO NÃO RESPONDE POR ATOS DE MULTIDÃO, NO ENTANTO SE HOUVER PREVISIBILIDADE E EVITABILIDADE, COMO NO CASO EM ANÁLISE HAVERÁ RESPONSABILIZAÇÃO DO ESTADO.

  • A doutrina e a jurisprudência diferenciam omissão específica de omissão genérica para classificar a responsabilidade, respectivamente, como objetiva ou subjetiva (STF RE 841.526; 136861; 754778 tende à posição objetiva / STJ REsp 302.747; 1230155 – tende à posição subjetiva). A jurisprudência traz à baila o fato de que não cabe ao Estado ser considerado um segurador universal ou um ser onipotente. Não se pode confundir o risco administrativo com o risco integral. Contudo, havendo dano e o dever de proteção razoável do Estado, estará presente a responsabilidade.

    Estratégia.

    I'm still alive.

  • Ato Omissivo - resp. subjetiva. Ato Comissivo - resp. objetiva. Bons Estudos !!!!
  • O caso narrado pela questão é exemplo de omissão específica, ou seja, a Adm sabia do risco e mesmo assim se omitiu, logo, será responsabilidade objetiva.

    No entanto, há a omissão genérica, que tem como exemplo os assaltos que ocorrem nas ruas, nesse contexto, a responsabilidade é subjetiva.

  • acabei de resolver uma semelhante:

    O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva.(C)

     

  • A regra é que o Estado não responde civilmente por danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, pois trata-se de uma excludente de responsabilidade, salvo se verificar omissão do poder público na fiscalização patrimonial.

  • Gab: CERTO

    A questão está certa porque em casos de Omissão Genérica a responsabilidade será SUBJETIVA (atos de multidão, em regra, são excludentes). Por outro lado, nos casos de Omissão ESPECÍFICA a responsabilidade será OBJETIVA. (é o caso da questão, uma vez que a polícia recebeu a denúncia, porém, não compareceu ao local, o que torna o ato omissivo, quando do dever de agir - específico).

    Minhas anotações.

  • R- CERTO

    Obs.: a conduta omissiva pode ser:

    - genérica: responsabilidade subjetiva. Ex.: o Estado não consegue evitar todos os furtos de carro.

    - específica: responsabilidade objetiva. Ex.: o Estado tem o dever de vigilância sobre alguém e não evita o dano.

  • Direto ao ponto: Questão com nível alto de interpretação

    Quando diz: "a não prestação da assistência requerida para conter a multidão", imediatamente a questão nos traz a figura da OMISSÃO ESPECÍFICA ( = GARANTE), trazendo para o Estado a responsabilidade OBJETIVA.

  • RESPONSABILIDADE POR OMISSÃO DO ESTADO

    Ano: 2019 Banca: CESPE Órgão: DPE-DF Prova: CESPE - 2019 - DPE-DF - Defensor Público

    É possível responsabilizar a administração pública por ato omissivo do poder público, desde que seja inequívoco o requisito da causalidade, em linha direta e imediata, ou seja, desde que exista o nexo de causalidade entre a ação omissiva atribuída ao poder público e o dano causado a terceiro.

    Omissão genérica

    O Estado responde subjetivamente nos casos de omissão genérica.

    Ano: 2019 Banca: CESPE Órgão: TJ-SC Prova: CESPE - 2019 - TJ-SC - Juiz Substituto

    De acordo com o entendimento majoritário e atual do STJ, a responsabilidade civil do Estado por condutas omissivas é subjetiva, sendo necessário comprovar negligência na atuação estatal, o dano causado e o nexo causal entre ambos.

    Omissão específica

    O STF tem se posicionado no sentido de que a Responsabilidade do Estado será objetiva quando se tratar de omissão específica, isto é, quando o Estado tem ciência da situação potencialmente geradora de dano e nada faz a respeito.

    Ano: 2009 Banca: CESPE Órgão: TCE-ES Prova: CESPE - 2009 - TCE-ES - Procurador Especial de Contas

    Maria utilizava todos os dias determinada linha de ônibus, de empresa concessionária de serviço público. Como eram muito comuns assaltos em determinada região da cidade, devido à ausência de policiamento ostensivo, mesmo após as várias correspondências e solicitações encaminhadas ao secretário de segurança pública, Maria acabou sendo morta por um projétil disparado por Pedro, que estava em uma parada de ônibus assaltando Jorge, que resistiu ao assalto, o que acabou por forçar Pedro a efetuar os disparos.

    Com base nessa situação hipotética, assinale a opção correta a respeito da responsabilidade civil do Estado.

    Nessa situação, o STF tem entendido que haveria responsabilidade civil objetiva do Estado, diante da falta de um serviço específico de segurança pública a que estaria obrigado o Estado, que, no caso, estava ciente dos constantes crimes ocorridos na área.

    Fonte: questões resolvidas e anotações.

  • Questão complicada. Devemos lembrar que, em regra, a responsabilidade do Estado por OMISSÃO é subjetiva: ou seja, além de demonstrar a existência do dano e do nexo causal, é necessário comprovar que o Estado se omitiu por dolo ou culpa.

    Entretanto, alguns doutrinadores modernos vêm modificando este entendimento. Segundo eles, caso a omissão estatal seja ESPECÍFICA e se demonstrado o dever de agir do Estado, pode estar configurada a responsabilidade objetiva por omissão.

    É justamente o caso da questão. Não se trata de uma mera omissão genérica no quesito segurança pública, mas sim de uma ocasião específica em que os moradores de determinado bairro acionaram as autoridades públicas sobre uma multidão que estava prestes a depredar o centro comercial.

    O Estado tinha o dever de agir nesta situação específica, e injustificadamente se omitiu. Assim, caracterizou-se a RESPONSABILIDADE OBJETIVA ESTATAL.

    Fonte: @planetaconcursos

  • O que torna a questão certa é o segmento: é possível. Logo não se trata de uma afirmação categórica, mas sim uma hipótese não descartada.

  • O divisor de águas da questão é saber diferenciar Omissão específica de Omissão genérica

    Omissão específica - A omissão é específica quando o Estado tem a obrigação de evitar o dano. Isso ocorre por exemplo nos caos de bueiros destampados que ensejam a queda de uma pessoa, causando-lhe danos. Assim sendo, quando há responsabilidade civil por omissão específica, o Estado responde objetivamente, conforme o art. 37, § 6º, da CF.

    Na questão, ao ser informado do fato que possivelmente geraria dano à particulares e nada fazendo, o estado atrai para si a Omissão específica, de forma que será responsabilizado objetivamente.

  • Questão Correta, cuidado com comentarios absurdos... Foco!

  • fazendo aniversário:

    Eu: estudando Responsa do Estado

    Gabarito: Certo

  • questão muito mal elaborada. logo a CESPE - que tanto gosta de fazer uso dos conectivos linguisticos como fatores determinantes em suas questões - cometeu este erro de começar a assertiva com a conjunção COMO (sentido de causa), dando a entender que a responsabilização do estado pelo ato de multidão é efeito da responsabilidade objetiva. No mínimo, essa questão deveria ter sido anulada, visto que o gabarito correto deveria ser - em consonância com o professor Hebert Almeida do Estrategia - ERRADO.

    enfim, aos que vão fazer PC-DF: tenhamos fé que virá uma prova coerente. 

    Boa noite e bons estudos.

  • Gab: CERTO

    " fizeram que lojistas do local acionassem o órgão de segurança pública competente para a necessária assistência"

    "os agentes não apareceram e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas"

    Estamos diante de uma omissão específica, pois os agentes de segurança pública foram avisados da situação e, ainda assim, não apareceram. Dessa forma, a responsabilidade será objetiva.

    omissão específica - resp. objetiva

  • Como a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão.

    Já que a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão.

    Uma vez a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão.

    TÃO COERENTE QUANTO O FELIPE NETO.

    NÃO TEMAS, POIS NO FIM DO TÚNEL TEM XANDÃO. REVOLTA 12:16

  • Comentário de ouro o de Guilherme Galdino. Procurem por esse.

  • A regra é que a responsabilidade objetiva do estado enseja uma ação, contudo existe uma exceção que é quando ele é agente garantidor. a, assistência foi requerida, então nesse caso, o estado era agente garantidor, dessa forma mesmo por uma omissão sua responsabilidade será objetiva.

  • em caso de omissão é objetiva. mas em caso de multidão não é subjetiva????

  • Geralmente os atos de multidão (como aquelas manifestações sinistras que rolaram em 2013) são casos de força maior, se rolar algum dano, o estado não pode conter. Agora se for uma reunião de 100 pessoas dos amantes do Machado e o estado não ir fazer a contenção do lugar, aí sim teremos a responsabilidade estatal por omissão
  • o Estadoresponde por omissão nos casos em que devia agir e não agiu. ex na questão: a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.

  •  A Pressa é Inimiga da Perfeição!

  • TINHA O DEVER E SE OMITIU = OBJETIVA

    SERVIÇO PRESTADO DE FORMA DEFEITUOSA = SUBJETIVA

  • A meu ver, a questão foi mal elaborada. De fato, em regra, a responsabilidade civil do Estado é objetiva. Logo, o primeiro trecho da questão está correto.Porém, se fossemos analisar a questão numa relação de “causa e efeito” entre a primeira e a segunda parte, o item está errado! Isso porque não é o fato de a responsabilidade do Estado ser objetiva que gera a responsabilização pela omissão. Por isso, no meu entendimento, a questão deveria ser dada como errada. Infelizmente, não foi este o entendimento da banca.

    fonte: Estratégia Concursos

  • VAMOS INTERPRETAR:

    Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva (SIM ,EM REGRA), é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão (AQUI A QUESTÃO ESTÁ MENCIONANDO A OUTRA POSSIBILIDADE DE RESPONSABILIZAÇÃO, OU SEJA, SUBJETIVA), como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão (AQUI A BANCA CITA UM EXEMPLO DE QUANDO O ESTADO DEVIA AGIR E NÃO AGIU, SENDO OMISSO AO NÃO PRESTAR ASSISTÊNCIA MESMO SENDO REQUERIDA).

  • Omissão específica do Estado, enseja responsabilidade objetiva - como no caso da questão em que os agentes de segurança pública não compareceu ao local.

    Do outro lado, tem-se a omissão genérica (como deficiência nas políticas de segurança pública por exemplo) que caracteriza responsabilidade subjetiva do Estado.

  • EXCEÇÃO em que a responsabilidade do estado é Objetiva em caso de OMISSÃO ESPECÍFICA: Quando o estado estiver na condição de garante(guardião) e, por omissão sua, cria situação propícia para a ocorrência do evento em situação em que tinha o dever de agir para impedi-lo, omissão estatal se erige em causa adequada de não se evitar o dano.

  • GABARITO: CERTO

    Ato exclusivo de terceiro

    Ato exclusivo de terceiro exclui a responsabilidade objetiva da Administração -> atos de multidões

    O Estado pode ser responsabilizado, mas somente de forma subjetiva.

    Assim, o particular lesado deverá comprovar a omissão culposa do Estado.

  • SE ERROU, TALVEZ, NÃO FOR POR FALTA DE CONCEITO E SIM POR FALTA DE ATENÇÃO AO ENUNCIADO.

    RESPONSABILIDADE OBJETIVA = OMISSÃO ESPECÍFICA, relação de CUSTÓDIA/GARANTIDOR

    RESPONSABILIDADE SUBJETIVA = OMISSÃO GENÉRICA, falta na prestação do serviço 

  • CERTO

    OBSERVAÇÃO

    Se for possível conter a multidão = omissão -> Resp. Objetiva

    Se não for possível conter = motivo de força maior -> Resp. Subjetiva

    Prof. Thallius Moraes

  • PERFEITAMENTE.

    ______________________________________________________________

    *Complementando a questão...

    CAUSAS EXCLUDENTES

    Existem situações em que a responsabilidade do Estado é afastada, são elas:

    1} Força maior;

    2} Caso fortuito; e

    3} Culpa exclusiva da vítima ou de terceiro.

    Isso se dá, pois não há nexo causal entre o dano ao particular e a conduta comissiva ou omissiva do poder público. Também não há que se falar em responsabilidade do Estado quando o agente público causa dano fora de suas atividades funcionais.

    IMPORTANTE: A jurisprudência do STJ excepcionalmente exclui a necessidade de aferição de culpa para a responsabilidade civil do Estado em face de ato omissivo quando há o dever de guarda.

    Ex: Detentos no interior de uma penitenciária --> Se um interno agride ou até mesmo comete homicídio contra outro preso, há firme posicionamento na linha de que a responsabilidade do Estado é objetiva.

    _______________________________________

    Portanto, Gabarito: Certo.

    _________________________

    “Nenhum obstáculo será grande se a sua vontade de vencer for maior”

    Bons Estudos!

  • Acredito que a questão deve ser analisada sobre outro viés.

    Em nenhum momento a banca afirmou que a responsabilidade por omissão é objetiva, não esqueçam aquele velho ditado que "incompleto não é errado para o CESPE".

    Analisando a questão:

    Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva (Verdade, realmente a regra é a Teoria do Risco Adm, ou seja, o Estado responde de forma objetiva), é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão (show, realmente é perfeitamente possível, apesar da regra ser a Teoria do Risco Adm, no caso de omissão pode responder subjetivamente), como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão. (realmente esse é um caso em que a omissão pode ensejar responsabilidade do estado -ninguém afirmou que esse é um exemplo de responsabilidade objetiva)

    Questão genérica, não havia pegadinha implícita, não extrapolem a questão.

  • Esse tipo de questão te ferra na hora da prova, você sabe a matéria mas não sabe a intenção do examinador.

  • ele fala que " é possivel...", em nenhum monto ele nao afirma que o estado sera responsavel.

  • Comentário de Gustavo Freitas (Questão-Q932835), com a devida adaptação:

    "O Estado não responde civilmente por danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, pois trata-se de uma excludente de responsabilidade. SALVO SE VERIFICAR OMISSÃO DO PODER PÚBLICO NA FISCALIZAÇÃO PATRIMONIAL."

     

     

     

    Ano: 2009 Banca: CESPE Órgão: TRT - 17ª Região (ES) Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária

    O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva.

    Gab.: Correto

  • Comentário do professor do Estratégia Concursos

    Por outro lado, no caso de omissão, a responsabilidade será subjetiva. Nesse caso, também é possível a responsabilização do Estado, porém será indispensável a demonstração da omissão culposa por parte do poder público. Um exemplo é o dano causado por multidões. Nesse caso, a responsabilidade civil objetiva do Estado será afastada, pois trata-se de um ato de terceiros (excludente de responsabilidade civil). Todavia, se restar comprovado que houve uma omissão culposa do poder público, será possível pleitear a responsabilização de forma subjetiva, com base na teoria da culpa do serviço.

    Logo, se analisarmos de forma isolada a assertiva, aí ela poderá ser considerada como certa. Veja: (i) segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva – CERTO; (ii) é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida ao conter a multidão – CERTO (mas não porque é objetiva).

    Foi este o entendimento da banca, que considerou a questão como certa.

    Porém, se fossemos analisar a questão numa relação de “causa e efeito” entre a primeira e a segunda parte, o item está errado! Isso porque não é o fato de a responsabilidade do Estado ser objetiva que gera a responsabilização pela omissão. Por isso, no meu entendimento, a questão deveria ser dada como errada. Infelizmente, não foi este o entendimento da banca.

    Gabarito: correto. 

  • A questão é simples "Pode".

  • houve uma omissão específica = os agentes foram chamados e foram omissos - resp obetiva

  • mas para omissão depende de dolo ou culpa e ele n fala isso, isso ta errado. Induz demais ao erro MDSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

  • DIFICIL COMPREENDER POREM, Estado será chamado para conter atos de multidao a sua responsabilidade de subjetiva, passará a ser objetiva.

  • Galera, resumindo:

    MULTIDÃO - Estado não sabe - Subjetiva

    MULTIDÃO - Estado sabe e não faz nada (questão) - Objetiva

  • Quando Estado é Agente Garantidor tem Responsabilidade OBJETIVA (T. do risco)

    ⇒ Ex 01.: Presidiários

    **Fuga de presidiário e ele cometer crime muito tempo depois → quebra do nexo causal → estado não tem resp

    ⇒ Ex 02.: Multidão, polícia recebe chamado (sabe), mas n vai (omissão)

  • Gabarito: CERTO.

    Já ouviram falar das reações multitudinárias (das multidões)? A partir de exemplos, podemos analisar se acarretam ou não a responsabilidade civil do Estado.

    Em determinado domingo, houve o jogo entre dois grandes times (Criciúma e Flamengo), porém, o Estado não disponibilizou no local qualquer contingente policial. Nesse caso, havendo tumulto pós-jogo, em razão da derrota do Criciúma, com danos patrimoniais a particulares, o Estado poderá ser responsabilizado, não contando, a seu favor, com excludentes de responsabilidade.

    A polícia militar foi convocada para evitar o arrombamento e a depredação de estabelecimentos comerciais em Madureira, no Rio de Janeiro. Na oportunidade, houve o deslocamento de mil homens, contudo, cinquenta mil pessoas participaram do arrastão. Nesse caso, não se configurará a responsabilidade do Estado, afinal, restou configurado evento previsível, porém, com consequências extraordinárias.

    E, sobre o tema, veja o comportamento de sua banca (item correto):

    MDIC – Cespe – 2008 – Em caso de danos causados por atos de multidões, somente é possível responsabilizar o Estado caso se comprove sua participação culposa.

    Pode-se dizer que todas as causas de exclusão de responsabilidade civil do Estado têm como ponto comum afastar o necessário nexo causal entre a ação do Estado e o prejuízo sofrido por alguém. Sem o link entre a ação do Estado e prejuízo causado, não há que falar em indenização total ou parcial a ser feita ao prejudicado.

    Portanto, no caso concreto, em que há um dever específico de agir e o Estado se omitiu, os danos deverão ser indenizados objetivamente pelo Estado.

  • Dica para resolver as questões da banca CESPE:

    1º - esqueça tudo o que você estudou e aprendeu;

    2º - faça uma oração;

    3º - jogue "cara ou coroa" e marque.

    Não importa o quanto você estude, só o CESPE sabe a resposta.

  • Gente, em nenhum momento a questão diz que a responsabilidade pela omissão É OBJETIVA. SÓ diz que a responsabilidade do ESTADO, como regra, é OBJETIVA. É o que tipifica a lei, ela não fala a respeito do fato narrado. ELA tb nao diz que a RESP É SUBJETIVA, somente fala que o ESTADO pode responder por OMISSÃO, mesmo assim não fala se é OBJETIVA OU SUBJETIVA. QUESTÃO DE INTERPRETAÇÃO. GABARITO CERTO.

  • pode crê @Bruno martins. Cai na interpretação mesmo sabendo a resposta...
  • Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva. (Esse começo é só para interferir na interpretação do que vem a seguir, pois sabemos que a responsabilidade do Estado é objetiva e também sabemos que no caso de "multidões" pode responder subjetivamente)

    Enfim... confiem em vocês!

  • tem a redação quase que idêntica, mas com resposta diferente. Cuidado nas interpretações de texto da nossa "quirida" cespe.

  • Por isso existe a tropa de choque!!

  • Errei pq não li a "historinha" rs

  • Omissão genérica =/= omissão específica! No caso, houve omissão específica já que a assistência FOI requerida ao estado.

  • Um numeroso grupo de pessoas se reuniu no centro comercial de determinada cidade para protestar contra a precarização dos hospitais locais. A agitação e a hostilidade dos manifestantes fizeram que lojistas do local acionassem o órgão de segurança pública competente para a necessária assistência (afasta a resp. subjetiva, que seria a regra, então, a resp. é objetiva. Pois existe omissão específica). Os agentes não apareceram e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas. Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão (regra: resp. subjetiva – teoria da culpa administrativa), como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.

  • Quanto mais alto nível é o concurso mais se percebe a dubiedade nas questões formuladas por esta banca maldita. Claramente questão formulada para a banca "escolher" gabarito e classificar determinados candidatos escolhidos por ela.

  • O Estado não responde civilmente por danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, pois trata-se de uma excludente de responsabilidade. Salvo se verificar OMISSÃO do poder público na fiscalização patrimonial. Nesse caso seria responsabilidade SUBJETIVA. No entanto, entende-se que a requisição pelo particular para que o Estado atue a fim de evitar o dano pela multidão e, sua posterior missãoenquanto detentor do dever legal de agir, afasta a subjetividade da responsabilidade, TORNANDO-A OBJETIVA.

    AU AU

  • A afirmação é tipo assim: "como choveu muito ontem, a galáxia chegará um dia a extinção"

  • Mas que banca fdp

  • Questão considerada correta: Em regra, os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado, em razão do dever de vigilância permanente da administração pública.

  • Eu acho que essa questão foi uma pegadinha.

    Ela jogou a história, porém o pedido da questão está SEGUNDO O ORDENAMENTO JÚRIDICO BRASILEIRO...

  • simples... quem acertou a questão 197, se seguir o mesmo raciocinio daquela, vai errar a questão 198. resumindo uma errada anula uma certa.

  • Lembrando: 'Como' que introduza a primeira oração tem valor sintático de "Já que" ou "Porque", e trata-se de uma conjunção subordinativa explicativa. A oração subordinada está na ordem indireta e, por isso, a vírgula é obrigatória.

    A frase na ordem direta ficaria:

    Segundo o ordenamento jurídico brasileiro, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão, como (porque, já que, dado que) a responsabilidade do Estado é objetiva.

    O cerne da questão é perceber que foi usado um elemento denotológico que expressa possibilidade + uma hipótese em que essa possibilidade se concretizaria [como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão]. Sem esses dois elementos, a questão estaria ERRADA.

    A construção foi feita para bagunaçar a cabeça de quem lesse. CESPE sendo CESPE

  • Em regra, os atos de multidão ensejam a responsabilidade subjetiva do Estado, todavia, quando há requerimento ("assistência requerida" caso da assertiva) é plenamente possível caracterizar a responsabilização objetiva pela omissão.

  • Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.

    Correto.

    Foi chamado e não foi, responsabilidade subjetiva!

    A saga continua...

    Deus!

  • regra para multidão: responsabilidade subjetiva.

    se a força policial / Estado for chamado para conter os atos e não for, responsabilidade objetiva, por omissão específica de manter a ordem pública.

  • Atos comissivos: responsabilidade objetiva - teoria do risco administrativo.

    Atos omissivos: responsabilidade subjetiva - culpa anônima ou culpa administrativa.

     

    Obs.: a conduta omissiva pode ser:

    genérica: responsabilidade subjetiva. Ex.: o Estado não consegue evitar todos os furtos de carro.

    específica: responsabilidade objetiva. Ex.: o Estado tem o dever de vigilância sobre alguém e não evita o dano.

  • A meu ver faltou uma conjunção para interligar os dois períodos.

    Sendo assim,

    a questão inicia falando de "A" (responsabilidade Objetiva),

    mas pergunta sobre "B" (se é possível uma responsabilização por omissão).

    O que leva a resposta a ser: CERTA.

    ....MAS COMO EXISTE AQUELES QUE QUEREM EXPLICAR O QUE NÃO SABE "FICAMOS PERDIDOS"....

  • A presente questão está certa:

    1º Responsabilidade Civil do Estado é, em regra, objetiva, conforme prevê a CF; (Certo)

    2º é possível responsabilidade civil por omissão, inclusive não prestação da assistência requerida para conter a multidão; (Certo)

    A questão não afirmou que a responsabilidade por não prestação da assistência é objetiva... A própria falta de assistência antes requerida demonstra a falta ou culpa do serviço, sendo responsabilidade subjetiva...

    Olhem essa questão de 2009 em que o CESPE entende que a responsabilidade é subjetiva:

    CESPE (2009) O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva. (CERTO)

    Quando à questão anterior dessa prova:

    Em regra, os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado, em razão do dever de vigilância permanente da administração pública. (Errada)

    Está errada porque, em regra, os atos de multidões não ensejam responsabilidade civil do Estado, eis que configuram fato exclusivo de terceiro. Para incidir a responsabilização, há a necessidade de comprovação da omissão do Poder Público em tomar medidas que estivessem ao seu alcance para evitar dos danos...

  • LUIZ FUX, julgado com repercussão geral, e publicado em 1º.8.2016:

    "1. A responsabilidade civil estatal, segundo a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 37, § 6º, subsume-se à teoria do risco administrativo, tanto para as condutas estatais comissivas quanto paras as omissivas, posto rejeitada a teoria do risco integral. 2. A omissão do Estado reclama nexo de causalidade em relação ao dano sofrido pela vítima nos casos em que o Poder Público ostenta o dever legal e a efetiva possibilidade de agir para impedir o resultado danoso."

  • tem a redação quase que idêntica, mas com resposta diferente. Cuidado nas interpretações de texto da nossa "querida" cespe.

    resumindo:

    MULTIDÃO - Estado não sabe - Subjetiva

    MULTIDÃO - Estado sabe e não faz nada (questão) - Objetiva

  • gab c

    resp objetiva.

    ''como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.''

    Estado não prestou assistencia.

  • Questão perfeita.. responde a questão anterior !

  • foi UMA omissão especifica= responsabilidade objetiva

    omissão genérica= responsabilidade subjetiva

    faz o simples que dá certo !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Arthur (de ramos - RJ), bar do Manel. vem que vem

  • Em regra, os danos causados por atos de multidões não geram responsabilidade civil do Estado, tendo em vista a inexistência do nexo de causalidade, pois tais eventos são praticados por terceiros (fato de terceiro) e de maneira imprevisível ou inevitável (caso fortuito/força maior). Não há ação ou omissão estatal causadora do dano.

    Excepcionalmente, o Estado será responsável quando comprovadas a ciência prévia da manifestação coletiva (previsibilidade) e a possibilidade de evitar a ocorrência de danos (evitabilidade). Assim, por exemplo, se o Estado é notificado sobre o encontro violento de torcidas organizadas de times rivais e não adota as providências necessárias para evitar o confronto, restarão caracterizadas a sua omissão específica e, por consequência, a sua responsabilidade."

  • O erro é não ler o Texto associado!!!!!!!!!!!!!!!

    V A C I L E I

  • Caso de omissão específica: "...a não prestação da assistência requerida para conter a multidão." Sendo assim a responsabilidade torna-se objetiva.

    P.S. Lembrando que, em caso de omissão genérica a responsabilidade é SUBJETIVA!

  • Quando há omissão

    • em regra existe a necessidade da presença do elemento culpa para a responsabilização do Estado. Em outras palavras, nas hipóteses de danos provocados por omissão do Poder Público, a sua responsabilidade civil passa ser de natureza subjetiva, na modalidade culpa administrativa. Nesses casos, a pessoa que sofreu o dano, para ter direito à indenização do Estado, tem que provar (o ônus da prova é dela) a culpa da Administração Pública.

     

    Culpa Administrativa

    A culpa administrativa, no caso, origina-se do descumprimento do dever legal, atribuído ao Poder Público, de impedir a consumação do dano. Ou seja, decorre de falta no serviço que o Estado deveria ter prestado (abrangendo a inexistência, a deficiência ou o atraso do serviço) e que, se tivesse sido prestado de forma adequada, o dano não teria ocorrido.

     

     

    Resumo

     

    Atos comissivos

    • responsabilidade objetiva - teoria do risco administrativo.

     

    Atos omissivos: 

    • responsabilidade subjetiva - culpa anônima ou culpa administrativa.

     

    Obs.: a conduta omissiva pode ser:

     

    Genérica:

    • responsabilidade subjetiva.
    • Ex.: o Estado não consegue evitar todos os furtos de carro.

     

    Específica:

    • responsabilidade objetiva.
    • Ex.: o Estado tem o dever de vigilância sobre alguém e não evita o dano.

  • Lendo atentamente a questão, vejo que a omissão na hipótese foi específica, pois "[...] os agentes não apareceram e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas.".

     

    Sabemos que a Responsabilidade por omissão pode ser objetiva ou subjetiva, a depender se a omissão é específica ou geral. 

     

    Regra geral, será específica quando Estado assumir a função de garante, quando então teremos a responsabilidade objetiva (HIPÓTESE DA QUESTÃO). 

     

    No caso, a omissão não é geral, caso, pois, de responsabilidade objetiva.

     

    RESUMO:

    Omissão genérica: Responsabilidade Subjetiva (Culpa anônima / administrativa)

    Omissão específica: Responsabilidade Objetiva

  • MULTIDÃO - Estado não sabe - Subjetiva

    MULTIDÃO - Estado sabe (questão) - Objetiva

  • >>>EXCLUDENTES E ATENUANTES da responsabilidade civil do Estado:

    >Caso fortuito ou força maior

    -Eventos humanos ou da natureza que não se pode prever ou evitar.

    -Exclui a responsabilidade objetiva, mas admite a responsabilidade subjetiva no caso de omissão)

     

    >Culpa exclusiva da vítima:

    -O ônus da prova cabe ao Estado

    -Exclui a responsabilidade objetiva, mas admite a responsabilidade subjetiva no caso de omissão)

     

    >Culpa concorrente (estado + vítima)> só atenua( reduz a indenização)( não exclui a responsa objetiva do estado)

     

    >Culpa exclusivo do terceiro:

    -Ex: atos de multidões que causam danos ao patrimônio de terceiro

    -Exclui a responsabilidade objetiva, mas admite a responsabilidade subjetiva no caso de omissão

    PARA FINALIZAR:

    A Administração Pública pode responder civilmente pelos danos causados por seus agentesainda que estes estejam amparados por causa excludente de ilicitude penal

    FONTE: MEU MATERIAL DO MÉTODO DOS 4 PASSOS

  • simples:

    ação/omissao do Estado + nexo causal + dano = responde objetivamente

    A omissão ajudou a ter o nexo(ação dos manifestantes) e consequentemente o dano.

  • omissão genérica: subjetiva

    omissão quando tem dever de agir: objetiva

  • O enunciado fala que é possível.

    Sim.

  • Gabarito: certo

    Não vai ser responsabilidade subjetiva , porque nesse caso é uma omissão específica do caso apresentado, quando ocorre omissão específica será responsabilidade OBJETIVA!

    OMISSÃO PRÓPRIA - ESPECÍFICA = RESPONSABILIDADE OBJETIVA. (vogal e vogal)

    OMISSÃO IMPRÓPRIA - GENÉRICA = RESPONSABILIDADE SUBJETIVA. (consoante e consoante)

  • Gabarito: certo

    ( CESPE - 2018 - Polícia Federal )Em regra, os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado, em razão do dever de vigilância permanente da administração pública.(errado)

    (CESPE/ANALISTA/2009)O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva.(C)

    Como pode-se analisar, em regra a responsabilidade por atos de omissão é subjetiva, porém quando a mesma for ESPECÍFICA , o Estado responderá OBJETIVAMENTE.

    Assim:

    REGRA= não responde por atos de multidão

    EXCEÇÃO 1 = responderá de forma subjetiva, se for causado por omissão GENÉRICA do Estado

    EXCEÇÃO 2 = responderá de forma objetiva , se a omissão for realizada de forma ESPECÍFICA

    Subjetiva (começa com consoante) = GENÉRICA (começa com consoante)

    Objetiva ( começa com vogal ) = ESPECÍFICA ( começa com vogal)

  • A responsabilidade civil do estado por OMISSÃO é SUBJETIVA, caso o dever de proteção seja genérico. Porém quando tratar-se de uma omissão específica tal responsabilidade passa a ser OBJETIVA, uma vez que o Estado não consegue agir para evitar as condutas em sua integridade.

    MULTIDÃO - Estado não sabe - Subjetiva

    MULTIDÃO - Estado sabe (questão) - Objetiva

  • A questão descreve a possibilidade da responsabilização Estatal por omissão. E essa possibilidade existe.

  • Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.

    segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva : até aqui está certo, o estado respondendo objetivamente, mas não estamos incluindo nessa situação hipotética.

    Esse pedaço sem nexo com o que a banca quer foi feito para induzir você ao erro.

    A questão está pedindo isso : é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão. : Sim! Pois, mesmo não respondendo por atos de multidão, a administração responde objetiva por "OMISSÃO ESPECÍFICA"

    Exemplo de omissão genérica : Você pode culpar o estado, porque te assaltaram na esquina? Hipoteticamente sim, mas ai entra aquela parada do mínimo existencial e a reserva legal.

    O estado tem o mínimo de policial patrulhando, devido a recursos financeiros, não é possível colocar um policial em cada esquina, ai o estado vai valer-se da reserva legal! Compreenderam? tentei dar o meu máximo, desculpe-me pela minha ignorância e maneira de tentar explicar.

  • Atos Comissivos ensejam responsabilidade civil objetiva, enquanto que os atos omissivos, em regra, ensejam responsabilidade civil subjetiva (requer comprovação de dolo ou culpa), entretanto, quando o ato omissivo é específico (quando a administração pública foi alertada e manteve-se inerte perante a situação), tento em vista o seu dever de agir, sua responsabilidade civil será objetiva.


ID
2798512
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

    Um numeroso grupo de pessoas se reuniu no centro comercial de determinada cidade para protestar contra a precarização dos hospitais locais. A agitação e a hostilidade dos manifestantes fizeram que lojistas do local acionassem o órgão de segurança pública competente para a necessária assistência. Os agentes não apareceram e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas.

Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.


Em regra, os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado, em razão do dever de vigilância permanente da administração pública.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA.

     

      O Estado é responsável civilmente pelos danos produzidos pelas multidões ao patrimônio privado?

     

    A segurança pública tem duplo sentido (Sterman, 2011, p. 124): tanto é dever do Estado como é direito e responsabilidade de todos. Assim, cabe ao particular informar aos órgãos responsáveis pela manutenção da ordem pública quaisquer comportamentos individuais ou coletivos de terceiros tendentes a atentar contra o patrimônio privado e a integridade física dos indivíduos. Assim, é forçoso reconhecer que o Estado pode ser responsabilizado civilmente pelos danos provocados por atos de multidão, desde que demonstrada a específica e deliberada omissão do Poder Público em garantir a preservação da ordem pública.

     

    É desarrazoado alçar o Estado à condição de “segurador universal”, capaz de evitar todos e quaisquer danos ao patrimônio privado e à incolumidade das pessoas. Se assim não fosse, todas as inúmeras vítimas de assalto poderiam demandar indenização do Estado pelos danos experimentados.

     

    Galera, criei um perfil no instagram voltado para publicar os meus macetes , dicas e venda dos meus materiais. Sigam aí @qciano. Abraço e bons estudos! https://www.instagram.com/qciano/

     

    https://www.conjur.com.br/2013-jul-04/elyesley-silva-estado-omisso-responde-danos-provocados-multidoes

  • ERRADO

     

     

    O erro da questão encontra-se: '' em regra ensejam responsabilidade objetiva '' , quando na verdade a regra é que o Estado não responde civilmente por danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, pois trata-se de uma excludente de responsabilidade. SALVO SE VERIFICAR OMISSÃO DO PODER PÚBLICO NA FISCALIZAÇÃO PATRIMONIAL.

     

     

     

    Ano: 2009 Banca: CESPE Órgão: TRT - 17ª Região (ES) Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária

    O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva.(C)

     

     

     

    '' Nada de brigar com a banca. Vamos nos matar de fazer questões''

     

  • Ocorre, porém, que, em certas situações, se torna notória a omissão do Poder Público, porque teria ele a possibilidade de garantir o patrimônio das pessoas e evitar os danos provocados pela multidão. Nesse caso, é claro que existe uma conduta omissiva do Estado, assim como é indiscutível o reconhecimento do nexo de causalidade entre a conduta e o dano, configurando-se, então, a responsabilidade civil do Estado. Trata-se, pois, de situação em que fica cumpridamente provada a omissão culposa do poder público. Essa é a orientação que tem norteado a jurisprudência sobre o assunto. (FILHO, p. 570)

  •                                                                    Atos de multidões (ou multitudinários)

     

    Em regra, não geram responsabilidade civil do Estado, tendo em vista a inexistência do nexo de causalidade, pois tais eventos são praticados por terceiros. Excepcionalmente, o Estado será responsável quando comprovadas a ciência prévia da manifestação coletiva (previsibilidade) e a possibilidade de evitar a ocorrência de danos (evitabilidade). Assim, por exemplo, se o Estado é notificado sobre o encontro violento de torcidas organizadas de times rivais e não adota as providências necessárias para evitar o confronto, restará caracterizada a sua omissão específica e, por consequência, a sua responsabilidade, pois houve falha na prestação do serviço público (o Estado responde de forma subjetiva). 

  • "Excessão" já é a exceção da exceção! rs

  •  Os atos de multidões são considerados atos exclusivos de terceiros, logo excluem, em regra, a responsabilidade civil do Estado.

    Gabarito: errado.

     

    Prof. Herbert Almeida - Estratégia

  • Gabarito: Errado

    O Estado não responde em três situações:

    Culpa exclusiva da vítima ou de terceiros (caso da questão); Caso fortuito; e Força maior.

  • Gente, deem uma lida nesse artido do Jus.com.br:

     

    Responsabilidade civil do Estado por atos multitudinários https://jus.com.br/artigos/53082/responsabilidade-civil-do-estado-por-atos-multitudinarios

     

    "Restou evidenciada a possibilidade de responsabilidade estatal quando ficar demonstrada a omissão deste em relação aos prejuízos provocados por ações multitudinárias. Tal responsabilidade desvia-se da regra da responsabilização objetiva do Estado. Nessas hipóteses, prevalecerá a responsabilidade subjetiva, cabendo, então, questionamento acerca da atuação estatal a fim de se concluir pela viabilidade ou não de sua responsabilização, à medida da sua omissão na situação in concreto"

  • Gabarito Errado

    Em regra, os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado, em razão do dever de vigilância permanente da administração pública.

    A questão indaga sobre, em regra geral, o Estado estaria ou não obrigado a indenizar aqueles que fossem vítimas de prejuízos decorrentes de atos de multidão (manifestações, reuniões), ou seja, tudo aquilo que caracteriza um aglomeramento de um número razoável de pessoas. 

    Acerca do tema, Carvalho Filho leciona: Ocorre, porém, que, em certas situações, se torna notória a omissão do Poder Público, porque teria ele a possibilidade de garantir o patrimônio das pessoas e evitar os danos provocados pela multidão. Nesse caso, é claro que existe uma conduta omissiva do Estado, assim como é indiscutível o reconhecimento do nexo de causalidade entre a conduta e o dano, configurando-se, então, a responsabilidade civil do Estado. Trata-se, pois, de situação em que fica cumpridamente provada a omissão culposa do poder público. Essa é a orientação que tem norteado a jurisprudência sobre o assunto. (FILHO, p. 570).

    O entendimento do doutrinador foi reafirmado pelo STF:

    RECURSO EXTRAORDINÁRIO. RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO POR DANOS CAUSADOS PELA MULTIDAO, QUANDO CARACTERIZADA A OMISSAO CULPOSA DAQUELE, NA DEFESA DA PROPRIEDADE CONTRA AS INVESTIDAS DE POPULARES.(STF - RE: 17746, Relator: Min. ROCHA LAGOA, Data de Julgamento: 01/01/1970, SEGUNDA TURMA, Data de Publicação: 13-02-1956.)

    Não teria o Estado o papel de segurador universal, ou seja, não poderia garantir a incolumidade plena diante de uma situação tão dificil. 

  • Mas se os órgãos de segurança pública foram solicitados e não atenderam, não houve omissão do Estado?

  • A Cespe/Cebraspe quis confundir o candidato colocando um texto que inclusive há jurisprudência quanto a responsabilidade civil do Estado, que é omissiva culposa (no caso do textro da questão). PORÉM a questão pede a REGRA, e em regra, como são danos praticados por terceiros não há pressupostos da responsabilidade objetiva do Estado, se quer pela conduta administrativa, ou até mesmo falta de nexo causal entre os atos estatais e o dano.

  • Galera, é só pensar assim:

     

    Imagina se toda depredação, quebra quebra nas ruas, vandalismos, etc fossem responsabilidade OBJETIVA do Estado?

     

    Imagina assim: Um dono quer reformar a fachada e a frente da sua loja que está velha e caindo os tacos. Esse Zé Bunitinho poderia se amarrar a esta questão e simular um ato de vandalismo só para o Estado reformar sua loja... Já pensou no prejuízo que o Estado teria?

     

     

  • O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva.

  • Allex Petarli 

    Mas se os órgãos de segurança pública foram solicitados e não atenderam, não houve omissão do Estado?

     

    A resposta da sua pergunta é sim, mas perceba que a pergunta na prova foi outra

     

    "Em regra, os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado, em razão do dever de vigilância permanente da administração pública."

    A resposta da para prova é não, pois como perguntado por você o Estado seria responsável se houvesse omissão. Destaco que a omissão se encontra apenas no texto e o mesmo foi posto alí somente para retirar sua atenção.

  • Resposta Errada. Pensei assim, imagina se tudo que acontecesse fosse responsabilizado ao estado, seria ótimo mas não bem assim. No texto d aprova falava da responsabilidade omissão se caso fosse chamada a polícia e ela não comparecesse, aí sim.

  • A responsabilidade civil do Estado por condutas omissivas é subjetiva, devendo ser comprovados a negligência na atuação estatal, o dano e o nexo de causalidade.

  • ERRADO

     

    CASOS DE OMISSÃO= RESPONSABILIDADE SUBJETIVA !

     

    "O Estado pode ser responsabilizado civilmente pelos danos provocados por atos de multidão, desde que demonstrada a específica e deliberada omissão do Poder Público em garantir a preservação da ordem pública. Dessa maneira, aplica-se a responsabilidade subjetiva ao dever civil de o Estado reparar os danos causados por movimentos mutitudinários, devendo o Estado, se demandado a indenizar, demonstrar que foram tomadas as providências necessárias, adequadas e possíveis para evitar os danos."

     

    - Profº Elyesley Silva.

  • Nos casos de omissão a resposabilidade será Subjetiva, Sendo assim o particular deverá comprovar o dolo e a culpa. 

     

     

  • CASOS DE OMISSÃO= RESPONSABILIDADE SUBJETIVA !

     

    "O Estado pode ser responsabilizado civilmente pelos danos provocados por atos de multidão, desde que demonstrada a específica e deliberada omissão do Poder Público em garantir a preservação da ordem pública. Dessa maneira, aplica-se a responsabilidade subjetiva ao dever civil de o Estado reparar os danos causados por movimentos mutitudinários, devendo o Estado, se demandado a indenizar, demonstrar que foram tomadas as providências necessárias, adequadas e possíveis para evitar os danos."

  • esse luan tj estava fazendo propaganda com o nome de ''avante cldf'' há 1 semana atrás

    todo mundo vai comprar pq a gente acredita no seu sucesso qd diz que vale muitoooo a pena, luan

  • Até havia comentado a questão anterior e acabei apagando pois me confundi, pq a primeira fala que a responsabilidade objetiva é o certo, e essa questão vem como errada.

    Mas, ao reler, percebi que essa questão não trata da responsabilidade do Estado, ela apenas reafirma que é objetiva. Só que questão trata das causas de EXCLUSÃO da responsabilidade do Estado, (AQUI SIM CABE O "EM REGRA") sendo o EVENTO EXCLUSIVO DE TERCEIRO, INCLUSIVE NO CASO DE MULTIDÕES, uma dessas causas (resposta da acertiva). 

    ERRADA

    Deus no comando!

    Bons estudos!

  • Neste caso, dependerá de previsibilidade e evitabilidade.

  • O Estado só será chamado a indenizar por danos causados por multidões se houver sua participação de forma culposa.


    Avante!

  • Pessoal, pelo que entendi , a omissao caracteriza responsabilidade subjetiva , correto ? Porem , na questao acima , quando houve a comunicaçao dos orgaos de segurança publica a responsabilidade do estado deu-se como objetiva. Isso entao caracterizou a exceçao ? 

     

    Gostaria da ajuda dos colegas neste sentido

  • Está ERRADA em dizer que é regra, essa situação cabe questionamento acerca da atuaçao estatal a fim de se concluir pela viabilidade ou não de sua responsabilização, à medida da sua omissão na situação in concreto.

    Entendi assim para acertar a questão

  • A Responsabilidade por danos decorrentes da omissão são em regra SUBJETIVA, (segue a teoria da culpa administrativa) 

    Subjetiva --> deverá a vítima provar que houve conduta omissiva do estado, exemplo, provar que por falta de segurança, imperícia, imprudência... foi o que causou o acidente. 

     

    No entanto há exceção, ou seja, em casos que na omissão o estado responde de forma OBJETIVA (Teoria do risco administrativo)

    Objetiva ---> Nas hipóteses de pessoas que estejam sob a guarda, proteção direta ou custódia do estado (hospitais, escolas, prisão) ... nesses casos, o estado responde caso houver dano independente de culpa. (se no caso, por exemplo, alguém que acaba de ser preso em um estádio de futebol, e agora esteja sob a guarda da polícia com destino à delegacia, porém durante a saída do estádio um tumulto causar sua morte, o estado responderia independente de culpa, já que ele estava sob sua proteção, ou posição "garante") 

     

    O correto seria que na OMISSAO a Responsabilidade Subjetiva é a regra geral e Objetiva é a excessão.. 

     

    Segundo Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo - Direito administrativo descomplicado- 

    "... A atribuição ao poder público de responsabilidade civíl Subjetiva, na modalidade "culpa administrativa", pelos danos ensejados por omissão estatal na prestação de serviços obrigatórios é uma regra geral. Isso porque há situações nas quais, mesmo em face de omissão, o estado responde objetivamente."

    "Nas hipóteses de pessoas ou coisas que estejam sob a guarda, isto é, quando o poder público encontra-se na posição de "garante"... a responsabilidade civil por danos ocasionados a essas pessoas ou coisas é do tipo OBJETIVA, na modalidade risco administrativo"

     

    Vi comentários que sempre será Responsabilidade Subjetiva, no entanto pode ser falha essa decoração. 

    E acredito que os casos de "culpa exclusiva da vítima", "força maior", "caso fortuito" são as chamadas excludentes, e não a exceção à regra (como em alguns comentários) que corresponderia ao erro da questão. 

     

  • Omissão genérita - responsabilidade subjetiva. EX: um buraco na rua fez empenar o eixo do carro de uma pessoa, o buraco era inédito. Aplica-se resp subjetiva;

    Omissão específica - responsabilidade objetiva. EX: o mesmo buraco do exemplo anterior continua aberto depois de meses, mesmo a administração pública sendo alertada sobre o perigo do referido buraco. Caso alguém se prejudique devido ao buraco, aplica-se resp objetiva.

  • Eu também errei essa questão a primeira vez que a fiz, mas vamos lá:

     

    existem dois tipos de responsabilidade: a subjetiva e a objetiva.

    Na subjetiva, é necessário demonstrar o nexo de causalidade entre o dano e a conduta do agente, além do dolo ou culpa na atuação deste. 

    Na responsabilidade objetiva é necessário apenas demonstrar o nexo de causalidade. 

    A responsabilidade administrativa por danos causados ao particular é objetiva, ou seja, deve ser demonstrado apenas o nexo de causalidade. A questão, contudo, possui uma redação maliciosa, pois a responsabilidade da administração pública é objetiva apenas por causa da OMISSÃO de um dos seus agentes, ou seja, a administração, por ter responsabilidade objetiva em relação ao particular, deve pagar os danos, e o agente pode responder depois, dessa vez de forma subjetiva, pela omissão. Os atos de multidão, por sua vez, não gerariam uma responsabilidade automática do estado, tendo em vista que é possível uma situação em que o Estado, mesmo não se omitindo, ainda não consiga evitar os danos. Do ponto de vista do logista, portanto, ele só poderia demandar o Estado se provasse que o AGENTE agiu de forma omissa, o que resulta, na prática, em uma responsabilidade semelhante á subjetiva, só que quem cometeu a omissão foi o agente da administraçao publica, e nao a administracao em si.

  • Em regra, o Estado não pode ser responsabilizado por atos de terceiros (multidão), uma vez que, ninguém pode ser responsabilizado por aquilo que não deu causa, entretanto quando a conduta omissiva do Estado concorrer para a ocorrência do dano, incidirá sobre ele a responsabilidade na modalidade subjetiva.

     

     

    REGRA: OS ATOS DE MULTIDÃO EXCLUEM A RESPONSABILIDADE DO ESTADO

    EXCEÇÃO: O ESTADO RESPONDERÁ SUBJETIVAMENTE QUANDO SUA CONDUTA OMISSIVA CONCORRER PARA O DANO.

     

     

     

    GABARITO: ERRADO

  • O estado não agiu, temos então dois tipos de omissão: omissão genérica e omissão específica.

    Omissão específica: responsabilidade objetiva - a omissão é específica quando o Estado tem a obrigação de evitar o dano. O Estado se encontra na condição de “garante” e, por omissão, cria situação propícia para a ocorrência do evento em situação em que tenha o dever de agir para impedi-lo.
     

     

     

    Omissão genérica: responsabilidade subjetiva - com base na culpa anônima, nos casos em que há um dever genérico de agir e o serviço não funciona, funciona mal ou funciona tardiamente. Exemplo: enchente que causou dano ao particular, provocada por omissão do estado (que não fez a manutenção do bueiro de forma adequada), o particular vai ter que demonstrar que houve falha na prestação do serviço e essa falha foi a que gerou a enchente na sua casa, precisa provar que houve culpa da administração pública (por ato falho, omissão genérica ou pela prestação do serviço em atraso).

    -> 'Teoria da Faute Du Service', ou seja, a falha é do serviço que foi prestado mal, tardio ou não foi prestado... Esta é "subjetiva pois sustenta-se que o Estado só pode ser condenado a ressarcir prejuízos atribuídos a sua omissão quando a legislação considera obrigatória a prática da conduta omitida."

     

    Fiquem à vontade para discordar :) 

  • Omissão: RESPONSABILIDADE SUBJETIVA

    OMISSÃO IMPRÓPRIA: RESPONSABILIDADE OBJETIVA ( QUANDO O ESTADO ESTÁ EM POSIÇÃO DE GARANTIDOR) 

  • José dos Santos Carvalho Filho

     

    A regra aceita no direito moderno é a de que os danos causados ao indivíduo em decorrência exclusivamente de tais atos (manifestações) não acarreta a responsabilidade civil do Estado, já que, na verdade, são tidos como atos praticados por terceiros. Sequer existem os pressupostos da responsabilidade objetiva do Estado, seja pela ausência da conduta administrativa, seja por falta de nexo causal entre atos estatais e o dano. 

    ----

    Ocorre, porém, que, em certas situações, se torna notória s omissão do Poder Público, porque teria ele a possibilidade de garantir o patrimônio das pessoas e evitar os danos provocados pela multidão. Nesse caso, é claro que existe uma conduta omissiva do Estado, assim como é indiscutível o reconhecimento do nexo de causalidade entre a conduta e o dano, configurando-se, então, a responsabilidade civil do Estado. Trata-se, pois, de situação em que fica cumpridamente provada a omissão culposa do Poder Público.

  • Causas excludentes da responsabilidade civil do Estado:

    * Força maior. ex: tempestade, enchente;

    * Caso fortuito: ex: assalto; revolta.

    * Culpa exclusiva da vítima

    * Ato de terceiro. ex: danos causados por multidão.

    Atenção: o Estado responderá se ficar caracterizada a sua omissão, sua falha no dever de agir

  • segundo MAZZA, caso fortuito NAO é causa excludente da responsabilidade civil do Estado

  • ERRADO.

    Havendo dano esclusivo por atos da multidão enfurecida, sem que o Poder Público pudesse fazer algo para conter, então o fato não acarreta responsabilidade civil do Estado. Caso contrário, se ficar comprovada a omissão do Poder Público, não há como afastar a responsabilidade civil do Estado.

    Teoria do risco administrativo admite excludentes de responsabilidade, nos casos:

    culpa exclusiva da vítima 

    caso fortuito ou força maior - de forma objetiva

    atos exclusivos de terceiros (ex: atos de multidão)  


  • O que consegui resumi:

    Regra:

    Em se tratando de omissão, a responsabilidade seria subjetiva. 
    Na verdade, neste caso, em regra o Estado não responde pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva.
     

    Exceção:
    Entretanto, entende-se que a requisição pelo particular para que o Estado atue a fim de evitar o dano pela multidão e, sua posterior omissão, enquanto detentor do dever legal de agir, afasta a subjetividade da responsabilidade, tornando-a objetiva.

  • Não sei se está certo mas no caso a responsabilidade seria SUBJETIVA pois houve uma omissão do estado

  • Ano: 2018​-Banca: CESPE​-Órgão: Polícia Federal​-Prova: Perito Criminal Federal - Conhecimentos Básicos - Todas as Áreas

     

    texto associado   

     

        Um numeroso grupo de pessoas se reuniu no centro comercial de determinada cidade para protestar contra a precarização dos hospitais locais. A agitação e a hostilidade dos manifestantes fizeram que lojistas do local acionassem o órgão de segurança pública competente para a necessária assistência. Os agentes não apareceram e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas.

     

    Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.

     

    Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão. - CERTO

     

    -------------------

     

     

    Ano: 2018​-Banca: CESPE​-Órgão: Polícia Federal​-Prova: Perito Criminal Federal - Conhecimentos Básicos - Todas as Áreas

    texto associado   

     

        Um numeroso grupo de pessoas se reuniu no centro comercial de determinada cidade para protestar contra a precarização dos hospitais locais. A agitação e a hostilidade dos manifestantes fizeram que lojistas do local acionassem o órgão de segurança pública competente para a necessária assistência. Os agentes não apareceram e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas.

     

    Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.

     

    Em regra, os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado, em razão do dever de vigilância permanente da administração pública. - ERRADO

  • Alguém reporte o abuso da Rayssa, por favor! 

    Aqui não é para vender curso.

    Que chatisse.

  • Em regra, o Estado nao responde por atos de multidão, como passeatas e tumultos organizados, desde que, por óbvio, tenha tomado as medidas possíveis a impedir o dano causado. Afinal, se o ente público tiver a possibilidade de evitar o dano e não o faz, está-se diante do descumprimento de dever legal.

    fonte: Matheus Carvalho
     

  • Já reportei essa Rayssa várias vezes, o qc só notifcou que avaliaria, ela continua aí? eu bloquei a conta. 

  • CULPA CONCORRENTE - IMPLICA EM ATENUAÇÃO DA RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO

    > Culpa concorrente vítima x Poder Público;

    > Atos imprevisíveis, quando comprovado que o Estado deu causa ao resultado (fortuito interno). Ex.: rompimento de uma adutora;

    > Atos de multidões ou praticados por terceiros, tendo o Estado se omitido.

     

    EXCLUDENTES DE RESPONSABILIDADE DO ESTADO

    > Culpa exclusiva da vítima;

    > Culpa de terceiro;

    > Caso fortuito / força maior.

     

    OBSERVAÇÃO: em relação ao fortuito interno, trata-se de um fato imprevisível decorrente da atividade desempenhada pelo Estado. É intrínseco ao risco oriundo do desempenho dessa mesma atividade.

  • Responsabilidade Subjetiva do Estado:

    Atos omissivos aplica-se a teoria da culpa administrativa (ou culpa anônima), em que o particular, para ser indenizado, tem que provar apenas o não funcionamento ou o funcionamento inadequado do serviço público.

     

    Exige a presença dos seguintes elementos:

    Omissão de agente público

    Dano

    Nexo causal

    Culpa do Estado

     

    É aplicável:

    Fenômenos da natureza, ambientais e ecológicos

    Atos de multidões que causem prejuízos a terceiros

    Danos nucleares

    Atentado terrorista

    Ato de guerra ou eventos correlatos contra aeronave brasileira

  • GABARITO: ERRADO

    "Em regra, os danos causados por atos de multidões não geram responsabilidade civl do Estado, tendo em vista a inexistência do nexo ce causalidade, pois tais eventos são praticados por terceiros (fato de terceiro) e de maneira imprevisível ou inevitável (caso fortuito/força maior). Não há ação ou omissão estatal causadora do dano.

    Execepcionalmente, o Estado será responsável quando comprovadas a ciência prévia da manifestação coleTiva (previsibilidade) e a possibilidade de evitar a ocorência de danos (evitabilidade). Assim, por exemplo, se o Estado é notificado sobre o encontro violento de torcidas organizadas de times rivais e não adota as providências necessárias para evitar o confronto, restarão caracterizadas a sua omissão específica e, por consequência, a sua responsabilidade."

    Fonte: Curso de Direito Administrativo / Rafael Carvalho Rezende Oliveira. - 3. ed. rev. atual. e ampl. - Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: MÉTODO: 2015

  • Não se trata de omissão específica, nesse caso. É responsabilidade subjetiva na modalidade culpa administrativa.

  • Teoria da Culpa Administrativa: trata-se de modalidade de responsabilidade civil subjetiva, mas à pessoa que sofreu o dano basta provar (o ônus da prova é dela) que houve falta na prestação de um serviço que deveria ter sido prestado pelo Estado, provando, também, que existe nexo causal entre o dano e essa omissão estatal. Essa modalidade de responsabilidade extracontratual do Estado ususalmente se relaciona a situações em que há dano a um particular em decorrência de atos de terceiros (por exemplo, deliquentes ou multidões) ou de fenômeno  da natureza - inclusive os que forem aclassificdos como eventos de força maior. 

  • Casos excludentes e atenuantes da responsabilidade:


    I) Força maior.

    Ato imprevisível decorrente de fenômeno da natureza


    II) Caso Fortuito.

    Ato imprevisível decorrente da ação humana


    OBS.: Há divergência doutrinária entre força maior e caso fortuito.


    III) Ato de terceiros.

    Caso de danos causados por multidão. A regra é que se exclui a responsabilidade, salvo se caracterizada a omissão no dever de agir do estado.


    IV) Culpa exclusiva da vítima.

    Culpa exclusiva da vítima: exclui a responsabilidade

    Culpa concorrente entre a vítima: caso de atenuante



  • Camila Dutra, desculpe, mas chatisse, com dois s, por favor use um dicionário: chatice é ler palavra errada. Cuidado com nossa língua portuguesa.

  • ERRADO

     

     

    A culpa de terceiro também tem sido apontada como excludente de responsabilidade. No entanto, nem sempre é essa a solução diante de inovações introduzidas pelo Código Civil de 2002. 

     

    Por exemplo, no caso de deterioração ou destruição de coisa alheia (atos de multidão) ou lesão a pessoa, a fim de remover perigo iminente (conforme previsto no artigo 188, II, do Código Civil), a regra é a de que incide a responsabilidade de quem praticou tais atos. Essa responsabilidade se exclui com a invocação da culpa da vítima (art. 929), mas não se exclui com a culpa de terceiro, contra o qual é possível ser exercido o direito de regresso (art. 930).

     

    Di Pietro

  • em regra a responsabilidade do Estado por omissão é subjetiva, salvo quando se tratar de guarda de pessoa ou coisa. Acho que é isso.

    ?

  • procurei, mas não achei nada. alguém sabe falar algo sobre ''dever de vigilância permanente da administração pública'' a administração pública de fato tem essa responsabilidade?

  • Os polícia foram covarde, logo= omissão e se é omissão a responsabilidade é subjetiva (matei a questão pelo texto associado pois nunca vi nada afirmando o que tá no enunciado)

  • Atos da multidão é culpa de terceiros!
  • Omissão genérica enseja responsabilidade subjetiva

    Omissão genérica: o estado não atuou devido a alguma impossibilidade, como falta de recursos e também devido ao fato ser imprevisível. Atos de multidão é algo que o estado não pode prever e o mesmo não é oniciente e nem onipresente,presta serviços dentro de suas possibilidades. Princípio da reserva do possível.




  • # EXCLUDENTES DE RESPONSABILIDADE DO ESTADO:

    A) Culpa exclusiva da vítima ( em caso de culpa concorrente, a responsabilidade é atenuada, proporcionalmente);

    B) Caso fortuito e de força maior (eventos externos);

    C) Evento exclusivo de terceiros, inclusive multidões.

    obs: Ônus da prova é da Adm.

  • QUESTÃO ATUAL:



    Ano: 2018 Banca: CESPE Órgão: Polícia Federal Provas: CESPE - 2018 - Polícia Federal - Perito Criminal Federal - Conhecimentos Básicos - Todas as Áreas

    Texto associado

        Um numeroso grupo de pessoas se reuniu no centro comercial de determinada cidade para protestar contra a precarização dos hospitais locais. A agitação e a hostilidade dos manifestantes fizeram que lojistas do local acionassem o órgão de segurança pública competente para a necessária assistência. Os agentes não apareceram e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas.


    Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.


    Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.

    Certo



    DEUS É FIEL!

  • PARA DAR UMA FORTALECIDA


    Ano: 2018 Banca: CESPE Órgão: Polícia Federal Provas: CESPE - 2018 - Polícia Federal - Perito Criminal Federal - Conhecimentos Básicos - Todas as Áreas 

    Texto associado


    Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.


    Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.


    CERTINHO!


    PARABÉNS! VOCÊ ACERTOU! KKKKKKKK

  • Teoria Culpa anônima/administrativa

    Responsabilidade subjetiva , Omissão , 'Non facere'

  • Teoria subjetiva - dano evitável.

  • TEORIA DA CULPA ADMINISTRATIVA

    >OMISSÕES ESTATAIS

    >RESPONSABILIDADE SUBJETIVA DO ESTADO


    *OMISSÕES ANTIJURÍDICAS

    *NEGLIGENCIA

    *ATUAÇÃO REGULAR DA ADMINISTRAÇÃO


    EX: DANOS CAUSADOS ( ENCHENTES OU MULTIDÕES)


    DEPENDE DAS VARIAÇÕES DE CADA SITUAÇÃO ( FORÇA MAIOR/CASO FORTUITO)

                                                               OU

                                                  (RESPONSABILIDADE POR OMISSÃO > SUBJETIVA)

  • dois entendimentos??

  • Complementando o comentário de Erika Camille:


    "Os danos causados ao indivíduo em decorrência exclusivamente de tais atos não acarreta a responsabilidade civil do Estado, já que são tidos como atos praticados por terceiros.


    Todavia, haverá responsabilidade nos casos é que for notória a omissão do Poder público, porque teria ele a possibilidade de garantir o patrimônio das pessoas e evitar os danos provocados pela multidão. " (princípio da reserva do possível)


    (JSCF)

  • OS ATOS DE MULTIDÃO É RESPONSABILIDADE SUBJETIVA DO ESTADO . O ESTADO SÓ RESPONDE SE FOR OMISSO .

  • OS ATOS DE MULTIDÃO É RESPONSABILIDADE SUBJETIVA DO ESTADO . O ESTADO SÓ RESPONDE SE FOR OMISSO .

  • Houve um caso de omissão, os guardas não apareceram. E quando é omissão, trata-se de responsabilidade subjetiva.
  • pulem para o comentário da RITA DETERMINADA! o melhor

  • A banca, em seu gabarito oficial, alterou o prévio, considerando esta questão como CORRETA.

    Cespe sendo Cespe!!!

  • O estado foi omisso, logo responsabilidade Objetiva do mesmo.

  • Uma vez que o estado foi notificado e foi omisso, sua responsabilidade é subjetiva, tendo em vista que o estado não responde por atos causados por multidões em regra, a não ser que seja avisado de algum encontro, confronto ou reunião com possibilidade de gerar danos.

  • Ano: 2009 Banca: CESPE Órgão: TRT - 17ª Região (ES) Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária

    O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva.(C)

  • A responsabilidade é subjetiva, pois ocorreu a omissão dos agentes das segurança pública.


    Responsabilidade Subjetiva ----- AGENTE PÚBLICO ----DEPENDE DE CULPA OU DOLO

  • É aquela historia o Estado não pode está em todo lugar e em todo tempo, logo, NÃO ensejam a responsabilidade objetiva do Estado.


    Bons estudos futuros servidores ;p

  • Omissão genérica - culpa subjetiva do Estado


    Omissão específica - cupa objetiva

  • Errado ! 

    Atos de multidões são considerados atos exclusivos de terceiros, logo excluem, em regra, a responsabilidade civil do Estado. 

  • Danos causados por multidões é um excludente. A regra é que se exclui a responsabilidade, salvo se caracterizada a omissão no dever de agir do estado.

    Em 2013, a 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça gaúcho (TJRS) negou recurso de mulher e filha que ajuizaram ação indenizatória contra o Estado do Rio Grande do Sul pela morte de seu companheiro e pai. A vítima vinha sendo ameaçada por criminosos que haviam furtado a oficina de seu pai. Boletins de ocorrência foram feitos, mas dias depois as ameaças se confirmaram com seu assassinato. Em sua sentença declarou o magistrado: “tem o Estado a obrigação constitucional de prestar segurança pública, policiamento ostensivo e preventivo. Impossível, todavia, a ação preventiva em particular a cada cidadão e sua família em todos os locais e circunstâncias da vida. Tanto seria exigir que os agentes estatais estivessem presentes em todos os lugares, ao mesmo tempo”.

    GABARITO: errado

  • ERRaDO.

    Como regra, ato de multidão afasta a responsabilidade do Estado, pois é

    ato de terceiro, e não do Estado. Por exemplo: duas torcidas decidem brigar

    e quebram lojas por toda a cidade. Nessa hipótese, a responsabilidade

    não é do Estado, pois se refere a ato de multidão.

  • Errado.

    É um equívoco pensar que a responsabilidade da Administração Pública, diante de quaisquer situações, é sempre objetiva. Repita-se: o art. 37, § 6º, da CF, ao regular a responsabilidade objetiva, restringiu essa modalidade apenas para o caso de conduta de seus agentes.

    A responsabilidade pelos danos causados por atos de terceiros ou fenômenos da natureza é do tipo subjetiva, não estando contemplada na Teoria do Risco Administrativo prescrita no referido dispositivo constitucional.

    Nesse caso, pois, há necessidade de comprovação de culpa – imprudência, imperícia ou negligência da Administração, para que fique configurada a obrigatoriedade de indenização estatal.

    É o caso de uma manifestação pública, em que uma multidão de terceiros (particulares não na qualidade de agente público) venha a causar danos às pessoas, depredando propriedades, ou de fenômenos da natureza, como vendavais, chuvas, enchentes etc. que venham causar sérios prejuízos à população.

    Nessas hipóteses, a indenização estatal só será devida se restar comprovada a culpa da Administração (responsabilidade subjetiva).

  • EXCLUDENTES DA RESPONSABILIDADE OBJETIVA

    Caso Fortuito/Força Maior: eventos que não se podem prever ou evitar. Exclui a responsabilidade objetiva, porém admite a responsabilização SUBJETIVA por omissão do Poder Público (faute le serviçe).

    Culpa Exclusiva da Vítima: o ônus de provar caberá ao Estado,

    Ø  Culpa Concorrente: causa de atenuante, devendo ser demonstrada pelo Estado.

    Fato Exclusivo de Terceiro: a exemplo os atos de multidões, que podem praticar danos a terceiros. O estado não poderá ser responsabilizado objetivamente, mas permite sua responsabilização de forma subjetiva (Culpa administrativa)

    ESTADO GARANTE: neste caso a responsabilidade é OBJETIVA, com base na Teoria do Risco Administrativo. (Ex: guarda de presos ou cuidados de alunos em uma escola). Presume-se uma omissão culposa do Estado.

  • Na questão configura caso de falta de serviço, consequentemente a responsabilidade é subjetiva e não objetiva como afirma a questão.

    GABARITO: errado

  • O erro neste caso é porque a responsabilidade civil é SUBJETIVA, não objetiva como afirma a questão. Ora o Estado deixou de agir.

    AÇÃO = RESPONSABILIDADE OBJETIVA

    OMISSÃO = RESPONSABILIDADE SUBJETIVA

  • Omisso = subjetiva Comissivo = Objetiva
  • Danos causados por multidões: o Estado responderá se ficar caracterizada a sua omissão, a sua inércia ou a falha na prestação do serviço público.

  • Em regra, exclui a responsabilidade civil do Estado. Se ele tiver de tomar providência para prevenir e não a fazer, responde objetivamente.

    Fonte: Labuta nossa de cada dia.

  • A questão te induz ao erro pela omissão dos agentes expressa no texto e lança um "Em regra, os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado..."

    AQUI NÃO , JOÃO KLEBER !

  • Gabarito: Errado

    Complementando

    O Estado responde objetivamente ou subjetivamente aos danos causados por atos de multidão?

    O Estado responde pelos danos causados por atos de multidão com base na responsabilidade subjetiva, pois a omissão estatal, caso comprovada, específica e deliberada, não é causa do dano, mas condição de sua configuração. Explica-se. A omissão estatal, em si, não gera danos, mas pode proporcionar o ambiente favorável à sua ocorrência. No tema em análise, os danos são causados por terceiros (a multidão), e não pela conduta de servidores estatais (agentes de segurança pública). Ocorre que em determinados casos, se tivesse havido intervenção dos órgãos competentes, o dano poderia ter sido completamente evitado ou, quando menos, atenuado. Daí a aplicação da responsabilidade subjetiva.

    Em consonância com o pensamento, defende Sonia Sterman (2011, p. 132) que “os danos produzidos aos particulares por quem não seja agente público (no caso a multidão – atos de terceiros) são determinados pela omissão da autoridade em não conter a multidão, o que é condição do dano, e não causa.

    Desse modo, o Estado só responde por omissão nos casos em que devia agir e não agiu.

  • Se não há previsibilidade que um ato irá acontecer, e venha a se consumar, a responsabilidade
    é subjetiva. 
    Caso se houver previsibilidade ou omissão do Estado depois de ter sido acionado para conter o caoz,
    a responsabilidade é OBJETIVA.

    PREVISÍVEL = OBJETIVA
    IMPREVISÍVEL = SUBJETIVA

     

    Espero ter ajudado!

  • Há exceção aos comentários anteriores sob a responsabilidade subjetiva configurada nessa questão. No caso de acidente nuclear a responsabilidade será sempre objetiva, independente das excludentes de responsabilidade aplicadas ao restante das ocorrências possíveis.
  • Respondendo de maneira simples.

    Em regra, atos de multidão o Estado não responde.

    O problema foi que a questão contou uma história que se encaixaria em ato de omissão pela administração, isso fez o candidato tomar como base a narração.

  • Eu caí na lábia da banca =/

  • Questões que envolvem Caso Fortuito/Força Maior e Atos de terceiros, em Regra são excludentes de responsabilidade civil do estado.

    mas..

    há que se observar se no contexto da questão não estará elementos que caracterizem Omissão

    Se tiver então responderá civilmente sim, subjetivamente.

  • Quando se falar em omissão, a responsabilidade civil do Estado é subjetiva (em regra). A exceção é quando o Estado tem o dever de assegurar a integridade de coisas/pessoas que estão sob sua custódia (responsabilidade objetiva).
  • Em regra, a responsabilidade do Estado por atos omissivos é SUBJETIVA. Pode ser OBJETIVA nas seguintes hipóteses:

    a)     Dever de guarda (ex.: o Estado é responsabilizado quando há morte de detento em razão de homicídio ou suicídio);

    b)     Danos nucleares

    c)     Danos ambientais

    Danos de atos terroristas ou de guerra a bordo de aeronaves brasileiras.

  • Errado. Os atos da multidão não podem ser de responsabilidade objetiva do Estado.

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  • OMISSÃO ESPECÍFICA - Responsabilidade do Estado é OBJETIVA.

    OMISSÃO GENÉRICA - Responsabilidade do Estado é SUBJETIVA.

  • Hipoteses de exclusão total ou parcial da responsabilidade do Estado:

    a) culpa exclusiva da vítima: exclusão total

    b) culpa parcial da vítima: exclusão parcial , cada um ara com o seu dano.

    c) caso fortuito e força maior: exclusão total

    d) ato exclusivo de terceiros- atos de multidões: exclusão total, SALVO se o estado não tomou providência.

  • A questão indicada está relacionada com a responsabilidade civil do estado.


    "(...) A questão que se põe é a seguinte: o Estado é responsável civilmente pelos danos produzidos pelas multidões ao patrimônio privado? (...) No Brasil, não há lei que expressamente reconheça às vítimas de danos causados por multidões. Desse modo, o deslinde da questão decorre de trabalho doutrinário e jurisprudencial. (...) 

    A tese encontra-se pacificamente encampada na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, o que pode ser verificado no teor dos seguintes arestos, cujo teor não reproduziremos para não delongarmos o texto: RE 36.018, RE 28.191, RE20.371, RE 17.746, RE 18.633, RE17.803. 

    Dessa maneira, conclui-se que aplica-se a responsabilidade subjetiva ao dever civil de o Estado reparar os danos causados por movimentos multitudinários, devendo o Estado, se demandado a indenizar, demonstrar que foram tomadas as providências necessárias, adequadas e possíveis para evitar os danos (CONJUR, 2013).


    Referência:

    NASCIMENTO, Elyesley Silva do. Estado omisso responde por danos de multidões. ConJur. 04 jul. 2013. 


    Gabarito: ERRADO, uma vez que se trata de responsabilidade subjetiva ao dever civil de o Estado reparar os danos causados por movimentos multitudinários. 
  • Eita, esse "em regra" pegou geral e inclusive eu kkk

  • Nota: Em regra, os atos de multidões são exclusivos de terceiros, e não podem caracterizar responsabilidade objetiva do Estado, salvo se for verificada omissão por parte deste. (Ex: manifestação seguida de depredação comunicada à Policia [...])

  • Em regra, os atos de multidão não ensejam a responsabilidade objetiva do Estado, salvo se for verificada a OMISSÃO por parte deste.

  • "O órgão de segurança foi acionado, mas os agente não apareceram"...

    Prendi-me a esse fato e me lasquei... depois pensei: o povo sai quebrando tudo e a responsabilidade é toda do Estado?

  • Exceções excludentes da responsabilidade do Estado:

    Caso I: Culpa exclusiva da vítima.

    Exemplo: Um agente de polícia está dirigindo sua viatura tranquilamente e atropela um suicida, o qual se joga na frente do veículo. Nessa situação, a Adm. Pública não está obrigada a indenizar, pois, a culpa foi exclusiva da vítima.

    Caso II: Caso fortuito, evento da natureza imprevisível e inevitável.

    Exemplo: A PRF apreende um veículo e o deixa em seu pátio. No local começa uma forte chuva e cai um raio e faz o carro virar carvão. Nessa situação, a Adm. Pública não está obrigada a indenizar, pois, ela não teve culpa.

    Caso III: Força maior, evento humano imprevisível e inevitável.

    Exemplo: A PRF apreende um veículo em seu pátio. No local está ocorrendo uma manifestção violenta e entram vários ativistas no local e regaçam o carro. Nessa situação, a Adm. Pública não está obrigada a indenizar, pois, ela não teve culpa.

  • aplica-se a responsabilidade subjetiva ao dever civil de o Estado reparar os danos causados por movimentos multitudinários, devendo o Estado, se demandado a indenizar, demonstrar que foram tomadas as providências necessárias, adequadas e possíveis para evitar os danos (CONJUR, 2013).

  • O fato da questão não especificar um quantitativo de pessoas, e de trazer a informação de que a polícia foi acionada e não compareceu ensejaria responsabilidade objetiva, o texto de apoio mais atrapalhou do que ajudou.

  • REGRA : SUBJETIVA

    Conduta comissiva (ação) = responsabilidade Objetiva (Conduta + Dano + Nexo) – independe de dolo ou culpa.

    Conduta omissiva (omissão) = responsabilidade Subjetiva (Conduta + Dano + Nexo + Dolo ou Culpa do agente)

     

    A conduta OMISSIVA pode ser:

     

    GENÉRICA: Responsabilidade é SUBJETIVA (REGRA NO CASO DE ATOS DE MULTIDÃO)

    Ex.: O Estado não consegue evitar todos os furtos de carro.

     

     

    Em regra, o Estado não pode ser responsabilizado por atos de terceiros (multidão), uma vez que, ninguém pode ser responsabilizado por aquilo que não deu causa, entretanto quando a conduta omissiva do Estado concorrer para a ocorrência do dano, incidirá sobre ele a responsabilidade na modalidade subjetiva.

    MASSSS

    Se um policial se omite de defender um cidadão da atuação de um ladrão, isso é uma omissão específica, onde o agente causa um dano a terceiros por agir de forma ilícita, despertando a Responsabilidade Objetiva do Estado

     

    Omissão genérica: Responsabilidade Subjetiva (Culpa anônima / administrativa)
    Omissão específica: Responsabilidade Objetiva

    Comentários do QC

  • PARABÉNS Francisco Fagundes pelo comentário, o melhor de todos, bem explicado, sem encher linguiça, bem esclarecedor.

  • ERRADO!

    Os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado. Trata-se da TEORIA DO RISCO ADMINISTRATIVO, que aceita excludentes de responsabilidade abaixo:

    a) Culpa exclusiva da vítima;

    b) Força maior;

    c) Atos praticados por terceiros que o Estado não consiga conter (exemplo: manifestação)

    d) Teoria da reserva do possível.

  • Errado. Conforme a teoria do risco administrativo são causas excludentes: *eventos imprevisíveis a- força maior b- caso fortuito c- fenômenos da natureza d- ATOS DE MULTIDÃO e- atos de terceiros * culpa exclusiva da vítima
  • A questão indicada está relacionada com a responsabilidade civil do estado.

    "(...) A questão que se põe é a seguinte: o Estado é responsável civilmente pelos danos produzidos pelas multidões ao patrimônio privado? (...) No Brasil, não há lei que expressamente reconheça às vítimas de danos causados por multidões. Desse modo, o deslinde da questão decorre de trabalho doutrinário e jurisprudencial. (...) 

    A tese encontra-se pacificamente encampada na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, o que pode ser verificado no teor dos seguintes arestos, cujo teor não reproduziremos para não delongarmos o texto: RE 36.018, RE 28.191, RE20.371, RE 17.746, RE 18.633, RE17.803. 

    Dessa maneira, conclui-se que aplica-se a responsabilidade subjetiva ao dever civil de o Estado reparar os danos causados por movimentos multitudinários, devendo o Estado, se demandado a indenizar, demonstrar que foram tomadas as providências necessárias, adequadas e possíveis para evitar os danos (CONJUR, 2013).

    Referência:

    NASCIMENTO, Elyesley Silva do. Estado omisso responde por danos de multidões. ConJur. 04 jul. 2013. 

    Gabarito: ERRADO, uma vez que se trata de responsabilidade subjetiva ao dever civil de o Estado reparar os danos causados por movimentos multitudinários.

  • "Os agentes não apareceram"

    Se não apareceu é omissão, assim a responsabilidade é subjetiva.

    Dei errado partindo dessa ideia...

  • Excelente explicação do Francisco Fagundes.
  • GABARITO= ERRADO

    SE ISSO FOSSE CERTO, MUITA GENTE IA RECEBER INDENIZAÇÃO.

    AVANTE QUEBRA ESSAS BANCA, F@DER TUDO POW

  • Responsabilidade subjetiva: omissão. Nao cabe excludente aí pois eles avisaram antes.
  • OMISSAO por negligencia, imperícia e imprudencia = responsabilidade SUBJETIVA.

  • omissão :subjetiva

    comissão(ação)subjetiva.

  • Não desistam!

    Em 27/12/19 às 23:21, você respondeu a opção E.

    Você acertou!

    Em 25/06/19 às 14:50, você respondeu a opção C.

  • Melhor cenário hipotético para este assunto.

  • Regra - Não há responsabilidade

    Exceção - se comprovada a omissão do estado quando possível reprimir os atos de multidões

  • É Responsabilidade Subjetiva

  • Regra - não há responsabilidade

    Exceção - é responsável se houver ciência prévia

  • Conforme a teoria do risco administrativo:

    são causas excludentes:

    *eventos imprevisíveis

    a- força maior

    b- caso fortuito

    c- fenômenos da natureza

    d- ATOS DE MULTIDÃO

    e- atos de terceiros

    >>>>> culpa exclusiva da vítima <<<<

    SE ISSO FOSSE CERTO, MUITA GENTE IA RECEBER INDENIZAÇÃO

    O Estado só responde por omissão nos casos em que devia agir e não agiu.

  • Este foi um caso de OMISSÃO, nesses casos, a responsabilidade é SUBJETIVA!

  • A jurisprudência e a doutrina admitem a responsabilidade extracontratual do Estado nos casos de danos ensejados por OMISSÃO, com base na TEORIA DA CULPA ADMINISTRATIVA (inexistência, deficiência ou atraso na prestação do serviço).

    Porém, só há responsabilidade objetiva quando se verificar uma OMISSÃO ESPECÍFICA do Estado, como, por exemplo, Prejuízos materiais causados por enchentes, mesmo após inúmeros alertas de moradores sobre a necessidade de obras de contenção no local.

    Os ATOS DE MULTIDÃO, por sua vez, decorrem de uma OMISSÃO GENÉRICA do Estado (Não há como a polícia estar em todos os lugares e na quantidade desejada, a não ser que exista uma requisição anterior ou presença policial no local)

  • Gabarito - Errado.

    Os atos de multidões são considerados atos exclusivos de terceiros, logo excluem, em regra, a responsabilidade civil do Estado.

  • ATOS DE MULTIDÕES

    Regra: Responsabillidade Subjetiva

    Se houver omissão específica: Responsabilidade Objetiva

  • Gab: ERRADO

    A questão está errada porque em casos de Omissão Genérica a responsabilidade será SUBJETIVA (atos de multidão, em regra, são excludentes). Por outro lado, nos casos de Omissão ESPECÍFICA a responsabilidade será OBJETIVA. (é o caso da questão, uma vez que a polícia recebeu a denúncia, porém, não compareceu ao local, o que torna o ato omissivo, quando do dever de agir - específico).

    Minhas anotações.

  • ERRADO. EM Regra é Subjetivo, mas no caso citado seria Objetivo, porque o Estado foi informado, no entando, negou assistência.

  • ODEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIO QUANDO O CESPE FAZ ISSO!

    ele faz a questão ZOADA e me faz pegar medo de responder questões fáceis futuramente!

    Em regra a responsabilidade do estado é OBJETIVA, a exceção é na omissão!

    na omissão eu tenho que provar que o serviço não funcionou, funcionou de maneira inadequada ou tardia.

    A cespe coloca um enunciado dizendo que "os agentes não apareceram" pra quê? Se não for pra eu interpretar que há a omissão do estado ou precariedade do serviço. Dava pra fazer a questão sem isso. Uma falta de respeito extraordinária!

    " Um numeroso grupo de pessoas se reuniu no centro comercial de determinada cidade para protestar contra a precarização dos hospitais locais. A agitação e a hostilidade dos manifestantes fizeram que lojistas do local acionassem o órgão de segurança pública competente para a necessária assistência. Os agentes não apareceram e vitrines de lojas do centro comercial foram apedrejadas."

    eu só não paro, porque é um sonho.....!

    FEDERAL.

    PERTENCELEMOS!

  • SEGUNDO TIA DI PIETRO: NÃO!!!!!

  • Pois é!mas eles não apareceram , quando chamado...entao pensei que pela omissãoteria responsabilidade, mas me enganei.

  • Atos exclusivos de terceiros (Ex: Multidões) exclui a responsabilidade objetiva da administração pois se trata de uma das excludentes da responsabilidade do Estado .

    Detalhe: A questão colocou " em regra" logo, será uma excludente de responsabilidade do Estado.

  • OMISSÃO PODE SER:

    OBJETIVA E SUBJETIVA ..

    NO CASO É SUBJETIVA ..

    -DANO

    -NEXO-

    -FALTA DE SERVIÇO (NÃO PRESTADO, PRESTADO ERRADO)

    OBJETIVA

    -DANO

    -NEXO

    -DEVE SER ESPECÍFICA DE TUTELA ( O QUE JÁ SE RESUME, POR EX PRESÍDIO..ASSASSINATO DO DETENTO).

  • O estado ñ responde de forma objetiva em regra, apenas se ele for omisso no dever de vigiar. ERRADO

  • Regra - Estado não pode ser responsabilizado por atos de multidões.

    Exceção - Poderá ser responsabilizado, de forma subjetiva, quando o particular comprovar notória omissão por parte estatal.

    Gabarito errado.

    Q932834 - Ano: 2018 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Polícia Federal Provas: CESPE - 2018 - Polícia Federal - Perito Criminal Federal - Conhecimentos Básicos:

    Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.

    Gabarito correto

  • O Estado não é onipresente.

  • GAB ERRADO

    EX-UM SHOW PRIVADO

  • REGRA GERAL : RESPONS. OBJETIVA NÃO SERVE PARA CASOS DE OMISSÃO

    EXCEÇÃO : Atos omissivos que acarretam responsabilidade objetiva de pessoas e coisas q estejam sob a proteção do Estado ( presidiários, alunos de escola pública...)

    A responsabilidade será objetiva NA OMISSÃO, mesmo que os danos não tenham sido causados diretamente pelos agentes públicos ( OMISSÃO NO DEVER DE CUSTÓDIA ).

    OMISSÃO ESPECÍFICA = OBJETIVA ( sob custódia )

    OMISSÃO GENÉRICA = SUBJETIVA ( furto d carro, p ex )

  • Regra - Estado não pode ser responsabilizado por atos de multidões.

    Exceção - Poderá ser responsabilizado, de forma subjetiva, quando o particular comprovar notória omissão por parte estatal.

  • Ato de multidão nunca ensejará responsabilidade objetiva.

    Em regra: ato de multidão exclui a responsabilidade do Estado.

    Exceção: pode ensejar responsabilidade SUBJETIVA, se comprovado dolo ou culpa.

  • Errado

    Atos de multidão = omissão = responsabilidade subjetiva do Estado

  • Atos de multidões são fatos exclusivos de terceiros que são excludentes da responsabilidade do Estado, todavia, caso acha omissão a responsabilidade será objetiva.

  • Pessoal!! atentem-se ao enunciado da questão: "EM REGRA, os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado..." NÃO, pois a regra é a responsabilidade subjetiva em caso de atos de multidão.

  • O ato de multidão em regra exclui a responsabilidade estatal, entretanto, o Estado responderá, na hipótese de culpa anonima > inexistência, retardamento ou mal funcionamento do serviço.

  • A responsabilidade do Estado, nesse caso, seria subjetiva (regra).

  • Errado. Os atos de multidão NÃO ensejam a responsabilidade objetiva do Estado. No entanto, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.

    Ano: 2018 Órgão: Polícia Federal

    Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.

    Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão. (CERTO)

  • O ESTADO NÃO TEM BOLA DE CRISTAL

  • Ensejar --> possibilitar

  • Errado.

    É importante lembrar que caso o Estado seja informado e se omita = responde objetivamente.

  • Errado.

    É importante lembrar que caso o Estado seja informado e se omita = responde objetivamente.

  • Na hipótese de prejuízo gerado por ato omissivo de servidor público, a responsabilidade deste será subjetiva.

  • Comentário q peguei de outra questão:

    O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é SUBJETIVA.

  • Responsabilidade Civil do Estado nas Reações Multitudinárias (Omissão do Estado)

    Regra: Subjetiva (depende de dolo ou culpa)

    ExceçãoObjetiva, quando requerida assistência e esta não é prestada. --> é dever específico do Estado, não podendo se omitir, visto que a assistência foi requerida.

    Fonte: LSkywalker Tecconcursos

  • De fato, em regra, a responsabilidade civil do Estado é objetiva. No entanto, no caso de omissão, a responsabilidade será subjetiva. Assim, quando houver evento de multidão, a responsabilidade do Estado (objetiva) será, em regra excluída, no entanto poderá o lesado demonstrar uma omissão culposa do Poder Público (terá o lesado o ônus da prova), situação que poderá justificar a responsabilização do Estado.

  • Faute du service

  • O ESTADO TINHA O DEVER DE AGIR E SE OMITIU:

    1. RESPONSABILIDADE OBJETIVA

    SERVIÇO PRESTADO DE FORMA DEFEITUOSA

    1. RESPONSABILIDADE SUBJETIVA

    #BORA VENCER

  • A responsabilidade será OMISSIVA, pois a ADM por meio de seus agentes deixaram de impedir um dano.

  • O Estado se omitiu!

  • Causas de excludentes ou atenuantes da Responsabilidade do Estado:

    *Caso fortuito ou força maior

    *Culpa Exclusiva da Vítima

    *Ato Exclusivo de Terceiro

    l

    l--------> Exclui a responsabilidade Objetiva da administração, o estado é responsabilizado de forma Subjetiva.

    l-----> Exemplo: Ações de Multidões

  • Gabarito: ERRADO, uma vez que se trata de responsabilidade subjetiva ao dever civil de o Estado reparar os danos causados por movimentos multitudinários. 

  • Imaginem se o Estado tivesse que pagar por todos os prejuízos causados pelas manifestações!

  • EXCLUDENTES DE RESPONSABILIDADE

    ▪ Culpa exclusiva da vítima (em caso de culpa concorrente, a responsabilidade é atenuada, proporcionalmente);

    ▪ Caso fortuito e força maior (eventos externos);

    ▪ Evento exclusivo de terceiros, inclusive multidões;

     O ônus da prova é da Administração!

  • atos de multidoes que causados dano ao patrimonio de terceiro estado não responde

    exclui a responsabilidade objetiva , mas administraçao a responsabilidade e subjetiva no de omissão

  • Nesse caso, houve omissão estatal - Teoria da culpa Administrativa

    Em casos de danos causados por enchentes e multidões em que o Estado é responsabilizado por omissão, na qual o dolo e a culpa é comprovada através de, omissões antijurídicas, negligência e atuação regular da administração que seria suficiente para evitar o dano, o Estado responde subjetivamente.

  • Pelo que vi e analisei o erro está nesse ponto: em razão do dever de vigilância permanente da administração pública.

    POIS, como sabemos existe o princípio da reserva do possível e diz que o Estado não está integralmente no cotidiano.

    VENDO A QUESTÃO Q932834: PODEMOS NOTAR QUE EXISTEM VÁRIOS COMENTÁRIOS ERRÔNEOS NESSA QUESTÃO AQUI.

  • A tese encontra-se pacificamente encampada na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, o que pode ser verificado no teor dos seguintes arestos, cujo teor não reproduziremos para não delongarmos o texto: RE 36.018, RE 28.191, RE20.371, RE 17.746, RE 18.633, RE17.803. 

    Dessa maneira, conclui-se que aplica-se a responsabilidade subjetiva ao dever civil de o Estado reparar os danos causados por movimentos multitudinários, devendo o Estado, se demandado a indenizar, demonstrar que foram tomadas as providências necessárias, adequadas e possíveis para evitar os danos (CONJUR, 2013).

    Referência:

    NASCIMENTO, Elyesley Silva do. Estado omisso responde por danos de multidões. ConJur. 04 jul. 2013. 

    Gabarito: ERRADO, uma vez que se trata de responsabilidade subjetiva ao dever civil de o Estado reparar os danos causados por movimentos multitudinários. 

    Fonte: Comentário do professor.

  • .

  • O Estado é responsável pelos danos causados por atos de multidão com base na responsabilidade subjetiva, pois a omissão estatal, caso comprovada, específica e deliberada, não é causa do dano, mas condição de sua configuração. Explica-se: a omissão estatal, em si, não gera danos, mas pode proporcionar o ambiente favorável à sua ocorrência. No tema em análise, os danos são causados por terceiros (a multidão) e não pela conduta de servidores estatais (agentes de segurança pública). Ocorre que em determinados casos, se tivesse havido intervenção dos órgãos competentes, o dano poderia ter sido completamente evitado ou, quando menos, atenuado. Daí a aplicação da responsabilidade subjetiva.

  • Salvo , se o estado provar omissão . Por isso , cada vez que tem manifestação da direita e esquerda , tem polícia . O estado faz q parte dele , se não for o Suficiente , paciência , porém não poderá ser responsabilizado por isso...
  • Reserva do possível
  • Nesse caso os agentes não foram a manifestação, não seria culpa do estado por omissão?

  • O erro da questão encontra-se: '' em regra ensejam responsabilidade objetiva '' , quando na verdade a regra é que o Estado não responde civilmente por danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, pois trata-se de uma excludente de responsabilidade. SALVO SE VERIFICAR OMISSÃO DO PODER PÚBLICO NA FISCALIZAÇÃO PATRIMONIAL.

     

  • Gabarito: E

    Se não reparar que um "texto associado" ali em cima e for direto responder você acerta sem dúvidas, pois a assertiva cobrou sobre ato exclusivo de terceiros - que é uma excludente - e quando este ato possibilita a responsabilização, é subjetiva.

    Bons estudos

  •  Os atos de multidões são considerados atos exclusivos de terceiros, logo excluem, em regra, a responsabilidade civil do Estado.

  • O erro da questão é "EM REGRA".

    A regra é SUBJETIVA, mas há uma exceção com a responsabilidade OBJETIVA que é o caso da omissão específica.

  • (CESPE/TRT-17ª/2009) O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva.(CERTO)

  • Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.

  • Em regra, os atos de multidão ensejam a responsabilidade objetiva do Estado, em razão do dever de vigilância permanente da administração pública.

    Errado, na verdade a responsabilidade é subjetiva, respondendo o estado por omissão.

    Justificativa: Pensem como é que um patrulhamento comum vai conter uma multidão, era previsível? Não.

    A saga continua...

    Deus!

  • imagina o Estado respondendo por todo quebra quebra de vitrine de loja que acontece quando ocorre uma manifestação? claro que seria responsabilidade subjetiva. Exceto se, os policiais fossem acionados e não prestassem a devida repressão ao vandalismo. nesse caso, o estado responderia objetivamente pela omissão.

  •  Estado não responde civilmente por danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, pois trata-se de uma excludente de responsabilidade. SALVO SE VERIFICAR OMISSÃO DO PODER PÚBLICO NA FISCALIZAÇÃO PATRIMONIAL.

  • EM REGRA O ESTADO NÃO É RESPONSÁVEL POR ATOS DE MULTIDÃO

    SALVO QUANDO O ESTADO É OMISSO EM GARANTIR A INTEGRIDADE DO PATRIMÔNIO DANIFICADO E, NESSE CASO SERÁ SUBJETIVA.

    RESUMO:

    ATOS DE MULTIDÃO ➟ IRRESPONSABILIDADE ESTATAL

    ATOS DE MULTIDÃO + OMISSÃO DO ESTADO EM GARANTIR A INTEGRIDADE DO PAT. ➟ RESP SUBJETIVA.

  • pelo que estudei danos causados por multidões a REGRA é nao responsabilização estatal salvo por omissao na vigilancia

  • GABARITO: ERRADO

    Ato exclusivo de terceiro e Caso fortuito e força maior SÃO EXCLUDENTES DA RESPONSABILIDADE OBJETIVA, mas nada impede que o Estado seja responsabilizado de forma SUBJETIVA, em caso de OMISSÃO.

  • (DPE RR-DEFENSOR 2019) O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva.(CERTO)

  • Segundo entendimento jurisprudencial, os atos de multidão não acarretarão a responsabilização do Estado em indenizar o particular, salvo se demonstrar a negligencia Estatal.

    Uma coisa é o Estado ter disponibilizado a força da seg. pública e não ter conseguido conter e outra coisa é o estado tomar conhecimento do fato e se manter inerte. no primeiro não responde e no segundo caso responde de modo subjetivo.

  • o estado NÃO É OBRIGADO A PROTEGER O BEM DO PARTICULAR.

  • O estado nao responde em 3 situações. Dica: e só lembrar da (BANCA .FCC) FORÇA MAIOR CASO FORTUITO CULPA EXCLISIVA DA VITIMA.
  • ATOS DE MULTIDÃO: SUBJETIVO, CABENDO O LESADO PROVAR A OMISSÃO DO ESTADO

  • O RENATO BORELI, JUIZ FEDERAL professor do GRAN deu a questão como errada, pois, segundo o mestre, o Estado não possuí o dever de vigilância permanente da administração pública. Não existe a responsabilidade direta e imediata do Estado no caso de multidões.

    Em regra, atos de multidão não ensejam responsabilidade objetiva do Estado, mas sim subjetiva, pois haveria aí uma omissão do Estado no dever de vigilância permanente. Portanto. os lojistas deverão comprovar a omissão do ESTADO perante a situação.

    Foi na aula: https://www.youtube.com/watch?v=7ph3OB3thGk&list=PLkQrtGt-ks-_5zpIwZNmDKIq5epkPjWr_&index=12

    questão 20 no horário 48:26.

  • >>>EXCLUDENTES E ATENUANTES da responsabilidade civil do Estado:

    >Caso fortuito ou força maior

    -Eventos humanos ou da natureza que não se pode prever ou evitar.

    -Exclui a responsabilidade objetiva, mas admite a responsabilidade subjetiva no caso de omissão)

     

    >Culpa exclusiva da vítima:

    -O ônus da prova cabe ao Estado

    -Exclui a responsabilidade objetiva, mas admite a responsabilidade subjetiva no caso de omissão)

     

    >Culpa concorrente (estado + vítima)> só atenua( reduz a indenização)( não exclui a responsa objetiva do estado)

     

    >Culpa exclusivo do terceiro:

    -Ex: atos de multidões que causam danos ao patrimônio de terceiro

    -Exclui a responsabilidade objetiva, mas admite a responsabilidade subjetiva no caso de omissão

    PARA FINALIZAR:

    A Administração Pública pode responder civilmente pelos danos causados por seus agentes, ainda que estes estejam amparados por causa excludente de ilicitude penal

    FONTE: MEU MATERIAL DO MÉTODO DOS 4 PASSOS

  • >Culpa exclusivo do terceiro:

    -Ex: atos de multidões que causam danos ao patrimônio de terceiro

    -Exclui a responsabilidade objetiva, mas admite a responsabilidade subjetiva no caso de omissão

  • O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva.

     

    CESPE-TRT-17ºREGIÃO-ES-2009: O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva. Gabarito. certo.

  • Os danos oriundos de atos de multidões somente têm aptidão para responsabilizar o Estado se evidenciarem omissão de sua parte.

  • Em regra, o Estado não responde por atos de terceiros ou multidão, salvo, em caso que não tenha tomado as cautelas necessárias a impedir o dano causado.

    Item errado.

  • Errado

    ato de multidão= um protesto, uma passeata, etc..

    Situação hipotética: imagine que você deixa seu carro na rua e nesse protesto , o riscam, quebram retrovisores, vidros etc...

    observe que não foi um agente público que te deu o prejuízo. Assim, não há o que se falar em responsabilidade objetiva.

    A culpa foi exclusiva de terceiro. (só nisso já temos um excludente de responsabilidade) caso o estado tivesse responsabilidade objetiva.

    logo o item está errado.

    porém, todavia , entretanto... Caso o estado seja omisso com relação a segurança desse protesto(não mandou nenhum policial pra la)poderá ser responsabilizado de forma subjetiva, logo você vai ter que comprovar a omissão estatal

    Ano: 2018 Banca:  Órgão:  Provas: 

    Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.

    Como, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, a responsabilidade do Estado é objetiva, é possível a caracterização de responsabilização estatal por atos de omissão, como a não prestação da assistência requerida para conter a multidão.

  • GAB. ERRADO.

    Causas de Exclusão do Nexo Causal (Exclui "Responsabilidade Estatal")

    Caso fortuito / Força maior; (Eventual / Imprevisto).

    Culpa exclusiva da vítima OU de terceiros;

    Atenção!!! A Compensação de Culpas é admitida na responsabilização estatal na hipótese de ficar demonstrada a culpa concorrente entre a vítima ou um terceiro e o poder público.

    Nessas hipóteses a culpa da vítima ou do terceiro será considerada para definição do quantum indenizatório.

    CULPA DA VÍTIMA OU DE TERCEIROS

    CULPA EXCLUSIVA

    Exclui a responsabilização civil do Estado;

    Exclui a necessidade de indenização ao particular.

    ________________________________________________________

    CULPA CONCORRENTE

    Atenua a responsabilização civil do Estado;

    Interfere no valor da indenização que será paga ao particular atingido.

    Logo, em regra, nos casos de condutas OMISSIVAS, a responsabilidade estatal não será OBJETIVA, mas sim fundamentada na culpa do serviço (culpa anônima ou faute de service).

    Ou seja, em caso de OMISSÃO o Estado responderá ele SUBJETIVAMENTE.

    — Teoria da Culpa do Serviço = Não é necessário demonstrar culpa OU dolo de um agente público específico (a culpa passa a ser anônima), apenas deve ser demonstrada a má prestação do serviço OU a omissão no caso concreto.

    Meu DEUS, cuide de meus colegas e abençoe cada passo dado até a posse.

  • Gabarito: E

    Em regra, atos de multidão não ensejam responsabilidade objetiva do Estado, mas sim subjetiva, pois haveria aí uma omissão do Estado no dever de vigilância permanente. 

    Fonte: Projeto Caveira

  • Ano: 2009 Banca: CESPE Órgão: TRT - 17ª Região (ES) Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária

    O Estado não responde civilmente pelos danos causados por atos praticados por agrupamentos de pessoas ou multidões, por se tratar de atos de terceiros que caracterizam uma excludente de causalidade, salvo quando se verificar omissão do poder público em garantir a integridade do patrimônio danificado, hipótese em que a responsabilidade civil é subjetiva.

    Correta!

    Ou seja, os atos de multidões são considerados atos exclusivos de terceiros, logo excluem, em regra, a responsabilidade civil do Estado

  • AÇÕES OU MANIFESTAÇÕES DE MULTIDÃO AFASTA A RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO. NESSE CASO,

    DEVENDO SER COMPROVADA A CULPA DA ADMINISTRAÇÃO.

  • DIRETO NA VEIA:

    Em regra, ensejam a EXCLUSÃO e não a responsabilidade objetiva.

    ERRADO

  • Os atos não foram praticados pelos agentes do Estado, nem houve omissão direta na conduta dos mesmos...

    • Logo, não se aplica a responsabilidade civil objetiva do Estado.
  • No presente caso, a responsabilidade da Administração será objetiva, pelo fato das autoridades de segurança terem sido acionadas e sequer aparecido, ou seja, não cumpriram com o seu dever de agir- Caso de omissão específica.

    Caso tivessem aparecido, provavelmente não seria responsabilizados, pois teriam cumprido com seu dever legalmente estabelecido de responder o chamado da população e, mesmo que não tivessem evitado os danos, a responsabilidade nesse caso seria subjetiva e seria afastada por ser ato de multidões;

  • GABARITO ERRADO

    Excludente de Responsabilidade Civil do Estado:

    1. Força maior ou casos fortuitos: é afastada a responsabilidade objetiva do estado quando causados por fenômenos da natureza ou atos humanos (greve, revolta popular e MULTIDÕES).
    2. Culpa exclusiva da vítima;
    3. Culpa de Terceiros.

ID
2798515
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Acerca de licitação, julgue o item que segue.


A concorrência, a tomada de preços e o convite são modalidades de licitação caracterizadas pelo objetivo de contratação de obras, serviços e fornecimento, sendo, por isso, possível combinar os elementos dessas modalidades para constituir uma nova modalidade licitatória.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO - ERRADO

     

    art 21, § 8o  É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo.
     

    Ano: 2010 Banca: CESPE Órgão: TRT - 21ª Região (RN) Prova: Analista Judiciário - Contabilidade

    É vedada a combinação das modalidades de licitação previstas em lei, mas, nos casos em que couber convite, a administração poderá utilizar a tomada de preços e, em qualquer caso, a concorrência. CERTO

     

    Prova: CESPE - 2011 - PREVIC - Analista Administrativo - Área AdministrativaDisciplina

    O gestor público, mesmo visando maior garantia de concorrência e lisura entre os possíveis interessados, não pode combinar as modalidades de licitação existentes para torná-las mais eficientes e eficazes. CERTO

     

    Prova: CESPE - 2010 - TRE-BA - Analista Judiciário - TaquigrafiaDisciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Licitações e Lei 8.666 de 1993.; 

    Acerca das modalidades de licitação, é correto afirmar que, nos casos em que couber convite, a administração pública pode utilizar a tomada de preços e, em qualquer caso, a concorrência. CERTO

     

  • A Lei de Licitações veda a criação de novas modalidades ou a combinação das já existentes (art. 22, § 8º).

    Gabarito: errado.

     

     

    Prof. Herbert Almeida

  • Art. 22.  São modalidades de licitação:

    I - concorrência;

    II - tomada de preços;

    III - convite;

    IV - concurso;

    V - leilão.

    § 8o  É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo.

  • Não pode combinar licitações.

  • A lei 8.666/93 veda que leis estritamente locais criem novas modalidades de licitação, no entanto, outras leis nacionais podem criá-las, como é o caso da Lei 10.520/2002, que instituiu o Pregão.


    Fonte: Lei 8.666/93 esquematizada e comentada pelo Estratégia concursos.

    Erick Alves e Herbert Almeida, pág. 39, 2018.

  • As modalidades da Lei n° 8.666/93 são taxativas, razão pela qual não se pode combinar, tampouco criar nova modalidade licitatória

     

    Gabarito, portanto: ERRADO!

  • Fuuuuuuuuuuuuuuu - sãooooo!!!

     

    Ah, não pode,

  • GABARITO:E

     

    Modalidades da Licitação


    As modalidades da licitação são a concorrência, tomada de preços, convite, concurso, leilão.

     

    Concorrência é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase inicial de habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital para execução de seu objeto. [GABARITO]

     

    Tomada de preços é a modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação. [GABARITO]


    Convite é a modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3 (três) pela unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da apresentação das propostas. [GABARITO]


    Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial.

     

    Leilão é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda de bens móveis inservíveis para a administração ou de produtos legalmente apreendidos ou penhorados, ou para a alienação de bens imóveis, a quem oferecer o maior lance, igual ou superior ao valor da avaliação. 


    Na hipótese da modalidade convite, existindo na praça mais de 3(três) possíveis interessados, a cada novo convite, realizado para objeto idêntico ou assemelhado, é obrigatório o convite a, no mínimo, mais um interessado, enquanto existirem cadastrados não convidados nas últimas licitações.  


    Quando, por limitações do mercado ou manifesto desinteresse dos convidados, for impossível a obtenção do número mínimo de 3(três) licitantes, essas circunstâncias deverão ser devidamente justificadas no processo, sob pena de repetição do convite.


    É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo. [GABARITO]

  • ERRADO

     

    É proibido criar ou combinar modalidades !!!

     

    Lei 8.666, art. 22, § 8o 

  • COMO EU QUERIA UMA QUESTÃO DESSA NO MEU CONCURSO.

     

  • É proibido criar ou combinar modalidades !!!

     

    Lei 8.666, art. 22, § 8o 

  • Vou falar o óbvio sobre resolver questões. primeiro teve a prova da PF, uns dias depois do MP/PI e em ambas a CESPE fez a mesma pergunta sobre poder combinar ou não as modalidades de licitações. Resolver questões é uma dádiva!

  • ERRADA! 

    Art. 22.  São modalidades de licitação:

    I - concorrência;

    II - tomada de preços;

    III - convite;

    IV - concurso;

    V - leilão.

    § 8o  É vedada a criação ou a combinação de outras modalidades de licitação.

  • GABARITO: ERRADO

     

    LEI 8.666/93

     

    Art. 22. § 8o  É vedada a criação ou a combinação de outras modalidades de licitação.

     

    Bons estudos!

  • Art. 22.  São modalidades de licitação:

    I - concorrência;

    II - tomada de preços;

    III - convite;

    IV - concurso;

    V - leilão. 

    § 8o  É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo. 

  • GAB.: E

     

    LEI 8.666/93

    Art. 22. § 8º  É vedada a criação ou a combinação de outras modalidades de licitação.

     

  • Galera! A questão tem dois erros:

    primeiro a maioria já falou que é sobre a vedação de criação e combinação das modalidades existentes.

    O segundo erro é que: concorrência, tomada de preços e convite são definidas em razão do valor do contrato e NÃO em função do objeto.

     

  • Dizer que são caracterizadas pelo objetivo não seria um erro também? alguém pode ajudar?

  • Gab. errado

    É vedado a criação de novas modalidades de licitação ou a combinação destas modalidades, consoante art. 22, §8º da Lei 8.666/93.

  • Bati o olho também nessa de "objeto",ficou estranho rsrs

  • VEDADOOOOO

     

    § 8º É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo.

  • Art. 22, 8º proíbe a criação de novas modalidades, bem como a combinação de modalidades
  • Concorrência, tomada e convite: leva-se em conta o valor.

    Leilão, pregão e concurso: leva-se em conta o objeto.

    Logo, há dois erros na questão: 

    A concorrência, a tomada de preços e o convite são modalidades de licitação caracterizadas pelo objetivo de contratação de obras, serviços e fornecimento, sendo, por isso, possível combinar os elementos dessas modalidades para constituir uma nova modalidade licitatória.

     

  • Gabarito:ERRADO.

    Não é possível combinar modalides de licitação

  • É vedada a criação ou a combinação de outras modalidades de licitação

     

    Outra questão da banca 

    Ano: 2018

    Banca: CESPE

    Órgão: MPE-PI

    Prova: Técnico Ministerial - Área Administrativa

    Resolvi certo

    Com relação a processos licitatórios, julgue o item a seguir.

     

    Considere que, em um processo licitatório na modalidade tomada de preços, nenhuma empresa tenha apresentado proposta. Nesse caso, o licitante poderá ampliar a modalidade licitatória combinando a tomada de preços com o convite, desde que respeite o número mínimo de três convidados.

    Gab.: Errado

  • Gabarito: ERRADO

     

    --> Além de ser vedado a combinação das modalidades, as referidas modalidades citadas pela questão são carcaterizadas pelo "valor" do contrato.

     

     

    Modalidades de Licitação caracterizadas em razão do VALOR do contrato:

     

    --> Concorrência

    --> Tomada de Preço

    --> Convite

     

     

     

    Modalidades de Licitação em razão do OBJETO a ser contratado:

     

    --> Concurso

    --> Leilão

    --> Pregão

     

     

    PROIBIDO combinar modalidades de Licitação: Art. 22, 8º proíbe a criação de novas modalidades, bem como a combinação de modalidades

  • Errado

    O parágrafo oitavo do Art. 22, lei 8.666/93, proíbe cominação das modalidades de licitação e criação de outras.

  • Errada por dois motivos:

     

    1. A Lei 8.666 veda a criação ou combinação de modalidades de licitação: Art. 22: § 8o  É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo.

    2. Qualquer combinação de modalidade estaria usurpando  a competência privativa da União de dispor sobre normas gerais na matéria de licitações  (art. 22, XXVII, da CF), portanto, também invalidaria a questão.

  • Art. 22.  São modalidades de licitação:

     

    I - concorrência;

    II - tomada de preços;

    III - convite;

    IV - concurso;

    V - leilão. 

     

    § 8o  É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo. 

     

    Gabarito: Errado

     

     

     

  • Art. 23.  As modalidades de licitação a que se referem os incisos I a III do artigo anterior serão determinadas em função dos seguintes limites, tendo em vista o valor estimado da contratação:

    I - para obras e serviços de engenharia (...):

    II - para compras e serviços não referidos no inciso anterior:  

    a) convite 

    b) tomada de preços 

    c) concorrência 

     

     

    ART. 22:

     

    § 8o  É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo.

     

  • A Lei de Licitações veda a criação de novas modalidades ou a combinação das já existentes (art. 22, § 8º).

    Gabarito: errado

     

  • ERRADO;

    A concorrência, a tomada de preços e o convite são modalidades de licitação caracterizadas pelo objetivo de contratação de obras, serviços e fornecimento, sendo, por isso, possível combinar os elementos dessas modalidades para constituir uma nova modalidade licitatória.

  • Lei de Licitações, art. 22. § 8o  É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo.

     

    Portanto, ERRADO

     

  • Esse ano esse tipo de questão já caiu 800000 vezes rsrs


    É VEDADA a combinação de modalidades


    É VEDADA a criação de outras modalidades.

  • Não se pode combinar as modalidades de licitação.

  • Isso TERMINANTEMENTE não pode: combinar ou criar novas modalidade de licitação.

  • É vedada a criação e combinação de modalidades de licitação.

  • Gabarito Errado para os não assinantes.

    Art. 22. São modalidades de licitação: Cotoco Con Lei

    I -  COncorrência;

    II - TOmada de preços;

    III - COnvite;

    IV - CONcurso;

    V - LEIlão.

    § 8   É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo.

    Agora se vc quiser saber os tipos de licitação o bizu é

    TIPO assim: METE MAIs e MELHOR

    »MEnor preço

    »cnica e preço

    »MAIor lancetécnica e

    »MELHOR técnica,

  • A Lei de Licitações veda a criação de novas modalidades ou a combinação das já existentes (art. 22, § 8º).

    Gabarito: errado.

  • Errado. É proibido combinar ou criar outras modalidades de licitação.

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  • GABARITO ERRADO. É vedada a combinação de modalidades
  • GABARITO: ERRADO

    Art. 22.  § 8   É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo.

    FONTE:  LEI Nº 8.666, DE 21 DE JUNHO DE 1993.  

  • Bizu pra lembrar das Modalidades e Tipos de licitação....MODALIDADES( recebi um Convite pra Concorrer na Tomada de preços em um Concurso Leilão.........................................TIPOS 3mt ( MAIOR , MENOR , MELHOR e TÉCNICA).

    Que deus nos abençoe sempre nesta caminhada.....

  • Bizu apareceu a palavra COMBINA nas modalidades de licitação, chuta no ERRADO que é gol

  • A análise da presente afirmativa demanda que seja aplicado o teor do art. 22, §8º, da Lei 8.666/93, que abaixo colaciono:

    "Art. 22 (...)
    § 8o  É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo."

    Como daí se depreende, ao contrário do aduzido pela Banca, a criação de uma nova modalidade, ou ainda a combinação das existentes, são vedadas pela norma de regência, o que deságua na incorreção da assertiva ora analisada.


    Gabarito do professor: ERRADO

  • Questão de graça hein kkk que caia mais dessa por favor

  • Art. 22. São modalidades de licitação: Cotoco Con Lei

    I -  COncorrência;

    II - TOmada de preços;

    III - COnvite;

    IV - CONcurso;

    V - LEIlão.

    § 8   É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo.

    Agora se vc quiser saber os tipos de licitação o bizu é

    TIPO assim: METE MAIs e MELHOR

    »MEnor preço

    »cnica e preço

    »MAIor lancetécnica e

    »MELHOR técnica,

  • COMBINAR MODALIDADE DE LICITAÇÃO? ERRADISSIMOOOOOOOOOOOO!! NUNCAAAAA!

  • GABARITO ERRADO

    LEI 8.666/93: Art. 22, § 8º -  É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo.

    "A persistência é o caminho do êxito". -Charles Chaplin

  • É PROIBIDO COMBINAR MODALIDADES LICITATÓRIAS, EM ALGUNS CASSOS PODE SUBSTITUIR UMA PELA OUTRA, EXEMPLOS ABAIXO:

    >>CONCORRÊNCIA= NÃO PODE SUBSTITUIR, SÓ CABE ELA MESMA.

    >>TOMADA DE PREÇO= PODE SUBSTITUIR SOMENTE PELA CONCORRÊNCIA.

    >>CONVITE = PODE TOMADA DE PREÇO E CONCORRÊNCIA.

  • Modalidades de licitação: CO TO CO CON LEI

    I -  COncorrência;

    II - TOmada de preços;

    III - COnvite;

    IV - CONcurso;

    V - LEIlão.

    TIPO assim: METE MAIs e MELHOR

    »MEnor preço

    »cnica e preço

    »MAIor lance e técnica e

    »MELHOR técnica,

  • Assertiva ERRADA.

    Art. 22 § 8   É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo

  • ERRADO

    É VEDADO a criação de novas modalidades de licitação ou a combinação das modalidades nela referidas por atos administrativos, decretos ou lei federal, estadual ou municipal.

  • PREVISTAS NA LEI 8.666

    • Concorrência
    • Tomada de preços
    • Convite
    • Concurso
    • Leilão

    A Lei de Licitações veda a criação de novas modalidades ou a combinação das já existentes (art. 22, § 8º).

    GAB: ERRÔNEO

  • ERRADO

    O ART. 22 DA LEI DE LICITAÇÕES 8.666/93, EM SEU OITAVO PARÁGRAFO, VEDA EXPRESSAMENTE A CRIAÇÃO DE OUTRAS MODALIDADES DE LICITAÇÃO OU A COMBINAÇÃO DAS MODALIDADES NELA REFERIDAS.

    ESSE DISPOSITIVO DEVE SER ENTENDIDO COMO UMA VEDAÇÃO PARA QUE SE CRIEM NOVAS MODALIDADES DE LICITAÇÃO POR ATOS ADM, DECRETOS OU LEI FEDERAL, ESTADUAL OU MUNICIPAL. PORÉM, A CRIAÇÃO DE NOVAS MODALIDADES POR MEIO DE LEI NACIONAL É PERMITIDA, A EXEMPLO DA LEI 10.520/2002 QUE INSTITUIU A MODALIDADE DE LICITAÇÃO CHAMADA PREGÃO.

    FONTE: ESTRATÉGIA CONCURSOS

  • A concorrência, a tomada de preços e o convite são modalidades de licitação caracterizadas pelo objetivo de contratação de obras, serviços e fornecimento, sendo, por isso, possível combinar os elementos dessas modalidades para constituir uma nova modalidade licitatória.

    TIRINGA: "vai criar outra modalidade no quinto do inferno"

  • A concorrência, a tomada de preços e o convite são modalidades de licitação caracterizadas pelo objetivo de contratação de obras, serviços e fornecimento, sendo, por isso, possível combinar os elementos dessas modalidades para constituir uma nova modalidade licitatória.

    Incorreta, não poderão ser combinadas e nem criadas novas modalidades.

    A saga continua...

    Deus!

  • Novas modalidades? nãoooooo.

    Gab> errado

    Avante-PCDF

  • Combinação de modalidades jamais!

    GAB. E

    Que caia uma dessas na minha prova, amém.

  • Vedado a combinação e criação de modalidades!

    #marchaa

  • Errado.

    Não é permitida a combinação de modalidades licitatórias, tanto na lei 8666 quanto na nova lei de licitações (14.133/2021)

    Conforme a lei 14.133 não existe mais tomada de preços e convite

    .

    Modalidades na 8666: concorrência, tomada de preços, convite, leilão e concurso

    Modalidades na 14.133: pregão, concorrência, concurso, leilão e diálogo competitivo

  • ERRADO.

    Não é permitida a combinação de modalidades licitatórias.

  • GABARITO ERRADO

    SÓ ATUALIZANDO COM A NOVA LEI DE LICITAÇÕES

    Das Modalidades de Licitação

    Art. 28. São modalidades de licitação:

    I - pregão;

    II - concorrência;

    III - concurso;

    IV - leilão;

    V - diálogo competitivo.

    § 2º É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou, ainda, a combinação daquelas referidas no caputdeste artigo.

  • GAB: ERRADO!

    É proibido a criação ou combinação de outras modalidade de licitação (Art. 22, §8)

  • LICITAÇÕES:

    (regra)A licitação é PÚBLICA

    (exceção)Sigilo no conteúdo das propostas das empresas licitantes

    (até o momento da abertura dos envelopes)

    (a ser feita em conjunto por todos os concorrentes, em sessão pública)

    É vedada a realização de licitação cujo objeto inclua bens e serviços sem similaridade ou de marcas.

    Adjudicar é o ato de atribuir, ao vencedor do certame, o objeto da licitação.

    LEI 12.462/2011:

    • Remuneração variável (conforme desempenho, compatível com Setor Privado)

    LEI 8.666/1993:

    • Remuneração estática (fica tudo acertado antes de começar do serviço)

    Nova lei de licitações(14.133/2021):

    • Art. 144. Na contratação de obras, fornecimentos e serviços, inclusive de engenharia, poderá ser estabelecida remuneração variável.

    Das Modalidades de Licitação: NOVA LEI

    Art. 28. São modalidades de licitação:

    I - pregão;

    II - concorrência;

    III - concurso;

    IV - leilão;

    V - diálogo competitivo.

    § 2ºÉ vedada a criação de outras modalidades de licitação ou, ainda, a combinação daquelas referidasnocaputdeste artigo.

    Conforme a lei 14.133 não existe mais tomada de preços e convite.

    Modalidades na 14.133:pregão, concorrência, concurso, leilão e diálogo competitivo.

    Modalidades na 8666:concorrência, tomada de preços, convite, leilão e concurso.

    O fiscal do contrato deve ser servidor público e se permite a participação do terceirizado apenas como auxiliar do fiscal (art. 117, caput, Lei 14.133/21).

    PREGÃO:

    • É UMA MODALIDADE DE LICITAÇÃO = MENOR PREÇO,
    • PREGÃO ELETRÔNICO UTILIZA MENOR PREÇO OU MAIOR DESCONTO

    A administração pública poderá selecionar a empresa a ser contratada por meio depregãoeletrônico, desde que oserviçoseja qualificado comocomum.

    Obrigatória para a aquisição de:

    • BENS E SERVIÇOS COMUNS;
    • BENS E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA;
    • EM SERVIÇOS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS;
    • EM SERVIÇOS DE ENGENHARIA;
    • EXCETO EM OBRAS DE ENGENHARIA.

    OBRAS e SERVIÇOS - Tomada de Preço ou Concorrência, atente-se ao valor.

    SERVIÇOS COMUNS - Pregão!


ID
2798518
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Acerca de licitação, julgue o item que segue.


No concurso — modalidade licitatória de caráter intelectual —, o julgamento técnico é relativamente subjetivo, mas não arbitrário.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO - CERTO

     

    Lei 8.666/93 

    Art. 22, § 4o  Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias.

     

    Art. 13. Para os fins desta Lei, consideram-se serviços técnicos profissionais especializados os trabalhos relativos a:

    I - estudos técnicos, planejamentos e projetos básicos ou executivos;

    II - pareceres, perícias e avaliações em geral;

    III - assessorias ou consultorias técnicas e auditorias financeiras ou tributárias;

    IV - fiscalização, supervisão ou gerenciamento de obras ou serviços;

    V - patrocínio ou defesa de causas judiciais ou administrativas;

    VI - treinamento e aperfeiçoamento de pessoal;

    VII - restauração de obras de arte e bens de valor histórico.

    VIII - (Vetado). 

    § 1o Ressalvados os casos de inexigibilidade de licitação, os contratos para a prestação de serviços técnicos profissionais especializados deverão, preferencialmente, ser celebrados mediante a realização de CONCURSO, com estipulação prévia de prêmio ou remuneração.

     

    Ano: 2018 Banca: CESPE Órgão: IPHAN Prova: Auxiliar Institucional - Área 1

    Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores. CERTO

     

    Ano: 2018 Banca: CESPE Órgão: EMAP Prova: Assistente Portuário - Área Administrativa

    Na modalidade concurso, a administração poderá contratar o projeto ou serviço técnico especializado independentemente de o autor ceder os direitos patrimoniais a ele relativos. ERRADO

     

     

  • arbitrário

    adjetivo

    1.

    que não segue regras ou normas; que não tem fundamento lógico; que apenas depende da vontade ou arbítrio daquele que age.

    "era sem dúvida uma medida a."

  • CERTO

     

    Na prova, eu deixaria em branco rrsrs

     

    " Quanto ao critério de julgamento, esse deve ser o mais objetivo possível, mas, por se tratar de um trabalho de natureza técnica, intelectual ou artística, fica difícil não contar com um grau de subjetividade, mesmo que mínimo. Com o objetivo de garantir o princípio do julgamento objetivo e dar maior credibilidade ao processo, a banca examinadora desconhece quem é o autor de cada trabalho apresentado, para isso são utilizados pseudônimos pelos participantes da modalidade."

     

    https://triunfolegis.jusbrasil.com.br/artigos/403995892/modalidades-de-licitacao-concurso

  • Acho que deixaria em branco, rsrs... agora não mais!

  • "O que determina a necessidade de realizar a licitação na modalidade concurso é a natureza do seu objeto, e não o valor do contrato."
    Fonte: Direito Administrativo Descomplicado, Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo, 25ª Ed., 2017, pág. 730 

     

    NÃO É ARBITRÁRIO! (Certo) Veja:

    Lei 8.666/93
    Art. 52.  O concurso a que se refere o § 4o do art. 22 desta Lei deve ser precedido de regulamento próprio, a ser obtido pelos interessados no local indicado no edital.

    § 1o  O regulamento deverá indicar:

    I - a qualificação exigida dos participantes;

    II - as diretrizes e a forma de apresentação do trabalho;

    III - as condições de realização do concurso e os prêmios a serem concedidos.

    § 2o  Em se tratando de projeto, o vencedor deverá autorizar a Administração a executá-lo quando julgar conveniente.

  • Concurso .... Natureza Técnica / Artística / Intelectual
  • Eita, me passei nessa 

  •  Quanto ao critério de julgamento, esse deve ser o mais objetivo possível, mas, por se tratar de um trabalho de natureza técnica, intelectual ou artística, fica difícil não contar com um grau de subjetividade, mesmo que mínimo. Com o objetivo de garantir o princípio do julgamento objetivo e dar maior credibilidade ao processo, a banca examinadora desconhece quem é o autor de cada trabalho apresentado, para isso são utilizados pseudônimos pelos participantes da modalidade.

  • NUNCA que eu vou responder uma questão da Cespe onde esteja escrito "relativamente subjetivo" no enunciado!

  • Relativamente subjetivo é, na minha opinião, beeeem diferente de objetivo, mas enfim. Errei aqui e acho que erraria na prova tbm! kk =/

  • Eu acertei aqui porém na prova com certeza eu teria deixado em branco. Cespe por gentileza defina "julgamento técnico é relativamente subjetivo". Obrigado !

  • Vi esta questão no Instagram hoje, continuei na mesma dúvida: arbitrário.  Penso que só por essa palavra, já responderia. Mas sei lá na prova. 

  • Concordo com alguns colegas. Uma "coisa" é dizer que "não é arbitrário" - isso é até meio "lógico". Por outro lado, "relativamente subjetivo"? Aí força né CESPE!

  •                          Aprovar: Estado de Defesa / Intervenção Federal

    Cabe ao CN       Autorizar: Estado de sítio

                             Suspender: Qualquer dessas modalidades

     

    Estado de Defesa: Objetiva preservar ou restabelecer a ordem pública ou a paz social ameaçada por grave e eminente instabilidade institucional ou em caso de calamidades de grandes proporções na natureza.

    Estado de Sítio: Em casos de comoção grave de repercussão nacional; ineficácia das medidas no estado de defesa; declaração do estado de guerra; resposta a agressão armada estrangeira.

    Intervenção Federal: Só pode ser acionada em casos específicos e quando não houver outra medida capaz de solucionar a questão. (Art. 34.CF)

  • SUBJETIVO????

    QUER DIZER ENTÃO QUE PRA AVALIAR VÁRIO TRABALHOS TÉCNICOS EM UMA LICITAÇÃO NA MODALIDADE CONCURSO EU POSSO USAR CRITÉRIOS COMO A AMIZADE OU INIMIZADE PARA ESCOLHER OU PRETERIR O VENCEDOR. RÍDICULO, O JULGAMENTO DEVE SER OBJETIVO EM QUALQUER MODADALIDADE LICITÁTORIA.

  • CONCURSO É UMA EXCEÇÃO AO CRITÉRIO OBJETIVO,SENDO PORTANTO SER ADOTADO O CRITÉRIO SUBJETIVO.

    EX:UM MODELO ARQUITETÔNICO.

  • no concurso, não se aplicam os tipos de licitação, justamente porque o julgamento é relativamente subjetivo. Nessa linha, o concurso serve para a escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, marcados pela característica da intelectualidade. Com isso, o julgamento é, de certa forma, subjetivo. Todavia, não se pode confundir a subjetividade decorrente dos diferentes pontos de vista sobre o trabalho realizado com a arbitrariedade fruto de um direcionamento da licitação. Logo, o item está certíssimo.

  • Ótimo comentário da Marli Navas.

  • calma cavalo

  • Art. 22, §4º, 8666/93

     Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias. 

     

  • ART 22

  • GAB: CERTO

    Para os que possuem assinatura limitada.

  • GABARITO CERTO

     

    Se fosse arbitrário poderia escolher o pior, mas escolhe o mais conivente.

  • Ia fazer um recurso baseado na própria lei 8.666/93, porém desisti pelo uso proposital da palavra "relativamente", que eu tenho certeza que iriam citar para indeferir meu recurso...

     

    "Art. 44.  No julgamento das propostas, a Comissão levará em consideração os critérios objetivos definidos no edital ou convite, os quais não devem contrariar as normas e princípios estabelecidos por esta Lei.

     

    § 1o  É vedada a utilização de qualquer elemento, critério ou fator sigiloso, secreto, subjetivo ou reservado que possa ainda que indiretamente elidir o princípio da igualdade entre os licitantes."

  • A resposta da questão tem fulcro no parágrafo 5° do Art. 51 da Lei  8666

    Art. 51.

    § 5o  No caso de concurso, o julgamento será feito por uma comissão especial integrada por pessoas de reputação ilibada e reconhecido conhecimento da matéria em exame, servidores públicos ou não.

     

    Já que na modalidade concurso o julgamente será feito por pessoas, não há como não ter aspectos de subjetividade, embora na lei conste que tem de ser julgamento objetivo.Como a questão colocou "relativamente" está correta a assertiva.

     

    Bons estudos!

     

     

  • Questão altamente anulável pela simples leitura do art. 3 da 8666


    Art. 3 o  A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do jJULGAMENTO OBJETIVO e dos que lhes são correlatos. 


    O concurso é uma modalidade, e o fato de ser escolha por quesito técnico não inclui a "relativa subjetividade", aliás, se assim o for o edital será arbitrário e ilegal!

  • Ao meu ver - Data Venia/Concessa Venia licitação e subjetividade NÃO COMBINAM! 

  • Não sei o que eu faria em prova (haha) mas esse enunciado logo trouxe à minha cabeça a seguinte situação: concurso de monografia promovido por órgãos, com premiação em dinheiro. Não existe parâmetro com objetividade suficiente e esgotável pra comparar os concorrentes, pois são temas intelectuais e distintos de qualquer maneira. Logo, há subjetividade - mas não arbitrariedade.

  • "Quanto ao critério de julgamento, esse deve ser o mais objetivo possível, mas, por se tratar de um trabalho de natureza técnica, intelectual ou artística, fica difícil não contar com um grau de subjetividade, mesmo que mínimo."

     

    https://hannahayek.jusbrasil.com.br/artigos/467458576/modalidades-de-licitacoes

  • Questão de dois gabaritos possíveis que não vale a pena marcar no dia prova infelizmente...

  • Questão maliciosa essa, ocorre que pelo Princípio da Motivação dos atos administrativos, a administração pública está obrigada a motivar a sua  escolha por um vencedor de um concurso em detrimento dos demais. Ocorre que os Princípios também não são absolutos, e sua obediência deve ficar condicionada aos critérios de razoabilidade e proporcionalidade. Por causa da natureza desse tipo de procedimento, não se poderia exigir que a administração justificasse com objetividade todos os aspectos de sua escolha, pois isso é impossível, e tal exigência tornaria o uso desse instituto inviável. 

    Gabarito: Certo. 

  • Questão CORRETA!

    Para Hely Lopes Meirelles, o concurso é uma modalidade de licitação de natureza especial, porque, apesar de se reger pelos princípios da publicidade e da igualdade entre os participantes, objetivando a escolha do melhor trabalho, dispensa as formalidades específicas da concorrência. Quanto ao critério de julgamento, esse deve ser o mais objetivo possível, mas, por se tratar de um trabalho de natureza técnica, intelectual ou artística, fica difícil não contar com um grau de subjetividade, mesmo que mínimo. Com o objetivo de garantir o princípio do julgamento objetivo e dar maior credibilidade ao processo, a banca examinadora desconhece quem é o autor de cada trabalho apresentado, para isso são utilizados pseudônimos pelos participantes da modalidade.

     

     

    Além disso, no concurso, os critérios serão avaliados e pontuados de acordo com os sentidos do examinador, daí o subjetivismo. É diferente de quanto estamos falando de melho ou menor preço, mehor técnica, etc, que são critérios avaliados de forma objetiva.

     

  • Eu creio que o julgamento relacionado ao aspecto do sujeito não retira seu caráter objetivo de julgamento. Até porque o julgamento objetivo é princípio obrigatório em todos os procediementos licitatórios.

  • Para quem não compreendeu a subjetividade relativa do julgamento do Concurso, basta lembrar que o Concurso também serve para "premiar" as melhores obras ARTÍSTICAS - e nada é mais subjetivo do que arte.

  • Gab Certo

    Lembrando que é a unica modalidade que pode aceitar membro da comissão que não seja servido público para a comissão justamente pelo seu caráter singular.

  • Conceito para levar para a vida, heim ? rs

     

    Bons estudos

  • Se há um edital ele deve ser respeitado objetivamente, mesmo que na Modadalidade Concurso. 

    Marquei aqui como incorreta, pelo motivo acima explicado. No entanto, na prova deixaria a questão em branco. 

  • Concurso é modalidade de licitação entre qualquer interessado para escolha de trabalho técnico, científico (...)conforme critérios constantes de edital publicado.


    Lembrando que o art. 3° da 8.666/93 aduz que um dos princípios da licitação é o da vinculação ao instrumento convocatório e o julgameto objetivo.

  • Que chato essas propagandas nossa, clico nos comentários para receber ajuda e esses trem de propaganda.
  • Se tratando do cespe, minha frase é:

    Só sei que nada sei.


    AVANTE......

  • Sinceramente, acho infundada a polêmica em torno dessa questão.
    De acordo com Mazza, concurso "é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital".
    O autor dá como exemplos dessa modalidade licitatória "concurso de projetos arquitetônicos de revitalização do centro da cidade; concurso de redações entre alunos da rede pública de ensino sobre os 500 anos do descobrimento do Brasil".

    Pois bem. Agora a pergunta que faço a vocês é a seguinte: é possível garantir o julgamento inteiramente objetivo de um concurso de redação, por exemplo? É claro que as premissas da avaliação devem estar objetivamente previstas na edital, mas no final das contas, a escolha do vencedor sempre tem um fundo de subjetividade
    Por isso, entendo que a questão está correta e não deveria ser anulada. 

     

  • arbitrário adjetivo

    1. que não segue regras ou normas; que não tem fundamento lógico; que apenas depende da vontade ou arbítrio daquele que age. "era sem dúvida uma medida a."

    2. POR EXTENSÃO que se pode fazer ou deixar de fazer; facultativo, casual, eventual. "para a base de cálculo escolheram um número a."

  • Certa. Dificil

     

    Os tipos de licitação não se aplicam na modalidade concurso, pois esta é julgada com base em critérios um pouco subjetivos (porém não arbitrários), em virtude da natureza do seu objeto.

     

  • O concurso tem o objetivo de selecionar trabalho técnico, científico ou artístico, situação em que o julgamento será marcado por uma “leve” subjetividade;

    Prof. Herbert Almeida

  • Técnico e subjetivo ? sei não hein !

  • Tipo de questão do cebraspe que coloca palavras com a opção da banca escolher a resposta. No dia da prova só responderia de já tivesse deixado um número grande de questões em branco

  • Gab CERTO.

    Na prova eu deixaria em branco, mas, se colocar ao pé da letra, o concurso é relativamente subjetivo pois o vencedor ganha pela sua própria competência/capacitação (é um critério subjetivo do indivíduo).

    #PERTENCEREMOS

    Insta: @_concurseiroprf

  • Essa questão é um grande fumo.

    Deixaria em branco, com toda certeza!

    Relativamente subjetivo é o oposto de Seleção objetiva.

    Que trash... :(

  • QUESTÃO QUE EU DEIXARIA EM BRANCO NA PROVA.

  • Uma questão dessas dá até vontade de chorar! rs

  • CONCURSO, única modalidade de licitação que a escolha é SUBJETIVA.

  • Aquela típica questão para deixar em branco.

  • GAB-C "PC DF E DEPEN" AVANTE!

  • Colocar "julgamento subjetivo" numa questão de licitação é de doer o coração. Quanta ruindade, Cespinha!!!

  • Ao concurso não se aplicam os tipos de licitação estudados mais adiante (menor preço, melhor 

    técnica, técnica e preço e maior lance ou oferta), previstos no art. 45, §1º, parte final. Isto porque, 

    no concurso, há maior grau de subjetivismo na seleção do vencedor, a qual seguirá regulamento 

    próprio.

  • O concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias (art. 22, §4o).

  • Esse tipo que questão é criadas para ser deixada em branco. ´´Relativamente subjetivo`` kkkkkk logo do cespe

  • Questão complexa e deveria ter sido comentada por algum professor do Qconcursos.

  • A palavra "arbitrário" não combina com os princípios da administração. (se fosse arbitrário, teria de ser acompanhado por oportuno) Oportunidade e conveniência.

  • É para o pião responder uma questão dessa na prova, tem que ter cunhão.

  • Se fosse arbitrário, não precisaria da lei.

    Espero q essa dica também ajude vcs:

    https://go.hotmart.com/I40220660F

  • Para responder essa questão eu lembrei do concurso para escolher o projeto do Plano Piloto de Brasília.

    Vários projetos foram apresentados e foram julgado não por pontos, mas pelo gosto da banca examinadora, que no caso de Brasília era composta por Oscar Niemeyer entre outros.

  • GABARITO CERTO!

    No concurso, não se aplicam os tipos de licitação, justamente porque o julgamento é relativamente subjetivo. Nessa linha, o concurso serve para a escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, marcados pela característica da intelectualidade. Com isso, o julgamento é, de certa forma, subjetivo. Todavia, não se pode confundir a subjetividade decorrente dos diferentes pontos de vista sobre o trabalho realizado com a arbitrariedade fruto de um direcionamento da licitação. 

    Herbert Almeida

  • Trata-se de uma questão sobre a modalidade de licitação concurso. 

    Segundo o art. 3º, § 4ª, da Lei 8.666/93, concurso é "a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 dias".

     Atentem que o concurso é realmente uma modalidade licitatória de caráter intelectual. Os critérios de seleção constantes no edital permitem certa subjetividade, mas não pode ser arbitrário. Por exemplo, a administração pública tem liberdade para estabelecer as regras que vai cobrar dos candidatos. No entanto, deve obedecer a esses critérios. Não pode escolher arbitrariamente.

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO

  • Acerca de licitação, é correto afirmar que: No concurso — modalidade licitatória de caráter intelectual —, o julgamento técnico é relativamente subjetivo, mas não arbitrário.

  • Eu pensava que havia um Conjunto de Árbitros avaliando o Concurso

    arbitrário

    adjetivo

    AGORA EU APRENDI:

    SUBJETIVO E NÃO ARBITRÁRIO

    Em 28/10/20 às 16:35, você respondeu a opção E.!

    Você errou!Em 08/10/20 às 11:50, você respondeu a opção E.!

    Você errou!Em 29/09/20 às 17:43, você respondeu a opção E.!

    Você errou!Em 22/09/20 às 21:51, você respondeu a opção E.!

    Você errou!

  • Depois do comentário do amigo, nunca mais erro questões relacionadas a subjetivismo em concurso:

    "Para quem não compreendeu a subjetividade relativa do julgamento do Concurso, basta lembrar que o Concurso também serve para "premiar" as melhores obras ARTÍSTICAS - e nada é mais subjetivo do que arte."

  • Essa questão já é deveras subjetiva

  • Não precisa ir muito longe, só ver as próprias questões da CESPE que muda de entendimentos toda hora e ressignifica palavras a todo momento de forma aleatória.

  • banca do demo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Fica dificil basear o intelecto com objetividade...

  • Tudo haver com ser poliça!

  • questão relativamente tranquila. O relativamente não deixou a assertiva errada.

  • Questão confusa! Caberia recurso, pois os critérios e os objetivos da seleção estão constantes no edital, que deve ser seguidos pela comissão, onde está subjetividade?

  • Nova lei de licitações

    Modalidades de licitação

    Artigo 6

    Concorrência

    XXXVIII - concorrência: modalidade de licitação para contratação de bens e serviços especiais e de obras e serviços comuns e especiais de engenharia, cujo critério de julgamento poderá ser

    Concurso

    XXXIX - concurso: modalidade de licitação para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, cujo critério de julgamento será o de melhor técnica ou conteúdo artístico, e para concessão de prêmio ou remuneração ao vencedor

    Leilão

    XL - leilão: modalidade de licitação para alienação de bens imóveis ou de bens móveis inservíveis ou legalmente apreendidos a quem oferecer o maior lance

    Pregão

    XLI - pregão: modalidade de licitação obrigatória para aquisição de bens e serviços comuns, cujo critério de julgamento poderá ser o de menor preço ou o de maior desconto

    Diálogo competitivo

    XLII - diálogo competitivo: modalidade de licitação para contratação de obras, serviços e compras em que a Administração Pública realiza diálogos com licitantes previamente selecionados mediante critérios objetivos, com o intuito de desenvolver uma ou mais alternativas capazes de atender às suas necessidades, devendo os licitantes apresentar proposta final após o encerramento dos diálogos

    Modalidades de Licitação

    Art. 28. São modalidades de licitação:

    I - pregão

    II - concorrência

    III - concurso

    IV - leilão

    V - diálogo competitivo

  • melhor reposta para a pergunta:

    Em branco.

    Pronto esta feita a mais completa das explicações.

    Força, Foco e muita fé!

  • ERRADO.

    Um dos princípios que rege as licitações é o do julgamento objetivo. No caso do Concurso, ainda que haja certa subjetividade em alguns aspectos, como na escolha de trabalho artístico, há critérios objetivos para o julgamento das propostas previstos no artigo 52 da Lei 8666/93, o que impede a arbitrariedade nos julgamentos

    Art. 52. O concurso a que se refere o § 4° do art. 22 desta Lei deve ser precedido de

    regulamento próprio, a ser obtido pelos interessados no local indicado no edital.

    § 1° O regulamento deverá indicar:

    I - a qualificação exigida dos participantes;

    II - as diretrizes e a forma de apresentação do trabalho;

    III - as condições de realização do concurso e os prêmios a serem concedidos.

  • No concurso — modalidade licitatória de caráter intelectual —, o julgamento técnico é relativamente subjetivo, mas não arbitrário.

    Correto, pessoal, lembrem como uma banca de TCC, quem está avaliando vocês são professores então há uma certa subjetividade.

    A saga continua...

    Deus!

  • gabarito certo

    Subjetividade se refere aos direitos e características de uma pessoa.

    Na modalidade concurso isso existe, haja vista que os vencedores ganham prêmios ou remuneração , ou seja, o direito subjetivo existe.


ID
2798521
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Um estado da Federação foi atingido por fortes chuvas, que inundaram diversos centros comerciais, vias e prédios públicos e áreas de lazer, além de ter causado desabamentos. Diante dessa calamidade natural de grandes proporções, o poder público adotou medidas institucionais a fim de restabelecer a ordem pública.


Considerando essa situação hipotética, julgue o item que segue.


O presidente da República, desde que autorizado pelo Congresso Nacional, poderá decretar estado de defesa no referido estado, devendo indicar no instrumento normativo o tempo de duração da medida, bem como especificar as áreas a serem abrangidas e indicar as medidas coercitivas que devam vigorar.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: Errado. 

    Justificativa. A decretação do estado de defesa independe da autorização do Congresso Nacional, ao contrário do que se dá com o estado de sítio. A letra da lei não deixa dúvidas quanto a essa conclusão. Vejamos:

    Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza. 

    § 1º O decreto que instituir o estado de defesa determinará o tempo de sua duração, especificará as áreas a serem abrangidas e indicará, nos termos e limites da lei, as medidas coercitivas a vigorarem, dentre as seguintes:

    I - restrições aos direitos de:

    a) reunião, ainda que exercida no seio das associações;

    b) sigilo de correspondência;

    c) sigilo de comunicação telegráfica e telefônica;

    II - ocupação e uso temporário de bens e serviços públicos, na hipótese de calamidade pública, respondendo a União pelos danos e custos decorrentes.

    § 2º O tempo de duração do estado de defesa não será superior a trinta dias, podendo ser prorrogado uma vez, por igual período, se persistirem as razões que justificaram a sua decretação.

     

  • Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.

  • Estado de Defesa: Decreta 

    Estado de Sítio: Solicita

  • GABARITO - ERRADO

     

    o CN APROVA não AUTORIZA o ED. o que ele autoriza é o ES.

    Art. 136. O Presidente da República pode, OUVIDOS o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.
     
    Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:
    IX - decretar o estado de defesa e o estado de sítio;
     
    Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:
    IV - APROVAR o estado de defesa e a intervenção federal, autorizar o estado de sítio, ou suspender qualquer uma dessas medidas;
     
    Art. 90. Compete ao Conselho da República PRONUNCIAR-se sobre:
    I - intervenção federal, estado de defesa e estado de sítio;
     
    Art. 91. § 1º - Compete ao Conselho de Defesa Nacional:
    II - OPINAR sobre a decretação do estado de defesa, do estado de sítio e da intervenção federal

     

    Ano: 2005 Banca: CESPE Órgão: TRT - 16ª REGIÃO (MA) Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária

    Na hipótese de o Brasil passar por comoção grave de repercussão em todo o território nacional ou de haver declaração de estado de guerra ou resposta a agressão armada estrangeira, o presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, solicitar ao Congresso Nacional autorização para decretar estado de defesa. ERRADO

  • ERRADO 

     

    CONGRESO NACIONAL (COMPETÊNCIA EXCLUSIVA)

    APROVA = ESTADO DE DEFESA

    AUTORIZA = ESTADO DE SÍTIO

    SUSPENDE = ESTADO DE SITIO/DEFESA

     

    ------

    DECRETAÇÃO ESTADO DEFESA

    PR = DECRETA

    CN AUTORIZA (POSTERIORMENTE) - RATIFICANDO (APROVANDO) OU NÃO - ATO DO PR

  • Fora do edital, deveria ser anulada.

  • Questão será anulada porque está fora do edital, apenas por isso.

     

    ERRADO.

     

    Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:
    IX - decretar o estado de defesa e o estado de sítio;

     

    Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.

     

    § 1º O decreto que instituir o estado de defesa determinará o tempo de sua duração, especificará as áreas a serem abrangidas e indicará, nos termos e limites da lei, as medidas coercitivas a vigorarem, dentre as seguintes:

    § 4º Decretado o estado de defesa ou sua prorrogação, o Presidente da República, dentro de vinte e quatro horas, submeterá o ato com a respectiva justificação ao Congresso Nacional, que decidirá por maioria absoluta.

    § 5º Se o Congresso Nacional estiver em recesso, será convocado, extraordinariamente, no prazo de cinco dias.

    § 6º O Congresso Nacional apreciará o decreto dentro de dez dias contados de seu recebimento, devendo continuar funcionando enquanto vigorar o estado de defesa.

    § 7º Rejeitado o decreto, cessa imediatamente o estado de defesa.

  • Autorizar o sítio

    Referendar o E. de Defesa

  • Gabarito: "Errado"

     

    O presidente da República, desde que APROVADO pelo Congresso Nacional, poderá decretar estado de defesa no referido estado, devendo indicar no instrumento normativo o tempo de duração da medida, bem como especificar as áreas a serem abrangidas e indicar as medidas coercitivas que devam vigorar.

     

    Aplicação dos arts. 49, IV e 136, CF:

     

    Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:
    IV - APROVAR o estado de defesa e a intervenção federal, autorizar o estado de sítio, ou suspender qualquer uma dessas medidas;

     

    Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza. 

  • Estado de defesa ele avisa.

    Estado de sítio ele pede.

    Gab: E

  • Estado de Defesa - Presidente Decreta

    Estado de Sítio - Solicita autorização o CN

  • Estado de defesa 
    - Presidente Decreta
    - Congresso Nacional aprova
    - Conselho de Defesa Nacional opina
    - Conselho da República pronuncia
    Intervenção Federal
    - Presidente Decreta e executa
    - Congresso Nacional aprova
    - Conselho de Defesa Nacional opina
    - Conselho da República pronuncia
    Estado de sítio
    - Presidente solicita ao Congresso Nacional a autorização
    - Congresso Nacional autoriza
    - Conselho de Defesa Nacional opina
    - Conselho da Republica pronuncia

  • O mundo caindo e o P.R esperando autorização do C.N. Não faz sentido.

  • Questão errada, outra ajuda a responder, vejam:

     

     

    Prova: Técnico Forense; Ano: 2013;Banca: CESPE;Órgão: SEGESP-AL;Direito Constitucional - Estado de Sítio,  Defesa do Estado e das Instituições Democráticas

    Diferentemente do que ocorre na decretação do estado de defesa, a decretação do estado de sítio pelo presidente da República depende de prévia e expressa autorização do Congresso Nacional.

    GABARITO: CERTA.

  • ESTADO DE DEFESA (art. 136 CF)

     

     

    Presidente DECRETA.

    Ouvidos o Conselho da República e Conselho da Defesa Nacional.

     

    Finalidades:

    1 – preservar ou restabelecer a ORDEM PÚBLICA ou PAZ SOCIAL ameaçada por grave ou iminente instabilidade institucional.

    2 – CALAMIDADES de grandes proporções na natureza.

     

    O DECRETO determinará:

    - Duração: 30 + 30;

    - áreas abrangidas;

    - medidas coercitivas:

    Ocupação e uso temporário de bens e serviços públicos (hipótese de CALAMIDADE).

     

    RESTRIÇÕES AOS DIREITOS:

    I – de reunião;

    II – sigilo de correspondência;

    III - sigilo de comunicação telegráfica e telefônica;

     

    Decretado ou Prorrogado:

    - Presidente submete ao congresso em 24 horas;

    - Congresso decide por Maioria Absoluta em 10 dias (contados do recebimento);

    - Congresso em recesso? Convocação EXTRAORDINÁRIA em 5 dias (pelo presidente do SF);

    - Congresso REJEITA: cessa IMEDIATAMENTE o Estado de Defesa.

     

     

     

    “Que os pais leguem aos filhos não riquezas, mas o espírito de reverência”.  Platão, Leis

  • É da competência exclusiva do Congresso Nacional;

    IV - aprovar o estado de defesa e a intervenção federal, autorizar o estado de sítio, ou suspender qualquer uma dessas medidas;

  • Estado de Defesa: Presidente Decreta.

    Terá duração de 30 dias, prorrogáveis por mais 30 dias.

    sujeito à aprovação POSTERIOR do Congresso Nacional (que ocorrerá em 10 dias).

     

  • Pelo que entendi, a questão está errada apenas por conta do "autorizado pelo Congresso", sendo que na verdade ele APROVA o estado de defesa. Repostando o comentário do colega Bruno Leoo

     

    CONGRESO NACIONAL (COMPETÊNCIA EXCLUSIVA)

    APROVA = ESTADO DE DEFESA

    AUTORIZA = ESTADO DE SÍTIO

    SUSPENDE = ESTADO DE SITIO/DEFESA

  • CONGRESO NACIONAL (COMPETÊNCIA EXCLUSIVA)

    APROVA = ESTADO DE DEFESA

    AUTORIZA = ESTADO DE SÍTIO

    SUSPENDE = ESTADO DE SITIO/DEFESA

  • O Congresso Nacional:


    Aprova o estado de defesa e intervenção federal,

    Autoriza o Estado de sítio;


    Qual das ações é a mais brusca? O estado de sítio ou o estado de defesa? O estado de sítio - ficamos todos sitiados! Então, se essa é a situação mais grave, o Presidente precisará de uma autorização/licença do Congresso. Daí o outro caso quando a questão citar, você já sabe que não é autorização. É assim que decoro. Ficar sitiado é terrível, logo precisa da autorização do Congresso Nacional, se o Presidente da República achar por bem decretá-la.


    Resposta: Errado.

  • O presidente da República, NÃO precisa da autorizado pelo Congresso Nacional para decretar estado de defesa

  • Constituição Federal

    Art. 21. Compete à União:

    V - decretar o estado de sítio, o estado de defesa e a intervenção federal;

    Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:

    IX - decretar o estado de defesa e o estado de sítio;

    Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:

    IV - aprovar o estado de defesa e a intervenção federal, autorizar o estado de sítio, ou suspender qualquer uma dessas medidas;

  • Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.

    § 4º Decretado o estado de defesa ou sua prorrogação, o Presidente da República, dentro de vinte e quatro horas, submeterá o ato com a respectiva justificação ao Congresso Nacional, que decidirá por maioria absoluta.


  • A cobrança do item extrapola o conteúdo programático previsto no edital de abertura do certame. 

  • Para incluir nas anotações:

    Durante o Estado de Sítio a CF não pode sofrer Emenda Constitucional - EC.

    Sigamos com Fé!

  • PRESIDENTE  OUVE O CONSELHO DA  REPÚBLICA  E  CONSELHO DE  DEFESA  NACIONAL ( NO ESTADO DE DEFESA )

    PRESIDENTE SOLICITA AUTORIZAÇÃO AO CONGRESSO NACIONAL ( NO ESTADO DE SÍTIO )

     

  • Errado

    Não precisa de autorização do CN para instaurar o Estado de Defesa.

  • questão errada !

    o presidente da republica ouvido o conselho da republica e o conselho de defesa nacional poderá decretar o estado de defesa !

  • Autorização do Congresso: Estado de Sítio

    Ratificação do Congresso: Estado de Defesa

    Ambos por Maioria ABSOLUTA dentro de 10 dias.

  • Sei que não deve ser esse o erro. Mas acertei a questão com o seguinte pensamento:

    "Os agentes que cometerem atos ilícitos serão eximidos de quaisquer responsabilidades"

    Olha a abrangência dessa sentança. Quer dizer que durante o estado de defesa, se um policial estuprar uma mulher, ele não será punido?


ID
2798524
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Um estado da Federação foi atingido por fortes chuvas, que inundaram diversos centros comerciais, vias e prédios públicos e áreas de lazer, além de ter causado desabamentos. Diante dessa calamidade natural de grandes proporções, o poder público adotou medidas institucionais a fim de restabelecer a ordem pública.


Considerando essa situação hipotética, julgue o item que segue.


Na hipótese de ter sido decretado estado de defesa no âmbito do referido estado, agentes públicos que tenham cometido atos ilícitos durante a situação de exceção serão eximidos de quaisquer responsabilidades, mesmo após cessarem os efeitos da medida.

Alternativas
Comentários
  • CF/88 Art. 141. Cessado o estado de defesa ou o estado de sítio, cessarão também seus efeitos, sem prejuízo da responsabilidade pelos ilícitos cometidos por seus executores ou agentes.

     

  • GABARITO - ERRADO

     

    Constituição Federal de 1988

    Art. 141. Cessado o estado de defesa ou o estado de sítio, cessarão também seus efeitos, sem prejuízo da responsabilidade pelos ilícitos cometidos por seus executores ou agentes.

    Parágrafo único. Logo que cesse o estado de defesa ou o estado de sítio, as medidas aplicadas em sua vigência serão relatadas pelo Presidente da República, em mensagem ao Congresso Nacional, com especificação e justificação das providências adotadas, com relação nominal dos atingidos e indicação das restrições aplicadas.

     

    Ano: 2018 Banca: CESPE Órgão: ABIN Prova: Oficial Técnico de Inteligência - Área 2

    Nos termos da Constituição Federal de 1988, cabe ao Conselho da República, órgão superior de consulta do presidente da República, pronunciar-se sobre intervenção federal, estado de sítio e estado de defesa, bem como sobre questões relevantes para a estabilidade das instituições democráticas. CERTO

     

    Ano: 2013 Banca: CESPE Órgão: TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO) Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária

    O Congresso Nacional deixará de funcionar enquanto vigorar o estado de defesa. ERRADO

     

    Ano: 2013 Banca: CESPE Órgão: TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO) Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária

    O estado de defesa e o estado de sítio são medidas excepcionais previstas no texto constitucional e visam à restauração da ordem em momentos de crise. CERTO

     

    Ano: 2009 Banca: CESPE Órgão: DPE-AL Prova: Defensor Público

    A obrigação de permanência em determinada localidade e a intervenção nas empresas de serviços públicos são medidas coercitivas admitidas no estado de defesa. ERRADO

  • Gabarito: "Errado"

     

    Aplicação do art. 141, CF:

     

    Art. 141. Cessado o estado de defesa ou o estado de sítio, cessarão também seus efeitos, sem prejuízo da responsabilidade pelos ilícitos cometidos por seus executores ou agentes.

    Parágrafo único. Logo que cesse o estado de defesa ou o estado de sítio, as medidas aplicadas em sua vigência serão relatadas pelo Presidente da República, em mensagem ao Congresso Nacional, com especificação e justificação das providências adotadas, com relação nominal dos atingidos e indicação das restrições aplicadas.

     

  • Se você entender a "Lei temporária" (CP), você consegue matar essa questão sem muito estresse!

  • GAB - ERRADO

    CF/88

    Art. 141. Cessado o estado de defesa ou o estado de sítio, cessarão também seus efeitos, sem prejuízo da responsabilidade pelos ilícitos cometidos por seus executores ou agentes.

    Parágrafo único. Logo que cesse o estado de defesa ou o estado de sítio, as medidas aplicadas em sua vigência serão relatadas pelo Presidente da República, em mensagem ao Congresso Nacional, com especificação e justificação das providências adotadas, com relação nominal dos atingidos e indicação das restrições aplicadas.

     

    "Se eu tivesse oito horas para derrubar uma árvore, passaria seis afiando meu machado." 

     

  • CF/88 Art. 141. Cessado o estado de defesa ou o estado de sítio, cessarão também seus efeitos, sem prejuízo da responsabilidade pelos ilícitos cometidos por seus executores ou agentes.

    Parágrafo único. Logo que cesse o estado de defesa ou o estado de sítio, as medidas aplicadas em sua vigência serão relatadas pelo Presidente da República, em mensagem ao Congresso Nacional, com especificação e justificação das providências adotadas, com relação nominal dos atingidos e indicação das restrições aplicadas.

  • Controle posterior

  • Por que foi anulada?

     

  • Outra semelhante para outro cargo foi anulada devido ao fato de extrapolar os assuntos previstos no edital, então provavelmente este seria o motivo.

  • A cobrança do item extrapola o conteúdo programático previsto no edital de abertura do certame. 

  • Eximido vem do verbo eximir. O mesmo que: desonerado, demitido, exonerado, livrado, destituído, desobrigado, prescindido, dispensado. O que não é correto segundo a Constituição Federal!

  • O foco aqui é responder questão, então não há razão para que se conste nula a questão simplesmente por ter sido conteúdo de extrapolação de acordo com o edital.O fato é -ERRADO ou CERTO-. A questão se enquadra nos parâmetros.

  • Corrigindo: Na hipótese de ter sido decretado estado de defesa no âmbito do referido estado, agentes públicos que tenham cometido atos ilícitos durante a situação de exceção serão responsabilizados, mesmo após cessarem os efeitos da medida.

  • GAB. E

    creio que o erro está em "mesmo após cessar os efeitos da medida"

  • A resposta está no art. 141 da CF:

    "Cessado o estado de defesa ou o estado de sítio, cessarão também seus efeitos, sem prejuízo da

    responsabilidade pelos ilícitos cometidos por seus executores ou agentes." Gabarito: E.

  • Nada disso!

    Vão responder pelos os ilícitos penais praticados, mesmo após cessarem os efeitos da medida.


ID
2798527
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Com relação aos direitos e às garantias fundamentais previstos na Constituição Federal de 1988, julgue o item a seguir.

Dada a previsão constitucional de que nenhuma pena passará da pessoa do condenado a outrem, o ordenamento jurídico veda que obrigações de reparação de danos sejam estendidas aos sucessores do condenado.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA.

     

    A REPARAÇÃO DO DANO VAI ATÉ O LIMITE DA HERANÇA DEIXADA

     

    Art. 5 CF XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido;

     

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  • GABARITO - ERRADO

     

    art. 5º, XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido

     

    O princípio da intranscendência possui duas vertentes: a processual penal e a penal.

    A processual penal implica na imputação do fato àquele que cometeu o delito, ou seja, será sujeito passivo da ação penal somete aquele que, a priori, praticou a conduta criminosa.

    A vertente penal é a mencionada pela questão, também chamado de princípio da pessoalidade da pena, já que a pena criminal não poderá passar da pessoa do condenado.

     

    Ano: 2008 Banca: CESPE Órgão: PC-TO Prova: Delegado de Polícia

    Prevê a Constituição Federal que nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação de perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido. Referido dispositivo constitucional traduz o princípio da intranscendência. CERTO

  • (ERRO EM VERMELHO) Dada a previsão constitucional de que nenhuma pena passará da pessoa do condenado a outrem, o ordenamento jurídico veda que obrigações de reparação de danos sejam estendidas aos sucessores do condenado.

     

    CF - XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido;

  • alguém tem mais algum exemplo de terceiro sendo responsabilizado por ilicito do agente?

  • QUESTÃO - Dada a previsão constitucional de que nenhuma pena passará da pessoa do condenado a outrem [CERTO], o ordenamento jurídico veda que obrigações de reparação de danos sejam estendidas aos sucessores do condenado. [ERRADO]

     

    Realmente, a Constituição Federal veda a possibilidade de uma pena seja transferida a uma pessoa diversa da que cometeu o crime (Princípio da Intranscendência). No entanto, é permitido que as obrigações de caráter extra penal seja transferidas, não há impedimento.

     

    GAB: ERRADO

  • GAB: ERRADO

    CF - XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido;

  • Os efeitos da sentença condenatória estão divididos em:

    aprincipais ---> Pena. Consequência jurídico-penal direta da sentença condenatória. PPL, PRD, Multa ou MS. Aqui vigora a #intranscendencia.

     

    bsecundários - Dividem-se em efeitos secundários penais e extrapenais

    Os efeitos secundários extrapenais estão no artigo 91 do CP, tratado em questão, são:

      (1) Tornar certa a obrigação de indenizar o dano causado pelo crime e (2) Confisco dos instrumentos e produtos do crime.

     

    No caso de reparar o dano, essa é estendida aos herdeiros, mas possui o limite do patrimonio ou herança deixada.

  • Gabarito: "Errado"

     

    Aplicação do art. 5º, XLV, CF:

     

    XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido;

  • ERRADO

     

    EXEMPLOS:

    Dívida ativa (pode se estender aos herdeiros do falecido).

    Ressarcimento ao Erário (pode se estender aos herdeiros do falecido).

     

    A dívida será paga com o patrimônio transferido, ou seja, a pessoa falecida deixa bens móveis ou imóveis a seus sucessores (herdeiros) e quando transferidos serão automaticamente descontados os valores devido pelo falecido.

     

    * Se o falecido deixa uma dívida ativa de 900 mil reais e o patrimônio total transferido aos herdeiros é de 700 mil, será descontado o total do patrimônio (700 mil) e morre a dívida, não serão cobrados os 200 mil restantes da dívida. É até o limite do valor do patrimônio transferido. 

     

  • A pena não passará da pessoa do condenado, mas a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens podem ser estendidas aos sucessores e ser contra eles executadas até o limite do do patrimônio transferido, ou seja, até o esgotamento do valor transmitido pela herança deixada pelo morto.

  • A questão erra ao falar "nenhuma pena passará da pessoa do condenado a outrem, o ordenamento jurídico veda que obrigações ", outra ajuda a responder, vejam:

     

    Prova: Analista em Geociências - Direito; Ano: 2013;Banca: CESPE;Órgão: CPRM - Direito Constitucional  Direitos Individuais - Remédios Constitucionais e Garantias Processuais,  Direitos Constitucionais-Penais e Garantias Constitucionais do Processo

    João foi condenado criminalmente, além de ter que pagar uma indenização por danos materiais, por ter colidido seu veículo, estando alcoolizado, contra a casa de José. Entretanto, João faleceu no curso do processo judicial. Nessa situação hipotética, embora a pena não possa passar da pessoa do acusado, a obrigação de reparar o dano poderá ser estendida aos sucessores de João até o limite do valor do patrimônio transferido.

    GABARITO: CERTA.

     

  • ERRADO

     

    Tem o caso de improbridade administrativa o herdeiro é responsável pelo ressarcimento ao erário em caso de falecimento do condenado.

  • art. 5º, XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido

     

    resumindo:

    PENA - DIREITO PENAL - NÃO TRANSFERE

    REPARAÇÃO DO DANO - DIREITO CIVIL - TRANSFERE, ATÉ O LIMITE DO PATRIMÔNIO

     

     

  • As pessoas escrevem o mesmo que outros já escreveram (literalmente), tornando os comentários da questão cheio de respostas iguais.

    Se quiser escrever o mesmo, escreva numa folha de papel. A questão fica entupida de comentários inúteis. 

    Ex: Pessoas transcrevem os artigos igualzinho outras acabaram de fazer. 

  • CONSTITUIÇÃO FEDERAL

     

    Art. 5º,

    (...)

    XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado (REGRA), podendo a OBRIGAÇÃO DE REPARAR o dano (EXCEÇÃO 1) e a DECRETAÇÃO DO PERDIMENTO DOS BENS (EXCEÇÃO 2) ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido (CONDIÇÃO)

  • até o limite do valor do patrimônio transferido

  • Trata-se do PRINCÍPIO DA PESSOALIDADE DA PENA.


    GABARITO: ERRADO

  • Princípio da INTRANSCEDÊNCIA DA PENA

    No entanto a pena pecuniária pode ser extendida ao sucessores no limite do patrimônio transferido.

  • art. 5º, XLV - Nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido

    Gab. E

  • GABARITO ERRADO.

    XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido;


  • Princípio da responsabilidade pessoal, pessoalidade da pena ou intranscendencia, dispoem que:

     

    Art. 5 CF XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido

  • Questões malandras. Prejudicam os que, de fato, estudam.

  • Errada

    Pode ser estendida aos sucessores ate o valor do patrimônio transferido.

  • Antônio Augusto Remonti "os que, de fato, estudam" não eram uma questão dessa em hipótese alguma. Estude mais. kkk

  • Errado. Nos crimes de improbidade irá para os susseroes até o limite do ilícito
  • DIREITO PENAL-NÃO

    DIREITO CIVIL-SIM

  • Crimes de improbidade administrativa
  • Pode passar aos herdeiros, até o limite do valor da herança. No caso, o que é extensível aos herdeiros é a obrigação de indenizar, e não a pena em si. A perna é personalíssima.

  • nao poderá ultrapassar valor da herança.

  • Gabarito''Errado''.

    Art. 5 CF XLV => nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadasaté o limite do valor do patrimônio transferido.

    Estudar é o caminho para o sucesso.

  • Lembrando que a MULTA tb é uma sanção, logo esta não alcança a herança.

  • em sintese:

    Principio da intranscendencia :

    Pena > não passa do condenado

    Obrigação de reparar danos/ perdimento de bens > estende-se aos sucessores no limite do valor do patrimônio (limite da herança)

  • Não pode passar a pena ou ir preso, mas os valores por danos deverão ser ressarcidos

  • Estou certa de que você marcou esse item como falso! O princípio da intranscendência da Pena, previsto no art. 5°, XLV do texto constitucional, nos informa que nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido.

  • A reparação do dano não é uma pena e sim efeito da condenação, por isso pode ser estendida aos sucessores e contra eles executada, até o limite do valor do patrimônio transferido.

  • Até o limite do valor do patrimônio transferido.

    GAB. E

  • (2018) O princípio da individualização da pena determina que nenhuma pena passará da pessoa do condenado, razão pela qual as sanções relativas à restrição de liberdade não alcançarão parentes do autor do delito. GAB ERRADO. Seria o princípio da intranscendência da pena.

    INTRANSCENDÊNCIA DA PENA ----> A pena é imposta ao condenado, e somente a ele.

    INDIVIDUALIZAÇÃO DA PENA -----> A pena de cada infrator é individual, segundo a gravidade do crime cometido.

  • Pode sim , Até o limite do valor do patrimônio transferido.

    Principio da INTRANSCENDÊNCIA da Pena

    A reparação do dano não é uma pena e sim efeito da condenação, por isso pode ser estendida aos sucessores e contra eles executada, até o limite do valor do patrimônio transferido.

    Gab E

  • princípio da intranscendência da pena. gab. errado

  • Um adendo:

    Multa é um tipo de PENA.

    Reparação do dano é um efeito da condenação.

    Item: Errado.

  • GABARITO: ERRADO

    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

    XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido;

    FONTE: CF 1988

  • Dada a previsão constitucional de que nenhuma pena passará da pessoa do condenado a outrem, o ordenamento jurídico veda que obrigações de reparação de danos sejam estendidas aos sucessores do condenado. XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido; PRINCIPIO DA INTRANSCEDENCIA DA PENA/RESPONSABILIDADE PESSOAL.

  • PRINCIPIO DA INTRANSCENDÊNCIA DA PENA-Os efeitos penais não passa da pessoa do condenado,apenas os efeitos extrapenais que pode passa da pessoa do condenado e ser estendido aos sucessores,como obrigação de reparar o dano causado e o perdimento de bens.

  • Assertiva E

    Conforme determina o art. 5º, XLV, da Constituição.

    nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano ser, nos termos da lei, estendida aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido.

  • CF/ ART.5 XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido;

  • XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido;

  • Reparação de dano recai sobre o patrimônio e não sobre a pessoa, portanto é devido até o limite da transmissão dos bens.

  • A reparação pode ser estendida até o limite do patrimônio. Gabarito Errado.
  •             Inicialmente, cabe ressaltar que a questão versa sobre o princípio da intranscendência ou da pessoalidade, o qual está insculpido no artigo 5º, inciso XLV, Constituição Federal, bem como no artigo 5º, 3, Convenção Americana de Direitos Humanos, dispositivos que afirmam que a pena não poderá passar da pessoa do condenado.

                Neste ínterim, não importa se a pena é privativa de liberdade (reclusão, detenção ou prisão simples), restritiva de direitos (prestação de serviços à comunidade e interdição temporária de direitos) ou multa: em todos os casos a responsabilidade será sempre do condenado.

                Entretanto, é importante mencionar que há casos em que, em razão de um crime, a vítima sofra danos (materiais e/ou morais), de forma que, nos termos do artigo 91, incisos I e II, do Código Penal, além da pena privativa de liberdade, restritiva de direitos ou da aplicação de multa, o autor do crime também pode ser condenado à reparação do dano causado à vítima, ou à perda dos bens instrumentos do crime ou seu produto.

                 Para estas hipóteses, a parte final do artigo 5º, inciso XLV, CF/88, autoriza que, em caso de falecimento do condenado, os seus sucessores venham a arcar com a reparação de danos, em montante limitado ao valor do patrimônio transferido pelo condenado via herança. 

                 Portanto, a assertiva encontra-se errada, tendo em vista a parte final do artigo 5º, XLV, CF/88, que autoriza expressamente que obrigações de reparação de danos sejam estendidas aos sucessores do condenado.

    RESPOSTA: ERRADA

  • Se a pessoa tiver recebido patrimônio da pessoa condenada, ela responde até o limite recebido. E isso não ofende o principio constitucional, pois o herdeiro não responde com os seus bens.

  • Princípio da intranscendência:

    Pena de Multa x Reparação de dano

    Art. 5 CF XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens (...) isso não é pena!

    PENA DE MULTA NÃO PODE SER ESTENDIDA AOS SUCESSORES.

  • Gabarito: Errado.

    Dada a previsão constitucional de que nenhuma pena passará da pessoa do condenado a outrem, o ordenamento jurídico veda que obrigações de reparação de danos sejam estendidas aos sucessores do condenado.

    O ordenamento jurídico permite que tais obrigações sejam estendidas aos sucessores até o limite do valor do patrimônio transferido.

    Bons estudos.

  • ATÉ O LIMITE DA HERANÇA !

  • Exemplo simplificado para fixação:

    Se o chefe do crime foi preso e ele tem penas a pagar de homicídios, tráficos e etc que dão um total de ex: 100 anos ... nenhuma dessas penas poderão ser pagas ou passadas a um de seus familiares ou amigos pois o princípio da intranscendência de pena não o permite.

    Mais para reparação de danos sim atingirá todos os seus familiares herdeiros de bens para quitações de dívidas com o governo como segue o ex::

    A dívida será paga com o patrimônio transferido(Herança), ou seja, a pessoa falecida deixa bens móveis ou imóveis a seus sucessores (herdeiros) e quando transferidos serão automaticamente descontados os valores devido pelo falecido.

    Existem dois casos:

    Dívida menor que a herança subtração normal: para a quitação da dívida: Herança 800 mil, dívida com o governo 600 mil, logo a reparação de danos pegará a sua parcela de 600 mil, deixando assim aos herdeiros somente o valor de 200 mil;

     

    Dívida maior que o patrimônio (herança deixada)* Se o falecido deixa uma dívida ativa de 800 mil reais e o patrimônio total transferido aos herdeiros é de 600 mil, será descontado o total do patrimônio (600 mil) e morre a dívidanão serão cobrados os 200 mil restantes da dívida. É até o limite do valor do patrimônio transferido. 

    Fontes Comunidade qconcursos e JA.

  • Podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido

  • Até o limite das coisas herdadas!!!!

  • art. 5º, XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido

     

  • Até o limite da herança os sucessores são obrigados.

  • Reparaçao de dano nao é pena, entao pode perfeitamente estender-se aos sucessores. Tramita na esfera civel.

    CUIDADO: A multa tem natureza de pena e portanto nao pode ser estendida aos sucessores. A pena de multa é imposta no juizo criminal(penal) e apesar de constituir-se como valor pecuniario, nao tem relaçao com a obrigaçao de reparaçao de dano imposta no juizo civel.

  • A reparação ao dano se estende até o limite da herança, se o cara morre devendo 50 mil reais e tinha na conta só 5 mil, a divida será encerrada nos 5 e não passará a obrigação de pagar o restante para a família do falecido.

  • Errada

    XLV- Nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido.

  • ERRADA

    ATÉ O LIMITE DO PATRIMÔNIO TRANSFERIDO.

  • Cespe 2012

    Consoante o princípio da responsabilidade pessoal, nenhuma pena pode passar da pessoa do condenado, no entanto a obrigação de reparar o dano pode ser estendida a seus sucessores, até o limite do valor do patrimônio transferido.

  • Em 16/02/21 às 22:11, você respondeu a opção E.

    Você acertou!

    Em 19/12/20 às 21:36, você respondeu a opção C.

    Você errou!

    Glória a Deus!

  • GABARITO ERRADO

    CRFB/88: Art. 5º, XLV- Nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido.

    "É justo que muito custe o que muito vale".

  • GAB E

    O princípio da intranscendência da pena impede que os efeitos penais sejam estendidos para outras pessoas. Os efeitos penais da sentença penal condenatória devem ser cumpridos pelo condenado.

    Entretanto, os efeitos civis, como reparação de danos e perdimento de bens, podem ser estendidos aos sucessores no limite do patrimônio transferido.

    PDF GRAN

  • Gabarito: Errado

    CF/88

    Art. 5º XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido;

  • Errado.

    Nenhuma pena passará da pessoa do condenado (princípio da pessoalidade ou intranscendência da pena). Porém, podem a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido.

    Atenção: não confunda pena pecuniária com dever de ressarcimento. Em algumas hipóteses, a lei penal prevê que o crime será punido com sanção privativa de liberdade mais multa (exemplificando, no roubo, a pena é de 4 a 10 anos de reclusão, mais multa). Nessas hipóteses, mesmo a sanção pecuniária (multa) não se transmitirá aos herdeiros, exatamente porque também é pena.

  • gab e

    reparação de danos e perdimentos de bens se estendem ao sucessor.

  • Intranscendência da pena - ninguém HERDA A pena além do preso

    INDIVIDUALIZAÇÃO DA PENA. É QUE NEM C..... CADA UM TEM A SUA

  • Art. 5 CF XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido

  • GABARITO: ERRADO.

    Explicando com um linguajar mais simplório (SIMPLES) RSRS

    O princípio da intranscendência da pena veda que outras pessoas sejam punidas no lugar do infrator. Porém a reparação de dano não é pena e sim uma medida de responsabilização pecuniária por danos ocorridos no delito cometido. Logo, a reparação do dano poderá sim ser transferidas aos herdeiros até o valor do patrimônio transferido.

    A pena, JAMAIS.

    Deus ilumine a todos, já vencedores que aqui estão focando no que realmente importa, nessa vida passageira.

    Estudar e vencer.

  • A extensão da obrigação de reparar o dano, nesse caso, não viola ao princípio da intranscendência. Além disso, o fato de haver limitação de valor – até o valor do patrimônio transferido – impede que os familiares do condenado tenham que arcar com despesas superiores ao valor da herança deixada por este.

    • Politize
  • Dica para a PRF:

    • A multa (pena) não se estende á família, mas sim a reparação cível dos danos.
  • O ordenamento jurídico veda que obrigações de reparação de danos sejam estendidas aos sucessores do condenado.

    IG @cafejuridicobr

  • Até o limite do patrimônio transferido.

  • RESPEITADO O LIMÍTE DA ERANÇA.

    BORA E BORA.

  • GAB E

    O princípio da intranscendência da pena impede que os efeitos penais sejam estendidos para outras pessoas.

    Entretanto, os efeitos civis, como reparação de danos e perdimento de bens, podem ser estendidos aos sucessores no limite do patrimônio transferido.

    Pega a visão!!!!

  • Questão errada.

    De acordo com a CF/88, nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar

    o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra

    eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido (art. 5o, XLV, CF).

  • Tristeza é a professora dizer "Estou certa de que você marcou esse item como falso!", sendo que vc marcou vdd, acho que deu por hoje kkkkk

  • Para estas hipóteses, a parte final do artigo 5º, inciso XLV, CF/88, autoriza que, em caso de falecimento do condenado, os seus sucessores venham a arcar com a reparação de danos, em montante limitado ao valor do patrimônio transferido pelo condenado via herança. 

           Portanto, a assertiva encontra-se errada, tendo em vista a parte final do artigo 5º, XLV, CF/88, que autoriza expressamente que obrigações de reparação de danos sejam estendidas aos sucessores do condenado.

    RESPOSTA: ERRADA

  • A dívida será paga com o patrimônio transferido, ou seja, a pessoa falecida deixa bens móveis ou imóveis a seus sucessores (herdeiros) e quando transferidos serão automaticamente descontados os valores devido pelo falecido.

  • AFIRMATIVA ERRADA

    Nos termos do art. 5º, XLV, da CF, nenhuma pena passará da pessoa do condenadopodendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da leiestendidas aos sucessores e contra eles executadasaté o limite do valor do patrimônio transferido

  • A banca cobrou nesse caso a exceção!!

    Realmente a pena restritiva de direitos não passará da pessoa do condenado. Porém no que couber ressarcimento, seja ao erário ou ao particular, poderá sim, passar da pessoa do condenado.

  • ERRADA

    art. 5º, XLV, da CF, nenhuma pena passará da pessoa do condenadopodendo

    • a obrigação de reparar o dano e
    • a decretação do perdimento de bens

    ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadasaté o limite do valor do patrimônio transferido.

  • Isso está até mesmo na lei 8112/90.

    A obrigação de reparar o dano estende-se aos sucessores e contra eles será executada até o limite da herança recebida.

  • ERRADO

    O sucessor terá de reparar os danos até o limite do valor do patrimônio transferido.

    OBS: A pena de MULTA não se transfere para o sucessor.

  • - Princípio da INTRANSMISSIBILIDADE/ INTRANSCENDÊNCIA (responsabilidade pessoal do agente) ******: a pena NÃO PODE PASSAR DA PESSOA do condenado (art. 5°, XLV, CF: ’nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido’’.

    Os * são a quantidade de vezes que esse assunto apareceu no Cespe (até o momento, de acordo com as questões que fiz).

    @umamorpolicia é meu insta de estudos, se quiserem conhecer :)

  • Lembre-se que se o MITO conseguiu ser Presidente da RFB, VC pode ser delegado ou o que quiser ser.

    Sua vitória está perto!

  • O maior exemplo em contrário fora da CF está na Lei 8429/92 (Lei da Improbidade Administrativa).

    Gabarito: errado.

  • A questão erra ao afirmar a obrigação de reparar o dano

    não pode ser estendida aos sucessores do condenado.

    Esse é um desdobramento do princípio da

    intranscendência da pena, previsto na CF:

    Art. 5o (...)

    XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado,

    podendo a obrigação de reparar o dano e a

    decretação do perdimento de bens ser, nos termos

    da lei, estendidas aos sucessores e contra eles

    executadas, até o limite do valor do patrimônio

    transferido.

    Notem que, quando a CF diz que nenhuma pena passará

    da pessoa do condenado, quer dizer que as seguintes

    penas não poderão ser estendidas aos sucessores do

    condenado:

    a) privação ou restrição da liberdade;

    b) perda de bens;

    c) multa;

    d) prestação social alternativa;

    e) suspensão ou interdição de direitos.

    Logo, a obrigação de reparar o dano pode sim ser

    estendida ao sucessor do condenado.

    Atenção: Reparem que a obrigação de reparar o dano e

    a decretação do perdimento de bens, quando forem

    transmitidas e executadas contra os herdeiros do

    condenado não são ilimitadas. Só poderão ser

    executadas até o limite do valor do patrimônio

    transferido.

  • GAB: ERRADO

    Princípio da intranscendência ou da responsabilidade pessoal.

    • a pena (privativa de liberdade, restritiva de direito, multa) não passará da pessoa do condenado

    A obrigação de reparar o dano não tem natureza jurídica de pena, por isso pode se estender aos sucessores do condenado.

    Art. 5 CF XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido

  • GABARITO: ERRADO

    *ESSA QUESTÃO, RESPONDE A PERGUNTA.

    Ano: 2008 Banca: CESPE Órgão: PC-TO Prova: Delegado de Polícia

    Prevê a Constituição Federal que nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação de perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido. Referido dispositivo constitucional traduz o princípio da intranscendência. CERTO

  • É o que acontece com processo administrativo. Se a pessoa morrer e deixar o prejuízo caberá os sucessores pagar.

  • obrigação de reparação ao dano, estendidas aos sucessores até no limite do valor da herança

    GAB: E


ID
2798530
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Com relação aos direitos e às garantias fundamentais previstos na Constituição Federal de 1988, julgue o item a seguir.


Ainda que, em regra, inexista distinção entre brasileiros natos e naturalizados, o cargo de oficial das Forças Armadas só poderá ser exercido por brasileiro nato.

Alternativas
Comentários
  • CERTO

     

     

    VEJAM OUTRAS:

     

     

    Ano: 2011 Banca: CESPE Órgão: TRE-ES Prova: Técnico Judiciário - Área Administrativa

    Apenas o brasileiro nato poderá ser oficial das Forças Armadas.(C)

     

    -----------           --------------

     

    Ano: 2012 Banca: CESPE Órgão: Câmara dos Deputados Prova: Analista Legislativo

    O cargo de tenente do Exército somente pode ser ocupado por brasileiro nato.(C)

     

    -----------           -----------------

     

    Ano: 2011 Banca: CESPE Órgão: TJ-ES  Prova: Analista Judiciário - Área Administrativa

    Um brasileiro naturalizado pode exercer o cargo de coronel da polícia militar de um estado-membro.(C)

     

    Polícia Militar não é Forças Armadas, logo o naturalizado pode exercer tal cargo de oficial. CUIDADO!!!

     

     

     

    Bons estudos !!!!!!!!!!!!

  • § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa

  • Art. 12.  

    § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

    § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa

    alternativa: certa

  • CONFORME ART 12 §3º DA CF,  " SÃO PRIVATIVOS DE BRASILEIRO NATO OS CARGOS:

    VI- DE OFICIAL DAS FORÇAS ARMADAS."

  • GABARITO CERTO

     

    Art. 12  CF § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

     

    SÃO PRIVATIVOS DE BRASILEIRO NATO :

    BIZU : MP5.COM:

    Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Presidente e Vice da República 

    Presidente do Senado Federal

    Presidente da Câmara dos Deputados

    Presidente do CNJ (O presidente do CNJ é o Presidente do STF);

    Presidente do TSE (O presidente do TSE é ministro do STF).

    Carreira Diplomática

    Oficial das Forças Armadas

    Ministro de Estado da Defesa

     

     

     

    ____________________________________

     

     

    Acesse o link abaixo, tem vário mapas mentais, só imagens. Acesse a pasta de DIREITO CONSTITUCIONAL – NACIONALIDADE. Caso queira fazer o download em PDF e imprimir, chama no email: concurseiroomega@gmail.com.

     

    https://drive.google.com/drive/folders/0B007fXT7tjXfX3pDRVVKM1NURXM?usp=sharing

     

    ___________________________________

     

    O que queremos? Tomar posse.

    E quando queremos? É irrelevante.

     

  • "Ainda que, em regra, inexista distinção entre brasileiros natos e naturalizados..."

    Eu sei que a norma constitucional prevê distinções. Logo, considero que a regra é que existem algumas distinções.

  • CARGOS PRIVATIVOS DE BRASILEIROS NATOS

     

    MP3
    Ministro do Supremo Tribunal Federal;
    Presidente e Vice-Presidente da República;
    Presidente da Câmara dos Deputados;
    Presidente do Senado Federal;

     

    COM 
    Carreira diplomática;
    Oficial das Forças Armadas.
    Ministro de Estado da Defesa

  • CERTO

     

    Os cargos privativos de brasileiros natos são exemplos de norma de eficácia contida, pois tem seu alcance restringido. São elencados, na CF, de forma taxativa.

  • CERTO

     

    > A regra é de que não haja distinção entre brasileiros natos e naturalizados.

    > As exceções são os casos previstos na própria Constituição e já mencionadas pelos colegas.

     

    Art. 12, §2º (A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição)

  • Gab Certa

     

    Art 12°, §2°- A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição. 

     

    MP3.COM

     

    Ministros do STF

    Presidente e Vice da República

    Presidente da Câmara

    Presidente do Senado Federal

    Carreira diplomática

    Oficial das forças armadas

    Ministro de Estado de Defesa. 

  • Art.12, §3° da mãe de todas as leis CF/88.

    CARGOS privativos de brasileiro NATO:

    §3° (...) VI - de Oficial das Forças Armadas (Exercito, Aeronáutica e Marinha)

  • Cargos privativos de brasileiro nato: i) Presidente da República; ii) Vice-Presidente da República; iii) Presidente da Câmara dos Deputados; iv) Presidente do Senado Federal; v) Ministros do STF; vi) oficial das Forças Armadas; vii) carreira diplomática; viii) Ministro de Estado da Defesa.

  • CERTO

     

    Cargos privativos de brasileiros natos:

     

    - Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)

    - Ministro de Estado da Defesa

    - Presidente da Câmara dos Deputados

    - Presidente do Senado Federal

    - Presidente da República

    - Vice Presidente da República

    - Oficial das Forças Armadas

    - Carreira Diplomática

     

     

    Fonte: Aulas do profº Aragonê Fernandes

  • Pessoal, esse bizu é suficiente pra acertar qualquer questão sobre cargos privativos de brasileiro nato:

    MP3.COM

    M - Ministro da defesa

    P3 - Os presidentes da Câmara, do Senado e da República + vice

    C - Carreira Diplomática

    O - Oficial das forças armadas

    M - Ministros do STF

  • Questão correta, outra semelhantes ajudam, vejam:

     

     

    Prova: Técnico Judiciário - Área Administrativa; Ano: 2011;Banca: CESPE;Órgão: TRE-ES; Direito Constitucional  Direitos da Nacionalidade

    Apenas o brasileiro nato poderá ser oficial das Forças Armadas.

    GABARITO: CERTA

     

     

    Prova: Professor - Direito;  Ano: 2011; Banca: CESPE;Órgão: IFB - Direito Constitucional - Direitos da Nacionalidade

    Cargos relativos à carreira diplomática e ao oficialato das Forças Armadas são privativos de brasileiros natos.

    GABARITO: CERTA

     

     

    Prova: Perito Criminal Federal - Conhecimentos Básicos - Todas as Áreas; Ano: 2018;Banca: CESPE; Órgão: Polícia Federal - Direito Constitucional Direitos da Nacionalidade(+ provas)

    Ainda que, em regra, inexista distinção entre brasileiros natos e naturalizados, o cargo de oficial das Forças Armadas só poderá ser exercido por brasileiro nato.
    GABARITO: CERTA

  • Constituição Federal!


    § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.


    MP3.COM

      § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa 

    Bons estudos!

  • Ainda que, em regra, inexista distinção entre brasileiros natos e naturalizados, o cargo de oficial das Forças Armadas só poderá ser exercido por brasileiro nato.

     

    Os cargos privativos já são uma forma de distinguir natos e naturalizados. Não faz o menor sentido essa afirmação.

  • CARGOS PRIVATIVOS DE BRASILEIROS NATOS

     

    MP3
    Ministro do Supremo Tribunal Federal;
    Presidente e Vice-Presidente da República;
    Presidente da Câmara dos Deputados;
    Presidente do Senado Federal;

     

    COM 
    Carreira diplomática;
    Oficial das Forças Armadas( Marinha, Exército, Aeronaútica).Ano: 2011 Banca: CESPE Órgão: TJ-ES  Prova: Analista Judiciário - Área Administrativa Um brasileiro naturalizado pode exercer o cargo de coronel da polícia militar de um estado-membro.(C)PM/BM não são Forças Armadas, logo o naturalizado pode exercer tal cargo de oficial. CUIDADO!!!

    Ministro de Estado da Defesa

    ART. 89, VII, DA CF.

    Conselho da República( seis cidadãos brasileiros natos )

    ART. 222, CAPUT, DA CF.

    Proprietário:

    De empresa jornalística ( JORNAL, impreso ou digital)

    De radiofusão sonora ( RÁDIO )

    De sons e imagens ( TV )

     

  • CORRETA

    Art. 12, CR/88 :

    § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

    § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa

  • Ainda que, em regra, inexista distinção entre brasileiros natos e naturalizados? C/E

     

  • Fiquei admirado com o nível das questões de D. Constitucional nessa prova da PF.

  • Certo


    Os brasileiros natos e os naturalizados devem ser tratados com isonomia.


    São privativos de brasileiros nato os cargos:


                                                                 i.     De Presidente e Vice-Presidente da República;

                                                               ii.     De Presidente da Câmara dos Deputados;

                                                             iii.     De Presidente do Senado Federal;

                                                             iv.     De Ministro do Supremo Tribunal Federal;

                                                               v.     Da carreira diplomática;

                                                             vi.     De oficial das Forças Armadas;

                                                           vii.     De ministros de Estado da Defesa.


    Lista taxativa, quem não está na lista não precisa ser brasileiro nato.


  • CERTA

     

    Art. 12 CF § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

     

    SÃO PRIVATIVOS DE BRASILEIRO NATO :

    MACETE : MP3.COM:

    Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Presidente e Vice da República 

    Presidente do Senado Federal

    Presidente da Câmara dos Deputados

    Carreira Diplomática

    Oficial das Forças Armadas

    Ministro de Estado da Defesa

    Além de:

    Art. 103-B ->Presidente do CNJ (O presidente do CNJ é o Presidente do STF);

    Art. 119,Parágrafo único-> Presidente e vice do TSE (O presidente e o vice do TSE são ministros do STF);

    Presidente do Conselho da República e do Conselho de Defesa Nacional ( Presidente da República)

    06 cidadãos brasileiros do Conselho da República-> Natos


    Abraços!!!

  • Ainda que, em regra, inexista distinção entre brasileiros natos e naturalizados, o cargo de oficial das Forças Armadas só poderá ser exercido por brasileiro nato. A questão em si dá 2 interpretações ou seja, se existe ou não cargos privativos de brasilçeiro nato ou se o cargo de oficial das forças armadas só poderá ser exercido por brasileiro nato.... Assim fica complicado né!

  • Outra questão que complementa

     

    Ano: 2018   Banca: Quadrix   Órgão: CRM-DF  Prova: Serviço Administrativo  

     

    Acerca dos direitos e das garantias fundamentais na CF, julgue o próximo item.

     

    Somente a CF estabelece as distinções possíveis entre brasileiros natos e naturalizados, vedada a discriminação pela lei.

     

    CERTO

  • Cargos Privativos de Brasileiros natos:

    MACETE:

    MP3.COM

    M - Ministro da defesa

    P3 - Os presidentes da Câmara, do Senado e da República + vice

    C - Carreira Diplomática

    - Oficial das forças armadas

    M - Ministros do STF


    Galera fiz um INSTAGRAM, e disponibilizo mapas mentais (feitos a mão), de acordo com o que é mais cobrado nas provas de concursos, de diversos assuntos para ajudar na revisão das matérias:

    Segue la: @mapasmentaiscriativos

    Link: https://www.instagram.com/mapasmentaiscriativos/?hl=pt-br



  • Cargos Privativos de Brasileiros natos:

    MACETE:

    MP3.COM

    M - Ministro da defesa

    P3 - Os presidentes da Câmara, do Senado e da República + vice

    C - Carreira Diplomática

    - Oficial das forças armadas

    M - Ministros do STF


    Galera fiz um INSTAGRAM, e disponibilizo mapas mentais (feitos a mão), de acordo com o que é mais cobrado nas provas de concursos, de diversos assuntos para ajudar na revisão das matérias:

    Segue la: @mapasmentaiscriativos

    Link: https://www.instagram.com/mapasmentaiscriativos/?hl=pt-br



  • Gabarito: CERTO


    Lembrando...


    => Senadores e Deputados Federais NÃO precisarão ser Brasileiros natos, mas APENAS OS PRESIDENTES DA RESPECTIVAS CASAS (SENADO E CÂMARA DOS DEPUTADOS);

    => O Ministro da Defesa é o ÚNICO MINISTRO DE ESTADO que precisará ser brasileiro nato;

    => Os Portugueses equiparados recebem tratamento de brasileiros naturalizados e, por isso, NÃO PODERÃO OCUPAR CARGOS PRIVATIVOS DE BRASILEIROS NATOS.

  • a questão pede "Com relação aos direitos e às garantias fundamentais previstos na Constituição Federal de 1988" e diz "ainda que em regra inexista " quer dizer q a regra é a lei? vai entender esses elaboradores.

  • MP3.COM

    OFICIAL DAS FORÇAS ARMADAS

  • Velho bizu do MP3.COM

    Art. 12  CF § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

     

    SÃO PRIVATIVOS DE BRASILEIRO NATO :

    MACETE : MP3.COM:

    Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Presidente e Vice da República 

    Presidente do Senado Federal

    Presidente da Câmara dos Deputados

    Carreira Diplomática

    Oficial das Forças Armadas

    Ministro de Estado da Defesa

    Além de: dica de ouro.

    Presidente do CNJ (O presidente do CNJ é o Presidente do STF);

    Presidente do TSE (O presidente do TSE é ministro do STF).

     

    Presidente do Conselho da República e do Conselho de Defesa Nacional ( Presidente da República)

    06 cidadãos brasileiros do Conselho da República-> Natos

  • Agora entendi " em regra".

  • § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa 

  • Art. 12 CF § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.


    § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa



    Roger Voga

  • A CF faz distinção sim entre brasileiros natos e naturalizados, a lei é que inexiste distinção. Questão que caberia recurso.

  • A regra no texto constitucional é a não distinção entre brasileiro nato e naturalizado. A exceção está prevista taxativamente na própria Constituição. Sempre precisamos ficar atentos ao que pede a banca examinadora. A leitura mais acurada do enunciado certamente ajudará na resolução correta da questão.

  •  3º São privativos de brasileiro nato os cargo

    X-oficial das Forças Armada

  • EXTRA: brasileiro naturalizado pode ser oficial da Polícia Militar de qualquer dos Estados.

    Afinal, as PM´s são forças auxiliares.

  • São privativos de Brasileiro nato : MP3. COM

    Presidente e vice presidente da república

    Presidente da câmara dos deputados

    Presidente do Senado Federal

    Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Carreiras Diplomáticas

    Oficial das Forças armadas

    ministro de Estado e Defesa

    Não pense no fracasso, encista que a vitória chega!!!

  • Indiquem para comentário!

  • Art. 12 CF § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

     

    SÃO PRIVATIVOS DE BRASILEIRO NATO :

    MACETE : MP3.COM:

    Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Presidente e Vice da República 

    Presidente do Senado Federal

    Presidente da Câmara dos Deputados

    Carreira Diplomática

    Oficial das Forças Armadas

    Ministro de Estado da Defesa

    Além de:

    Presidente do CNJ (O presidente do CNJ é o Presidente do STF);

    Presidente do TSE (O presidente do TSE é ministro do STF).

  • Art. 12. São brasileiros:

    .

    .

    .

    § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa

    Basta lembrar do famoso mnemônico MP3.COM

  • ''inexista'' me quebrou kkkkkkk

  • minemonica MP3.COM

  • Acertei, mas inexista me deixou com duvida

  • REGRA: não há tratamento diferenciado entre nato e naturalizado

    Como toda regra há exceção são elas referente à extradição, a cargos privativos de brasileiros natos, funções de cidadãos no conselho da república, propriedade de empresa jornalística e o cancelamento da naturalização.

    GAB Certo

  • Ainda que, em regra, inexista distinção entre brasileiros natos e naturalizados, o cargo de oficial das Forças Armadas só poderá ser exercido por brasileiro nato.

    O pulo do gato ta ai, esse trecho pode deixar alguns com dúvidas porem está correta a assertiva.

    Art. 12 CF § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

    MP3.COM

    M  - Ministro da defesa

    P3 - Os presidentes da Câmara, do Senado e da República + vices

    C  - Carreira Diplomática

    - Oficial das forças armadas

    M  - Ministros do STF

  • Só o futebol que é extremamente" democrático".

  • Esqueçam o macete MP3.com

    Basta lembrar que todos o presidente da republica precisa ser NATO e que todos os cargos listados estão na linha de sucessão presidencial.

    A exceção fica por conta do ministro da defesa e oficial das forças armadas. Neste caso, faça a pergunta: faz sentido entregar uma posição estratégica de defesa e soberania nacional para um brasileiro naturalizado? Claro que nao!

  • Cespe sempre inventando. A constituição apresenta distinção sim. Deveria ser assim a pergunta: não existe distinção em lei para nato e naturalizado.,,,
  • Cargos privativos: Brasileiro nato é só pra Presidente, e seus possíveis substitutos (Vice-Presidente, Presidente da Câmara, Presidente do Senado e Ministros do STF - nesta ordem de sucessão); militares e seu chefe (Ministro de Estado da Defesa); diplomatas.

  • Somente a CF poderá colocar csos de distinção

    § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

  • Brasileiro nato

    a) nascido no Brasil;

    b) nascido no estrangeiro, de pai ou mãe BR desde que estejam a serviço do Brasil;

    c) Nascidos no estrangeiro, desde que registrado em órgão competente não precisa de está a SERVIÇO DO PAÍS basta que faça o registro no órgão.

    d) Nascidos no estrangeiro, desde que depois da maioridade venha a optar e residir no Brasil (naturalidade potestativa) termo usado nas provas de prova

    João (alemão) está com sua esposa Flavia (Japão) ambos estão no Brasil. João está a serviço dos JAPONESES e sua mulher tem seu filho, chamado alex, aqui no Brasil é correto afirma que alex será brasileiro NATO: CERTO

    A questão está correta, porque para que Alex seja brasileiro naturalizado João ou Flavia NECESSARIAMENTE tem que está a serviço de SEU PAÍS

    Estrangeiro que resida no Brasilmais de 15 anos ininterrupto e sem condenação penal poderá após requerimento ser um brasileiro NATURALIZADO , e nessa condição , candidatar-se a deputado Federal ou Senador, mas se eleito, estará impedido de prescindi a casa legislativa a qual pertence. CORRETO

    Naturalizados

    a)De países de língua portuguesa: 1 ano ininterrupto + idoneidade moral (é um ato discricionário);

    b)De outros países: 15 anos interruptos + sem condenação. penal (é um ato vinculado).

  • CORRETA!

    SÃO CARGOS PRIVATIVOS DE BRASILEIRO NATO:

    LINHA SUCESSÓRIA DA PRESIDÊNCIA

    Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Presidente e Vice da República 

    Presidente do Senado Federal

    Presidente da Câmara dos Deputados

    SEGURANÇA

    Carreira Diplomática

    Oficial das Forças Armadas

    Ministro de Estado da Defesa

    MNEMÔNICO: MP3.COM

    Além de:

    Presidente do CNJ (O presidente do CNJ é o Presidente do STF);

    Presidente do TSE (O presidente do TSE é ministro do STF).

    Proprietário de Empresa de Radiofusão, sons e imagens.

    Bons estudos!

  • Art. 12: §2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição. § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos: I - de Presidente e Vice-Presidente da República; II - de Presidente da Câmara dos Deputados; III - de Presidente do Senado Federal; IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal; V - da carreira diplomática; VI - de oficial das Forças Armadas. VII - de Ministro de Estado da Defesa 

    Dica de memorização: MP3.COM 

  • Gab Certa

    Cargos privativos de Brasileiros Natos: MP3.COM

    Ministro do STF

    Presidente e vice presidente da república

    Presidente da câmara

    Presidente do Senado

    Carreira diplomática

    Oficial das forças armadas

    Ministro de estado da defesa.

    OBS: Presidente do CNJ que é o Presidente do STF.

    OBS: Presidente do TSE que é ministro do STF.

  • M: MINISTROS DO STF

    P3: PRESIDENTE DA CD/ PRESIDENTE DO SENADO/ PRESIDENTE DA REPÚBLICA E VICE

    C: CARREIRAS DIPLOMÁTICAS

    O: OFICIAIS DAS FORÇAS ARMADAS

    M: MINISTRO DA DEFESA

    NÃO ESQUEÇAM DO C T

    PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA- PRESIDENTE DO STF

    PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL- MINISTRO DO STF

  • Serio?

    Nao existe diferenca entre nato e naturalizado?

    E as regras de extradição? ?? Nao sao direitos diferentes?

    Cespe é uma 10graciada

  • "EM REGRA"! Atenção!!
  • Ainda que, em regra, inexista distinção entre brasileiros natos e naturalizados ?

    aí vc escorrega, Cespe que fala né ?

  • CORRETA

    Art. 12. São brasileiros:

    (...)

    § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

    Lei Infraconstitucional: não pode estabelecer diferenciações entre BR Nato e Naturalizado.

    .

    A Constituição Federal: pode estabelecer essas diferenças. (Exemplos: Art. 12, § 3º e § 4º , II + Art. 5, LI)

    -----

    O termo "em regra" resume a possibilidade de haver distinções desde que as estipuladas na Constituição.

    ---

    Ano: 2001 Banca: FCC - TRF 1ª Região

    A regra é que a lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, mas a própria Constituição Federal excepciona casos em que o cargo público só pode ser ocupado por brasileiro nato, como ocorre, dentre outros, com o de:

    c) Oficial das Forças Armadas. Q31141

  • SÃO PRIVATIVOS DE BRASILEIRO NATO :

    MACETE : MP3.COM:

    Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Presidente e Vice da República 

    Presidente do Senado Federal

    Presidente da Câmara dos Deputados

    Carreira Diplomática

    Oficial das Forças Armadas

    Ministro de Estado da Defesa

    Além de:

    Presidente do CNJ (O presidente do CNJ é o Presidente do STF);

    Presidente do TSE (O presidente do TSE é ministro do STF).

  • Galera, não faz sentido todo mundo ficar comentando a mesma coisa. Pra que isso?

  • § 2o A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

    § 3o São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa

  • Galera erra de bobeira na interpretação de texto. EM REGRA significa que há exceções.

    10 sinônimos de em regra para 1 sentido da expressão em regra: Geralmente: 1 via de regra, geralmente, usualmente, comumente, na generalidade, na maior parte dos casos, por via de regra, quase sempre, em geral, normalmente.

  • Complementando: Além dos 6 (seis) membros do Conselho da República que devem ser brasileiros natos.

  • GABARITO: CERTO

    CAPÍTULO III

    DA NACIONALIDADE

    Art. 12. § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

    § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa  

    FONTE: CF 1988

  • Se isso não for uma distinção, eu sei o que é .kk

  • Embora eu tenha acertado, mas essa questão e MALDOSA DEMAIS.

    Em regra, INEXISTA DISTINÇÃO...... E obvio que existe distinção.

  • Gab Certa

    Em regra a lei não poderá fazer distinção entre natos e naturalizados, somente a Constituição, que assim o faz quando diz quais cargos devem ser privativos de natos. MP3.COM

    Ministro do STF

    Presidente e vice

    Presidente da Câmara

    Presidente do Senado

    Carreira diplomática

    Oficial das forças armadas

    Ministro da defesa.

  • Minha contribuição.

    CF/88

    Art.12

    § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa 

    Abraço!!!

  • Segundo o Artigo 12, parágrafo segundo da CF, é privativo de brasileiro os 7 cargos abaixo:

    1º Presidente e Vice-presidente da república;

    2º Presidente da Câmara dos Deputados;

    3º Presidente do Senado Federal;

    4º Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    5º Carreira Diplomática

    6º Oficial das forças armadas

    7º Ministro de Estado da Defesa.

  • Também entendo que há distinção entre brasileiro nato e naturalizado. Não sei porque errei a questão.

  • Se não houvesse distinção, alguns cargos não seriam privativos de brasileiros naturais né... Mas com a banca CESPE, é errando e aprendendo :X

  • (Art.12, § 2º,CF/88) A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

  • MP3.COM - ART. 12, §3º da CF.

  • A banca colocou o em regra porque brasileiros natos e naturalizados serão iguais, ou seja, isonomia, podendo ocorrer distinções (e há) na CF. Lembrando que só ela pode fazer distinções, se lei fizer, será inconstucional, como já foi colocado pela galera nos comentários.
  • Ainda que, em regra, inexista distinção entre brasileiros natos e naturalizados, o cargo de oficial das Forças Armadas só poderá ser exercido por brasileiro nato.

    interprete o que a questão QUER: o cargo de oficial das Forças Armadas só poderá ser exercido por brasileiro nato.

    E até onde eu saiba existe a distinção SIM, né atoa que tem NATURALIZADO e NATO '-' kkkk CESPE

    GAB: CERTO

  • SÃO PRIVATIVOS DE BRASILEIRO NATO :

    MACETE : MP3.COM:

    Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Presidente e Vice da República 

    Presidente do Senado Federal

    Presidente da Câmara dos Deputados

    Carreira Diplomática

    Oficial das Forças Armadas

    Ministro de Estado da Defesa

    Além de:

    Presidente do CNJ (O presidente do CNJ é o Presidente do STF);

    Presidente do TSE (O presidente do TSE é ministro do STF).

  • Art. 12 CF § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

    MP3.COM

    M - Ministro da defesa

    P3 - Os presidentes da Câmara, do Senado e da República + vices

     - Carreira Diplomática

    O  - Oficial das forças armadas

     - Ministros do STF

  • SÃO PRIVATIVOS DE BRASILEIRO NATO :

    MACETE : MP3.COM:

    Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Presidente e Vice da República 

    Presidente do Senado Federal

    Presidente da Câmara dos Deputados

    Carreira Diplomática

    Oficial das Forças Armadas

    Ministro de Estado da Defesa

    Além de:

    Presidente do CNJ (O presidente do CNJ é o Presidente do STF);

    Presidente do TSE (O presidente do TSE é ministro do STF).

  • Questão confusa quanto a "inexistência" de distinção entre brasileiro nato e naturalizado, até porque existe sim, 5 distinções entre eles. Sobre o cargo de oficial das forças armadas, corretíssimo!

  • Inicialmente, é importante que sejam feitas considerações a respeito do tema “nacionalidade".

               
    Em síntese, nacionalidade consubstancia-se no vínculo jurídico-político que liga o indivíduo a um determinado Estado, ou seja, que faz desse indivíduo um integrante da dimensão pessoal de seu Estado. Os direitos da nacionalidade possuem natureza jurídica de direito público, considerados normas materialmente constitucionais.

                No que tange às espécies de nacionalidades, temos a divisão entre nacionalidade primária/originária (é aquela que advém de um fato natural, o nascimento, quando denominaremos brasileiro nato) e nacionalidade secundária/derivada (é aquela que surge de um fato volitivo, ato de vontade em adquirir a nacionalidade, situação em que teremos o brasileiro naturalizado).

                É importante destacar que segundo o art 12, §2º, CF/88, embasando-se no princípio da igualdade, é vedada a distinção entre brasileiros natos e naturalizados. Contudo, este mesmo diploma legal traz, de forma expressa, determinadas exceção, as quais, vale salientar, serão as únicas hipóteses possíveis de tratamento diferenciado e dizem respeito a cargos, função, extradição e propriedade de empresa jornalística e de radiodifusão sonora de sons e imagens. Vejamos:

    1) Art.12, §3º, CF/88

    § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa.

                Aqui se justifica a diferenciação devido a questões estratégicas de segurança nacional, bem como envolvendo a linha sucessória do Presidente da República.

    2) Art.89, VII, CF/88

                Hipótese relativa ao Conselho da República, que é órgão de consulta do Presidente da República. É importante registrar que apesar da exigência de 06 brasileiros natos, é possível que exista brasileiro naturalizado compondo tal órgão.

    3) Art.5º, LI, CF/88

                Esta hipótese relaciona-se com a extradição, em que o brasileiro nato jamais poderá ser extraditado; o naturalizado, por sua vez, poderá em caso de crime comum praticado antes da naturalização, ou por crime de tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins praticando antes ou depois da naturalização.

    4) Art. 222, CF/88   

                Refere-se a propriedade de empresa jornalística e de radiodifusão sonora e de sons e imagens, que será privativa de brasileiros natos ou naturalizados há mais de 10 anos, ou de pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sede no país.

                Apenas a título de complementação, oportuna se faz a menção do julgado do STF HC (MC) nº 83.113/DF, Rel. Min. Celso de Mello, J.26.06.2003, DJ29.08.2003, quando uma brasileira nata que se naturalizou americana foi acusada do cometimento de um homicídio no exterior e fugiu para o Brasil, com o objetivo de não responder perante a lei americana. Neste julgamento restou consignado que houve a perda da nacionalidade originária (brasileira) em procedimento administrativo regular, hipótese constitucionalmente prevista, e, por isso, denegação o pedido de HC.

    RESPOSTA: CERTO

  • ☠️ GABARITO CERTO ☠️

    Art. 12 CF § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

     

    SÃO PRIVATIVOS DE BRASILEIRO NATO :

    MACETE : MP3.COM:

    Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Presidente e Vice da República 

    Presidente do Senado Federal

    Presidente da Câmara dos Deputados

    Carreira Diplomática

    Oficial das Forças Armadas

    Ministro de Estado da Defesa

  • Pessoal. O item está CERTO. É necessário que você conheça o art. 12, §3º, inciso VI, da CF/88, reproduzido a seguir:são privativos de brasileiro nato os cargos: de oficial das Forças Armadas”.

    Resposta: CERTO

  • CERTO

  • Certo!

     Oficial das forças armadas

  • nossa que vacilo, fui tão confiante que errei a questão, confunfi o NATO com NATURALIZADO

  • Uma questão simples, mas a "cespe e/ou cebraspe" a torna bem complicada!

    CERTA, pois pode a ver distinção entre brasileiros natos e naturalizados conforme art.12 da CF em seu paragrafo 2.

  • MP3.COM:

    Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Presidente e Vice da República 

    Presidente do Senado Federal

    Presidente da Câmara dos Deputados

    Carreira Diplomática

    Oficial das Forças Armadas

    Ministro de Estado da Defesa

  • Confundi com comandante.

  • Gabarito: Certo.

    Cuidado, o "EM REGRA" que torna a questão correta, pois há exceções que os distinguem.

    Se não houvesse esse "em regra", a questão estaria errada.

  • Cargos que envolvem a Segurança Nacional.

    ''.COM''

    Carreira Diplomática;

    Oficial das Forças Armadas;

    Ministro de Estado da Defesa;

    Perseverança!

  • DICA: Apenas a CF/88 pode criar distinções entre brasileiro NATO e NATURALIZADO!

  • Correto, LoreDamasceno.

    A regra não distinção, mas existem exceções no caso de exercer por exemplo certos cargos.

    LoreDamasceno, seja forte e corajosa.

  • Certa

    MP3.COM

    Ministros do STF

    Presidente e vice da República

    Presidente do Senado

    Presidente da Câmara

    Carreira diplomática

    Oficial das forças armadas

    Ministro de defesa.

  • entendi errado, "inexista", pensei que estava errado pois na cf existem..

  • Eu não entendi essa palavra inexista.

  • OBS: A lei não pode fazer distinção entre brasileiro nato e naturalizado, somente a CF.

  • Qual a pretensão de um não nascido no Brasil resguardar o país de ataques estrangeiros ? Tem que ser brasileiro nato para ter uma maior confiança de que não seremos traídos.

  • EM REGRA, inexistem distinções.. o que há são EXCEÇÕES!!

  • Art. 12, § 3º da CF: São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa. 

    OBS: A lei não pode fazer distinção entre brasileiro nato e naturalizado, somente a CF.

    OBS: Como regra não há distinção entre nato e naturalizado. As hipóteses que existem são EXCEÇÕES.

  • CARGO PRIVATIVO DE BRASILEIRO NATO: MP3.COM

    MINISTROS DO STF

    PRESIDENTE E VICE DA REP

    PRESIDENTE CAMARA

    PRESIDENTE SENADO

    CARREIRAS DIPLOMATICAS

    OFICIAIS FORÇAS ARMADAS

    MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA

    ATENÇÃO!!!

    PRESIDENTE DO CNJ TAMBÉM É PRIVATIVO DE BRASILEIRO NATO, POIS ESTE É PRESIDIDO POR UM MINISTRO DO STF.

  • GABARITO CORRETO

    Macete para os cargos privativos de brasileiros natos: MP3.COM

    Ministro da Defesa

    PR e V-PR

    Presidente da Câmara dos Deputados (mas pode ser deputado federal ou estadual)

    Presidente do Senado Federal (mas pode ser senador)

    Carreira diplomática

    Oficial das forças armadas (naturalizado pode ser oficial da PM, pois são forças auxiliares)

    Ministro do STF

     “Se você quer ser bem-sucedido precisa de dedicação total, buscar seu último limite e dar o melhor de si mesmo” – Ayrton Senna do Brasil

  • CARGO PRIVATIVO DE BRASILEIRO NATO: MP3.COM

    MINISTROS DO STF -> PRESIDENTE DO CNJ, PRESIDENTE DO STF, PRESIDENTE DO T.S.E, VICE-PRESIDENTE DO T.S.E = apenas para brasileiro nato!

    PRESIDENTE E VICE DA REPÚBLICA

    PRESIDENTE CAMARA DOS DEPUTADOS

    PRESIDENTE SENADO FEDERAL

    CARREIRAS DIPLOMATICAS

    OFICIAIS FORÇAS ARMADAS

    MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA

  • GABARITO CERTO

    Para lembrar os cargos privativos de brasileiros natos é só lembrar de MP3.COM

    Ministro da Defesa

    PR e V-PR

    Presidente da Câmara dos Deputados (mas pode ser deputado federal ou estadual)

    Presidente do Senado Federal (mas pode ser senador)

    Carreira diplomática

    Oficial das forças armadas (naturalizado pode ser oficial da PM, pois são forças auxiliares)

    Ministro do STF

    Bons estudos!

  • obs: "praças" podem ser naturalizados (praça = soldado/cabo)

  • Gabarito : CERTO

    MP3.COM

    M - Ministro da defesa

    P3 - Os presidentes da Câmara, do Senado e da República + vice

    C - Carreira Diplomática

    - Oficial das forças armadas

    M - Ministros do STF

    Além disso , temos :

    Presidente do CNJ (O presidente do CNJ é o Presidente do STF);

    Presidente do TSE (O presidente do TSE é ministro do STF).

     

    Presidente do Conselho da República e do Conselho de Defesa Nacional ( Presidente da República)

    06 cidadãos brasileiros do Conselho da República-> Natos

  • Com relação aos direitos e às garantias fundamentais previstos na Constituição Federal de 1988, é correto afirmar que: Ainda que, em regra, inexista distinção entre brasileiros natos e naturalizados, o cargo de oficial das Forças Armadas só poderá ser exercido por brasileiro nato.

  • Exato, alguns cargos só podem ser ocupados por brasileiros natos, como por exemplo:

    Presidente e Vice-Presidente da república

    Presidente da câmara dos deputados

    Presidente do Senado Federal

    Diplomata

    Oficial das forças armadas

    Ministro do STF.

    Vale salientar que brasileiro naturalizado, pode ocupar o cargo de Oficial da PM, pois se trata de força auxiliar.

  • Como que eu acertei essa questão antes de ver a matéria e erre após ver a matéria?

  • Gabarito: Certo

    CF/88

    Art. 12

    § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa.

  • mp3.com

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República; II - de Presidente da Câmara dos Deputados; III - de Presidente do Senado Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa.  

  • Aos não assinantes, gabarito CORRETO.

    A questão possui diversos comentários dos nossos colegas, quase todos explicando o porquê do gabarito da assertiva, não há o que eu possa acrescentar.

    Aproveito e lhes convido a conhecer o GRUPO DE APOIO AO CONCURSEIRO (GAC). O GAC é um projeto novo totalmente independente que visa ajudar o concurseiro nessa jornada, quase sempre exaustiva, que é passar num concurso público. O GAC, por meio de plataformas online, buscará fornecer ao concurseiro dicas, conteúdos e informações relevantes relacionados aos concursos públicos, principalmente voltados às CARREIRAS POLICIAIS. Também serão fornecidos conteúdos ligados as atividades policiais.

    O principal objetivo do GAC é, de forma TOTALMENTE GRATUITA, disseminar conhecimento.

    O projeto sempre contará com o "feedback" de quem o acompanha, estando aberto a sugestões, elogios e críticas.

    SIGA O GAC NO INSTAGRAM: @grupodeapoioaoconcurseiro

  • inexistir é sacanagem viu...

  • Ainda que, em regra, inexista distinção entre brasileiros natos e naturalizados, ISSO AQUI TA CERTO?

  • CF88, Art.12 - § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos (MP3.COM)

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República (Art. 12,§3º, I, CF/88); 

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados (Art. 12,§3º, II, CF/88); 

    III - de Presidente do Senado Federal (Art. 12,§3º, III, CF/88).; 

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal (são 11) (Art. 12,§3º, IV, CF/88); 

    V - da carreira diplomática (Art. 12,§3º, V, CF/88).; 

    VI - de oficial das Forças Armadas (Art. 12,§3º, VI, CF/88); 

    VII - de Ministro de Estado da Defesa (Art. 12,§3º, VII, CF/88). 

    Ou MP5.COM   ͢ (+ 2 P): 

    P- Presidente e Vice do Conselho Nacional de Justiça (Art. 103-B,§1º, CF/88) → cargos ocupados por MST (Art. 12,§3º, IV, CF/88); 

    P- Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (Art. 119, PU, CF/88) → cargos ocupados por MST (Art. 12,§3º, IV, CF/88). 

  • CF

    § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

    § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa.  

  • § 2º da CF/88: “a lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição”. Isso significa que a lei só poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados quando a Constituição o autorizar ou determinar. Essa distinção poderá conferir ao brasileiro nato mais direitos que ao naturalizado.

    REGRA: NÃO PODERÁ HAVER DISTINÇÃO ENTRE BRASILEIROS NATOS E NATURALIZADOS :)

  • EM REGRA... Deixou a questão correta, pois há exceções.

  • CERTO

    § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos: 

    MP3.COM – Ministro STF + 3 Presidentes + Carreira Diplomática + Oficial ( EXÉRCITO / MARINHA / FAB) + Ministro da Defesa

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas. ( NÃO FALA EM PM, BOMBEIRO...)

    VII - de Ministro de Estado da Defesa  

  • GAB: CERTO

    § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

            I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

            II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

            III - de Presidente do Senado Federal;

            IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

            V - da carreira diplomática;

            VI - de oficial das Forças Armadas.

  • Pra toda regra há exceção/ cargos privativos de brasileiros natos; MP3.COM

  • O art. 12, §3º  da constituição estabelece os cargos privativos de brasileiros natos, para memorizar, pode-se valer da expressão mnemônica “MP3.COM”:

    M - Ministro do STF

    P1 - Presidente e Vice-Presidente da RFB

    P2 - Presidnete da Câmara dos Deputados

    P3 - Presidente do Senado

    C - Carreira diplomática

    O - Oficial das Forças armadas

    M - Ministro de Estado da Defesa

  • a pressa é inimiga da perfeição...

  • Só pra complementar, pois vejo que algumas pessoas têm dúvidas em relação à patente dos militares, que inclusive já foi cobrado em prova. Oficial é de 2° Tenente para cima. Logo se na prova vier falando de Capitão, Major, Tenente-brigadeiro e etc também está certo.
  • Tanto nas forças armadas quanto para Militares

  • ESTA DE BRINCADEIRA INEXISTE , A PROPRIA CONSTITUIÇÃO FAZ DISTINÇÕES

  • "MP3.COM"

    Ministro do STF

    Presidente e Vice Presidente da República

    Presidente da Câmera dos deputados

    Presidente do Senado federal

    Carreira diplomática

    Oficial das forças armadas

    Ministro de estado da defesa

  • Art. 12, CR/88 :

    § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

    § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa

    OBS:

    Polícia Militar não é Forças Armadas, logo o naturalizado pode exercer tal cargo de oficial. CUIDADO!!!

  • imagina um argentino comandando esse cargo ? como diz o professor Alexandre Soares; isso da rolo meu aluno kkkkk

  • § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição. 

    § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos: BIZU: MP3.COM 

    M – Ministro do STF 

    P – Presidente da república e vice 

    P – Presidente da CD 

    P – Presidente do SF 

    C – Carreiras diplomática 

    O – Oficiais das forças armadas 

    M – Ministro do Estado de Defesa 

  • "Salvo"......não anula que existem distinções. To ficando brava já!

  • CERTO.

    Consoante o art. 12, §2º e 3º da CF, a regra é não existir diferenciação no tratamento dos natos e naturalizados, salvo quando a Constituição expressamente dispuser em sentido oposto. E foi assim que fez no inciso VI do §3º do art. 12, ao definir que o cargo de oficial das forças armadas é privativo de brasileiro nato.

    ** MNEMÔNICO. Grande parte dos concurseiros gosta de utilizar o famoso "MP3.COM" para não esquecer quais os cargos privativos de brasileiros natos.

    M. Ministro do STF;

    P3:

    Presidente e Vice da República;

    Presidente do Senado;

    Presidente da Câmara dos deputados;

    C.Carreira Diplomática;

    O. Oficial das FFAA;

    M. Ministro de Estado de Defesa.

    § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizadossalvo nos casos previstos nesta Constituição.

    § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados; Obs.: o cargo de deputado pode ser ocupado por um brasileiro naturalizado (o cargo de senador também). O que não pode é presidir a Casa.

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal; 

    Obs.: aqui é qualquer Ministro do STF, e não apenas o Presidente do STF. Cuidado com essas pegadinhas!

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa.

  • CERTO.

    MP3.COM

    Ministros do STF

    Presidente da Republica e Vice

    Presidente da Câmara dos Deputados

    Presidente do Senado

    Carreira diplomática

    Oficiais das forças armadas

    Ministro do Estado de Defesa

  • -> CUIDADO! brasileiro naturalizado pode exercer o cargo de coronel da polícia militar

  • MP3.COM

    Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    P3-Presidentes (Senado/Câmara/ Pres. da República e Vice)

    C- Carreira diplomática

    O- Oficial das forças armadas

    M- Ministro do Estado de Defesa

  • CORRETA

    Art. 12, CF/88 :

    § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

    § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa

  • CERTO

    § 2º A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição.

    § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa.

  • pra não zerar

  • Segurança:

    -Oficial das forças armadas

    -Ministro de estado da defesa

  • complicado esse tipo de questao.... a cesp acha oque quer, com oque quer... a propria questao faz distincao entre os dois...

  • Olá, colegas concurseiros!

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  • MP3. COM

    São cargos privativos de Brasileiro NATO:

    Ministros do STF;

    Presidente e Vice Presidente da República;

    Presidente da Câmara dos Deputados;

    Presidente do Senado Federal;

    Carreira diplomática;

    Oficial das forças armadas;

    Ministro de Estado da Defesa.

  • Redação linda.


ID
2798533
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

A fim de garantir o sustento de sua família, Pedro adquiriu 500 CDs e DVDs piratas para posteriormente revendê-los. Certo dia, enquanto expunha os produtos para venda em determinada praça pública de uma cidade brasileira, Pedro foi surpreendido por policiais, que apreenderam a mercadoria e o conduziram coercitivamente até a delegacia.

Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.

O princípio da adequação social se aplica à conduta de Pedro, de modo que se revoga o tipo penal incriminador em razão de se tratar de comportamento socialmente aceito.

Alternativas
Comentários
  • SÚMULA 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2o, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

     

    O fato de, muitas vezes, haver tolerância das autoridades públicas em relação a tal prática não significa que a conduta não seja mais tida como típica, ou que haja exclusão de culpabilidade, razão pela qual, pelo menos até que advenha modificação legislativa, incide o tipo penal, mesmo porque o próprio Estado tutela o direito autoral. Não se pode considerar socialmente tolerável uma conduta que causa sérios prejuízos à indústria fonográfica brasileira e aos comerciantes legalmente instituídos, bem como ao Fisco pelo não pagamento de impostos. Nesse sentido: STF HC 98898, julgado em 20/04/2010.

  • Súmula 502 STJ.

  • GABARITO - ERRADO

    Segundo a jurisprudência do STJ, há tipicidade formal e material em tal conduta, não se aplicando ao caso o princípio da adequação social. 

    Nesse sentido o enunciado de Súmula 502 do Superior Tribunal de Justiça: "Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas."

    Princípio da adequação social

    Concebido por Hans Welzel, o princípio da adequação social preconiza que não se pode reputar criminosa uma conduta tolerada pela sociedade, ainda que se enquadre em uma descrição típica. Trata-se de condutas que, embora formalmente típicas, porquanto subsumidas num tipo penal, são materialmente atípicas, porque socialmente adequadas, isto é, estão em consonância com a ordem social.

    "De acordo com esse princípio, não pode ser considerado criminoso o comportamento humano que, embora tipificado em lei, não afrontar o sentimento social de Justiça. É o caso, exemplificativamente, dos trotes acadêmicos moderados e da circuncisão realizada pelos judeos." Cleber Masson - Direito penal esquematizado.

    Ano: 2012 Banca: CESPE Órgão: TRE-RJ Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária

    A venda de cópias não autorizadas de CDs e DVDs — cópias piratas — por vendedores ambulantes que não possuam outra renda além da advinda dessa atividade, apesar de ser conduta tipificada, não possui, segundo a jurisprudência do STJ, tipicidade material, aplicando-se ao caso o princípio da adequação social. ERRADO

    Ano: 2013 Banca: CESPE Órgão: TJ-RR Prova: Titular de Serviços de Notas e de Registros

     b) De acordo com o entendimento pacificado no STJ e no STF, a venda de CDs e DVDs piratas é conduta atípica, devido à incidência do princípio da adequação social. ERRADO

  • Muito bom o pessoal apresentando questões anteriores da CESPE referente ao tema.

    Ajuda muito! Obrigada! 

  • ERRADO.

     

    ----> Súmula nº 502 do STJ - Trata-se de enunciado de súmula por meio do qual o STJ afasta por completo a possibilidade de aplicação do princípio da adequação social à conduta de expor á venda CDs e DVDs pirateados. Trata-se de conduta típica, prevista no art. 184, 1º e 2º do CP.

     

    Súmula 502 do STJ - PRESENTES A MATERIALIDADE E A AUTORIA, AFIGURA-SE TÍPICA, EM RELAÇÃO AO CRIME PREVISTO NO        ART. 184, 2º, DO CP, A CONDUTA DE EXPOR A VENDA CDS E DVDS PIRATAS.

     

    Material do Estratégia

  • Leva uma coisa pra sua prova :  COSTUME NÃO REVOGA LEI PENAL , não é porque  a conduta é considerada  ''normal'' que deixa de ser crime , caso fosse assim , beber e dirigir não seria mais crime. Com efeito , o examinador vem com expressões do tipo ''visando o sustento da familia'' , com o intuito de te induzir ao erro , outro exemplo disso é o transporte pirata , o cespe é mestre em te induzir ao erro, não caia nessa.

     

    SÚMULA 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2o, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • No Brasil NÃO se admite o dessuetudo, ou seja, uma lei não pode ser revogada pelos costumes.

  • "se revoga o tipo penal incriminador" 

     

    Que isso ? viro festa !!!                  só pq ele está abituado com piratária....

     

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

     

    Gabarito "Errado"

  • QUESTÃO - O princípio da adequação social se aplica à conduta de Pedro, de modo que se revoga o tipo penal incriminador em razão de se tratar de comportamento socialmente aceito. 

     

    Negativo. O princípio da adequação social não se aplica a esse caso. Tal conduta não se tornou socialmente aceita.

     

    GAB: ERRADO

  • Não se aplica no Brasil o dessuetudo.

  • Principio da Adequação Social: Crimes que são "aceitos" pela sociedade. Aplicado de forma adequada e não punitivo, excluindo assim a tipicidade.

    Exemplo: Furar a orelha da filha para por brinco.

  • GABARITO ERRADO

    Uma dúvida: se a questão trocasse o "revoga o tipo penal incriminador" por "não se aplica", o dessuetudo não poderia ser argumento para essa questão né? Ela somente estaria errada por conta da Súmula do STF, não é isso? 

  • Importante lembrar que os costumes, mesmo sendo fontes formais mediatas do direito penal não revogam norma penal, devido à obediência ao princípio da reserva legal.

  • Costume não revoga lei, Rogerinho!

  • Costume não revoga lei devido ao princípio da reserva legal 

  • SÚMULA 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2o, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • GABARITO ERRADO


    Para nós, meros mortais é meio que uma "adequação social", mas não é bem assim.

    * é fato típico !

    *obs : é ação pública incondicionada


    bons estudos

  • GABARITO ERRADO

     

    O princípio da adequação social afasta a tipicidade material. Este é tido como uma conduta socialmente aceita e, com isso afasta tipicidade material. Exemplo, tem-se quando uma mãe fura a orelha de sua filha para colocar brinco; ou a permissão dada por uma pessoa para que um tatuador desenhe em seu corpo.

    Há a necessidade, porém de não confundir o princípio em estudo, com mera leniência ou indulgência. Ou seja, o que é aceito e permitido por parte de uma sociedade, não poderá, só por isso, ser socialmente adequado. Exemplo, tem-se a venda de CDs piratas e a contravenção penal do jogo do bicho.

    Adendo – O princípio da insignificância também exclui a tipicidade material, porém aqui há uma irrelevância da conduta para o direito penal, mas não é tida como socialmente aceitável. Exemplo, tem-se no furto de uma caneta.  

     

     

    Para haver progresso, tem que existir ordem. 
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  • "De acordo com os Tribunais Superiores, o princípio da adequação social não incide nos crimes de casa de prostituição (art. 229, CP) e de exposição à venda de DVD's piratas (art. 184, §2º, CP)". 

    *Vide súmula do STJ, já citada por um colega, de nº 502.

  • Súmula 502 STJ

  • Costume não revoga norma. Item E.

  • SÚMULA 502-STJ:

    Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no

    artigo 184, parágrafo 2o, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.


    Não se pode invocar o princípio da adequação social. Como essa prática é cada vez mais comum, havendo, inclusive, “feiras” fiscalizadas pelo Poder Público onde esse comércio ocorre livremente, é possível afirmar que não haveria crime com base no princípio da adequação social?


    NÃO, não é possível afirmar isso. Tanto o STF como o STJ entendem que é típica, formal e materialmente, a conduta de expor à venda CDs e DVDs falsificados. Em suma, é crime.

    O fato de, muitas vezes, haver tolerância das autoridades públicas em relação a tal prática não significa que a conduta não seja mais tida como típica, ou que haja exclusão de culpabilidade, razão pela qual, pelo menos até que advenha modificação legislativa, incide o tipo penal, mesmo porque o próprio Estado tutela o direito autoral. Não se pode considerar socialmente tolerável uma conduta que causa sérios prejuízos à indústria fonográfica brasileira e aos comerciantes legalmente instituídos, bem como ao Fisco pelo não pagamento de impostos. Nesse sentido: STF HC 98898, julgado em 20/04/2010.


    O tema já foi, inclusive, apreciado pela Terceira Seção do STJ em recurso submetido ao regime do art. 543-C

    do CPC, ocasião em que se confirmou que pratica o crime previsto no § 2o do art. 184 do CP aquele que

    comercializa fonogramas falsificados ou "pirateados" (REsp 1.193.196-MG, Rel. Min. Maria Thereza de Assis

    Moura, julgado em 26/9/2012). Trata-se, portanto, de matéria pacífica, razão pela qual foi editada, corretamente, a súmula 502.


    Fonte: Dizer o direito.

  • Ações socialmente adequadas”, dizia, “são aquelas atividades nas quais a vida em comunidade se desenvolve segundo a ordem historicamente estabelecida”. Tais condutas podem não ser exemplares, dignas de encômios, mas devem man ter -se dentro dos
    limites da liberdade de atuação social. A adequação social deve servir fundamentalmente de parâmetro ao legislador, a fim de que, no
    exercício de sua função seletiva, verificando quais atos humanos são merecedores de punição criminal, tenha em mente que deve deixar de lado os socialmente adequados.

     

    Violação de direitos autorais (falsificação de CDs e DVDs — “pirataria”): “A Turma indeferiu habeas corpus em que a Defensoria Pública do Estado de São Paulo requeria, com base no princípio da adequação social, a declaração de atipicidade da conduta imputada a condenado
    como incurso nas penas do art. 184, § 2º, do CP (‘Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: (...) § 2º Na mesma pena do § 1º incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente’). Sustentava -se que a referida conduta seria socialmente adequada, haja vista que a coletividade não recriminaria o vendedor de CDs e DVDs reproduzidos sem a autorização do titular do direito autoral, mas, ao contrário, estimularia a sua prática em virtude dos altos preços desses produtos, insuscetíveis de serem adquiridos por grande parte da
    população. Asseverou -se que o fato de a sociedade tolerar a prática do delito em questão não implicaria dizer que o comportamento do paciente poderia ser considerado lícito. Salientou -se, ademais, que a violação de direito autoral e a comercialização de produtos ‘piratas’ sempre fora objeto de fiscalização e repressão. Afirmou -se que a conduta descrita nos autos causaria enormes prejuízos ao Fisco pela burla do pagamento de impostos à indústria fonográfica e aos comerciantes regularmente estabelecidos. Rejeitou -se, por fim, o pedido formulado na tribuna de que fosse, então, aplicado na espécie o princípio da insignificância — já que o paciente fora surpreendido na posse de 180 CDs ‘piratas’ — ao fundamento de que o juízo sentenciante também denegara o pleito tendo em conta a reincidência do paciente em relação ao mesmo delito” (HC 98.898/SP, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, 1ª Turma, julgado em 20.04.2010, noticiado no Informativo STF, n. 583). Veja, ainda, a Súmula n. 502 do STJ: “Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas”.

     

    Direito Penal - Parte Geral - Esquematizado. 

  • PRA COMEÇAR, FORAM COBRADAS 5 QUESTÕES QUE NÃO ESTAVAM NO EDITAL. ANULARAM AS 2 DE ESTADO DE DEFESA E NÃO ANULARAM NENHUMA SOBRE ESSE TIPO DE CRIME. BANCA ORGULHOSA DEMAIS, DEVERIAM SER PRESOS!

     

     

    Recurso INDEFERIDO:

     

     

    QUESTÕES 21,22,23,24,25 – Considerando que a banca deixou claro em seu edital no item “24.2.3.1 CONHECIMENTOS BÁSICOS (para todos os cargos/áreas)” na parte de NOÇÕES DE DIREITO PENAL E DE DIREITO PROCESSUAL PENAL que seriam cobrados apenas determinados crimes: “4 Crimes contra a pessoa. 5 Crimes contra o patrimônio. 6 Crimes contra a fé pública. 7 Crimes contra a Administração Pública”, solicita-se a anulação da questão devido ao assunto cobrado no item extrapolar os objetos de avaliação estabelecidos no edital de abertura do concurso, já que era impossível respondê-la sem o prévio conhecimento sobre o crime tipificado no art. 184 o qual se encontra classificado entre os Crimes contra a propriedade imaterial (título III do Código Penal)

  • GABARITO: ERRADO

    Súmula 502/STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs �piratas�.

  • Súmula 502 do STJ


    Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs �piratas�

  • Pirataria é crime e NÃO um comportamento socialmente aceito. 

  • No Brasil, costume não revoga lei penal (dessuetudo).


    Ex. de aplicação do princípio da adequação social - trote universitário moderado e a circuncisão realizada pelos judeus.

  • ERRADO

     

    A conduta de Pedro não se encaixa no conceito do princípio da adequação social. 
     

    Um exemplo clássico de tal princípio é o caso do tatuador, fato na qual estará excluída, afastada, a tipificação do delito de lesão corporal, por exemplo. 

  • Ainda que fosse um exemplo com aplicação do princípio da adequação social, ele não retira o crime do CP (tipicidade formal), sendo reconhecido tal princípio, afasta-se a tipicidade material.

  • Súmula 502 do STJ - PRESENTES A MATERIALIDADE E A AUTORIA, AFIGURA-SE TÍPICA, EM RELAÇÃO AO CRIME PREVISTO NO    ART. 184, 2º, DO CP, A CONDUTA DE EXPOR A VENDA CDS E DVDS PIRATAS.

  • ERRADO. Pela corrente majoritária, "não existe costume abolicionista e, enquanto determinada lei estiver em vigor, terá plena eficácia. Essa corrente prevalece, sobretudo, por disposição expressa da Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro, que dispõe no art. 2°: "Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a modifique ou revogue". Nessa linha intelectiva, a título de exemplo, não se pode alegar que a venda de CDs e DVDs piratas permite a sobreposição do costume sobre a norma, revogando o art. 184, §2°, do CP, que incrimina a violação de direitos autorais. Nesse sentido, inclusive, têm decidido STF HC 98898, Rel. Ricardo Lewandowski, DJe 20/04/2010, e Súmula 502 do STJ."

    Fonte: Rogério Sanches, Manual de Direito Penal, volume único, p.64.

  • Crime previsto no CP,costumes não revoga lei.

    É crime Formal.

  • O STJ decidiu que não se aceita o princípio da Adequação Social no Brasil.



  • Gabarito: ERRADO!

    Súmula n° 502 do STJ. Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, §2°, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • Registre-se que o princípio da adequação social não afasta a tipicidade da conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas. Nesse sentido é o enunciado da Súmula 502 do STJ: "Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no ârt. 184, § 2°, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas".


    Salim e Azevedo -Direito-Penal-Vol1-Parte-Geral (2017)

  • GABARITO: "ERRADO".

     

    Comentários sobre o Princípio da Adequação Social:

     

    "Não pode ser confundido com a teoria social da conduta, idealizada por Johannes Wessels. De acordo com esse princípio, que funciona como causa supralegal de exclusão da tipicidade, pela ausência da tipicidade material, não pode ser considerado criminoso o comportamento humano que, embora tipificado em lei, não afrontar o sentimento social de justiça. É o caso, exemplificadamente, dos trotes acadêmicos moderados e da circuncisão realizada pelos judeus.

    Advirta-se, porém, que a autorização legal para o exercício de determinada profissão não implica, automaticamente, na adequação social dos crimes praticados em seu bojo. Já decidiu o Superior Tribunal de Justiça que, em crime de descaminho praticado por camelô, a existência de lei regulamentando tal atividade não conduz ao reconhecimento de que o descaminho é socialmente aceitável".

     

    Fonte: Direto Penal - Vol. 1 - Parte Geral - Cleber Masson - 2017, p. 51

    "É incabível a aplicação do princípio da adequação social, segundo o qual, dada a natureza subsidiária e fragmentária do direito penal, não se pode reputar como criminosa uma ação ou uma omissão aceita e tolerada pela sociedade, ainda que formalmente subsumida a um tipo legal incriminador" (STJ: RHC 60.611/DF, rel. Min. Rogério Schietti Cruz, 6.ª Turma, j. 15.09.2015).

  • Não cabe adequação social no caso apresentado, porém na compra, sim, caberia!

  • Súmula n° 502 do STJ.

  • ¨Presentes a materialidade e a autoria afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2°, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs "piratas".

    Súmula 502, STJ.

  • explicação minuciosa sobre o tema:


    Costumes revogam infrações penais?


    Três correntes divergem sobre a possibilidade (ou não) do costume abolir infração penal (abolicionista):


    1ª corrente: admite-se o costume abolicionista, ou revogador da lei. Para esta corrente, embora o costume não tenha o condão de criar crime ou contravenção penal, ele é capaz de revogar a lei nos casos em que a infração penal não mais contraria o interesse social, deixando de repercutir negativamente na sociedade. Considera-se, nessas hipóteses, que a ausência de reprovação social corresponde à revogação formal e material da norma penal incriminadora, dispensando-se, inclusive, a edição de lei revogadora por parte do Congresso Nacional.

    CONCLUSÃO: para esta corrente, jogo do bicho não mais deve ser punido, pois a contravenção foi formal e materialmente abolida pelo costume.


    2ª corrente: é inadmissível o costume abolicionista. Entretanto, quando o fato já não é indesejado pelo meio social, a lei não deve ser aplicada pelo Magistrado. Isto significa que a lei, materialmente revogada, depende apenas da revogação formal por outra lei emanada do Congresso Nacional. Até o advento desta lei revogadora, a conduta, apesar de formalmente típica, não deve ser punida, dada a ausência de eficácia social da infração penal.

    CONCLUSÃO: para os adeptos desta corrente, jogo do bicho, apesar de formalmente contravenção, não serve para punir o autor da conduta, pois materialmente abolida.


    3ª corrente: somente a lei pode revogar outra lei. Não existe costume abolicionista e, enquanto determinada lei estiver em vigor, terá plena eficácia. Esta corrente prevalece, sobretudo, por disposição expressa da Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro, que dispõe, no seu art. 2°: "Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a modifique ou revogue': Nessa linha intelectiva, a título de exemplo, não se pode alegar que a venda de CDs e DVDs piratas permite a sobreposição do costume sobre a norma, revogando o artigo 184, §2°, do CP, que incrimina a violação de direitos autorais. Nesse sentido, inclusive, têm decidido o STF e o STJ.

    CONCLUSÃO: para quem se filia a esta corrente, jogo do bicho permanece infração penal, servindo a lei para punir os contraventores enquanto não revogada por outra lei.


    Apesar de não possuir o condão de criar ou revogar crimes e sanções, o costume é importantíssimo vetor de interpretação das normas penais

  • Súmula nº 502 do STJ Trata-se de enunciado de súmula por meio do qual o STJ afasta por

    completo a possibilidade de aplicação do princípio da adequação social à conduta de expor à

    venda CDs e DVDs pirateados.

    Trata-se de conduta típica, prevista no art. 184, §§ 1º e 2º do CP.

    Súmula 502 do STJ - PRESENTES A MATERIALIDADE E A AUTORIA, AFIGURA-SE TÍPICA,

    EM RELAÇÃO AO CRIME PREVISTO NO ART. 184, § 2º, DO CP, A CONDUTA DE EXPOR À

    VENDA CDS E DVDS PIRATAS.

  • NÃO se pode alegar que a conduta de vender CD ou DVD deixou de ser crime por conta do principio da adequação social pois há a tipificação penal prevista no art.184, paragrafo 2. Assim a conduta descrita é formal e materialmente tipica. ( súmula 502 STJ)

  • Isso porque era um prova de PF, mas se fosse de DPública, certamente a questão estaria correta, porque a  adequação social da conduta acarretaria na insignificância. Mas o revoga, de todo modo, já faz da questão incorreta.

  • Costume não revoga lei

  • Segundo o STJ, não se aplica o princípio da insignificância ao crime de violação de direito autoral (§ 2º do art. 184 do CP). Em que pese a aceitação popular à pirataria de CDs e DVDs, com certa tolerância das autoridades públicas em relação a tal prática, a conduta, que causa sérios prejuízos à indústria fonográfica brasileira, aos comerciantes legalmente instituídos e ao Fisco, não escapa à sanção penal, mostrando-se formal e materialmente típica.

    STJ. 6ª Turma. AgRg no REsp 1380149/RS, Rel. Min. Og Fernandes, julgado em 27/08/201

    SÚMULA 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2o, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    O que é o princípio da adequação social? O princípio da adequação social, desenvolvido por Hanz Welzel, afasta a tipicidade dos comportamentos que são aceitos e considerados adequados ao convívio social. De acordo com o referido princípio, os costumes aceitos por toda a sociedade afastam a tipicidade material de determinados fatos que, embora possam se subsumir a algum tipo penal, não caracterizam crime justamente por estarem de acordo com a ordem social em um determinado momento histórico (Min. Jorge Mussi).

    A adequação social é um princípio dirigido tanto ao legislador quanto ao intérprete da norma. Quanto ao legislador, esse princípio serve como norte para que as leis a serem editadas não punam como crime condutas que estão de acordo com os valores atuais da sociedade. Quanto ao intérprete, esse princípio tem a função de restringir a interpretação do tipo penal para excluir condutas consideradas socialmente adequadas. Com isso, impede-se que a interpretação literal de determinados tipos penais conduza a punições de situações que a sociedade não mais recrimina.

    Vale ressaltar, no entanto, que o princípio da adequação social não pode ser utilizado pelo intérprete para “revogar” (ignorar) a existência de tipos penais incriminadores. Ex: a contravenção do jogo do bicho talvez seja tolerada pela maioria da população, mas nem por isso deixa de ser infração penal. Isso porque a lei terá vigor até que outra a modifique ou revogue (art. 2o da LINDB).

    FONTE: CAVALCANTE, Márcio André Lopes. Violação de direito autoral: não se aplica o princípio da insignificância. Buscador Dizer o Direito, Manaus. Disponível em: <>. Acesso em: 05/02/2019

  • Os costumes não têm a capacidade de revogar crimes Por mais que uma conduta seja socialmente aceita, não tem o condão de excluir a tipicidade.

    Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs �piratas�.

    (Súmula 502, TERCEIRA SEÇÃO, julgado em 23/10/2013, DJe 28/10/2013)

  • Errado

    Caso não fosse crime como iria ficar os cantores kkkk

    Súmula 502: presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo , do , a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • Principio da adequação social: O agente pratica um fato formalmente típico, mas de ser considerado crime por ser essa conduta acreita socialmente. Um exemplo, lesão corporal em prática esportiva, como futebol. Questão errada.
  • PRINCÍPIO DA ADEQUAÇÃO SOCIAL - De acordo com esse principio, não pode ser considerado criminoso o comportamento humano que, embora tipificado em lei, não afrontar o sentimento social de Justiça. É o caso, exemplificatívamente, dos trotes acadêmicos moderados e da circuncisão realizada pelos judeus.

    Advirta-se, porém, que a autorização legal para o exercício de determinada profissão não implica, automaticamente, na adequação social dos crimes praticados em seu bojo. Já decidiu o Superior Tribunal de Justiça que, em crime de descaminho praticado por camelô, a existência de lei regulamentando tal atividade não conduz ao reconhecimento de que o descaminho é socialmente aceitável

  • Alguém pode citar um exemplo de adequação social?

  • Princípio da adequação social e descriminalização judicial fática: uma conduta tipificada em lei não seria crime quando não afrontar o sentimento de justiça social

    Não se aplica a:

    • Casa de prostituição (art. 229, CP)

    • Exposição à venda de CDs e DVDs piratas (art. 184, par. 2°) - STJ, Súmula 502 - Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas. 

    • Possuir armas de fogo e munições, ainda que de uso permitido, com certificados vencidos e que só vieram a ser apreendidas pelo Estado após cumprimento de mandado de busca e apreensão.

    》Costume não revoga lei

  • clodoaldo antunes - Um exemplo de adequação social > Furar a orelha de uma criança! Nesse caso seria lesão corporal, porém pelo principio da adequação social, não!

  • Costume não é capaz de revogar tipos penais (súmula nº 502/STJ). É uma decorrência do princípio do paralelismo das formas: a lei cria o tipo penal e somente ela pode revogar aquela conduta.

    Lembrando que o costume interpretativo é adminitido no Direito Penal (Ex.: repouso noturno (causa de aumento de pena no crime de furto), que é definido pelo costume local. Em grandes cidades a população se recolhe mais tardiamente que em cidades do interior).

  • S. 502 STJ: “A jurisprudência desta Corte e do Supremo Tribunal Federal orienta-se no sentido de considerar típica, formal e materialmente, a conduta prevista no artigo 184, §2o, do Código Penal, afastando, assim, a aplicação do princípio da adequação social, de quem expõe à venda CDs e DVDs ‘piratas’.

  • Princípio da Adequação social – Uma conduta, ainda quando tipificada em Lei como crime, quando não afrontar o
    sentimento social de Justiça, não seria crime (em sentido material).

  • comportamentos sociais,costumes,não revogam leis.

  • adequação social só é possível quando ela não afrontar o

    sentimento social de Justiça.

  • No caso em tela, só se aplica à quem compra os CD's Piratas.

  • Francisco de Assis Toledo, em seu clássico livro Princípios Básicos de Direito Penal, nos ensina que o principio da adequação social "trata-se, segundo Welzel - responsável pela sua introdução no direito penal - de um princípio geral de hermenêutica. Pode ser enunciado em poucas palavras: se o tipo delitivo é um modelo de conduta proibida, não é possível interpretá-lo, em certas situações aparentes, como se estivesse também alcançando condutas lícitas, isto é, socialmente aceitas e adequadas. (...) A ação socialmente adequada está desde o início excluída do tipo, porque se realiza dentro do âmbito de normalidade social, ao passo que a ação amparada por uma causa de justificação só não é crime, apesar de socialmente inadequada, em razão de uma autorização especial para a realização da ação típica. (...) A 'adequação social' exclui desde logo a conduta em exame do âmbito de incidência do tipo, situando-a entre os comportamentos normalmente permitidos, isto é, materialmente atípicos." 
    Conquanto se possa admitir, em tese, que dependendo das circunstâncias do caso concreto, o agente que vende CDs e DVDs piratas possa estar respaldado por excludente de ilicitude, ou de culpabilidade, o que parece não ocorrer no caso narrado, à hipótese descrita não se aplica o princípio da adequação social. Vender um produto contrafeito não é uma prática adequada socialmente, embora tenha ocorrido com grande frequência em diversos lugares do Brasil e do mundo. Quanto ao tema, os nossos Tribunais Superiores já pacificaram o entendimento que se encontra assentado na Súmula nº 502 do STJ, que conta com a seguinte redação: "Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas. (Súmula 502, TERCEIRA SEÇÃO, julgado em 23/10/2013, DJe 28/10/2013). Diante dessa considerações, tem-se que a assertiva contida no enunciado da questão está errada.
    Gabarito do professor: Errado 
  • O princípio da adequação social se aplica ao legislador, que deve levar em consideração as condutas socialmente aceitas na hora de criar ou não novos tipos penais.

    No entanto, um juiz não pode absolver alguém com base no princípio da adequação social, que não se aplica na esfera judicante, eis que costume não revoga lei.

  • Costumes não revogam crimes.

  • Errado.

    O Superior Tribunal de Justiça (STJ) sumulou que a violação dos direitos autorais continua sendo crime, logo, o princípio da adequação social não excluiu esse crime.

    Questão comentada pelo Prof. Wallace França

  • ERRADO.

    Segundo o STJ, não é aplicado o princípio da adequação social à conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas, sendo conduta TÍPICA.

  • LEI PENAL NÃO SERÁ REVOGADA POR UM COSTUME... CASO CONTRARIO JOGO DO BICHO SERIA ACEITO LEGALMENTE...

  • Errada, pois seria o princípio da Insignificância ou bagatela.

  • Gab. ERRADO, PEDRO VAI SE FODER!

    O princípio da adequação social se aplica à conduta de Pedro e é socialmente aceita, mas NÃOOOOO pela LEI PENAL

    NÃO SE ESQUEÇA,

    COSTUME NÃO REVOGA LEI PENAL

    COSTUME NÃO REVOGA LEI PENAL

    COSTUME NÃO REVOGA LEI PENAL

    COSTUME NÃO REVOGA LEI PENAL

    COSTUME NÃO REVOGA LEI PENAL

    COSTUME NÃO REVOGA LEI PENAL

    COSTUME NÃO REVOGA LEI PENAL

    COSTUME NÃO REVOGA LEI PENAL

    COSTUME NÃO REVOGA LEI PENAL

    COSTUME NÃO REVOGA LEI PENAL

  • MESMA COISA DO JOGO DO BIXO!

    COSTUME NÃO REVOGA LEI PENAL

  • GABARITO: ERRADO

    SÚMULA 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2o, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • Gab E

    Súmula 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2º, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • Lembrei dos Rateios. Por ser aceito pela maior parte das pessoas, torna-se ATÍPICO?!

  • O princípio da adequação social não afasta a tipicidade da conduta do caso em tela, pois, segunda a súmula 509 do STF: Haverá materialidade e autoria, configurando-se típico o crime.

  • mar miiniiinoo ,venda nãããããão minino, se não tu se lasca caba da mulestia

  • Costume não cria crime e nem os revoga!

  • A compra é atípica,a venda não.

  • Gabarito: Errado

    Trata-se de enunciado de súmula por meio do qual o STJ afasta por completo a possibilidade de aplicação do princípio da adequação social à conduta de expor à venda CDs e DVDs pirateados. Trata-se de conduta típica, prevista no art. 184, §§ 1º e 2º do CP.

    SÚMULA 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, §2º, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas

  • Conforme súmula 502 do STJ, Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • Mantra: costume/tolerância da sociedade não descriminaliza conduta.

  • tendo em vista que a venda de cds e tipificada no Codigo penal Brasilieiro e que para se ter o principio da adequação social a conduta do individuo deveria ser atipica.. não se configura..logo a questão tem o gabrito como errado

  • VIOLAÇÃO DO DIREITO AUTORAL

    Súmula 502 – Presente a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime do art. 184, §2º do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas. (violação de direitos autorais)

  • Violação de direito autoral: não se aplica o princípio da insignificância

    Segundo o STJ, não se aplica o princípio da insignificância ao crime de violação de direito autoral (§ 2º do art. 184 do CP). Em que pese a aceitação popular à pirataria de CDs e DVDs, com certa tolerância das autoridades públicas em relação a tal prática, a conduta, que causa sérios prejuízos à indústria fonográfica brasileira, aos comerciantes legalmente instituídos e ao Fisco, não escapa à sanção penal, mostrando-se formal e materialmente típica. STJ. 6ª Turma. AgRg no REsp 1380149/RS, Rel. Min. Og Fernandes, julgado em 27/08/2013.

  • Sumula do STJ

  • Súmula 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2º, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    O que é atípico é a compra de CDs e DVDs piratas.

    A venda CDs e DVDs piratas é figura típica.

  • Princípio da Adequação social – Uma conduta, ainda quando tipificada em Lei
    como crime, quando não afrontar o sentimento social de Justiça, não seria crime
    (em sentido material).

  • "não é porque a conduta é considerada ''normal'' que deixa de ser crime , caso fosse assim , beber e dirigir não seria mais crime. " hahahaha. COmentário do Leonardo Barbalho.

    Pior que é verdade. Ja pensou se fosse assim ?? Ohh céus

  • "não é porque a conduta é considerada ''normal'' que deixa de ser crime , caso fosse assim , beber e dirigir não seria mais crime. " hahahaha. COmentário do Leonardo Barbalho.

    Pior que é verdade. Ja pensou se fosse assim ?? Ohh céus

  • comportamento socialmente aceito não revoga tipo penal incriminador, só quem regova, modifica ou cria tipo penal é a lei.

  • Costume não revoga lei.

  • Essa questão nem precisaria de um conhecimento mais aprofundado (saber a súmula 502 do STJ) para ser resolvida.

    Bastaria vc saber duas coisas:

    1° - que esta conduta ainda é tipificada pelo Código Penal (Art. 184, $1 e $2);

    2° - da mesma forma que Costume não cria infração penal, somente LEI pode revogar outra LEI. Não existe costume abolicionista enquanto determinada lei estiver em vigor. O Art. 2 da LINDB diz que: "Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a modifique ou a revogue".

    Então não tem como esse "costume" ou "comportamento socialmente aceito" (pelo princípio da adequação social) revogar uma lei (crime tipificado) ainda em vigor.

    Bons estudos!

    @concursandoaos35anos

  • Súmula 502 STJ

    Presentes a materialidade e a autoriaafigura-se típica, em relação ao crime previsto no art184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • Súmula 502 STJ

    Presentes a materialidade e a autoriaafigura-se típica, em relação ao crime previsto no art184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    comportamento socialmente aceito não revoga tipo penal incriminador,da mesma forma que só se tipifica uma conduta como crime por meio de Lei,só quem regova, modifica também é a própria lei.

  • Fazendo um estudo correlacionando as disciplinas, podemos encontrar na LINDB dispositivo que ajuda a iniciar o raciocínio da resposta. Trata-se de artigo 2º, caput, que diz: "Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a modifique ou revogue." Somente a lei é instrumento hábil para revogação de outra lei!

  • comportamento socialmente aceito não revoga tipo penal incriminador, só quem regova, modifica ou cria tipo penal é a lei.

  • Gaba: ERRADO

    A adequação social não tem o poder de revogar tipos penais.

  • Súmula nº 502 do STJ - Trata-se de enunciado de súmula por meio do qual o STJ afasta por completo a possibilidade de aplicação do princípio da adequação social à conduta de expor á venda CDs e DVDs pirateados. Trata-se de conduta típica, prevista no art. 184, 1º e 2º do CP.

    ATENÇÃO: apesar de ser FONTE MEDIATA do DP os COSTUMES NÃO CRIAM E NEM REVOGAM LEI PENAL.

  • Súmula 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2º, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    GABARITO: ERRADO.

  • O item apresenta duplo erro: 1) A Súmula 502 do STJ afasta a aplicação do princípio da insignificância à conduta relativa ao delito de violação de direitos autorais; 2) o princípio da adequação social não revoga o tipo penal, mas apenas afasta a tipicidade material da conduta que não mostra-se incompatível com o sentimento social de justiça.
  • A adequação social não tem o poder de revogar tipos penais.

  • Vale ressaltar que a adequação social da conduta ( exclusão da tipicidade material ) afasta um dos elementos do fato típico: ação , nexo causal , resultado e TIPICIDADE. Não há que se falar em revogação.

    Bons estudos !

  • Gab errada

    Súmula STJ 502: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2°, do Código penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • Tanto de barraquinhas de cds e dvds que há aqui na minha cidade

    e a policia não faz nada!!

  • Os princípios norteadores do direito penal não revoga norma penal incriminadora,apenas afasta atipicidade de acordo com a função de cada principio.

  • Súmula STJ 502: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2°, do Código penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    Gabarito: ERRADO.

  • O comentário de Helena foi pertinente, qual seja:

    Súmula STJ 502: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2°, do Código penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    Eu, em complemento, anotaria que pelo Princípio da Simetria não é possível a revogação de um tipo penal por meio de um costume jurídico.

  • Minha contribuição.

    Súmula 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoriaafigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2º, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    Abraço!!!

  • COSTUME NÃO REVOGA CRIME

    NÃO ESTABELECE SANÇÃO PENAL

    COSTUME NÃO REVOGA CRIME

    NÃO ESTABELECE SANÇÃO PENAL

    COSTUME NÃO REVOGA CRIME

    NÃO ESTABELECE SANÇÃO PENAL

    COSTUME NÃO REVOGA CRIME

    NÃO ESTABELECE SANÇÃO PENAL

    COSTUME NÃO REVOGA CRIME

    NÃO ESTABELECE SANÇÃO PENAL

  • ERRADO

    O princípio da adequação social, apesar de uma conduta se ajustar a um tipo penal, não será considerada materialmente típica se for socialmente adequada ou reconhecida. Considera a aceitação da conduta pela sociedade.

    Obs.: a pirataria é materialmente típica, não se enquadra na hipótese do princípio da adequação social.

    Súmula 502, STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • PRINCÍPIO NÃO REVOGA TIPO PENAL INCRIMINADOR!

  • Gabarito: Errado

    A banca adora essa súmula.

    Súmula 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoriaafigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2º, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • STJ: Não se aplica o princípio da adequação social à conduta de vender CDs e DVDs falsificados, sendo, portanto, típica, formal e materialmente, nos termos do art. 184, § 2º, CP (crime de violação de direito autoral).

  • AGORA O ENUNCIADO É LEVADO EM CONTA, NÉ?

  • Vejo varios ambulantes vendendo DVDs piratas e a policia não prende eles!!

  • Costume não revoga lei! O costume é meramente interpretativo.

  • Errado

    Princípio da Adequação Social -> é um vetor geral da hermenêutica segundo o qual "não se pode reputar como criminosa uma ação ou uma omissão aceita e tolerada pela sociedade, ainda que formalmente subsumida a um tipo legal incriminador". Todavia, "a aplicação deste princípio no exame da tipicidade deve ser realizada em caráter excepcional, porquanto ao legislador cabe precipuamente eleger aquelas condutas que serão descriminalizadas''.

    Ex: não se aplica o princípio a conduta de manter casa de prostituição e a venda de CDs e DVDs falsificados.

  • Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

    Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

    § 1 o Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente: (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

    Pena - reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa. (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

    § 2 o Na mesma pena do § 1 o incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente. (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

    Fonte: Jusbrasil

  • ENTÃO O POR QUÊ DA MINHA CIDADE ESTÁ CHEIO DE GENTE QUE VENDE??? JÁ QUE É PROIBIDO. É CADA UMA.

  • PRINCIPIO DA INSIGNIFICÂNCIA/ BAGATELA. (JURISPRUDENCIAL)

    REQUISITOS:

    -MINIMA OFENSIVIDADE DA CONDUTA.

    -AUSÊNCIA DE PERICULOSIDADE DA AÇÃO.

    -REDUZIDO GRAU DE RESPONSABILIDADE DO COMPORTAMENTO.

    -INEXPRESSIVIDADE DA LESÃO JURÍDICA.

    DICA MNEMÔNICA: MARI

    PRINCÍPIO DA ADEQUAÇÃO SOCIAL.

    Esse princípio dispõe, em síntese, que, se a sociedade aceita a conduta praticada e essa não contraria o disposto na Constituição Federal, ela não será punida criminalmente. Isso significa dizer que, embora formalmente típica, a conduta será materialmente atípica.

    OBS 01: Os princípios da adequação social e da insignificância não elidem/ eliminam em abstrato a incidência da norma incriminadora relativa à “pirataria”. Prejuízos à fisco, aos artistas e ao próprio comércio que revela a tipicidade da conduta. Precedentes jurisprudenciais.

    OBS 02: De acordo com o texto aprovado pela 3ª Seção do STJ, “presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas”. Assim, fica afastada a tese da adequação social

  • ☠️ GAB E ☠️

    .

    Direto ao ponto:

    Súmula nº 502 do STJ - Trata-se de enunciado de súmula por meio do qual o STJ afasta por completo a possibilidade de aplicação do princípio da adequação social à conduta de expor á venda CDs e DVDs pirateados. Trata-se de conduta típica, prevista no art. 184, 1º e 2º do CP.

  • Gab.: ERRADA.

    Súmula nº 502 do STJ - Trata-se de enunciado de súmula por meio do qual o STJ afasta por completo a possibilidade de aplicação do princípio da adequação social à conduta de expor á venda CDs e DVDs pirateados. Trata-se de conduta típica, prevista no art. 184, 1º e 2º do CP.

    A banca CESPE gosta muito dessa súmula, inclusive foi tema de questão para o concurso DELTA PF.

  • #DEPEN2020

  • Súmula nº 502 do STJ

  • Súmula no 502 do STJ – Trata-se de enunciado de súmula por meio do qual o STJ afasta por completo a possibilidade de aplicação do princípio da adequação social à conduta de expor à venda CDs e DVDs pirateados.

  • COSTUME NÃO REVOGA LEI PENAL

  • A QUESTAO JA COMEÇA ERRADA PELO ENUNCIADO: VERBO ADQUIRIR "PRODUTOS PIRATAS". CRIME FEDERAL. NAO TINHA COMO ESTAR CORRETA. INTERPRETAÇAO.

  • ----> Súmula nº 502 do STJ - Trata-se de enunciado de súmula por meio do qual o STJ afasta por completo a possibilidade de aplicação do princípio da adequação social à conduta de expor á venda CDs e DVDs pirateados. Trata-se de conduta típica, prevista no art. 184, 1º e 2º do CP.

  • Errado.

    Conforme a Súmula n. 502 do STJ, Pedro irá responder pelo crime do art. 184 do Código Penal (Violação de direito autoral) e não há que se falar em aplicação do princípio da adequação social. 

    Questão comentada pelo Prof. Érico Palazzo.

  • O exemplo que o prof Rogério Sanches usou em aula foi exatamente esse!

  • ERRADO, pois:

    Súmula nº 502 do STJ - Trata-se de enunciado de súmula por meio do qual o STJ afasta por completo a possibilidade de aplicação do princípio da adequação social à conduta de expor á venda CDs e DVDs pirateados. Trata-se de conduta típica, prevista no art. 184, 1º e 2º do CP.

  • Adequação social não revoga tipos penais. 

  • princípio da adequação social ex: Quando uma mãe fura a orelha de sua filha, ela causa uma lesão corporal, que fica afastada por ser um hábito popular.
  • Leva uma coisa pra sua prova :  COSTUME NÃO REVOGA LEI PENAL não é porque a conduta é considerada ''normal'' que deixa de ser crime , caso fosse assim , beber e dirigir não seria mais crime. Com efeito , o examinador vem com expressões do tipo ''visando o sustento da familia'' , com o intuito de te induzir ao erro , outro exemplo disso é o transporte pirata , o cespe é mestre em te induzir ao erro, não caia nessa.

  • Li a questão lembrei da súmula - 502 STJ  - Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas. 

    PIRATARIA É CRIME, FIM!

     

    Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do Senhor vem a vitória.

    L.Damasceno.

  • Gente, esse campo foi feito para comentar sobre o gabarito da questão.

    Não é pra fazer marketing de algum produto não!

  • ERRADA.

    COSTUME NÃO REVOGA LEI PENAL.

    PIRATARIA É CRIME!

  • Não se revoga a lei penal. O que o princípio da adequação social pode fazer é afastar a tipicidade da conduta. No entanto, vale ressaltar que doutrinadores como Cezar Bittencourt acreditam que esse princípio é instável e relativo, motivo pelo qual a maioria dos penalistas não o utiliza nem para afastar a tipicidade, nem como causa de justificação da conduta.

    Cabe lembrar, ainda, que o direito consuetudinário serve tão somente para auxiliar na interpretação das normas, valendo como fonte informal do direito penal (i.e., não é capaz de revogar normas e etc).

  • ERRADO lei só pode ser revogada por lei

  • Lei revoga lei!

    Gab. Errado.

  • COSTUME NÃO REVOGA NEM CRIA CRIMES

  • SÚMULA 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2o, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • Pessoal uma dica que vai ajudar muitos aqui do Qc, toda vez que vocês encontrarem um fdp fazendo propagandas aqui, você vai até o perfil dela e bloqueia o mal amado, faça isso em todos que estiverem fazendo propagandas aqui, e não vai aparecer nenhuma propaganda mais, podem fazer isso que todos as propagandas dessa pessoa em qualquer prova que você estiver resolvendo não mais aparecerá ohooouuu \O/

    "bons estudos a todos a nossa aprovação é questão de tempo, o Tempo de deus"

  • Súmula n° 502 do STJ: presentes a materialidade e autoria, se pune o delito de venda CDs e DVDs piratas, não podendo ser alegado o princípio da adequação social. Com fulcro no art.184 do CP.

    -Thiago Criminis

  • A S502 responde muito bem a questão.

    Não vamos esquecer que princípio NÃO REVOGA CRIME.

  • Súmula 502, STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art.184, parágrafo 2, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • Não se revoga o tipo penal continua sendo típico.

  • Súmula n° 502, STJ: '' Presentes a materialidade e autoria, afigura-se típica em relação ao crime previsto no art.184, §2° do CPP ( violação de direito autoral) , a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    Nesse sentido, a venda dde CDs e DVDs piratas, não perdeu a sua tipicidade por conta do princípio da adequação social, mas pelo contrário, continua sendo considerada um crime conforme a súmula.

  • Considera-se típica a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas, prevista no § 2º do artigo 184 do Código Penal, afastando-se a aplicação do princípio da adequação social pois, apesar de a sociedade alegadamente aceitar e até estimular a prática do delito ao adquirir os produtos originados de contrafação, não é socialmente tolerável uma conduta que causa enormes prejuízos aos autores das obras, ao fisco, à indústria fonográfica e aos comerciantes regularmente estabelecidos.

    https://www.tjdft.jus.br/consultas/jurisprudencia/jurisprudencia-em-temas/jurisprudencia-reiterada-1/direito-penal/venda-de-cd-e-dvd-falsificados-inaplicabilidade-da-teoria-da-adequacao-social-nv

  • Gab ERRADO.

    O princípio da Adequação Social existe para "autorizar" atos ilícitos aceitos pela sociedade. Entretanto, não se aplica ao crime em questão (pirataria). Um exemplo a ser aplicado esse princípio é furar a orelha de uma criança para colocar um brinco, mesmo sem sua autorização, seria um caso de lesão corporal.

    #PERTENCEREMOS

    Insta: @_concurseiroprf

  • Matéria sumulada e já consolidada. Não se aplica o principio elencado.

    gabarito: errado

  • Errada

    Súmula 502 - STJ: Presentes da materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art 184,§2°, CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • ERRADO

    Conforme a Súmula n. 502 do STJ, Pedro irá responder pelo crime do art. 184 do Código Penal e não há que se falar em aplicação do princípio da adequação social.

  • O princípio da adequação social NÃO se aplica à conduta de Pedro. O crime praticado não é revogado, ainda que tenha cometido o crime(venda de CDs piratas) para salvar da fome a sua (dele) família.

    hoje a familia de Pedro está toda morta.

  • ERRADO

    O princípio da adequação social não afasta a tipicidade da conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas (Súmula 502 do STJ)

  • A Adequação social não deixa de tipificar um crime ou tem capacidade de abolir um crime.

  • o tipo penal incriminador não é revogado.

    Avante!

  • negativo, trata-se de crime

  • Súmula n° 502 do STJ

  • O princípio da adequação social não afasta a tipicidade da conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas (Súmula 502 do STJ)

  • Basta simplesmente lembrar que o princípio da adequação social não revoga crime, mas exclui a tipicidade.

  • Só lei penal em sentido estrito posterior pode revogar lei anterior.

    COSTUMES NEM OUTROS DISPOSITIVOS QUE NÃO SEJAM LEI NÃO REVOGAM.

  • pirataria é crime !!!!!!

  • Em 01/12/20 às 17:15, você respondeu a opção E.

    Você acertou!

    Em 09/09/20 às 18:27, você respondeu a opção C.

    Você errou!

  • A venda de CDs e DVDs piratas é considerado crime.

    então, a assertiva esta errada, e não é uma pratica aceita pela sociedade.

  • GABARITO ERRADO.

    SÚMULA 502 DO STJ: Presentes a materialidade e a autoria afiguram-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    * Principio da Adequação social

     --- > Praticas aceita socialmente ou socialmente adequada.

    Ex: Mãe colocar par de brincos na filha, em tese, segundo o art 129 CP a conduta caracteriza lesão corporal, mas, por ser uma conduta meramente adequada a sociedade.

  • ERRADO, DIREITOS AUTORAIS

  • A questão pede para marcação ERRADA

  • ERRADO

    PRINCÍPIO A ADEQUAÇÃO SOCIAL

    A lei não precisa necessariamente estar ou ser revogada para que se aplique tal princípio, como diz a questão. O fato é que a sociedade não considera mais aquela conduta como crime, sendo ela adequada ao contexto social atual.

  • Lei cria, lei extingue

  • Pessoal, o argumento correto para o gabarito nessa questão e nesse concurso em específico é o fato de que costume não revoga crime, apenas lei? lei define crime e lei revoga crime, legalidade, reserva legal, etc?

    Falo porque o pessoal está usando o 184 do CP e uma súmula relacionada, mas nenhum dos dois está nem diretamente nem indiretamente no edital de perito da PF, eu não tenho que estudar isso né? Eu deveria saber responder a partir da parte de Princípios do edital, especificamente Legalidade?

    Desde já agradeço!

  • Princípio não revoga norma penal.

    Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TJ-BA Prova: CESPE - 2019 - TJ-BA - Juiz de Direito Substituto

    E - O princípio da adequação social serve de parâmetro ao legislador, que deve buscar afastar a tipificação criminal de condutas consideradas socialmente adequadas = C

    Gabarito errado.

  • Complementando...

    Súmula 502 - STJ

  • è uma conduta meramente aceitado pela sociedade, mas, isso não quer dizer que ele não vá ser punido penalmente, NÃO revogando o tipo penal incriminador.

  • Material Focus:

    De acordo com o princípio de adequação, não pode ser considerado criminoso o comportamento humano que, embora tipificado em lei, não afrontar o sentimento de justiça. Com exceções de:

    " São regulados no Título III da Parte Especial do Código Penal. A propriedade imaterial consiste na relação jurídica entre o autor e sua obra, em função da criação (direitos morais), ou da respectiva inserção em circulação (direitos patrimoniais), e perante todos (Estado, coletividade, explorador econômico, usuário, adquirente de exemplar). A violação de direito autoral é crime contra a propriedade intelectual que encontra-se tipificado no Capítulo I do Título III, no artigo 184 do Código Penal, cuja objetividade jurídica é a propriedade imaterial. Os Capítulos II a IV do Título III, que definiam os crimes contra o privilégio de invenção, contra as marcas de indústria e comércio e os crimes de concorrência desleal, foram revogados. " Fonte: https://www.direitonet.com.br/dicionario/exibir/1366/Crimes-contra-a-propriedade-imaterial#:~:text=S%C3%A3o%20regulados%20no%20T%C3%ADtulo%20III%20da%20Parte%20Especial%20do%20C%C3%B3digo%20Penal.&text=Os%20Cap%C3%ADtulos%20II%20a%20IV,de%20concorr%C3%AAncia%20desleal%2C%20foram%20revogados.

  • Só se revoga lei através de outra lei. NOT TODAY, CESPE. MAYBE TOMORROW, BUT NOT TODAY HAHAHA

  • O princípio da adequação social prega que uma conduta, ainda quando tipificada em Lei como criminosa, quando não for capaz de afrontar o sentimento social de Justiça, não seria considerada crime, em sentido material, por possuir adequação social (aceitação pela sociedade). Mas o crime em questão não é aceito na sociedade.

  • Quem tem algum exemplo em que o princípio da adequação social se aplica na prática?

  • Afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas. Conforme súmula 502 do STJ, Presentes a materialidade e a autoria.

  • Não se aplica a adequação social à pirataria.

  • Pedro vai responder por crime de descaminho na sua forma equiparada pois o princípio da adequação social é apenas um vetor de interpretação balizador entre o justo e o injusto, não servindo para revogar tipos penais. São 02 funções do Princ da Adequação Social:

    1- Reduzir o âmbito de aplicação do tipo penal

    2- Orientar o legislador no que tange à seleção dos bens juridicamente tutelados

    INSTAGRAM: @OPERACAO.FEDERAL

  • CUIDADO! O princípio da adequação social serve de parâmetro ao legislador, que deve buscar afastar a tipificação criminal de condutas consideradas socialmente adequadas. CERTO QUESTÃO 960757 -

  • Súmula 502 do STJ - PRESENTES A MATERIALIDADE E A AUTORIA, AFIGURA-SE TÍPICA, EM RELAÇÃO AO CRIME PREVISTO NO    ART. 184, 2º, DO CP, A CONDUTA DE EXPOR A VENDA CDS E DVDS PIRATAS.

    Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos:             

           Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.            

           § 1 Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente:            

           Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.           

           § 2 Na mesma pena do § 1 incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.          

           § 3 Se a violação consistir no oferecimento ao público, mediante cabo, fibra ótica, satélite, ondas ou qualquer outro sistema que permita ao usuário realizar a seleção da obra ou produção para recebê-la em um tempo e lugar previamente determinados por quem formula a demanda, com intuito de lucro, direto ou indireto, sem autorização expressa, conforme o caso, do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor de fonograma, ou de quem os represente:          

           Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.          

           § 4 O disposto nos §§ 1, 2 e 3 não se aplica quando se tratar de exceção ou limitação ao direito de autor ou os que lhe são conexos, em conformidade com o previsto na Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, nem a cópia de obra intelectual ou fonograma, em um só exemplar, para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto.        

  • Princípio da Adequação Social: Idealizado por Hans Welzel, em linhas gerais, exprime a ideia de que comportamentos socialmente adequados (aceitos) ou toleráveis pela sociedade não devem constituir crimes.

    Tem função:

    Politica criminal --> orienta o legislador na seleção de bens jurídicos a serem tutelados, criminalizando ou descriminalizando condutas

    Interpretativa --> destinada ao juiz no caso concreto, devendo constatar a existência de tipicidade material, considerando ser adequada (ou não) a conduta. STF e STJ não aceitam a função interpretativa, pois viola a separação dos poderes.

    Resolvendo a questão:

    Ao Pedro não se aplica pois, conforme súmula 502 do STJ é crime a conduta de vender CD e DVD piratas, ainda que socialmente aceita, a conduta fere os direitos autorais, o fisco e traz prejuízos a industria fonográfica.

  • EXCLUI CONDUTA

    1- CASO FORTUITO E FORÇA MAIOR

    2- ESTADO DE INCONSCIÊNCIA COMPLETA(SONAMBULISMO/HIPNOSE)

    3- MOVIMENTOS REFLEXOS

    4- COAÇÃO FÍSICA IRRESISTÍVEL (INVOLUNTARIEDADE)

    exclua a conduta com 100 coações físicas irresistíveis!

  • costume não revoga lei

    fonte: vozes da minha cabeça

  • costume não revoga lei

  • Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    (Súmula 502, TERCEIRA SEÇÃO, julgado em 23/10/2013, DJe 28/10/2013)

  • Princípio da Adequação Social:

    Esse princípio nos ensina que, apesar de uma conduta se adequar ao modelo legal, ela não será considerada típica se for socialmente aceita ou reconhecida. Assim, podemos dizer que o princípio da adequação social reflete uma conduta aceita pela sociedade que é considerada como penalmente relevante.

    Importante: O jogo do bicho NÃO pode ser considerado atípico simplesmente porque a sociedade como um todo o tem como normal. Continua a lei o tipificando como contravenção penal e somente outra lei o poderia revogar.

    FONTE: Material QB

  • A voz do mestre Juliano Yamakawa fica no seu ouvido, sem deixar vc errar NADA, monstro demais!!!
  • Oi, gente!

    Passando pra deixar essa dica pra quem tá focado em concursos policiais.

    → Baixem os 328 mapas mentais para carreiras policiais + Legislação Facilitada (Lei Seca) + QConcurso = APROVAÇÃO

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    Fiz esse procedimento em vários concursos aproveitamento melhorou muito!

    Testem aí e me deem um feedback.

  • ERRADO

    O princípio da adequação social não revoga lei, mas afasta a tipicidade nas condutas que não afrontam o sentimento de justiça social. No caso da pirataria mesmo sendo "socialmente aceita" (pelo menos pela maioria, acredito) existe a Sumula 502 do STJ que impede o afastamento da tipicidade nesse caso específico.

    "... adequação social é, sem dúvida, motivo para exclusão da tipicidade, justamente porque a conduta consensualmente aceita pela sociedade não se ajusta ao modelo legal incriminador, tendo em vista que este possui, como finalidade precípua, proibir condutas que firam bens jurídicos tutelados. Ora, se determinada conduta é acolhida como socialmente adequada deixa de ser considerada lesiva a qualquer bem jurídico, tornando-se um indiferente penal. (NUCCI, 2011, p. 229-230). "

  • PRINCÍPIO DA ADEQUAÇÃO SOCIAL

    O princípio da adequação social, bem como o princípio da intervenção mínima, destinam-se ao legislador, para orientá-lo na escolha de condutas a serem proibidas ou impostas e na revogação de tipos penais.

    Lembrando ainda, que mesmo que a prática constantes de algumas infrações penais, cujas condutas incriminadas já não são consideradas inadequadas para a sociedade, não poderá o agente alegar que o fato é tolerado socialmente. O princípio da adequação social não tem o poder de revogar uma lei. Uma lei só poderá ser revogado por outra lei.

  • PRINCÍPIO DA ADEQUAÇÃO SOCIAL

    O princípio da adequação social, bem como o princípio da intervenção mínima, destinam-se ao legislador, para orientá-lo na escolha de condutas a serem proibidas ou impostas e na revogação de tipos penais.

    Lembrando ainda, que mesmo que a prática constantes de algumas infrações penais, cujas condutas incriminadas já não são consideradas inadequadas para a sociedade, não poderá o agente alegar que o fato é tolerado socialmente. O princípio da adequação social não tem o poder de revogar uma lei. Uma lei só poderá ser revogado por outra lei.

    FONTE: https://ferreiradepaula.jusbrasil.com.br/

  • Não é possível a atipicidade com fundamento em costumes.

  • SÚMULA 502 STJ - Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • A ação amparada por uma causa de justificação só não é crime, apesar de socialmente inadequada, em razão de uma autorização especial para a realização da ação típica. A hipótese descrita não se aplica o princípio da adequação social.

    Fonte: Comentário do professor.

    ERRADO!!

  • errado, só lei revoga lei.

  • Cuidado para não confundir:

    A revogação, que só pode ocorrer por meio de LEI (reserva legal), está disposta no plano da existência do tipo penal incriminador enquanto a aplicação de um princípio para inviabilizar os efeitos desse dispositivo legal num determinado caso encontra-se no plano da eficácia.

    Ou seja, a aplicação do princípio da adequação social não faz com que o tipo penal deixe de existir. Ele continua positivado, contudo, em razão do mencionado preceito, os elementos essenciais à configuração do crime não se fazem presentes (como os colegas exaustivamente já comentaram, o princípio da adequação social afasta a tipicidade material), fato que impede a eficácia.

    Exemplo disso é o ADULTÉRIO, até então previsto no art. 240 do CP. Adúlteros não eram condenados como incursos nas penas do referido artigo porque a conduta não era tida como criminosa (faltava tipicidade material) diante do princípio da adequação social. Assim, o art. 240, CP, ficava sem repercussão, apesar da existência. Então, não foi o princípio o instrumento responsável pela REVOGAÇÃO, mas a Lei nº 11.106/05.

    No caso da questão, há plenitude de existência e eficácia, pois, diferente do adultério, princípio da adequação social não tem espaço (S. 502 STJ).

  • O princípio da adequação social se aplica à conduta de Pedro, de modo que se revoga o tipo penal incriminador em razão de se tratar de comportamento socialmente aceito.

    (lei revoga lei)

    ADEQUAÇÃO SOCIAL:

    Uma conduta/fato que se subsumir ao modelo legal, não será considerada típica/crime se fazer parte da cultura histórica de uma sociedade. (Ex.: AS VAQUEJADAS)

  • ERRADO

    Consoante a Súmula n. 502 do STJ, Pedro irá responder pelo crime do art. 184 do Código Penal e não há que se falar em aplicação do princípio da adequação social.

    Súmula n. 502, STJ: “Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas”.

    Princípio da adequação social 

    Conduta tipificada em lei, mas que não afronta o sentimento de justiça da coletividade, seja pelos costumes, cultura.

    Exemplos: colocar brincos em uma criança recém-nascida (lesão corporal), tatuagem (lesão corporal), circuncisão (lesão corporal), dentre outros.

    Natureza jurídica: Causa supralegal de exclusão da tipicidade (material). Ex.: ato obs­ceno (art. 233, CP).

    Fonte: Érico Palazzo/Direito Penal

  • Adequação social, mas ainda é crime.

  • Quando os comentários dos colegas te ajudam a entender bem mais que o único comentário do professor! Obrigada a cada um que contribui pra ajudar um todo...
  • O princípio da adequação social se aplica à conduta de Pedro, de modo que se revoga o tipo penal incriminador em razão de se tratar de comportamento socialmente aceito. ERRADO

    O princípio da adequação social são os fatos que geram perigos aos seres humanos, mas não devem ser tipificados como crime, porque são aceitos socialmente.

    Ex.: furar a orelha de uma criança, andar de avião, fazer tatuagem, etc.

    Porém, na questão, Pedro estava cometendo o crime previsto no art.184 do CP -  Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.

    FOCO, FÉ E AÇÃO!

  • SÚMULA 502 STJ - Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • OBS: conforme o STF e o STJ, não se aplica tal princípio aos crimes de Casa de Prostituição (Art. 229 CP) e exposição à venda de CDs e DVDs piratas (Art. 184, parágrafo 2º do CP).

    Nesse sentido:

    • Súmula 502 do STJ: presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2º, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.
  • É só lembrar que costumes não revogam LEIS.

  • Conforme a aula que eu assisti do Estratégia, o professor comentou que, embora haja a discussão e a tentativa de absolver o réu pela aplicação do princípio da adequação social, uma vez que a comercialização de CDs e DVDs piratas seria um comportamento socialmente aceito, essa tese "não colou" para os Tribunais, não sendo possível revogar o tipo penal incriminador, tutelando-se os direitos autorias.

    Assim, conforme a Súm. 502, STJ:

    “Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas”.

  • A venda de CDs e DVDs piratas é considerado crime.

    então, a assertiva esta errada, e não é uma pratica aceita pela sociedade.

  • apenas lei irá revogar.

  • Segundo esse princípio, uma conduta, apesar de típica, não será considerada crime se for socialmente adequada ou reconhecida, ou seja, se for aceita pela sociedade. Muito cuidado, o princípio da adequação social, por si só, não tem aptidão para revogar tipos penais, pode até orientar o legislador para que retire a criminalização de certas condutas, mas isso só poderá ocorrer por força de lei.

    Só lembrar da pratica da venda de CD e DVD piratas, atividade aceita pela sociedade em geral. Não obstante essa aceitação (adequação social) a conduta continua sendo considerada criminosa. O STJ, inclusive, já sumulou esse entendimento:

    Súmula 502 do STJ - PRESENTES A MATERIALIDADE E A AUTORIA, AFIGURA-SE TÍPICA, EM RELAÇÃO AO CRIME PREVISTO NO ART. 184, § 2º, DO CP, A CONDUTA DE EXPOR À VENDA CDS E DVDS PIRATAS.

    By: Vitor Falcão

  • O princípio da adequação social preconiza que não se pode reputar criminosa uma conduta tolerada pela sociedade, ainda que se enquadre em uma descrição típica. Trata-se de condutas que, embora formalmente típicas, porquanto subsumidas num tipo penal, são materialmente atípicas, porque socialmente adequadas, isto é, estão em consonância com a ordem social.

    Porém, pedro estava cometendo crime tipificado pelo Código Penal Art. 184, § 2º, desta maneira não a o que se falar em adequação social, tendo em vista que os costumes não tem condão para revogar crimes e excluir a tipicidade da conduta.

    SÚMULA 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2o, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    O princípio da adequação social também se dirige a legislador em duas vertentes:

    1) orienta o legislador quando da seleção das condutas que deseja proibir ou impor, com o fim de proteger os bens considerados mais importantes. Se a conduta que o legislador pretende tipificar for considerada socialmente adequada, não poderá ele reprimi-la através do Direito Penal.

    2) destina-se a fazer com que o legislador repense os tipos penais e retire do ordenamento jurídico a proteção sobre aqueles bens cujas condutas já se adaptaram perfeitamente à evolução da sociedade.

  • Só se revoga lei com uma nova lei!

  • Princípio da Adequação Social A conduta do agente por mais que seja considerada, formalmente, um crime, em sentido material, não é considerada um delito, não sendo mais objeto de reprovação social, tornando-se uma conduta aceita e adequada pela sociedade. O princípio da adequação social não revoga tipos penais incriminadores. - Serve de parâmetro ao legislador, que deve buscar afastar a tipificação criminal de condutas consideradas socialmente adequadas. - O adultério é um exemplo do princípio, não sendo considerado mais crime. - O STJ não aceita o princípio da adequação social em relação à conduta de expor à venda CD’s e DVD’s Piratas.

  • Gabarito Errado

    O princípio da adequação social preconiza que não se pode reputar criminosa uma conduta tolerada pela sociedade, ainda que se enquadre em uma descrição típica. Trata-se de condutas que, embora formalmente típicas, porquanto subsumidas num tipo penal, são materialmente atípicas, porque socialmente adequadas, isto é, estão em consonância com a ordem social.

    Porém, Pedro estava cometendo crime tipificado pelo Código Penal Art. 184, § 2º, desta maneira não a o que se falar em adequação social, tendo em vista que os costumes não tem condão para revogar crimes e excluir a tipicidade da conduta.

    SÚMULA 502 - STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2o, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas

  • O princípio da adequação social não constitui meio apto a revogar normas penais incriminadoras. Porém, nada impede que o LEGISLADOR se utilize desse princípio para a criação de tipos penais.

  • Costume não revoga lei penal.

    Um crime, quando se é criado, é necessário passar pela forma estrita (CD -> SF -> PR -> Sancionar) e para ser revogado precisa seguir o mesmo procedimento. Apesar de ser uma conduta aceita pela sociedade, não deixa de ser crime a venda de CDs e DVDs piratas.

  • Concebido por Hans Welzel, o princípio da adequação social preconiza que não se pode reputar criminosa uma conduta tolerada pela sociedade, ainda que se enquadre em uma descrição típica.

    O Princípio da adequação social NÃO se aplica ao julgador. Contudo, APLICA-SE ao legislador no momento da criação dos tipos penais.

  • Súmula nº 502 do STJ - Trata-se de enunciado de súmula por meio do qual o STJ afasta por completo a possibilidade de aplicação do princípio da adequação social à conduta de expor á venda CDs e DVDs pirateados. Trata-se de conduta típica, prevista no art. 184, 1º e 2º do CP.

    Súmula 502 do STJ - PRESENTES A MATERIALIDADE E A AUTORIA, AFIGURA-SE TÍPICA, EM RELAÇÃO AO CRIME PREVISTO NO    ART. 184, 2º, DO CP, A CONDUTA DE EXPOR A VENDA CDS E DVDS PIRATAS.

  • Princípio da Simetria > Não é possivel tornar apto a adequação social quando torna-se crime. EX : Vender esses DVD´S piratas.

  • Errado. Direto ao ponto:

    Condutas socialmente aceitas e adequadas não podem ser criminalizadas. Está é a premissa do chamado princípio da adequação social. Imagine que um policial realizasse a prisão de um lutador do UFC por causar lesões corporais em seu adversário. Não faria sentido algum. E por quê? Porque as competições de luta são um fato socialmente aceito!

    Atenção: Súmula n. 502/STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • SÚMULA 502 STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art.

    184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • Gab Errada

    Súmula 502 - STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art 184°§2° do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • Gab. Errado

    Adequação social:

    Condutas socialmente aceitas não são punidas. Ex: UFC.

    É crime a venda de CDs e DVDs PIRATAS.

  • COSTUME NÃO REVOGAAAA

  • GAB: E

    S. 502 STJ: “A jurisprudência desta Corte e do Supremo Tribunal Federal orienta-se no sentido de considerar típica, formal e materialmente, a conduta prevista no artigo 184, §2o, do Código Penal, afastando, assim, a aplicação do princípio da adequação social, de quem expõe à venda CDs e DVDs ‘piratas’.

  • Costumes não revogam leis!

  • Se para criar infrações penais precisa-se de lei, para revogá-las também precisa-se de lei também(princípio da simetria).

    Sendo assim, é proibido o uso dos costumes para criar crimes, culminar e agravar penas. Porém, eles podem ser usados para dar ensejo à criação de infrações penais, tendo que passar pelo rito legislativo.

    Deus é o nosso escudo e fortaleza!

  • Literalidade da Súmula 502, STJ.

  • o STJ afasta por completo a possibilidade de aplicação do princípio da adequação social à crimes contra a administração pública.

  • Um costume não pode revogar um tipo penal.

    EX; venda de CD pirata.

    ADEQUAÇÃO SOCIAL

    A conduta socialmente aceita, mesmo que prevista em um tipo penal, não pode ser considerada criminosa.

    Ex: Pai e mãe furam a orelha da criança


ID
2798536
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

A fim de garantir o sustento de sua família, Pedro adquiriu 500 CDs e DVDs piratas para posteriormente revendê-los. Certo dia, enquanto expunha os produtos para venda em determinada praça pública de uma cidade brasileira, Pedro foi surpreendido por policiais, que apreenderam a mercadoria e o conduziram coercitivamente até a delegacia.

Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.

Se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.

Alternativas
Comentários
  • Art. 14 - Diz-se o crime:

    II - tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. 

    Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços

  • GABARITO - CERTO

     

    Teoria Subjetiva: A punição da tentativa deve observar seu aspecto subjetivo do delito, da perspectiva do dolo do agente. Sabendo que, seja na consumação seja na tentativa, o crime é subjetivamente completo, não pode haver, para esta teoria, distinção entre as penas nas duas modalidades.  A tentativa merece a mesma pena do crime consumado.

     

    Teoria Objetiva: A punição da tentativa deve observar o aspecto objetivo do delito. Apesar de a consumação e a tentativa serem subjetivamente completas, esta (tentativa),diferente daquela (consumação), é objetivamente inacabada, autorizando punição menos rigorosa quando o crime for tentado.

     

    O nosso Código, como regra, adotou a teoria objetiva,punindo-se a tentativa com a mesma pena do crime consumado, reduzida de 1/3 a 2/3.

    Art. 14 - Diz-se o crime:(Redaçãodada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)

    Crime consumado

    Tentativa

    II - tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma porcircunstâncias alheias à vontade do agente.

    Pena de tentativa

    Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços.

    Fonte: MANUAL DE DIREITO PENAL, ROGÉRIO SANCHES.

  • Gabarito: "Certo"

     

    Isso mesmo!!! Aplicação do art. 14, II, p.ú, CP:

     

    Art. 14 - Diz-se o crime:

    II - tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente

    Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços

  • Resumo:

     

    TENTATIVA

    -> Agente pratica a conduta delituosa, mas por circunstâncias alheias à sua vontade, o resultado não ocorre.

    -> Responde pelo crime, com redução de pena de 1/3 a 2/3.

     

     DESISTÊNCIA VOLUNTÁRIA

    -> O agente INICIA a prática da conduta delituosa, mas se arrepende, e CESSA a atividade criminosa (mesmo podendo continuar) e o resultado não ocorre.

    -> Responde apenas pelos atos já praticados. Desconsidera-se o “dolo inicial”, e o agente é punido apenas pelos danos que efetivamente causou.

     

    ARREPENDIMENTO EFICAZ

    -> O agente INICIA a prática da conduta delituosa E COMPLETA A EXECUÇÃO DA CONDUTA, mas se arrepende do que fez e toma as providências para que o resultado inicialmente pretendido não ocorra. O resultado NÃO ocorre.

    -> Responde apenas pelos atos já praticados. Desconsidera-se o “dolo inicial”, e o agente é punido apenas pelos danos que efetivamente causou.

     

    ARREPENDIMENTO POSTERIOR

    O agente completa a execução da atividade criminosa e o resultado efetivamente ocorre. Porém, após a ocorrência do resultado, o agente se arrepende E REPARA O DANO ou RESTITUI A COISA.

    1. Só pode ocorrer nos crimes cometidos sem violência ou grave ameaça à pessoa;
    2. Só tem validade se ocorre antes do recebimento da denúncia ou queixa.

    O agente tem a pena reduzida de 1/3 a 2/3.

     

    Prof. Renan Araújo - Estratégia Concursos

  • O crime já havia se consumado.

    Violação de direito autoral

    Art. 184.

    § 2o Na mesma pena do § 1o incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.

     

    Quando Pedro adquiriu 500 CDs e DVDs piratas para posteriormente revendê-los, já houve a consumação do crime de violação de direito autoral.

     

    Como julgar o item? "Se a conduta não se consumar"... que conduta? expor a venda? o crime já não havia se consumado com o adquirir?

    O julgamento do item é solto ou "Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente"?

  • Compartilho do mesmo pensamento, visto que a violação de direito autoral é crime formal (ou de consumação antecipada), cuja consumação não depende do resultado naturalístico, embora ele possa ocorrer.

     

    Se a questão não tivesse a situação hipotética, estaria , sem dúvidas , correta. Difícil de aceitar o gab.

     

    Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.

    Como não ler a história se a questão pede com referência a situação hipotética...

  • A historinha confunde o concurseiro.
  • Como assim. .. crime formal. .. comprou = consumou. .. sem o caso é óbvio que está correto. .. mas conforme o caso, não
  • A galera está se prendendo a historinha.

     

    Se liguem no comando da questão e pimba!

     

     

  • Certo.

    Apesar da historinha exposta pela banca, na assertiva ela utiliza a seguinte expressão:

    SE A CONDUTA DE PEDRO....OU SEJA, seria uma hipótese, caso a conduta fosse tentada....O agente responderia pelo crime consumado, porém com diminuição de pena de 1 a 2/3.

  • "Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente."

    Não era com base na história ? Complicado viu...

  • Sacanagem da banca...

  • Para os que ficaram com dúvidas, vá direto ao comentário do Patrulheiro Ostensivo! Contudo, cabe recurso a essa questão visto o expresso comando "Com referência a essa situação hipotética". Ora, se o agente expôs à venda o produto ilícito, já se consumou o crime de violação de direito autoral, do art. 184. Trata-se de crime formal. A mera exposição à venda já é elemento do tipo do crime em contexto, portanto consumou-se o crime por si só, não havendo o que se falar em tentativa.

  • Pessoal, bom dia , eu acertei a questao na sorte , mas eu fiquei na vida no enunciado. Ele estava se referindo ao ato da compra dos 500 ou ao ato de expor para a venda?

     

  • Olha, até eu que não manjava muito bem sobre o delito exposto na historinha, imaginei, ''po esse crime ta na cara que é formal na conduta de expor, o cara não precisa efetivamente vender ou receber o lucro'', se por circunstancia alheia o crime não se consumou, eu já entendi, po mas o crime se consumou quando o cara expos a venda? pqp 

    Se o camarada ler a historinha erra, questão do padrinho essa na boa, o examinador pode escolher qual resposta....

  • CARA CADA QUESTÃO ABSURDA .. SEM NECESSIDADE PARA TANTO ...

  • Boa tarde,guerreiros(as)!

    Quanto à história: Prosopopéia flácida para acalentar bovinos (Conversa mole pra boi dormir).

    Quanto à questão:Não se consuma por circunstâncias  alheias a vontade do agente>> responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.

  • li a historia e errei. pqp

  • Art. 14 - Diz-se o crime:

    II - tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. 

     

    Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços.

  • Jorge Silva, bom dia.

    Desculpe-me, mas discordo de você. Como não vou ler a história se na prova diz: "Com referência a essa situação hipotética, julgue os itens subsequentes"

     

    Compartilho do mesmo entendimento da Eliane Sanches quando diz...

    Como julgar o item? "Se a conduta não se consumar"... que conduta? expor a venda? o crime já não havia se consumado com o adquirir?

    O julgamento do item é solto ou "Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente"?

     

    Mas no fim, quem bate o martelo é sempre a banca. Questões como essa, sempre dividem opiniões pois temos que imaginar como a banca está pensando...

     

    Boa sorte a todos!

  • Boa, Camila.

  • Situação Hipotética só para fazer o candidato errar a questão....má fé em Cespe...vai vendo.

  • Aos amigos estudantes e, principalmente, aos que (creio) acertaram a questão e dizem que não deveríamos levar em conta o "comando da questão", por ser suposta "conversa mole pra boi dormir":

     

    A história contada no enunciado até seria pra boi dormir não fosse o seguinte comando, que alguém aí disse para não levar em conta: "Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente." + "Se a CONDUTA DE PEDRO não se consumar..."

    Quem é Pedro e qual a sua conduta? Autor do crime contado na historinha, e sua conduta foi a prática do crime previsto no art. 184 do CP que, sabidamente, é crime formal. E, sendo crime formal, não admite tentativa.

    Passível de recurso, certamente.

  • Sabemos que a banca Cespe é capciosa, então mais atenção a historinha!  Portanto crime: 

    Art. 14  II - tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. 

    Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços.

  • Classificação doutrinária


    Trata-se de crime comum quanto ao sujeito ativo (aquele que pode ser praticado por qualquer pessoa), e crime próprio quanto ao sujeito passivo (somente pode ser o autor da obra literária, artística ou científica, bem como seus herdeiros e sucessores, ou qualquer outra pessoa titular do direito conexo ao de autor), plurissubsistente (costuma se realizar por meio de vários atos), comissivo (decorre de uma atividade positiva do agente “violar”) e, excepcionalmente, comissivo por omissão (quando o resultado deveria ser impedido pelos garantes – art. 13, § 2º, do CP), de forma livre (pode ser cometido por qualquer meio de execução), formal (se consuma sem a produção do resultado naturalístico, embora ele possa ocorrer), instantâneo (a consumação não se prolonga no tempo), monossubjetivo (pode ser praticado por um único agente), simples (atinge um único bem jurídico, a propriedade imaterial da vítima).


    Consumação e tentativa


    A violação de direito autoral é crime formal (ou de consumação antecipada), cuja consumação não depende do resultado naturalístico, embora ele possa ocorrer. Consuma-se, portanto, em momentos distintos, de acordo com as seguintes modalidades de conduta: (1) Na hipótese prevista no caput, com a efetiva violação; (2) No caso do § 1º, com a reprodução total ou parcial da obra intelectual ou do fonograma; (3) Na hipótese do § 2º, quando o agente distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta ou tem em depósito a reprodução feita com violação de direito autoral; (4) No caso do § 3º, quando o agente oferece ao público a obra ou produção alheia, ainda que a mesma não seja aceita por ninguém. A tentativa é possível em todas as figuras.


    https://vicentemaggio.jusbrasil.com.br/artigos/121942477/consideracoes-sobre-a-violacao-de-direito-autoral

  • O crime cometido por Pedro é FORMAL (não admite tentativa). Então o conceito de tentativa, embora correto, não se apllica à situação apresentada.

     

    Alguém que fez a prova recorreu dessa questão?

  • Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.

     

    Se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade (...)

     

    Pessoas, prestem atenção ao comando da questão, ele mesmo faz referência à "historinha" e, pelo que vi, eu e outros tantos erraram a questão justamente por causa da historinha. Não consegui encontrar explicação plausível para não ser crime formal. 

     

    Dai-me discernimento pai!

  • Eu entendi a questão da seguinte maneira: Ele chegou a expor os CDs e DVDs porém não vendeu nenhum...

  • Eu entendi que adquirir CD's e DVD's piratas já configura crime! Estou com os colegas, questão absurda...

  • A historinha foi só para confundir a cabeça da galera! 

     

  • Crime formal, só em violar direitos autorais, já configura crime, não precisa expor a venda. A meu ver, esta questão cabe recursos.

     

    Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos:

    Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.

    § 1º Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente:

    Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

    § 2º Na mesma pena do § 1o incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.

     

  • Cézar Luiz, boa tarde.

     

    Achei pertinente o seu comentário. Porém, encontrei um outro artigo que afirma, como você, que se admite a tentativa no crime de violação de direito autoral. Mas, o autor afirma neste artigo que, de acordo com essa regra, existe a exceção para duas condutas tipificadas, são elas: ter em depósito e expor a venda.

     

    5. Consumação e Tentativa

    Há consumação com a efetiva pratica da violação dos direitos autorais, mediante reprodução, venda ou oferecimentos ao público, independente da ocorrência do resultado.

    A tentativa é aceita em todas as modalidades, porém, Dalmanto admite exceção nas condutas de expor a venda e ter em depósitos (§ 2º), que são unissubsistentes.

     

    https://brunoscofield.jusbrasil.com.br/artigos/192928216/analise-dos-tipos-penais-art-184-a-207-do-codigo-penal

     

    Complementando

    Crime unissubsistente é aquele que é realizado por ato único, não sendo admitido o fracionamento da conduta, como, por exemplo, no desacato (artigo 331 do Código Penal Brasileiro) praticado verbalmente. Para Nelson Hungria não cabe tentativa nessa espécie de crime, pois não há fragmentação da atividade.

     

    Então, essa é um tipo de questão que, ao meu ver, deveria ser anulada, pois dá margem a diferentes interpretações.

  • Em relação a questão, creio que caiba recurso, pois conforme o art. 184, §2°, o agente expôs à venda, estando o crime, portanto, consumado, vez que é crime formal, não exigindo a vantagem econômica. Contudo, isso não significa dizer que o referido crime,por ser formal, não admita a tentiva. Isso porque, a tentativa não se relaciona com a superveniência do resultado naturalístico, mas com a natureza pluribsistente do delito, isto é, quando a conduta descrita no tipo possa ser fragmentada. 

    A título de exemplo podemos imaginar que, numa banquinha com a placa vende-se DVD´s e CD`s, o agente esteja ainda organizando os objetos nas prateleiras, sem ter declarado o início das vendas.

  • Questão no mínimo estranha. 

    O crime citado acima parece ser formal, e crimes formais em regra não admitem tentativa.

     

  • Segundo Cléber Masson, em regra, crimes materias, formais e de mera conduta admitem tentativa, pois deve-se levar em consideração serem ou não plurissubsistentes, ou seja, ser fracionável a conduta.

     

    O autor cita como exemplo de crime formal que admite tentativa o crime de extorsão mediante sequestro (o agente aborda a vítima, ameaaçando-a, mas esta evade-se).

     

    Já quanto ao crime de mera conduta, cita o exemplo de um casal que, em praça pública, anuncia que irá se despir (crime de ato obsceno, previsto no art. 233, do Código Penal), mas, antes de consumá-lo, é abordado por policiais, que impedem a consumação.

     

    Um adendo meu: meio estranho esse último exemplo, pois o Código Penal adota a teoria objetivo-formal quanto à passagem dos atos preparatórios para os de execução, exigindo assim que inicie-se a prática dos verbos contidos no tipo penal, o que não ocorre no exemplo citado pelo Mestre. 

  • Apenas acrescentando os comentários dos colegas, na tentativa o Brasil adota a Teoria Objetiva TEMPERADA (por conta das exceções).

     

    Forte Abraço

  • A propósito, o enunciado nº 574 da súmula do STJ:

    "Súmula 574-STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

    STJ. 3ª Seção. Aprovada em 22/06/2016, DJe 27/06/2016."

  • Ignore o gabarito preliminar. Se você marcou "errado", você marcou corretamente. Fique feliz!
  • "Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente."

     

    O enunciado diz que é pra tomar como base a situação. TÁ DIFÍCIL.

  • Anular né?

  • Mais uma questão esquizofrênica do cespe.


    Como disse um colega aqui: se ler o textinho erra.

  • é o velho esquema, se pensar demais, erra

  • Típica questão que acerta quem sabe menos, porque se a pessoa desconhece o tipo penal não saberia dizer que o crime estava consumado, focaria apenas no dispositivo que trata da tentativa na parte geral do código. É osso....

  • Achei a questão bastante clara e direta, tirou diretamente do art. 14, II - não é pra ficar viajando e pensando muito não, senão erra a questão. 

  • Mas que excelente questão examinadorzinho da cespe!

  • nao dá pra ficar pensando senão erra? o comando da  questão nos induz a pensar e errar

  • Art. 14 - Diz-se o crime:

    II tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. 

    Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços

    problema é que, ele disse pra se basear na ""HISTÓRIA", Porém se a ler, automaticamente você erra kkkk

    eeee cespe.

  • Se você acertou, estude mais um pouco...

  • GABARITO CORRETO

     

    O crime tentado – conatus, no direito penal brasileiro surge como norma de extensão de forma que o autor de determinadas práticas delitivas não fique sem a devida punição. Ou seja, não há uma adequação típica imediata – o fato subsume-se a norma sem a necessidade de combinação de artigos, mas sim mediata, não qual haverá a necessidade de fazer a combinação do tipo penal incriminador, com a norma de extensão prescrita no artigo 14, II do Código Penal.

     

    Adendo – há tipos penais os quais não admitem a modalidade tentada:

    a)       Crimes unissubsistentes

    b)      Crimes preterdolosos

    c)       Crimes omissivos próprios 

    d)      Crimes habituais

    e)      Crimes culposos

    f)        Crimes de atentado – aqui há a exceção à regra a teoria objetiva, de forma que aplica-se a teoria subjetiva. Nesse caso, a pena aplicada ao crime tentado se iguala a pena do crime consumado. Aqui, o sujeito é punido por sua intenção, pouco importa o resultado ser alcançado ou não. Ex. artigo 352, do CP – Evadir-se ou tentar evadir-se o preso ou indivíduo submetido a medida de segurança detentiva, usando de violência contra a pessoa: Pena - detenção, de 3 meses a 1 ano, além da pena correspondente à violência.   

    g)       Contravenções penais (art. 4º, da LCP) – aqui a tentativa é cabível, porém, de acordo com a lei, não é tida como punível.

     

     

    Para haver progresso, tem que existir ordem. 
    DEUS SALVE O BRASIL.
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  • Gab. E. CESPE cespiando...

    É verdade esse bilete

  • Estava olhando alguns comentários contestando o gabarito. Ao meu ver, não é hipótese de anular. A tentativa que a questão fala é a de ADQUIRIR o produto. Não seria a tentativa de vender, mas sim a de ADQUIRIR. Lembremos que ADQUIRIR integra o tipo penal.

    Pensemos que Fulano tenha saído de casa decidido a comprar DVDs piratas, seja para vender, seja para consumo próprio. Não importa. Lá chegando, quando estava prestes a pagar pelos produtos, a polícia realiza flagrante delito. Ou seja, ele nem sequer chegou a adquirir o produto por CIRCUNSTÂNCIA ALHEIA À SUA VONTADE.

  • ele já adquiriu e expôs à venda... como haveria tentativa???

  • Perfeita explicação de Siqueira "enquanto expunha", nesse momento o crime se consuma pois ele não estava tentando expor, era enquanto expunha, durante a prática, já havia entrado na consumação. Pois expor já configura o crime.

  • Pratiquem as questões da Cespe, geralmente, a história passada pode até ser descartada, que a questão cabe recurso é nítido que sim, agora ver o gabarito alterado....shi....


  • Com todo o respeito !!!

    Muito fácil justificar esse gabarito pela PARTÍCULA SE aqui no QC.....Na hora da prova, o comando da questão realmente foi dúbio !!!

  • Depois dessa questao eu comecei a ter minhas duvidas quanto ao modus operandi do cespe. Será que eles leem mesmo todos os recursos?? Fiz um baita de um recurso para essa questao, pedi até ajuda de um advogado penalista com experiencia no mercado e a banca nada de anular nem modificar o gabarito. Será mesmo que eles têm estrutura e pessoal o suficiente para analisar todos os recursos? Fica minha dúvida. Infelizmente somos refens desse tipo de coisa. Nao foi meu caso, mas conheço pessoas que ficaram de fora por conta dessa questao, que está nítidamente com gabarito equivocado. Enfim, apenas um desabafo. Bons estudos.

  • Existem muitos comentarios contra e muitos a favor da Banca Cespe, meu posicionamento de simples de Advogado é concordar com o SIQUEIRA, que aponta, que o crime se consuma com a conduta do tipo penal do §2 do 184, ADQUIRE OU TER EM DEPOSITO, o que no caso em comento ja se consumou quando ele comprou a mercadoria de alguem para redistribuir.

     

    Prelo CP: Gabarito Errado, crime de mera conduta.

    Pelo Cespe: Gabarito Certo

     

     
  • A assertiva deveria ser: "Se a conduta de Pedro não se CONSUMASSE..." Complicado...
  • PRA COMEÇAR, FORAM COBRADAS 5 QUESTÕES QUE NÃO ESTAVAM NO EDITAL. ANULARAM AS 2 DE ESTADO DE DEFESA E NÃO ANULARAM NENHUMA SOBRE ESSE TIPO DE CRIME. BANCA ORGULHOSA DEMAIS, DEVERIAM SER PRESOS!

     

     

    Atentem-se aos meu recursos, o primeiro sobre as 5 questões, e o segundo sobre essa questão em específico qu se encontra entre essas 5 que deveriam ser anuladas:

     

     

    QUESTÕES 21,22,23,24,25 – Considerando que a banca deixou claro em seu edital no item “24.2.3.1 CONHECIMENTOS BÁSICOS (para todos os cargos/áreas)” na parte de NOÇÕES DE DIREITO PENAL E DE DIREITO PROCESSUAL PENAL que seriam cobrados apenas determinados crimes: “4 Crimes contra a pessoa. 5 Crimes contra o patrimônio. 6 Crimes contra a fé pública. 7 Crimes contra a Administração Pública”, solicita-se a anulação da questão devido ao assunto cobrado no item extrapolar os objetos de avaliação estabelecidos no edital de abertura do concurso, já que era impossível respondê-la sem o prévio conhecimento sobre o crime tipificado no art. 184 o qual se encontra classificado entre os Crimes contra a propriedade imaterial (título III do Código Penal).

     

     

    QUESTÃO 25 -   Considerando que o enunciado da questão é claro em afirmar que Pedro tinha o dolo de revender os 500 CD’s e DVD’s piratas e que o mesmo foi surpreendido enquanto expunha tais produtos à venda, é de se concluir que a conduta a ser tentada (descrita na assertiva) seria a revenda. Portanto, mesmo que a revenda não tenha sido concluída em circunstâncias alheias a sua vontade, o crime ainda assim restaria consumado uma vez que o § 2o do art. 184, cita a conduta de apenas expor a venda como conduta tipificada, in verbis:

     

    § 2o Na mesma pena do § 1o incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente. 

     

    Portanto, diante do referido parágrafo do artigo presente no Código Penal, solicita-se a mudança de gabarito preliminar da assertiva para Errado.

  • se ele adquiriu ja consumou o crime do art. 184 pg 2º. tanto crime material para escolher no CP o examinador foi escolher logo esse que nao é. deveria tr sido anulada mesma. a prova de delegado tbm tem erros graves que a banca nao acatou.  

  • Pra quem acha que foi falta de recurso, foi falta de vergonha mesmo. Absurdo você errar uma questão dessa na prova por ter estudado mais, minha indignação não cabe em palavras.

     

    Postando o recurso do Jack3d

     

    O enunciado da questão peca pela ausência de lógica, considerando a informação fornecida ao candidato na história.

     

    Explico:

     

    A conduta praticada por Pedro se enquadra no tipo penal previsto no artigo 184, §2º, do Código Penal.

    O referido dispositivo enumera 08 condutas (distribuir, vender, expor à venda, alugar, introduzir no país, adquirir, ocultar, ter em depósito) relacionadas à obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma.

     

    A redação da norma penal incriminadora aliada à quantidade de condutas ali descritas, permitem concluir que se trata de um crime de ação múltipla ou plurinuclear. Desta forma, ainda que o agente pratique apenas um ou todos os verbos do tipo, no mesmo contexto de tempo, haverá um só crime (decorrência lógica do Princípio da Alternatividade).

     

    Perceba que o objetivo da questão n. 24 não era determinar se o crime previsto no artigo 184, do Código Penal, admite tentativa. O que se questiona na referida questão, é a possibilidade de Pedro vir a responder pelo crime de violação de direito autoral na modalidade tentada, tendo em vista a ausência de consumação da “conduta” em razão de circunstâncias alheias à sua vontade.

     

    A resposta é negativa, levando-se em consideração as circunstâncias do caso.

     

    Embora seja possível fracionar a prática das condutas previstas no artigo 184, §2º, do CP, o caso em apreço, conforme apresentado pelo CESPE/CEBRASPE, deixa claro que Pedro já havia realizado duas das condutas nucleares previstas no tipo: adquirir e expor a venda.

     

    O enunciado também é capaz de demonstrar que a aquisição dos CDs e DVDs piratas ocorrera em momento anterior à sua exposição, ou seja, em um contexto fático aparentemente diferente: “Certo dia, enquanto expunha”.

     

    Por outro lado, a ação nuclear consistente em “expor à venda”, já havia sido realizada por Pedro no momento em que os policiais o abordaram. Perceba, neste ponto, que o crime já havia se aperfeiçoado, sendo irrelevante a concretização da venda de um ou mais CDs/DVDs.

     

    Nesta toada, não há que na possibilidade de ausência de consumação da “conduta” (e consequentemente da incidência da norma de apoio prevista no artigo 14, II, do CP – tentativa), porquanto está já havia se consumado.

     

    Logo, só resta uma conclusão lógica: Pedro não poderia vir a responder pelo crime de violação de direito autoral na modalidade tentada.

     

  • Não entende nada!

  • Não entende nada!

  • Gab C (Não concordo, deveria ser anulada)

     

    Se a banca tivesse usado a frase "Se a conduta de Pedro não tivesse se consumado..." ficaria mais fácil o entendimento, mas como ela usou" Se a conduta de Pedro não se consumar.."(como assim? já se consumou) prejudicou totalmente a interpretação.

  • Questão muito maliciosa. Porém, ao utilizarmos a tabela verdade condicional, temos; p --- q. Na qual a primeira premissa é falsa, pois o crime já se consumou, e a segunda traz afirmação verdadeira sobre a tentativa.

    logo; F---V = V. Sei que esse uma questão dessa muitas vezes prejudica que sabe o assunto. Não acredito que este é um modelo que melhor avalie um candidato.

  • Gab C.

    No entanto, ouso discordar da banca, pois a questão está evidentemente equivocada.

    Analisemos:

    Pedro adquiriu os CD's e DVD's piratas para revendê-los. O fato de ele ter adquirido as mídias com intuito de lucro, por si só, configura-se crime de violação de direito autoral.

    A assertiva afirma hipoteticamente que a venda do material não se efetuou por razões alheias à vontade do agente e, por essa razão, não foi possível consumar-se o crime.

    Como sabemos e carecas de saber estamos (como diz o ditado popular), o crime já se consumara quando o agente adquirira as mídias piratas com a intenção de revender.

    Trata-se de crime formal (e não de mera conduta como afirmado em alguns comentários), pois não se exige resultado naturalístico, que seria a efetiva obtenção de lucro direto ou indireto.

  • Pessoal a história em si é uma casca de banana. Não leia.

  • questão mal elaborada. Contam uma historinha e na verdade o que querem saber é APENAS um parágrafo. Ou seja, não privilegiou quem sabe que o  crime já se consumou quando o agente adquirira as mídias piratas com a intenção de revender (crime formal).


  • Ainda bem que errei esta, estou no caminho certo! :)

  • Questão passível de anulação.

     

    *Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente. 

    "Se a conduta de Pedro não se consumar..." Já pode parar por aqui. Qual das condutas não for consumada, adquirir ou expor?

     

    -Pois se não adquirir, em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, responde por tentiva (OK). Mas se ele adquiriu, e mesmo que não exponha à venda, o crime já está consumado.

    -Então, com referência a situação hipotética, o crime está consumado. Pois ele já tinha adquirido e estava expondo à venda. Apenas não conseguiu vender.

     

    Mais alguém?

  • João matou Maria.


    se a conduta de joão não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.



    só Jesus...



  • Porraa vai tomar no centro do brioco! O cara já consumou o crime!!! Jesus Cristo!!!! Fuck Cú!

  • O filho do elaborador acertou essa!!

  • Como diz uma professora minha: "é uma questão capciosa!"

    "Se" a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.

    Como disse nosso amigo Tiago Francis, usar até raciocínio lógico para resolvê-la.


    Eu acertei a questão pela questão do "Se", mas concordo com os demais colegas, creio que cabe recurso anulação.

  • A indagação contida na questão não tem, na prática, nenhuma ligação com a situação hipotética narrada no enunciado. A pergunta relevante da questão refere-se, com efeito, à pena aplicada nos casos em que o crime se deu na forma tentada e não consumada. Sendo assim, "se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.", nos exatos termos do parágrafo único, do artigo 14, do Código Penal, que trata da pena de tentativa.
    A questão está mal elaborada e é bastante capciosa pois expressamente diz " Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.", sendo que, como dito, o núcleo da indagação nada tem a ver com a situação hipotética citada (que configura hipótese consumada do crime tipificado no artigo 184, § 2º, do Código Penal), mas simplesmente ao conceito de tentativa. Todavia, o candidato deve estar preparado para esse tipo de armadilha e atentar para a essência do que lhe foi efetivamente perguntado. 
    Gabarito do professor: Certo

  • Se vc analisaR, ele comprou os dvds e abriu a banca e na mesma hora a policia fechou o local e assim nao deixou ele vender e apenas tentou vender,. É Nessa logica . só esquecem q ainda tem 119 questoes parecido pra le.kkkkkkk

     

  • A questão está certinha. Existe uma conjunção condicional informando a independência da questão em relação ao texto.
  • A questão esta mais para português na modalidade Interpretação do que para o próprio código penal kkkkkk

  • Se a conduta não se consumar... Esse é o X da questão... Não ker saber se consumou la em cima da questão ou não

    Questão de interpretação

  • Quem leu a historinha, errou.

    Pensei da mesma forma que os demais. O crime já está consumado, uma vez que ele adquiriu a mercadoria pirata e a expôs. Entretanto, pensando como a banca, deve-se ter uma atenção especial ao comando da questão. Com minha breve experiência em resolução de questões do Cespe, ignorei completamente a historinha e me ative à letra da lei. Só assim acertei, mas concordo que essa questão é passível de anulação.

  • Também errei a questão...mas depois de analisar ...observe que o cespe utilizou a expressão ,SE, ... ou seja ,ela deu uma hipótese, se o crime não tivesse sido consumado o que ocorreria? Responderia pelo crime consumado com diminuição de 1 a 2/3.

     

     

    Deus chega na hora certa!

  • Mais uma bazarrice cespiana!


  • Alguém consegue ver se esssa questão foi anulada??

  • Observação:

    Crimes FORMAIS ADMITEM a TENTATIVA.

    INFRAÇÕES QUE NÃO ADMITEM:

     

     

    Contranenções Penais- Art. 4, LCP

    Culposos- SALVO: Culpa imprópria

    Habituais- Art.229, 282, CP

    Unissubisistentes- Art. 140, CP (VERBAL)

    Preterdolosos- Art.129,§3, CP

    Atentado/Empreendimento- Art.352, CP (EVASÃO)

    Condicionado ao Resultado- Art.122, 164, CP

    Omissivos Próprios- Art.135, CP

     

    Abraços!

  • CONSUMAÇÃO E TENTATIVA:

    REPRODUÇÃO DE OBRA LITERÁRIA OU CIENTÍFICA: consuma-se com a publicação.

    REPRODUÇÃO DE FONOGRAMA OU VIDEOFONOGRAMA: consuma-se com a simples reprodução.


  • A título de complementação:


    Súmula nº 502, STJ. Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • deveria ter sido anulada essa questão haja vista ha ambiguidade

  • A história era só para florear...o CESPE queria do candidato a definição de crime tentado/tentativa

  • Li a história e errei.

    Questão que não mede conhecimento.

  • Percebam a "malandragem" do Cespe: contam uma história e na assertiva querem saber acerca de uma possível situação (emprego do SE) com base na narrativa exposta, ou seja, diferente da mesma. É muita maldade rsrs...


    Adiante guerreiros!!

  • Cespe dando aquela "Cespeada"...

  • Há um erro de português também, pois se tivesse escrito: " se o crime não tivesse sido consumado" e não "Se a conduta de Pedro não se consumar" acredito que mais pessoas acertariam!

  • só pelo fato dele comprar os cd's e dvd's já é um crime

  • Questão absurda. o comando da questão é claro ao dizer que o item deve ser julgado com referência a situação hipotética supracitada. E nela o crime já havia se consumado.

  • Gab. C

     

    A questão induziu ao erro colocando uma história. logo após, veio como uma condicional no início. A questão não quis saber do fato narrado, ela quis saber "Se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade..."

    Portanto o gabarito está correto. 

  • Para errar é só ler a história...

  • o CESPE deveria demitir o cara que fez essa questão mal elaborada, prejudica o candidato bem preparado.

    O comando é claro: "com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.", o crime já está consumado na hipótese apresentada (artigo 184, § 2º, do Código Penal), não há que se falar em crime tentado

  • Essa questão deveria ser extinta do universo, jogada em um buraco negro que recicla questões-lixo.

    O crime já foi praticado na própria situação hipotética.

  • Rum!! Existe tentativa de pirataria???

  • mas ele não chegou a praticar o ATO de vende-los... creio que foi assim o entendimento

  • Tmc por***

  • Desde quando existe tentativa de contravenção?

  • 500 CDs e DVDs piratas para posteriormente revendê-los.Certo dia, enquanto expunha os produtos para venda em determinada praça pública ( JÁ DÁ A IDEIA QUE ELE FAZIA ISSO COM CONSTÂNCIA, JÁ SERIA CRIME DE PIRATARIA, mas sqn p CESPE)


    Se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade,

    PQ ACONTECEU ISSO:

    Pedro foi surpreendido por policiais, que apreenderam a mercadoria e o conduziram coercitivamente até a delegacia. 



    AI A CONSEQUÊNCIA É ESSA:

    ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.


    Para tentar concluir a questão ser certa!

  • Ao meu entendimento a questão está errada ,pois, a conduta dele ter comprado os DVD´s com intenção de levá-los para a venda já está configurado o crime, isso é um crime de mera conduta. Ele ter conseguido vender os DVD´s seria apenas mero exaurimento da conduta.

  • Acredito que a partir do momento que ele expunha os DVDS em praça pública para vende-los, já está configurado o crime, não há de se falar em tentativa, acredito que a historinha foi só para encher linguiça mesmo, o que valeu nessa questão foi o comando a respeito da tentativa.

  • Comentário do professor do Q C.:


    A indagação contida na questão não tem, na prática, nenhuma ligação com a situação hipotética narrada no enunciado. A pergunta relevante da questão refere-se, com efeito, à pena aplicada nos casos em que o crime se deu na forma tentada e não consumada. Sendo assim, "se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.", nos exatos termos do parágrafo único, do artigo 14, do Código Penal, que trata da pena de tentativa.

    A questão está mal elaborada e é bastante capciosa pois expressamente diz " Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.", sendo que, como dito, o núcleo da indagação nada tem a ver com a situação hipotética citada (que configura hipótese consumada do crime tipificado no artigo 184, § 2º, do Código Penal), mas simplesmente ao conceito de tentativa. Todavia, o candidato deve estar preparado para esse tipo de armadilha e atentar para a essência do que lhe foi efetivamente perguntado. 

    Gabarito do professor: Certo


  • A questão trouxe um crime já consumado, porém a alternativa trata de uma hipótese. ..

    Por isso está certa.

    Nem precisava ler a historinha. .

  • Historinha é só pra confundir.

  • ESTUDO, ESTUDO, PRATICO, REPRATICO, ESTUDO A BANCA ... BLÁ BLÁ BLÁ E AI ME APARECE UMA QUESTÃO COM ESSE NÍVEL DE INTERPRETAÇÃO .... VAI ENTENDER NÉ!!!!

  • A questão não observou a súmula 502 do STJ: "Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas".



  • Para mim, a conduta foi consumada no momento em que ele adquiriu os CD's e DVD's.

  • 1º é crime formal, pois se consuma sem a produção do resultado naturalístico.

    é crime plurissubsistente,já que costuma se realizar por meio de vários atos.

    3º a doutrina entende que cabe tentativa, pois apesar de os crimes formais se consumarem independentemente da obtenção do resultado descrito no tipo, acredita-se que aqueles classificados como plurissubsistentes admitem a tentativa,

  • A carta na manga da banca agora é inventar uma história, e na assertiva cobrar algo diferente, tentando confundir o candidato? Que fase Cespe...

  • Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.

    uhdhaushdauh

    vai entender né

  • "A questão está mal elaborada e é bastante capciosa" dito pelo Professor.

    ESSA E OUTRAS TANTAS DESSA BANCA - DUPLICIDADE É A VOLGA

  • Não adiantar só saber o conteúdo, tem que ter clarividência também.

  • Simplesmente é o que é ! Cespe sendo Cespe e extrapolando geral ...

  • É fácil fazer uma fundamentação teórica após o gabarito. Porém, o texto primário confunde o candidato, pois, ali, o crime já estava consumado, independentement de tentativa.
  • Errouuuuuu e pior, faria no dia da prova achando que estaria certa. :(

  • CESPE sendo CESPE.

     

    Violação de direito autoral

            Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos:            

           Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.           

           § 1o Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente:           

           Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.        

           § 2o Na mesma pena do § 1o incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente. 

  • O enunciado diz: "Se a conduta de Pedro não se consumar..."

    Qual conduta?

    ADQUIRIR.

    Tentou aquirir os CD's e DVD's e não conseguiu por circunstâncias alheais à sua vontade.

    Esse foi o meu raciocínio.

  • Gabarito Certo.

    Questão maliciosa....

    Olhem só:

    Apesar da história hipotética exposta pelo Cespe, a assertiva traz a expressão SE.... 

    vejamos:

    SE A CONDUTA DE PEDRO....OU SEJA, seria uma hipótese, uma condição diferente do caso hipotético exposto..... caso a conduta fosse tentada....O agente responderia pelo crime consumado, porém com diminuição de pena de 1 a 2/3.

    Tô de olho em vc, Cespe!!!!!

     

    Bons estudos!

  • Típica questão que cabe a CESPE decidir se está certo ou errado. Pela história já está consumado, porém, se ignorá-la estará correta. Que comecem os jogos hahahaha

  • É ridículo o que as bancas fazem com os estudantes. Se ela diz que 1+1=3 é e ponto final.

    Gabarito: Certo, conforme já explicado pelos colegas.

  • Pedro além de adquirir os cds, foi surpreendido expondo-os a venda..

    Praticou dois núcleos do tipo penal, o fato de não os vender não implica tentativa.

    TOTALMENTE ERRADA!!!!

    Não tem como defender a banca, chega a ser falta de respeito com quem estuda

  • A redução da pena no crime tentado é a mesma do arrependimento posterior: - 1/3 a 2/3.

  • MANO SURREAL ESSA CESPE

  • Questão correta

    Se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade,

    a questão deixa claro outra hipótese, é só ler e obedecer o comando da questão

    Muito Mi Mi mi

  • Mais uma das questões absurdas de "pegadinha CESPE", que devemos ignorar o caso concreto trazido e prestar atenção tão somente no conceito descrito.

    Até porque, no caso em tela, o fato de Pedro ter adquirido CDs e DVDs piratas e exposto com objetivo de vender, por si só, já consumou o crime.

  • Um novo ramo do direito, o direito cespiano, trás uma abordagem alternativa ao velho e desatualizado CP.

  • eu li, encontrei a pegadinha e marquei (confiante).

    Massss, não tinha pegadinha e ERREI!

  • Na minha opinião piratiou o cd e dvd, já consumou o crime, o prejuízo já consumou.

  • com razão a essa situação hipotetica diz o enunciado o leonardo gasques deu um carpado mental e diz que ta no comando da questão, deve ter bola de cristal.

  • Leonardo Gasques, gênio cespesiano, se a gente for obedecer ao comando da questão, como sua genialidade em pessoa afirma, então vamos considerar a história narrada, porque é isso que a banca afirma ao dizer "com base no texto narrado, responda a questao subsequente". Ou seja, adquirir e expor a venda ja consuma o crime. . A questão foi tosca, sim. Obviamente que se olharmos só para o conceito de crime tentado, a questão nao teria problemas. Mas acontece que a banca do capeta pediu "com base na p#rr@ do enunciado". . Até o professor que explicou a questão, afirmou que essa questao é bizarra. Mas claro, isso para seres humanos, como nós. Semi-deuses acham que é mimimi.
  • Não é a primeira vez que encontro uma questão desse tipo da Cespe. Ou seja não se deve considerar os casos narrados pela banca!

  • Questão: Correta

    Artigo 14, CP: Diz-se o crime:

    I - consumado, quando nele se reúnem todos os elementos de sua definição legal; 

    II - tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. 

    Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços.

    Deus no comando!

  • GABARITO C

    Fica ligado(a)!

    Salvo disposição expressa em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços.

    Bons estudos!

  • Difícil de entender essa Cespe..

    Ela não cobra o certo , ela apenas quer que a gente adivinhe o que ela quer..

    O crime se consumou ao expor a venda ..

    Sem nexo a história com a pergunta . A gente supoe que se a história tá ali é pra levar em consideração..

    O engraçado é que quem concorda , se a banca desse como verdadeira tbm ia concordar pq bla bla bla o texto tá dizendo..

    A BANCA poe uma questão que pode considerar como assertiva o que ela bem entender

  • Mas devemos analisar da seguinte forma: de fato o crime em tela só se consuma com a exposição. O problema é que ficamos focados no texto e esquecemos do item.

    O item fala sobre tentativa. Ou seja, seria a hipótese de que o agente por alguma circunstancia alheia a sua vontade não conseguiu expor os produtos. Ou quando estava montando a barraca foi surpreendido pelos policiais.

    Dessa forma, o item criou uma situação de tentativa, o que força uma alteraria da interpretação da realidade do texto apresentado.

    Questão muito capciosa, mas muito inteligente.

  • A banca apresentou determinado conteúdo no enunciado e não o levou em consideração ao fazer a indagação da questão. Cobrou atenção e interpretação do candidato.

  • Crime formal tentado? Difícil engolir essa, hein CESPE!

  • Sacanagem colocar na hipótese um crime de consumação antecipada e na afirmativa falar de crime tentado.

    Concordo com os colegas.

    Errei aqui e erraria na prova.

  • Essa questão não foi anulada?

  • GABARITO INCORRETO PELA BANCA, DEVERIA SER ERRADO A ASSERTIVA, VEJA O QUE DIZ O §2° DO ARTIGO 184 DO CP.

    § 2º Na mesma pena do § 1º incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.

    O CRIME SE CONSUMOU, ISTO PQ, PEDRO JÁ ADQUIRIU O PRODUTO E PORTANTO, JÁ OCORREU A VIOLAÇÃO DE DIREITO AUTORAL.

  • Cara muito confuso se ele ja esta em posse da mercadoria como nao pode esta consumado? Errei no passado no presente e no futuro.

  • Nível de maldade da banca: alto. Li a história e ainda pensei "como assim "se consumar", já consumou. Logo, está errado". Conclusão: errei.

  • Também errei pq ao meu ver no momento em que ele expõe a mercadoria já configura o crime. Me parece que tem uma súmula nesse sentido.

  • Precisa de 150 comentários para um item apenas?

    Bom, então some-se mais um! rsrs...

  • Só deixando mais um comentário mesmo, já tem comentários o suficiente a respeito da questão kkk bons estudos!!

  • Resposta: Certo. Inclusive esse foi o gabarito definitivo. 

    O comentário do colega Matt murdock me deu uma luz. O CESPE, na contramão de parte da doutrina, entende que admite-se tentativa nos crimes de mera conduta (Q168629 e Q98760). Também nessa linha: Crimes formais e de mera conduta comportam o conatus, desde que sejam plurissubsistentes. Direito penal esquematizado. Parte geral – vol.1. Cleber Masson. 2015. Encontrei num (único) julgado do STJ, no relatório, remissão a sentença de juiz de primeiro grau afirmando ser plurissubsistente a conduta mencionada na questão:

    Consta dos autos que o agravado foi denunciado pela suposta prática do crime previsto no artigo 184, § 2º, do CP, pois, no dia 29/08/07, estaria comercializando 33 DVD's e 62 CD's, produtos estes objetos de contrafação (…). Trata-se de crime comum, embora com tipo passivo qualificado, formal, de forma livre, comissivo e, excepcionalmente, comissivo por omissão, instantâneo, unissubjetivo, plurissubsistente, admite tentativa. (STJ, Agravo em Recurso Especial nº 487.577-MG (2014/0059267-1). Relator: Ministro Jorge Mussi. 20/11/2015).

    O CESPE, por certo, deve também entender ser esse crime plurissubsistente, por admitir a tentativa. No mesmo sentido:

    Ademais, trata-se de crime formal e plurissubsistente, que se configura não apenas com a comercialização propriamente dita, mas também pela conduta de ter em depósito o material reproduzido com violação de direito autoral, como na espécie. (TJSP; Apelação Criminal 0026361-42.2011.8.26.0625; Relator (a): Marco de Lorenzi; Órgão Julgador: 14ª Câmara de Direito Criminal; Foro de Taubaté - 3ª. Vara Criminal; Data do Julgamento: 14/03/2013; Data de Registro: 04/04/2013).

  • COMENTARIO DO PROFESSOR DO QC:

    Autor: Gílson Campos, Juiz Federal (TRF da 2ª Região) e Mestre em Direito (PUC-Rio), de Direito Penal, Criminalística, Criminologia

    A indagação contida na questão não tem, na prática, nenhuma ligação com a situação hipotética narrada no enunciado. A pergunta relevante da questão refere-se, com efeito, à pena aplicada nos casos em que o crime se deu na forma tentada e não consumada. Sendo assim, "se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.", nos exatos termos do parágrafo único, do artigo 14, do Código Penal, que trata da pena de tentativa.

    A questão está mal elaborada e é bastante capciosa pois expressamente diz " Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.", sendo que, como dito, o núcleo da indagação nada tem a ver com a situação hipotética citada (que configura hipótese consumada do crime tipificado no artigo 184, § 2º, do Código Penal), mas simplesmente ao conceito de tentativa. Todavia, o candidato deve estar preparado para esse tipo de armadilha e atentar para a essência do que lhe foi efetivamente perguntado. 

    Gabarito do professor: Certo

  • Tbm quero comentar

  • O examinador só queria avaliar se o candidato sabia a o conceito de tentativa, porque a história contada realmente não tem nada a ver com a pergunta. uma vez que Pedro já havia adquirido os produtos piratas e já estava expondo à venda.

  • fui ler errei kkkk

  • A MINHA DÚVIDA FOI QUANTO O CONCEITO DA TENTATIVA OU SE O CRIME COMETIDO SOBRE A VENDA DE CDS. ME PASSEI, POIS O FATO DELE JÁ ESTÁ COM OS CDS A VENDA, JÁ É CRIME. CONCORDAM?

  • questão de português, interpretação de texto, só pode.

    tentativa = inicia-se execução. não consuma devido terceiros.

    na história contada, ele ja não está tentando, ja estava consumando.

    Porém a banca quis que vc se enrolasse na pergunta.

  • Questão mal elaborada, apenas.
  • ninguém recorreu nessa questão não?

  • Tentativa - interrupção da execução do crime por circunstâncias alheias á vontade do agente.

    OBS: causas de redução de pena 1/3 a 2/3, pela teoria objetiva, sendo os critérios de redução leva em consideração o caminho percorrido no inter criminis.

  • A pergunta faz referência a situação hipotética, logo na situação hipotética o cidadão já encontra-se no cometimento do crime por estar com a mercadoria exposta e revendendo.

    Questão passível de anulação ou apenas uma traquinagem da banca para que o candidato erre.

  • Bem enganadora, mas ao falar: " julgue o item subsequente", a questão faz ligação apenas com o texto seguinte, para saber se o candidato domina o significado de tentativa.

  • CESPE, reveja seus colaboradores!

  • Alguém pode me ajudar? Não entendi muito bem, marquei errado.

  • Se ler o texto erra kkk

  • "Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente."

    No dia da prova, eu dúvido que 5% acertaram.Não tem jeito. Se levar em consideração o texto da questão, está errado.

  • o crime de Pedro foi consumado no ADQUIRIR os cds ou dvds.. se ESSA ação não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, aí sim caberia a tentativa..

    CESPE sendo CESPE!!!

  • Entendo que a questão tá mal elaborada, mas perguntam "SE a conduta de Pedro não se consumar..." A própria questão desconsidera o texto introdutório.

  • Atente-se a pergunta , esqueça o texto introdutório.

  • Essa foi maldosa...

  • Erro aqui para não errar na prova

    Gente, o texto foi APENAS PARA DISTRAÇÃO, SIMPLES! Ele disse, ''SE''

    Vamos agradecer que estamos errando aqui e não na prova kkkkkk

  • "SE" e "com referência a situação" questão maldosa !

  • ENQUANTO EU RESPIRAR VOU CONTINUAR ERRANDO ESSA QUESTÃO

  • Nada a ver. O cara já consumou o crime.
  • Muito bem elaborada,

    sabemos que consumou pois trata-se de crime formal, o qual não precisa do resultado,

    mas e Se não houvesse consumado ? Sim seria apenas tentativa - gabarito certo.

  • Trata-se de crime formal conforme Súmula 502, não há necessidade de venda dos mesmos, está consumado em apenas expor à venda.

    "Súmula 502 do STJ: presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas."

    A assertiva tem ligação direta com o texto apresentado. A banca retoma diretamente ao texto quando menciona explicitamente Pedro na assertiva.

    Em conformidade com o texto, o crime está consumado (já estava expondo à venda na praça pública).

    Questão típica da banca, mal elabora, com a finalidade apenas de levar o candidato que efetivamente estuda ao erro.

    Em CESPE, depende-se de estudo e de sorte!

  • Acompanhado o art.184,§ 2 Na mesma pena do § 1 incorre quem,(...) vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, (...)    

    O CESPE ELABOROU BEM A QUESTÃO E PARA PASSAR VOCE DEVE ESTA BEM ATENTO PARA RESOLVÊ-LA, SÃO QUESTÃO COMO ESSAS QUE TE LEVAM PARA O TOPO, E ASSIM COMO EU, VÃO FAZER VOCÊ PASSAR PARA DELEGADO.

    A questão trouxer duas situações hipotéticas, CERTO!

    1ª- UMA SITUAÇÃO antecedente como REFERENCIA: enquanto expunha os produtos para venda(...)Pedro foi surpreendido por policiais, que apreenderam a mercadoria e o conduziram coercitivamente até a delegacia.

    Nesta notamos que Pedro cometeu o crime de forma consumada, pois trata-se de crime formal e não precisar de resultado naturalístico, e neste caso não cabe tentativa.

    ENTÃO A QUESTÃO ESTA ERRADA, POIS NÃO SE ADMITE A TENTATIVA... DANÇOU, PORQUE ELA É APENAS UMA REFERENCIA".

    2ª - Há uma segunda situação hipotética posterior (subsequente) e com referência a essa que PEDE o seu julgamento, assim :Se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.

    Para este item esta CORRETA a afirmação, já que

    - é crime plurissubsistente e para estes crimes que se realizam por meio de vários atos e um desses atos a doutrina acredita pode admitir uma tentativa, e é obvio que se Pedro AINDA NÃO TIVESSE COMEÇADO A EXPOR O PRODUTO A VENDA, o delegado deveria considerar para o MP a situação como crime tentado.

    ASSIM CONCLUINDO, QUEM QUER PASSAR SE MISTURAR COM OUTROS QUE AJUDAM E NÃO AOS QUE COMPLICAM ...POIS SÃO AS CORRENTES PRESAS A PEDRAS E AMARRADAS NA SUA PERNA E QUE TE PUXAM PARA BAIXO, NÃO É NÃO!!!

  • Ridículo cara... Essa me indignou absurdamente

  • mas ridícula que essa tua resposta...é mas absolutamente difícil

  • EI, Jhenisson Brito fica na tua, o cara deu uma aula, seu ridiculo vai estudar.

  • O enunciado da questão a ser avaliado está conectado com o contexto apresentado, tendo em vista a utilização do verbo no FUTURO DO SUBJUNTIVO: "se a conduta de Pedro não se CONSUMAR".

    Diferentemente, e aí o raciocínio do colega que justificou a correção da questão, seria se questão fosse redigida no PRETÉRITO IMPERFEITO DO SUBJUNTIVO: "se a conduta de Pedro não se CONSUMASSE". Nesse caso, daria pra defender a questão. Mas da forma como elaborado, não.

    Enfim, vida que segue.

  • É serio que misturar a gramatica e o direito penal, então vamos lá

    O verbo CONSUMAR esta no subjuntivo (Trás uma ideia de incerteza) é conectado com um verbo posterior, o verbo RESPONDER no indicativo (que trás uma ideia de certeza).

    O trecho poderia se construido da seguinte forma, MAS CADA UMA TERIA UMA IDEIA DIFERENTE.

    Se a conduta de Pedro não se consumar..responderá (futuro do presente - ação que acontecerá)

    Se a conduta de Pedro não se consumasse....responderia (futuro do pretérito - ação que poderia ter acontecido)

    (Mas que conduta? a de EXPOR A VENDA os CD E DVD PIRATAS... basta olhar para a referência da situação hipotética anterior, a BANCA nos orienta a fazemos esta referência.

    Dentro do contexto dessa frase composta, que é colocada no item subsequente, a BANCA pede simplesmente para analisar, se essa ideia de condicionalidade ENTRE os verbo CONSUMAR e RESPONDER POR UMA TENTATIVA pode OCORRER OU NÃO.

    RESPOSTA: CERTO, Ocorrer porque há doutrinadores que entendem que o verbo núcleo do tipo penal EXPOR exige uma Consumação, que somente ocorre no exato momento em que é praticado o ato de expor. E se o agente não consegue praticar todos os atos necessários para a consumação do delito por circunstâncias alheias à sua vontade? Neste caso responde por uma tentativa imperfeita, art.14, inciso II, do Código Penal.

    Assim não há nada que justifique a correção da questão

  • A banca quis saber :

    1- se o crime ART184.cp. aceita TENTATIVA - Certo

    2- a pena é diminuida de um a dois terço - Certo

    Gabarito: Certo

  • "Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente"

    Questão Errada... não cabe tentativa uma vez que o crime está consumado.

  • Com certeza a questão foi mal elaborada, inclusive, isso é aludido no comentário do professor, mas também deve ser como ele mesmo fala, devemos estudar para não cair nesse tipo de pegadinha. Temos que entender que a banca tem muitas peculiaridades e somente a prática até a axaustao deixará o candidato afiado. Errei a questão!

     

    Bons estudos!

  • CERTA

    SÚMULA 502 - STJ

    "Presente a materialidade e autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, §2ᵒ, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    Como se NÃO HOUVE CONSUMAÇÃO, entra o ART. 14, Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços.

    bons estudos

  • A indagação contida na questão não tem, na prática, nenhuma ligação com a situação hipotética narrada no enunciado. A pergunta relevante da questão refere-se, com efeito, à pena aplicada nos casos em que o crime se deu na forma tentada e não consumada. Sendo assim, "se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.", nos exatos termos do parágrafo único, do artigo 14, do Código Penal, que trata da pena de tentativa.

    A questão está mal elaborada e é bastante capciosa pois expressamente diz " Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.", sendo que, como dito, o núcleo da indagação nada tem a ver com a situação hipotética citada (que configura hipótese consumada do crime tipificado no artigo 184, § 2º, do Código Penal), mas simplesmente ao conceito de tentativa. Todavia, o candidato deve estar preparado para esse tipo de armadilha e atentar para a essência do que lhe foi efetivamente perguntado. 

    Gabarito do professor: Certo

  • GABARITO: CERTO

    Pessoal, não há motivos para tantas discussões a respeito desta questão. Ela é simples, querendo saber apenas qual a pena do crime caso ele fosse tentado, que, por sua vez, seria punido com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços.

    Leia de novo a assertiva da questão: "Se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços".

    Pelo enunciado da questão, sabemos que a conduta dele se consumou, porém, a assertiva traz uma outra hipótese, devendo o candidato considerá-la, portanto.

    Ou seja, a própria questão está te dizendo "olha, caso a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado (...)" - Sim, de fato, caso isto ocorra ele responderá por crime tentando, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.

    Não pare até que tenha terminado aquilo que começou. - Baltasar Gracián.

    -Tu não pode desistir.

  • what? A história fez confusão na minha cabeça :(

  • Praticamente texto de lei! 

  • Aquela historinha ali em cima é só pra confundir a mente!! Cesp sendo Cesp

  • A questão reproduz o artigo 14, parágrafo único do CP e por isso está correta.

    Art. 14, Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços.

    Gabarito: Certo

  • Conforme artigo 14, II do código penal, considera-se crime tentado quando o agente inicia a execução de um delito e este não se consuma por circunstâncias alheias à sua vontade e o parágrafo único prevê que a pena do crime tentado será correspondente à pena do crime consumado, diminuída de um a dois terços. 

  • Praticamente texto de lei! 

    A cespe vem com essa histórias só pra atrapalhar.

  • A indagação contida na questão não tem, na prática, nenhuma ligação com a situação hipotética narrada no enunciado. A pergunta relevante da questão refere-se, com efeito, à pena aplicada nos casos em que o crime se deu na forma tentada e não consumada. Sendo assim, "se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.", nos exatos termos do parágrafo único, do artigo 14, do Código Penal, que trata da pena de tentativa.

    CERTO

  • Pra q fazer isto? Esse tipo de questão devia ser proíbido

  • Em questões Cespe nunca vá além do que se cobra, em momento nenhum ele fez referência a algum delito, portanto, a questão queria saber apenas o conceito de tentativa.

  • Questão perfeita pra quem não estuda! Pra gente que estuda é só pro CESPE poder rir da nossa cara mesmo...

  • Tem gente que faz de tudo pra justificar um gabarito maluco da Cespe.

  • Se você ler o texto motivador, você erra. Segue o jogo!
  • só não ler a historinha.
  • Alguém anula essa questão!

  • Depois dessa,vou cagar.

  • Questão mal elaborada. No mínimo, deveria ser escrito ... "se a conduta de Pedro não se consumaSSE"... uma vez que na hipótese a conduta se demonstrou consumada devido à aquisição e/ou exposição para venda.
  • A história da questão tem o único objetivo de induzir o candidato a erro. Uma vez que o comando apenas cobra o conhecimento sobre a tentativa.

  • Eu entro com recursinho e garanto meu pontinho.

  • Essa eu deixaria em branco. Vai saber a que conduta a banca está se referindo! O crime narrado na situação hipotética já está consumado, não há o que se falar em tentativa mais.

  • TÍPICA QUESTÃO CESPE EM QUE O EXAMINADOR VAI DAR O GABARITO QUE ELE QUISER.

  • A questão está mal elaborada e é bastante capciosa pois expressamente diz " Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.", sendo que, como dito, o núcleo da indagação nada tem a ver com a situação hipotética citada (que configura hipótese consumada do crime tipificado no artigo 184, § 2º, do Código Penal), mas simplesmente ao conceito de tentativa. Todavia, o candidato deve estar preparado para esse tipo de armadilha e atentar para a essência do que lhe foi efetivamente perguntado. 

    Gabarito do professor: Certo

  • muito confusa essa questão

  • essa prova no fim das contas teve 119 questões, rsrs.

  • A questão está OK na minha opinião. Ora, vejamos:

    "Se a conduta de Pedro não se consumar..."

    Ou seja, digamos que antes mesmo de ele sequer adquirir os itens, por um motivo alheio à sua vontade, ele venha a ser impedido do crime. Será teoricamente tentativa de receptação (qualificada), e como não há modalidade culposa prevista em lei, é correto o item.

  • A questão não quer saber se o delito praticado consumou ou não, se cabe tentativa ou não, e sim se o candidato sabe o teor do Art 14, II do Cp!

  • Essa é daquelas que deu deixaria em branco, tendo em vista que é dúbia. Em provas desse tipo temos que ter a noção que a dúvida nos trás 50% de chance de errar, o que é muita coisa.

  • CORRETO. A tentativa, também conhecida como conatus, ocorre quando, iniciada a execução, o delito não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. Tem natureza jurídica de causa de diminuição de pena (minorante), incidente na terceira fase do cálculo trifásico da pena.

  • A questão narra uma situação e coloca o comando "Com referência a essa situação hipotética". Mesmo assim, a afirmativa não tem relação com o caso. Isso é muita maldade no coração.

  • Se o edital previa a cobrança "Dos crimes contra a propriedade imaterial", vale a discussão. Se, porém, não havia a previsão destes tipos no edital, permaneçam na singeleza do examinador. Estudar o edital é parte da preparação.
  • Contravenção penal não se aceita a tentativa . Questão lixo !

  • Pegaram duas questões nada a ver e juntaram,esse é o resultado kkk

  • Acertei a questão, mas fiquei muito em dúvida por o crime cometido ser formal se consuma com a definição do verbo. É que se consuma com a posse do material falsificado.

    Só que está cobrando a parte geral do CP e não a Parte Especial.

  • Fiz essa questão 10x, errei 11. não é possível.

  • Concordo com comentários mais relevantes e acrescento: trata-se de crime formal, logo, pela corrente majoritária (esmagadora) não há tentativa

  • Se você não ler o enunciado e pular pra pergunta você acerta facilmente.

  • A história era pra que mesmo? Cespe sendo Cespe.

  • EU NEM SEI O QUE DIZER, VIU, SENHORA CESPE!
  • Questão passível de anulação.

    violação de direito autoral é crime formal e exclusivamente doloso, não admite a modalidade culposa. 8. Consumação e tentativa A violação de direito autoral é crime formal (ou de consumação antecipada), cuja consumação não depende do resultado naturalístico, embora ele possa ocorrer.

  • Art. 14, II CP

    Tentativa 

          

    II - tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. 

          

     Pena de tentativa

     

    Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços. (1/3 a 2/3)

  • Senhores,

    O “consumar” da questão é expor os produtos à venda e não o crime de violação de direito autoral.

    Também errei essa danada, mas depois de muito ler e reler a questão e os comentários cheguei à essa conclusão.

    Questão: CERTA.

  • Com referência a essa situação hipotética... e está certa, fala sério

  • Só acertou quem não leu o caso hipotético...

  • gabarito: certo

    gente, se ligue, o enunciado trouxe uma situação hipotética sobre o fato narrado.

    se é teu sonho, o tempo é teu amigo e não teu inimigo!

    #pertenceremos

  • Tentativa de venda de cd's piratas. Isso pode Arnaldo?

  • Qual a necessidade desse texto? pqp

  • Nossa, confundiu legal !

  • Questão muito confusa!

  • A historinha veio pra confundir...

  • Nossa!! Falou pra caramba.. pra perguntar isso??

  • Gabarito absurdo. Sorte que essa espécie de gabarito é exceção.

  • 14. Diz-se o crime

    I - consumado, quando nele se reúnem todos os elementos de sua definição legal; 

    II - tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente

    Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de 1/3 a 2/3.

    Não admitem tentativa

    - Contravenções penais;

    - Crime culposo > existe uma conduta negligente, mas não uma vontade finalisticamente dirigida ao resultado incriminado na lei. Não se pode tentar aquilo que não se tem vontade livre e consciente, ou seja, sem que haja dolo.

    - Crimes habituais são aqueles que exigem uma reiteração de condutas para que o crime seja consumado. Cada conduta isolada é um indiferente para o Direito Penal.

    - Crimes omissivos próprios o crime estará consumado no exato momento da omissão. Não se pode admitir um meio termo, ou seja, o sujeito se omite ou não se omite, mas não há como tentar omitir-se. No momento em que ele devia agir e não age, o crime estará consumado.

    - Crimes unissubsistentes são aqueles em que não se pode fracionar a conduta. Ou ela não é praticada ou é praticada em sua totalidade. Deve-se ter um grande cuidado para não confundir esses crimes com os formais e de mera conduta, os quais podem ou não admitir a tentativa, o que fará com que se afirme uma coisa ou outra é saber se eles são ou não unissubsistentes.

    - Crimes preterdolosos são aqueles em que há dolo no antecedente e culpa no conseqüente. Exemplo: lesão corporal seguida de morte. Havendo culpa no resultado mais grave, o crime não admite tentativa.

    - Crimes de atentado são aqueles em que a própria tentativa já é punida com a pena do crime consumado, pois ela está descrita no tipo penal. Ex. art. 352 do CP evadir-se ou tentar evadir-se.

  • Art. 14 - Diz-se o crime:

    II tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. 

    Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços

  • Se ler a história ERRA!

  • Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.

    In casu, o crime estava consumado.

  • Esse tipo de questão eu nem resolvo. Quando li eu já percebi que ela iria seguir por esse caminho.

  • Li 800 vezes e não entendi foi nada!

  • Questão ótima para pedido de anulação!

  • Art. 14 - Diz-se o crime:

    II tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. 

    Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços

  • Questão ótima para pedido de anulação. "Com relação a essa situação hipotética" - nesse caso o crime já estaria consumado, pelo fato de EXPOR À VENDA.

  • Quem errou está no caminho certo.
  • Que questão mal feita.

    Pra acertar não pode se prender à historinha do enunciado ...

  • Vocês estão estudando português? Olha a conjunção SE.

  • Rainha da Inglaterra dos concursos CESPE sendo CESPE, como o Judiciario não pode analisar o mérito administrativo conforme art 37 CF e a banca não consegue admitir essas questões, perdemos um ponto e fica por isso mesmo.!!!!!! :-(

  • #DEPEN2020

    Easy...

  • Errei mas errei com honra e pretendo permanecer errando essa questão.

    Se expôs a venda, ja está consumado o crime, não há mais o que se falar em adversidade,

  • Teu ku cespe que essa questão está certa.

  • Para quem acertou essa é sinal de que precisa estudar mais.

  • A indagação contida na questão não tem, na prática, nenhuma ligação com a situação hipotética narrada no enunciado.

    GABARITO: CERTO

  • SE FOR RESPONDER BASEADO NA SITUAÇÃO HIPOTÉTICA

    VACILAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

  • Em 27/06/20 às 18:09, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!

    Em 09/06/20 às 21:05, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!

  • Só errou quem não respondeu aquilo que a banca pediu! Não importa se na situação descrita o crime já tinha consumado ou não, a pergunta foi "SE a conduta não se consumar..."

    RUMO AO DEPEN

  • Quem levou em consideração a situação hipotética narrada provavelmente se deu mal assim como eu rsrs.
  • A indagação contida na questão não tem, na prática, nenhuma ligação com a situação hipotética narrada no enunciado. A pergunta relevante da questão refere-se, com efeito, à pena aplicada nos casos em que o crime se deu na forma tentada e não consumada. Sendo assim, "se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.", nos exatos termos do parágrafo único, do artigo 14, do Código Penal, que trata da pena de tentativa.

    A questão está mal elaborada e é bastante capciosa pois expressamente diz " Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.", sendo que, como dito, o núcleo da indagação nada tem a ver com a situação hipotética citada (que configura hipótese consumada do crime tipificado no artigo 184, § 2º, do Código Penal), mas simplesmente ao conceito de tentativa. Todavia, o candidato deve estar preparado para esse tipo de armadilha e atentar para a essência do que lhe foi efetivamente perguntado. 

    Gabarito do professor: Certo

  • Tem que adivinhar o que o examinador quer sem levar o que ele pediu em conta.

    Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente, sem levar em conta a situação hipotética.

  • ''Seria mais útil, comentar algo que seja útil.''

  • Em 04/07/20 às 22:34, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!Em 27/06/20 às 18:09, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!Em 09/06/20 às 21:05, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!

  • m 21/06/20 às 14:09, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!

    Em 28/06/20 às 21:05, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!

    Em 30/07/20 às 21:05, você VAI ERRAR

    Em 01/08/20 às 21:05, você VAI ERRAR DE NOVO

    Em 02/08/20 às 21:05, você VAI ERRAR DE NOVO E DE MANEIRA VERGONHOSA

    Em 02/08/20 às 21:05, DEIXE-A EM BRANCO, VAI POR MIM

  • Isso é a mesma coisa que uma menina bonita me perguntar se eu a beijaria em uma situação hipotética, eu dizer que sim, e ela lascar um beijo colante no cara do meu lado. CES PE rava o que?

  • QUESTÃO VERGONHOSA.

  • Que tanto de mi-mi-mi, pelo amor de Deus kkkkkk

  • Já estava consumado, não tem o que discutir. Que não estudou Penal foi o examinador.

  • Caso a assertiva fosse escrita assim "se a conduta não tivesse se consumado" acredito que ninguém reclamaria, mas não né o examinador acha que o único modo de fazer quetões difíceis é escrevendo como analfabeto

  • A SITUAÇÃO HIPOTÉTICA FOI SOMENTE PARA LUDIBRIAR O CANDIDATO QUANTO A ASSERTIVA

  • Um abacate latiu.

    Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente:

    São 3 horas em Londres.

    Certo.

  • Ler a situação hipotética com atenção é importante, porém, para a CESPE é bem mais importante se prender à afirmação. Venho observando isso em várias questões dessa banca.

  • Se ler a situação hipotética vai errar, tendo em vista que o crime já estaria consumado a partir do momento que o agente os colocara à venda.

    A assertiva faz menção apenas ao crime tentado.

  • Gabarito certo

    Ninguém comprou, então o crime não se consumou. Responderá por crime tentado.

  • CESPE sendo CESPE .. NÓS QUE LUTE! hahahah

  • Se ler a histórinha, erra.

  • Cespe só coloca essa "historinha" pra induzir o candidato ao erro.

  • Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

    § 2 o Na mesma pena do § 1 o incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.

    Para mim, o crime já teria sido consumado. Não sendo hipótese de crime tentando. Mass....

  • Tentativa

           II - tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. 

           Pena de tentativa        Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços

    Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do Senhor vem a vitória.

    L.Damasceno.

  • Tentativa

           II - tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. 

           Pena de tentativa        Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços

    Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do Senhor vem a vitória.

    L.Damasceno.

  • Art. 14 - PU- Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços

  • Esse tipo de questão não deveria ser permitida pois se trata de um desrespeito com o candidato que paga caro em uma inscrição para concorrer à vaga. Qual o sentido de colocar uma situação hipotética para elaborar um enunciado que não corresponde?

    O mesmo acontece aqui.

    Francisco, maior e capaz, em razão de desavenças decorrentes de disputa de terras, planeja matar seu desafeto Paulo, também maior e capaz. Após analisar detidamente a rotina de Paulo, Francisco aguarda pelo momento oportuno para efetivar seu plano.

    A partir dessa situação hipotética e de assuntos a ela correlatos, julgue o item seguinte.

    Caso Francisco mate Paulo com o emprego de veneno, haverá, nessa hipótese, a possibilidade da coexistência desse tipo de homicídio com o homicídio praticado por motivo de relevante valor moral, ainda que haja premeditação.

  • EU TINHA FEITO UM COMENTÁRIO EM 2018.. APAGUEI...

    MELHOR ESSE:

    -------------------------------------------

    PARTE DA QUESTÃO QUE VOCÊ NÃO VAI LER

    A fim de garantir o sustento de sua família, Pedro adquiriu 500 CDs e DVDs piratas para posteriormente revendê-los. Certo dia, enquanto expunha os produtos para venda em determinada praça pública de uma cidade brasileira, Pedro foi surpreendido por policiais, que apreenderam a mercadoria e o conduziram coercitivamente até a delegacia.

    Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.

    -------------------------------------------

    PARTE DA QUESTÃO QUE INTERESSA

    Se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.

  • Não entendi foi nada...

    ''Se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade'' , não se consumar ? Mas já consumou, pois é um crime formal e não depende do resultado naturalístico.

    Só se eu imaginar assim; ex: ele pegou os cd's e ta arrumando em um tapete no chão ( tipo aqueles comelôs mesmo )para começa a vender e bem na hora os policiais apareceram, ai no caso não se consumou pq ngm comprou ainda o cd? Apesar de eu achar que já consumou desde quando ele fez as cópias..

    Enfim, onde eu moro o cara passa sempre vendendo cd pirata, foi mais um motivo para eu errar, nunca policial parou ele e levou para delegacia kkkk

  • Se você errou esta questão, você está no caminho da aprovação.

  • Se você ler somente essa parte, acerta fácil.

    Se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.

    O art. 14 , II , do Código Penal , define crime tentado como aquele que "iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente". Conforme a redação do parágrafo único desse mesmo dispositivo, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços.

  • Pra elaborar uma questão dessas, indagando um fato hipotético que nada tem a ver com a assertiva e atribuindo esse gabarito, o examinador só deve está usando substâncias alucinógenas ou sendo muito usado pelo inimigo.

    A situação configura crime formal e, independentemente do resultado, é considerado consumado. A assertiva sobre crime tentando em si, está correta, mas em qual momento o ato, vindo a ser ininterrompido por circunstâncias alheia a sua vontade, poderá ser considerado tentativa?...

    Examinador peba.

  • Tá mas pra interpretação

  • mano, que isso banca?

  • A prova de que se lê o enunciado erra:

    Em 25/08/20 às 23:33, você respondeu a opção C.

    Você acertou!Em 25/07/20 às 13:29, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!Em 10/06/20 às 09:37, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!Em 11/05/20 às 22:28, você respondeu a opção C.

    Você acertou!Em 11/05/20 às 22:28, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!Em 01/05/20 às 23:34, você respondeu a opção C.

    Você acertou!

    segue a saga!

  • A banca sempre vai trazer esse tipo de questão, em que ela da o gabarito que quiser.

    Se observar cabe espaço para está certo ou errado.

    No caso de gabarito CERTO: De fato, se o crime não se consumar por circunstancia alheais à vontade do agente, responde ele de forma tentada, podendo a pena ser diminuída de um terço a dois terço.

    No caso de gabarito ERRADO: Por mais que o crime de expor a venda CDs e DVDs tenha adequação social, o crime e típico, se consuma no momento que se adquire os produtos.

    Ahhhh mais o examinador colocou a conjunção "Se" dando a entende que era uma "CONDIÇÃO". Contudo, ele também colocou: "Com referência a essa situação hipotética." dando a entender que e conforme a situação apresentada. E agora como julgar o item?

    Só não vê quem não quer.

  • Pessoal uma dica que vai ajudar muitos aqui do Qc, toda vez que vocês encontrarem um fdp fazendo propagandas aqui, você vai até o perfil dela e bloqueia o mal amado, faça isso em todos que estiverem fazendo propagandas aqui, e não vai aparecer nenhuma propaganda mais, podem fazer isso que todos as propagandas dessa pessoa em qualquer prova que você estiver resolvendo não mais aparecerá ohooouuu \O/

    "bons estudos a todos a nossa aprovação é questão de tempo, o Tempo de deus"

  • Uma observação que me ajuda a responder essas questões com conteúdo duvidoso (certo/errado), é importante analisar o que o examinador quer realmente.

    Se ler e reler, percebe-se que o que ele quer é o conceito de crime tentando.

    Bom... Me ajuda bastante.

  • se voce errou esta questão continue está no caminho certo,se vc acertou tambem continue

  • Vai quebrar a barra de tanto forçar , crime ja tinha se consumado , porém a cespe altera o mundo dos fatos .

    Gabarito CERTO .

  • Escreveu uma história toda que não serve de nada para a análise da questão.

  • Certa

    Art14°- Diz-se o crime:

    II- Tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente.

    Parágrafo ùnico: Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços.

  • É DIÍFICIL ACEITAR ESSE GABARITO.

  • Examinador VTNC.....

    VEM TOMAR NESCAU COMIGO. CERTO OU ERRADO ?

    BRINCADEIRA.....

  • E essa questão não foi anulada??? Manda considerar a situação hipotética, mas você não deve considerá-la, complicado hein! :(

  • A maioria das historias servem mais pra confundir do que ajudar.

    serviu de nada para a análise da questão.

  • As questões no futuro será assim: " Bebi água gelada" Certo ou errado?

  • A indagação contida na questão não tem, na prática, nenhuma ligação com a situação hipotética narrada no enunciado. A pergunta relevante da questão refere-se, com efeito, à pena aplicada nos casos em que o crime se deu na forma tentada e não consumada. Sendo assim, "se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.", nos exatos termos do parágrafo único, do artigo 14, do Código Penal, que trata da pena de tentativa.

    A questão está mal elaborada e é bastante capciosa pois expressamente diz " Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.", sendo que, como dito, o núcleo da indagação nada tem a ver com a situação hipotética citada (que configura hipótese consumada do crime tipificado no artigo 184, § 2º, do Código Penal), mas simplesmente ao conceito de tentativa.

    ERRADO

  • A banca tentou confundir os candidatos ao tentar transmitir a seguinte hipótese:

    Como não houve venda dos CDs e DVDs piratas, o crime foi tentado, mas não consumado. NÃO caiam nessa!

    Na realidade, o crime foi consumado a partir do momento que Pedro adquiriu os CDs e DVDS piratas.

  • Perspicácia é diferente de mau-carátismo. Uma questão dessa põe em cheque a credibilidade da banca.

  • Está correto, porém a história mais confundiu do que ajudou, pois a questão real havia outros requisitos, ocorrendo uma concordância (ou discordância) com a questão abordada. Por mais que a CESPE seja a CESPE, uma questão mal elaborada desse jeito pode ocorrer anulação.

  • Com todo respeito, justificar que era uma hipótese porque tinha o "se" é mole depois de ver a resposta, quero ver lá na hora tu pensa isso e marca, ai a CESPE com todo seu poder decide falar que não, que tinha que olhar a historinha, irmão ela podia colocar o que quisesse, o jeito é partir para outra, mas jamais passar pano para essas bizarrices.

  • Troca a prática de pirataria pelo crime de homicídio para melhor entender.

    A conduta de Pedro não se consumou em razão de circunstâncias alheias à sua vontade,ou seja, ele não chegou a vender os CDs e DVDs, logo, ele responderá pelo crime tentado, correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.

  • SE... penso que a conduta a qual não se consumou foi a compra dos CDs para revende-los. Uma situação seria ele chegando ao local de compra dos CDs, e a polícia chega lá. Assim, levando ele e o fornecedor. Muito ruim está questão. CESPE sendo CESPE.

  • Art 184

    § 2 Na mesma pena do § 1 incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.

    Acredito que a resposta seria ERRADA, já que o simples fato de EXPOR À VENDA configura o crime.

  • Apenas uma junção de 2 bons comentários:

    SE A CONDUTA DE PEDRO....OU SEJA, seria uma hipótese, caso a conduta fosse tentada....O agente responderia pelo crime consumado, porém com diminuição de pena de 1 a 2/3.

    Art. 14 - Diz-se o crime:

    II tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços.

    Obs: Não discuta com a banca.rsrs

  • Que texto viu!

  • GALERA, ESSA PARTE DO DIREITO PENAL É MAIS COMPLICADA OU É COISA DA MINHA CABEÇA?

  • Certo dia, enquanto expunha os produtos para venda ... NÃO se consuma

  • Questão confusa, pois ele já tinha adquirido produto pirata!

  • A questão diz: "Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente."

    O crime se consuma no ato de expor a venda. Na minha opinião essa questão esta muito confusa e mal elaborada

  • Quanto mais vc aprende mais erra...

  • Pra mim o fato de expor a venda já configura o crime.

    Art. 184 : § 2 Na mesma pena do § 1 incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual.

    Não sei se a questão foi mal elaborada, ou se eu interpretei mal mesmo...

  • A questão está correta mesmo tentado o rapaz responderá por crime consumado, com diminuição de 1/3 a 2/3 da pena.

  • A questão está correta mesmo tentado o rapaz responderá por crime consumado, com diminuição de 1/3 a 2/3 da pena.

  • O crime já está CONSUMADO a partir do momento que que ele expõe a mercadoria à venda!!! QUESTÃO MAL ELABORADA!!!

  • É horrível quando, além de ter dúvida sobre a lei, ter dúvida sobre o que prevalecerá na questão da banca,

  • Essa questão é cariciosa e desleal, mas vamos jogar o jogo: quer dizer então que: se vier esse gatilho: Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente. Esquece tudo pra cima e julga historinha de baixo não é?

  • Questão mal formulada, é questão anulada. O enunciado pede para analisar com base na situação hipotética. Devido a isso, devem ser levados em consideração todos os elementos do caso, para responder à questão. Por isso, na minha opinião a conduta de "expor à venda" já configura o crime em questão e não há o que falar mais em tentativa.

    Fé em Deus e continuemos a nossa jornada de preparação.

  • mal formulada.

  • A consumação é um mero EXALRIMENTO.

  • Quem se lascou indo pela historinha contada da o like!

  • Você erra por saber demais
  • Vale apena pegar essa dica, muitas questões fazem isso, se liga.

    A indagação contida na questão não tem, na prática, nenhuma ligação com a situação hipotética narrada no enunciado. A pergunta relevante da questão refere-se, com efeito, à pena aplicada nos casos em que o crime se deu na forma tentada e não consumada.

    Sendo assim, "se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.", nos exatos termos do parágrafo único, do artigo 14, do Código Penal, que trata da pena de tentativa.

    A questão está mal elaborada e é bastante capciosa pois expressamente diz " Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.", sendo que, como dito, o núcleo da indagação nada tem a ver com a situação hipotética citada (que configura hipótese consumada do crime tipificado no artigo 184, § 2º, do Código Penal), mas simplesmente ao conceito de tentativa. Todavia, o candidato deve estar preparado para esse tipo de armadilha e atentar para a essência do que lhe foi efetivamente perguntado. 

    Gabarito do professor: Certo

  • Conta a história de um crime consumado, pergunta pelo tentado e manda considerar o consumado. E agora José se isso cai na prova ?

  • Toda ATENÇÃO é pouca nas questões elaboradas pela CESPE onde ela "DESMEMBRA" o comando do questão do enunciado.

  • EXATO.

    _________________

    Apenas complementando os comentários dos colegas...

    CRIMES TENTADOS

    O Código Penal Brasileiro adotou para os delitos tentados a teoria objetiva.

    > TEORIA OBJETIVA --> Se entende que deve-se haver uma redução de pena quando o agente não consiga, efetivamente, consumar a infração penal.

    1} Onde se produziu: Consumou

    2} Onde deveria produzir-se: Tentativa

    .

    [CRIME IMPOSSÍVEL x TENTATIVA]

    1. O bem jurídico tutelado, correu perigo?

    R: Se falar queNÃO CORREU PERIGO, é crime impossível. Se falar que SIM, TEVE PERIGO, é tentativa.

    2. O crime poderia se consumar?

    R: Se falar que SIM, tem tentativa. Se falar que NÃO, crime impossível.

    ___________________________________________

    Portanto, Gabarito: Certo.

    ...

    BONS ESTUDOS!

  • Você errou!Em 26/12/20 às 20:26, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!Em 21/07/20 às 18:48, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!Em 17/05/20 às 10:05, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!Em 10/09/19 às 23:02, você respondeu a opção E

    Desistir, jamais!!!

  • Dá para utilizar o Se, então para responder a questão: Se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade (V) então ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços. (V)

    Obs.: Lembrando que o ''se'' denota possibilidade, sendo assim, mesmo tendo como base a situação hipotética é imprescindível que se leve em conta a possibilidade.

    GABARITO: CORRETO

  • Art. 14, § único do CP, teoria objetiva.

  • CERTO

    Vou tentar ajudar. Pirataria é crime. Ou seja, ele será responsabilizado. Porém, ele responderá pelo crime TENTADO, pois entrou nos atos executórios ao exibir os produtos para venda.

    Responde por crime TENTADO:

    1) iniciou os atos executórios

    2) não foi consumado por Circunstancias Alheias á Vontade do Agente ( CAVA ).

  • A banca coloca a hipótese de não consumação "Se..."

    Dessa forma, crime tentado:

    Art. 14 - Diz-se o crime:

    II tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. 

    Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços

  • A CESPE como eu te amo s2

  • A questão manda tomar como referência o enunciado, e no enunciado ele estaria cometindo crime de pirataria, tem crime de pirataria na modalidade culposa? CESPE sendo CESPE

  • Se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.

    O "se" mudou a questão e "se" F quem não passou no concurso por 1 questão!

    A Cespe me obriga a praticar yoga.

  • Cai na pegadinha do cespinho.

  • "Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente."

    Então é para advinhar e desconsiderar o próprio comando da questão?

  • amigos, lei seca é religião.

    leiam todo dia.

    fim.

  • Questão passível de anulação. O crime já estava consumado, como falar em tentativa?

  • O crime descrito no enunciado é de Mera Conduta, ou seja, já estava consumado no momento em que foi pego. Questão injusta, indutiva ao erro.

  • Questão lixo. O texto não tem nada a ver com o anunciado da questão;

  • Pra mim resolver esta questão, levei em consideração a afirmação quanto ao crime tentado, porém achei a questão mal formulada, não sabia se marcava certo pela citação da lei ou se marcava errado pela história narrada.

  • Deixando um pouco de lado que a história não tem nada a ver com a assertiva: se a CONDUTA não se consumar, ele responde por tentativa? Tentativa não é início da execução + não consumação por circunstâncias alheias à vontade do agente? Se não tem conduta, não tem tentativa, ué.

  • Assim como no tráfico de drogas, a mera exposição à venda já implica na consumação. Basta observar o Art. 184 "§ 2 Na mesma pena do § 1 incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.". Assim sendo, quando a questão fala "se a conduta de fulano não se consumar..." a questão não deixa claro qual conduta seria essa (se é a conduta de expor à venda ou de vender), ai você tem que ter bola de cristal.. se vc adivinhar que a conduta é aquela que já foi consumada, estamos falando de tentativa, se vc achar que é uma conduta futura, que é o que induz o enunciado da forma que está escrito, estamos falando de um crime que já foi consumado de qualquer forma, não cabendo tentativa. Se o CESPE tivesse usado o tempo verbal "se a conduta de fulano não tivesse se consumado", pronto resolvia o problema de interpretação. Querer apelar p/ um português mal escrito p/ tentar pegar o candidato bem preparado é vergonhoso CESPE, me desculpe..

  • Cespe sendo ela mesma.

  • Admite tentativa o crime de pirataria. Quando o agente oferece ao público a obra ou produção alheia, ainda que a mesma não seja aceita por ninguém. A tentativa é possível em todas as figuras.

  • Se saber demais, erra
  • Em 02/02/21 às 22:07, você respondeu a opção C.

    Você acertou!

    Em 12/08/20 às 21:24, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!

    Em 04/10/19 às 16:27, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!

    Segredo dessa questão é ler só a assertiva, não leia o enunciado ele é só para enganar mesmo...

  • História só pra fazer a gente errar!! Hoje não CESPEEEEEEEEEEEEEE!!!

    BIRRRRRLLLLLL

  • Alo, crime Formal!

  • O comando da questão é claro "Com referência a essa situação hipotética", dessa forma não tem como a afirmativa está certa, só se dissociar da situação apresentada, aí é uma baita sacanagem com o examinando pois a banca pode adotar o gabarito que ela bem entender

  • QUEM ERROU ACERTOU!!!

  • Se levar em consideração a proposição do colega ...SE.... então pode acabar com todas as questões da banca
  • Outra questão que o esquizofrênico cara do Direito Penal do CESPE elaborou depois de um surto.

  • EU IA ATÉ O STF pedir anulação dessa questão!

    "Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente."

    eles mandam referenciar o texto e bota uma coisa nada haver.

  • RECURSO !!! kkk

  • TIPICA QUESTÃO DO ESTAGIORIO, Q TEM 2 MESES QUE CURSA DIREITO

    9,,,,5

  • QUESTÃO QUE NÃO MEDE CONHECIMENTO. É MAIS FÁCIL A PESSOA QUE NÃO SABE O CONTEÚDO ACERTA.

  • questão mau elaborada e sem sabe, fora do padrão. não se pode ligar uma acertiva com literalidade expressa no Código Penal e colocar uma situação hipotética como está descrita na questão e ainda considerar a questão correta. talvez esta questão tenha sido ANULADA.
  • O que a Cespe fez com o "Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente."?

  • Tipo de questão que não está focada em medir o nível de conhecimento do candidato ao cargo. Criou um armadilha que não caiu quem desconhecia que expor a venda já consuma o crime.

  • "Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente". A banca faz referência à historinha, mas não é pra levá-la em consideração, ok? entendeu? nem eu...

  • Quem estudou muito errou

  • Meus caros a questão esta correta, devido ao " SE", NO PORTUGUÊS o SE da ideia de hipótese, o que modificou toda a assertiva.

  • CORRETO

    esquece a situação hipotética citada (tá ali de enfeite) a banca só quer saber sobre o crime tentado que ela disse na assertiva . Cespe sendo Cespe .

  • Sei lá... Errei a questão porque lembrei que violação de direito autoral é crime formal, logo não caberia tentativa...

    Avante! a vitória está logo ali.....

  • Nessa modalidade de violação de direito autoral não cabe tentativa, pois a conduta se consumou com a exposição à venda do material, logo a assertiva estaria errada... Contudo a afirmação mudou o contexto fático, aduzindo se tratar da hipótese em que se daria uma tentativa de exposição... Nesse segundo raciocínio a assertiva seria correta. Ou seja, se perderam legal

  • Blá Blá Blá... pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços? SIM! item correto

  • errei, mas fui na onda do texto. se ele estava expondo... ja tava consumado. deixando salvo aqui: tentado reduçao 1 a 2/3( melhor q metade)

  • Questão mal feita, é isto.

  • GAB: C

    "Se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços."

    "Se [...] não se consumar...", esse trecho que importa. Sem consumação tem redução.

  • Sem consumação tem redução.

  • Errei a questão por seguir o comando, pois com certeza o conteúdo da resposta está correto, mas o comando determina: "Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente", não vou questionar, pois é uma questão que me surpreendeu.

  • essa história hipotética induz ao erro..

  • "Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas". GABARITO ERRADO, na minha humilde opinião.

  • Em 20/03/21 às 16:42,

    você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!

    Em 20/02/21 às 13:47,

    você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!

    Em 21/01/20 às 13:59,

    você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!

    Em 11/01/20 às 10:31,

    você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!

    Em 26/08/19 às 19:47,

    você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!

    MAIS UMA É HEXA!

  • Uma questão aparentemente simples. Mas é só observar: Perito PF + CESPE, acham mesmo que iria vir assim?

    O trabalho da banca é te induzir ao erro. Não adianta reclamar, tem que aprender a perceber a malícia dela.

    Questão correta!!

  • Certa

    Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, dimiuída de um a dois terços.

  • Ñ ENTENDEU? É A CESPE: https://www.youtube.com/watch?v=Y7IPM58dYl8

  • Esse crime é de mera conduta, não é?

  • O comando da questão é claro "Com referência a essa situação hipotética", dessa forma não tem como a afirmativa está certa, só se dissociar da situação apresentada, aí é uma baita sacanagem com o examinando pois a banca pode adotar o gabarito que ela bem entender.

  • Uma das questões mais escrotas que já resolvi do Cespe. Uma situação hipotética que configura um crime consumado. Depois pedem para analisar a acertiva com referência a situação hipotética. E por fim, dissociam completamente a acertiva da situação hipotética. Escrotidão total.

  • "Se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade"

    A primeira conduta foi adquirir.

    A segunda expor à venda.

    Se fosse depois da compra, mas antes de expor à venda, a conduta de Pedro não se consumasse (conduta de expor à venda) o crime JÁ TERIA CONSUMADO na compra.

    No entanto, se antes de ter comprado os produtos a conduta de Pedro não se consumasse (conduta de adquirir) por circunstância alheia a sua vontade seria CRIME TENTADO.

    MAS É CRIME FORMAL !!!!! ?????

    Acontece que é sim possível tentativa em crimes formais.

    O Pedro poderia tentar realizar a compra dos produtos e ser interceptado pela polícia antes, configurando tentativa de violação de direitos autorais.

    Tem muita questão da CESPE que eu discordo até a morte, mas essa eu concordo.

  • A banca aproveitou O ENREDO e colocou uma outra situação, ela começa com " SE A CONDUTA DE PEDRO NÃO SE CONSUMAR....", a "referência" que ela se refere é usar a história, os personagens...isso faz parte da estratégia da banca.

    não é a primeira vez que ela usa e não será a última. Prefiro buscar entender a pegada da banca e trabalhar em cima disso. O negócio aqui é acertar

  • Se não ler a historinha dá pra acertar a questão.

    Crime consumado 

    I - consumado, quando nele se reúnem todos os elementos de sua definição legal; 

            

    Tentativa 

    II - tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente.

    Pena de tentativa 

    Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços.

  • Essa questão ficou meio estranha, pois no momento em que o Pedro adquire os CDs pirata, ele já praticou o crime consumado previsto Art. 184. Violação de direito autoral. Então sem sobra de dúvidas, ele não ira responder pelo crime tentado.

  • absurdo isso ....não mede conhecimento de ninguem apenas fica brincando com a logica.... se fosse pra ta em jogo de adivinhação nao estava estudando lei, artigos... absurdo infelizmente temos que conviver com isso....

  • art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    Conforme a história, JÁ ESTÁ CONSUMADO!

    Porém, CESPE deixou gabarito como certo, pois, realmente, SE a conduta não se consumar por circunstâncias alheias à vontade do agente, responde por tentativa.

  • "Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente."

    Se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado (violação de direitos autorais na modalidade tentada??), para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços.

    • Quando Pedro adquiriu 500 CDs e DVDs piratas para posteriormente revendê-los, já houve a consumação do crime de violação de direito autoral.
  • na primeira parte o crime foi consumado, já na segunda parte da questão é outro assunto, quem se atentou apenas para segunda parte acertou.

  • Se não se consumar qual conduta, adquirir, expor a venda ou vender? não adianta passar pano, esse tipo de questão o examinador escolhe a resposta que quer e vai ter gente defendendo não importa qual ele adote. Falta coesão.

    § 2 Na mesma pena do § 1 incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.

  • Na minha opinião, essa questão está mal formulada, porque parece que nem era preciso ter informação sobre situação hipotética. Bastaria a simples assertiva para resolver. Fica claro que a conduta de Pedro se consumou, então, nesse sentido, a questão estaria errada.

  • qual conduta? adquirir ou vender?

  • Leia a letra da lei. Leia seu resumo. Veja um mapa mental...

    Só não leia esse texto.

  • Em 23/04/21 às 15:41, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!Em 05/03/21 às 05:44, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!Em 28/12/20 às 15:16, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!Em 05/08/20 às 18:49, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!

  • Se tu lê o texto: ERRA

    Mas a própria questão afirma: " Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente"

    Na situação hipotética, O CRIME ESTÁ CONSUMADO!

    Ainda tem gente tentando defender HAHAHHA

    Daí tu pensa "na próxima questão não vou ler o texto".

    Daí tu erra também, pq a banca vai dizer: "eu avisei, candidato, que era com base na situação hipotética. Por que você não leu?"

    HAHAHAHHAHA

  • Avalia-se, nessa questão, as noções de clarividência, esoterismo, transcendência e adivinhação do candidato.

  • LEU A HISTÓRIA, ERROU

  • TENTATIVA ABANDONADA--> EU CONSIGO, MAS NÃO QUERO;

    CRIME TENTADO--> EU QUERO, MAS NÃO CONSIGO.

  • Prof º Japonês da Federal.

  • Súmula 502 do STJ: “Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.”

    Ou seja, o simples fato de expor à venda (como fez Pedro, na "praça pública de uma cidade brasileira") já consuma o crime.

    Questão deveria ser anulada, já que o candidato é induzido a marcar "Errado" por causa do enunciado. A questão se desvinculou totalmente do enunciado.

  • Já sei o gabarito. Quando vir essa questão novamente, vou errar de novo só porque não aceito o gabarito.
  • O enunciado era só uma situação hipotética, quem o levou em consideração, assim como eu, errou a questão. Kkk

  • Galera...muitas vezes o CESPE coloca uma história diferente do que ele pede. Se você ir direto na questão em si, vai ver que ela está correta, pq é isso que eles estão perguntando. Não dê juízo de valor nas histórias, só quando a questão retoma algo dito lá.

  • que nada haver, quem já viu tentativa de pirataria?

  • o recurso é certo

  • Se a conduta de Pedro não se consumar em razão de circunstâncias alheias à sua vontade, ele responderá pelo crime tentado, para o que está prevista a pena correspondente ao crime consumado diminuída de um a dois terços. EU QUERO,MAS NAO POSSO

    OU SEJA, QUANDO ELE COLOCOU NA PRAÇA OS DVS A CONTUDA DELE AINDA NAO TINHA SE CONSUMADO, DE ACORDO COM A SITUAÇAO HIPOTETICA

    PMAL 2031

  • Como se tenta uma pirataria? A internet onde está baixando os conteúdos cai kk?

  • Pessoal, bom tomar cuidado com relação à (im)possibilidade de tentativa em crimes formais. O simples fato do crime ser formal, por si só, não afasta a possibilidade de tentativa; devemos nos atentar quanto ao fracionamento da conduta (se unissubstente ou plurissubstente).

  • "com base na situação hipotética"... ai você vai com base nela e erra KKKKKK

  • A historinha serviu apenas para confundir, pois vender CDs e DVDs piratas é contravenção penal e não crime!

  • Quem estudou, errou.

  • Só para complementar...

    A mais recente súmula publicada pelo STJ, de número 502, enuncia que “Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.”

  • Tem questão que não adianta brigar, e essa é uma delas. Claro que devemos lutar pelos nossos direitos, mas pra ser aprovado, vai ter questão em que não adiantar brigar.

  • DICA: LEIAM PRIMEIRO A QUESTÃO!! O TEXTO SERVE PARA "DESVIAR" O FOCO

  • enquanto isso, na escola...

    O professor de Português fez a chamada.

    Examinador ? e seu colega ao lado respondeu:

    • Faltou, professor.

    e até hoje ele não sabe diferenciar "consumou" de "se consumasse"

  • Se...Se a conduta não se consumar= Ou seja, fodase a estorinha anterior.

  • Já dizia Sócrates, "Só sei que nada sei".

  • Se vc errou está no caminho certo
  •  Certo dia, enquanto expunha os produtos para venda em determinada praça pública de uma cidade brasileira, Pedro foi surpreendido por policiais, que apreenderam a mercadoria e o conduziram coercitivamente até a delegacia.

    CARACTERIZA UMA TENTATIVA....

  • TENTATIVA IMPERFEITA/ INACABADA/ PROPRIAMENTE DITA -> Crime não se consuma, por circunstâncias alheias à vontade do agente.

  • só em ele adquirir um produto pirata, mesmo sem intenção de revender, já incore em um crime consumado.
  • Ainda que a pirataria seja amplamente praticada na sociedade, não se admite a aplicação do princípio da adequação social aos casos envolvendo esse tipo de comércio. O entendimento, já pacificado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), de que é crime a conduta de expor à venda CDs e DVDs falsificados foi sumulado pela Terceira Seção.

    Súmula 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2º, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    Súmula 574-STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • Questão aula! PMAL!

  • Não entendi..o produto pirata já estava em sua posse , já tinha a CONSUMAÇÃO

    Queria saber porque ficou como TENTADA

  • se ler a história erra!

  • Questão assim a gente fica feliz por errar hahaha aiai, cespinho

  • GAB: C

    um caso.

    uma situação nada a ver. kkkkk

    induz ao erro de mais....

  • Nas questões da Cespe só dá a galera da pmal, na da FGV só dá pmce

  • PMAL 2021

  • Que lixo essas questões do CESPE. Enunciado diz: com referencia a ESSA situação hipotética (pirataria, crime de mera conduta que eu saiba) Não tem como não considerar a historinha. Se for direto na questão, eu vou considerar que tipo de conduta pra poder dizer algo sobre consumação ou não. A banca ta usando o português pra deixar as questões com resposta dúbia. Ridiculo

  • já tomei a CespeVAC, estou imune a essas pegadinhas

  • Ai, Cespe...

  • Calma, gente. Não é porque é crime formal que não cabe tentativa. Há formais que admitem tentativa. P. ex.: ameaça por carta escrita.

    Entretanto, o enunciado explicitou que os CDs já estavam expostos à venda, já estando consumado o crime da situação hipotética, pois independe da efetiva comercialização, basta expor à venda que a consumação se perfaz.

    Assim, não dá para ignorar o comando ao solicitar que com base no enunciado julgue o item, enquanto pede de forma autônoma o conceito de tentativa.

    Questão, no mínimo, incongruente.

  • Se era pra considerar só o crime tentado pra que o comando da questão fala segundo a situação hipnótica, se n o considerou.

    Uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa

  • Eu gostaria de saber o que esse tipo de questão quer avaliar?

  • Historinhas da cespe serve só par confundir
  • A cespe fez muito isso na prova PRF 2021: dá uma história e pergunta outra coisa. É questão de se atentar ao enunciado e fé em Deus

  • Muito boa observação Patrulheiro Ostensivo!
  • Flagrantao

  • Em 09/09/20 às 09:14, você respondeu a opção E.

    Em 09/09/21 às 08:16, você respondeu a opção C.

  • Basta analisar que expor a venda é um crime formal, ou seja, a venda é mero resultado naturalístico, portanto, os elementos do fato típico serão somente conduta e tipo, não há de se falar no inter criminis de atos executórios também, logo, inexiste a tentativa de crime, pois o mesmo já foi consumado.

  • #CRIME TENTADO:

    • Art. 14, II, CP: “ quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente”.

    OBS: Caso o delito não se consumar por motivos internos ao agente, i por sua própria vontade, então será DESISTÊNCIA VOLUNTÁRIA E ARREPENDIMENTO EFICAZ (art. 15, CP).

     

    #Adota-se a teoria objetiva acerca da punição da tentativa:

    • Causa obrigatória de diminuição da pena de 1/3 a 2/3 .
    • O STJ determinou que, na tentativa branca de homicídio, a pena será diminuída em seu patamar máximo: diminuição de 2/3 à tentativa incruenta de homicídio.
  • só em ele falsificar.. já tá errado, foi pego com a intenção vender....
  • Essa história mais atrapalhou do que ajudou
  • crime formal admite tentativa? kkkkkkk oh cespe, me ajude!
  • Art. 184, § 2º, CP. Na mesma pena do § 1º incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente. (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

    GABARITO ERRADO

  • Crime tentado: quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. 

    Parágrafo único - Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços.

    Crimes que não cabem tentativa: CCHUPAO: 

    Contravenções Penais; Culposos; Habituais; Unissubsistente (apenas com 1 única conduta); Preterdolosos; Atentado e Omissivo Próprio.

  • Crime formal admite tentativa sim! No entanto a questão está mal elaborada.

  • Na questão, a história só ilustra, porem, o que ela (a questão) realmente quer saber é se o candidato sabe como é aplicada a pena para crimes tentados.


ID
2798539
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

A fim de garantir o sustento de sua família, Pedro adquiriu 500 CDs e DVDs piratas para posteriormente revendê-los. Certo dia, enquanto expunha os produtos para venda em determinada praça pública de uma cidade brasileira, Pedro foi surpreendido por policiais, que apreenderam a mercadoria e o conduziram coercitivamente até a delegacia.

Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.

Nesse caso, era dispensável prévia autorização judicial para apreensão dos CDs e DVDs, por isso os policiais agiram corretamente, uma vez que tais objetos estavam relacionados com a infração cometida por Pedro.

Alternativas
Comentários
  • Flagrante independe de autorização judicial.

    Art. 302.  Considera-se em flagrante delito quem:

    I - está cometendo a infração penal;

  • Certo.


    Como é caso de Flagrante Delito, é dispensavel mandado de busca e apreensão:


    Código de Processo Penal: Art. 302.  Considera-se em flagrante delito quem:

     

    I - está cometendo a infração penal (esse é o denominado flagrante próprio).


    Além disso:


    Súmula 502 do STJ "Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas"

  • Gab Certa

     

    Art 302°- Considera-se em flagrante delito quem:

     

    I- Está cometendo a infração penal. 

  • Está caracterizado flagrante delito. Pois ele estava comento a infração lodo prescinde de Ordem Judicial, e no CPP fala que a aut. policial dever prender quem estiver em flagrante delito.

  • GABARITO:  CERTO

    Algumas anotações referentes a este crime ...

    Súmula 574-STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

    Súmula 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2o, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

                Além disso, o tipo penal do art. 184, § 2o, do CP, é crime de ação penal pública incondicionada, de modo que não é exigida nenhuma manifestação do detentor do direito autoral violado para que se dê início à ação penal. Consequentemente, não é coerente se exigir a sua individualização para a configuração do delito em questão.

                Ademais, o delito previsto no art. 184, § 2o, do CP é de natureza formal. Portanto, não é necessária, para a sua consumação, a ocorrência de resultado naturalístico, o que reforça a prescindibilidade (desnecessidade) de identificação dos titulares dos direitos autorais violados para a configuração do crime.

    Q932845 Ano: 2018 A fim de garantir o sustento de sua família, Pedro adquiriu 500 CDs e DVDs piratas para posteriormente revendê-los. Certo dia, enquanto expunha os produtos para venda em determinada praça pública de uma cidade brasileira, Pedro foi surpreendido por policiais, que apreenderam a mercadoria e o conduziram coercitivamente até a delegacia.
    Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.
    Para a comprovação da materialidade do crime praticado por Pedro, são indispensáveis a perícia por amostragem, para comprovação da falsidade do produto, e a inquirição das supostas vítimas — no caso, os produtores das mídias originais. (ERRADO)

  • Gabarito: Certa

     

    Art 302°- Considera-se em flagrante delito quem:

     

    I- Está cometendo a infração penal.


  • Eu não sou da área do direito e estou com dificuldade nesta questão. Alguém pode me explicar porque é flagrante delito se vemos isso com frequência nas grandes cidades? Se a polícia pode agir dessa forma, pq que tem tanta gente vendendo coisas falsificadas pra todo canto? Alguém ajuda? Obrigada

  • Adriana,

    Súmula 502 do STJ

    "Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas"


    No Direito Penal 70% é só conversa, só teoria

    Justamente por isso que as bancas cobram, porque não é intuitivo, não é comum na prática

    Mas no papel é isso aí





  • Gabarito Certa

     

    Adriana, isso acontece porque não temos cadeia suficiente para tudo que é proibido no Brasil, então muitas vezes se faz vistas grossas. Imagina se o policial prendesse toda pessoa que vende cd pirata, certamente ia falar lugar pra tanta gente. 

     

    Lembrando ainda que OS PRINCÍPIOS DA INSIGNIFICÂNCIA E DA ADEQUAÇÃO SOCIAL NÃO PODEM SER APLICADOS À VENDA DE CDS E DVDS FALSIFICADOS .

     

    "Não se pode admitir a tese de que comercialização de DVDs 'piratas' é reconhecida e tolerada do ponto de vista social, pois geram inúmeros prejuízos aos titulares dos direitos autorais, à sociedade e ao Estado, não podendo ser considerada socialmente aceitável e, muito menos, adequada. Portanto, inaplicável o princípio da adequação social ou o princípio da insignificância ao caso em apreço." Acórdão 859653

     

    Jurisprudência do STJ

    "A Terceira Seção deste Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp n. 1.193.196⁄MG, sedimentou entendimento no sentido da inaplicabilidade do princípio da adequação social e da insignificância ao delito descrito no art. 184, § 2º, do Código Penal, sendo considerada materialmente típica a conduta." (HC 342435/RS)
     
    Súmula 502 "Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas."

     

    Jurisprudência do STF

    "Os princípios da insignificância penal e da adequação social reclamam aplicação criteriosa, a fim de evitar que sua adoção indiscriminada acabe por incentivar a prática de delitos patrimoniais, fragilizando a tutela penal de bens jurídicos relevantes para vida em sociedade. 2. O impacto econômico da violação ao direito autoral mede-se pelo valor que os detentores das obras deixam de receber ao sofrer com a “pirataria”, e não pelo montante que os falsificadores obtêm com a sua atuação imoral e ilegal. 3. A prática da contrafação não pode ser considerada socialmente tolerável haja vista os enormes prejuízos causados à indústria fonográfica nacional, aos comerciantes regularmente estabelecidos e ao Fisco pela burla do pagamento de impostos." (RHC 115986/ES)

     

     

  • Adriana, vou ser bem direto: porque estamos no Brasil!

    Já leu o artigo 5, 6 etc da CF?

    Já viu, ao menos na televisão, a situação dos presídios?

    Já viu alguém em situação de rua sem moradia, alimentação, educação, saúde?

    Já presenciou um roubo/latrocínio?

    Já viu um guarda corrupto?

     

    Minha querida, aqui é o país da baderna! Bem vindo ao Brasil! Leis são feitas para nós estudarmos e de pouca aplicabilidade!

    Bons estudos!

     

  • Não sei se estou respondendo certo, mas...

    Poder de Polícia:

    Atributos:

    1- Discricionariedade

    2-Coercibilidade

    3-Auto-executoriedade: é a faculdade de agir sem passar pelo poder judiciário

    Portanto era dispensável prévia autorização judicial para apreensão dos CDs e DVDs.

  • Código de Processo Penal: Art. 302.  Considera-se em flagrante delito quem:

     

    I - está cometendo a infração penal (esse é o denominado flagrante próprio)

    ll - Crime permanente

  • Pirataria de CD e DVD é crime previsto no art. 184, §2 do CP: Súmula 502 do STJ - Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    +

    CPP:

    Art. 302.  Considera-se em flagrante delito quem:

    I - está cometendo a infração penal;

     

    Gab: C

  • Autoexecutoriedade

  • Flagrante próprio !

  • Resolvi pensando no art. 6 do CPP:

    Art. 6 o   Logo que tiver conhecimento da prática da infração penal, a autoridade policial deverá:

    II - apreender os objetos que tiverem relação com o fato, após liberados pelos peritos criminais;           (Redação dada pela Lei nº 8.862, de 28.3.1994)

    Bons estudos!

  • Entendi como flagrante!

  • Correto

    Súmula 502 do STJ "Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas"

    Art. 302.  Considera-se em flagrante delito quem:

    I - está cometendo a infração penal;

    II - acaba de cometê-la;

  • A pergunta diz o seguinte:

     

    Era dispensável prévia autorização judicial para apreensão dos CDs e DVDs?

  • Gab Certa

     

    Art 302°- Considera-se flagrante delito quem: 

     

    I- Está cometendo a infração penal. 

     

    Súmula 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2o, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • Correto!

    Nesse caso como Pedro foi pego em flagrante delito, não se faz necessário ordem judicial para executar a prisão em flagrante, por isso é  dispensável prévia autorização judicial para apreensão dos CDs e DVDs. 

    fundamento: segundo o CPP: 

    art. 302 Considera-se flagrante delito quem: 

    I- Está cometendo a infração penal.

    Súmula 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2o, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • QUEM ENTENDE DE DIREITO CONSTITUCIONAL JÁ MATA ESSA QUESTÃO.

    QUANDO OS POLICIAIS APREENDERAM OS MATERIAIS JÁ SE APLICA O FLAGRANTE E NÃO PRECISA DE DETERMINAÇÃO JURÍDICA PARA TAL AÇÃO POLICIAL!

    GAB: C

  • A título de curiosidade:

    De acordo com o texto aprovado pela 3ª Seção do STJ, “presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas”. Assim, fica afastada a tese da adequação social, que afasta a tipicidade penal de condutas socialmente aceitas.

  • CERTO.

    Flagrante não depende de autorização judicial.

    Súmula 502 do STJ "Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas"

    Vale acrescentar que, também não dependerá de queixa da vítima (autor da obra) para propor ação penal. As figuras qualificadas dos §§ 1º e 2º , do art. 184 , do CP (reproduzir intuito de lucro; vender ou expor a venda) são de ação penal pública incondicionada (inciso II),

  • Seria o mesmo que flagrante

  • Estava em flagrante. Não se fala em autorização judicial quando neste caso.

  • Art. 11.  Os instrumentos do crime, bem como os objetos que interessarem à prova, acompanharão os autos do inquérito.

  • Correto

    Súmula 502 do STJ "Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas"

    Art. 302.  Considera-se em flagrante delito quem:

    I - está cometendo a infração penal;

    II - acaba de cometê-la;

    Súmula 574-STJ:

     Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

    Súmula 502-STJ:

     Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2o, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

               Além disso, o tipo penal do art. 184, § 2o, do CP, é crime de ação penal pública incondicionada, de modo que não é exigida nenhuma manifestação do detentor do direito autoral violado para que se dê início à ação penal. Consequentemente, não é coerente se exigir a sua individualização para a configuração do delito em questão.

               Ademais, o delito previsto no art. 184, § 2o, do CP é de natureza formal. Portanto, não é necessária, para a sua consumação, a ocorrência de resultado naturalístico, o que reforça a prescindibilidade (desnecessidade) de identificação dos titulares dos direitos autorais violados para a configuração do crime.

  • Gab Certa

    Súmula 502-STJ:

     Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2o, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

  • essa hipótese acontece dia após dia, aqui na cidade maravilhosa, infelizmente é a lei né fazer o que...

  • Extremamente chato esses comentários com anúncios e links que de nada tem relação a questão

    a equipe de programação da qc precisa colocar um filtro nos comentários urgente!

  • Prisão em flagrante é a única modalidade de prisão que dispença ordem judicial

  • Assertiva C

    Nesse caso, era dispensável prévia autorização judicial para apreensão dos CDs e DVDs, por isso os policiais agiram corretamente, uma vez que tais objetos estavam relacionados com a infração cometida por Pedro.

  • Esse é um típico caso de prisão em flagrante próprio, onde o agente é pego praticando o crime. NO FLAGRANTE A AUTORIDADE POLICIAL NÃO PRECISA DE ORDEM JUDICIAL(MANDADO).

  • Pela análise da legislação, jurisprudência e doutrina, observaremos que o crime enunciado configura violação à propriedade imaterial, mais precisamente do direito autoral.

    Inicialmente, vide art. 184:
    Violar direitos de autor e os que lhe são conexos:
    § 2o Na mesma pena do § 1o incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente
    .  

    Se Pedro realizava a atividade para sustentar sua família e revender os objetos, configurado está o intuito do lucro. Para confirmar, Súmula 502 do STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    Na sequência, observemos que o que ocorreu foi a situação de flagrância, que, por sua vez, independe de mandado de busca e apreensão:

    Art. 302.  Considera-se em flagrante delito quem: I - está cometendo a infração penal. (Flagrante Próprio)

    Embora por flagrante se deva entender a relação de imediatidade entre o fato ou evento e sua captação ou conhecimento pelo homem, o art. 302 contempla também situações em que não é mais possível falar-se em ardência, crepitação ou flagrância, expressões normalmente utilizadas na doutrina a partir da expressão latina flagrare. (...) A situação mencionada no art. 302, I, do CPP se prestaria a caracterizar uma situação de ardência, de visibilidade incontestável da prática do fato delituoso. Ali se afirma a existência da prisão em flagrante quando alguém está cometendo a infração penal (art. 302, I).
    Pacelli, Eugênio. Curso de processo penal / Eugênio Pacelli. – 21. ed. rev., atual. e ampl. – São Paulo: Atlas, 2017.
     
    Agindo dentro de suas atribuições legais, o contexto apresenta-se corretamente, conforme se depreende do art. 6º, II, do CPP:
    Logo que tiver conhecimento da prática da infração penal, a autoridade policial deverá:
    II - apreender os objetos que tiverem relação com o fato, após liberados pelos peritos criminais.


    Sobre tal perícia, observemos a Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

    Dessa forma, depreende-se que, legitimamente, os policiais apreenderam as mercadorias, vez que, além da situação de flagrante, estavam diretamente ligadas com o tipo cometido por Pedro.

    Gabarito do(a) professor(a): CERTO.
  • Art. 6   Logo que tiver conhecimento da prática da infração penal, a autoridade policial deverá:

    II - apreender os objetos que tiverem relação com o fato, após liberados pelos peritos criminais; 

  • Pessoal uma dica que vai ajudar muitos aqui do Qc, toda vez que vocês encontrarem um fdp fazendo propagandas aqui, você vai até o perfil dela e bloqueia o mal amado, faça isso em todos que estiverem fazendo propagandas aqui, e não vai aparecer nenhuma propaganda mais, podem fazer isso que todos as propagandas dessa pessoa em qualquer prova que você estiver resolvendo não mais aparecerá ohooouuu \O/

    "bons estudos a todos a nossa aprovação é questão de tempo, o Tempo de deus"

  • Flagrante delito dispensa o pedido de busca e apreensão

  • ora, se o flagrante esta acontecendo, nao ha pq ter previa autorização judicial

  • CERTO

    Pois é uma situação de flagrante delito.

  • Providências tomadas pela autoridade policial

    Art. 6  Logo que tiver conhecimento da prática da infração penal (crime +contravenção penal), a autoridade policial deverá:

    I - dirigir-se ao local, providenciando para que não se alterem o estado e conservação das coisas, até a chegada dos peritos criminais

    II - apreender os objetos que tiverem relação com o fato, após liberados pelos peritos criminais       

    III - colher todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato e suas circunstâncias;

    IV - ouvir o ofendido;

    V - ouvir o indiciado, devendo o respectivo termo ser assinado por duas testemunhas que Ihe tenham ouvido a leitura;

    VI - proceder a reconhecimento de pessoas e coisas e a acareações;

    VII - determinar, se for caso, que se proceda a exame de corpo de delito e a quaisquer outras perícias;

    VIII - ordenar a identificação do indiciado pelo processo datiloscópico, se possível, e fazer juntar aos autos sua folha de antecedentes;

    IX - averiguar a vida pregressa do indiciado, sob o ponto de vista individual, familiar e social, sua condição econômica, sua atitude e estado de ânimo antes e depois do crime e durante ele, e quaisquer outros elementos que contribuírem para a apreciação do seu temperamento e caráter.

    X - colher informações sobre a existência de filhos, respectivas idades e se possuem alguma deficiência e o nome e o contato de eventual responsável pelos cuidados dos filhos, indicado pela pessoa presa.    

    FLAGRANTE DELITO

    Art. 302.  Considera-se em flagrante delito quem:

    I - está cometendo a infração penal

    II - acaba de cometê-la

    III - é perseguido, logo após, pela autoridade, pelo ofendido ou por qualquer pessoa, em situação que faça presumir ser autor da infração;

    IV - é encontrado, logo depois, com instrumentos, armas, objetos ou papéis que façam presumir ser ele autor da infração.

    BUSCA DOMILICIAR

    Depende de mandado (necessita de autorização judicial)

    Art. 241.  Quando a própria autoridade policial ou judiciária não a realizar pessoalmente, a busca domiciliar deverá ser precedida da expedição de mandado

    BUSCA PESSOAL

    Independe de mandado (não necessita de autorização judicial)

    Art. 244.  A busca pessoal independerá de mandado, no caso de prisão ou quando houver fundada suspeita de que a pessoa esteja na posse de arma proibida ou de objetos ou papéis que constituam corpo de delito, ou quando a medida for determinada no curso de busca domiciliar.

  • Autoexecutoriedade do poder de polícia.

  • 15/03/21 - Resposta= E. :(

  • Flagrante delito.

  • CORRETO

    Lembrando que na prática é diferente.

  • flagrante delito, não precisa de mandato.

  •  Logo que tiver conhecimento da prática da infração penal, a autoridade policial deverá:

    II - apreender os objetos que tiverem relação com o fato, após liberados pelos peritos criminais;           (Redação dada pela Lei nº 8.862, de 28.3.1994)

  • questão excelente pra deixar em branco

  • Um simples guarda municipal apreende sem ordem judicial,

    imagina um policial federal?

  • Súmula 502 do STJ "Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas"

    -

    Galera, não vale a pena sair respondendo questões de qualquer tipo, o que vem me ajudado a aumentar meu desempenho para 90% nas questões, principalmente em Português é estudar de forma estratégica, to seguindo essa metodologia e tem dado certo, link:

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  • ACERTIVA CORRETA!

    Súmula 502 do STJ: "Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas"

    FONTE: CÓDIGO INTERATIVO/ALFACON

  • ESTANDO EM FLAGRANTE , NAO PRECISA DE AUTORIZAÇÃO JUDICIAL.

  • GAB: CERTO!

    Caso de flagrante delito, não precisa de ordem judicial

  • Súmula 502 do STJ "Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas"

  • Como é caso de Flagrante Delito, é dispensável mandado de busca e apreensão:

    Súmula 502 do STJ "Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas"

    Bons estudos!!

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  • Para fazer a apreensão de objetos e instrumentos relacionados a infrações penais, não é necessária a autorização judicial. 


ID
2798542
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

A fim de garantir o sustento de sua família, Pedro adquiriu 500 CDs e DVDs piratas para posteriormente revendê-los. Certo dia, enquanto expunha os produtos para venda em determinada praça pública de uma cidade brasileira, Pedro foi surpreendido por policiais, que apreenderam a mercadoria e o conduziram coercitivamente até a delegacia.

Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.

Para a comprovação da materialidade do crime praticado por Pedro, são indispensáveis a perícia por amostragem, para comprovação da falsidade do produto, e a inquirição das supostas vítimas — no caso, os produtores das mídias originais.

Alternativas
Comentários
  • Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • A comprovação de pirataria pode ser feita por amostragem dos produtos apreendidos. O entendimento surgiu da análise de dois recursos repetitivos (REsp 1.485.832 e REsp 1.456.239).

    Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • Súmula 574-STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

    Súmula 502-STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2o, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

                Além disso, o tipo penal do art. 184, § 2o, do CP, é crime de ação penal pública incondicionada, de modo que não é exigida nenhuma manifestação do detentor do direito autoral violado para que se dê início à ação penal. Consequentemente, não é coerente se exigir a sua individualização para a configuração do delito em questão.

                Ademais, o delito previsto no art. 184, § 2o, do CP é de natureza formal. Portanto, não é necessária, para a sua consumação, a ocorrência de resultado naturalístico, o que reforça a prescindibilidade (desnecessidade) de identificação dos titulares dos direitos autorais violados para a configuração do crime.

  • Gabarito.: Errado.

    .

    Para a comprovação da materialidade do crime praticado por Pedro, são indispensáveis a perícia por amostragem, para comprovação da falsidade do produto, e a inquirição das supostas vítimas — no caso, os produtores das mídias originais. 

    .

    Não é necessário a Inquirição das supostas vítimas.

    Conforme a Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • GABARITO ERRADO.


    Resumindo:

    >Você só precisa saber que a venda de CD/DVD PIRATA é típica;

    >é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.


    >>>>PRINCIPALMENTE<<<<


    É caso de ação penal pública incondicionada, logo justifica os tópicos acima .


    é "nóis" que tá, bons estudos

  • karla, use a ferramenta para agregar conhecimento. Guarde suas respostas para você.

    Está chata já !

  • GABARITO ERRADO

  • Súmula 574 do STJ - Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • Com a súmula 574 STJ pense também que o governo deixaria de arrecadar impostos só com a anuência do titular.

    Gab.: Errado.

  • APENAS COMPLEMENTANDO COM OUTRA QUESTÃO:

     

    Q866730 - CESPE - 2018 - Assinale a opção correta no que se refere aos crimes contra a propriedade imaterial:

    c) A materialidade do crime de violação de direito autoral pode ser provada mediante perícia por amostragem sobre os aspectos externos do material apreendido. GABARITO.

     

    PERCEBAM QUE O CESPE É CARA DE PAU; POIS ELE COBRA SIM A MESMA QUESTÃO NO MESMO ANO. 

  • Art. 524. No processo e julgamento dos crimes contra a propriedade imaterial, observar-se-á o disposto nos
    Capítulos I e III do Título I deste Livro, com as modificações constantes dos artigos seguintes.
    Art. 525. No caso de haver o crime deixado vestígio, a queixa ou a denúncia não será recebida se não for
    instruída com o exame pericial dos objetos que constituam o corpo de delito.

    Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • Essa Súmula, 574 do STJ, ainda vai ser divisor de auguas de futuass questões

  • se o delito deixa vestigio deve ser feito exame de corpo de delito para comprovar a materialidade do crime, ate porque se forem cd 's originais, a conduta sera atipica, podendo configurar outro crime, como sonegacao fiscal etc.     

  • Gabarito: ERRADO

    Para a comprovação da materialidade do crime praticado por Pedro, são indispensáveis a perícia por amostragem, para comprovação da falsidade do produto, e a inquirição das supostas vítimas (não é necessário a inquirição das supostas vítimas) — no caso, os produtores das mídias originais.


  • Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.


    questão ERRADA

  • Bom, se pensarmos que o agente possuia 500 cd/dvd, seria incabível identificar e inquirir todas as eventuais vítimas... impraticável...

  • Dúvida: Se alguém já colocou a súmula 574 do STJ, por que outros colegas a colocam também? É uma baita poluição do fórum. Vários comentários plagiados. Os 5 comentários da primeira páginas, TODOS tem a súmula.

  • QUESTÃO - Para a comprovação da materialidade do crime praticado por Pedro, são indispensáveis a perícia por amostragem, para comprovação da falsidade do produto, e a inquirição das supostas vítimas — no caso, os produtores das mídias originais.

    A questão se torna errada ao falar que é indispensável a inquirição das vítimas da violação autoral, ou seja, os produtores da mídia. Isso porque súmula já determinou que não é necessário. Vejamos:

    Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • Errado

    "Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs �piratas�" (Súmula 502 do STJ).

     

    , especificamente, traz a seguinte redação:

  • Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • só pensa que os cantores os produtores de filmes não são recompensados por pirataria,já da pra matar essa,,

  • Presentes a materialidade e a autoria,afigura-se típica,em relação ao crime previsto no art.184,a conduta de expor á venda CDs e DVDs piratas(Súmula 502 do stj)

  • Súmulas 502 e 574 do STJ.

  • O português me derrubou, não observei o conectivo e
  • Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • Vou alí "inquirir" o Gustavo Lima..Rsrsrss

  • Crimes contra a propriedade imaterial (S. 574 STJ)

     

    • Exame de corpo de delito por amostragem.

     

    • Desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados.

     

    S. 574 STJ: “Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem”.

  • E por qual motivo o gabarito está como "correto" no gabarito do cespe ?

  • Súmula 574 do STJ: 

    Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • só pensei no absurdo que é chamar um produtor de mídia toda vez que houver uma apreensão de pirataria ndudhjsi

  • Já pensou chamar os produtores todas as vezes em que fosse apreendido cd's piratas? rsrsrs

  • Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • Para a comprovação da materialidade do crime praticado por Pedro, são indispensáveis a perícia por amostragem, para comprovação da falsidade do produto, e a inquirição das supostas vítimas (são dispensáveis a inquirição das supostas vítimas - Súmula 574/STJ) — no caso, os produtores das mídias originais.

    Gabarito: Errado.

  • Se todo artista pirateado tivesse de parar pra prestar esclarecimentos com a justiça, o Judiciário nunca caminharia.

  • É dispensável a inquirição das supostas vítimas.

    Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • Assertiva E

    Para a comprovação da materialidade do crime praticado por Pedro, são dispensáveis a perícia por amostragem, para comprovação da falsidade do produto, e a inquirição das supostas vítimas — no caso, os produtores das mídias originais.

  • Para a comprovação da materialidade do crime praticado por Pedro, são indispensáveis a perícia por amostragem, para comprovação da falsidade do produto, e a inquirição das supostas vítimas — no caso, os produtores das mídias originais. ERRADO

    Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • Atenção para a súmula 574- Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido,nós aspectos externos do material,sendo desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou aqueles que os representem.
  • A conduta praticada por Pedro consiste no fato típico Violação de Direito Autoral, previsto no art. 184, §2º, do Código Penal, pois “expôs a venda" cópia de obra intelectual reproduzida com violação do direito de autor, sem a expressa autorização dos titulares.

    Apesar de ser conduta comumente praticada, os Tribunais Superiores entendem que é típica, formal e materialmente. E, corroborando com este entendimento, o STJ editou a súmula de número 502, que dispõe: Súmula 502 – STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2º, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    Sobre as perícias, o Código de Processo Penal dispõe que quando a infração deixar vestígios será indispensável o exame de corpo de delito, direto ou indireto, conforme art. 158, do CPP. Para o processo e julgamento dos crimes contra a propriedade material, o CPP traz rol de artigos específicos, no art. 524 e seguintes do CPP, com disposições próprias até mesmo sobre as perícias.

    O art. 530-D, do CPP, sobre as perícias, preleciona que se fará a apreensão dos bens e realizada a perícia sobre todos os materiais, por perito oficial ou pessoa tecnicamente habilitada. Porém, acerca desta exigência, o Superior Tribunal de Justiça decidiu, em sede de recursos repetitivos, que: É suficiente, para comprovação da materialidade do delito previsto no art. 184, §2º, do CP, a perícia realizada, por amostragem, sobre os aspectos externos do material apreendido, sendo desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou de quem os represente. 3ª Seção. REsp 1.456.239-MG e REsp 1.485.832-MG, Rel. Min. Rogerio Schietti Cruz, julgado em 12/08/2015 (recurso repetitivo).

    Então, em resumo, podemos apontar como equívocos da assertiva:

    1) Não é indispensável a perícia por amostragem. Isso porque, a redação literal do art. 530-D, do CPP exige que a perícia deve ser realizada sobre todos os bens apreendidos. Já houve, por parte dos Tribunais Superiores, uma relativização desta exigência para admitir a perícia por amostragem, a fim de facilitar a apuração do delito e observar o devido processo legal.

    2) Não é necessária a inquirição de todas as supostas vítimas. O STJ entendeu que é dispensável a inquirição de todas as supostas vítimas, até porque, como já mencionado, o art. 184, §2º, do CP é crime de ação penal pública incondicionada, não necessitando de qualquer manifestação do direito autoral para a instauração. Ademais, o STJ considerou que a violação ao direito autoral extrapola a até mesmo a individualidade do titular do direito, devendo ser vislumbrado como ofensa ao próprio Estado e a coletividade.

    Gabarito do professor: ERRADO.
  • Fabão da Brasileirinhas iria estar lascado.

  • Imaginem se fosse necessária a oitiva do cantor/empresário/produtor cada vez que um CD/DVD fosse falsificado no Brasil kkkk impossível

  • O Superior Tribunal de Justiça decidiu, em sede de recursos repetitivos, que: É suficiente, para comprovação da materialidade do delito previsto no art. 184, §2º, do CP, a perícia realizada, por amostragem, sobre os aspectos externos do material apreendido, sendo desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou de quem os represente. 3ª Seção. REsp 1.456.239-MG e REsp 1.485.832-MG, Rel. Min. Rogerio Schietti Cruz, julgado em 12/08/2015 (recurso repetitivo).

  • Resumindo: se trata de um crime formal cuja consumação se deu no ato da aquisição do material pirateado ( conduta ). Nesse caso, será dispensado a identificação dos titulares dos direitos autorais, mas a perícia do material será imprescindível.
  • Gabarito: Errado

    Resumo da Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

    FONTE: Comentário mais curtido

  • alô joelmaaaaa, aparece aqui na delegacia que o cavalo manco está sendo pirateado. olha, não esquece e traz o ximbinha.
  • ERRADA. Imagina inquirir os produtores de bandas dos EUA, por conta de um zezinho que vendia em  Tangamandápio? rsrsrs

  • Pessoal, essa súmula do STJ estava em qual tópico do edital de perito? Estou perguntando mesmo, não estou falando de forma irônica. Falo porque os Crimes contra a propriedade imaterial NÃO estão elencados no edital de perito. Não encontrei nada disso no edital... Creio que o erro, usando os tópicos elencados no edital, é simplesmente exigir várias provas diferentes para provar a materialidade de algo que claramente a perícia por amostragem já supriria...

  • Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade:

     =>É SUFICIENTE a perícia realizada por amostragem do produto apreendido.

    => É DESNECESSÁRIA a identificação dos titulares.

  • Nesse sentido é indispensável a pericia por amostragem, a fim de ter materialidade do suposto produto falsificado. Contudo não será necessário inquirição das supostas vitimas.

  • Sim! Vai ter que perguntar para o The Weeknd se o cd é realmente pirata...

  • Não é indispensável a perícia por amostragem

  • Importante destacar que, pra crimes de direitos autorais, na falta de perito oficial, uma pessoa tecnicamente habilitada poderá fazer a perícia. (art. 530-D).

    Para crimes comuns: na falta de perito oficial, serão 2 pessoas idôneas (art. 159).

    STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

    Legislação facilitada PRF: https://go.hotmart.com/X46019841L

  • Errada

    Súmula 574 STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • Súmula 574- Para a configeração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • Meu raciocínio: o cara copiou o dvd do homem aranha, foi peque, cabe a polícia abter meios pra chamar a Marvel pra ser ouvida, não faz o menor sentido.

  • GABARITO ERRADO

    Apesar de ser conduta comumente praticada, os Tribunais Superiores entendem que é típica, formal e materialmente. E, corroborando com este entendimento, o STJ editou a súmula de número 502, que dispõe: 

    Súmula 502 – STJ: Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2º, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.

    Súmula 574-STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

    AÇÃO PENAL NOS CRIMES PREVISTOS NO ART. 184 DO CP

    Caput: ação penal privada.

    §§ 1º e 2º (ex.: venda de DVD pirata): ação pública incondicionada.

    § 3º: ação penal pública condicionada.

  • Imagina um cara vendendo esses 500 cds e nenhum repetido. Como e pra que chamar os 500 produtores das obras originais pra prender esse cara ?

  • nannnnnn

  • crime formal.

  • Imagina um cara vendendo um DVD da beyoncé e ela ser inquirida por conta desse dvd kkkkkk

  • Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • Imagina um cara falsificou DVD de uns 200 artistas,

    imagina agora esses 200 artistas tendo que ir na delegacia? hihihihihihi

  • Já pensou a euforia na delegadi ter que ouvir a tigresa por ter seu DVD pirateado...OBS: Nem todos entenderão!

  • Sem enrolação.

    Vejamos a lógica!

    Já imaginaram o Delta indo à casa do Wesley Safadão só para perguntar - Senhor, esse CD aqui é seu?

  • Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • Pensa o Doutor tendo que ir atrás do Tarantino pra saber se o DVD é falso hahahahahaha

  • Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • Imagina se tivesse que entrar em contato com a Fox Film ? kkk questão óbvia.

  • 1.⁰ É desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou de quem os represente; 2.⁰ É suficiente a perícia realizada por amostragem do produto aprendido, nos aspectos externos do material; e 3.⁰ A ação penal é pública incondicionada - art. 184, parágrafo 2.⁰ c.c. art. 186, inciso II, ambos do Código Penal. Obs.: Sobre o tema leiam as súmulas 502 e 574, STJ.
  • Gabarito ERRADO

    Súmula 574 do STJ: Para a configuração do delito de violação de direito autoral e a comprovação de sua materialidade, é suficiente a perícia realizada por amostragem do produto apreendido, nos aspectos externos do material, e é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  •  é desnecessária a identificação dos titulares dos direitos autorais violados ou daqueles que os representem.

  • No começo parecia até questão de estatística.

  • Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.

    Para a comprovação da materialidade do crime praticado por Pedro, são indispensáveis a perícia por amostragem, para comprovação da falsidade do produto, e a inquirição das supostas vítimas — no caso, os produtores das mídias originais.(Errado)

  • Só você usar o logica, imagina o Delegar ter que interrogar a Beyonce pois o Januario la da Boca do Acre, falsificou um DVD dela?

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ID
2798545
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

A fim de garantir o sustento de sua família, Pedro adquiriu 500 CDs e DVDs piratas para posteriormente revendê-los. Certo dia, enquanto expunha os produtos para venda em determinada praça pública de uma cidade brasileira, Pedro foi surpreendido por policiais, que apreenderam a mercadoria e o conduziram coercitivamente até a delegacia.

Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.

Em regra, após a condução coercitiva de Pedro à delegacia, a competência para lavrar o auto de prisão em flagrante é da autoridade policial.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO - CERTO

    Segundo o texto do art. 304 do CPP, efetuada a captura, deve ser o preso apresentado à autoridade competente, perante a qual serão ouvidos o condutor e as testemunhas, bem como interrogado o conduzido, lavrando-se o auto de flagrante.

     

     

  • Art. 304. Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto. (C)

  • Prisão em flagrante é a única modalidade de prisão que dispença ordem judicial.

  • Essa deu até medo de marcar
  • Eu marquei ERRADO, pq pensei que fosse uma pegadinha da banca, em autoridade policial.. 
    No que diz respeito a autoridade competente, deve ser interpretado em sentido amplo, inclusive o Delegado de polícia, faltou interpretação da minha parte. =( 
    Bons estudos galera! 

     

  • Só pra reforçar, galera!

     

    A mais recente súmula publicada pelo STJ, de número 502, enuncia que “Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.”

  • Deu tremedeira, na hora do Certo, Cespe vcs sabem como é

  • Não compreendi porque foi usado o termo "Condução coercitiva", creio que tecnicamente não é adequado.

  • Trata-se de PRISÃO EM FLAGRANTE, pois Pedro encontrava-se praticando o delito previsto no art. 184, § 2.º, do CP: 

     

      Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos:

         [...]

            § 2.º Na mesma pena do § 1.º incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.

     

     A respeito da prisão em flagrante, cabe registrar que ela se desdobra nos seguintes atos:

    - CAPTURA;

    - CONDUÇÃO À AUTORIDADE POLICIAL;

    - LAVRATURA DO AUTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE;

    - RECOLHIMENTO AO CÁRCERE.

     

    Diz o art. 304, do CPP: Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto.

     

    Ou  seja, após a condução à autoridade, a competência para lavrar o APF é da autoridade policial.

     

    GABARITO: CERTO.

  • @Nicoliportela o termo condução coercitivo, ao meu ver, foi utilizado na questão para retomava um trecho do texto em que ele fala que Pedro foi preso e levado coercitivamente. Isso pode, de certa forma, ter sido utilizado pela banca, sorrateiramente, para confundir com aquela condução coercitiva, famosa da Operação Lava Jato, que recentemente foi proibida pelo STF, e que não tem nada a ver com na questão.
  • galera vê cabelo em ovo.... 

  • tão simples que deu medo de responder... kkk

  • Certo.

     

    Fundamentação legal: Art. 304, CPP.

     

    Art. 304. Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto

     

    Na prisão em flagrante não há necessidade de ordem judicial.

     

    Bons estudos!

     

    "Vamos a batalha
    Guerrear, vencer
    Derrotar o CESPE
    É o que vai valer." 

  • Gab Certo 

    CAPÍTULO II

    DA PRISÃO EM FLAGRANTE

    Art. 304. Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto.

     

    Bons estudos galerinha!!!

  • Quem lavra? O Auto de Prisão em Flagrante – APF geralmente é lavrado pela autoridade policial do local em que ocorreu a PRISÃO, ou, se não houver neste local, a autoridade do local mais próximo. O Juiz pode lavrar o APF, nos crimes cometidos em sua presença.


    Resumo Estratégia

  • Único comentário útil é o do "mpf2007", visto que, todo mundo sabe que é o delegado a autoridade que lavra o APF, a questão não quer saber disso, a questão quer saber se vc sabe que tem exceção...

  • CERTO

     

    Acrescentando....

     

    CPP

    Art. 307.  Quando o fato for praticado em presença da autoridade, ou contra esta, no exercício de suas funções, constarão do auto a narração deste fato, a voz de prisão, as declarações que fizer o preso e os depoimentos das testemunhas, sendo tudo assinado pela autoridade, pelo preso e pelas testemunhas e remetido imediatamente ao juiz a quem couber tomar conhecimento do fato delituoso, se não o for a autoridade que houver presidido o auto.

  • Comentários excepcionais. Porém, ainda que a hipótese de flagrante delito seja a mais comum como a que precinde de Mandado Judicial, ao contrário de alguns colegas que afirmam ser a única, devemos ter uma ressalva.


    Também são prisões que não necessitam de ordem judicial:


    Além da prisão em flagrante, a prisão decorrente de transgressão militar, crime propriamente militar, (art. 5, inciso LXI,CF) , as prisões em estado de defesa (art.136) e estado de Sítio (art.137) e a recaptura do indiciado ou acusado (art. 230,§ único do CPPM)

  • Um pedido: PAREM de menosprezar questões! O bom malandro é aquele que somente tira onda depois da posse!

  • Sendo crime de Menor potencia ofensivo não seria caso de prisão em flagrante


    "Em regra, não está sujeito à determina�cão de prisão em flagrante. No entanto, o art. 69, § único da Lei

    9.099/95 estabelece que se aquele que pratica infra�cão de menor potencial ofensivo (IMPO) se recusar à comparecer ao Juizado ou se negar a assumir compromisso de comparecer ao Juizado após a lavratura do Termo Circunstanciado (TC), poderá ser decretada sua prisão em flagrante"

  • Pessoal, posso estar exagerando no uso de drogas mas tem dois artigos que falam sobre o assunto..


    O 304 fala que o delta vai lavrar.

    O 305 fala que é competência do escrivão e na falta desse qualquer pessoa.

    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

    Qual dos dois é o correto, alguém pode explicar?

    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~


    Art. 304. Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto



    Art. 305.  Na falta ou no impedimento do escrivão, qualquer pessoa designada pela autoridade lavrará o auto, depois de prestado o compromisso legal.

  • rfup91, o escrivão não é autoridade policial?! Acho que vc interpretou de forma bem equivocada.

  • É aquele dilema: a gente marca a alternativa cujo erro traria menos arrependimento.

  • Tive medo ao marcar certo na questão...cespe é foda

     

  • Que estranho. Pensei que autoridade era só o delegado.

  • GABARITO: CERTO

    Art. 304. Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto. 

  • questão estranha, pq na verdade quem lavra o APF é o escrivão, nao a Autoridade Policial.Mas como so quero é passar, vou fingir que ta certa! rsrsrsrr

  • Fato é que não chegou a uma definição aqui, quem explica, faz por viu o gabarito, autoridade é escrivão?? agente?? bem, dito isso, se cair novamente, é branco.... infelizmente....

  • Quem lavra, em regra, é a Autoridade Policial mesmo.

    Mas tem hipoteses em um Juiz, por exemplo, pode lavrar o auto...vejam:

    CPP,  Art. 307. Quando o fato for praticado em presença da autoridade, ou contra esta, no exercício de suas funções, constarão do auto a narração deste fato, a voz de prisão, as declarações que fizer o preso e os depoimentos das testemunhas, sendo tudo assinado pela autoridade, pelo preso e pelas testemunhas e remetido imediatamente ao juiz a quem couber tomar conhecimento do fato delituoso, se não o for a autoridade que houver presidido o auto.


    Leia mais: https://estudo-direito.webnode.com/news/resumo%3A-pris%C3%A3o-em-flagrante/

  • Quem lavra, em regra, é a Autoridade Policial mesmo.

    Mas tem hipoteses em um Juiz, por exemplo, pode lavrar o auto...vejam:

    CPP,  Art. 307. Quando o fato for praticado em presença da autoridade, ou contra esta, no exercício de suas funções, constarão do auto a narração deste fato, a voz de prisão, as declarações que fizer o preso e os depoimentos das testemunhas, sendo tudo assinado pela autoridade, pelo preso e pelas testemunhas e remetido imediatamente ao juiz a quem couber tomar conhecimento do fato delituoso, se não o for a autoridade que houver presidido o auto.


    Leia mais: https://estudo-direito.webnode.com/news/resumo%3A-pris%C3%A3o-em-flagrante/

  • Nessa questão o único comentário pertinente é o do mpf2007, o único que abordou a exceção da reserva à autoridade policial na lavratura do auto de prisão em flagrante.

  • Art. 304. Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto.


    FORÇA!


  • Art. 304. Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto.


    FORÇA!


  • GABARITO: CERTO

    Art. 304. Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto.  

  • Em REGRA?

  • Correto

    O Auto de Prisão em Flagrante conceitua-se pelo documento que contém as informações advindas da prisão em flagrante, quer sejam, após a apresentação do conduzido, em ordem, a oitiva do condutor, das testemunhas, vítima, interrogatório do conduzido (corrija-se o artigo 304 do CPP que fala em acusado), a fim de formar o contexto fático (baseado em versões, e não em verdade), demais termos, laudos, relatório e assinaturas, competindo, (a)final à Autoridade Policial, sua lavratura.

  • EM REGRA!

    HÁ EXCEÇÃO?

  • Correta.

    O flagrante se processa nas seguintes etapas:

    1) captura: restrição do direito de locomoção que ocorre imediatamente ao crime

    2) condução coercitiva: apresentação do capturado à autoridade policial

    3) formalização da prisão: lavratura do auto de prisão em flagrante

    4) recolhimento à prisão.

  • Rodrigo Rocha e Filipe Rocha

    Autoridade responsável pela lavratura do auto de prisão é o escrivão de polícia e por isso há sim a possibilidade de ser outra pessoa.

    Art. 305. Na falta ou impedimento do escrivão, qualquer pessoa designada pela autoridade lavrará o auto, depois de prestado o compromisso legal.

    Note que não é nem preciso que o escrivão esteja ausente, ele pode simplesmente estar impedido por algum motivo qualquer.

    João integra uma organização criminosa que, além de contrabandear e armazenar, vende, clandestinamente, cigarros de origem estrangeira nas ruas de determinada cidade brasileira.

    A partir dessa situação hipotética, julgue o item subsequente.

    Se João for preso em flagrante e o escrivão estiver impossibilitado de proceder à lavratura do auto de prisão, a autoridade policial poderá designar qualquer pessoa para fazê-lo, desde que esta preste o compromisso legal anteriormente.

  • Lavratura do APF: Polícial que fez a prissão

    INSTAURAÇÃO DO IP: POLICIA DA CIRCUNSCRIÇÃO .

  • Não concordo com o gabarito. Alguém poderia me ajudar?

    Veja:

    Art. 305.  Na falta ou no impedimento do escrivão, qualquer pessoa designada pela autoridade lavrará o auto, depois de prestado o compromisso legal.

    Entende-se que, á priori, seria o escrivão, caso este não pudesse por algum motivo é que a autoridade designaria alguém.

  • GABARITO; "C"

    Em regra, após a condução coercitiva de Pedro à delegacia, a competência para lavrar o auto de prisão em flagrante é da autoridade policial.

  • Não é o escrivão que lavra o auto?

  • Alguém lavra um auto de prisão em flagrante pra esse Estudante Solidário aí, por favor!! Que cara chato do cacete!

  • Ele cometeu o crime de violação de direito autoral.Art 184 com pena de reclusão de 1 a 4 anos. E o delegado deve lavrar o auto de prisão em flagrante.

  • O APF é lavrado pela autoridade do lugar em que foi efetuada a prisão; o inquérito é presidido pela autoridade do lugar em que foi cometido o crime. Caso a autoridade do local em que foi cometido o crime seja a que efetue a prisão, lavra o APF e preside o IP.

  • Questão estranha! Autoridade policial tem atribuição e não competência!

    Art. 305.  Na falta ou no impedimento do escrivão, qualquer pessoa designada pela autoridade lavrará o auto, depois de prestado o compromisso legal.

  • QUEM TEM COMPETENCIA PARA Presidir APF: Autoridade Policia, consequentemente é que lavra APF é com redigido pelo Escrivão.

  • TEM NATUREZA ADMINISTRATIVA, POIS NÃO DEPENDE DE AUTORIZAÇÃO JUDICIÁRIA.

  • Rayssa Maria Pereira Araújo, em regra quem tem competência para lavrar o auto de prisão em flagrante é a autoridade policial. A questão não está falando " na falta ou no impedimento do escrivão". Sejamos objetivos.

  • Prisão em flagrante é a única modalidade de prisão que dispensa ordem judicial.

  • Li umas dez vezes pra ver se a PF cai umas coisas bobas dessas
  • É sério isso? Faz como na hora da prova com essa questão?

  • Essa questão não é tão simples, principalmente em se tratando da banca Cespe.

    Um detalhe importante a se atentar é sobre o crime cometido. Acredito ser o crime do Art. 184, parágrafo 1° - Violação de direito autoral. Pena 2 a 4 anos.

    Se o crime praticado fosse o do Caput - Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos. Pena: 3 meses a 1 ano - não seria lavrado o APF, e sim o TCO, pois seria crime de menor potencial ofensivo.

    Se falei alguma besteria, me avisem in box por favor! :)

  • Item errado, pois o STJ sumulou entendimento afastando por completo a possibilidade de aplicação do princípio da adequação social à conduta de expor à venda CDs e DVDs pirateados.

    Trata-se de conduta típica, prevista no art. 184, §§ 1º e 2º do CP.

    Súmula 502 do STJ - PRESENTES A MATERIALIDADE E A AUTORIA, AFIGURA-SE TÍPICA, EM RELAÇÃO AO CRIME PREVISTO NO ART. 184, § 2º, DO CP, A CONDUTA DE EXPOR À VENDA CDS E DVDS PIRATAS.

  • Lavratura do APF

    Atribuição: autoridade do local da prisão.

    O juiz pode lavrar se o crime for cometido na sua presença ou contra ele no exercício de suas funções.

    Art. 307.  Quando o fato for praticado em presença da autoridade, ou contra esta, no exercício de suas funções, constarão do auto a narração deste fato, a voz de prisão, as declarações que fizer o preso e os depoimentos das testemunhas, sendo tudo assinado pela autoridade, pelo preso e pelas testemunhas e remetido imediatamente ao juiz a quem couber tomar conhecimento do fato delituoso, se não o for a autoridade que houver presidido o auto.

    A lei não Admite APF:

    IMPO's (pena máxima menor que 2 anos + contravenções)

    Lavra-se o TC.

    Art. 69, Parágrafo único. Ao autor do fato que, após a lavratura do termo, for imediatamente encaminhado ao juizado ou assumir o compromisso de a ele comparecer, não se imporá prisão em flagrante, nem se exigirá fiança. Em caso de violência doméstica, o juiz poderá determinar, como medida de cautela, seu afastamento do lar, domicílio ou local de convivência com a vítima

    Usuário de Drogas (uso de drogas p/ consumo pessoal- Art.28 da lei 11.343/06)

    Conduta despenalizada.

    Não cabe APF, mesmo se o usuário não assinar o TC.

    Lesão Culposa/ Homicídio Culposo na direção de veículo

    Tem que prestar integral socorro.

  • A questão está tão correta que dá medo de marcar correto, kkkkk, esse cespe vive nos assombrando...

    Rumo à PCDF...

  • GAB. correto rumo a PC BA.

  • A autoridade policial possui atribuição, não competência. Estranho...

  • Gabarito: Certo

  • Alguém pode me mandar mensagem explicando o por que de estar correta sendo que o Art. 305 do CPP diz:

    "Na falta ou impedimento do escrivão, qualquer pessoa designada pela autoridade lavrará o auto, depois de prestado o compromisso legal"

    Isso meio que não afirma que é o Escrivão que lavra o APF?

  • Art. 305. Na falta ou no impedimento do escrivão, qualquer pessoa designada pela autoridade lavrará o auto, depois de prestado o compromisso legal.

  • Gabarito: Certo

    É bom lembrar também que a comercialização de CDs e DVDs piratas não se aplica o principio da adequação social.

    súmula nº 502 STJ dispõe que: “presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no artigo 184, parágrafo 2º, do Código Penal, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas”.

    Além da súmula, o STJ também já deixou claro que há uma aceitação popular e, inclusive, alguma tolerância das autoridades públicas quanto à pirataria de CDs e DVDs, mas ressaltou as graves consequências econômicas:

    AGRAVO REGIMENTAL. RECURSO ESPECIAL. VIOLAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS. PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA E DA ADEQUAÇÃO SOCIAL. IMPOSSIBILIDADE DE APLICAÇÃO. 1. Não se aplica o princípio da adequação social, bem como o princípio da insignificância, ao crime de violação de direito autoral. 2. Em que pese a aceitação popular à pirataria de CDs e DVDs, com certa tolerância das autoridades públicas em relação à tal prática, a conduta, que causa sérios prejuízos à indústria fonográfica brasileira, aos comerciantes legalmente instituídos e ao Fisco, não escapa à sanção penal, mostrando-se formal e materialmente típica. 3. Agravo regimental a que se nega provimento. (STJ, Sexta Turma, AgRg no REsp 1380149/RS, Relator Min. Og Fernandes, julgamento em 27/08/2013)

    Avante...

  • A autoridade Policial a que se refere a questão, trata-se do Delegado de Polícia ou podemos chamar o Escrivão de autoridade?

    Pois no Art. 305. CPP, ele é bem claro ao dizer que quem lavrará o auto de prisão em flagrante é o escrivão, e na falta ou impedimento do mesmo, a autoridade policial designará qualquer pessoa para lavrar o auto, depois de prestado compromisso legal.

  • Violação de direito autoral

           Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos:            

           Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.           

           § 1 Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente:           

           Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

    Obs: Flagrante! não é TCO.

  • Na prisão em Flagrante, o APF serve como IP. Por isso é o delegado.

  • Na prisão em Flagrante, o APF serve como IP. Por isso é o delegado.

  • Assertiva C

    Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subsequente.

    Em regra, após a condução coercitiva de Pedro à delegacia, a competência para lavrar o auto de prisão em flagrante é da autoridade policial.

  • Art. 304. Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto. 
  • David Pires, a questão fala: "Em regra" e fala da autoridade policial , escrivão ou delegado. O art 305 fala que: Na falta ou na impossibilidade do escrivão lavrar o APF poderá designar outra pessoa. Por isso a questão está CORRETA.

  • Não precisava nem ler a questão inteira !

  • quando a CESPE passa uma fácil, chega dar medo. kkk

  • e terá até 24 hrs para enviar o APF para o juiz!

  • Art. 305. Na falta ou no impedimento do escrivão, qualquer pessoa

    designada pela autoridade lavrará o auto, depois de prestado o

    compromisso legal.

  • cabe ao ESCRIVÃO a lavratura do auto de prisão em flagrante!! e na falta deste qualquer do povo desde que preste compromiso!!

  • Quem lavra? O Auto de Prisão em Flagrante – APF geralmente é lavrado pela autoridade policial do local em que ocorreu a PRISÃO, ou, se não houver neste local, a autoridade do local mais próximo. O Juiz pode lavrar o APF, nos crimes cometidos em sua presença.

  • Doutrina cespe, essa é uma que é melhor nem marcar.

  • Afinal, Escrivão ou delegado, CESPE?

  • CPP

    Art. 304. Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto.

    Art. 305. Na falta ou no impedimento do escrivão, qualquer pessoa designada pela autoridade lavrará o auto, depois de prestado o compromisso legal.

    QUEM LAVRA AFINAL, A AUTORIDADE COMPETENTE OU O ESCRIVÃO ?????

    CADÊ O COMENTÁRIO DO PROFESSOR PARA UMA QUESTÃO POLÊMICA DESSA?

  • Vi muita gente falando sobre juiz, não sei o que e tal.

    Galera, a ideia é a seguinte: O ESCRIVÃO LAVRA O APFD.

    Para a CESPE, quem lavra é o DELEGADO.

    "E PODE A CESPE FALAR QUE É O DELEGADO?" SIM, ELE NÃO FIRMA COMPROMISSO LEGAL? PODE SIM.

    INCLUSIVE, NA PF QUEM LAVRA É O DELEGADO.

    E para as questões? O que adotar? Um amigo delegado me disse o seguinte:

    Se a banca perguntar EXPRESSAMENTE quem lavra é o delegado, pode adotar a medida que SIM. Se afirmar que o é o escrivão, pode falar que sim também.

    Se ela considerar como errada a ideia do escrivão, o recurso é garantido.

    Foi o que aconteceu com ele no concurso de delegado de Goiás.

  • Ano: 2018 Banca:  Órgão:  Prova: 

    Resolvi certo!

    João integra uma organização criminosa que, além de contrabandear e armazenar, vende, clandestinamente, cigarros de origem estrangeira nas ruas de determinada cidade brasileira.

    A partir dessa situação hipotética, julgue o item subsequente.

    Se João for preso em flagrante e o escrivão estiver impossibilitado de proceder à lavratura do auto de prisão, a autoridade policial poderá designar qualquer pessoa para fazê-lo, desde que esta preste o compromisso legal anteriormente.

  • Cabe ao ESCRIVÃO a lavratura do auto de prisão em flagrante!! e na falta deste qualquer do povo desde que preste compromiso!!

    O Auto de Prisão em Flagrante – APF geralmente é lavrado pela autoridade policial do local em que ocorreu a PRISÃO, ou, se não houver neste local, a autoridade do local mais próximo. O Juiz pode lavrar o APF, nos crimes cometidos em sua presença.

    GALERA A MEU VER A QUESTÃO QUER SABER QUEM FAZ?

    AUTORIDADE>>>>>>>>>>>>> POLICIAL OU JUDICIAL

    SE HÁ EQUÍVOCO AVISE-ME

  • Nesses casos, o agente é conduzido até a delegacia, onde será lavrado o auto de prisão, pela autoridade policial competente, nos termos do art. 304 do CPP:

  • A questão exigiu o conhecimento sobre quem teria a atribuição para lavrar o auto de prisão em flagrante. A afirmativa está correta, pois, em regra, caberá a autoridade policial a atribuição de lavrar o auto de prisão em flagrante, realizando uma interpretação conjunta e sistemática dos 304 e 305, ambos do Código de Processo Penal.

    O art. 304, do CPP, dispõe que: Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto.

    Assim, o doutrinador Renato Brasileiro menciona que: Em regra, a atribuição para a lavratura do auto de prisão em flagrante é da autoridade policial no exercício das funções de polícia investigativa do local em que se der a captura do agente, o que, no entanto, não afasta a atribuição de outra autoridade administrativa a quem, por lei, é cometido o mesmo mister (CPP, art. 4º, parágrafo único), como, por exemplo, agentes florestais. (LIMA, Renato Brasileiro de. Manual de Processo Penal: volume único. 8ª ed. rev. atual. e ampl. Ed. JusPodivm. Salvador. 2020. P. 1044).

    Porém, não se pode esquecer do art. 305, do CPP, que dispõe que: “Na falta ou no impedimento do escrivão, qualquer pessoa designada pela autoridade lavrará o auto, depois de prestado o compromisso legal".

    Comentando este artigo, o professor Renato Brasileiro afirma: (...) em regra, o auto de prisão em flagrante deve ser lavrado pelo escrivão, na presença do Delegado de Polícia. Na falta ou impedimento do escrivão, permite a lei que a autoridade designe qualquer pessoa para tal função, desde que preste o compromisso legal anteriormente. (LIMA, Renato Brasileiro de. Manual de Processo Penal: volume único. 8ª ed. rev. atual. e ampl. Ed. JusPodivm. Salvador. 2020. P. 1045).

    Diante do que foi exposto, peço licença para tentar resolver essa possível incoerência entre os dois artigos mencionados:
    De fato, tal como escrito na assertiva, em regra, a competência para lavrar o auto de prisão em flagrante é da autoridade policial, conforme art. 304, do CPP. Contudo, essa atribuição também possível para o escrivão, na presença do Delegado. Na falta ou impedimento do escrivão, a autoridade policial poderá designar qualquer pessoa para fazer esta função, desde que tenha prestado o compromisso legal, conforme o art. 305, caput, do CPP. E, por isso, a assertiva está correta, pois trouxe a regra geral sobre a temática. Devemos ter cuidado, pois nem sempre uma questão incompleta (que trouxe apenas a regra geral, por exemplo) deverá ser considerada incorreta.

    Gabarito do professor: CERTO.
  • Em regra é o ESCRIVÃO, mas minha opinião quando tiver uma questão dessas na prova é deixar em branco

  • Sempre sobra para o ''escravão''... kkk

  • Leiam o comentário do Dan Warren. Sem muita enrrolação!

  • Gab.: C

    Regra -> Escrivão, e na falta dele, qualquer pessoa designada pela autoridade policial

    Exceção -> Crime praticado na presença de juiz ou autoridade policial -> Ele dá voz de prisão em flagrante e lavra APF.

  • A fim de garantir o sustento de sua família, Pedro adquiriu 500 CDs e DVDs piratas para posteriormente revendê-los. Certo dia, enquanto expunha os produtos para venda em determinada praça pública de uma cidade brasileira, Pedro foi surpreendido por policiais, que apreenderam a mercadoria e o conduziram coercitivamente até a delegacia.

    Com referência a essa situação hipotética, pode-se afirmar que: Em regra, após a condução coercitiva de Pedro à delegacia, a competência para lavrar o auto de prisão em flagrante é da autoridade policial.

  • A Cespe adota tanto o escrivão como o delegado, nunca sabemos qual ela vai considerar o certo.

  • A prisão em flagrante não precisa de mandado judicial.

  • pensei que fosse o escrivão

  • A questão exigiu o conhecimento sobre quem teria a atribuição para lavrar o auto de prisão em flagrante. A afirmativa está correta, pois, em regra, caberá a autoridade policial a atribuição de lavrar o auto de prisão em flagrante, realizando uma interpretação conjunta e sistemática dos 304 e 305, ambos do Código de Processo Penal.

    O art. 304, do CPP, dispõe que: Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto.

    Assim, o doutrinador Renato Brasileiro menciona que: Em regra, a atribuição para a lavratura do auto de prisão em flagrante é da autoridade policial no exercício das funções de polícia investigativa do local em que se der a captura do agente, o que, no entanto, não afasta a atribuição de outra autoridade administrativa a quem, por lei, é cometido o mesmo mister (CPP, art. 4º, parágrafo único), como, por exemplo, agentes florestais. (LIMA, Renato Brasileiro de. Manual de Processo Penal: volume único. 8ª ed. rev. atual. e ampl. Ed. JusPodivm. Salvador. 2020. P. 1044).

    Porém, não se pode esquecer do art. 305, do CPP, que dispõe que: “Na falta ou no impedimento do escrivão, qualquer pessoa designada pela autoridade lavrará o auto, depois de prestado o compromisso legal".

    Comentando este artigo, o professor Renato Brasileiro afirma: (...) em regra, o auto de prisão em flagrante deve ser lavrado pelo escrivão, na presença do Delegado de Polícia. Na falta ou impedimento do escrivão, permite a lei que a autoridade designe qualquer pessoa para tal função, desde que preste o compromisso legal anteriormente. (LIMA, Renato Brasileiro de. Manual de Processo Penal: volume único. 8ª ed. rev. atual. e ampl. Ed. JusPodivm. Salvador. 2020. P. 1045).

    Diante do que foi exposto, peço licença para tentar resolver essa possível incoerência entre os dois artigos mencionados:

    De fato, tal como escrito na assertiva, em regra, a competência para lavrar o auto de prisão em flagrante é da autoridade policial, conforme art. 304, do CPP. Contudo, essa atribuição também possível para o escrivão, na presença do Delegado. Na falta ou impedimento do escrivão, a autoridade policial poderá designar qualquer pessoa para fazer esta função, desde que tenha prestado o compromisso legal, conforme o art. 305, caput, do CPP. E, por isso, a assertiva está correta, pois trouxe a regra geral sobre a temática. Devemos ter cuidado, pois nem sempre uma questão incompleta (que trouxe apenas a regra geral, por exemplo) deverá ser considerada incorreta.

    Gabarito do professor: CERTO.

  • Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. § 1o Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa. § 2o Na mesma pena do § 1o incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente Errei a questão por pensar que o fato descrito se amoldava na lei de contravençoes penais e por consequência se aplicaria o termo circunstanciado de ocorrência e não prisão em flagrante, mas realmente é CRIME.
  • marquei errada, pois considerei caso de TCO e não de APFD. Não é nao??

  • Tirando a palavra "competência" a questão está perfeita.

  • Tem questões que você ler duas ou mais vezes, e não acredita que é aquilo mesmo! CERTO, o simples sempre dar certo.

  • Fiquem ligados! A banca CESPE costuma colocar ''autoridade policial'' ou ''escrivão'' e aceita os dois.

  • GABARITO CORRETO

    CÓDIGO DE PROCESSO PENAL:

    REGRA

    Art. 304 - Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto.

    EXCESSÃO

    Art. 305 - Na falta ou no impedimento do escrivão, qualquer pessoa designada pela autoridade lavrará o auto, depois de prestado o compromisso legal.

    Autoridade policial foi utilizado como sinônimo de escrivão.

    "Se não puder se destacar pelo talento, vença pelo esforço"

  • Gabarito: CERTO

    Sobre a prisão em flagrante, dispõe o art. 302 do Código de Processo Penal:

    Art. 302.  Considera-se em flagrante delito quem:

    I - está cometendo a infração penal;

    II - acaba de cometê-la;

    III - é perseguido, logo após, pela autoridade, pelo ofendido ou por qualquer pessoa, em situação que faça presumir ser autor da infração;

    IV - é encontrado, logo depois, com instrumentos, armas, objetos ou papéis que façam presumir ser ele autor da infração.

    A prisão em flagrante ocorre nos casos em que o indivíduo é capturado quando está cometendo o delito ou logo após cometê-lo, o que se denomina flagrante próprio, elencado nos incisos I e II do art. 302.

    Nesses casos, o agente é conduzido até a delegacia, onde será lavrado o auto de prisão, pela autoridade policial competente, nos termos do art. 304 do CPP:

    Art. 304. Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto.        

  • acredito que a banca teve a intensão de confundir o examinando com o impedimento de condução coercitiva do réu na fase processual pois ao fim fez uma pergunta diversa da narativa, ao ler somente a parte final é possivel responder a pergunta.
  • Errei porque, na prática, quem lavra o inquérito é o escrivão (art. 305 CPP). Lavrar o APF é diferente de presidir o inquérito.

  • Gabarito: Certo

    Na verdade vim ver o porquê dos 101comentários...

    Cuidado! Cespe gosta de dizer que tanto Escrivão, qualquer pessoa nomeada pelo delegado quando aquele ausente e Delegado podem lavrar o auto de prisão em flagrante.

  • Regra - Lavratura do APF sendo feita por autoridade policial.

    Embasamento:

    Art. 304. Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto.

    Em uma outra ocasião, a banca trata como lavrador do APF a autoridade policial:

    Q965655 - Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: PRF Prova: CESPE - 2019 - PRF - Policial Rodoviário Federal

    Durante o procedimento de lavratura do auto de prisão em flagrante pela autoridade policial competente, o policial rodoviário responsável pela prisão e condução do preso deverá ser ouvido logo após a oitiva das testemunhas e o interrogatório do preso = E. A questão está errada, mas pelo motivo grafado.

    Exceção - Lavratura do APF sendo feita pelo escrivão e, excepcionalmente, por qualquer designado pela autoridade, desde que preste compromisso legal:

    Art. 305.  Na falta ou no impedimento do escrivão, qualquer pessoa designada pela autoridade lavrará o auto, depois de prestado o compromisso legal.

    Gabarito correto.

  • Sumula 502 STJ

    “Presentes a materialidade e a autoria, afigura-se típica, em relação ao crime previsto no art. 184, § 2º, do CP, a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas.”

    Prisão em Flagrante

    Art. 304. Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto.

  • Vale lembrar que com o advento do Pacote Anticrime o juiz NÃO poderá decretar de ofício prisão temporária ou prisão preventiva, em qualquer fase do Inquérito ou da Ação Penal.

  • Errei a questão pois conforme o art. 305, do CPP, que dispõe que: “Na falta ou no impedimento do escrivão, qualquer pessoa designada pela autoridade lavrará o auto, depois de prestado o compromisso legal".

    Comentando este artigo, o professor Renato Brasileiro afirma: (...) em regra, o auto de prisão em flagrante deve ser lavrado pelo escrivão, na presença do Delegado de Polícia. Na falta ou impedimento do escrivão, permite a lei que a autoridade designe qualquer pessoa para tal função, desde que preste o compromisso legal anteriormente. Logo, fiquei na duvida e atribui a competência ao Escrivão.

    Bons estudos a todos

  • Em questões como essas, sendo CESPE, só se faz o juízo de distinção se nela vier explícito a diferenciação ESCRIVÃO x DELEGADO, se vier genericamente AUTORIDADE POLICIAL, dê como certa.

  • Tipo de questão que você marca com medo. Leio 3x achando que tem pegadinha.

  • Gab: CERTO

    O Auto de Prisão em Flagrante – APF geralmente é lavrado pela autoridade policial do local em que ocorreu a PRISÃO, ou, se não houver neste local, a autoridade do local mais próximo. O Juiz pode lavrar o APF, nos crimes cometidos em sua presença.

  • Tecnicamente, o Art. 305/CPP estabelece a pessoa do ESCRIVÃO como responsável pela lavratura do APF.

    Art. 305.  Na falta ou no impedimento do escrivão, qualquer pessoa designada pela autoridade lavrará o auto, depois de prestado o compromisso legal.

    Porém, na hora da prova, não adianta ficar discutindo com a banca. Só porque a questão generalizou o tema, não quer dizer que esteja incorreta.

  • Errei. Nesse caso nao seria do escrivão?

  • Escrivão = "responsável" pelos trâmites da lavratura (como se o delegado decidisse e ele documentasse)

    Delegado = Responsável pela lavratura

    A lei é vaga e o CESPE entende dessa forma, não debatam com a banca e não mandem textões com jargões jurídicos

  • Sabe quando você tem pouco tempo para estudar, ai tem aqueles textões confusos do professor do QC, para justificar o erro da questão? Me dá um ranço de explicação confusa enormes. Professores, sejam mais objetivos, por favor!

  • Correto. Art. 304, CPP: Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto.

  • Lavratura do APF não seria responsabilidade do escrivão?

  • correto. A cespe considera autoridade policial o escrivão ou qualquer pessoa designada pela autoridade policial, desde que preste compromisso legal anterior.

  • correto. A cespe considera autoridade policial o escrivão ou qualquer pessoa designada pela autoridade policial, desde que preste compromisso legal anterior.

  • medo de responder kkkk fiquei procurando uma pegadinha

  • Esses professores deveriam escrever livros e não comentários de questões! Sem noções nenhuma!
  • O APF será lavrado pelo Escrivão e assinado pela autoridade policial . (Art. 285, parágrafo único, a do CPP)

  • Em regra, após a condução coercitiva de Pedro à delegacia, a competência para lavrar o auto de prisão em flagrante é da autoridade policial.

    Lavrar e presidir são duas coisas bem distintas, quem lavra é o Escrivão (seja titular, seja ad-hoc), quem preside é o Delegado.

    Responde pelo art. 184, §2, que remete a pena do §1º, portanto cabe a lavratura do APFD em razão da pena (resumindo, não é TCO):

     Violação de direito autoral

            Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos:             

           Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.            

           § 1 Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente:            

           Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.           

           § 2 Na mesma pena do § 1 incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.          

    Caberia recurso nessa questão.

    • FORMALIZAÇÃO DO APF-->

    PROTAGONIZA:

    condutor;

    autoridade policial;

    presença do juiz;

    quem lavra o APF é o escrivão, NA FALTA A AUTORIDADE PODERÁ NOMEAR.

  • Já pensei em desistir, mas meu futuro depende de mim hahaha

    então bora pra cima!!

  • Art. 304. Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá está o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a esta cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto 

  • No recente julgamento das ADPF´s 395 e 444, o STF entendeu pela inconstitucionalidade da utilização da condução coercitiva de réu/investigado para fins de interrogatório policial/judicial
  • O art. 304, do CPP, dispõe que: Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto.

  • GAB: C

    • Regra Escrivão, e na falta dele, qualquer pessoa designada pela autoridade policial;
    • Exceção Crime praticado na presença de juiz ou autoridade policial: Ele dá voz de prisão em flagrante e lavra APF.
  • Esse " Em regra" atrapalhou um pouco
  • Olá, colegas concurseiros!

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  • Rapaz, quem lavra mesmo é o escrivão. CESPE sendo CESPE.

ID
2798548
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Em cada item que segue, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada.

Em um aeroporto no Rio de Janeiro, enquanto estava na fila para check-in de um voo com destino a um país sul-americano, Fábio, maior e capaz, foi preso em flagrante delito por estar levando consigo três quilos de crack. Nessa situação, ainda que não esteja consumada a transposição de fronteiras, Fábio responderá por tráfico transnacional de drogas e a comprovação da destinação internacional da droga levará a um aumento da pena de um sexto a dois terços.

Alternativas
Comentários
  • Correto! Julgado do STJ que não há necessidade da transposição de fronteiras, bastando a demonstração da intenção clara da intenção de transportar a droga.

  • GABARITO - CERTO

     

    Nos termos do que dispõe o inciso I do artigo 40 da Lei nº 11.343/06, para se verificar a transnacionalidade do delito deve-se atentar para “a natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato". Assim, para que fique configurada a transnacionalidade do delito de tráfico de drogas basta que haja elementos de prova que indiquem que a intenção do agente era exportar ou importar a droga, mesmo que isso não se efetive. Neste sentido: 

    "(...) Para a incidência da causa especial de aumento de pena prevista no inciso I, do art. 40 da Lei de Drogas, é irrelevante que haja a efetiva transposição das fronteiras nacionais, sendo suficiente, para a configuração da transnacionalidade do delito, que haja a comprovação de que a substância tinha como destino/origem localidade em outro País (...)" (STJ, AgRg no AREsp 377808/MS; Ministro Roberio Schietti Cruz; Sexta Turma; DJe 22/09/2017).

    Esse entendimento encontra-se, inclusive, assentado na Súmula 607 do STJ, de acordo com a qual: "A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei n. 11.343/2006) configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras."

    Desta forma, assertiva contida neste item de que "para a configuração da transnacionalidade do delito de tráfico ilícito de drogas, não se exige a efetiva transposição de fronteiras nem efetiva coautoria ou participação de agentes de estados diversos" é acertada.

     

    Ano: 2017 Banca: CESPE Órgão: PC-GO Prova: Delegado de Polícia Substituto

    Considerando o disposto na Lei n.º 11.343/2006 e o posicionamento jurisprudencial e doutrinário dominantes sobre a matéria regida por essa lei, assinale a opção correta. 

    d)Para a configuração da transnacionalidade do delito de tráfico ilícito de drogas, não se exige a efetiva transposição de fronteiras nem efetiva coautoria ou participação de agentes de estados diversos. CERTO

     

     

  • Certo.

    Súmula 607-STJ: A majorante do tráfico transnacional/internacional de drogas (art. 40, I, da Lei 11.343/06) se configura com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras - STJ. 3ª Seção. Aprovada em 11/04/2018.

    A luta continua. Pertenceremos !

     

  • CORRETO.

     

    Art. 40.  As penas previstas nos arts. 33 a 37 desta Lei são aumentadas de um sexto a dois terços, se:

    I - a natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito;

     

    Súmula 607/STJ ---> De acordo com a qual: "A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei n. 11.343/2006) configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras."

  • quem não conhece a súmula ... quebrou !!

  • É, não conhecia a Súmula  :// Me torei 

     

  • Apenas adicionando informações, existe esse mesmo caso quando o tráfico for interestadual. A isso aplica-se o entendimento da Súmula 587 do STJ, que implica no mesmo aumento referente ao inciso V, do art. 40:

     

    Súmula 587-STJ: Para a incidência da majorante prevista no artigo 40, V, da Lei 11.343/06, é desnecessária a efetiva transposição de fronteiras entre estados da federação, sendo suficiente a demonstração inequívoca da intenção de realizar o tráfico interestadual.

  • Art 40º nos crimes do art 33 ao art 37 possui aumento de 1/6 a 2/3, se:
    I - transnacionalidade (tráfico internacional);
    II - prevalencendo de função pública, missão de educação, poder familiar, guarda ou vigilância;
    III - estabelecimento prisionais, de ensino ou hospitais ou onde realizem espetáculos ou diversões;
    IV - com violência, grave ameaça, arma de fogo ou intimidação;
    V - tráfico interestadual;
    VI - envolver criança/adolescente/quem tem diminuído ou suprimido o entendimento;
    VII - financiar ou custear.

  • Gabarito CERTO



    Aumento igual ao crime continuado (1/6 a 2/3)


    Para o concurso formal de crimes é de 1/6 a 1/2

  • GABARITO: CERTO

     

    Súmula 607 do STJ: A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei 11.343/06) se configura com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

     

    Bons estudos!

  • Súmula 587: Para a incidência da majorante prevista no artigo 40, V, da Lei 11.343/06, é desnecessária a efetiva transposição de fronteiras entre estados da federação, sendo suficiente a demonstração inequívoca da intenção de realizar o tráfico interestadual.

     

    Súmula 607 do STJA majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei 11.343/06) se configura com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

  • QUESTÃO - Em um aeroporto no Rio de Janeiro, enquanto estava na fila para check-in de um voo com destino a um país sul-americano, Fábio, maior e capaz, foi preso em flagrante delito por estar levando consigo três quilos de crack. Nessa situação, ainda que não esteja consumada a transposição de fronteiras, Fábio responderá por tráfico transnacional de drogas e a comprovação da destinação internacional da droga levará a um aumento da pena de um sexto a dois terços. [CORRETA]

     

    Não precisa haver de fato a transposição de fronteira para que haja o aumento de pena de 1/6 a 2/3. A prova inequívoca da intenção de transcender a fronteira já é motivo suficiente para o aumento.

  • ZOUK deu essa antes da prova, quem assistiu a live matou fácil. 
    Quem assistiu da um like. kkkk 
    AZ

  • Gabarito: CERTO


    A intenção era clara, então não precisava a transposição de fronteiras para a consumação do Trafico Transnacional de Drogas.

  • O que vale é o "liame SUBjetivo" do agente. O qual queria levar para fora... portanto, já está consumado.

     

    Mortais, fé na missão.

    Senhores, rumo à NOMEAÇÃO!

  • Gab Certa

     

    Art 40°- As penas previstas nos arts 33 a 37 desta lei são aumentadas de um sexto a dois terços se:

     

    I- A natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito. 

     

    Súmula 607 do STJA majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei 11.343/06) se configura com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

  • Gabarito CERTO

     

    Art. 40.  As penas previstas nos arts. 33 a 37 desta Lei são aumentadas de um sexto a dois terços, se:

    I - a natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito;

     

    Súmula 607 do STJ: A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei n. 11.343/2006) configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras."

     

    =======================================================================================

    Art. 40.  As penas previstas nos arts. 33 a 37 desta Lei são aumentadas de um sexto a dois terços, se:

    V - caracterizado o tráfico entre Estados da Federação ou entre estes e o DF;

     

    Súmula 587 do STJ: Para a incidência da majorante do tráfico descrito acima (art. 40, V, da Lei n. 11.343/2006) é desnecessário  a efetiva transposição de fronteiras entre estados da Federação, sendo suficiente a demonstração inequívoca da intenção de realizar o tráfico interestadual.

     

     

  • Art. 40 da Lei de Drogas:

    +1/6 a 2/3

    Gabarito: Certo

  • Em um aeroporto no Rio de Janeiro, enquanto estava na fila para check-in de um voo com destino a um país sul-americano, Fábio, maior e capaz, foi preso em flagrante delito por estar levando consigo três quilos de crack. Nessa situação, ainda que não esteja consumada a transposição de fronteiras, Fábio responderá por tráfico transnacional de drogas e a comprovação da destinação internacional da droga levará a um aumento da pena de um sexto a dois terços.




    Súmula 607 do STJA majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei 11.343/06) se configura com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.



  • Súmula 607 do STJ: A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei 11.343/06) se configura com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.



    uma parecida , só que com exemplo nacional , aplicação da sumula 587,


    Ano: 2018 Banca: CESPE Órgão: Polícia Federal Prova: CESPE - 2018 - Polícia Federal - Agente de Polícia Federal

    No item que segue, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada com base em disposições das Leis n.os 9.605/1998, 11.343/2006 e 13.445/2017.

    Durante uma vistoria, no estado do Paraná, em passageiros que viajavam de ônibus de Foz do Iguaçu – PR para Florianópolis – SC, policiais rodoviários federais encontraram seis quilos de maconha na mochila de Lucas, que foi preso em flagrante delito. Nessa situação, no cálculo da pena de Lucas,  se considerará a majorante do tráfico interestadual de drogas, pois a transposição da fronteira entre os estados NÃO DEPENDE DA TRANSPOSIÇÃO DE FRONTEIRA.

    certa(alterada para certo , para adequar ao material)


    Súmula 587 do STJ, “Para a incidência da majorante prevista no artigo 40, V, da Lei 11.343/06, é desnecessária a efetiva transposição de fronteiras entre estados da federação, sendo suficiente a demonstração inequívoca da intenção de realizar o tráfico interestadual.”



  • É BEM SIMPLES:

    TRANSNACIONALIDADE SERIA A COMPROVAÇÃO DE QUE A DROGA É ORIUNDA DE OUTRO PAÍS OU QUE SE DESTINA A OUTRO PAÍS.

    O CRIME DE TRÁFICO DE DROGAS , EM REGRA, DEVE SER JULGADO PELA JUSTIÇA ESTADUAL.

    NO ENTANTO, O DELITO DE TRNANACIONALIDADE SERÁ DA COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA FEDERAL.

  • CERTO

     

    Art. 40.  As penas previstas nos arts. 33 a 37 desta Lei são aumentadas de um sexto a dois terços, se:(…)

    V – caracterizado o tráfico entre Estados da Federação ou entre estes e o Distrito Federal;

    Em relação a esse assunto, a novidade para os concurseiros fica por conta da recente Súmula n.º 587/STJ, publicada em 18/09/2017, com o seguinte teor:

    SÚMULA 587 – Para a incidência da majorante prevista no art. 40, V, da Lei n. 11.343/2006, é desnecessária a efetiva transposição de fronteiras entre estados da Federação, sendo suficiente a demonstração inequívoca da intenção de realizar o tráfico interestadual.

     

    https://blog.pontodosconcursos.com.br/trafico-interestadual-de-drogas-nova-sumula-do-stj/

  • Súmula 607/STJ ---> De acordo com a qual: "A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei n. 11.343/2006) configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras."

  • Súmula 607/STJ se configura com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

  • GABARITO: CERTO


    Basta que o agente tenha a intenção de praticar o delito de tráfico transnacional, conforme a súmula 587 do STJ.


    Súmula 607 do STJ: A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei 11.343/06) se configura com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.


    Vale também para o tráfico interestadual.


    Ainda quanto ao tráfico interestadual, há um interessante julgado no STF, por meio do qual foi confirmada a prisão cautelar do acusado de tráfico interestadual de drogas. Na ocasião, a declaração da prisão cautelar havia sido motivada pela periculosidade do agente, devido à grande quantidade de drogas encontradas em sua posse.


    EMENTA: RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS. PENAL. TRÁFICO INTERESTADUAL DE DROGAS. LEGITIMIDADE DOS FUNDAMENTOS DA PRISÃO PREVENTIVA. GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA. PERICULOSIDADE DO AGENTE. GARANTIA DE APLICAÇÃO DA LEI PENAL. POSSIBILIDADE DE FUGA. AUSÊNCIA DE CONSTRANGIMENTO ILEGAL. RECURSO IMPROVIDO.

    I – A prisão cautelar se mostra suficientemente motivada para a preservação da ordem pública, tendo em vista a periculosidade do paciente, revelada pelas graves circunstâncias do crime. A corte estadual destacou, em seu decisum, a expressiva quantidade de droga apreendida (439 quilos de maconha e 3 “esferas” de haxixe) além de circunstância de o recorrente portar 13 cápsulas de munição calibre 380 intactas.

    II – A possibilidade concreta de fuga também mostra-se apta a embasar a segregação cautelar para assegurar a aplicação da lei penal. Precedentes.

    III – Recurso improvido.

    RHC 117093-MS, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, j. 28.05.2013, 2ª Turma, DJe 13.08.2013.


    Bons estudos!

  • Não seria bis idem, já que a transnacionalidade ja é usada para configurar o próprio crime?

  • GAB CERTO


    Lembrei daquelas reportagens em aeroportos, as pessoas que são pegas traficando são sempre autuadas por tráfico internacional.

  • Súmula 607/STJ ---> De acordo com a qual: "A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei n. 11.343/2006) configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras."

  • Vai, copia e cola o mesmo comentário com os mesmos artigos e as mesmas justificativas mais uma vez, tá pouco!

  • Ano: 2018 Banca: CESPE Órgão: Polícia Federal Prova: Perito Criminal Federal - Conhecimentos Básicos - Todas as Áreas

    Em cada item que segue, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada. Em um aeroporto no Rio de Janeiro, enquanto estava na fila para check-in de um voo com destino a um país sul-americano, Fábio, maior e capaz, foi preso em flagrante delito por estar levando consigo três quilos de crack. Nessa situação, ainda que não esteja consumada a transposição de fronteiras, Fábio responderá por tráfico transnacional de drogas e a comprovação da destinação internacional da droga levará a um aumento da pena de um sexto a dois terços. C

    Art. 40.  As penas previstas nos arts. 33 a 37 desta Lei são aumentadas de um sexto a dois terços, se:

    I - a natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito;

    Súmula 607/STJ ---> De acordo com a qual: "A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei n. 11.343/2006) configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras."

  • Macete : Lei 11.343/2006

    Diminuição de pena : (art.33)

    Aumentativo de pena: (art.40)

    AMBOS, 1/6 a 2/3

  • Quando você vai além da questão e acha que o aumento é de 1/2 ¬¬

  • O QUE SE OBESERVAR E A INTENSÃO DO AGENTE EM TRASPORTAR MESMO QUE ISSO NAO OCORRA

  • Questão certa, pois não haveria sentido não adotar esse posicionamento ao tráfico internacional e mantê-lo ao tráfico interestadual.

    Súmulas 587 e 607 do STJ.

  • MACETINHO...

    AUMENTANDO OU DIMINUINDO A PENA

    "NO 1 CESTO EU LEVO 2 TERÇOS" (É PRA REZAR KKK)

  • Delegado PF largue de ser inconveniente!

  • Delegado PF largue de ser inconveniente!

  • GABARITO: CERTO

    SÚMULA 587 – Para a incidência da majorante prevista no art. 40, V, da Lei n. 11.343/2006, é desnecessária a efetiva transposição de fronteiras entre estados da Federação, sendo suficiente a demonstração inequívoca da intenção de realizar o tráfico interestadual.

  • "e a comprovação da destinação internacional da droga levará a um aumento da pena de um sexto a dois terços".

    Essa sentença torna a assertiva errada já que transnacionalidade é uma causa de aumento de pena e nao um tipo penal autonomo.

  • Essa redação está mal feita. Parece que o camarada vai responder 2 vezes pelo mesmo crime...

  • GABARITO CERTO

    A questão tenta induzir a erro ao final do texto, dando a entender que responderá por 2 crimes.

    Mas no Art. 40 encontramos a resposta:

    Art. 40. As penas previstas nos arts. 33 a 37 desta Lei são aumentadas de um sexto a dois terços, se:

    I - a natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito;

  • Questão mal formulada. Devia ser considerada errada.

    "Nessa situação, ainda que não esteja consumada a transposição de fronteiras, Fábio responderá por tráfico transnacional de drogas" (correto) :

    Art. 40. As penas previstas nos arts. 33 a 37 desta Lei são aumentadas de um sexto a dois terços, se:

    I - a natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito;

    "e (conjunção aditiva) a comprovação da destinação internacional da droga levará a um aumento da pena de um sexto a dois terços."

    Errado, pois a própria circunstâncias já evidenciam o caráter transnacional do fato. Da forma como foi proposta, a questão induz a um segundo aumento da pena, caracterizando Bis in idem.

  • teria alguma diferença de tráfico transnacional e o internacional de drogas? fiquei na dúvida exatamente por este motivo.

  • Nos termos do que dispõe o inciso I, do artigo 40, da Lei nº 11.343/06, para se verificar a transnacionalidade do delito deve-se atentar para “a natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato". Assim, para que fique configurada a transnacionalidade do crime de tráfico de drogas, basta que haja elementos de prova que indiquem que a intenção do agente era exportar ou importar a droga, mesmo que isso não se efetive.

    Quanto ao tema, assim vem se manifestando o STJ:

    "(...) Para a incidência da causa especial de aumento de pena prevista no inciso I, do art. 40 da Lei de Drogas, é irrelevante que haja a efetiva transposição das fronteiras nacionais, sendo suficiente, para a configuração da transnacionalidade do delito, que haja a comprovação de que a substância tinha como destino/origem localidade em outro País (...)" (STJ, AgRg no AREsp 377808/MS; Ministro Roberio Schietti Cruz; Sexta Turma; DJe 22/09/2017).

    Esse entendimento encontra-se, inclusive, assentado na Súmula 607 do STJ, de acordo com a qual: "A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei n. 11.343/2006) configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras." 
    Desta forma, a assertiva contida neste item de que "... ainda que não esteja consumada a transposição de fronteiras, Fábio responderá por tráfico transnacional de drogas e a comprovação da destinação internacional da droga levará a um aumento da pena de um sexto a dois terços" é acertada.

    Gabarito do professor: Certo


  • CERTO


    Súmula nº 607, STJ: “A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei n. 11.343/2006) configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

  • Súmula 607/STJ - De acordo com a qual: "A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei n. 11.343/2006) configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras."

    Relembrando:

    Art. 40. As penas previstas nos arts. 33 a 37 desta Lei são aumentadas de um sexto a dois terços, se:(…)

    V – caracterizado o tráfico entre Estados da Federação ou entre estes e o Distrito Federal;

    Súmula 587 do STJ, “Para a incidência da majorante prevista no artigo 40, V, da Lei 11.343/06, é desnecessária a efetiva transposição de fronteiras entre estados da federação, sendo suficiente a demonstração inequívoca da intenção de realizar o tráfico interestadual.”

  • Essas dosimetrias de pena que assustam 1/6 ... 1/3 ... Complicado!

  • questão fora da lei kkkkk o examinador fumou uma...

    Em um aeroporto no Rio de Janeiro, enquanto estava na fila para check-in de um voo com destino a um país sul-americano, Fábio, maior e capaz, foi preso em flagrante delito por estar levando consigo três quilos de crack. Nessa situação, ainda que não esteja consumada a transposição de fronteiras, Fábio responderá por tráfico transnacional de drogas e a comprovação da transnacionalidade,ouseja,(a droga tem que ser decorrente extraterritorial) da droga levará a um aumento da pena de um sexto a dois terços.

  • Certo, art 40, causas de aumento de pena:

    I) transnacionalidade, conforme a sum. 600, STJ - independe da efetiva transposição, basta a prova da vontade.

  • Súmula 587 do STJ, “Para a incidência da majorante prevista no artigo 40, V, da Lei 11.343/06, é desnecessária a efetiva transposição de fronteiras entre estados da federação, sendo suficiente a demonstração inequívoca da intenção de realizar o tráfico interestadual.” No caso, estava na fila de embarque internacional, logo inequívoca a intenção.

  • Transposição de fronteiras:

    Tráfico (+ 1/6 a 2/3): basta a intenção.

    Roubo(+ 1/3 até metade) Furto (qualificado: 3 a 8 anos) de VEÍCULO: tem que transpor.

    Bons estudos.

  • Questão mal formulada. o gabarito não encontra amparo legal, deixando anteder que há duas causas de aumento de penal. Não se exige a comprovação do destino (local certo e determinado), basta a comprovação que evidencie a saída da droga do território nacional.

  • O STJ sumulou entendimento no sentido de que a majorante da transnacionalidade do crime de tráfico de drogas se configura com a mera presença de circunstâncias de que a droga seria levada ao exterior, não se exigindo a efetiva transposição de fronteiras.

    Súmula 607 do STJ: A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei nº 11343/2006) configura-se com a prova da destinação internacional de drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

    No caso narrado pelo enunciado, tudo indicou que Fábio levaria a droga ao exterior, de modo que incidirá a majorante relativa ao tráfico transnacional de drogas:

    Art. 40. As penas previstas nos arts. 33 a 37 desta Lei são aumentadas de um sexto a dois terços, se:

    I - a natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito;

    Resposta: C

  • Gabarito: Certo

    Súmula 607 do STJ: “A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da lei 11.343/06) se configura com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras”.

    Avante...

     

  • Só vêm PMGO e PCDF

  • No crime de tráfico de drogas a pena é aumentada 1/6 a 2/3 se ocorrer a transacionalidade do delito,vale ressaltar que não precisa configurar a transposição de fronteiras para que consuma a qualificadora.

  • Configura bis in idem a aplicação de majorante do tráfico internacional (art. 40, I, da Lei de

    Drogas) se esse crime de tráfico for praticado mediante as condutas de importar e exportar?

    A resposta é negativa, pois a simples circunstância de o agente trazer consigo a droga já

    caracteriza a tipicidade formal do delito de tráfico. Esse é o posicionamento do Superior Tribunal de

    Justiça:

    Para a incidência da causa especial de aumento de pena prevista no inciso I do art. 40 da Lei de Drogas, é

    irrelevante a efetiva transposição das fronteiras nacionais, sendo suficiente, à configuração da

    transnacionalidade do delito, a comprovação de que a substância tinha como destino/origem localidade em

    outro país.

    Ainda que o art. 33 da Lei n. 11.343/2006 preveja as condutas de "importar" e "exportar", não há bis in idem

    na aplicação da causa de aumento de pena pela transnacionalidade (art. 40, I, da Lei n. 11.343/2006), porquanto

    o simples fato de o agente "trazer consigo" a droga já conduz à configuração da tipicidade formal do crime de

    tráfico. Precedentes. (REsp 1392330/SP, Rel. Ministro ROGERIO

    SCHIETTI CRUZ, SEXTA TURMA, julgado em 13/09/2016, DJe 20/09/2016)

    Fonte: ESTRATÉGIA CONCURSOS

  • Art. 40, V. da lei de drogas.

    Súmula 607 do STJ.

    Item: Correto.

    Bons estudos.

  • Ele queria ir,

    Demonstro vontade.

    lascou-se....

  • Basta ter a intenção em transportar a droga.

    GAB: C.

  • Art. 40: As penas previstas nos arts. 33 a 37 desta Lei são aumentadas de 1/6 a 2/3, se:

    I - A natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito;

    → Tráfico internacional de drogas.

    → Fixação da competência da Justiça Federal.

    → Causa de aumento.

    Súmula 607 do STJ: A majorante do tráfico transnacional de drogas configura-se com a prova da destinação internacional de drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

    Súmula 522 do STF: Salvo ocorrência de tráfico para o exterior, quando, então, a competência será da Justiça Federal, compete à Justiça dos Estados o processo e o julgamento dos crimes relativos a entorpecentes.

    Informativo 543 STJ, na hipótese em que drogas enviadas via postal do exterior tenham sido apreendidas na alfândega, competirá ao juízo federal do local da apreensão da substância processar e julgar o crime de tráfico de drogas, ainda que a correspondência seja endereçada a pessoa não identificada residente em outra localidade.

    E se a substancia não for proibida no outro país? Nesse caso não incide a causa de aumento, portanto o julgamento será na Justiça Estadual.

    Certa.

  • Art. 40As penas previstas nos arts. 33 a 37 desta Lei são aumentadas de 1/6 a 2/3, se:

    I - A natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem transnacionalidade do delito;

    → Tráfico internacional de drogas.

    → Fixação da competência da Justiça Federal.

    → Causa de aumento.

    → Súmula 607 do STJ: A majorante do tráfico transnacional de drogas configura-se com a prova da destinação internacional de drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

    → Súmula 522 do STF: Salvo ocorrência de tráfico para o exterior, quando, então, a competência será da Justiça Federal, compete à Justiça dos Estados o processo e o julgamento dos crimes relativos a entorpecentes.

    → Informativo 543 STJ, na hipótese em que drogas enviadas via postal do exterior tenham sido apreendidas na alfândega, competirá ao juízo federal do local da apreensão da substância processar e julgar o crime de tráfico de drogas, ainda que a correspondência seja endereçada a pessoa não identificada residente em outra localidade.

    → E se a substancia não for proibida no outro país? Nesse caso não incide a causa de aumento, portanto o julgamento será na Justiça Estadual.

  • Ainda que não esteja consumada a transposição de fronteiras, Fábio responderá por tráfico transnacional de drogas e a comprovação da destinação internacional da droga levará a um aumento da pena de um sexto a dois terços" é acertada.

    Certo

  • Súmula 607 do STJ: “A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da lei 11.343/06) se configura com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras”.

    Chamada prova da vontade.

  • Súmula 587: Para a incidência da majorante prevista no artigo 40, V, da Lei 11.343/06, é desnecessária a efetiva transposição de fronteiras entre estados da federação, sendo suficiente a demonstração inequívoca da intenção de realizar o tráfico interestadual.

     

    Súmula 607 do STJA majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei 11.343/06) se configura com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

    Comentário COPIADO de

    Sergio ribeiro

  • LEI Nº 11.343

    Art. 40. As penas previstas nos arts. 33 a 37 desta Lei são aumentadas de um sexto a dois terços, se:

    I - a natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito;

    II - o agente praticar o crime prevalecendo-se de função pública ou no desempenho de missão de educação, poder familiar, guarda ou vigilância;

    III - a infração tiver sido cometida nas dependências ou imediações de estabelecimentos prisionais, de ensino ou hospitalares, de sedes de entidades estudantis, sociais, culturais, recreativas, esportivas, ou beneficentes, de locais de trabalho coletivo, de recintos onde se realizem espetáculos ou diversões de qualquer natureza, de serviços de tratamento de dependentes de drogas ou de reinserção social, de unidades militares ou policiais ou em transportes públicos;

    IV - o crime tiver sido praticado com violência, grave ameaça, emprego de arma de fogo, ou qualquer processo de intimidação difusa ou coletiva;

    V - caracterizado o tráfico entre Estados da Federação ou entre estes e o Distrito Federal;

    VI - sua prática envolver ou visar a atingir criança ou adolescente ou a quem tenha, por qualquer motivo, diminuída ou suprimida a capacidade de entendimento e determinação;

    VII - o agente financiar ou custear a prática do crime.

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11343.htm

  • GAB CERTO

    NÃO PRECISA TER A NECESSÁRIA TRANSPOSIÇÃO DA DROGA---BASTA A INTENÇÃO DO MESMO

  • NÃO PRECISA TRANSPOR AS FRONTEIRAS - COLOQUEM ISSO NA CABEÇA , ASSIM, NÃO ERRARÃO MAIS .

  • Ele teve o dolo em transportar o Toxico.

    A famosa mula

    GAB: CERTO

  • TRÁFICO PRIVILEGIADO ( Art. 33 §4 da lei 11.343/06 )

    ☆ Os requisitos são cumulativos.

    ☆ Previstos os requisitos, a pena sofrerá uma redução de 1/6 a 2/3 ( Direito Subjetivo do Réu )

    Quais são os Requisitos?

    ~ PRIMARIEDADE DO AGENTE

    ~ BONS ANTECEDENTES

    ~ NÃO SE DEDICAR ÀS ATIVIDADES CRIMINOSAS

    ~ NÃO INTEGRAR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

    As "MULAS FO TRÁFICO" poderão se valer desse benefício? Segundo o STF, SIM. Veja:

    Diante da jurisprudência hesitante desta Corte, entende-se por bem acolher e acompanhar o entendimento uníssono do Supremo Tribunal Federal, no sentido de que a simples atuação como “mula” não induz automaticamente a conclusão de que o agente integre organização criminosa, sendo imprescindível, para tanto, prova inequívoca do seu envolvimento, estável e permanente, com o grupo criminoso. Portanto, a exclusão da causa de diminuição prevista no § 4° do art. 33 da Lei n. 11.343/2006, somente se justifica quando indicados expressamente os fatos concretos que comprovem que a “mula” integre a organização criminosa (HC 132.459, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, DJe 13/2/2017).

    O STJ segue a mesma linha do STF:

    É possível o reconhecimento do tráfico privilegiado ao agente transportador de drogas, na qualidade de “mula”, uma vez que a simples atuação nessa condição não induz, automaticamente, à conclusão de que ele seja integrante de organização criminosa

    HC 387.077-SP, Rel. Min. Ribeiro Dantas, por unanimidade, julgado em 6/4/2017, DJe 17/4/2017. Informativo STJ 602.

    O TRÁFICO PRIVILEGIADO pode ser equiparado aos CRIMES HEDIONDOS? A RESPOSTA É: NÃO !

  • GAB: CERTO

    A famosa MULA

  • Súmula 587-STJ: Para a incidência da majorante prevista no artigo 40, V, da Lei 11.343/06, é desnecessária a efetiva transposição de fronteiras entre estados da federação, sendo suficiente a demonstração inequívoca da intenção de realizar o tráfico interestadual.

    STJ. 3ª Seção. Aprovada em 13/09/2017, DJe 18/09/2017.

  • Os colegas já citaram o artigo acima com a súmula, perfeito.

  • AUMENTO DE PENA DE 1/6 A 2/3

     

    I - transnacionalidade do delito;

    II - prevalecendo-se de função pública ou no desempenho de missão de educação, poder familiar, guarda ou vigilância;

    III - nas imediações de estabelecimentos prisionais, de ensino ou hospitalares, de sedes de entidades estudantis, sociais, culturais, recreativas, esportivas, ou beneficentes, de locais de trabalho coletivo, de recintos onde se realizem espetáculos ou diversões de qualquer natureza, de serviços de tratamento de dependentes de drogas ou de reinserção social, de unidades militares ou policiais ou em transportes públicos;

    IV - o crime com violência, grave ameaça, emprego de arma de fogo, ou qualquer processo de intimidação difusa ou coletiva;

    V - caracterizado o tráfico entre Estados da Federação ou entre estes e o Distrito Federal;

    VI - criança ou adolescente ou a quem tenha, por qualquer motivo, diminuída ou suprimida a capacidade de entendimento e determinação;

    VII - o agente financiar ou custear a prática do crime

  • Na minha interpretação entendi que só haveria aumento se fosse comprovada a internacionalização da droga. E na lei reza que basta indícios. Acho que houve muitos recursos nessa questão.

  • Art. 40 As penas previstas os arts. 33 a 37 são aumentadas de 1/6 a 2/3 se:

    I – A natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito;

    Súmula 607 do STJ – A majorante do tráfico transnacional de drogas configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

    V – Caracterizado o tráfico entre estados da Federação ou entre estes e o DF.

    Veja que não é necessário que as fronteiras estaduais sejam efetivamente transpostas para caracterizar o tráfico interestadual.

  • NÃO PRECISA TER A NECESSÁRIA TRANSPOSIÇÃO DA DROGA, isso todo mundo já sabe , agora pedir a comprovação da destinação da droga, ai foi viagem , pois se Fábio tem um voo com destino a um país sul-americano , já não está comptovado?!!

  • ART 40, inciso I

    Tá levando pra outro país? Sim

    Terá o aumento de pena, mesmo que a droga não chegue nesse destino

  • correta.

    Realmente, a comprovação da destinação internacional da droga implicará um aumento de um sexto a dois

    terços da pena de tráfico, conforme o art. 40, inciso I, da lei n° 11.343/2006, dispositivo que consagra o

    “tráfico internacional”.

  • Toda semana eu vou a Paris, pego sempre 1 voo na sexta e na volta preciso de 2 voos na terça (1/6 a 2/3).

  • Direto ao ponto, Crime formal no Direito penal brasileiro ocorre quando a intenção do agente é presumida de seu próprio ato, que se considera consumado independentemente do resultado, como por exemplo, a falsidade de moeda, ainda que o objeto do delito não venha a circular.

    #Avante!

  • questão mal formulada, deveria ser anulada, dá a entender que haveria um segundo aumento. Se no lugar do "e" viesse "e, por esse motivo" validaria a questão. dessa forma a banca sabe quem sabe ou não o assunto e para de fazer cagada com os sonhos dos outros,

  • CERTO

    Súmula 607 do STJ: A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei n. 11.343/2006) configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

  • Art. 40 As penas previstas os arts. 33 a 37 são aumentadas de 1/6 a 2/3 se:

    I – A natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito;

    Súmula 607 do STJ – A majorante do tráfico transnacional de drogas configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

    V – Caracterizado o tráfico entre estados da Federação ou entre estes e o DF.

    Veja que não é necessário que as fronteiras estaduais sejam efetivamente transpostas para caracterizar o tráfico interestadual

  • BIS IN IDEM. Sem mais...

  • Sugiro assistirem a série "aeroporto" PF BR esse crime tem de carrada.

  • Configura-se a transnacionalidade do tráfico de drogas com a comprovação de que a substância tinha como destino ou origem outro país, INDEPENDENTEMENTE da efetiva transposição de fronteiras.

  • Complementando ...

    1º Situação: Posse de drogas para consumo pessoal.

    Penas: Advertência / Prestação de Serviços / Medida Educativa.

    2º Situação: Tráfico Privilegiado.

    Pena: Detenção

  • Ainda que não esteja consumada a transposição de fronteiras SÓ COM A INTENÇÃO DE QUERER FAZER , Fábio responderá por tráfico transnacional de drogas e a comprovação da destinação internacional da droga levará a um aumento da pena de um sexto a dois terços.

  • Que redação horrível! Da a entender que o tráfico transnacional é delito autônomo e o aumento de pena ocorrerá com a comprovação da destinação internacional. Esses elaboradores tem de estudar português para não confundir o candidato e elaborar questões mais objetivas. Qualquer inversão de termos, em questões de certo ou errado, pode mudar o entendimento, pois um elaborador que sabe fazer questões pode usar essas inversões para dizer outra coisa. Essa questão poderia estar errada sim e ser ter uma justificativa plausível.

  • Que redação ridícula .

  • Súmula 607-STJ: A majorante do tráfico transnacional/internacional de drogas se configura com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras 

    "e a comprovação da destinação internacional da droga levará a um aumento da pena"

    Desde quando precisa confirmar a destinação internacional para tipificar tráfico internacional?

  • Da forma que a assertiva foi redigida sugere a ocorrência de um bis in idem, o que tornaria questão incorreta.
  • Só eu achei a assertiva incorreta?? Se para a incidência da majorante do tráfico internacional basta que se evidencie a transnacionalidade, porque diabos a comprovação da destinação internacional da droga levará a um aumento da pena de um sexto a dois terços?? A primeira parte do enunciado da questão já diz que ainda que "não esteja consumada a transposição de fronteiras, Fábio responderá por tráfico transnacional de drogas", ou seja, será aplicado o art. 40, I (a pena do art. 33, caput, acrescida de 1/6 a 2/3). Enfim, CESPE SENDO CESPE.

  • transnacionalidade  não necessita da transposição efetiva de fronteiras.

    Aumento de pena 1/6 a 2/3.

    Bons estudos

  • Redação ruim mas segui a lógica

  • Quem assiste Área Restrita não erra

  • Súmula 607-STJ: A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei nº 11.343/2006) configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras. STJ. 3ª Seção. Aprovada em 11/04/2018, DJe 17/04/2018

    GABARITO CERTO

  • Certa

    Súmula 607- STJ: A majorante do tráfico transnacional de drogas se configura com a prova de destinação internaciona das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

  • Gabarito errado, na questão fica bem claro um caso de Bis in Idem
  • o Artigo 40 é a majorante dos art 33-37: I- o tráfico transnacional aumenta de 1/6 a 2/3 a pena do sujeito. E a S.607/STJ esclarece que não precisa da efetiva transposição de fronteiras, basta a intenção, que pode ser comprovada com o bilhete aéreo internacional, por ex.

  • Art. 40 As penas previstas os arts. 33 a 37 são aumentadas de 1/6 a 2/3 se:

    I – A natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito;

    Súmula 607 do STJ – A majorante do tráfico transnacional de drogas configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

    V – Caracterizado o tráfico entre estados da Federação ou entre estes e o DF.

    Veja que não é necessário que as fronteiras estaduais sejam efetivamente transpostas para caracterizar o tráfico interestadual

  • Art. 40 As penas previstas os arts. 33 a 37 são aumentadas de 1/6 a 2/3 se:

    I – A natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito;

    Súmula 607 do STJ – A majorante do tráfico transnacional de drogas configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

    V – Caracterizado o tráfico entre estados da Federação ou entre estes e o DF.

    Veja que não é necessário que as fronteiras estaduais sejam efetivamente transpostas para caracterizar o tráfico interestadual

  • Nãos pode uma qualificadora de um crime majorar o mesmo

  • A transnacionalidade já é qualificadora pois tem pena propria OK. E majora pelo mesmo fato?. Foi usado uma conjunção aditiva que deu a entender um bis in idem

  • Certo.

    Súmula 587: para a incidência da majorante prevista no artigo 40, V, da Lei 11.343/06, é desnecessária a efetiva transposição de fronteiras entre estados da federação, sendo suficiente a demonstração inequívoca da intensão de realizar o tráfico interestadual.

    Súmula 607 do STJ: A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei 11.343/06) se configura com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

  • Meu Deus, quase todos os comentários são os mesmos... viu que o coleguinha já compartilhou a lei referida, por que colocar de novo?? Poupe a plataforma.
  • Em 05/03/21 às 17:14, você respondeu a opção C.

    Você acertou!Em 26/01/21 às 21:07, você respondeu a opção C.

    Você acertou!Em 18/01/21 às 11:37, você respondeu a opção C.

    Você acertou!Em 11/01/21 às 08:11, você respondeu a opção C.

    Você acertou!Em 18/12/20 às 10:05, você respondeu a opção C.

    Você acertou!Em 03/11/20 às 22:39, você respondeu a opção C.

    Você acertou!Em 21/10/20 às 22:26, você respondeu a opção C.

    Você acertou!Em 19/08/20 às 20:21, você respondeu a opção C.

    Você acertou!

  • Em um aeroporto no Rio de Janeiro, enquanto estava na fila para check-in de um voo com destino a um país sul-americano, Fábio, maior e capaz, foi preso em flagrante delito por estar levando consigo três quilos de crack. Nessa situação, ainda que não esteja consumada a transposição de fronteiras, Fábio responderá por tráfico transnacional de drogas e a comprovação da destinação internacional da droga levará a um aumento da pena de um sexto a dois terços.

    • Dizer que é a comprovação da destinação internacional da droga, que leva ao aumento de pena, tornou a questão errada, pois a causa de aumento de pena já estava configurada.
  • Sobre a conjunção "e" da questão: "Fábio responderá por tráfico transnacional de drogas e a comprovação da destinação internacional da droga levará a um aumento da pena de um sexto a dois terços"

    Concordo que induza a erro, mas dá pra interpretar e acertar a resposta, pq SIM, ele responde por tráfico internacional, sendo que a comprovação do destino internacional aumenta a pena.

  • Tive a mesma interpretação do colega Saulo Santos.

  • Certa

    Súmula 607-STJ: A majorante do tráfico transnacional de drogas se configura com a prova da destinação das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

    Art40°- As penas previstas desta lei serão aumentadas de um sexto a dois terços se:

    I- A natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito.

  • Gab: C

    A transnacionalidade do tráfico é configurada com a prova da destinação para outro País, mesmo que não consumada.

    Fábio estava com a droga e estava indo para outro País, fica claro o que ele queria.

  • Não seria possível o agente levar consigo quantidade de droga para seu próprio consumo, no exterior, sem incidir no artigo 33?

  • SÚMULA 607 STJ: "A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei 11.343/06)

    se configura com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a

    transposição de fronteiras

  • Art. 40 As penas previstas os arts. 33 a 37 são aumentadas de 1/6 a 2/3 se:

    I – A natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito;

    Súmula 607 do STJ – A majorante do tráfico transnacional de drogas configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

    V – Caracterizado o tráfico entre estados da Federação ou entre estes e o DF.

    Veja que não é necessário que as fronteiras estaduais sejam efetivamente transpostas para caracterizar o tráfico interestadual

  • GAB.: CERTO

    STJ

    Interestadualidade → basta intenção (súm. 587)

    Transnacionalidade → basta destinação (súm. 607)

  • Súmula 607-STJ: A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei nº 11.343/2006) configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

  • Entendo que não é culpa do examinador, mas da Lei mesmo.

    Vamos tentar entender por meio de perguntas.

    Onde está tipifica a conduta de tráfico internacional de drogas? Art. 33, caput, da Lei 11.343/06 (Verbos exportar ou importar).

    Onde está a causa de aumento de pena pela transnacionalidade? Art. 40, inciso I, da referida Lei.

    Após a leitura de alguns julgados, entendi o seguinte:

    A jurisprudência entende, de forma majoritária, que não há bis in idem.

    • Você pergunta: mas por quê?

    Porque digamos que o Juiz entenda que há bis in idem com relação aos verbos importar e exportar com o aumento de pena pela transnacionalidade, ainda assim a conduta do agente estaria dentro do artigo 33, trazer consigo - por exemplo. Logo, estará configurada o tráfico com aumento de pena.

    A grande sacada é entender que a conduta de tráfico internacional está dentro do mesmo artigo de tráfico normal (se é que podemos chamar assim).

    Outra situação seria se o tráfico internacional de drogas tivesse um artigo só dele. Aí sim teríamos o bis in idem, porquanto haveria a mesma elementar do tipo.

    Minha opinião, a Lei de drogas cagou neste aspecto, pois nunca teremos um tráfico internacional de drogas majorando pela transnacionalidade. O que vai ocorrer é o Juiz entender pelo tráfico internacional (apenas) ou tráfico de drogas normal majorado pela transnacionalidade.

    Espero que tenha ajudado, assim como sou ajudado pelos comentários dos colegas.

  • Se vc errou está no caminho certo!

    Questão muito mal formulada...

    A única maneira de estar certa a meu ver é a seguinte:

    "Em um aeroporto no Rio de Janeiro, enquanto estava na fila para check-in de um voo com destino a um país sul-americano, Fábio, maior e capaz, foi preso em flagrante delito por estar levando consigo três quilos de crack. Nessa situação, ainda que não esteja consumada a transposição de fronteiras, Fábio responderá por tráfico transnacional de drogas (até aqui art.33, caput "exportar") e a comprovação da destinação internacional da droga levará a um aumento da pena de um sexto a dois terços (causa de aumento de pena art.40, I...porém a lei não exige comprovação mas apenas "evidências da transnacionalidade")."

    Os colegas que estão dizendo sobre a acumulação de majorantes estariam certos, caso a questão também mencionasse o tráfico interestadual, o que não ocorreu em nenhum momento.

  • Galera, há algumas semanas, comecei utilizar os MAPAS MENTAIS PARA CARREIRAS POLICIAIS, e o resultado está sendo imediato, pois nosso cérebro tem mais facilidade em associar padrões, figuras e cores.

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    “FAÇA DIFERENTE”

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  • A assertiva está CORRETA. Segundo a Súmula 587: para a incidência da majorante prevista no artigo 40, V, da Lei 11.343/06, é desnecessária a efetiva transposição de fronteiras entre estados da federação, sendo suficiente a demonstração inequívoca da intenção de realizar o tráfico interestadual. Já a Súmula 607 do STJ: A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei 11.343/06) se configura com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

  • GABARITO: CORRETO.

     

    Art. 40. As penas previstas nos arts. 33 a 37 desta Lei são aumentadas de um sexto a dois terços, se:

    I - a natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito;

     

    Súmula 607, STJ:

    A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei n. 11.343/2006) configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

  • Súmula 607, STJ: "A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei n. 11.343/2006) configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras." 
  • CESPE SENDO CESPE O cara vai responder por tráfico transnacional com aumento de pena pela transnacionalidade..
  • Art. 40. As penas previstas nos arts. 33 a 37 desta Lei são aumentadas de um sexto 1/6 a dois terços 2/3, se:

    I - a natureza, a procedência da substância ou do produto apreendido e as circunstâncias do fato evidenciarem a transnacionalidade do delito;

     

    Súmula 607/STJ ---> De acordo com a qual: "A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei n. 11.343/2006) configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras."

  • Súmula 607/STJ

    A majorante do tráfico transnacional de drogas configura-se com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que não consumada a transposição de fronteiras.

  • Não seria tentativa, gente???

  • Deveria ter sido anulada, OU responderia por trafico transnacional OU por tráfico de drogas com a majorante. Questão mal formulada, o conectivo "e" dá a entender bis in idem.


ID
2798551
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Em cada item que segue, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada.


Samuel disparou, sem querer, sua arma de fogo em via pública. Nessa situação, ainda que o disparo tenha sido de forma acidental, culposamente, Samuel responderá pelo crime de disparo de arma de fogo, previsto no Estatuto do Desarmamento.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: Errado.

    justificativa: inexiste em nosso sistema normativo a previsão legal para que o agente responda "culposamente" pelo crime de disparo de arma de fogo. Vale lembrar que à responsabilização criminal por crime de culposo depende de previsão legal. Vejamos o art. 15 da Lei 10.826/03:

    Disparo de arma de fogo

            Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:

            Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

            Parágrafo único. O crime previsto neste artigo é inafiançável. (Vide Adin 3.112-1)

     

  • GABARITO - ERRADO

    Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:

    Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

    Lei nº 10.826/03.

    Para a consumação desse crime é indispensável que o disparo ocorra em lugar habitado ou suas adjacências.

    Extrai-se do texto da Lei que caso se efetue disparo em área rural, local ermo, não estaria presente o descrito no texto legal “local habitado”, assim o fato é atípico, portanto não configurado como crime.

    E ação punível na modalidade dolosa, pois o disparo acidental não tem punição prevista, ou seja, deve haver intenção em atirar (consciência e vontade).

    Há ainda que se considerar que caso o tiro ocorra devido a prática de outro crime ocorrerá a consunção, ou seja o crime fim, crime maior absorve o crime menor, o de disparo.

    FONTE - https://jus.com.br/artigos/52413/do-crime-de-disparo-de-arma-de-fogo

  • Se o tipo não prevê modalidade culposa não há responsabilidade penal

  • Errado.

    O artigo tem que trazer de forma EXPRESSA a modalidade CULPOSA. Caso contrário, o crime somente será punido se praticado mediante DOLO.

    Estatuto do Desarmamento: Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

    Lembrando que esse é um Crime Subsidiário, ou seja, somente irá se configurar caso não caracterize conduta mais grave.

    Complementando:

    -> O disparo efetuado para o alto (para a comemoração de gol do time, em festas juninas ou por outra razão qualquer, por exemplo) caracteriza o crime, desde que seja feito em via pública ou em sua direção;

    -> É um delito de perigo abstrato e possui subsidiariedade expressa;

    -> Crime comum (qualquer pessoa pode ser sujeito ativo);

    -> O momento da consumação é quando ocorre o disparo INTENCIONAL/DOLOSO ou quando a munição é acionada por qualquer outro modo. Disparo acidental, culposo, não configura tal crime;

    -> disparar arma de fogo em lugar ermo/deserto ou desabitado é conduta atípica.

    -> o disparo de arma de fogo em RODOVIAIS configura o crime.

    A persistência é o caminho do êxito !

  • Aquela hora que o Cespe sabe que os materiais dos cursinhos dizem que não há modalidade culposa, porém sem especificar se é atípico ou se a conduta é considerada dolosa e portanto tipificada (que é o que parece ser mais lógico)...

  •         Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:

            Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

            Parágrafo único. O crime previsto neste artigo é inafiançável. (Vide Adin 3.112-1)

                Se atira em via pública não responde por esse crime, em vista de um perigo individual, com uma vontade consciente. Portanto, deve ser “local habitado” e suas adjacências. Responde dolosamente

                Se não é feito em face de pessoas determinadas e em área pública será perigo individual (art. 132).

    ADIN 3.112 – em relação a inafiançabilidade desse crime é inconstitucional e ademais, de serem crimes de mera conduta não podem ser equiparados a crimes patrimoniais ou de lesão a vida ou propriedade

                Se o disparo é intra-muros para colocar em risco PESSOA DETERMINADA, fica caracterizada periclitação contra a vida e saúde do art. 132 do CP, pois não é um atentado à segurança pública, mas sim a número certo de pessoas.

                Se o disparo é feito em lugar público, ainda que ermo, configura crime. Se o agente detém a arma por poucos instantes APENAS para disparar, há absorção do porte pelo disparo. Demontrado porte anterior/posterior ao disparo, há concurso material.

  • Questão ERRADA!

     

    TJ-DF - HABEAS CORPUS HBC 20070020135718 DF (TJ-DF)​

    Ementa: HABEAS CORPUS. ESTATUTO DESARMAMENTO. DENÚNCIA. DISPARO ARMA FOGO NA MODALIDADE CULPOSA. IMPOSSIBILIDADE. CONDUTA PUNIDA SOMENTE NA FORMA DOLOSA. CONCESSÃO DA ORDEM. 1. A INICIAL ACUSATÓRIA IMPUTA AO PACIENTE A PRÁTICA DO CRIME DE ARMA DE FOGO NA MODALIDADE CULPOSA. TODAVIA, MENCIONADO TIPO PENAL SÓ É PUNÍVEL A TÍTULO DE DOLO. ASSIM, IMPÕE-SE A CONCESSÃO DA ORDEM PARA TRANCAMENTO DA AÇÃO PENAL EM RELAÇÃO AO ARTIGO 15 DO ESTATUTO DO DESARMAMENTO

     

    TJ-DF - APR APR 97827420058070005 DF 0009782-74.2005.807.0005 (TJ-DF)

    Ementa: PENAL. DISPARO DE ARMA DE FOGO. CONDENAÇÃO. APELAÇÃO CRIMINAL. ABSOLVIÇÃO. PROVIMENTO. 1. O DELITO DE DISPARO DE ARMA DE FOGO EXIGE A CONFIGURAÇÃO DO DOLO, NÃO HAVENDO QUE SE FALAR EM CONDENAÇÃO NA SUA MODALIDADE CULPOSA. 2. SE NÃO HÁ, NOS AUTOS, PROVAS CONTUNDENTES CAPAZES DE INDICAR O DOLO, RESTA TEMERÁRIA UMA CONDENAÇÃO APENAS EM CONJECTURAS. MISTER SE FAZ A ABSOLVIÇÃO DO APELANTE.

  • é so pensar da seguinte forma: se fosse um policial e sua arma atirou acidentalemente? (bem comum por sinal de acontecer rsrs).

    a questão n fala quem praticou a conduta

  • O art 13 - omissão de cautela, é o único que prevê a modalidade culposa.

  • Boa, Pablo Alexandre!

     

    Como bem lembrado pelo colega, só há um crime culposo no Estatuto do Desarmamento - a omissão de cautela (art. 13).

     

    Para que exista a modalidade culposa o artigo tem de trazer de maneira expressa. Em não o fazendo o crime só será punido caso seja praticado com dolo.

     

    Destaca-se, por fim, que o crime do artigo 15 se trata de um soldado de reserva, isto é, só estará configurado caso não exista conduta mais gravosa.

     

    HEY HO LET'S GO!

  • Omissão de cautela, é o único que prevê a modalidade culposa no Estatuto do Desarmamento.

  • Uma dúvida aos amigos.

    Como na lei não traz a modalidade culposa do ato de atirar em via pública, o fato narrado então é atípico?

  • pessoal, só vale o que tá escrito. Se o artigo 15 não fala que tenha sido de forma acidental, culposamente então tá errado... simples!


    Comandos , Força, Brasil !

  • O art 13 - omissão de cautela, é o único que prevê a modalidade culposa.

  • A questão foi mais de português do que de legislação: vejamos

     

    A existência de apenas um crime culposo no ED (OMISSÃO DE CAUTELA) é conhecida por grande maioria dos aqui presentes.

    Mas a questão de forma sorrateria diz que Samuel responderá na forma culposa, senão vejamos:

     

    Samuel disparou, sem querer, sua arma de fogo em via pública. Nessa situação, ainda que o disparo tenha sido de forma acidental, culposamente, Samuel responderá pelo crime de disparo de arma de fogo, previsto no Estatuto do Desarmamento.

     

    Reescrevendo a parte confusa da assertiva obtem-se: "Samuel responderá pelo crime de disparo de arma de fogo culposamente"

    Conclui-se que a assertiva está errada.

  • QUESTÃO - Samuel disparou, sem querer, sua arma de fogo em via pública. Nessa situação, ainda que o disparo tenha sido de forma acidental, culposamente, Samuel responderá pelo crime de disparo de arma de fogo, previsto no Estatuto do Desarmamento [ERRADO]

     

    O elemento subjetivo do tipo penal de "Disparo de arma de fogo" é o DOLO.

  • Bizu do antigão!!!

    Ele só poderia responder por omissão de cautela (Art: 13)

    A lei não fala nada de disparo acidental de arma de fogo (Art:15)

  •  Disparo de arma de fogo

        Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:

        Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

      

    Omissão de cautela

        Art. 13. Deixar de observar as cautelas necessárias para impedir que menor de 18 (dezoito) anos ou pessoa portadora de deficiência mental se apodere de arma de fogo que esteja sob sua posse ou que seja de sua propriedade:

        Pena – detenção, de 1 (um) a 2 (dois) anos, e multa


    Dúvida viu.... n caracteriza nenhum dos dois.

  • Melhor explicação é a de Bruno Prenholato! Gostaria de acrescentar que, se foi acidental, não há dolo ou culpa, logo não há conduta, tornando o fato atípico.

  • Errado, isso porque em regra o crime é punido a título doloso, com exceção dos dispositivos que preveem expressamente a modalidade culposa, não sendo o caso do disparo de arma de fogo. Lá na parte geral você encontra isso.

     

    AVANTE!!! RUMO À GLÓRIA!!!

  • Errado, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime.

    Art. 15, Lei 10.826. 

  • O único dispositivo culposo no Estatuto do Desarmamento é o Caput do Art. 13:

     

     Omissão de cautela

            

    Art. 13. Deixar de observar as cautelas necessárias para impedir que menor de 18 (dezoito) anos ou pessoa portadora de deficiência mental se apodere de arma de fogo que esteja sob sua posse ou que seja de sua propriedade:

    Pena – detenção, de 1 (um) a 2 (dois) anos, e multa.

     

    * O Parágrafo Único é punido como doloso*

    Parágrafo único. Nas mesmas penas incorrem o proprietário ou diretor responsável de empresa de segurança e transporte de valores que deixarem de registrar ocorrência policial e de comunicar à Polícia Federal perda, furto, roubo ou outras formas de extravio de arma de fogo, acessório ou munição que estejam sob sua guarda, nas primeiras 24 (vinte quatro) horas depois de ocorrido o fato.

     

     

  • Juliano Ortiz  mandou bem!!! valeu.

  • ERRADO.

     

    ELEMENTO SUBJETIVO E CONDUTA : É O DOLO ( NÃO HÁ MODALIDADE CULPÓSA) DE "DISPARAR" ARMA DE FOGO OU " ACIONAR" MUNIÇÃO.

     

    OBS: LEMBRANDO QUE O ARTIGO 15 ( DISPARAR ARMA DE FOGO) É UM CRIME SUBSIDIÁRIO.

     

    FONTE: ALFACON

     

     

    " VOCÊ É O QUE VOCÊ PENSA, É O SR. DO SEU DESTINO."

     

     

  • Galera, caso FOSSE DOLOSAMENTE


    Disparo de Arma de fogo 

    Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:

    Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

    ==============================================================================

    > Sendo a pena mínima superior a 01 (um) ano, incabível a suspensão condicional do processo conforme o art. 89 da lei n. 9.099/1995;

    Trata-se de crime de perigo abstrato que se consuma com a mera conduta narrada no caput, tendo em vista a relevância do comportamento que expõe a risco grave a coletividade;

    Classifica-se, ainda, como crime comum, pois pode ser praticado por qualquer pessoa e contra qualquer pessoa, não exigindo a lei qualquer qualificação especial do sujeito ativo ou passivo

    o crime de disparo de arma de fogo é afiançável.

    > O art. 16 passou a ser inafiançável pela nova redação dada da lei 13.497/17, que incluiu,"  Consideram-se também hediondos o crime de genocídio previsto nos arts. 1o, 2o e 3o da Lei no 2.889, de 1o de outubro de 1956, e o de posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, previsto no art. 16 da Lei no 10.826, de 22 de dezembro de 2003, todos tentados ou consumados.”, na lei dos crimes hediondos.  

  • Os crimes do Estatuto do Desarmamento são todos dolosos, salvo o artigo 13 (Omissão de Cautela). Assim, se o disparo foi acidental, o fato é atípico, não há crime.

  • Acertei, mas inicialmente fiquei em dúvida se o culposamente era realmente adjunto adverbial do verbo responderá ou um termo de uma oração explicativa com a presença de elipse.

    "Nessa situação, ainda que o disparo tenha sido de forma acidental, [realizado] culposamente, Samuel responderá pelo crime de disparo de arma de fogo, previsto no Estatuto do Desarmamento."

    Não há que se falar em modalidade culposa nos crimes do Estatuto do Desarmamento.

    Todavia a redação poderia ter sido melhor.

  • Com exceção do crime Omissão de cautela art 13 (culposa)

  • Lembrei desse cidadão aqui..."Policial rodoviário federal prestou depoimento e disse que não se lembrava de ter sacado a arma. Agente foi afastado das funções, segundo a PRF."

  • Culposamente?

    Errado


  • Errado.

     '' Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em diração a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime.''

  • Lembrando que a omissão de cautela é o único crime na lei que é de menor potencial ofensivo.

  • ERRADO

    Lembrando que a modalidade culposa tem que estar prevista em lei, e para saber se pode haver o tipo culposo é só verificar se ação pode ser fracionada, se não, a conduta se consuma em um só ato, então não haverá a hipótese de tentativa!

  • Cespe e essa fuleragem de culposamente que no estatuto do desarmamento que me pegou mais uma vez.

  • Errado. Disparo de arma e fogo somente na modalidade dolosa. Único tipo penal culposo no estatuto de desarmamento é do art.13 omissão de cautela.

  • A conduta exige dolo específico.

  • Disparo, apenas na modalidade dolosa!

  • Gab Errada

     

    Art 15°- Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjac~encias, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime: 

     

    Pena: Reclusão de 2 a 4 anos e multa

     

    Parágrafo Único: O crime previsto neste artigo é inafiançável. 

     

    Obs: A conduta não cabe culpa, exige dolo. 

  • Mesmo que, conforme enunciado, fosse um ato doloso incidiria em homicídio (conflito entre normas - consunção). 

  • É O DOLO.NÃO SE PUNE DISPARO ACIDENTAL DE ARMA DE FOGO SEM VÍTIMAS(MORTE OU LESÃO GRAVE), POR NÃO ESTÁ NA MODALIDADE CULPOSA.

  • Fato atípico . O crime deve ser doloso

  • Gabarito: ERRADO

     

    O crime tipificado no artigo 15º do Estatuto do Desarmamento (Disparo de arma de fogo) é somente doloso. Para o crime ser culposo no nosso ordenamento jurídico, deve vir expresso dentro do tipo penal (a tipicidade é elemento dos crimes culposos; vide artigo 18º, § único, do CP).

     

    Q476041 Ano: 2015 Banca: VUNESP Órgão: PC-CE Prova: VUNESP - 2015 - PC-CE - Inspetor de Polícia Civil de 1a Classe.

    O crime de disparo de arma de fogo previsto no artigo 15 do Estatuto admite tanto a conduta dolosa (disparo proposital), como culposa (disparo acidental). ERRADO

  • Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:

    Pena - reclusão, de dois a quatro anos, e multa.

    Parágrafo único. O crime previsto neste artigo é inafiançável.


    -> Não se pune o disparo acidental de arma de fogo, haja vista não estar prevista a modalidade culposa.

  • Para configurar TIRO de arma de fogo deve haver o DOLO ( querer atirar). Sem isso não há o que se falar punição, haja vista NÃO EXISTIR esta modalidade CULPOSA.


    Logo, questão ERRADA!



    Mortais, fé na missão.

    Senhores, rumo à NOMEAÇÃO!

  • ERRADO


    Não há previsão de modalidade culposa para o crime

  • gabarito ERRADO.

    Não se pune o disparo acidental de arma de fogo, haja visto não estar prevista a modalidade culposa.

  • A QUESTÃO É MAIS INTERPRETAÇÃO DE TEXTO QUE LEI...


    Nessa situação, ainda que o disparo tenha sido de forma acidental, culposamente, Samuel responderá pelo crime de disparo de arma de fogo, previsto no Estatuto do Desarmamento.



    [...], CULPOSAMENTE, SAMUEL RESPONDERÁ POR [...]


    OU


    SAMUEL RESPONDERÁ CULPOSAMENTE POR [...]



  • A QUESTÃO É MAIS INTERPRETAÇÃO DE TEXTO QUE LEI...


    Nessa situação, ainda que o disparo tenha sido de forma acidental, culposamente, Samuel responderá pelo crime de disparo de arma de fogo, previsto no Estatuto do Desarmamento.



    [...], CULPOSAMENTE, SAMUEL RESPONDERÁ POR [...]


    OU


    SAMUEL RESPONDERÁ CULPOSAMENTE POR [...]



  • Então tal conduta configura como atípica, ou seja, o camarada que erra por bocabertice mesmo!!!

  • Errada, pois não há a modalidade culposa desse crime, respondendo o agente apenas por dolo, o que não houve segundo o enunciado da questão, logo, não responderá por disparo de arma de fogo em via pública.

  • Os crimes do Estatuto do Desarmamento são todos dolosos, salvo o artigo 13 (Omissão de Cautela). Assim, se o disparo foi acidental, o fato é atípico, não há crime.


  • único crime culposo na L10826 é o de omissão de cautela art13. 

     

    De resto, não conduta culposa punível no referido diploma. 

  • O crime de disparo de arma de fogo somente pode ser cometido na forma dolosa. Não existe o crime de disparo de fogo culposo. O único crime culposo na lei de armas é o de omissão de cautela, tipificado no art. 13.

  • Elemento subjetivo:DOLO

  • Buscando um amparo legal, vamos para o CP e para o Estatuto do desarmamento.


    Estatuto:

    Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:


    Lendo até parece que aceita culpa. Porém, a lei não descreve conduta culposa.

    O CP diz no art. 18

    Parágrafo único - Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente



    O estatuto não é expresso. Logo, o fato de disparar culposamente não seria crime


  • Tanto o STF quanto o STJ conhecem a empresa TAURUS, por isso o crime de disparo de arma de fogo culposo no Brasil não é crime!! XD

  • Questão confusa a meu ver. No enunciado da questão, Samuel é o quê? Policial? Pois não fala se ele tem o porte de arma para fazer o disparo em via pública. Se tiver o PORTE e fizer o disparo, responderá pelo disparo de arma de fogo previsto no Art.15 da Lei 10.826, mas se não tiver o porte, responderá pelo Art. 14 ou pelo Art. 16 da referida lei.


  • GAB: E

    Nesse caso, exige-se o dolo específico de praticar a conduta, não se admitindo conduta culposa.

    Pessoal não viaje na questão, analise restritamente o que questão te fornece. Análises profundas (muitas vezes) levam o candidato ao erro.

     

    Missão PRF 2019!

  • Bruno não viaje além da questão, a questão em si está tratando do crime de disparo de arma de fogo que somente se consuma se for a titulo de dolo, em momento nenhum se refere a outros crimes, no caso se fosse agente policial o disparo acarreta um aumento de pena
  • Conduta atípica.

  • Bruno Teixeira para de viajar , seja restrito ao que vem no enunciado.
  • Eu errei esta questão pois até agora não entendi. Coloquei como certo. Pois no Art. 15

    Estatuto Desarmamento nº Lei nº 10.826/2003

    Disparo de arma de fogo

    Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar

    habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em

    direção a ela, desde que essa conduta não tenha como

    Finalidade a pratica de outro crime:

    Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

    Paragrafo único. O crime previsto neste artigo e inafiançável.


    Alguém ou algum prof poderia dizer onde esta o erro na questão?

  • André, o art. que vc menciona exige o dono de agir, a questão fala em acidente. logo foge a tipificação!

  • André Richardt de Oliveira Machado, a questão diz que o disparo foi culposo, acidental, e o art.15 do estatuto apenas prevê a modalidade dolosa. Por isso a questão está errada e o agente não será responsabilizado pelo crime de disparo.

  • eu errei a questão porque baseei-me pelo o art 15 do estatuto ,mas ao principio penal ,vc é punido pelo o que vc quis fazer ,´por isso ele não responderá ,porque é enfatizado na questão que o disparo foi sem querer .

  • Muitos comentários sem objetividade, a questão está errada pelo simples fato de o crime em questão não possui a tipificação na sua forma culposa, conforme determina o art. 18, II, § único, "Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente".

  • O elemento subjetivo do crime de Disparo de arma de fogo é o DOLO GENÉRICO, consistente na vontade de disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela. Não exigindo um fim especial.

    Sabemos que este crime, quando existente absorve o de Porte Ilegal. Como não há o Art. 15 ele responderá, se ele é um cidadão comum, por Porte Ilegal de Arma.


  • Não havendo o dolo de disparar, não há que se falar em crime de disparo de arma de fogo do artigo 15 do Estatuto do Desarmamento.


    GABARITO: ERRADO

  • Complementando.

    O ÚNICO crime culposo no Estatuto do Desarmamento é a Omissão de Cautela.

  • Elemento subjetivo:



    É o dolo de disparar, sendo que o disparo acidental não configura crime, ainda que ocorrido de forma culposa. Só há o crime se a intenção do agente é exclusivamente disparar (disparar por disparar). Se o agente tem a finalidade de cometer outro crime responderá por essa outra infração. É que o próprio artigo 15 expressamente prevê sua incidência apenas se não houver a finalidade de outra infração penal.


    Trata-se de crime subsidiário (subsidiariedade expressa no tipo penal).

    Pela interpretação literal da lei, o disparo de arma de fogo será absorvido pelo outro crime que se pretendia cometer, seja ele mais grave ou menos grave. Para a doutrina, somente haverá a consunção caso o outro crime seja mais grave. Exemplo: caso o disparo seja com o objetivo de matar alguém, o sujeito somente responderá pelo crime de (ou tentativa de) homicídio; caso seja apenas para ameaçar alguém, por ser crime menos grave, a ameaça não será capaz de absorver o crime de disparo.


    Fonte: G7 jurídico (CERS)

  • Elemento subjetivo:


    É o dolo de disparar, sendo que o disparo acidental não configura crime, ainda que ocorrido de forma culposa. Só há o crime se a intenção do agente é exclusivamente disparar (disparar por disparar). Se o agente tem a finalidade de cometer outro crime responderá por essa outra infração. É que o próprio artigo 15 expressamente prevê sua incidência apenas se não houver a finalidade de outra infração penal.


    Trata-se de crime subsidiário (subsidiariedade expressa no tipo penal).

    Pela interpretação literal da lei, o disparo de arma de fogo será absorvido pelo outro crime que se pretendia cometer, seja ele mais grave ou menos grave. Para a doutrina, somente haverá a consunção caso o outro crime seja mais grave. Exemplo: caso o disparo seja com o objetivo de matar alguém, o sujeito somente responderá pelo crime de (ou tentativa de) homicídio; caso seja apenas para ameaçar alguém, por ser crime menos grave, a ameaça não será capaz de absorver o crime de disparo.


    Fonte: G7 jurídico (CERS)

  • A regra no estudo dos crimes de desarmamento é que os crimes são:

    • Dolosos, com exceção do art. 13, caput; e

    • Comuns, com exceção dos arts. 13 e 17.

  • Discordo do gabarito, realmente ele não vai responder na modalidade culposa, pq ela inexiste, vai responder pela o disparo propriamente mesmo. Me corrijam se estiver errado.

  • Só há responsabilização culposa quando o próprio tipo permite como inexiste essa previsão ele não responde pelo art. 15 do Estatuto.

  • GABARITO ERRADO

    O erro da questão está em afirmar que Samuel responderá  pelo crime na MODALIDADE CULPOSA.

    Art.15 - Disparar arma de fogo ou acionar em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:

    Pena - reclusão,  de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa. 

     

    "... o elemento subjetivo é puramente o DOLO de disparar projéteis nos locais relatados pelo caput deste artigo. Contudo, NÃO HÁ A CRIMINALIZAÇÃO DO DISPARO ACIDENTAL, daquele que formaria uma modalidade culposa desse tipo penal."

  • Errado!


    O estatuto do desarmamento só prevê crime culposo, em seu art. 13° ( Omissão de Cautela ).

  • GABARITO: Errado.

    justificativa: inexiste em nosso sistema normativo a previsão legal para que o agente responda "culposamente" pelo crime de disparo de arma de fogo. Vale lembrar que à responsabilização criminal por crime de culposo depende de previsão legal. Vejamos o art. 15 da Lei 10.826/03:

    Disparo de arma de fogo

            Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:

            Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

            Parágrafo único. O crime previsto neste artigo é inafiançável. (Vide Adin 3.112-1)

  • Art 13- Omissão de Cautela é o único crime do estatuto punido na modalidade culposa, os demais são dolosos!

  • Errado

    Todos os crimes no estatuto do desarmamento são de conduta dolosa, salvo a omissão de cautela na qual admite a conduta culposa.

        Omissão de cautela

           Art. 13. Deixar de observar as cautelas necessárias para impedir que menor de 18 (dezoito) anos ou pessoa portadora de deficiência mental se apodere de arma de fogo que esteja sob sua posse ou que seja de sua propriedade:

           Pena – detenção, de 1 (um) a 2 (dois) anos, e multa.

  • O crime de disparo de arma fogo está previsto no art. 15 da lei n˚ 10.826/2003. Tendo em vista que o tipo penal não prevê responsabilidade a título de culpa, não é punível o disparo acidental (culposo), logo, Samuel não responderá pelo ilícito análise.

     GABARITO: ERRADO

  • O crime de disparo de arma fogo está previsto no art. 15 da lei n˚ 10.826ƒ2003. Tendo em vista que o tipo penal não prevê responsabilidade a título de culpa, não é punível o disparo acidental (culposo), logo, Samuel não responderá pelo ilícito análise.

     GABARITO: ERRADO

  • Se o individuo disparou sua arma em via pública , ainda que culposamente, subentende-se que o mesmo estava armado de modo irregular, assim sendo, não há de se falar em disparo em via pública, mas em porte irregular de arma de fogo de uso permitido, uma vez que o crime de disparo de arma de fogo em via pública trata-se de um crime subsidiário , ou seja, na ausência de crime mais grave este lhe será imputado.

  • Gab:E 

    sigam o instagram direito_dto

  • A sua conduta é atípica, uma vez que não há previsão legal de disparo de arma de fogo de forma culposa.
  • Não há que se falar em crime CULPOSO no Estatuto do Desarmamento.

  • O ÚNICO CRIME CULPOSO DO EST. DESARMAMEDNTO É A OMISSÃO DE CAUTELA NO ART 13 CAPUT

    §1° - DOLOSO

  • No estatuto do desarmamento TODOS os crimes são DOLOSOS, exceto Omissão de Cautela. 

    Logo, a questão fala em disparo acidental, culposamente.

  • O erro da questão está em "culposamente", pois o único crime culposo neste Estatuto é o crime de omissão de cautela. Todos os outros sempre serão dolosos.

    Gabarito ERRADO.

  • O crime de disparo de arma fogo está previsto no art. 15 da lei n° 10.826/2003. Tendo em vista que o tipo penal não prevê responsabilidade a título de culpa, não é punível o disparo acidental (culposo), logo, Samuel não responderá pelo ilícito análise

    Gabarito: ERRADO

  • O crime de disparo de arma de fogo está tipificado no artigo 15 da Lei nº 10.826/2003, que tem a seguinte redação: "Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime". Não há previsão legal da modalidade culposa do referido crime e, portanto, há de se concluir que a conduta praticada por Samuel é atípica, nos termos do artigo 18, parágrafo único, do Código Penal. A proposição contida nesta questão está, portanto, errada. 
    Gabarito do professor: Errado
  •      Disparo de arma de fogo

           Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:

           Pena – Reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

           Parágrafo único. O crime previsto neste artigo é inafiançável. ( INCONSTITUCIONAL              

    justificativa: inexiste em nosso sistema normativo a previsão legal para que o agente responda "culposamente" pelo crime de disparo de arma de fogo. Vale lembrar que à responsabilização criminal por crime de culposo depende de previsão legal. Vejamos o art. 15 da Lei 10.826/03:

  • No estatuto de desarmamento existe apenas um crime que admite a forma culposa, qual seja, artigo 13!!!

  • COMUM EM ARMAS TAURUS

  • DEUS É FIEL!

  • unica modalidade culposa no estatuo do desarmamento :

    Omissão de CAUTELA

  • Errado.

    O crime de disparo de arma de fogo está previsto no artigo 15 do Estatuto do Desarmamento e é um crime doloso. Normalmente, para que o crime doloso seja culposo, é preciso previsão legal da conduta culposa, porém, às vezes, a própria conduta descrita é culposa. Ex.: receptação culposa.

    Questão comentada pelo Prof. Wallace França

  • ERRADO.

    Nesse delito, o elemento subjetivo é somente o dolo, não havendo previsão da modalidade culposa.

  • NÃO CARA , NÃO EXITE CRIME CULPOSO NO ESTATUO TO DESARMAMENTO TIRANDO A OMISSÃO DE CAUTELA CAPUT E PARAGRAFO ÚNICO

  • gb e

    pmgoo

  • gb e

    pmgoo

  • Esse crime é somente doloso se não tem culpa logo não tem esse crime.

  • Somente mediante DOLO! Não há previsão da punição na modalidade culposa, tampouco finalidade lógica para tanto.

  • GAB: ERRADO

    Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:

     

    Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

    OBS: NÃO é admitida a forma CULPOSA, ou seja, o tiro acidental.

  • esse crime não existe na forma culposa e sim acidental.

  • Precisa existir o dolo para configurar o crime de disparo de arma de fogo conforme o artigo 15.

  • Gabarito: Errado. Não admite forma Culposa em disparo Acidental!!
  • Disparo acidental é fato atípico. Samuel não poderá responder culposamente. ERRADA.

  • Único crime culposo do estatuto do desarmamento é o de omissão de cautela.

  • Gab. Errado

    O tipo descrito no art. 15 do Estatuto do Desarmamento, exige o elemento subjetivo Dolo, dessa forma o agente não poderá ser punido a título de culpa. Perceba q a assertiva deixou claro que foi "sem querer".

    Ademais, o Art. 18, Par. único do CP - " Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente" - fundamenta a atipicidade da conduta, já q não há a forma culposa do delito.

    Por fim - salvo o crime de omissão de cautela, art. 13, Caput do estatuto do desarmamento - nenhum outro tipo do estatuto do desarmamento admite a forma culposa, ou seja, deve ser praticados com Dolo. Diferente do que ocorre na figura equiparada do par. único do art. 13, vejamos:

    ART. 13, caput. CONDUTA: deixar de observar as cautelas necessárias... Crime omissivo próprio. Crime culposo (negligência - modalidade de culpa)

    ART. 13, parágrafo único. Este crime só é punido na forma dolosa, omissão intencional de não registrar ou comunicar.

    Qualquer falta de tecnicidade ou erro favor informar...

    #Deusnocomandosempre

  • TODOS OS CRIMES DO DESARMAMENTO É DOLOSOS ,EXCETO ARTIGO 13 OMISSÃO DE CAUTELA CAPUT .

  • O estatuto do desarmamento não prevê nenhum delito na forma culposa.

  • Diferente do que alguns colegas comentaram, a regra dos crimes do Estatuto é que o crimes sejam cometidos DOLOSAMENTE, porém, HÁ EXCEÇÃO À REGRA, é a do crime de OMISSÃO DE CAUTELA (art.13, caput).

  • Não há previsão do cometimento de tal delito na modalidade culposa

  • O estatuto pune o Dolo do agente, admitindo a culpa apenas na omissao de cautela

  • O elemento subjetivo é somente o dolo e não há revisão legal para a modalidade culposa de tal delito.

  • Não há previsão para a modalidade culposa deste crime
  • Não há previsão para crimes na modalidade culposa no Estatuto, em regra.

    EXCEÇÃO: omissão de cautela...

  • O único crime CULPOSO no Estatuto de Desarmamento é a Omissão de cautela.

  • Necessita da soma de dois fatos: lugar habitado ou suas adjacências + em via pública ou em direção a ela

  • APENAS NA FORMA DOLOSA

  • Negativo. Não há determinação no Estatuto do Desarmamento para que o agente responda "culposamente" pelo crime de disparo de arma de fogo.

    Não se esqueça: a responsabilização criminal por crime de culposo depende de previsão legal, o que não ocorre com o crime de disparo de arma de fogo:

    Disparo de arma de fogo

    Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:

    Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

    Com exceção do crime de omissão de cautela, os crimes do Estatuto do Desarmamento são todos dolosos, de forma que o disparo acidental é uma conduta atípica e não constitui crime.

    Resposta: E

  • ERRADO VISTO QUE FOI CULPOSO E NÃO DOLOSO

  • Dolosamente! Afinal, só há um crime culposo no Estatuto e é o de Omissão de Cautela (Art. 13).

    Obs: N se esqueçam da nova atualização em (Pacote anticrime, Lei 13964/19).

  • Art: 18 CP- Parágrafo único - Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente.

  • A modalidade criminosa de Disparo de Arma de Fogo não admite a modalidade culposa.

  • Disparo de arma de fogo é doloso e não culposo...

  • A questão está errada.

    O crime de disparo de arma fogo está previsto no art. 15 da lei n° 10.826/2003. Tendo em vista que o tipo penal não prevê responsabilidade a título de culpa, não é punível o disparo acidental (culposo), logo, Samuel não responderá pelo ilícito análise.

  • O crime de disparo de arma de fogo não é punido na modalidade culposa(disparo acidental)pois é um crime que exige o dolo do agente.

  • Se liguem na dica: O único Crime Culposo no Estatuto do Desarmamento é o de Omissão de Cautela (Art. 13). Portanto, esta questão está errada!

  • Gab: errado

    Único crime culposo no estatuto: omissão de cautela.

    Todos os demais são dolosos.

  • Não é culposo e sim doloso.

  • Neste caso, disparo de arma de fogo em via pública de forma acidental, configura situação atipica do Agente.

  • NÃO HOUVE DOLO

    NÃO HOUVE DOLO

    NÃO HOUVE DOLO

  • ERRADO

    O crime disparo de arma de fogo previsto no Art. 15 tem como elemento subjetivo o dolo.

    Não há previsão legal para a forma culposa.

  • Disparo culposo nonnn ecziste!!

  • Não sei antes, mas o gabarito atual da questão consta como "AFIRMAÇÃO ERRADA".

  • Não é justo penalizar um cidadão que só conseguiu adquirir a bosta das armas da Taurus kkkkk.

  • Lei 10.826/03

    detenção | Pena: 1 a 3 | art. 12 – POSSE uso permitido

    detenção | Pena: 1 a 2 | art. 13 - OMISSÃO à Único de menor potencial ofensivo

    reclusão | Pena: 2 a 4 | art. 14 – PORTE de uso permitido

    reclusão | Pena: 2 a 4 | art. 15 - DISPARO à não prever modalidade culposa / responderá somente se não configurar crime mais grave

    reclusão | Pena: 3 a 6 | art. 16 - POSSE/PORTE uso restrito

    reclusão | Pena: 4 a 8 | art. 17 – COMÉRCIO ILEGAL

    reclusão | Pena: 4 a 8 | art. 18 - TRÁFICO INTERNACIONAL

  • Qual o motivo de repetir as respostas ?

  • Para associar é só lembrar dos defeitos de fabrica da Taurus que a faz disparar sem comando ocasionalmente hahahha

    só responde se houver dolo no disparo

  • Aff essa Cespe é o cão

  • Só eu achei estranha a questão? Ela não falou que ele iria responder na forma culposa, ela disse que ele iria responder pelo crime de disparo de arma de fogo, mas não disse que era na modalidade culposa (incabível). Achei que a questão foi falha no enunciado.

  • EU ERREI A QUESTÃO, MAS DEPOIS ANALISANDO percebi que na questão ALGUNS DETALHES. E devemos Levar em consideração o DOLO.

    '' ainda que o disparo tenha sido de forma ACIDENTAL," Não existe todos os elementos do crime.

  • Se não há dolo ou culpa logo não há fato típico.

  •  Disparo de arma de fogo

            Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:

           Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

            Parágrafo único. O crime previsto neste artigo é inafiançável.  (INCONSTITUCIONAL)

    OBSERVAÇÃO:

    O disparo de arma de fogo em lugar ermo e desabitado configura fato atípico,assim como o disparo acidental(não é punível).

  • No caso em análise tem-se uma conduta atípica, pois o do Estatuto do Desarmamento não prevê a conduta culposa.

    Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:

           Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

           Parágrafo único. O crime previsto neste artigo é inafiançável. 

    *Acrescentamos os apontamentos feitos pelo site Mega Jurídico:

    0 crime culposo somente é punido quando previsto expressamente, e o Art. 15 da Lei 10.826/2003 não prevê o crime de disparo de arma de fogo em sua modalidade culposa:

    “Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:

    Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

    Art. 18 do Código Penal: – Diz-se o crime:

    Crime doloso

    I – doloso, quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo;

    Crime culposo

    II – culposo, quando o agente deu causa ao resultado por imprudência, negligência ou imperícia.

    Parágrafo único – Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente."

    "Desistir não é opção!"

  • Os crimes do Estatuto do Desarmamento são todos dolosos, salvo o artigo 13 (Omissão de Cautela). Assim, se o disparo foi acidental, o fato é atípico, não há crime.

  • Samuel disparou, sem querer, sua arma de fogo em via pública.

    Nessa situação, ainda que o disparo tenha sido de forma acidental, culposamente, Samuel responderá pelo crime de disparo de arma de fogo, previsto no Estatuto do Desarmamento.

    GAB. E

    Vejamos, os crimes previsto no ESTATUDO DO DESARMAMENTO são DOLOSOS, exceto "OMISSÃO DE CAUTELA".

    Então Samuel não responderá por crime. (trazendo para vida real, é bom comunicar a PM, pois pode haver denúncias desse disparo que poderá levar a uma situação pior, então se você futuro caveira, um dia acontecer isso, comunique a autoridade competente para evitar futuro transtornos)

  • Curioso, porque o delito previsto no art. 15 da lei 10826/03 contém perigo abstrato, ou seja, basta o comportamento comissivo ou omissivo para a consumação deste.

  • O art. 15 é crime DOLOSO, não há previsão de CULPA. Logo o ato praticado por Samuel não encontra amparo na lei de armas.

  • os crimes previstos no estatuto do desarmamento são punidos a título de DOLO.

    com exceção do artigo 13 que trata da omissão de cautela.

  • Minha contribuição.

    10.826 (Estatuto do Desarmamento)

    Disparo de arma de fogo

    Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:

    Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

    Parágrafo único. O crime previsto neste artigo é inafiançável. (Declarado inconstitucional)

    Abraço!!!

  • Assertiva E

    Samuel disparou, sem querer, sua arma de fogo em via pública. Nessa situação, ainda que o disparo tenha sido de forma acidental, culposamente, Samuel responderá pelo crime de disparo de arma de fogo, previsto no Estatuto do Desarmamento.

    são todos dolosos

  • Todos os crimes do estatuto do desarm (lei 10.826) são dolosos; à exceção da omissão de cautela (art. 13), onde a conduta incriminada é nitidamente culposa, na modalidade negligência.

    (p/ revisar)

    Art. 13 Deixar de observar as cautelas necessárias para impedir que MENOR DE DEZOITO ANOS (18!!) ou PESSOA PORTADORA DE DEFICIÊNCIA MENTAL se apodere de arma de fogo que esteja sob sua posse ou que seja de sua propriedade. Detenção de 1 a 2 anos e multa

    §ú Nas mesmas penas incorrem o proprietário ou diretor responsável de empresa de segurança e transporte de valores que deixarem de registrar ocorrência policial e de comunicar à Polícia Federal perda / furto / roubo / ou outras formas de extravio de arma de fogo / acessório / munição que estejam sob sua guarda, nas primeiras 24 horas depois de ocorrido o fato. [crime a prazo]

  • Afirmação ERRADA.

     

    O crime de disparo de arma de fogo NÃO admite modalidade culposa. Veja:

  • Tem que ter o dolo a vontade de agir, exceto a omissão de cautela

  • Art. 15 Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime.

    Pena de reclusão.

    Veja, portanto, que o disparo em local ermo e inabitado configura fato atípico, ou seja, não há crime. Também é fato atípico o disparo acidental, tendo em vista que o crime de disparo de arma de fogo não traz a conduta culposa.

    Ademais, veja que o crime é disparar arma de fogo ou acionar munição. Isto é, pode haver crime com o mero acionamento da munição.

  • Elemento Subjetivo é o DOLO. o disparo ACIDENTAL, portanto, não configura CRIME.

    ERRADA.

  • Imagina o tanto de processo que os agentes que usam taurus iam comer.... kkkk brincadeira

  • Art 15: Disparo de arma de fogo

    Elemento subjetivo: DOLO.

  • fato atípico, não há crime!

  • O crime de disparo de arma fogo está previsto no art. 15 da lei n° 10.826/2003. Tendo em vista que o tipo penal não prevê responsabilidade a título de culpa, não é punível o disparo acidental (culposo), logo, Samuel não responderá pelo ilícito análise.

    Fonte: Estratégia.

  • Neste caso.

    Conduta atìpica do Agente.

  • Questão muito boa, errei, porem obtive mais um conhecimento com os comentários.

  • Já imaginaram quatos responderiam pela Taurus kk

  • ERRADO.

    O crime de disparo de arma de fogo precisa do dolo como elemento subjetivo da conduta do agente.

  • Errado

    -Disparo + Dolo: conduta típica

    -Dispato + Culpa: conduta atípica

    OBS: só não pode ser "sem querer querendo".

  • E

    Samuel disparou, sem querer, sua arma de fogo em via pública. Nessa situação, ainda que o disparo tenha sido de forma acidental, culposamente, Samuel responderá pelo crime de disparo de arma de fogo, previsto no Estatuto do Desarmamento.

    Samuel não responderá, visto que o crime relatado só se configura na modalidade dolosa. O disparo acidental não pode ser tipificado conforme o Art. 15 da Lei de Armas, somente o disparo com a intenção. Em suma, caso o disparo seja doloso será tipificado, pelo contrário será atípico. Vale ressaltar que o disparo em local ermo, isolado não configura como típico.

  • Antecipação do advérbio de modo mudou todo o sentido da questão.

    Quem não entendeu joga o "culposamente" depois do verbo e releia.

  • O crime de disparo de arma de fogo é DOLOSO.

    NÃO HA QUE SE FALAR em CULPOSO.

  • Elemento subjetivo: DOLO

  • Os crimes do Estatuto do Desarmamento são todos dolosos, salvo o artigo 13 (Omissão de Cautela). Assim, se o disparo foi acidental, o fato é atípico, não há crime.

  • Achei que a questão era polêmica pelo tanto de comentário, mas quando abri mais da metade repete as mesmas informações. Acho que seria mais proveitoso acrescentar informação e otimizar os estudos dos demais colegas que se utilizam dos comentários para aprender.

  • Gabarito E

    ELEMENTO SUBJETIVO

    Os crimes do Estatuto do Desarmamento são, em regra, praticados de forma dolosa.

    A exceção é justamente o único crime culposo do Estatuto do Desarmamento – o crime de Omissão de Cautela (Art. 13, caput), que possui como elemento subjetivo a culpa.

    ART. 13 – OMISSÃO DE CAUTELA

    Art. 13 Deixar de observar as cautelas necessárias para impedir que MENOR DE 18 ANOS ou PESSOA PORTADORA DE DEFICIÊNCIA MENTAL se apodere de arma de fogo que esteja sob sua posse ou que seja de sua propriedade:

    Pena – detenção, de 1 (um) a 2 (dois) anos, e multa.

    Este tipo protege a sociedade contra acidentes decorrentes do manejo de arma de fogo por menor de idade ou pessoa com deficiência mental.

  • O único crime que há modalidade culposa no estatudo do desarmamento é o de Omissão de Cautela (artigo 13, caput)!

    Gab: ERRADO.

    #AVANTE!

  • GABARITO: [ERRADO]

    > Artigo 15 da Lei nº 10.826/2003, tem a seguinte redação:

    "Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime".

    > Ora - se a caracterização do crime consiste na finalidade de praticar outro crime - Samuel não responderá pela prática do crime, uma vez que ele disparou a arma de fogo de forma acidental.

    ...

    Bons Estudos!

  • A omissão de cautela é o único crime admitido na modalidade de culpa do Estatuto do Desarmamento.

  • O único crime que admite a modalidade culposa no estatuto do desarmamento é a omissão de cautela, portanto, nos outros tipos penais desta lei, quando decorrer de culpa, será conduta atípica.

  • Gab. Errado. Com exceção do artigo 13 que abarca acerca da omissão de cautelas, crimes do estatuto do desarmamento são dolosos.

    Quem usa pistola Taurus corre esse risco ai kkkkk

  • Disparo acidental: fato atípico. Só é crime se for dolosamente.

  • Não entendi! É crime ou não é? disparo

  • Ainda que tenha ocorrido de forma acidental, não existe previsão culposa para o delito de disparo de arma de fogo.

  • Não necessariamente. Samuel disparou sua arma sem querer, logo não há dolo.

    Para caracterizar o crime - com exceção da omissão de cautela - o objeto final da conduta deve ser um determinado alvo, o que não é o caso.

    Gabarito: Errado.

  • Como não existe previsão culposa pra esse tipo penal, a conduta é ATÍPICA.

  • Art. 15 Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime.

    Pena de reclusão.

    Veja, portanto, que o disparo em local ermo e inabitado configura fato atípico, ou seja, não há crime. Também é fato atípico o disparo acidental, tendo em vista que o crime de disparo de arma de fogo não traz a conduta culposa.

    Ademais, veja que o crime é disparar arma de fogo ou acionar munição. Isto é, pode haver crime com o mero acionamento da munição.

    ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    Os únicos crimes punidos com pena de detenção no estatuto do desarmamento são:

    ---> Omissão de cautela (Art. 13 e Parágrafo Único)

    ---> Posse irregular de arma de fogo de uso permitido (Art. 12)

  • tem que ter dolo

  • É uma questão que teríamos que analisar o Animus do sujeito, que na referida questão ficou explícita sua culpa por negligência, assim, embora os crimes no Estatuto do Desarmamento serem dolosos, teremos uma ressalva.

  • Os crimes do Estatuto do Desarmamento são todos dolosos, salvo o artigo 13 (Omissão de Cautela). Assim, se o disparo foi acidental, o fato é atípico, não há crime.

    fonte: André Jurídico

  • se não tiver dolo, se torna atipico.

  • HOJE é no AMOR ( Coronel Rocha )

    Só é punido a conduta dolosa

  • Art. 15 - Disparo de arma de fogo

    - Sujeito ativo: Comum

    - Conduta: Disparar/Acionar

    - Objeto/Matéria: Arma de fogo/munição

    - Elemento espacial: Lugar habitado/via pública

    - Elemento subjetivo: DOLO

    Importante: Local ermo/desabitado NÃO é crime. 

  • Apenas de forma DOLOSA!!!

  • GABARITO: ERRADO

    (Lei n. 10826/03)

    Apenas o crime previsto no art. 13 da Lei n. 10826/03 (Omissão de Cautela) admite responsabilidade na modalidade culposa (negligência). Os demais crimes previstos no Estatuto do Desarmamento são todos dolosos (elemento subjetivo).

    Portanto, se o disparo foi acidental, não há dolo e o fato é atípico, não configurando o crime de Disparo de arma de fogo (art. 15). Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

    #BORA VENCER

  • A responsabilização criminal por crime culposo depende de previsão legal. Com a exceção do delito de omissão de cautela, artigo 13, os crimes do Estatuto do Desarmamento são todos dolosos, de maneira que o disparo acidental é uma conduta atípica e não constitui crime.

    Gab: E

    Bons estudos!

  • O crime de disparo de arma de fogo previsto na lei n° 10.826/03 tem como elemento subjetivo da conduta o DOLO. Se o indivíduo não teve a intenção de efetuar o disparo, ele agiu CULPOSAMENTE. Logo, sua ação não se enquadra como crime à luz do Estatuto do Desarmamento.
  • Deve haver a finalidade especifica. O tipo legal não prevê modalidade culposa. O que não se coaduna com o disparo acidental com o crime do estatuto do desarmamento.

  • Arma disparar sem querer, lembre da seguinte maneira, as armas da TAUROS tinha um grande defeito de fabrica que era de "dispara sozinhas"

  • Se ele for policial militar, a PM vai punir mesmo sem ser crime, só no RQuero

  • Culposo só a omissão de cautelaaa

  • 200 COMENTÁRIOS FALANDO QUE ESSE CRIME NÃO É CULPOSO. DESSE JEITO O BANCO DE DADOS DO QCONCURSOS VAI EXPLODIR

  • CAÍ IGUAL PATINHO.

  • o erro da questão foi em afirmar que respondera por crime culposo. o único crime culposo da lei10826/03 é a do art.13( omissão de cautela) os demais são dolosos.

  • Disparo acidental é fato atípico.

  • O crime de disparo de arma de fogo está tipificado no artigo 15 da Lei nº 10.826/2003, que tem a seguinte redação: "Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime". Não há previsão legal da modalidade culposa do referido crime e, portanto, há de se concluir que a conduta praticada por Samuel é atípica, nos termos do artigo 18, parágrafo único, do Código Penal. A proposição contida nesta questão está, portanto, errada. 

    Gabarito do professor: Errado

  • Ninguém dispara sem querer !

  • O crime de disparo de arma de fogo está tipificado no artigo 15 da Lei nº 10.826/2003, que tem a seguinte redação: "Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime". Não há previsão legal da modalidade culposa do referido crime e, portanto, há de se concluir que a conduta praticada por Samuel é atípica, nos termos do artigo 18, parágrafo único, do Código Penal. A proposição contida nesta questão está, portanto, errada. 

    Gabarito do professor: Errado

  • Responder ele vai, porém ele não vai ser punido.

  • Apenas complementando: o art. 13, caput, é a única modalidade culposa na lei 10.826.

    Porém, no parágrafo único a modalidade é dolosa.

    Fonte: professora Cláudia Mattos - Alfacon

  • Galera, Tríade do crime pra responder.. Crimes culposos são expressos.

  • Errado.

    Os crimes do Estatuto são dolosos, com exceção da omissão de cautela. Dessa forma, se o disparo foi acidental não podemos falar em responsabilizar o agente criminalmente, ou seja, o fato é atípico.

  • Gabarito: (ERRADO)

        Disparo de arma de fogo:

    Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime:

           

    Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

            Parágrafo único. O crime previsto neste artigo é inafiançável

  • Tem culpa eu?
  • Quem já é policial sabe que disparo acidental não existe, existe sim disparo culposo por negligência. A arma não dispara sozinha, é necessário a ação humana
  • Disparo em via pública é crime doloso e não se admite a modalidade culposa.

  • FATO ATIPICO (ou seja não existe crime)

    o único crime culposo no estatudo do desarmamento é Omisão De cautela

  • Pessoal falando que arma não dispara sozinha, e o "melhor", sem embasamento nenhum. Pesquisem sobre as armas da Taurus e seus disparos acidentais devido a falha de projeto, inclusive a PM de Goiás teve que trocar mais de 2.000 armas dessas justamente por dispararem sozinhas durante as atividades inerentes do cargo do policial.

    Sugiro pesquisarem mais.

  • Quem é agente de segurança pública sabe que as Pst 24/7 corriqueiramente tem panes tanto de alimentação como de disparo. mais não estamos aqui para discutir isso... foco e fé ... Concurso público e igual fila de banco uma hora chega sua vez.

  • E.

    O disparo acidental não tem atipicidade, apenas o disparo doloso e para que aja a consumação desse crime é indispensável que o disparo ocorra em lugar habitado ou suas adjacências.

  • Art. 15 Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime.

    Pena de reclusão.

    Veja, portanto, que o disparo em local ermo e inabitado configura fato atípico, ou seja, não há crime. Também é fato atípico o disparo acidental, tendo em vista que o crime de disparo de arma de fogo não traz a conduta culposa.

    Ademais, veja que o crime é disparar arma de fogo ou acionar munição. Isto é, pode haver crime com o mero acionamento da munição.

    ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    Os únicos crimes punidos com pena de detenção no estatuto do desarmamento são:

    ---> Omissão de cautela (Art. 13 e Parágrafo Único)

    ---> Posse irregular de arma de fogo de uso permitido (Art. 12)

  • Disparar arma de fogo(culposo) = ATÍPICO - tem que ter dolo

    Ademais, único crime culposo que existe no est. desarm. é omissão de cautela

    IMPORTANTE: As penas previstas no est. desarm são de RECLUSÃO, menos > Omissão de cautela e posse de uso permitido que são DETENÇÃO

  • O disparo acidental não tem atipicidade, apenas o disparo doloso e para que aja a consumação desse crime é indispensável que o disparo ocorra em lugar habitado ou suas adjacências.

  • Pode responder por porte ilegal de armas se for o caso

  • Errado. Não há previsão de disparo de arma de fogo culposo.

  • O crime do art. 15 do Estatuto, além de ser um crime subsidiário é doloso. Logo, na questão não houve dolo.

  • Somente será responsabilizado na modalidade dolosa

  •  Não há determinação no Estatuto do Desarmamento para que o agente responda "culposamente" pelo crime de disparo de arma de fogo.

     Não há determinação no Estatuto do Desarmamento para que o agente responda "culposamente" pelo crime de disparo de arma de fogo.

     Não há determinação no Estatuto do Desarmamento para que o agente responda "culposamente" pelo crime de disparo de arma de fogo.

     Não há determinação no Estatuto do Desarmamento para que o agente responda "culposamente" pelo crime de disparo de arma de fogo.

     Não há determinação no Estatuto do Desarmamento para que o agente responda "culposamente" pelo crime de disparo de arma de fogo.

    grrrrr.....

  • O crime descrito no artigo 15 do Estatuto do Desarmamento não possui previsão de conduta culposa. Dessa forma, só se admite sua punição a título de dolo.

  • Somente Disparo Doloso

  • Art. 15 Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime.

    Pena de reclusão.

    Veja, portanto, que o disparo em local ermo e inabitado configura fato atípico, ou seja, não há crime. Também é fato atípico o disparo acidental, tendo em vista que o crime de disparo de arma de fogo não traz a conduta culposa.

    Ademais, veja que o crime é disparar arma de fogo ou acionar munição. Isto é, pode haver crime com o mero acionamento da munição.

    ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    Os únicos crimes punidos com pena de detenção no estatuto do desarmamento são:

    ---> Omissão de cautela (Art. 13 e Parágrafo Único)

    ---> Posse irregular de arma de fogo de uso permitido (Art. 12)

  • A conduta praticada por Samuel é atípica, ou seja, não configura crime.

  • Sem o devido porte, ele não responderia pelo disparo em via pública, mas por aquele?!
  • Se o disparo foi CULPOSO,não há crime. SOMENTE NA MODALIDADE dolosa!

  • omissão de cautela é o único crime na lei que admite forma culposa.

  • O UNICO CRIME CULPOSO E OMISSÃO DE CAUTELA E SEUS EQUIPARADOS COMO , MANTER ARMA EM CASA ONDE TEM CRIANÇA ,ADOLESCENTE E DEFICIENTE MENTAL SEM OBTER COFRE OU NA ÁREA DE SEGURANÇA PRIVADA , O EXTRAVIO , PERDA , OU FURTO DA ARMA NÃO PRESTAR A NOTÍCIA A PF OU AUTORIDADE EM ATÉ 24 HORAS , ESSAS TRÊS MODALIDADES RESPONDEM PELO MESMO CRIME DE OMISSÃO DE CAUTELA .

  • Único crime culposo existente no Estatuto do Desarmamento é a Omissão de cautela.

  • Só há crime culposo quando o dispositivo legal expressamente prever essa modalidade.

  • NÃO EXISTE DISPARO DE ARMA DE FOGO NA MODALIDADE CULPOSA. SÓ DOLOSA!

  • ATÍPICO

  • Disparo de arma Disparar ou tentar disparar arma em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em sua direção, desde que não tenha como finalidade a prática de outro crime. (caráter subsidiário)

    Reclusão de 2 a 4 anos.

    *Pena é aumentada em ½ se for cometido por integrantes do art. 6, 7 e 8 ou se for reincidente de crime da mesma natureza.

    * Crime comum, de perigo abstrato e que não admite suspensão condicional do processo.

  • ELEMENTO SUBJETIVO: É o dolo.

    O disparo acidental, portanto, NÃO configura crime.

  • Gabarito: Errado

    " Trata-se de conduta punida exclusivamente a título de dolo (direto ou eventual), consubstanciado na vontade livre e consciente de disparar a arma de fogo ou acionar munição em local habitado ou em nas suas adjacências e na via pública. Não há elemento subjetivo especial do tipo. Não se admite a modalidade culposa. Assim sendo, em se tratando de disparo acidental, a conduta do agente será atípica."

    Fonte: Legislação Criminal Especial Comentada - Renato Brasileiro

  • ERRADO. A conduta de disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, exige a presença de dolo específico.

    Caso a conduta seja culposa, o fato será atípico. E, caso seja com a finalidade de cometer outro delito (ex.: homicídio), a conduta também não se enquadrará em disparo de arma de fogo.

  • Gab. Errado

    Disparo de Arma de Fogo:

    Para que este delito esteja consumado, o disparo deve ocorrer:

    • Em lugar habitado ou em suas adjacências;
    • Em via pública;
    • Em direção a ela(via pública)

    Elemento Subjetivo - Dolo.

    Disparo acidental NÃO configura crime.

  • Errado, não existe crime de disparo acidental. Troca a cueca e segue o jogo, sem crime.

    #PRF2050QUEMVAI?

  • E crime doloso

  • Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime (trata-se de crime subsidiário): 

    Pena – reclusão, de 2 a 4 anos, e multa. 

    • Ação Dolosa: O elemento subjetivo é o dolo. O disparo acidental, portanto, não configura crime.
  • Só existe um crime culposo -- > omissão de cautela. Disparo de arma de fogo é crime doloso.

  • Só tem uma hipótese de crime culposo no estatuto do desarmamento que é a OMISSÃO DE CAUTELA os outros são dolosos.

  • doloso doloso doloso doloso

    doloso doloso doloso dolosodoloso doloso doloso dolosodoloso doloso doloso dolosodoloso doloso doloso dolosovdoloso doloso doloso dolosovvvvdoloso doloso doloso dolosodoloso doloso doloso dolosodoloso doloso doloso dolosovv

    v

    doloso doloso doloso dolosodoloso doloso doloso dolosodoloso doloso doloso dolosodoloso doloso doloso dolosov

  • Precisa ser uma conduta dolosa e o local precisa ser habitado


ID
2798554
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Em cada item que segue, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada.


Determinada sociedade empresária pretende utilizar, como insumo de seus produtos, substância passível de causar dependência física. Nesse caso, ela estará sujeita ao controle e à fiscalização da Polícia Federal, salvo se a substância estiver sob o controle de órgão competente do Ministério da Saúde.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: CORRETO

     

    Lei 10.357 de 2001

    Art. 1o Estão sujeitos a controle e fiscalização, na forma prevista nesta Lei, em sua fabricação, produção, armazenamento, transformação, embalagem, compra, venda, comercialização, aquisição, posse, doação, empréstimo, permuta, remessa, transporte, distribuição, importação, exportação, reexportação, cessão, reaproveitamento, reciclagem, transferência e utilização, todos os produtos químicos que possam ser utilizados como insumo na elaboração de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica.

     

    § 1o Aplica-se o disposto neste artigo às substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica que não estejam sob controle do órgão competente do Ministério da Saúde.

     

    Art. 3o Compete ao Departamento de Polícia Federal o controle e a fiscalização dos produtos químicos a que se refere o art. 1o desta Lei e a aplicação das sanções administrativas decorrentes.

     

  • LEI No 10.357, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2001.

    Regulamento

    Estabelece normas de controle e fiscalização sobre produtos químicos que direta ou indiretamente possam ser destinados à elaboração ilícita de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica, e dá outras providências.

     

  • Poxa! Esse assunto caiu para Perito mas não para Agente. D=


    Trata-se da Lei 10.357/01 que estabelece normas de controle e fiscalização sobre produtos químicos que direta ou indiretamente possam ser destinados à elaboração ilícita de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica, e dá outras providências.

     

    Atenção! Pois a tênue diferença da competência para tratar desse assunto que envolve substâncias psicotrópicas é onde está alocada (especificada) cada substância.

    Se na Portaria 344/98 da Anvisa (ligada ao Ministério da Saúde) = submete-se à lei 11.346/06 (Lei de Drogas)

    Se definito pelo Ministério da Justiça (e como citado, não conste na lista do Min. da Saúde) = submete-se à lei 10.357/01 (Controle de substâncias químicas)

  • depende, a pf sempre poderá fiscalizar...

  • questão errada, a pf sempre pode apurar kkkk d i s g r c a

  • Lei 10.357 de 2001

    Art. 1o Estão sujeitos a controle e fiscalização, na forma prevista nesta Lei, em sua fabricação, produção, armazenamento, transformação, embalagem, compra, venda, comercialização, aquisição, posse, doação, empréstimo, permuta, remessa, transporte, distribuição, importação, exportação, reexportação, cessão, reaproveitamento, reciclagem, transferência e utilização, todos os produtos químicos que possam ser utilizados como insumo na elaboração de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica.

     

    § 1o Aplica-se o disposto neste artigo às substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica que não estejam sob controle do órgão competente do Ministério da Saúde.

     

    Art. 3o Compete ao Departamento de Polícia Federal o controle e a fiscalização dos produtos químicos a que se refere o art. 1o desta Lei e a aplicação das sanções administrativas decorrentes.

     

  • Que vacilo da Qconcursos, essa questão não é de Direito Constitucional, mas apareceu pra mim como tal.

  • Fabiano D., é o contrário?

    Lei 10.357/01 que estabelece normas de controle e fiscalização sobre produtos químicos que direta ou indiretamente possam ser destinados à elaboração ilícita de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica, e dá outras providências.

    Se na Portaria 344/98 da Anvisa (ligada ao Ministério da Saúde) = submete-se à lei 10.357/01 (Controle de substâncias químicas)

    Se definito pelo Ministério da Justiça (e como citado, não conste na lista do Min. da Saúde) = submete-se à lei 11.346/06 (Lei de Drogas)

    No preâmbulo da lei 10.357 afirma que é para controle de substâncias químicas.

    No mesmo local da outra lei afirma sobre combate às drogas.

    ?????

    Alguém ajuda.

  • Nos termos do artigo 3º, da Lei nº 10.357/2001, "Compete ao Departamento de Polícia Federal o controle e a fiscalização dos produtos químicos a que se refere o art. 1º desta Lei e a aplicação das sanções administrativas decorrentes". O caput do artigo 1º, da referida lei, por seu turno, explicitamente diz que "Estão sujeitos a controle e fiscalização, na forma prevista nesta Lei, em sua fabricação, produção, armazenamento, transformação, embalagem, compra, venda, comercialização, aquisição, posse, doação, empréstimo, permuta, remessa, transporte, distribuição, importação, exportação, reexportação, cessão, reaproveitamento, reciclagem, transferência e utilização, todos os produtos químicos que possam ser utilizados como insumo na elaboração de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica". 
    Já o § 1º deste último dispositivo legal explicita que "aplica-se o disposto neste artigo às substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica que não estejam sob controle do órgão competente do Ministério da Saúde". Com efeito, do cotejo dos dispositivos acima transcritos, conclui-se forçosamente que a assertiva contida no enunciado da questão está correta. 
    Gabarito do professor: Certo
  • controle é do órgão do MS e a PF só entra em casos de crimes. É isso?

  • QUE DROGA!

  • Se estiver sob controle da ANVISA, então, PF pode fiscalizar? Mas e se for sob controle do Ministério da Saúde, aí não pode?

    Não sei, não me parece muito lógico ou crível.

  • Ministério da Saúde pode tirar a competência da PF?

  • Eu não entendi o que ele falou. HAHAHAHA

  • De noite parecia que estava dia e de dia parecia que estava noite

  • DEIXAVA EM BRANCO

  • Bundesverfassungsgerricht,

    a ANVISA é vinculada ao Ministério da Saúde:

    Art. 3   Fica criada a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, autarquia sob regime especial, vinculada ao Ministério da Saúde, com sede e foro no Distrito Federal, prazo de duração indeterminado e atuação em todo território nacional. (Lei 9782/99)

  • Acertei pela lógica.

  • As atividades de uma polícia excluem a possibilidade de investigação por parte de outra que também detenha a competência?

  • Marquei errado pois pensei que mesmo os insumos estando registrados ainda assim poderiam ser alvo de fiscalização da PF

  • Art. 1o Estão sujeitos a controle e fiscalização, na forma prevista nesta Lei, em sua fabricação, produção, armazenamento... todos os produtos químicos que possam ser utilizados como insumo na elaboração de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica.

     

    § 1o Aplica-se o disposto neste artigo às substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica que não estejam sob controle do órgão competente do Ministério da Saúde.

     

    Art. 3o Compete ao Departamento de Polícia Federal o controle e a fiscalização dos produtos químicos a que se refere o art. 1o desta Lei.

    Correto

  • Compete a polícia federal o controle e a fiscalização dos produtos químicos e aplicar as sanções administrativas decorrentes.

  • Gabarito: CORRETO

     

    Lei 10.357/2001

    Art. 1º Estão sujeitos a controle e fiscalização, na forma prevista nesta Lei, em sua fabricação, PRODUÇÃO, armazenamento, transformação, embalagem, compra, venda, comercialização, aquisição, posse, doação, empréstimo, permuta, remessa, transporte, distribuição, importação, exportação, reexportação, cessão, reaproveitamento, reciclagem, transferência e utilização, todos os produtos químicos que possam ser utilizados como insumo na elaboração de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica.

     

    § 1º Aplica-se o disposto neste artigo às substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica que não estejam sob controle do órgão competente do Ministério da Saúde.

     

    Art. 3º Compete ao Departamento de Polícia Federal o controle e a fiscalização dos produtos químicos a que se refere o art. 1º desta Lei e a aplicação das sanções administrativas decorrentes.


ID
2798557
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Em cada item a seguir, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada, a respeito de sistemas operacionais, intranet e Internet.

Após verificar que o diretório /var/bo no Linux está sem espaço para novos arquivos, Pedro resolveu mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório para o diretório /etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux. Nessa situação, a partir do diretório raiz do sistema operacional, o comando correto que Pedro deve usar para executar essa tarefa é mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo.

Alternativas
Comentários
  • hahahaha, dá é tristeza em ver uma questão dessas! Deveria ter feito faculdade de ciência da computação, já que é isso que faz o povo passar nos concursos da vida.  kkk

  • Allan Silva para de reclamar e vai estudar.

  • MV de move! Mover... problema da questão está nos parâmetros... que duvido que alguém que não seja familiar com o sistema tenha visto problema :P

    Lembrando: 
    mv teste.txt teste1.txt  --> Muda o nome do arquivo teste.txt para teste1.txt. (repare que não expecifíca a pasta, logo aqui ele é usado para RENOMEAR o arquivo)

     

  • Deixa em branco e já era! kkkk...

  • Nem com o método nishimura deu pra salvar essa...

  • O comando “mv” não aceita o parâmetro “-R”. Nesse caso seria possível usa a seguinte sintaxe: mv -f /var/bo * /etc/backup/bo (o “*” seria usado para indicar que todo o conteúdo deve ser movido, o “-f” serve para não pedir confirmação, caso ele precise sobrepor algum arquivo ).

    Gran Cursos Online - Prof. Jeferson

  • iiiieeeeeiiiiiii kkkkkkkkkk

    questao da desgrama kkkkkkkkkkkkkk

    mas acertei saporra

  •  

    mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo

     

    comando correto:

    mv -f /var/bo  /etc/backup/bo

  • Há dois erros no comando usado.

    cito aqui o comentário de Jubileu J.

    mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo

    comando correto:

    mv -f /var/bo  /etc/backup/bo

  • ERRADO

     

    -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

     

     mv

    Este comando move (ou renomeia) arquivos.

         Algumas opções do comando

                    -b : gera cópia de segurança se o arquivo de destino já existir.

                    -f : move o arquivo sem pedir confirmação (mesmo que já exista um arquivo no destino com o mesmo nome).

                    -i : move o arquivo, mas pede confirmação caso já exista um arquivo no destino com o mesmo nome.

                    -v : exibe os nomes dos arquivos afetados pelo comando.

                    --help : exibe as opções do comando.

                    --version : exibe informações sobre o comando.

         

              Ex:

                Para renomear o arquivo teste.txt para teste2.txt, basta digitar

                         mv teste.txt teste2.txt

              Pode-se usar os caracteres como curingas: 

                            ? (substitui apenas um único caractere),

                            * (substitui um número qualquer de caracteres) e

                            [ ] (substitui um único caractere dentro de um certo limite de valor)

            

              Por exemplo, suponha que o diretório atual tenha os seguintes arquivos: teste1.txt, teste2.txt, teste3.txt e teste10.txt.

                O comando

                       mv teste*.txt /tmp/.

                                  ou

                       mv teste* /tmp/.

                           move os quatro arquivos para o diretório /tmp,

                enquanto o comando

                       mv teste?.txt /tmp/.

                           move apenas os arquivos teste1.txt, teste2.txt e teste3.txt para o diretório /tmp.

              

                 Para mover apenas os dois primeiros arquivos, basta digitar

                       mv teste[1-2].txt /tmp/.

     

    -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

     

    “Pássaros criados em gaiolas, acreditam que voar é uma doença.”

  • Para vocês saberem, aquele sinal de maior " > " você pode jogar o conteúdo do resultado de um comando anterior para dentro de um arquivo de texto .
    Funciona tanto no windows como linux

  • Tinha que especificar o outro disco antes do diretorio etc, alem do comando estar errado ....

  • ENGRAÇADO É QUE FOI COBRADA UMA QUESTÃO BEM PARECIDA COM ESTA PARA NÍVEL MÉDIO NO MPE-PI. TÁ OSSO!!!

  • eu entendi q o errado da questão esta na palavra "DEVE"

  • Que questão é essa?

  • Cespe, tecla SAP por favor.

    Avante!

  • parece que quanto mais eu estudo, menos eu sei. Obrigada pela ajuda pessoal!

  • No Linux, os comandos são algumas letras da ação que realiza. Esta regra vale para a maioria dos comandos.
    O comando mv é para mover (quando informamos origem e destino), ou renomear (quando informamos nomes de arquivos).
    Para mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório /var/bo para o diretório /etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux, ele deverá usar o comando mv  (move).
    O comando sugerido na questão tem o operador > que é um direcionador de saída. Ou seja, as mensagens do comando serão direcionadas para um arquivo. Logo, a questão está errada.

    Gabarito: ERRADO.



  • "Conceitos Básicos"

  • kkkkkkkkkkkkkkkkk so coloquei errado por causa do etc,nem sabia a questão

  • No Linux, os comandos são algumas letras da ação que realiza. Esta regra vale para a maioria dos comandos.
    O comando mv é para mover (quando informamos origem e destino), ou renomear (quando informamos nomes de arquivos).
    Para mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório /var/bo para o diretório /etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux, ele deverá usar o comando mv  (move).
    O comando sugerido na questão tem o operador > que é um direcionador de saída. Ou seja, as mensagens do comando serão direcionadas para um arquivo. Logo, a questão está errada.

    Gabarito: ERRADO.

     

    Autor: Fernando Nishimura , Professor de Informática

  • Move o conteúdo da pasta teste para dentro da pasta backup: mv /tmp/teste/* /mnt/backup/

    Move a própria pasta e seu conteúdo para dentro da pasta backup: mv /tmp/teste /mnt/backup/


    A DIFERENÇA ESTÁ APENAS NO /*

  • Roney Silvero, cuidado.

    /etc faz parte da estrutura de diretórios do linux.

  • Esta aqui fui com o Nishimura, chute consciente, e gooool...

  • Como que acerta uma questão dessa?

  • è possível resolver a questão mesmo não tendo conhechimentos sobre os comandos e seus parâmetros, pois comando não aceita letra maiúscula (-Rf) .


    Espero ter ajudado!!

  • Mayara Almeida, nao é bem assim... Alguns comandos específicos no Linux aceitam sim letra maiúscula.

  • Heim CESP, como seria uma questão para prova de agente especial do serviço secreto russo??? Posta aí pra nóis vê, sua engraçadinha.

  • DICA DE INFORMÁTICA....ter uma leve noção de inglês... rm (remover em inglês) é o comando para remover / apagar coisas. -rf é duas opções unidas:-r para remoção recursiva (normalmente usada com diretórios) e -f (force)para forçar a ação


    Obs: igual o colega reforçou (Brayan Medina) existem diferença sim entre letras maiúscula e minuscula e ambas as situação são aceitas.

  • Faltou informar a unidade (disco), já que o diretório de destino se encontra em um disco diferente.

    Executando o comando dado na questão o dados serão movidos para o mesmo disco. 

  • NOÇÕES DE INFORMÁTICA KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  • NOÇÕES DE INFORMÁTICA KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  • @Mayara Almeida, fique atenta pois os comandos não podem ter letras maiúsculas, mas existem sim parâmetros com letra maiúscula, lembrando que pode ter funcionalidade diferente para maiúscula/minúscula.

    Abraço,

  • é mais fácil ler e entender uma frase em japonês do que entender essa p@#%! de Linux


    Essa desgraça foi feita para tirar a paz e o sossego de vez de nós concurseiros.

  • Quando eu vi esses comandos malucos, marquei ERRADO E BOAS... pqp. está parecendo aula de mandarim..

  • Das 6 questões de linux que faço, só marco em média 1 (e a acerto).

     

    Fico mto feliz com isso, pq se eu marcasse as 5 outras, com certeza estaria com menos 10 na prova.

     

    Deus me livre. Branco sem pestanejar. 

  • Aquela questão que você deixa em branco.

  • Só eu n sei essa técnica desse tal nishimura que tanto falam aqui alguém explica ai.

  • Acredito que nem precisa saber mto de linux pra marcar essa questão... à medida que a questão fala que quer mover para OUTRO DISCO, o comando, no mínimo, tinha que especificar isso. Não sei se o comando está certo em linux, mas, supondo que esteja, vai mover os arquivos para um diretório diferente do MESMO DISCO !


    Bons estudos !!

  • fui no método nishmura...a real é que eu entendi patavinas.

  • mv -Rf /var/bo > vi esse comenado em outra questão aqui e percebi que ele fala de outra coisa !!

  • Questão Errada.

    Além de não existe a opção R no comando mv, o Linux é CASE SENSITIVE (as letras maiúsculas e minúsculas fazem a diferença em sua linha de comando e nomes de arquivos e pastas), ou seja, estaria ERRADO.

  • Fui no método fukushima e me lasquei. kkkkkkkkkkkk

  • Para quem tem muita dificuldade recomendo intalação do Ubuntu em um a máquina virtual.

  • Copiado do Otávio Glória

    Move o conteúdo da pasta teste para dentro da pasta backup: mv /tmp/teste/* /mnt/backup/

    Move a própria pasta e seu conteúdo para dentro da pasta backup: mv /tmp/teste /mnt/backup/

    A DIFERENÇA ESTÁ APENAS NO /*

  • mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo.

    Tem 2 problemas.... primeiro que não existe esse > aí....

    E segundo que do jeito que está, irá mover a própria pasta para lá, e não o seu conteúdo.

    O certo seria como

    mv -Rf /var/bo/* /etc/backup/bo.

  • Acho que agente da PF está sendo contratado secretamente direto para NASA, porque olha essas questões

  • As bancas gostam de explorar o Linux pq sabe que QUASE NINGUÉM sabe algo profundo sobre LINUX!!!!

    O jeito é se preparar para o pior mesmo

  • Não existe a opção -Rf dentro do comando mv.

    Fonte: https://pt.wikibooks.org/wiki/Guia_do_Linux/Iniciante%2BIntermediário/Comandos_para_manipulação_de_Arquivos/mv

    Cuidado! Essa opção existe no comando rm, e ela pode ser tanto -Rf como -rf. Sim, o comando aceita letra maiúscula!

    Fonte: https://treinolinuxblog.wordpress.com/comando-rm/

  • Após verificar que o diretório /var/bo no Linux está sem espaço para novos arquivos, Pedro resolveu mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório para o diretório /etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux. Nessa situação, a partir do diretório raiz do sistema operacional, o comando correto que Pedro deve usar para executar essa tarefa é mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo.

    A banca, nesse caso, só queria saber se o backup poderia ser realizado dentro do mesmo ambiente.

    E sabemos que pode sim, mas não é seguro.O backup é uma cópia de segurança.

     O objetivo da ação é o usuário se resguardar de uma ocasional perda de arquivos originais, seja por ações despropositadas do usuário como perder um CD/DVD e ter um problema com o HD, ou ainda mau funcionamento dos sistemas. Desse modo, é recomendado que arquivos como imagens, vídeos e outros que se encontram no computador sejam hospedados em nuvem, em redes online como  dropox e google drive.

    Em ambientes distintos e distantes.

  • @#$%UIOP_)(*&¨%$#$%¨%¨&kkk#$%¨&*()@#$%YUI#$%¨&*IE$%¨&*@#$%¨&*(#$%¨&*()(*&¨%$#$%¨&¨%$#@#$%¨&*((*&¨%$#@#$%¨&*

    GABARITO: ERRADO

  • OLHA, NO DESESPERO, PRECISANDO DE UM PONTINHO, E SE TRATANDO DE LINUX,

    SENDO A QUESTÃO GRANDE OU COM EXEMPLOS, MARCARIA COMO ERRADA.

     

    OBS: TENHO OBSERVADO QUE ESSE É O CAMINHO.

  • Quando eu vi esse tanto de código na questão, botei um ERRADO e fui p galera " nunca nem vi ". rss.

    Haja vista que um ponto na posição errada na informática faz toda diferença.

  • O estudo de códigos pra linux é complicado, quase ia errando a questão, a sorte foi este "R" maiúsculo aí, tipo a cespe já te dando o alerta do erro, já que a o LINUX é um sistema operacional case sensitive, ou seja, ele diferencia os caracteres maiúsculo dos minúsculo, pra eles há a diferença.

  • Acredito que a questão apresenta dois erros.

    1 - O caracter ">" entre o diretório a ser copiado e o diretório que que receberá o que foi copiado não deve existir.

    Caso fosse executado o comando sem o caracter anteriormente mencionado mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo

    a composição do caminho do arquivo ficaria assim:

    /etc/backup/bo/bo

    2 - O outro erro é relacionado ao comando da questão apresentar o "bo" no final do comando.

    Com relação ao "mv" e ao "-Rf" que a galera está dizendo que existe erro não procede.

    Portanto, o comando correto para mover um diretório inteiro para outro diretório sem que exista redundância no caminho é:

    mv -Rf /var/bo /etc/backup/

  • ˜noções de informática˜….. eles disseram.

  • O comando -R nao existe no comando 'mv'.

  • Pedro resolveu mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório para o diretório /etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux. Nessa situação, a partir do diretório raiz do sistema operacional, o comando correto que Pedro deve usar para executar essa tarefa é mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo.

    1) Não existe o comando-Rf no mv

    2) Outro disco rígido deveria ser notificado no diretório /etc/backup/bo pois dá a entender que a pasta esta no mesmo disco rígido.

    Avante.

  • Errado.

    Comando → opções → argumentos

    O comando mv segue para mover e renomear.

    -R → recursivo

    O comando mover já entende recursivamente.

    > → sobrescrever

    Questão comentada pelo Prof. Maurício Franceschini

  • Acertei a questão sem entender nada, aliás peguei a palAvra DEVE,botei o ERRADO e fui p galera.

  • Questão boa acertei quase sem problema kkkkk

  • Na real, sou aluno de ciencias da computação e nem lá usamos tanto linux..

  • Eu fui pelo -Rf só por ele está em maiúsculo kkkkk aqui deu certo, na prova não teria coragem

  • > : O sinal de maior Serve para criar um novo arquivo ou sobrescrever

    >> : Dois sinais seguidos de maior significam adicionar (mover) um conteúdo a um arquivo existente

    Gabarito: Errado

  • É super maneiro esses comandos do LINUX. O ideal é desenhar eles na parede do banheiro.rss

  • Questão ERRADA :

    você reconhece que o examinador não quis saber se você tem conhecimento. mas sim atenção. mv -Rf /var/bo , colocaram letra maiúscula no meio do comando isso a deixa invalida.

  • O Linux é case sensitive.
  • "No Linux, os comandos são algumas letras da ação que realiza. Esta regra vale para a maioria dos comandos.

    O comando mv é para mover (quando informamos origem e destino), ou renomear (quando informamos nomes de arquivos).

    Para mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório /var/bo para o diretório /etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux, ele deverá usar o comando mv (move).

    O comando sugerido na questão tem o operador > que é um direcionador de saída. Ou seja, as mensagens do comando serão direcionadas para um arquivo. Logo, a questão está errada."

  • explicação do professor:

    No Linux, os comandos são algumas letras da ação que realiza. Esta regra vale para a maioria dos comandos.

    O comando mv é para mover (quando informamos origem e destino), ou renomear (quando informamos nomes de arquivos).

    Para mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório /var/bo para o diretório /etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux, ele deverá usar o comando mv (move).

    O comando sugerido na questão tem o operador > que é um direcionador de saída. Ou seja, as mensagens do comando serão direcionadas para um arquivo. Logo, a questão está errada.

    Gabarito: ERRADO.

  • misericórdia.

  • o cão é que sabe!

  • o cão é que sabe!

  • Esse é o tipo de questão que deixaria em branco na prova!

    Saudades da noção de informática..

    #vamosemfrente!

  • Dá série: onde foi que eu errei?

    Jesus, santo pai, afasta de mim questões de comando linux, e da minha prova, amém!

  • rm-rf: Remove o arquivo ou a pasta especificada. A questão pedia para MOVER e não REMOVER !

    Gab: ERRADO

  • Em branco . nem penso duas vezes .

  • Linux é case sensitive, só por isso, ao ver o "-Rf" já poderia marcar a questão como errada. Objetividade.

    Bons estudos.

  • mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo

    Gente, pelo amor de Jesus, o erro é esse sinal >

  • A vontade de rir é grande, mas a de chorar e maior!!!

  • Complementado os estudos.

    Confira abaixo 9 comandos utilizados no terminal Linux:

    ls -> lista arquivos e pastas do diretório atual;

    cd -> navegar entre as pastas;

    exit -> sair;

    mkdir -> criar uma pasta;

    init 0 -> desligar (somente o administrador do Linux pode executar);

    init 6 -> reiniciar (somente o administrador do Linux pode executar);

    cp -> copiar arquivos ou pastas de um local para o outro;

    rm -> remover arquivos ou pastas;

    mv -> mover ou renomear arquivos e pastas.

    Fonte: www.cursosdeinformaticabasica.com.br/9-comandos-do-terminal-linux/

  • Melhor deixar em branco

  • O comando estaria correto, se não fosse pelo operador " > ", que no Linux representa saída. Sendo assim, o comando correto é: mv -Rf /var/bo /etc/backup/bo

  • Li, li novamente.

    Resultado: continuo sem entender.

    QUE VENHA A PRÓXIMA

  • Examinador muito louco de sei lá o que logo cedo...

  • Essa é de lascar rsrs OLHA A VONTADE DE MARCAR!!! JÁ PASSOU KKK

  • NO COMEÇO EU NÃO ENTENDI, CHEGUEI NO FINAL E PARECIA ESTAR NO COMEÇO. KKKK

  • Não sabe a técnica é dar uma de louco que acaba acertando kkkk pra mim deu certo

  • Acertei a questão, mas interpretei de maneira diferente do colega que tem o comentário mais curtido.

    Vi que na arquitetura de diretório prorosta mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo o símbolo ">" determina que /var/bo deve subscrever todo o conteúdo do diretório /etc/backup/bo, mas a questão não fala nada sobre a existência ou não de arquivo neste último, por isso achei que seria errado, pois não seria necessariamente este comando a ser executado...isso vai depender da finalidade pretendida usuário.

    Aos colegas que entendem de linux e dos comandos e operações, vocês acham que eu racionei errado ou certo???

  • -R= apagar tudo

    -Rf = forçar apagamento de tudo (caso o primeiro não funcionar)

  • Quero agradecer ao GÊNIO que inventou esse S.O. Galera se vcs algum dia for inventar algo pelo amor de Deus pense no concurseiro. kkkkkkkkkkkkkkk

  • Mata qq Concurseiro (a)! kkkkkk

  • Galera, o erro da questão está nesse sinal de ">"

    o comando mv pede: rm [opções] [origem] [destino]

  • No Linux, os comandos são algumas letras da ação que realiza. Esta regra vale para a maioria dos comandos.

    O comando mv é para mover (quando informamos origem e destino), ou renomear (quando informamos nomes de arquivos).

    Para mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório /var/bo para o diretório /etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux, ele deverá usar o comando mv (move).

    O comando sugerido na questão tem o operador > que é um direcionador de saída. Ou seja, as mensagens do comando serão direcionadas para um arquivo. Logo, a questão está errada.

    Gabarito: ERRADO.

  • Não existe a opção -R no comando mv, as opções existentes são:

    -b, –backup

    Cria um backup de cada arquivo de destino existente.

    -f, –force

    Apaga destinos existentes sem perguntar ao usuário.

    -i, –interactive

    Pergunta se desejamos sobrescrever um arquivo de destino já existente.

    -n, –no-clobber

    Não sobrescrever um arquivo já existente

    -u, –update

    Move apenas quando os arquivos de origem forem mais novos que os de destino, ou quando os arquivos de destino estiverem faltando.

    -v, –verbose

    Modo verboso; explica o que está sendo feito no momento.

    –help

    Mostra a ajuda básica do comando e sai.

    –version

    Mostra informações sobre a versão do comando e sai.

  • K k k k k k k k k k k k k e eu pensei que tava aprendendo

  • O que mais estressa é saber que nenhuma repartição pública usa Linux.

  • -R = CANCELA TUDO

    quando não da certo

    -Rf= "cancela tudo budega"

  • Olha, não sou expert em Linux, mas acredito em dois possíveis erros na questão;

    1) mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo. Linux é case sensitive, por isso  os comandos devem se digitados me letras minusculas.

    2) mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo - O operador > utilizado serve para sobrescrever um conteúdo ou criar caso não exista.

  • Embolou minha cabeça toda, e peguei e marquei errado só de raiva, e nao é que acertei kkkk...Na prova uma sorte dessa eu nao dou :@

  • eu procurei esse comando -rf no meu material, não existe, procurei na net, não achei... fui por essa lógica.

  • ERRADO.

    mv = mover

    -Rf = o que tornou a assertiva ERRADA

    /var/bo = Diretório Origem

    /etc/backup/bo = Diretório Destino

  • O comando Rf, que vem associado ao comando Rm (Rm-Rf), serve para apagar arquivos, e não movê-los!

    .

    Rm-Rf/ = apaga tudo o que está no diretório raiz do sistema;

    Rm-Rf* = apaga tudo o que está no diretório atual ou no de trabalho, dependendo de onde você estiver.

    .

    O resto dos comandos e caminhos da questão estão certos.

  • odeio o LINUX, complexo demais, para pouca funcionalidades e compatibilidades.

  • Linux é case sensitive, o R maiúsculo ali já entrega que é falsa.

  • Foi-se o tempo em que pra ser polícia tinha que ser bom em Direito. Hoje em dia vc tem que ser um Hacker. kkkkkk

  • mv –rf

    Para mover um diretório e toda a árvore de diretórios com seus arquivos, deverá usar o comando mv -rf diretório . O comando mv é para move ou renomeia arquivos, e a opção -rf é usada para apagar arquivos e subdiretórios sem pedir confirmação.

    Algumas opções do comando

    -r : apaga arquivos e subdiretórios.

     -f : apaga sem pedir confirmação.

    -i : apaga após pedir confirmação.

    -v : lista arquivos deletados. 

    Fonte: comentários de colegas do QC

  • O comando “mv” não aceita o parâmetro “-R”. Nesse caso seria possível usa a seguinte sintaxe: mv -f /var/bo * /etc/backup/bo (o “*” seria usado para indicar que todo o conteúdo deve ser movido, o “-f” serve para não pedir confirmação, caso ele precise sobrepor algum arquivo ).

    Gran Cursos Online - Prof. Jeferson

  • O comando “mv” não aceita o parâmetro “-R”

  • O operador > sobrescreve conteúdo de arquivo, apagando o conteúdo que já existe.

    No caso o conteúdo de /var/bo ia sobrescrever o conteúdo de /etc/backup/bo.

  • Deus nos proteja na prova da PCDF :(

  • -R não é parâmetro utilizável com mv (move – mover), embora -f sirva para “forçar” a movimentação. O comando correto é  mv /var/bo/* /etc/backup/bo. O asterisco indica que todo o conteúdo dentro da pasta deverá acompanhar a movimentação. 

    Errado!

  • >Comando mv: para mover ou renomear arquivos e diretórios

    Obs: Sintaxe: mv [opções] [origem] [destino]

    obs: 

    -R Aplica-se ao diretório e a todo seu conteúdo (-R = Recursive).

    -f Move o arquivo sem pedir confirmação (-f = force).

    Ex.: 

    mv teste.txt teste1.txt Renomeia o arquivo teste.txt para teste1.txt.

    mv teste.txt /tmp Move o arquivo teste.txt para /tmp (o arquivo de origem é apagado após ser movido).

    mv teste.txt teste.new Copia o arquivo teste.txt por cima de teste.new e apaga teste.txt após terminar a cópia.

  • Deixa em branco, e segue a vida em paz....kkkk

    não da pra fazer um curso de ti pra prova

  • dois erros da questão. o sinal > (regrava o arquivo de saída) e o -R(não existe mover apenas diretório, quando você move, ele automaticamente moverá diretório e subdiretório fazendo com que não seja necessário o recursive)

  • branco...

    próxima!

  • ahhhh como eu odeio este LINUX, por que as coisas com você têm que ser tão complicadas?

  • Pulo...

    Próxima questão pfvr !

  • O símbolo > serve para acrescentar dados em um arquivo, logo, o comando está incorreto. Também houve erro no uso do -Rf.

  • E.

    O comando para mover, nesse sistema, tem a seguinte configuração: mv [opções] arquivos_origem local_destino No caso, o comando seria mv /var/bo /etc/backup/bo O sinal de > indica um operador de redirecionamento, normalmente utilizado para uma saída de informações em arquivo. 

  • Até eu que mexo com Linux me embolei kkkk

  • Pulo e próxima questão kkkkkkkkkkkkkk

  • Noções de informática..

    Se fosse "conhecimento básico" o candidato ia ter que ser formado em computação lá em Harward...

  • Deus é mais....

  • Gabarito: ERRADO

    A questão apresenta o parâmetro -R na sintaxe, contudo, como se verifica na explicação abaixo, esse parâmetro não existe para o comando MV.

    Demais disso, o sinal de "maior que" é utilizado para saídas. Mais uma vez, como demonstrado abaixo, este sinal não faz parte da sintaxe utilizada para o comando MV.

    Complemento:

    MV

    Utilizamos o mv para mover ou renomear arquivos.

    Como são utilizados muitos comandos no LINUX, o conhecimento das sintaxes é muito cobrado nas provas.

    Sintaxe:

    $ mv [opções] [destino]

    Opções:

    -b: Cria um backup dos arquivos de destino, se eles forem sobrescritos;

    -f: Força as operações, sem fazer perguntas caso seja necessário sobrescrever arquivos e outros;

    -i: Modo interativo, pede confirmação para sobrescrever arquivos;

    --target-directory=[diretório]: especifica o diretório de destino para os arquivos;

    -u: Só move os arquivos novos. Se o arquivo que está sendo movido já estiver presente no diretório de destino, ele é ignorado;

    -v: Mostra os detalhes do processo de movimentação.

    Exemplos de uso:

    Para mover o arquivo file1 para o diretório /home/davidson/doc/:

    $ mv file1 /home/davidson/doc

    Para mover o diretório /home/davidson/doc/ para /tmp/upload/:

    $ mv /home/davidson/doc /tmp/upload

    Para renomear o arquivo package.tar.gz para pacote.tar.gz:

    $ mv package.tar.gz pacote.tar.gz

    Para mover o arquivo file1 e o diretório img/ para o diretório /tmp/upload/:

    $ mv file1 img /tmp/upload

    Bons estudos!

  • ERRADO

    mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo.

    Um erro está no sinal > !! no lugar do sinal utiliza-se o espaço .

    o comando mv= MoVer ----> mv [origem] [ destino]

  • Bem, pensando no lado do raciocínio visto que estaria quase impossível responder pela parte da informática (rssrs). Se ele quer mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório para o diretório /etc/backup/bo localizado em outro disco, seria incoerente ele utilizar alguma forma de restrição/opção, normalmente como a Priscila Muniz bem pontuou quando se utiliza "-" é para abrir um leque de opções.

  • Questão errada.

    O comando mv é utilizado para mover ou renomear arquivos e diretórios. Após movido, o arquivo de origem é apagado.

    Parâmetros comuns:

    -R: aplica-se ao diretório e todo seu conteúdo (-R = Recursive)

    -f: move o arquivo sem pedir confirmação (-f = force)

    A opção -Rf não está entre os comandos do mv.

    Bons estudos

  • Alguém poderia me explicar se o erro dessa questão está somente no uso do símbolo >? Estou confusa sobre a diferença entre esses dois símbolos (< e >), se puderem me explicar eu agradeço :(

  • ERRADO

    - rm -rf / : Usando a combinação dos dois parâmetros com a "/" você diz para o sistema apagar tudo que está no diretório raiz do sistema.

    - rm -rf * : Força o apagamento de tudo que está no diretório atual ou no de trabalho, dependendo de onde você estiver.

    - rm -rf . : Acrescentando um ponto, você pode apagar também as pastas ocultas, além das normais.

  • Noções de informática...

  • Mv —- só aceita comando FIVU F—force I—interactive V—verbose U—uptade Ou seja o comando R não é aceito
  • Com base nas minhas "noções de informática", posso afirmar com toda certeza que não sei nem o que é isso... próxima

  • Em 25/11/20 às 17:24, você respondeu a opção C.

    !

    Você errou!Em 21/11/20 às 11:19, você respondeu a opção C.

    !

    Você errou!Em 26/05/20 às 17:51, você respondeu a opção C.

    !

    Você errou!

    Cenas para os próximos capítulos ... noções de informativa avançada

  • acertei no chutometro

  • Só perito mesmo pra ter de saber essa...

  • Acertei pela lógica, pois todos comandos no Linux são executados com letras minúsculas, logo

    mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo - não seria aceitável pois possuí um "R"

  • O comando para mover todos os arqui do diretório /var/bo para o diretório /etc/backup/bo é: mv -rf /var/bo/*.* /etc/backup/bo
  • LI 5X. E NAO ENTENDI NADA.

  • O comando não sei, mas vi o R maiúsculo e marquei errado. O objetivo é acertar a questão.

  • sente e chora, papai!...KKKKK

    Pense num nível de "Noções de informática".

  • Em 15/12/20 às 08:29, você respondeu a opção C.

    !

    Você errou!Em 25/11/20 às 17:24, você respondeu a opção C.

    !

    Você errou!Em 21/11/20 às 11:19, você respondeu a opção C.

    !

    Você errou!Em 26/05/20 às 17:51, você respondeu a opção C.

    !

    Você errou!

    so chora

  • Amigos é muita informação em uma questão só.

    Parabéns para aqueles que consegue comentar uma questão dessas, e assim ajudar pessoas iguais a mim...

  • O importante é que sai dessa questão sabendo que nos comandos do Linux não irá letra maiúscula e somente minuscula.

  • Depois de estudar essa Bagaça de Linux, Nunca que irá entrar aqui em casa! I Love Windows!

  • 1° - "mv não aceita o "-R"

    2° ">" é para criar arquivos de texto

    Gab. Errado

  • No Sistema operacional Linux nenhum Diretório começando com letra Maiúscula é válida

  • mv /var/bo/* /etc/backup/bo

  • mv move ou renomeia arquivos e diretórios. Para mover, o comando digitado será “mv ARQUIVOVINICIOS ~/Desktop”; (ex: mv -f = move sem perguntar confirmação) Já para renomear, o comando digitado será “mv prova simulado” (ARQUIVOVINICIOS → simulado);

    RESUMINDO >> -f, --force ---> Substitui o arquivo de destino sem perguntar. -i, --interactive ---> Pergunta antes de substituir. É o padrão. -v, --verbose ---> Mostra os arquivos que estão sendo movidos. -u, --update ---> Move somente arquivos antigos, ou novos arquivos.

  • Essa aí é questão de prova de pós-graduação ou mestrado de TI ein rsrs

  • só acertei pq tinha o MV

  • O golpe tá aí

  • NOÇÕES EM!

  • Resposta correta exceto pelo operador > que é um direcionador de saída !! Portanto questão errada kk

  • no linux temos um comando e podemos adicionar um parâmetro

    -rf é dos vários parâmetros que podemos usar com o comando RM (remover/deletar/apagar)

    -rf/ apaga tudo no diretório raiz (com barra)

    -rf* apaga tudo no diretório atual (com asterisco)

    -rf. apaga tudo mesmo, inclusive pastas ocultas (com ponto)

  • informatica ta igual corona, achamos que sabemos tudo e somos surpreendidos

  • Questões que envolve sistema Linux eu apanho mais que azeitona na boca de "banguelo"

  • Meu amigo, eu nao entendi foi nada.

  • Gab-Errado.

    Eu marcaria errado devido o comando ">" ser usado para redirecionar a saída do comando anterior para um possível arquivo.

    Ex. ls -la * >listatudo.log

    Bons estudos e boa sorte!

  • ou eu estudo só informática pra CESPE ou estudo o restante das matérias. rsrs

  • Bela questão, pra deixar em branco

  • Noções de #@$%¨&*"dhfgs j¨%?F$#@<>_+

  • No Linux, os comandos são algumas letras da ação que realiza. Esta regra vale para a maioria dos comandos.

    O comando mv é para mover (quando informamos origem e destino), ou renomear (quando informamos nomes de arquivos).

    Para mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório /var/bo para o diretório /etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux, ele deverá usar o comando mv (move).

    O comando sugerido na questão tem o operador > que é um direcionador de saída. Ou seja, as mensagens do comando serão direcionadas para um arquivo. Logo, a questão está errada.

  • O comando “mv” não aceita o parâmetro “-R”. Nesse caso seria possível usa a seguinte sintaxe: mv -f /var/bo * /etc/backup/bo (o “*” seria usado para indicar que todo o conteúdo deve ser movido, o “-f” serve para não pedir confirmação, caso ele precise sobrepor algum arquivo ). 

    Fonte: professor Jeferson Bogo

    Além disso, o sinal ">" serve para direcionar a saída da execução de um comando para um arquivo, ou seja, cria um arquivo e colocar a saída (resultado da execução do comando) lá dentro ou sobrescreve em um arquivo existente. O que também deixa a questão errada.

    Acertei ela apenas por conta disso.

  • Que p0rr@ é essa?? Parabéns aos monstrinhos que dominam essa matéria

  • Gab.: E

    Sabendo que o Linux é case sensitive e a alteração de uma letra em comandos já altera a função desse, dava pra matar, pois o rf tem que ser escrito em minúsculo.

    Aliás, o professor do estratégia, Renato, disse que pode combinar mv -rf/

    Qualquer erro não hesite em dizer!

  • Gabarito: ERRADO 

    Galera, o terminal é "case-sensitive", isto é, ele diferencia maiúsculas de minúsculas tanto para os

    comandos quanto para os arquivos. Dessa forma, atente-se que ls é diferente de LS, assim como o ls -a é

    diferente de ls -A.

    O comando mv realmente move os arquivo e seus parâmetros são:

    -R = Aplica-se ao diretório e a todo seu conteúdo (-R = Recursive)

    -f = Move o arquivo sem pedir confirmação (-f = force)

    O erro da questão está no ">" que é um direcionador de saída, ou seja, as mensagens do código anterior será direcionado para um só arquivo.

    Bons estudos!

    ==============

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  • Erros da questão

    1 - o comando mv não precisa do -r, pois sozinho ele já remove diretórios e arquivos

    2 - caso o mv precisasse de um comando extra pra fazer a operação com pastas, o -R estaria errado

    existem alguns comandos que somente podem ser feitos com arquivos e não com pastas

    ex: cp ou rm

    portanto, quando queremos utilizá-los com pastas, colocamos o comando -r (minúsculo) e ele permite fazer a ação com diretório

    ex: rm -r pastaX /etc

    o comando -R (maiúsculo) utilizado na questão serve para mostrar o conteúdo dentro de diretórios quando, por exemplo, usamos o comando ls

    ex: ls -R pastaX

    3 - o caractere > não é utilizado para mover diretórios de lugar no linux

    ele serve para redirecionar a saída de um comando para um arquivo

    ex: ls > documento.txt

    o resultado do comando ls seria direcionado para o arquivo de texto chamado "documento"

    para mover um diretório basta: o comando + o nome do diretório + destino

    ex: mv pastaX /etc

  • O "R" está maiúsculo, só por isso já está errada. Linux só aceita comando em letra minúscula. A questão já terminava ai.

  • o erro esta no ">" . Não deveria ser usado com arquivos ">".

    O ">" pode ser usado quando utilizamos texto.

  • Comando mv:

    Este comando é utilizado para MOVER ou RENOMEAR arquivos e diretórios. O processo é semelhante ao do comando cp, mas o arquivo de origem é apagado após o término da cópia.

    Sintaxe: mv [opções] [origem] [destino]

    -R → Aplica-se ao diretório e a todo seu conteúdo (-R = Recursive).

    -f → Move o arquivo sem pedir confirmação (-f = force)

  • ERRADO! o correto:

    mv -f /var/bo /etc/backup/bo

  • Na minha humilde opinião. (Se estiver errado, pode cair de porrada rs).

    Porém, o professor só comentou sobre (operador > que é um direcionador de saída) - Até aqui beleza!

    mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo - "remove o que está em vermelho.

    mv /var/bo /etc/backup/bo → assim seria correto.

    -r ou -R → Existe sim, e serve para "remover diretório e seu conteúdo"

    Esse "-f" → Ignora argumentos.

    Digite no terminal mv --help e terão uma simples noção.

    Na minha opinião, além do indicador ">" o -Rf também é + 1 erro na questão.

    Se é para mover, como vai mover e remover?

    Só mais um detalhe:

    Esse comando mv tem uma pegadinha, serve parar renomear um arquivo ou mover.

  • O destacado em vermelho está errado:

    mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo

    Só explicando:

    -r significa modo recursivo, deleta todos as pastas e sub-pastas.

    -f significa "forçar", sem precisar de confirmação pelo usuário.

    > basicamente redireciona o resultado de um comando para outro Ex: "ls > lista.txt" (lista os arquivos do diretório e grava o resultado no arquivo saida.txt.

    Ou seja, esses "-Rf" e ">" não faz sentido nesse comando informado na questão já que o objetivo é mover os arquivos de um diretório para outro.

  • Questão deu muita volta, não entendi nada, com isso acreditei estar errado! #estudaqueavidamuda

  • ERRADO.

    Resumindo: o operador > é um direcionador de saída. Ou seja, as mensagens do comando serão direcionadas para um arquivo, e não mover.

  • Para entender um pouco melhor:

    Reparem no operação que nos foi passada:

    1. O primeiro erro foi em passar a variável "-R", pois o comando não aceita e não existe essa opção para ele.
    2. Reparem que no comando passado, tem o operador (>) que é o segundo erro da questão.

    mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo. - ERRADO.

    Aqui um exemplo da estrutura do código para mover arquivos:

    cp [opções] arquivos_origem local_destino

    -b, –backup

    Cria um backup de cada arquivo de destino existente.

    -f, –force

    Apaga destinos existentes sem perguntar ao usuário.

    -i, –interactive

    Pergunta se desejamos sobrescrever um arquivo de destino já existente.

    -n, –no-clobber

    Não sobrescrever um arquivo já existente

    -u, –update

    Move apenas quando os arquivos de origem forem mais novos que os de destino, ou quando os arquivos de destino estiverem faltando.

    -v, –verbose

    Modo verboso; explica o que está sendo feito no momento.

    Fonte:

    http://www.bosontreinamentos.com.br/linux/comandos-cp-e-mv-como-copiar-e-mover-arquivos-no-linux/

  • 1° - mv: não aceita o -R- "Recursivo"

    2° - ">" : tranforma o resultado em arquivo texto

  • Questões com Linux no meio só servem para tirarem nossos pontos.

  • ERRADA

    Não entendi nada, só sei que Rf iniciando com letra maiúscula anula o comando.

  • Nunca nem vi

  • Meu senhor! Socorro!

  • Questão errada.

    Somente por causa desse símbolo > a questão está errada.

    mv -Rf = comando de movimentação

    Movimentação/origem/destino

    Alô você!!

  • Que delícia!

    Mais um dia normal por aqui: os humilhados sendo humilhados.

  • Entendam o erro da Qstao! Para mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório /var/bo para o diretório /etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux, ele deverá usar o comando mv (move).

    O comando sugerido na questão tem o operador > que é um direcionador de saída. Ou seja, as mensagens do comando serão direcionadas para um arquivo. GAB: Errada.

    Fonte: Direção Concursos

  • Conhecimentos básicos eles disseram.

  • O comando certo seria:

    $mv /var/bo * /etc/backup/bo

  • SINTAXE:

    [COMANDO] [PARAMETRO] [ORIGEM] [DESTINO]

    [mv ] [ R e/ou f ] [diretório i] [diretório f ]

    NÃO SE UTILIZA >

    PRINCIPAIS CARACTERES

    > = REDIRECIONA SAÍDA, SOBRE ESCREVE ARQUIVOS

    >> = REDIRECIONA SAÍDA, ADICIONA AO FINAL DO ARQUINO

    *= SUBSTITUI UM GRUPO DE CARACTERES

    ?= SUBSTITUI UM CARACTER

    [ ]= SELECIONA INDIVIDUALMENTE OU POR INTERVALO ( [1-6] OU [1,2,3,4,5,6])

    |= FAZ A SAIDA SER A ENTRADA DO COMANDO SEGUINTE

  • Essas m@ de linux, totalmente inútil! Conheci uma servidora que quando iniciou dizia que windows era coisa capitalista, e que ela só usava linux e não assistia TV. Dois meses depois instalou o windows e comprou smart tv para assistir netflix.

    Mas lembrem-se, uma coisa é achar utilidade para o linux e outra é gabaritar a questão...logo, estudem!

  • Têm dois erros a questão:

    1o) não tem ">" na sintaxe do mv;

    2o) não existe o parâmetro -r.

    O parâmetro -f força cópia inclusive dos arquivos somente de leitura.

  • O erro da questão é um só: O uso do operando >

    O comando correto seria como esta escrito logo abaixo.

    mv -Rf /var/bo /etc/backup/bo

    -R de recursividade

    -f para força a movimentação mesmo que ocorra erro.

  • Questão BOA pra deixar em branco kkkkkkkkk

  • Move ou renomeia arquivos e diretórios. O processo é semelhante ao do comando cp mas o arquivo de origem é apagado após o término da cópia.

    mv [opções] [origem] [destino]

    Onde:

    origem

    Arquivo/diretório de origem.

    destino

    Local onde será movido ou novo nome do arquivo/diretório.

    opções, -f, --force

    Substitui o arquivo de destino sem perguntar.

    -i, --interactive

    Pergunta antes de substituir. É o padrão.

    -v, --verbose

    Mostra os arquivos que estão sendo movidos.

    -u, --update

    Move somente arquivos antigos, ou novos arquivos.

    O comando mv copia um arquivo da ORIGEM para o DESTINO (semelhante ao cp), mas após a cópia, o arquivo de ORIGEM é apagado.

    Exemplos:

    Muda o nome do arquivo  para .

    Move o arquivo teste.txt para . Lembre-se que o arquivo de origem é apagado após ser movido.

     (supondo que  já exista)

    Copia o arquivo  por cima de  e apaga  após terminar a cópia.

  • Dica !

    Se você não usa Linux, deixa essa desgraça em branco.

    Eu não uso linux, porém estudo intensivamente o sistema operacional, e a base teórica não foi o suficiente para dar certeza a esta questão.

    Chutar isto é arriscar uma questão que você que você levou meses de estudos pra conseguir resolver.

  • A questão que se você errar te leva para o buraco.

  • e o tipo é questão que você para e pensa, que peste eu tô fazendo aqui kkkkk
  • Não precisaria nem saber a fundo do comando inteiro, eu mesmo não sabia, mas lembrei que em minhas anotações tinha anotado que o comando MV não aceita recursividade, ou sej, o R ai estaria deixando a questão toda errada.

    Anotem, caso vejam o R junto ao comando MV, pode marcar que está errada, caso eu estiver errado, por favor, me corrijam.

  • RF em maiúsculo deixa a questão errada. Comandos no Linux são com letras minúsculas.

    • No Sistema operacional Linux quase nenhum Diretório começando com letra Maiúscula é valida (Se tem algum, ainda não vi, se sim, deixa no comentário). Notasse na questão acima que o diretório (–Rf) começou com Letra Maiúscula.

    Outra questão que não fazia a menor ideia, mas, acertei com base nessa informação.

    Q935943

    Ano: 2018 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: MPE-PI Prova: CESPE - 2018 - MPE-PI - Técnico Ministerial - Área Administrativa

    No item seguinte, referente a conceitos de organização e de gerenciamento de informações e segurança da informação, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada.

    Em seu diretório home no Linux, Simão tem os seguintes arquivos e subdiretórios.

    /home/simao/teste.txt /home/simao/agosto/lista.sh /home/simao/julho

    O subdiretório julho não tem arquivos e(ou) subdiretórios. Nessa situação, caso Simão execute o comando rm –Rf /home/ a partir de /tmp, os arquivos teste.txt e lista.sh serão deletados, mas os subdiretórios dentro de /home/simao/ serão preservados.

    R: Errado

    Parabéns! Você acertou!

  • No Linux, para mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório /var/bo para o diretório /etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux, ele deverá usar o comando mv (move).

  • Comando mv

    é utilizado para mover ou renomear arquivos e diretórios.

    Sintaxe: mv [opções] [origem] [destino] 

    PARÂMETROS COMUNS 

    • -R  Aplica-se ao diretório e a todo seu conteúdo (-R = Recursive). 
    • -f  Move o arquivo sem pedir confirmação (-f = force). 

    EXEMPLOS 

    1. mv teste.txt teste1.txt  Renomeia o arquivo teste.txt para teste1.txt. 
    2. mv teste.txt /tmp  Move o arquivo teste.txt para /tmp (o arquivo de origem é apagado após ser movido). 

    Na questão há

     mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo. o erro está em vermelho.

    Como podemos ver, no comando mv, não há necessidade de utilizar > para indicar origem para o destino.

  • INTRANET e INTERNET não são sistemas operacionais.

    São redes de acesso LOCAL e "MUNDIAL".

  • mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo.

    Os dois erros estão destacados, o mv(mover) não aceita o parâmetro -R(que quer dizer sucessivamente), pois ele já move todos os arquivos sucessivamente. Executando-o com dessa forma no shell, ocasionará em erro.

    > é para acrestar um arquivo a outro arquivo e não para mover

  • No começo não entendi nada, e no fim parecia que eu estava no começo.

  • Questão incorreta.

    o comando deveria ser "mv /var/bo /etc/backup/bo".

  • Comandos linux devem ser em caracteres minúsculos .. tem um R maiúsculo alí no meio ..

  • Que droga é essa ? Kkkkkkk

    depois nós que somos loucos kkkkkkkk

  • Sobre o ">":

    a principal diferença entre o > (redirecionamento) e o | (pipe) é que o Pipe envolve processamento entre comandos (saída de um comando vira entrada do próximo comando) e o > redireciona a saída de um comando para um arquivo ou dispositivo.

    Usamos | entre comandos

    Usamos > entre comando e arquivo

  • Se tiver letra maiúscula no comando do linux, está errado.

    Linux é case sensitive.

  • Criei um diretório chamado AMOR e outro chamado BKP.

    no AMOR coloquei 2 arquivos file1 e file2

    sh-3.2# mv -Rf AMOR/ > BKP/

    sh: BKP/: Is a directory

    Ao executar o comando citado na questão o retorno é que o BKP é um diretório, reparem que o sistema não reclama do R ser maiúsculo.

    O comando rm -Rf funciona muito bem. Tente no linux de voces rm - Rf /root

  • no Linux a maioria dos comandos são as abreviações dos próprios nomes, lembrando que BIZÚ nenhum funciona se não estudar direitnho.

    exemplo: mv (mover)

  • Eu só queria saber qual computador da Administração Pública, em todas as esferas, usa LINUX??

    Não basta querer ser policial e ter que trocar tiro com bandido na rua, é necessário também aprender sobre LINUX e NUNCA usar isso.

    Desculpem o desabafo! hahaha =D

  • No Linux a maioria dos comandos são as abreviações dos próprios nomes, lembrando que BIZÚ nenhum funciona se não estudar direitnho.

    exemplomv (mover)

    • JANMISON RENATO #PF
  • Gabarito: Errada Para mover o arquivo o conteúdo da pasta /var/bo para a pasta /etc/backup bastaria usar o comando: mv /var/br /etc/backup. Repare que usamos um espaço no lugar do caracter “>” usado na questão.

    FONTE: Alfacon concursos publicos

  • Os comandos no terminal do Linux precisam ser realizados por letras minúsculas.

  • "Não acho que quem acertar ou quem errar, nem quem acertar nem errar, vai acertar ou errar. Vai todo mundo errar".

    (Dilma Rousseff, a examinadora)

    G: ERRADO

    #PMAL2021

  • A função -Rf significa recursiva e forçadamente, ou seja, executa o comando sem solicitar autorização para cada arquivo. Funciona pro comando Rm (remover conteúdo do diretório), mas não funciona pro comando mv (mover/ renomear conteúdos do diretório)

  • li os comentário só confundiu mais

  • No Linux se o comando for digitado com letra maiúscula ele tem a mesma funcionalidade?

  • PERFEITO!!! COMO A QUESTÃO PEDE MOVER O CORRETO SÉRIA >> O COMANDO > É USADO PARA ATRIBUIR

    O CORRETO É ASSIM, NO CASO:

    Após verificar que o diretório /var/bo no Linux está sem espaço para novos arquivos, Pedro resolveu mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório para o diretório /etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux. Nessa situação, a partir do diretório raiz do sistema operacional, o comando correto que Pedro deve usar para executar essa tarefa é mv -Rf /var/bo >> /etc/backup/bo

  • No Linux, os comandos são algumas letras da ação que realiza. Esta regra vale para a maioria dos comandos.

    O comando mv é para mover (quando informamos origem e destino), ou renomear (quando informamos nomes de arquivos).

    Para mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório /var/bo para o diretório /etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux, ele deverá usar o comando mv (move).

    O comando sugerido na questão tem o operador > que é um direcionador de saída. Ou seja, as mensagens do comando serão direcionadas para um arquivo. Logo, a questão está errada.

    Gabarito: ERRADO.

    professor

  • -R não é parâmetro utilizável com mv (move – mover), embora -f sirva para “forçar” a movimentação. O comando correto é  mv /var/bo/* /etc/backup/bo. O asterisco indica que todo o conteúdo dentro da pasta deverá acompanhar a movimentação. 

    GABARITO ERRADO

    Victor Dalton | Direção Concursos

  • Não inventa!

    mv /var/bo /etc/backup/bo

    #forca #foco e fé em Deus!

    02:38 #vempcdf

  • Prova de 2018, já estamos em 2021 e eu sequer entendi o que a questão queria.

  • Os comandos no linux precisam ser digitados com a lestra minúscula. O erro da questão foi por a letra maiúscula.

  • Ainda bem que é só " NOÇÕES ".

  • No Linux, os comandos são algumas letras da ação que realiza. Esta regra vale para a maioria dos comandos.

    O comando mv é para mover (quando informamos origem e destino), ou renomear (quando informamos nomes de arquivos).

    Para mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório /var/bo para o diretório /etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux, ele deverá usar o comando mv (move).

    O comando sugerido na questão tem o operador > que é um direcionador de saída. Ou seja, as mensagens do comando serão direcionadas para um arquivo. Logo, a questão está errada.

    fonte: qc comentarios

  • chutei errado, pois nunca vi um comando R com maiúsculo.

  • R MAIUSCULO

    PMAL 2021

  • HTTPS// COM S = SEGURANÇA;

    HTTP// SEM O S = SEM SEGURANÇA.

  • Excelente questão para deixar em branco.

    Gabarito: Errada.

  • Gabarito: ERRADO, o parâmetro -R não é aceito.
  • A real é que eu não entendi nada da questão, mas eu vi esse R maiúsculo ai e lembrei do professor falando que não pode, ai consegui acertar kkkkkkk

  • Podem seguir meu conselho : questão de informática com mais de 02 linhas está ERRADA.

    segue o baile.

  • O operador > sobrescreve conteúdo de arquivo, apagando o conteúdo que já existe. No caso o conteúdo de /var/bo ia sobrescrever o conteúdo de /etc/backup/bo

  • Resumindo os comentários.......... -Não sei.... -Acredito que é assim... -Você se enganou, é do outro jeito..............-Ninguém sabe ao certo kkkkkkkkk.

  • No começo eu não tava entendendo nada, no final parecia que tava no começo….
  • SINTAXE

    $mv  /var/bo . /etc/backup/bo

  • tem meia hora que to olhando essa questão e rindo de nervoso kkkkkkkkkkkkkkkk gente do céu!

  • https://www.vivaolinux.com.br/topico/Iniciantes-no-Linux/Alguem-pode-me-ajudar-nesse-comando

  • aconselho a usarem o LINUX e estudarem os códigos, com um entendimento básico essa questão seria fácil

  • O erro está no > que vai direcionar para saída

  • ERRADO!

    O comando mv é usado para mover arquivos ou diretórios na shell do Linux. Para

    mover o pasta /var/bo para a pasta /etc/backup bastearia usar o comando:

    mv /var/bo /etc/backup

    Ou seja, não necessitava ter inventado esse sinal de maior(>)

  • A DHIIABO! foi por causa da letra maiúscula que ficou errada

  • A ideia é mover todos os arquivos e subdiretórios do diretório /var/bo para /etc/backup/bo. Logo,

    temos que utilizar o comando mv, que é responsável por mover um arquivo da origem para o

    destino; o parâmetro -R, que determina que o comando deve ser aplicado ao diretório e a todo o

    seu conteúdo; o parâmetro -f, que determina que eventual substituição do arquivo de destino deve

    ocorrer sem questionamentos de confirmação.

    Em seguida, basta colocar o diretório de origem e o diretório de destino separado por espaço e, não,

    por “>” – lembrando que esse símbolo conecta a saída de um comando a entrada do outro, o que

    não faz nenhum sentido no contexto do comando da questão. Logo, o comando correto para

    executar a tarefa seria: mv -Rf /var/bo /etc/backup/bo.

    Fonte: Estratégia Concursos.

  • Só precisei saber que -Rf / apaga tudo. Deu certo kkkkkk

  • sarapatel de comandos, questão errada!
  • Acertei graças ao Rf

    Simbora #PCPR2021!!!

  • Pedro tá é louco

  • Só sei que nada sei

  • RF Apaga tudo

  • ASSERTIVA INCORRETA!

    Complementando;

    Pegadinha típica da Cespe!

    No Linux, o sinal ">" é usado quando se quer escrever dentro de um arquivo como resultado de uma operação que se deseja executar, sem de fato executar essa operação.

  • ARRADO.

    Após verificar que o diretório /var/bo no Linux está sem espaço para novos arquivos, Pedro resolveu mover todos os arquivos e subdiretórios existentes nesse diretório para o diretório /etc/backup/bo localizado em outro disco, também no ambiente Linux. Nessa situação, a partir do diretório raiz do sistema operacional, o comando correto que Pedro deve usar para executar essa tarefa é mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo.

    RM-RF : APAGA TUDO DO DIRETORIO SEM PERGUNTAR NADA

  • O comando MV serve para 'mover/renomear arquivos e diretórios"

  • O comando sugerido na questão tem o operador > que é um direcionador de saída. Ou seja, as mensagens do comando serão direcionadas para um arquivo. Logo, a questão está errada.

    Autor: Fernando Nishimura,

  • O erro está no > que vai direcionar para saída

  • mv -Rf /var/bo > /etc/backup/bo. (ERRADO)

    Fonte:projeto_1902

    #O Linux é Case-sensitive.

    mv:

    • MOVER ARQUIVOS

     mv (+) nome do arquivo (+) diretório de destino.

    Ex.: mv file.txt /home/username/Documents

    • RENOMEAR ARQUIVOS.

    Ex.: mv nomeantigo.ext nomenovo.ext. 

    rm:

    usado para apagar um diretório e todos os conteúdos que estiverem lá dentro.

    • rm -r --> exclui a pasta de forma recursiva, mesmo a pasta vazia.
    • rm -f --> remove sem perguntar.
    • rm -rf/ --> Força eliminação de tudo no diretório raiz.
    • rm -rf* --> Força eliminação de tudo no atual diretório / trabalho.
    • rm -rf --> Força supressão do atual diretórios e subdiretórios.

    • Para redirecionar um resultado de uma saída para outra saída utilizamos o sinal de maior (>) ou (>>).
    • O sinal > simplesmente regrava o arquivo de saída;
    • Já o sinal >> adiciona a saída no final do arquivo, sem apagar o conteúdo.
  • Letra maiúscula ''R''


ID
2798560
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Sistemas Operacionais
Assuntos

Em cada item a seguir, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada, a respeito de sistemas operacionais, intranet e Internet.

Depois de fazer login em uma estação de trabalho com Windows 10, o usuário de nome delegado verificou que estava sem acesso de escrita na pasta c:\temp\bo. Uma das possíveis causas seria o fato de o referido usuário não ser o dono da pasta e(ou) não ter acesso específico a ela. Nessa situação, o administrador da máquina pode eliminar essa restrição por meio do comando chown +w delegado c:\temp\bo, executado no power shell do sistema operacional, que aceita tanto comandos DOS quanto alguns comandos Linux.

Alternativas
Comentários
  • Misturou conceitos do linux, windows e DOS. Por isso, marquei errada. 

    Chmod é comando do linux e não do windows.

    https://www.vivaolinux.com.br/dica/Chmod-+-dicas

     

  • Chown é um dos comandos básicos do Linux. Ele permite alterar o proprietário do arquivo.

  • "..power shell do sistema operacional, que aceita tanto comandos DOS quanto alguns comandos Linux", essa parte está correta, segue os comandos do linux que são iguais ao do Windows: grep, wc e history.


    O que torna a questão errada é que o comando chwon ser exclusivo do Linux.


    Para alterar permissões no Windows utilizamos o comando: cacls nome_do_arquivo ou nome_da_pasta


    https://social.technet.microsoft.com/wiki/contents/articles/3420.alterar-permissoes-por-linha-de-comando-pt-br.aspx

  • chown altera a propriedade; chmod altera permissão.. 

  • O examinador forçou a barra :D Misturar comandos linux com windows :)

    Uma das poucas formas de "fazer" algo parecido é com uso do Cygwin :D

     

  • GABARITO: ERRADO

     

    Questão maldosa. Resta saber que o comando Chown funciona apenas no LINUX e não no WINDOWS.

     

    Alô você ! (Pode marcar Útil se curtiu =)

  • Vamos às considerações:

    1) Alguns comandos do Microsoft Windows são idênticos ao Linux (cd, tree, dir, shutdown...), mas os parâmetros e argumentos dos comandos podem variar de sistema para sistema (-v, -a, -c, -l, -n, -r...);

    2) O Windows PowerShell permite executar alguns comandos (clear, ls, man...) existentes no Linux e que, até então, não eram reconhecidos pelo Windows através do antigo Prompt de Comando;

    3) A maioria dos comandos do Linux não são iguais aos comandos existentes no Windows;

    4) chown não existe no Windows. No Linux é o comando que permite mudar o dono ou grupo de um arquivo ou diretório (também podemos usar o comando chgrp para alterar o grupo):

    Alguns exemplos:

    Ex.: # chown -R <usuário> <diretório> permitirá definir o dono de um diretório.

    Ex.: # chown <usuário> <arquivo> permitirá definir o dono de um arquivo.

    Ex.: # chown <grupoantigo:novogrupo> <diretório>

    5) chmod não existe no Windows. No Linux, é o comando que permite mudar as "permissões" de um arquivo ou diretório:

    Alguns exemplos:

    Ex.: # chmod u+w <arquivo> irá permitir que o dono do arquivo possa alterá-lo.

    Ex.: # chmod g-wx <arquivo> irá negar alteração e execução do arquivo por parte do grupo.

    Ex.: # chmod 000 <diretório> irá definir que nenhum usuário poderá ler, alterar ou executar (abrir) o diretório.

    Erro da questão:

    chown não é reconhecido pelo PowerShell, e o argumento +w está relacionado ao comando chmod;

    Espero ter ajudado!

    ;)

  • chmod não existe no Windows. No Linux, é o comando que permite mudar as "permissões" de um arquivo ou diretório:

  • A sintaxe mais comum de chown é chown [opções] dono lista-de-arquivos.

    Não faz sentido usar +w em chown, porque chown apenas muda o dono de uma lista de arquivos. Para alterar permissões de arquivos e pastas, o comando apropriado é o chmod. Além disso, o comando chown é exclusivo do Linux. Para alterar permissões no Windows utilizamos o comando: cacls nome_do_arquivo ou nome_da_pasta 

    Item errado.

  • Comparação entre S.Os. Erro a vista.

  • Chown/chmod = linux

  • Basta ver na última frase que é diz que aceita tanto comandos DOS quanto alguns comandos Linux. Isso tá errado! É de se desconfiar muito quando ele coloca algum comando do Linux que serve para o Windows e vice-versa.

  • Não confundir ; chmod x chown

    ---> Linux ; chown

    Windows; attrib é usado para mostrar os atributos dos arquivos e diretórios, e permite alterá-los. Nota: sua função é análoga ao comando chmod do Unix e chattr do Linux.

    chmod: Mudar a proteção de um arquivo ou diretório, como por exemplo chmod 777, parecido

    com o attrib do MS-DOS

    → chown: Mudar o dono ou grupo de um arquivo ou diretório, vem de change owner

    fonte : Alfacon e Wikipédia

  • Como se chama o Interpretador de comandos:

    Windows = CMD.exe

    Linux = SHELL

    Já mata essa questão

  • O melhor da questão está em cima do enunciado, quando cita que é "conhecimentos básicos".

  • O comando chown do Linux permite alterar o proprietário ou grupo do arquivo ou diretório, alterando o dono do arquivo ou grupo. No Windows não há tal comando, mas há o comando CACLS, que permite editar as permissões neste sistema operacional.

     

    Assim sendo, O ITEM ESTÁ ERRADO.

    TECCONCURSOS

  • Se o usuário estava trabalhando com o Windows 10, não há como se usar esse comando Chown, visto ser um comando do Linux e não do Windows.

  • Apesar dos comentários a respeito da questão, trago um ponto de interrogação. Será que essa questão de 2018 continua atual?

    https://www.linuxbuzz.com.br/2019/09/comandos-do-linux-ja-podem-ser-integrados-ao-windows-powershell.html#:~:text=

  • O usuário está no W10, portanto não é possível utilizar o comando chown +w delegado c:\temp\bo.

  • Que viagem kkkk

ID
2798563
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Em cada item a seguir, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada, a respeito de sistemas operacionais, intranet e Internet.


Em determinado computador, no histórico de navegação de um usuário do Google Chrome, observou-se que havia, na lista de endereços acessados, mais sítios com endereços iniciados com https:// do que com http://. Nessa situação, com base somente nessa informação, conclui-se que esse usuário acessa mais sítios de intranet do que de Internet, uma vez que uma das prerrogativas da intranet é o caráter limitado ao seu acesso.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO.

    Não se pode inferir que somente pelo fato de ter acessado mais sites https corresponda a sites de intranet, visto que há diversos sites da internet que utilizam o protocolo seguro. 

  • O protocolo de transferência de hipertexto (HTTP – HyperText Transfer Protocol) é o protocolo padrão para a Web. Através dele, os navegadores requisitam as páginas da Web e as recebem. Dessa forma, o HTTP define, entre outras formalidades, como são requisitadas as páginas da Web, como são enviados os dados que o usuário insere em formulários e como o servidor envia mensagens de erro para o navegador do usuário. No entanto, como o HTTP é um protocolo baseado em texto, ou seja, toda a informação transmitida está em texto, os dados do usuário e do servidor podem ser interceptados ou alterados no meio do caminho.

     

    Com o uso do HTTPS, que é o HTTP seguro, adiciona-se alguns princípios de segurança, como confidencialidade, integridade e autenticação. Por confidencialidade, entende-se que a mensagem só é lida pelo destinatário real da mensagem. A integridade representa que a mensagem não foi alterada e o princípio da autenticação prova que o servidor é realmente quem diz ser. 

     

     HTTPS é um HTTP com o SSL (Secure Sockets Layer) ou, seu sucessor, o TLS (Transport Layer Security). TLS ou SSL são camadas de segurança que fornecem confidencialidade e integridade. No entanto, a autenticação dos sites da Web é feita pelos certificados e pela infraestrutura de chaves públicas da Internet.  A base do TLS/SSL e dos certificados da Internet é a criptografia.

     

    fonte: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/07/qual-a-diferenca-entre-http-e-https.html

  • ERRADA! A questão faz relção HTTPS (Hyper Text Transfer Protocol Secure - protocolo de transferência de hipertexto seguro) e HTTP(HyperText Transfer Protocol), essa relação é mais pra questão de informação da segurança do ste, sendo que você pode ter tanto sates com HTTP como HTTPS.

  •  HTTP -   protocolo de navegação 

     

    HTTP'S -  protocolo de navegaçao com cripritografia (Segurança)

  • GABARITO ERRADO

     

     

    HTTP - Hiper Text Transfer Protocol - protocolo para transferência de hipertexto.

    Não tem segurança. Os dados podem ser espionados por fraudadores.

     

     

    HTTPS -  Hiper Text Transfer Protocol Secure - protocolo seguro para transferência de hipertexto. 

    Mais utilizado por sites de bancos e instituições financeiras em geral, o HTTPS insere uma camada de proteção na transmissão de dados entre seu computador e o servidor. A transmissão dos dados é criptografada pelos protocolos (SSL/TLS) aumentando significativamente a segurança dos dados. 

     

     

    Bons estudos

  • Com esses informação só se saber que estava usando mais o protocolo HTTPS do que o HTTP. 
    Não se pode nem falar de que é mais ou menos seguro. 
    Pode-se inferir também que estava navegando com maior sigilo no HTTPS, já que tanto os certificados autoassinados como os "comprados" garantem o Sigilo. Porém só os comprados garantem a autenticidade. (Quando falo comprados, é que vc compra o certificado de uma entidade certificadora registrada e bla bla bla...)
    Pode-se inferir também que estavam acessando mais sites pela porta 443 do que pela 80... 

  • Paixão, você não sabe de nada inocente, essa questão veio pra compensar a maldade do examinador justamente na prova de informática. kkkkkkkkkkk

  • Inferência textual x informática- já eram noções! 

  • As siglas que terminam com a letra S indicam protocolos com transferência segura, como HTTPS, SMTPS, entre outros.

     

    Mas as siglas que começam com a letra S não indicam protocolos seguros, como SMTP, SNMP, entre outros.

  • Acessa mais sítios seguros.

    ERRADA

  • Nada a ver com intranet ou extranet! o que acontece e que o usuário está acessando em sites menos seguros do que em sites seguros, visto que https tem criptografia e http não tem!

  • Http - não segura

    Https - segura

  • Gab. E

     

    Tanto a internet quanto a intranet utilizam os mesmos protocolos. Não há, portanto, como diferenciar, tendo em vista tão somente os protocolos em questão, qual o tipo de rede o usuário acessou.

  • ERRADO. Não dá pra tirar a conclusão afirmada pela questão somente com as informações apresentadas.

    HTTP -> protocolo não seguro; 
    HTTP + SSL/TLS (protocolos de criptografia) = HTTPS (protocolo criptografado/seguro).

     

    Não desista do seu sonho!

  • http - Insegura

    https - Segura (Criptografado)

  • Essa questão estar errada pelo o fato que para utilizar a intranet o usario precisa usar a internet( rede publica) então não pode ser relata que o uso mais uma do que a outra 

  • O cerne da questão está no protocolo seguro e não seguro, a banca trouxe internet e intranet para confundir os desavisados.

  • Melhor comentário é do Gorlami

    Simples e objetivo.

  • Quando ele diz:


    conclui-se que esse usuário acessa mais sítios de intranet do que de Internet. O HTTPS significa que ele acessou sites com segurança.



    ERRADO



  • essa questão tem nada haver uma coisa com a outra. Deus seja louvado.

  • Nesta questão, ele acessou SITES CRIPTOGRAFADOS ou seja, seguro.

  • Não necessariamente. Assertiva incorreta.

  • Errado.


    Antes de cada endereço web, os navegadores exibem o protocolo de transferência daquele conteúdo. Pode ser o HTTP ou o HTTPS que é criptografado, tornando a navegação mais segura.


    MÉTODO NISHIMURA:

    8) Estas palavras indicam uma questão errada: automaticamente, deve. deve-se, só, somente, não permite, não sendo possível, sempre, é necessário, necessariamente.

  • MÉTODO NISHIMURA sempre certo. 

     

    OBS: É verdade este bilhete!

  • ERRADO


    Nada a ver, Quer dizer somente que ele acessa sites mais seguros com criptografia e menos sites menos seguros sem criptografia.

  • Já na prova de Agente... 

  • MÉTODO NISHIMURA:


    8) Estas palavras indicam uma questão errada: automaticamente, deve. deve-se, só, somente, não permite, não sendo possível, sempre, é necessário, necessariamente.



  • Acertei a questão com o seguinte raciocínio: Se a intranet tem seus acesso mais limitados, requer menos segurança, logo não querer tanta criptografia. Já a internet, por não ser limitada, requer mais a segurança criptográfica.

  • QUEEEEEEEEEEEEEEE NASHIMURA O QUE...AFF VÃO ESTUDAR POW!

  • Estamos no Brasil vai no MÉTODO NISHIMURA para banca cespe que você vai bem é menos uma candidato para se preocupar

  • Muita diferença entre a prova de agente para essa de perito. Bem mais acessível essa, pra real pretensão do cargo.

  • o que é toba tem a ver com as calças?

  • HTTP e HTTPS são protocolos que nada tem haver com o que a questao pede! A CESPE VEM FAZENDO MUITO ISSO! (Colocam um textinho e perguntam algo que nada tem haver com oque foi dito no texto). Atenção guerreiro !

    RESPOSTA ERRADA! (Em questão de protocolo a intranet não tem nenhuma limitação ).

  • Utilize o MÉTODO: "SENTE E ESTUDE". Sucesso GARANTIDO ! HTTPS relacionado à SEGURANÇA, ou seja, criptografado.

  • HTTP .... NÃO SEGURO

    HTTPS ... SEGURO

  • Que porra de método Nishimura é esse?
  • GABARITO: ERRADO

    Protocolo HTTP: protocolo de transferência de hipertexto. Este protocolo é o conjunto de regras que permite a transferência de informações na web, responsável pelo acesso as páginas da www, via navegador. porta (80)

    protocolo HTTPS: protocolo de transferência de texto seguro, é uma implementação do protocolo HTTP, sobre uma camada SSL ou do TSL, essa camada adicional permite que os dados sejam transmitidos através de uma conexão criptografada e que se verifique a autenticidade do servidor e do cliente através de certificados digitais. Porta (443)

    RogerVoga

  • O erro está "com base somente nessa informação", pois o usuário poderia acessar só sites de banco, por exemplo. O erro não está no https, como alguns dizem, acesso à intranet tbm usa https.
  • Gabarito: errado

    --

    CONCLUI-SE QUE O USUÁRIO ACESSA SÍTIOS ( SITES ) MAIS SEGUROS.

    https = SEGURO;

    http = INSEGURO.

  • Gabarito''Errado''.

    HTTP ==> protocolo não seguro; 

    HTTP SSL/TLS (protocolos de criptografia) = HTTPS (protocolo criptografado/seguro).

    Estudar é o caminho para o sucesso.

     

  • Em 18/07/2019, às 12:41:12, você respondeu a opção E.Certa!

    Em 17/11/2018, às 20:05:45, você respondeu a opção C. Errada!

     

    Engraçado que no mês 11 essa questão para mim parecia tão complicada e hoje me perguntei como errei.

    Isso só mostra que nunca devemos desistir mesmo que pareça difícil, uma hora tudo parecerá mais claro

  • Que viagem...

  • Dayane, isso também acontece comigo. Sucesso sempre, linda <3

  • Me pergunto pq nao caiu umas questões assim na prova de agente!

  • Se eu fizesse a prova da prf iria deixar as da nasa sem marcar e essas fáceis responder.
  • A prova de informática de agente foi mais difícil que dos demais cargos.

     

  • Tanto a intranet quanto a internet suportam os mesmos protocolos. O fato de se acessar endereços com HTTPS indica apenas que os sites acessados utilizam criptografia na comunicação entre o servidor web e o navegador web do usuário.

    Gabarito: ERRADO. 

  • Tanto a intranet quanto a internet suportam os mesmos protocolos. O fato de se acessar endereços com HTTPS indica apenas que os sites acessados utilizam criptografia na comunicação entre o servidor web e o navegador web do usuário.
  • DICAS DE INFORMÁTICA (Fernando Nishimura)

    1) Quando a questão explica sobre determinado assunto, geralmente, a assertiva é verdadeira; 

    2) Quando a questão impõe algo, geralmente, a assertiva é falsa; 

    3) Quando a questão compara duas tecnologias, geralmente, a assertiva é falsa; 

    4) Quando a questão "fala mal" "menospreza" determinada tecnologia, geralmente a assertiva é falsa; 

    5) Quando a questão enumera itens, se todos os itens pertencem ao mesmo grupo/programa, a assertiva é verdadeira; 

    6) Se um dos itens, geralmente o último, não faz parte do grupo/programa, a assertiva é falsa; 

    7) Estas palavras indicam uma questão certa: pode(m), permite(m), é possível, pode ser... 

    8) Estas palavras indicam uma questão errada: automaticamente, deve, deve-se, só, somente, exclusivamente, não permite, não sendo possível, sempre, é necessário, necessariamente.

    Essas dicas me ajudaram bastante, espero que ajudem a vcs tbm!

    Abraços e até a posse!!

  • O protocolo HTTPS não é exclusivo da intranet.

    GAB: E.

  • Minha contribuição.

    Protocolos ~> Um protocolo é um conjunto de regras, padrões, que permitem comunicação entre máquinas de uma rede.

    HTTP ~> Protocolo da camada de aplicação, o HTTP é utilizado em programas de navegação (browsers) para acessar páginas web.

    HTTPS ~> Protocolo da camada de aplicação, o HTTPS tem a mesma finalidade do HTTP. Porém, ele realiza transferência de forma segura e criptografada, oferecendo autenticação e integridade às páginas de um servidor web.

    Obs.: Há outros tipos de protocolos.

    Fonte: Estratégia

    Abraço!!!

  • NUNCA ESQUECER: INTERNET e INTRANET possuem os MESMOS PROTOCOLOS.

    Logo, HTTP e HTTPS podem ser utilizados em qualquer uma das duas.

  • Os dois protocolos HTTP e HTTPS podem ser utilizados em qualquer uma das duas.

    Lembrar do fator segurança no HTTPS é uma versão idêntica do protocolo HTTP sobre uma camada SSL. Essa camada adicional permite que os dados sejam transmitidos através de uma conexão criptografada e que se verifique a autenticidade do servidor e do cliente através de certificados digitais

  • SEM FIRULAS. SITES HTTPs, O "s" É DE SEGURO, OU SEJA, SITES SEGUROS. FOI ISSO QUE O CAMARADA FEZ: acessou mais sites seguros do que não seguros. FIM. ERRADA A QUESTÃO.

  • As intranets possuem as características e fundamentos semelhantes aos da Internet e baseiam-se no mesmo conjunto de protocolos utilizados na Internet. (CESPE)

    - Os protocolos HTTP e HTTPS podem ser usados tanto na Internet quanto na Intranet.

    - A principal diferença entre um protocolo HTTP e o HTTPS está justamente na comunicação criptografada do protocolo HTTPS, que ajuda a evitar possíveis tentativas de roubo de informações durante a transmissão dos dados entre o computador do usuário e os servidores dos sites.

  • GABARITO ERRADO

    Não existe isso de a Internet utilizar HTTP e a intranet utilizar HTTPS.

    HTTP e HTTPS são protocolos utilizados tanto na Internet quanto na intranet uma vez que ambas utilizam os mesmos protocolos e tecnologias em seu funcionamento.

    Boa aprovação!

  • É SÓ eu que não gosto do comentário desse professor Flávio Lima??

  • Pura interpretação para acertar a questão,mesmo assim errei.

    GAB:ERRADO.

  • Questão errada , porém requer atenção!!
  • GABARITO ERRADO

    Não existe isso de a Internet utilizar HTTP e a intranet utilizar HTTPS.

    HTTP e HTTPS são protocolos utilizados tanto na Internet quanto na intranet uma vez que ambas utilizam os mesmos protocolos e tecnologias em seu funcionamento.

    Complementando

    A diferença está na segurança, HTTPS,possuem maior segurança que os HTTP

  • Indica que o usuário pode ter acessado sites por meio da porta 443/8443.

    Indica que a conexão com o site é criptografada.

    Indica que há a junção do protocolo de transferência de hipertexto com o protocolo TLS/SSL.

    pode indicar uma porrada de coisas, mas não indica que o usuário acessou sítios da intra/extranet.

    Gabarito errado.

  • Não é só porque ele utiliza a "INTERNET" que não sera HTTPS, por exemplo agora utilizando o site do QC.

    HTTPS = S de segurança.

  • HTTP e HTTPS são protocolos utilizados tanto na Internet quanto na intranet uma vez que ambas utilizam os mesmos protocolos e tecnologias em seu funcionamento.

  • ERRADO

  • http: Menos seguro https: Mais seguro
  • Não há como saber precisamente, esse é o x da questão.

  • Esse inferimento poderia ser correto se fosse na prova da FGV

  • intranet e internet usam os mesmos protocolos, portanto por ter a letra s logo sabemos que é site seguro!
  • Na verdade, ele acessa mais sites seguros (https) do que não seguros (http).

  • A intranet não tem caráter limitado ao acesso, mas sim restringido.

  • Essa questão ai num tem nada a ver o batman com o hulk. ERRADA

  • Melhor Resolução:

    Não tem como saber com base nisso, pois nada impede da Intranet utilizar do protocolo https:// ou http://. Ela utiliza ambos.

    Gabarito: ERRADA

    Fonte: Instagram: treinar_questoes

    Siga a melhor página de resolução de questões:

    Instagram: @treinar_questoes // Facebook: facebook.com/treinar.questoes

    Temos pdf`s comentados da melhor maneira para a sua compreensão! Mande-nos um direct pelo Instagram para juntar-se à equipe de estudantes!

    Nunca desistam, Guerreiros!

  • O examinador tentou confundir:

    Como HTTPS tem transmissão de dados criptografados tentou associar à intranet, que é uma rede privada.

    GABARITO: ERRADO

    NÃO DESISTA DOS SEUS SONHOS!

  • A primeira coisa que me veio à mente é que ele acessa mais sites SEGUROS (httpS) do que sites não seguros (http).

    Run Boy Run

  • Se você pensar muito você acaba errando, pois vai raciocinar que pelo fato de Intranet ser uma rede privada explicaria o fato de ele ter acessado em maior quantidade redes HTTPs (por ser mais segura).

  • Protocolo HTTP/HTTPS:

    HTTP:

    Padrão - TCP/80

    Exceção - TCP/8080

    HTTPS

    Padrão - TCP/443

    Exceção - TCP/8443

    Obs¹.: A diferença primordial entre os protocolos HTTP e HTTPS diz respeito à adição, neste, de uma camada adicional de segurança subsidiada pelo protocolo criptográfico SSL/TLS.

    " Nessa situação, com base somente nessa informação " - Frase que evidencia possível voadeira de dois pés no peito do candidato.

    Gabarito errado.

  • Protocolos - Navegadores

    Em determinado computador, no histórico de navegação de um usuário do Google Chrome, observou-se que havia, na lista de endereços acessados, mais sítios com endereços iniciados com https:// do que com http://. Nessa situação, com base somente nessa informação, conclui-se que esse usuário acessa mais sítios de intranet do que de Internet, uma vez que uma das prerrogativas da intranet é o caráter limitado ao seu acesso.

    ERRADO

    Quer dizer que acessa mais sítios com protocolos de SEGURANÇA que sítios menos seguros. HTTPS é mais seguro comparado com o HTTP, sendo os dois protocolos que envolvem a navegação.

    "A disciplina é a maior tutora que o sonhador pode ter, pois transforma o sonho em realidade." 

  • Errada

    Tanto a Internet quanto a Intranet utiliza os mesmo protocolos, com base somente nessa informação não é possível inferir.

    HTTP: protocolo não seguro.

    HTTP + SSL/TLS ( Protocolos com criptografia) = HTTPS: protocolo seguro.

  • Reescritura:

    Conclui-se que esse usuário acessa mais sítios com uma camada de proteção na transmissão de dados, criptografada pelos protocolos (SSL/TLS).

  • QUESTÃO DE EXTRAPOLAÇÃO

  • QUE VENHAM MAIS QUESTÕES ASSIM ^^

  • Vamos pela lógica, http é apenas um PROTOCOLO, ao passo que intranet é um modelo de REDE de computação local. Como é possível inferir que a partir desses conceitos o fulano de tal navegou mais por meio da intranet do que pela internet? Não dá, né.

    Abraço e bons estudos.

  • Reforçando, pra saber se um ip é referente a uma intranet

    REGRA: endereço IP com início 0 a 255 PÚBLICO - Internet Pública

    EXCEÇÃO: endereço IP com início 10172 e 192 PRIVADO - Intranet (= Internet Privada).

  • REGRA: endereço IP com início 0 a 255 PÚBLICO - Internet Pública

    EXCEÇÃO: endereço IP com início 10172 e 192 PRIVADO - Intranet (= Internet Privada).

  • Questão Errada.

    Pois apenas demonstra que o usuário teve acesso a mais pagina de Segurança - HTTPS que paginas inseguras HTTP.

  • REGRA: endereço IP com início 0 a 255 PÚBLICO - Internet Pública

    EXCEÇÃO: endereço IP com início 10172 e 192 PRIVADO - Intranet (= Internet Privada).

  • SÓ SE PODE INFERIR QUE ELE ENTROU MAIS NO G1 DO QUE NO XVIDEOS,NÃO TEM NADA HAVER COM RELAÇÃO AS DIFERENÇAS DE INTRANET E INTERNET KKKK

  • A lógica da questão é que, "com base SOMENTE nessa informação", NÃO é possível concluir nada que diz respeito à internet e intranet. Por isso, gabarito E.

  • A única coisa que podemos saber é que ele acessou mais páginas com https que é o protocolo http + protocolo SSL que diz respeito a segurança. ambos, internet e intranet podem utilizar os mesmos protocolos.

    O que diferencia se uma página é privada (intranet) ou pública (internet) é o início da faixa de IP.

  • Oi Deus, sou eu de novo... pf coloca uma dessa na minha prova

  • Na verdade, a Intranet utiliza menos HTTPS que HTTP.

  • HTTP:// e HTTPS:// são acessados tanto na Internet quanto em uma Intranet.

    Esses protocolos não diferenciam em qual rede o usuário navega, mas sim se o sítio é seguro ou não.

    Conclui-se dessa afirmativa, que o usuário acessa mais sítios com segurança (HTTPS://) do que sítios menos seguros (HTTP://).

    Abraços do Vila!

  • ERRADO

  • wwwS = Página segura.

    httpS = Site seguro.

    Basicamente, é em referência à segurança.

  • HTTP e HTTPS podem ser acessados tanto na Internet como na Intranet. O que os difere é a segurança. HTTPS é mais seguro do que HTTP.

  • Direto ao ponto!

    erro = vermelho

    correto = azul

    Em determinado computador, no histórico de navegação de um usuário do Google Chrome, observou-se que havia, na lista de endereços acessados, mais sítios com endereços iniciados com https:// do que com http://. Nessa situação, com base somente nessa informação, conclui-se que esse usuário acessa mais sítios de intranet do que de Internet, uma vez que uma das prerrogativas da intranet é o caráter limitado ao seu acesso (NÃO TEM COMO CONCLUIR NADA, nessa situação).

    Prof. Rani - Projeto 70 pts.

    GABARITO: ERRADO

  • Significa que ele acessa mais sites seguros do que inseguros,

  • Errado!

    Lembrem-se:

    O "s" ao final do termos, normalmente, significa CRIPTOGRAFIA (+ segurança)!

  • ◙ O histórico de um navegador informa quais páginas foram visitadas recentemente;

    Protocolo HTTPS: corresponde à utilização conjunta dos protocolos HTTP e SSL, que, por sua vez, as informações que trafegam são criptografadas, o que aumenta a segurança dos dados;

    • Seja na Internet ou Intranet: ambos podem utilizar-se dos protocolos HTTP e HTTPS;

    • Fato é, o acesso à uma intranet é restrito a seus membros, mas o fato do histórico indicar que foram visitados mais sites através do protocolo HTTPS do qu com o HTTP, por si só, não é indicativo de que o usuário acesse mais sites da intranet do que da Internet;

    • ou seja, apenas com a informação do protocolo utilizado, não dá para saber se o usuário visita mais sites da Internet ou da intranet, ou vice-versa, visto que ambas as redes permitem o uso de ambos os protocolos para acessar recursos;

    ► É possível, talvez, avaliar qual das redes é mais acessada avaliando o restante dos endereços das páginas constantes no histórico;

    ◙ Sites com S no final do HTTPS: indica que o site possui uma criptografia e também possui alto grau de segurança;

    • Toda vez que fizer alguma compra online, antes de utilizar o cartão, verifique o site se possui criptografia HTTPS, se não possuir, não digite os dados do cartão!

    ◙ HTTP (não possui protocolo de segurança "S";

    SSH (Secure Socket Shell):

    • HTTPS: possui protocolo de segurança;

    • é usado para fazer login remoto em outro computador (por exemplo, servidor web) e criar uma conexão segura para emitir comandos (via túnel SSH);

    SSL (Secure Socket Layer):

    • é o que adiciona o "cadeado verde" nos navegadores da web e é também o que você usa se quiser aceitar com segurança informações de cartão de crédito (ou outros dados sensíveis) em seu site;

    • O SSL é usado para criptografar dados em trânsito entre dois locais, como seu navegador da web e o servidor de um site que você está visitando;

    ◙ Exemplos:

    → Só podemos inferir que ele entrou mais no G1 do que no XVídeos rsrsrs, não tem nada a ver com relação às diferenças de intranet e internet;

    ===

    Maurício Bueno, TEC; Comentários, TEC; Comentários, QC;

  • MINHA VEZ DE FALAR...

    UMA COISA É UMA COISA, OUTRA COISA É OUTRA COISA !!!

  • ► Em determinado computador, no histórico de navegação de um usuário do Google Chrome, observou-se que havia, na lista de endereços acessados, mais sítios com endereços iniciados com https:// do que com http://.

    ► Nessa situação, com base somente nessa informação, conclui-se que esse usuário acessa mais sítios de intranet do que de Internet, uma vez que uma das prerrogativas da intranet é o caráter limitado ao seu acesso.

    FALSO. Tanto a intranet quanto a internet suportam os mesmos protocolos;

    • O fato de se acessar endereços com HTTPS indica apenas que os sites acessados utilizam criptografia na comunicação entre o servidor web e o navegador web do usuário;

    ===

    Victor Dalton, DIRECAO;

  • HTTP: navegação. HTTPs: Navegação segura e com criptografia.

    O fato de acessar mais sites seguros não quer dizer que utiliza mais sites da intranet, o cara pode acessar o site do banco todo dia por exemplo, que é um site seguro.
  • DA ATÉ MEDO DE RESPONDER UMA QUESTÃO DESSAS

  • GAB: ERRADO!

    A intranet corresponde a uma rede privada, ex: uma rede de internet para uma determinado setor do governo. Tendo em vista isto, os protocolos de seguranças dos sites (criptografia) independem de ser intra, inter ou extranet

  • gente. Esquecem essas questões. elas não vão cair mais assim. Anotem esse comentário.
  • "Nessa situação, com base somente nessa informação"

    meu pai amado.... u.u

  • HTTPS: Seguro

    HTTP: Não seguro

    GAB.: ERRADO

  • Caracteriza uma conexão segura ou não.

  • Em determinado computador, no histórico de navegação de um usuário do Google Chrome, observou-se que havia, na lista de endereços acessados, mais sítios com endereços iniciados com https:// do que com http://. Nessa situação, com base somente nessa informação, conclui-se que esse usuário acessa mais sítios de intranet do que de Internet, uma vez que uma das prerrogativas da intranet é o caráter limitado ao seu acesso.

    Não necessariamente, não podemos concluir o que a assertiva apresenta, pois, é possível utilizar ambos HTTPS e HTTP em sítios da intranet ou da internet.

  • Na verdade conclui-se que esse usuário acessa mais sites seguros do que não seguros.

  • Errada.. ele pode estar acessando a conta no banco por exemplo , que pede acesso seguro ... nao necessariamente uma intranet ...
  • É o site que oferece a segurança e não a internet

  • Comentários do prof. Diego do Estratégia (@professordiegocarvalho):

    Vamos analisar por partes: nós sabemos que HTTP/HTTPS são protocolos da camada de aplicação responsáveis pela transferência de páginas web, sendo que o primeiro não possui recursos de criptografia, mas o segundo, sim. No entanto, com base apenas nas informações contidas no enunciado da questão, não é possível concluir que o usuário acessa mais sítios da intranet do que da internet, uma vez que existe uma infinidade de sítios da internet que utilizam HTTPS (apesar de a intranet realmente ter um caráter limitado de acesso somente aos usuários autorizados).

    Gabarito: Errado 

  • Caso de amor do cespe essa analogia de https com intranet !

  • HTTPS ou HTTP é apenas o protocolo utilizado. Não há "ligação" deste protocolo com utilização e ou acesso de intranet.

  • Quando falamos de HTTPS, nos referimos a solicitação de forma criptografada.

  • Gabarito: Errado

    Principais Regras de INTERNET X INTRANET X EXTRANET:

    • Internet: Pública; Bilhões de computadores conectados; Basta você contratar uma operadora (modem ADSL) para ter acesso; Constituída de protocolos; Conexão WAN.
    • Intranet: Privada; Criada para um número restrito de computadores. A ideia é fornecer serviços para um público autorizado/alvo; Possui as mesmas características que a internet, inclusive os protocolos; Ela é independente quando comparada a internet, mas hoje sabemos que é muito dificil você não usar a extranet; Conexão LAN.
    • Extranet: Acesso externo da organização, isto é, através de um login/senha ou uma rede virtual privada (VPN), você consegue ter acesso a intranet estando na sua casa, sentando e relaxando.

    FICA A DICA PESSOAL: Estão precisando de planejamento para concursos? Aulas de RLM SEM ENROLAÇÃO? Entre em contato comigo e acessem tinyurl.com/DuarteRLM .Lá vocês encontraram materiais produzidos por mim para auxiliar nos seus estudos. Inclusive, acessem meu perfil e me sigam pois tem diversos cadernos de questões para outras matérias, como português e direito constitucional. Vamos em busca da nossa aprovação juntos !!

  • http e https são protocolos usados na internet e intranet.

  • INTRANET (DENTRO)

    • rede interna – Privada.
    • acesso somente a empregados de determinada empresa.
    • somente em ambiente de trabalho ou em computadores registrados na rede.
    • Mesmas características da internet.
    • Possível acessar intranet de qualquer computador ligados a internet.
    • TCP/IP
  • A relação de criptografia(https) nos sites em nada te a ver com sua forma, seja intranet, extranet ou internet...

  • Intranet e internet usam os mesmos protocolos!

    Contudo, não há como concluir que esse usuário acessa mais sítios de intranet do que de Internet!!!

  • A internet e a intranet usam os mesmos protocolos, então não vai ser a partir de um protocolo que vamos saber qual das duas redes é a mais usada.

ID
2798566
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Em cada item a seguir, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada, a respeito de sistemas operacionais, intranet e Internet.


Por meio do Google Chrome mais recente, André necessita acessar, a partir do seu dispositivo móvel, os dados armazenados na sua estação de trabalho, referentes à navegação que ele realizou também usando o Google Chrome mais recente. Nessa situação, André terá sucesso se efetuar login no Google Chrome com o mesmo usuário na estação de trabalho e no dispositivo móvel, o que lhe permite ter acesso às senhas, ao histórico e aos favoritos em todos os dispositivos configurados.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito CORRETO 

     

    Trata-se da sincronização de contas no Chrome. 

     

    Ao efetuar o login e ao sincronizar:

     

    Você pode ver e atualizar suas informações sincronizadas em todos os seus dispositivos, como favoritos, históricos, senhas e outras configurações.

     

    Você será conectado automaticamente ao Gmail, YouTube, Pesquisa e outros serviços do Google.

     

    Se você trocar de dispositivo (por exemplo, se tiver perdido seu smartphone ou comprado um laptop novo), poderá recuperar todas as suas informações.

     

    Você personalizará sua experiência em outros produtos do Google com a inclusão do seu histórico do Chrome na Atividade na Web e de apps.

     

    Observação: só ative a sincronização do Chrome nos dispositivos em que você confia. Se estiver usando um computador público, use o modo visitante.

     

     

    Fonte: Support Google

  • Bom dia, pessoal! Há um tempo me pediram para disponibilizar os prints que uso para estudar informática (word/excel/writer/calc/win7 e navegadores). Aí está o link. Espero que seja útil! Repassem livremente para outros amigos concurseiros.

     

    https://drive.google.com/open?id=1pwyK6HFDGcr09C6RPlAVSgqUnxTfOJce

  • GABARITO: CERTO

     

     

    Complementando:

    Dá para escolher quais informações são sincronizadas

     

    Quando você ativa a sincronização, todas as informações do seu perfil são salvas na sua Conta do Google.

    Se não quiser sincronizar tudo, você pode alterar as informações que serão salvas.

     

    1.Em um computador confiável, abra o Chrome.

    2.No canto superior direito, clique em Mais   Configurações.

    3.Na parte superior da página, em "Pessoas", clique em Sincronizar.

    4.Desative a opção Sincronizar tudo.

     

     

    https://support.google.com/chrome/answer/165139?co=GENIE.Platform%3DDesktop&hl=pt-BR

  • Melhor coisa que existe. 
    Vc acessou um site no celular, chegou em casa e quer continuar a ver, só ir no histórico (Ctrl H), guia de outros dispositivos, e procurar o site acessado lá :D

  • Errei porque achei que tudo estava certo, exceto "ter acesso a senha". =(

  • Gab. C

     

    Os dados de navegação bem como as senhas salvas no Google Chrome (no computador), quando o usuário faz o login com a sua conta, são sincronizados na nuvem e, dessa forma, podem ser acessados pelo Google Chrome (no celular) simplesmente fazendo também o login com a mesma conta.

  • Google sync (C)
  • para quem tem conta no gmail, é o mesmo usuário e senha.

  • O Google Chrome permite salvar uma mesma configuração que estará disponível em vários aparelhos, como computadores e smartphones. É uma forma de o navegador guardar suas principais preferências e você não ter a necessidade de criar novas seções de favoritos, possuir históricos de navegações separados, ou precisar digitar suas senhas nos serviços acessados pelo browser.

     

     

  • outra questão que ajuda a responder: 

    Ano: 2014 Banca: CESPE Órgão: CBM-CE Prova: Soldado do Corpo de Bombeiro

     

    As alterações realizadas por usuário no Google Chrome em um dispositivo serão sincronizadas com todos os outros dispositivos nos quais o usuário estiver conectado ao Google Chrome.

     

    Gab C

  • Pra mim a questão está errada pelo simples fato de que não adianta o usuário usar o mesmo login e senha. Se ele não tiver habilitado a opção de compartilhamento, não haverá sincronização. Eu por exemplo utilizo o mesmo login e senha, porém o meu fica desativado e com isso não compartilho as coisas em diferentes dispositivos / computadores.

  • Me diga uma coisa?!


    Quando que você consegue acesso à senha de sua própria conta sem ter que alterar a própria senha?!


    Essa questão, na minha opinião, está ERRADA pois por uma questão de segurança o usuário não tem acesso a sua própria senha.


    Alguém sabe me tirar essa dúvida?!

  • CERTO


    Sempre é bom em informática testar a informação que é passada nos materiais ou nas questões resolvidas.


    Utilizem o Chrome no smartphone e no computador. Caso tenha outras plataformas, utilize também.


    Faça login na sua conta Google em todos esses aparelhos e verá que poderá sincronizar informações entre as contas, como senhas em sites, históricos, favoritos etc.


  • para quem tem celulares/tablets android isso é o que mais acontece. Disse android, pois é mais fácil a sicronização google/gmail. iOS também é bem possível.

     

    GAB CERTO

    Thiago PF/PRF, não tem a ver ter acesso à senha e mudá-la. O que acontece que ela vem criptografada, só nas configurações do google chrome que consegue ter acesso e ver de fato qual é, mas a questão vem no sentido de você digitar um campo de login e senha e já ser preenchido com seus dados.. Pois foi feito já de outro dispositivo, e aí a sua conta google sicroniza tudo.

  • Certa.


    Questão.

    Nessa situação, André terá sucesso se efetuar login no Google Chrome com o mesmo usuário na estação de trabalho e no dispositivo móvel, o que lhe permite ter acesso às senhas, ao histórico e aos favoritos em todos os dispositivos configurados.


    MÉTODO NISHIMURA:       

    7) Estas palavras indicam uma questão certa: pode(m), permite(m), é possível, pode ser...

  • Gabarito CORRETO 


    Thiago PF/PRF


    cara vc não esta certo nem errado ... kkk me senti dilma kkkkk


    se ligue, o que foi dito, foi apenas em relação ao Google Chrome a estrutura dele foi criada com essa "facilidade", creio que vc usou uma visão geral ou ampla de segurança da informação e isso pode ter causado sua dúvida, informática não tem um regra e se vc souber um pouquinho a mais acaba errando, por isso é bom saber como CESPE pensa e seguir o que ela diz.


    Ainda sobre a questão, note que já houve um acesso antes na conta do google e tudo ja foi cadastrado, e-mail, senha, e outros dados, logo vc pode acessar sua conta mesmo ela estando "conectada" em outro dispositivo, um comparativo que podemos fazer é em relação ao Windows que não permite multiplos acesso, essa funcionalidade não é possível, exemplo: vc esta logado em uma estação de trabalho e quer acessar sua conta em outra estação e não consegue devido a politica de segurança, creio que essa cultura do windows acaba influenciando tb.

  • CORRETO


    Os dados de navegação bem como as senhas salvas no Google Chrome são sincronizados na nuvem e dessa forma em qualquer dispositivo pode-se encontrar históricos e outras coisas mais.

  • Ótima questão!!!

  • O tal do Nishimura n sai da mente da galera por aqui kkkkkk

  • Sincronização.

  • sincronização.

    No chrome, é chamado de google conta

    No mozilla, é chamado de firefox sync

    No IE, é chamado de Microsoft Live

  • Logo em seguida, eu efetuo login no navegador para que o meu novo navegador possa usar as informações de configuração salvas (senhas, favoritos, abas, histórico, etc).

    Ele realmente terá que efetuar login com o mesmo usuário e isso permitirá que ele tenha acesso às senhas, ao histórico, favoritos, etc.

     

    Gabarito: Correto

  • Certíssimo !! O Smart lock é o sicronizador do google!
  • GABARITO: CERTO

     

    Examente o que diz a questão. Pode testar que irá funcionar. Vamos em frente!

     

    Alô você ! (Pode marcar Útil se curtiu =)

  • É o chamado GOOGLE SMART LOCK

  • Gabarito: certo

    Fonte: Prof. Victor Dalton

    --

    Google Chrome: a sincronização, realizada por meio de uma conta do gmail, salva seu histórico, guias abertas, favoritos, senhas, etc., na nuvem, de modo que outros dispositivos possam manter-se em sincronia.

  • Minha contribuição.

    SmartLock => O SmartLock é um recurso que permite ao usuário fazer login com suas senhas salvas em diferentes dispositivos, sincronizando estas senhas com sua Conta do Google quando ele está conectado no Chrome ou em um dispositivo Android.

    Fonte: Estratégia

    Abraço!!!

  • GAb C

    O SmartLock é um recurso que facilita a proteção dos seus dispositivos e das suas contas. Ele ajuda a manter suas contas seguras para seus aplicativos e sites favoritos. O Smart Lock pode salvar senhas na sua Conta do Google e depois ajudar a usar suas senhas com segurança e conveniência nos sites que você usa no Chrome e nos aplicativos que você usa nos seus dispositivos móveis.

  • Ampliando a informação, o Mozila também pode ser sincronizado. Há uma ferramente nele chama Fire Fox Sync. (É necessário um email)

  • A questão ilustra o funcionamento do Google Smart Lock, que é a utilização da sua conta de email do Google para guardar na nuvem todas estas informações relativas à navegação web. Desse modo, ao fazer login em múltiplos dispositivos, tais dados serão compartilhados entre todos eles.

    Item correto.

  • Se cair assim na PC DF tá bom!

  • Lala C, são 120 questões numa prova Cespe, com essa sua afirmativa creio que nunca fez uma prova da CESPE!

  • Kkkkkkk não sei nenhuma senha de sites que acesso depois que entro, mas salvo e dá certo entrar kkkk isso acontece por causa da conta Google.

  • inversamente tbm, a fotos tiradas pelo dispositivo Android, além das recebidas pelas mídias sociais, ficam por padrao automaticamente salvas no Google fotos da conta logada. assim, logando pela mesma conta no computador, é possível acesso a estes arquivos. muitos casamentos acabaram graças ao Google
  • Errei por achar que o histórico ficaria apenas no pc acessado! Loucura

  • Uma porrada de questão que a gente diz que tá certa, mas nunca vejo essa função funcionar na prática.

  • Tenho pena de quem usa método Nishimura c a cespe. É erro de principiante.

    #boraestudar

  • A partir do momento que você faz uma conta no Chrome, terá acesso aos dados processados e salvos, por exemplo, o histórico de suas pesquisas.

    Visto que, trata-se de uma sincronização, podendo acessar em um celular ou no PC.

    GAB: C.

  • Por meio do Google Chrome mais recente, André necessita acessar, a partir do seu dispositivo móvel, os dados armazenados na sua estação de trabalho, referentes à navegação que ele realizou também usando o Google Chrome mais recente. Nessa situação, André terá sucesso se efetuar login no Google Chrome com o mesmo usuário na estação de trabalho e no dispositivo móvel, o que lhe permite ter acesso às senhas, ao histórico e aos favoritos em todos os dispositivos configurados. (CESPE)

    - Quando você ativa a sincronização, as mesmas informações são exibidas em todos os seus dispositivos: favoritos, histórico e guias abertas, senhas, informações de preenchimento automático e cartões de crédito, configurações e preferências. Se não quiser sincronizar tudo, você poderá alterar as informações que serão salvas.

  • SINCRONIZAÇÃO!

  • Outra questão parecida:

    Q954457. Julgue o item seguinte, a respeito da versão mais atual do programa de navegação Chrome e dos mecanismos de busca avançada no Google.

    No navegador Chrome, se a opção de sincronização estiver ativada, informações como favoritos, históricos e senhas serão salvas na conta do Google do usuário e poderão ser recuperadas, se necessário. (C)

  • Minha simples opinião pessoal:

    O material de informática do estratégia atrapalha mais do que ajuda. Sangue de Jesus tem poder. Deveriam ter vergonha de colocar um material desse no mercado. Parece até que o professor nunca fez questões de informática de concurso.

  • Associação feita pela conta do usuário. Sincronização que descobrir agora nos comentários.

  • OUTRA QUESTÃO QUE NOS AJUDA A RESPONDER :

    (MAPA – 2017) O recurso do Google Chrome que permite ao usuário fazer login com suas senhas salvas em diferentes dispositivos, sincronizando estas senhas com sua Conta do Google quando ele está conectado no Chrome ou em um dispositivo Android, é denominado:

    a) Smart Lock.

    b) Google Sync.

    c) Password Sync.

    d) Single Sign On.

    e) Universal authentication.

  • Trata-se da sincronização de contas no Chrome. 

     

    Ao efetuar o login e ao sincronizar:

     

    Você pode ver e atualizar suas informações sincronizadas em todos os seus dispositivos, como favoritos, históricos, senhas e outras configurações.

  • Isso sim é noções básicas :)

  • Questão semelhante tb do Cespe:

    No navegador Chrome, se a opção de sincronização estiver ativada, informações como favoritos, históricos e senhas serão salvas na conta do Google do usuário e poderão ser recuperadas, se necessário.

  • pensou em navegação anonima, pensou em xvideos.

  • GABARITO CORRETO

    SINCRONIZAÇÃO DE CONTAS ONDE VOCÊ TERÁ ACESSO A SUAS INFORMAÇÕES BÁSICAS DE QUALQUER DISPOSITIVO AO "LOGAR" COM SUA SENHA.

  • Não é necessário que a opção de sincronização esteja ativada?

  • Método Nishimura e blá blá blá, ah vai estudar vai

  • Isso se chama SincronizaÇÃO...

  • Assertiva C

    Por meio do Google Chrome mais recente, André necessita acessar, a partir do seu dispositivo móvel, os dados armazenados na sua estação de trabalho, referentes à navegação que ele realizou também usando o Google Chrome mais recente. Nessa situação, André terá sucesso se efetuar login no Google Chrome com o mesmo usuário na estação de trabalho e no dispositivo móvel, o que lhe permite ter acesso às senhas, ao histórico e aos favoritos em todos os dispositivos configurados.

  • Essa e mais uma daquelas QUESTOES para levantar a MORAL

    Pessoal o metodo do Tal Nishimura funciona,

    SO que o pessoal quer aplicar em TODAS AS QUESTOES

    AI NAO DA CERTO.

    NA DUVIDA ESTUDE!!!!

  • Só para adicionar!

    É o famoso Google Smart Lock que realiza isto :)

  • Recurso: Smart Lock.

    - É um recurso que facilita a proteção dos seus dispositivos e das suas contas permitindo uma navegação segura em aplicativos por meio da sincronização de senhas salvas. Ele salva senhas na sua conta do google e permite que você as utilize posteriormente com segurança e conveniência nos sites que você usa no chrome, no android e em alguns aplicativos de dispositivos móvel. O google também permite sincronizar outras configurações salvas, tais como senhas, favoritos, histórico, entre outros.

  • Uma fácil só pra o candidato nao zerar a prova...

  • No Firefox usa-se o SYNC

    O Firefox Sync, originalmente Mozilla Weave, é um recurso de sincronização de navegadores dos navegadores Firefox. Ele permite que os usuários sincronizem parcialmente os favoritos, histórico de navegação, preferências, senhas, formulários preenchidos, complementos e as últimas 25 guias abertas em vários computadores.

  • Por meio da Sincronização é valido acessar o navegador Por outros dispositivos Moveis e mesmo assim continuar com as Mesmas vantagens como por exemplo: acesso a senhas, logins, favoritos entre outros.

  • O Smart Lock é o recurso do Google Chrome que permite ao usuário fazer login com suas senhas salvas em diferentes dispositivos, sincronizando estas senhas com sua Conta do Google quando ele está conectado no Chrome ou em um dispositivo Android.

    Fonte: prova do MAPA - 2017

  • Estaria mais completa se afirmasse que o Chrome está na configuração padrão ou, mais especificamente, se o recurso de sincronização está ativado.

    Poderia, seguramente, ter o gabarito errado. Depende da vontade do examinador.

  • Sincronização.

  •  Quando efetua-se sincronização e entra no Google com seu e-mail e senha em uma nova máquina as informações como favoritos, históricos e senhas ficam à disposição do usuário

  • qualquer questão de informatica : a

    comentários: NAO PQ O METODO MISHITURA

  • LETRA C

  • SINCRONIZAÇÃO

    Fazendo as devidas configurações, é possível ver e atualizar informações como favoritos, senhas, histórico e outras configurações em diversos dispositivos. Tanto o Google Chrome, quanto o Firefox, Edge e o Opera disponibilizam essa sincronização.

    Entretanto, deve-se ter cuidado ao sincroniza-los, só deve ser sincronizado nos dispositivos que você confia, se estiver usando um dispositivo público, use o modo visitante.

    No Google Chrome, esse recurso é conhecido como Google Smart Lock, e ao fazer a sincronização, será conectado automaticamente ao Gmail, Youtube, Pesquisa e outros serviços Google.

    No Firefox, tal recurso chama-se Firefox Sync.

  • Pra questão estar correta, não deveria ter mencionado que a sincronização está ativa ?

  • GABARITO CERTO

    Trata-se da sincronização de contas no Chrome. 

     

    Ao efetuar o login e ao sincronizar:

     

    Você pode ver e atualizar suas informações sincronizadas em todos os seus dispositivos, como favoritos, históricos, senhas e outras configurações.

  • Fala galera, lembrem-se de que a REDAÇÃO REPROVA também. Se você está desesperado e pensando em contar com a sorte, então você precisa do PROJETO DESESPERADOS. Esse curso é completo com temas, esqueleto, redações prontas, resumos em áudio, tudo em um só lugar. Ele MUDOU O JOGO para mim: https://go.hotmart.com/W44743476R

  • Amo esse recurso.. uso a mesma conta Google em 6 aparelhos diferentes e todos eles ficam sincronizados

  • Eai concurseiro!? Está só fazendo questões e esquecendo de treinar REDAÇÃO!? Não adianta passar na objetiva e reprovar na redação, isso seria um trauma para o resto da sua vida. Por isso, deixo aqui minha indicação do Projeto Desesperados, ele mudou meu jogo. O curso é completo com temas, esqueleto, redações prontas, resumos em áudio, entre outras vantagens. Link: https://go.hotmart.com/A51646229K 
  • Por meio do Google Chrome mais recente, André necessita acessar, a partir do seu dispositivo móvel, os dados armazenados na sua estação de trabalho, referentes à navegação que ele realizou também usando o Google Chrome mais recente. Nessa situação, André terá sucesso se efetuar login no Google Chrome com o mesmo usuário na estação de trabalho e no dispositivo móvel, o que lhe permite ter acesso às senhas, ao histórico e aos favoritos em todos os dispositivos configurados.

    Correto, de fato, atualmente, A Google está trabalhando com esse tipo de ferramenta, vinculação.

    A saga continua...

    Deus!

  • ESSE RECURSO É O DA SINCRONIZAÇAO, QUE PERMITE VOCE ACESSAR REMOTAMENTE SEU DISPOSITIVEL MOVEL

    EX; QUANDO VOCE PESQUISA O SITE NO SEU COMPUTAR E QUANDO VOCE VAI ACESSAR ESSE MESMO SITE NO SEU DISPOSITIVO MOVEL E COLOCA A PRIMEIRA LETRA LA JA APARECE O NOME DO SITE, PARA TANTO PRECISA-SE ESTA EM SINCRONIA

    PMAL 2021

  • Sem dúvidas seria mais viável utilizar o (sincronização)... Mas! Porém! Está correta!

  • quem não faz isso com o site do qc, para estudar na rua, não é concurseiro raiz kkkkkkkk

  • Gabarito: certo

    (CESPE-2018-FUB)No navegador Chrome, se a opção de sincronização estiver ativada, informações como favoritos, históricos e senhas serão salvas na conta do Google do usuário e poderão ser recuperadas, se necessário.(CERTO)

  • Basta utilizar o mesmo login (usuário e senha) em mais de um dispositivo? Não precisa ativar a sincronização antes ou através desse mesmo login (usuário e senha) os dispositivos já estarão sincronizados? Não entendi...

  • André terá sucesso se efetuar login no Google Chrome com o mesmo usuário DA estação de trabalho NO dispositivo móvel, o que lhe permite ter acesso às senhas, ao histórico e aos favoritos em todos os dispositivos configurados.

  • Uma observação importante que a questão não cita, é que o usuário precisa ativar a sincronização previamente para poder utilizar esse recurso, mesmo estando logado, se não estiver sincronizado com antecedência não irá funcionar.

  • Comentários do prof. Diego do Estratégia (@professordiegocarvalho):

    De fato, se ele efetuar login com o mesmo usuário em ambos, isso permitirá que ele tenha acesso às senhas, ao histórico, favoritos, etc.

    Gabarito: Correto  

  • sincronização, certo.

  • Gabarito:Certo

    Principais Dicas de Navegadores:

    • Google Chrome, Firefox e Edge são os principais.
    • Na verdade, pra você entender de navegadores basta MEXER nas principais funções.
    • Digo com absoluta firmeza que as principais questões englobam-se em conceitos básicos e principalmente nas teclas de atalhos, entre elas: F11 (exibir em tela cheia); CTRL + W (fechar aba); CTRL + T (abrir aba); F5 (Recarregar página); CTRL + L (localizar url); CTRL + D (adicionar favoritos); CTRL + B ou CTRL + SHIFT + B no caso do chrome (esconder a barra de favoritos); CTRLH + H (abrir histórico); CTRL + J (lista de downloads); CTRL + SHIFT + P ou CTRL + SHIFT + N no caso do chrome (janela privativa/anônima); CTRL + SHIFT + DEL (deletar os favoritos) entre outros.
    • Além disso, cai bastante a questão de navegação anônima (chrome) ou privada (firefox). Elas salvam o FADOTE (favoritos, downloads e textos copiados), as demais informações não são salvas.

     

    FICA A DICA PESSOAL: Estão precisando de planejamento para concursos? Aulas de RLM SEM ENROLAÇÃO? Entrem em contato comigo e acessem meu site www.udemy.com/course/duartecursos/?referralCode=7007A3BD90456358934F .Lá vocês encontraram materiais produzidos por mim para auxiliar nos seus estudos. Inclusive, acessem meu perfil e me sigam pois tem diversos cadernos de questões para outras matérias, como português, leis, RLM, direito constitucional, administrativo etc. Vamos em busca da nossa aprovação juntos !!

  • (CESPE/PC-DF/2021/Escrivão) Sempre que uma URL é salva pelo gerenciador de favoritos do Google Chrome, ela é sincronizada em todos os dispositivos utilizados pelo usuário, na sua conta do Google. (ERRADO)

  • Fala meu aluno(a)!

    QUESTÃO: Por meio do Google Chrome mais recente, André necessita acessar, a partir do seu dispositivo móvel, os dados armazenados na sua estação de trabalho, referentes à navegação que ele realizou também usando o Google Chrome mais recente. Nessa situação, André terá sucesso se efetuar login no Google Chrome com o mesmo usuário na estação de trabalho e no dispositivo móvel, o que lhe permite ter acesso às senhas, ao histórico e aos favoritos em todos os dispositivos configurados. CERTINHA.

    OBSERVEM AS DIFERENÇAS ENTRE GOOGLE CHROME E GOOGLE!

    O que é Google?

    R. É o nome da empresa que criou e mantém o maior site de busca da internet, nomeado com o mesmo nome da empresa.

    O que é Google chrome?

    R. É uma página de navegação criada pela Google para acessar sites da internet.

    Como fazer login no Google chrome?

    Fazer login e ativar a sincronização

    1. No computador, abra o Chrome.
    2. No canto superior direito, clique em Perfil .
    3. Faça login na sua Conta do Google.
    4. Se você quiser sincronizar suas informações em todos os dispositivos, clique em Ativar sincronização. Ativar.

    QUESTÕES INTERESSANTES SOBRE navegador Google Chrome!

    (CESPE 2021) O navegador Chrome permite a sincronização de dados, como histórico, favorito e senhas, a partir da conta Google do usuário. CERTO.

    (CESPE 2021) A versão atual do Google Chrome dispõe de recurso que permite avisar o usuário sobre a possibilidade de ele estar utilizando uma combinação de senha e de nome de usuário comprometida em um vazamento de dados em um sítio ou em um aplicativo de terceiros. CERTO.

    (CESPE 2021) O navegador Google Chrome dispõe de recursos para traduzir textos de uma página web acessada. CERTO.

    (CESPE 2020) O atalho SHIFT + ESC permite acessar o Gerenciador de Tarefas para visualizar e finalizar processos do Google Chrome em execução. CERTO.

    (CESPE 2018) No navegador Chrome, se a opção de sincronização estiver ativada, informações como favoritos, históricos e senhas serão salvas na conta do Google do usuário e poderão ser recuperadas, se necessário. CERTO.

    Rumo à aprovação meu aluno(a)!

    Bons Estudos!

  • De fato, se ele efetuar login com o mesmo usuário em ambos, isso permitirá que ele tenha acesso às senhas, ao histórico, favoritos, etc porque o Google Chrome sincroniza os dados da conta entre os dispositivos. 


ID
2798569
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Em cada item a seguir, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada, com relação à edição de textos, planilhas e apresentações.

Ao editar um documento utilizando o Microsoft Word 2016, um usuário verificou que estava gastando muito tempo para atualizar manualmente o índice, com títulos e subtítulos e os respectivos números de páginas; isso porque, entre outros fatores, a inserção de novos textos ocorre ao longo de todo o documento, e não apenas ao seu final, o que muda os números das páginas em que se localizam os títulos a serem inseridos no índice. Nessa situação, para resolver o problema, o usuário pode utilizar a ferramenta do Word que permite criar índices automaticamente por meio do uso de estilos, tais como título 1 e título 2.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Certo

     

    Para inserir um índice no Word 2010, 2013 e 2016, você clica na guia Página Inicial  - se for Word 2007 é a guia Início - e seleciona Título 1 caso o tópico seja o título principal, ou seleciona Título 2 caso o tópico seja o subtítulo, e você repete isso para todos os tópicos do seu documento.

    Feito isso, nas versões 2007, 2010, 2013 e 2016, clique na guia Referências, clique em Sumário e depois clique em Sumário Automático e o seu índice estará pronto.

    Fiz uma vídeo aula explicando todos esses passos. Vejam no YouTube no link a seguir https://www.youtube.com/watch?v=UyIFU6UdTns

     

    Professor Leonardo Gabriel

    www.youtube.com/leonardogabrielpgs

     

     

  • Esse é o precedimento para sumário e não índice.
    Deve-se trocar o gabarito. para QUESTÃO ERRADA.

    Procedimento de criar sumário:
    https://support.office.com/pt-br/article/criar-um-sum%C3%A1rio-882e8564-0edb-435e-84b5-1d8552ccf0c0
    Procedimento de criar um índice:
    https://support.office.com/pt-pt/article/criar-um-%C3%ADndice-882e8564-0edb-435e-84b5-1d8552ccf0c0

  • Essa aí, quem penou com TCC / TESE de fim de curso, ou aprendeu a usar ou aprendeu a usar... outro meio não há! Mas como o colega colocou, é SUMÁRIO.

    Índice se remete à aquela lista de palavras-chaves que te remetem às páginas onde a palavra chave é usada. Geralmente fica no final da página. 
    Passível de recurso / mudança de gabarito! Eu erraria por achar que são a mesma "me***"

  • questoes que explicam o assunto abordado, a grande maioria esta correta!

     

    Gab: Correto

     

    voce quer, voce pode! 

  • Gabarito: certo

    https://www.youtube.com/watch?v=jnv8Ef3XWEk

  • Esse recurso existe há tempos. Usei na minha monografia lá em 2005. 

     

  • COMO FAZER UM SUMÁRIO AUTOMÁTICO NO WORD 2016:

      

    https://www.youtube.com/watch?v=KneNUJ0-i-o

  • Quem prefere a versão anterior do QC dê um like! 

    O filtro antigo é mto melhor bem como a pesquisa.

     

     

     

  • PODE (certa) -------> Metodo Nishimura

  • Usando essa ferramenta (principalmente no Libre Office Writer)


    Recomendo criar o seu próprio VADE MECUM eletrônico, com toda a legislação do seu edital reunida em um só documento.


    Esses recursos de "títulos" permitem uma navegação instantânea pelo documento todo.

    1- Aplique o título

    2- Aperte F5 (navegação)

    3- Clique onde quiser, isso inclui tópicos e subtópicos em vários níveis.


    Use o recurso "Localizar e substituir" e troque as palavras "Art. " por um código que remeta somente à determinada lei.


    Por exemplo:


    LIA 1. (seguido de ponto final, o que já existe em 90% das leis do site do planalto)

    CF 15.

    ECA 17.

    ABUS 42.

    LCP 15.

    (etc.)


    Deste modo, com 7 caracteres, no máximo, você pesquisa qualquer artigo de qualquer legislação prevista no seu edital no primeiro "enter" após um Control + F.


    O ponto final serve para, quando você digitar, por exemplo, "ABUS 1", não pesquisar o ABUS 10, nem o 11, etc. O ponto final garante que você vá direto ao número que você quer.


    Eu consigo acessar qualquer legislação do meu edital em menos de 5 segundos utilizando filtros com matérias misturadas, isto é, pode me mandar qualquer matéria e eu não terei o trabalho de garimpar, folhear vade mecum todo rabiscado, nem ficar olhando aquele site horroroso do Planalto.



    É importante também, no seu VADE MECUM "empowered", você transcrever os artigos que remetem a outros, logo abaixo, com algum tipo de formatação diferenciada em tamanho menor.


    Ainda há a possibilidade de recursos avançados, tais quais: pintar com o mesmo tom de verde (realce) os prazos; vermelho as ressalvas (basta o sentido de ressalva, já explico); e preto as exclusividades (novamente, basta o sentido, não a palavra exatamente)


    Você usa o realce por isso mesmo: várias palavras possuem o mesmo sentido. Não compensa pesquisar pela palavra. Por isso você aplica o MESMO realce nelas.


    Deste modo, você consegue localizar SOMENTE PELO FORMATO (realce cor X)


    Pronto, você terá no seu Control + F/H um recurso que filtre todo tipo de palavra que as bancas gostam.


    Até o tal do "preferentemente" ou "preferencialmente" eu lasquei um realce roxo.

  • Para mim a questão está errada.

    Ela se refere a inserção de sumário e não de índice. Sumário sim se faz com marcação de títulos e subtítulos. Índice vai no final do doc, a partir da marcação de entradas.

  • GABARITO: CERTO

     

    Perfeito como diz a questão. Abra o Word e faça você mesmo um teste.

     

    Alô você ! (Pode marcar Útil se curtiu =)

  • O editor de textos possui recursos que permitem a construção de índices (Sumário, índice principal do documento) e manutenção automática das informações existentes neles.
    Para inserir um índice no Word, você utiliza dos Estilos disponíveis na guia Página Inicial, e depois na guia Referências o ícone Sumário. Sumário é o índice principal do documento, e será criado a partir dos estilos de Títulos utilizados no documento. Qualquer alteração nas páginas onde se encontram os Estilos usados, será refletida imediatamente no índice do documento.

    Gabarito: CERTO.
  • Certo.

    O sumário pode ser feito manualmente ou automaticamente. 

    Questão comentada pelo Prof. Maurício Franceschini

  • Para a elaboração de um índice sumário, a melhor forma de inserir elementos no corpo deste tipo de índice é aplicar ESTILOS de título no texto que desejamos ver no sumário. Tais estilos estão disponíveis na Guia Página Inicial, grupo de comandos Estilo.

    Apenas para complementar, a criação do índice sumário pode ser feita por meio da Guia Referências, grupo de comandos Sumário.

     

    Item correto.

  • Fica ai gastando a mão fazendo sumário.

  • Índice não é diferente de sumário??

  • Esse usuário era eu fazendo o meu TCC. kkkk

  • Bate até um desespero na hora da prova. Ler tantas informações para responder algo tão simples.

    Se perder o foco, já era!

  • Júnior concurseiro. Seus mapas são vazios, sem base! Alguns desatualizados. Em regra, mapas mentais elaborados por outras pessoas não possui utilidades práticas. Baixem o XMIND6 é elaborem seus mapas. A ferramenta é simples, fácil e gratuita.

  • Quem fez o TCC deveria saber essa obrigatoriamente hahaha

  • "Para resolver o problema, o usuário pode utilizar a ferramenta do Word que permite criar índices automaticamente por meio do uso de estilos, tais como título 1 e título 2."

    o PODE deixou a questão CERTA!

  • O editor de textos possui recursos que permitem a construção de índices (Sumário, índice principal do documento) e manutenção automática das informações existentes neles.

    Para inserir um índice no Word, você utiliza dos Estilos disponíveis na guia Página Inicial, e depois na guia Referências o ícone Sumário. Sumário é o índice principal do documento, e será criado a partir dos estilos de Títulos utilizados no documento. Qualquer alteração nas páginas onde se encontram os Estilos usados, será refletida imediatamente no índice do documento.

    Gabarito: CERTO.

  • O que eu entendi da Questão:

    Ela se refere à Guia "Pagina Inicial", no Grupo "Estilo" onde podemos colocar o Titulo 1, Titulo 2 automaticamente.

  • Aba "Referência"

  • Minha contribuição.

    Word

    Grupo Estilo: Permite a geração automática e padronizada de numeração e formatação. Os estilos podem conter formatação de:

    -Fonte;

    -Parágrafo;

    -Tabulação;

    -Borda;

    -Idioma;

    -Quadro;

    -Numeração;

    -Tecla de atalho;

    -Efeito de texto.

    Fonte: Estratégia / QC

    Abraço!!!

  • Assertiva C

    Nessa situação, para resolver o problema, o usuário pode utilizar a ferramenta do Word que permite criar índices automaticamente por meio do uso de estilos, tais como título 1 e título 2.

  • Muito bom. Não sabia deste recurso.

    ps.: apertando ctrl e clicando poderá seguir o link do sumário

  • "automaticamente" e "permite" na mesma questão e aí,jogador?

  • QUEM É FORMADO EM FACULDADE MATA ESSA, QUANTOS TRABALHOS DE ACORDO COM AS NORMAS DA ABNT JA FIZEMOS HEIN

  • Certo. Conseguimos criar índices somente se usarmos estilos e marcarmos as entradas. (Guia Página Inicial e Guia Referências).

    Fonte: Gran Cursos

  • Oh véi.... se eu soubesse disso antes de escrever meu TCC!!!!

  • Uso o recurso no meu resumo digital, junto ao painel de navegação, fica fácil encontrar algum tema e até mesmo organizar o arquivo. Recomendo aos colegas do QC :)

    GABARITO: CERTO

  • Olha esse texto, já achei que era prova de português.

  • a questão trata de um índice analítico e, não, índice remissivo. Logo, realmente é necessário aplicar um estilo nos títulos para criar os índices automaticamente (Correto). 

  • pra quem diz que questões do cespe que contém "automaticamente" estão erradas .... não foi dessa vez.

  • só acertei por causa do método dos 4 passos

  • ALÔ GUERREIRO

    1. Guia Página Inicial ---------------------> Guia Referências------------->Grupo Estilo: Permite a geração automática e padronizada de numeração e formatação. Os estilos podem conter formatação de:

    #ESTUDAGUERREIRO

    FÉ NO PAI QUE SUA APROVAÇÃO SAI !

  • Muito boa essa questão.

  • Essa foi tranquilo para quem esta acostumado a fazer trabalhos da academia.

  • DICAS DE INFORMÁTICA (Professor Fernando Nishimura)

    1) Quando a questão explica sobre determinado assunto, geralmente, a assertiva é verdadeira;           

    2) Quando a questão impõe algo, geralmente, a assertiva é falsa;

    3) Quando a questão compara duas tecnologias, geralmente, a assertiva é falsa;        

    4) Quando a questão "fala mal" "menospreza" determinada tecnologia, geralmente a assertiva é falsa; 

    5) Quando a questão enumera itens, se todos os itens pertencem ao mesmo grupo/programa, a assertiva é verdadeira;      

    6) Se um dos itens, geralmente o último, não faz parte do grupo/programa, a assertiva é falsa;           

    7) Estas palavras indicam uma questão certa: pode(m), permite(m), é possível, pode ser...           

    8) Estas palavras indicam uma questão errada: automaticamente, deve. deve-se, só, somente, não permite, não sendo possível, sempre, é necessário, necessariamente.

  •  A banca considera como gabarito a opção CERTO e isso pode nos dá um norte em relação ao uso dos termos ÍNDICE e SUMÁRIO

  • Recomento essas configurações para quem faz resumo digital.

  • PCAL2021

  • O editor de textos possui recursos que permitem a construção de índices (Sumário, índice principal do documento) e manutenção automática das informações existentes neles.

    Para inserir um índice no Word, você utiliza dos Estilos disponíveis na guia Página Inicial, e depois na guia Referências o ícone Sumário. Sumário é o índice principal do documento, e será criado a partir dos estilos de Títulos utilizados no documento. Qualquer alteração nas páginas onde se encontram os Estilos usados, será refletida imediatamente no índice do documento.

    Gabarito: CERTO.

  • Correta.

    O Word permite a criação de sumários automatizados que são referenciados a partir dos estilos dos títulos.


ID
2798572
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Em cada item a seguir, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada, com relação à edição de textos, planilhas e apresentações.


Com o uso de uma planilha no Microsoft Excel 2016, será realizada a soma de dois valores numéricos advindos de duas planilhas diferentes, mas ambas constantes do mesmo arquivo. A fórmula de soma será inserida na célula A1 da planilha Plan1, e os dados a serem somados estão na célula A1 de Plan2 e na célula A2 de Plan1. Nessa situação, a fórmula correta a ser inserida na célula A1 da planilha Plan1 é =SOMA(Plan2!A1;A2).

Alternativas
Comentários
  • GABARITO CERTO 

     

    Com o uso de uma planilha no Microsoft Excel 2016, será realizada a soma de dois valores numéricos advindos de duas planilhas diferentes, mas ambas constantes do mesmo arquivo. A fórmula de soma será inserida na célula A1 da planilha Plan1, e os dados a serem somados estão na célula A1 de Plan2 e na célula A2 de Plan1. Nessa situação, a fórmula correta a ser inserida na célula A1 da planilha Plan1 é =SOMA(Plan2!A1;A2).

     

     

    =SOMA(Plan2!A1;A2


    Meio que "traduzindo" a fórmula: 


    Ele vai somar o A1 da planilha 2 com o A2 da planilha atual

  • =SOMA(Plan2!A1;A2

    Ele vai somar o A1 da planilha 2 com o A2 da planilha atual

  • Questão que gera dúvidas para o pessoal que não tá firme em excel.

    Mas vamos lá:
    Se for separado por ;, deve-se recolocar o local da planilha.
    Ex.:
    =SOMA(Planilha2!C1:E1;B1:E1)
    Da planilha 2, pega-se C1 até E1, e então com o ; ali, ou coloca novamente a planilha onde está, ou caso esteja na mesma planilha da fórmula pode se omitir a parte da Planilha1!B1:E1.

  • Pode omitir o nome da planilha atual

  • Calculo de celulas em abas diferentes: este calculo é feito usando uma determinada informação de outra planilha, que nesse caso foi a

    Planilha 1=SOMA(Plan2!A1;A2).

    correta 
     

  • Plan1A1    -> CALC

    Plan1! A1    -> EXCEL

  • Eu errei, pq achave que não podia emitir a planilha atual, ou seja, PLAN1.

  • =SOMA(Plan2!A1;A2)

    Plan2!A1 - porque está na planilha 2 (planilha diferente da planilha de soma)

    A2 (somente) - porque está na própria planilha de soma...então a informação "Plan1!" será omitida !

     

  • ESTE SITE NEM COMENTA MAIS NADA. ESTAMOS SOZINHOS... QUE DESCASO CADE OS PROFESSORES GRAVANDO VÍDEOS .. PARECE QUE SÓ PENSAM EM LUCROS E ESQUECEM DA QUALIDADE. ESPERO ENCONTRAR OUTRO SITE COM MELHOR QUALIDADE ...

  • Estou na planilha 1 e fazendo a soma das células que estão na planilha 2  

  • Errei devido a parte do enunciado que diz: mas ambas constantes do mesmo arquivo.

     É possível mesmo se for de arquivos diferentes.

     

    Ano: 2018

    Banca: CESPE

    Órgão: MPE-PI

    Prova: Técnico Ministerial - Área Administrativa

    Resolvi certo

    Julgue o próximo item, relativo à edição de planilhas e textos.

     

    Situação hipotética: Tiago tem dois arquivos do Microsoft Excel na pasta c:\mydocs: clientes.xls e venda.xls. No primeiro arquivo, há dados de clientes, separados em colunas, tais como CPF e nome, uma linha para cada cliente. No segundo arquivo, também separado em colunas, valor da venda e CPF do cliente para o qual foi feita a venda. Foi solicitado a Tiago que, a partir da planilha venda.xls, buscasse automaticamente o nome do cliente constante na planilha clientes.xls por meio da comparação do CPF. Assertiva: Nessa situação, ainda que haja igualdade entre os CPFs contidos nos dois arquivos, será impossível fazer a comparação e busca solicitada exatamente devido ao fato de essas informações estarem em arquivos distintos.

     

    Certo

     

    Errado

    Parabéns! Você acertou!

  • GABARITO CERTO

     

     

    Criar uma referência de célula de uma planilha para outra planilha:

     

    Você pode fazer referência a células que estão em outras planilhas da mesma pasta de trabalho acrescentando o nome da planilha seguido de um ponto de exclamação (!) ao início da referência da célula. No exemplo a seguir, a função de planilha MÉDIA está presente na planilha Vendas e calculará o valor médio para o intervalo B1:B10 na planilha Marketing na mesma pasta de trabalho.

     

    =MÉDIA(Marketing!B1:B10)

    _________________________________________________________________________

     

    Criar uma referência de célula de uma planilha para outra planilha:

     

    >> no EXCEL -> usa-se o ponto de EXCLAMAÇÃO -> ( ! ) -> EX: =MÉDIA(Marketing!B1:B10)

    >> no CALC -> usa-se o PONTO FINAL ->  ( . ) -> EX: =MÉDIA(Marketing.B1:B10)

     

     

     

    QUESTÕES PARA FORTALECER O ASSUNTO

     

    Q834894 - CESPE - 2017 - Determinado usuário, que dispõe de um arquivo Excel com as planilhas Plan1, Plan2 e Plan3, deseja realizar, na Plan1, um cálculo na célula A1, cujo resultado deve ser a soma dos valores presentes na célula A1, da Plan2, e na célula A1, da Plan3.

    O usuário 

    b) poderá realizar o cálculo desejado com a digitação da fórmula =Plan2! A1+Plan3! A1 na célula A1 da Plan1. Caso os valores na célula A1 da Plan2 e(ou) na célula A1 da Plan3 sejam alterados, será atualizado o valor na célula A1 da Plan1. CERTO.

     

     

     

    Q260184 - CESPE - 2011 - Considere que, no BrOffice.org Calc, as planilhas 1 (Plan1) e 3 (Plan3) estejam em um mesmo arquivo e que, na célula A2 de Plan1, se deseje fazer referência à célula D10 da Plan3. Nesse caso, em A2, deve-se usar Plan3!D10. ERRADO, pois o certo deveria ser >> Plan3.D10 << 

  • Quando a célula usada na soma está contida na própria planilha que está sendo editada, é dispensável o uso da referência do nome da planilha.

  • Exce!

  • GAB certo

    Melhor comentário Luiz Bob

  • Helder Araujo, a maioria dos sites de questões são melhores do que esse em relação aos professores, suporte e etc, porém uns deixam a desejar no layout do site e o QC têm os melhores estudantes(comentários dos amigos).

  • Excelente comentário, parceiro Lucas PRF!

  • Excelentes essas contribuições dos colegas com questões semelhantes.(se não for pedir demais informe o código da questão) Ajuda muito.

    Tempo é tudo!

  • As referências de uma planilha são indicadas nas fórmulas sem símbolos especiais. As referências em outras planilhas da mesma Pasta de Trabalho, são indicadas com o símbolo de exclamação. A fórmula =SOMA(Plan2!A1;A2) somará o valor de A1 na planilha Plan2, com o valor de A2 na planilha atual (Plan1).

    Gabarito: CERTO.

  • Indiquem para comentário!

  • As referências de uma planilha são indicadas nas fórmulas sem símbolos especiais. As referências em outras planilhas da mesma Pasta de Trabalho, são indicadas com o símbolo de exclamação. A fórmula =SOMA(Plan2!A1;A2) somará o valor de A1 na planilha Plan2, com o valor de A2 na planilha atual (Plan1).

  • Detalhe: caso, na fórmula, o ponto e vírgula fosse substituído por dois pontos (=SOMA(Plan2!A1:A2), ambos os valores seriam extraídos da planilha 2 - e não somente o A1.

  • No caso da questão deve ser colocado Plan2 porque a célula AI está na planilha 2.

    Como a célula A2 está na planilha onde a fórmula foi inserida, não há necessidade de indicar a planilha

    Diante disso, questão correta

  • GAB C

    No mesmo arquivo: =NOME DA PLANILHA! CÉLULA QUE DESEJO IMPORTAR

    Em arquivo externo: =[NOME DO ARQUIVO, XLSX] NOME DA PLANILHA! CÉLULA Q DESEJO IMPORTAR

  • As referências de uma planilha são indicadas nas fórmulas sem símbolos especiais. As referências em outras planilhas da mesma Pasta de Trabalho, são indicadas com o símbolo de exclamação. A fórmula =SOMA(Plan2!A1;A2) somará o valor de A1 na planilha Plan2, com o valor de A2 na planilha atual (Plan1).

  • FCC SABESP ADVOGADO 2018 Q897858

    Em uma planilha criada no Microsoft Excel 2010, em português, há duas pastas de trabalho: Plan1 e Plan2. Na célula C3 da pasta de trabalho Plan1, há um valor resultante de um cálculo. Para copiar o valor presente nessa célula para a célula A1 da pasta de trabalho Plan2, de forma que se for alterado o valor contido na célula C3 da pasta de trabalho Plan1, o valor equivalente seja automaticamente atualizado na célula A1 da pasta de trabalho Plan2, a célula A1 deve conter a função  

     a)=ORIGEM[Plan1!$C$3] 

     b)=Plan1[$C$3] 

     c)=HERDAR[Plan1!$C$3] 

     d)=VINCULAR(Plan1!$C$3) 

     e)=Plan1!$C$3 

  • Embaralhou todos os meus neurônios.

    Essa questão está mais para RLM do de informatica

  • Questão Certa, Falta comentário do professor em vídeo !
  • lembrando que se a planilha for de outro arquivo este aparecerá entre colchetes. utilizando o exemplo acima, se plan2 estivesse em outro arquivo chamado 'planilha' a fórmula seria:

    SOMA ([planilha]plan2!A2;A1).

  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • O exercício exige do candidato a compreensão do conceito de referência a célula em outra planilha. No caso, estando na Planilha 1, precisamos somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da própria Plan1. No caso, para referenciar a célula A1 de Plan2 devemos usar a sintaxe correta, Plan2!A1, utilizando a interrogação. Para A2, não é preciso nenhuma informação complementar, de modo que =SOMA(Plan2!A1;A2) atende ao que se pede.
  • Referencias Entre Planilhas Distintas

    Criar uma referência de célula de uma planilha para outra planilha:

     

    >> no EXCEL -> usa-se o ponto de EXCLAMAÇÃO -> ( ! ) -> EX: =MÉDIA(Marketing!B1:B10)

    >> no CALC -> usa-se o ponto FINAL -> ( . ) -> EX: =MÉDIA(Marketing.B1:B10)

  • Com o uso de uma planilha no Microsoft Excel 2016, será realizada a soma de dois valores numéricos advindos de duas planilhas diferentes, mas ambas constantes do mesmo arquivo. A fórmula de soma será inserida na célula A1 da planilha Plan1, e os dados a serem somados estão na célula A1 de Plan2 e na célula A2 de Plan1. Nessa situação, a fórmula correta a ser inserida na célula A1 da planilha Plan1 é =SOMA(Plan2!A1;A2).

     

     

    =SOMA(Plan2!A1;A2

    Meio que "traduzindo" a fórmula: 

    Ele vai somar o A1 da planilha 2 com o A2 da planilha atual

    Plan1A1  -> CALC

    Plan1! A1  -> EXCEL

  • Gab. Certo.

    Explicação do professor:

    As referências de uma planilha são indicadas nas fórmulas sem símbolos especiais. As referências em outras planilhas da mesma Pasta de Trabalho, são indicadas com o símbolo de exclamação.

    A fórmula =SOMA(Plan2!A1;A2) somará o valor de A1 na planilha Plan2, com o valor de A2 na planilha atual (Plan1).

  • Certo.

    Sempre que for somar algo de outra planilha, é necessário colocar primeiro o nome, depois a exclamação e, logo, a célula que se quer. Isto é, no caso, Plan2!A1. O A1 pertence à “Plan2”. Em =Plan2!A1+A2, o A2 pertence à “Plan1”. Também pode se utilizar a fórmula SOMA, como apresentado na questão.
     

    Questão comentada pelo Prof.  Jeferson Bogo

     

  • Certo.

    Quando se pretende incluir em uma fórmula o conteúdo de uma célular que está em outra planilha do Excel, o usuário deve utilizar o sinal de exclamação, que acompanha o nome da planilha na fórmula. Se essa segunda planilha é denominada “Plan2”, então o correto é utilizar Plan2!, assim como é descrito no item.

    Questão comentada pelo Prof. Jeferson Bogo

  • BIZU

    O símbolo "!" sempre faz menção a outra tabela que está no mesmo arquivo.

  • Plan2!A1= vai à plan 2 e pega o A1

  • Exatamente. caso o valor a ser somado da planilha 1 em A2 estivesse também alinhado na planilha 2 em A2 a fórmula deveria remeter a =Soma(plan2!A1;plan2!A2)
  • #AVAGAÉNOSSA

  • Assertiva C

    a fórmula correta a ser inserida na célula A1 da planilha Plan1 é =SOMA(Plan2!A1;A2).

  • Referência de Planilhas.

    Planilha no mesmo Arquivo: nome da planilha MAIS Ponto de Exclamação MAIS célula.

    Exemplo: =PLAN1!C16.

    Planilha em outro Arquivo: nome do arquivo entre COLCHETES MAIS nome da planilha MAIS Ponto de Exclamação MAIS célula. O nome do arquivo e a planilha entre aspas simples.

    Exemplo: =‘[CALCULO.XLSX]PLAN1’!C16

  • Cuidado com o comentário, logo abaixo, do colega Raphael José, pois está erradíssimo!

    Estudar Excel já é complicado, ainda aparece gente pra confundir a cabeça do concurseiro...

    Se não souber ou não tiver certeza do que escreve, é melhor não postar nada.

  • O sinal de Dois-pontos (:) significa "até".

    O sinal de Ponto-vírgula (;) significa "e".

    GAB CERTO

  • É o famoso PROC-V ou PROC-H

  • Correto.

    OBS:

    a) no Excel ---- chama-se ----- Plan1, Plan2, Plan3

    b) no Calc ----- chama-se ----- Planilha1, Planilha2, Planilha3

  • Executei no Excel como está descrito no enunciado e não deu resultado algum e também não entendi nada....Se algum colega pudesse ajudar...

  • A fórmula de soma será inserida na célula A1 da planilha Plan1, e os dados a serem somados estão na célula A1 de Plan2 e na célula A2 de Plan1. Nessa situação, a fórmula correta a ser inserida na célula A1 da planilha Plan1 é =SOMA(Plan2!A1;A2).

    Fiz a simulação, como pede anunciado

    =SOMA(Planilha2!A1;Planilha1!A2)

  • Certo. Irá somar a célula A1 da Plan2 com a célula A2 da Plan1. 

  • =SOMA(Planilha2!A1;Planilha1!A2) com ponto e vírgula vai somar A1 da plan 2 e A2 da plan 1 (O Planilha1! pode ser omitido)

    =SOMA(Planilha2!A1:A2) com dois pontos vai somar A1 e A2 da plan 2

    Gabarito: Certo

  • Pessoal cuidado ao se trocar o ";" por ":" em =SOMA(Plan2!A1;A2), os valores somados serão A1 e A2 da Plan2!!

  • Organizando os dados:

    Na Plan2 temos A1

    Na Plan1 temos A2

    Nessa situação, a fórmula correta a ser inserida na célula A1 da planilha Plan1 é =SOMA(Plan2!A1;A2).

  • Pensei que tinha que ter aspas no plan2 ('plan2'!)

  • Gente, poderia ser mencionado a Plan 1 na fórmula?

  • Referência em outra planilha do mesmo arquivo: Planilha!Célula

    Referência em outro arquivo do mesmo diretório: [Arquivo]Planilha!Célula

    Referência em outro arquivo de diretório distinto: =C:\Pasta\PastaEspecífica\[Arquivo]Planilha3!Célula

  • GAB C

    No mesmo arquivo: =NOME DA PLANILHA! CÉLULA QUE DESEJO IMPORTAR

    Em arquivo externo: =[NOME DO ARQUIVO, XLSX] NOME DA PLANILHA! CÉLULA Q DESEJO IMPORTAR

    BIZU

    O símbolo "!" sempre faz menção a outra tabela que está no mesmo arquivo.

  • Pensei que esse ;A2 na fórmula era referente à plan2 também... que rata...

  • Enquanto isso, na prova de agente, era só tora...

  • O símbolo "!" faz linca com outra tabela que está no mesmo arquivo.

    Gab. CERTO.

  • Acredito que a questão esta errada! A formula certa seria =soma(Planilha2!A1;Planilha1!A2), mas cesp é cesp.....

  • Nessa versão não utiliza aspas?

  • VAI DEPENDER DE COMO A PLANILHA ESTÁ NOMEADA. SE A PLANILHA 1 ESTÁ COMO PEDRO E A SEGUNDA ESTÁ COMO JOSÉ, A SINTAXE PODERÁ SER =SOMA(JOSE!A1;PEDRO!A2)

  • Plan1A1  -> CALC

    Plan1! A1  -> EXCEL

  • Minha contribuição.

    Excel: é uma pasta de trabalho, pois é um conjunto de planilhas. Como padrão o Excel possui uma planilha, entretanto pode haver infinitas planilhas.

    -As fórmulas do Excel sempre começam com o sinal de igual (=);

    -Nos cálculos do Excel, primeiro são calculadas as operações fortes e depois as fracas;

    Operações fortes: (...), [...], {...}, expoente (^), divisão (/), multiplicação (*)

    Operações fracas: adição (+), subtração (-)

    -O Excel não é ilimitado. Total de linhas ~> 1.048.576 Total de colunas ~> 16.384;

    -O Excel não é case-sensitive (não diferencia maiúsculas de minúsculas);

    -Referências relativas vão atualizar. Ex.: C1=B2+C4;

    -Referências absolutas não vão atualizar. Ex.: C1=$B$2+$C$4;

    -É possível dar nomes as células, intervalos e planilhas;

    -É possível fazer cálculos entre planilhas. Ex.: C1=Plan2!A1+Plan3!A1;

    -A função SOMASE, do Excel, executa a soma do conteúdo de células especificadas em um intervalo segundo um critério ou uma condição;

    -PROCV (procurar na vertical) / PROCH (procurar na horizontal).

    Fonte: Estratégia / Prof. Deodato

    Abraço!!!

  • Nunca nem vi

  • aquela questão que vc deixa em branco <3


ID
2798575
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Redes de Computadores
Assuntos

Julgue o item subsecutivo a respeito de redes de computadores e conceitos de proteção e segurança.

Por meio de uma LAN sem fio embasada na tecnologia IEEE 802.11, é possível que os usuários transmitam (e recebam) pacotes para (e de) um ponto de acesso conectado a uma rede de computadores com fio conectada à Internet.

Alternativas
Comentários
  • A tecnologia IEEE 802.11 não é nada mais do que o  nosso querido WI-FI. Agora imaginem se é possível, por meio da tecnologia citada,transmitir/receber pacotes para um ponto de acesso conectado a uma rede de computadores com fio conectada à internet?!

    É claro que sim. Portanto,gabatiro certo. 

    Lembrem-se,essa foi apenas mais uma prova!

  • CERTO

     

    O padrão IEE 802.11 normatiza a transmissão de dados por uma rede WI-FI (sem fio), sendo possível a troca de dados com computadores com fio, conectados ou não à Internet.

     

    Professor Jeferson Bogo

  • A grosso modo, a questão queria saber o seguinte:


    Se um computador conectado sem fio a uma rede pode manter uma conexão com um computador da mesma rede que esteja conectado (o computador) por fio.


    Sim é possível.

  • Com respeito aos demais colegas, mas a resposta do Lucas Santos foi a que mais me ajudou.

  • Para mim esta questão esta confusa... pois ta dizendo que uma rede LAN pode se conectar a outra REDE pelo Wi-fi? mas quem conecta redes diferentes é o Roteador

  • A pergunta quis saber se com uma rede sem fio você pode se conectar a um roteador

  • Caso a LAN sem fio seja fornecida por um Access Point ou Roteador com acesso à Internet, é possível a comutação entre os padrões 802.11 com o 802.3. Certamente você já viu alguma rede nessa situação.
  • Caso a LAN sem fio seja fornecida por um Access Point ou Roteador com acesso à Internet, é possível a comutação entre os padrões 802.11 com o 802.3. Certamente você já viu alguma rede nessa situação.
  • Nessas horas Que falta faz uma resposta concreta do professor de informática em relação as questões.

    Mesmo assim, valeu a tentadiva colegas.

  • O ponto de acesso (Access Point – AP) é um dispositivo que opera na camada de enlace do modelo OSI, portanto é um bridge dispositivo que interliga LANs usando protocolos diferentes na camada de enlace como uma LAN Ethernet (IEEE 802.3) para uma LAN sem fio (IEEE 802.11) tornando possível aos usuários transmitir (e receber) pacotes (quadros) para (e de) um ponto de acesso conectado a uma rede de computadores com fio conectada à Internet.

    O ponto de acesso encaminha o pacote que está chegando em um de seus enlaces de comunicação de entrada para um de seus enlaces de comunicação de saída.

    LAN sem fio IEEE 802.11 e a Internet

     

    Certo.

  • Gabarito: C

    Uma rede local (LAN) sem fio embasada na tecnologia IEEE 802.11 é uma WLAN (Wireless LAN), que transmite e recebe pacotes de dados. O envio e recebimento será realizado pelos dispositivos conectados no ponto de acesso (access point) através de pacotes de dados, utilizando o conjunto de protocolos TCP.

  • Você pode conectar um cabo de internet sem fio à TV Smart por exemplo, isso é até recomendável uma vez que internet por meio guiado sofre menos interferências que meio não guiado, como o wi-fi.

    Portanto, gabarito Correto.

  • Simplesmente não existe comentários nas questões de informática, e quando tem são super superficiais desse tal "mito" nishmura. QC melhore isso.

  • rede sem fio  802.11, que também é conhecida como  , foi uma das grandes novidades tecnológicas dos últimos anos. Atuando na camada física, o 802.11 define uma série de padrões de transmissão e codificação para comunicações sem fio, sendo os mais comuns: FHSS (Frequency Hopping Spread Spectrun), DSSS (Direct Sequence Spread Spectrum) e OFDM (Orthogonal Frequency Division Multiplexing). Atualmente, é o padrão de fato em conectividade sem fio para redes locais. Como prova desse sucesso pode-se citar o crescente número de  e o fato de a maioria dos computadores portáteis novos já saírem de fábrica equipados com interfaces IEEE 802.11. A rede IEEE possui como principal característica transmitir sinal sem fio através de onda

  • Incrível...quando as questões começam a apertar TODOS os professores desaparecem.

    Nem nos cursinhos on line eles conseguem comentar sobre esses assuntos. Provas de informática para cargos de polícia estão cada dia mais difíceis e não temos professores na área que conseguem abordar o assunto. Lamentável...

    GABARITO: CERTO.

  • Comentários:

    Caso a LAN sem fio seja fornecida por um Access Point ou Roteador com acesso à Internet, é possível a

    comutação entre os padrões 802.11 com o 802.3. Certamente você já viu alguma rede nessa situação.

    Correto.

    Prof. Victor Dalton

  • Que redação horrorosa do examinador.
  • Macete que eu uso para lembrar do WI-FI

    W11-FI -> IEE 802.11

  • Questão simples e a galera pira geral nas respostas. Usem a cabeça povo!!!

    O Examinador pergunta se uma rede sem fio (Wi-Fi) pode transmitir dados para outro computador conectado por cabos em outro ponto.

    Por Ex: Meu celular tem acesso a rede Wi-Fi (sem fio) da minha casa e eu posso mandar um email (Transferência de Dados) para meu vizinho que tem um computador pessoal (desktop) que possui uma rede cabeada (como o cabo azul RJ45 - Par Trançado). Assim como esse vizinho tbm pode me mandar um email e eu abrir no meu celular conectado á minha rede Wi-Fi.

    GABARITO: CERTO

  • GAB: Certo

    Complementando os comentários:

    IEEE 802.3 = Ethernet

    IEEE 802.5 = Token Ring

    IEEE 802.11 = Wi-Fi

    IEEE 802.15 = Bluetooth

    IEEE 802.16 = Wimax

  • Cuidado: Wi-fi e wireless não são a mesma coisa!

    O Wi-Fi é Wireless, mas nem toda tecnologia Wireless é Wi-Fi. Exemplos de Wireless:

    -Infravermelho

    -Bluetooth

    -WiMax

    ... e etc.

  • IEEE 802.3 = Ethernet

    IEEE 802.5 = Token Ring

    IEEE 802.11 = Wi-Fi

    IEEE 802.15 = Bluetooth

    IEEE 802.16 = Wimax

  • Essa sim foi: Não zere, por favor.

  • CERTO

    Caso a LAN sem fio seja fornecida por um Access Point ou Roteador com acesso à Internet, é possível a comutação entre os padrões 802.11 com o 802.3. Certamente você já viu alguma rede nessa situação.

    Victor Dalton | Direção Concursos

  • Nossa uma questão dessas para perito.

  • MACETE

    WI-FI

    W1-F1 ---- IEEE 802.11

  • Por meio de uma LAN sem fio embasada na tecnologia IEEE 802.11, é possível que os usuários transmitam (e recebam) pacotes para (e de) um ponto de acesso conectado a uma rede de computadores com fio conectada à Internet.

    CERTO

    Quem está conectado a rede sem fio é o acesso point (ponto de acesso)

  • GAB.: CERTO.

    Sabendo que LAN Sem Fio = WLAN (IEEE 802.11), é realmente possível existir um Access Point (Ponto de Acesso) conectado a uma rede com fio conectada à internet e, assim, usuários podem transmitir e receber pacotes. Aliás, o objetivo de um Access Point é justamente estender recursos de uma rede local para uma rede sem fio.

    COMPLEMENTANDO:

    A letra W (wireless) na frente dos nomes das redes significa que ela é sem fio. Logo,

    WWAN: 3G/4G/LTE - rede de alcance amplo

    WMAN: WIMAX (802.16) - rede metropolitana

    WLAN: WI-FI (802.11) - rede local

    WPAN: BLUETOOTH (805.15) - pessoal/remota

  • Gabarito certo

    sim, os padrões de ieee Lan cabeada e Lan sem fio conversam! É o que ocorre com nosso celular falando com nosso computador cabeado.

    LAN - cabeada - ethernet - par transado = ieee 802.3 e 802.5

    LAN - sem fio - WLAN = WI-FI = ieee 802.11

  • DICAS DE INFORMÁTICA (Professor Fernando Nishimura)

     

    1) Quando a questão explica sobre determinado assunto, geralmente, a assertiva é verdadeira;           

    2) Quando a questão impõe algo, geralmente, a assertiva é falsa;

    3) Quando a questão compara duas tecnologias, geralmente, a assertiva é falsa;        

    4) Quando a questão "fala mal" "menospreza" determinada tecnologia, geralmente a assertiva é falsa; 

    5) Quando a questão enumera itens, se todos os itens pertencem ao mesmo grupo/programa, a assertiva é verdadeira;      

    6) Se um dos itens, geralmente o último, não faz parte do grupo/programa, a assertiva é falsa;           

    7) Estas palavras indicam uma questão certa: pode(m), permite(m), é possível, pode ser...           

    8) Estas palavras indicam uma questão errada: automaticamente, deve. deve-se, só, somente, não permite, não sendo possível, sempre, é necessário, necessariamente.

  • Pela quantidade de comentários sem noção, até acho que o cespe pega leve. A maioria nem entendeu a questão e posta explicação nada haver, kkkk. Acertam por acidente. rsrs.

  • Gabarito certo

    sim, os padrões de ieee Lan cabeada e Lan sem fio conversam! É o que ocorre com nosso celular falando com nosso computador cabeado.

    LAN - cabeada - ethernet - par transado = ieee 802.3 e 802.5

    LAN - sem fio - WLAN = WI-FI = ieee 802.11


ID
2798578
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

Julgue o item subsecutivo a respeito de redes de computadores e conceitos de proteção e segurança.

Situação hipotética: Ao processar um código executável malicioso que havia recebido como anexo de um email, Mateus percebeu que um malware havia infectado seu aparelho e que, automaticamente, havia sido enviada uma mensagem idêntica, com um anexo malicioso idêntico, a todos os contatos de sua lista de endereços, a partir do seu aparelho. Assertiva: Essa situação é um exemplo clássico de infecção de vírus de computador.

Alternativas
Comentários
  • Tive que ler 5 vezes, procurando algum erro. 

  • Fica difícil porque há quem entenda que vírus é diferente de worms. Nesse caso, acho que foi um worms, já que vírus não é para se espalhar, mas sim para infectar apenas localmente. Alguém me corrige se estiver errado.

  • Vírus pŕecisa de interação do usuário e foi isso que ocorreu.
    Certo.

  • CERTO

    VÍRUS =====> INFECTA E MULTIPLICA-SE APÓS A EXECUÇÃO

  • Gab: Correto

    Exemplo clássico de vírus, para ser mais preciso estamos falando de um virus chamado worm (o mesmo cópia e envia copias de si mesmo ou caso a questão falasse, poderia se propagar dentro do HD também.)

     

  • Um vírus, assim como o worm, pode se multiplicar sim. A grande diferença é que para se espalhar, o vírus, ou o programa que o esconde, deve ser executado. Ao contrário do worm, que multiplica-se e se espalha pela rede de forma autônoma.

  • (C)


    Cerne da questão foi a execução do programa pelo usuário.


    "Situação hipotética: Ao processar um código executável malicioso que havia recebido como anexo de um email, Mateus percebeu que um malware havia infectado seu aparelho e que, automaticamente, havia sido enviada uma mensagem idêntica, com um anexo malicioso idêntico, a todos os contatos de sua lista de endereços, a partir do seu aparelho. Assertiva: Essa situação é um exemplo clássico de infecção de vírus de computador."


    Vírus propagado por e-mail: recebido como um arquivo anexo a um e-mail cujo conteúdo tenta induzir o usuário a clicar sobre este arquivo, fazendo com que seja executado. Quando entra em ação, infecta arquivos e programas e envia cópias de si mesmo para os e-mails encontrados nas listas de contatos gravadas no computador. (Cert)


    Depois de se anexar com êxito a um programa, arquivo ou documento, o vírus permanece inativo até que as circunstâncias obriguem o computador ou dispositivo a executar o seu código.(Norton by symantec)

  • Vírus de e-mail: Recebido em anexo que quando executado cria cópia de si mesmo. ( Estrátegia Concursos) 

  • Cabe troca de gabarito. Comportamento do vírus não é esse! A infeção pode ter sido por Bot o qual ocorreu em envios de spam para os seus contatos e não vírus como afirma a questão.
  • Vírus propagado por e-mail: recebido como um arquivo anexo a um e-mail cujo conteúdo tenta induzir o usuário a clicar sobre este arquivo, fazendo com que seja executado. Quando entra em ação, infecta arquivos e programas e envia cópias de si mesmo para os e-mailsencontrados nas listas de contatos gravadas no computador.

    fonte: https://cartilha.cert.br/malware/

  • Mateus precisou executar o código recebido como anexo e isto foi o gatilho para que o código malicioso se replicasse. Essa réplica, idêntica, usou do mesmo artifício (anexo de e-mail) para infectar outros aparelhos. É portanto um exemplo clássico de vírus.

     

  • DICA:

    Vírus = Insere cópias de si. Precisa ser executado

    Worm = Envia cópias de si automaticamente

    Bot = Envia cópias de si automaticamente. Mantém contato com invasor, acesso remoto.

  • Spam...

  • perceba que a questão faz menção a um email recebido, ou seja um hospedeiro que foi executado, sei que muitos assim como eu num primeiro momento se confundiram com o Worm, mais lembre-se que o virus tambem tem as mesmas caracteristicas mais precisam ser executador, precisam de um hospedeiro e infectam outros Programas coisas que o worm não Precisa. Bons estudos

  • Vírus = Insere cópias de si. Precisa ser executado

    correto

  • ESSA FOI PARA NÃO ZERAR A PROVA.

  • COMPLEMENTANDO ...

    Trata-se do vírus do tipo Melissa ou W97M/Melissa 

    Esse tipo de vírus é do tipo vírus de macro (ou macro-virus) que se dissemina através da internet. O usuário recebe um e-mail com um arquivo do Word (.doc) anexado. Quando o usuário abre o arquivo, o vírus Melissa se instala no computador e logo em seguida procura pela lista de endereços do Outlook e envia para os primeiros 50 e-mails uma mensagem com o seguinte assunto: “Important Message From” e o nome do usuário da maquina anteriormente infectada.

  • Gabarito certo para os não assinantes.

    As bancas costumam retirar suas questões da Cartilha de Segurança. Por isso, sempre é bom revisá-la:

    Vírus é um programa ou parte de um programa de computador, normalmente malicioso, que se propaga inserindo cópias de si mesmo e se tornando parte de outros programas e arquivos. O vírus depende da execução do programa ou arquivo hospedeiro, ou seja, para que o seu computador seja infectado é preciso que um programa já infectado seja executado.

    Há diferentes tipos de vírus. Alguns procuram permanecer ocultos, infectando arquivos do disco e executando uma série de atividades sem o conhecimento do usuário. Há outros que permanecem inativos durante certos períodos, entrando em atividade apenas em datas específicas.

    Alguns dos tipos de vírus mais comuns são:

    Vírus propagado por e-mail: recebido como um arquivo anexo a um e-mail cujo conteúdo tenta induzir o usuário a clicar sobre este arquivo, fazendo com que seja executado. Quando entra em ação, infecta arquivos e programas e envia cópias de si mesmo para os e-mails encontrados nas listas de contatos gravadas no computador. (CASO NARRADO)

    ►Vírus de script: escrito em linguagem de script, como VBScript e JavaScript, e recebido ao acessar uma página Web ou por e-mail, como um arquivo anexo ou como parte do próprio e-mail escrito em formato HTML. Pode ser automaticamente executado, dependendo da configuração do navegador Web e do programa leitor de e-mails do usuário.

    Vírus de macro: tipo específico de vírus de script, escrito em linguagem de macro, que tenta infectar arquivos manipulados por aplicativos que utilizam esta linguagem como, por exemplo, os que compõe o Microsoft Office (Excel, Word e PowerPoint, entre outros).

    Vírus de telefone celular: vírus que se propaga de celular para celular por meio da tecnologia bluetooth ou de mensagens MMS (Multimedia Message Service). A infecção ocorre quando um usuário permite o recebimento de um arquivo infectado e o executa. Após infectar o celular, o vírus pode destruir ou sobrescrever arquivos, remover ou transmitir contatos da agenda, efetuar ligações telefônicas e drenar a carga da bateria, além de tentar se propagar para outros celulares.

  • GAb C

    Vírus propagado por e-mail / Vírus de computador:  recebido como um arquivo anexo a um e-mail cujo conteúdo tenta induzir o usuário a clicar sobre este arquivo, fazendo com que seja executado. Quando entra em ação, infecta arquivos e programas e envia cópias de si mesmo para os e-mails encontrados nas listas de contatos gravadas no computador.

    Cartilha Cert

  • Deu mole, hein Mateus !

  • Marquei: E

    Resultado: Errei

    QUE VACILO

  • O tipo de questão que nos faz induzir a deixar em branco, porém se o cara tem colhões ele marca na prova

  • "Ao processar um código executável malicioso que havia recebido{...}"

    Executar algo (VÍRUS) ---> DEPENDE DE AÇÃO DO USUÁRIO.

    Diferentemente do Worm, Bot, os quais independem.

  • Esse é um exemplo de Vírus propagado por e-mail, ele não se confunde com o worm pois o worm não precisa de uma ação do usuário para se propagar.

  • A "pegadinha" principal da questão foi o começo dela, a partir do momento que ela fala: "Ao processar" a banca quer dizer quem houve interação do usuário, ele executou, portanto, já não caracteriza mais um Worm.

    O vírus, por si só, não se espalhou pela rede (E-mail), nele pode ter configurações ou até outros programas que façam com que esses e-mails sejam repassados, isso é um exemplo de Spam, você abre um e-mail, executa algo, e simplesmente, esses e-mail é enviado para todos da sua lista de e-mail.

  • Situação hipotética: Ao processar um código executável malicioso que havia recebido como anexo de um email, Mateus percebeu que um malware havia infectado seu aparelho e que, automaticamente, havia sido enviada uma mensagem idêntica, com um anexo malicioso idêntico, a todos os contatos de sua lista de endereços, a partir do seu aparelho. Assertiva: Essa situação é um exemplo clássico de infecção de vírus de computador.

    ---

    Vírus

  • A mão agora chega tremeu para aperta C, medo de errar é grande kkkkk

  • automaticamente = WORM

  • Contrariando a regra geral, o Worm também pode ser ativado pela execução direta de suas cópias, entretanto,

    o vírus precisa de um hospedeiro para se propagar e o código executável seria este hospedeiro,

    caracterizando Vírus de Arquivo ou Programa.

  • informática você ESTUDA E ESTUDA, acerta muitas, mas a CESPE cria novas e você erra outra vez, pois o assunto Nunca acaba! sempre acham algo que você não estudou. #
  • A QUESTÃO FALA QIE FOI EXECUTADO! VIRUS NECESSITA DE EXECUÇÃO. EXCETO O SCRIPT.

  • O vírus depende da execução do programa ou arquivo hospedeiro, ou seja, para que o seu computador seja infectado é preciso que um programa já infectado seja executado.

    Vírus propagado por e-mail: recebido como um arquivo anexo a um e-mail cujo conteúdo tenta induzir o usuário a clicar sobre este arquivo, fazendo com que seja executado. Quando entra em ação, infecta arquivos e programas e envia cópias de si mesmo para os e-mails encontrados nas listas de contatos gravadas no computador.

    CORRETÍSSIMA

    fonte: https://cartilha.cert.br/malware/

  • Jurava que era um Worm (automaticamente)...

  • Vírus executa automáticamente - executável

    Worn se propaga automáticamente - se multiplica

  • Algumas pontos que caracterizam o vírus:

    1 - Código executável (passível de ser executado) --> Vírus;

    2 - Código executável --> Hospedeiro;

    3 - Não se propagou automaticamente --> Executou algo automaticamente (quem se propagou foi o e-mail e não o próprio malwer).

    Gabarito: CERTO

  • Gabarito: Correto

    Questão tão certa que da até medo de marcar.

    Li umas 5 vezes ...

  • ESSA BANCA TEM O DON DE LE DEIXAR INSEGURO MSM NAS QUESTOES FACEIS.

  • óbvio?

  • Tão óbvio que da medo...

  • PARA NAO ERRAR MAIS > JUMENTO(EU)

    Vírus = Insere cópias de si. Precisa ser executado

    Worm = Envia cópias de si automaticamente

    Bot = Envia cópias de si automaticamente. Mantém contato com invasor, acesso remoto.

  • Tão fácil que errei...

  • E a coragem pra marcar?

  • CERTO

     Ao processar um código executável malicioso que havia recebido como anexo de um email.


ID
2798581
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Julgue o item subsecutivo a respeito de redes de computadores e conceitos de proteção e segurança.

Um firewall é uma combinação de hardware e software que isola da Internet a rede interna de uma organização, permitindo o gerenciamento do fluxo de tráfego e dos recursos da rede e o controle, pelo administrador de rede, do acesso ao mundo externo.

Alternativas
Comentários
  • Marquei esta questão como errada. A banca afirma que um firewall é uma combinação de hardware e software. Na verdade não necessariamente é uma combinação. Um firewall pode ser somente um software por exemplo.

     

    Inclusive a banca já anulou questão neste sentido. Vide questão Q40430.

     

    Aguardando gabarito oficial...

  • Existem firewalls baseados na combinação de hardware e software e firewalls baseados somente em software.
     

  • Eu marquei errado também por conta do ''É''  cespe e complicada uma hora e muito detalhista na liguagem é em outros momentos desconsidera totalmente por conta disso quem estuda perde questões bestas como essa.

    Um firewall pode ser somente um software por exemplo.

    Não é correto cravar que é uma combinação dos dois.

     

  • Marquei errada porque:

    O Firewall  é um software OU hardware que FILTRA informações.

    Software Firewall 

    firewalls de software são programas que podem ser instalados no seu computador, baixá-los diretamente de um site ou carregá-los a partir de um CD ou DVD. Os firewalls de software são por vezes incluídas como parte de um pacote de segurança na internet. Norton Internet Security e Kaspersky Internet Security , por exemplo, ambos vêm com um firewall. 

    Firewalls de hardware

    Firewalls de hardware ficam diretamente atrás do seu roteador, então cada pacote de dados vindo da Internet deve passar pelo seu gatekeeper antes de pousar em qualquer um dos seus drives internos. GATEKEEPER ( PORTEIRO)

     

     

  • GABARITO CERTO

     

    Falando um pouquinho sobre o FIREWALL:

     

    Para que ladrões não entrem em sua casa, você deve trancar suas portas e janelas, ou instalar grades, alarmes e sistemas de segurança, dificultando o acesso ao interior do imóvel. O Firewall tem função similar, pois “tranca” todas as portas e janelas do seu computador para que só os autorizados possam entrar e sair. Os Firewalls já são instalados com pré-definições de quais portas poderão permanecer abertas para que os programas as usem, mas o usuário pode adicionar permissões conforme a necessidade. 

     

    OBS.:firewall pode ser um software ou um hardware. Ativando o software, dispensamos o uso do hardware. Instalando um hardware, dispensamos o uso do software.

     

    Bons estudos

  • Chega de copy-cola.
    GABARITO deve ser trocado para ERRADO
    O cerne da questão não é discutir se é software ou/e  hardware.
    Combinação não significa os 2 elementos ao mesmo tempo. Todo software roda em hardware. 


    Existe uma arquitetura de firewall que não isola rede interna da rede externa

    Arquitetura Screened Host:  

    "Devido a esta arquitetura permitir roteamento, ela pode parecer mais perigosa que a dual-homed host, que é modelada para que nenhum pacote externo alcance a rede interna. Mas, na pratica, a arquitetura dual-homed host esta mais propensa a falhas."


    https://memoria.rnp.br/newsgen/9708/n3-1.html

    Ainda existe o caso de firewalls que isolam uma rede interna de outra rede interna.
    Definindo rigorosamente: Firewall é uma combinação de software e hardware que filtra o fluxo entre duas redes, não necessariamente sendo uma interna e outra externa.


     

  • A banca afirma que é uma combinação, mas não restringe dizendo que só funcionará se houver esta combinação.

    Logo, não exclui o fato de que poderá ser apenas um software. Estudar a banca e tantos outros casos como este, que exigem a interpretação de português na assertiva, faz parte.

    Avante!!!

    PRF Brasil

  • Marquei errada com convicção pois tenho no meu caderno que um firewall pode ser somente um software.

     

    Complementando:

    Este dispositivo de segurança existe na forma de software e também de hardware, a combinação de ambos é chamado tecnicamente de "appliance". A complexidade de instalação depende do tamanho da rede, da política de segurança, da quantidade de regras que controlam o fluxo de entrada e saída de informações e do grau de segurança desejado.

     

    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Firewall

  • Questão polêmica.

    Eu marquei certo, mas fui conferir tudo que tenho anotado, ou seja, conceitos sobre firewall da própria CESPE e  realmente essa questão não está de acordo com as provas anteriores.

    Tem um professor que comenta as questões de informática dessa prova.

    segue o link:   https://www.youtube.com/watch?v=jnv8Ef3XWEk

  • Pode ser é diferente de "é", pois afirmar que é a soma de software e hardware é osso viu. :(

  • Triste ver concurseiros tentando de todo modo justificar os erros da banca. Dizendo estudar a banca pra não errar questões como essa.
    Não existe estudar essa banca. Ela muda de "jurisprudencia" toda hora. Uma hora ela considera algo correto e outro incorreto

  • marquei correto, pois ja ouvi falar que firewall  tanto pode ser hardware como software

  • Para mim , essa questão tem dois erros 

     

    O primeiro é dizer COMBINAÇÃO DE HARDWARE E SOFTWARE 

     

    o SEGUNDO É DIZER QUE isola DA INTERNET A REDE INTENET a rede interna . 

     

    Ora, se eu isolar da rede externa vai virar intranet e não é isso que um firewaal faz. Enfim, ficou muito estranho esse gabarito , pior ainda é o conceito da CESPE que é claramente uma questão errada que se acerta na sorte. Por isso ninguem nunca vai gabaritar uma prova da CESPE 

  • Não está errada a questão, porém o examinador foi fdp..  o mais correto seria dizer que o firewall PODE ser uma combinação... mas ele também não disse que firewall é SOMENTE uma combinação.

     

    Enfim, eu marcaria certo já  que os firewalls mais vendidos hoje em dia, para as empresas, são uma combinação de software com Hardware, os famosos NGFW e UTM.. e realmente eles atuam na borda da rede (entre a rede interna e externa), fazendo todo controle de tráfego.

  • Diego Alves , marquei errado justamente pelo mesmo motivo. Pode ser ou um ,ou outro, ou os dois juntos. O "e" pra mim , exclui a possibilidade de ser OU hardware OU software. Enfim...
  • questão escrota ...se quiser um firewall hardware..tem que comprar baby......se não vai ter só software...quem acertou jogou na sorte ..pois tem dupla interpretação !! o certo é o enunciado falar " PODE" ...assim ficaria uma questão justa...!!

  • Cara isso que mata! o examinador faz uma questão dúbia, que pode escolher qual o gabarito! eu acho isso errado, pq é uma coisa ou outra, pra min seria o certo colocar, o firewell pode ser!

  • Não dá pra aceitar esse gabarito!

  • A QUESTÃO ESTÁ COMPLETAMENTE EQUIVOCADA !!! 

     

    O Firewall pode ser implementado em um software ou em um hardware. Mas se você ativar o software, dispensa o uso do hardware e vice-versa. O Firewall do Windows é um exemplo de um Firewall de software logo se despensa a instalação de um equipamento de hardware.

     

    Firewall é um software ou hardware que verifica informações vindas da Internet ou de uma rede, rejeitando-as ou permitindo que elas passem e entrem no seu computador, dependendo das configurações definidas. Com isso, o firewall pode ajudar a impedir o acesso de hackers e software mal-intencionado ao seu computador.

     

    OBSERVAÇÃO: UM FIREWALL PODE SER CHAMADO TANTO DE HARDWARE QUANTO DE SOFTWARE.

  • CESPE SEMPRE DEFINE FIREWALL DE FORMA DIFERENTE, SENDO ASSIM, NÃO ADIANTA TER CONCEITO DEFINIDO, POIS ELA DERRUBA SEU ENTENDIMENTO... RESOLVA MUITAS QUESTÕES E ENTENDERÁ UM POUCO DESSA CIÊNCIA CESPIANA ....

  • CERTO


    (2012/Câmara dos Deputados) Firewall é um dispositivo que consiste em software e(ou) hardware, utilizado para filtrar as informações que transitam entre as redes de computadores e a Internet. CERTO


  • Caraca,sao muitos os conceitos de firewall para o Cespe!

    Avante!

  • Gabarito foi mantido. Item está correto! Continuo sem concordar, massss...vida que segue!

  • Recomendo quem ficou de fora por 1 ponto que judicialize utilizando meu comentário antrerior.
    Não dá pra aceitar isso.
    A cespe não fornece motivação para manter gabarito, negar ou aceitar recursos. 

  • (Q40430)  Ano: 2010 Banca: CESPE Órgão: UERN Prova: Técnico de Nível Superior

     

    A respeito de segurança da informação, assinale a opção correta.

     a)Firewall é um sistema constituído de software e hardware que verifica informações oriundas da Internet ou de uma rede de computadores e que permite ou bloqueia a entrada dessas informações, estabelecendo, dessa forma, um meio de proteger o computador de acesso indevido ou indesejado.

     

    GABARITO: ANULADA

    JUSTIFICATIVA DA BANCA: Existem firewalls baseados na combinação de hardware e software e firewalls baseados somente em software. Diante disso, opta-se pela anulação da questão

     

    Já está ultima a banca manteve o Gab CORRETO. Sacanagem com quem estuda e rala todos os dias p mudar de vida, mas Deus é Justo e recompensa aqueles q insistem, por maior q seja o gigante!

  • Bom dia.

     

    Pois é Arthur, já tinha mencionado esta questão no meu comentário do mês passado.

     

    Que a banca CESPE tenha os pensamentos e definições muitas vezes polêmicos, infelizmente temos que aceitar. Mas o que fica complicado é mudar o conceito em determinado assunto de uma prova para outra. Para questões de DIREITO, por exemplo, é óbvio que os conceitos sofrem alterações que acompanham as mudanças nas leis, doutrina e jurisprudência. Mas alterar a definição de um assunto técnico? Nas ciências exatas ou está certo ou está errado e como a própia banca já assumiu no passado, com o exemplo que você expôs, um firewall NÃO É uma COMBINAÇÃO de hardware e software, ele PODE SER. É diferente!

     

    Considerando esta questão como correta, como devemos chamar o progama de defesa do computador que vem acompanhando o Windows? Não podemos chamar de Firewall do Windows, pois ele é somente um software, e, de acordo com a banca, um firewall é uma combinação de hardware e software.

     

    Esse entendimento ainda fica reforçado com o exemplo exposto pela Beatriz em comentário anterior. O item abaixo está corretíssimo, pois a banca introduz na definição a conjunção alternativa OU.

     

    (2012/Câmara dos Deputados) Firewall é um dispositivo que consiste em software e(ou) hardware, utilizado para filtrar as informações que transitam entre as redes de computadores e a Internet. CERTO

     

    Vejo muita gente falando que tem que estudar a banca e tal, mas como estudar a banca e tentar buscar alguns conceitos que já foram cobrados, se acontecem aberrações deste tipo?

     

    Bom, é mais um desabafo, o sentimento de impotência em casos como esse é complicado...mas bola pra frente!

     

    Abraços e bons estudos!

  • Vc é criado sabendo que firewall não necessariamente precisa ser hardware, é graduado na área, resolve milhões de questões que te dão mais embasamento ainda a respeito desse conhecimento, e depois erra uma questão que claramente define firewall como a junção de hardware com software! Vai entender. Caiu firewall na prova?! Nem respondo! rsrsrsrs

  • Essa banca faz o concurseiro de palhaço.

  • MARQUEI COMO CERTO.

     

    POIS APRENDI QUE O FIREWALL É UM SOFTWARE OU HARDWARE, POREM PODE SER UMA COMBINAÇÃO DE AMBOS.

     

     

    " VOCÊ É O QUE VOCÊ PENSA, É O SR. DO SEU DESTINO."

  • se for pensar assim todos os aplicativos serão uma combinação entre hardware e software, pois nescessitam dos componentes do `computador.... como memoria, hd, placa mae entre outros. questao tosca! 

  • Gabarito: CERTO.

    Firewall é um software ou um hardware que verifica informações provenientes da Internet ou de uma rede, e as bloqueia ou permite que elas cheguem ao seu computador, dependendo das configurações do firewall.

    Um firewall pode ajudar a impedir que hackers ou softwares mal-intencionados (como worms) obtenham acesso ao seu computador através de uma rede ou da Internet. Um firewall também pode ajudar a impedir o computador de enviar software mal-intencionado para outros computadores.

    ============================================================================

    Q282039 Ano: 2012 Banca: CESPE Órgão: Câmara dos Deputados Prova: CESPE - 2012 - Câmara dos Deputados 

    Firewall é um dispositivo que consiste em software e(ou) hardware, utilizado para filtrar as informações que transitam entre as redes de computadores e a Internet. CERTO

    Q466272 Ano: 2015 Banca: FGV Órgão: TJ-BA Provas: FGV - 2015 - TJ-BA

    O software ou hardware utilizado para rejeitar ou permitir que informações da internet entrem no computador é o: A) firewall; CERTO

     

  • O que me mata nesta questão é que quem estava "desligado" acertou, vide diversos comentários abaixo. Gente, se a banca colocasse o OU na frase ficaria correto e ninguém estaria aqui discutindo este item.

     

    Concordo com TODOS os exemplos nos comentários abaixo onde a banca afirma que um Firewall é um software e/ou, hardware. O que fica difícil de aceitar é a banca afirmar que É uma combinação dos dois, o que não é verdade.

     

    Fico indignado pois deixei de ir para a próxima fase por conta de somente uma questão, e além dessa, tiveram no mínimo mais 3 bizarras e que não foram anuladas. Outro exemplo na prova de Perito é a questão Q932843, de direito penal. Pela quantidade de comentários com opiniões divergentes já dá pra perceber que no mínimo deveria ser anulada tb...mas enfim, é a soberana CESPE, vamos nos curvar...fazer o que né?!

  • Eu já disse, fica difícil jogar com essa banca desleal!, a conjunção aditiva invalida a questão!

  • Um firewall é uma combinação de hardware e software que isola da Internet a rede interna de uma organização, permitindo o gerenciamento do fluxo de tráfego e dos recursos da rede e o controle, pelo administrador de rede, do acesso ao mundo externo.


    "...é ... hardware e software..." .... FORÇOU DIMAIS A AMIZADE !

  • Firewall é um tipo de árvore. CORRETO!

  • Isso é mais que de praxe que firewall pode ser software um programa instalado na máquina, como também parte física da coisa como hardwares.. há diversos por aí. Exemplo de externo são os roteadores com função de firewall, neles tem como controlar todo o fluxo de dados/rede, fechar as portas etc.

    Então é bem nessa vibe, o que me deixou com dúvida foi a palavra ISOLAR...

     

    Mas de qualquer forma é questão CERTA mesmo.

  • Gab.: Certo.

    Algumas definições de firewall:

    O firewall, um software ou hardware instalado no computador ou na conexão da rede com a Internet, permite filtrar as tentativas de acesso não autorizadas oriundas de outras redes, melhorando a segurança da rede interna, contra ataques e invasões.

    O firewall é um equipamento (hardware) ou um programa (software) que é utilizado para filtrar as portas de conexões, permitindo ou bloqueando o tráfego.

    Firewall do Windows é um exemplo de um Firewall de software, enquanto o Cisco ASA é um exemplo de um Firewall de hardware.

    O firewall não analisa o conteúdo dos pacotes de dados transmitidos pelas portas de conexão, não é antivírus, não é antispam, não é antispyware, etc.
    O firewall pode direcionar o tráfego de uma porta para outra porta, e este direcionamento é uma característica da função de roteamento.

    Firewall é um filtro de conexões, que possui configurações pré-definidas de bloqueio de portas TCP para impedir a maioria dos acessos não autorizados.

    O firewall é um filtro de conexões, que impede o acesso indevido ao computador através de suas portas de conexão.
    Ele é habilitado para permitir ou negar o acesso às portas TCP do computador, evitando que acesso indevido ocorra, proveniente de outro dispositivo da mesma rede, ou da Internet.

  • Como assim uma combinação? Eu sempre soube que é um ou outro, não necessariamente os dois juntos.

  • Um firewall é uma combinação de hardware e software que isola da Internet a rede interna de uma organização, permitindo o gerenciamento do fluxo de tráfego e dos recursos da rede e o controle, pelo administrador de rede, do acesso ao mundo externo.


    Certo. O firewall faz o controle do fluxo de dados do computador com a rede, funcionando como um barreira, assim impedindo que softwares maliciosos infectem o computador. Esse equipamento (hardware) pode ser também software, ainda havendo a possibilidade de combinação entre software e hardware chamado de appliance, que é um dispositivo que possuí um firmware.

    Esse dispositivo de segurança pode ser configurado para limitar o acesso à internet. Assim como acontece no Windows, onde o firewall pode ser configurado para permitir ou bloquear o acesso à alguns serviços, sites e etc.


    Gabarito: Certo.

  • cespe tem suas próprias definoções sobre firewall , uma hora é um conseito outra outro ... fala  sério ...

  • O firewall é um filtro de conexões, que permite ou bloqueia o tráfego nas portas TCP do computador.
    Ele poderá ser um software, instalado e habilitado em cada computador da rede.
    E também poderá ser um hardware, instalado na conexão da rede com a Internet, provendo a filtragem para todos os dispositivos da rede interna.

    Gabarito: CERTO.
  • Errei por não saber que existe firewall no formato de hardware, quando na verdade existe.


    Se você pensar que o firewall é uma espécie de porteiro, você nunca mais errará. Sabe por quê? Porque o porteiro controla tudo que entra e sai de um prédio, assim como o Firewall controla tudo que entra e sai de um computador ou uma rede. O porteiro isola o lado externo do lado interno do prédio, assim como o firewall isolada duas redes como a rede Interna e a Internet.


    Resumindo: um software ou uma combinação de software e hardware que controla tudo que entra e sai de uma rede.

  • Nunca soube que existia Firewall no formato de hardware. 

  • Pra mim a questão tá errada, pois firewall pode ser software ou hardware ou ambos. Mas dizer que é uma combinação, entendo que exclui ser apenas um.

  • O Firewall do Windows ajuda a impedir que hackers ou programas mal-intencionados obtenham acesso ao seu computador pela internet ou por uma rede.

  • Gente, hardware sozinho não faz nada. É preciso um software, mesmo que seja um firmware.

  • Gabarito: Certo



    O Firewall pode ser Software, Hardware, ou ambos. Ele é o responsável por MONITORAR AS PORTAS DA REDE/COMPUTADOR, permitindo ou negando a passagem dos dados na rede, seja na entrada ou saída.

  • Estranho isso aí...


    Vamos ao entendimento do Prof João Carvalho


    "Firewall é um programa que cria uma “barreira” de proteção contra invasores (na verdade, contra, especificamente, as tentativas de comunicação com o computador protegido). Um firewall pode bloquear as comunicações por diversos critérios, previamente estabelecidos".

  • Marquei errado justamente pelo trecho "Firewall é uma combinação de software e hardware" 

  • Apesar de não concordar com a afirmação da questão, vai aí para os não assinantes a explicação do professor Nishimura .

     

    O firewall é um filtro de conexões, que permite ou bloqueia o tráfego nas portas TCP do computador.
    Ele poderá ser um software, instalado e habilitado em cada computador da rede.
    E também poderá ser um hardware, instalado na conexão da rede com a Internet, provendo a filtragem para todos os dispositivos da rede interna.

    Gabarito: CERTO.

  • Gaba: CERTO



    Quem é Andrew Tanenbaum na fila do pão, para CESPE? ninguém!


    pare de ser invejosa CESPE, vc é assim só pq o Firewall não é antivirus!

  • Concordaria com o gabarito se em vez de "é uma combinação..." fosse "pode ser uma combinação..."

  • É isso que dá quando uma pessoa que sabe ABSOLUTAMENTE NADA de informática elaborar uma prova....tira cada conceito do sovaco - p não dizer outros lugares......Vá tomar onde o sol ñ bate CESPE!

  • Cespe sendo Cespe, dá o gabarito que quer e a gente que se lasca!

  • Esta questão cabe recurso ?

  • Certo


    O firewall é um filtro de conexões, que permite ou bloqueia o tráfego nas portas TCP do computador.

    Ele poderá ser um software, instalado e habilitado em cada computador da rede.

    E também poderá ser um hardware, instalado na conexão da rede com a Internet, provendo a filtragem para todos os dispositivos da rede interna.

  • essa questão é um trava lingua e mente kkkkkkkkkkkkk

  • Por esse motivo, nunca gostei de questão desse estilo (C/E).

     

    Gab. C

  • acesso ao mundo EXTERNO ??? não seria o contrário?

  • 'isolar" é muito forte, mas marquei certo por causa da segunda parte

  • "Um firewall é uma combinação de hardware e software". Parei aqui e já botei errado.

  • O roteador é um exemplo de firewall associado ao seu software que não deixa que outros usuários trafeguem em sua rede sem a devida senha
  • Firewall pode ser só software, só hardware ou ainda software aliado a hardware. Esse último recebe o nome de Sistema Híbrido.

    Firewall não é antivírus.

    Um firewall é baseado em regras que o próprio usuário define. É ele quem define o que o firewall irá bloquear ou deixar "passar" através de regras.


    Firewall protege apenas contra ataques externos ao firewall, nada podendo fazer contra ataques que partem de dentro da rede por ele protegida.


    Fonte: Focus Concursos

  • AJUDA E SUPORTE DO WINDOWS

    O que é um firewall?

    Firewall é um software ou um hardware que verifica informações provenientes da Internet ou de uma rede, e as bloqueia ou permite que elas cheguem ao seu computador, dependendo das configurações do firewall.

    Um firewall pode ajudar a impedir que hackers ou softwares mal-intencionados (como worms) obtenham acesso ao seu computador através de uma rede ou da Internet.Um firewall também pode ajudar a impedir o computador de enviar software mal-intencionado para outros computadores.

  • Os bastions host, utilizado nas DMZ, acredito que possa ser uma espécie de firewall...

  • Segundo o glossário do ICP-Brasil Firewall é: É um conjunto formado por Hardware, sofware e uma política de acesso instalado entre redes, com o propósito de segurança.


    Firewall pode ser hardware, apenas software ou o conjunto de hardware e software (que é mais comum) e tem por função controlar o fluxo de dados que entra e sai da rede.

  • GABARITO: CERTO

     

    O item está certo. Essa é uma possível definição de firewall com certeza. Aceite e siga em frente. Sem comentários adicionais por aqui.

     

    Alô você ! (Pode marcar Útil se curtiu =)

  • O problema desta questão é que ela afirma que Firewall É a combinação de hardware com software, e sabemos que esse é um tipo de firewall, haja vista que ele pode ser só hardware, ou apenas um software.

    se estivesse " o Firewall pode ser a combinação de um hardware com um software..." ai eu me calaria.

    Cespe né? fazer o que?

  • QUE QUESTÃO ABSURDA, CESPE TÁ CAINDO O NÍVEL MESMO, NÃO ACEITAM SEUS ERROS.

    NAO É OBRIGATÓRIO TER FIREWALL HARDWARE E SOFTWARE COMO AFIRMA A QUESTÃO, ABSURDO.

    AVANTE!!!!

  • ''Appliance firewall'' é um tipo de firewall que combina hardware e software.

    Fonte:Wikipédia.

    Bons estudos!!!

  • O que me deixou com dúvida foi o Gerenciar recursos da rede...

  • Discordo, existe o firewall como hardware que combina o uso de software, mas nós também temos serviços de firewall que são independentes.

  • Agradeço ao professor de informática do Focus. <3

  • Um firewall é um dispositivo de segurança da rede que monitora o tráfego de rede de entrada e saída e decide permitir ou bloquear tráfegos específicos de acordo com um conjunto definido de regras de segurança.

    Os firewalls têm sido a linha de frente da defesa na segurança de rede há mais de 25 anos. Eles colocam uma barreira entre redes internas protegidas e controladas que podem ser redes externas confiáveis ou não, como a Internet. 

    Um firewall pode ser um hardware, software ou ambos.

    fonte: CISCO

  • Imagem de um Firewall de hardware:

    https://www.researchgate.net/profile/Projetos_Unifaccamp/publication/272998342/figure/fig2/AS:391830328889349@1470431038454/Figura-4-Firewall-de-hardware-Cisco-Modelo-ASA-5510-Cisco-ASA-5510-2005.png 

  • É uma questão bem polêmica, porém o gabarito é correto sim. Se o firewall é uma software isso todo mundo já está careca de saber, principalmente por conta daquelas mensagens insuportáveis que tinham no antigo Windows XP em que a todo tempo ele falava "seu computador está em risco" era o famoso alerta do software do Firewall. E quanto à combinação de software e hardware, podemos falar que o firewall físico, por si só, é bem ineficiente pelo fato de que ele precisa ser configurado e esta configuração é feita por software. Como que você vai conseguir barrar certo tipo de acesso de certa coisa sem antes configurar o mesmo? girando botões? apertando o botão de 2 chaves? apertando um parafuso interno de controle? não, impossível configurá-lo desta forma. Por isso que todo firewall hardware vem com um software de uso especificamente para tal configuração. Este software pode ser tanto por software independente, embarcado até mesmo aquele que através do IP do firewall você configura-o pelo navegador, como faz pra configurar o roteador.

  • E a saga continua Cespe, Firewall e seus vários conceitos.

  • "Um firewall É uma combinação de hardware e software" não, né.

    Ele PODE ser os dois, mas também pode ser apenas um (hardware ou software).

  • eu interpretei que essa o ser software e hardware ao mesmo tempo é uma modalidade de firewall.

    A questão não disse que pode ser apenas software e hardware ao mesmo tempo.

  • Certo.

    Nesse caso, o firewall separa redes. 

    Questão comentada pelo Prof. Maurício Franceschini

  • QUESTÃO Q40430

    GABARITO: ANULADA

    JUSTIFICATIVA DA BANCA CESPE: Existem firewalls baseados na combinação de hardware e software e firewalls baseados somente em software. Diante disso, opta-se pela anulação da questão

     

    - e ainda tem aqueles iniciantes que comentam para de mimimi aceita o erro bla bla bla, como que aceita esse erro ? kkk

     

  • Equipe Qc, bora rever essa questão aí, né. Questão bem equivocada.

  • thayron fanticele essa questão foi anulada em 2010, em uma prova no RN.

    Para quem quiser verificar segue o link abaixo, no entanto não vi essa justificativa aplicada na PF 2018, dessa forma o GABARITO segue CERTO até envio de documento que comprove a justificativa atual da banca. Pode enviar o link para validar a sua informação de 2018 nessa prova mais atual? Grato.

    CESPE É CESPE.

    http://www.cespe.unb.br/concursos/UERN_2010/arquivos/JUSTIFICATIVAS_UERN_REVISADA_FINAL.DOCX.PDF

  • O firewall é um filtro de conexões, que permite ou bloqueia o tráfego nas portas TCP do computador.

    Ele poderá ser um software, instalado e habilitado em cada computador da rede.

    E também poderá ser um hardware, instalado na conexão da rede com a Internet, provendo a filtragem para todos os dispositivos da rede interna.

  • Aquele maldito "é" derrubou todo mundo...

  • Combinação de hardware e software só se for um firewall físico com uma interface ou console para opera-lo. O firewall de software que é o comum de uso doméstico é só software..questão mal elaborada.

  • Cristiano está esperando há 1 ano esse gabarito ser trocado

  • pessoal, ele apenas afirmou que o firewall é a combinação de hardware e software.sim está certo. mas não necessariamente existe apenas esse. mas no caso em questão ele se referiu a essa combinação, se tivesse dito todo firewall é resultado da combinação de hardware e software, a questão estaria errada. me corrigam se estiver errado, só pensei dessa forma. espero ter ajudado.
  • Destaco que o firewall pode ser tanto somente software quanto uma combinação de hardware e software. E sim, uma vez posicionado entre a Intranet de uma organização e a Internet, ele pode gerenciar o fluxo de tráfego conforme política de segurança implementada pelo administrador da rede, controlando o acesso ao mundo externo.
  • Destaco que o firewall pode ser tanto somente software quanto uma combinação de hardware e software. E sim, uma vez posicionado entre a Intranet de uma organização e a Internet, ele pode gerenciar o fluxo de tráfego conforme política de segurança implementada pelo administrador da rede, controlando o acesso ao mundo externo.
  • Destaco que o firewall pode ser tanto somente software quanto uma combinação de hardware e software. E sim, uma vez posicionado entre a Intranet de uma organização e a Internet, ele pode gerenciar o fluxo de tráfego conforme política de segurança implementada pelo administrador da rede, controlando o acesso ao mundo externo.
  • Destaco que o firewall pode ser tanto somente software quanto uma combinação de hardware e software. E sim, uma vez posicionado entre a Intranet de uma organização e a Internet, ele pode gerenciar o fluxo de tráfego conforme política de segurança implementada pelo administrador da rede, controlando o acesso ao mundo externo.
  • Destaco que o firewall pode ser tanto somente software quanto uma combinação de hardware e software. E sim, uma vez posicionado entre a Intranet de uma organização e a Internet, ele pode gerenciar o fluxo de tráfego conforme política de segurança implementada pelo administrador da rede, controlando o acesso ao mundo externo.
  • Destaco que o firewall pode ser tanto somente software quanto uma combinação de hardware e software. E sim, uma vez posicionado entre a Intranet de uma organização e a Internet, ele pode gerenciar o fluxo de tráfego conforme política de segurança implementada pelo administrador da rede, controlando o acesso ao mundo externo.
  • Destaco que o firewall pode ser tanto somente software quanto uma combinação de hardware e software. E sim, uma vez posicionado entre a Intranet de uma organização e a Internet, ele pode gerenciar o fluxo de tráfego conforme política de segurança implementada pelo administrador da rede, controlando o acesso ao mundo externo.
  • Destaco que o firewall pode ser tanto somente software quanto uma combinação de hardware e software. E sim, uma vez posicionado entre a Intranet de uma organização e a Internet, ele pode gerenciar o fluxo de tráfego conforme política de segurança implementada pelo administrador da rede, controlando o acesso ao mundo externo.
  • Destaco que o firewall pode ser tanto somente software quanto uma combinação de hardware e software. E sim, uma vez posicionado entre a Intranet de uma organização e a Internet, ele pode gerenciar o fluxo de tráfego conforme política de segurança implementada pelo administrador da rede, controlando o acesso ao mundo externo.
  • Destaco que o firewall pode ser tanto somente software quanto uma combinação de hardware e software. E sim, uma vez posicionado entre a Intranet de uma organização e a Internet, ele pode gerenciar o fluxo de tráfego conforme política de segurança implementada pelo administrador da rede, controlando o acesso ao mundo externo.
  • Destaco que o firewall pode ser tanto somente software quanto uma combinação de hardware e software. E sim, uma vez posicionado entre a Intranet de uma organização e a Internet, ele pode gerenciar o fluxo de tráfego conforme política de segurança implementada pelo administrador da rede, controlando o acesso ao mundo externo.
  • Destaco que o firewall pode ser tanto somente software quanto uma combinação de hardware e software. E sim, uma vez posicionado entre a Intranet de uma organização e a Internet, ele pode gerenciar o fluxo de tráfego conforme política de segurança implementada pelo administrador da rede, controlando o acesso ao mundo externo.
  • Elaborador formado pelo Pronatec.
  • isola da Internet a rede interna de uma organização? Isolar é uma palavra muito forte em se tratando de informática. Segue o jogo!

  • Jurava que estava errado.. que era proxy..

  • Eu marquei correto, pois em regra esta certo.... Todavia, NÃO NECESSARIAMENTE O FIREWALL É COMBINAÇÃO DE HARDWARE E SOFTWARE, essa foi uma questão ambigua e muito tendenciosa.

  • "permitindo o gerenciamento do fluxo de tráfego e dos recursos da rede e o controle do acesso ao mundo externo".

    Não poderia ser um proxy?

  • Tapa na cara essa questão!

  • Acho que se a questão tivesse limitado, estaria errada, assim como o colega Diego falou.

    A questão não restringiu e sim falou de um exemplo.

    Q:Um firewall é uma combinação de hardware e software que isola da Internet a rede interna de uma organização, permitindo o gerenciamento do fluxo de tráfego e dos recursos da rede e o controle, pelo administrador de rede, do acesso ao mundo externo.

  • Tenha dó Cespe! Essa questão é passível de anulação, é quase que uma obrigação anular uma questão como estas, pois, é de amplo conhecimento de que é possível ter um firewall sem combinar com hardware. Quando você tem certeza de um ítem da CESPE é porque você sabe que o examinador vai puxar seu tapete. rsrsrsr

  • Quem se prejudicou ao errar esta questão creio que deveria entrar com medida judicial. Ouvi de um professor que questões que são explícitamente equivocadas devem ser discutidas no judiciário.

  • em uma questão anterior a essa o CESPE fala, que quem gerencia acesso seria o servidor proxy e não o firewall, inclusive nessa questão, ele fala que quem controla o acesso é o firewall e a declara como falsa. Vai entender né?

  • O firewall é um filtro de conexões, que permite ou bloqueia o tráfego nas portas TCP do computador.

    Ele poderá ser um software, instalado e habilitado em cada computador da rede.

    E também poderá ser um hardware, instalado na conexão da rede com a Internet, provendo a filtragem para todos os dispositivos da rede interna.

    CERTO.

  • Um firewall é uma combinação de hardware e software

    pode ser os dois ou um ou outro, deixando a assertiva errada

  • A banca afirma que Firewall é uma combinação de software com hardware.

    O firewall pode ser uma combinação, como pode ser um hardware ou software isoladamente.

  • QUESTÃO ANULADA:

    "Um firewall é, além de hardware, um software de segurança de rede que permite restringir determinados tipos de acessos não autorizados."

    JUSTIFICATIVA:

    Firewall pode referir-se tanto a um hardware quanto a um software, sem necessariamente ser os dois ao mesmo tempo.

    QUESTÃO MANTIDA

    Um firewall é uma combinação de hardware e software que isola da Internet a rede interna de uma organização, permitindo o gerenciamento do fluxo de tráfego e dos recursos da rede e o controle, pelo administrador de rede, do acesso ao mundo externo.

    Quando será possível saber se uma definição de uma das possibilidades de algo é certo ou errado?

    Provavelmente quando sair o gabarito e você constatar que ficou de fora por 1 ponto.

    INFORMATICA É A MATÉRIA MAIS TOSCA DESSA BANCA!

  • Nossa, mas que vocabulário ruim utilizado nesse enunciado! Como assim "ISOLA" da Internet a rede interna de uma organização??? Então a rede interna fica isolada? Em milhares de outras questões o cespe faz questão de afirmar que a rede interna NUNCA está TOTALMENTE protegida mas agora ela afirma que o firewall ISOLA a rede? Brincadeira viu...

  • Quem "acertou" essa questão,é bom estar preocupado viu.

  • Justificativa Cespe "Ahhh! Mudei de ideia. Agora quero que firewall seja uma combinação de hardware e software"

  • Firewall é uma solução de segurança baseada em hardware ou software (mais comum) que, a partir de um conjunto de regras ou instruções, analisa o tráfego de rede para determinar quais operações de transmissão ou recepção de dados podem ser executadas. "Parede de fogo", a tradução literal do nome, já deixa claro que o firewall se enquadra em uma espécie de barreira de defesa. A sua missão, por assim dizer, consiste basicamente em bloquear tráfego de dados indesejado e liberar acessos bem-vindos.

    Fonte:

  • Vim comentar só um sentimento

    Acertei, mas fico chateado com uma questão que generalizou tanto... Não acho que seja o caminho certo

  • GABARITO: CERTO

    O Firewall é capaz de isolar a rede interna de uma organização em geral da internet, permitindo o tráfego de pacotes de informações que não violem as regras de acesso à rede e que outros sejam bloqueados.

    Não pare até que tenha terminado aquilo que começou. - Baltasar Gracián.

    -Tu não pode desistir.

  • Professores que concordam com tal assertiva devem criar vergonha na cara... Poderiam deixar de ser hipócritas e passar a confrontar a banca com aquilo que aprenderam para se tornar professores. O que é Certo deve ser Certo, e o que é Errado deve ser Errado. Parem de ficar flutuando nas arbitrariedades da banca e criem coragem para falar que a banca está errada.

  • Ridícula esta questão!!!!!

  • Fala o que vc quer Cebraspe, minha filha!

    Uma hora é anulada outra é certa, me ajuda ai!

  • Firewall é uma combinação de software e hardware" não necessariamente, podendo ser apenas software. cabível de anulação

  • Questao ridícula. Pra mim está errada. Pode ser uma combinação e não é obrigatório ser uma combinaçao como diz a questão.

  • CESPE sendo CESPE, criando novas regras.

  • Quando você entende o que é um softwere você descobre que ele pode ser um hardware

  • QUESTÃO Q93303

    Acerca de redes de computadores e segurança, julgue o item que segue.

    Um firewall implementa uma política de controle de comportamento para determinar que tipos de serviços de Internet podem ser acessados na rede.

    REPOSTA: Errado, pois segundo o professor o firewall não controla o acesso a rede...

    Questão atual:

    Um firewall é uma combinação de hardware e software que isola da Internet a rede interna de uma organização, permitindo o gerenciamento do fluxo de tráfego e dos recursos da rede e o controle, pelo administrador de rede, do acesso ao mundo externo.

    RESPOSTA: Certa

    Como assim...controla OU não controla??

  • De tanto conceito absurdo que já vi de Firewall, esse certamente é o PIOR.

  • não é necessariamente uma combinação dos dois.examinador tava com preguiça de fazer essa questão

  • Um firewall não é necessariamente uma combinação, ele pode ser um hardware ou software. Também não faz o controle de dados. Ele é um porteiro barrando na porta as entradas não autorizadas.

    Barra quem entra, mas não barra quem sai.

  • Só acerta essa questão quem desconhece o assunto.

  • Essa tá difícil de aceitar para doer menos... Sou novo nesse negócio de concurso, mas já percebo que as bancas podem fazer a lambança que quiserem e nada acontece. É tipo um juiz de futebol antes do VAR... controlava o jogo jeito que queria. E pior ainda são os comentários dos professores... Não discorrem sobre o assunto. Simplesmente pegam algum trecho de algum livro que estudaram e colocam aqui. Nem sequer fazem a citação. Desabafo.

  • Acabei de responder uma questão que dizia que o FIREWALL não poderia "controlar", ai respondo essa e diz que ele pode "controlar" vai entender kkkk

  • cespe sendo cespe .. quem quiser que lute!

  • É mentira isso né.

  • Da série: Não vim aprender informática, apenas passei para ver quantas questões deixo em branco.

  • Concordo com Lucas PRF e Cristiano Romani. A questao afirmou que É uma junçao, quando na verdade, PODE ser um hardware ou software. A CESPE faz o que quer.

  • Vou passar direto e não perder mais nenhum segundo pesquisando uma resposta para essa pergunta. Podem passar pano para cespe e fazer um malabarismo cerebral que explica o porquê dessa pergunta está certa. No final, estará mentindo para si mesmo sem nenhuma certeza de estar correto.

  • uma questão dessa é pra desaprender o que a gente estuda, só pode.

  • Um firewall serve, basicamente, para filtrar os pacotes que entram e(ou) saem de um computador e para verificar se o tráfego é permitido ou não.

    OBS:

    -  Não é antivírus.

    - Não analisa o conteúdo de mensagens de e-mails. 

    - Não criptografa mensagem.

    - Não cria VPN.

  • Essa questão só não foi anulada porque provavelmente não fizeram um recurso bem embasado. Um firewall PODE SER uma combinação de hardware e software, ou somente utilizando software ou somente utilizando hardware. A CESPE acha que pode fazer o que bem entende com o jogo de palavras dela, mas não é bem assim não.

  • O daqui de casa é apenas software!

  • Uma questão anterior diz que não controla o fluxo, aew chega essa é diz que controla .

  • "Um firewall é uma combinação de hardware e software" se eu coloca-se correto, o cespe poderia dizer que estava errado poque  os Firewalls podem ser baseados na combinação de hardware e software, e não necessariamente dos dois.

    Na minha opinião os examinadores do cespe vacilam e não tem a humildade de assumir!

  • Um firewall é um dispositivo de segurança da rede que monitora o tráfego de rede de entrada e saída e decide permitir ou bloquear tráfegos específicos de acordo com um conjunto definido de regras de segurança.

    Um firewall pode ser um hardware, software ou ambos.

  • o firewall pode ser software, hardware ou ambos. Com a cespe, resposta incompleta não é errada ! kk

  • Com todo respeito, quem acertou essa questão vai errar em português e raciocínio lógico. E e OU não são a mesma coisa.

  • Eu já estou tendo pesadelos com questões da CESPE sobre Firewall.

  • A cespe muda conceito de firewall toda hora pqp

  • ELA ADORA ESSE TAL DE '' FIRE WALL ''

    GAB : C

  • QUESTÃO NADA HAVER!

  • cespe e sua tara por firewall !

    (CESPE – CÂMARA DOS DEPUTADOS – 2012) Firewall é um dispositivo que consiste em software e(ou) hardwareutilizado para filtrar as informações que transitam entre as redes de computadores e a Internet. CERTO (X)

     

    (CESPE - TCE/PA - 2016) Um firewall é, além de hardware, um software de segurança de rede que permite restringir determinados tipos de acessos não autorizados. ANULADA

     

    Note que na primeira questão o termo "e(ou)" fez com que a questão não fosse invalidada. Na segunda questão a banca afirmou que o firewall é necessariamente um hardware e um software. 

  • "Gerenciamento de recursos da rede"

    Fazer o que, né? ....

  • Ora a CESPE diz que o Firewall gerencia fluxo, ora ela diz que não e apenas o Proxy faz gerenciamento e controle de fluxo.

    DECIDA-SE CESPE!

  • Assertiva C

    Um firewall é uma combinação de hardware e software que isola da Internet a rede interna de uma organização, permitindo o gerenciamento do fluxo de tráfego e dos recursos da rede e o controle, pelo administrador de rede, do acesso ao mundo externo.

  • Cada vez que vem uma questão de Firewall da CESPE me dá um frio na barriga! Cada questão é um misto de desespero com ansiedade, fora o alivio, ou desespero, ao marcar a alternativa.

    Ajuda nós, CESPE!

  • Pode ser uma estrutura de hardware específico para tal finalidade, como também um software. Ele age monitorando as portas da rede, permitindo ou negando o tráfego de dados de acordo com o protocolo associado de cada porta

  • SE colocasse PODE SER...

  • As vezes eu acho que a CESPE faz de propósito pra gerar recurso, briga, discussão..

    Um firewall é uma combinação???

    O correto não seria: Um Firewall PODE ser um Hardware ou um Software, ou uma combinação dos dois??

  • Vocabulário ruim utilizado no enunciado. Como assim "ISOLA" da Internet a rede interna de uma organização? Então a rede interna fica isolada? Em milhares de outras questões o cespe faz questão de afirmar que a rede interna NUNCA está TOTALMENTE protegida mas agora afirma que o firewall ISOLA a rede? Brincadeira viu...

  • De onde eu venho 'e' é conjunção ADITIVA (que, excepcionalmente, pode assumir valor de adversidade).

    Em resumo, existem firewalls baseados na combinação de hardware e software e firewalls baseados somente em software, CONFORME JUSTIFICATIVA DA PRÓPRIA BANCA EM QUESTÕES PARECIDAS.

  • COMBINAÇÂO ???????????????

    PELO AMOR DE DEUS !!!!!!!!!

  • Quando você ver uma questão dessas, é aquela hora de levantar, beber água, dá dois tapas na cara, e voltar estudar.

  • Errei pelo "hardware" achei que era só software.

  • Cara de restrição, mas não é. Os caras tão pegando forte em termos extremamente interpretativos. Apelação do carai kkk

  • Errei por achar que era somente software 24/09

  • Quando se sabe pouco acerta

    Quando se sabe muito erra

  • Eu errei porque vi aquela conjunção ( OU ) entre hardware e software. Pensei que era um ou outro, me lasquei.

  • Se no concurso que você irá prestar tiver no edital informática, estude firewall porque é certo cair.

  • Afinal de contas, qual é o conceito de Firewall? Banca bipolar

  • por isso que desanima envolver com esse tipo de banca...

    se não foi anulada, deveria ter sido!

  • CERTO

    O firewall pode ser tanto somente software quanto uma combinação de hardware e software. E sim, uma vez posicionado entre a Intranet de uma organização e a Internet, ele pode gerenciar o fluxo de tráfego conforme política de segurança implementada pelo administrador da rede, controlando o acesso ao mundo externo.

    Fonte: Direção Concursos

    Professor Victor Dalton

  • @qc contrata o Pablo Leonardo #qccontrataoPabloLeonardo

  • Marquei ERRADO, pois o FIREWALL não é uma combinação, nem faz a análise do tráfego !

  • Vamos que bora!

  • Acertei porque senti a malícia, mas afirmar que é uma combinação de software e hardware é muita forçação de barra!

  • Gabarito Certo

    Segundo Kurose (2010,p.535),"Um firewall é uma combinação de hardware e software que isola a rede interna de uma organização da Internet em geral, permitindo que alguns pacotes passem e bloqueando outros."

    Foi dessa fonte que provavelmente o examinador bebeu.

    Bons Estudos!

    "Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do Senhor vem a vitória". -Pv. 21:31

  • Difícil defender esse gabarito. Firewall é uma combinação de hardware e software? Sempre aprendi que firewall PODE ser um hardware, um software, OU uma combinação entre eles.

    GABARITO CERTO(!!!!!!!!!!!!!!!!)

  • STF deveria sumular algo pra ter uma fiscalização nessas bancas. Questões desse tipo impede o acesso a cargos públicos. A cada prova aplicada pela Cespe vem com um conceito diferente de firewall

  • Firewall é uma solução de hardware ou software (o mais usado pela maioria dos usuários domésticos) que monitora o tráfego de dados e libera acesso apenas aos sítios de interesse do usuário, ou seja, ele só aceita receber e enviar dados de e para sítios considerados segurosevitando a ação de invasores. De forma mais técnica, pode-se dizer que firewall é um ponto entre duas ou mais redes, que pode ser um componente ou um conjunto de componentes, por onde passa todo o tráfego, permitindo que o controle, autenticação e os registros de todo o tráfego sejam realizados. 

    Desta forma, o firewall permite várias configurações diferentes, de forma a bloquear todo o tráfego de entrada na máquina com destino a uma porta específica e liberar que dados sejam enviados pela máquina, ou seja, liberar o tráfego de saída.

    Assim sendo, O ITEM ESTÁ CERTO.

  • Certas questões são mais passíveis de serem gabaritadas por quem não estudou nada do que por quem estudou muito.

  • Se você errou, você está no caminho certo.

  • Firewall é uma combinação de hardware e software ????? Eu aprendi que pode ser só Hardware, só software ou os dois.

    Se você também errou, você está estudando bastante e está no caminho certo.

  • Um firewall é uma combinação de hardware e software que isola da Internet a rede interna de uma organização, permitindo o gerenciamento do fluxo de tráfego e dos recursos da rede e o controle, pelo administrador de rede, do acesso ao mundo externo.

    CERTO

    --> Combinação de Hardware + Software (Opção válida. Não disse que seria somente esse tipo, então está correto)

    --> Isola por meio do controle de tráfego nas estrada e saída. Faz a separação entre o que tem a permissão e o que não.

    Analogia do Porteiro

    --> Porteiro + Câmeras (Opção válida assim como se só tivesse o porteiro. Não restringiu então está certo)

    --> O porteiro vai gerenciando o fluxo de tráfego e na portaria existe o isolamento com o ambiente externo.

    "A disciplina é a maior tutora que o sonhador pode ter, pois ela transforma o sonho em realidade."

  • CESPE também cobrou esse "conceito" nessas questões:

    Q106691

    Q199780

  • PERFEITA REDAÇÃO!

    ______________________________________

    Apenas complementando o resumo de vocês, amigos:

    FIREWALL

    > Filtro de conexões. Permite ou bloqueia o tráfego das portas TCP do computador.

    > O Firewall pode ser instalado de duas diferentes formas:

    1} Como um software --> Instalado e habilitado em cada computador da rede; ou

    2} Como um hardware --> Instalado na conexão da rede com a internet, provendo a filtragem para todos os dispositivos da rede interna.

    Portanto, um firewall é uma combinação de hardware e software que isola da Internet a rede interna de uma organização, permitindo o gerenciamento do fluxo de tráfego e dos recursos da rede e o controle, pelo administrador de rede, do acesso ao mundo externo.

    _____________________________

    BONS ESTUDOS!

  • QUESTÃO PARA QUEM NÃO ESTUDA ACERTAR.

  • Esse conceito de firewall ai me pareceu muito com o do proxy.

    Um firewall é uma combinação de hardware e software que isola da Internet a rede interna de uma organização, permitindo o gerenciamento do fluxo de tráfego e dos recursos da rede e o controle, pelo administrador de rede, do acesso ao mundo externo.

    Alguém pode me esclarecer um pouco a diferença entre os dois?

  • Além do já comentado, um firewall não isola a rede interna da externa, uma vez que a porta 80 fica SEMPRE aberta. Ou seja, ele permite o controle das portas que são permitido os acessos.

    Triste essas questões da CESPE.

    Para ela é só uma prova, mas quantos não realizam um sonho por um única questão.

  • Essa só acerta quem "chuta", ATÉ QUEM ESTUDA CHUTA. . Pois quem estuda sabe que o correto seria "pode ser".

    Eu mesmo só acertei porque acreditei no comportamento da banca (chutei). "ahh, mas tem de conhecer a banca mesmo". Mano, essa banca é muito imprevisível, ela muda de entendimento de uma hora pra outra, sem contar nas inúmeras questões flagrantemente erradas que ela bate o pé e mantém o gabarito.

    ESSA BANCA AGE DE MANEIRA MUITO ESTRANHA!!!

  • Marquei certo porque imaginei que a Cespe, nessa questão, apelaria para o absurdo e consideraria o gabarito correto. Tive sorte. No fundo, no fundo, deveria ser considerado errado.

  • '' viagem louca da banca'' kkkkkk o cara estudando ainda erra essa ..p....

  • Um Firewall PODE SER só software, só hardware ou a combinação de ambos. Quando a questão diz "Um firewall É uma combinação de hardware e software..." está restringindo, e assim, invalidando a questão. Qualquer argumento contrário é "passar pano" para essa banca indecente!!!

  • Assim como os demais colegas, fui no raciocínio de que firewall também pode ser somente software ou somente hardware.

    Vamos! Porque é na subida que a canela engrossa.

  • infeeeeeeerno de banca

  • Forçou!

  • Appliance

     Firewall Software combinado com Hardware 

  • eu acertei, mas, infelizmente, essa é mais uma questão em que o CESPE coloca o gabarito que quiser. Faz uma assertiva genérica, que dá margem para qualquer resposta, faz um sorteio das resposta num saquinho, aí a que for sorteada do saquinho ela coloca como gabarito da questão.

  • QUESTÃO ANULADA

    Reforçando o meu entendimento: Concurso TCE-PA / 2016

    Q675832

    No que diz respeito aos ambientes e aplicativos de acesso a Internet, julgue o próximo item.

    Um firewall é, além de hardware, um software de segurança de rede que permite restringir determinados tipos de acessos não autorizados.

    Questão ANULADA!

    Justificativa da banca:

    Firewall pode referir-se tanto a um hardware quanto a um software, sem necessariamente ser os dois ao mesmo tempo.

     

    www.cespe.unb.br/concursos/TCE_PA_16/arquivos/TCE_PA_16_JUSTIFICATIVAS_DE_ALTERA____ES_DE_GABARITO.PDF

  • Não seria  hardware OU software??

  • Atenção à casca de banana da banca!

    Firewall corporativo é DIFERENTE do firewall pessoal!

    O firewall corporativo é o EQUIPAMENTO (SOFTWARE + HARDWARE) instalado em toda rede e que filtra toda a rede.

    O firewall pessoal vai proteger um micro individualmente, como o software, por exemplo, do firewall do Windows. 

    Então, quando a questão se refere ao FIREWALL de uma "ORGANIZAÇÃO", então este será uma "combinação de hardware e software"!

    Espero ter ajudado!

  • Gabarito Certo.

    O Firewall pode ser tanto Hardware como Software, é ele que protege que sua rede de invasores, pois controla o fluxo de dados com o objetivo de filtrar e bloquear o acesso não autorizado.

  • Não entendi por que foi anulada.

    Essa questão só pode estar ERRADA pois ela afirma que "Um firewall é uma combinação de hardware e software ". Ele é um software, NÃO DEPENDE DE HARDWARE PARA FUNCIONAR.

    Nem se quisessem afirmar que depende de uma placa de rede pra existir, você pode instalar um firewall sem ter uma placa de rede.

    E tem mais, o enunciado diz que "Um firewall é uma combinação de hardware e software que isola da Internet a rede interna de uma organização..." ELE SÓ PODE ESTAR EM UMA ORGANIZAÇÃO???

  • ou HARDWARE ou SOFTWARE, os dois não dá!

    '

    Ou seja,

    Como hardware normalmente encontra-se em equipamentos de roteamento de redes; e

    Como software encontra-se como um dos recursos do próprio sistema operacional

  • A banca cobrou igualzinho uma vez e anulou (já entendia estar certo antes). Cobrou novamente agora e não anulo (está mais convicta que está correto). Ou seja, se cair na sua prova o mais sensato é marcar certo ou deixar em branco, errado jamais!

  • Eu penso o seguinte, dizer que firewall é uma combinação de software e hardware não pode ser errado porque existe essa possibilidade, porém, realmente, foi desnecessário. Eu acertei o gabarito, mas fiquei na duvida.

  • Quando a questão afirma que "FIREWALL É uma combinação de hardware e software deixa a questão errada. Ele pode ser uma combinação de hardware e software, mas pode ser também só um software ou somente hardware. A questão não deixa essas opções, ela diz que ele é e somente é uma combinação de hardware e software. Isso é errado. Se a questão dissesse que o FIREWALL PODE ser uma combinação de software e hardware, ai seria outra história.

  • ou um ou outro mais nao os dois.

  • ""Autor: Fernando Nishimura, Professor de Informática, de Noções de Informática, Arquitetura

    Os conceitos de redes de computadores e segurança da informação são essenciais para quem pretende prestar concursos públicos de nível técnico.

    Estes tópicos estão em todos os editais.

    Firewall (filtro de conexões) – computador/rede. No computador, o firewall do Windows é um software que permanece ativado, permitindo ou bloqueando o acesso às portas TCP do computador. Na rede de computadores da empresa poderá ser um equipamento na conexão da rede interna com a Internet, mais fácil de ser gerenciado. Em ambos os casos, o firewall não analisa o conteúdo do tráfego, logo não detecta vírus de computador nas mensagens, tentativa de phishing, etc.

    Existem hoje, um grande número de ferramentas e sistemas que pretendem fornecer segurança. Alguns exemplos são os detectores de intrusões, os antivírus, firewalls, firewalls locais, filtros antispam, analisadores de código, etc.

    Equipamentos de proteção (firewall, proxy, etc) – habilitados para toda a rede, monitorando e restringindo o acesso a informações não autorizadas e invasões na rede interna a partir da Internet ou via acesso remoto.""


ID
2798584
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Sistemas Operacionais
Assuntos

Julgue o próximo item, a respeito de computação na nuvem, sistemas de informações e teoria da informação.

Atualmente, as empresas de comércio na Internet podem disponibilizar suas aplicações na nuvem, como, por exemplo, na plataforma Azure da Microsoft; da mesma forma, as organizações podem fazer migrar suas aplicações de email para a nuvem. Essas nuvens oferecem ambientes de computação e armazenamento escaláveis, mas, por questões afetas à segurança, impedem o acesso implícito às suas redes privativas de alto desempenho.

Alternativas
Comentários
  • Julgue o próximo item, a respeito de computação na nuvem, sistemas de informações e teoria da informação.

     

    Atualmente, as empresas de comércio na Internet podem disponibilizar suas aplicações na nuvem, como, por exemplo, na plataforma Azure da Microsoft; da mesma forma, as organizações podem fazer migrar suas aplicações de email para a nuvem. Essas nuvens oferecem ambientes de computação e armazenamento escaláveis, mas, por questões afetas à segurança, impedem o acesso implícito às suas redes privativas de alto desempenho.

  • Gab:E

    Restringiu... Nishimura nela haha

  • IAAS-> Arquiteto de rede


    ex Google Drive, SkyDrive, Amazon Web Services




    PAAS-> Desenvolvedores


    ex Windows Azure, Google App Engine




    Saas-> Destinados a usuários finais


    o caso da questão ex Google Docs, Microsoft SharePoint Online, Office 365)

  • GABARITO: ERRADO

     

    Atualmente, as empresas de comércio na Internet podem disponibilizar suas aplicações na nuvem, como, por exemplo, na plataforma Azure da Microsoft; da mesma forma, as organizações podem fazer migrar suas aplicações de email para a nuvem. Essas nuvens oferecem ambientes de computação e armazenamento escaláveis, mas por questões afetas à segurança impedem o acesso implícito às suas redes privativas de alto desempenho.

     

    Esse finalzinho é uma invenção da banca e torna o item errado.

     

    Alô você ! (Pode marcar Útil se curtiu =)

  • basilar

  • ERRADO.

    No entanto, no uso de nuvens híbridas, não há qualquer impedimento referente à segurança de acesso às redes privativas, tenham estas qualquer tipo de desempenho

    Segundo Kurose e Ross (2013), empresas de nuvem não apenas oferecem ambientes de computação e armazenamento escaláveis as aplicações, mas também lhes oferecem acesso implícito as suas redes privativas de alto desempenho.

  • Errado. As redes de computadores podem ser montadas em nuvem, que são servidores remotos com sistemas, plataformas, serviços e estrutura alugados pelo cliente. Nestas nuvens, o usuário poderá acessar com segurança os dados de sua propriedade e também informações internas segmentadas em redes de computadores internas.

  • QUESTÃO: Atualmente, as empresas de comércio na Internet podem disponibilizar suas aplicações na nuvem, como, por exemplo, na plataforma Azure da Microsoft; da mesma forma, as organizações podem fazer migrar suas aplicações de email para a nuvem. Essas nuvens oferecem ambientes de computação e armazenamento escaláveis, mas, por questões afetas à segurança, impedem o acesso implícito às suas redes privativas de alto desempenho.

    A Azure não é PaaS (Plataform as a Service), mas é IaaS (Infrastructure as a Service).

    Segundo Kurose e Ross (2013), empresas de nuvem não apenas oferecem ambientes de computação e armazenamento escaláveis as aplicações, mas também lhes oferecem acesso implícito as suas redes privativas de alto desempenho.

  • Comentário: Comecemos lembrando os conceitos de nuvens públicas e privadas: Nuvem Pública: a infraestrutura é provida para uso aberto ao público em geral. Pode ser gerenciada por empresas, órgãos governamentais ou combinações entre tais entidades. São localizadas nos provedores de nuvens (datacenters) e disponibilizam grande capacidade de processamento e armazenamento. Exemplos: Google Drive, Drop Box, OneDrive, Office 365, Prezi Sallesforce. Nuvem privada: a infraestrutura é provida para uso exclusivo de uma única organização e suas possíveis filiais. Azure da Microsoft constitui um exemplo de nuvem híbrida, que é a combinação do ambiente público com o ambiente privado, que normalmente é configurado e desenvolvido sob demanda em um datacenter, de forma tal que ambientes públicos e privados atuam de maneira independente e interagem quando for necessário. Assim sendo, dados sensíveis (que necessitam segurança ou maior privacidade) ficam hospedados em ambiente privado, e dados e sistemas que precisam ter informações disponibilizadas para usuários, como um aplicativo móvel, por exemplo, são hospedados em ambiente público. A principal vantagem da nuvem híbrida é poder manter dados sensíveis seguros, evitando a exposição de todos os sistemas ou dados da organização ao público. Assim sendo, a afirmativa de que "as empresas de comércio na Internet podem disponibilizar suas aplicações na nuvem, como, por exemplo, na plataforma Azure da Microsoft" está correta, assim como também é correto afirmar que "as organizações podem fazer migrar suas aplicações de email para a nuvem", já que é possível utilizar provedores de e-mail na Internet e usar seus recursos de forma online. Como comentado acima, o ambiente de uma nuvem híbrida pode ser configurado e desenvolvido sob demanda, já que trata-se de um recurso escalável: escalabilidade pode ser definida como a capacidade com que um sistema – ou uma rede ou até mesmo um processo – tem de interagir com uma quantidade cada vez maior de tarefas, mantendo a eficiência, ainda que haja mais tarefas e que elas sejam mais complexas. Considera-se escalável o sistema que permite melhorar o desempenho a partir da instalação de equipamentos e recursos. No entanto, no uso de nuvens híbridas, não há qualquer impedimento referente à segurança de acesso às redes privativas, tenham estas qualquer tipo de desempenho.

    alfacon.

  • ERRADO.

    Esse finalzinho me deixou com cara de reticências e pontos de interrogação.

  • O ambiente de uma nuvem híbrida pode ser configurado e desenvolvido sob demanda, já que trata-se de um recurso escalável.

    Escalabilidade pode ser definida como a capacidade com que um sistema – ou uma rede ou até mesmo um processo – tem de interagir com uma quantidade cada vez maior de tarefas, mantendo a eficiência, ainda que haja mais tarefas e que elas sejam mais complexas.

    Considera-se escalável o sistema que permite melhorar o desempenho a partir da instalação de equipamentos e recursos.

    No entanto, no uso de nuvens híbridas, não há qualquer impedimento referente à segurança de acesso às redes privativas, tenham estas qualquer tipo de desempenho.

  • Esse final foi escrito de um jeito que PQP viu

  • 1º)Atualmente, as empresas de comércio na Internet podem disponibilizar suas aplicações na nuvem, como, por exemplo, na plataforma Azure da Microsoft; Trecho correto.

    Azure:

    O Microsoft Azure é uma plataforma destinada à execução de aplicativos e serviços, baseada nos conceitos da computação em nuvem.

    2º) da mesma forma, as organizações podem fazer migrar suas aplicações de email para a nuvem. Trecho correto.

    3º)Essas nuvens oferecem ambientes de computação e armazenamento escaláveis. Trecho correto.

    Escaláveis: Que tem condições para crescer de forma uniforme ou para suportar um aumento de carga.

    4º)mas, por questões afetas à segurança, impedem o acesso implícito às suas redes privativas de alto desempenho.

    Trecho errado.

    Essas nuvens não impedem o acesso implícito às suas redes privativas de alto desempenho.

    Concluindo:

    A questão esta errada, pois essas nuvens não impedem o acesso implícito às suas redes privativas de alto desempenho.

    Jones2019

  • O difícil PRA MIM foi interpretar a questão. EU achei mal escrita, enfim... seguimos.

  • Pra mim, o erro está nessa parte:

    impedem o acesso implícito às suas redes privativas de alto desempenho.

    Se você quiser um desempenho maior, poderá ter, desembolsando mais cash $$$$

  • Não sei em que lugar está mal escrita a questão. Ela só é grande, por isso para não confundir, divida em partes.

    "Atualmente, as empresas de comércio na Internet podem disponibilizar suas aplicações na nuvem, como, por exemplo, na plataforma Azure da Microsoft;" Certo: Azure é uma plataforma de nuvem que pode ser disponibilizadas para pessoas, assim como sky drive, google drive, etc. A diferença é que o Azure é PaaS, mas não foi isso que a questão pediu então sigamos.

    "da mesma forma, as organizações podem fazer migrar suas aplicações de email para a nuvem." Correto! Se eu posso até desenvolver um aplicativo, quem dirá migrar aplicação de email lá.

    "Essas nuvens oferecem ambientes de computação e armazenamento escaláveis." Correto! Basicamente está descrevendo uma das característica da nuvem, que é a elasticidade. Se eu quero 10gb tem. Se eu quero 20gb tem também. E 30? Opa tem sim. Ó que exemplo de arquitetura escalável

    "mas, por questões afetas à segurança, impedem o acesso implícito às suas redes privativas de alto desempenho." Errado! Aqui azedeou.. Não faz sentido impedir, isso só faria o provedor da nuvem perder de lucrar sem motivo algum. Tirando que essa frase foi meramente fontes: Vozes da cabeça do Cespe

  • Se esta impedir o acesso implícito a sua nuvem privada, quem serão os usuários, os externos? Acredito que o foco de uma nuvem/rede privada é o acesso implícito ( interno / não exposto/ confidencial) e nunca ao contrário.

    Gaba: ERRADO.

  • Julgue o próximo item, a respeito de computação na nuvem, sistemas de informações e teoria da informação.

    Atualmente, as empresas de comércio na Internet podem disponibilizar suas aplicações na nuvem, como, por exemplo, na plataforma Azure da Microsoft; da mesma forma, as organizações podem fazer migrar suas aplicações de email para a nuvem. Essas nuvens oferecem ambientes de computação e armazenamento escaláveis, mas, por questões afetas à segurança, impedem o acesso implícito às suas redes privativas de alto desempenho.

    gab e ! nuvens são super seguras.

  • ERRADO

    Essas nuvens realmente oferecem ambientes escaláveis de computação e armazenamento, assim como permitem o acesso implícito às redes privativas de alto desempenho.

    O que seria uma rede privativa de alto desempenho? Grandes provedores de serviços online (Ex: Microsoft, Google, Amazon) possuem Centros de Dados (Data Centers) espalhados por todo planeta. Eles precisam se comunicar de uma maneira extremamente rápida para oferecer o melhor serviço possível (você faz buscas ou acessa seu e-mail quase que instantaneamente, não é?). Para atingir essa velocidade, esses provedores evitam ao máximo utilizar a infraestrutura da internet para comunicação, porque essa infraestrutura é compartilhada por todos nós – usuários.

    Eles, portanto, possuem uma infraestrutura própria bastante próxima dos provedores de serviços principais que formam a internet (backbone). Essa infraestrutura própria que se comunica diretamente com provedores de serviço é chamada de rede privativa de alto desempenho. Por que? Porque ela permite, por exemplo, que o Google ofereça resultados de busca e acesso a e-mail quase instantaneamente, como se seus centros de dados estivessem rodando dentro do computador de cada usuário. Logo, essas nuvens oferecem – sim – acesso implícito a redes de alto desempenho.

    Fonte: Estratégia

  • Comentários do prof. Diego do Estratégia (@professordiegocarvalho):

    Questão retirada literalmente do livro de Redes de Computadores do Kurose e Ross. Azure é uma plataforma de computação na nuvem da Microsoft, que disponibiliza serviços para ajudar a organização a enfrentar seus desafios de negócios – é a liberdade de criar, gerenciar e implantar aplicativos em uma enorme rede global usando suas ferramentas estruturas favoritas. Essas nuvens realmente oferecem ambientes escaláveis de computação e armazenamento, assim como permitem o acesso implícito às redes privativas de alto desempenho. E o que seria uma rede privativa de alto desempenho? Grandes provedores de serviços online (Ex: Microsoft, Google, Amazon) possuem Centros de Dados (Data Centers) espalhados por todo planeta. Eles precisam se comunicar de uma maneira extremamente rápida para oferecer o melhor serviço possível (você faz buscas ou acessa seu e-mail quase que instantaneamente, não é?). Para atingir essa velocidade, esses provedores evitam ao máximo utilizar a infraestrutura da internet para comunicação, porque essa infraestrutura é compartilhada por todos nós – usuários. Eles, portanto, possuem uma infraestrutura própria bastante próxima dos provedores de serviços principais que formam a internet (backbone). Essa infraestrutura própria que se comunica diretamente com provedores de serviço é chamada de rede privativa de alto desempenho. Por que? Porque ela permite, por exemplo, que o Google ofereça resultados de busca e acesso a e-mail quase instantaneamente, como se seus centros de dados estivessem rodando dentro do computador de cada usuário. Logo, essas nuvens oferecem – sim – acesso implícito a redes de alto desempenho.

    Gabarito: Errado

  • Gabarito: ERRADO. O acesso implícito aos recursos de alto desempenho de um provedor de nuvem simplesmente DEVE ocorrer; por questões de segurança não é permitido o acesso direto a estes recursos pelo usuário.


ID
2798587
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Sistemas de Informação
Assuntos

Julgue o próximo item, a respeito de computação na nuvem, sistemas de informações e teoria da informação.


A informação se caracteriza pela compreensão e internalização do conteúdo recebido, por meio do seu uso em nossas ações; o dado, por sua vez, é um elemento bruto dotado apenas de significado e relevância que visem fornecer uma solução para determinada situação de decisão.

Alternativas
Comentários
  • O dado não possui significado e relevância

     

    Fonte: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/questoes-comentadas-informatica-e-ti-para-policia-federal-perito-banco-de-dados-possivel-recurso/

  • O dado não possui significado relevante e não conduz a nenhuma compreensão. Representa algo que não tem sentido a princípio. Portanto, não tem valor algum para embasar conclusões, muito menos respaldar decisões.

     

    A informação é a ordenação e organização dos dados de forma a transmitir significado e compreensão dentro de um determinado contexto. Seria o conjunto ou consolidação dos dados de forma a fundamentar o conhecimento.


    RESUMINDO -- Dado é a base para a informação. Ele não é capaz de descrever uma situação por completo. Ele pode ser quantificado, mas não qualificado. Já a informação tem conteúdo entendível, capaz de expressar uma situação.


    FONTE: https://www.gigaconteudo.com/diferenca-entre-dados-e-informacao

  • APENAS...NISHIMURA,Scooby-Doo, Cadê Você!

  • DADO:

    Por si só, não representa nada:

    Ex.: 10

    .

    INFORMAÇÃO:

    O cruzamento dos dados leva a informação:

    Aluno | Matérias | Notas | Faltas

    Ana | Informática | 10 | 1

    Permite saber que a nota da Ana em Informática foi 10.

    .

    CONHECIMENTO:

    É obtido analisando as informações e extraindo novas informações, até então, não tão evidentes:

    Aluno | Matérias | Notas | Faltas |

    Ana | Informática | 10 | 1 |

    Ana | Português | 5 | 0 |

    Ana | Matemática | 9,5 | 2 |

    Ana | História | 4 | 0 |

    Ana | Atualidades | 3 | 0 |

    Ana | Física | 9 | 4 |

    Média = 6,8

    Soma = 40,5

    Maior nota = 10

    Menor nota = 3

    Será aprovada se a média for > 7, reprovada se < 5 e dependência de 5 a 7, então:

    Resultado = Dependência

    .

    INTELIGÊNCIA:

    Ana percebeu que

    > Faltou nas aulas de exatas;

    > Suas notas em exatas foram melhores que em humanas.

    > Ela tem facilidade em exatas e dificuldades em humanas.

    > A cada duas faltas ocorreu uma queda de 0,5 pontos nas notas.

    > Poderia ter sido aprovada se não tivesse faltado tanto nas aulas de exatas.

    > Ana deverá se empenhar mais nas matérias de humanas.

    > Talvez seja interessante procurar ajuda através de aulas particulares.

    Espero ter ajudado.

    ;)

  • O conceito de conhecimento é mais complexo que o de informação, pois conhecimento pressupõe um processo de compreensão e internalização das informações recebidas, possivelmente combinando-as. Logo, não é a infomação que se caracteriza pela compreensão, mas sim o conhecimento.

  • ERRADO

    RESUMINDO -- Dado é a base para a informação. Ele não é capaz de descrever uma situação por completo. Ele pode ser quantificado, mas não qualificado. Já a informação tem conteúdo entendível, capaz de expressar uma situação.

    FONTE: https://www.gigaconteudo.com/diferenca-entre-dados-e-informacao

  • #AVAGAÉNOSSA

  • Gab: ERRADO

    O dados em si não tem qualquer relevância ou propósito sem uma contextualização.

    DADOS são elementos brutos, fatos ou estatísticas coletadas para servir de referência ou análise. Os dados não têm significado ou semântica quando vistos isoladamente – eles são brutos, simples e desvinculados de contexto/realidade.

  • Errado

    Dados em si não tem qualquer relevância ou propósito sem uma contextualização.

    Fonte: estratégia concursos

    #PERTENCEREMOS

  • #INFORMAÇÃO : É constituída por UM CONJUNTO DE DADOS com características específicas

    CONJUNTO DE DADOS

    -Logicamente coerente

    -Fim especifico

    -Relevante

    -Significativos

    -Atender os requisitos ACID

    -Atomicidade

    -Consistência

    -Isolamento

    -Durabilidade

    #DADOS : São FATOS que descrevem os OBJETOS DA INFORMAÇÃO (entidades/ eventos)

    -ENTIDADES ; pessoas, coisas ou lugar

    -EVENTOS(Acontecimentos) ; Algo que ocorre em um determinado momento

    Espero ter ajudado!

  • Q933310

    O conceito de conhecimento é mais complexo que o de informação, pois conhecimento pressupõe um processo de compreensão e internalização das informações recebidas, possivelmente combinando-as.

  • ERRADO

    " Dados---> simples observações sobre o estado do mundo ,elementos brutos que sozinhos não possuem significado e relevância

    informação----> conjunto de dados dotados de relevância e propósito

    conhecimento------>informação valiosa da mente , inclui reflexão , síntese.

    inteligência-------------->utilizar o conhecimento para um propósito "

  • o Dado não tem significado

    é um elemento bruto que não foi processado

  • O dados em si não tem qualquer relevância ou propósito sem uma contextualização!

    Gab:E

  • GABARITO: ERRADO.

  • GABARITO ERRADO

    Dados: Fatos que descrevem os objetos de informação, sendo elementos bruto que quando sozinhos não possuem significado.

    Informação: São dados contextualizados que significam algo. Ciclo: produção, manuseio, armazenamento, transporte e descarte.

    FONTE: Meus resumos baseados no Cespe

    "A persistência é o caminho do êxito". -Charles Chaplin

  • O conceito Nishimura tá em 90% das questões que tu acerta ZÉ RUELA

  • (E)

    Outra da Cespe que ajuda a responder:

    O dado não possui significado relevante e não conduz a nenhuma compreensão. Representa algo que não tem sentido a princípio. Portanto, não tem valor algum para embasar conclusões, muito menos respaldar decisões.(C)

  • A questão tem dois erros:

    Na primeira parte, "A informação se caracteriza pela compreensão e internalização do conteúdo recebido, por meio do seu uso em nossas ações;", na verdade este é o conceito de conhecimento.

    Na segunda parte, "o dado, por sua vez, é um elemento bruto dotado apenas de significado e relevância que visem fornecer uma solução para determinada situação de decisão.", pois o dado por si só não tem significado e relevância.

  • dados não possuem significados e não tem qualquer relevância ou propósito sem uma contextualização prévia.

  • Errada.

    O conhecimento é que se caracteriza pela compreensão e internalização do conteúdo recebido, por meio do seu uso em nossas ações e não a informação, como consta na assertiva.

    Em relação ao dado, é um elemento bruto, que não possui significado ou relevância.

  • Resumo:

    Dados: São fatos que descrevem os objetos de informação(eventos/acontecimentos/entidades) ""

    Dados "São elementos brutos, sem significado e desvinculados da realidade" ""

    Informação: Dado contextualizado.

    Dentro os métodos utilizados para transformar dados em informação, temos: contextualização;

    categorização; cálculos; correção; e sumarização.

    Insista no que você quer fazer da sua vida!

  • Dados são sequências de fatos brutos que representam eventos que

    ocorrem nas organizações ou no ambiente físico, antes de terem sido

    organizados e arranjados, processados, avaliados ou interpretados de

    uma forma que as pessoas possam entendê-los e usá-los. Logo, não são

    dotados de significado e nem de relevância.

    A informação é o dado trabalhado ou tratado, que possui valor significativo

    atribuído ou agregado a ele e com um sentido natural e lógico para quem usa a

    informação. Pode ser definida como algo útil com relevância e propósito.

    Embora as informações sejam úteis, a aplicação nas ações e tomada de decisão

    é realizada somente com base na Inteligência. A inteligência é o

    conhecimento sintetizado e aplicado a determinada situação para ganhar

    maior profundidade de consciência da mesma.

    Logo, temos dois erros no item:

    ▪ Informação não é colocada em ação.

    ▪ Dados não possuem relevância e significado.

    Gabarito: Errado.

  • DADO BRUTO NÃO TEM SIGNIFICADO

    DADO BRUTO NÃO TEM SIGNIFICADO

    DADO BRUTO NÃO TEM SIGNIFICADO

    DADO BRUTO NÃO TEM SIGNIFICADO

  • Dado sozinho não possui relevancia nenhuma

  • Eu acho que o pessoal extrapolou na justificativa ao dizer que o dado não tem relevância alguma. Se ele não tivesse relevância alguma então poderia ser descartado, e então, como eu construirei a informação?

    Nao acho que esteja errada por causa do termo relevância, mas pq fala que o dado visa fornecer uma solução, o que não é verdade, pq o dado é a menor unidade de informação, não tem essa capacidade de fornecer informação.

  • conhecimento se caracteriza pela compreensão e internalização do conteúdo recebido, por meio do seu uso em nossas ações; os dados, são fatos que descrevem os objetos de informação, é um elemento bruto dotado apenas de significado e relevância que visem fornecer uma solução para determinada situação de decisão."

  • Informação não é colocada em ação.

    Dados não possuem relevância e significado.

    GABARITO: ERRADO.

  • (O Conhecimento) se caracteriza pela compreensão e internalização do conteúdo recebido, por meio do seu uso em nossas ações; o dado, por sua vez, é um elemento bruto (Ok), dotado de significado e relevância que visem fornecer uma solução para determinada situação de decisão (aqui sim, cabe a definição de Informação)

  • GABARITO: ERRADO

    Fonte: PROJETO CAVEIRA

    Informação não é a compreensão e internalização do conteúdo recebido. Esse é o conceito de

    Conhecimento.

  • ERRADO

    INFORMAÇÃO = CONJUNTO DE DADOS.

  • Gabarito: E

    O primeiro conceito da assertiva faz referência ao conhecimento, que é a informação interpretada em um determinado contexto, informação compreendida e internalizada.

    O segundo conceito traz a definição errada de dado. Dados são as menores partículas que compõem uma informação e por si só não têm relevância para fornecer uma solução para determinada situação de decisão.

    Bons estudos.

  • Gabarito: E

    O primeiro conceito da assertiva faz referência ao conhecimento, que é a informação interpretada em um determinado contexto, informação compreendida e internalizada.

    O segundo conceito traz a definição errada de dado. Dados são as menores partículas que compõem uma informação e por si só não têm relevância para fornecer uma solução para determinada situação de decisão.

    Bons estudos.

  • ERRADO

    Realmente o dado é um elemento bruto.

    Se eu falar "68", não significa nada. Ou seja, não é dotado de significado e relevância.

    Agora se eu disser que 68 foi a nota de corte da PF, ai vai ter uma informação atrelada ao dado.

  • Dados em si não tem qualquer relevância ou propósito sem uma contextualização.

    _si vis pacem para bellum

  • Apesar de os dados não possuirem significado relevante, eles devem ser altamente relevantes para o sistema ao qual se destinam.

    PAPILOSCOPISTA PF - 2018 - CESPE - Informação é constituída por um conjunto de dados com características específicas. O ponto de análise é que os dados devem ser irrelevantes para o sistema a que se destinam. [ERRADO]

  • ERRADO

    ANÁLISE DE INFORMAÇÃO É D.I.C.I

    Dados (geração de informação) à simples observações sobre o estado do mundo ,elementos brutos que sozinhos não possuem significado e relevância

    Informação (produto dos dados) à conjunto de dados dotados de relevância e propósito.

    Conhecimento (informação interpretada) à informação valiosa da mente , inclui reflexão , síntese.

    Inteligência (conhecimento sintetizado) à utilizar o conhecimento para um propósito.

  • Dados não são organizados.

  • Um dos erros da questão é afirmar que a informação se caracteriza pela compreensão e internalização do conteúdo recebido. Esse seria o conceito de conhecimento.

    Vou morar na fronteira.

  • Definição de "Inteligência"

  • Erros da questão

    A informação se caracteriza pela compreensão e internalização do conteúdo recebido, por meio do seu uso em nossas ações; o dado, por sua vez, é um elemento bruto dotado apenas de significado e relevância que visem fornecer uma solução para determinada situação de decisão.

    A explicação dos respectivos erros encontra-se nos comentários dos colegas.

  • A informação se caracteriza pelo conhecimento.

    PRF é meu sobrenome!

  • ERRADO

    Dados em si não tem qualquer relevância ou propósito sem uma contextualização.

  • DADO = não possui significado relevante;

    INFORMAÇÃO = CONJUNTO DE DADOS com significado e relevância.

  • Direto: O conhecimento que é a compreensão e internalização do conteúdo. Enquanto isso, o dado por si só não é dotado de significado, é a informação quem consegue interpretar e significar o dado

  • CESPE - 2018 - Polícia Federal - Escrivão de Polícia Federal) Julgue o item a seguir, a respeito da teoria da informação e de metadados de arquivos. O conhecimento é embasado na inteligência das informações que são coletadas e analisadas para uma organização.

    Conhecimento (ou Capital Intelectual) é uma informação contextual, relevante e acionável, ou de outro modo, é a informação em ação. É uma informação valiosa da mente, inclui reflexão, síntese e contexto. É difícil de estruturar, difícil de capturar em computadores, normalmente é tácito (não explícito) e sua transparência é complexa.

    O Conhecimento é embasado em Informações e não em Inteligência. Pelo contrário, a Inteligência é que é baseada em Conhecimento. A hierarquia é formada na ordem: Dados -> informação -> conhecimento -> inteligência.

    Gabarito: Errado.

  • Questão

    A informação se caracteriza pela compreensão e internalização do conteúdo recebido, por meio do seu uso em nossas ações ❌; o dado, por sua vez, é um elemento bruto dotado apenas de significado e relevância que visem fornecer uma solução para determinada situação de decisão.

    • Informação não é colocada em ação.
    • Dados não possuem relevância e significado.

    Gabarito errado. ❌

  • Gabarito: Errado

    Informação --- dados que foram organizados de modo que tenham significado e valor para o resultado.

    Dados --- não possui significado, é uma descrição elementar de coisas, eventos, atividades e transações que são registradas, classificadas e armazenadas, mas não são organizadas para carregar qualquer significado.

  • Errado.

    Dado é um fragmento da realidade, constituindo a menor unidade passível de ser captada.

    Informação é a constatação/representação de um fato, do presente ou do passado.

    Conhecimento é a produção mental feita por uma pessoa, com base nas informações, que represente algum significado para essa pessoa ou organização.

    Inteligência coleta dados para produzir conhecimento.

  • (cespe)A informação se caracteriza pela compreensão e internalização do conteúdo recebido, por meio do seu uso em nossas ações; o dado, por sua vez, é um elemento bruto dotado apenas de significado e relevância que visem fornecer uma solução para determinada situação de decisão.

    ERRADO

    é impossível tomar qualquer decisão baseado em um dado bruto

  • O dado, sozinho, não é nadinha

  • ERRADO

    CONHECIMENTO pressupõe um processo de compreensão e internalização das informações recebidas, possivelmente combinando-as.

    INFORMAÇÕES são o resultado do processamento de DADOS, após análise, de acordo com uma ótica predeterminada. 

    Dados: fatos que descrevem os objetos de informação, sendo elementos brutos que quando sozinhos não possuem significado.

    Informação: São dados ORGANIZADOS, contextualizados de forma segura, que significam algo. Ciclo: produção, manuseio, armazenamento, transporte e descarte.

    Conhecimento: CAPACIDADE DE INTERPRETAR uma Informação. Pode ser dividido em:

    TÁCITO: Produzido pela EXPERIÊNCIA, 

    • Aprende apanhando com a vida. 
    • Dificil de ser compartilhada e documentada.  

    EXPLÍCITO: Adquirido pela EDUCAÇÃO FORMAL

    • Ex: Manuais, Livros, Artigos

    Inteligência: É a sabedoria adquirida pelo CONHECIMENTO.

    Capacidade de compreender e resolver novos problemas/conflitos

    Adaptar-se a situações novas

    Utilizar o conhecimento adquirido de forma HÁBIL

  • Gabarito:ERRADO!

    Dados são elementos brutos, mas não possuem significado ou relevância.

    Já a Informação não é a compreensão e internalização do conteúdo recebido. (Esse é o conceito de Conhecimento.)

  • GABARITO: ERRADO

    No estudo da Teoria da Informação é necessário conhecer os seguintes elementos: dado, informação e conhecimento.

    Dado: é um determinado fato isolado, que não é possível compreender.

    Informação: é um termo específico e significativo, derivado do dado que foi selecionado, avaliado, interpretado e, finalmente, expresso de forma tal que evidencie sua importância para determinado assunto. (Platt)

    Conhecimento: são informações valiosa da mente humana, inclui reflexão, contexto e síntese. É frequentemente tácito, já que é de difícil estruturação e transferência. (Davenport)

    A assertiva está errada, pois dado não tem nenhuma relevância, é apenas algo isolado.

  • ASSERTIVA INCORRETA!

    Complementando;

    Dado é o registro bruto de uma fato, sem significado embutido. A informação é agregado de sentido ao conjunto de dados e leva em conta o contexto.


ID
2798590
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

Acerca de banco de dados, julgue o seguinte item.


Situação hipotética: Ao analisar um computador, Marcos encontrou inúmeros emails, vídeos e textos advindos, em sua maioria, de comentários em redes sociais. Descobriu também que havia relação entre vários vídeos e textos encontrados em um diretório específico. Assertiva: Nessa situação, tendo como referência somente essas informações, Marcos poderá inferir que se trata de um grande banco de dados relacional, visto que um diretório é equivalente a uma tabela e cada arquivo de texto é equivalente a uma tupla; além disso, como cada arquivo possui um código único, poderá deduzir que esse código é a chave primária que identifica o arquivo de forma unívoca.

Alternativas
Comentários
  • Acredito que o erro desta questão esteja em dizer que se trata de um grande banco de dados relacional. Pelo fato da questão dizer que "Marcos encontrou inúmeros emails, vídeos e textos advindos, em sua maioria, de comentários em redes sociais. Descobriu também que havia relação entre vários vídeos e textos encontrados em um diretório específico." eu diria que Marcos poderia inferir que se trata de um BIG DATA.

     

    Big Data permite que as organizações armazenem, administrem e manipulem vastas quantidades de dados díspares na velocidade certa e no tempo certo. Trata-se de uma infinidade de informações não estruturadas que, quando usadas com inteligência, se tornam uma arma poderosa para empresas tomarem decisões cada vez melhores. As soluções tecnológicas que trabalham com esse conceito permitem analisar um enorme volume de dados de forma rápida e ainda oferecem total controle ao gestor das informações. E as fontes de dados são as mais diversas possíveis: de textos e fotos em rede sociais, passando por imagens e vídeos, até jogadas específicas no esporte e até tratamentos na medicina.

    Big Data: volume + variedade + velocidade + veracidade, tudo agregando + valor.

     

    Fonte: Big Data para leigos

     

    Gabarito: E

  • Preliminar Errado. Acho que o errado está aqui.

    e cada arquivo de texto é equivalente a uma tupla

    pois, 

     

    Banco De Dados -> Coleção De Dados

    Relação -> Uma tabela (Entidade ou relação) OU conjunto de linhas

    Tupla -> Uma linha (corresponde a uma Entidade)

    Atributo --> Uma coluna ou cabeçalho

    Domínio --> Tipos de valores que podem aparecer em uma coluna

  •  

    Comentário Prof Maurício Bueno TECconcursos

     

     

    Um banco de dados relacional armazena informações na forma de tabelas dimensionais logicamente relacionadas, ou seja, as tabelas são relacionadas umas com as outras através de uma chave designada.

     

    Uma tabela é composta por linhas e colunas, semelhante a uma planilha. Cada coluna contém um tipo particular de dado, enquanto cada linha contém um valor específico para cada coluna. É aconselhável que a tabela tenha, no mínimo, uma coluna na qual cada valor seja único, podendo, portanto, servir como identificador para uma entrada. 

     

    Lembrando as características de uma chave primária:

      # deve ser unívoca, ou seja, os atributos que desempenham o papel de chave primária têm que ter um valor único para cada registro.
     # não pode conter valores nulos, ou seja, nenhum dos atributos poderá conter um valor nulo.
     # não redundante, ou seja, no caso de ser composta, só devem ser incluídos os atributos necessários para identificar de modo unívoco os registros.

    Além do fato de que, em uma unidade, poder haver vários arquivos com nomes e extensões e iguais, não há códigos nos arquivos que possam ser usados como chaves primárias e, assim sendo, O ITEM ESTÁ ERRADO. 

  • Acredito que estaria associado à Big Data

  • Acredito que seja Inteligencia Artificial(learning machine) onde usa os dados para detectar o gosto e necessidade de um grupo de pessoas

  • Emails, vídeos e textos são dados não estruturados, e um banco de dados relacional é formado por dados estruturados.

    GAB. ERRADO.

    Bons estudos, guerreiros!

  • Questão bem conceitual a respeito de bancos de dados relacionais. Essa coleção de dados que Marcos encontrou em um computador não segue uma organização estruturada, e portanto, não pode ser um BD relacional. Um banco de dados é uma estrutura específica, construída com essa finalidade e gerenciada por um SGBD.

    Postagens em redes sociais são exemplos de dados não estruturados, e o fato desses elementos estarem organizados em um diretório não tem influência na estruturação desses dados e também não configura a existência de um banco de dados.

  • Gabarito: errado

    Antigamente, quase que a totalidade de dados aproveitados pelas empresas era do tipo estruturado. O volume dessas informações não era tão grande. No entanto, por causa da popularização da internet e do surgimento de mídias sociais houve um aumento exponencial, como mostramos no início desse artigo.

    Devido à peculiaridade desses dados digitais, eles foram classificados em estruturados e não estruturados.

    Dados estruturados são aqueles que possuem uma organização simples para serem recuperados. Podem ser organizados através de linhas e colunas. Geralmente são armazenados em banco de dados relacionais.

    Diferentemente do caso anterior, os dados não estruturados não podem ser organizados em tabelas. Incluímos aí, informações como, comentários em redes sociais, e-mails, vídeos, imagens, textos diversos, entre outros.

    Na maioria dos casos, são informações de difícil processamento e recuperação, pois não contam com componentes necessários para a sua identificação.

    fonte:

  • Um banco de dados relacional trata de dados estruturados. E-mails, vídeos e textos advindos de comentários em redes sociais não são dados estruturados. Diretório não seria uma tabela e o arquivo de texto não seria uma tupla. Caso fossem dados estruturados, um arquivo de texto poderia representar uma tabela e cada linha de seu conteúdo poderia ser representada por uma tupla.

    Gabarito: Errado

  • O ERRO DA QUESTÃO: BANCO DE DADOS RELACIONAIS CONECTAM DADOS EM TABELAS DIFERENTES, PORTANTO, A CHAVE ADEQUADA SERIA A ESTRANGEIRA.

    RELACIONAMENTO -> CHAVE ESTRANGEIRA

  • ERRADOOO

    O modelo relacional é formando por dados estruturados.

    Email, vídeos e textos são dados não estruturados.

    Um banco de dados relacional trata de dados estruturados. E-mails, vídeos e textos advindos de comentários em redes sociais não são dados estruturados. Diretório não seria uma tabela e o arquivo de texto não seria uma tupla. Caso fossem dados estruturados, um arquivo de texto poderia representar uma tabela e cada linha de seu conteúdo poderia ser representada por uma tupla.

    Estratégia.

  • (E)

    Falou em banco de dados relacional tem que falar em tabela.

    Prof Raphael Lacerda (Estratégia)

  • Caros, um banco de dados relacional não é formado por documentos, mas sim por um conjunto de tabelas. O Princípio da Informação aborda justamente isso, afirmando que todos os dados devem ser organizados em tabelas (ainda que armazenados em estruturas diferentes) e, portanto, todo o conteúdo de informação do banco de dados é representado de um e somente um modo, ou seja, como valores explícitos em posições de colunas em linhas de tabelas. Assim, como esse banco não é percebido pelo usuário como um conjunto de tabelas, mas sim como um conjunto de documentos e outras mídias, não se trata de um banco relacional.

    Gabarito: Errado.

    Fonte: Prof. Ramon Souza

  • Errado, as informações encontradas não são estruturadas o que não demonstra ser um banco de dados relacional e sim um Big Data.

  • Bancos relacionas usam dados estruturados em tabelas e chaves, e não imagens.

  • Complementando...

    Dados Estruturados: Organizados, estrutura rígida e formal.

    Podem ser organizados em linhas e tabelas (Excel)

    Ex: metadados, nomes, datas, endereço

    Dados Não Estruturados: Flexível e dinâmica.

    Ex.: Texto, vídeo, áudio, fotos

    Dados Semi-Estruturados: Combinação dos dois.

    Ex.: Dados mesclados com um esquema

  • De jeito algum! Um banco de dados relacional trata de dados estruturados. E-mails, vídeos e textos advindos de comentários em redes sociais não são dados estruturados. Diretório não seria uma tabela e o arquivo de texto não seria uma tupla. Caso fossem dados estruturados, um arquivo de texto poderia representar uma tabela e cada linha de seu conteúdo poderia ser representada por uma tupla.

  • --> Marcos poderá inferir que se trata de um grande banco de dados relacional, visto que um diretório é equivalente a uma tabela

    Diretório se amolda ao tipo Hierárquico de BD (Pastas --> Diretórios)

    --> e cada arquivo de texto é equivalente a uma tupla;

    Cada linha com os dados dentro da tabela é uma tupla

    --> além disso, como cada arquivo possui um código único, poderá deduzir que esse código é a chave primária que identifica o arquivo de forma unívoca.

    Não tem como afirmar isso e outras informações citadas.

    ERRADO

    "A disciplina é a maior tutora que o o sonhador pode ter, pois ela transforma o sonho em realidade."

  • Errado

    Não segue uma organização estruturada, portanto, não pode ser um BD relacional.

  • Gabarito: Errado

    Vídeos, textos e e-mails são dados não estruturados... e um banco de dados relacional é formado por dados estruturados.

  • BANCO DE DADOS RELACIONAL - DADOS ESTRUTURADOS

  • Dados não estruturados: Big Data

    Dados Estruturados: Banco de Dados Relacional

  • Ao analisar um computador, Marcos encontrou inúmeros emails, vídeos e textos advindos, em sua maioria, de comentários em redes sociais. Descobriu também que havia relação entre vários vídeos e textos encontrados em um diretório específico. Assertiva: Nessa situação, tendo como referência somente essas informações, Marcos poderá inferir que se trata de um grande banco de dados relacional...ERRADO Difícil armazenar os conteúdos da rede social em tabelas , imagine armazenar cada comentário do instagram em tabelas ...trata-se entâo de banco de dados não relacional

  • Situação hipotética: Ao analisar um computador, Marcos encontrou inúmeros emails, vídeos e textos advindos, em sua maioria, de comentários em redes sociais. Descobriu também que havia relação entre vários vídeos e textos encontrados em um diretório específico. Assertiva: Nessa situação, tendo como referência somente essas informações, Marcos poderá inferir que se trata de um grande banco de dados relacional ❌ , visto que um diretório é equivalente a uma tabela ❌e cada arquivo de texto é equivalente a uma tupla ❌ ; além disso, como cada arquivo possui um código único, poderá deduzir que esse código é a chave primária que identifica o arquivo de forma unívoca. ❌

    O banco de dados relacional é formado por tabelas e relacionamentos entre essas tabelas. Cada tabela representa uma entidade.

    Exemplo:

    • Na tabela1 estão as informações sobre os alunos do 6º ano.
    • Na tabela2 estão as informações sobre as notas desses alunos.

    Nesse contexto, é possível criar relações entre as tabelas, como: relacionar um aluno com a nota obtida por ele em um bimestre. Cada linha da tabela é um registro. No exemplo cada linha representa um aluno. Em cada coluna da tabela estão as propriedades desses alunos, tais como, telefone, dia do aniversário, etc

    Um diretório não é equivalente a uma tabela. As informações das tabelas estarão em arquivos do banco de dados.

    Uma tupla ou simplesmente registro é uma linha na tabela e não arquivos texto.

    Por fim, a chave primária faz parte da própria tabela e identifica um registro de forma única.

    Gabarito errado. ❌

  • Errado.

    Os bancos de dados relacionais apresentam uma estrutura rígida e formal - Dados Estruturados (Tabela = Linhas e Colunas);

    - Notem que na questão temos DADOS NÃO ESTRUTURADOSdados abertos como Vídeos e Textos;

    - Um outro erro é dizer que o diretório é equivalente a uma tabela jamais. "Diretório é apenas o local onde se armazenou um determinado dado ou arquivo";

  • Dorgas, dorgas pesadas! Até me assustei ao ler o enunciado. Nada a ver a comparação...

  • "Um exemplo simples de dados não estruturados são os dados de redes sociais. Esse é um típico exemplo, pelo grande número de textos, imagens, vídeos e diversos outros que são criados diariamente a partir do uso das tecnologias."

    Fonte: TreinoWEB

    Acrescentando:

    Banco de Dados é formado apenas por dados estruturados.

    Diferentemente do Big Data, que inclui os não estruturados.

  • Não ao textões!! Simples, Direto e Objetivo.

  • Ao analisar um computador, Marcos encontrou inúmeros emails, vídeos e textos advindos, em sua maioria, de comentários em redes sociais

    Variedade de dados e o V é do BIG data e o Big Data é NOSQL, portanto não relacional

  • ERRADO ...havia relação entre vários vídeos e textos encontrados em um diretório específico.

    É só levar em consideração que se na questão aparecer dados do tipo: texto, vídeos, áudios e imagens na web ela esta se referindo a Dados NÃO ESTRUTURADOS.

    Os dados NÃO ESTRUTURADOS compõem a maior parte dos dados de uma organização.

    Não seguem NENHUMA estrutura pré-definida.

    É só lembrar: eu consigo organizar vídeos? Imagens? em um Banco de Dados RELACIONAL? NÃO, NUNCA.

    Fé no pai que o distintivo sai.


ID
2798593
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

Acerca de banco de dados, julgue o seguinte item.


A mineração de dados se caracteriza especialmente pela busca de informações em grandes volumes de dados, tanto estruturados quanto não estruturados, alicerçados no conceito dos 4V’s: volume de mineração, variedade de algoritmos, velocidade de aprendizado e veracidade dos padrões.

Alternativas
Comentários
  • 5 Vs, Valor da informação não foi mencionado.

    Os outros "Vs" eles mudaram os conceitos:

    O variedade de algoritmo não existe... Variedade de informação...fotos, videos e etc...

    Velocidade em que os dados são criados...e não de aprendizado.

    Veracidade dos dados... e não dos padrões.

     

    Fonte:

    https://canaltech.com.br/big-data/Big-Data-os-cinco-Vs-que-todo-mundo-deveria-saber/

     

     

  • Big Data é caracterizado pelo conceito dos 4Vs e não Mineração.

  • Big Data é a análise e a interpretação de grandes volumes de dados de grande variedade. 
    As soluções de Big Data são feitas para lidar com um grande volume de dados não-estruturados (dados que não têm relação entre si e nem uma estrutura definida). 

    Os principais aspectos do Big Data são definidos por 5 Vs: Volume, Variedade, Velocidade, Veracidade e Valor.

    Os aspectos de Volume, Variedade e Velocidad, diz respeito à grande quantidade de dados não-estruturados que devem ser analisados pelas soluções de Big Data a uma grande velocidade.

    O V de Veracidade é sobre as fontes e a qualidade dos dados, pois eles devem ser confiáveis.

    O V de Valor é relacionado aos benefícios que as soluções de Big Data vão trazer para uma empresa. 

     

     

    Data Mining consiste em um processo analítico projetado para explorar grandes quantidades de dados (tipicamente relacionados a negócios, mercado ou pesquisas científicas), na busca de padrões consistentes e/ou relacionamentos sistemáticos entre variáveis e, então, validá-los aplicando os padrões detectados a novos subconjuntos de dados. O processo consiste basicamente em 3 etapas: exploração, construção de modelo ou definição do padrão e validação/verificação.

     

    Fonte: 

    https://canaltech.com.br/big-data/o-que-e-big-data/

    https://www.devmedia.com.br/conceitos-e-tecnicas-sobre-data-mining/19342

     

     

     

     

  • Questão está relacionada ao Big Data que contém Cinco dimensões "V"  ( segundo Bergson Lopes Rêgo):

    Volume
        Quantidade de dados. Quanto maior o volume , maiores os esforços na gestão de dados


    Velocidade
        Desafio de lidar com o tempo rápido de resposta que os novos dados são criados e os dados existentes, modificados


    Variedade
        implementações de dados que requerem tratamento de vários formatos e tipos, incluindo dados estruturados e não estruturados


    Veracidade
        consiste no grau de incerteza e insconsistência dos dados devido às ambiguidades, à baixa qualidade e à completeza dos dados. 
        representa a confiabilidade dos dados


    Valor
        Retorno, financeiro ou não.

  • volume de mineração -> VOLUME DE DADOS

    variedade de algoritmo -> VARIABILIDADE DOS DADOS QUE VÊM DE VARIAS FONTES E FORMATOS

    velocidade de aprendizado -> VELOCIDADE DE CRIAÇÃO E CRESCIMENTO DO VOLUME DE DADOS

  • Mineração de dados (também conhecida pelo termo  data mining) é o processo de explorar grandes quantidades de  à procura de padrões consistentes, como regras de associação ou sequências temporais, para detectar relacionamentos sistemáticos entre , detectando assim novos subconjuntos de dados.

    No campo da administração, a mineração de dados é o uso da tecnologia da informação para descobrir regras, identificar fatores e tendências-chave, descobrir padrões e relacionamentos ocultos em grandes bancos de dados para auxiliar a tomada de decisões sobre estratégia e vantagens competitivas.

  • acertei pelo motivo errado kkk, lembrei dos 5V do Big Data e marquei errado... *MEDO DE ACERTAR PELO MOTIVO ERRADO*

  • Quem tem V é big Data.. .Quem tem V é big Data... Quem tem v é Big Data... Quem.... =X

  • "A mineração de dados se caracteriza especialmente..." Não é mineração, o conceito dado é de Big Data. Acorda aí, maluco. Se liga no resumo:

    Big Data

    É o termo que descreve o imenso volume de dados, estruturados e não estruturados, que impactam os negócios no dia a dia.  Um dos desdobramentos de big data é o big data analytics, que se refere aos softwares capazes de tratar dados para transformá-los em informações úteis às organizações. O big data analytics difere do business intelligence por analisar o que já existe e o que está por vir, apontando novos caminhos.

    Big Data Analytics - descobrir padrões, correlações desconhecidas, tendências de mercado e preferências de consumidores --> “... o que está por vir, apontando novos caminhos"

    Os V’s do Big data:

    Volume: Dados de grande variedade de fontes.

    Variedade: Quanto mais dados e fontes, maior q complexidade e possibilidades que tem de gerar informação útil.

    Velocidade: Os dados devem fluir em uma velocidade útil para que a tomada de decisões seja efetivada.

    Veracidade: O quanto a informação é verdadeira.

    Valor: A informação deve ser certa para pessoas certas, sendo, portanto, uma informação útil.

  • É o conceito de Big Data

  • Tem 2 erros. o Segundo é sobre a VELOCIDADE.

  • Mineração de dados é o trabalho que busca identificar PADRÕES e TENDÊNCIAS ÚTEIS em um grande conjunto de informações.

    Na questão, trata-se de dos 5V's do BIG DATA!

    BIG DATA é o termo que descreve o imenso volume de dados, estruturados e não estruturados.

    "Se Big Data é o conceito da explosão de dados, Data Mining é a forma como se trata esses dados, criando processos e parâmetros para melhor interpretá-los. São técnicas de recuperação de informação, reconhecimento de padrões, estatísticas e ferramentas de inteligência artificial, que permitem o tratamento estratégico das informações”.

  • O BIG DATA DISPÕE SOBRE OS 5V's

    DIFERENTEMENTE DO DATAMINING.

  • A questão trata de Big Data e, não, Mineração de Dados!

    Gabarito: Errado

  • Big Data, 5 V´s

    Volume

    Variedade

    Velocidade

    Valor

    Veracidade

  • O ERRO DA QUESTÃO ESTÁ EM DIZER QUE OS 4Vs É REFERENTE A MINERAÇÃO DE DADOS, QUANDO NA VERDADE, ALÉM DE SER 5 Vs E NÃO 4, SE TRATA DE BIG DATA.

    Os 5 Vs do Big Data: O conceito de Big Data é dividido em 5 Vs: volume, velocidade, variedade, veracidade e valor.

    GABARITO: ERRADO.

  • Como os outros comentários já explicaram não se trata de mineração de dados e sim de big data.

    Assim, segue abaixo alguns conceitos sobre o big data:

    Big Data é um dado de grande tamanho, tipicamente ao nível que sua manipulação e gerenciamento apresenta desafios significativos a logística.

    Big Data é o dado que excede a capacidade de processamento convencional dos sistemas de bancos de dados.

    Big Data é a habilidade da sociedade de aproveitar a informação por novas maneiras para produzir introspecção úteis ou bens e serviços de valor significante. 

    Big Data é uma nova geração de tecnologias e arquiteturas, projetadas economicamente para extrair valor de volumes muito grandes e vastos de dados, permitindo alta velocidade de captura, descoberta e análise.

     Podemos afirmar que a definição de Big Data pode ser quebrada em cinco dimensões, quais sejam: Volume, Velocidade, Variedade, Veracidade e Valor.

  • Assertiva E

    A mineração de dados se caracteriza especialmente pela busca de informações em grandes volumes de dados, tanto estruturados quanto não estruturados, alicerçados no conceito dos 4V’s: volume de mineração, variedade de algoritmos, velocidade de aprendizado e veracidade dos padrões.

  • BIG DATA

    volume

    VELOZ velocidade

    VARIANDO variedade

    VALORIZA valor

    VERDADE veracidade

  • Os principais aspectos do Big Data são definidos por 5 Vs: Volume, Variedade, Velocidade, Veracidade e Valor.

  • Errado, Big Data é a análise e a interpretação de grandes volumes de dados de grande variedade. Iniciou-se com 3V's, passou para 4V's e agora são 5V's!!!!

    Volume, Variedade, Velocidade, Veracidade e Valor.

  • Aos assinantes do Qconcursos vamos solicitar aos professores para comentar questões como essa. É de suma importância termos comentário de um especialista na área. Atenciosamente.

  • Que pegadinha desgraçada, cai feito um patinho! KKKKK

  •  afirmação mistura o conceito de mineração de dados com o conceito de Big Data. Logo, temos uma alternativa incorreta

  • NÃO É A MINERAÇÃO DE DADOS, E SIM BIG DATA

    5V

    Volume

    Velocidade

    Variedade

    Veracidade

    Valor

  • a questão misturou conceito de data mining com big data.

    Data Mining : mineração de dados para gerar conhecimento : ex de idade e carro. a idade de uma pessoa pode influenciar no modelo de um carro.

    Big Data: esta relacionado com grande volumes de informações que possuem grande variedades, e são dados dispostos com velocidades extremas. a exemplo do que acontece nas redes sociais

  • Acredito que outro erro seria ao termo ... "quanto não estruturados" tendo em vista que a mineração de dados usa dados estruturados,

  • GABARITO: ERRADO

    Big Data é caracterizado pelo conceito dos 4Vs e não Mineração.

    Toma cuidado para o CESPE, se falar somente os 4V (ERRADO), ao falar 4V (CORRETO).

    "Se não puder se destacar pelo talento, vença pelo esforço"

    insta:@bizu.concurseiro

  • O examinador te induz ao Erro esse FDP.

  • Errado.

    Muito cuidado, pois a questão trocou os

    conceitos de data mining e big data.

    (5VS) DO BIG DATA:

    - Volume

    - Velocidade

    - Variedade

    - Valor

    - Veracidade

  • Os principais aspectos do BIG DATA (e não Mineração de Dados) são definidos por 5 Vs:

    VOLUME

    VARIEDADE

    VELOCIDADE

    VERACIDADE

    VALOR

  • Os V's são em big data , e não em data mining

  • O correto são 5V's e eles ocorrem na Big Data, não na Data Mining.

  • Eita q a banca jogou uma casca de banana q derrubou geral. Vejam o efeito dessa questao na galera!!!

    https://www.youtube.com/watch?v=8g1YKgd4tks

    Atenção!!! Atenção!!! O comentário da Micheque tá erradoooo!!!! Vinculo????

    Segundo[1][2], As caracterfsticas 5V do big data (propostas pela IBM): Volume, Velocidade, Variedade, Valor, Veracidade.

    OBS: Se vier contra-argumentar, prfvr, traga fontes!!! Do contrário, será completamente ignorado(a)!!!

    Fonte:

    [1] nteligência Artificial: A Quarta Revolução Industrial, Peter Skalfist, Daniel Mikelsten, Vasil Teigens

    [2] Empreendedorismo e Gestão de Negócios, Quintella,Marcus

  • Tá loco, fui seco hahahhahah

  • É o conceito do BIG DATA.

  • 3 v's ou 5v's

    1. Volume
    2. Velocidade
    3. Variedade
    4. Veracidade
    5. Valor

    fonte: Estratégia concursos

  • Primeiramente, a questão já inicia falando em “mineração de dados” quando, na verdade, o assunto abordado em seguida é o Big Data. Além disso, ela cita 4Vs e os relaciona a complementos que não estão correlacionados. Essas quatro características são referentes aos DADOS, e não à mineração, algoritmos, aprendizado e padrões. Os complementos são, então, incoerentes.

    Os 5Vs do Big Data estão sempre ligados aos dados. Logo, quando, na resolução de questões, for abordado o significado e/ou conceito destas características, basta que você “pegue” quaisquer das características e complemente-as com “dos dados”. Exemplificando:

            • Volume dos dados;

            • Velocidade dos dados;

            • Variedade dos dados;

            • Veracidade dos dados;

            • Valor dos dados.

    Resposta: Errado

  • Reescrevendo de forma correta:

    O Big Data se caracteriza especialmente pela busca de informações em grandes volumes de dados, tanto estruturados quanto não estruturados, alicerçados no conceito dos 4V’s: volume de mineração, variedade de algoritmos, velocidade de aprendizado e veracidade dos padrões

  • Volume = Grande quantidade de dados

    Velocidade = Criação e processamento dos dados

    Variedade = Diversas fontes

    Veracidade = Fontes fadigas

    Valor - Agregam para organização

  • Hoje, não vem de garfo ''CESPE'', que a comida é sopa.

  • lembra aquele cantor de pagode: VA´VA VE VELOCIDADE E VOLUME

    VARIEDADE

    VALOR

    VELOCIDADE

    VOLUME

    VERACIDADE

    PRof Léo Matos.

  • Troque Mineração de Dados por Big Data e estaria correta.

  • Chega fui seco no C

    kkkkkk

  • 5 V's:

    Volume: Big Data é uma grande quantidade de dados gerada a cada segundo. Pense em todos os e-mails, mensagens de twitter, fotos e vídeos que circulam na rede a cada instante. Não são terabytes e sim zetabytes e brontobytes. Só no Facebook são 10 bilhões de mensagens, 4,5 bilhões de curtidas e 350 milhões de fotos compartilhadas todos os dias. A tecnologia do Big Data serve exatamente para lidar com esse volume de dados, guardando-os em diferentes localidades e juntando-os através de software.

    Velocidade: Se refere à velocidade com que os dados são criados. São mensagens de redes sociais se viralizando em segundos, transações de cartão de crédito sendo verificadas a cada instante ou os milissegundos necessários para calcular o valor de compra e venda de ações. O Big Data serve para analisar os dados no instante em que são criados, sem ter de armazená-los em bancos de dados.

    Variedade: No passado, a maior parte dos dados era estruturada e podia ser colocada em tabelas e relações. Hoje, 80% dos dados do mundo não se comportam dessa forma. Com o Big Data, mensagens, fotos, vídeos e sons, que são dados não-estruturados, podem ser administrados juntamente com dados tradicionais.

    Veracidade: Um dos pontos mais importantes de qualquer informação é que ela seja verdadeira. Com o Big Data não é possível controlar cada hashtag do Twitter ou notícia falsa na internet, mas com análises e estatísticas de grandes volumes de dados é possível compensar as informações incorretas.

    Valor: O último V é o que torna Big Data relevante: tudo bem ter acesso a uma quantidade massiva de informação a cada segundo, mas isso não adianta nada se não puder gerar valor. É importante que empresas entrem no negócio do Big Data, mas é sempre importante lembrar dos custos e benefícios e tentar agregar valor ao que se está fazendo.

    Fonte: Canaltech

  • Nunca marquei uma alternativa com tanta convicção e errei bonito

  • V DE VINGANÇA. GUY FAWKES QUE O DIGA.

  • variedade de algoritmos, o erro da questão

    é variedade de dados

  • ERRADO

    • O conceito dos V's fazem parte do Big Data

    3V's DO BIG DATA

    Volume: grande quantidade de dados de fontes variadas.

    Velocidade: os dados passam a ser transmitidos em velocidade muito maior.

    Variedade: capacidade de analisar dados estruturados e não estruturados.

    5V's DO BIG DATA (+)

    Veracidade: necessidade de obter dados verídicos, de acordo com a realidade.

    Valor: quanto mais valiosos forem os dados, mais importantes serão.

    7V's DO BIG DATA (+)

    Viscosidade: impede a inércia (dificuldade de navegar entre o grande volume de dados)

    Viralidade: os dados se tornam "virais", se espalham rapidamente.

  • Big Datanão se refere apenas aos dados, mas também às soluções tecnológicas criadas para lidar com dados em volume, variedade e velocidade significativos.

  • É Big Data e são 5vs : Volume, velocidade, variedade, veracidade e valor.

    Antigamente eram 3 VS (volume, variedade e velocidade)

  • GABARITO ERRADO

    O Big Data se caracteriza especialmente pela busca de informações em grandes volumes de dados, tanto estruturados quanto não estruturados, alicerçados no conceito dos 5V’s: volume, variedade, velocidade, veracidade e valor.

    "A persistência é o caminho do êxito" -Chaplin

  • falar o que é mineração de dados que é o erro da questão, ngm falou. aff

  • Olha tu ver como a questão gosta de pegar o candidato rsrs. Não caia em mimi,

    Mineração de Dados não tem Vs

    Quem tem é o Big Data e são 5Vs

  • SEGUE AS DIFERENÇAS

    Prospecção de dados ou mineração de dados (também conhecida pelo termo inglês data mining) é o processo de explorar dados à procura de padrões consistentes, como regras de associação ou sequências temporais, para detectar relacionamentos sistemáticos entre variáveis, detectando assim novos subconjuntos de dados.

     Big Data é um dos temas mais relevantes do mercado de TI.

    Big Data é uma grande quantidade de dados gerada a cada segundo. Pense em todos os e-mails, mensagens de twiter , fotos e vídeos que circulam na rede a cada instante. Não são terabytes e sim zetabytes e brontobytes. Só no facebook são 10 bilhões de mensagens, 4,5 bilhões de curtidas e 350 milhões de fotos compartilhadas todos os dias. A tecnologia do Big Data serve exatamente para lidar com esse volume de dados, guardando-os em diferentes localidades e juntando-os através de software. BIG DATA POSSUEM OS 5Vs

  • A qtão trouxe o conceito de big data

    falou em 3Vs é BIG DATA e não mineração

    BIG = 3 letras

  • A mineração de dados se caracteriza especialmente pela busca de informações em grandes volumes de dados, tanto estruturados quanto não estruturados,

    Correto

    alicerçados no conceito dos 4V’s: volume de mineração, variedade de algoritmos, velocidade de aprendizado e veracidade dos padrões.

    A mineração de dados faz o tratamento dos dados em cima de Big Datas e para os sistemas serem considerados BIG DATAs, estes precisam de tais caracteristicas: Grande Volume de dados, grande variedade de dados, velocidade de dados veracidade e falo pra vocês, tem mais Vs ... Esses dias eu peguei uma questão que falava da Viscosidade dos dados e a questão tá correta, BIG Data é um conceito e o interessante é entende-lo.

    Mas vejam que isso é característica dos dados que é a matéria prima para o uso da mineração de dados.

  • Para a galera da PCDF, duas variações que podem cair em prova e estarão CERTAS:

    TCP/IP: Podem ter 4 ou 5 camadas: Rede, Internet, Transporte, Acesso à rede (Enlace / Física)

    Big Data: Podem ser 3 ou 5 V. Volume, velocidade, variedade ; valor e veracidade

  • Quando tu acerta por um lado, mas era pra acertar pelo outro

    Quem tem V é big data e não Data minning, e SÃO 5 V'S não 4


ID
2798596
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

Acerca de banco de dados, julgue o seguinte item.


Descobrir conexões escondidas e prever tendências futuras é um dos objetivos da mineração de dados, que utiliza a estatística, a inteligência artificial e os algoritmos de aprendizagem de máquina.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Certo

     

    O processo de minerar dados para descobrir conexões escondidas e prever tendências futuras tem uma longa história. [...] sua base compreende três disciplinas científicas entrelaçadas que existem há tempos: estatística (o estudo numérico das relações entre dados), inteligência artificial (inteligência exibida por softwares e/ou máquinas, que se assemelha à humana) e machine learning (algoritmos que podem aprender com dados para realizar previsões). A tecnologia de mineração de dados continua evoluindo para acompanhar o potencial ilimitado do big data e a computação de baixo custo.

     

    Fonte: https://www.sas.com/pt_br/insights/analytics/mineracao-de-dados.html

  • Data Mining (Mineração de Dados)

    Garimpagem ou mineração. BARBIERI

    Busca algo mais que interpretação, inferências, tentando adivinhar possíveis  fatos e correlações  não explicitadas nas montanhas de dados de um DW/DM.

    Permite ao usuário avaliar tendências e padrões não conhecidos entre os dados.

    O Data Mining apoia o conhecimento indutivo, que descobre novas regras e padrões nos dados fornecidos. ( ELMASRI, NAVATHE )

    Data Mining se refere à mineração ou a descoberta de novas informações em função de padrões ou regras em grandes quantidades de Dados .( ELMASRI, NAVATHE )

  • O processo de minerar dados para descobrir conexões escondidas e prever tendências futuras tem uma longa história. Por vezes chamado de "descoberta de conhecimento em bancos de dados", o termo "mineração" só foi cunhado nos anos 1990, mas sua base compreende três disciplinas científicas entrelaçadas que existem há tempos: estatística (o estudo numérico das relações entre dados), inteligencia artificial (inteligência exibida por softwares e/ou máquinas, que se assemelha à humana) e machine learning (algoritmos que podem aprender com dados para realizar previsões).

  • Data Mining – Mineração de Dados

    É definido como o processo de descobrir padrões, associações, mudanças, anomalias e estruturas em grandes quantidades de dados armazenados ou em repositórios de informação gerais. Descobrir conexões escondidas e prever tendências futuras é um dos objetivos da mineração de dados, que utiliza a estatística, a inteligência artificial e os algoritmos de aprendizagem de máquina. Pode-se também definir mineração de dados como o processo de identificar, em dados, padrões válidos, novos, potencialmente úteis e, ao final, compreensíveis.

    Exemplo: Extraindo-se os dados de vendas de supermercado descobriu-se que a venda de cervejas aumenta quando se aumenta a venda de fraldas descartáveis.

    Motivo: quando os papais vão ao supermercado comprar fraldas aproveitam para comprar uma geladinha. A partir daí o gerente do supermercado decidiu colocar uma "ilha" de cerveja no corredor de acesso as fraldas, e aumentou ainda mais as vendas dos dois produtos.

    Segundo Navathe, a mineração de dados costuma ser executada com alguns objetivos finais ou aplicações. De um modo geral, esses objetivos se encontram nas seguintes classes:

    Previsão: A mineração de dados pode mostrar como certos atributos dos dados se comportarão no futuro.

    Identificação: Padrões de dados podem ser usados para identificar a existência de um item, um evento ou uma atividade.

    Classificação: A mineração de dados pode particionar os dados de modo que diferentes classes ou categorias possam ser identificadas com base em combinações de parâmetros.

    Otimização: Um objetivo relevante da mineração de dados pode ser otimizar o uso de recursos limitados, como tempo, espaço, dinheiro ou materiais e maximizar variáveis de saída como vendas ou lucros sob determinado conjunto de restrições.

  • A mineração de dados é um processo que utiliza técnicas de estatística, matemática e inteligência artificial para extrair e identificar informações úteis e subsequentes conhecimentos (ou padrões) em grandes conjuntos de dados.

  • GABARITO "CORRETO"

    A mineração de dados é um processo que utiliza técnicas de estatística, matemática e inteligência artificial para extrair e identificar informações úteis e subsequentes conhecimentos (ou padrões) em grandes conjuntos de dados.

  • GAB C

    Descobrir conexões escondidas? Prever tendências futuras? Ambas são objetivos comuns da mineração de dados. Além disso, ela realmente utiliza estatística, inteligência artificial e algoritmos de aprendizagem de máquina. O processo de minerar dados para descobrir conexões escondidas e prever tendências futuras tem uma longa história. Sua base compreende três disciplinas científicas entrelaçadas que existem há tempos: Estatística (o estudo numérico das relações entre dados), Inteligência Artificial (inteligência exibida por softwares e/ou máquinas, que se assemelha à humana) e Machine Learning (algoritmos que podem aprender com dados para realizar previsões.

    Estratégia.

  • Mineração de Dados 

    Data Mining é uma das novidades da Ciência da Computação que veio para ficar. Com a geração de 

    um volume cada vez maior de informação, é essencial tentar aproveitar o máximo possível desse inves�timento. Talvez a forma mais nobre de se utilizar esses vastos repositórios seja tentar descobrir se há al�gum conhecimento escondido neles. Um banco de dados de transações comerciais pode, por exem�plo, conter diversos registros indicando produtos que são comprados em conjunto. Quando se descobre isso pode-se estabelecer estratégias para otimizar os resultados financeiros da empresa. Essa já é uma vantagem suficientemente importante para justificar todo o processo.

    Prof, Deodato Neto, apostila de BD

  • Assertiva C

    Conceito Show.

    Descobrir conexões escondidas e prever tendências futuras é um dos objetivos da mineração de dados, que utiliza a estatística, a inteligência artificial e os algoritmos de aprendizagem de máquina.

  • Correto, através da mineração de dados podemos descobrir conexões escondidas e prever tendências futuras é um dos objetivos da mineração de dados, que utiliza a estatística, a inteligência artificial e os algoritmos de aprendizagem de máquina.

  • "Conexões escondidas": exemplo clássico do supermercado, em que as pessoas que compram fraldas, também compram cervejas.

  • CERTO

    O data mining consiste no processo virtual em que uma máquina realiza de maneira programada a prospecção e coleta de dados no ambiente eletrônico. 

    Ou seja, é uma forma ativa e automatizada de obter informação a partir da internet e de sistemas em rede.

    COMO FUNCIONA ?

    A mineração de dados se apoia em três pilares de sustentação:

     Estatística clássica: para analisar fatores como variância e desvio padrão

    Inteligência artificial: considerada a matriz do 

    Machine learning: capacidade que as máquinas têm de acumular conhecimento e se tornarem inteligentes.

    • Mineração de dados: é um conjunto de processos, métodos, teorias, ferramentas e tecnologias open-end utilizadas para explorar, organizar e analisar de forma semi-automática uma grande quantidade de dados brutos com o intuito de identificar, descobrir, extrair, classificar e agrupar informações implícitas desconhecidas, além de avaliar correlações, tendências e padrões consistentes de comportamento potencialmente úteis – como regras de associação ou sequências temporais – de forma não-trivial por meio de técnicas estatísticas e matemáticas, como redes neurais, algoritmos genéticos, inteligência artificial, lógica nebulosa, análise de conglomerados (clusters), entre outros.

    GAB: CERTO

  • Este é exatamente o objetivo de todos ao utilizar a mineração de dados (Data Mining) e aprendizagem de máquinas (Machine Learning): descobrir conexões escondidas e, por meio destas, prever tendências futuras.

    Resposta: Certo

  • Gabarito: Certo

    Objetivo da mineração de dados é descobrir conexões escondidas e prever tendências futuras, utilizando a estatística.

  • Bem básico.

    Mineração de dados são processos nos quais auxiliam em informações futuras.

    gabarito.: certo.

  • Aos que estão com dificuldade nesse tópico, vai uma explicação bem boa que peguei nos comentários de questões anteriores.

    Data = Dados

    Mining = Mineração

    DATA MINING = MINERAÇÃO DE DADOS

    Qual a atividade principal de uma empresa mineradora???

    Ela extrai minérios do ambiente em que atua.

    Mas por que minérios?

    Porque minérios, para ela, são valiosos.

    A mesma lógica é aplicada à técnica da Mineração de Dados.

    Vejamos: A Polícia Federal, por exemplo, precisa encontrar dados úteis para sua investigação dentro de um sistema de informação de uma empresa nacional.

    Poxa....mas tem muita coisa lá! Como os policiais devem atuar? Através de que devem buscar esses dados?

    Eles vão se utilizar da datamining para encontrar os dados!

    Mas como fazem isso???

    Por meio dela, eles podem encontrar padrões de informações com base em classificações predeterminadas ou não.

    Vejamos:

    Eles querem carros comprados no exterior.

    Eles "falam" isso para a mineração e ela retorna inúmeros resultados associados ao que eles procuram.

    Por fim, isso é só uma análise superficial do que seja Mineração de Dados.

  • CERTO

    Objetivo:

    • processo de encontrar anomalias, padrões e correlações em grandes conjuntos de dados para prever resultados/tendências futuras. (característica preditiva)

    Técnicas que podem ser utilizadas no Data mining:

    • Estatística
    • Inteligência Artificial (I.A)
    • Machine Learning (aprendizagem de máquina)
    • Redes Neurais

  • Descobrir conexões escondidas??? Conexões em redes ou conexoes entre dados? Aceitar que dói menos.

  • Gabarito: certo

    Outra questão semelhante:

    (CERTO/2018/PF)Pode-se definir mineração de dados como o processo de identificar, em dados, padrões válidos, novos, potencialmente úteis e, ao final, compreensíveis.(CERTO)


ID
2798599
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Programação
Assuntos

Com relação à programação Python e R, julgue o item que segue.


Considere os comandos a seguir, na linguagem R, os quais serão executados no ambiente do R, e considere, ainda, que > seja um símbolo desse ambiente.


> helloStr <- "Hello world!"

> print(helloStr)


Nesse caso, após a execução dos comandos, será obtido o resultado a seguir.


[1] "Hello world!"

Alternativas
Comentários
  • Testem
    http://rextester.com/l/r_online_compiler

  • Testado no compilador online linkado abaixo e funfou certinho!!!

    > helloStr <- "Hello world!"

    > print(helloStr)

    se forem testar lembrem de desconsiderar as liinhas negritadas... elas não são do código... mas na assertiva pediu-se para considerar como se vc... porém no compilador tem que tirar

    https://rextester.com/l/r_online_compiler

  • afinal, esta prova foi de linguagem R ou de Python? até onde me lembro era Python, porque se for levar ao pé da letra esta assertiva estaria errada, pois nem o localizador da string nem as aspas estariam no resultado final de Python.

  • me recuso a aprender uma linguagem que se chama R, imagina ficar pesquisando coisas sobre R no google

  • quando eu testo dá erro, tem que tirar o >

    Nao sei se foi erro do QC ter colocado, mas se não estaria errada... que coisa

  • Na 1a linha, ele usa o assignment operator (operador de atribuição) para atribuir o string “Hello world!” à variável de nome helloStr. 

    Na 2a linha, ele manda imprimir no console, por meio da função print, o conteúdo da variável helloStr, que é justamente o texto “Hello world!”. Sem mistério. É justamente esse texto que será impresso no resultado.

    Questão trivial. Somente para assustar quem não estudou R.

    Resposta: Certo

  • GABARITO CERTO!

    Tanto o comando print(helloStr) quanto helloStr, ambos irão mostrar o valor da variável.

    Teste feito em RStudio:

    > helloStr<-"Hello World"

    ----------------------------------

    > print(helloStr)

    [1] "Hello World"

    ----------------------------------

    > helloStr

    [1] "Hello World"

  • Na linguagem R não é necessário o comando do print para obter tal resultado.

    Basta apenas executar a variavel HelloStr que o resultado sera o mesmo.

  • Error(s), warning(s):

    Error: unexpected '>' in ">"

    Execution halted

  • R é muito top, a única coisa que ficou confusa na questão foi o trecho: "ainda, que > seja um símbolo desse ambiente."

    Eu queria ver algumas questão sobre data frames.

  • Minha contribuição:

    1-Quando o comando da questão fala que podemos considerar o símbolo ">", ele quer dz que no prompt no R este símbolo aparece.

    2-Para imprimir um resultado de uma variável, podemos utilizar tanto a função "print", quanto a função "cat".:

    3- A função "Cat" irá conCATenar os valores em uma só linha de resultado/resposta.

    ex.:

    > x<-1

    > y<-2

    > print(x+y)

    [1] 3

    ou

    > x<-1

    > y<-2

    > cat(o valor de x é "x" e o valor de y é "y" \n)

    [1] o valor de x é 1 e o valor de y é 2

    Por que eu coloquei o "\n" no final???

    Para mostrar para o comando que, caso eu queira realizar alguma outra tarefa, o prompt comece em outra linha (a de baixo). Caso não tivesse colocado o "\n", o prompt continuaria na mesma linha.

    4- Pelo que pude perceber, a variável "helloStr " foi colocada pelo examinador para tentar confundir mesmo.

    Ao meu ver, posso atribuir qualquer nome à minha variável, desde que comece com letras ou ponto não seguido por número (obs.: tem outras regrinhas também).

    Por isso, o "helloStr", da forma como foi empregado, não serve para imprimir, mas tão somente para intitular uma variável.

    Bons estudos, colegas.

    Qualquer erro, peporte aqui.

  • Questão perigosa pra quem manja de R.

    O resultado daria [1] Hello world! (sem aspas)

    Mas pode ser que a versão que ele usou, que eu não sei qual é, daria o resultado assim.

  • Na 1ª linha, ele usa o assignment operator (operador de atribuição) para atribuir o string “Hello world!” à variável de nome helloStr. 

    Na 2ª linha, ele manda imprimir no console, por meio da função print, o conteúdo da variável helloStr, que é justamente o texto “Hello world!”. Sem mistério. É justamente esse texto que será impresso no resultado.

    Questão trivial. Somente para assustar quem não estudou R.

    Resposta: Certo

  • GABARITO CERTO!

  • Isso mesmo meus queridos, o famoso “Hello Word” uma String recebe o valor do texto e o print a imprime.

    Resposta: Certo

  • Lembrando que no R o resultado é impresso com as aspas " ", diferente de outras linguagens de programação, a exemplo do Python, que imprimem sem

  • Atenção, galera...Lembrem-se de que o conteúdo está entre aspas porque se trata de um texto, por exemplo, "Hello world!"...E se for número, por exemplo, (80), (30), não precisa colocar aspas.

    Gab: CERTO.

    #AVANTE!

  • Concurseiro genérico em 2031: Olha o nível dessa prova! Muito fácil!

  • print() sem argumento sempre vai mostrar as aspas.

    Caso use print(helloStr, quote = FALSE) ai sim não ira mostrar as aspas OU

    noquote(helloStr) que também mostra o resultado sem aspas

  • Hamilton Rodrigues | Direção Concursos

    Na 1a linha, ele usa o assignment operator (operador de atribuição) para atribuir o string “Hello world!” à variável de nome helloStr. 

    Na 2a linha, ele manda imprimir no console, por meio da função print, o conteúdo da variável helloStr, que é justamente o texto “Hello world!”. Sem mistério. É justamente esse texto que será impresso no resultado.

    Questão trivial. Somente para assustar quem não estudou R.

    Resposta: Certo

  • print : Imprimi uma variável

    cat: Imprimi duas variáveis

  • A questão é tão simples que fico procurando a pegadinha.

  • Uma dica que peguei nas explicações do simulado APFdoNorte, na linguagem Python não aceita " " , já na linguagem R, aceita " ".

    Não sei se ajudei kkkk

  • GABARITO CERTO!

    O SÍMBOLO <- EM LINGUAGEM R SIGNIFICA QUE A STRING À DIREITA ESTÁ ATRIBUÍDA A VARIÁVEL <helloStr

    E IMPRIMIRÁ NO CONSOLE A VARIÁVEL helloStr

    QUE REFERE-SE À STRING "Hello word!"

    Lembrando que no R o resultado é impresso com as aspas " "

  • Fiquei com bastante dúvida quanto ao símbolo que inicia os comandos (>), uma vez que a questão pede para considerá-lo. Porém, quando tentei executar este comando precedido deste símbolo, o resultado foi:

    Error: unexpected ">" in ">"

    Execution halted.

    Por outro lado, quando o programa é executado sem o símbolo, a resposta fica exatamente como na questão.

    Enfim, achei bem contraditória, mas agora é continuar treinando.

  • GABARITO CERTO

    Como consideramos que o > seja um símbolo do ambiente, iremos ignorá-lo aqui.

    Portanto, temos: helloStr <- "Hello world!"

    O comando acima atribui "Hello world!" à variável helloStr. print(helloStr)

    O comando print imprime, em tela, o valor guardado na variável, ou seja, "Hello world!"

    Observem que a variável guarda inclusive as aspas.

    Você pode testar o código no link: https://rextester.com/l/r_online_compiler

  • testem aqui:

    Grátis

    https://www.jdoodle.com/execute-r-online/


ID
2798602
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Programação
Assuntos

Com relação à programação Python e R, julgue o item que segue.


Considere os seguintes comandos na programação em Python.


a = " Hello, World! "

print(a.strip())


Esses comandos, quando executados, apresentarão o resultado a seguir.


a[0]=Hello,

a[1]=World!

Alternativas
Comentários
  • Testem o codigo
    https://www.onlinegdb.com/online_python_interpreter
     

  • A função  .strip() em python é equivalente a função trim do PHP e javascript.

    a = " Hello, World! "   #Observe que há espaço em branco no inicio e no fim

    print(a.strip())               #Irá imprimir Hello, World , sem espaços em brancos no inicio e no final do string.

     

    .lstrip()  Remove caracteres a esquerda(left)

    .rstrip()  Remove caracteres a direita (right)

  • O método ".strip()" retira os espaços no início e no final da string (default). Pode-se passar algum argumento para a função retirar o carácter especificado.

    O método referido na questão foi o ".split()" que fraciona uma frase em um vetor de palavras (por padrão, separa as palavras a cada espaço em branco).

  • strip() remove espaços em branco de toda a string

  • Errado

    .a="hello, world!"
    >>> print(a.strip())
    hello, world!

    Foco e Fé!!!

  • Errado

    O comando correspondente a questão seria: print(a.splip())

  • A função strip elimina os espaços no início e fim do string. Fazer a.strip() daria como saída o string “Hello, World!”.

    É muito importante você gravar que, em Python, o string é imutável. Se, após fazer o strip, você chamar a[0] o string a é o string original da linha 1, antes do strip. Portanto a[0] retornará o 1o caractere do a que é um espaço a[0] = ‘ ‘. E a(1) = ‘H’.

    Resposta: Errado

  • GABARITO: ERRADO

    Putaria didática para não confundir a função strip() com split().

    strip --> "strip-tease" (tira a roupa)

    Função strip(): Tira os espaços em branco do início e do fim da string.

    x = “ Olá, Mundo! ”

    print(x.strip())

    #retorna “Olá, Mundo!”

  • Sempre uso o strip-tease para lembrar da função strip rs

    strip tease-> Remove a roupa

    strip() -> Remove os espaços em branco do início e do fim da string.

    Agora uma explicação mais técnica hehe

    A função strip() é responsável por remover espaços no início e no fim de uma string, portanto o resultado esperado será: “Hello, World!” – sem os espaços iniciais e finais.

    Gabarito: Errado

  • A função strip elimina os espaços no início e fim do string. Fazer a.strip() daria como saída o string “Hello, World!”.

    É muito importante você gravar que, em Python, o string é imutável. Se, após fazer o strip, você chamar a[0] o string a é o string original da linha 1, antes do strip. Portanto a[0] retornará o 1º caractere do a que é um espaço a[0] = ‘ ‘. E a(1) = ‘H’.

    Resposta: Errado

  • Gabarito: Errado.

    Como dito pelos colegas, a função strip() é utilizada para remover espaços em branco de strings. Existem três formas:

    Caso o usuário queira remover todos os espaços em brancos (antes e depois do string): str.strip()

    Caso o usuário queira remover os espaços em brancos à esquerda do string: str.lstrip ()

    Caso o usuário queira remover os espaços em branco à direita do string: str.rstrip()

    Sobre o comentário do colega Rumo a ANP: está equivocado.

    Não existe a função splip no python. Outrossim, como os colegas sugeriram em resposta, o comando split() - que pode ter sido o que ele quis digitar - também não retornaria o que o examinador propôs.

    O comando split vai retornar uma lista de strings. Se ele fosse aplicado a essa questão:

    >>> a="Hello World!"

    >>> print(a.split())

    >>>a[0]

    'H'

    >>>a[1]

    'e'

    Espero ter ajudado.

    Qualquer equívoco, mandem mensagem.

    Bons estudos!

  • E A INDENTAÇÃO ?

  • Não precisaria nem saber qual a função do comando strip, basta saber que a variável é uma string e o resultado apresentado mostra como se fosse uma lista e seus respectivos índices, o que não é verdade porque a variável está entre aspas e não entre colchetes.

  • ninguém comentou o fato de

    a[0]=Hello,

    a[1]=world!

    está sem as aspas.

    o certo séria

    a[0]="Hello,"

    a[1]="world!"

    estou enganado?

  • Gabarito: ERRADO

    O método strip retorna uma cópia da string removendo os espaços em branco que estiverem no início ou no fim da string [1].

    Assim, o código apresentado pelo item retornará "Hello, World!" (sem os espaços).

    Para "quebrar" uma string em partes utiliza-se o método split que por padrão divide uma string utilizando o espaço em branco como caractere separado [2]. Assim, ao digitar a.split(), será retornado a seguinte lista ['Hello,', 'Wordl!'].

  • A função strip elimina os espaços no início e fim do string. Fazer a.strip() daria como saída o string “Hello, World!”.

    É muito importante você gravar que, em Python, o string é imutável. Se, após fazer o strip, você chamar a[0] o string a é o string original da linha 1, antes do strip. Portanto a[0] retornará o 1o caractere do a que é um espaço a[0] = ‘ ‘. E a(1) = ‘H’.

    Prof. Hamilton Rodrigues

    ...................................................................................................................................................................................................

    Site para rodar python: https://repl.it/languages/python3

  • Marquei errado por faltar a Indentação. Nunca ouvi falar desses "strings" que o povo comentou ai. Não entendi. Alguém poderia explicar melhor? Obrigada

  • Parabéns para aqueles que consegue comentar esse tipo de questão kkkkk, deuszulivre é branca na certa se essa cai na minha prova esse ano.

  • https://www.python.org/downloads/

    TREINEM!

  • A maldita questão trocou o conceito de Split() por Strip()

    Método split()

    Separa uma string conforme um delimitador.

    É o inverso do join().

    s = 'n o m e'

    s.split()   # ['n', 'o', 'm', 'e']

    s.split(" ")  # ['n', 'o', 'm', 'e']

    s.split("")  # ValueError: empty separator

    Método strip()

    Retira espaços em branco no começo e no fim

    " sobrando espaços ".strip()   # 'sobrando espaços'

    " sobrando espaços  ".strip()  # 'sobrando espaços'

  • baixem no python . org e treinem , ira fazer toda a diferença !

  • Em meus testes os resultados ficaram desse jeito:

    a = " hello, world "

    print(a.strip())

    resultado:

    hello, world

    a = " hello, world "

    print(a.split())

    resultado:

    ['hello,', 'world']

    Obs: quando tentei com indentação deu erro...

  • Por que nesse caso o "print" não recebe o espaçamento na esquerda?

  • >>> a = " Hello, World! "

    print(a.strip())

    >>> 

    >>> 

    == RESTART: C:/Users/CLIENTE/AppData/Local/Programs/Python/Python39/aula 1.py ==

    Hello, World!

  • Alguns comandos que podem ajudar:

    capitalize() : Converte o primeiro caractere em maiúscula

    ex: x = "olá, mundo!"

    print(x.capitalize()) #retorna "Olá, mundo!

    find() : Retorna a posição da primeira ocorrência de um um valor em uma string ou -1 se não existir. ex: x = "Uma vez Flamengo, sempre Flamengo!"

    print(x.find("vez")) #retorna 4

    index() : Semelhante ao find(), mas retorna uma exceção caso o valor não exista.

    ex: x = "Uma vez Flamengo, sempre Flamengo!"

    print(x.index("vasco")) #retorna ValueError

    len() : Retorna o tamanho da string.

    ex: x = "Uma vez Flamengo, sempre Flamengo!"

    print(len("x")) #retorna 34

    split() : Divide substrings encontradas a partir de um separador especificado e retorna uma lista.

    ex: x = "Olá, Mundo!"

    print(x.split()) #retorna ['Olá' , 'Mundo!']

    strip() : Remove os espaços em branco do início e do fim da string.

    ex: x = " Olá, Mundo! "

    print(x.strip()) #retorna ''Olá', 'Mundo!''

    Fonte: Estratégia - Prof: Diego Carvalho

  • O que ta errado na questão é que ele troca o print(a.split()) por o print(a.strip()), se fosse print(a.split()) estaria correto.

  • Faltou a indentação (no print) também ou estou enganado?

    a = " Hello, World! "

    ____ print(a.strip())

    Valeu!!!

  • Gabarito: errado.

    O enunciado mostra o resultado de um .split(), e não de um .strip().

    Mnemônico para nós:

    STrip: T de "Tirar" os espaços das extremidades;

    SPlit: P de "Partir" as palavras onde tem espaços. Ou seja, divide-se em listas.

    O nosso esforço de hoje já nos tornam melhores que ontem. #keepgoing

  • Pra quem não entendeu esse lance de identação, vou dar um exemplo top pra entenderem kkkkkk..

    Não é tudo que precisa de identação.. No caso da questão, o print não faz parte de um bloco, portanto, não precisa de identação.. ou seja, sem identação é a mesma coisa que eu dizer que ele vai ocorrer independente de qualquer condição

    Vamos viajar um pouco pra você entender...

    Você está sendo programado por alguém. Se o cara que está programando você quer que você faça questão, então ele não pode simplesmente ir lá e colocar o comando "questão" sem identação.. Por quê? Porque pra fazer questão eu tenho de estar estudando, certo? Então o comando "questão" tem de estar dentro de um bloco do comando chamado "estudo"

    Ficaria assim: (Considere os ">" como espaço vazio, minha identação)

    (Estudo):

    >>>> (Questão)

    (Comer)

    (Dormir)

    Perceba que o comando (questão) por estar identado, só será realizado se ele satisfazer uma condição do bloco que ele pertence.. Agora perceba também, que o comando comer e dormir não está identado.. ou seja, você irá realizar eles independente de alguma coisa.. nada precisa ser satisfeito, é um comando automático.. se eu estudar ou não, eu irei comer e dormir de qualquer jeito.

    Trazendo em códigos para o python, seria a ideia do if (traduzindo significa "se")

    a = ("Se estudo ")

    b = ("Então faço questão")

    if a == a:

    >>>> print (a+b)

    else:

    >>>> print ("Mentira")

    Executando sairia: Se estudo então faço questão

    Traduzindo o código: Estou dizendo Se A é igual à A, então print a+b

    Mas se não for (else), print "mentira"

    Perceba que ele não imprimiu "mentira".. pq a condição para ele imprimir mentira não foi satisfeita..

  • Alguns comandos que podem ajudar:

    capitalize() : Converte o primeiro caractere em maiúscula

    ex: x = "olá, mundo!"

    print(x.capitalize()) #retorna "Olá, mundo!

    find() : Retorna a posição da primeira ocorrência de um um valor em uma string ou -1 se não existir. ex: x = "Uma vez Flamengo, sempre Flamengo!"

    print(x.find("vez")) #retorna 4

    index() : Semelhante ao find(), mas retorna uma exceção caso o valor não exista.

    ex: x = "Uma vez Flamengo, sempre Flamengo!"

    print(x.index("vasco")) #retorna ValueError

    len() : Retorna o tamanho da string.

    ex: x = "Uma vez Flamengo, sempre Flamengo!"

    print(len("x")) #retorna 34

    split() : Divide substrings encontradas a partir de um separador especificado e retorna uma lista.

    ex: x = "Olá, Mundo!"

    print(x.split()) #retorna ['Olá' , 'Mundo!']

    strip() : Remove os espaços em branco do início e do fim da string.

    ex: x = " Olá, Mundo! "

    print(x.strip()) #retorna ''Olá', 'Mundo!''

    Fonte: Estratégia - Prof: Diego Carvalho

    comentário do Diego que quero guardar

  • txt = "   banana   "

    x = txt.strip()

    print(x)

    tela: banana(sem espaços)

    txt = "   banana   "

    x = txt

    print(x)

    tela:   banana   (com espaços)

    *******************

    txt = "welcome to the jungle"

    x = txt.split()

    print(x)

    tela: ['welcome', 'to', 'the', 'jungle']

  • a.strip é para retirar espaços da palavra.

  • Em Python o método "strip()" aplicado a um texto remove os espaços em branco no início e no fim desse texto.

    Perceba que no texto " Hello, World! " há um espaço em branco no início e outro no final do texto.

    Esse método irá remover esses espaços em branco do valor armazenado na variável “a” e a função “print” irá mostrar esse texto em tela sem os espaços em branco no início e no fim.

    Aprofundando..

    O método que converte uma string (texto), a partir de um caractere separador escolhido (vírgula), em uma lista é o “split”, conforme exemplo abaixo:

    a = " Hello, World! "

    print(a.split(','))

    Resultado em tela:

    [' Hello', ' World! ']

    Portanto, item INCORRETO.

  • A função strip elimina os espaços no início e fim do string.

    Fazer a.strip() daria como saída o string “Hello, World!”.

    É muito importante você gravar que, em Python, o string é imutável.

    Se, após fazer o strip, você chamar a[0] o string a é o string original da linha 1, antes do strip.

    Portanto a[0] retornará o 1º caractere do a que é um espaço a[0] = ‘ ‘. E a(1) = ‘H’.

    Resposta: Errado


ID
2798605
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Os indivíduos S1, S2, S3 e S4, suspeitos da prática de um ilícito penal, foram interrogados, isoladamente, nessa mesma ordem. No depoimento, com relação à responsabilização pela prática do ilícito, S1 disse que S2 mentiria; S2 disse que S3 mentiria; S3 disse que S4 mentiria.

A partir dessa situação, julgue o item a seguir.

Se S4 disser que S1, S2 e S3 mentiram, então, na verdade, apenas ele e S2 mentiram.

Alternativas
Comentários
  • Item CERTO.

     

    Do enunciado da questão : Proposição 1: S1 disse que S2 mentiria; Proposição 2: S2 disse que S3 mentiria; S3 disse que S4 mentiria.

     

    Enunciado do item:  Se S4 disser que S1, S2 e S3 mentiram, então, na verdade, apenas ele e S2 mentiram.

     

    Considerando que Mentir = Falso; e Falar a Verdade = V.

     

    Então temos a Proposição 4 para esse item que é : "S4 disser que S1, S2 e S3 mentiram". Reescrevendo = (S1^S2^S3) = F.

    O item propõe uma condicional do tipo se então. Se S4 então S2. 

     

    Provando que a proposição S4 é Falsa.

    A proposição S4 é uma proposição com conectivo E (^), (S1^S2^S3) e para que uma proposição com conectivo "E" seja verdadeiro, tudo tem que ser verdadeiro, ou seja, "S1 e S2 e S3" tem que ter falado a verdade.

     

    O enunciado disse que S1 falou que S2 mentiria, que S2 falou que S3 mentiria e S3 falou que S4 mentiria. 

     

    Se S1 disse a verdade, S2 mentiu e S3 disse a verdade, reescrevendo a proposição 4 do item: (S1^S2^S3) = (V^F^V) = Falso.

    Agora, se S2 disse a verdade, então S1 e S3 mentiram e a proposição 4 do item (S1^S2^S3) = (F^V^F) = Falso.      

    Se S3 disse a verdade, então S2 mentiu e S1 disse a verdade e a proposição 4 do item (S1^S2^S3) = (V^F^V) = Falso.

     

    Não tem como a proposição 4 ser verdadeira, então S4 mentiu.

    Proposição 3: S3 disse que S4 mentiria. Verdadeiro.

    Proposição 2: S2 disse que S3 mentiria. Falso.

    Proposição 1: S1 disse que S2 mentiria. Verdadeiro. 

    Reescrevendo: Se S4 então S2; Se (S1^S2^S3) então S2;  Se (V^F^V) então F; Se F então F.  

     

    Apenas S4 e S2 mentiram.

     

    Desculpem se errei alguma coisa e me corrijam, por favor!

    Bons estudos!

  • Falar verdade=V e Mentir=F.

    A questão pergunta: Se S4 disser que S1, S2 e S3 mentiram, então, na verdade, apenas ele e S2 mentiram.

    Traduzindo, a questão pediu para que você testasse se S4 e S2=F e S1 e S3=V

    S1  S2  S3  S4

    V     F    V    F

    Se S1 está dizendo a verdade (S1 disse que S2 mentiria) então S1=V e S2=F; Proposição verdadeira

    Se S2 está mentindo (S2 disse que S3 mentiria) então S3 não mentiria, logo, S3=V; Proposição verdadeira

    Se S3 está falando a verdade (S3 disse que S4 mentiria) então S4=F; Proposição verdadeira

    Se S4 disser que S1, S2 e S3 mentiram, então, na verdade, apenas ele e S2 mentiram  Proposição verdadeira

    Testando a possibilidade de S4 ter falado a verdade:      

    Se S1 mentiu então S1=F e S2=V. Se S2 mentiu, vai bugar tudo, porque uma proposição não pode ser V e F ao mesmo tempo e S2. Dá erro e a proposição de S4 fica falsa.

    Gabarito certo.

  • Se S4 disse a verdade, S3 mentiu pois disse que S4 mentiu, se S3 mentiu, S2 disse a verdade, pois ele disse que S3  mentiu. Como S4 disse que S2 também mentiu, então ele só pode estar dizendo a mentira, pois caso S4 estivesse falando a verdade, S2 também estaria, mas S4 diz que ele esta mentindo.

     

    Então S4 ta falando mentira, Se S4 ta mentindo, S3 fala a verdade, pois ele diz que S4 mente. Se S3 fala a verdade, S2 fala mentira pois ele diz que S3 mente. Se S2 mente, S1 ta falando a verdade, pois ele diz que S2 mente.

     

    Portanto apenas S2 e S4 mentiram.

  • PARA COMPREENDER ESSA QUESTÃO É NECESSÁRIO OBSERVAR QUE:

    1. O enunciado principal não informa quem mente nem quem fafa a verdade, só informa o que DIZ cada suspeito S1, S2 e S3. Havendo portanto só duas possibilidades:S1: Mentira, S2: Verdade, S3: Mentira, S4: verdade ou S1: Verdade, S2: Mentira, S3: Verdade, S4: mentira.

    2. já no item em questão, informa-se o que foi dito por S4, e este é o x da questão, é onde está o início do raciocínio. Isso porque cabe ao candidato observar e concluir que a afirmação de S4 é mentira, pois não há como S1 e S2 e S3 terem juntos mentido. Se vc não conseguiu enxergar isso, volte ao enunciado principal e veja que se, por hipótese, S1 mentiu, S2 obrigatoriamente falou a verdade e S3 mentiria; Não há como afirmar portanto que os três mentiram, conforme o foi dito por S4. Esse é o motivo de se concluir que S4 mentiu.

    3. Se vc entendeu que S4 mentiu, o resto fica fácil, pois se S4 mentiu, S3 falou a verdade; e se S3 falou a verdade, S2 mentiu e S1 falou a verdade. É um raciocínio em cadeia.

    4. logo, quem mentiu foi S4 e S2

  • Que tantas teorias mirabolantes. Concurseiro tem que ser prático.


    veja:


    S1: S2 mentiu-V

    S2: S3 mentiu -F

    S3: S4 mentiu-V

    S4: S1, S2, S3 mentiram= S1 e S2 e S3 mentiram-F


    Agora vamos ver se o que o examinador falou é POSSÍVEL.


    S1: S2 é mentiroso=ok

    S2: S3 falou a verdade=ok, (só o S2 e S4 mentiram, caso ocorra o que o examinador pediu).

    S3: S4 mentiu, e mentiu mesmo.ok

    S4: falso porque SÓ S2 MENTIU.


    Assim caso S4 minta, S2 obrigatoriamente tem que mentir caso contrário o argumento é contraditório.



  • (CERTO)

    Se S4 disse que S1, S2 e S3 mentiram, logo

    quando S1 disse que S2 mentiria, ele não disse a verdade, e S2 não mentiu;

    Do mesmo modo, quando S2 disse que S3 mentiria, como S2 não mentiu,

    S3 mentiria mesmo;

    quando S3 disse que S4 mentiria, como S3 mentiria, então S4 não mentiu;

  • Ivan Chagas sempre me salva.

  • Ivan Chagas é o Fernando Nishimura da matemática/RLM pro Cespe.

    hahahahahaha

  • Conclu-o, ainda, o que Leonardo escreveu: se o examinador -- supostamente -- tivesse a intenção de colocar S4 falando a verdade, a questão teria que ser anulada por ter outra possibilidade de assertiva, pois S4 mentindo, encaixaria na proposição. Portanto, a questão teria duas formas corretas, o que não ocorre. Vale o que está expresso na proposição. S4 mentiu.

  • Acho legal a explicação da galera, mas no concurso tem que ser prático

    s4 -> mentiu

    s3-> falou a verdade

    s2 -> mentiu

    s1-> falou a verdade

    ITEM: CERTO

  • Se S1 fala a verdade, S2 MENTE, e quando este diz que o S3 é mentiroso, na verdade o S3 fala a verdade, assim, o S4 MENTE.

    Agora se assumirmos que o S4 fala a verdade, o S1,S2,S3 são mentirosos, e na hora de aplicar isso, deve dar certo. No entanto quando começamos a aplicação, não bate.

    veja;

    se S1 mente, e diz que o S2 é mentiroso, nesse contexto, o S2 na verdade falaria a verdade, sendo, então contraditório a afirmação de S4.

    ENTÃO, na verdade S4 é mentiroso mesmo, mantendo o que eu disse no primeiro paragrafo, apenas s2 e s4 mentem

  • A QUESTÃO NÃO DIZ QUE A PROPOSIÇÃO INFORMADA É VERDADEIRA OU FALSA, MAS DEU UM RESULTADO QUE É: APENAS S2 E S4 MENTIRAM

    PRECISAMOS ACHAR ESSE RESULTADO VALORANDO O ARGUMENTO EM V OU F

    VAMOS PARTIR DA IDEIA QUE É FALSO O ARGUMENTO. COMEÇAMOS DE S4 PARA S1

    PARA O ARGUMENTO SER FALSO, S4 TEM QUE SER MENTIROSO, SE S4 É MENTIROSO ENTÃO S3 FALA A VERDADE

    SE S3 FALA A VERDADE, S2 MENTE

    SE S2 MENTE, S1 FALA A VERDADE

    RESULTADO: APENAS S2 E S4 MENTEM

  • Fazer escadinha de novo, considerando todas as premissas Verdadeiras:

    S1 -> S2 mente

    S2 -> S3 mente

    S3 -> S4 mente

    S4 -> (S1 mente ^ S2 mente ^ S3 mente)

    ____________________________________

    S4 é (F)

    S2 é (F)

    Logo:

    S1 é (V)

    S3 é (V)

    Se usar essas proposições nas premissas anteriores e elas não apresentarem contradição, a questão está correta. Vejamos:

    V -> V (V) ok

    F -> V (V) ok, como S2 mente, então S3 fala V

    V -> V (V) ok, então S4 mente mesmo.

    F -> (F ^ V ^ F) (V) ok *comecem por essa premissa usando os valores propostos pela questão (escrito em Azul).

    Como não possui contradição, argumento válido e lógico.

    Portanto, Questão CORRETA.

  • Temos as proposições ditas por cada um:

    S1: ~S2

    S2: ~S3

    S3: ~S4

    S4: ~S1^~S2^~S3

    Se a frase dita por S4 for verdadeira, S1 teria mentido. Desta forma, como S1 disse que S2 mentiu, na verdade S2 teria dito a verdade. Isto já entra em contradição com a hipótese de que S4 falou a verdade (pois S4 disse que S2 mentiu).

    Agora, assumindo que S4 mentiu, então sabemos que pelo menos um dos três primeiros (S1, S2 e S3) disse a verdade. De cara, sabemos que a frase dita por S3 é verdadeira (pois S4 realmente mentiu). Logo, a frase dita por S2 é falsa. E, portanto, a frase dita por S1 é verdadeira. Temos DUAS afirmações falsas apenas (S2 e S4), deixando o item CERTO.

  • Parabéns para o Leonardo da Silva Bitencourt, obrigado cara!

  • Por Vítor Menezes (TEC Concursos):

    Hipótese: S1 mentiu

    Neste caso, como ele declarou que S2 mentiu, concluímos o oposto disso, qual seja: S2 diz a verdade.

    S2 declara que S3 mentiu. Como ele diz a verdade, temos que: S3 mentiu.

    S3 declara que S4 mentiu. Como S3 mente, temos que: S4 diz a verdade.

    S4 declarara que S1, S2 e S3 mentiram. Mas já sabemos que S2 diz a verdade sim. Então S4 mente.

    Oras, primeiro concluímos que S4 diz a verdade e depois que ele mente. Essa contradição só ocorreu porque nossa hipótese inicial está errada. Então precisamos mudar a hipótese:

     

    Hipótese: S1 diz a verdade

    Neste caso, como ele declarou que S2 mentiu, temos que: S2 mente.

    S2 declara que S3 mentiu. Como ele mente, concluímos o oposto disso: S3 diz a verdade.

    S3 declara que S4 mentiu. Como S3 diz a verdade, temos que: S4 mente.

    S4 declarara que S1, S2 e S3 mentiram. Isto equivale a uma conjunção:

    (S1 mentiu) e (S2 mentiu) e (S3 mentiu)

    Oras, a primeira parcela dessa conjunção é F. Isso já é suficiente para fazer a proposição composta F, e de S4 um mentiroso. Corroboramos mais uma vez que S4 mente.

     

    Não chegamos a contradições. Então só S2 e S4 mentem. ITEM CERTO.

  • questãozinha reproveira!

  • Valeu, Jan Matschulat. Melhor comentário.

  • COPIANDO A MELHOR RESPOSTA DO COLEGA JAN PHILLIP

    Se S4 disse a verdade, S3 mentiu pois disse que S4 mentiu, se S3 mentiu, S2 disse a verdade, pois ele disse que S3 mentiu. Como S4 disse que S2 também mentiu, então ele só pode estar dizendo a mentira, pois caso S4 estivesse falando a verdade, S2 também estaria, mas S4 diz que ele esta mentindo.

     

    Então S4 ta falando mentira, Se S4 ta mentindo, S3 fala a verdade, pois ele diz que S4 mente. Se S3 fala a verdade, S2 fala mentira pois ele diz que S3 mente. Se S2 mente, S1 ta falando a verdade, pois ele diz que S2 mente.

     

    Portanto apenas S2 e S4 mentiram.

  • P resolver tem que chamar s4 de v ou de f e verificar qual dos dois pode ser valido por meio do alinhamento com as outras proposições.

    S4 n pode ser v, pois n pode todos os outros mentirem

    S4 pode ser f pois ha validação. Sendo f podemos considerar q pelo menos 1 disse a verdade então.

    nesse caso s2 daria f tbm pois s3 disse a verdade. Consequentemente s1 disse a verdade tbm

  • Começando pela S4: considerando que ele diz a verdade então ele entraria em contadição, pois S1, S2, S3 teriam que mentir, e isso não é possível. Testando: S3 mente, pois S4 consideramos como verdade. Como S3 mente então S2 fala a verdade, pois S2 afirma que S3 mente. LOGO S4 NÃO PODE ESTÁ FALANDO A VERDADE!

    Assim, S4 mente.

    Então S3 fala verdade ao afirmar que S4 mente;

    S2 mente, pois sabemos que S3 fala a verdade;

    Por fim S1 diz a verdade já que realente S2 mente.

    Finalizando apenas S2 e S4 mentem!!!

    Gabarito CERTO.

    Força, galera!

  • S4 VERDADE, então S3 FALSO

    S3 FALSO, então S2 VERDADE

    S2 VERDADE, então S1 FALSO

    conclusão: S4 e S2 mentem

  • CERTO

    Pensem que , ao fazer do jeito que a questão pede e der contradição o citado na questão mentiu.

  • Se S4 disser que S1, S2 e S3 mentiram, então, na verdade, apenas ele e S2 mentiram.

    Observem:

    S4 DISSE QUE S1, S2 E S3 MENTIRAM. SE O S3 MENTIU, ENTÃO O S2 SERIA VERDADEIRO POR DIZER QUE O S3 MENTIRIA, JÁ DARIA UMA CONTRADIÇÃO, POIS O S4 DISSE QUE TODOS MENTIRAM.

    APENAS ELE (S4) E S2 MENTIRAM. AGORA SE S2 MENTIU O S3 SERIA VERDADEIRO, SE O S3 SERIA VERDADEIRO, ENTÃO O S4 MENTIU. AS INFORMAÇÕES AGORA BATERAM!

  • GABARITO: CERTO

    Temos as seguintes afirmações:

    - S1 disse que S2 mentiria;

    - S2 disse que S3 mentiria;

    - S3 disse que S4 mentiria.

    Note que S4 não disse nada, mas se considerarmos que ele diz a verdade ao alegar que S1, S2 e S3 mentem, então temos uma contradição. Veja o exemplo:

    - Se considerarmos que S1 mente, então temos que a afirmação “S2 não mentiria” seria verdade. Veja:

    - S1 disse que S2 mentiria (F) ---- S2 não mentiu (V)

    Isso, por si só, já garante que S4 mente, pois não existe possibilidade de os três (S1, S2 e S3) mentirem simultaneamente.

    Como já se sabe que S4 não diz a verdade ao alegar que S1, S2 e S3 mentem, então temos que, além de S4, pelo menos um deles mentiu. Veja:

    Se S4 mente, então S3 fala a verdade;

    Se S3 fala a verdade, então S2 mente;

    Se S2 mente, então S1 fala a verdade;

    Conclusão: S2 e S4 mentem. Portanto, o item está correto.

  • Questão difícil da peste

  • ENUNCIADO:

    Nada se fala sobre S1 estar falando a verdade ou mentindo, a partir disso temos duas possibilidades somente pelo o que é dito no enunciado, ou seja, antes de resolver a questão e considerar o depoimento de S4:

    POSSIBILIDADE 01 (S1 falou a verdade):

    S1 (V)

    S2 (M)

    S3 (V)

    S4 (M)

    POSSIBILIDADE 02 (S1 mentiu):

    S1 (M)

    S2 (V)

    S3 (M)

    S4 (V)

    QUESTÃO:

    Agora sim vamos para a questão e analisar o depoimento de S4 e jogá-lo para cada uma das possibilidades:

    POSSIBILIDADE 01:

    Como S4 já mentiu, então o que falar será mentira, portanto desconsidera-se seu depoimento e quem falou a verdade continua falando a verdade e quem mentiu continua mentindo.

    POSSIBILIDADE 02:

    Nesse caso, S4 falou a verdade, então ao "distribuirmos" essa verdade para os restantes ocorrerá validação quanto a S1 e S3 porém será inválido para S2, pois ocorrerá uma CONTRADIÇÃO, visto que ocorrerá um choque de informações pois S1 que está mentindo resulta em S2 falando a verdade, e S4 falando a verdade resulta em S2 mentindo. Logo, essa possibilidade 02 é descartada, restando apenas a possibilidade 01.

  • Rapaz, Deus me livre de uma questão dessas em minha prova.

  • S4 DISSE QUE S1, S2 E S3 MENTIRAM. SE O S3 MENTIU, ENTÃO O S2 SERIA VERDADEIRO POR DIZER QUE O S3 MENTIRIA, JÁ DARIA UMA CONTRADIÇÃO, POIS O S4 DISSE QUE TODOS MENTIRAM.

    APENAS ELE (S4) E S2 MENTIRAM. AGORA SE S2 MENTIU O S3 SERIA VERDADEIRO, SE O S3 SERIA VERDADEIRO, ENTÃO O S4 MENTIU. AS INFORMAÇÕES AGORA BATERAM!

    Questões acima comecem do final "...então..."

  • GABARITO: CERTO

    Meu MACETE para resolver questões de Verdade e Mentira é o seguinte:

    1) Descrevo as afirmações:

    S1: S2 mente

    S2: S3 mente

    S3: S4 mente

    S4: S1, S2 e S3 mente.

    2) Identifico a pergunta:

    Pergunta: ...apenas ele (S4) e S2 mentiram.

    OBS: "S4 e S2" serão o ponto de partida.

    3) Ir em cada afirmação e comprar com a pergunta (que eu identifiquei no item 2)

    S1: S2 mente

    Como a pergunta diz que S2 mente, então o S1 verdade.

    S2: S3 mente

    Como a pergunta diz que S2 mente, então S3 verdade.

    S3: S4 mente

    Como a pergunta diz que S4 mente, então S3 verdade.

    S4: S1, S2 e S3 mente.

    Como acabamos de ver S1 e S3 verdade, então S4 mente

    Logo, percebemos só S4 e S2 mente.

  • Segue a ordem exata do que foi dito: S1 DIZ QUE S2 MENTIU; S2 DISSE QUE S3 MENTIU (inverte, porque ele mentiu, como foi dito por S1, logo, S3 FALOU A VERDADE); S3 DISSE QUE S4 MENTIU (ele está falando a verdade, como vimos anteriormente); S4 DISSE QUE TODOS MENTIRAM (como vimos anteriormente, ele mentiu, e o S2 também mentiu, como afirmado por S1). Logo, os mentirosos são S2 e S4, questão correta.

  • Resumindo para vocês, a proposição

    S4 disser que S1, S2 e S3 mentiram É SEMPRE FALSA

    Impossível ela ser verdadeira, pois para isso, S1,S2 e S3 teriam que mentir, algo impossível de acontecer

  • Como eu fiz.

    A questão afirma que apenas S2 e S4 mentiram, ou seja, eu supus que S1 e S3 falaram a verdade. Se os argumentos forem válidos, a questão estará correta.

    1º Passo - S1 (que fala a verdade) afirma que S2 mentiria.

    2º Passo - S2 mentiu, significa que S3 fala a verdade (ele afirma que S4 mentiu).

    3º Passo - S4 mentiu, ele fala que todos mentem, o que não é verdade, pois S1 e S3 não mentiram.

    Espero que tenha ficado claro.

  • CERTO.

    Não tem como todos os 3 anteriores a ele terem mentido. Considerando que F = mentiu e V = disse a verdade, teríamos inicialmente 2 possibilidades. A primeira em que S4 diz a verdade, e a segunda em que ele mente. Porém, seguindo a lógica da questão em que SE UM DIZ A VERDADE, OBRIGATORIAMENTE O QUE VEM EM SEGUIDA MENTE E VICE -VERSA, é impossível ele ter dito a verdade, veja:

    Se S4 disser a verdade:

    S1   S2   S3   S4  s2  s

    F → V → F → V  ❌

    Se S4 disse a verdade, necessariamente S3 mentiu, S2 disse a verdade, e S1 mentiu.

    Concluímos então que S4 mentiu:

    V → F → V → F   

    E não mentiu sozinho, pois S2 também.

  • CERTO

  • Questão chata de resolver, mas basta ter a cabeça fria e mente aberta.

    Afirmações:

    - S1 disse que S2 mentiria;

    S2 disse que S3 mentiria; 

    S3 disse que S4 mentiria.

    Vamos supor que S4 falou a verdade e anotar a teoria dele.

    O que podemos analisar primeiro é o S3, que já chegou dizendo que o S4 mentiu. Como estamos acreditando na versão do S4, vamos desmentir essa falácia do S3. Nesse cenário, o S4 fala somente a verdade, praticamente um santo. ATÉ AI OK, NÉ?

    .. continuando. Nesse caso o..

    S1 = MENTIU (significa dizer que S2 falou a verdade)

    S2 = MENTIU (significa dizer que S3 falou a verdade)

    Obs: Viram como tem uma divergência aqui? Como o S1 diz que S2 falou a verdade e o chega o bonitão do S4 afirmando exatamente o contrário dizendo que todo mundo mentiu?

    Significa dizer que o S4 MENTIU. Porque a teoria dele é completamente descabida. Como uma pessoa vai fazer uma afirmação que é verdadeira e falsa ao mesmo tempo, meu Deus?

    Se não podemos acreditar no S4, vamos acreditar no Cespe e testar. Vejam:

    S1 = VERDADE (significa dizer que S2 MENTIU)

    S2 = MENTIU (significa dizer que S3 falou a VERDADE)

    S3 = VERDADE (significa dizer que S4 MENTIU)

    O CESPE falou a verdade, S2 e S4 MENTIRAM

    Espero ter ajudado de alguma forma, sei que muitas pessoas têm dificuldades em RLM. Não desistam!

  • Vá direto para o comentário de Jan Philip Matschulat, o melhor comentário.

  • Afirmação: Se S4 disser que S1, S2 e S3 mentiram, então, na verdade, apenas ele e S2 mentiram.

    Note que para a afirmação de s4 ser mentira, basta que apenas um deles (s1, s2 e s3) tenham falado a verdade.

    Partindo disso temos:

    Se s2 mentiu, então s1 e s3 falou a verdade.

    Se S3 falou a verdade, então s4 mentiu.

    Dessa forma, s1 e s3 falaram a verdade e s2 e s4 mentiram.

    Gabarito: certo!

  • GAB C

    Hipótese: S1 mentiu

     

    Neste caso, como ele declarou que S2 mentiu, concluímos o oposto disso, qual seja: S2 diz a verdade.

     

    S2 declara que S3 mentiu. Como ele diz a verdade, temos que: S3 mentiu.

     

    S3 declara que S4 mentiu. Como S3 mente, temos que: S4 diz a verdade.

     

    S4 declarara que S1, S2 e S3 mentiram. Mas já sabemos que S2 diz a verdade sim. Então S4 mente.

     

    Oras, primeiro concluímos que S4 diz a verdade e depois que ele mente. Essa contradição só ocorreu porque nossa hipótese inicial está errada. Então precisamos mudar a hipótese:

     

    Hipótese: S1 diz a verdade

     

    Neste caso, como ele declarou que S2 mentiu, temos que: S2 mente.

     

    S2 declara que S3 mentiu. Como ele mente, concluímos o oposto disso: S3 diz a verdade.

     

    S3 declara que S4 mentiu. Como S3 diz a verdade, temos que: S4 mente.

     

    S4 declarara que S1, S2 e S3 mentiram. Isto equivale a uma conjunção:

     

    (S1 mentiu) e (S2 mentiu) e (S3 mentiu)

     

    Oras, a primeira parcela dessa conjunção é F. Isso já é suficiente para fazer a proposição composta F, e de S4 um mentiroso. Corroboramos mais uma vez que S4 mente.

     

    Não chegamos a contradições. Então só S2 e S4 mentem. ITEM CERTO.

    Vitor Menezes (TEC)

  • Resposta: Certo

    https://www.youtube.com/watch?v=HH4v7QcsYqE&ab_channel=HelderMonteiro

    Força!

  • É só ir pelo que o enunciado falou, S4 e S2 mentiram.

    Se S4 mentiu, o S3 falou a verdade.

    Se S3 falou a verdade, o S2 mentiu.

    Se o S2 mentiu, o S1 falou a verdade.

    Gabarito certo.

  • A solução é bem simples

    1º Considere que a declaração de S4 é falsa; S4 -> (S1 + S2 + S3 mentiram = F)

    2º Observe que S3 diz que S4 mentiu, por isso S4 está falando a verdade; S3 -> (S4 mentiu = V)

    3º Observe que S2 diz que S3 mentiu, por isso, S2 está mentindo; S2 -> (S3 mentiu = F)

    4º Observe que S1 diz que S2 mentiu, por isso, S1 está mentindo; S1-> (S2 mentiu = V)

  • Olá pessoal,

     

    Vejam o vídeo com a resolução dessa questão no link abaixo

    https://youtu.be/L56RNSyv2A8

     

    Professor Ivan Chagas

    www.youtube.com/professorivanchagas

  • Vejam o comentário do professor em vídeo, mt esclarecedor
  • Fiz assim é deu onda :

    A primeira preposição está F logo o que vier depois pouco importa será verdade a questão.

    Certa a questão. Espero ter ajudo

    Se S4 disser que S1, S2 e S3 mentiram, então, na verdade, apenas ele e S2 mentiram.

    No mais estou estudando de mais que acho que sou um ET kkkkkkkkkkkkkk #;)

  • https://www.youtube.com/watch?v=lbICaLGwOCQ&feature=youtu.be

    em 32:33 segundo o professor renato oliveira matando a questao

  • Melhor explicação!

    https://www.youtube.com/watch?v=L8IxXfc0pG4

  • MEUUU DEUSSSSSSSSS

  • PARA COMPREENDER ESSA QUESTÃO É NECESSÁRIO OBSERVAR QUE:

    1. O enunciado principal não informa quem mente nem quem fafa a verdade, só informa o que DIZ cada suspeito S1, S2 e S3. Havendo portanto só duas possibilidades:S1: Mentira, S2: Verdade, S3: Mentira, S4: verdade ou S1: Verdade, S2: Mentira, S3: Verdade, S4: mentira.

    2. já no item em questão, informa-se o que foi dito por S4, e este é o x da questão, é onde está o início do raciocínio. Isso porque cabe ao candidato observar e concluir que a afirmação de S4 é mentira, pois não há como S1 e S2 e S3 terem juntos mentido. Se vc não conseguiu enxergar isso, volte ao enunciado principal e veja que se, por hipótese, S1 mentiu, S2 obrigatoriamente falou a verdade e S3 mentiria; Não há como afirmar portanto que os três mentiram, conforme o foi dito por S4. Esse é o motivo de se concluir que S4 mentiu.

    3. Se vc entendeu que S4 mentiu, o resto fica fácil, pois se S4 mentiu, S3 falou a verdade; e se S3 falou a verdade, S2 mentiu e S1 falou a verdade. É um raciocínio em cadeia.

    4. logo, quem mentiu foi S4 e S2

  • S4 só pode ser falso, pois não tem como S1, S2 e S3 mentirem ao mesmo tempo.

    S1 : S2 mente VERDADE

    S2 : S3 mente MENTIU

    S3 : S4 mente VERDADE

    S4 : S1,S2,S3 mentem MENTIU

    Portanto, quem mente é S4 e S2. Gab C

  • Vão direto ao comentário da Srta.Josmem!

  • S1 diz que S2 mentiria

    S2 diz que S3 mentiria

    S3 diz que S4 mentiria

    S4 diz que S1, S2 e S3 mentiriam

    Se S4 falou a VERDADE, então:

    S1 mentiu, então S2 não mentiu

    Se S2 não mentiu, S3 mentiu

    Mentiu: S1 e S3

    Falou a Verdade: S2 e S4

    Se S4 MENTIU, então:

    S1 falou a verdade, então S2 mentiu

    Se S2 mentiu, S3 falou a verdade

    Mentiu: S2 e S4

    Falou a Verdade: S1 e S3

  • Temos as proposições ditas por cada um:

    S1: ~S2

    S2: ~S3

    S3: ~S4

    S4: ~S1^~S2^~S3

    Se a frase dita por S4 for verdadeira, S1 teria mentido. Desta forma, como S1 disse que S2 mentiu, na verdade S2 teria dito a verdade. Isto já entra em contradição com a hipótese de que S4 falou a verdade (pois S4 disse que S2 mentiu).

    Agora, assumindo que S4 mentiu, então sabemos que pelo menos um dos três primeiros (S1, S2 e S3) disse a verdade. De cara, sabemos que a frase dita por S3 é verdadeira (pois S4 realmente mentiu). Logo, a frase dita por S2 é falsa. E, portanto, a frase dita por S1 é verdadeira. Temos DUAS afirmações falsas apenas (S2 e S4), deixando o item CERTO.

    direção concursos: prof arthur lima


ID
2798608
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Os indivíduos S1, S2, S3 e S4, suspeitos da prática de um ilícito penal, foram interrogados, isoladamente, nessa mesma ordem. No depoimento, com relação à responsabilização pela prática do ilícito, S1 disse que S2 mentiria; S2 disse que S3 mentiria; S3 disse que S4 mentiria.

A partir dessa situação, julgue o item a seguir.

Se S4 disser que “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu”, então, nessa situação, S3 falou a verdade.

Alternativas
Comentários
  • Item ERRADO.

    Do enunciado da questão : Proposição 1: S1 disse que S2 mentiria; Proposição 2: S2 disse que S3 mentiria; S3 disse que S4 mentiria.

     

    Do enunciado do item: Se S4 disser que “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu”, então, nessa situação, S3 falou a verdade.

     

    Trabalhando com o item: Se S3 disse a verdade, então S2 mentiu e S1 disse a verdade, então pelo menos um dos 3 anteriores mentiu, tornando a proposição de S4 verdadeira.

    Mas se S3 mentiu, então S2 falou a verdade e S1 mentiu, ou seja, 2 pessoas mentiram e a proposição "pelo menos um dos 3 anteriores mentiu" ainda seria verdadeira.

     

    S4 necessariamente falou a verdade e S3 mentiu. 

     

    Desculpem se errei alguma coisa e me corrijam, por favor!

    Bons estudos!

  • Falar verdade=V e Mentir=F.

    Se S4 disser que “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu”, então, nessa situação, S3 falou a verdade.

    Agora testamos as possibilidades. Primeiro S1 mentindo, depois S2 mentindo e depois S1 e S2 mentindo. O que se espera encontrar é uma possibilidade em que pelo menos um deles minta e S3 seja igual a V.

    Teste  S1   S2   S3

    S1       F     V     F     S1 disse que S2 mentiria=F, então S2=V (S2 disse que S3 mentiria) então S3=F (Um mentiu mas S3 não falou a                                               verdade) 

    S2       V     F     V     S2=F (S2 disse que S3 mentiria), então S3=V (S3 disse que S4 mentiria). Se S4=F, então S3=F, pois (Se S4 disser que                                     “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu”, então, nessa situação, S3 falou a verdade.) S3 está com dois valores

                                       lógicos V e F. Proposição errada

    O teste com S1 já mostra que não tem como S1 e S2 serem falsos ao mesmo tempo, para se fazer o terceiro teste (S1 e S2). Eles tem valores lógicos alternados. 

    Gabarito errado.

  • Galera, vamos ajudar o QC e nos ajudar... Denunciando comentários igual a esse do Luan TJ é spam, espalhando no site por várias contas e sujando nosso local de apredizado.. 

  • Em relação a esse tipo de questão, eu faço uma tabela e tento achar a contradição entre duas variaveis...

  • Gab errado.

    Sempre que se chama alguem de mentiroso, sempre um será  "veraz" e o outro "mentiroso". Portanto, S1, S2 e S3 chamaram os respectivos de mentirosos, e podem estar mentindo ou falando a verdade. Logo não é possivel afirmarmos que S3 fala a verdade. Então só S4 fala a verdade!

  • Eu resolvi assim (não sei se tá certo). Partindo do pressuposto de que S4 falou a verdade:

    S1 --> V

    S2 --> V

    S3--> F (considerando que S4 falou a VDD, S3 mentiria)

    S4--> V

    P-->Q =  Se S4 disser que “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu”, então, nessa situação, S3 falou a verdade. = V-->F = F

  • PARA COMPREENDER ESSA QUESTÃO É NECESSÁRIO OBSERVAR QUE:
    1. O enunciado principal não informa quem mente nem quem fala a verdade, só informa o que DIZ cada suspeito S1, S2 e S3. Havendo portanto só duas possibilidades válidas: S1: Mentira, S2: Verdade, S3: Mentira, S4: verdade ou S1: Verdade, S2: Mentira, S3: Verdade, S4: mentira.

    2. Portanto considerando certa a afirmação de S4: "pelo menos um disse a verdade", não dá pra concluir nada sobre S3, pois as duas possibilidades acima podem ocorrer, já que as duas atendem à condição colocada por S4. 

     

  • Pessoal, me corrijam se eu estiver errada, mas minha lógica foi a seguinte:

    existem 2 possibilidades: s4 falou a verdade ou mentiu

    se falou a verdade: Pelo menos um está mentindo

    se s4 mentiu: TODOS estão mentindo (pois "pelo menos um" é a negação de "todos".. lembrem-se "pelo menos um" nega "todos" e "algum" nega "nenhum")

    Como não há nesse cenário a possibilidade de todos estarem mentindo, conclui-se que S4 está falando a verdade. Se s4 está falando a verdade, então s3 mentiu, pois dizia que S4 estava mentindo. 

     

  • Não sei se o raciocínio é esse, corrijam-me caso eu esteja errado. 

    OBS: O "X" da questão é a fala do S4

    ENUNCIADO: "Se S4 disser que “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu”, então, nessa situação, S3 falou a verdade"

    Vamos trabalhar com essa hipótese do enunciado.

     

    S1: " s2 Mentiu " ( VERDADEIRO )

    S2: " s3 Mentiu "  ( FALSO ) 

    S3: " S4 Mentiu " ( VAMOS USAR ESSA PREMISSA ) pois estamos trabalhando com a afirmação do enunciado 

    S4: " Pelo menos 1 dos 3 mentiu "  ( VAMOS USAR ESSA PREMISSA ) pois estamos trabalhando com a afirmação do enunciado 

    RESPOSTA: Ora, se o S3 falou a verdade, como diz o enunciado, então o S4 mentiu, sendo assim NENHUM DOS 3 ANTERIORES PODE TER MENTIDO, POIS É A NEGAÇÃO DO PELO MENOS 1.

     

    FALOU MENTIRA --> S4, S2

    FALOU VERDADE --> S3, S1

     

  • Excelente comentário, o de Ana Clara Ferrazzi. Interessante que no meu comentário enfatizei que devemos "considerar" que S4 disse a verdade, por força do trecho "...então, nessa situação...". Mas, conforme o raciocínio de Ana Clara Ferrazzi devemos julgar se falou ou não a verdade, e de fato acho que temos mesmo que julgar.

  • Excelente comentário, o de Ana Clara Ferrazzi. Interessante que no meu comentário enfatizei que devemos "considerar" que S4 disse a verdade, por força do trecho "...então, nessa situação...". Mas, conforme o raciocínio de Ana Clara Ferrazzi devemos julgar se falou ou não a verdade, e de fato acho que temos mesmo que julgar.

  • A questão dá para resolver só com raciocínio lógico puro. Se S4 disse: " pelo menos um é mentiroso" e considerarmos que S3 falou a verdade e que a frase dele é : S4 mentiu. Então a negativa de " pelo menos um" é " nenhum" então nesse cenário, cada questão o examinador propõe um cenário diferente, a frase verdadeira de S4 é "nenhum mentiu" logo uma contradição porque ele mesmo mentiu. Impossível acontecer se a frase de S3 for verdadeira.

  • ERRADO.

    s4 = falou a VERDADE.

    s3= disse que S4 MENTIRIA, PORTANDO o que s3 falou é FALSO.

    " você é o que você pensa é o sr do seu destino."

  • Eu resolvi essa questão de uma maneira um pouco diferente dos "macetes" aos quais a maioria dos alunos têm comentado.Vamos lá...

    Se o S4 disse que PELO MENOS UM DOS 3 ANTERIORES MENTIU, então isso significa que podemos ter dois cenários;

    1° = S1 Mentiu - S2 falou verdade - S3 Mentiu

    2° = S1 falou verdade - S2 Mentiu - S3 falou verdade

    Diante destes dois cenários, eu conclui que poder-se-ia ter duas respostas, sendo assim marquei como ERRRADO.

  • A sequência S1, S2 e S3 não pode ser somente de verdades ou somente de mentiras - não há a possibilidade de uma sequência de verdade ou mentira apenas. Se S1 mente, S2 diz a verdade; se S1 diz a verdade, S2 mente. Dentre aqueles que disseram algo antes de S4, alguém necessariamente deve ter mentido.

    A afirmação de S4, portanto, não pode ser falsa. Como ele não mentiu, a afirmação de S3 é falsa. No final, S4 diz a verdade e, então, S3 mente. Se S3 mente, S2 fala a verdade. Para que isso ocorra, S1 mentiu.

    Acho que é isso.

  • Fiz assim:

    S1: disse que S2 mente = falou a VERDADE

    S2: disse que S3 mente = falou MENTIRA, pois, anteriormente, o s1 já tinha dito que ele mente.

    S3: disse que S4 mente = falou a VERDADE

    S4: disse que pelo menos 1 dos 3 mente = falou MENTIRA, pois o s3 já tinha confirmado que o s4 mente.

  • S4: Pelo menos um dos 3 mentiu

    S3: diz que S4 mentiu

    S2: Diz que S3 MENTIU

    SE S3 MENTIU, ENTÃO S4 DIZ A VERDADE, SE S4 DIZ A VERDADE O QUE S3 DIZ É FALSO

  • A pegadinha esta na interpretação, basta colocar o "necessariamente" E verás que a questão é falsa

    Se S4 disser que “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu”, então, nessa situação, NECESSARIAMENTE S3 falou a verdade.

    RESPOTA: NÃO NECESSARIAMENTE

  • Professor Ivan Chagas nos salvando como sempre....Valeu Professor!!!

  • Se existir uma situação em que S3 minta, a questão já está anulada.

    Partindo da afirmação de S4: pelo menos um mentiu: começo por S1=F; S2=V; S3=V.

    Fazendo a escadinha das afirmações de cada um:

    S1(F) -> S2 mente (V)

    S2(V) -> S3 mente (V)

    S3(F) -> S4 mente (F) * aqui já houve contradição, deveria ter sido verdadeira a afirmação de S3.

    portanto, questão errada.

  • Princípio da Identidade: S4 disser que “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu” =  isso é verdade (de acordo com o ítem)

    SÓ QUE..........................

    S3 = S3 disse que S4 mentiria. Princípio da Não contradição

     

    Ou seja: S3 é mentiroso

    Foco e Fé sempre!!!

    Estamos no caminho, a hora certa, é a de DEUS. 

  • Eu fiz assim:

    S1 - disse que S2 mentiu.

    S2 - disse que S3 mentiu

    S3 - disse que S4 mentiu.

    Se S4 disse que "pelo menos 1 dos 3 anteriores mentiu" - então S3 falou a verdade.

    Fui por partes.

    1. Se S1 mentiu.

    Então S2 falou a verdade.

    S3 realmente mentiu.

    S4 falou a verdade.

    2. Se S2 mentiu.

    Então S3 falou a verdade.

    E S4 mentiu. (mas aqui ele diz que S4 mentiu)!

    3. Se S3 mentiu. (então a alternativa já esta errada, porque diz que S3 falou a verdade).

    Em nenhuma é possível achar que S3 falou a verdade (a unica possível, informa que S4 mentiu, então S3 pode ter mentido também).

  • S1: ~S2

    S2: ~S3

    S3: ~S4

    S4: ~S1 v ~S2 v ~S3

    Caso S3 tenha dito a verdade, então S4 mentiu. Sendo falsa a frase de S4, a sua negação deve ser verdadeira, isto é: S1^S2^S3, ou seja, os três primeiros disseram a verdade. Entretanto, isto é impossível. Afinal, se S2 tiver dito a verdade, necessariamente S3 mentiu, o que nos leva a uma contradição lógica.

    Item ERRADO, pois fica claro que S3 não pode ter dito a verdade.

  • DEMOREI PARA ENTENDER QUE A PROBLEMÁTICA É BEM SIMPLES. VEJAMOS:

    QUESTÃO PROPOSTA:

    "No depoimento, com relação à responsabilização pela prática do ilícito, S1 disse que S2 mentiria; S2 disse que S3 mentiria; S3 disse que S4 mentiria.

    A partir dessa situação, julgue o item a seguir.

    Se S4 disser que “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu”, então, nessa situação, S3 falou a verdade."

    S3 FALOU A VERDADE? VAMOS VER.

    A FRASE "Se S4 disser que “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu" É O PONTA PÉ INICIAL DA QUESTÃO. ASSIM, COM BASE NELA, VAMOS ELIMINANDO AS OUTRAS.

    RESUMO:

    S1=F

    S2=V

    S3=F

    S4=V

    VOLTAMOS ENTÃO A AFIRMAÇÃO DA QUESTÃO: "S3 FALOU A VERDADE"

    FALOU???

    NÃÃÃÃÃÃO FALOU !

    GAB.: ERRADO.

    ESPERO TER AJUDADO. FORTE ABRAÇO.

  • Não entendo pq essa questão está errada.

    O termo "pelo menos um" leva a crer que um ou mais estão falando a verdade.

    Supondo que o S1 fale a verdade, S2 fala a mentira, S3 fala a verdade e S4 fala a mentira.

    Se, nessa hipótese S4 fala a mentira, então pelo menos um dos três anteriores não fala a verdade (que seria o V2) e V3 estaria falando a verdade. Assim, a questão estaria CORRETA.

  • Ivan Chagas é top, mas não tenho certeza desse modo de resolução dele. Ele considerou o que S4 como verdade e foi produzindo a partir daí.... Porém em nenhum momento a assertiva disse que o que S4 falou era V ou M. Apenas falou o que ele disse.

  • GAB: E

    Se S3 diz q S4 mentiu, e sabemos que S4 falou a verdade, então podemos concluir q S3 está mentindo,

  • Se s4 for V o argumento é válido, pois se alinha com os outros :

    S3 mentiu (resposta)

    S2 disse a verdade

    S1 mentiu

    Isso confirma que pelo menos um mentiu e nesse caso s3 mentiu, logo Errado

    Se s4 for F o argumento é invalido, pois seria um caso em que "nenhum mentiu" e isso n se alinha com os outros pois p s4 ser F implicaria em s2 mentir:

    S3 disse a verdade

    S2 mentiu

    S1 disse a verdade

  • S1- FALOU VERDADE

    S2 - MENTIU, SE MENTIU ENTÃO

    S3 - FALOU VERDADE, SE FOI VERDADE, ENTÃO

    S4 - MENTIU

    SE O S4 DISSER QUE PELO MENOS 1 ANTES DELE DISSE UMA MENTIRA (S1,S2,S3)......É VERDADE

    ENTÃO S3 FALOU A VERDADE......É FALSO

    OU SEJA, O S3 DISSE QUE O S4 MENTIU, E ELE NÃO MENTIU, QUEM MENTIU FOI O S3

  • eu pensei assim: se S4 esta falando a VERDADE, então S3 esta MENTINDO

  • Se eu disser que S4 está mentindo, S3 estaria certo, mas se S3 estiver certo, então S2 estaria mentindo, o que seria uma contradição ao que S4 disse, que pelo menos um mentiria, então eu teria que dizer que S4 falou foi a verdade...Mas se S4 disser a verdade o S3 estaria mentindo..
  • V.F.V.F OU F.V.F.V= PELO MENOS TWO

  • Se S4 esta falando a VERDADE, então S3 esta MENTINDO.

  • Ivam chagas vc ja adotou que o q o s4 falou eh vdd? como assim? a questao disse isso?

  • Se S4 disser que “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu”, então, nessa situação, S3 falou a verdade.

    Não necessariamente, visto que é possível um deles mentirem considerando S3 falando uma mentira

    S1: S2 mente (F)

    S2: S3 mente (V)

    S3: S1 mente (V) e S4 mente (F) (p ^ q, umas delas sendo falsa basta para dizer que S3 mentiu)

    S4: pelo menos um dos 3 anteriores mentiu (V)

    ASSIM

    Se S4 disser que “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu”, então, nessa situação, S2 falou a verdade

  • S3 fala que S4 mentiria, mas para resolver a questão, devemos considerar S4 verdade, ou seja, S3 mente.

  • GALERA GABARITO ERRADO , É SÓ FAZER A TABELE QUE CHEGAMOS NA RESPOSTA .

    GOTE-DF / PC-DF,PM-DF,DEPEN FEDERAL, PRF, PF . AU .. AU .. AU ......

  • ERRADO.

    Considerando que F = mentiu e V = disse a verdade, temos apenas 2 possibilidades, a primeira em que S4 diz a verdade e a segunda em que S4 mente:

    S1   S2   S3   S4  s2  s

    F → V F → V    (2 mentiram)

    ou

    V → F → V → F    (1 mentiu) - Mesmo com S3 dizendo a verdade, veja que ainda temos um que mente (S2)

    Ou seja, nos dois casos pelo menos 1 deles mentiu.

  • ERRADO

  • NÃO GARANTE.

  • Não tem como sabermos de certeza!

  • ERRADA - Meu raciocínio:

    S4 diz: "pelo menos um dos 3 anteriores mentiu".

    S4 pode estar falando a verdade ou mentindo, não se sabe ainda.

    Entretanto, se ele estiver falando a verdade, necessariamente S3 vai ter mentido, então não há garantia de que S3 falará a verdade de forma alguma. Dessa forma, questão errada.

  • Basicamente, não tem como S4 dizer a verdade se S3 disser a verdade também, a não ser que S4 fique em contradição com S3, o que causa erro também.

  • Supondo que ao começar por S1 -

    Se S1 mente, então S2 fala a verdade, logo S3 tá mentindo e se S3 está mentindo, então S4 está falando a verdade. Logo não tem como as ideias de S3 e S4 baterem. Um dos 2 está mentindo. Não tem como os 2 estar falando a verdade ou a mentira ao mesmo tempo!

  • SE LIGA GALERA!

    Pensei assim, bem simples...

    Se S4 falar a verdade, S3 estará mentindo.

    Assim, confirmamos a afirmação de S4 e colocamos ERRADO no gabarito, pois a questão afirma que S3 falou a verdade (o que está errado).

    Qualquer erro me avisem.

    Vamos em frente.

    Fé em Deus.

  • Tentei explicar de maneira que qualquer um entenda:

    Em questões assim temos que buscar uma contradição no cenário apresentado pelo examinador, sendo o cenário no caso :

    S3 dizendo que S4 mente - e isso SER UMA VERDADE

    Se conseguirmos encontrar uma contradição no cenário proposto pelo examinador, podemos afirmar que o gabarito é ERRADO.

    Primeiramente, vamos seguir o cenário proposto pelo examinador:

    Se S3 diz a VERDADE -----> S4 MENTE

    A partir disso, podemos inferir duas situações:

    S2 seria mentiroso, pois disse que S3 mentiria, e o cenário do enunciado considera que S3 disse a VERDADE.

    Por consequência disso:

    S4 que até então, pela lógica do enunciado, era MENTIROSO(pois S3 dizia a VERDADE, que S4 seria MENTIROSO)

    se torna alguém que ESTÁ FALANDO A VERDADE!!! (Pois S2 está Mentindo, e se um dos 3 está MENTINDO, PELO MENOS UM MENTIU, tornando a frase de S4 verdadeira)

    Com isso, ENCONTRAMOS A CONTRADIÇÃO!

    Pois se considerando o enunciado, e S3 diz a verdade

    Será IMPOSSÍVEL que AO MESMO TEMPO, S4 MINTA (de acordo c/ a suposta verdade que S3 disse, proposta pelo examinador, de S4 mentir)

    e

    FALE A VERDADE (por consequência também de considerarmos S3 verdadeiro, deixando S2 mentiroso e consequentemente S4 Verdadeiro)

    Perceba também que se S4 diz a Verdade, S3 mente, tornando o enunciado mais uma vez CONTRADITÓRIO

    Logo, GABARITO E)

    Espero ter sido claro.

    Bons Estudos e continue firme na Luta!

    #dattebayo

  • Questão mais de interpretação que de lógica.

    Perceba: Se s3 falou a verdade, então s4 mente ao dizer que pelo menos 1 dos 3 anteriores mentiu.

    Gabarito: Errado!

  • GAB E

    Hipótese: S1 mentiu

     

    Neste caso, como ele declarou que S2 mentiu, concluímos o oposto disso, qual sejaS2 diz a verdade.

     

    S2 declara que S3 mentiu. Como ele diz a verdade, temos que: S3 mentiu.

     

    S3 declara que S4 mentiu. Como S3 mente, temos que: S4 diz a verdade.

     

    S4 declarara que ao menos um dos outros três mentiu. Isso está correto, pois S1 e S3 mentiram, corroborando nossa conclusão anterior sobre S4.

     

    Não chegamos a qualquer contradição, o que mostra que este caso acima pode ter ocorrido. Ainda não dá para garantir que esse é o único caso possível. Mas já sabemos que é uma das possibilidades, o que já é suficiente para julgar o item.

     

    Oras, se construimos um caso em que S3 mente, então o item está errado. Em outras palavras, não é possível concluir que S3 falou a verdade.

    Vitor Menezes TEC

  • vou explicar da forma mais simples possível:

    Em vez de usar s1, s2, s3 etc., usaremos apenas 1, 2, 3 e 4, bem melhor, né? Ok.

    1: "2 mentirá"

    2: "3 mentirá"

    3: "4 mentirá"

    4: (não disse nada ainda)

    _____

    A primeira coisa que vc vai fazer é atribuir um certo valor lógico à primeira proposição, ou seja, à fala do 1, para obter o desencadeamento lógico da fala dos demais, ou seja, validado o 1, os demais serão obrigatoriamente validados:

    então suponhamos que 1 = V, ou seja, o que 1 disse é verdade:

    1 = V --> ( 2 = F ^ 3 = V ^ 4 = F)

    Por que isso, Macacão? Ora, galera, se é verdade o que 1 diz, ou seja, então é verdade que 2 MENTIRÁ , pois é isso que 1 diz; se é verdade que 2 MENTIRÁ , então 2 mentiu ao dizer que 3 MENTIRÁ, sendo mentirá que 3 mentirá, então 3 diz a verdade , e 3 diz a verdade ao dizer que 4 mentirá, portanto, mesmo não sabendo o que 4 disse, por primeira hipótese, sabemos que 4 mentiu. PORÉM, a PRÓPRIA QUESTÃO NOS MANDA CONSIDERAR VERDADE O QUE 4 DIZ, portanto não podemos usar essa hipótese que se inicia quando atribuímos o valor lógico de V a 1.

    Desse modo, precisamos atribuir valor lógico F ao sujeito 1, e assim desencadearmos os outros valores das demais falas:

    1 = F --> (2 = V ^ 3 = F ^ 4 = V)

    Traduzindo isso: Se 1 mentiu, então mentiu ao dizer que 2 mentirá, ora, se é mentira que 2 mentirá, então 2 dirá a verdade; assim 2 disse a verdade ao dizer 3 mentirá, sendo verdade que 3 mentirá, ao dizer que 4 mentirá, 3 mentiu, logo 4 disse a verdade.

    Perceba que 4 agora é igual a V, ou seja, o que o sujeito 4 diz é verdade, e o que o sujeito 4 diz? Ele diz  “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu”, nessas condições, o enunciado afirma que 3 terá dito a VERDADE. E isso é INCORRETO, se 4 disse a verdade, então 3 terá mentido, obrigatoriamente.

  • O ponto-chave da questão é você saber a negação de pelo menos 1, acredito que seja nenhum. Ou seja, niguém falou a verdade, se considerarmos isso, vemos que a assertiva seria falsa pois S3 não poderia estar falando a verdade.

    Gabarito: errado

  • Acho a forma mais simples de pensar , se tiver errado podem falar . A questão afirma que s4 disse que pelo menos um mentiu . Pelo menos um pode ser 1 , 2, ou os 3 mentindo , não dá pra saber , mas tem que levar em consideração tudo isso . Logo , se vc considerar essa afirmação correta não dá pra dizer que s3 fala a verdade , ele pode estar mentindo ou não .
  • Olá pessoal,

     

    Vejam o vídeo com a resolução dessa questão no link abaixo

    https://youtu.be/HQqhdEjQ1ko

     

    Professor Ivan Chagas

    www.youtube.com/professorivanchagas

  • GABARITO: E

    "Se S4 disser que “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu”, então, nessa situação, S3 falou a verdade."

    Já dava para matar a questão negando o S1:

    Se S1 é mentiroso, necessariamente o S3 vai ser mentiroso também.

  • Se S3 disse a VERDADE, então S2 mentiu e S1 disse a verdade, então pelo menos um dos 3 anteriores mentiu, tornando a proposição de S4 verdadeira.

    Mas se S3 MENTIU, então S2 falou a verdade e S1 mentiu, ou seja, 2 pessoas mentiram e a proposição "pelo menos um dos 3 anteriores mentiu" ainda seria verdadeira.

    fonte:

    Professor Ivan Chagas comentário

  • Fiz assim é deu onda :

    A primeira preposição está V logo se S3 se inclui nos 3 anteriores então ele mentiu e V =>F da = F

    Errada a questão. Espero ter ajudo

    Se S4 disser que “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu”, então, nessa situação, S3 falou a verdade.

    No mais estou estudando de mais que acho que sou um ET kkkkkkkkkkkkkk #;)

    https://www.youtube.com/watch?v=wW0FgULosXY #;)

  • Se S4 mentiu, então todos os anteriores falaram a verdade. Você não consegue montar essa situação sem entrar em contradição.

  • Ora, se S4 disse que pelo menos um deles mentiu, então é porque S4 fala a verdade. Já que ele fala a verdade então S3 necessariamente estará mentindo, pois S3 fala que S4 mente, mas S4 fala a verdade.

    Gabarito: errado

  • De qualquer forma s3 continua mentindo, ele mudou seu depoimento..

    Portanto: ERRADA

  • Acredito que é um paradoxo. Se de fato o S3 falou a verdade, o s4 é mentiroso, nada do que ele disse tem validade.

    Não tem como julgar contradições.

    Procede?

  • É mais simples do que parece: se S4 disser que “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu", ele pode estar falando uma verdade ou uma mentira, portanto não há como garantir que S3 tenha dito uma verdade quando ele declarou que S4 mentiu. O problema é só esse: não há garantia de verdade, portanto gabarito ERRADO.

  • Se S4 disser que pelo menos um falou a verdade, ele está dizendo a verdade, pois na ordem do interrogatório (de s1 para s4), se s1 disse a verdade então s2 mentiu e s3 disse a verdade e s4 mentiu (o que não é verdade nesse caso pois se S1 e S3 disseram a verdade então S4 também o fez). Agora se S1 mentiu, s2 disse a verdade e s3 mentiu, então S4 disse a verdade pois S2 falou verdade o que torna a questão incorreta pois S3 mentiu. De qualquer forma, se S4 disser que pelo menos um falou verdade será verdade e S3 sempre será mentiroso.

  • A "pegada" dessa questão é que não sabemos se o S4 fala a verdade ou se ele mente, pois a Banca não deixa isso claro. Se S4 fala a verdade, S3 mente. Se S4 fala mentira, S3 fala a verdade. Porém, nas duas situações possíveis, temos pelo menos um dos três suspeitos que mentem.Então, como não podemos afirmar nada, gabarito ERRADO.

  • o 1° passo é verificar se o comando da questão está correta, ir direto ao ponto. Assim, se a assertiva afirma que S3 fala a verdade, então vamos começar por S3. Se der certo, marque como certo, se alguma incongruência, marque como errado.

    Na prática: coloque q S3 fala a verdade. Assim, S2 mente, e S1 fala verdade. Pronto, agora já podemos julgar a hipótese levantada por S4.

    “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu”

    De fato, 1 dos três anteriores mentiu, que é S2.

    A pegadinha da questão é q S3 fala a verdade e S3 esta dizendo que S4 mente!!! e por isso a assertiva está errada!!!

    não é um paradoxo, como disse alguns. É apenas o raciocínio.

  • comece resolvendo pelo individuo/assertativa que a questão fala ser verdade, daí veja a consequência de aceitá-la

  • Fiz assim:

    Considera que S4 tá falando a verdade, então S3 está mentindo. Se S3 está mentindo, S2 está falando a verdade, se S2 está falando a verdade, S1 mentiu:

    S1 (F)

    S2 (V)

    S3 (F)

    S4 (V)

    Dessa forma, questão errada, pois S3 falou mentira.

  • Não é possível todos terem dito a verdade. Dizer que pelo menos 1 mentiu é uma tautologia, logo S4 está necessariamente falando a verdade.

    Se S3 disse que S4 mentiu e vimos que isso é impossível então S3 tem que ter mentido.

  • Galera, eu fiz da seguinte maneira:

    S1: S2M;

    S2: S3M;

    S3: S4M;

    S4: Um dos 3M;

    Enunciado: Se S4 disser que “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu”, então, nessa situação, S3 falou a verdade.

    Vamos dizer que S3 falou a VERDADE, então S4 é mentira. Ficando assim:

    S1: S2M;

    S2: S3M;

    S3: S4M - V

    S4: Um dos 3M - F

    Já que S4 é MENTIRA, então a sua NEGAÇÃO é uma VERDADE.

    Negação de S4: "Todos os 3 anteriores não mentiu" = VERDADE.

    Assim, TODOS S1, S2 e S3 são verdade.

    S1: S2M - V

    S2: S3M - V

    S3: S4M - V

    S4: Um dos 3M - F

    Se S1 disse que S2 MENTIRIA, mas S2 disse a VERDADE, podemos ver que há uma CONTRADIÇÃO na reposta. Logo, sabemos que no raciocínio lógico há o PRINCÍPIO DA NÃO CONTRADIÇÃO.

    Princípio da não contradição: Uma proposição não poderá ser V e F ao mesmo tempo.

    Assim, o enunciado: "Se S4 disser que “pelo menos um dos 3 anteriores mentiu”, então, nessa situação, S3 falou a verdade" é FALSO, pois deu uma contradição.

    Espero ter ajudado ;)

  • https://www.youtube.com/watch?v=ucy9aTrW-sY

  • Sóentendi esse tipo de questão depois de ver esse video. Assistam até o final, são 3 questoes parecidas todas da CESPE.

    https://www.youtube.com/watch?v=L8IxXfc0pG4


ID
2798611
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Os indivíduos S1, S2, S3 e S4, suspeitos da prática de um ilícito penal, foram interrogados, isoladamente, nessa mesma ordem. No depoimento, com relação à responsabilização pela prática do ilícito, S1 disse que S2 mentiria; S2 disse que S3 mentiria; S3 disse que S4 mentiria.

A partir dessa situação, julgue o item a seguir.

Considerando que, ao final do interrogatório, sem se chegar a uma conclusão, os suspeitos tenham sido novamente interrogados, na mesma ordem, e apenas S3 tenha mudado seu depoimento, dizendo que “S1 mentiu e que S4 mentiria”, com base nesses novos depoimentos, conclui-se que apenas S4 falou a verdade.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito preliminar: Certo.

    Gabarito oficial: Errado.

    O item diz que " apenas S4 falou a verdade" se essa afirmação for verdadeira, então S3 mentiu e S2 disse a verdade no primeiro depoimento, assim, NÃO  seria possível que apenas S4 falou a verdade.

     

    Acho que devia ser anulado o item.

    O gabarito foi alterado e agora o item está errado.

  • s3 falou..s1 mentiu e s4 mentiu entao:

    s2 falou a verdade ..s3 mentiu..se s3 mentiu ...s4 não  mentiu ..falou a verdade...

    concordo com vc mais concurseiro s4 e s2 ambos falam a verdade !!

  • Essa vai rodar.

  • Resposta: CERTA

    4º Aspecto fixo -> Tipologias diferentes: Acusando-se alguém de mentiroso, um dos dois é mentiroso.

    Proposições

    S1 disse que S2 mentiria

    S2 disse que S3 mentiria

    S3 disse que (S1 ^ S4)  mentiriam

     

    Hipotese 1

    Se S3 falou a verdade, logo S1 sendo mentiroso inverte a afirmação dele, sendo S2 como quem diz a verdade. 

    Sendo S2 verdadeiro, sua afirmação de que S3 mentiria entra em CONTRADIÇÂO com o início da hipótese quando diz que S3 falou a verdade.

     

    Hipótese 2

    Assim sendo, S3 mentiu, logo a negação de sua afirmação será (~S1 V ~S4) falariam a verdade. Sendo que S1 sendo verdadeiro em seu depoimento, o S3 estaria como alquem que falou a verdade, ou seja, novamente uma CONTRADIÇÃO com o início desta Hipótese 2.

     

     

    Portanto, Apenas o S4 falou a verdade.

  • Raphael Sá, boa tarde.

    Desculpe-me, mas discordo da sua segunda hipótese.

     

    A questão diz o seguinte:

    P1: S1 disse que S2 mentiria

    P2: S2 disse que S3 mentiria

    P3: S3 disse que S1 mentiu (Ae S4 mentiria (B)

     

    Assumindo que somente S4 falou a verdade, necessariamente todos os outros mentiram.

     

    Vamos à tabela verdade de P3: (S3 = A ^ B)

    A      B     (S3 = A ^ B) 

    V      V             V

    V      F              F

    F      V             F

    F      F              F

     

    Se S4 falou a verdade, a preposição B é falsa. Para S3 ser falsa, não importa se S1 mentiu (chamado de A na tabela) é uma verdade ou não. Porém, para somente S4 estar falando a verdade, S1 deve ter mentido. Ok, até aqui S4 está falando a verdade, S3 mentiu e S1 mentiu.

     

    O problema é falar que S2 também mentiu, pois:

    Para S2 ter mentido, S1 falou a verdade. Pois S1 disse que S2 mentiria.

    Para S1 ter mentido, S2 falou a verdade. Pois S1 disse que S2 mentiria.

     

    Logo, não existe a possibilidade, neste caso, de somente S4 está falando a verdade.

     

    Questão ERRADA! Aguardando o gabarito oficial...

  • Em qualquer simulação, dois mentirão e dois falarão a verdade. Se s4 falou a verdade, mas s3 que o acusa, então s3 está mentindo. Mas se s3 está mentindo, então s2 fala a verdade, já que s2 acusa s3. Então s4 não fala a verdade sozinho.

  • O Raphael se equivocou um pouquinho, já que não há possibilidade de ter apenas 1 falando a verdade... mas de boa.

    Segue o jogo!

  • Por nada no mundo eu consigo provar que essa questão está certa. A única resposta na qual chego é a seguinte:

     

    S1: Mentiu;

    S2: Falou a verdade;

    S3: Mentiu;

    S4: Falou a verdade.

     

    Logo, o gabarito oficial possivelmente deverá ser ERRADO, pois S2 e S4 falaram a verdade.

  • Alguém pode me dizer o que S4 falou? Ainda to procurando na questão... Acho que S4 disse que a CESPE pisou na bola

  • Pessoal, já saiu o gabarito definitivo dessa questão. O Cespe considerou ERRADO.

  • O interessante é que antes da banca alterar o gabarito, a maioria já dizia que a questão estava errada, mas mesmo assim, tinha gente tentando justificar a bobagem que a banca acaba de admitir e corrigir.

  • Não dar pra saber se S1 mentiu ou não pois o S3 não dar o depoimento sobre ele Gab: errado Foi como eu pensei.
  • Essa questão é simples: você não sabe o que fazer diante dela!

  • S1 S2 S3 S4

    V M V M

    M V M V TEMOS AQUI QUE S3 MUDOU O SEU DEPOIMENTO

    ENTÃO SEMPRE DOIS FALAM A VERDADE E SEMPRE DOIS MENTEM EM QUALQUER CASO

    NÃO EXISTE A POSSIBILIDADE DE APENAS UM FALAR A VERDADE OU APENAS UM ESTRA MENTINDO SEMPRE HAVERÁ DUAS MENTIRA OU DUAS VERDADES PELA TABELA ACIMA (ESCREVO EM CX ALTA PELO PROBLEMA DE VISÃO QUE TENHO ) OBRIGADO

  • resolvi assim:


    S1: s2 mentiu -F S2 falou a verdade

    S2: s3 mentiu-F a frase é verdadeira

    s3: s1 mentiu e s4 mentiu-F esta é realmente falsa para ser verdadeira nega-se = ~p ou ~q= s1 não mentiu ou s4 não mentiu. Assim não se pode garantir qual dos dois mentiu ou falou a verdade.

    s4:?


    considerando o que pediu todas as afirmações são falsas exceto S4.


    não se pode garantir porque o contrário do que disse S3=tanto S1 como S4 podem ter falado a verdade.



  • Texto da questão:

    S1 disse que S2Mentiu

    S2 disse que S3Mentiu

    S3 disse que S4Mentiu.

    S4 = não disse nada.


    A questão:

    Considerando que, ao final do interrogatório, sem se chegar a uma conclusão, os suspeitos tenham sido novamente interrogados, na mesma ordem, e apenas S3 tenha mudado seu depoimento, dizendo que “S1 mentiu e que S4 mentiria”, com base nesses novos depoimentos, conclui-se que apenas S4 falou a verdade.


    S3 disse que S1Mentiu

    S3 disse que S4Mentiu.

    S4 = não disse nada.


    S4 não disse nada: nem no texto nem na questão, portanto não é possível concluir que S4 falou a verdade!

  • Incrível como a Banca consegue cegar o candidato. A resolução da questão pode ser dada apenas observando o comando e as afirmativas nela contidas. A questão afirma, logo no início, que não foi possível chegar a uma conclusão, ou seja, não há conclusão.


    Considerando que, ao final do interrogatório, sem se chegar a uma conclusão, os suspeitos tenham sido novamente interrogados, na mesma ordem, e apenas S3 tenha mudado seu depoimento, dizendo que “S1 mentiu e que S4 mentiria”, com base nesses novos depoimentos, conclui-se que apenas S4 falou a verdade.

  • Fiz como a colega Bruna Carvalho abaixo. Só discordo quando ela diz "simples" kkkk. Não é simples não! :) 

  • Rodrigo Heinze está correto, a resposta da alternativa é letra: E.

  • Faça isso comigo não CESPE

  • simples: com a conclusão que "S4 falou a verdade" e como S3 disse que S4 mentiria, logo S2 também disse a verdade, pois S3 mentiu. Então, tanto S4 e S2 disseram a verdade.

  • Interessante... S3 não poderia mentir falando meia verdade? E se apenas S4 falou a verdade? A afirmação dele de que S1 e S4 mentiram não continuaria falsa? O fato dele ter afirmado que ambos mentem é errado e tornaria a afirmativa certa, apenas S4 falou a verdade.

  • PARA COMPREENDER ESSA QUESTÃO É NECESSÁRIO OBSERVAR QUE:

    1. O enunciado principal não informa quem mente nem quem fala a verdade, só informa o que DIZ cada suspeito S1, S2 e S3.

    Havendo portanto só duas possibilidades:

    S1: Mentira, S2: Verdade, S3: Mentira, S4: verdade 

    ou 

    S1: Verdade, S2: Mentira, S3: Verdade, S4: mentira.

    Portanto se no primeiro  interrogatório S3 MENTIU, e no segundo interrogatório S3 mudou seu depoimento dizendo a VERDADE, então conclui-se que S4 MENTIRA.

  • O examinador quer quem diz a verdade. Se S3 diz a verdade em seu novo depoimento, ao afirmar que S1 mentiu, então S2 disse a verdade ao falar que S3 mentira. Logo, dizer que S1 mentiu entrega a própria mentira de S3. Se S3 está mentindo, então S2 e S4 estão falando a verdade.

    O que mata essa sequência de questões do Cespe que vieram para perito federal é saber que somente as sequências S1 V, S2 M, S3 V, S4 M ou S1 M, S2 V, S3 M, S4 V são possíveis. Não há como dois depoimentos sucessivos dizerem o mesmo.

  • FDP ESSE S4

  • S3 disse que S4 mentiu, e depois mudou seu depoimento falando que S1 e S4 mentiram.

    S1 falou que S2 mentiu, mas se S3 disse q ele estava mentindo em seu depoimento logo S2 falou a verdade, independente do que disse S4 se foi verdade ou nao S2 tbm falou a verdade, excluindo a parte do APENAS S4 QUE O ENUNCIADO FALA, TORNANDO A QUESTÃO ERRADA

  • é simples, com base nessas informações, não há possibilidade de termos APENAS o S4 falando a verdade

    Gabarito: ERRADO

  • Fazer escadinha normal, considerando todas as premissas Verdadeiras, substituindo o enunciado pela proposição do item:

    S3 -> (S1 mente ^ S4 mente) ? -> V^V (V)

    S1 -> S2 mente V -> V (V)

    S2 -> S3 mente F -> ? (V)

    ____________________________________

    S4 ¬mente (F)

    Resposta: não posso concluir a declaração de S3 e posso concluir que S4 mente.

    Item ERRADO.

  • A banca não afirmou que x interrogados mentiram, ou que y interrogados disseram a verdade. Apenas disse quais mentiram, logo, todos podem ser mentirosos, e é o que ocorre.

  • S1: ~S2

    S2: ~S3

    S3: ~S1 ^ ~S4

     

    Se a frase de S3 for verdadeira, então S1 e S4 precisam mentir. Sabendo que S1 mente, então S2 fala a verdade. Porém S2 diz que S3 mente, o que leva a uma contradição lógica. Portanto, S3 certamente mente, de modo que alguém precisa falar a verdade (S1 ou S4, ou ambos). Caso S1 fale a verdade, então S2 mente. Mas, se S2 mente, então S3 deveria falar a verdade, e já sabemos que S3 certamente fala mentira. Isto nos leva a uma contradição, de modo que S1 não pode falar a verdade. Só nos resta aceitar que quem fala a verdade é S4

    Mas ATENÇÃO: Sabendo que S1 mente (conclusão que obtivemos acima), fica claro que S2 tem que falar a verdade. Logo, neste contexto, S2 e S4 falam a verdade, e não APENAS S4 fala a verdade. Por este motivo, o gabarito deste item é ERRADO

  • VERIFICANDO QUE O S3 MUDOU DE OPINIÃO, PODEMOS SUSPEITAR QUE ELE ESTÁ MENTINDO.

    TOMANDO COMO PONTO INICIAL O FATO DE "S3" ESTÁ MENTINDO, PODEMOS DIZER:

    "S1" MENTIU? NÃO!

    SE "S1" NÃO MENTIU, ENTÃO "S2" FALOU A VERDADE.

    MESMO NÃO SABENDO O QUE "S4" FALOU, PODEMOS DUAS CONCLUSÕES:

    APENAS "S4" FALOU A VERDADE?

    RESPOSTA: NÃO, POIS "S2" TAMBÉM FALOU A VERDADE. (GABARITO = ERRADO)

    APENAS "S4' FALOU A VERDADE?

    RESPOSTA: SE "S2" TIVESSE FALADO A MENTIRA, MESMO ASSIM NÃO TERIA COMO SER O GABARITO CERTO, POIS NÃO SABEMOS O QUE "S4" DISSE. (GABARITO = ERRADO)

  • GAB: E

    Observa-se uma contradição entre S2 e S3, ou seja, se um mentiu, o outro falou a verdade.

    Então a afirmação "conclui-se que apenas S4 falou a verdade." está incorreta.

  • Entendo o seguinte:

    Como s3 mudou o depoimento, então ele mentiu.

    Se o s3 mentiu, logo o s2 que disse que ele mentiria falou a verdade e o s4 não é mentiroso

    Desta forma, teriamos o seguinte cenário:

    S1 disse que S2 mentiria; 

    S2 disse que S3 mentiria;

    S3 disse que S4 fala a verdade.

    s3 mente pois mudou o interrogatório;

    s4 fala a verdade, pois s3 mentiu mudando o interrogatório;

    s2 fala a verdade pois disso que s3 mentiu

    s1 mente pois disse que s2 mentiu.

  • S4 não disse nada...como você conclui alguma coisa assim?!

  • Se o S3 falou que o S4 mentiria e o S1 também mentiria, então ,caso ela tenha mentido sobre esses dois individuos , os 2 seriam verdadeiros , ou seja, os dois estariam falando a verdade. Portanto o gab é ERRADO

  • O professor Domingos Cereja é muito bom nos comentários. muito objetivo!

  • Eu marquei errado, apenas levando em consideração que o coitado do S4 não falou nada.

  • o S4 optou pelo silêncio constitucionalmente protegido kkkkkkkkkk

  • GABARITO: ERRADO

    Não dá pra dizer que S4 não mentiu pq ele não falou. Quem fez isso acertou na sorte, mas como estamos aqui respondendo uma questão da CESPE a gente precisa ter CERTEZA quando for responder.

    S1: S2 mente

    S2: S3 mente

    S3: S4 mente e S1 mente

    Pergunta: Conclui-se que apenas S4 falou a verdade?

    Então a gente só precisa mudar as afirmações e vê quem mentiu e ou falou a verdade:

    S3: S4 mente e S1 mente

    Se S4 verdade, então S3 mente.

    S2: S3 mente

    Se S3 mente, então S2 verdade.

    S1: S2 mente

    Se S2 verdade, então S1 mente.

    Portanto, se consederarmos que S4 fala a verdade, temos que dizer que S2 também fala a verdade.

  • O S4 poderia falar qualquer coisa, e jamais seria o único a falar a verdade, nem o único a falar mentira.. sendo que obrigatoriamente já há 2 verdades e 1 mentira ou o contrário, 2 mentiras e 1 verdade. Por isso, não importa saber o que o S4 falou p/ resolver a questão.

  • Temos que levar em consideração o depoimento do S3, quando diz que o S4 "mentiria" e o S1 "mentiu", ou seja, se o s1 mentiu, logo o S2 falou a verdade.

  • Resolução desse questão pra quem tem dificuldade como eu:

    Professor Helder Monteiro

  • GABARITO ERRADOOO

    GOTE-DF RUMO A PC-DF

  • ERRADO.

    Tanto S2 quanto S4 falaram a verdade. Considerando que F = mentiu e V = disse a verdade, temos apenas 2 possibilidades para o 2º depoimento (que é o que importa):

    S1   S2   S3   S4  s2  s

    F → V → F → V

    ou

    V → F → V (Não pode ser porque se S3 disse a verdade, obrigatoriamente S1 deveria ter mentido)

  • ERRADO

  • Quebra cabeça é esse Moss

  • No final das contas, a questão entra em loop de contradição.

    ERRADA

  • esse apenas foi que matou a questão!!

  • GALERA SE LIGA:

    Vocês tem que partir do pré suposto que a questão está certa.

    Apenas S4 falou a verdade? Vamos verificar se é possível.

    Vamos "de trás pra frente"

    Se S4=V...

    S3=F [pois ela falou que S4 mentiria (F) e S1 mentiu (V?) --- F^V=F

    [Para afirmar que S1 mentiu tem que terminar o raciocínio, mas independente, a proposição seria F]

    S2=V (Pois ele falou que S3 mentiria e acertou)

    S1=F (Pois falou que S2 mentiria e errou)

    [Aqui você confirma que S1 mentiu]

    Logo, S4 e S2 falaram a verdade.

    Assim, não foi APENAS S4 que falou a verdade.

    Você também pode pensar que S4 não falou nada e por isso não tem como concluir, mas tenha quase certeza que essa não foi a lógica do CESPE.

    Uma outra observação é sobre o S1, seria um indivíduo muito interessante para se fazer uma pergunta do tipo:

    "Sabendo que S4 falou a verdade, podemos afirmar que S1 mentiu".

    ABRAÇOS!

    Qualquer erro me avisem.

    Vamos em frente. Fé em Deus!!!!

  • Resultado: Apenas S3 falou a verdade.

    Perceba:

    Se S3 falou a verdade, então o que ele diz procede (S1 e S4 mentem)

    E já que S3 falou a verdade, então S2 também mentiu (disse que S3 mente)

    Logo, apenas S3 falou a verdade!

    Gabarito: Errado!

  • GAB E

     

    Oras, se não sabemos o que S4 disse, temos que nos basear na fala dos demais suspeitos.

     

    Hipótese: apenas S4 disse a verdade.

    Nesta situação, S3 obrigatoriamente mentiu, pois, ao se posicionar sobre S4, afirmou que ele mentiria, o que não é o caso.

     

    S3 mentiu

     

    Em seguida, vemos que S2 disse a verdade ao apontar S3 como mentiroso.

     

    S2 disse a verdade

     

    E isso contraria a hipótese inicial, que nos dizia que só S4 era verdadeiro.

     

    Ou seja, não se pode concluir que apenas S4 falou a verdade, ao contrário do que o item afirmou.

    Vitor Menezes (TEC).

  • Na primeira sequência de interrogatória, temos o seguinte: S1 = V --> S4 = F e S1 = F --> S4 = V, portanto a primeira sequência demonstra que S4 PODE mentir. Na segunda sequência de interrogatório, temos o seguinte: S1 = V --> (S1 = F ^ S4 = F) OBTEM-SE UMA CONTRADIÇÃO, contradições não podem nos servir de base para a verificação do que ocorre, portanto S1 = V, nessa segunda sequência de interrogatório, está descartada, vejamos o que sobra:

    S1 = F --> S3 = F, S3 = F, ENTÃO abrem-se 3 possibilidades, V e F, F e V ou F e F, perceba que a primeira hipótese ( V e f) gera uma contradição, pois afirma que "S1 mentiu" é V, e nós atribuímos F a ele, assim sobram 2 hipóteses em que numa S4 = V e noutra S4 = F. Se S4 PODE falar MENTIRA, então não podemos afirmar que somente ele fala a verdade.

  • eu pensei assim, se S3 mudou o depoimento então S3 mentiu kkkk

    Nesse caso, S3 = M, então S4 =V, S2=V e S1 =M

  • Olá pessoal,

     

    Vejam o vídeo com a resolução dessa questão no link abaixo

    https://youtu.be/xhi5lLwCeyA

     

    Professor Ivan Chagas

    www.youtube.com/professorivanchagas

  • Se aparece uma questão enrolada dessa na prova e considerando a doideira do cespe, melhor deixar em branco.

  • Se S1 disse que S2 mentiria.

    S1 foi desmentido por S3, logo S2 fala a verdade.

    S2 falou tanto a verdade que S3 mudou o depoimento.

    S4 continuou, mesmo após a mudança de depoimento, sendo acusado de mentira.

    Logo, apenas S2 falou a verdade e por isso a questão está errada.

  • O S4 nem falou nada... kkk

  • Essa banca fica tentando inventar umas "questões muito fodas" e acaba fazendo essas merdas para prejudicar quem estudou. Nem eles mesmos estão entendendo o que estão pedindo, por isso alteraram o gabarito depois com vergonha de anular a questão.

  • Apenas o S2 não foi citado por S3, portanto a minha conclusão seria que apenas S2 falou a verdade

  • Eu fui pela lógica de argumentação tal que S4 dizer a verdade é a conclusão, dessa forma a veracidade das premissas não garantem a veracidade da conclusão, não posso, portanto, afirmar que S4 diz a verdade (e nem que diz mentira). Perceba que ele pode ter dito a verdade, mas a questão pergunta se eu posso concluir isso com base no apresentado: resposta não.

  • Gente, S4 nem deu seu depoimento ainda. Como pode ele mentir antecipadamente?

  • S4 calado, coitado

  • No final não se concluiu nada, pois o S3 falou que o S4 mentiria(futuro do pretérito). Sendo assim, no texto teria a possibilidade por conta do interrogatório do S3, o S4 está falando tanto a verdade quanto mentira, tanto que nem se chegou no texto o interrogatório do S4 se tornando a questão inconclusiva.

    GAB: ERRADO.

  • Gente, não importa o que s4 respondeu, apenas o fato de S3 mudar o depoimento, confirmou o que s1 disse, então s1 falou a verdade, ou seja, a questão termina com base no depoimento de que apenas s4 falou a verdade, é a resposta é não. ..portanto Errada

  • S4 não falou foi nada!
  • Não temos o depoimento de S4.

    Gab.: Errado

  • Todo mundo está comentando que o silêncio do S4 é o que responde essa questão. Isso não está correto. É preciso testar as possibilidades. Se o S4 tiver mentido, pelas assertivas encontraremos 2 que mentem e 2 que falam a verdade. Se o S4 tiver falado a verdade, pelas assertivas também encontraremos 2 que mentem e 2 que falam a verdade. O princípio lógico aqui é o da QUANTIDADE de mentirosos e que falam verdade, o que independe de saber quem em si mentiu ou falou a verdade.

    Se o S4 tiver falado a verdade, o S1 também necessariamente terá que ter dito a verdade, pois o S3 teria mentido no segundo depoimento e o S2 também.

  • Como S3 afirmou que S1 mentiu, então S2 não mentiria, falasse a verdade. O que já contradiz a assertiva.

  • Outro detalhe é que os interrogatórios são realizados isoladamente. Como peste o S3 sabe que o S1 mentiu?

  • S4 ficou calado esperando o advogado chegar kkk

  • O QUE QUEREMOS CONCLUIR:

    Apenas S4 falou a verdade → para isso atribuímos valor Falso às outras falas

    • S1 disse que S2 mente (F) → se é falso, uma vez que S1 está mentindo, então S2 estaria falando a verdade e isso gera contradição; haveria dois suspeitos falando a verdade
    • S2 disse que S3 mente (F)
    • S3 disse que S1 e S4 mentem (F)
    • S4 disse a verdade (V)

  • se s1 mentiu, então s2 também fala a verdade.

    Temos a possibilidade de que s4 tenha falado a verdade, mas não a certeza, então assertiva errada.

  • Questão contraditoria!!

    Se o S3 afirmou que o S1 mentiu, então S2 falou a verdade (S2 disse que S3 mentiria), logo se S3 mentiu, então S1 falou a verdade e S2 mentiu, logo S3 disse a verdade.

    E entramos em um paradoxo hahahhaa

  • "Com base nos novos depoimentos, concluiu-se":

    S1 -> F

    S2 -> V

    S3 -> F

    S4 -> V

  • Apenas S4 falou a verdade, podemos provar isso?

    S1 disse que S2 mentiria (mentiu)

    S2 disse que S3 mentiria (mentiu)

    S3 disse que S1 mentiu e que S4 mentiria - (mentiu)

    Não há como S1 e S2 mentirem ou falarem a verdade ao mesmo tempo sem haver contradição

  • Pra mim não tinha alternativa que comprova-se o que S4 disse.

    Então ja conclui que tava errado.

  • com base nesses novos depoimentos, conclui-se que apenas S4 falou a verdade.

    O S1 TAMBÉM FALOU A VERDADE

    GABARITO ERRADO

  • S1 mentiu, logo S2 falou a Verdade, observe que S3 é formado por conjunção que diz: S1 mentiu e S4 mentiu, mas S1 realmente mentiu e como S2 disse que S3 MENTIU, Logo a conjunção é V e F, o F significa que S4 mentiu. Logo somente S2 falou a verdade.

  • Vejo muitos quebrando a cabeça com a Banca, mas S4 nem falou nada.

    Sem assim, não há como atribuir ao seu depoimento nenhuma valor lógico.

    Sendo assim, não tem como concluir nada sobre S4, pois ele não falou nada.

  • Eu, tu, ele, todo mundo mentiu

    HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA


ID
2798614
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Os indivíduos S1, S2, S3 e S4, suspeitos da prática de um ilícito penal, foram interrogados, isoladamente, nessa mesma ordem. No depoimento, com relação à responsabilização pela prática do ilícito, S1 disse que S2 mentiria; S2 disse que S3 mentiria; S3 disse que S4 mentiria.

A partir dessa situação, julgue o item a seguir.

Considerando que a conclusão ao final do interrogatório tenha sido a de que apenas dois deles mentiram, mas que não fora possível identificá-los, escolhendo-se ao acaso dois entre os quatro para novos depoimentos, a probabilidade de apenas um deles ter mentido no primeiro interrogatório é superior a 0,5.

Alternativas
Comentários
  • Item CERTO.

    Probabilidade de que dos dois escolhidos um tenha mentido e o outro falado a verdade: 2/4 x 2/3 ou (+) 2/4 x 2/3 = 2/3 > 0,5.

  • Sem rodeios e sendo direto.

    São duas pessoas que mentiram dentre quatro, certo? Ok, vamos lá.

    Como posso escolher duas vezes e que pelo menos uma dessas pode ser o mentiroso entâo:

    1ª escolha: escolho 1 mentiroso dentre 4, logo, 1/4

    2ª escoha: como já escolhi um mentiroso, então tenho apenas mais 3 opções de escolha para mais um mentiroso 1/3

    Então temos 1/4 + 1/3, resolvendo a equação então teremos o valor de 0,583 que é equivalentemente maior que 0,5

    Gab.: Certo.

     

  • Só vi resolução com resultado diferente.
    Então colocarei mais uma diferente também!
    Buahahaha!

    Vamos lá, temos 2 mentirosos em 4 pessoas.
    Pegaremos 2 pessoas desses 4 e queremos a chance de que apenas 1 desses dois seja mentiroso. 

    Vamos cálcular a chance de nenhum ser mentiroso:
    2/4 * 1/3 = 1/6  a chance desses 2 não serem mentirosos.
    2 de 4 não mentem, 2/4, pego 1, sobra 3.
    1 de 3 não mentem, 1/3. (3 pois já peguei um antes)

    Agora a chance dos dois serem mentiroros
    2/4*1/3 = 1/6
    2 de 4 mentem, 2/4
    1 de 3 mentem, 1/3

    Agora vamos à chance de apenas 1 ser mentiroso:
    1 -1/6 - 1/6 = 1-2/6 = 2/3 >0,5 CERTO

    Probabilidade total (1 = 100%) - Chance dos 2 mentirem (1/6) - Chance dos 2 não serem mentirosos (1/6) = Chance de apenas 1 mentir.
    Explicando: a probabilidade de apenas 1 mentir, é a probabilidade total menos a probabilidade dos 2 serem mentirosos menos a probabilikdade de nenhum ser mentiroso.

  • Sejam A, B, C e D os suspeitos. Suponha que A e B tenham mentido.

    As possibilidades de escolha para o segundo depoimento são:

    A, B

    A, C

    A, D

    B, C

    B, D

    C, D

    São 6 casos possíveis. Em negrito estão os 4 casos favoráveis, no qual há um único mentiroso. A probabilidade fica:

    P=4/6=2/3, que representa 66,66%. Correto

  • Simples e direto:

    Probabilidade mentir: 2 em 4, portanto: 2/4

    Probabilidade para verdade: 2 em 3 (pois já tirei uma pessoa, sobraram 3), portanto: 2/3

    Ai fica assim:

    2/4x2/3 x2 (multiplico por dois, pois pode ser mentira-verdade ou verdade-mentira)

    Resolvendo, fica:

    2/3= 0,66 (maior que 0,5)

  • O comentário mais curtido está incorreto....
    O segundo mais curtido (Daruan) está excelente e deveria ser o raciocínio utilizado na prova;
    No entanto, é sempre bom saber fazer com continhas, no caso de o raciocínio de forma lógica fircar inviável (se usar muitas combinações, por exemplo)

    Simplificando
    Primeira pegada: 2/4 de sair um mentiroso; Segunda pegada (agora não pode mais ser mentiroso): 2/3 de sair um verdadeiro
    2/4 x 2/3 = 4/12 = 1/3

    Agora vamos inverter, pois a primeira pegada pode sair um verdadeiro:

    Primeira pegada:
    2/4 de sair um verdadeiro; Segunda pegada (agora não pode mais ser verdadeiro): 2/3 de sair um mentiroso
    2/4 x 2/3 = 4/12 = 1/3

    Soma
    1/3 + 1/3 = 2/3

    2/3 > 0,5






    _____________________________________________________________________________
    A PARTIR DAQUI É DISPENSÁVEL! 
    Somente para tirar prova real (se tiver sobrando muito tempo na prova, rs)

    basta calcular a probabilidade de tirar todos mentirosos e todos verdadeiros e subtrarir

    Primeira pegada: 2/4 (mentiroso); Segunda pegada 1/3 (mentiroso)
    2/4x1/3 = 2/12 = 1/6;

    Primeira pegada: 2/4 (verdadeiro); Segunda pegada 1/3 (verdadeiro)
    2/4x1/3=2/12= 1/6

    Soma
    1/6 + 1/6 = 2/6 = 1/3


    Observe que no primeiro resultado temos APENAS um mentiroso,
    isso torna automaticamente verdadeiro o fato de ter APENAS um verdadeiro ou seja, logicamente, se trata de 100% excluídos os casos de AMBOS mentirosos ou AMBOS verdadeiros;

    Portanto, basta somar os casos de APENAS mentiroso com os casos de AMBOS (os dois)


    2/3+1/3=1, ou seja, 100% 
    (essa segunda parte foi só pra ter absoluta certeza! Reitero que é dispensável)

  • Pessoal só eu que percebi, ou estou errado ???

    A questão não fala nada sobre S4 ter falado alguma coisa, na minha interpretação só falou S1,S2,S3 do qual um falou a verdade  estou errado ??????

  • David, a questão não disse que S4 não falou nada, muito pelo contrario, disse que os 4 foram interrogados.

  • Certo


    Probabilidade de apenas um dos dois mentir : um mentir, combinação de 2 em 1 E o outro não mentir, combinação de 2 em 1.

    Como é probabilidade, tudo isso divido pelo total de possibilidades, combinação de 4 em 2.


    (Combinação 2 em 1 X 2 em 1 ) ÷ (Combinação 4 em 2) =(2×2) ÷ 6 = 0,666 ou 67%

  • Certa.

     

    Tentar fazer bem passo a passo:

     

    1 > Queremos saber a propabilidade de ao escolhermos 2 de 4, apenas 1 tenha mentido!

     

    2 > Pensemos assim:

    S1 - mentiu

    S2 - mentiu

    S3 - verdade

    S4 - verdade

     

    3 > Probabilidade = "O que você quer" / "tudo q você tem"

     

    4 > Vamos fazer primeiro o  "O que você quer":

       - De 2 que mentiram, escolheremos apenas 1:

       - Combinação de 2 e 1: 

       - C2,1 = 2

     

       - De 2 que falaram verdade, escolheremos apenas 1: 

      - Combinação de 2 e 1: 

      - C2,1 = 2 

     

      - Agora precisamos multiplicar os resultados : 2 * 2 = 4

     

      - Portanto "O que você quer" = 4

     

    5 > Agora vamos fazer o "tudo q você tem":

     

       - De 4 pessoas, escolheremos 2:

       - Combinação de 4 e 2:

       - C4,2 = 4 * 3 / 2 * 1 = 6

     

    6 > Agora faremos a probalidade:

     

    P =  4 / 6 = 0,6666

     

    7 > 0,666 é equivalente a 66%, que é superior a 50%, conforme o problema disse!

     

    Qualquer erro, por gentileza, avisar no inbox!

     

    Jesus no comando, SEMPRE!!!!

  • PRF BEN, eu não diria qeu está incorreto. Teve gente (como você) que considerou que a ordem da escolha importava. E teve gente que considerou que a ordem não importava.

    Em ambos os casos a resposta vai ser superior a 0,5.


    Para quem quiser entender o que estou falando, olhem o comentário do PRF BEN e olhem o da Daruan SOares.

    O cícero PRF também fez por combinação.


    Outra maneira de pensar é fazer por exclusão. Retirar as possibilidades de se terdois que falam a verdade e 2 que falam mentira. Dessa maneira ficará obrigatoriamente os que fala verdade e mentira. (dessa maneira, diferentemente do PRF BEN, não estou considerando que a ordem importa).


    o calculo será 1 - (C2,2 + C2,2)/C4,2 => 1 - (1+1)/6 => 1 - 2/6 => 4/6 => 2/3 => 0,666666666 que é maior que 0,5


    C2,2 para pegar os 2 que falam a verdade

    C2,2 para pegar os 2 que falam mentira.

  • 1 falando a verdade entre 3 que sobraram

    1 falando mentira entre 3 que sobraram

    1/3 + 1/3 = 2/3 = 0,66


  • Resolução:

     

    1º Qual a probabilidade de escolhermos, para novos depoimentos, 2 entre 4 suspeitos, sendo que apenas 1 mentiu?

    Probabilidade = casos favoráveis / casos possíveis


    Casos favoráveis ==> A questão nos fala que, no interrogatório, 2 mentiram e 2 falaram a verdade.

    De 2 que mentiram, escolheremos apenas 1:

      - Combinação de 2 e 1 = 2 

      

    De 2 que falaram verdade, escolheremos apenas 1: 

     - Combinação de 2 e 1 = 2

      

    Casos favoráveis: 2 * 2 = 4


    Casos possíveis ==>>

    De 4 pessoas, escolheremos 2:

      - Combinação de 4 e 2 = 6


    2º Agora faremos a probabilidade (casos favoráveis / casos possíveis)

    P = 4 / 6 = 0,6666


    0,666 é equivalente a 66%, que é superior a 50%, conforme afirma a questão.


    Questão certa!


    BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS!!!

  • Primeiro o problema diz que foram escolhidos 2 suspeitos, mas que 2 menten e 2 falam a verdade então:

    P(Mente e Verdade)= 2/4 x 2/3 x P2 = 2/3 =0,6666  obs:permutaçao de 2 pois nao sabe a ordem.

  • Olá pessoal,

     

    Vejam o vídeo com a resolução dessa questão no link abaixo

    https://youtu.be/Mrq34KWbSJU


     

    Professor Ivan Chagas

    Gostou? Doe: https://pag.ae/blxHLHy

  • 2 MENTIROSOS NUM TOTAL DE 4:


    1/4 + 1/3= 7/12 = 0,58

    GAB.C



  • A questão é bem simples. Essa historinha de que um disse que o outro mentiria é historinha do CESPE para fazer o candidato perder tempo, uma vez que a questão afirma que não dá pra saber quem mentiu.


    Veja a resolução:


    P= Número de Amostras (Suspeitos) DIVIDIDO PELO Número de Casos Possíveis (Combinações de suspeitos)


    P= S1 + S2 + S3 + S4 / (S1+S2) + (S1+S3) + (S1+S4) + (S2+S3) + (S2+S4) + (S3+S4)


    P= 4 / 6 (podemos simplificar para facilitar a divisão, já que ambos são múltiplos de 2)

    P= 2/ 3

    P= 0,6


    GAB. CERTO= A probabilidade de apenas um deles ter mentido no primeiro interrogatório é superior a 0,5.

  • Explicação certa é a de Hugo Silva!!!!

  • 2/4 . 2/3 + 2/4. 2/3 =

    1/2.2/3+ 1/2 . 2/3 = 4/6 = 0,66


    CORRETA


    EXPLICAÇÃO: na primeira parte há a probabilidade de pegar um mentiroso e um que fala a verdade (2/4.2/3). Soma-se a segunda parte em que há a probabilidade de pegar um que fale a verdade e um mentiroso (2/4.2/3).

  • Gabarito: Certo

    Da para resolver de 2 formas, usando fração e usando combinação.

    C(4,2) = 4x3/2x1 = 6 - Total de formas pegar 2 dos 4.

    C(4,1) = 4 - Casos favoraveis

    Casos Favoraveis/Total de casos = 4/6

    Simplificando, 2/3 ou 0.66

     

     

     

  • 2/4 . 2/3 = 4/12 . P2! = 8/12

  • Como os valores são pequenos, acho q a forma mais rápida de se fazer é entendendo que quando a banca fala em "escolhendo-se ao acaso dois entre os quatro..." ela está falando de uma combinação de 4 tomados 2 a 2.


    Assim procedi:


    Probabilidade=C(2,1)²/C(4,2)=2/3>0,5


    Qualquer dúvida ou erro da Minha parte, aguardo no meu PV.

  • supondo que A e B mentiram:

    possibilidades totais: ab, ac, ad, bc, bd e cd.

    possibilidades que mentiram só um: ac, ad, bc e bd.

    Logo de 6 possibilidades temos 4 que se enquadram no que a questão quer, sendo 4/6 ou 2/3 ou 0,66 > 0,5

  • Probabilidade = n° Chances do Evento Acontecer / n° Eventos do Espaço Amostral)

    O enunciado diz que apenas 2 deles estão mentindo (Chances do Evento Acontecer), e que nos depoimentos foram apontados 3 mentirosos - S2,S3 e S4 (Eventos do Espaço Amostral).

    Logo, P=2/3

    Então, P=0,66

    Questão Certa (0,66 > 0,5)

  • I) 2/4(mentiroso)x 2/3(verdadeiro)= 4/12--> 1/3. Quanto a ordem, pode ser um mentiroso e um verdadeiro ou vice-versa. Multiplicamos por 2 portanto.

  • probabilidade = 2/4 = 0,5.

    2 quantidade de mentiroso.

    4 pessoas.

  • PQP, não consigo enxergar das formas expostas. Cara pra min é 0,25. Estou com um nó na cabeça.

  • Quais são as probabilidades de FRACASSO?

    Elas são as probabilidades de escolhermos os DOIS mentirosos OU os DOIS honestos.

    P (2 mentirosos) = 2/4 * 1/3 = 1/6

    P ( 2 honestos) = 2/4 * 1/3 = 1/6

    P (fracasso) = 1/6 + 1/6 = 1/3

    P (sucesso) = 1 - 1/3 = 2/3

    Portanto, temos 2/3 (0,6666...) como probabilidade de escolhermos APENAS UM mentiroso.

  • Gab CERTO.

    Probabilidade do primeiro mentir x segundo falar a verdade: 2/4 . 2/3 = 1/3

    OU

    Agora a probabilidade do primeiro falar a verdade x segundo mentir 2/3 . 2/4 = 1/3 (também, óbvio)

    Agora soma as duas, porque 1º MENTIRA e 2º VERDADE OU 1º VERDADE e 2º MENTIRA.

    1/3 + 1/3 = 2/3 = 66,666...% = 0.66 que é superior a 0,5.

    #PERTENCEREMOS

    Insta: @_concurseiroprf

  • a probabilidade de exatamente 1 ter mentido é = 1 menos a probabilidade de os 2 terem mentido menos a probabilidade de os 2 terem falado a verdade

    probabilidade de os 2 terem mentido = 1/C4,2 = 1/6

    probabilidade de os 2 terem falado a verdade = 1/C4,2 = 1/6

    probabilidade de exatamente 1 ter mentido = 1 - 1/6 -1/6 = 2/3

  • A probabilidade é a razão do total pelo o que quero, assim; P= o eu quero/ total. No problema percebemos que 3 estão mentindo, logo o total é 3. No entanto, o problema disse que apenas 2 mentiram. fazendo a razão P = 2/3 = 0,6 > 0,5

  • Comentário do professor é excelente!!!

  • Fórmula da combinação:

    C(n, p) = n!/(n-p)!*p!

    Probabilidade de um evento x:

    P(x) = casos desejados/casos possíveis

    Aplicando na questão:

    C(2, 1)*C(2, 1)/C(4, 2) = 2/3

    2/3 > 1/2

    1/2 = 0,5

  • se vc escolhe 2/4 e ainda tem que dividir isso é logico que será menor...

    que 0,5

  • SE UM DELES MENTIU, O OUTRO FALOU A VERDADE

    SE TENHO 2 MENTIROSO------- 2/3 (POIS UM SEI Q FALOU A VERDADE)

  • 2/4 x 3/4 cruzado= 8/12= simplifica até 2/3 ,2 multiplica por 100 e divide por 3= 0,66% gab C

  • Na primeira escolha tenho 4 opções de 4, mentiroso ou não. 4/4. Na segunda tenho 3 de 2, mentiroso ou não. 2/3, levando-se em conta q na primeira ou foi mentiroso ou nao. Então 4/4 x 2/3= 1x2/3. Que é igual 2/3>1/2.

  • Primeiro, fiz C4,2 para descobrir o total de possibilidades = 6

    São poucas combinações possíveis, então podemos descrever todas elas:

    S1 + S2

    S1 + S3

    S1 + S4

    S2 + S3

    S2 + S4

    S3 + S4

    Vamos supor que, no primeiro depoimento, S1 e S2 tenham mentido. O total de combinações em que apenas um deles tenha mentido é igual a 4, logo 4/6 = 2/3.

    S1 + S2 não

    S1 + S3 ok

    S1 + S4 ok

    S2 + S3 ok

    S2 + S4 ok

    S3 + S4 não

    Mas e se não tivesse sido S1 e S2? Para quaisquer 2 indivíduos selecionados, o resultado será o mesmo.

  • Esse prof Cereja é fantástico!!!!!!!!! Melhor contratação do QC!!!!

  • Tenho que escolher 2 dentre os 4.

    Não existe condição na escolha do 1º, pode ser qualquer um, o 2º escolhido é que precisa ser diferente do 1º, para atender a questão de ter 1º mentindo (VF ou FV).

    Então:

    -Quantas maneiras diferentes eu tenho para escolher o 1º (4 elementos num universo de 4) → 4/4

    -O 2º que vou escolher tem que ser diferente do anterior, então se 1º foi F, tenho 2V...se 1º foi V tenho 2F, logo tenho 2 opções diferentes da anterior, num universo de 3 → 2/3

    Escolher 1 e 2 = 4/4 x 2/3 = 2/3 = 0,666

  • São 2 mentirosos e 2 verdadeiros: total 4 pessoas

    2 2 2 2 8

    --- x --- + --- x --- = --- ----> 0,66 CERTO

    4 3 4 3 12

  • m(mentiu) v(verdade)

    2m/4 * 2v/3 + 2v/4 * 2m/3 = 4/12 + 4/12 = 8/12 = 2/3 =0,66

    CORRETO

  • É simples, pessoal!

    Temos 4 suspeitos, 2 deles mentiram -> Logo, 2 falaram a verdade.

    Ficaria assim (total) -> V V F F

    A questão pede para escolher 2 dos quatro. Dos 2 escolhidos, ela quer que apenas um tenha mentido -> Logo, o outro falou a verdade.

    Ficaria assim (escolhidos) -> V V/F

    Como já retiramos 1 pessoa que falou a verdade, restaram 3: V F e F.

    Logo, teremos a probabilidade de 1/3 de escolher mais um que falou a verdade, e de 2/3 de escolher um mentiroso.

    2/3 > 1/2 (0,5).

  • Certo

    Casos possíveis (quatro suspeitos e apenas 2 mentiram): C 4,2 = 4*3/2*1 = 6

    O que quero (1 mentiroso e 1 que fala a verdade) C 2,1 e C 2,1 = 2*2 = 4

    P= (o que quero) / total (casos possíveis)

    P= 4/6 > 0,5

  • Total = 4

    2 mentem

    2 Verdade

    A questão quer selecionar 2, mas que apenas 1 tenha mentido no primeiro interrogatório.

    Logo, as únicas possibilidades para isso ocorrer são as seguintes

    1 que diz a verdade e depois 1 que mente (V - M)

    1 que mente e depois 1 que diz a verdade (M - V)

    (V - M) = 2/4 x 2/3 = 4/12

    (M - V) = 2/4 x 2/3 = 4/12

    Agora devemos somar as possibilidades (V - M) + (M - V)

    4/12 + 4/12 = 8/12 (bases iguais mantém a base e soma os expoentes)

    Simplificando temos = 2/3 = 66,6% que é maior que 0,5 que é igual a 50%

  • Muito boa a última explicação do professor:

    Temos 4 opções para escolher o primeiro:

    4/4

    Temos 2 opções - entre as 3 restantes (visto que um já foi escolhido anteriormente) - para escolhermos o segundo.

    2/3

    4/4+2/3 = 8/12 = 2/3

  • O MAIS COMPLICATO É A INTERPRETAÇÃO

  • Ei, você que tem dificuldade e quer tirar a dúvida nos comentários, vá assistir a explicação do professor primeiro.

    depois vem nos comentários, vai achar o resultado em mais de mil línguas.

  • F/F

    F/V

    F/V

    F/F

    F/V

    F/V

    V/F

    V/F

    V/V

    V/F

    V/F

    V/V

    8/12

  • 4 agentes,: probabilidade de escolher 2.

    2/4 = 0,2.

    2 agentes: probabilidade de escolher 1.

    1/2 = 0,5.

    Soma-se: 0,2 + 0,5 = 0,7.

  • Na primeira escolha tenho 4 opções de 4, mentiroso ou não. 4/4. Na segunda tenho 3 de 2, mentiroso ou não. 2/3, levando-se em conta q na primeira ou foi mentiroso ou nao. Então 4/4 x 2/3= 1x2/3. Que é igual 2/3>1/2.

  • Na matemática devemos sempre procurar simplificar ou pode torna se muito difícil, o comentário do Daruan Soares foi muito bem colocado e de simples intendimento.

  • Olá pessoal,

     

    Vejam o vídeo com a resolução dessa questão no link abaixo

    https://youtu.be/Mrq34KWbSJU

     

    Professor Ivan Chagas

    www.youtube.com/professorivanchagas

  • ACAREAÇÃO neles e fim... Vai descobrir quem estava mentindo

  • https://www.youtube.com/watch?v=lbICaLGwOCQ&feature=youtu.be

  • C4,2=

    4.3/2.1= 12/2 = 6

    4/6= 2/3

    2/3 > 0,5

    GAB. C

  • Minha contribuição.

    1° Caso: Mentiu E Verdade = 2/4 x 2/3 = 4/12

    2° Caso: Verdade E Mentiu = 2/4 x 2/3 = 4/12

    4/12 OU 4/12 = 4/12 + 4/12 = 8/12

    Multiplica cruzado com o valor proposto pela questão: 8/12 x 50/100

    8 x 100 = 800

    12 x 50 = 600

    800 > 600

    Abraço!!!

  • Entendi o raciocínio do colegas para o gabarito, mas discordo. Onde na questão diz que serão escolhidos em sequência as 2 pessoas? Serão escolhidos dois não diz se ao mesmo tempo ou primeiro um e, depois, outro. Para ilustrar meu raciocínio, seguem os exemplos:

    Pensemos em um caso clássico de probabilidade envolvendo caixa de bolas. Na caixa tem 4 bolas, sendo 2 azuis e 2 vermelhas.

    Ex. Qual a probabilidade de eu tirar 2 bolas e apenas 1 ser azul? 1/2

    Ex.2. Qual a probabilidade de eu tirar 2 bolas, sendo a primeira azul e a segunda vermelha, considerando que não haja reposição para a caixa? 1/2 × 2/3

    Ex. 3. Qual a probabilidade de eu tirar 2 bolas, uma seguida da outra, sendo uma dessas bolas na cor azul, considerando que não haja reposição para a caixa? Aqui não especifica a ordem, então, tenho que pegar o gabarito do Ex. 2 e multiplicar por 2. (Esse foi o raciocínio utilizado pelos colegas. Acredito que não fica claro isso na questão, já que posso escolher 2 ao mesmo tempo ou escolher 1 e depois escolher outro)

  • A minha humilde opinião :

    A questão é bem maldosa , de cara sem prestar atenção a pessoa marca errado , porém , ao falar que a probabilidade de apenas um ter mentido entre os dois que foram escolhidos fica implícito que um dos escolhidos disse a verdade logo a probabilidade que antes era 2/4 , passa a ser 2/3 =0,66 superior 0,5

  • Sejam A, B, C e D os suspeitos. Suponha que A e B tenham mentido.

    As possibilidades de escolha para o segundo depoimento são:

    A, B

    A, C

    A, D

    B, C

    B, D

    C, D

    São 6 casos possíveis. Em negrito estão os 4 casos favoráveis, no qual há um único mentiroso. A probabilidade fica:

    P=4/6=2/3, que representa 66,66%.

  • Vi a galera fazendo construção medonha!

    Fiquei com medo!

    Será se raciocinei errado???

    Olha aí:

    O QUE EU TENHO:

    Do todo (4), terei quantos mentirosos? R= 2.

    Então tiro a combinação de C4,2 = 6 (guardo isso)

    O QUE EU QUERO:

    Do todo (4), eu quero quantos? R = 1

    Então tiro a combinação C4,1 = 4

    Agora é só dividir o que eu quero pelo que eu tenho:

    C4,1 / C4.2 => 4 / 6 (simplifico por 2 ) => 2 / 3 = 0, 66 (= 66,6 %)

    0,6 >0,5 = resposta CERTA

  • https://www.youtube.com/watch?v=lbICaLGwOCQ&feature=youtu.be

    33MIN20SEG

  • É cada comentario que só complica. Ele quer 2 em 3 simples. é so dividir 2 para 3. 0,666

  • ESTÃO FAZENDO BICHO PAPÃO NOS COMENTÁRIOS ATRAPALHANDO MUITAS VEZES AO INVÉS DE AJUDAR BOM SENSO MEU POVO....O SOL NASCEU PRÁ TODOS....

  • 2/4 x 2/3 + 2/4 x 2/3 = 0,66


ID
2798617
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Os indivíduos S1, S2, S3 e S4, suspeitos da prática de um ilícito penal, foram interrogados, isoladamente, nessa mesma ordem. No depoimento, com relação à responsabilização pela prática do ilícito, S1 disse que S2 mentiria; S2 disse que S3 mentiria; S3 disse que S4 mentiria.

A partir dessa situação, julgue o item a seguir.

Caso S3 complete 40 anos de idade em 2020, S1 seja 8 anos mais novo que S3 e S2 seja 2 anos mais velho que S4, se em 2020 a soma de suas idades for igual a 140 anos, então é correto afirmar que S2 nasceu antes de 1984.

Alternativas
Comentários
  • Item Errado

    Em 2020 S3 terá 40 anos

    S1 é 8 anos mais novo que S3, então em 2020 terá 32 anos

    S2 é 2 anos mais velho que S4, em 2020 terá S4 + 2 anos

    S4 terá S4 anos em 2020

    Se a soma de suas idades for igual a 140 anos; 40 + 32 + S4 + 2 + S4 = 140; 2 S4 = 140 - 40 - 32 - 2; S4 = 33

    Em 2020 S4 terá 33 anos e S2 terá 35 anos.

    2020 - 35 = 1985

    S2 nasceu em 1985.

     

    Bons estudos!

  • coloca como verdadeira s2 nasceu em 1984 e soma tudo...32+40+36+34= 142

    passou 2 anos.... coloque 1985 e ficara s3=40 + s1=32 + s2=35 + s4=33  total 140

    s2 = 1985 .......35 anos..... 

  •                        2020

    S1       40-8=      32

    S2

    S3                      40

    S4

    Total                 140

    140-(40+32) = 68 (para dividir entre S2 e S4)

    68/2=34 (mas S2 é 2 anos mais velho que S4), então S2=35 e S4=33. Se S2 terá 35 em 2020, então nasceu em 1985.

     Gabarito ERRADO.

  • Thati Lira .. Que dedução magnifica !!!

  • Em 202 as idades são:

    S3=40 anos;

    S1=40 - 8 = 32 anos;

    S2=S4 + 2;

    A soma das idades equivale a 140 -> S1+S2+S3+S4=140.

    32 + (S4+2) + 40 + S4 = 140

    2S4=140-74

    S4=66/2

    S4=33 anos em 2020


    2020-33 = 1985

  • S3 = 40

    S1 = 32

    S2 = X + 2

    S4 = X - 2

    SOMA EM 2020 = 140

    40 + 32 + X +2 + X = 140

    X = (140 - 74)/2

    X = 33

    então, S2 = 33 + 2 = 35

    portanto ele nasceu em 2020 - 35 = 1985

    gabarito errado

  • Nasceu em 1985 = 35 anos

  • Olá pessoal,

     

    Vejam o vídeo com a resolução dessa questão no link abaixo

    https://youtu.be/zJYrMQdXipQ


     

    Professor Ivan Chagas

    Gostou? Doe: https://pag.ae/blxHLHy

  • Caso S3 complete 40 anos em 2020

    Caso S1 seja 8 anos mais novo que S3

    Caso S2 seja 2 anos mais velho que S4

    Se em 2020 a soma de suas idades for igual a 140, é correto afirmar que S2 nasceu antes de 1984

    Em 2020, S3 terá 40 anos

    Se S1 é 8 anos mais novo que S3, então em 2020 S1 terá 32 anos

    Se S2 é 2 anos mais velho que S4, em 2020 S2 terá (S4 + 2)

    Em 2020, S4 terá S4 anos

    40 + 32 + S4 + 2 + S4 = 140

    2(S4) + 74 = 140

    2(S4) = 140 - 74

    2(S4) = 66

    S4 = 33

    Em 2020 S4 terá 33 anos e S2 terá 35 (33 + 2)

    2020 - 35 = 1985

    S2 nasceu em 1985

  • Dados:

    S3 complete 40 anos de idade em 2020;

    S1 seja 8 anos mais novo que S3: (S1 = 40 - 8 = 32);

    S2 seja 2 anos mais velho que S4: (S2 = S4 + 2);

    Soma de suas idades for igual a 140;

    S2 nasceu antes de 1984?

    ------------------------------------------------------------------------

    S1 + S2 + S3 + S4 = 140

    32 + S4 + 2 + 40 + S4 = 140

    2S4 = 140 - 74

    S4 = 33

    ------------------------------------------------------------------------

    S2 seja 2 anos mais velho que S4: (S2 = S4 + 2);

    S2 = 33 + 2 = 35

    2020 - 35 = 1985

  • Errei a questão porque pensei que essa soma de idades fosse apenas entre o s2 e o s4. Questão pessimamente redigida. Lixo.

  • 2020

    S1    40-8=   32

    S2

    S3           40

    S4

    Total         140

    140-(40+32) = 68 (para dividir entre S2 e S4)

    68/2=34 (mas S2 é 2 anos mais velho que S4), então S2=36 e S4=32. Se S2 terá 36 em 2020, então nasceu em 1984.

    32+40+36+32 = 140

    é correto afirmar que S2 nasceu antes de 1984? Errado , pois S2 nasceu em 1984 e não antes de 1984.

     Gabarito ERRADO.

  • Pense em uma tabela, em que nas colunas são colocadas as idades de cada um dos indivíduos e nas linhas a idade em cada ano.

    Montando a tabela com os dados fornecidos fica assim:

    ..........S1....S2......S3......S4

    2020: 32....x+2....40.........x

    Como não sabemos a idade de S4 atribuímos x. Da mesma forma, sabe-se que S2 é 2 anos mais velho, ou seja, x+2. Assim, independente da idade de S4 e S2, a condição dado no enunciado será respeitada.

    Sendo a soma das idades de todos no ano de 2020 igual a 140:

    32 + (x+2) + 40 +x = 140;

    74 + 2x = 140;

    2x = 66;

    x = 33.

    Substituindo de volta na tabela:

    ..........S1....S2......S3......S4

    2020: 32....35.......40.......33

    O ano de nascimento é a diferença entre o ano e a idade, no respectivo ano.

    2020 - 35 = 1985.

    1985 é o ano de nascimento de S2.

  • rapaz... barril dobrado

  • Vamos assumir que S3 tem 40 anos em 2020. S1 é 8 anos mais novo que S3, ou seja, em 2020 sabemos que S1 terá 32 anos de idade. Como S2 é 2 anos mais velho que S4, podemos dizer que:

    Idade de S2 = Idade de S4 + 2

    Usando ID1, ID2, ID3 e ID4 para designar as respectivas idades no ano de 2020, podemos escrever que:

    ID2 = ID4 + 2

    Sabemos que a soma das idades, em 2020, é igual a 140 anos:

    ID1 + ID2 + ID3 + ID4 = 140

    32 + (ID4+2) + 40 + ID4 = 140

    74 + 2.ID4 = 140

    2.ID4 = 66

    ID4 = 33

    Logo, ID2 = ID4 + 2 = 33 + 2 = 35 anos em 2020. Assim, S2 deve ter nascido em 2020 – 35 = 1985. Não podemos afirmar que S2 nasceu antes de 1984, tornando o item ERRADO.

    Resposta: E

  • Sistemas de Equações de Primeiro Grau:

    S1 + S2 + S3 + S4 =140 (1)

    S3 = 40 (2)

    S1 = S3 - 8

    S1 = 40 - 8 => 32 (3)

    S2 = S4 + 2 (4)

    Substituir os termos das eq. 2, 3 e 4 na equação 1:

    32 + (S4 + 2) + 40 +S4 = 140

    72 + 2.S4 = 140

    2.S4 = 66

    S4 = 66/2

    S4 = 33

    Logo, S2 = 33 + 2 => S2 = 35

    2020 - 35 = 1985

    Gabarito ERRADO

  • GAB: E

    S1+ S2+ S3+ S4= 140

    32+ S4+2 +40+ S4= 140

    S4= 33

    S1-32

    S2-35

    S3-40

    S4-33

    2020- S2

    2020 - 35 = 1985

  • Pessoal, resolver por equação de 1° é excelente. No entanto, em concurso, poupar tempo é uma estratégia, então deixo a dica de como pensei... -- A questão pergunta antes de 1984, então supondo 1983... S2 teria 37 anos, logo S4 teria 35. Somando tudo, 37+35+40+32 = 144. Logo, já era óbvio que S2 teria nascido depois, visto que era o único jeito do somatório diminuir até chegar a 140.
  • Errado

    Sabendo que :

    S1=32

    S2= S4+2

    S3=40

    S4=S2-2

    32+40+S4+2+S2-2=14 (resolvendo concluímos que )

    S4= 68- S2

    Logo

    68-S2=S2-2 (resolvendo )

    S2= 70/2

    S2= 35

  • ERRADO.

    S4 33 ANOS

    S3 40 ANOS

    S2 32 ANOS

    S1 32 ANOS

  • Pessoal cuidado!!! Grande parte dos comentários dessa questão está errado, pois estão acertando pelo erro!!! para se resolver essa questão corretamente tem de se levar em conta o ano da realização da prova(2018)!!! Muitas questões de lógica não são atemporais.

  • Rafael gomes, como pelo ano da realização da prova se a soma das idades é em 2020? A lógica das resoluções dos colegas está certa sim

  • GAB ERRADO.

    É o seguinte turma:

    S3: complete 40 anos de idade em 2020

    S1: É 8 anos mais novo que S3

    S2: É 2 anos mais velho que S4

    Em 2020 a soma de suas idades é de 140 anos

    É correto afirmar que S2 nasceu antes de 1984??

    VAMOS LÁ:

    S1 = 32

    S2 = +2

    S3 = 40

    S4 = ?

    TOTAL é 140 -> SOMA: 40+32=72 //// TOTAL: 140-72= 68 ///// 

    => DIVIDE: 68/2=34 (SÃO 2 ANOS DE DIFERENÇA DO S2 E S4)

    VC ENTREGA 1 ANO PARA S2 (35) E TIRA 1 ANO DE S4 (33)

    RESOLUÇÃO:

    S1 = 32

    S2 = 35

    S3 = 40

    S4 = 33

    TOTAL => 140 ANO DE NASCIMENTO DE S2 (2020-35 = 1984)

  • Show de bola essa questão.

  • não é errado afirmar que s2 nasceu em 1985? ele poderia ter nascido em 31/12/1984 e ainda assim em 2020 teria 35 anos,está certo meu raciocinio ou tou viajando?

  • Sem enrolação:

    S3= 40 anos

    S1= - 8 anos em relação ao S3, ou seja 32 anos. Diante disso, S1 nasceu em 1988.

    Rumo à PCDF.

  • Errado. Se ele tivesse nascido, por exemplo, em 1984, a soma das idades dos 4 em 2020 seria 142 e não 140.

    Logo, ele nasceu depois de 1984.

  • ERRADO!

    S3=40

    S1=(40-8) = 32

    S2 = S4+2

    S4?

    -----------------------------------

    140 = 40+32+(S4+2)+S4

    S4+S4 = 140 - 74 = 66

    66/2= 33

    ----------------------------------

    S4= 33

    S2 = S4+2 = 35

    2020-35 = 1985

  • ERRADO

  • Olá pessoal,

     

    Vejam o vídeo com a resolução dessa questão no link abaixo

    https://youtu.be/zJYrMQdXipQ

     

    Professor Ivan Chagas

    www.youtube.com/professorivanchagas

  • S3 = 40 anos em 2020

    S1 = S3 - 8 -> 32 anos em 2020

    40 anos + 32 anos = 72 anos

    Para dar 140 anos -> 140 - 72 = 68

    Ou seja, S2+S4 = 68 anos

    S2 = x + 2

    S4 = x

    2x + 2 = 68

    2x = 68 - 2

    2x = 66

    x = 66/2

    x = 33

    S2 = 33 + 2 -> 35 anos

    2020 - 35 = 1985

  • QC tem contratar o professor Ivan Chagas para resolver as questões de RL em vídeo. Excelente professor, sempre nos ajudando com suas correções.

  • Demorei uma eternidade pra fazer kkkkkkk, mas pelo menos acertei

  • Achei que a soma das idades de S2 e S4 fosse 140 anos... Viajei mas não viajo mais!

  • 40 + 32 + S4 + S4 +2 = 140

    74 + 2S4 = 140

    S4 = 66/2 = 33

    S2 = 33 + 2 = 35

    Logo,

    2020 - 35 = 1985.

  • S1 = 32 anos (8 anos mais novo que S4)

    S2 = ?

    S3 = 40 anos

    S4 = ?

    S2 = 2000 - 1984 = 16 anos

    S1 = 32 anos

    S2 = 16 anos (2 anos mais velho que S4)

    S3 = 40 anos

    S4 = 14 anos

    _____________

    102 anos

  • S1 + S2 + S3 + S4 = 140

    O ano é 2020, então:

    S3: 40 anos

    S1: 40 - 8 = 32 anos de S1

    S2: 2 + S4

    S4: S4 (não sabemos nada dele ainda)

    Substituindo na primeira fórmula:

    32 + (2 + S4) + 40 + S4 = 140 (fazendo a continha encontramos a idade de S4...)

    S4 = 34 anos

    Logo, se S2 é dois anos mais velho que S4, ele terá 36 anos e terá nascido em 1984.

    A questão diz antes, mas ele nasceu exatamente em 84.

  • O grande lance é a interpretação da bagaça

  • S3 = 40 anos

    S1 = S3 - 8 = 40 - 8 = 32

    S2 = S4 + 2

    S1 + S2 + S3 + S4 = 140

    32 + S2 + 40 + S2 - 2 = 140

    2*S2 = 140 - 70 = 70

    S2 = 70 / 2 = 35

    2020 - 35 = 1985

    Logo, questão errada

  • S1= 32, S2= 1984 36 anos, S3= 40, S4= Dois anos mais novo que S2, 34 anos .

    A soma das idades s1,s2, s3 e s4 será igual a 142 .


ID
2798620
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Os indivíduos S1, S2, S3 e S4, suspeitos da prática de um ilícito penal, foram interrogados, isoladamente, nessa mesma ordem. No depoimento, com relação à responsabilização pela prática do ilícito, S1 disse que S2 mentiria; S2 disse que S3 mentiria; S3 disse que S4 mentiria.

A partir dessa situação, julgue o item a seguir.

Se os quatro suspeitos tiverem nascido nos estados da Bahia, de Pernambuco, do Rio de Janeiro e de São Paulo, cada um em um estado diferente, e atualmente residirem nesses mesmos estados, ainda que alguns deles possam ter se mudado de um estado para outro, a quantidade de possibilidades de naturalidade e residência dos acusados é inferior a 100.

Alternativas
Comentários
  • Item Errado

    Em relação a naturalidade: O primeiro pode nascer em qualquer um dos 4 estados, o segundo em qualquer um dos 3 estados restantes, o segundo em qualquer um dos 2 estados restantes e o último no estado no estado que sobrou. Reescrevendo: 4x3x2x1 = 24

    Em relação quantidade de residências, no item não fala que é para considerar apenas os quatro estados e nem que eles sempre moraram em estados diferentes. Então, considerando que o Brasil tem 26 estados e que eles voltaram para o estado = 26x26x26x26 = 456.976

    a quantidade de possibilidades de naturalidade e residência dos acusados é 10.967.424.

    Bem maior que 100.

     

    Desculpem se errei alguma coisa e me corrijam, por favor!

    Bons estudos!

  • Seguem os comentários do professor Vítor Menezes:

     

    Resolução:

    Vamos alocar cada pessoa num estado, conforme nascimento:

    BA   PE    RJ    SP

    4      3      2     1

    4×3×2×1=24

    Em seguida, alocamos cada pessoa num estado, conforme moradia. Serão mais 24 casos.

    Para cada caso de alocação dos nascimentos, há 24 possibilidades para a residência. Pelo princípio fundamental da contagem temos:

    24×24

    Que é maior que 100. ITEM ERRADO.

     

    Fonte: https://www.tecconcursos.com.br/dicas-dos-professores/raciocinio-logico-policia-federal-2018-09-19

  • Na verdade, o que acontece é o seguinte: há restrição somente no caso de naturalidade. Por isso  fica: 4x3x2x1. No caso de residencia, eles podem morar em um mesmo estado, por isso é 4x4x4.

  • São duas perguntas: "naturalidade e residência"

       Naturalidade                  E                  Residência

    P4=4x3x3x1=24               X                P4=4x3x3x1=24

               24                        X                           24              = 576

    Gabarito ERRADO.

  • Caro "MAIS UM CONCURSEIRO" Olhe bem a pergunta:

    Se os quatro suspeitos tiverem nascido nos estados da Bahia, de Pernambuco, do Rio de Janeiro e de São Paulo, cada um em um estado diferente, e atualmente residirem nesses mesmos estados, ainda que alguns deles possam ter se mudado de um estado para outro......

  • Caro, Fernando Silva

    Obrigado pela interação!

    O que eu quis dizer é que não ficou claro no item que entre o nascimento e a última residência de cada indivíduo se eles sempre moraram em estados diferentes. Então, cada um nasceu em um dos 4 estados e hoje cada um mora em um desses 4 estados, o mesmo que nasceram, mas entre o nascimento e a última residência eles podem ter morado em qualquer lugar e podem ter morado até no mesmo estado.

    Na prova, em relação quantidade de residências, eu resolveria como o weberti silva "4x4x4x4", mas o item também não fala que é para considerar só esses 4 estados para o intervalo entre o nascimento e a última residência.

    De qualquer forma o item continua errado, então tudo bem.

     

  • Como se resolve realmente ficou subjetivo. No entanto pela interpretação, qualquer das formas apresentadas e que o resultado foi maior que 100 me pareceram corretas. O texto fica confuso na parte da residência. No entanto, quando ele diz: "ainda que possa ter mudado de residência.." ele está dizendo que, mesmo considerando a forma 4x4x4x4 ou 4x3x2x1 o resultado será maior que 100.


    Assim consegui compreender o que ele disse com "ainda que..." para mim aceita duas formas de resolver.

  • weberti silva, a questão fala: " cada um em estado diferente". Sua resolução está equivocada.

  • Tudo a ver o texto inicial com a pergunta. Questão classificada errada pelo QC, não é Verdade Mentira.

  • Pessoal vi essa questão como simples. Tentarei explicar de uma forma diferente da colega Thati Lira, que ao meu ver seu raciocionio foi correto.

    Percebemos pelo enunciado que a questão pode ser resolvida como um arranjo, uma vez que importa a ordem tanto de nascimento, quanto de atual localização.

    A questão quer saber  a quantidade de possibilidades de naturalidade e residência (Vale ressaltar que o E equivale a mutiplicação).

                                                                                       Arranjo 4, 4 = 24   X  ​Arranjo 4, 4= 24

                                                                                                              24 X 24= 576

    Importante destacar que questões de arranjo podem ser resolvidas também com permutação, assim como a colega Thati Lira resolveu.

    Espero ter ajudado.

  • Gente, alguém analisa o meu raciocínio?

    Se temos 26 estados e cada um mora em um separado (ou seja excludentes) eu posso realizar dessa forma?

    P = 1/26 x 1/25 x 1/24 x 1/23 ???

  • Errei por conta do E, somei o resultado de cada, ao invés de multiplicar. descuido.

  • Segui um raciocínio diferente dos colegas. De qualquer foma, já adianto que o valor encontrado é bem superior ao da assertiva, o que pode ser um indício de que não é a resolução que o examinador estava propondo quando redigiu a questão.

    A questão quer saber: a quantidade de possibilidades de naturalidade e residência dos acusados.

    Por exemplo, S1 pode ter nascido em SP e residir em PE. Ou nascido na BA e residir no RJ. Entre outras tantas possibilidades. O mesmo se repete para S2, S3 e S4.

    Sabemos que são 4 estados e que cada estado corresponde à naturalidade de apenas um dos quatro acusados, ou seja, cada um nasceu em um estado diferente do outro.

    Quanto à residência, continuamos restritos aos 4 estados propostos, porém, é permitido que eles troquem de estado, passando a residir em estado distinto do que nasceram. Ainda mais, nada é dito a respeito do compartilhamento de estado, ou seja, dois ou mais acusados residindo no mesmo estado. Assim, por exemplo, embora S1 e S2 certamente nasceram em estados diferentes, nada impede que ambos residam, atualmente, no mesmo estado.

    Farei as contas por meio de tabela, onde as linhas acomodam os acusados e as colunas correspondem à quantidade de possibilidades de naturalidade e de residência, nessa ordem.

    S1 4 (possíveis naturalidades) 4 (possíveis residências) = 16, pois 4 vez 4 = 16;

    S2 3 (possíveis naturalidades) 4 (possíveis residências) = 12, pois 3 vez 4 = 12;

    S3 2 (possíveis naturalidades) 4 (possíveis residências) = 8; pois 2 vez 4 = 8;

    S4 1 (possíveis naturalidades) 4 (possíveis residências) = 16, pois 1 vez 4 = 4.

    Multiplicando (porque temos as possibilidades de S1 E S2 E S3 E S4), chegamos ao valore de 6.144 possibilidades de naturalidade e residência. (16·12·8·4 = 6.144).

    O mesmo resultado é encontrado considerando que a naturalidade é uma permutação de 4 (P4 = 24) e que cada acusado possui 4 possibilidades de residência (4^4). Assim,

    24·4^4= 6.144

    Espero ter contribuído.

  • Galera, vamos pedir comentário da questao

  • O princípio de contagem estabelece sempre a escolha de uma opção entre outras.

    No “E” multiplica-se ; no “OU” soma-se.

    ...quantidade de possibilidades de naturalidade e residência dos acusados é inferior a 100.

      Naturalidade   P4=4x3x3x1=24    X          Residência P4=4x3x3x1=24

           24              X                24       = 576

  • QC CONTRATEM:

    Olá pessoal,

     

    Vejam o vídeo com a resolução dessa questão no link abaixo

    https://youtu.be/pQQ22B1gTaw

     

    Professor Ivan Chagas

    Gostou? Doe: https://pag.ae/blxHLHy

  • Como não ficar indignado ?

  • Fernanda. qndo chegar nessa me olhe... kkkkkkkk

  • É ossooooooo, eu pensei certo e respondi 576 maneiras.

    Ai eu falei comigo mesmoooo, o cespe sempre traz a resposta perto do enunciado. E 576 nem é a resposta e nem perto dos 100 tava. Então fui lá e refiz meus cálculos e advinha, é claro que errei !!!

  • O número de formas de distribuir as 4 naturalidades (BA, PE, RJ e SP) entre as 4 pessoas (S1, S2, S3 e S4) é dado pela permutação simples das 4 naturalidades, visto que a ordem de distribuição é relevante. Isto é, P(4) = 4! = 24 possibilidades.

                   O número de formas de distribuir as 4 opções de residência atual entre as 4 pessoas também é dado pela permutação P(4) = 4! = 24 possibilidades, considerando que cada um está residindo em um estado diferente.

                   Portanto, o número de possibilidades de distribuição das naturalidades E das residências é dado pela multiplicação 24 x 24 = 576, visto que são escolhas independentes e sucessivas. Item ERRADO.

    Resposta: E

  • RESOLUÇÃO:

    1º PASSO - EXTRAIA AS INFORMAÇÕES DA QUESTÕES

    2º PASSO: CALCULE AS POSSIBILIDADES DE NASCIMENTO : ( N )

    3º PASSO: CALCULE AS POSSIBILIDADE DE RESIDÊNCIAS; ( R )

    R= 4.3.2.1

    R= 24

    4º PASSO: CALCULE AS POSSIBILIDADES DE NASCIMENTO e RESIDÊNCIA ( NR )

  • ERRADO. Na verdade são 7008 POSSIBILIDADES.

    NATALIDADE

    4x3x2x1 = 24 possibilidades

    TOTAL DE POSSIBILIDADES DE NATALIDADE: 24 possibilidades.

    RESIDÊNCIA

    Considerando o comando "...ainda que alguns deles possam ter se mudado de um estado para outro..."

    1ª Hipótese -> residirem nos locais onde nasceram:

    4x3x2x1 = 24 possibilidades.

    2ª Hipótese -> residirem todos no mesmo estado:

    1 para cada estado;

    4 possibilidades.

    3ª Hipótese -> três suspeitos estiverem residindo num mesmo estado, enquanto o que resta reside em outro estado:

    É possível formar 4 trios distintos;

    Quando 1 trio está residindo em um estado existem 3 possibilidades distintas do suspeito que resta residir;

    Desse modo: 3 possibilidades x 4 trios = 12;

    Portanto, 12 x 4 estados = 48 possibilidades.

    4ª Hipótese -> uma dupla de suspeitos estiver residindo num mesmo estado, enquanto outra dupla reside em outro estado:

    É possível formar 6 duplas distintas;

    Quando 1 dupla está residindo em um estado existem 3 possibilidades distintas da outra dupla residir;

    Desse modo: 3 possibilidades x 6 duplas = 18;

    Portanto, 18 x 4 estados = 72 possibilidades.

    5ª Hipótese -> uma dupla de suspeitos estiver residindo num mesmo estado, enquanto os outros dois residem em outros estados:

    É possível formar 6 duplas distintas;

    Quando 1 dupla está residindo em um estado existem 6 possibilidades distintas dos outros dois estarem residindo nos demais estados;

    Desse modo: 6 possibilidades x 6 duplas = 36;

    Portanto, 36 x 4 estados = 144 possibilidades.

    1ª Hipótese: 24 possibilidades OU

    2ª Hipótese: 04 possibilidades OU

    3ª Hipótese: 48 possibilidades OU

    4ª Hipótese: 72 possibilidades OU

    5ª Hipótese: 144 possibilidades.

    TOTAL DE POSSIBILIDADES DE RESIDÊNCIA: 292 possibilidades.

    NATALIDADE: 24 POSSIBILIDADES

    RESIDÊNCIA: 292 POSSIBILIDADES

    TOTAL DE POSSIBILIDADES DE NATALIDADE E DE RESIDÊNCIA: 24x292=7008.

    7008 > 100 = ERRADO.

  • Sinceramente, não consegui entender. Se os 4 suspeitos nasceram em Estados diferentes, e somente há 4 Estados elencados, como poderia haver resultado diferente de 1 no tocante à naturalidade?.

    Enfim!

    Como diz o meme, a gente que lute!

  • possibilidades onde cada um nasceu ---> 4! = 4x3x2x1= 24 possibilidades

    possibilidades onde cada um está vivendo --> 4! = 4x3x2x1= 24 possibilidades

    Quantidade de possibilidades de naturalidade E (multiplica) residência = 24x24= 576

    Logo 576 é maior que 100, a questão está erada!

  • Pessoal,

    Temos que fazer a questão em 3 partes, vamos lá:

    Primeiro: pegamos as possibilidades de residência dos 4 suspeitos (eles podem ter morado em qualquer Estado dos elencados), assim temos 4 possibilidades para cada Estado. Logo: 4x4x4x4 = 256 possibilidades;

    Segundo: pegamos as possibilidades de naturalidade dos suspeitos. Aqui cada um nasceu em um Estado, portanto teremos: 4x3x2x1 = 24 possibilidades;

    Por fim: Pegamos o total de possibilidades de residência e o total de possibilidades de naturalidade e multiplicamos. Teremos então: 256x24 = 6144 possibilidades de residência e naturalidade dos acusados!

    Não era necessário realizar todas essas operações, poderíamos encerrar a questão logo que encontramos o número de possibilidades de residência pois já era superior ao informado pela questão.

    Espero ter ajudado!

    Bons estudos!

  • Pra quem fala que o valor da resposta que o CESP coloca sempre e perto, 576 não é nada perto de 100.

  • Cada um achou uma resposta e não tem professor explicando. Difícil!

  • ele pergunta se a quantidade de naturalidade e residencias e inferior a 100 ai eu pequei e multipliquei 4x4x4x4 = 256 entao é superor .

  • Eu entendi assim:

    Nascimento : 4!

    Residência : 4×4×4×4 = 256

    Possibilidades de nascimento E residência: 4! × 256

    Ja sabe q vai dar maior que 100

  • 4! x 4! = 576

  • Luis Ricardo, pensei da mesma forma. Não consegui visualizar outra possibilidade além de 1 para a naturalidade, não achei que a questão deu margem para que haja permutação

  • e a parte que fala das mentiras é só pra tentar confundir?

  • 4 pessoas para 4 possibilidades (naturalidade): 4 x 3 x 2 x 1 = 24

    4 pessoas para 4 possibilidades (residência): 4 x 3 x 2 x 1 = 24

    Ele quer saber a quantidade de possibilidades de naturalidade E residência (conectivo "e" é igual a MULTIPLICAR), então:

    24 x 24 = 576

    GAB.E

  • RESOLUÇÃO:

    ETAPA I

    4x3x2x1= 24 maneiras de naturalidade ( a questão falou cada um em um ESTADO DIFERENTE, LOGO NÃO PODE REPETIR - 4X4X4X4)

    ETAPA II

    4X4X4X4=256 maneiras de residência ( não podemos confundir achando que será 4x3x2x1 = 24, pois o item deixa bem claro que ELES PODEM MORAR NO MESMO ESTADO)

    LOGO, 24 x 256 = 6.144 POSSIBILIDADES DE NATURALIDADE E RESIDÊNCIA DIFERENTES.

  • Colega abaixo, Aliandra, interpretou mal a questão.

    Em nenhum momento é mencionado que eles moram no mesmo estado. Apenas que os 4 ainda residem nos 4 estados mencionados anteriormente (BA,PE,RJ e SP), não especificando de qual maneira é feita essa distribuição.

    A 4,4 X A 4,4

  • é uma questão cheia de blabla mas no geral é bem tranquila.

    4! x 4! = 576

    multiplica porque utiliza o conectivo E

  • Errado

    Sabendo que podem ter se mudado e residirem em cada uma, mas estão em estados diferentes .

    4!= 24 -Possibilidades de terem se mudado

    4!= 24- Possibilidade de residirem em cada uma dela

    Logo - 24x24= 576

  • Na realidade, a questão só restringe na primeira parte (naturalização), e nada falar que as pessoas hoje poderiam morar no mesmo estado.

    Portanto, no meu ponto de vista, a resposta seria 6144.

    Naturalização:

    4x3x2x1 = 24

    Residência:

    Perceba que a questão não diz que cada um mora em um estado diferente, só diz que nasceram em estados diferentes. Então aqui o cálculo fica:

    4x4x4x4 = 256

    Como ele quer Naturalização E Residência, devemos multiplicar os valores

    Logo:

    24x256 = 6144

  • Eita galera viajando nas respostas ai,

    Segue

    NÃO SE SABE ONDE NASCERAM ENTÃO CADA UM TEM 4 POSSIBILIDADES

    S1 - B-P-RJ-SP

    S2- B-P-RJ-SP

    S3- B-P-RJ-SP

    S4- B-P-RJ-SP

    TOTAL 16 POSSIBILIDADES

    AI FALA QUE ALGUNS PODEM TER SE MUDADO, ENTÃO A PIOR SITUAÇÃO É QUE SOMENTE NINGUEM TENHA SE MUDADO

    NASCIMENTO

    S1 - B-P-RJ-SP

    S2- B-P-RJ-SP

    S3- B-P-RJ-SP

    S4- B-P-RJ-SP

    TOTAL 16 POSSIBILIDADES

    16 X 16 = 256 POSSIBILIDADES > 100 RESPOSTA ERRADA

  • ATENÇÃO:

    Se os quatro suspeitos tiverem nascido nos estados da Bahia, de Pernambuco, do Rio de Janeiro e de São Paulo, cada um em um estado diferente, e atualmente residirem nesses mesmos estados, ainda que alguns deles possam ter se mudado de um estado para outro, a quantidade de possibilidades de naturalidade e residência dos acusados é inferior a 100.

    OBS.1: Para o nascimento não há repetição de estados (houve restrição no enunciado)

    OBS.2: Para o residencia repetição de estados (NÃO houve restrição no enunciado)

    OBS.3: "dos acusados" é diferente de "de cada um dos acusados"

    Caso fosse "DE CADA UM DOS ACUSADOS":

    Natalidade * Residência

    S1: 4*4 = 16

    S2: 3*4 = 12

    S3: 2*4 = 8

    S4: 1*4 = 4

    TOTAL = 16+12+8+4 = 40 possibilidades

    ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    No caso em questão "DOS ACUSADOS":

    Natalidade * Residência

    S1: 4*4 = 16

    S2: 3*4 = 12

    S3: 2*4 = 8

    S4: 1*4 = 4

    TOTAL = 16*12*8*4 = 6.144 possibilidades

  • NATURALIDADE: TEM QUE SER DIFERENTE

    4X3X2X1 = 24

    RESIDÊNCIA: NÃO PRECISA SER DIFERENTE

    4.4.4.4 = 256

  • posso ter extrapolado na interpretação, mas o que causa bastante dúvida é o fato da resposta,"de 576", ser bem distante do informado na questão "100".

    Na primeira vez que resolvi essa questão eu acertei fazendo o seguinte raciocínio:

    POSSIBILIDADES DE NATURALIDADE

    Uma pessoa só pode ser natural de apenas 1 lugar.

    Como são (S1, S2, S3, S4),para 4 cidades, então cada um só vai ser natural de apenas uma única cidade, logo exite apenas 4 possibilidades de naturalidade.

    POSSIBILIDADES DE MORADIAS

    Na segunda parte ele quer saber quantas posibilidades de moradia, logo:

    S1, pode ter morado na BAHIA, PERNABUCO, RIO, SÃO PAULO

    S2, S3, S4 podem ter morado nas mesma 4 cidades cada um.

    Então fiz da seguinte, permutei as possibilidades de se morar nas 4 cidades, ficando assim:

    S1= 4!--- 4x3x2x1= 24

    S2= 4!--- 4x3x2x1= 24

    S3= 4!--- 4x3x2x1= 24

    S4= 4!--- 4x3x2x1= 24

    somando os valores de (S1, S2, S3, S4), temos 24+24+24+24, igual a 96

    logo, são 96 possibilidades de moradia + 4 possibilidades de naturalidade, chegando ao resultado de 100, que é o mesmo valor da pegunta e não infirior a 100 como informa a questão.

    Talves a banca tivesse tentanto elaborar a questão nesse sentido. O problema foi a inclusão do "E" na parte final, que deu margem pro resulta ser tão distante da pergunta.

  • Possibilidades de Naturalização: 4x3x2x1 = 24p

    Possibilidades de Residência: 4x4x4x4 = 256p

    Não tem porque fazer permutação no cálculo de possibilidades de residência.

    Os 4 podem morar em qualquer dos 4 Estados, pode haver repetição e inclusive os 4 podem morar num mesmo Estado. (Aqui pode repetir).

    A permutação somente é feita no cálculo de naturalidade pois a questão fala que cada um nasceu em um Estado. Ou seja, suponha que temos Mário, João, Cássio e Miguel. Se Mário nasceu na Bahia, sobram 3 possibilidades para Pernambuco, 2 pra RJ, 1 pra SP. (Aqui não pode repetir).

    Agora no cálculo de residência podemos ter todos os 4 suspeitos morando na Bahia, por exemplo.

    O cálculo correto de residência seria: 4x4x4x4 = 256

    Mário pode estar morando: BA, PE, RJ, SP (4)

    João pode estar morando: BA, PE, RJ, SP (4)

    Cássio pode estar morando: BA, PE, RJ, SP (4)

    Miguel pode estar morando: BA, PE, RJ, SP (4)

  • Ao meu vê é uma questão de permutação

    4!

    4x4x3x3x2x2x1=576

    ERRADO.

  • Fiz por combinação

    4 suspeitos

    4 estados

    4 residências

    total=12

    quero 1 suspeito + 1 estado + 1 residência = 3

    C12,3= 220

  • E eu que cheguei no resultado correto (576), da maneira correta, mas pensei que estava errado e por ter dado um valor muito acima kkkkkk

  • Alguém pode me explicar o porquê de a ordem importar?

  • Atentem-se às restrições.

  • nasc 24 x resid 256 = 6144 possibilidades

  • CADA UM FAZ UM COMENTÁRIO DIFERENTE, CADA UM COM UMA RESPOSTA DIFERENTE, PARA QUEM NÃO TEM A ASSINATURA PREMIUM E NÃO TEM ACESSO AS VIDEOS AULAS FICA COMPLICADO...

  • Gab.: CERTO!

    O Cespe é tão louco que cada um responde de uma forma e todo munda finda acertando, mesmo que seja pelo motivo errado. kkkkkkkkk

  • Vejamos:

    1° são 4 indivíduos que obrigatoriamente nasceram em estados diferentes.

    4x3x2x1=24

    2° a questão não fala nada, em relação a residirem ou não em estados diferentes.

    4x4x4x4=256

    agora é só multiplicar os valores.

    24x256=6144

    o resultado é maior!

    ou seja questão errada.

  • Macetão:

    Façam 2 perguntas para diferenciar arranjo, permutação ou combinação:

    1- O numero de elementos( Pessoas / objetos ) é igual ao número de posições?

    Sim - permutação / não - arranjo ou combinação.

    2 - a ordem dos elementos importa?

    Sim - Arranjo( Princípio da contagem) / Não - combinação

    Atenção: Questões de combinação, sempre vão pedir para formar grupos ou comissões. / Questões de arranjo sempre vão pedir n° de possibilidades e dar alguma restrição para formar o grupo.

    E = Multiplica

    OU = Soma

    Resolução do exercício:

    Qual o n° Possibilidades de Naturalidade e residência?

    Naturalidade:

    QT Elementos (Suspeitos ) = 4

    QT Posições( estados ) = 4

    4! = 24

    >>***Permutação***<<

    Residência: ( Podem morar no mesmo estado )

    Tenho 4 posições e cada uma delas pode ser preenchida por 4 elementos, pois os mesmos podem residir em estados iguais.

    4 *4 *4* 4 = 256

    >>**Princípio da contagem / Princípio multiplicativo**<<

    Naturalidade E Residência

    24*256 = 6144

    Fonte : Meus resumos

  • TEM MUITO COMENTÁRIO ERRADO.

    Acertei a questão. Mas com esse resultado discrepante do enunciado. Eu deixaria em branco, com certeza!

    P4: 4.3.2.1 = 24 (Residência)

    P4= 4.4.4.4 = 256 (Local de nascimento)

    Lembrando que a questão não citou que o local de Residência teria que ser o mesmo, por isso há quatro opções nos 4 lugares.

    24 * 256 = 6144

    GAB. E

  • Quem só calculou a naturalidade, dá um like!

  • cheguei no 24 x 24 = 576 (muito superior a 100)

    o cespe diz que é "inferior a 100" , ai você começa a achar que fez algo errado.

  • na hora da prova eu deixaria em branco, muito difícil o cespe colocar a resposta da questão longe da que foi apresentada no gabarito.

  • Cuidado com o português nas questões de RML (análise combinatória) até a própria banca já deu alguns deslizes, porém, neste caso dava para acertar errando queria o cálculo 24*24

  • ERRADO

  • o pior é saber que não é a primeira vez que erro essa questão

  • errei

    mas fica ai a resoluçao:

    São duas perguntas: "naturalidade e residência"

      Naturalidade          E         Residência

    P4=4x3x3x1=24         X         P4=4x3x3x1=24

          24              X                24       = 576

    Gabarito ERRADO.

  • Cuidado. Tem muita gente "explicando" de forma errada.

    Sugiro darem uma olhadinha no link do Prof. Ivan Chagas:

    https://youtu.be/pQQ22B1gTaw

  • Família, é mais uma de português;

    Vou contar meu erro: eu coloquei 4 chances e não o fatorial de 4, isto é, fui categórico quando tinha que considerar todas as perspectivas. Já quanto a possibilidade de residencia fiz o 4!..achei 96.

    Acontece que o português é claro quando diz "quantidade de possibilidades". São possibilidades, hipóteses, maneiras possíveis. Para S1, por exemplo, eu não posso afirmar categoricamente que ele nasceu na Bahia ou em Pernambuco...ele nasceu em um desses, e por assim ser, preciso considerar 4 possibilidades...e assim por diante até completar o fatorial.

    É português...

  • Nasceram em locais distintos, mas podem ter RESIDIDO em cidades comuns, logo nascimento é 4!, residência 4^4, nesse caso > 100.

  • Faremos 2 cálculos, 1 para a possibilidade de naturalidade e outra para a de residência.

    Naturalidade → 4 possibilidades para 4 destinos = 4 x 3 x 2 x 1 = 24

    Residência → 4 possibilidades para 4 destinos = 4 x 3 x 2 x 1 = 24

    Note que a questão disse: possibilidade de naturalidade E residência.

    Logo você vai multiplicar 24 x 24 = 576

    Note que apesar de a questão ter mencionado que eles poderiam ter mudado de residência em algum momento, ela afirma que hoje eles moram no mesmo local onde nasceram, então isso não vai interferir no raciocínio da questão. Isso é só para confundir.

  • Eu acertei!! Agora com os comentarios dos colegas não sei dizer se foi pelos motivos corretos!!

    Quem errou acertou, quem errou errou, quem acertou errou e quem não errou pode errar!!

  • Fiz 24 x 4, maqmerda

  • A resolução correta é 24 * 256, pois a alternativa restringe apenas as possibilidades de Naturalidade. Já as de residência ela diz explicitamente que eles podem ter se mudado.

    Cuidado com povo respondendo por convicção, em vez de procurar fontes confiáveis.

  • nascimento -> 4!

    moradia -> 4!

    total = nascimento x moradia = 24^2 > 100

  • ótima explicação desse professor! Vale a pena assistir quem estiver com dúvida!

  • Cuidado amigos, Do mesmo modo que a CESPE tem observado, em informática, o método do Japonês, ela tem observado as dicas de números próximos para resultados em RLM. Observem que são valores bem distantes e isso nos deixa inseguros para responder uma questão dessa. Confiem em vocês!!!!

  • Olá pessoal,

     

    Vejam o vídeo com a resolução dessa questão no link abaixo

    https://youtu.be/pQQ22B1gTaw

     

    Professor Ivan Chagas

    www.youtube.com/professorivanchagas

  • 4*3*2*1=24

    4*3*2*1=24

    24*24=576

  • Minha contribuição.

    O número de formas de distribuir as 4 naturalidades (BA, PE, RJ e SP) entre as 4 pessoas (S1, S2, S3 e S4) é dado pela permutação simples das 4 naturalidades, visto que a ordem de distribuição é relevante. Isto é, P(4) = 4! = 24 possibilidades.

    O número de formas de distribuir as 4 opções de residência atual entre as 4 pessoas também é dado pela permutação P(4) = 4! = 24 possibilidades, considerando que cada um está residindo em um estado diferente. Portanto, o número de possibilidades de distribuição das naturalidades E das residências é dado pela multiplicação 24 x 24 = 576, visto que são escolhas independentes e sucessivas. Item ERRADO.

    Resposta: E

    Fonte: Direção

    Abraço!!!

  • NATURALIDADE:

    Princípio da Contagem ou Permutação:

    4P x 3P x3P x 2P x 1P ou 4! = 24

    RESIDÊNCIA:

    ATENÇÃO: ..." alguns se mudaram...":

    POSSIBILIDADES DE 2 OU 3 PESSOAS SE MUDAREM: 2! OU 3! = 2X1+3X2=8

    A QUESTÃO PEDE O RACIOCÍNIO DE SEQUENCIA , ENTAO USA-SE O CONECTIVO "E" PARA UNIR O PROCESSO DE NATURALIZAÇÃO E RESIDENCIA:

    24X8= 192.

  • Na minha resolução o número estava ficando muito alto, distante dos 100 que a questão disse. comecei pensar que estava resolvendo errado e me atrapalhei todo. Pois geralmente o resultado não fica tão distante dessa forma

  • Amigos façam uma tabela pra enxergar a questão:

    Note que na primeira alocação eu tenho 16 possibilidades:

    X S B R P (Naturalidade)

    S S1 x x x

    B x

    R x

    P x

    (Residência)

    Restaram 9, ou seja, tenho 9 possibilidades

    X S B R P (Naturalidade)

    S S1 x x x

    B x S2 x x

    R x x

    P x x

    (Residência)

    restaram 4, ou seja tenho 4 possibilidades

    X S B R P (Naturalidade)

    S S1 x x x

    B x S2 x x

    R x x _ x

    P x x x S3

    (Residência)

    Restou 1, ou seja, tenho uma possibilidade:

    16x9x4x1=576

  • Se os quatro suspeitos tiverem nascido nos estados da Bahia, de Pernambuco, do Rio de Janeiro e de São Paulo, cada um em um estado diferente, e atualmente residirem nesses mesmos estados, ainda que alguns deles possam ter se mudado de um estado para outro, a quantidade de possibilidades de naturalidade e residência dos acusados é inferior a 100.

    A questão pedi naturalidade e residência.

    A naturalidade fica explicito que cada um nasceu em um estado DIFERENTE, ou seja, 4x3x2x1= 24.

    A residência a questão não fala que eles residem em estados diferente, por ex:alguns deles possam ter se mudado de um estado para outro. ou seja, 4x4x4x4= 256.

    A segunda parte da questão já comprova o erro da questão.

  • Galera, vai na explicação do professor... Cada um com uma resposta diferente nos comentários

  • O CESPE pecou nessa assertiva quando coloca um valor ínfimo na resposta e ainda a palavra "e" que significa multiplicação, ou seja, de cara saberíamos que o valor será bem maior que isso. Gaba E.

  • OBS: Com relação a 2ª etapa, que se refere ao cálculo referente as residências, o candidato não pode se confundir achando que será 4x3x2x1 = 24, pois o item deixa bem claro que ELES PODEM MORAR NO MESMO ESTADO. Porém caso o candidato pensasse de forma errada com relação ao cálculo da segunda etapa, ele acharia como resultado final: Naturalidade (4 x 3 x 2 x 1 ) x Residência (4 x 3 x 2 x 1) = 24 x 24 = 576, que de qualquer modo daria uma quantidade superior a 100, porém a forma de calcular seria errada. 

  • simples, naturalidade e 1 cada o seja 4 + 4x4x4x4 onde podem ter morado ou seja 256+4=300

  • VEJA O COMENTÁRIO DO PROFESSOR.

    Gab: Errado

  • o texto ficou confuso( quantidade de possibilidades de naturalidade e residências possíveis),mas acredito que o Cespe queria: quantidade de possibilidades de moradias possíveis.

    Considerar a inicial de cada estado:

    suponhamos que o suspeito 1 nasceu na Bahia:

    B P R S B

    B P S R B

    B S P R B

    B S R P B

    B R P S B

    B R S P B...... totalizando 30 possibilidades + 90 ( outros 3 suspeitos) = 120

    se nasceu e reside hoje na Bahia, e tivesse mudado para os outros 3 estados, seriam 5 moradias , multiplicando por 6 que seriam as alternâncias entre as residências.

    obs: cada um em um estado DIFERENTE, então se o suspeito 1 tivesse nascido, por exemplo, em Pernambuco, os outros 3 seriam os outros 3 estados, totalizando 120 de qualquer forma.

  • muita gente acertando usando a lógica errada nessa questão.

    Naturalidade= 4!= 24

    Residência= 4.4.4.4= 256

    naturalidade e resistência= 24.256

    temos 6.144 possibilidades

    NÃO PODE FAZER 4! para residência porque não existe restrição. abraços

  • ERRADO

    (Questão meio estranha)

    NATURALIDADE

    4 x 3 x 2 x 1 = 24

    RESIDÊNCIA (Ñ restringe em relação a Residência)

    4 x 4 x 4 x 4 = 256

    24 x 256 = 6.144

  • O professor explica a questão por puro raciocínio lógico.. Na hora da prova tem de ter muito conhecimento tácito pra acertar uma questão dessa! Não encontrei até agora uma forma de resolver com o que tem nos cursinhos..

    Isso que eu assino 3 diferentes

    Questão complicada

  • Vamos pegar primeiro o S1. Ele pode ter nascido em 4 estados diferentes; Ele pode morar em 4 estados diferentes.

    Agora vamos para o S2. Como o S1 já "riscou" 1 estado de cada lista (e esse é o pulo do gato), temos que S2 pode ter nascido em 3 estados diferentes, e pode morar também em 3 estados diferentes.

    Agora S3. S1 e S2 já "riscaram" 2 de cada lista, então S3 pode ter nascido em 2 estados diferentes, e pode morar em 2 estados diferentes

    Por fim, o S4 só tem 1 estado pra nascer e 1 estado pra morar, pois S1, S2 e S3 já pegaram todos os outros para si

    S1 = (4x4); S2 = (3x3) S3 = (2x2); S4 = (1x1)

    (4x4) x (3x3) x (2x2) x (1x1) = 576. Assertiva Errada.

  • Achei uma explicação do professor Vítor Menezes que me parece mais plausível:

    Vamos alocar cada pessoa num estado, conforme nascimento:

     BAPERJSP4321

     4×3×2×1=24

    4×3×2×1=24

     Em seguida, alocamos cada pessoa num estado, conforme moradia. Serão mais 24 casos.

     Para cada caso de alocação dos nascimentos, há 24 possibilidades para a residência. Pelo princípio fundamental da contagem temos:

     24×24

    24×24

     

    Essa me parece mais correta porque, se observarmos com atenção, dificilmente o valor do resultado é muito distante do valor apresentado na questão. Fazendo pelo método do professor do Qconcurso, o valor encontrado ficaria imenso. Isso é pouco comum nas questões do Cespe. Além do mais, eu discordo do que o professor disse no vídeo de que não há nenhuma informação sobre a residência. O enunciado diz que eles residem atualmente nos mesmo locais em que nasceram.

    Observem também a resolução no vídeo abaixo de outro professor:

    https://www.youtube.com/watch?v=Ve7ClkENxwM

  • a questão não diz se eles não podem morar em um mesmo estado de outro. Mas, de qualquer forma, dá mais de 100.

  • naturalidade e residência

  • Geralmente os resultados sugeridos pela CESPE chegam próximo do valor certo. Essa resolução do pessoal está dando muito fora do costume e tem várias resoluções diferentes

  • São duas opções

    Naturalidade e Residência

    Logo

    P(4) e P(4) = P(4) x P(4) = 24 x 24 = 576

  • Independente se pode ou não repetir a residência, os resultados serão maiores que 100

    Não repetindo os Estado

    4! x (4x4x4x4) > 100

    Repetindo os estados

    4! x 4! > 100

  • Quanta divergência na resolução. Queria saber qual a correta.

  • Primeiro: Naturalidade

    4 x 3 x 2 x 1 = 24 Possibilidades de naturalidade .

    Segundo: É um evento independente, logo multiplica-se as probabilidades ( Cada um pode estar morando no estado onde nasceu ou pode ter se mudado para um dos outros três estados, ou seja, são 4 possibilidades para cada caboclo)

    4 x 4 x 4 x 4 = 256 possibilidades

    Por fim: Ele quer saber a possibilidade de naturalidade + moradia = 280

    Se tiver algum erro me corrijam por favor.

  • marcio, você não deve somar 24 com 256, deve multiplicar, pois, para cada uma das 24 possibilidades de naturalidade, existem 256 possibilidades de residência. Então a quantidade de possibilidades de naturalidade e residência dos acusados é igual a 6.144

  • CUIDADO COM COMENTÁRIOS ERRADOS, SEGUE A RESOLUÇÃO CORRETA.

     • 1ª etapa: COM RELAÇÃO À NATURALIDADE: Como são 4 suspeitos que nasceram cada um em um Estado diferente, temos: 4x3x2x1 = 24

    • 2ª etapa: COM RELAÇÃO À RESIDÊNCIA: Como são 4 suspeitos que residem nesses mesmos Estados e eles podem ter se mudado de um Estado para outro, OU SEJA, ELES PODEM MORAR NO MESMO ESTADO, temos: 4x4x4x4 = 256.

    • 3ª etapa: Com isso, para se saber a quantidade de possibilidades de naturalidade E de residências dos acusados, é necessário fazer a seguinte multiplicação: 24 x 256 = 6144 

    OBS: Com relação a 2ª etapa, que se refere ao cálculo referente as residências, o candidato não pode se confundir achando que será 4x3x2x1 = 24, pois o item deixa bem claro que ELES PODEM MORAR NO MESMO ESTADO. Porém caso o candidato pensasse de forma errada com relação ao cálculo da segunda etapa, ele acharia como resultado final: Naturalidade (4 x 3 x 2 x 1) x Residência (4 x 3 x 2 x 1) = 24 x 24 = 576, que de qualquer modo daria uma quantidade superior a 100, porém a forma de calcular seria errada!

  • que enunciado é esse?

  • éuq omi?

  • Naturalidade: 4.3.2.1 = 24

    Moradia:4.3.2.1 = 24

    Naturalidade E Moradia:

    24.24 = 576

    576 > 100 , então = errado

  • Eu fiz de uma forma diferente e pra min deu certo. No corpo da primeira parte do texto diz que S1 disse que S2 MENTIRIA, S2 disse que S3 MENTIRIA, e S3 disse que S4 MENTIRIA. Mas observe que a questão não diz nada sobre S1. LOGO, presumi que S1 estivesse falando a verdade. Então vc terá uma aleatoriedade para S2, S3 e S4, no quesito Naturalidade. Logo teremos 3 possibilidades para S2, 3 para S3, 3 para S4 e uma para S1 no que diz respeito a Resistência. Residência -> P4=3×3×3×1= 27 X Naturalidade -> P4=3×2×1×1= 6 --------- 27X6= 162 Que é Superior a 100.
  • O bom é que nessa questão quem restringe a residência, ou não, acerta a questão do mesmo jeito.

    quem está certo? sei lá! a cada comentário que leio concordo com quem escreveu.

    dica: deixou de participar das próximas fases do concurso por conta de questões assim? judicialize, juiz já foi concurseiro e não gosta do cespe!

  • Permutação Simples, pois utiliza todos os elementos do conjuntos. 4 suspeitos e 4 estados. 4! = 4x3x2x1 = 24.

    NASCERAM: 4 . 3. 2. 1. = 24

    MORAM: 4 . 3. 2. 1. = 24

    24 X 24 = 576

  • Permutação Simples, pois utiliza todos os elementos do conjuntos. 4 suspeitos e 4 estados. 4! = 4x3x2x1

    NASCEM: 4 . 3. 2. 1. = 24

    RESIDEM: 4 . 3. 2. 1. = 24

    24 X 24 = 576

  • ESTÁ DIFÍFICI CADA UM FAZ DIREFERENTE A QUESTÃO!

    QUEM É QUE ESTA CERTO? ESSE PROFESSOR FAZ UMA EXPLICAÇÃO MUITO RUIM.

  • NATURALIDADE:

    Princípio da Contagem ou Permutação:

    4P x 3P x3P x 2P x 1P ou 4! = 24

    RESIDÊNCIA:

    ATENÇÃO: ..."alguns podem ter se mudado...", mas "residem nesses mesmos estados".

    POSSIBILIDADES DE 2 OU 3 PESSOAS SE MUDAREM: 2! OU 3! = 2X1+3X2=8

    A QUESTÃO PEDE O RACIOCÍNIO DE SEQUENCIA , ENTAO USA-SE O CONECTIVO "E" PARA UNIR O PROCESSO DE NATURALIZAÇÃO E RESIDENCIA:

    24X8= 192.

    Fonte: Comentário do Darkson Dantas.


ID
2802013
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Julgue o próximo item de acordo com os preceitos éticos e legais a serem seguidos pelo perito na área da medicina.

A perícia médico-legal com finalidade criminal, diferentemente da medicina assistencial, não pressupõe o estabelecimento de uma relação profissional-paciente e, por essa razão, não configura um ato médico.

Alternativas
Comentários
  • Ato médico



    ''O ato médico (AO 1945: acto médico) é o conjunto das atividades de diagnóstico, tratamento, encaminhamento de um paciente e prevenção de agravos ao mesmo, além de atividades como perícia e direção de equipes médicas.''

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Ato_m%C3%A9dico

  • Parecer CFM n. 09/2006: “O exame médico-pericial é um ato médico. Como tal, por envolver a interação entre o médico e o periciando, deve o médico perito agir com plena autonomia, decidindo pela presença ou não de pessoas estranhas ao atendimento efetuado, sendo obrigatórias a preservação da intimidade do paciente e a garantia do sigilo profissional, não podendo, em nenhuma hipótese, qualquer norma, quer seja administrativa, estatutária ou regimental, violar este princípio ético fundamental.”

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • GAB: ERRADO

    A perícia médico-legal é definida como um conjunto de procedimentos médicos e técnicos que tem como objetivo o esclarecimento de um fato de interesse da Justiça ou como um ato pelo qual a autoridade procura conhecer, por meios técnicos e científicos, a existência ou não de certos acontecimentos, capazes de interferir na decisão de uma questão judiciária ligada à vida ou à saúde do homem ou o que com ele tenha relação.

    O Conselho Federal de Medicina em parecer Jurídico de n.163/1997, estabelece que “O perito médico-legista deve obediência aos preceitos éticos da medicina. O trabalho desempenhado pelo médico legista é de natureza médico pericial e não policial.”

  • Lembrei do filme "Um Homem entre Gigantes" com Will Smith.

  • ERRADO

    Parecer CFM n. 09/2006: “O exame médico-pericial é um ato médico. Como tal, por envolver a interação entre o médico e o periciando, deve o médico perito agir com plena autonomia, decidindo pela presença ou não de pessoas estranhas ao atendimento efetuado, sendo obrigatórias a preservação da intimidade do paciente e a garantia do sigilo profissional, não podendo, em nenhuma hipótese, qualquer norma, quer seja administrativa, estatutária ou regimental, violar este princípio ético fundamental.”

    Conforme gabarito do professor.


ID
2802016
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Julgue o próximo item de acordo com os preceitos éticos e legais a serem seguidos pelo perito na área da medicina.


A realização de perícia médico-legal em pessoas vivas depende, necessariamente, do consentimento do periciando, ainda que implícito, para as conclusões da perícia terem validade e para evitar que o perito incorra em crime de constrangimento ilegal.

Alternativas
Comentários
  •   Constrangimento ilegal

           Art. 146 - Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, ou depois de lhe haver reduzido, por qualquer outro meio, a capacidade de resistência, a não fazer o que a lei permite, ou a fazer o que ela não manda:

           Pena - detenção, de três meses a um ano, ou multa.

           Aumento de pena

           § 1º - As penas aplicam-se cumulativamente e em dobro, quando, para a execução do crime, se reúnem mais de três pessoas, ou há emprego de armas.

           § 2º - Além das penas cominadas, aplicam-se as correspondentes à violência.

           § 3º - Não se compreendem na disposição deste artigo:

           I - a intervenção médica ou cirúrgica, sem o consentimento do paciente ou de seu representante legal, se justificada por iminente perigo de vida;

           II - a coação exercida para impedir suicídio.

  • Gabarito: ERRADO!

  • Acredito que o consentimento deve ser explícito.


  • Não haveria crime, por parte do perito, diante da excludente de ilicitude (estrito cumprimento de dever legal). Em verdade haveria uma falta ética. O professor Genival Veloso de França faz uma longa exposição sobre o consentimento do periciando.

  • FRANÇA:

    Há situações em que, mesmo existindo a permissão tácita ou expressa e consciente, não se justifica o ato permitido, pois a norma ética ou jurídica pode impor-se a essa vontade, e a autorização, mesmo escrita, não outorgaria esse consentimento. Nesses casos, quem legitima o ato médico é a sua indiscutível necessidade e não a simples permissão (princípio da beneficência).

    O mesmo se diga quando o paciente nega autorização diante de uma imperiosa e inadiável necessidade do ato médico salvador, frente a um iminente perigo de vida. Nesse caso estaria justificado o tratamento arbitrário, em que não se argui a antijuridicidade do constrangimento ilegal nem se pode exigir um consentimento. Diz o bom senso que, em situações dessa ordem, nas quais o tratamento é indispensável e inadiável, estando o próprio interesse do doente em jogo, deve o médico realizar, com meios moderados, aquilo que aconselha sua consciência e o que é melhor para o paciente (princípio da beneficência).

  • Vamos analisar a questão:


    “Há situações em que, mesmo existindo a permissão tácita ou expressa e consciente, não se justifica o ato permitido, pois a norma ética ou jurídica pode impor-se a essa vontade, e a autorização, mesmo escrita, não outorgaria esse consentimento. Nesses casos, quem legitima o ato médico é a sua indiscutível necessidade e não a simples permissão (princípio da beneficência). O mesmo se diga quando o paciente nega autorização diante de uma imperiosa e inadiável necessidade do ato médico salvador, frente a um iminente perigo de vida. Nesse caso estaria justificado o tratamento arbitrário, em que não se argui a antijuridicidade do constrangimento ilegal nem se pode exigir um consentimento. Diz o bom senso que, em situações dessa ordem, nas quais o tratamento é indispensável e inadiável, estando o próprio interesse do doente em jogo, deve o médico realizar, com meios moderados, aquilo que aconselha sua consciência e o que é melhor para o paciente (princípio da beneficência)". ." FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 1216

    Outrossim, para o crime de Constrangimento ilegal é necessário constranger alguém “mediante violência ou grave ameaça ou depois de lhe haver reduzido, por qualquer outro meio, a capacidade de resistência, a não fazer o que a lei permite, ou a fazer o que ela não manda", conduta essa que não se adequa com a perícia médico-legal.


    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO
  • Esclarece Genival Veloso de França:

    "Considerando-se o princípio constitucional expresso no artigo 5º II que diz: "ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei e, ainda, o que assegura o STF dizendo que "ninguém pode ser coagido ao exame ou inspeção corporal, para a prova cível" (RJTJSP 99/35, 111/350, 112/368 e RT 633/70), resta evidente que ninguém está obrigado a ser submetido a qualquer tipo de exame pericial sem sua permissão.

    Continua:

    "Todavia, para se realizar uma perícia médica, qualquer que seja a sua natureza, com ou sem os chamados métodos invasivos, deve-se obter o consentimento livre e esclarecido do examinado ou de quem legalmente o represente. Não seria correto admitir-se apenas o consentimento daqueles que são assistidos nas práticas assistenciais e preventivas das ações de saúde".

    ____________________________________

    Fonte: Livro do próprio autor - 11ª Edição - pg. 19

  • Em tese não cabe o crime de constrangimento ilegal em razão de ausência de emprego ou violência.

    Mas a questão é: periciando pode se negar a pericia mesmo em crimes de ação penal publica incondicionada?

  • Nada poderá substituir o exame de corpo delito,caso esse tenha a possibilidade de ser realizado diretamente

  • ??????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????

  • Acho que a resposta mais sensata é a do colega Gustavo L.

    "Todavia, para se realizar uma perícia médica, qualquer que seja a sua natureza, com ou sem os chamados métodos invasivos, deve-se obter o consentimento livre e esclarecido do examinado ou de quem legalmente o represente. Não seria correto admitir-se apenas o consentimento daqueles que são assistidos nas práticas assistenciais e preventivas das ações de saúde".

    A questão peca ao admitir um consentimento implícito, bem como ao generalizar que basta o consentimento do periciando (excluindo os casos em que esses são assitidos/representados, necessitando, portanto, do consentimento dos respectivos assistentes/representantes)

  • Eu imaginei uma pessoa em coma. Tá viva, precisa ser periciada, mas não tem como obter sua autorização no momento.

  • O exame invasivo é proibido (por exemplo, teste de alcoolemia, coleta de material genético).

    Todavia o exame clínico não invasivo é possível, mesmo que o paciente não queira. (Por exemplo, embriaguez ao volante, havendo recusa ao teste de alcoolemia, o sujeito é levado ao IML para fazer o exame clínico).

  • trecho de comentário do professor: (O mesmo se diga quando o paciente nega autorização diante de uma imperiosa e inadiável necessidade do ato médico salvador, frente a um iminente perigo de vida)

    juro que não entendi essa excludente que alguns comentários dos colegas e o professor relata. QUE ATO MÉDICO SALVADOR? questão aborda perícia (?ENCONTRAR VESTÍGIOS DE CRIME?) e não tratamento médico numa pessoa doente ou a beira da morte.

    ???? Se algum puder responder no PV

  • É uma questão controversa, mas temos ai o entendimento da banca: Não configura constrangimento ilegal o caso de "intervenção médica ou cirúrgica, sem o consentimento do paciente ou de seu representante legal, se justificada por iminente perigo de vida"

  • Fonte: projeto_1902

    1) A realização de perícia médico-legal em pessoas vivas depende, necessariamente, do consentimento do periciando, (Via de Regra SIM)

    2) ainda que implícito (Exceção NÃO), para as conclusões da perícia terem validade e para evitar que o perito incorra em crime de constrangimento ilegal.

    O que justificam a exceção:

    • Em caso de flagrante delito onde há vestígios do delito na vitima e no infrator, deverá ser coletado os vestígios para serem transformados em evidencias depois transformados em indícios, podendo assim ser usados como provas.
    • Exame de Corpo de Delito:

    REGRA: QUANDO A INFRAÇÃO DEIXAR VESTÍGIOS, será indispensável o exame de corpo de delito, direto ou indireto, não podendo supri-lo a confissão do acusado.

    EXCEÇÃO: Não sendo possível o exame de corpo de delito, por haver desaparecido os vestígios, a prova testemunhal poderá suprir-lhe a falta.

    ATENÇÃO!!!!

    • Nesse caso o princípio "nemo tenetur se detegere" (o direito de não produzir prova contra si mesmo), não poderá ser invocado
  • Gente... o erro da questão está no fato de que para a conclusão ser válida, necessariamente deve haver o exame do corpo de delito. O que não é verdade, se caso o periciando se negue, o processo continua...


ID
2802019
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Julgue o próximo item de acordo com os preceitos éticos e legais a serem seguidos pelo perito na área da medicina.


Situação hipotética: Após rebelião em presídio na qual se suspeitou de excesso no uso de força policial, cerca de trezentos detentos serão submetidos a exames de corpo de delito para a constatação de eventuais lesões corporais. Assertiva: Nessa situação, será facultado ao perito médico se deslocar até o presídio para realizar a perícia, mesmo que exista um ambiente com condições adequadas para exames médicos periciais.

Alternativas
Comentários
  • Art. 6 o   Logo que tiver conhecimento da prática da infração penal, a autoridade policial deverá:

    I - dirigir-se ao local, providenciando para que não se alterem o estado e conservação das coisas, até a chegada dos peritos criminais; 

  • RESOLUÇÃO CFM


    É VEDADO AO MÉDICO:

    Art. 95. Realizar exames médico-periciais de corpo de delito em seres humanos no interior de prédios ou de dependências de delegacias de polícia, unidades militares, casas de detenção e presídios.

  • Gabarito: Eeee

    Os 2 comentários abaixos parecem se contradizer, mas é possível compatibilizá-los ao concluir que o médico legista DEVE comparecer ao presído para fazer a perícia no caso em questão. O que é uma resoluçãozinha do CFM diante do CPP em termos de hierarquia legal, afinal?

  • Código de ética médica- Art. 95, CFM. Realizar exames médico-periciais de corpo de delito em seres humanos no interior de prédios ou de dependências de delegacias de polícia, unidades militares, casas de detenção e presídios.

    http://www.portalmedico.org.br/novocodigo/integra_...

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO


  • Cuidado... o CPP estabelece a obrigatoriedade de comparecimento ao local para a autoridade policial, e não para o médico legista.

  • Art. 6 o   Logo que tiver conhecimento da prática da infração penal, a autoridade policial deverá:

    I - dirigir-se ao local, providenciando para que não se alterem o estado e conservação das coisas, até a chegada dos peritos criminais; 

    Quem vai em local de crime geralmente é o perito criminal, que atua em institutos de criminalística. O médico legista atua no IML

    fonte: aulas Roberto Blanco

  • É VEDADO AO MÉDICO:

    Art. 95. Realizar exames médico-periciais de corpo de delito em seres humanos no interior de prédios ou de dependências de delegacias de polícia, unidades militares, casas de detenção e presídios.

  • Essa questão me fez lembrar do artigo 10-A da Lei Maria da Penha,incluído em 2017, o qual diz:

    Art. 10-A. É direito da mulher em situação de violência doméstica e familiar o atendimento policial e pericial especializado, ininterrupto e prestado por servidores - preferencialmente do sexo feminino - previamente capacitados. 

  • Pra mim não ficou claro. É ou não é nessa situação facultado ao perito médico se deslocar até o presídio?

    O erro seria que é obrigatório?

  • Nas palavras de Genival Veloso de França:

    "Devem as perícias de natureza criminal ser realizadas preferencialmente nas instituições médico-legais e, na inexistência delas, por médicos ou profissionais liberais de nível superior na área de saúde correlata ao fato, nomeados pela autoridade, seja no interesse dos procedimentos policial-judiciários sena nos inquéritos policial-militares"

    __________________________________

    Fonte: Livro de Genival Veloso de França - Medicina Legal - 11ª Edição (pg. 13). Bons estudos!

  • ART 95 da resolução de CFM

    Proíbe o legista de ir à delegacia, quartel ou presídio, realizar exame de corpo de delito.

  • Outra observação que coloco é o número de presos (300) a serem submetidos ao exame de corpo de delito ( deslocamento é inviável e apresenta periculosidade para o Estado) e mencionou que na penitenciária haveria um local para realizar o CD.

  • É VEDADO AO MÉDICO:

    Art. 95. Realizar exames médico-periciais de corpo de delito em seres humanos no interior de prédios ou de dependências de delegacias de polícia, unidades militares, casas de detenção e presídios.

  • Segundo o Código de ética médica

    Capítulo XI - Auditoria e perícia médica

    É vedado ao médico:

    • Art. 92. ...
    • Art. 95. Realizar exames médico-periciais de corpo de delito em seres humanos no interior de prédios ou de dependências de delegacias de polícia, unidades militares, casas de detenção e presídios.

    Ou seja, na referida questão, a situação descrita NÃO é FACULTATIVA e SIM VEDADA.

    Bons Estudos e Vamo pra Cima Delas (das bancas)!!


ID
2802022
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Julgue o próximo item de acordo com os preceitos éticos e legais a serem seguidos pelo perito na área da medicina.


As necropsias de interesse médico-legal, por força de lei, independem de autorização da família, da mesma forma que algumas de interesse apenas médico-sanitário.

Alternativas
Comentários
  • ˜A necrópsia, enquanto procedimento médico, pode atender a dois interesses distintos: o médico-sanitário e o médico-legal.

    A necrópsia que atende a interesse médico-sanitário é realizada mediante autorização da família ou dos responsáveis pelo cadáver e é chamada de necrópsia clínica ou anatomopatológica, sendo procedida por médicos patologistas. A necropsia que atende aos interesses da justiça será realizada independente da autorização da família, por imperativo de ordem legal, é a chamada necropsia médico-legal.˜


    Fonte: http://www.portalmedico.org.br/pareceres/crmms/pareceres/2009/22_2009.htm


    As necropsias de interesse médico-legal, por força de lei, independem de autorização da família, da mesma forma que algumas de interesse apenas médico-sanitário.


    Alguém sabe me explicar o motivo de a parte colorida estar correta?






  • Daniela, também não consegui entender. Galera, vamos pedir comentário do professor.

  • Dani, achei esse parecer abaixo:


    Dá uma lida. é meio extenso, por isso não postei aqui.

     

        fonte: http://www.portalmedico.org.br/pareceres/crmms/pareceres/2009/22_2009.htm

  • Primeiramente, devemos colocar a proposição na ordem direta:

    As necrópsias de interesse médico-legal e algumas de interesse apenas médico sanitário independem de autorização da família, por força de lei.

    NECROPSIA MÉDICO-LEGAL:" Exame necroscópico, necropsia, necroscopia, tanatoscopia ou autopsia são termos semelhantes na prática médico-legal, embora a denominação necropsia nos dê um sentido mais aproximado de sua natureza e finalidade. No entanto, a expressão necrotomopsia seria a mais correta (estudar o morto por cortes). É um conjunto de operações que tem como meta fundamental evidenciar a causa mortis, quer sob o ponto de vista médico, quer jurídico. Na verdade, uma das mais significativas tarefas da medicina legal, notadamente nos casos de morte violenta, é estabelecer com a devida precisão a causa médica da morte, ou melhor, o mecanismo que originou o óbito.
    As necropsias podem ter a finalidade puramente médico-sanitária, clínica ou anatomopatológica, ou a de esclarecer problemas de interesse da Justiça. A necropsia médico-legal, além de determinar a morte violenta ou a morte de causa suspeita, pode fornecer, através da descrição, discussão e conclusão, subsídios para que certos fatos de interesse da administração da Justiça sejam revelados, tais como a causa jurídica de morte (homicídio, suicídio ou acidente), o tempo estimado de morte (cronotanatodiagnose), a identificação do morto e outros procedimentos que exijam a prática médico-legal corrente.
    Em suma, pode-se dizer que uma necropsia médico legal procedente é aquela que cumpre adequadamente suas principais finalidades que são a determinação da causa e da origem da morte e seu nexo de causalidade. A finalidade e a obrigatoriedade das necropsias médico-legais estão justificadas no Código de Processo Penal no artigo 162: “A necropsia será feita pelo menos 6 (seis) horas depois do óbito, salvo se os peritos, pela evidência dos sinais de morte, julgarem que possa ser feita antes daquele prazo, o que declararão no auto.” FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 1082

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO





  • Primeiramente, devemos colocar a proposição na ordem direta:

    As necrópsias de interesse médico-legal e algumas de interesse apenas médico sanitário independem de autorização da família, por força de lei.

    NECROPSIA MÉDICO-LEGAL:" Exame necroscópico, necropsia, necroscopia, tanatoscopia ou autopsia são termos semelhantes na prática médico-legal, embora a denominação necropsia nos dê um sentido mais aproximado de sua natureza e finalidade. No entanto, a expressão necrotomopsia seria a mais correta (estudar o morto por cortes). É um conjunto de operações que tem como meta fundamental evidenciar a causa mortis, quer sob o ponto de vista médico, quer jurídico. Na verdade, uma das mais significativas tarefas da medicina legal, notadamente nos casos de morte violenta, é estabelecer com a devida precisão a causa médica da morte, ou melhor, o mecanismo que originou o óbito.
    As necropsias podem ter a finalidade puramente médico-sanitária, clínica ou anatomopatológica, ou a de esclarecer problemas de interesse da Justiça. A necropsia médico-legal, além de determinar a morte violenta ou a morte de causa suspeita, pode fornecer, através da descrição, discussão e conclusão, subsídios para que certos fatos de interesse da administração da Justiça sejam revelados, tais como a causa jurídica de morte (homicídio, suicídio ou acidente), o tempo estimado de morte (cronotanatodiagnose), a identificação do morto e outros procedimentos que exijam a prática médico-legal corrente.
    Em suma, pode-se dizer que uma necropsia médico legal procedente é aquela que cumpre adequadamente suas principais finalidades que são a determinação da causa e da origem da morte e seu nexo de causalidade. A finalidade e a obrigatoriedade das necropsias médico-legais estão justificadas no Código de Processo Penal no artigo 162: “A necropsia será feita pelo menos 6 (seis) horas depois do óbito, salvo se os peritos, pela evidência dos sinais de morte, julgarem que possa ser feita antes daquele prazo, o que declararão no auto.” FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 1082

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO





  • Primeiramente, devemos colocar a proposição na ordem direta:

    As necrópsias de interesse médico-legal e algumas de interesse apenas médico sanitário independem de autorização da família, por força de lei.

    NECROPSIA MÉDICO-LEGAL:" Exame necroscópico, necropsia, necroscopia, tanatoscopia ou autopsia são termos semelhantes na prática médico-legal, embora a denominação necropsia nos dê um sentido mais aproximado de sua natureza e finalidade. No entanto, a expressão necrotomopsia seria a mais correta (estudar o morto por cortes). É um conjunto de operações que tem como meta fundamental evidenciar a causa mortis, quer sob o ponto de vista médico, quer jurídico. Na verdade, uma das mais significativas tarefas da medicina legal, notadamente nos casos de morte violenta, é estabelecer com a devida precisão a causa médica da morte, ou melhor, o mecanismo que originou o óbito.
    As necropsias podem ter a finalidade puramente médico-sanitária, clínica ou anatomopatológica, ou a de esclarecer problemas de interesse da Justiça. A necropsia médico-legal, além de determinar a morte violenta ou a morte de causa suspeita, pode fornecer, através da descrição, discussão e conclusão, subsídios para que certos fatos de interesse da administração da Justiça sejam revelados, tais como a causa jurídica de morte (homicídio, suicídio ou acidente), o tempo estimado de morte (cronotanatodiagnose), a identificação do morto e outros procedimentos que exijam a prática médico-legal corrente.
    Em suma, pode-se dizer que uma necropsia médico legal procedente é aquela que cumpre adequadamente suas principais finalidades que são a determinação da causa e da origem da morte e seu nexo de causalidade. A finalidade e a obrigatoriedade das necropsias médico-legais estão justificadas no Código de Processo Penal no artigo 162: “A necropsia será feita pelo menos 6 (seis) horas depois do óbito, salvo se os peritos, pela evidência dos sinais de morte, julgarem que possa ser feita antes daquele prazo, o que declararão no auto.” FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 1082

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO





  • Seguindo o comentário dado pela Colega acima,Daniela Abrahão.


    Fonte: http://www.portalmedico.org.br/pareceres/crmms/pareceres/2009/22_2009.htm


    DECRETO Nº 56.759, DE 20 DE AGOSTO DE 1965 ( http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1960-1969/decreto-56759-20-agosto-1965-397304-publicacaooriginal-1-pe.html )


     Art. 3º Ao órgão encarregado das atividades relativas à profilaxia da febre amarela em todo o território nacional compete:  

    b)promover a realização de necrópsia e viscerotomia sempre que forem necessárias;


    Pelo que entendi é que por medidas de vigilância sanitária, não é necessário pedir autorização a família em determinadas doenças e como no casa mostrado no Decreto Nº 56.759 em relação a febre amarela.

  • A L G U M A S

  • O comentário do professor não esclareceu o principal ponto da questão!

    Fiquei na mesma dúvida da Daniela Abrahão

  • No interesse médico-legal há vontade do Estado em descobrir a causa de uma morte violenta e punir o infrator.

    No interesse médico-sanitário, em ALGUNS casos, há interesse do Estado na busca da identificação de uma possível doença que seja contagiosa, evitando surtos.

    Em ambas as hipóteses a autorização da família pode ser dispensada.

    Tendo em vista que vivemos em uma "democracia" e nenhum direito é absoluto, tudo pode ser afastado quando Estado busca algo (ou quase tudo).

  • As necrópsias de interesse médico-legal e algumas de interesse apenas médico sanitário independem de autorização da família, por força de lei.

    NECROPSIA MÉDICO-LEGAL:" Exame necroscópico, necropsia, necroscopia, tanatoscopia ou autopsia são termos semelhantes na prática médico-legal, embora a denominação necropsia nos dê um sentido mais aproximado de sua natureza e finalidade. No entanto, a expressão necrotomopsia seria a mais correta (estudar o morto por cortes). É um conjunto de operações que tem como meta fundamental evidenciar a causa mortis, quer sob o ponto de vista médico, quer jurídico. Na verdade, uma das mais significativas tarefas da medicina legal, notadamente nos casos de morte violenta, é estabelecer com a devida precisão a causa médica da morte, ou melhor, o mecanismo que originou o óbito.

    As necropsias podem ter a finalidade puramente médico-sanitária, clínica ou anatomopatológica, ou a de esclarecer problemas de interesse da Justiça. A necropsia médico-legal, além de determinar a morte violenta ou a morte de causa suspeita, pode fornecer, através da descrição, discussão e conclusão, subsídios para que certos fatos de interesse da administração da Justiça sejam revelados, tais como a causa jurídica de morte (homicídio, suicídio ou acidente), o tempo estimado de morte (cronotanatodiagnose), a identificação do morto e outros procedimentos que exijam a prática médico-legal corrente.

    Em suma, pode-se dizer que uma necropsia médico legal procedente é aquela que cumpre adequadamente suas principais finalidades que são a determinação da causa e da origem da morte e seu nexo de causalidade. A finalidade e a obrigatoriedade das necropsias médico-legais estão justificadas no Código de Processo Penal no artigo 162: “A necropsia será feita pelo menos 6 (seis) horas depois do óbito, salvo se os peritos, pela evidência dos sinais de morte, julgarem que possa ser feita antes daquele prazo, o que declararão no auto.” FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 1082.

    Gabarito Certo

  • Resposta correta. Não se deve confundir NECROPSIA CLÍNICA (para casos de morte natural), que dependem de autorização da família, não sendo obrigatória, com as ditas NECROPSIAS MÉDICO LEGAIS, que são obrigatórias, por força de lei e independem de autorização da família.

    Lado outro, as NECROPSIAS DE INTERESSE MEDICO SANITÁRIO, podem ser obrigatórias e independentemente de autorização da família, visando evitar ou combater, p. ex., pandemias.


ID
2802025
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Julgue o próximo item de acordo com os preceitos éticos e legais a serem seguidos pelo perito na área da medicina.


Segundo o Código de Processo Penal, o exame cadavérico, em casos de morte violenta, é obrigatório e deverá ser realizado preferencialmente por perito oficial, sendo obrigatória, nesses casos, a inspeção tanto externa quanto interna do corpo, o que será detalhado e, se possível, ilustrado, no respectivo laudo pericial.

Alternativas
Comentários
  • Gab Errada

     

    Art 162°- A autópsia será feita pelo menos seis horas depois do óbito, salvo se os peritos, pela evidencia dos sinais de morte, julgarem que possa ser feita antes daquele prazo, o que declararão no auto. 

     

    Parágrafo Único: Nos casos de morte violente, bastará o simples exame externo do cadáver, quando não houver infração penal que apurar, ou quando as lesões externas permitirem precisar a causa da morte e não houver necessidade de exame interno para a verificação de alguma circunstância relevante. 

     

    Art 159°- O Exame de corpo de delito e outras perícias serão realizados por perito oficial, portandor de diploma de curso superior. 

     

    §1°- Na falta de perito oficial, o exame será realizado por duas pessoas idôneas, portadoras de diploma de curso superior preferencialemente na área específica, dentre as que tiverem habilitação técnica relacionada com a natureza do exame. 

  • Medicina legal
  • Art. 159 CPP- O exame de corpo de delito e outras perícias serão realizados por perito oficial, portador de diploma de curso superior. (Redação dada pela Lei nº 11.690, de 2008) § 1o Na falta de perito oficial, o exame será realizado por 2 (duas) pessoas idôneas, portadoras de diploma de curso superior preferencialmente na área específica, dentre as que tiverem habilitação técnica relacionada com a natureza do exame.

    Art. 162 CPP- A autópsia será feita pelo menos seis horas depois do óbito, salvo se os peritos, pela evidência dos sinais de morte, julgarem que possa ser feita antes daquele prazo, o que declararão no auto.

    Parágrafo único. Nos casos de morte violenta, bastará o simples exame externo do cadáver, quando não houver infração penal que apurar, ou quando as lesões externas permitirem precisar a causa da morte e não houver necessidade de exame interno para a verificação de alguma circunstância relevante.

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • Nem sempre o exame interno será necessário

  • Corpo de delito são os vestígios deixados no local e pela infração penal cometida. São examinados para determinar os métodos de execução, bem como o nexo causal e a possível autoria, além de qualquer outro dado que seja relevante para a investigação. 

    Pode ser direto – quando o laudo é feito com base no acesso direto aos vestígios, provas e vítimas -, e indireto - quando o laudo é realizado com base na análise de documentos que comprovem a materialidade, como prontuários médicos e fotografias. 

    Nos casos de morte violenta, não raro, é possível identificar através de exame externo as causas da morte, porquanto o próprio Código de Processo Penal dispensa o exame interno em determinados casos. É o que diz o parágrafo único do art. 162:

    Parágrafo único.  Nos casos de morte violenta, bastará o simples exame externo do cadáver, quando não houver infração penal que apurar, ou quando as lesões externas permitirem precisar a causa da morte e não houver necessidade de exame interno para a verificação de alguma circunstância relevante.

    Portanto, incorreta a afirmação.

    TECCONCURSOS

  • Nos casos de morte violenta, bastará o simples exame externo do cadáver.

  • errada,

    Só estou comentando pelos comentários que ficaram restritos à "basta o simples exame externo". Errado também!

    Bastará o exame externo, nos casos de morte violenta, em duas situações:

    1. Não houver infração a apurar; ou
    2. As lesões externas permitirem precisar a causa da morte E não houver necessidade de exame interno.
  • MORTE VIOLENTA

    • Via de regra, o exame será interno e externo.
    • Exceções (somente exame externo):
    1. Quando não houver infração penal para apurar
    2. Quando as lesões externas permitirem precisar a causa da morte + não houver necessidade de exame interno para verificar algo relevante.

  • imagine a situação de um corpo com a cabeça decepada, pra que vai fazer o exame interno?

  • Art. 162 do CPP: “nos casos de morte violenta, bastará o simples exame externo do cadáver, quando não houver infração penal que apurar, ou quando as lesões externas permitirem precisar a causa da morte e não houver necessidade de exame interno para a verificação de alguma circunstância relevante”.


ID
2802028
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Julgue o seguinte item, a respeito de lesões produzidas por projéteis de arma de fogo.


Todas as lesões produzidas por projéteis únicos de arma de fogo devem ser classificadas como perfurocontusas.

Alternativas
Comentários
  • Um tiro de "raspão" pode causar apenas uma escoriação, que é classificada como lesão contusa, correto?

  • Lesāo é uma coisa, instrumento é outra. Uma faca é um instrumento perfurocortante que pode causar uma lesāo contusa, caso se utilize o cabo. O mesmo em relação ao projétil. Trata-se de instrumento perfurocontante que, normalmente, causa lesões perfurocontusas, excepcionalmente pode provocar outras especies de lesões. TODA, SEMPRE, NUNCA, desconfie.

  • Serpico - Lesão contundente creio que existe um equívoco seu. o certo é lesão contusa e instrumento contundente

  • Nem todas as lesões feitas por PAF serão perfuro contusas, pois se o projétil pegar de raspão gera uma lesão de esfoladura, abrasão ou a ESCORIAÇÃO.
  • 3.1.6.3 A ferida do projétil

    ''A ferida ocasionada pelo projétil da arma é a perfuro-contusa. Há sempre um orifício de entrada no corpo do indivíduo e um trajeto feito pelo projétil. Pode haver um orifício de saída. Quando houver um orifício de saída do projétil diz-se que houve a transfixação.

    Se o projétil passar de raspão pelo corpo, diz-se que houve apenas uma contusão.''

    https://www.ebah.com.br/content/ABAAAAIRgAK/medicina-legal?part=12

  • "Convém estudar a forma e a dimensão do orifício de entrada produzido na pele por projéteis de armas de fogo. Quanto à forma: o projétil cilindrocônico disparado a distância, atingindo a pele de raspão, sem perfurá-la, produz apenas escoriações alongadas. Obviamente não se falará, então, em ferida de entrada. Exercendo, porém, ação perfurocontundente, produz, em geral, orifício de entrada aparentemente circular, redondo (tiro perpendicular), oval, linear ou em fenda (tiro inclinado ou em região abaulada), lembrando lesão determinada por instrumento perfurante, pois, não atuando os gases e demais elementos da munição, o projétil limita-se a afastar as fibras cutâneas, sem seccioná-las". CROCE Jr., Delton. Manual de Medicina Legal. 8ª edição,pg 1031, Editora Saraiva, 8 edição, 2012, P. 969

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • Q286057: As feridas em sedenho resultam da ação subcutânea dos instrumentos pérfuro-contundentes nos tiros oblíquos.

    Ferida em sedenho: é uma lesão que tem uma entrada e uma saída, tem um trajeto entre a entrada e a saída, só que esse trajeto é superficial, subcutâneo (de raspão). É típico de arma de fogo mas pode ser causada por arma branca.

  • O correto seria você pensar em balas de borracha, foi meu raciocínio.

    Lesões causadas por projéteis de borracha causam lesões contusas.

    Cheguei a pensar também, em um disparo de um lança míssil portátil (imaginação fértil), não causaria uma lesão perfurocontusa, pois o alvo explodiria.

    Logo sairemos desse fracasso que é estudar para concursos, abraço!

  • PAF= PERFUROCONTUNDENTE

  • Tiro de raspão/tangencial não se enquadra no conceito de perfuro-contusa.

  • Posso também segurar o projetil na mão e arremessá-lo contra o oponente, causando-lhe uma lesão contusa.

  • Projétil de Arma de Fogo (PAF):

    Ferida é perfurocontusa. O instrumento é perfurocontundente.

    Um tiro de "raspão" pode causar apenas uma escoriação.

  • errado, arma de fogo produz lesão: (a) perfurocontusa, quando o projétil transfixia o corpo; e (b) contusa, no tiro de raspão, identificado pela orla equimótica.

  • Será perfurocontusa,se o projétil transfixia o corpo;, [

    porém será contusa, se ocorres um tiro de raspão, identificado pela orla equimótica.

  •  Tiro Oblíquo: Orla e Halo são excêntricos. → há um predomínio da ação contundente, sem ação perfurante.

    • Lesões de Sedenho: aparecem em disparo muito oblíquo, que tem uma entrada e uma saída, mas superficial, sem penetrar a cavidade. 

    • Podemos também ter a existência de disparos tangenciais ou oblíquos conhecidos como “tiro de raspão”.
  • Além das lesões elencadas pelos colegas, a questão abre precedente para outros tipos de projéteis, se referindo de forma ampla.

    "Todas as lesões produzidas por projéteis únicos de arma de fogo devem ser classificadas como perfurocontusas"

    Pode-se considerar como projétil não letal (bala de borracha) para critério de contundência?

  • um disparo de armamento menos letal geralmente gera ferimento contuso


ID
2802031
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Julgue o seguinte item, a respeito de lesões produzidas por projéteis de arma de fogo.


A excentricidade da orla de escoriação presente em uma lesão de entrada de projétil de arma de fogo único não encamisado é indicativa de que este terá entrado no corpo de lado, o que poderia ter sido causado, entre outros aspectos, por um ricochete ou por transfixação ocorridos antes de o projétil atingir a vítima.

Alternativas
Comentários
  • A excentricidade da orla de escoriação (distanciada do centro) não é indicativa de que o corpo estava de lado, pois pode ter origem da inclinação ou posição do corpo em relação ao atirador e da forma com que o projétil transfixou o corpo.


    IG @dicasdeum_casal_concurseiro

  • Acredito que pra indicar essa situação seria o Anel de Fisch.

  • “Se o projeto encontra um obstáculo antes de entrar no corpo, deformando-se, perde em parte ou no todo este movimento de rotação e, portanto, desmotiva a formação da orla de escoriação”


    Genival.

  • Excentricidade significa desvio ou distanciamento do centro.

    “A forma também varia de acordo com a inclinação do tiro. Quando é perpendicular, o orifício é arredondado ou ligeiramente oblíquo, em virtude das linhas de força de certas regiões capazes de alterar a direção no sentido de suas fibras. Quando o tiro é oblíquo, a ferida é sensivelmente elíptica. Quando o projétil é deformado por colisão em superfície dura antes de penetrar no corpo, sua tendência é alterar a forma do ferimento, mesmo se sua incidência for perpendicular à superfície da pele.

    A orla de escoriação, ou anel de Fisch, também é conhecida como zona de contusão de Thoinot, zona inflamatória de Hoffmann, halo marginal equimótico-escoriativo de Leoncini, orla erosiva de Piedelièvre e Desoille ou orla desepitelizada de França. Essa orla tem aspecto concêntrico nos orifícios arredondados, e em crescente ou meia-lua, nos ferimentos ovalares. Seu exame detalhado é muito importante, pois pode esclarecer a direção do tiro. Nos tiros perpendiculares ao corpo, a orla de escoriação é concêntrica, e, quando inclinados, tem a forma oblíqua. É um sinal comprovador de entrada de bala a qualquer distância. Nas vísceras, principalmente no pulmão, o ferimento de entrada apresenta o halo hemorrágico visceral de Bonnet”. FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 271

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • Dicionário: excentricidade é um substantivo feminino que significa desvio ou distanciamento do centro. Wikipédia: pessoa excêntrica tem comportamentos incomuns, desnecessários para a cultura onde ela se encontra, geralmente encontram soluções não-convencionais para seus problemas.


    Na orla de contusão e de enxugo há o anal de fish, que pode ser circulares (90°), ovais (ângulo diverso de 90°) ou tangencial, de acordo com o ângulo de incidência.


    Se a questão esta dizendo que há excentricidade na orla de escoriação é porque houve algum desvio na linha do tiro. O projétil sai do cano da arma com a ponta para frente. Segue o seu curso em uma linha reta, a partir da posição do atirador. A linha do tiro pode ser horizontal, vertical, inclinada. A posição da vítima, igualmente, pode ser variada. Tudo contribuindo para a excentricidade (situação não-usual) da orla de escoriação. 


    Alguém me ajuda se eu estiver errado. Questão dificílima.

  • Dicionário: excentricidade é um substantivo feminino que significa desvio ou distanciamento do centro. Wikipédia: pessoa excêntrica tem comportamentos incomuns, desnecessários para a cultura onde ela se encontra, geralmente encontram soluções não-convencionais para seus problemas.


    Na orla de contusão e de enxugo há o anal de fish, que pode ser circulares (90°), ovais (ângulo diverso de 90°) ou tangencial, de acordo com o ângulo de incidência.


    Se a questão esta dizendo que há excentricidade na orla de escoriação é porque houve algum desvio na linha do tiro. O projétil sai do cano da arma com a ponta para frente. Segue o seu curso em uma linha reta, a partir da posição do atirador. A linha do tiro pode ser horizontal, vertical, inclinada. A posição da vítima, igualmente, pode ser variada. Tudo contribuindo para a excentricidade (situação não-usual) da orla de escoriação. 


    Alguém me ajuda se eu estiver errado. Questão dificílima.

  • Excentricidade significa desvio ou distanciamento do centro.

    “A forma também varia de acordo com a inclinação do tiro. Quando é perpendicular, o orifício é arredondado ou ligeiramente oblíquo, em virtude das linhas de força de certas regiões capazes de alterar a direção no sentido de suas fibras. Quando o tiro é oblíquo, a ferida é sensivelmente elíptica. Quando o projétil é deformado por colisão em superfície dura antes de penetrar no corpo, sua tendência é alterar a forma do ferimento, mesmo se sua incidência for perpendicular à superfície da pele.

    A orla de escoriação, ou anel de Fisch, também é conhecida como zona de contusão de Thoinot, zona inflamatória de Hoffmann, halo marginal equimótico-escoriativo de Leoncini, orla erosiva de Piedelièvre e Desoille ou orla desepitelizada de França. Essa orla tem aspecto concêntrico nos orifícios arredondados, e em crescente ou meia-lua, nos ferimentos ovalares. Seu exame detalhado é muito importante, pois pode esclarecer a direção do tiro. Nos tiros perpendiculares ao corpo, a orla de escoriação é concêntrica, e, quando inclinados, tem a forma oblíqua. É um sinal comprovador de entrada de bala a qualquer distância. Nas vísceras, principalmente no pulmão, o ferimento de entrada apresenta o halo hemorrágico visceral de Bonnet”. FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 271

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • pelo que entendi a orla de escoriação em regra fica no centro do orifício de entrada em regra, se ela não está no centro ela é excêntrica e isso ocorre pq o projétil entrou de forma inclinada

    tal fato não tem relação com o ricochete ou com transfixação anterior

    É ISSO? AJUDEM PQ O COMENTÁRIO DO PROFESSOR NÃO AJUDOU EM NADA!

  • se ricocheteou, então não tem orla de escoriação. A orla de escoriação é causada pelo movimento de rotação do projétil, e qualquer impacto durante a trajetória, anula o movimento de rotação.

  • O melhor dessas questões são os comentários.

     

    Salvo melhor juízo... a orla de escoriação não tem qualquer relação com o movimento de rotação do PAF. É lesão caracterizada pela escoriação ao redor do orifício de entrada decorrente do arrancamento da epiderme pela entrada do PAF

    A sua excentricidade em relação ao orifício de entrada e/ou às outras orlas indicam apenas que o projetil penetrou na pele de forma inclinada ou perpendicular.  

    ou seja, gabarito errado. 

  • gabarito: Certo

    O PAF (projétil de arma de fogo) não entrou de forma concêntrica e por esse motivo evidencia-se uma equimose na direção em que o projétil se inclina (excêntrica). Esse sinal pode demonstrar a direção em que o projétil faz em sua trajetória da boca da arma ao corpo.

    Sinal conhecido como: Halo marginal equimótico-escoriativo de Leoncini, orla erosiva de Piedelièvre, Desoille, orla desepitelizada de França, Anel de Fisch, Zona de contusão de Thoinot, Zona inflamatória de Hoffmann.

  • Questão difícil, mas tem explicações sem sentido nenhum com a questão.

    Segundo o livro do Professor Wilson Palermo:

    "Orlas concêntricas estão dispostas em sentido perpendicular ao disparo. Possuem mesma espessura em todos os quadrantes.

    Orlas excêntricas estão dispostas em sentido oblíquo ao do disparo. A porção mais larga indica o sentido deste. É mais escoriado o lado de mais atrito."

    Analisando a questão por partes:

    1 - A excentricidade da orla de escoriação presente em uma lesão de entrada de projétil de arma de fogo único não encamisado é indicativa de que este terá entrado no corpo de lado... (até aqui ao meu ver está correto, realmente orlas excêntricas penetram no corpo de forma não perpendicular).

    2 - o que poderia ter sido causado, entre outros aspectos, por um ricochete ou por transfixação ocorridos antes de o projétil atingir a vítima. (aqui provavelmente que está o erro, pensando em termos práticos não vejo como uma transfixação possa causar a incidência oblíqua do disparo, pelo contrário, como o colega Boris M. explicou, perde parcialmente ou totalmente o movimento de rotação)

    Não vejo outra explicação, e errei a questão por ler rápido e achar estar correta.

    Em relação ao comentário mais curtido, creio que o colega errou ao interpretar o enunciado, quando fala "é indicativa de que ESTE terá entrado NO corpo de lado" está se referindo AO PROJÉTIL entrar de lado, e não o corpo em si estar de lado, por isso creio que a primeira parte da questão está correta.

  • Anel de fish: - é o somatório da orla de escoriação e enxugo - (tiro a distância)

  • Ao transfixar um corpo poderá haver rocochete em algum osso ou a depender do material transfixado, o que levaria a excentricidade da orla.
  • COMENTÁRIO DO PROFESSOR:

    A orla de escoriação, ou anel de Fisch, também é conhecida como zona de contusão de Thoinot, zona inflamatória de Hoffmann, halo marginal equimótico-escoriativo de Leoncini, orla erosiva de Piedelièvre e Desoille ou orla desepitelizada de França. Essa orla tem aspecto concêntrico nos orifícios arredondados, e em crescente ou meia-lua, nos ferimentos ovalares. Seu exame detalhado é muito importante, pois pode esclarecer a direção do tiro. Nos tiros perpendiculares ao corpo, a orla de escoriação é concêntrica, e, quando inclinados, tem a forma oblíqua. É um sinal comprovador de entrada de bala a qualquer distância. Nas vísceras, principalmente no pulmão, o ferimento de entrada apresenta o halo hemorrágico visceral de Bonnet”. FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 271

  • O que seria projétil de arma de fogo não encamisado?

  • O que seria projétil de arma de fogo não encamisado?

  • eu gosto quando o comentário do professor consiste em reproduzir trecho do livro do Genival...

    Afff

  • o ricochete e a transfixação tem relação quanto a ausência de orla de enxugo e não com a orla de escoriação.

    Fonte: Medicina Legal-Paulo Furtado e Pedro Henrique Neves, 2020, p. 155

  • não existe orla de escoriação excêntrica...mas sim, orifício de entrada excêntrico ou concêntrico

  • EBSERH - 2018 - CESPE - TÉCNICO EM NECRÓPSIA - A excentricidade da escoriação circunjacente ao orifício de entrada de projétil de arma de fogo indica que o trajeto do projétil foi inclinado em relação à pele. CERTO.

  • vão direto para o comentário do Gabriel Munhoz.

    Os outros só fazem reproduzir trechos de autores e não explicam a relação com a questão... affff

  • quando o projétil ricocheteia ou encontra um obstáculo, perde seu movimento de rotação e consequentemente a orla de escoriação pode estar ausente. A orla ser excêntrica diz respeito à entrada oblíqua pelo projétil. Se ele mudasse sua direção diante de um obstáculo, a forma da ferida seria provavelmente irregular e sem orla de escoriação
  • Fonte: Projeto_1902

    Questão ERRADA

    1) A excentricidade da orla de escoriação presente em uma lesão de entrada de projétil de arma de fogo único não encamisado é indicativa de que este terá entrado no corpo de lado, (SIM)

    #Primeiro:

    • Orla de escoriação ou de contusão: ocorre em detrimento do arrancamento da epiderme devido ao movimento de rotação do projétil antes de penetrar no corpo.

    #Segundo:

    A forma da orla de escoriação indica perpendicularidade e obliquidade do disparo:

    • Se o disparo é perpendicular (ângulo de 90º) haverá uma orla concêntrica.
    • Se é de forma obliqua (maior que 90°) haverá uma orla de escoriação excêntrica

    ATENÇÃO!!!

    • A excentricidade da escoriação circunjacente ao orifício de entrada de projétil de arma de fogo indica que o trajeto do projétil foi inclinado em relação à pele.

    #A forma da perfuração varia de acordo com a distância e a inclinação da trajetória do projétil expelido por arma de fogo.

    • Apresenta, geralmente, o formato circular nos casos de incidência perpendicular do projétil contra um plano; o formato oval ou elíptico
    • Nos casos de impacto inclinado (oblíquo) contra a superfície suporte do disparo, neste caso a escoriação será excêntrica(afastada do centro da lesão).

    2) o que poderia ter sido causado, entre outros aspectos, por um ricochete ou por transfixação ocorridos antes de o projétil atingir a vítima. (NÃO)

    • Em ambas as situações a uma grande probabilidade de o projetil perde o movimento de ROTAÇÃO, TRANSLAÇÃO e BÁSCULA
    • Principalmente se acontecer um capotamento do projetil antes de atingir o corpo

  • Eu já analisei essa questão umas 3 ou 4 vezes e ainda permaneço com o meu entendimento sobre o que estudei através do material técnico do SENASP,

    Nunca encontrei nada que dissesse que um ricochete ou transfixação em algum anteparo, mesmo perdendo energia no processo, impedisse um projétil de entrar de lado ou de frente ou sob qualquer ângulo.

    Principalmente projétil de alta energia.

  • Questão fodástica

    O erro é porque quando o projétil passa por algum obstáculo, como os citados na questão, ele perde sua rotação. Sem a rotação do projétil, os ferimentos de entrada não apresentam orla de escoriação.

    (resposta achada na página 113 do livro do França)

  • Considerando que a Orla de Escoriação é causada pela rotação do projétil, temos que o erro da questão está na assertiva de que houve ricochete ou transfixação antes de ser a vítima atingida, pois esses fenômenos tiram a rotação do projétil.

  • >> ORLA DE ESCORIAÇÃO, ORLA DE CONTUSÃO ou ORLA DE FISCH: o movimento giratório escoria a pele, o projétil entra arranca a pele e expõe a epiderme formando uma ferida escura.


ID
2802034
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Julgue o seguinte item, a respeito de lesões produzidas por projéteis de arma de fogo.


Lesões estreladas podem ocorrer em entradas ou saídas de projéteis de arma de fogo.

Alternativas
Comentários
  • Tiro Encostado

    No tiro encostado à pele, a lesão provocada pelo disparo dependerá da presença de estrutura óssea embaixo do tecido e da tensão colocada no cano em direção à pele. Quando esta força for pequena, por motivo da pressão dos gases que saem pelo cano da arma, possibilitará o afastamento da pele à arma, ocasionando aparecimento da orla de esfumaçamento. Porém, quando encontramos plano ósseo abaixo da pele (ex.: crânio) observa-se o “buraco em boca de mina" descrito por Hoffmann, que é devido à expansão dos gases entre a calota craniana e o couro cabeludo, provocando a ruptura irregular, muitas vezes estrelada, deste tecido, de dentro para fora. É possível que fique tatuada na pele da vítima a marca da boca do cano e da mola recuperadora, conhecida como sinal de Werkgaertner

     

     

    Ferida de Saída

    No geral tem forma estrelada ou em retalho. É necessário que o perito legistaanalise com atenção o ferimento de forma poligonal para não confundi-lo com ferimento de entrada de projétil disparado com a boca do cano encostada no alvo. Nos ferimentos de saída não se observam orlas de enxugo e as bordas da lesão estão orientadas de dentro para fora do plano cutâneo.

  • Gab Certa

     

    Tanto no ferimento de entrada quanto no ferimento de saída podem ocorrer entalhes de forma estrelada. 

     

    No tiro encostado por exemplo: O chamado Câmara de Mina de hofman, devido os gases superaquecidos que reflutem no plano ósseo, causa estragos de forma estrelada. 

     

    Da mesma forma caso um corpo esteja encostada em um anteparo no ferimento de saída, acontecerá lesões em forma estrelada. 

  • RESUMO - FERIMENTOS


    FERIMENTO DE ENTRADA



    EFEITOS PRIMÁRIOS: EFEITOS DADOS APENAS PELO PROJÉTIL (Não definem distância)


    EFEITOS SECUNDÁRIOS: CAUSADOS PELOS RESÍDUOS DE COMBUSTÃO DA PÓLVORA (Definem distância)



    Características do ferimento de entrada:


    REGRA:


    Regular Bordas INVERTIDAS, INVAGINADAS (para dentro)


    EXCEÇÃO


    O orifício de entrada sobre área que recobre tábua óssea em TIRO ENCOSTADO (ex: crânio, palato) será irregular. Camâra de mina de Hoffman (golpe de mina) --> forma irregular, denteada ou entalhes, em virtude dos gases da explosão que penetram no ferimento e refluem ao encontrar resistência no osso.



    FERIMENTO DE SAÍDA:



    -Forma irregular bordas reviradas para FORA

    - diâmetro MAIOR que o do orifício de entrada

    - Maior sangramento

    - NÃO TEM halo de enxugo, nem orla de escoriação

    -NÃO apresenta efeitos secundários




    FONTE: Meu caderno - Prof. Luciana Gazzola - Supremo TV



    PERSEVERE!


  • Correto.


    Exemplos...

    Entrada - Câmara ou Boca de Mina Hoffman

    Saída - Sinal de Romanesi.


  • BURACO DE MINA ou BOCA DE MINA DE HOFFMAN-disparos efetuados em contato com o CRÂNIO, o projétil perfura a PELE e abre caminho para o s elementos do cone de explosão. Prossegue seu caminho e perfura a calota craniana. Os gases não atravessam o osso- a pele estoura de dentro para fora- ferida de forma estrelada irregular, bordas solapadas (MINADAS, DESTRUIDAS) com paredes escurecidas pelo depósito dos resíduos de pólvora.

    As lesões por projéteis em VÍSCERAS MACIÇAS, como o fígado e os rins, costumam ter forma estrelada na entrada e na saída e trajeto constituído por tecidos muito lacerados- REDE VASCULAR MTO RICA + FOÇA CENTRIPETA = “JOGAR PEDRA NO RIO" LESÃO ENTRADA ARTÉRIAS DE GROSSO CALIBRE - forma estrelada irregular quando observadas pela túnica interna. Se o projétil passar de raspão no vaso , a lesão terá forma de fenda irregular, com pequenas roturas que se estendem perpendicularmente a partir da lesão principal.

    O orifício de saída costuma ser maior e tem forma variada (vem com menor quantidade de energia, por vezes, deformado, ou em posição diferente da com que entrou. Pode, inclusive, estar acompanhado por fragmentos de tecido a ele aderidos), podendo ser uma ferida estrelada, uma fenda ou outro padrão qualquer. Pode, inclusive, ser circular e escoriada se o projétil imprensar a pele contra algum anteparo. HÉRCULES, Hygino de Carvalho. Medicina Legal, Texto e Atlas. Ed. Atheneu, 2005

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO


  • Comentário do colega Alex, para revisão:

    Tiro Encostado

    No tiro encostado à pele, a lesão provocada pelo disparo dependerá da presença de estrutura óssea embaixo do tecido e da tensão colocada no cano em direção à pele. Quando esta força for pequena, por motivo da pressão dos gases que saem pelo cano da arma, possibilitará o afastamento da pele à arma, ocasionando aparecimento da orla de esfumaçamento. Porém, quando encontramos plano ósseo abaixo da pele (ex.: crânio) observa-se o “buraco em boca de mina" descrito por Hoffmann, que é devido à expansão dos gases entre a calota craniana e o couro cabeludo, provocando a ruptura irregular, muitas vezes estrelada, deste tecido, de dentro para fora. É possível que fique tatuada na pele da vítima a marca da boca do cano e da mola recuperadora, conhecida como sinal de Werkgaertner

    Ferida de Saída

    No geral tem forma estrelada ou em retalho. É necessário que o perito legistaanalise com atenção o ferimento de forma poligonal para não confundi-lo com ferimento de entrada de projétil disparado com a boca do cano encostada no alvo. Nos ferimentos de saída não se observam orlas de enxugo e as bordas da lesão estão orientadas de dentro para fora do plano cutâneo.

  • Engraçado, hoje, esta dando tudo certo em medicina legal, logo, em contabilidade e administração, o famoso, fumo.

  • CERTO, POIS AS LESÕES ESTRELADAS OCORREM NO TIRO ENCOSTADO ( Câmara ou boca de mina Hoffman) E NOS ORIFÍCIOS DE SAÍDA ( Sinal de Romanesi).

  • Autolembrete:

    • O tiro encostado tem suas próprias características. Geralmente, lembramos que só a lesão de saída pode ter forma estrelada, mas o tiro encostado também pode apresentar essa característica - câmara de mina de hoffmann
  • Entrada:

    Câmara de mina de HOFFMANN ou Buraco de mina de HOFFMANN: Eversão das bordas do tecido, de forma estrelada, com presença de vestígios de pólvora, presentes em entrada de projetil de arma de fogo disparado encostado em região com tecidos moles delgados sobre superfície óssea, como ocorre na calvária.

    Saída:

    Sinal de Romanese: É um halo contuso erosivo que se observa no orifício de saída de projétil de arma de fogo, quando o plano cutâneo se acha contatado externamente com um anteparo duro.

  • RESUMO - FERIMENTOS

    FERIMENTO DE ENTRADA

    EFEITOS PRIMÁRIOS: EFEITOS DADOS APENAS PELO PROJÉTIL (Não definem distância)

    EFEITOS SECUNDÁRIOS: CAUSADOS PELOS RESÍDUOS DE COMBUSTÃO DA PÓLVORA (Definem distância)

    Características do ferimento de entrada:

    REGRA:

    Regular Bordas INVERTIDAS, INVAGINADAS (para dentro)

    EXCEÇÃO

    O orifício de entrada sobre área que recobre tábua óssea em TIRO ENCOSTADO (ex: crânio, palato) será irregular. Camâra de mina de Hoffman (golpe de mina) --> forma irregular, denteada ou entalhes, em virtude dos gases da explosão que penetram no ferimento e refluem ao encontrar resistência no osso.

    FERIMENTO DE SAÍDA:

    -Forma irregular bordas reviradas para FORA

    - diâmetro MAIOR que o do orifício de entrada

    - Maior sangramento

    - NÃO TEM halo de enxugo, nem orla de escoriação

    -NÃO apresenta efeitos secundários

    Lesões estreladas podem ocorrer em entradas ou saídas de projéteis de arma de fogo.

    FONTE: Meu caderno - Prof. Luciana Gazzola - Supremo TV


ID
2802037
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Julgue o seguinte item, a respeito de lesões produzidas por projéteis de arma de fogo.


Situação hipotética: Em uma perícia cadavérica de vítima de disparo de arma de fogo único no crânio, observou-se que o núcleo havia se separado da respectiva camisa. Esses elementos balísticos foram recolhidos para exame; entretanto, um deles se perdeu. Assertiva: Nessa situação, a perda pericial será maior, caso o extravio seja da camisa.

Alternativas
Comentários
  • Porque as estrias ficam na camisa (comprometendo posterior e eventual exame de confronto balístico)?

  • O projetil encamisado é composto de uma camisa, que fica externa e é feita de material mais duro, e de um núcleo, feito de material mais macio.

    O cano da arma, salvo no caso das armas de alma lisa (espingardas), possui um raiamento interno. 

    Após o disparo, a camisa do projétil passa pelo cano e fica com as marcas do raiamento deste.

    Essas marcas na camisa do projétil possibilitam um posterior exame de confronto balístico com outro projétil disparado da mesma arma.

  • A camisa de um projétil consiste, em regra, em um revestimento metálico presente em alguns projéteis. Se cobrir toda a superfície do projétil terá o nome de projétil encamisado. Caso cubra parte dela, semiencamisado.

    A camisa de um projétil é de suma importância para a realização do confronto balístico e verificação de qual arma foi utilizada.

    GABARITO DO PROFESSSOR: CORRETO



  • Alternativa Correta.

    Apenas lembrando, para fins teóricos:

    O termo "camisa" também pode ser chamada de "estojo" (se restar dúvidas coloca no google "partes do cartucho de munição").

    E o termo "núcleo" também pode ser chamado de "projetil" (o termo "bala" esta errado).

  • Lima Samara estojo não tem nada a ver com camisa. Vá estudar!
  • Resposta certa é a do Alexandre Pimentel

  • CORRETO.....

    COMENTÁRIO DA PROFESSOR DO QC...

    A camisa de um projétil consiste, em regra, em um revestimento metálico presente em alguns projéteis. Se cobrir toda a superfície do projétil terá o nome de projétil encamisado. Caso cubra parte dela, semiencamisado.

    A camisa de um projétil é de suma importância para a realização do confronto balístico e verificação de qual arma foi utilizada.

    GABARITO DO PROFESSSOR: CORRETO

  • Em alguns casos, a massa do projétil é envolta em um material duro denominado camisa.

    Para fins de identificação, a camisa do projétil mantém as deformações normais, dentre as quais a estriação lateral fina, que permite IDENTIFICAR A ARMA, enquanto o núcleo mantém as deformações periódicas e acidentais do projétil, que permitem estimar defeitos na arma ou o trajeto do tiro. Logo, a camisa provê dados balísticos de maior relevância pericial, visto que a perícia objetiva o IDENTIFICAR autor crime, bem como o instrumento utilizado.

  • A camisa de um projétil (estojo) consiste, em regra, em um revestimento metálico presente em alguns projéteis. Se cobrir toda a superfície do projétil terá o nome de projétil encamisado. Caso cubra parte dela, semiencamisado.

    A camisa de um projétil é de suma importância para a realização do confronto balístico e verificação de qual arma foi utilizada.

  • Lima Santana, quero pensar q vc não está mal intencionado dando orientações equivocadas. Cautela no q vc posta aki no qc.

  • Alexandre Pimentel, excelente.

  • e eu achando que era "camisa" mesmo de vestir kkkk

  • Estojo é diferente de Camisa. Camisa compõe o projétil junto com o núcleo.

    O estojo não passa pelo cano, assim não recebe marcas das raias. Ele é descartado pela pistola saindo pela janela da câmara após o disparo da arma.

    O projétil (camisa e núcleo) passa pelo cano, sendo que como a parte externa do projétil chama-se camisa, é nela que ficam as marcas das raias.

    Imagem da aula do Qconcursos abaixo:

    https://docplayer.com.br/docs-images/98/136183808/images/13-1.jpg

  • Quando falou núcleo e camisa eu pensei que a cabeça tinha voado no tiro.

  • CERTO

    Muitas comentários equivocados .

    Vamos ao X da questão.

    A assertiva fez referência um tipo especial de munição chamadas de projétil encamisado, em inglês "full metal jacket" abreviado para FMJ, nesse tipo de projétil existe um núcleo macio (geralmente chumbo) envolto em uma "concha" externa ("camisa") de metal mais duro, como cobre, latão, cuproníquel ou, menos comumente, um liga de aço.É nessa estrutura chamada de CAMISA que ficam registradas a impressão digital da arma ( Desde que não seja de alma lisa).

    Obs: Informação passada por um amigo armeiro !!

  • Eu pensando: o que mulesta tem haver o tiro na cabeça com o cara ter perdido a camisa?

    Ele tava com a camisa amarrada na cabeça quando levou o tiro aí ela voo?

  • É na camisa que se deixa o raiamento(impressão digital da arma de alma raiada)> Sem ela>prejudia perícia de qual cano o projétil saiu...

  • sim, pq é na camisa que fica o raiamento! PONTO, sem enrolação, questão respondida

  • Eu imaginando o crânio voando pra um lado e a camisa (roupa) voando para outro KKKKKKKKK

  • A camisa de um projétil consiste, em regra, em um revestimento metálico presente em alguns projéteis. Se cobrir toda a superfície do projétil terá o nome de projétil encamisado. Caso cubra parte dela, semi-encamisado.

    • A função da camisa ou jaqueta é evitar incrustações de chumbo no cano e na câmara.
    • Esse revestimento é geralmente feito por uma camisa de latão

ID
2802040
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Julgue o seguinte item, a respeito de lesões produzidas por projéteis de arma de fogo.


O exame cadavérico de uma vítima de disparo de arma de fogo de alma lisa deve cursar com o recolhimento de todos os balins, para fins de exame laboratorial.

Alternativas
Comentários
  • Armas de Alma lisa não deixam vestígios (ranhuras) nos projéteis, por esse motivo o exame perícia nos balins não trará informações relevantes.
  • “No que tange à identificação das armas de fogo, esta pode ser direta ou indireta. É direta quando a identificação é feita na própria arma. E indireta quando feita através de estudo comparativo de características deixadas pela arma nos elementos de sua munição. Na identificação direta, leva-se em conta os chamados dados de qualificação, representados pelo conjunto de caracteres físicos constantes de seus registros e documentos, como tipo da arma, calibre, número de série, fabricante, escudos e brasões, entre tantos. Na identificação indireta, usam-se métodos comparativos macro- e microscópicos nas deformações verificadas nos elementos da munição da arma questionada ou suspeita. Dentre eles, o mais importante é o projétil, quando se trata de arma de fogo raiada. Nas armas de alma lisa, a identificação indireta é feita nas deformações impressas no estojo e suas espoletas ou cápsulas de espoletamento. Os outros elementos, como buchas e discos divisórios, não apresentam significado identificador”. FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 263

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • Projéteis múltiplos (balins ou balas pequenas): são utilizados em armas de alma lisa.

  • ERRADO! pois armas de almas lisa não deixam raiamentos nos projéteis logo não servirá para análise, diferentes das armas de alma raiada.

  • Cursar sinônimo de seguir

  • Armas de alma lisa e armas de alma raiada, as armas de alma lisa não deixam quaisquer impressões nos projéteis, já as de alma raiada deixam impressões pelas quais é possível identificar a arma.
  • Bizu em... use sempre arma de alma lisa kkkkkk

  • armas de alma lisa=não deixam quaisquer impressões nos projéteis,

    alma raiada= deixam impressões pelas quais é possível identificar a arma.

  • Lisa: não possui raiamento, não deixam registros nos projéteis. Ex.: espingarda.

    Raiada: possui raiamento para estabilização do projétil. O raiamento imprime no projétil marcas que o tornam microscopicamente identificáveis.Ex. Rifles, pistolas, revólveres.

    Obs.: Balins é o conjunto de projéteis em cada disparo (projéteis múltiplos).

  • Só o projétil atinge o alvo, o estojo não atinge, como em alma lisa não há vestígios no projétil...analisa-se o estojo, já em alma raiada o foco é projétil pq ali terá vestígios.

  • armas de alma lisa=não deixam quaisquer impressões nos projéteis,

    alma raiada= deixam impressões pelas quais é possível identificar o CANO DA arma, porquanto tem armas de fogo em que o cano da arma pode ser trocado. Assim, não se pode afirmar, categoricamente, de qual arma o projetil foi disparado, mas sim de qual cano.


ID
2802043
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Com referência à classificação dos agentes vulnerantes, julgue o item a seguir.


Uma lesão com secção da artéria carótida comum esquerda, em alguns casos, pode ser denominada de esgorjamento, independentemente de ter sido produzida por ação cortante ou cortocontundente.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO CERTO


    Esgorjamento são as lesões produzidas por instrumentos cortantes (eventualmente, por instrumentos cortocontundentes) nas regiões anterior, lateral, anterolateral ou laterolateral do pescoço. 

    ESGORJAMENTO CAUSA:

    1 HEMORRAGIA EXTERNA POR LESAO DOS VASOS;

    2 ASFIXIA POR LESAO DA TRAQUEIA E ASPIRACAO DO SANGUE;

    3 EMBOLIA GASOSA POR SECÇÃO DAS VEIAS JUGULARES.

    Resumo:

    Esgorja (garganta) = região anterior, lateral ou anterolateral do pescoço;

    Degola = região posterior do pescoço (nuca) ;

    Decapitação = ocorre quando corta toda a cabeça . 


    bons estudos

  • Entendia que como a garganta era seccionada, só caberia por ação cortante. Inclusive tal lesão encontra-se em traumatologia por ação cortante.

  • “Esgorjamento são as lesões produzidas por instrumentos cortantes (eventualmente, por instrumentos cortocontundentes) nas regiões anterior, lateral, anterolateral ou laterolateral do pescoço. CROCE, Delton. CROCE Jr., Delton. Manual de Medicina Legal. 8ª edição,pg 1031, Editora Saraiva, 8 edição, 2012, p. 921.

    “Lesão conhecida por esgorjamento e que se caracteriza por uma longa ferida transversal do pescoço, de significativa profundidade, lesando além dos planos cutâneos, vasculonervosos e musculares, órgãos mais internos como esôfago, laringe e traqueia. Sua etiologia pode ser homicida ou suicida. Nos casos de suicídio, quando o indivíduo é destro, o ferimento se dá da esquerda para a direita, sua localização é mais anterolateral esquerda e termina ligeiramente voltada para baixo. Sua profundidade é maior no início da lesão, pois no final da ação a vítima começa a perder as forças. As lesões da laringe e da traqueia no suicídio são menos graves. Podem ocorrer nesses casos várias marcas no pescoço traduzidas por tentativas frustradas, principalmente quando elas são paralelas e próximas umas das outras. Na maioria das vezes, a mão da vítima que segura a arma está suja de sangue. A morte, nesses casos, se verifica por hemorragia, pela secção dos vasos do pescoço; por asfixia, devido à secção da traqueia e aspiração do sangue; e por embolia gasosa, por secção das veias jugulares” FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 228.

    GABARITO DO PROFESSOR: CORRETO

  • Entendi o termo "independente" como exclusão: outra ação que poderia produzir, que não fosse a cortante e cortocontudente

  • - Esgorjamento: quando ocorre corte na parte anterior (da frente) do pescoço e a garganta fica exposta. Lembre que o esgorjamento é no “gógó”.

    - Degolamento: Ferimento produzido na parte posterior (nuca) do pescoço, por instrumento cortante ou corto-contundente.

    - Decapitação: é o ato de separar completamente a cabeça do corpo, produzido, em regra, por instrumentos corto-contundentes.

    Fonte: Medicina Legal - Material de Apoio - Curso Mege.

  • Por objetos cortantes

  • Carrie, pensa por exemplo em um facão ou em um machado, são instrumentos cortocontudentes, todavia, é plenamente possível que com eles se provoque um esgorjamento, degola ou decapitação. 

  • A redação não ficou muito fácil de compreender. Mas quando se fala em secção, percebi uma separação sem ter sido cortado a garganta. Confusa a redação da questão .

  • O termo "independentemente" traz duplo sentido pra afirmativa.

  • A palavra "independentemente" traz explícita ambiguidade, texto de interpretação diversa....

  • Esgorjamento:

    ferida transversal no pescoço, geralmente de

    localização ântero-lateral, com profundidade suficiente para lesionar

    pele, vasos, nervos, músculos e órgãos mais internos (esôfago, laringe

    e traqueia). O esgorjamento deve ser diferenciado quanto a uma

    possível ação homicida (em que o autor sempre se coloca por trás da

    vítima, provocando um ferimento da esquerda para direita, em sentido

    horizontal, uniforme, terminando com a mesma profundidade do seu

    início) ou suicida (lesões menos graves, ferimento da esquerda para a

    direita nos destros, com profundidade maior no início da lesão, pois, ao

    final, o suicida já não tem mais forças). A causa da morte, no

    esgorjamento, ocorre por hemorragia (devido à secção dos vasos do

    pescoço), por asfixia (secção da traqueia e aspiração de sangue) e por

    embolia gasosa (secção das veias jugulares.

  • *i- Degola: região cervical posterior (nuca); dorsal do pescoço. 

    *ii- Esgorjamento: região anterior-lateral da cervical (anterior → antes = frente);  lateral do pescoço.

    *iii- Decapitação: secção da cabeça - separação da cabeça do resto do corpo. 

    *iv- Esquartejamento: ato de dividir o corpo em partes por amputação ou desarticulação. → secção do corpo em vários segmentos nas articulações. (divide-se os membros e partes na região das articulações.) 

    v- Espostejamento: secção do corpo em vários segmentos fora das articulações.

    vi- Lesões de defesa: nas mãos, nos braços e até mesmo nos pés, que são feitas na tentativa da vítima se defender ou segurar a arma do agressor. 

    vii- Castração: remoção dos órgãos genitais que tem na maioria dos casos o instinto de vingança.

    viii- Haraquiri: feridas profundas da parede abdominal; --> forma de suicídio ritual praticada no Japão, que consiste em rasgar o ventre à faca ou a sabre;

    ix- Feridas estigmatizantes: utilizadas como forma de estigmatizar a vítima, viva ou morta, com a marca do executor ou da facção.

  • A questão traz "independentemente de ter sido produzida por ação cortante ou cortocontundente." qual seria a outra ação capaz de causar o esgorjamento?? Complicado.. A meu ver só nessas duas ações seria possível..

  • "independentemente de ter sido produzida por ação cortante ou cortocontundente."

    Como é possível o esgorjamento SEM SER por ação conrtante ou cortocontudende?

  • Uma lesão com secção da artéria carótida comum esquerda, em alguns casos, pode ser denominada de esgorjamento, independentemente de ter sido produzida por ação cortante ou cortocontundente. (CERTO)

    sentiu dificuldade inverte as orações:

    Independentemente de ter sido produzida por ação cortante ou de ter sido produzida por ação cortocontundente. Uma lesão com secção da artéria carótida comum esquerda, em alguns casos, pode ser denominada de esgorjamento? (SIM)

    E em outros casos será apenas uma lesão cortante/incisa ou cortucontusa.

    Fonte:projeto_1902


ID
2802046
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Com referência à classificação dos agentes vulnerantes, julgue o item a seguir.


Nas lesões causadas por explosão de artefatos pirotécnicos, pode-se ter a combinação de agentes contundentes com agentes térmicos.

Alternativas
Comentários
  • Gab certa

     

    Blast: Conjunto de efeitos lesivos causados pelas explosões

     

    Blast Primário : Onde de pressão do ar

    Blast Secundário: Projéteis causados pela fragmentação de objetos

    Blast Terciário: Arremesso do corpo

    Blast Quartenário: Qualquer lesão não relacionada as anteriores. 

  • A título de conhecimento:


    As lesões por granas também são denominadas de "Blast Injury". A blast injury é um conjunto de manifestações violentas e produzida pela expansão gasosa de uma explosão potente, acompanhada de uma onda de pressão ou de choque que se desloca brusca e rapidamente em uma velocidade muito grante, a pouca distância da vítima e, mais grave, em locais fechados.

     


    1. Blast Primário  resulta da onda de choque propriamente dita, em razão da explosão;


    2. Blast Secundário – causado pelo lançamento de fragmentos, como estilhaços ou projéteis colocados no interior da granada, além de pedaços de objetos arremessados em razão da onda de choque.


    3. Blast Terciário – Consiste no na onda de choque que atua sobre as pessoas ao redor da explosão, jogando-as contra o solo e objetos diversos.


    4. Blast Quaternário – causado por outras lesões e doenças relacionadas ao trauma, que não relacionados aos outros três níveis de blast, tais como: queimaduras, esmagamentos, intoxicações, lesões cerebrais, distúrbios respiratórios, cardiovasculares e metabólicos.

  • As lesões de ação contundente decorreriam do blast secundário, que seria nada mais nada menos que os objetos lançados contra alguém em razão da explosão.

  • Lesões produzidas por artefatos explosivos.” Chama-se de explosão um mecanismo produzido pela transformação química de determinadas substâncias que, de forma violenta e brusca, produz uma quantidade excessiva de gases com capacidade de causar malefícios à vida ou à saúde de um ou de vários indivíduos. Na maioria das vezes, sem contar com o seu uso bélico, ela é de origem acidental, mas pode ter como etiologia o homicídio e mais raramente o suicídio.

    As lesões produzidas por esses artefatos podem ser por ação mecânica e por ação da onda explosiva. As primeiras são provenientes do material que compõe o artefato e dos escombros que atingem as vítimas. As outras são decorrentes das ondas de pressão e sucção, que compõem a chamada síndrome explosiva ou blast injury. As lesões provocadas pela ação mecânica da explosão estão representadas por ferimentos, mutilações e fraturas, os quais são produzidos quase exclusivamente pelos escombros das estruturas atingidas, variando, é claro, com o grau de intensidade do explosivo e da distância que se encontra a vítima. A região do corpo também varia muito, pois depende da forma do artefato usado. Se é cartabomba, por exemplo, as regiões mais atingidas são as mãos e a face. Se é na modalidade mina, os pés são os mais atingidos.

    A blast injury é um conjunto de manifestações violentas e produzida pela expansão gasosa de uma explosão potente, acompanhada de uma onda de pressão ou de choque que se desloca brusca e rapidamente em uma velocidade muito grande, a pouca distância da vítima e, mais grave, em locais fechados. Segundo William, esta força, para produzir lesões no homem, deve ser no mínimo de 3 libras por polegada quadrada. Se a expansão da onda explosiva ocorre dentro d’água, verificam-se os mesmos efeitos, levando em conta que a água apresenta uma velocidade de propagação e intensidade de 1.600 m por segundo.” FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p.244

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO

  • Onda de choque + Calor

  • Genival França:

    "As lesões produzidas por esses artefatos podem ser por ação mecânica e por ação da onda explosiva. As primeiras são provenientes do material que compõe o artefato e dos escombros que atingem as vítimas. As outras são decorrentes das ondas de pressão e sucção, que compõem a chamada síndrome explosiva ou blast -injury." - agentes contundentes e agentes térmicos, respectivamente.

    BONS ESTUDOS!

  • GAB CERTO- Trata-se do conjunto de manifestações violentas causadas pela expansão dos gases

    de uma grande explosão, que causa a onda de choque e de pressão, e assim leva ao

    deslocamento bruto de ar em todas as direções.

     Segundo o professor Wilson Palermo, há uma reação exotérmica

    acompanhada de intenso deslocamento de ar em todas as direções.

    Diz ainda que, esse deslocamento do ar pode se dar de forma:

     Centrífuga (onda positiva), que é inicial.

     Centrípeta (onda negativa), que segue a forma positiva.

    BLAST

    Ocorre diante de uma explosão de qualquer artefato explosivo, que gera uma onda

    de choque. A velocidade dessa onda irá variar de acordo com a potência da carga

    explosiva.

    O Blast pode ser:

     Aéreo – 340 m/s

     Aquático – 1.500 m/s

     Terrestre – 5.000 m/s

    Em relação a proximidade do alvo ao centro da explosão, o Blast pode ser primário,

    secundário ou terciário:

     PRIMÁRIO

    Alvo que está no centro da explosão, poderá ser carbonizado, espostejado,

    reduzidos a pedaços, conforme a força da explosão.

    Ex.: homem bomba.

     SECUNDÁRIO

    Quando se está um pouco afastado do centro da explosão, sendo o alvo

    atingido pelos estilhaços oriundos do centro da explosão.

     TERCIÁRIO

    É a onda de choque que projeta a pessoa contra o chão, ou algum anteparo,

    podendo causar lesões contundentes.

    O alvo encontra-se mais afastado que no Blast secundário.

    LESÕES CAUSADAS EM FUNÇÃO DE EXPLOSÕES

    Podem levas a lesões contusas ou corto-contusas.

     Segundo o Professor Genival V. de França e o Professor Wilson

    Palermo, NÃO EXISTE LESÃO DILACERANTE (mesmo se oriunda de

    explosões), pois não há instrumentos com os mesmos nomes, sendo

    na verdade uma variação da lesão contusa.

    EFEITOS DO BLAST

     BLAST AUDITIVO

    É comum que ocorra a rotura do tímpano, causando a surdez passageira.

     BLAST NOS ÓRGÃOS

    É possível que ocorram efeitos do Blast nos órgãos, como no pulmão,

    podendo inclusive não existir lesões externas.

  • BLAST PRIMÁRIO: resulta da onda de choque. Há lesões frequentes em órgãos que contêm ar (ouvido, pulmão, tubo digestivo - intestino e estômago).

    BLAST SECUNDÁRIO: projéteis formados pelo estilhaçamento do material do artefato explosivo ou dos objetos próximos à explosão, tais como janelas e garrafas de vidro. Poderão gerar lesões contusas, cortocontusa, cortante e perfuro-incisas.

    BLAST TERCIÁRIO: a vítima é arremessada à distância pela explosão e cai ao chão, gerando lesões contusas.

    BLAST QUARTENÁRIO: todas lesões que não resultaram dos blasts anteriores. Pode haver queimaduras (lesão de origem térmica) e intoxicação por gás ou produto químico resultante da explosão.


ID
2802049
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Com referência à classificação dos agentes vulnerantes, julgue o item a seguir.


Em geral, fraturas ósseas ou dentárias pressupõem a participação de agente contundente, perfurocontundente ou cortocontundente.

Alternativas
Comentários
  • Um exemplo bem peculiar dessas lesões cortocontundentes, que se apresentam com características próprias, é a mordedura ou dentada, produzida pelo homem ou por animais, que são sempre pesquisadas na pele humana, em alimentos e em objetos. Tem por ação uma forma de mecanismo que atua por pressão e secção, principalmente quando provocada pelos dentes incisivos. O mesmo se diga dos animais herbívoros, cujas peças dentárias anteriores se assemelham aos incisivos humanos. Por outro lado, os dentes dos animais carnívoros são mais perfurantes.

  • AÇÃO CONTUNDENTE- "Fraturas. Decorrem dos mecanismos de compressão, flexão ou torção e caracterizam-se pela solução de continuidade dos ossos. São chamadas de diretas, quando se verificam no próprio local do traumatismo, e indiretas, quando provêm de violência em uma região mais ou menos distante do local fraturado. Estas últimas têm como exemplo o indivíduo que cai de uma certa altura em pé e fratura a base do crânio por contragolpe."- P. 239

    AÇÃO CORTUCONTUNDENTE- "São ferimentos produzidos por instrumentos que, mesmo sendo portadores de gume, são influenciados pela ação contundente, quer pelo seu próprio peso, quer pela força ativa de quem os maneja. Sua ação tanto se faz pelo deslizamento, pela percussão, como pela pressão. São exemplos desse tipo de instrumento: a foice, o facão, o machado, a enxada, a guilhotina, a serra elétrica, as rodas de um trem, a tesoura, as unhas e os dentes. As lesões verificadas por essa forma de energia são chamadas cortocontusas. Têm forma bem variável, dependendo da região atingida e da inclinação, do peso, do gume e da força viva que atua. Sendo o instrumento mais afiado, predominam as características dos ferimentos cortantes. Quando o fio de corte não for vivo, prevalecem os caracteres de contusão nos tecidos. São lesões quase sempre graves, fundas, alcançando mais profundamente os planos interiores e determinando as mais variadas formas de ferimentos, inclusive fraturas Não apresentam cauda de escoriação nem pontes de tecidos íntegros entre as vertentes da ferida, o que as diferencia das feridas cortantes e contusas, respectivamente". P. 288 e 289

    AÇÃO PERFUROCONTUNDENTE- "As feridas perfurocontusas são produzidas por um mecanismo de ação que perfura e contunde ao mesmo tempo. Na maioria das vezes, esses instrumentos são mais perfurantes que contundentes. Esses ferimentos são produzidos quase sempre por projéteis de arma de fogo; no entanto, podem estar representados por meios semelhantes, como, por exemplo, a ponta de um guarda-chuva. Ainda assim, nosso estudo será orientado apenas para o projétil de arma de fogo. (...) Nos disparos dados a curta distância, o ferimento é geralmente único, em virtude de todos os elementos da munição, como uma só massa, entrarem por um único pertuito (Figura 4.41 A). É de grande dimensão e, quase sempre, com perda ou desgarramento parcial de retalhos da pele, dando-lhe uma forma irregular e estrelada. Pode apresentar em seu derredor orla de esfumaçamento, zonas de queimaduras, pequenas feridas de uma ou outra esfera e halo de tatuagem. O trajeto está caracterizado por um túnel de paredes irregulares, anfratuosas e laceradas. O ferimento de saída é sempre representado por uma ferida contusa, muito irregular, com bordas evertidas e, de acordo com a região atingida, acompanhada de conteúdo visceral ou de fraturas múltiplas. p. 262 e 280 FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015.

    Assim, fraturas ósseas ou dentárias pressupõem ações contundentes, cortocontundentes e perfurocontundentes.

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO



  • Por gentileza colega "estudante Solitário", Deixe de ser sem noção cara.

  • Como quase sempre, o comentário do PROFESSOR é um lixo e não expõe nenhuma interpretação quanto a questão.

  • Existem fraturas por carbonização e o agente vulnerante seria o fogo (energias de ordem física)... estou confuso com o gabarito.
  • Em resposta ao colega Alexandre Lanconi, a assertiva diz "em geral", penso que isso a torna correta.
  • é possivel quebrar um dente com um soco ? sim, contudente

    é possivel quebrar um dente com um tiro ? sim, perfurocontundente

    é possivel quebrar um dente com um machado ? sim, cortocontundente

    é possivel quebrar um dente com uma navalha ? não, cortante (assim por diante, faça uma analise relação objeto x fratura)

  • Senhores, é possível bloquear esse sem noção (estudante solitário) e também denunciar sua conduta. Por favor façam. Ele nem parece nos meus comentários!

  • Instrumento misto de natureza contundente, pode provocar lesão contusa.

  • Nos manuais, a exemplo do de França, fraturas são exemplos de lesões contundentes. Assim, meu raciocínio foi de que igualmente poderiam ser fruto de ações mistas, como a perfurocontundente ou a cortocontundente.

    Definição de Genival Veloso de França:

    Fraturas. Decorrem dos mecanismos de compressão, flexão ou torção e caracterizam-se pela solução de continuidade dos ossos. São chamadas de diretas, quando se verificam no próprio local do traumatismo, e indiretas, quando provêm de violência em uma região mais ou menos distante do local fraturado. Estas últimas têm como exemplo o indivíduo que cai de uma certa altura em pé e fratura a base do crânio por contragolpe.


ID
2802052
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Com referência à classificação dos agentes vulnerantes, julgue o item a seguir.


Um mesmo instrumento pode produzir lesões incisas, perfuroincisas, cortocontusas e contusas.

Alternativas
Comentários
  • Acertei, porém, eu queria um exemplo de tal instrumento...

  • Michelle imagine uma faca, ela pode produzir uma lesão incisa se for usada por deslizamento do gume afiado;

     

    Pode produzir uma lesão perfuroincisa caso seja utilizada sua ponta afiada perfurando um corpo;

     

    Pode produzir um ferimento cortocontuso caso seja utilizada com força a parte contraria ao gume;

     

     Por fim caso seja usado o cabo, pode ocorrer uma ferida contusa.

  • se eu tenho uma arma de fogo e disparo então eu tenho um lesão perfurocontundente

    se com a mesma arma eu dou uma coronhada em alguém então eu tenho uma lesão contundente

    perceba que é o mesmo instrumento.

  • só seriais Killers rsrs


  • kadio castor você ta errado meu amigo não existe lesão perfuro contundente e o instrumentotroca essa confusão que você fez as bancas faz também para induzir candidato ao erro


    se eu tenho uma arma de fogo e disparo então eu tenho um lesão perfurocontundente ERADO

    PERFURO-CONTUSA CERTO



  • loucura!

    quem ficou imaginando o uso da ferramenta é melhor dar uma pausa nos estudos.

  • Acho que um exemplo seria aquele machado tipo medieval...


    https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-779009010-machado-medieval-em-aco-funcional-_JM

  • GABARITO CERTO

    Pensei na FACA também.

    1) usando por deslizamento, cortando mesmo. CORTANTE

    2) usando na vertical, com força, perfurando. PERFURO-CORTANTE

    3) usando para cortar cana de açúcar, batendo a faca. CORTO-CORTANTE

    4) usando a parte contrária da faca, o lado não afiado. CORTO-CONTUSO

    5) e usando o cabo para bater. CONTUSO

    bons estudos

  • “O dado essencial caracterizador da natureza de uma lesão não é o instrumento em si, mas a forma de utilização do mesmo. Certos instrumentos são tipicamente causadores de tal ou qual espécie de lesão, mas o que definirá efetivamente a natureza delas será a forma de emprego do objeto. Explica-se: uma agressão a machadadas gera, em princípio, lesões cortocontusas. Porém, se o agressor usar apenas o cabo, a lesão será contundente; se usar apenas a lâmina (deslizando-a sobre a vítima), a lesão será cortante. Assim, nas provas e na atividade profissional, é preciso cuidado para não confundir o instrumento utilizado com a ação produzida, sendo esta última o que determinará a espécie da lesão. Outro ponto importante a ser ressaltado é, segundo Roberto Blanco, o estudo da área da superfície atingida. De acordo com ele, “a pressão exercida em um ponto é igual à força aplicada dividida pela superfície de aplicação”. Com isso, temos que, com a mesma quantidade de força aplicada, podem-se ter lesões completamente diferentes, dependendo da área corpórea onde se dá o impacto (ex.: nádegas e crânio) e da área do objeto que é usado para lesionar (ex.: salto de sapato masculino e feminino). GRECO, Rogério. DOUGLAS, William. Medicina legal à luz do direito penal e do direito processual penal. 12º edição, p. 74 e 75.

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO

  • GABARITO CORRETO

    Em perícia médico-legal, um instrumento vulnerante é identificado e classificado de acordo com sua ação, ou seja, um mesmo instrumento pode produzir variadas formas de lesão.

    Para haver progresso, tem que existir ordem. 

    DEUS SALVE O BRASIL.

    WhatsApp: (061) 99125-8039

    Instagram: CVFVitório

    Facebook: CVF Vitorio

  • Cuidado!

    Retificando o comentário da Débora Oliveira:

    No item "5) usando o cabo para bater"  instrumento é CONTUNDENTE!

    O cabo usado para bater em alguém gera uma lesão contusa.

  • machado

  • Pensei em uma espada: posso causar lesões incisas, perfuroincisas, cortocontundentes e contundentes, nesta ultima utilizando a parte lateral da espada onde não está o gume.

  • DEPOIS DESTA PERGUNTA, VOU REPARAR MAIS NO SERIADO VIKINGS E VER SE COM UM MACHADO DA PRA FAZER TAIS FERIMENTOS......

  • É plenamente possível que um instrumento possa causar tantos tipos de ferimentos. Imaginei aqueles canivetes multiuso que até até lanterna tem.

    Enfim, o objeto pode até mesmo ser criado para uma tortura ou coisa do tipo.

  • A tesoura é um ótimo exemplo também, que dependendo do seu tamanho e afiação, pode provocar todas as lesões descritas.
  • Facão de corte de cana, por exemplo.

    A depender do peso, o golpe desferido com as "costas" do facão causa uma lesão contusa, podendo fraturar um braço.

  • Penso que sempre terá um objeto que provoque todos os tipos de ferimentos, a depender de como se usa. Eu pensei na espada.

  • GABARITO CERTO

    Pensei na FACA também.

    1) usando por deslizamento, cortando mesmo. CORTANTE

    2) usando na vertical, com força, perfurando. PERFURO-CORTANTE

    3) usando para cortar cana de açúcar, batendo a faca. CORTO-CORTANTE

    4) usando a parte contrária da faca, o lado não afiado. CORTO-CONTUSO

    5) e usando o cabo para bater. CONTUNDENTE

    bons estudos

  • Pesquisem no google - Machado Medieval

  • Espada

  • E ainda pode produzir mais de um tipo de lesão no mesmo ferimento, perfuro Incisa e contusa por exemplo, imagina que a faca foi enfiada com tanta força, que chegou ao cabo provocando uma segunda lesão. infelizmente, isso eu aprendi na prática.
  • GABARITO: CERTO

    Pensei na FACA também.

    1) usando por deslizamento, cortando mesmo. ação/agente CORTANTE // lesão/ferida INCISA

    2) usando na vertical, com força, perfurando. ação/agente PERFURO-CORTANTE // lesão/ferida PERFURO-INCISA

    3) seria ação/agente CORTO-CONTUNDENTE // lesão/ferida CORTO-CONTUSA

    4) usando a parte contrária da faca, o lado não afiado.  ação/agente CORTO-CONTUSO // lesão/ferida CORTO-CONTUNDENTE

    5) seria ação/agente CONTUNDENTE // lesão/ferida CONTUSA

  • Como um instrumento de ação cortante, pode provocar lesões contusas?

    Ação cortante.

    Forma de ação: Deslizamento LINEAR, e age em LINHA e não em ponto.

    As feridas são incisas

    hemorragia abundante.

    Eu aprendi assim, caso esteja errado me desculpem.

  • um punhal, faca ou espada com apenas um gume e cabo rígido, pode causar essas lesões facilmente.


ID
2802055
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

No que se refere à medicina legal, julgue o item que segue.


O sinal de Amussat, que corresponde a lesão na túnica íntima da artéria carótida, é mais comum no enforcamento do que na esganadura.

Alternativas
Comentários
  • Sinal de. Laceração transversal da túnica interna (íntima) da carótida comum, logo abaixo da bifurcação, no enforcamento.

  • GABARITO CERTO

    Lesões dos vasos: incidem sobre as artérias e, excepcionalmente, nas veias. Amussat descreveu um sinal, que tem o seu nome, constituído da secção transversal da túnica íntima da artéria carótida comum nas proximidades de sua bifurcação. Essas rupturas podem ser únicas ou múltiplas, superficiais ou profundas, visíveis a olho nu ou não. São mais encontradas nos enforcamentos por laços finos e duros, ocupando uma maior ou menor parte da circunferência do vaso. O referido sinal é mais encontrado na artéria do lado oposto do nó. 

    Fonte:Medicina legal / Genival Veloso de França. - 10. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.

  • O sinal de Amussat é um sinal típico de enforcamento, Lesao interior da carotida por Enforcamento

    ENFORCAMENTO- Lesões dos vasos – incidem sobre as artérias e, excepcionalmente nas veias. Amussat descreveu um sinal, que tem o seu nome (Sinal de Amussat), constituído da secção transversal da túnica íntima da artéria carótida comum nas proximidades de sua bifurcação. Essas roturas podem ser únicas ou múltiplas, superficiais ou profundas, visíveis a olho nu ou não. São mais encontradas nos enforcamentos por laços finos e duros, ocupando uma maior ou menor parte da circunferência do vaso. O referido sinal é mais encontrado na artéria do lado oposto do nó.

    SINAL DE AMUSSAT

    Trata-se da lesão causada no interior da carótida (túnica interna).

     Só é possível no enforcamento e no estrangulamento.

     Se em virtude de esganadura, chama-se sinal de França

  • SINAIS COMUNS NO ENFORCAMENTO:

    - SINAL DE AMUSSAT- ruptura da túnica íntima da carótida (ou interna);

    -SINAL DE FRIEDBEG- equimose da túnica externa da carótida;

    -SINAL DE DOTTO- ruptura da bainha de mielina do nervo vago;

    -SINAL DE BONNET- ruptura das cordas vocais;

    -LINHA ARGÊNTICA (fica na cor prata)- escoriação da pele por laços duros e depois a desidratação da pele (ex.: arame, corda).

  • FRANÇA explica que: "Amussat descreveu um sinal, que tem o seu nome, constituído da secção transversal da túnica íntima da artéria carótida comum nas proximidades de sua bifurcação. Essas rupturas podem ser únicas ou múltiplas, superficiais ou profundas, visíveis a olho nu ou não. São mais encontradas nos enforcamentos por laços finos e duros, ocupando uma maior ou menor parte da circunferência do vaso. O referido sinal é mais encontrado na artéria do lado oposto do nó. (...) Há outras lesões vasculares mais raras, como: a ruptura da túnica externa da artéria carótida interna ou externa (sinal de Lesser)".FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 361.

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO

  • CERTO. Sinal de Amussat - à a força exercida pelo laço sobre o feixe vasculo nervoso pode acarretar a rutura transversal da túnica interna da artéria carótida primitiva (pouco frequente). A artéria carótida possui três túnicas em sua composição. O sinal de Amussat é a rotura da túnica interna dessa artéria.

    Método mnemônico para diferenciar os sinais de Amussat e Friedberg - “almoçar” é o momento em que se coloca comida para dentro/para o interior. Assim, Amussat é no interior da carótida. Dessa forma, Friedberg é o sinal na túnica externa. 

    Fonte: minhas anotações das aulas do Professor ANdré Uchôa

  • MINEMONICO= "RICA"

    R= ruptura

    I=interna

    C=carrotica

    ===

    A= amussat

  • Sinal de Amussat ( secção transversal da tunica intima da arteria carotida comum ao nivel de sua bifurcarção )

    Questão : CERTA

     Sinal de Amussat, que corresponde a lesão na túnica íntima da artéria carótida, é mais comum no enforcamento,

  • FRANÇA explica que: "Amussat descreveu um sinal, que tem o seu nome, constituído da secção transversal da túnica íntima da artéria carótida comum nas proximidades de sua bifurcação. Essas rupturas podem ser únicas ou múltiplas, superficiais ou profundas, visíveis a olho nu ou não. São mais encontradas nos enforcamentos por laços finos e duros, ocupando uma maior ou menor parte da circunferência do vaso. O referido sinal é mais encontrado na artéria do lado oposto do nó. (...) Há outras lesões vasculares mais raras, como: a ruptura da túnica externa da artéria carótida interna ou externa (sinal de Lesser)".FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 361.

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO

  • Mnemônico:

    Estrangulamento: estrangulei LESSER e AMUSSAT.

    OBS: aplica-se ao enforcamento.

  • Gabarito: Correto!

    O sinal de amussat (secção transversal da túnica íntima) é comum ser encontrado no enforcamento e estrangulamento, no entanto, não é encontrado na esganadura.

  • SINAL DE FRIEDBEG - Lesão na parte de Fora da carótida

  • GABARITO: CERTO

    O Sinal de Amussat é realmente mais comum no enforcamento. Ele é a ruptura da camada (túnica) íntima (interna) da artéria carótida.

  • Cuidado para não confundir Sinal de Amussat com o sinal de França

    Sinal de Amussat - lesões causadas no interior da carotida (túnica interna);

    • só é possível no ENFORCAMENTO e no ESTRANGULAMENTO

    Sinal de França - similiar de Amussat

    • Somente ocorre na ESGANADURA.
  • Sinais particulares para constrição do pescoço com laço:

    a) lesão da íntima das jugulares (Zienke);

    b) lesão da íntima das carótidas interna e externa (Lesser);

    c) lesão da íntima da carótida primitiva (Amussat);

    d) lesão da adventícia da carótida primitiva (Etienne-Martin);

    e) equimose retrofaringeana (Brouardel-Vibert-Descourt);

    f) ruptura das cordas vocais (Bonnet);

    g) ruptura da bainha de mielina do nervo vago (Dotto);

    h) gota de gordura no tecido subcutâneo (Orso's);

    i) luxação da 2a vértebra cervical (Ambroise-Paré);

    j) infiltrado hemorrágico na derme e tecido subcutâneo (Hoffmann-Haberd);

    k) fratura do corpo do osso hioide (Morgagni-Valsalva-Orfila-Rõemmer);

    l ) fratura do corpo da cartilagem cricoide (Helwiz);

    m) infiltração sanguínea na adventícia (Friedberg);

    n) fraturas das apófises superiores da cartilagem tireoide (Hoffmann);

    0) seção transversal da túnica íntima da carótida comum, próxima à sua bifurcação (Amussat-Devergie-Hoffmann);

    p) borda superior do sulco saliente e violácea (Schulz).


ID
2802058
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

No que se refere à medicina legal, julgue o item que segue.


Caso uma pessoa seja encontrada morta, pendurada por uma corda envolta em seu pescoço, mas com os joelhos semifletidos e os pés tocando o chão, deve-se excluir a hipótese de suicídio por enforcamento.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO ERRADO

    Suspensão atípica ou incompleta, se é apoiado pelos pés, joelhos ou outra parte qualquer do corpo. Antigamente, não se admitia o enforcamento por suspensão incompleta; somente após o suicídio do Príncipe Condé, passou-se a aceitar tal possibilidade. Esta forma de enforcamento não é tão rara quanto se imagina.

    Fonte: Medicina legal / Genival Veloso de França. - 10. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.

  • Chamado de enformacamento incompleto que se diferencia do atipico que nada tem haver com suspensão mas o tipo de nó, que fica localizado na parte frontal do laço.

  • “Chama-se de suspensão típica ou completa aquela em que o corpo fica totalmente sem tocar em qualquer ponto de apoio: e suspensão atípica ou incompleta, se é apoiado pelos pés, joelhos ou outra parte qualquer do corpo. Antigamente, não se admitia o enforcamento por suspensão incompleta; somente após o suicídio do Príncipe Condé, passou-se a aceitar tal possibilidade. Esta forma de enforcamento não é tão rara quanto se imagina.” FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p.356

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • São múltiplos os locais que servem como ponto de apoio para prender o laço, desde telhados, ramos de árvores, trinco de portas, entre outros.

    Chama-se de suspensão típica ou completa aquela em que o corpo fica totalmente sem tocar em qualquer ponto de apoio; e suspensão atípica ou incompletaquando se apoia parcialmente os pés, joelhos, ou qualquer outra parte do corpo.

  • A FUNCAB TAMBÉM O CHAMA DE ENFORCAMENTO PARCIAL.

  • ERRADO: No enforcamento, o peso do próprio corpo da vítima é que traciona o nó. Se a tração do nó for qualquer outra forma que não seja o peso do corpo da vítima, será observado um estrangulamento, como as próprias mãos do agressor apertando o laço. No enforcamento o corpo pode estar totalmente suspenso ou apoiado parcialmente sobre o solo e não há necessidade de todo o peso do indivíduo para que ela ocorra.

    fonte: minhas anotações aulas André Uchôa

  • Chama-se de suspensão típica ou completa aquela em que o corpo fica totalmente sem tocar em qualquer ponto de apoio: e suspensão atípica ou incompleta, se é apoiado pelos pés, joelhos ou outra parte qualquer do corpo.

    Antigamente, não se admitia o enforcamento por suspensão incompleta; somente após o suicídio do Príncipe Condé, passou-se a aceitar tal possibilidade.

    Esta forma de enforcamento não é tão rara quanto se imagina.”

    Fonte: FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p.356 - GABARITO DO PROFESSOR DO QC: ERRADO

  • Enforcamento imparcial

  • Enforcamento imparcial? esse tipo é novidade para mim.

  • Wladimir Herzog que diga... o tal de seu "suicídio" com os pés no chão e a cabeça voltada para o lado do nó.

  • Enforcamento

    Completo: O corpo não fica apoiado no chão, provocando sulco mais evidente, profundo.

    Incompleto: O corpo permanece apoiado no chão, basta o peso da cabeça para causar a morte. Durante muito tempo se pensou que esse tipo de enforcamento não indicava suicídio, mas homicídio, hoje se sabe ser perfeitamente possível morrer por enforcamento mesmo tendo o corpo apoiado no chão.

    Típico: O nó do laço fica na parte posterior do pescoço – nuca.

    Atípico: O nó do laço fica em qualquer parte diferente da posterior, ex: anterior – garganta ou lateral. Chama-se ALÇA o laço que se forma em volta do pescoço.

  • ENFORCAMENTO geralmente apresenta sulco único, acima da laringe (no alto), de profundidade variável, apergaminhado, tendo uma interrupção na proximidade do nó, sendo mais profundo na parte da alça, apresentando DIREÇÃO OBLÍQUA ASCENDENTE.

    Quanto aos TIPOS DE ENFORCAMENTO:

    A) TÍPICO- nó está situado atrás do corpo da vítima;

    B) ATÍPICO- mais raro, se dá quando o nó está localizado na lateral ou na parte frontal do corpo da vítima;

    C) COMPLETO- corpo está totalmente suspenso não havendo contato com o solo;

    D) INCOMPLETO- corpo da vítima, de algum modo, toca o solo, seja encostando os pés, joelhos ou o abdômen.

  • Enforcamento incompleto

  • Não existe no mundo real
  • Trata-se de hipótese de enforcamento incompleto, segundo o qual o corpo da vítima toca, de alguma forma, o solo, seja através dos pés, dos joelhos ou até mesmo do abdômen. (Wilson Luiz Palermo Ferreira).

  • ENFORCAMENTO: Constrição do pescoço com fio, laço, sem utilização das mãos fazendo força. O próprio corpo aperta o laço. Ex: Suicida que amarra ponta de uma corda em uma árvore alta e com a outra ponta faz um laço e amarra ao redor do seu pescoço. Ao pular, o peso do seu próprio corpo o enforcará.

             (i) Completo: Todo o corpo fora do chão

             (ii) Incompleto: Alguma parte do corpo encosta no chão 


ID
2802061
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

No que se refere à medicina legal, julgue o item que segue.


Em caso de lesão corporal dolosa não seguida de morte, a classificação jurídica da lesão em leve, grave ou gravíssima não será de competência do perito médico-legista.

Alternativas
Comentários
  • Primeiramente quem irá classifica-la será o delegado de polícia.

  • Pegadinha: o perito não classifica juridicamente ele dá a causa clinica. ;)

  • Quem classifica a causa jurídica da morte são os operadores do direito: delegado, membro do MP, juiz e defensor.

  • O perito responde aos quesitos, mas a classificação é feita pelos operadores do Direito. Inclusive, eles não estão vinculados ao laudo pericial. Podem rejeitar ou discordar do laudo, desde que motivadamente.

  • A classificação da lesão corporal será feita pelo operador do direito (delegado, MP, juiz).


    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO


  • Nos termos do art. 182 do CPP:  "O juiz não ficará adstrito ao laudo, podendo aceitá-lo ou rejeitá-lo, no todo ou em parte."

  • As pericias, por possuírem base cientifica, constituem um forte elemento de convicção judicial no processo, porém o juiz não estará vinculado aos laudos periciais, podendo rejeita-lo, conforme inteligência do artigo CPP.

    Fonte: medicina Legal; editora juspodivm; pag 27 e 28

  • Cespe querendo ser engraçada, Perito: "PERICIAA" DELTA classifica;

  • A Questão é bem clara:" CLASSIFICAÇÃO JURÍDICA da lesão..."

    Onde que o legista dará uma classificação dessas???

  • Gabarito Errado.

    O perito médico-legista utiliza-se da literatura médica para realizar exames e diagnosticar o tipo de lesão, por outro lado, o profissional do direito utiliza-se da literatura jurídica para classificar/enquadrar o tipo de lesão leve, grave e gravíssima para fins de efeitos e consequências no âmbito do direito, isso porque a discussão engloba as fontes do direito, como lei, doutrina, jurisprudência, não estando o perito habilitado para fazê-la.

    Bons estudos!

  • Sério, tem uns comentários idiotas por aqui, de pessoas que se acham melhores do que os outros. Menos galera, quase nada, vamos se ajudar aqui.

  • GABRITO: CERTO

  • valeu pessoal.
  • O Blanco SEMPRE fala disso nas aulas de lesões e resposta aos quesitos.

  • Quem classifica a causa jurídica da morte são os operadores do direito: delegado, membro do MP, juiz e defensor.


ID
2802064
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

No que se refere à medicina legal, julgue o item que segue.


O fato de uma vítima de agressão sobreviver à injúria corporal, mas, devido a isso, perder toda a função renal direita, sem acometimento do rim esquerdo, caracteriza o crime de lesão corporal de natureza leve.

Alternativas
Comentários
  • Lesão corporal

           Art. 129. Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem:

           Pena - detenção, de três meses a um ano.

           Lesão corporal de natureza grave

           § 1º Se resulta:

           I - Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias;

           II - perigo de vida;

           III - debilidade permanente de membro, sentido ou função;

           IV - aceleração de parto:

           Pena - reclusão, de um a cinco anos.

           § 2° Se resulta:

           I - Incapacidade permanente para o trabalho;

           II - enfermidade incuravel;

           III perda ou inutilização do membro, sentido ou função;

           IV - deformidade permanente;

           V - aborto:

           Pena - reclusão, de dois a oito anos.

  • Grave!

  • trata-se de lesão corporal GRAVE, por debilidade permanente de membro, sentido, ou função.

  • Òrgãos duplos: Se há perda de um dos orgãos duplos e o outro permanece normal, a lesão é grave. 

  • Conforme artigo 129 §1º III CP, a lesão corporal terá natureza grave, pois o agente causou na vitima a perda total da função renal direita, que é uma debilidade permanece da função.

  • Acho que é necessário ver a função renal como um todo (função excretora). Portanto, em se tratando de órgãos duplos, a função total excretora não é totalmente perdida (o que caracterizaria lesão gravíssima). Assim, ocorre a somente a debilidade (pois somente um rim foi afetado) permanente da função renal, características de lesões corporais GRAVES.

  • O conceito de lesão corporal leve é feito por exclusão, excluindo, no caso, as lesões que não são graves, nem gravíssimas e também as seguidas de morte.

    Art. 129, § 1º, CP- LESÃO CORPORAL GRAVE: a) incapacidade para as ocupações habituais POR MAIS DE 30 DIAS; b) aceleração do parto, c) perigo de vida, d) DEBILIDADE PERMANENTE de membro, sentido ou função.

    Art. 129, § 2º, CP- LESÃO CORPORAL GRAVÍSSIMA: a) incapacidade permanente para o trabalho, b) enfermidade incurável, c) perda ou inutilização de membro, sentido ou função, d) deformidade permanente, e) aborto.

    Vejamos: “Desclassifica-se o crime de lesão corporal gravíssima para grave quando ocorrer ablação ou inutilização de apenas um dos elementos componentes de determinada função ou sentido, como acontece em relação àqueles que se apóiam em órgãos duplos, acarretando tão-só a diminuição funcional do organismo e não a sua perda” (TAMG – AP – Rel. Freitas Barbosa – RT611/407). “O ter ficado a vítima praticamente cega não importa na capitulação do delito no § 2.º, III, do art. 129 do CP, porque aí se fala em perda ou inutilização de membro, sentido ou função, o que não ocorre se, embora com diminuto alcance, ainda pode aquela usar a vista atingida pela agressão do réu” (TACRIM-SP – AP – Rel. Azevedo Júnior – RT404/269)

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO



  • lesão corporal grave!

  • Lesão corporal de natureza GRAVE!!!

  • A perda da função de um órgão duplo configura LC GRAVE.

    Art. 129, § 1º, CP- LESÃO CORPORAL GRAVE:

    a) incapacidade para as ocupações habituais POR MAIS DE 30 DIAS;

    b) aceleração do parto,

    c) perigo de vida,

    d) DEBILIDADE PERMANENTE de membro, sentido ou função.

  • Gabarito: ERRADO

    Tratando-se de órgãos duplos, a perda de um é considerada como debilidade permanente e não a perda da função, já que haverá, ainda, um outro órgão que desempenhe a mesma função, exceto se a vítima não mais possui o outro órgão, razão pela qual passará a conduta ser considerada como gravíssima, na forma do inciso III do §2º do artigo 129. Deste modo, a vítima que perdeu a visão de um dos olhos ou a audição de um dos ouvidos, o crime será considerado como lesão corporal grave, eis que houve a redução da capacidade de enxergar e de ouvir.

    Ementa: Lesão Corporal Gravíssima. Perda da Visão de um olho. Desclassificação para lesão corporal grave, decorrente de debilidade permanente do sentido da visão. - A perda de um dos órgãos duplos caracteriza lesão grave, e não gravíssima. Negativa de autoria e de dolo afastadas pela prova. Apelo Provido, em parte. (Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul – Primeira Câmara Criminal/ Apelação Crime Nº. 70006902886/ Relator Desembargador Ranolfo Vieira/ Julgado em 03.03.2004)

    fonte: https://www.conteudojuridico.com.br/consulta/Artigos/29591/analisando-o-crime-de-lesoes-corporais-uma-breve-apreciacao

  • O crime de injúria de acordo com o CP é crime contra a honra e não contra integridade física.

  • DeBilidade permanente, lesão corporal de natureza grave! pois, trata-se de órgãos duplos.
  • Órgãos duplos>Perde 1- Lesão grave por debilidade permanente de membro, sentido ou função.

    Membros duplos> Perde 1 ou mais- Lesão gravíssima por perda ou inutilização de membro, sentido ou função.

  • Ementa: Lesão Corporal Gravíssima. Perda da Visão de um olho. Desclassificação para lesão corporal grave, decorrente de debilidade permanente do sentido da visão. - A perda de um dos órgãos duplos caracteriza lesão grave, e não gravíssima. Negativa de autoria e de dolo afastadas pela prova. Apelo Provido, em parte. (Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul – Primeira Câmara Criminal/ Apelação Crime Nº. 70006902886/ Relator Desembargador Ranolfo Vieira/ Julgado em 03.03.2004)

    Art. 129, § 1º, CP- LESÃO CORPORAL GRAVE:

    a) incapacidade para as ocupações habituais POR MAIS DE 30 DIAS;

    b) aceleração do parto,

    c) perigo de vida,

    d) DEBILIDADE PERMANENTE de membro, sentido ou função.

  • Òrgãos duplos: Se há perda de um dos orgãos duplos e o outro permanece normal, a lesão é grave. Trata-se de lesão corporal GRAVE, por debilidade permanente de membro, sentido, ou função.

  • Òrgãos duplos: Se há perda de um dos orgãos duplos e o outro permanece normal, a lesão é grave. Trata-se de lesão corporal GRAVE, por debilidade permanente de membro, sentido, ou função.

  • Imagine ai... te dou um murro na tua virilha e com esta lesão um dos rins da pessoa para de funcionar, tem como isso ser lesão leve?

    Leve é um murro no peito que fica roxo e na semana seguinte desaparece.

  • LESÃO CORPORAL (Art. 129, CP)

    Lesão Corporal Grave:

    Perigo de vida

    →Incapac. ocupações habituais, mais de 30 dias

    Debili. permanente membro/sentido/função

    →Aceleração de parto.

    Lesão Corporal Gravíssima:

    Perda/inutiliz. membro/sentido/função

    → Enfermi. incurável

    → Incap. permanente trabalho

    → Deformidade permanente

    → Aborto

    *É desnecessário o exame de corpo de delito para embasar ação civil.

  • Bizu do colega Speddy Gonzalez:

    -Lesão corporal grave: PIDA

    Perigo de vida;

    Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de 30 dias;

    Debilidade permanente de membro, sentido ou função;

    Aceleração de parto.

    -Lesão corporal gravíssima: PEIDA

    Perda ou inutilização do membro, sentido ou função;

    Enfermidade incurável;

    Incapacidade permanente para o trabalho;

    Deformidade permanente;

    Aborto.

  • Erradíssimo!!!

    Art.129 do Código Penal:

    Lesão de natureza grave

    §1º Se resulta:

    I - incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias;

    II - perigo de vida;

    III - debilidade permanente de membro, sentido ou função;

    IV - aceleração do parto.

    Pena: reclusão, de um a cinco anos.

    §2º Se resulta:

    I - incapacidade permanente para o trabalho;

    II - enfermidade incurável;

    III - perda ou inutilização do membro, sentido ou função;

    IV - deformidade permanente;

    V - aborto.

    Pena: reclusão, de dois a oito anos.

  • Complementando..

    Na hipótese de órgãos duplos (exemplos: rins e olhos), a perda de um deles caracteriza lesão grave pela debilidade permanente, enquanto a perda de ambos configura lesão gravíssima pela perda ou inutilização (CP, art. 129, § 2.º, inc. III).

    O Superior Tribunal de Justiça já reconheceu essa qualificadora na lesão corporal que resultou na perda de dois dentes da vítima.

    Bons estudos!

  • ERRADO, NESTE CASO PODEMOS OBSERVAR UMA CERTA DEBILIDADE DAS FUNÇÕES RENAIS, DESTA MANEIRA A NATUREZA DE TAL LESÃO SERIA GRAVE!

  • SPEDDY GONZALES

    Lesão corporal grave: PIDA

    Perigo de vida

    Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de 30 dias

    Debilidade permanente de membro, sentido ou função

    Aceleração de parto

    Lesão corporal gravíssima: PEIDA

    Perda ou inutilização do membro, sentido ou função

    Enfermidade incurável

    Incapacidade permanente para o trabalho

    Deformidade permanente

    Aborto

  • GAB ERRADO

    LESÃO CORPORAL DE NATUREZA GRAVÍSSIMA.

    Lesão corporal gravíssima:

    Perda ou inutilização do membro, sentido ou função

    Enfermidade incurável

    Incapacidade permanente para o trabalho

    Deformidade permanente

    Aborto

  • Examinador teve uma noitada com a esposa, só pode.

  • TRATANDO-SE DE ÓRGÃOS DUPLOS:

    MEMBRO: BRAÇO/PERNA/MÃO/PÉ ----> GRAVÍSSIMA

    SENTIDO: VISÃO/AUDIÇÃO/PALADAR/OLFATO ----> GRAVE

    FUNÇÃO: DIGESTIVA/RESPIRATÓRIA/EXCRETÓRIA -----> GRAVE

  • gabarito E

    aiai, ha comentários equivocados, cuidado pessoal.

    Na hipótese de órgãos duplos (exemplos: rins e olhos), a perda de um deles caracteriza lesão grave pela debilidade permanente, enquanto a perda de ambos configura lesão gravíssima pela perda ou inutilização (CP, art. 129, § 2.º, inc. III).

    O Superior Tribunal de Justiça já reconheceu essa qualificadora na lesão corporal que resultou na perda de dois dentes da vítima.

  • redução ,diminuição = grave

    perda ,permanente = gravíssima

  • é doidé kkkk q jeito q lesão leve

  • No caso aí, perder os dois não configura Lesão Gravíssima, mas sim Homicídio, quem vai viver sem rim??????

  • a lesão deixa de ser considerada gravissima pra ser considerada grave se existir mais de um orgão e permanecer a função de um deste.

  • "Função é a atividade a um órgão ou aparelho do corpo humano. Na hipótese de órgãos duplos a perda de um deles caracteriza lesão grave pela debilidade permanente e a perda de ambos configura lesão gravíssima pela perda ou inutilização. A perda de um ou mais dentes pode ou não caracterizar lesão corporal de natureza grave, dependendo da comprovação pericial acerca da debilidade ou não da função mastigatória, e, indiretamente, também da função digestiva. A recuperação do membro sentido ou função por meio cirúrgico ou ortopédico não acarreta exclusão da qualificadora, pois a vítima não é obrigada a submeter-se a tais procedimentos."

    FONTE: MASSON, Cleber. Código Penal Comentado. Volume Único. 8ª edição. São Paulo: Método, 2020, p. 648/649.

  • Como fica se o camarada perder um rim e um pulmão?

  • Princípio da proporcionalidade kkkk

  • BIZU

    Lesão Corporal Grave - P.I.D.A

    Perigo a vida, 

    Incapacidade p/ ocupações, 

    Debilidade de membro/função, 

    Aceleração do parto

     

    Lesão Corporal Gravíssima - P.E.I.D. A

    Perda de membro, 

    Enfermidade incurável,

    Incapacidade p/ trabalho, 

    Deformidade permanente, Aborto

     

    Lesão leve

    Agressão sem grandes consequências

    Pena leve – de 3 meses a 1 ano de detenção                                                                                                                   Artigo 129, caput do Código Penal

  • Então esse é o nível de questões da PF? :D

  • Cuidado com a velha pegadinha DEBILIDADE X DEFORMIDADE

    DEBILIDADE: Lesão corporal GRAVE

    DEFORMIDADE: Lesão corporal GRAVÍSSIMA:

  • No caso de órgãos duplos, se afetar apenas um é lesão grave.

  • Deixou explicito hematomas ou equimoses. É leve

    Saiu desse cenário comece a se perguntar se é grave ou gravíssima.

  • Comentário de um Qcolega pertinente ao caso.

    "Tipo os olhos, perdeu um deles, GRAVE, pois a visão ainda funciona... Perdeu os dois olhos, ai é GRAVÍSSIMA, pois nesse caso, perdeu um dos sentidos. No caso em questão se ele perdesse totalmente a função renal ai seria GRAVÍSSIMA!"

  • BIZU:

    A letra "B" vem antes da letra "F"

    Logo:

    deBilidade => GRAVE deFormidade => GRAVÍSSIMA

  • Jurisprudência•Data de publicação: 28/05/2020

    Tratando-se de órgãos duplos, como os olhos, para ser qualificada pelo resultado gravíssimo, a lesão deve atingir ambos, não basta a debilidade, exigindo-se a completa incapacidade de exercer a função. 2. Demonstrado pelo laudo de exame de corpo de delito que o ofendido perdeu a visão do olho direito, mas não toda essa função porque o olho esquerdo permaneceu íntegro, julga-se procedente o pedido revisional quanto à desclassificação jurídica do fato de lesão corporal de natureza gravíssima (art. 129 , 2º , CP ) para lesão corporal grave (art. 129 , § 1º , III , CP ), fixando-se a pena de acordo com a nova situação. 3. A desclassificação o fato de lesão corporal gravíssima para lesão corporal grave, por si só, não é suficiente a ensejar indenização

  • órgãos duplos (exemplos: rins e olhos), a perda de um deles caracteriza lesão grave pela debilidade permanente, enquanto a perda de ambos configura lesão gravíssima pela perda ou inutilização (CP, art. 129, § 2.º, inc. III.

  • (GRAVE) ART.129, §1º, C.P.

    § 1º SE RESULTA:

    I - INCAPACIDADE PARA AS OCUPAÇÕES HABITUAIS, POR MAIS DE 30 DIAS;

    II - PERIGO DE VIDA;

    III - DEBILIDADE PERMANENTE DE MEMBRO, SENTIDO OU FUNÇÃO;

    IV - ACELERAÇÃO DE PARTO:

  • Gab.: Errado

    Caracteriza-se crime de lesão corporal de natureza GRAVE.

  • "A destruição de um órgão duplo, segundo a doutrina, implica em debilidade de função e, portanto, lesão corporal de natureza grave. A lesão corporal de natureza gravíssima pressupõe a perda ou inutilização, o que implica na exigência de que ambos os órgãos duplos sejam afetados"- Professor Michael Procópio - Estrategia

  • Errado.

    resposta: Lesão corporal grave

    CRIME CONTRA A PESSOA - LESÃO CORPORAL GRAVÍSSIMA - PERDA DE UM RIM - CARACTERIZAÇÃO DE DEBILIDADE DA FUNÇÃO RENAL - NATUREZA GRAVE CONFIGURADA - TIPIFICAÇÃO DO ART. 129 , § 1º , DO CP . À caracterização da lesão corporal gravíssima faz-se mister a inutilização total da atividade funcional do órgão afetado.

    Instagram:@estudar_bora

  • Uma questão dessa pra perito é sacanagem

  • Próximo concurso vou prestar pra perito.

    As questão do auto escalão são muito mais simples do que as questões pra pé rapado ( Agente )

  • NATUREZA GRAVE!

    OH, MEU PAI!

  • O fato de uma vítima de agressão sobreviver à injúria corporal, mas, devido a isso, perder toda a função renal direita, sem acometimento do rim esquerdo, caracteriza o crime de lesão corporal de natureza leve.

    Incorreta, uma vez que a vítima perdeu um membro definitivamente.

    A saga continua...

    Deus!

  • Perder membros gravíssima, os demais órgãos grave
  • GRAVE

    PMAL 2021

  • O fato de uma vítima de agressão sobreviver à injúria corporal, mas, devido a isso, perder toda a função renal direita, sem acometimento do rim esquerdo, caracteriza o crime de lesão corporal de natureza leve.

    #DAS LESÕES CORPORAIS

    Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem:

     PENA - detenção, de 3 meses a 1 ano.

    #LESÃO CORPORAL DE NATUREZA GRAVE

    Incapacidade para as ocupações habituais, por + de 30 dias;

    Perigo de vida; Debilidade permanente de membro, sentido ou função; Aceleração de parto:

    PENA - reclusão, de 1 a 5 anos.

    #LESÃO CORPORAL DE NATUREZA GRAVÍSSIMA

    Incapacidade permanente para o trabalho; Enfermidade incurável; Perda ou inutilização do membro, sentido ou função;

    Deformidade permanente;

    PENA - reclusão, de 2 a 8 anos.

  • no dia que isso for leve kkkkkkk

  • CAPÍTULO II

    DAS LESÕES CORPORAIS

    Lesão corporal de natureza leve

    Art. 129. Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem:

    Pena - detenção, de 3 meses a 1 ano.

    Lesão corporal de natureza grave

    § 1º Se resulta:

    I - Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de 30 dias

    II - perigo de vida

    III - debilidade permanente de membro, sentido ou função

    IV - aceleração de parto

    Pena - reclusão, de 1 a 5 anos.

    Lesão corporal de natureza gravíssima

    § 2° Se resulta:

    I - Incapacidade permanente para o trabalho

    II - enfermidade incurável

    III perda ou inutilização do membro, sentido ou função

    IV - deformidade permanente

    V - aborto

    Pena - reclusão, de 2 a 8 anos.

    Lesão corporal seguida de morte

    § 3° Se resulta morte e as circunstâncias evidenciam que o agente não quis o resultado, nem assumiu o risco de produzi-lo:

    Pena - reclusão, de 4 a 12 anos.

    Lesão corporal privilegiada

    § 4° Se o agente comete o crime impelido por motivo de relevante valor social ou moral ou sob o domínio de violenta emoção, logo em seguida a injusta provocação da vítima, o juiz pode reduzir a pena de 1/6 a 1/3.

    Lesão corporal culposa

    § 6° Se a lesão é culposa: 

    Pena - detenção, de 2 meses a 1 ano.

  • Gab e

    Lesão corporal grave, pois quando há um órgão duplo e um deles ainda continua funcionando, é considerado lesão grave por debilidade permanente de membro, sentido ou função

  • Por ter um dos orgãos funcionando e perda da função do outro é considerado LESÃO GRAVE.

  • Gabarito: Errado

    A perda ou inutilização de um só membro, ainda que duplo, configura lesão gravíssima. Todavia, em caso de órgãos duplos (ex.: olhos, rins etc.), a perda de um deles configura apenas lesão grave, vez que a função não é afetada por completo, já que com apenas um deles se mantém o sentido ou função.

    Bons estudos.

  • Olha olha...Nunca duvide do garantismo brasileiro kkk Mas a questão está errada, por enquanto...

  • o caba fica até com medo de ser uma pegadinnhha de tão facil q foi

  • Errado

    Lembrando que se houver dois órgãos de sentidos ou funções iguais entende-se que é possível viver com apenas um deles, ou seja, causa uma debilidade de lesão grave. (Não uma deformidade de lesão gravíssima)

  • PF esculachou na prova em 2021 e essa questão de 2018 deve ter sido só aquela para o candidato não sair negativo, porque foi mais tranquila que o comum.

  • Grave = PIDA

    Perigo de vida

    Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias;

    Debilidade permanente de membro, sentido ou função;

    Aceleração de parto

    Gravíssima = PEIDA

    Perda ou inutilização do membro, sentido ou função;

    Enfermidade incurável;

    Incapacidade permanente para o trabalho;

    Deformidade permanente;

    Aborto

    OBS: não é Perda ou inutilização do membro, sentido ou função, pois temos dois rins. Se um parou, o outro faz o trabalho.

  • Nunca tinha visto injuria corporal. É vivendo e aprendendo kkkk

  • Nunca tinha visto injuria corporal. É vivendo e aprendendo kkkk

  • Já peguei algumas questões da PF 2018 por aqui, e fáceis. Quem fez essa prova em questão me responda: Foi fácil assim a prova?

  • Lesão de natureza grave.

  • Gabarito: Errado!!!

    Lesão Leve: está inserido no Caput do artigo 129.

    Art. 129. Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem:

        Pena - detenção, de três meses a um ano.

    Lesão Grave: 

     § 1º Se resulta:

     I - Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias;

        II - perigo de vida;

        III - debilidade permanente de membro, sentido ou função;

        IV - aceleração de parto:

        Pena - reclusão, de um a cinco anos.

    Lesão Gravíssima:

     § 2° Se resulta:

        I - Incapacidade permanente para o trabalho;

        II - enfermidade incuravel;

        III perda ou inutilização do membro, sentido ou função;

        IV - deformidade permanente;

        V - aborto:

        Pena - reclusão, de dois a oito anos.

    Observação: Tratando-se de órgãos duplos, a perda de um é considerada como debilidade permanente e NÃO perda da função.

    Para melhor vizualização:

    • Lesão corporal Grave: “PIDA”

    Perigo de vida;

    Incapacidade para as Ocupações Habituais, por mais de 30 dias;

    Debilidade Permanente de Membro, sentido ou função;

    Aceleração de parto.

    • Lesão Corporal Gravíssima: “PEIDA”

    Perda ou inutilização de membro, sentido ou função;

    Enfermidade Incurável;

    Incapacidade Permanente para o Trabalho;

    Deformidade permanente;

    Aborto.

  • Considerações sobre lesão corporal:

    Conceitos:

    • Membros superiores são as mãos, braços e antebraços; inferiores, os pés e pernas.
    • Sentidos são a visão, audição, olfato, tato e paladar.
    • Função é a atividade dos órgãos, como função respiratória, renal, reprodutora, etc.
    • DeBilidade é diminuição da capacidade funcional. O b vem ates, logo é grave.
    • DeFormidade - o F vem depois, logo é gravíssima.

    Órgãos duplos:

    • afeta apenas um - debilidade - LC grave
    • afeta os dois - perda da função - LC gravíssima

    Membros Duplos

    afeta um, causando lesão definitiva - LC gravíssima.

    Cirurgia corretiva – Não retira a qualificadora, ninguém é obrigado a se submeter a cirurgia, pois antes da lesão estava em perfeito estado.

    Questão dos dentes - vai depender do grau de dano causado e do quanto a função da mastigação/digestão foi prejudicada:

    A lesão corporal que provoca na vítima a perda de dois dentes tem natureza grave (art. 129, § 1º, III, do CP), e não gravíssima (art. 129, § 2º, IV, do CP). STJ. 6ª Turma. REsp 1.620.158-RJ, Rel. Min. Rogerio Schietti Cruz, julgado em 13/9/2016 (Info 590).

    Questão da vitriolagem

    “A vitriolagem é crime perpetrado mediante arremesso de ácido sulfúrico contra a vítima, com o objetivo de lhe causar lesões corporais deformantes da pele e dos tecidos subjacentes, inserindo-se, pois, no art. 129, § 2.º, IV, do CP” (TJSP – AP – Rel. Andrade Junqueira – RT 563/323).

  • MEU DEUS !!!!! INJÚRIA CORPORAL, NÃO SABIA QUE EXISTIA, MAS...

  • GABARITO: ERRADO

    Perda: ausencia anatômica

    Inutilização: presença anatômica, destituida de função.

    Perda de orgão duplo é lesão corporal grave.

  • debilidade permanente de membro: lesão corporal grave.

  • Órgãos duplos: Se há perda de um dos órgãos duplos e o outro permanece normal, a lesão é grave. 

    TRATANDO-SE DE ÓRGÃOS DUPLOS:

    MEMBRO: BRAÇO/PERNA/MÃO/PÉ ----> GRAVÍSSIMA

    SENTIDO: VISÃO/AUDIÇÃO/PALADAR/OLFATO ----> GRAVE

    FUNÇÃO: DIGESTIVA/RESPIRATÓRIA/EXCRETÓRIA -----> GRAVE

  • Órgãos duplos: Se há perda de um dos órgãos duplos e o outro permanece normal, a lesão é grave. 

    TRATANDO-SE DE ÓRGÃOS DUPLOS:

    MEMBRO: BRAÇO/PERNA/MÃO/PÉ ----> GRAVÍSSIMA

    SENTIDO: VISÃO/AUDIÇÃO/PALADAR/OLFATO ----> GRAVE

    FUNÇÃO: DIGESTIVA/RESPIRATÓRIA/EXCRETÓRIA -----> GRAVE

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • ERRADA

    Direto ao ponto!

    ▪ Debilidade permanente de membro, sentido ou função  

    LESÕES GRAVE (PIDA)

    ▪ Perigo de vida

    ▪ Incapacidade para as ocupações habituais , por mais de trinta dias   

    --> ▪ Debilidade permanente de membro, sentido ou função  <--

    ▪ Aceleração de parto  

    LESÕES GRAVÍSSIMAS (PEIDA)

    ▪ Perda ou inutilização do membro, sentido ou função   

    ▪ Incapacidade permanente para o trabalho  

    ▪ Enfermidade incurável

    ▪ Deformidade permanente

    ▪ Aborto

  • Leve é um tapa kkkk em que há recuperação total se não causa deficiência nem debilidade permanente


ID
2802067
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

No que se refere à medicina legal, julgue o item que segue.


A gestão de cadáveres em um desastre de massa deve levar em conta, além dos aspectos legais e sanitários, os culturais, sociais, religiosos e psicológicos da população afetada.

Alternativas
Comentários
  • CORRETO

    .

    3- Gestão de cadáveres

    No caso de desastres causados por eventos naturais, a gestão de cadáveres não é tarefa do setor saúde. No caso de epidemias (como cólera), em que a desinfecção dos cadáveres é importante, o setor saúde deve ser responsável pelas medidas de saúde pública necessárias.

    Sobre o tema de gestão de cadáveres humanos existe uma série de informações inexatas, confusões e mitos que devem ser esclarecidos, tanto para o público como para os diferentes atores envolvidos, com o fim de possibilitar uma resposta mais adequada e organizada nas tarefas que demandam. Na gestão de cadáveres convém considerar não somente aspectos sanitários e legais, mas também se deve levar em conta a influência determinante dos aspectos culturais, sociais, religiosos e psicológicos da população afetada pelo desastre.

    .

    FONTE=http://andromeda.ensp.fiocruz.br/desastres/content/manejo-de-vitimas-em-massa


  • “No caso de desastres causados por eventos naturais, a gestão de cadáveres não é tarefa do setor saúde. No caso de epidemias (como cólera), em que a desinfecção dos cadáveres é importante, o setor saúde deve ser responsável pelas medidas de saúde pública necessárias. Sobre o tema de gestão de cadáveres humanos existe uma série de informações inexatas, confusões e mitos que devem ser esclarecidos, tanto para o público como para os diferentes atores envolvidos, com o fim de possibilitar uma resposta mais adequada e organizada nas tarefas que demandam. Na gestão de cadáveres convém considerar não somente aspectos sanitários e legais, mas também se deve levar em conta a influência determinante dos aspectos culturais, sociais, religiosos e psicológicos da população afetada pelo desastre. O Plano de Gestão de Vítimas em Massa ainda não define a organização e os procedimentos para a gestão de cadáveres. No entanto, fornece alguns dos critérios fundamentais, baseados principalmente na publicação da Opas La gestión de cadáveres en situaciones de desastre: Guía práctica para equipos de respuesta.”

    Fonte: http://andromeda.ensp.fiocruz.br/desastres/content...

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO

  • 'Comi meus amigos para sobreviver', relembra vítima de acidente aéreo

    O uruguaio Roberto Canessa era um dos 45 passageiros do avião que caiu na Cordilheira dos Andes, no Chile, em 1972.

    Ao todo, 12 pessoas morreram na queda, seis nos dias seguintes - quando uma avalanche atingiu os destroços do avião - e 11 pela escassez de alimentos e pelas condições críticas.

    Os 16 sobreviventes, integrantes de um time de rúgbi, tiveram que se alimentar dos corpos para ter qualquer chance de aguentar até o resgate, que demorou dois meses.

    Em entrevista ao programa Victoria Derbyshire, da BBC, Canessa, que hoje é um bem-sucedido cardiologista, conta o drama que motivou a decisão.

    Ele está lançando um livro sobre o episódio, ainda sem edição no Brasil, chamado I Had to Survive: How a Plane Crash in the Andes Inspired My Calling to Save Lives ("Eu tinha que sobreviver: como um acidente de avião nos Andes inspirou minha vocação para salvar vidas", em tradução livre).

    O episódio também inspirou o filme Vivos (1993), em que Canessa é interpretado pelo ator Josh Hamilton.

    O resgate demorou dois meses. Canessa, que tinha 19 anos à época, caminhou com um colega por 11 dias até encontrar pastores no pé da cordilheira.

    O avião caiu quando seguia de Montevidéu para Santiago, em outubro de 1972. O piloto teve que fazer um pouso de emergência em um vale após uma forte turbulência em meio a uma tempestade.

    No início, eles sobreviveram com barras de chocolate, doces e pequenos lanches que encontraram nas bagagens. Derreteram gelo para água e usaram bancos do avião como camas.

    Eles conseguiram fazer um rádio funcionar e ouviram as notícias sobre o fim das buscas ao avião, cerca de uma semana após a queda.

    Quando a comida acabou, os sobreviventes tiveram que tomar a decisão radical.

    "Alguém disse: acho que estou ficando louco, porque estou pensando em comer os corpos. O capitão do time disse: 'Você está louco, não nos tornaremos canibais, com certeza não iremos por esse caminho'", conta Canessa.

    Ele também diz ter relutado no começo, mas depois mudou de ideia.

    "Pensei que se fosse uma das vítimas teria orgulho de meu corpo ser usado por meus colegas como um projeto de vida", afirma.

    Segundo ele, há quem pense que o recurso tenha sido uma "fórmula mágica" da sobrevivência, o que ele nega.

    "Sobrevivemos porque éramos um time, porque estávamos juntos, porque andamos 11 dias (até encontrar ajuda)."

    Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/03/160307_andes_vivos_tg

  • Maxwell DeLuna, acho que a questão se referia a GESTÃO de cadáveres, e não INGESTÃO de cadáveres

    hauahuahuahuahssuhsauhsshshhahaha

    Boa sorte e sucesso!

  • COVID-19

  • Essa professora Zeneida do QC só copia e cola textos. Nunca explica nada objetivamente e simples

  • Bom senso


ID
2802070
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

No que se refere à medicina legal, julgue o item que segue.


Situação hipotética: Uma chacina foi perpetrada contra uma família, e as vítimas fatais, todas nuas, foram levadas para diferentes locais. O filho foi jogado em um canavial; o pai, submerso em uma cisterna; e a mãe, enterrada. Arrependido, após uma semana, o criminoso confessou e indicou os locais dos corpos, que foram resgatados no mesmo dia. Assertiva: Nessa situação, o cadáver mais putrefato será o do pai.

Alternativas
Comentários
  • Gab Errado

     

    Apenas com a situação citada em tela não é possível afirmar qual cadáver está mais putrefado. 

  • O cadáver que estava no canavial tem mais chance de apodrecer primeiro devido estar mais exposto ao oxigênio e ao clima quente, típico dos locais onde são cultivadas essas plantações. Não vi isso em pesquisa nenhuma. Estou tomando por base o meu raciocínio (muito limitado) mesmo.

  • FONTE: NEUSA BITTAR 

    MEDICINA LEGAL

    PUTREFAÇÃO  É A DECOMPOSIÇÃO DO CORPO PELA AÇÃO DAS BACTERIAS , GERANDO GRANDE QUANTIDADE DE GASES .

    NO NOSSO CLIMA , INICIA- SE AO REDOR DE 24 HORAS DA MORTE.

    DEPENDE DE DOIS FATORES :

    1) TEMPERATURA DO AMBIENTE : O CALOR ANTECIPA , E O FRIO RETARDA  A AÇÃO DAS BACTÉRIAS,

    2) CONDIÇÕES INDIVIDUAIS QUE CAUSAM AUMENTO DAS BACTÉRIAS ANTES DA MORTE , COMO INFECÇÕES OU QUE AS DIFICULTAM O ESFRIAMENTO DO CORPO , COMO NOS OBSOS , PRECIPITAM A PUTREFAÇÃO.

    NESTE CONCEITO O CADÁVER MAIS PUTREFATO SERÁ O DO FILHO 

  • Ao ar livre é mais rápida, na ar é mais lenta que ao ar livre e na terra (enterrado) é mais lento que a água.

    Dica: Pensa nos quatro elementos (no caso só três) e cria uma hierarquia entre eles, tipo: Mãe terra (mais lento de todos a terra será a última a acabar), água (intermediário) e o ar (acaba primeiro, pode associar a poluição, tipo o que polui mais). É ridícula à associação, mas me ajudou a decorar.

  • Maior quantidade de oxigênio do ar ------->>>> mais bactérias -------->>>>maior putrefação.

  • "A causa mortis tem notável influência na marcha deste processo transformativo. As vítimas de graves infecções e grandes mutilações putrefam-se mais rapidamente. O arsênico, os antibióticos e certos medicamentos retardam a putrefação. A temperatura muito alta ou muito baixa retarda ou para a marcha da putrefação. Assim, abaixo de 0°C, não se inicia esse fenômeno. Em certas regiões geladas, como a Sibéria e a Groenlândia, os cadáveres se conservam naturalmente.

    Em locais onde o ar é seco, o cadáver pode ser conservado pela mumificação e, nos lugares úmidos, marcham para a saponificação ou maceração. Os ambientes de fortes ventilações podem também mumificar, por processo natural, o cadáver. As condições do solo têm importância na progressão deste fenômeno. Uns são destruídos celeremente, outros se conservam por fenômenos transformativos como a mumificação e a saponificação.

    A decomposição, quando se verifica em locais de grande acidez, pode fazer desaparecer o corpo por completo. Nesses casos, pode-se estudar microscopicamente o local em busca de fragmentos das vestes ou de outras evidências, além da presença de uma mancha que se encontra no terreno contornando o corpo chamada de “sombra cadavérica" (in Reverte Coma, JM, Antropologia forense, 2a edição, Madrid: Edições do Ministério da Justiça, 2001). FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p.1033

    Ou seja, com os dados da questão não é possível identificar o cadáver mais putrefeito.

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO
  • "A causa mortis tem notável influência na marcha deste processo transformativo. As vítimas de graves infecções e grandes mutilações putrefam-se mais rapidamente. O arsênico, os antibióticos e certos medicamentos retardam a putrefação. A temperatura muito alta ou muito baixa retarda ou para a marcha da putrefação. Assim, abaixo de 0°C, não se inicia esse fenômeno. Em certas regiões geladas, como a Sibéria e a Groenlândia, os cadáveres se conservam naturalmente. 

    Em locais onde o ar é seco, o cadáver pode ser conservado pela mumificação e, nos lugares úmidos, marcham para a saponificação ou maceração. Os ambientes de fortes ventilações podem também mumificar, por processo natural, o cadáver. As condições do solo têm importância na progressão deste fenômeno. Uns são destruídos celeremente, outros se conservam por fenômenos transformativos como a mumificação e a saponificação. 

    A decomposição, quando se verifica em locais de grande acidez, pode fazer desaparecer o corpo por completo. Nesses casos, pode-se estudar microscopicamente o local em busca de fragmentos das vestes ou de outras evidências, além da presença de uma mancha que se encontra no terreno contornando o corpo chamada de “sombra cadavérica" (in Reverte Coma, JM, Antropologia forense, 2a edição, Madrid: Edições do Ministério da Justiça, 2001). FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p.1033

    Ou seja, com os dados da questão não é possível identificar o cadáver mais putrefeito.

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • "A causa mortis tem notável influência na marcha deste processo transformativo. As vítimas de graves infecções e grandes mutilações putrefam-se mais rapidamente. O arsênico, os antibióticos e certos medicamentos retardam a putrefação. A temperatura muito alta ou muito baixa retarda ou para a marcha da putrefação. Assim, abaixo de 0°C, não se inicia esse fenômeno. Em certas regiões geladas, como a Sibéria e a Groenlândia, os cadáveres se conservam naturalmente. 

    Em locais onde o ar é seco, o cadáver pode ser conservado pela mumificação e, nos lugares úmidos, marcham para a saponificação ou maceração. Os ambientes de fortes ventilações podem também mumificar, por processo natural, o cadáver. As condições do solo têm importância na progressão deste fenômeno. Uns são destruídos celeremente, outros se conservam por fenômenos transformativos como a mumificação e a saponificação. 

    A decomposição, quando se verifica em locais de grande acidez, pode fazer desaparecer o corpo por completo. Nesses casos, pode-se estudar microscopicamente o local em busca de fragmentos das vestes ou de outras evidências, além da presença de uma mancha que se encontra no terreno contornando o corpo chamada de “sombra cadavérica" (in Reverte Coma, JM, Antropologia forense, 2a edição, Madrid: Edições do Ministério da Justiça, 2001). FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p.1033

    Ou seja, com os dados da questão não é possível identificar o cadáver mais putrefeito.

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • Terra -> água -> ar

    Aumenta a velocidade de putrefação

  • Uma chacina foi perpetrada contra uma família, e as vítimas fatais, todas nuas, foram levadas para diferentes locais. O filho foi jogado em um canavial; o pai, submerso em uma cisterna; e a mãe, enterrada. Arrependido, após uma semana, o criminoso confessou e indicou os locais dos corpos, que foram resgatados no mesmo dia. Assertiva: Nessa situação, o cadáver mais putrefato será o do pai.

    ERRADA. Conforme a regra de Casper, verificada no fase de Putrefação:

    1 semana em contato com o ar = 2 semanas na água = 8 semanas inumado (enterrado).

    Portanto, o cadáver mais putrefado será o da mãe.

  • De certa forma essa sequência AR, ÁGUA, TERRA é correta no que diz respeito ao menor tempo para inicio da putrefação. No entanto, a fundamentação correta dessas resposta creio que seja a de que não é possível responder de forma exata com base em tão poucos elementos, afinal, há variantes.

    Sendo assim, ainda que a assertiva dissesse, categoricamente, que o cadáver mais putrefato será o do filho, estaria errada ( ou, no mínimo deveria ser anulada)

  • Do filho, por estarmais exposto

  • Acredito ser o da criança, em razão de ter menor massa, mais evolutivo o processo será

  • Putrefação é a decomposição do corpo pela ação das bactérias, gerando grande quantidade de gases. Em qual situação ocorre a putrefação de forma mais rápida?

     1°Ao ar livre

     2° dentro d’água.

     3° Enterrado

    Quanto maior quantidade de oxigênio, maior será a quantidade de bactérias, e consequentemente mais rápido o processo da putrefação.

    obs: peguei parte dos resumos dos colegas e montei esse esquema.

  • Direto ao ponto. A questão ñ quer saber qual o cadáver mais putrefato, e sim, se vc sabe q o do pai (por estar na água) não vai ser esse.

  • Nenhum comentário está correto. O erro da questão está em afirmar que há putrefação quando a morte ocorreu no mesmo dia. A putrefação não ocorre após 24h?

    Aí está o erro da questão. Afirmar que houve putrefação "que foram resgatados no mesmo dia".

  • A galera está viajando muito e complicando o simples..

    O pai estava imerso em água, onde há menor ação da fauna cadavérica, motivo pelo qual o corpo é mais preservado. É o fenômeno da maceração.

    A título de complementação, podemos ainda citar duas formas eventuais de tal fenômeno:

    Asséptica (feto no útero, não há bactérias, preserva mais ainda)

    e

    Séptica, (afogamentos, corpos em água, preserva menos)

  • Será mais rápida:

    - ao ar livre;

    - enterrado no solo;

    - sob uma coleção líquida

  • Cadáver submerso sofre com a maceração séptica, em razão disso a questão está errada, pois diz putrefação.

    Ambos os institutos dizem respeito a fenômenos destrutivos, porém, não se confundem.

  • Quente e Umido é o lugar que bacterias gostam, dentro de uma cisterna nao seria o local?

  • A putrefação é a decomposição da matéria orgânica por ação de diversos micro-organismos. Tal fenômeno depende das condições climáticas, do solo, da falta de oxigênio, acidificação maior ou menor do meio, ação de bactérias de decomposição, flora, fauna cadavéricas, etc.

    Além disso, fatores intrínsecos, tais como idade, constituição física e causa mortis influenciam na na rapidez com que a decomposição irá agir.

    Em locais quentes e secos, como o canavial, o processo de putrefação pode se dá de forma mais rápida.

  • Meu raciocínio foi que os outros dois corpos, além de estarem mais suscetíveis às bactérias e aos fatores de aceleração, como o calor, estão sujeitos à interferência da ação dos insetos (larvas), que aceleram o processo de putrefação. Não sei se essa ideia é atécnica quanto ao processo de putrefação em si (ação de bactérias), mas foi o que compreendi pelo material que estudei (conforme professor Carlos Palhares). Estou aberta a correções!

    O corpo imerso, como já pontuaram, passará primordialmente pelo processo de maceração.

  • A assertiva está ERRADA. a velocidade de evolução da putrefação varia de acordo com o meio em que se acha o cadáver. Será mais rápida:

    - ao ar livre;

    - enterrado no solo;

    - sob uma coleção líquida.

    Entretanto, a atuação da fauna cadavérica pode influenciar muito. No caso de submersão, torna-se muito importante o grau de poluição bacteriana da água pela ação de esgotos, o que antecipa a putrefação, segundo o Hygino.

    Alexandre Herculano

    Estratégia Concursos


ID
2802073
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

A respeito de tortura e de exames periciais para diagnóstico de vítimas submetidas a tortura, tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, julgue o item subsequente.

A otoscopia detalhada, exame que, em geral, possibilita ao médico legal descrever as lesões detectadas, pode confirmar o diagnóstico de traumatismo do aparelho auditivo e o tipo de tortura que a vítima tiver sofrido.

Alternativas
Comentários
  • oto... otorino,,, certo

  • “A perícia nos casos de perdas auditivas é feita a partir da anamnese, da otoscopia e dos testes audiométricos. Na anamnese, serão registradas todas as formas de atividades e ocupações do examinado, seus antecedentes nosológicos, a herança, a sintomatologia geral e específica, o uso de drogas ototóxicas e possíveis traumatismos craniocervicais.

    Na otoscopia, devem ser procuradas as afecções e alterações das orelhas e dos meatos acústicos externo e interno.

    Os testes audiométricos são feitos em laboratórios especiais e por especialistas dessa área; são utilizados a prova com diapasão, a audiometria tonal, a logoaudiometria e a impedanciometria, ou, até mesmo, a audiometria do tronco cerebral, além dos exames de laboratório e de raios X. Em geral, usa-se mais a audiometria tonal para avaliação dos aspectos quantitativo e qualitativo das perdas da audição”. FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p 315

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO

  • Otoscopia é um exame visual do canal auditivo externo que envolve também o tímpano, por meio do auxílio de instrumentos específicos. Este exame comumente é realizado nos exames clínicos gerais ou de controle, sendo esta uma ferramenta que colabora com o diagnóstico de diversas patologias que acometem o canal auditivo externo, como é o caso de processos inflamatórios, infecciosos, presença de corpos estranhos, tampões de cerúmen, entre outros.

    Assim pode ser feita a associação de Otoscopia com palavras que rementem ao Ouvido.

  • "Na otoscopia, devem ser procuradas as afecções e alterações das orelhas e dos meatos acústicos externo e interno." GENIVAL FRANÇA (2017)

  • Eu confesso que não conhecia esse nome. Fui pelo chute associando a palavra "otoscopia" com "otite", que é uma infecção no ouvido. ajudou rs

  • “A perícia nos casos de perdas auditivas é feita a partir da anamnese, da otoscopia e dos testes audiométricos. Na anamnese, serão registradas todas as formas de atividades e ocupações do examinado, seus antecedentes nosológicos, a herança, a sintomatologia geral e específica, o uso de drogas ototóxicas e possíveis traumatismos craniocervicais.

    Na otoscopia, devem ser procuradas as afecções e alterações das orelhas e dos meatos acústicos externo e interno.

    Os testes audiométricos são feitos em laboratórios especiais e por especialistas dessa área; são utilizados a prova com diapasão, a audiometria tonal, a logoaudiometria e a impedanciometria, ou, até mesmo, a audiometria do tronco cerebral, além dos exames de laboratório e de raios X. Em geral, usa-se mais a audiometria tonal para avaliação dos aspectos quantitativo e qualitativo das perdas da audição”. FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p 315

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO

  • Gaba: CERTO

    Só acertei por causa do "pode", indicando possibilidade.

  • GABARITO CERTO

    Para fins próprios de revisão:

    Otoscopia é um exame visual do canal auditivo externo que envolve também o tímpano, por meio do auxílio de instrumentos específicos. Este exame comumente é realizado nos exames clínicos gerais ou de controle, sendo esta uma ferramenta que colabora com o diagnóstico de diversas patologias que acometem o canal auditivo externo, como é o caso de processos inflamatórios, infecciosos, presença de corpos estranhos, tampões de cerúmen, entre outros.

    Fonte: comentários Qc


ID
2802076
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

A respeito de tortura e de exames periciais para diagnóstico de vítimas submetidas a tortura, tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, julgue o item subsequente.


O exame da região genital, caso necessário, deverá ser realizado por médico do mesmo sexo do periciando, exceto nos casos de transexuais e assemelhados.

Alternativas
Comentários
  • Alguém apto a comentar essa questão?

  • Lembro de ter lido algo somente em casos femininos , Preferencialmente pessoas do mesmo sexo, caso não seja possível é recomendado a presença de um atendente ou auxiliar feminino no ato do exame.

  • Observe que a questão diz "DEVERÁ".
    Não é uma obrigação, um dever, mas uma possibilidade, a recusa. Vejamos:
    Direitos do periciando “Aquele que se apresenta à perícia ou está sendo examinado tem, como todo cidadão, assegurados pela Constituição Federal, seus direitos individuais e coletivos, sem distinção de qualquer natureza. Entre tantos, o que está expresso em seu artigo 5o, item II: “Ninguém está obrigado a fazer alguma coisa senão em virtude da lei.” Isto também se aplica a quem está sendo submetido a perícia quando está envolvida sua própria pessoa na dimensão física ou moral que merece. (...) Eis alguns dos seus direitos:
    1. Recusar o exame no todo ou em parte. O periciando manifestando a recusa de se submeter ao exame ou parte dele não comete crime de desobediência, nem tampouco arca com as duras consequências da confissão ficta; isso se dá por duas razões: uma, pela total falta de amparo legal que possa tipificá-lo no delito mencionado; outra, porque ninguém, por autoridade que seja, poderia obrigar alguém a submeter-se a um exame. Sendo o periciando menor de idade, pode ele recusar a perícia, sendo o limite de idade o fator que o faça entender a gravidade do caso em estudo. Alguns entendem que em determinadas circunstâncias, por exemplo, diante de circunstâncias graves, como em uma perícia dos chamados crimes sexuais, o exame deve ser feito. O correto será encaminhar o caso ao Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente ou diretamente ao Juizado de Menores. Se a autoridade competente entender que a perícia deva ser feita, tudo deve correr de maneira que se priorize o interesse da ordem pública e o superior interesse do examinado.
    2. Ter conhecimento dos objetivos das perícias e dos exames. A informação é um pressuposto ou requisito prévio do “consentimento livre e esclarecido”. É necessário que o examinando dê seu consentimento sempre de forma livre e consciente e as informações sejam acessíveis aos seus conhecimentos para evitar a compreensão defeituosa, principalmente quando a situação é complexa e difícil de avaliar (princípio da informação adequada).
    3. Ser submetido a exame em condições higiênicas e por meios adequados. Nada mais justo do que ser examinado, qualquer que seja sua condição de periciando, dentro de um ambiente recatado, higiênico e dotado das condições mínimas do exercício do ato pericial. Fora dessas condições, além do comprometimento da qualidade do atendimento prestado, há um evidente desrespeito à dignidade humana. Não é de hoje que se pede à administração pública pertinente a melhoria dos equipamentos, insumos básicos e recursos humanos para a efetiva prática da perícia nas instituições médicopericiais. Essa realidade vem contribuindo para justificar a má prática pericial médica e o descaso que se tem com a pessoa do examinando.
    4. Ser examinado em clima de respeito e confiança. Mesmo para aqueles que cometeram ou são suspeitos de práticas de delitos, qualquer que seja sua gravidade ou intensidade, o exame legispericial deve ser procedido em um ambiente de respeito e sem a censura daquele que os examina. Com muito mais razão, se o periciando for a vítima.
    5. Rejeitar determinado examinador. O examinando não tem o direito de escolher determinado examinador, mas pode, por qualquer razão apontada ou mesmo sem explicar os motivos, rejeitar determinado examinador, por suspeição ou impedimento, ou mesmo por questões de ordem pessoal que vão desde a da inimizade até mesmo da amizade próxima.
    6. Ter suas confidências respeitadas. Certas confidências contadas pelo periciando, cujas confirmações ele não queira ver registradas, podem ser omitidas, desde que isso não venha comprometer o exame cuja verdade se quer apurar, mesmo sendo algumas delas em seu próprio favor.
    7. Exigir privacidade no exame. O exame do periciando deve ser sempre realizado respeitandose sua privacidade, evitando-se a presença de pessoas estranhas ao feito. Quando se tratar de estagiários, residentes ou estudantes, deve-se pedir a autorização do examinando sempre respeitando seu pudor e permitindo a presença de pequenos grupos. O examinando pode solicitar a presença de algum parente ou alguma pessoa de sua intimidade e confiança, pois isso não compromete a privacidade exigida.
    8. Rejeitar a presença de peritos de outro gênero. Esta é outra questão que se apresenta como justa e razoável. É o respeito ao pudor do examinando, seja homem ou mulher, atender ao pedido na escolha de um perito do seu gênero.
    9. Ter um médico de sua confiança como observador durante o exame pericial. Mesmo que na fase da produção da prova ainda não seja a oportunidade de indicação do assistente técnico, não vemos nenhum óbice justificável para se impedir a presença de um médico da confiança do examinando durante a perícia, seja em um exame de lesão corporal, necropsia ou exumação. Trata-se apenas de uma forma de medida que tranquiliza o periciando ao ser examinado pela perícia oficial. Isso não é desdouro ou ofensa à credibilidade do órgão periciador, muito menos a quem o examina.
    10. Exigir a presença de familiares durante os exames. Quanto à presença de um familiar durante o exame pericial, cremos que não exista qualquer rejeição, principalmente quando isto se verifica a pedido do examinando. Todavia, quanto à presença de um advogado a questão é muito controvertida". FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p.81 a 83.

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO




  • Observe que a questão diz "DEVERÁ".
    Não é uma obrigação, um dever, mas uma possibilidade, a recusa. Vejamos:
    Direitos do periciando “Aquele que se apresenta à perícia ou está sendo examinado tem, como todo cidadão, assegurados pela Constituição Federal, seus direitos individuais e coletivos, sem distinção de qualquer natureza. Entre tantos, o que está expresso em seu artigo 5o, item II: “Ninguém está obrigado a fazer alguma coisa senão em virtude da lei.” Isto também se aplica a quem está sendo submetido a perícia quando está envolvida sua própria pessoa na dimensão física ou moral que merece. (...) Eis alguns dos seus direitos:
    1. Recusar o exame no todo ou em parte. O periciando manifestando a recusa de se submeter ao exame ou parte dele não comete crime de desobediência, nem tampouco arca com as duras consequências da confissão ficta; isso se dá por duas razões: uma, pela total falta de amparo legal que possa tipificá-lo no delito mencionado; outra, porque ninguém, por autoridade que seja, poderia obrigar alguém a submeter-se a um exame. Sendo o periciando menor de idade, pode ele recusar a perícia, sendo o limite de idade o fator que o faça entender a gravidade do caso em estudo. Alguns entendem que em determinadas circunstâncias, por exemplo, diante de circunstâncias graves, como em uma perícia dos chamados crimes sexuais, o exame deve ser feito. O correto será encaminhar o caso ao Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente ou diretamente ao Juizado de Menores. Se a autoridade competente entender que a perícia deva ser feita, tudo deve correr de maneira que se priorize o interesse da ordem pública e o superior interesse do examinado.
    2. Ter conhecimento dos objetivos das perícias e dos exames. A informação é um pressuposto ou requisito prévio do “consentimento livre e esclarecido”. É necessário que o examinando dê seu consentimento sempre de forma livre e consciente e as informações sejam acessíveis aos seus conhecimentos para evitar a compreensão defeituosa, principalmente quando a situação é complexa e difícil de avaliar (princípio da informação adequada).
    3. Ser submetido a exame em condições higiênicas e por meios adequados. Nada mais justo do que ser examinado, qualquer que seja sua condição de periciando, dentro de um ambiente recatado, higiênico e dotado das condições mínimas do exercício do ato pericial. Fora dessas condições, além do comprometimento da qualidade do atendimento prestado, há um evidente desrespeito à dignidade humana. Não é de hoje que se pede à administração pública pertinente a melhoria dos equipamentos, insumos básicos e recursos humanos para a efetiva prática da perícia nas instituições médicopericiais. Essa realidade vem contribuindo para justificar a má prática pericial médica e o descaso que se tem com a pessoa do examinando.
    4. Ser examinado em clima de respeito e confiança. Mesmo para aqueles que cometeram ou são suspeitos de práticas de delitos, qualquer que seja sua gravidade ou intensidade, o exame legispericial deve ser procedido em um ambiente de respeito e sem a censura daquele que os examina. Com muito mais razão, se o periciando for a vítima.
    5. Rejeitar determinado examinador. O examinando não tem o direito de escolher determinado examinador, mas pode, por qualquer razão apontada ou mesmo sem explicar os motivos, rejeitar determinado examinador, por suspeição ou impedimento, ou mesmo por questões de ordem pessoal que vão desde a da inimizade até mesmo da amizade próxima.
    6. Ter suas confidências respeitadas. Certas confidências contadas pelo periciando, cujas confirmações ele não queira ver registradas, podem ser omitidas, desde que isso não venha comprometer o exame cuja verdade se quer apurar, mesmo sendo algumas delas em seu próprio favor.
    7. Exigir privacidade no exame. O exame do periciando deve ser sempre realizado respeitandose sua privacidade, evitando-se a presença de pessoas estranhas ao feito. Quando se tratar de estagiários, residentes ou estudantes, deve-se pedir a autorização do examinando sempre respeitando seu pudor e permitindo a presença de pequenos grupos. O examinando pode solicitar a presença de algum parente ou alguma pessoa de sua intimidade e confiança, pois isso não compromete a privacidade exigida.
    8. Rejeitar a presença de peritos de outro gênero. Esta é outra questão que se apresenta como justa e razoável. É o respeito ao pudor do examinando, seja homem ou mulher, atender ao pedido na escolha de um perito do seu gênero.
    9. Ter um médico de sua confiança como observador durante o exame pericial. Mesmo que na fase da produção da prova ainda não seja a oportunidade de indicação do assistente técnico, não vemos nenhum óbice justificável para se impedir a presença de um médico da confiança do examinando durante a perícia, seja em um exame de lesão corporal, necropsia ou exumação. Trata-se apenas de uma forma de medida que tranquiliza o periciando ao ser examinado pela perícia oficial. Isso não é desdouro ou ofensa à credibilidade do órgão periciador, muito menos a quem o examina.
    10. Exigir a presença de familiares durante os exames. Quanto à presença de um familiar durante o exame pericial, cremos que não exista qualquer rejeição, principalmente quando isto se verifica a pedido do examinando. Todavia, quanto à presença de um advogado a questão é muito controvertida". FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p.81 a 83.

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO




  • Observe que a questão diz "DEVERÁ".
    Não é uma obrigação, um dever, mas uma possibilidade, a recusa. Vejamos:
    Direitos do periciando “Aquele que se apresenta à perícia ou está sendo examinado tem, como todo cidadão, assegurados pela Constituição Federal, seus direitos individuais e coletivos, sem distinção de qualquer natureza. Entre tantos, o que está expresso em seu artigo 5o, item II: “Ninguém está obrigado a fazer alguma coisa senão em virtude da lei.” Isto também se aplica a quem está sendo submetido a perícia quando está envolvida sua própria pessoa na dimensão física ou moral que merece. (...) Eis alguns dos seus direitos:
    1. Recusar o exame no todo ou em parte. O periciando manifestando a recusa de se submeter ao exame ou parte dele não comete crime de desobediência, nem tampouco arca com as duras consequências da confissão ficta; isso se dá por duas razões: uma, pela total falta de amparo legal que possa tipificá-lo no delito mencionado; outra, porque ninguém, por autoridade que seja, poderia obrigar alguém a submeter-se a um exame. Sendo o periciando menor de idade, pode ele recusar a perícia, sendo o limite de idade o fator que o faça entender a gravidade do caso em estudo. Alguns entendem que em determinadas circunstâncias, por exemplo, diante de circunstâncias graves, como em uma perícia dos chamados crimes sexuais, o exame deve ser feito. O correto será encaminhar o caso ao Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente ou diretamente ao Juizado de Menores. Se a autoridade competente entender que a perícia deva ser feita, tudo deve correr de maneira que se priorize o interesse da ordem pública e o superior interesse do examinado.
    2. Ter conhecimento dos objetivos das perícias e dos exames. A informação é um pressuposto ou requisito prévio do “consentimento livre e esclarecido”. É necessário que o examinando dê seu consentimento sempre de forma livre e consciente e as informações sejam acessíveis aos seus conhecimentos para evitar a compreensão defeituosa, principalmente quando a situação é complexa e difícil de avaliar (princípio da informação adequada).
    3. Ser submetido a exame em condições higiênicas e por meios adequados. Nada mais justo do que ser examinado, qualquer que seja sua condição de periciando, dentro de um ambiente recatado, higiênico e dotado das condições mínimas do exercício do ato pericial. Fora dessas condições, além do comprometimento da qualidade do atendimento prestado, há um evidente desrespeito à dignidade humana. Não é de hoje que se pede à administração pública pertinente a melhoria dos equipamentos, insumos básicos e recursos humanos para a efetiva prática da perícia nas instituições médicopericiais. Essa realidade vem contribuindo para justificar a má prática pericial médica e o descaso que se tem com a pessoa do examinando.
    4. Ser examinado em clima de respeito e confiança. Mesmo para aqueles que cometeram ou são suspeitos de práticas de delitos, qualquer que seja sua gravidade ou intensidade, o exame legispericial deve ser procedido em um ambiente de respeito e sem a censura daquele que os examina. Com muito mais razão, se o periciando for a vítima.
    5. Rejeitar determinado examinador. O examinando não tem o direito de escolher determinado examinador, mas pode, por qualquer razão apontada ou mesmo sem explicar os motivos, rejeitar determinado examinador, por suspeição ou impedimento, ou mesmo por questões de ordem pessoal que vão desde a da inimizade até mesmo da amizade próxima.
    6. Ter suas confidências respeitadas. Certas confidências contadas pelo periciando, cujas confirmações ele não queira ver registradas, podem ser omitidas, desde que isso não venha comprometer o exame cuja verdade se quer apurar, mesmo sendo algumas delas em seu próprio favor.
    7. Exigir privacidade no exame. O exame do periciando deve ser sempre realizado respeitandose sua privacidade, evitando-se a presença de pessoas estranhas ao feito. Quando se tratar de estagiários, residentes ou estudantes, deve-se pedir a autorização do examinando sempre respeitando seu pudor e permitindo a presença de pequenos grupos. O examinando pode solicitar a presença de algum parente ou alguma pessoa de sua intimidade e confiança, pois isso não compromete a privacidade exigida.
    8. Rejeitar a presença de peritos de outro gênero. Esta é outra questão que se apresenta como justa e razoável. É o respeito ao pudor do examinando, seja homem ou mulher, atender ao pedido na escolha de um perito do seu gênero.
    9. Ter um médico de sua confiança como observador durante o exame pericial. Mesmo que na fase da produção da prova ainda não seja a oportunidade de indicação do assistente técnico, não vemos nenhum óbice justificável para se impedir a presença de um médico da confiança do examinando durante a perícia, seja em um exame de lesão corporal, necropsia ou exumação. Trata-se apenas de uma forma de medida que tranquiliza o periciando ao ser examinado pela perícia oficial. Isso não é desdouro ou ofensa à credibilidade do órgão periciador, muito menos a quem o examina.
    10. Exigir a presença de familiares durante os exames. Quanto à presença de um familiar durante o exame pericial, cremos que não exista qualquer rejeição, principalmente quando isto se verifica a pedido do examinando. Todavia, quanto à presença de um advogado a questão é muito controvertida". FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p.81 a 83.

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO




  • Observe que a questão diz "DEVERÁ".
    Não é uma obrigação, um dever, mas uma possibilidade, a recusa. Vejamos:
    Direitos do periciando “Aquele que se apresenta à perícia ou está sendo examinado tem, como todo cidadão, assegurados pela Constituição Federal, seus direitos individuais e coletivos, sem distinção de qualquer natureza. Entre tantos, o que está expresso em seu artigo 5o, item II: “Ninguém está obrigado a fazer alguma coisa senão em virtude da lei.” Isto também se aplica a quem está sendo submetido a perícia quando está envolvida sua própria pessoa na dimensão física ou moral que merece. (...) Eis alguns dos seus direitos:
    1. Recusar o exame no todo ou em parte. O periciando manifestando a recusa de se submeter ao exame ou parte dele não comete crime de desobediência, nem tampouco arca com as duras consequências da confissão ficta; isso se dá por duas razões: uma, pela total falta de amparo legal que possa tipificá-lo no delito mencionado; outra, porque ninguém, por autoridade que seja, poderia obrigar alguém a submeter-se a um exame. Sendo o periciando menor de idade, pode ele recusar a perícia, sendo o limite de idade o fator que o faça entender a gravidade do caso em estudo. Alguns entendem que em determinadas circunstâncias, por exemplo, diante de circunstâncias graves, como em uma perícia dos chamados crimes sexuais, o exame deve ser feito. O correto será encaminhar o caso ao Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente ou diretamente ao Juizado de Menores. Se a autoridade competente entender que a perícia deva ser feita, tudo deve correr de maneira que se priorize o interesse da ordem pública e o superior interesse do examinado.
    2. Ter conhecimento dos objetivos das perícias e dos exames. A informação é um pressuposto ou requisito prévio do “consentimento livre e esclarecido”. É necessário que o examinando dê seu consentimento sempre de forma livre e consciente e as informações sejam acessíveis aos seus conhecimentos para evitar a compreensão defeituosa, principalmente quando a situação é complexa e difícil de avaliar (princípio da informação adequada).
    3. Ser submetido a exame em condições higiênicas e por meios adequados. Nada mais justo do que ser examinado, qualquer que seja sua condição de periciando, dentro de um ambiente recatado, higiênico e dotado das condições mínimas do exercício do ato pericial. Fora dessas condições, além do comprometimento da qualidade do atendimento prestado, há um evidente desrespeito à dignidade humana. Não é de hoje que se pede à administração pública pertinente a melhoria dos equipamentos, insumos básicos e recursos humanos para a efetiva prática da perícia nas instituições médicopericiais. Essa realidade vem contribuindo para justificar a má prática pericial médica e o descaso que se tem com a pessoa do examinando.
    4. Ser examinado em clima de respeito e confiança. Mesmo para aqueles que cometeram ou são suspeitos de práticas de delitos, qualquer que seja sua gravidade ou intensidade, o exame legispericial deve ser procedido em um ambiente de respeito e sem a censura daquele que os examina. Com muito mais razão, se o periciando for a vítima.
    5. Rejeitar determinado examinador. O examinando não tem o direito de escolher determinado examinador, mas pode, por qualquer razão apontada ou mesmo sem explicar os motivos, rejeitar determinado examinador, por suspeição ou impedimento, ou mesmo por questões de ordem pessoal que vão desde a da inimizade até mesmo da amizade próxima.
    6. Ter suas confidências respeitadas. Certas confidências contadas pelo periciando, cujas confirmações ele não queira ver registradas, podem ser omitidas, desde que isso não venha comprometer o exame cuja verdade se quer apurar, mesmo sendo algumas delas em seu próprio favor.
    7. Exigir privacidade no exame. O exame do periciando deve ser sempre realizado respeitandose sua privacidade, evitando-se a presença de pessoas estranhas ao feito. Quando se tratar de estagiários, residentes ou estudantes, deve-se pedir a autorização do examinando sempre respeitando seu pudor e permitindo a presença de pequenos grupos. O examinando pode solicitar a presença de algum parente ou alguma pessoa de sua intimidade e confiança, pois isso não compromete a privacidade exigida.
    8. Rejeitar a presença de peritos de outro gênero. Esta é outra questão que se apresenta como justa e razoável. É o respeito ao pudor do examinando, seja homem ou mulher, atender ao pedido na escolha de um perito do seu gênero.
    9. Ter um médico de sua confiança como observador durante o exame pericial. Mesmo que na fase da produção da prova ainda não seja a oportunidade de indicação do assistente técnico, não vemos nenhum óbice justificável para se impedir a presença de um médico da confiança do examinando durante a perícia, seja em um exame de lesão corporal, necropsia ou exumação. Trata-se apenas de uma forma de medida que tranquiliza o periciando ao ser examinado pela perícia oficial. Isso não é desdouro ou ofensa à credibilidade do órgão periciador, muito menos a quem o examina.
    10. Exigir a presença de familiares durante os exames. Quanto à presença de um familiar durante o exame pericial, cremos que não exista qualquer rejeição, principalmente quando isto se verifica a pedido do examinando. Todavia, quanto à presença de um advogado a questão é muito controvertida". FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p.81 a 83.

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO




  • Observe que a questão diz "DEVERÁ".
    Não é uma obrigação, um dever, mas uma possibilidade, a recusa. Vejamos:
    Direitos do periciando “Aquele que se apresenta à perícia ou está sendo examinado tem, como todo cidadão, assegurados pela Constituição Federal, seus direitos individuais e coletivos, sem distinção de qualquer natureza. Entre tantos, o que está expresso em seu artigo 5o, item II: “Ninguém está obrigado a fazer alguma coisa senão em virtude da lei.” Isto também se aplica a quem está sendo submetido a perícia quando está envolvida sua própria pessoa na dimensão física ou moral que merece. (...) Eis alguns dos seus direitos:
    1. Recusar o exame no todo ou em parte. O periciando manifestando a recusa de se submeter ao exame ou parte dele não comete crime de desobediência, nem tampouco arca com as duras consequências da confissão ficta; isso se dá por duas razões: uma, pela total falta de amparo legal que possa tipificá-lo no delito mencionado; outra, porque ninguém, por autoridade que seja, poderia obrigar alguém a submeter-se a um exame. Sendo o periciando menor de idade, pode ele recusar a perícia, sendo o limite de idade o fator que o faça entender a gravidade do caso em estudo. Alguns entendem que em determinadas circunstâncias, por exemplo, diante de circunstâncias graves, como em uma perícia dos chamados crimes sexuais, o exame deve ser feito. O correto será encaminhar o caso ao Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente ou diretamente ao Juizado de Menores. Se a autoridade competente entender que a perícia deva ser feita, tudo deve correr de maneira que se priorize o interesse da ordem pública e o superior interesse do examinado.
    2. Ter conhecimento dos objetivos das perícias e dos exames. A informação é um pressuposto ou requisito prévio do “consentimento livre e esclarecido”. É necessário que o examinando dê seu consentimento sempre de forma livre e consciente e as informações sejam acessíveis aos seus conhecimentos para evitar a compreensão defeituosa, principalmente quando a situação é complexa e difícil de avaliar (princípio da informação adequada).
    3. Ser submetido a exame em condições higiênicas e por meios adequados. Nada mais justo do que ser examinado, qualquer que seja sua condição de periciando, dentro de um ambiente recatado, higiênico e dotado das condições mínimas do exercício do ato pericial. Fora dessas condições, além do comprometimento da qualidade do atendimento prestado, há um evidente desrespeito à dignidade humana. Não é de hoje que se pede à administração pública pertinente a melhoria dos equipamentos, insumos básicos e recursos humanos para a efetiva prática da perícia nas instituições médicopericiais. Essa realidade vem contribuindo para justificar a má prática pericial médica e o descaso que se tem com a pessoa do examinando.
    4. Ser examinado em clima de respeito e confiança. Mesmo para aqueles que cometeram ou são suspeitos de práticas de delitos, qualquer que seja sua gravidade ou intensidade, o exame legispericial deve ser procedido em um ambiente de respeito e sem a censura daquele que os examina. Com muito mais razão, se o periciando for a vítima.
    5. Rejeitar determinado examinador. O examinando não tem o direito de escolher determinado examinador, mas pode, por qualquer razão apontada ou mesmo sem explicar os motivos, rejeitar determinado examinador, por suspeição ou impedimento, ou mesmo por questões de ordem pessoal que vão desde a da inimizade até mesmo da amizade próxima.
    6. Ter suas confidências respeitadas. Certas confidências contadas pelo periciando, cujas confirmações ele não queira ver registradas, podem ser omitidas, desde que isso não venha comprometer o exame cuja verdade se quer apurar, mesmo sendo algumas delas em seu próprio favor.
    7. Exigir privacidade no exame. O exame do periciando deve ser sempre realizado respeitandose sua privacidade, evitando-se a presença de pessoas estranhas ao feito. Quando se tratar de estagiários, residentes ou estudantes, deve-se pedir a autorização do examinando sempre respeitando seu pudor e permitindo a presença de pequenos grupos. O examinando pode solicitar a presença de algum parente ou alguma pessoa de sua intimidade e confiança, pois isso não compromete a privacidade exigida.
    8. Rejeitar a presença de peritos de outro gênero. Esta é outra questão que se apresenta como justa e razoável. É o respeito ao pudor do examinando, seja homem ou mulher, atender ao pedido na escolha de um perito do seu gênero.
    9. Ter um médico de sua confiança como observador durante o exame pericial. Mesmo que na fase da produção da prova ainda não seja a oportunidade de indicação do assistente técnico, não vemos nenhum óbice justificável para se impedir a presença de um médico da confiança do examinando durante a perícia, seja em um exame de lesão corporal, necropsia ou exumação. Trata-se apenas de uma forma de medida que tranquiliza o periciando ao ser examinado pela perícia oficial. Isso não é desdouro ou ofensa à credibilidade do órgão periciador, muito menos a quem o examina.
    10. Exigir a presença de familiares durante os exames. Quanto à presença de um familiar durante o exame pericial, cremos que não exista qualquer rejeição, principalmente quando isto se verifica a pedido do examinando. Todavia, quanto à presença de um advogado a questão é muito controvertida". FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p.81 a 83.

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO




  • Observe que a questão diz "DEVERÁ".
    Não é uma obrigação, um dever, mas uma possibilidade, a recusa. Vejamos:
    Direitos do periciando “Aquele que se apresenta à perícia ou está sendo examinado tem, como todo cidadão, assegurados pela Constituição Federal, seus direitos individuais e coletivos, sem distinção de qualquer natureza. Entre tantos, o que está expresso em seu artigo 5o, item II: “Ninguém está obrigado a fazer alguma coisa senão em virtude da lei.” Isto também se aplica a quem está sendo submetido a perícia quando está envolvida sua própria pessoa na dimensão física ou moral que merece. (...) Eis alguns dos seus direitos:
    1. Recusar o exame no todo ou em parte. O periciando manifestando a recusa de se submeter ao exame ou parte dele não comete crime de desobediência, nem tampouco arca com as duras consequências da confissão ficta; isso se dá por duas razões: uma, pela total falta de amparo legal que possa tipificá-lo no delito mencionado; outra, porque ninguém, por autoridade que seja, poderia obrigar alguém a submeter-se a um exame. Sendo o periciando menor de idade, pode ele recusar a perícia, sendo o limite de idade o fator que o faça entender a gravidade do caso em estudo. Alguns entendem que em determinadas circunstâncias, por exemplo, diante de circunstâncias graves, como em uma perícia dos chamados crimes sexuais, o exame deve ser feito. O correto será encaminhar o caso ao Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente ou diretamente ao Juizado de Menores. Se a autoridade competente entender que a perícia deva ser feita, tudo deve correr de maneira que se priorize o interesse da ordem pública e o superior interesse do examinado.
    2. Ter conhecimento dos objetivos das perícias e dos exames. A informação é um pressuposto ou requisito prévio do “consentimento livre e esclarecido”. É necessário que o examinando dê seu consentimento sempre de forma livre e consciente e as informações sejam acessíveis aos seus conhecimentos para evitar a compreensão defeituosa, principalmente quando a situação é complexa e difícil de avaliar (princípio da informação adequada).
    3. Ser submetido a exame em condições higiênicas e por meios adequados. Nada mais justo do que ser examinado, qualquer que seja sua condição de periciando, dentro de um ambiente recatado, higiênico e dotado das condições mínimas do exercício do ato pericial. Fora dessas condições, além do comprometimento da qualidade do atendimento prestado, há um evidente desrespeito à dignidade humana. Não é de hoje que se pede à administração pública pertinente a melhoria dos equipamentos, insumos básicos e recursos humanos para a efetiva prática da perícia nas instituições médicopericiais. Essa realidade vem contribuindo para justificar a má prática pericial médica e o descaso que se tem com a pessoa do examinando.
    4. Ser examinado em clima de respeito e confiança. Mesmo para aqueles que cometeram ou são suspeitos de práticas de delitos, qualquer que seja sua gravidade ou intensidade, o exame legispericial deve ser procedido em um ambiente de respeito e sem a censura daquele que os examina. Com muito mais razão, se o periciando for a vítima.
    5. Rejeitar determinado examinador. O examinando não tem o direito de escolher determinado examinador, mas pode, por qualquer razão apontada ou mesmo sem explicar os motivos, rejeitar determinado examinador, por suspeição ou impedimento, ou mesmo por questões de ordem pessoal que vão desde a da inimizade até mesmo da amizade próxima.
    6. Ter suas confidências respeitadas. Certas confidências contadas pelo periciando, cujas confirmações ele não queira ver registradas, podem ser omitidas, desde que isso não venha comprometer o exame cuja verdade se quer apurar, mesmo sendo algumas delas em seu próprio favor.
    7. Exigir privacidade no exame. O exame do periciando deve ser sempre realizado respeitandose sua privacidade, evitando-se a presença de pessoas estranhas ao feito. Quando se tratar de estagiários, residentes ou estudantes, deve-se pedir a autorização do examinando sempre respeitando seu pudor e permitindo a presença de pequenos grupos. O examinando pode solicitar a presença de algum parente ou alguma pessoa de sua intimidade e confiança, pois isso não compromete a privacidade exigida.
    8. Rejeitar a presença de peritos de outro gênero. Esta é outra questão que se apresenta como justa e razoável. É o respeito ao pudor do examinando, seja homem ou mulher, atender ao pedido na escolha de um perito do seu gênero.
    9. Ter um médico de sua confiança como observador durante o exame pericial. Mesmo que na fase da produção da prova ainda não seja a oportunidade de indicação do assistente técnico, não vemos nenhum óbice justificável para se impedir a presença de um médico da confiança do examinando durante a perícia, seja em um exame de lesão corporal, necropsia ou exumação. Trata-se apenas de uma forma de medida que tranquiliza o periciando ao ser examinado pela perícia oficial. Isso não é desdouro ou ofensa à credibilidade do órgão periciador, muito menos a quem o examina.
    10. Exigir a presença de familiares durante os exames. Quanto à presença de um familiar durante o exame pericial, cremos que não exista qualquer rejeição, principalmente quando isto se verifica a pedido do examinando. Todavia, quanto à presença de um advogado a questão é muito controvertida". FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p.81 a 83.

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO




  • acredito que o erro da questão é a parte "deverá ser realizado", sendo o mais correto "será preferencialmente realizado"

  • Segundo consta no livro do GENIVAL FRANÇA (2017), é um dos direitos do periciando acerca de tortura "rejeitar a presença de peritos do gênero oposto", ou seja, a perícia pode ser realizada por perito de qualquer gênero, desde que o periciando concorde.

  • Diante do princípio da igualdade, não há motivo para excepcionar os transexuais e assemelhados da regra. O perito homem, mulher, transexual, assemelhado, preto, negro, mulato, branco, índio ou amarelo, enfim, é profissional da ciência médica. Irá aplicar a técnica da sua ciência na realização do exame feito em homem, mulher, transexual, assemelhado, preto, negro, mulato, branco, índio ou amarelo. Se o periciando quiser, poderá exercer o direito de recusa, como sustentado pelo Professor Genival Veloso de França e também na monografia da do Malthus Fonseca Galvão da UNB:

    "A opção de escolha da vítima se deseja ser examinada com um profissional do sexo masculino ou feminino depende das condições objetivas" (http://www.malthus.com.br/rw/forense/Pericia_em_Casos_de_Tortura_monografia_malthus.pdf)

    Querer fazer uma combinação de gênero para a realização de exame pericial é o mesmo que exigir que para julgar um processo envolvendo violência doméstica, o magistrado, necessariamente, terá que ser do sexo feminino. Não tem cabimento. Juiz homem, juiz mulher, juiz transexual, assemelhado, preto, negro, mulato, branco, índio ou amarelo, é um profissional do Direito. Aplicará a técnica ao caso que lhe for colocado e pronto. O mesmo vale para o perito. A preferência, por policial mulher, em delegacia, para interrogar mulher vítima de violência doméstica, tem a finalidade de permitir que a vítima, mulher, não se recuse a falar detalhadamente sobre o caso com um policial homem, perdendo-se, com isso, uma importante fonte de prova (além, claro, de humanizar o atendimento em um ambiente que muitas pessoas consideram hostil).



  • Não se trata de uma obrigação, um dever, mas sim, de uma possibilidade.

  • Rejeitar a presença de peritos de outro gênero. Esta é outra questão que se apresenta como justa e razoável. É o respeito ao pudor do examinando, seja homem ou mulher, atender ao pedido na escolha de um perito do seu gênero. 

  • O periciando (a vítima) pode decidir o gênero do médico. Não necessariamente “deve” ser realizado por médico do mesmo gênero.

  • QUE PALHAÇADA SEM FIM. O ÚLTIMO QUE SAIR APAGUE A LUZ.

  • Conforme o art. 10-A, da Lei nº 11.340/06 (Lei Maria da Penha), "é direito da mulher em situação de violência doméstica e familiar o atendimento policial e pericial especializado, ininterrupto e prestado por servidores - preferencialmente do sexo feminino - previamente capacitados."

    Lembrando que nem vítimas, tampouco acusados, indiciados ou suspeitos, são obrigados a se submeterem a qualquer exame pericial.

  • Edson Pereira, você e sua doutrina estão equivocados.

    Há recomendações do CNJ (n.º 33/2010) para humanização de depoimento de criança; para inquirição de vítima de crimes sexuais; para depoimento de vítima mulher - Lei Maria da Penha etc.

    Princípio a Igualdade deve ser interpretado. não só em seu critério formal más também no material. Lembrou?

    Ex. Já participei de processo de crime contra a dignidade sexual, que de forma muito prudente o juiz determinou a substituição da estrutura física, trocando por mulher. Excepcionalmente pediu para os estagiários, escrivão etc, saírem da sala e utilizou mulheres para fazer a audiência.

    Já vi inclusive promotores (de mesma Vara) substituir por promotora mulher.

    Então, quem é vítima ou quem será submetido a perícia (vulnerabilidade temporal) não esta em pé de igualdade, neste caso se aplica a igualdade material (tratar os desiguais com desigualdade).

    Um exemplo legal: Lei nº 11.340/06 (Lei Maria da Penha), "é direito da mulher em situação de violência doméstica e familiar o atendimento policial e pericial especializado, ininterrupto e prestado por servidores - preferencialmente do sexo feminino - previamente capacitados."

  • GENIVAL FRANÇA (2017)= é um dos direitos do periciando acerca de tortura "rejeitar a presença de peritos do gênero oposto", ou seja, a perícia pode ser realizada por perito de qualquer gênero, desde que o periciando concorde.

    Portanto, não é um dever, mas uma faculdade que a vitima tem de escolher, caso deseje.

  • Segundo consta no livro do GENIVAL FRANÇA (2017), é um dos direitos do periciando acerca de tortura "rejeitar a presença de peritos do gênero oposto", ou seja, a perícia pode ser realizada por perito de qualquer gênero, desde que o periciando concorde.

  • "deverá ser realizado" - ERRADO

    "será preferencialmente realizado" - CERTO

  • O exame da região genital não deverá ser realizado por médico do mesmo sexo

    do periciando.

    Segundo Genival Veloso de FRANÇA, é possível “rejeitar a presença de peritos

    do gênero oposto, independentemente do sexo do periciando e em casos de

    transexuais e assemelhados, sempre buscando respeitar ao pudor do examinando.

    Os exames médico-legais na área devem ser preferencialmente realizados por

    peritos do mesmo gênero, com a devida concordância do periciando. Além disso, o

    periciando pode também rejeitar determinado examinador, por qualquer razão

    apontada (suspeição ou impedimento, ou por questões de ordem pessoal, por

    exemplo).”

    FONTE: Alfaconcursos

  • Acredito que até o então o comentário do Edson seja o mais pertinente, mesmo apesar de ter sido criticado.

    Penso que o maior intuito do examinador foi em mostrar que não SOMENTE as mulheres têm esse direito, mas tbm os transexuais podem escolher o sexo se não se sentirem confortáveis com outro sexo.

    Quanto poderá ou deverá que o pessoal esta citando como sendo errado, se de fato for analisado, antes da palavra deverá, a banca colocou: EM ALGUNS CASOS, ou seja, no caso em que a pessoa se negue por aquele atendimento, DEVERÁ SIM ser atendida pelo sexo oposto, por ser o seu direito. Haja visto que seria um tipo de caso, em que a preferencia da pessoa deve ser atendida.

    Minha contribuição:

    O exame da região genital, caso necessário, deverá ser realizado por médico do mesmo sexo do periciando ( CERTO ), exceto nos casos de transexuais e assemelhados. (Errado).


ID
2802079
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

A respeito de tortura e de exames periciais para diagnóstico de vítimas submetidas a tortura, tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, julgue o item subsequente.


Em caso de hipótese de tortura, a utilização da expressão “correspondência típica” em um relatório médico-legal indicará que o sinal ou sintoma não pode ter sido causado de qualquer outra forma senão a descrita.

Alternativas
Comentários
  • O médico deverá indicar, relativamente a cada lesão e a todo o conjunto de lesões, o grau de correspondência entre a mesma e a causa indicada pelo paciente. Em geral, utiliza-se a seguinte terminologia:

    a) Não correspondente: a lesão não pode ter sido causada pelo traumatismo descrito;

    b) Correspondente: a lesão pode ter sido causada pelo traumatismo descrito mas, sendo uma lesão atípica, existem outras causas possíveis;

    c) Correspondência altamente provável: a lesão pode ter sido causada pelo traumatismo descrito e existem poucas causas possíveis alternativas;

    d) Correspondência típica: o sintoma aparece geralmente associado ao tipo de traumatismo descrito, mas existem outras causas possíveis;

    e) Diagnóstico de: o sintoma não pode ter sido causado de qualquer outra forma senão a descrita.

  • Qual a fonte dessas "correspondências"? Obrigado.

  • GABARITO ERRADO


    A fonte do colega é uma monografia, segue link: http://www.malthus.com.br/rw/forense/Pericia_em_Casos_de_Tortura_monografia_malthus.pdf

  • “O médico deverá indicar, relativamente a cada lesão e a todo o conjunto de lesões, o grau de correspondência entre a mesma e a causa indicada pelo paciente. Em geral, utiliza-se a seguinte terminologia: a) Não correspondente: a lesão não pode ter sido causada pelo traumatismo descrito; b) Correspondente: a lesão pode ter sido causada pelo traumatismo descrito mas, sendo uma lesão atípica, existem outras causas possíveis; c) Correspondência altamente provável: a lesão pode ter sido causada pelo traumatismo descrito e existem poucas causas possíveis alternativas; d) Correspondência típica: o sintoma aparece geralmente associado ao tipo de traumatismo descrito, mas existem outras causas possíveis; e) Diagnóstico de: o sintoma não pode ter sido causado de qualquer outra forma senão a descrita.”

    Fonte:http://www.malthus.com.br/rw/forense/Pericia_em_Ca...

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • Em medicina legal, atente-se quando a assertiva é incisiva, raramente algo é peremptório, terminante, definitivo, decisivo.

  • Essa professora Zeneida Girão só faz copiar e colar textos. Nunca faz um comentário simples e objetivo

  • Obrigada Junior Guedes, seu comentário me salvou!!!


ID
2802082
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

A respeito de tortura e de exames periciais para diagnóstico de vítimas submetidas a tortura, tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, julgue o item subsequente.


A tortura por eletricidade com o uso de toalha molhada interposta entre a pele e o condutor energizado aumenta a superfície de passagem da eletricidade e nem sempre deixa a marca típica de Jellinek.

Alternativas
Comentários
  • Marca elétrica de Jellinek: considerada uma lesão simples, com sua forma circular, estrelada, de consistência endurecida, bordas altas, tonalidade branco-amarelada, fixa, indolor e asséptica.


    Ps: Aristoteles, desnecessário este tipo de comentário.

  • Gabarito Certo


    A Eletricidade industrial pode provocar lesões corporais com ou sem êxito letal.

    Se houver a morte é chamado de eletrocussão, se a descarga elétrica for não letal chama-se eletroplessão e ambas deixam a marca de Jellinek.


    Marca de Jellinek:

    -Aspecto circular

    - elíptica ou em roseta

    - ela pode não existir

    -forma-se rapidamente, mostrando grande tendência à cura.


    fonte anotações Estratégia



  • GABARITO CERTO


    A marca elétrica de Jellinek é diferente da queimadura elétrica. A primeira representa exclusivamente a porta de entrada da corrente elétrica no organismo, pouco significativa, podendo até passar despercebida ou estar ausente. Sua ausência não quer dizer que não houve passagem da corrente elétrica. As queimaduras elétricas são resultantes do calor de uma corrente, têm a forma de escara pardacenta ou escura, apergaminhada, bordas nítidas, sem área de congestão, nem tampouco presença de flictenas.

    Finalmente, a perícia deve ficar atenta para o diagnóstico das lesões produzidas pela ação da eletricidade em “sessões de tortura”, principalmente nos órgãos genitais das vítimas. Sob o ponto de vista microscópico, nem sempre essas lesões provocadas por descarga elétrica são típicas. Ainda mais: as lesões eletroespecíficas (marca elétrica de Jellinek) não são muito diferentes das lesões produzidas em “sessões de tortura”, a não ser o fato destas últimas não apresentarem depósitos metálicos (ferro ou cobre), em face dos cuidados de não se deixarem vestígios. 


    FRANÇA

  • gB C - Nos acidentes causados por VOLTAGENS BAIXAS, dependendo da resistência da pele e do tempo de duração do contato, podemos encontrar uma lesão muito característica: A MARCA ELÉTRICA DE JELLINEK, que é uma forma especial de queimadura.

    A EXTENSÃO da marca elétrica costuma ser pequena, mas atinge grande profundidade. Evolui sem exsudação e não tem tendência a se infectar, já que os vasos sanguíneos da região são igualmente coagulados pela ação térmica.  É esse o principio do bisturi elétrico, que corta os tecidos sem provocar sangramento.

    A eletricidade artificial age por eletroplessão, sendo geralmente acidental, mas podendo ter origem homicida ou suicida. A eletroplessão é qualquer efeito provocado pela eletricidade industrial, com ou sem êxito letal. As lesões alteram-se de acordo com alta ou baixa pressão. A lesão mais simples é conhecida como marca elétrica de Jellinek, e constitui-se numa lesão da pele:

    - tem a forma circular

    - elítica ou estrelada

    - de consistência endurecida

    - bordas altas

    - leito deprimido e tonalidade branco-amarelada, fixa, indolor, asséptica e de fácil cicatrização. Pode apresentar também a forma do condutor. 

  • “A perícia deve ficar atenta para o diagnóstico das lesões produzidas pela ação da eletricidade em “sessões de tortura”, principalmente nos órgãos genitais das vítimas. Sob o ponto de vista microscópico, nem sempre essas lesões provocadas por descarga elétrica são típicas. Ainda mais: as lesões eletroespecíficas (marca elétrica de Jellinek) não são muito diferentes das lesões produzidas em “sessões de tortura”, a não ser o fato destas últimas não apresentarem depósitos metálicos (ferro ou cobre), em face dos cuidados de não se deixarem vestígios”. FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p.311

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO

  • Marca elétrica Jellinek: É a lesão mais simples, geralmente circular e de cor branca amarelada, podendo ter a forma do condutor. Representa a porta de entrada da corrente elétrica. 

     

    Neusa Bittar. 

  • É só lembrar do filme À espera de um milagre.

  • A marca elétrica de Jellinek: Constitui-se em uma lesão da pele, tem forma circular, elítica ou estrelada, de

    consistência endurecida, bordas altas, leito deprimido, tonalidade branco-amarelada, fixa, indolor, asséptica e de fácil cicatrização. Pode apresentar também a forma do condutor elétrico. Entrada da corrente elétrica.

    Atenção! Nem sempre está presente! Importante saber diferença entre “marca elétrica” e “queimadura elétrica”. O sinal de Jellinek é uma marca elétrica. A queimadura é o aquecimento da pele causado pelo efeito Joule.

    Fonte: Carlos Palhares, Gran

  • Jellinek:

  • Eletricidade artificial ou industrial, por sua vez, tem por ação uma síndrome chamada eletroplessão . É, geralmente, acidental, podendo, no entanto, ter origem suicida ou homicida.

    Conceitua-se a eletroplessão como qualquer efeito proporcionado pela eletricidade industrial, com ou sem êxito letal. As lesões superficiais dessa forma de eletricidade alteram-se de acordo com a corrente de alta ou baixa tensão.

    A lesão mais típica é conhecida como marca elétrica de Jellinek , embora nem sempre esteja presente. Constitui-se em uma lesão da pele, tem forma circular, elítica ou estrelada, de consistência endurecida, bordas altas, leito deprimido, tonalidade branco-amarelada, fixa, indolor, asséptica e de fácil cicatrização.

    fonte: Genival Veloso de França

  • MARCA ELÉTRICA DE JELLINEK

    Atenção! Nem sempre está presente! Importante saber diferença entre “marca elétrica” e “queimadura elétrica”. O sinal de Jellinek é uma marca elétrica. A queimadura é o aquecimento da pele causado pelo efeito Joule

  • Marca elétrica de Jellinek: considerada uma lesão simples, com sua forma circular, estrelada, de consistência endurecida, bordas altas, tonalidade branco-amarelada, fixa, indolor e asséptica.

    Marca elétrica de Jellinek, pode aparecer nas lesões de ordem industrial. Divide-se em eletrocussão ( letal) e eletroplessão.

  • Para Genival Veloso França A lesão mais típica é conhecida como marca elétrica de Jellinek, embora nem

    sempre esteja presente. Constitui-se em uma lesão da pele, tem forma circular, elítica ou estrelada,

    de consistência endurecida, bordas altas, leito deprimido, tonalidade branco-amarelada, fixa,

    indolor, asséptica e de fácil cicatrização. Pode apresentar também a forma do condutor elétrico

  • o problema é a questão afirmar que a toalha aumenta a superfície de passagem de eletricidade quando na verdade ela aumenta a condutividade elétrica da superfície da pele, que tem a mesma extensão, com ou sem toalha.

ID
2802085
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

 Dois motoristas, Pedro e José, foram levados à central de flagrantes da polícia civil após terem sido parados em uma blitz no trânsito. Segundo a polícia civil, Pedro, de trinta e dois anos de idade, foi submetido ao teste do bafômetro, durante a blitz, e o resultado mostrou 0,68 miligramas de álcool por litro de ar expelido. Ele pagou fiança e deverá responder em liberdade por crime de trânsito. Conforme os policiais, José, de vinte e dois anos de idade, se recusou a submeter-se ao teste do bafômetro, mas o médico legista do Instituto Médico Legal (IML) que o examinou comprovou alteração da capacidade psicomotora em razão do consumo de substância psicoativa que determina dependência. José também pagou fiança para ser liberado.


Com relação a essa situação hipotética, julgue o item a seguir. 


Caso fosse feito um segundo teste do bafômetro em Pedro, cinco minutos após a realização do primeiro teste, o resultado seria necessariamente inferior a 0,68 miligramas de álcool por litro de ar expelido, desde que ele não tivesse ingerido bebida alcoólica durante o intervalo entre os testes.

Alternativas
Comentários
  • http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/02/eliminacao-do-alcool-e-diferente-em-cada-pessoa-e-pode-levar-ate-12-horas.html

  • Cinco minutos não é tempo idôneo capaz de reduzir significativamente a quantidade de alcool por litro de ar expelido por uma pessoa. Seria Necessário um tempo maior para que ocorresse uma diminuição considerável.

  • "É muito importante também conhecer a chamada curva alcoolêmica, pois a partir dela pode-se fundamentar melhor o diagnóstico médico-legal da embriaguez. A primeira linha (curva de difusão ou absorção), é ascendente e corresponde ao período de absorção, durando cerca de 30 a 60 min, isso quando se trata de absorção única. Em casos de absorções sucessivas, teremos uma linha quebrada e escalonada, em face das continuadas ingestões. Um pico (nível de manutenção) no qual se tem a concentração máxima da alcoolemia. A duração dessa fase é mínima e em alguns casos este pico não existe. E uma linha descendente (curva de eliminação), de forma regular e gradativa, que corresponde ao período de desintoxicação e em que predomina o processo de oxidação, tendo início a partir de 1 h e 30 min da ingestão. Simonin afirma que a eliminação da alcoolemia se dá de forma progressiva e de 15 a 20 h após a última ingestão da bebida, dependendo do coeficiente de etiloxidação (quantidade de álcool oxidado por minuto e por quilo de peso), qualquer que seja seu grau de concentração." FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 878]

    Assim, se verifica que o período de intervalo é ínfimo para uma alteração no nível de álcool.

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • Segundo o Professor Paulo Coen, depois de 5 minutos de ter feito a ingestão de álcool já é detectado o mesmo no organismo. O tempo hábil para esse teste seria na verdade de 15 minutos, pois as vezes acontece o FALSO POSITIVO que é quando a pessoa usa um enxaguante bucal que contém álcool ou um bombom com Rum e isso resultará num falso positivo no exame de Bafômetro.

  • É pouco tempo 5 min

  • Dependendo do tempo passado da ingestão e da quantidade de álcool ainda não absorvido no estômago, a curva de alcoolemia (álcool no sangue), ainda pode estar em fase ascendente (fase 1 absorção/difusão).

  • BIZU: "necessariamente inferior"... obrigatoriamente inferior... Da forma que a assertiva foi apresentada - como ABSOLUTA VERDADE -...álcool é complicado, cada corpo pode reagir diferentemente à eliminação do corpo.


ID
2802088
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

 Dois motoristas, Pedro e José, foram levados à central de flagrantes da polícia civil após terem sido parados em uma blitz no trânsito. Segundo a polícia civil, Pedro, de trinta e dois anos de idade, foi submetido ao teste do bafômetro, durante a blitz, e o resultado mostrou 0,68 miligramas de álcool por litro de ar expelido. Ele pagou fiança e deverá responder em liberdade por crime de trânsito. Conforme os policiais, José, de vinte e dois anos de idade, se recusou a submeter-se ao teste do bafômetro, mas o médico legista do Instituto Médico Legal (IML) que o examinou comprovou alteração da capacidade psicomotora em razão do consumo de substância psicoativa que determina dependência. José também pagou fiança para ser liberado.


Com relação a essa situação hipotética, julgue o item a seguir. 


Os exames clínicos que podem ter sido utilizados pelo médico legista para a comprovação do consumo de substância psicoativa por José incluem a loquacidade, o equilíbrio e a coordenação motora.

Alternativas
Comentários
  • gab certo

    .

    loquacidade é característica de um sujeito loquaz

    - loquaz

    adjetivo de dois gêneros

    1. que fala muito, que demonstra prazer em falar; verboso, falador. 2. POR EXTENSÃO que fala com eloquência, com facilidade; facundo, magníloquo.


  • "A perícia médico-legal, no campo das toxicofilias, é de indiscutível magnitude. Vai desde a pesquisa e a identificação da substância tóxica, quantidade consumida, até o estudo biopsicológico para caracterizar o estado de dependência. Não se pode também omitir, nesse exame, o estudo da personalidade do examinado. E, sobre isso, afirmam Hilário Veiga de Carvalho e Marco Segre: “Este exame deveria ser fundamental em todo seu contorno, pois os aspectos comportamentais têm, no exame da personalidade, a sua base e a sua fonte, de melhor compreensão de toda conduta do toxicômano. Acreditamos que um exame desta natureza deveria ser de rotina habitual, sem exceções, desde que é a partir de seu conhecimento que uma compreensão mais válida se pode alcançar de todo o complexo fenômeno da toxicomania” (in Tóxicos, Bauru: Editora Jalovi Ltda., 1978)".FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 868

    GABARITO DO PROFESSOR: CORRETO

  • "A perícia médico-legal, no campo das toxicofilias, é de indiscutível magnitude. Vai desde a pesquisa e a identificação da substância tóxica, quantidade consumida, até o estudo biopsicológico para caracterizar o estado de dependência. Não se pode também omitir, nesse exame, o estudo da personalidade do examinado. E, sobre isso, afirmam Hilário Veiga de Carvalho e Marco Segre: “Este exame deveria ser fundamental em todo seu contorno, pois os aspectos comportamentais têm, no exame da personalidade, a sua base e a sua fonte, de melhor compreensão de toda conduta do toxicômano. Acreditamos que um exame desta natureza deveria ser de rotina habitual, sem exceções, desde que é a partir de seu conhecimento que uma compreensão mais válida se pode alcançar de todo o complexo fenômeno da toxicomania” (in Tóxicos, Bauru: Editora Jalovi Ltda., 1978)".FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 868

    GABARITO DO PROFESSOR: CORRETO

  • Ao exame físico verificar sinais que possam estabelecer o consumo de álcool recente como: hiperemia conjuntival, hálito etílico, fala pastosa ou enrolada, rubor facial, marcha ebriosa, eructações, sonolência, letargia, lesões externas compatíveis com agressão física ou acidentes (principalmente em membros inferiores que são compatíveis com queda).

    Observar ainda se o humor e afeto são compatíveis com a situação em que o periciando se encontra.

    Avaliar a postura e a presença de arrogância, ironia, irritação, agressividade, sentimentalismo e choro. Especial atenção aos diâmetros pupilares nas vítimas de TCE (anisocoria).

    Realizar os testes de equilíbrio estático (Prova de Romberg, “One-leg stand - OLS” ou “Teste do quatro”) e de equilíbrio dinâmico (Teste do andar em linha reta tocando o calcanhar na ponta do pé com os olhos abertos e também com os olhos fechados ou o teste de “Walkand-turn – WT” realizado da mesma forma, porém com o retorno ao final de 9 passos girando sobre apenas um pé). Periciandos vítimas de acidente de trânsito com trauma em membros podem ter certa dificuldade na realização destes testes devido à dor nas articulações atingidas.

    Verificar a presença de disdiadococinesia pedindo que o periciando realize movimentos repetitivos e alternados. Realizar o teste do índex-naso. O teste de empilhar moedas é útil para avaliar a coordenação motora fina. Pode-se pedir para que o periciando escreva algo ou assine seu nome observando o jeito que escreve, a presença de letra tortuosa e sentenças não lineares, comparando a escrita com algum documento do mesmo.

    Avaliar o pensamento que é externado pelo discurso: se é linear, coerente, se tem interrupções. Observar a orientação no tempo e no espaço e a memória: perguntar data e hora aproximadas, local em que se encontra, onde mora, nomes de governantes, se lembra dos atos cometidos recentemente e comparar com a história passada pelos agentes de segurança pública que o conduzem. Com relação à memória recente pode-se pedir que o periciando decore uma sequência simples de números no início do exame e pedir que ele repita ao fim do mesmo. 

    Fonte: PERÍCIA DE EMBRIAGUEZ, Gustavo Rodrigues.

  • Gab. C

    O exame clínico consiste na observação de miose ou de midríase, de taquisfigmia ou de bradisfigmia, de hipotensão arterial, temperatura, hálito alcoólico, congestão da face e dos olhos, sialorreia, vômitos cheirando a vinagre, sonolência, atitude de excitação, confusão, depressão, tagarelice, arrogância; orientação no tempo e no espaço; memória; articulação de palavras; pesquisa da sensibilidade térmica e dolorosa; realização de testes, objetivando coordenação motora, ou visando à marcha e ao equilíbrio (sinal de Romberg).

    Fonte. Estratégia.

  • As três formas clássicas de se provar a embriaguez ao volante são: o EXAME DE SANGUE, o EXAME CLÍNICO e o BAFÔMETRO.

    EXAME CLÍNICO - objetiva distinguir o alcoolista do doente ou do indivíduo em tratamento. Consiste na observação de miose ou da midríase, de taquisfigmia ou de bradisfigmia, de hipotensão arterial, temperatura, hálito alcoólico, congestão da face e dos olhos, sialorréia, vômitos cheirando a vinagre, soluços, que por si só pode ser seriamente enganador, sonolência, coma; atitude de excitação, confusão, depressão, LOQUACIDADE, arrogância; orientação no tempo e no espaço; memória; articulação de palavras em cuja composição entra muitas labiais, como paralelepípedos, fósforos, terceiro regimento de artilharia, politécnico da escola politécnica, anticonstitucionalmente; pesquisa da sensibilidade térmica e dolorosa; realização de testes, objetivando COORDENAÇÃO MOTORA, como apanhar um pequeno objeto, dar corda num relógio, ou visando à marcha e ao EQUILÍBRIO, além de buscar diligentemente sinais ou sintomas outros de doença ou traumatismo capazes de aparentar embriaguez.

    BAFÔMETRO - utiliza o ar expirado que, num pequeno balão de borracha contendo ácido sulfúrico e permanganato de potássio, oxida o álcool, se existente nos pulmões, da reação álcool- bióxido de carbono resultando o descoramento do permanganato de potássio. Só poderá ser realizado com a autorização daquele que puder consenti-lo, em virtude do princípio de que ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo.

    ~> Pelo princípio da não auto-incriminação (segundo o qual ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo), o exame do bafômetro e o de sangue só podem ser realizados com autorização daquele que puder consenti-lo. Assim, pelo princípio da presunção de inocência, não se pode constranger o acusado a submeter-se a intervenções corporais como testes alcoométricos e exames de DNA, nem de sua recusa inferir a veracidade do fato. Para evitar a impunidade, a saída seria a otimização dos meios para a realização do EXAME CLÍNICO, cuja elaboração independe, em regra, da colaboração do motorista.

    (CONJUR, Marcelo Jansen de Mello)

  • Só eu estou gostando mais dos comentários dos colegas do que dos dessa professora?! tá legal não, viu?! Avante!
  • Sendo o álcool uma droga depressora, o exame clínico observará sinais condizentes com os efeitos típicos dessas drogas.

    Drogas depressoras ou psicoléticas: diminuem a atividade cerebral (respostas funcionais e reflexas) → o SNC trabalha mais lento. Reações: lentidão, sonolência, apatia, falta de coordenação motora, dificuldade de concentração, perda de memória. Podem atuar sobre o estado de vigília (inclui os hipnóticos) ou sobre o humor (inclui os neurolépticos e os tranquilizantes). Fonte: Carlos Palhares.


ID
2802091
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação de Trânsito
Assuntos

 Dois motoristas, Pedro e José, foram levados à central de flagrantes da polícia civil após terem sido parados em uma blitz no trânsito. Segundo a polícia civil, Pedro, de trinta e dois anos de idade, foi submetido ao teste do bafômetro, durante a blitz, e o resultado mostrou 0,68 miligramas de álcool por litro de ar expelido. Ele pagou fiança e deverá responder em liberdade por crime de trânsito. Conforme os policiais, José, de vinte e dois anos de idade, se recusou a submeter-se ao teste do bafômetro, mas o médico legista do Instituto Médico Legal (IML) que o examinou comprovou alteração da capacidade psicomotora em razão do consumo de substância psicoativa que determina dependência. José também pagou fiança para ser liberado.


Com relação a essa situação hipotética, julgue o item a seguir. 


A conduta de conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de substância psicoativa que não seja bebida alcóolica não está prevista como crime no Código de Trânsito Brasileiro.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO. ESTÁ PREVISTO NO CTB. Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool OU DE OUTRA SUBSTÂNCIA PSICOATIVA que determine dependência: (Redação dada pela Lei nº 12.760, de 2012)
  • ERRADO!

     

    Tanto a influência de álcool quanto a alteração por meio de outra substância psicoativa caracteriza crime de trânsito.

  • GABARITO: ERRADO

     

    CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO - CTB

     

    Art. 306.  Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência:          (Redação dada pela Lei nº 12.760, de 2012)

     

    Penas - detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

     

    Complementando: Não é um crime de menor potencial ofensivo. 

     

    (Q921292) Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: PC-SP Prova: Delegado de Polícia

    c) o crime de embriaguez ao volante não admite transação penal, mas nada impede a incidência de suspensão condicional do processo.

     

  • GAB: E


    Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência: 

    ------


  • ERRADO.


    Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência.


    " VOCÊ É O QUE VOCÊ PENSA, É O SR. DO SEU DESTINO." 

  • gaba E


    Um LEMBRETE que pode ser útil: é possível que o condutor responda pelo crime de dirigir embriagado e pela infração administrativa de se recusar a realizar o teste do "bafômetro"


    bons estudos

  • + 165-A

  • Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência.

  • gabarito errado

     

    Art. 306.  Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência:

             

            Penas - detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

     

    § 1o  As condutas previstas no caput serão constatadas por: 

           

    I - concentração igual ou superior a 6 decigramas de álcool por litro de sangue ou igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar; ou          (Incluído pela Lei nº 12.760, de 2012)

     

    II - sinais que indiquem, na forma disciplinada pelo Contran, alteração da capacidade psicomotora.   

     

    http://www.somostodosconcurseiros.net/ .¨600 questoes de CTB inéditas estilo Cesp das novas atualizacoes do CTB

  • Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência

  • Essa foi pra ninguém zerar

  • Não é só sua cervejinha e destilados misturados com direção de veículo automotor que implica crime não.


    Cuidado com os cigarrinhos do demônio!

  • Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência:

  • Errado

    Esta previsto no 306 do CTB, podendo ser por influencia de álcool ou de outra substancia psicoativa que determine dependência. Tem como pena, detenção de 6 meses a 3 anos, multa e suspensão do direito de dirigir.

  • Errado. Não é somente o álcool. Existe também o teste da saliva, que detecta o uso de várias substâncias, como a cocaína, êxtase, LSD, maconha e etc

  • Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência:          (Redação dada pela Lei nº 12.760, de 2012)

     

    Penas - detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

     

    Complementando: Não é um crime de menor potencial ofensivo. 


    Crime de Perigo Abstrato

  • Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência:       

      (Redação dada pela Lei nº 12.760, de 2012)    

       Penas - detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

  • Errado. 

    Está previsto sim de acordo com o artigo 306 do CTB: "Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência"

     

    Ainda, sempre é bom lembrar, em relação a embriaguez ,os limites permitidos.

     

     

                      Exame de Sangue                                                                                        etilômetro (bafômetro) -

     

                                                                                                                          até 0,049 mg/l não é nada (nem crime nem infração)

     

                               Infração                                                                                                                        Infração

     

    -> Qualquer concentração                                                                                                           -> 0,05 a 0,33 mg/l 

     

                      Infração + Crime                                                                                                     Infração + Crime

     

                 igual ou acima de 0,6 dg/l                                                                                                igual ou acima de 0,34 mg/l 

     

     

    * deve-se priorizar o uso do etilômetro para verificação da embriaguez;

    * porém outros métodos também são aceitos: testemunha, imagem, vídeo ou qualquer meio de prova admitido;

    * Para comprovar alteração psicomotora deve ser levado em consideração não apenas 01 sinal, mas sim um conjunto de sinais;

     

  • vamos lá futuros PRFs, foco.

  • Art 306 do CTB prevê a alterações de comportamentos por uso de álcool ou substancias que causam dependências

  • Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência"

     

  • CERTO....

    EM MOMENTO ALGUM O CTB DIZ Q É CRIME OU SEJA A QUESTÃO N FALA EM BEBIDAS ELE PODIA TER TOMADO OUTRAS BEBIBAS GUARANA REFRESCO EM FIM ... TA CORRETO...

  • O crime de embriaguez do CTB (art.306) é tido de forma ampla, por efeito de Álcool ou outra substancia psicoativa.

  • Sentido amplo:

    Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência"

  • Crime de Embriaguez ao Volante

            Art. 306. CONDUZIR veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool OU de outra substância psicoativa que determine dependência:                

    Penas - detenção, de 6 meses a 3 anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

    § 1 As condutas previstas no caput serão constatadas por:           

    I - concentração igual ou superior a 6 decigramas de álcool por litro de sangue ou igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar; ou           

    II - sinais que indiquem, na forma disciplinada pelo Contran, alteração da capacidade psicomotora.          

    § 2  A verificação do disposto neste artigo poderá ser obtida mediante teste de alcoolemia ou toxicológico, exame clínico, perícia, vídeo, prova testemunhal ou outros meios de prova em direito admitidos, observado o direito à contraprova.           

    § 3  O Contran disporá sobre a equivalência entre os distintos testes de alcoolemia ou toxicológicos para efeito de caracterização do crime tipificado neste artigo. 

    § 4º Poderá ser empregado qualquer aparelho homologado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia - INMETRO - para se determinar o previsto no caput.      

    O crime do art. 306 do CTB, segundo o STJ é de perigo abstrato e dispensa a demonstração de potencialidade lesiva na conduta, configurando-se pela simples condução de veículo automotor em estado de embriaguez.

    Sujeito passivo: Coletividade.

    GAB - E

  • Gab E- É CRIME

         Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência:                  

            Penas - detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor

  • Assertiva E

    A conduta de conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de substância psicoativa que não seja bebida alcóolica não está prevista como crime no Código de Trânsito Brasileiro.

  • Influência de álcool OU de outra substância psicoativa que determine dependência...

  • tóxicos cai tbm!

  • SE CAIR UMA QUESTÃO DESSA NA PROVA EU CHORO DE TÃO DIFICIL MDS QUASE NEM RESOLVI

  • Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência:         

         

      Penas - detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

  • QUANTO À CONDUÇÃO DE VEÍCULO COM CAPACIDADE PSICOMOTORA ALTERADA

    Art. 306 Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão de influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência.

    Pena de detenção e suspensão ou proibição de se obter permissão ou habilitação para dirigir veículo automotor.

    §1º As condutas previstas no caput serão constatadas por:

    >>> Concentração igual ou superior a 6 decigramas de álcool por litro de sangue;

    >>> Concentração igual ou superior a 0,3 miligramas de álcool por litro de ar alveolar;

    >>> Sinais que indiquem, como disciplina o Contran, alteração da capacidade psicomotora;

    ·      Alcoolemia: igual ou superior a 6 dg/litro de sangue;

    ·      Etilômetro (aparelho): igual ou superior 0,3 mg/litro de ar;

    ·      Sinais que indiquem.

    O valor considerado para a autuação será sempre 0,04 mg/L menor que a realizada.

    Exemplos:

    >>> Motorista A: 0,29 mg/L – 0,04 = 0,25 mg/L.

    >>> Motorista B: 0,31 mg/L – 0,04 = 0,27 mg/L.

    >>> Motorista C: 0,35 mg/L – 0,04 = 0,31 mg/L.

  • GABARITO: ERRADO.

  • Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de substância psicoativa está prevista como crime no Código de Trânsito Brasileiro.

  • NEGATIVO.

    ____________________

    CONDUTAS VEICULARES

    A conduta de conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de substância psicoativa que não seja bebida alcoólica também está prevista como crime no Código de Trânsito Brasileiro.

    Ou seja, qualquer substância psicoativa que altere a capacidade psicomotora do motorista, tipifica crime de acordo com o CTB.

    ______________________________________

    Portanto, Gabarito: Errado.

    ___________________________________________________________________

    BONS ESTUDOS!

  • Errei pelo fato de faltar o termo "que determine dependência". Entretanto, para o CESPE incompleto também esta certo.

  • rebite ou bolinha, muito utilizado por caminhoneiros e estudantes para ficarem "acesos", são drogas sintéticas classificadas como anfetaminas e seus derivados. Essas drogas atuam no Sistema Nervoso Central, estimulando-o a trabalhar em um ritmo mais acelerado.

  • Errada

    Art306°- Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que termine dependência.

  • Gabarito: errado.

    O crime não é configurado apenas com álcool, mas também por qualquer outra substância psicoativa que determine dependência (ex.: drogas).

    Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência:

    Penas - detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

  • O Código de Trânsito Brasileiro estabelece que:

    Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade motora alterada em razão de influência de álcool OU de outra substância psicoativa que determine dependência.

    Portanto, para a consumação do delito não necessariamente o agente deve estar alcoolizado.

  • Questão: Errada

    Art 306 - Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que termine dependência.

  • Embriaguez ao volante é crime de perigo ABSTRATO, sendo dispensável a prova do efetivo dano em potencial!

  • Ou seja: Fumar maconha e conduzir veiculo automotor é CRIME !

    O Condutor será conduzido à polícia judiciaria, terá sua CNH suspensa por 12 meses + multa, o veiculo será retido até apresentação de um condutor devidamente habilitado e o mesmo não ser maconheiro, pois este tbm será submetido ao teste(podendo ser caracterizado não apenas pelo etilômetro, mas pelos olhos vermelhos, desordem nas vestes, entre outros de acordo com a RES 432).

    Sem contar que se for encontrado algum ilícito no veiculo, poderá responder pelo Tráfico Art33 OU Consumo Art 28 lei de drogas

    e nada de fazer concurso para carreiras policiais, vcs maconheiros, não são bem vindos!

  • Álcool ou outra substância que cause dependência.

  • Gabarito: Errado

    Segundo o CTB:

    Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência:          

    Penas - detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

    § 1 As condutas previstas no caput serão constatadas por:      

    I - concentração igual ou superior a 6 decigramas de álcool por litro de sangue ou igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar; ou          

    II - sinais que indiquem, na forma disciplinada pelo Contran, alteração da capacidade psicomotora.

  • Uma questão com texto gigante para perguntar uma coisa simples dessa. Gab E Art.306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência: Penas - detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.
  • ERRADO

    O Código de Trânsito Brasileiro estabelece que:

    Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade motora alterada em razão de influência de álcool OU de outra substância psicoativa que determine dependência.

  • Olhou pro lado com a cespe, rodou...100%focado

  • GABARITO: ERRADO.

    Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool OU DE OUTRA SUBSTÂNCIA PSICOATIVA QUE DETERMINE DEPENDÊNCIA:

    O ROL É EXEMPLIFICATIVO, PONDENDO SER QUALQUER TIPO SUBSTÂNCIA OU DROGAS ILÍCITAS "QUE CAUSEM ALTERAÇÕES NA CAPACIDADE PSICOMOTORA OU DEPENDÊNCIA".

    -- NÃO ADMITE OS INSTITUTOS DESPENALIZADORES DA LEI 9.099 - JECRIM.

    -- AÇÃO PENAL PÚBLICA INCONDICIONADA.

    Tenha fé em unicamente em DEUS!

  • o cara conta uma história tão grande e bonita, pra depois fazer uma pg bizarra dessa.

  • ERRADO.

    Artigo 306: embriaguez

  • O certo é AlcoÓlica, e não da forma que está escrito.

  • Crime de Trânsito

    Art. 306, CTB.

    Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência:

    Penas - detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

  • QUANTO À CONDUÇÃO DE VEÍCULO COM CAPACIDADE PSICOMOTORA ALTERADA

    Art. 306 Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão de influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência.

    Pena de detenção e suspensão ou proibição de se obter permissão ou habilitação para dirigir veículo automotor.

    §1º As condutas previstas no caput serão constatadas por:

    >>> Concentração igual ou superior a 6 decigramas de álcool por litro de sangue;

    >>> Concentração igual ou superior a 0,3 miligramas de álcool por litro de ar alveolar;

    >>> Sinais que indiquem, como disciplina o Contran, alteração da capacidade psicomotora;

    ·      Alcoolemia: igual ou superior a 6 dg/litro de sangue; (crime de trânsito)

    ·      Etilômetro (aparelho): igual ou superior 0,3 mg/litro de ar; (crime de trânsito)

    ·      Sinais que indiquem.

    O valor considerado para a autuação será sempre 0,04 mg/L menor que a realizada.

    Exemplos:

    >>> Motorista A: 0,29 mg/L – 0,04 = 0,25 mg/L. (Infração de trânsito)

    >>> Motorista B: 0,31 mg/L – 0,04 = 0,27 mg/L. (Infração de trânsito)

    >>> Motorista C: 0,35 mg/L – 0,04 = 0,31 mg/L. (Crime de trânsito)

    §2º A verificação do disposto neste artigo poderá ser obtida mediante teste de alcoolemia ou toxicológico, exame clínico, pericial, vídeo, prova testemunhal ou outros meios de prova em direito admitido, observado o direito à contraprova.

  • Galera, há oito semanas, comecei utilizar os MAPAS MENTAIS PARA CARREIRAS POLICIAIS, e o resultado está sendo imediato, pois nosso cérebro tem mais facilidade em associar padrões, figuras e cores.

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  • O Código de Trânsito de Brasileiro tipifica algumas condutas na condução de veículos  com crimes. O Capítulo XIX além de apresentar os crimes em espécie, traz regras acerca de aspectos processuais aplicáveis aos crimes de trânsito. Não é preciso dizer que crimes de trânsito é assunto fundamental em provas de concurso.
     
    O texto do art. 165 do CTB deixa claro que comete infração de trânsito aquele que dirige sob a influência de álcool OU DE QUALQUER OUTRA SUBSTÂNCIA PSICOATIVA QUE DETERMINE DEPENDÊNCIA.
     
    Portanto, o CTB prevê a possibilidade da configuração da infração do art. 165, ainda que capacidade psicomotora alterada não seja em razão de ingestão de bebida alcoólica.
     
    Gabarito da questão - Item ERRADO


ID
2802094
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação de Trânsito
Assuntos

 Dois motoristas, Pedro e José, foram levados à central de flagrantes da polícia civil após terem sido parados em uma blitz no trânsito. Segundo a polícia civil, Pedro, de trinta e dois anos de idade, foi submetido ao teste do bafômetro, durante a blitz, e o resultado mostrou 0,68 miligramas de álcool por litro de ar expelido. Ele pagou fiança e deverá responder em liberdade por crime de trânsito. Conforme os policiais, José, de vinte e dois anos de idade, se recusou a submeter-se ao teste do bafômetro, mas o médico legista do Instituto Médico Legal (IML) que o examinou comprovou alteração da capacidade psicomotora em razão do consumo de substância psicoativa que determina dependência. José também pagou fiança para ser liberado.


Com relação a essa situação hipotética, julgue o item a seguir. 


José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito : C Art165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art.

  •         GAB: CERTO                                                                        

                                                                                        CAPÍTULO XV
                                                                                      DAS INFRAÇÕES

     

     Art. 165-A.  Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:

     

    ''Art. 277.  O condutor de veículo automotor envolvido em acidente de trânsito ou que for alvo de fiscalização de trânsito poderá ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que, por meios técnicos ou científicos, na forma disciplinada pelo Contran, permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa que determine dependência.''

     

    Infração - gravíssima;

     

    Penalidade - multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses;

     

    Medida administrativa - recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4º do art. 270.

     

    § 4º  Não se apresentando condutor habilitado no local da infração, o veículo será removido a depósito.

     

    Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no caput em caso de reincidência no período de até 12 (doze) meses.

  • Alguém pode me explicar o porquê desta situação não se encaixar também como crime?


    Pois o Art 306, caput, diz:

    "Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão (...) de substância psicoativa ..."

    e o §2º complementa:

    "A verificação poderá ser obtida mediante teste de alcoolemia ou toxicológico, exame clínico, (...)"


    Por fim, a Resolução do CONTRAN nº 432/2013 diz:

    Art. 6º (...)

    Parágrafo único. Serão aplicadas as penalidades e medidas administrativas previstas no art. 165 do CTB ao condutor que recusar a se submeter a qualquer um dos procedimentos previstos no art. 3º, sem prejuízo da incidência do crime previsto no art. 306 do CTB caso o condutor apresente os sinais de alteração da capacidade psicomotora. 



    Provavelmente eu estou vendo coisas que não deveria, visto que não sou da área de Direito.

    Mas se puderem me ajudar, eu agradeço.

  • BrunoTrevisan Romero, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro, o indivíduo será autuado por infração administrativa. A recusa não impede que ele seja autuado,também, por crime, se apresentar sinais visíveis de embriaguez.

  • GAB: C

    Infração Administrativa


    Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:   


    Infração - gravíssima;   


  • Na terceira linha do texto associado existe a passagem: "Conforme os policiais, José, de vinte e dois anos de idade, se recusou a submeter-se ao teste..." O pronome se deveria ocorrer depois do verbo (ênclise) uma vez que há a vírgula. Sei que não tem nada a ver com o assunto da questão mas se alguém puder esclarecer se é isso mesmo eu agradeço.


    Lembrando também que de acordo com a resolução nº 432/13 do CONTRAN é admitida uma margem de erro quando se utiliza o etilômetro (bafômetro) pois é um aparelho de medição e está sujeito a variações, essa margem é de 0,04 miligrama de álcool por litro de ar alveolar, então de acordo com o anexo I da resolução se o etilômetro acusar 0,04 miligrama ou menos o condutor deverá ser liberado, caso acuse de 0,05 miligrama de álcool por litro de ar alveolar até 0,33 será autuado no artigo 165 do CTB (infração administrativa), caso conste 0,34 miligrama de álcool por litro de ar alveolar ou mais responderá pelo crime de trânsito do artigo 306 do CTB.


    No caso de exame de sangue se constar 6 decigramas ou mais de álcool por litro de sangue é crime artigo 306 CTB, qualquer valor abaixo das 6 decigramas por litro de sangue sujeita o condutor à infração administrativa do artigo 165 do CTB.


    O artigo 165-A do CTB por sua vez traz uma infração administrativa autônoma em que o condutor é punido pela recusa em realizar quaisquer procedimentos que permitam certificar alteração da capacidade psicomotora em razão da influência de álcool ou outras substâncias, embora a punição seja a mesma do artigo 165, no 165-A o condutor é punido pela recusa, porém conforme a colega Cláudia França colocou se o condutor recusa o teste mas está trançando as pernas mal consegue ficar de pé poderá sim ser conduzido à delegacia e responder pelo crime do artigo 306, o que não foi o caso da questão.

  • Acredito que nesse caso José também responderá por crime de trânsito tendo em vista que ele também pagou fiança!

  • Diferença entre INFRAÇÃO DE TRÂNSITO DE EMBRIAGUEZ AO VOLANTE e CRIME DE EMBRIAGUEZ AO VOLANTE:

     

    - Refere-se à quantidade de substância no organismo do agente, caso antija patamar previsto na Lei responderá pela infração + crime (o que não acarretará bis in idem, haja vista que uma pertence à esfera administrativa e outra à penal); caso fique fora desse patamar responderá tão somente pela infração.

  • Bruno Trevisan Romero Tive exatamente a mesma dúvida que você, e inclusive respondi errado por causa desse pensamento. Acredito que devemos prestar atenção a pergunta:


    José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro.


    A afirmação esta perfeita, já que de fato, quando alguém se recusa a fazer o teste do bafômetro, comete infração administrativa. Porém, nada impede que posteriormente ele responda criminalmente.

  • Bruno, cuidado para não criar situações que a questão não te pede. Aqui o examinador quer saber se é infração administrativa (e não crime!) o fato de se RECUSAR. Ele está te perguntando com relação ao art. 165-A:

    Art. 165 A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:   

    Infração - gravíssima; 

    De acordo com o art. 306, §2°, podemos concluir que ele também responderá por crime, uma vez que, foi constatada “alteração da capacidade psicomotora em razão do consumo de substância psicoativa que determine dependência” através do exame clínico feito pelo médico.

    Art. 306, §2°A verificação do disposto neste artigo poderá ser obtida mediante teste de alcoolemia ou toxicológico, exame clínico, perícia, vídeo, prova testemunhal ou outros meios de prova em direitos admitidos, observado o direito à contraprova.

    Mas a questão não falou sobre isso, ela se limitou ao RECUSAR a fazer o teste do bafômetro.

    Foi isso que entendi. Espero ter ajudado!

  • Foi uma questão com mais pegadinha do que tudo, pois realmente quando a pessoa se nega em fazer o bafômetro não comete o crime, salvo quando o agente de trânsito percebe visivelmente a embriaguez ou por meio de outras provas descritas no artigo 306 e resolução. No entanto, realmente a questão queria te cobrar o conhecimento quanto o momento da recusa de fazer o bafômetro, e com certeza neste momento só foi cometido por José a infração administrativa.

  • questão totalmente sem noção, o texto fala que o médico legista constatou que ele estava com a capacidade psicomotora alterada em razão do álcool, falou que pagou fiança pra ser liberado. e vem dizer que com base no texto ele não cometeu crime

  • Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:         (Incluído pela Lei nº 13.281, de 2016)      (Vigência) Infração - gravíssima;         (Incluído pela Lei nº 13.281, de 2016)      (Vigência)


    Penalidade - multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses


  • Uma dica que pode ser importante: lembre-se que o condutor poderá responder pela recusa em realizar o "bafômetro" juntamente com dirigir embriagado , por exemplo: condutor visivelmente embrigado e se recusa a realizar o teste

    bons estudos

  • O fato de conduzir o veículo sob influência de álcool acima de determinado nível configura crime, porém, o fato de se recusar ao teste não é crime, e sim infração. A questão se referiu à negativa em se submeter ao exame, e não ao fato de estar alcoolizado.Logo, está correta.

  • José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro.


    Realmente não configura crime recusar fazer o bafômetro!


    ...interpretação gente boa.

  • Errei a questão, mas analisando o enunciado, realmente foi falta de interpretação minha.


    "José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro."


    Por partes:


    José cometeu infração administrativa ao se recusar a fazer o teste do bafômetro? SIM. art. 165-A - CTB.


    José cometeu crime ao se recusar a fazer o teste do bafômetro? NÃO. art. 306 - CTB (dirigir com capacidade psicomotora alterada...)


    Não fala nada no artigo 306 sobre a recusa de fazer o teste, apenas da conduta de dirigir, por isso ele cometeu a infração, mas não cometeu crime.


    Questão Correta.



  • Bruno Trevisan, o erro está na sua interpretação, com todo o respeito.


    Houve crime do Art 306 do CTB sim, mas não era isso que a questão queria saber, ela simplesmente está perguntando se nega a fazer o bafômetro é crime, seara penal, e não é crime é apenas uma infração administrativa, seara administrativista.

  • no meu entender a quetão está errada. tento em vista que a recusa configurou a infração administrativa do 165A,porém o médico legista comprovou a alteração da capacidade psicoativa  configurando assim o crime do art.306

  • Tá SERTU ele pagou fiança pela prática APENAS de infração de trânsito. Brincadeira.

  • A questão pergunta só a respeito da recusa de José, o que realmente não é crime e sim infração administrativa.
  • Além de saber sobre todo o conteúdo, também tem que ser vidente. Baita de uma covardia uma questão dessa, não cobra conhecimento de ninguém, nem mesmo de interpretação.


  • Aos amigos'as que visualizaram o artigo 306, segue meu entendimento da assertiva:

     

    Dois motoristas, Pedro e José, foram levados à central de flagrantes da polícia civil após terem sido parados em uma blitz no trânsito. Segundo a polícia civil, Pedro, de trinta e dois anos de idade, foi submetido ao teste do bafômetro, durante a blitz, e o resultado mostrou 0,68 miligramas de álcool por litro de ar expelido( CONSTATADO  O ART 306). Ele pagou fiança e deverá responder em liberdade por crime de trânsito. Conforme os policiais, José, de vinte e dois anos de idade, se recusou a submeter-se ao teste do bafômetro, mas o médico legista do Instituto Médico Legal (IML) que o examinou comprovou alteração da capacidade psicomotora em razão do consumo de substância psicoativa que determina dependência. José também pagou fiança para ser liberado. 

     

    Creio que o detalhe da questão está em dizer que o MÉDICO LEGISTA examinou e comprovou , quando na verdade, os sinais de embriaguez devem ser percebidos e informados pelo AGENTE DE AUTORIDADE DE TRÂNSITO. Perceba que para o médico legista comprovar ele teria que fazer exame clínico, e a assertiva em momento nenhum diz isso. A resolução 432º explica melhor nos artigos 5ºe 6º.

     

    Art. 5º Os sinais de alteração da capacidade psicomotora poderão ser verificados por:                                                                                           I – exame clínico com laudo conclusivo e firmado por médico perito;                                                                                                                       II – constatação, pelo agente da Autoridade de Trânsito, dos sinais de alteração da capacidade psicomotora nos termos do Anexo II.

     

    Restando assim o cometimendo da infração do Art. 165-A.  Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277

     

     

     

     

  • CAPÍTULO XV
    DAS INFRAÇÕES

    Art. 165-A.  Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277

    Infração - gravíssima.

  • Agradeço aos colegas pelos comentários. Faltou interpretação mesmo!

    Bola pra frente...

  • A CESPE costuma fazer isso... conta a historinha...faz vc ficar dentro do contexto ..mas te cobra algo isolado. No texto fica claro que os 2 estavam com a capacidade pscico motora alterada resultando assim o crime do 306..mesmo se um fez ou não o teste de etilômetro. Porém na pergunta vc teria que ignorar a parte do médico e se atentar somente p o enunciado. Ele não cometeu o crime por simplesmente se recusar a fazer o teste cometeu o crime por outro motivo.

  • A historinha foi só para enrolar o candidato. Cespe tem disso! :(

  • CERTO (?!)


    José deve ser enquadrado no Art. 306, uma vez que a constatação do crime se deu por meio de uma das hipóteses previstas em seu §2º:


    Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência: 

    § 2 o   A verificação do disposto neste artigo poderá ser obtida mediante teste de alcoolemia ou toxicológico, exame clínico, perícia, vídeo, prova testemunhal ou outros meios de prova em direito admitidos, observado o direito à contraprova.  


    Conforme os policiais, José, de vinte e dois anos de idade, se recusou a submeter-se ao teste do bafômetro, mas o médico legista do Instituto Médico Legal (IML) que o examinou comprovou alteração da capacidade psicomotora em razão do consumo de substância psicoativa que determina dependência. José também pagou fiança para ser liberado.


    José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro.


    José cometeu crime E infração administrativa, pois incorreu no 165-A, que pune quem se recusa a fazer o teste de alcoolemia, bem como cometeu crime, pois sua embriaguez foi constatada por uma das hipóteses previstas no 2º do art. 306.


    Em suma, a pergunta foi mal formulada. O examinador queria saber se o candidato sabia da existência do 165-A, porém dizer que José não cometeu crime é errado.

  • Não entendi o porquê afasta o crime, alguém pode explicar!??!?!?!

  • Gabarito: Certo.


    Meu simples entendimento pelo gabarito ser dado como certo é:


    Conforme Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art.


    A pergunta se refere apenas à recusa do motorista, não questiona se a quantidade de álcool era punível ou não.

  • Questão bizarra, já que de fato ele cometeu apenas infração administrativa pelo motivo de ter se negado ao teste, e é isso que a banca pergunta de maneira direta, mas a história contada antes pela questão induz o candidato ao erro, visto que realmente é crime dirigir veículo alcoolizado e essa percepção pode ser feita por vários meios conforme contido no art. 277 CTB.


    Bons Estudos!!

  • Cespe, cespe...


    Se o Médico legista avaliou e constatou a redução dos reflexos de José, então configura Exame Clinico, como foi mencionado pelo (Bruno). Se houve o Exame Clinico e foi constatado a redução da capacidade psicomotora, então houve o crime do Artigo 306, lembrando que uma simples prova testemunhal já o configuraria.


    Acredito que o Cespe foi infeliz ,mais uma vez. Pensando de acordo com a questão: Caso o condutor tenha bebido e venha se recusar administrativamente, essa recusa prevalecerá diante qualquer prova (testemunhal, Exame clinico, vídeos). Assim, não responderá por crime, o que é totalmente favorável ao réu.

    Esse pensamento é errôneo, tanto de acordo com o CTB, quanto na pratica diária .

  • Se o cara se recusar a fazer o bafômetro só responde administrativamente. Se fizer e der positivo responde pelo crime de embriaguez ao volante.


    Não é que a recusa afasta o crime, é que ao não fazer o teste não há prova efetiva que ele está bêbado.

    Por isso se for parado não faça o teste.

  • ué? pq jose pagou fianca se nao cometeu crime? heheheheh

     

    mas vale ressaltar que se jose apresentasse um conjunto de sinais de embriaguez, jose responderia pelo infraçao e pelo crime... como a questaoo nao falou do cnjunto de sinais notorios, há apenas a infração. 

  • Na nanina nina !!!

    Não existe esse crime !!

  • José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro.


    Creio que a pegadinha está em confundir o candidato ao dizer que, se recusar a fazer o teste não é crime, sabendo que o candidato vai pensar na ação de dirigir embriagado.

    José pode ter cometido o crime de dirigir embriagado e este crime foi atestado pelo perito, tanto que ele teve de pagar fiança. Mas o fato de se recusar a fazer o teste do bafômetro não configura crime e sim infração administrativa.


  • Muito simples pessoal sem outras interpretações

    A questão faz uma pergunta direta.

    "José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro."

    SE RECUSOU INFRAÇÃO GRAVISSIMA

    JA QUANTO O IML fazer o teste posterior DESCARTA POIS É SO PARA ENROLAR A QUESTÃO E EMBANANAR O CONCURSEIRO.


    Ao se recusar fazer o teste do bafómetro vai direto no

    Art. 165-A - Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:          (Incluído pela Lei nº 13.281, de 2016)      (Vigência)

    Infração - gravíssima;          (Incluído pela Lei nº 13.281, de 2016)      (Vigência)

    Penalidade - multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses;          (Incluído pela Lei nº 13.281, de 2016)      (Vigência)

    Medida administrativa - recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4º do art. 270.  

  • Pessoal, alguém pode, por favor, me explicar o motivo que esta situação do art. 165-A do CTB, não inclui-se no princípio "nemo tenetur se detegere" (o direito de não produzir prova contra si mesmo)...

    Por acaso temos aí um caso de aplicação do Princípio da Especialidade, onde a norma especial afasta a incidência da norma geral? É isso mesmo? Se alguém souber com certeza se é isso, por favor, me fala no privado. Obrigado =)

  • Art. 165-A - Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo

    Infração - gravíssima

    Penalidade - multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses

    Medida administrativa - recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo.

  • JF,

    Este tema é amplamente debatido, inclusive apontado à inconstitucionalidade, pelo fato de desrespeitar o princípio do neno tenetur se detegere.

    No entanto, o artigo está valendo (no momento em que digito este comentário), cujo ato administrativo decorrente da norma é dotado de presunção de legitimidade/veracidade - até que seja declarado definitivamente inconstitucional.

    A não ser que queira se preparar para uma prova discursiva, não vejo razão em aprofundar-se

    Abraços e bons estudos!

  • De acordo com o Princípio da Legalidade, ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei.


    Analisando-se o CTB verifica-se que não há nenhuma determinação ou imposição que obrigue o condutor a realizar o teste do etilômetro, até porque caso esteja embriagado ou sob influência de substâncias psicoativas que causem dependências e haja recusa os efeitos podem ser comprovados por meio de prova testemunhal, fotos etc.



    No caso hipotético o Cespe apresenta os fatos de maneira que o candidato conclua pela configuração da conduta criminosa prevista no art. 306 do CTB, todavia ao redigir a assertiva cobra restritivamente a infração contida no artigo 165-A, um vez que a simples recusa configura tão somente a infração administrativa, mesmo porque não consta nos crimes em espécie a recusa da realização do teste de etilômetro. Assim, não há falar em crime pela simples recusa de soprar o bafômetro.



    HEY HO LET'S GO!




  • Pedro e José, foram levados à central de flagrantes da polícia civil após terem sido parados em uma blitz no trânsito. 


    Conforme os policiais, José, de vinte e dois anos de idade, se recusou a submeter-se ao teste do bafômetro


    Na minha opinião, há dois tempos na questão, o primeiro que José foi parado na blitz e se recusou a realizar o bafometro. Não há crime na recusa, apenas se for constado o alcool ou qualquer outra indicação que o cara está com a capacidade psicomotora alterada, logo doidão. Porém, a infração do 165 ou 165-A, sempre haverá com qualquer quantidade de de substancia que altere a psique do cara, tanto que a questão não disse nada sobre quantidade desta no sangue do cara.


    O segundo tempo da questão é quando o cara é levado para delegacia e o ocorre o exame clínico pelo médico do IML, que é comprovado pelo médico que o cara esta com alterações fisiologicas ou bioquimicas no corpo.


    Logo, na blitz não se pode concluir que o cara cometeu crime, mas ele cometeu a infração do 165-A, Recusa do bafometro, e com isso não pode enquadrar o cara pelo crime, pois a depender do caso concreto, o cara até pode estar aparentemente bem, porém o organismo está sob efeito de alguma substancia. E, é o comando da questão o momento de soprar o bafometro.


    É só pensar, o cara muita das vezes pode ter tomado 5 latinhas de cerveja, isso já passa muito do tolerado para o crime, e são raras as pessoas que ficam com sinais CLAROS de embriaguez, e algumas das vezes não se consegue caracterizar o crime.

    Obs: quem bebe sabe o que estou dizendo sobre sua alteração fisiológica.

  • Ele se recusou de fazer o teste, porém foi constatado que ele estava sob efeito de substância psicoativas. Portanto, ele será enquadrado no artigo 165. O art. 165-A é quando não há, de maneira alguma, a possibilidade de constatação da embreaguez e o mesmo se recusa.

  • No caso da recusa em si não é considerado crime de trânsito (ART 165 -A). Portanto é certo o gabarito.


    Porém se o agente da autoridade de trânsito ao perceber dois ou mais sinais de alteração da capacidade psicomotora do infrator, será lavrado o auto de infração do art 165. Se o José (Na questão não cita a quantidade) estivesse com + de 0,33 mg/l de ar alveolar, caracterizaria crime de trânsito do art 306.

  • O examinador só quis saber se recusar o teste do bafômetro é crime ou só infração adm. Galera tem dificuldade de interpretação e culpa a questão.

  • A questão afirma que não é crime a recusa em se submeter ao exame, pois tal comportamento configura infração administrativa. Em nenhum momento diz que não é crime conduzir o veículo automotor com capacidade psicomotora alterada.

  • a questao diz que jose tambem pagou fiança, entao ele foi preso em flagrante, que caracteriza crime. pois se fosse so a recusa seria apenas art 165 -a. Prisao pode ser atraves do etilometro ou de outra forma por medico legista do iml.


  • Questão correta

    Infração Administrativa

     

    Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:   

     

    Infração - gravíssima;   

    portanto, não é crime recusar-se a fazer o teste do bafômetro.

     

    espero ter ajudado.

  • Cód. : 757-90

    Descrição da Infração : Rec sub test, ex clín, períc ou proc q perm cert infl álc/sub psic for Art. 277 do CTB

    Amparo Legal (CTB) : 165-A

    Categorias : Embriaguez e Substâncias Psicoativas

    Infrator : Condutor

    Pontuação : 7

    Natureza : Gravíssima

    Multiplicador : x10

    Órgão Competente : Estadual | Rodoviário

    Medidas Administrativas : Recolhimento CNH/PPD/ACC Retenção do veículo (observado o disposto no § 4º do art. 270)

    Penalidades : Multa e Suspensão por 12m

    Multa : R$ 2.934,70

  • Certo

    José comete infração administrativa prevista no 165-A. Sendo gravíssima com multa x10 e suspensão do direito de dirigir por 12 meses. O documento é recolhido e o carro ficará retido até que um condutor habilitado o retire.

  • Em 03/12/2018, às 16:04:05, você respondeu a opção E.Errada!

    Em 28/11/2018, às 01:17:23, você respondeu a opção E.Errada!

    Uma hora eu acerto

  • Analisando somente a conduta de josé ter se recusado a realizar o teste do bafômetro, a assertiva acerta ao afirmar que o mesmo não cometeu crime. Mas sim, infração de trânsito do artigo 165-A do Ctb

    Art. 165-A.  Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:   

    Infração - gravíssima;          

    Penalidade - multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses;       

    Medida administrativa - recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4º do art. 270.         

    Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no caput em caso de reincidência no período de até 12 (doze) meses

    Agora analisando a conduta de josé como um todo. O fato dele não ter soprado o bafômetro não necessáriamente irá eximi-lo de responder no crime previsto no art. 306 do CTB.

    Exame de sangue:

    ---->>> Qualquer concentração = infração de trânsito

    ---->>> igual ou acima de 06dg/l = infração e crime de trânsito

    Bafômetro:

    --->>> até 0,049 mg/l = não é infração e nem crime

    --->>> de 0,05 a0,33mg/l = infração de trânsito

    --->>> igual ou acima de 0,34mg/l = infração e crime de trânsito

    No caso de não ter soprado o bafômetro: irá responder as infrações do artigo 165 e artigo 165A, sem prejuízo da incidência do crime do artigo 306 caso o condutor apresente os sinais de alteração da capacidade psicomotora( como no caso da questão).

    Espero ter ajudado. Qualquer erro, me corrijam por favor.

    Foco e fé.

  •  

     

    CTB 165-A.  Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:  

     

    (GG)>>[10*MUL ]+ [SUSP12]+{RET}+{RECHAB}+< reincidência 12 meses = 2x MUL >

     

    Retenção: observado o disposto no § 4. do art. 270. 

     

    CTB 270: (…) §4.  Não se apresentando condutor habilitado no local da infração, o veículo será removido a depósito, aplicando-se neste caso o disposto no art. 271.  (271 dispõe sobre remoção do veículo ao pátio)


    Fazendo links

    A resolução 723 do CONTRAN dispõe sobre o não cômputo de pontos relacionados à aplicação da penalidade de suspensão do direito de dirigir (administrativa) em relação a multas que possuem suspensão, por si só, como penalidades aplicáveis - seja por prazo fixo ou não.

    Segue lista de todas infrações que preveem esta penalidade, por si só:
     

    [ SUSP ] CTB 170; CTB 173 sem prazo;  CTB 174 sem prazo;  CTB 175 sem prazo; CTB 176 sem prazo; CTB 210 sem prazo; CTB 218 sem prazo; 

    [ SUSP12 ] CTB 253-A prazo fixo 12 meses; CTB 165 prazo fixo 12 meses;  CTB 165-A prazo fixo 12 meses.

    Como podem observar, nosso querido amigo 165-A está na categoria "OS TOP 3 do CTB". Os malditos. Os demoníacos. As infrações mais odiadas pelo poder público, junto ao seu genitor, o 165, e a multa dos caminhoneiros - que preveem prazo FIXO de 12 meses de suspensão, por si só.


    Vamos relembrar os prazos de suspensão:

    20 pts----------------------primário: 6 meses a 1 ano; reincidete: 8 meses a 2 anos
    Prazo em abstrato----primário: 2 meses a 8 meses; reincidente: 8 meses a 18 meses;
    Prazo fixo----------------primário:  12 meses; (165, 165-A e 253-A)

     

     

  • Certo, isso porque ele está afirmando que pelo simples fato da recusa ao teste de etilômetro já configuraria o crime, o que não é verdade, uma vez que posteriormente viria o exame clínico ou pericial.


    AVANTE!!! RUMO À GLÓRIA!!!

  • Certo

     

    Questão de interpretação.

     

    A questão quer saber que se recusar a fazer o teste no etilômentro é crime. Como muitos sabem, não, recusar não é crime. O enunciado deixa claro:

     

    Cometeu infração administrativa? Sim (por estar sob efeito da substância ilícita).

    Ao se recusar a fazer teste do bafômetro ele comete crime? Logicamente não.

     

    Bons estudos!!

  • esta parte do texto: mas o médico legista do Instituto Médico Legal (IML) que o examinou comprovou alteração da capacidade psicomotora em razão do consumo de substância psicoativa que determina dependência. Não configuraria crime de transito ?


    Alguém saberia a justificativa de não configurar crime de transito? 


    A questão diz: José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro.


    Pois o Art 306, caput, diz:

    "Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão (...) de substância psicoativa..."

    e o §2º complementa:

    "A verificação poderá ser obtida mediante teste de alcoolemia ou toxicológico, exame clínico, (...)"


  • Alexandre Cameu, a banca deixou claro:


     "José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro".


    Ou seja, afirmou que o ato de se recusar a fazer o teste do bafômetro não constitui crime, mas sim infração administrativa.


    Todavia ele ainda poderia ser responsabilizado pelo ato de dirigir embriagado uma vez que existem outras formas de se atestar.

  • Analisando somente a conduta de José ter se recusado a realizar o teste do bafômetro, que é efetivamente o comando da questão, é CERTO afirmar que ele não cometeu crime, mas sim, apenas infração de trânsito do artigo 165-A do CTB, pela recusa em se submeter ao teste.

  • Embolou o meio de campo pra confundir mesmo.

  • M. Antunes acredito que seu comentário está equivocado. Ou ele comete somente a a infração adm do art 165 - A ( Recusar -se a ser submetido a teste,.. ), ou ele comete o crime do art 306 + a infração adm do art 165 ( Dirigir sob a influência de álcool ), que é o caso narrado no texto motivador, ambos cometeram o crime do ar 306 + infrção adm do art 165. 

    Conforme resolução 432 do CONTRAN no seu art 6 Parágrafo único. Serão aplicadas as penalidades e medidas administrativas previstas no art. 165 do CTB ao condutor que recusar a se submeter a qualquer um dos procedimentos previstos no art. 3º, sem prejuízo da incidência do crime previsto no art. 306 do CTB caso o condutor apresente os sinais de alteração da capacidade psicomotora.

  • Para tipificar o crime,,, vc não tem que fazer o teste??

    Então como ele cometeu o crime se vc não fez o teste?

    .

    Recusar NÃO É crime...

  • Como a pessoa paga fiança e não cometeu crime?

  • GABARITO: CERTO

    Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:         

    Infração - gravíssima;


  • Ele cometeu crime por dirigir bêbado, mas o fato dele se recusar a fazer o teste não é crime.


    Foi o meu entendimento.

  • GABARITO CORRETO



    Tratam-se de condutas típicas distintas. No momento que o agente se recusa a submeter ao exame de aferição etílica, estará no incurso do prescrito no art. 165-A do CTB (mera infração administrativa). Ao ser realizado laudo médico de constatação de alteração da capacidade psicomotora, estar-se-á presente a conduta típica penal prescrita no art. 306 (meio utilizado para verificação da alcoolemia: exame clínico – art. 306, § 2º)




    Para haver progresso, tem que existir ordem. 

    DEUS SALVE O BRASIL.

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  • Atualmente, em caso de recusa quando foi oferecido uso do bafômetro , qualquer meio de prova admitido no direito ( até testemunha), vale para caracterizar crime de trânsito ( Art. 306). A banca está desatualizada .

  • Na hora da prova seria suficiente a leitura dessa sentença

    "José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro."

    recusar fazer bafômetro não configura crime.




  • O problema da CESPE em várias questões, esta não é exceção, é que tal banca não deixa claro se leva o contexto em conta para responder a pergunta ou não, ou seja, no caso é uma pergunta isolada do contexto.

    O problema é que é só a CESPE que faz isso com frequência KKKK

  • Errei por falta de interpretação, porque no contexto como um todo, ele cometeu o crime de trânsito expresso no art 306 do CTB, por ter se recusado a fazer o bafometro e apresentar alteração psicomotora, porém, a questão descreve toda uma situação e pergunta somente se o agente somente se recusando a fazer o teste comete crime de trânsito, então a resposta é certa, não comete crime de transito ao se recusar-se a fazer o teste.

  • Se a pessoa ler só o item isolado concerteza acerta a questão.


  • José cometeu infração administrativa ao se recusar a fazer o teste do bafômetro, mas não crime. ----> 165-A

    (CORRETO)

    Realmente no CTB não existe o crime de recusa...

    Mas, isso não significa que ele não responderá pelo crime do Art. 306 "Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão (...) de substância psicoativa ...", uma vez que essa conduta pode ser constatado, INCLUSIVE, por meio de SINAIS.

    Porém,a questão só quer saber do candidato se o ato de RECUSAR é crime ou infração...



  • Corro o risco de ser repetitivo, mas por uma boa causa: ajudar os que ainda não entenderam.


    Veja o enunciado: "José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro."


    A resposta está correta. A questão só quer saber se a recusa em fazer o teste de bafômetro é crime ou não.

    Não é crime, não há tipificação legal de crime para isso, apenas de infração administrativa. E nem poderia ser crime, sob pena de uma violação ao princípio da não autoincriminação.

    Agora, que José cometeu crime, isso é inquestionável, mas não pela recusa ao teste, pois isso é só infração. O crime decorreu da conduta de dirigir sob o efeito de substâncias entorpecentes.


  • Esqueçam o texto e respondam a pergunta.

  • "José também pagou fiança para ser liberado."

    Pelo enunciado, tá errado.

    Pela recusa de fazer o exame, simplesmente, certo!

  • Três situações distintas:

    01- Se o condutor realizar o teste e o resultado for maior de 0,30 (conforme regulamentação). Responde por infração de trânsito art 162 + crime de trânsito art 306.

    02 - Caso recuse a fazer o teste, mas apresente sinais de embriaguez, vai responder igualzinho ao exemplo anterior (infração de trânsito art 162 + crime de trânsito art 306).

    03- Caso se recuse a fazer o teste, mas não apresente sinais de embriaguez, vai responder pelo art 162-A somente.

  • CERTO


    Da Infração Administrativa


    Art. 6º A infração prevista no art. 165 do CTB será caracterizada por:


    II – teste de etilômetro com medição realizada igual ou superior a 0,05 miligrama de álcool por litro de ar alveolar expirado (0,05 mg/L), descontado o erro máximo admissível nos termos da “Tabela de Valores Referenciais para Etilômetro” constante no Anexo I.

  • Art. 165 - A do CTB

  • correto, se negar a fazer o teste do bafômetro é uma infração prevista no CTB, caso fosse feito o teste nele e constatasse que ele possui mais de 0,34mg/l será considerado CRIME, caso contrário é uma infração de transito prevista no CTB.

  • Que absurdo essa questão! Resolução 432 de 2013, do CONTRAN deixa claro que a recusa administrativa enseja o COMETIMENTO DO CRIME DO ART. 306 E INFRAÇÃO DO ART. 165, AMBOS DO CTB caso seja confirmado sinais que indiquem a alteração da capacidade psicomotora do condutor na forma do Art. 5o, da resolução:

    "Os sinais de alteração da capacidade psicomotora poderão ser verificados por:

    I – exame clínico com laudo conclusivo e firmado por médico perito;"

    "...mas o médico legista do Instituto Médico Legal (IML) que o examinou comprovou alteração da capacidade psicomotora em razão do consumo de substância psicoativa que determina dependência..."

    O art. 165-A, do CTB, por si só, configura-se quando não existem sinais de alteração na capacidade psicomotora do condutor e este se recusa a realizar o teste do etilômetro.


    Se alguém puder mostrar onde meu raciocínio está equivocado...

  • QUESTÃO BOA PARA PEGAR OS "DESAPERCEBIDOS"


    ISOLADAMENTE, A SIMPLES NEGAÇÃO AO TESTE NÃO É CRIME, MAS SOMENTE INFRAÇÃO (165-A)


    MAS NO CASO CONCRETO, JOSÉ TBM VAI RESPONDER PELO CRIME DO 306, VISTO QUE FOI CONSTATADO POSTERIORMENTE QUE ELE ESTAVA SOB EFEITO DE SUBSTANCIAS.



    AVANTE!!

  • No meu modo de entender, ao recusar fazer o teste, ele cometeu o crime de desobediência, previsto no Art. 330 do CP "Desobedecer ordem legal de funcionário público no exercício da função." a pena prevista é de detenção, de 15 dias a 6 meses, e multa. A pergunta não se refere a crime de transito, simplesmente pergunta se não cometeu crime.

  • A simples recusa em submeter-se ao teste do bafômetro é um infração gravíssima mas não crime de trânsito.


  • Espero que Cespe faça uma prova responsável. Bastante perceptível nas questões envolvendo legislação de trânsito, temas que são discutíveis, com análises interpretativas diversas (sem nenhuma estar incorreta). Casos de interpretações ambíguas. Do contrário, restará uma prova de chutes, tanto dos que sabem a matéria, quanto dos que a desconhecem.

  • Rumo a PRF. Não cometeu crime algum ao se recusar a realizar o teste etilométrico.

  • Perfeito o comentário do Bruno Maia. O CESPE te enrola para perguntar ao final se a recusa configura crime ou não. Numa leitura do texto, a constatação pelo legista já configuraria crime, mas somente a recusa não.

  • Ao final da contextualização, a assertiva pede pra considerar somente a recusa de José para o teste. Assim, somente se configura a infração de trânsito, conforme estabelece o art. 165 - A, CTB.

  • Art. 165-A

    Observem o comando da questão!

  • O pessoal não perde a chance de vender material aqui né? O QC tá virando OLX. 


    A questão é silente em relação aos sinais de alteração, caso houvesse sinais haveria sim a possibilidade de 165-A + Art. 306 (crime).  


     

  • Quem era o condutor?

  • 165 A RECUSA

  • A recusa não é crime, mas ele pode responder criminalmente mesmo sem o teste do etilômetro, com base nas demais provas admitidas em direito.

  • Basta lembra que por força constitucional, "ninguém será obrigado a produzir prova contra si mesmo".

  • "José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro."

    1 - O examinador não perguntou se 0,68 ml caracteriza crime.

    "Se o resultado do teste for superior a 0,34mg/L de álcool no organismo do condutor, passa a valer o artigo do , que prevê detenção de 6 meses a 3 anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a Permissão Para Dirigir (PPD) ou a CNH."

    2 - O examinador não perguntou se dirigir alcoolizado é crime .

    Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência:    

     Penas - detenção, de seis meses a três anos, multa e

    suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

    3 - O que o examinador quer saber? Se a recusa do teste de bafômetro configura crime

    Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento

    Infração - gravíssima;        

    Penalidade - multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses;    

    Medida administrativa - recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo,

    observado o disposto no § 4 do art. 270.

    Art 270 _ § 4 Não se apresentando condutor habilitado no local da infração, o veículo será removido a depósito, aplicando-se neste caso o disposto no

    art. 271.    Art. 271. O veículo será removido, nos casos previstos neste Código, para o depósito fixado pelo órgão ou entidade competente, com circunscrição sobre a via.

  • José sabido...
  • Art. 165-ARECUSAR-SE a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:          

    Infração - Gravíssima;          

    Penalidade - multa (10 vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 meses;       

    Medida administrativa - recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4 do art. 270.          

    Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no caput em caso de reincidência no período de até 12 (doze) meses.

    GAB - C

  • Certo, mas se liguem na atualização!!!!

    Não é crime a recusa administrativa (art. 165-A), apenas infração administrativa. Até mesmo pela sua topologia no CTB chegamos facilmente a essa conclusão. Apesar disso, houve sim um crime, o que foi constato no exame médico, mas não é essa a questão aqui.

    Também não podemos deixar de apontar que em recente decisão da Min. Carmén Lúcia, ela conclui que como a CF/88 veda a criação de provas contra si mesmo, o art. 165-A só poderia ser aplicado nos casos em que o crime de alcoolemia pudesse ser comprovado por outros meios a despeito da recusa administrativa (como no caso dos sinais notórios). Então se por exemplo o concutor se recusasse a submeter ao teste do bafômetro e não apresentasse sinais notórios de embriaguez, não poderia a autoridade de trânsito aplicar o art. 165-A.

    (STF - RE: 1212315 RS - RIO GRANDE DO SUL, Relator: Min. CÁRMEN LÚCIA, Data de Julgamento: 21/06/2019, Data de Publicação: DJe-137 25/06/2019)

    Se a questão não tivesse citado o exame do médico legista poderíamos considerá-la como desatualizada, pois nem infração administrativa teríamos!!!

  • CORRETA !!!

    O fato de se recusar a realizar o exame de sangue ou o teste do bafômetro não configura crime. Configura INFRAÇÃO ADMINISTRATIVA do art. 165-A do CTB.

  • Certo. O crime de trânsito capitulado no art. 306 do CTB pode ser consumado através da constatação dos sinais de alteração da capacidade psicomotora, como é o caso da questão. A recusa ao teste, configura apenas infração administrativa.

  • Gab C

    Recusar-se a realizar teste destinado à aferição da influência de álcool (art. 165-A)- Infração administrativa.

  • esperto foi o josé, se não tava ferrado!

  • Cometeu infração administrativa tipificado no Art. 165-A CTB - recusa. Bem como, o crime de transito Art. 306 CTB, crime de embriagues + outras substancias capas de trazer dependência física/psíquica, tendo em vista que pode ser comprovado por; Etilômetro, exame de sangue, sinais laborais e provas testemunhais. Logo o item cabe recurso. No meu intendimento!!

  • A QUESTÃO DIZ QUE FOI CONSTATADO PELO MÉDICO A ALTERAÇÃO!!!! CONFORME O ART. 306, PARÁGRAFO 2º... COMPLICADO!!!!

  • Da forma com foi escrita a questão indica a existência do crime, (tanto é que fala em pagamento de fiança). Não fazer o teste de alcoolemia não exclui a conduta que pode ser constatada por outros meios.

    Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência:

    Penas - detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

     

    § 1º. As condutas previstas no caput serão constatadas por:

    I - concentração igual ou superior a 6 decigramas de álcool por litro de sangue ou igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar; ou 

    II - sinais que indiquem, na forma disciplinada pelo Contran, alteração da capacidade psicomotora.

     

    § 2º. A verificação do disposto neste artigo poderá ser obtida mediante teste de alcoolemia ou toxicológico, exame clínico, perícia, vídeo, prova testemunhal ou outros meios de prova em direito admitidos, observado o direito à contraprova.

  • pegadinha do malandro. No momento que ele se recusou a não fazer teste caracterizou infração, após o exame no IML que foi caracterizado crime.

  • jose devia ser advogado, quem conhece leis sabe TODAS as leis tem brechas para malandro, ladrão, delinquentes se darem bem e manter os escritórios de advocacia a pleno vapor. Ainda com maior gasto publico do orçamento para o judiciário, lamentavel !!!

    ah..CTB

    questão = CERTO

  • gab C, recusar -se a fazer o teste, caracteriza infração administrativa.
  •   GAB C

    Vejamos o que diz o CAPÍTULO XV do CTB

                                          DAS INFRAÇÕES  

     

     Art. 165-ARecusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:

    Infração - gravíssima; 

    Penalidade - multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses

  • Questão errada, José se recusou naquele momento, era só pra considerar a infração, entretanto o examinador seguiu descrevendo que o perito do IML constatou a capacidade psicomotora alterada, e ainda descreve que ele pagou fiança, então claramente João sofreria a sanção administrativa e mais a penal, erro do examinador questão errada!!!!!

  • A questão é: se vc tiver caindo de bêbado é melhor fazer o teste, pois caso se recuse a fazer, além de receber a sanção administrativa pela recusa (não é crime), responderá também pelo crime do artigo 306 do CTB, já que o mesmo poderá ser comprovado por outras formas, inclusive testemunhais. O melhor mesmo é não beber...
  • malandro é malandro e mané é mané, pode crer que é! Trilha sonora dessa questão. kkkkkkkkkkkkkkkkk

  • NEMO TENETUR SE DETEGERE...

    salvou!

  • Questão correta, ao se recusar fazer o teste do bafômetro José cometeu infração,porém após ser constatado que ele usou alguma substância se configura crime.

  • É como dizem:

    Quem é aprovado não é quem estuda mais, mas quem acerta mais questões.

    Por não interpretar corretamente, perde questões.

  • Mas a questão deixa claro que ele se recusou.

  • questão que gera repercussão. deveria ter comentário de professor

  • Para configurar o crime, o próprio agente de trânsito deveria constar os sinais de alteração. E a questão está abordando o momento da recusa. Por mais que futuramente se constatou o crime, naquele momento, havia apenas a infração.

  • Essa questão, está altamente equivocada! Médico legal constatou a capacidade psicomotora alterada! Ele cometeu crime, e as medidas administrativas ainda sim são impostas! Então.. cometeu infração e crime 165/165-A/ 306 CTB
  • acredito que a questão faz referência ao ato de se recusar a fazer o teste e não se dirigir sob influência de álcool seja crime ou não, portanto questão correta.

  • José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro.

    Muita gente falando que ele cometeu crime, sim galera, ele cometeu, porém a questão é bem clara ao dizer que ELE NÃO COMETEU CRIME AO SE RECUSAR A FAZER O TESTE

    E de fato isso não seria crime e sim infração administrativa.

    Laroyê Exu.

  • CESPE E PURA INTERPRETAÇÃO ( pense como a banca )

    A questão só quer saber se a recusa em fazer ao teste de bafômetro é crime ou não

  • Sem viajar na maionese. Foco na pergunta:

    José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro.

    Art. 165-A Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa.

    Infração de natureza gravíssima, multa (dez vezes), suspensão do direito de dirigir por 12 meses.

    Medida administrativa de recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo.

    Parágrafo Único. Aplica-se em dobro a multa prevista em caso de reincidência no período de até 12 meses.

  • Ou seja, se acontecer com você, é melhor recusar.

  • Não sei porque tantos comentários em questão simples de interpretação como essa. ;(

  • Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:        

    Infração - gravíssima;         

    Penalidade - multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses;      

    Medida administrativa - recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4 do art. 270.      

    Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no caput em caso de reincidência no período de até 12 (doze) meses.

  • ora. se não foi crime porque josé pagou fiança para ser liberado.

  • Ao se recusar a fazer o bafômetro ele cometeu uma infração adm, não quer dizer que a conduta de estar bêbado dirigindo notada pelo perito não seja crime

  • -A questão falou somente sobre a recusa do Bafomêtro, que neste caso é apenas infração.

    Não há no CTB , nos rol de crimes de trânsito, O CRIME DE RECUSAR O TESTE DE BAFOMÊTRO.

  • PERFEITAMENTE.

    A assertiva está querendo saber somente do ato de recusar-se a usar o bafômetro. Portanto, trata-se de uma conduta administrativa e não penal.

    Gabarito: Certo.

    ______________________

    "Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo..."

    Bons Estudos!

  • Não comete crime o condutor que se recusar a fazer o teste do bafômetro.

    Tal conduta gera apenas infração administrativa perante o órgão de trânsito.

  • SIM!

    ________________________________________________________________

    Apenas complementando os comentários dos colegas...

    PROCEDIMENTOS PARA CONSTATAR ÁLCOOL NO SANGUE

    [TESTE DE BAFÔMETRO]

    Também chamado de etilômetro, é utilizado para determinar se existe concentração de álcool no organismo dos condutores.

    O teste é realizado através da análise do ar exalado pelos pulmões.

    > Se determinada pessoa se recusar ao teste:

    1} Não é crime, não há tipificação legal;

    2} Incorre em Infração Administrativa;

    3} Natureza Gravíssima.

    __________________________________________

    Portanto, Gabarito Certo.

    ________________________

    BONS ESTUDOS!

  • José cometeu infração administrativa ao recusar-se a fazer o teste do bafômetro, mas não crime! CERTO

    A ordem da oração esta invertida, levando ao erro por parecer que faz referência ao texto.

    Se a questão estivesse pedindo o desdobramento final poderíamos SIM falar em crime de trânsito, visto que o médico comprovou por perícia a alteração do motorista.

  • Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, a ordem, o consentimento, a fiscalização, as medidas administrativas e coercitivas adotadas pelas autoridades de trânsito e seus agentes terão por objetivo prioritário a proteção à vida e à incolumidade física da pessoa. Desta forma, a fiscalização de consumo de álcool e  de substância psicoativa que determina dependência  assume relevante importância para a segurança do trânsito brasileiro.
     
    Pois bem, de acordo com situação apresentada pela questão, José recusou-se a se submeter ao teste do etilômetro, todavia  o médico legista do Instituto Médico Legal (IML) que o examinou comprovou alteração da capacidade psicomotora em razão do consumo de substância psicoativa que determina dependência. Por força do art. 277, §3º do CTB, a mera recusa de submeter ao teste do etilômetro configura a infração do art. 165. Vejamos:
     
    Art. 277.  O condutor de veículo automotor envolvido em acidente de trânsito ou que for alvo de fiscalização de trânsito poderá ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que, por meios técnicos ou científicos, na forma disciplinada pelo Contran, permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa que determine dependência.
    § 3º  Serão aplicadas as penalidades e medidas administrativas estabelecidas no art. 165-A deste Código ao condutor que se recusar a se submeter a qualquer dos procedimentos previstos no caput deste artigo.

     
    Portanto, José cometeu infração administrativa do art. 165 do CTB. Agora resta saber se está caracterizado, na questão, o crime do art. 306 do CTB. Primeiro, vamos ao tipo penal:
     
    Art. 306.  Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência.
     
    Logo, comete o crime do art. 306 aquele que conduz seu veículo com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência. A capacidade psicomotora alterada restará caracterizada quando a concentração igual ou superior a 6 decigramas de álcool por litro de sangue ou igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar; ou sinais que indiquem, na forma disciplinada pelo Contran, alteração da capacidade psicomotora.
     
    Determina o CTB que a verificação do disposto neste artigo poderá ser obtida mediante teste de alcoolemia ou toxicológico, exame clínico, PERÍCIA, vídeo, prova testemunhal ou outros meios de prova em direito admitidos, observado o direito à contraprova. Logo, seu médico perito que examinou José comprovou alteração da capacidade psicomotora em razão do consumo de substância psicoativa que determina dependência, o condutor cometeu o crime do art. 306.
     
    Para reforçar, vale o estudo da Res. 432/2013, principalmente do art. 5º. Vejamos:
    Art. 5º Os sinais de alteração da capacidade psicomotora poderão ser verificados por:
    I – exame clínico com laudo conclusivo e firmado por médico perito; ou
    II – constatação, pelo agente da Autoridade de Trânsito, dos sinais de alteração da
    capacidade psicomotora nos termos do Anexo II

     
     
    Portanto, assertiva está incorreta.
     
     
    Gabarito da questão - Item ERRADO.

  • analisando a história = crime. analisando apenas o comando da questão = infração de trânsito.

  • CERTO

    Nemo tenetur se detegere.

  • Discordo do comentário do Professor

    A questão é clara, "ao se recusar a fazer o teste do bafômetro", José não comete crime nenhum.

    Seria outra historia se posteriormente fosse comprovado a embriaguez através de outros métodos, aí sim estaria tipificado como crime conforme Art 306 do CTB.

    mantenho meu gabarito como CORRETO.

  • Uma dúvida: neste caso, como José recusou fazer o teste do bafômetro e, em seguida, foi constatado pelo médico perito que ele estava sim sob influência de substancia psicoativa; ele seria autuado:

    1°) pela infração do Art. 165-A (recusar-se a ser submetido a teste);

    2°) pelo crime cometido do Art. 306 (conduzir veículo com capacidade alterada em razão de substância...);

    3°) também, pela infração do Art. 165 (dirigir sob influência de álcool...) já que ela foi constatada pelo médico perito?

    Ou seria só pelo 165-A e pelo 306?

  • O professor errou o gabarito é isso mesmo?????meu Deus

  • Típica questão cespe em que só se deve considerar a afirmativa e ignorar o enunciado

  • é simples: a recusa não configura crime, e é isso que a questão sugere.

  • GABARITO: C

    Prova é uma coisa, vida real é outra. No caso, a questão quer saber se a recusa configura a INFRAÇÃO ADMINISTRATIVA. Obviamente que o crime se consuma no momento em que o Perito confirma que o peão está drogado. Isso significa, que o cara será apresentado ao Delegado de qualquer forma. Acredito que o professor foi além no comentário, explanando o que acontece, de fato, na pista.

  • Errei essa questão por ficar na dúvida se mesmo os passageiros são obrigados a realizarem os testes solicitados pelos agentes de trânsitos.
  • Eu acredito que a banca seguiu a sequência dos fatos, primeiro houve a recusa do teste pelo condutor, implicando sanções administrativas e posteriormente o Delegado expediu guia de exame cautelar para o médico perito avaliar as condições clínicas do condutor onde foi evidenciado o crime de trânsito. Ao final ele dá a questão ao falar que não cometeu crime ao recusar o teste.

  • Dos crimes de Trânsito: Art. 306, Inc. II - sinais que indiquem, na forma disciplinada pelo CONTRAN, alteração da capacidade psicomotora.

    Conforme o gabarito comentado a questão está "ERRADA"

  • José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro. Questão certa, pois a pergunta é sobre a recusa de José e não sobre crime descrito no CTB, vc não é obrigado a produzir prova contra vc mesmo.

  • Pra sanar a situação é só pegar o gabarito oficial!!

  • Que redação, senhores. Depois de ler, fiquei "vamos lá... ou a questão fala sobre embriaguez ser infração ou fala sobre a recusa a fazer teste ser uma infração". Aqui chutei e deu certo, mas à vera é complicado....

  • Quem se recusa a realizar os testes não prática crime, apenas infração.

  • Configura apenas INFRAÇÃO ADMINISTRATIVA.

    Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:        

    Infração - gravíssima;         

    Penalidade - multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses;      

    Medida administrativa - recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4 do art. 270.      

    Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no caput em caso de reincidência no período de até 12 (doze) meses.

  • Pelo gabarito da do qc esta incorreto, quer dizer, na correção

  • "Você está preso por se recusar a fazer o bafômetro" .Imaginem kkk, parem de procurar pelo em ovo, meu povo.
  • O QUE DIZ O PRINCÍPIO DA LEGALIDADE? O artigo 5º, em seu inciso segundo, afirma que: Inciso II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei.

    Ninguém pode criar provas contra si mesmo a menos que queira.

    José, de vinte e dois anos de idade, se recusou a submeter-se ao teste do bafômetro, mas o médico legista do Instituto Médico Legal (IML) que o examinou comprovou alteração da capacidade psicomotora em razão do consumo de substância psicoativa que determina dependência.

    José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro.

    GABARITO CERTO

    Só penalidade admistrativas

  • Gabarito: certo.

    A recusa ao teste do bafômetro é infração de trânsito, mas não há crime para tal conduta.

    Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:

    Infração - gravíssima;

    Penalidade - multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses;

    Medida administrativa - recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4º do art. 270.

    Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no caput em caso de reincidência no período de até 12 (doze) meses.

  • Entendo como infração de trânsito, não adm.

  • Você errou!

  • E a pressa aliada a mania de não ler até o final fez com que errasse uma questão infeliz dessas.

  • Na verdade... na verdade, é pura interpretação.

    José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro.

    Ao se recusar= no momento em que ele se recusou. Ao= conjunção que indica tempo. Naquele momento em que ele se recusou, o ato ficou caracterizado como recusa e consequentemente a infração disposta no artigo 165-A do CTB.

    Veja, o examinador especificou o exato momento em que foi cometida a infração.

    Essa é a minha opinião. Qualquer coisa diferente, avisem :)

  • Pra errar esse tipo de questão basta o fato de estarmos desatentos.

    “José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro.

    É só ler de trás pra frente  “Ao se recursar a fazer o teste do bafômetro, José cometeu infração administrativa, mas não crime.”

    Verdade! Quem ler rápido demais vai associar o “não é crime” as condutas exemplificadas anteriormente na questão, mas a banca não quer saber delas e sim se “ao se recusar a fazer o teste do bafômetro” ele comete crime e NÃO! Comete apenas infração administrativa.

  • A questão SOMENTE aborda a recusa de José para realizar o teste de bafômetro. Neste caso, ele comete infração de trânsito (Art. 165-A)

    Se a questão perguntasse o que acarretaria por todas as condutas, ele cometeria Infração de Trânsito (Art. 165-A + Crime de Trânsito (Art. 306)

  • O PROFESSOR DO QC COLOCOU A ASSERTIVA COMO INCORRETA

  • Se ler o texto vc erra

  • Mesmo que o condutor se recuse a efetuar teste, MAS É CONSTATADO que havia consumido algum tipo de substancia psicoativa ou volume de álcool alveolar compatível com o crime, pelo princípio do BIS IDEN ele não irá ser penalizado por duas condutas e sim apenas uma! Portanto, como o condutor se enquadra em duas infrações ele responderá pelo 165 + 306, independente da recusa!

    Se no momento da fiscalização, mesmo o condutor se recusando a realizar o teste e apresente mais de um sinal que classifique o Auto de Constatação de Embriaguez ele será enquadrado no 165 e combinação com crime do 306.

  • Simplificando, o que a Cespe quis dizer foi o seguinte: naquele exato momento da recusa, o que ocorreu?

    Está certo! Ao se recusar ele só cometeu mesmo a infração.

    Pura interpretação do comando.

  • A RESPOSTA ESTÁ CORRETA, PORÉM O GABARITO ESTÁ COMO ERRADO.

    RECUSA + SEM SINAIS = Infração

    RECUSA + SINAIS = Crime.

    Edit: Notifiquei ao qc o erro no gabarito e já foi alterado.(12/02/21)

  • A recusa do teste do bafômetro não é crime, mas José estava sob efeito de substância entorpecente o que é tipificado como crime de trânsito.

    NUNCA MAIS eu caio numa dessas, CESPE! ôh ódio.... ò.ó

  • Não viajem, a questão tá querendo saber se RECUSA a proceder com o teste de bafômetro é CRIME ou INFRAÇÃO...

    Resposta: INFRAÇÃO, logo o gabarito é CERTO

  • Está no enunciado da questão:

    ´´José, de vinte e dois anos de idade, se recusou a submeter-se ao teste do bafômetro, mas o médico legista do Instituto Médico Legal (IML) que o examinou comprovou alteração da capacidade psicomotora em razão do consumo de substância psicoativa que determina dependência.´´

    Ao meu ver o médico após comprovar a situação de José, José cometeu crime sim. portanto afirmativa incorreta, pois afirma que NÃO cometeu crime.

  • QUESTÃO CERTA

    Atenção ao comando da questão:

    O ato de "recusar-se a fazer o teste " não é crime...

    Não está tipificado...

    O que é crime é conduzir veículo automotor sob a influência do álcool...

    Porém, é infração administrativa prevista no CTB. ( Art. 165-A)

  • NÃO CRIEM CHIFRE NA CABEÇA DO CAVALO, FAZ O CUZCUZ COM OVO QUE DA CERTO

    RECUSA É CRIME? NÃO! LOGO QUESTÃO CERTA

    #BORA VENCER

  • Gabarito: Certo

    Não constitui crime recusar-se a fazer o teste do bafômetro. Trata-se de uma infração administrativa.

    Segundo o CTB:

    Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:          

    Infração - gravíssima;        

    Penalidade - multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses;         

    Medida administrativa - recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4 do art. 270. 

  • Questão que é possível responder sem ler o texto.

    Gabarito: CERTO!!!

  • Questão complicada, no meu ver gabarito errado, pois vai ficar tipificado o art 165. Não 165a

  • de acordo com a situação hipotética ele deveria responder pelo crime 306 , pois foi constatado pelo Perito a alteração da capacidade psicomotora

  • RECUSA ------SEM SINAIS= 165-A

    RECUSA ------COM 02 ou + SINAIS==165 +306

    --------

    @focopolicial190 #RUMOPRF2021

  • José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro. - CORRETO - No momento que José se recusa a submeter ao teste do bafômetro está cometendo infração de trânsito, não crime.

    Porém, a partir do momento que é examinado pelo IML e comprovada alteração na sua capacidade psicomotora, caracteriza o crime. Texto: José também pagou fiança para ser liberado.

  • a questão é bem clara:

    recusa ao bafometro : infração administrativa.

    dirigir embriagado : crime de transito.

  • Questão de interpretação,

    Primeiramente, ao se recursar ele comete uma infração administrativa (É o que a questão pergunta).

    Posteriormente, ao ser examinado pelo médico foi constatado o crime.

  • GABARITO: CERTO

    Pegadinha das brabas...

    Galera, pela interpretação e compreensão da questão, denota-se que, apesar de a banca ter mencionado que pela constatação médica a capacidade psicomotora do condutor estava comprometida, ESSE NÃO FOI O CERNE DA QUESTÃO.

    Assertiva: "José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro." CERTO.

    José cometeu infração administrativa E crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro." ERRADO.

    RECUSA SEM SINAIS DE EMBRIAGUEZ - INFRAÇÃO do ART. 165-A, CTB.

    RECUSA COM SINAIS DE EMBRIAGUEZ - INFRAÇÃO do ART. 165 + CRIME do ART. 306, CTB.

    A interpretação da questão nos confundiu galera.

    Tenha fé em DEUS.

  • Nem precisava ler o texto, só precisa saber que a conduta de negar a realização do exame do etilômetro é INFRAÇÃO GRAVÍSSIMA (x10) + suspensão do direito de dirigir por 12 meses e retenção do veículo e recolhimento da CNH ou PPD

  • Se vcs analisarem bem essa questão teve um pouquinho de português. Por isso que muitos aqui não entenderam o enunciado da questão. Veja o que está entre vírgula.

  • Gabarito errado, de acordo com o comentário do professor, eis que o banco de dados da questão tem que ser atualizado. Minha notificação eu já fiz.

  • SÉRIO!!! Leia E SOBRE VÍRGULA

    MEU PAI UMA VEZ ME CONTOU UMA HISTÓRIA DE UM REI QUE TINHA UM SUDITO SEU CONDENADO A MORTE EM OUTRO REINADO. O REI QUE O CONDENOU MANDOU UMA CARTA PARA O REI DE ONDE O CONDENADO FAZIA PARTE, SENDO QUE OS REIS ERAM AMIGOS. NA CARTA O REI ENTÃO PERGUNTAVA AO SEU AMIGO SE ELE PODERIA MANTER A PENA DE MORTE DE SEU SUDITO.

    O MENSAGEIRO QUE LEVOU A MENSAGEM ERA AMIGO DO CONDENADO QUE TINHA A MISSÃO DE TRAZER A RESPOSTA SE O REI DO CONDENADO ACEITAVA A DECISÃO DA CONDENAÇÃO DE MORTE OU NÃO.

    NO CAMINHO DE VOLTA, O MENSAGEIRO LEU A MENSAGEM QUE ASSIM DIZIA:

    - SE TU O CONDENAS EU NÃO PROTESTO!

    O MENSAGEIROSEM DESESPERADO EM SABER QUE SEU AMIGO IRIA TER A CABEÇA CORTADA EM EXECUÇÃO PENSOU EM VÁRIAS MANEIRAS DE COMO ALTERAR A CARTA DO REI SEM MODIFICAR O TEXTO E O SELO QUE AUTENTICAVA A CARTA, AFINAL NÃO PODERIA MEXER NO QUE LÁ ESTAVA ESCRITO.

    O MENSAGEIRO QUERIA SALVAR SEU AMIGO É TEVE UMA BRILHANTE IDEIA.

    CHEGOU AO REI NO QUAL HAVIA CONDENADO A MORTE SEU AMIGO E LHE ENTREGOU A CARTA. NELA ESTAVA ESCRITO:

    SE TU O CONDENAS EU NÃO , PROTESTO!

    Vejam que uma vírgula salvou a vida do SUDITO que estava a beira da execução.

    Ps: lendo a questão o examinador só quer saber sobre a recusa do teste..

    Desculpe o texto longo para falar sobre a importância da vírgula.

    Boa sorte a todos!

  • Se recusar a fazer o teste 165 A. DEPOIS o medico legista verifica a alteração: crime. Foi o raciocínio da banca

  • RECUSAR BAFOMETRO, POR SI SÓ, NÃO É CRIME, MAS INFRAÇÃO ADMINISTRATIVA!!!

    Se o camarada usou MACONHA, ai o delegado ou autoridade de transito manda ele pra LABORATORIO fazer exame toxicologico e for constatado ALTERAÇÃO DA CAPACIDADE PSICOMOTORA por causa da MACONHA ai é crime

    Outro detalhe, se os dois teve que pagar fiança, é por causa de ser crime o ato deles.

    E se o Jose foi conduzido para a delegacia, com certeza ele tinha sinais indicando alteração da capacidade psicomotora

    É CRIME

    Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência

    RESOLUÇÃO 432

    Art. 7º O crime previsto no art. 306 do CTB será caracterizado por qualquer um dos procedimentos abaixo:

     

    III – exames realizados por laboratórios especializados, indicados pelo órgão ou entidade de trânsito competente ou pela Polícia Judiciária, em caso de consumo de outras substâncias psicoativas que determinem dependência;

  • Leia apenas a assertiva, esqueça o texto.

  • Questão Fdp, mas concordo com o gabarito. Inverter a ordem do enunciado ajuda a entendê-la.

  • Não entendi a questão. O comentário do professor afirma que a questão está incorreta.Talvez devam fazer uma correção no gabarito.

  • José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro. (Esta informação está correta). Entretanto, no enunciado da questão conforme o CTB, o condutor José também comete o crime de trânsito, já que ficou constatado pelo médico legista do Instituto Médico Legal (IML) que o examinou a alteração da capacidade psicomotora em razão do consumo de substância psicoativa que determina dependência. Logo, a questão seria incorreta.No comentário do professor a questão está como incorreta.

  • É SÓ LER OQUE O TEXTO QUER SABER! GABARITO CORRETO, LARGUEM DE MIMIMI

  • Gente, não entendi a complicação que fizeram nos comentários. É uma questão muito simples:

    O examinador quer saber se é crime o simples fato da pessoa se recusar a fazer o teste do bafômetro.

    Com relação a essa situação hipotética, julgue o item a seguir.

    José cometeu infração administrativa, mas não crime, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro.

    Questão correta, pois é infração admnistrativa e não crime conforme abaixo:

    Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permitacertificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:

    (Incluído pela Lei nº13.281, de 2016)

    (Vigência)

    Infração - gravíssima;

    (Incluído pela Lei nº 13.281, de 2016)

    (Vigência)

    Penalidade - multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses;

    (Incluído pela Lei nº13.281, de 2016)

    (Vigência)

    Medida administrativa - recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4

    º

    do art. 270.

    (Incluído pela Lei nº 13.281, de 2016)

    (Vigência)

    Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no

    caput

    em caso de reincidência no período de até 12 (doze)meses

    (Incluído pela Lei nº 13.281, de 2016)

    (Vigência)

  • É simples, dirigir sob efeito de álcool nas condições descritas é crime. Recursa-se a fazer o teste do bafômetro, não.

  • Só pra auxiliar quem não sabe o limite do teste do bafômetro: Configura-se como crime de trânsito quando o resultado do teste do bafômetro ou do exame clínico indicar concentração igual ou superior a 6 decigramas de álcool por litro de sangue, ou igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar


ID
2802097
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

No que se refere à genética forense, julgue o próximo item.


Tanto a mutação quanto o polimorfismo constituem alteração na sequência do DNA, mas o segundo não implica modificação da expressão gênica; apesar disso, a análise dos polimorfismos pode contribuir para a identificação de uma pessoa.

Alternativas
Comentários
  • "As mutações podem afetar todas as células do organismo, mas as que interessam para a prática forense são somente aquelas que comprometem as células germinativas, produtoras de gametas, uma vez que serão transmitidas de uma geração à outra. (...) Caso um "locus" tenha dois ou mais alelos cujas frequências ultrapassem 1% da população, esse "locus" é dito polimórfico (com muitas formas). Em geral, a presença de "locus" polimórfico é denominada polimorfismo. Enquanto a mutação implica uma alteração na sequência do DNA, que resulta em uma modificação da expressão gênica, o polimorfismo, embora constitua, igualmente, uma alteração na sequencia de DNA, não acarreta tal mudança. Todavia, contribui para a identificação de uma pessoa porque seus diferentes tipos consistem em características estruturais do DNA." HÉRCULES, Hygino de Carvalho. Medicina Legal, Texto e Atlas. Ed. Atheneu, 2005, p.80 e 81

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO



  • Polimorfismos de significado médico: grupo sanguíneo ABO e Rh, sistema alfa, antitripsina sérica.

    Estudar a variação nas proteínas em vez de estudar o DNA que as codifica: é o produto proteico de um alelo polimórfico, e não a própria mudança da sequência de DNA, que em geral é responsável por fenótipos diferentes e, portanto, provavelmente dita como algumas variações genéticas afetam a interação dos indivíduos com o ambiente.

    Os alelos polimórficos em regiões reguladores também podem ser importantes na determinação do fenótipo, afetando a regulação transcricional dos genes.

    Qualquer pessoa tem a possibilidade de ser heterozigota para alelos que determinam polipeptídios estruturalmente diferentes em cerca de 20% de todos os loci. Quando comparamos pessoas de grupos éticos diferentes, e mesmo frações maiores de proteínas, observados que elas exibem polimorfismos detectáveis.

    Individualidade genética: um grau marcante de individualidade bioquímica existe dentro da espécie humano em sua constituição de enzimas e outros produtos gênicos. Além disso, como os produtos de muitas das vias bioquímicas codificadas interagem, podem concluir que cada pessoa, independentemente de seu estado de saúde, tem uma constituição única geneticamente determinada e, portanto, responde de modo único a influencias ambientais, dietéticas e farmacológicas.

  • acredito q a anulação tenha sido pq o polimorfismo é uma mutação com freq maior q 1% na pop. A diferença ñ ta em afetar a expressão pq ambos são mutações e podem ou n afetar a expressão... apesar de as mutações q afetam expressão de forma negativa tendem a ser mais rarar pela própria seleção

ID
2802100
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

No que se refere à genética forense, julgue o próximo item.


O princípio básico para o estabelecimento de um perfil de DNA de interesse forense está relacionado à quantidade suficiente de polimorfismos de determinado sujeito: a probabilidade de qualquer outra pessoa, incluindo-se irmãos gêmeos univitelinos, ter os mesmos alelos em cada lócus cromossomal é ínfima.

Alternativas
Comentários
  • Gêmeos univitelinos têm a mesma carga genética. Por tanto, a afirmativa tá errada porque informa que há probabilidade de mesmos alelos entre irmãos gêmeos é ínfima
  • "Em virtude dos inúmeros polimorfismos existentes nos seres humanos, faz-se praticamente certa a afirmação de que cada indivíduo seja geneticamente único ( à exceção de gêmeos idênticos). O princípio básico para estabelecer um perfil de DNA de interesse forense é bem simples. Se for examinada uma quantidade suficiente de polimorfismos de um determinado sujeito, a probabilidade de que qualquer outra pessoa na população tenha os mesmos alelos em cada "locus" cromossomal, torna-se ínfima." HÉRCULES, Hygino de Carvalho. Medicina Legal, Texto e Atlas. Ed. Atheneu, 2005, p. 83

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • O erro não se encontra no "ínfima", mas sim na parte "incluindo-se irmãos gêmeos univitelinos". Vide comentário do professor

  • Cometário do professor..

    "Em virtude dos inúmeros polimorfismos existentes nos seres humanos, faz-se praticamente certa a afirmação de que cada indivíduo seja geneticamente único ( à exceção de gêmeos idênticos). O princípio básico para estabelecer um perfil de DNA de interesse forense é bem simples. Se for examinada uma quantidade suficiente de polimorfismos de um determinado sujeito, a probabilidade de que qualquer outra pessoa na população tenha os mesmos alelos em cada "locus" cromossomal, torna-se ínfima." HÉRCULES, Hygino de Carvalho. Medicina Legal, Texto e Atlas. Ed. Atheneu, 2005, p. 83

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • GABARITO ERRADO.

    O princípio básico para o estabelecimento de um perfil de DNA de interesse forense está relacionado à quantidade suficiente de polimorfismos de determinado sujeito: a probabilidade de qualquer outra pessoa, incluindo-se irmãos gêmeos univitelinos, ter os mesmos alelos em cada lócus cromossomal é ínfima. - GÊMEOS UNIVITELINOS POSSUEM DNA IDÊNTICOS, PORTANTO A PROBABILIDADE NÃO É ÍNFIMA.

  • o interessante é que gêmeos univitelinos possuem DNA idênticos mas impressões digitais diferentes.
  • > As características provenientes do DNA são únicas em cada indivíduo, salvo com relação aos gêmeos univitelinos (possuem DNA identicos), pois estes se originam de um único óvulo e de um único espermatozoide.  

    Porém a probabilidade de duas pessoas possuírem o mesmo DNA é de uma em trilhões.  


ID
2802103
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

No que se refere à genética forense, julgue o próximo item.


As amostras de tecidos moles de um cadáver para possível exame de DNA devem ser acondicionadas em saco plástico limpo a temperatura entre 2 ºC e -8 ºC, para fins de armazenamento.

Alternativas
Comentários
  • "(...) Os ossos e dentes devem ser lavados em água corrente, secos à temperatura ambiente e, a seguir, estocados em envelopes de papel, sob igual temperatura. Os fragmentos de tecidos moles devem ser acondicionados em sacos plásticos limpos e armazenados à temperatura de -20ºC. (...)"


    HÉRCULES, Hygino de Carvalho. 2. ed. 2014, pág. 89

  • " Os ossos e dentes devem ser lavados em água corrente, secos à temperatura ambiente e, a seguir, estocados em envelopes de papel, sob igual temperatura. Os fragmentos de tecidos moles devem ser acondicionados em sacos plásticos limpos e armazenados à temperatura de -20ºC." HÉRCULES, Hygino de Carvalho. .” HÉRCULES, Hygino de Carvalho. Medicina Legal, Texto e Atlas. Ed. Atheneu, 2005, p. 74

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • devem ser armazenados em envelopes de papel,

    se estiverem encharcados de sangue, deve esperar secar para guardar.

  • Essa temperatura é pra guardar cerveja e não partes moles de corpo para análise posterior em laboratório.

ID
2802106
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Uma mulher de vinte e oito anos de idade foi presa acusada do crime de infanticídio, após ter jogado em uma centrífuga o bebê que ela havia dado à luz. Segundo a ocorrência policial, um familiar da suspeita disse que ela havia escondido a gravidez e que negava que houvesse praticado aborto.

A partir dessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

Caso, em exame no IML após a prisão, seja encontrado tablete de misoprostol na cavidade vaginal da suspeita, o perito deverá responder “sim” ao quesito “há vestígios de provocação de aborto?”.

Alternativas
Comentários
  • misoprostol é a versão sintética da prostaglandina E1 usado no tratamento e prevenção de úlcera do estômago, para induzir o parto, para parar sangrado uterino pós-parto e como abortivo. Também é usado na medicina veterinária para proteção estomacal de animais

  • "O misoprostol é um princípio ativo farmacêutico desenvolvido no contexto de pesquisas e testes para tratamento e prevenção de úlceras gastroduodenais. Posteriormente, foi empregado como ocitócito, ou seja, como estimulante uterino que induz contrações e o alargamento do colo uterino. Ao longo do tempo, foi comprovado um uso estável, seguro, eficaz, barato e de fácil administração na área obstétrica. Suas indicações incluem: indução do trabalho de parto, prevenção e tratamento de hemorragias obstétricas, término de processos de abortamento precoce e cuidado pós-aborto . É utilizado, também, como indutor na interrupção da gestação (aborto medicamentoso), isoladamente ou em associação a outros análogos das prostaglandinas e/ou à mifepristona. Estudos brasileiros na área da saúde pública evidenciaram que o recurso ao misoprostol é, hoje, o principal meio para se induzir aborto em mulheres no país. Em função do quadro restritivo legal que criminaliza o aborto voluntário, o acesso e, consequentemente, o uso seguro desses medicamentos é um grande desafio à saúde pública. "

    Fonte: http://www.scielo.br/pdf/csc/v17n7/16.pdf. Aborto e misoprostol: usos médicos, práticas de saúde e controvérsia científica. Autores: Marilena Cordeiro Dias Villela Corrêa e Miryam Mastrella

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO

  • O misoprostol é um princípio ativo farmacêutico desenvolvido no contexto de pesquisas e testes para tratamento e prevenção de úlceras gastroduodenais. Posteriormente, foi empregado como ocitócito, ou seja, como estimulante uterino que induz contrações e o alargamento do colo uterino. Ao longo do tempo, foi comprovado um uso estável, seguro, eficaz, barato e de fácil administração na área obstétrica. Suas indicações incluem: indução do trabalho de parto, prevenção e tratamento de hemorragias obstétricas, término de processos de abortamento precoce e cuidado pós-aborto. É utilizado, também, como indutor na interrupção da gestação (aborto medicamentoso), isoladamente ou em associação a outros análogos das prostaglandinas e/ou à mifepristona.

  • o Misoprstol (GEMEPROST), TAMBÉM CONHECIDO COMO CYTOTEC, foi amplamente utilizado pela medicina como inibidos de secreção do suco gástrico. Era utilizado como auxiliar no combate às ulceras e gastrites. Um dos seus principais efeitos colaterais era a provocação de aborto em início da gestação. Com a colocação em destaque deste alerta contido na embalagem, o medicamento passou a ser utilizado como método abortivo.

  • A professora Zeneida Girão não faz um comentário objetivoe simples, apenas copia e cola respostas de livros.

  • GABARITO: CERTO

    O Misoprostol (Citotec®) inicialmente era utilizado para tratamento de úlceras gastroduodenais porém à partir da observação de que mulheres grávidas em uso da medicação evoluíam com aborto, passou a ser utilizado com tal finalidade, tanto no meio terapêutico como no meio criminoso.


ID
2802109
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Uma mulher de vinte e oito anos de idade foi presa acusada do crime de infanticídio, após ter jogado em uma centrífuga o bebê que ela havia dado à luz. Segundo a ocorrência policial, um familiar da suspeita disse que ela havia escondido a gravidez e que negava que houvesse praticado aborto.

A partir dessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

A configuração do crime de infanticídio independe da existência de estado puerperal, bastando para tal que o sujeito passivo seja uma criança.

Alternativas
Comentários
  • Art. 123 CP - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após

  • Gab Errada

     

    Art 123°- Matar, sob influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após. 

  • Que deixou a questão errada foi dizer que o sujeito passivo seja “uma criança” visto que o correto seria o nascituro ou o próprio filho!
  • “A legislação vigente adotou como atenuante no crime de infanticídio a condição biopsicossocial do estado puerperal, justificado pelo trauma psicológico, pela pressão social e pelas condições do processo fisiológico do parto desassistido – angústia, aflição, dores, sangramento e extenuação, cujo resultado traria o estado confusional capaz de levar ao gesto criminoso. (...) A caracterização do infanticídio constitui o maior de todos os desafios da prática médico-legal pela sua complexidade e pelas inúmeras dificuldades de tipificar o crime. Por isso, foi essa perícia chamada de crucis peritorum – a cruz dos peritos. O exame pericial será orientado na busca dos elementos constituintes do delito a fim de caracterizar: os estados de natimorto, o de feto nascente, o de infante nascido ou o de recém-nascido (diagnóstico do tempo de vida); a vida extrauterina (diagnóstico do nascimento com vida); a causa jurídica de morte do infante (diagnóstico do mecanismo de morte); o estado psíquico da mulher (diagnóstico do chamado “estado puerperal”); e a comprovação do parto pregresso (diagnóstico do puerpério ou do parto recente ou antigo da autora). FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 790 e 795

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • complemento ...

    '' por força do artigo 30 do Código Penal brasileiro, o estado puerperal se comunica com o partícipe e o co-autor, por ser tratado como uma elementar do crime, ou seja, é uma condição para que se caracterize o crime, uma espécie de requisito essencial daquele tipo penal. Com isso se faz prevalecer a posição majoritária, defendida por Damásio, entre outros. ''

  • Matou o próprio filhos após nascer

  • "independe"

  • ESTADO PUERPERAL - é elementar do tipo penal incriminador ou melhor descrição do preceito primário .

    Preceito primário - descrição da conduta criminosa .

    Preceito secundário - o quantum de pena em abstrato . (já que a pena em concreto é aplicada na prolação da sentença).

    Deus é fiel .

  • O raciocínio é simples, se não fosse no estado puerperal o crime seria o de homicídio, já que é dado o tratamento diferenciado ao infanticídio e por sinal com pena mais branda.

  • Que questão punk!

  • O estado puerperal é circunstância elementar do crime de infanticídio. Sem ela, o crime será de homicídio.

  • O ERRO da questão está na palavra "independe"

    Segundo o Código Penal Brasileiro.

    INFANTICÍDIO

    Art. 123. Matar, sob a influência do estado puerperal,o próprio filho, durante o parto ou logo após.

  • O estado Puerperal é condição elementar do delito.

  • Gab. ERRADO

    Infanticídio

           Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:

           Pena - detenção, de dois a seis anos.

  •  Infanticídio

           Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:

           Pena - detenção, de dois a seis anos.

    OBS1.- O estado puerperal é circunstância elementar do crime de infanticídio. Sem ela, o crime será de homicídio.

    OBS2. - Observar que pode ser também durante o parto, não só após. (Muitas bancas cobram situações similares).

    GAB. ERRADO

    FÉ EM DEUS!

  • ERRADO

    Estado puerperal é o período que vai do deslocamento e expulsão da placenta em volta do organismo materno às condições anteriores à gravidez. Em outras palavras é o decurso do tempo que vai do desprendimento da placenta até ao status quo ao processo de gestação.

    Puerpério vem de puer (criança) e parere (parir). É importante destacar que está no estado puerperal não significa estar tomado por perturbação psíquica. No Direito Penal, temos em seu artigo 123, trata-se do instituto Infanticídio, o referido código dispõe:

    Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:

    Pena - detenção de 2 (dois) a 6 (seis) anos.

    Ademais vale ressaltar que, O estado puerperal é circunstância elementar do crime de infanticídio. Sem ela, o crime será de homicídio.

    Bons estudos...

  • ERRADO

    Infanticídio (art 123, cp " Durante ou logo após o parto")

    Objeto Jurídico: vida humana extrauterina

    Sujeito ativo: mãe em estado puerperal "crime próprio"

    Sujeito passivo: neonato

    Elemento subjetivo: dolo

    Bons estudos...

  • A questão possui dois erros:

    1º: ...ela havia escondido a gravidez...

    Aborto Honorius Causa

    É crime, para ocultar desonra própria.

     

    2º:... independe da existência de estado puerperal...

     Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após.

    Foco e Fé!!!

    A luta continua.

  • Minha contribuição.

    CP

    Infanticídio

           Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:

           Pena - detenção, de dois a seis anos.

    Abraço!!!

  • Nao existe crime de infanticídio sem a circunstância de estado puerperal.

  • Não INDEPENDE do puerpério, pois ele é condição sine qua non... mas também não basta SOMENTE o puerpério.

    .

    Deve haver o estado puerperal e estar SOB A INFLUÊNCIA dele.

    .

    Atenção: Para o Direito, o estado puerperal acomete a TODAS AS GESTANTES.

    O que difere são características que somente a perícia pode relatar.

    .

  • Elementares do tipo = Ser mãe, em estado puerperal e matar o filho logo após

    Crime próprio, admitindo coautoria e participação,

    Objeto jurídico / bem jurídico tutelado = Vida humana extrauterina

    Sujeito passivo = (coisa ou pessoa a qual recai a conduta) = o bebê

    Sujeito ativo = (quem pode praticar conduta) Mãe em estado puerperal (ps. admite coautores auxiliando na realização do núcleo do tipo, desde que saiba das condições, bem como admite-se partícipes para auxílio moral e material)

  • Art. 123 CP - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após

    estado puerperal = Infanticídio

    Sujeito Ativo: MAE

    Sujeito Passivo: FILHO(a)

  • Gabarito: Errado.

    Art 123°- Matar, sob influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após.

    A configuração do crime de infanticídio independe da existência de estado puerperal, bastando para tal que o sujeito passivo seja uma criança.

    Os erros da questão estão destacados em vermelho.

    Espero ter ajudado.

    Bons estudos.

  • # A configuração do crime de infanticídio independe da existência de estado puerperal, bastando para tal que o sujeito passivo seja uma criança. Errado

    1º Infanticídio (art 123 CP);

    2º Tem que existir o estado Puerperal;

    3º Não basta ser ´´uma criança``, tem que ser o próprio filho.

  • Art 123°- Matar, sob influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após.

  • deve ser sob o estado puerperal

  • Art. 123 CP - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após

  • Colaborando:

    INFANTICÍDIO Art. 123 do CP- Matar sob a influência do estado puerperal, o próprio filho,durante o parto ou logo a após.

    CLASSIFICAÇÃO:

    Crime próprio

    Crime de forma livre

    Crime comissivo ou omissivo

    Crime material

    Crime instantâneo

    Crime unissubjetivo (regra)

    Crime plurissubsistente

    Crime progressivo

    ADENDOS:

    -Trata-se de uma forma privilegiada de homicídio

    -Crime praticado durante ou logo após o parto(inicia-se com a dilatação do colo do útero e termina com a expulsão)

    -Não se admite a forma culposa

    -É desnecessária a perícia sobre o estado puerperal (presunção)

    -Admite-se tentativa.

    -Admite-se a coautoria e a participação.

  • GABARITO: ERRADO

    Infanticídio

    Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:

    Pena - detenção, de dois a seis anos.

  • Art. 123 CP - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após

  • ERRADO

    1º - É necessário o estado puerperal

    2º - Não basta ser criança, precisa ser o próprio filho

  • Só complementando os comentários dos colegas:

    O próprio filho ou um outra criança que a mãe pense ser a sua.

    Exemplo: A mãe, sob o efeito do estado puerperal, entra em um quarto do hospital onde ficam os recém-nascidos e mata uma outra criança pensando ser a sua. Neste caso, ela responde por infanticídio.

  • DEPENDE TOTALMENTE DO ESTADO PUERPERAL.

    INFANTICÍDIO: é um crime de homicídio privilegiado pelo estado puerperal.

    fonte: Rogério Sanches

  • Errado

    Para se configurar o crime de Infanticídio a mãe tem que esta no estado puerperal durante o parto ou logo apos! Insta salientar que se ela não estiver no estado puerperal pode cair no crime de homicídio!

  • Questão elaborada pelo examinador do Cespe: Jigsaw

  •                                Critérios do Infanticídio

    fisiopsicológico: ADOTADO PELO CP!!!  A mãe mata o próprio filho em razão do estado puerperal.

    Psicológico: a mãe mata o próprio filho para proteger sua honra própria.

    Misto / Composto: A mãe mata o próprio em razão do estado puerperal e da honra própria.

     

    .

     

  • ERRADA: O crime de abandono de incapaz pressupõe o dolo de abandono de pessoa que está sob seu cuidado, guarda, vigilância ou autoridade que, por qualquer motivo, é incapaz de se defender dos riscos resultantes do abandono. O que houve foi homicídio culposo mesmo. Perdão judicial?

  • centrífuga? urretada
  •  Infanticídio

           Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:

           Pena - detenção, de dois a seis anos.o erro da questão esta em afirmar que o crime contra a vida de infanticídio independe do estado puerperal,o estado puerperal é causa elementar e imprescindível para a consumação do crime,pois o estado puerperal é quem causa na mãe pertubações psicológicas e físicas oriundas do parto.No crime de infanticídio foi adotado o critério fisiopsicológico(crime próprio).

  • A configuração do crime de infanticídio depende da existência do estado puerperal.

  • não ha crime de infanticídio sem o estado puerperal,se não tiver estado puerperal apenas homicídio.

  • No crime de infanticídio não basta ser criança tem que ser o próprio filho,podendo haver o erro de tipo sobre pessoa na qual a mãe nos atos executórios mata o filho de outra acreditando ser o seu próprio filho,respondendo por infanticídio.

  • GAB ERRADO

    Art. 123 CP - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após

  • Assertiva E

    o infanticídio significa matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após,

    O infanticídio ocorre quando a mãe está em estado puerperal, que é aquele que envolve a parturiente durante a expulsão da criança do ventre materno. Neste momento, há intensas alterações psíquicas e físicas, as quais chegam a transformar a mãe, deixando-a sem plenas condições de entender o que está fazendo, razão pela qual se trata de situação de semi-imputabilidade, ocasionando o tipo penal próprio do infanticídio.Frise-se ainda que o estado puerperal consiste em elemento objetivo do tipo penal do crime de infanticídio e deve ser atestado por um laudo psiquiátrico, comprovando o abalo psíquico da mãe, para que a mesma seja enquadrada neste crime

  • Infanticídio :

    a agente age sob a influência do estado puerperal.

    Gabarito: E.

  • A questão tem dois erros:

    1) Dizer que o infanticídio independe do estado puerperal. Para o enquadramento nesse tipo penal não basta apenas que a puérpera esteja em estado puerperal mas que ainda aja sob a influência desse estado.

    2) Dizer que basta que o crime seja cometido contra uma criança. Na verdade o sujeito passivo desse crime não é qualquer criança, e nem qualquer filho da puérpera. O sujeito passivo desse crime é o filho recém nascido.

  • INFANTICÍDIO:

    - Influência do estado puerperal.

    - Próprio filho.

    - Durante o parto ou logo após.

  • Errrado. Para que o crime de infanticídio seja reconhecido deve-se observar a condição de presença do '' Estado puerperal'' na mãe . Este , ainda , não é o único requisito a ser observado , visto que também deve haver uma relação de causa e efeito entre ral estado e o crime , pois nem sempre ela produz pertubações psíquicas na parturiente - Sanches , Manual do DP especial , 2020.

  • Sujeito passivo próprio do crime TEM QUE SER O PRÓPRIO FILHO! Que nasceu ou acabara de nascer.

  • GABARITO ERRADO

    REQUISITOS PARA CARACTERIZAR O INFANTICÍDIO:

    MÃE --> AGENTE (ADMITE-SE PARTICIPAÇÃO)

    ESTADO PUERPERAL (É CONSIDERADO UMA DEBILIDADE PSICOLÓGICA)

    PRÓPRIO FILHO (SUJ PASSIVO)

    DURANTE OU LOGO APÓS O PARTO (LAPSO TEMPORAL)

  • Eu li a palavra depende, atençao a mente casada, cespe sabe oq faz!

  • PEGA A LEI QUE NÃO TEM ERRO ART.123 CP

  • Minha contribuição.

    CP

    Infanticídio

    Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:

    Pena - detenção, de dois a seis anos

    Abraço!!!

  • Art. 123 CP - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após

  • No crime de infanticídio, a mãe mata o próprio filho sob a influência do Estado puerperal, vale dizer, durante o puerpério, a mulher enfrenta alterações de ordem física e psíquica, sendo que estas últimas, no mais da vezes, podem levar à perturbação de sua sanidade mental, inclusive culminando com o assassinato do próprio recém-nascido. Nessas circunstâncias, a mulher não responderá pelo homicídio propriamente dito, mas pelo infanticídio. Registre-se que o sujeito que colabora com a mãe no assassinato do bebê também responderá pelo referido delito, caso conheça a situação da mulher, haja vista que as condições de caráter pessoal da mãe (estado puerperal) são elementares do crime, hipótese que se amolda à previsão do art. 30 do CP, segundo o qual "não se comunicam as circunstâncias e as condições de caráter pessoal, salvo quando elementares do crime".
  • Precisa ser o próprio filho.

  • RESPOSTA E

    Lembrando que é um crime próprio.

    detenção de 2 a 6 anos

  • li "depende" miséra!

  • O infanticídio, que significa assassino de uma criança, particularmente, de um recém-nascido. O artigo 123 do Código Penal caracteriza o crime de infanticídio como o ato de matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho durante o parto ou logo após.

  • REQUISITOS SEGUNDO O ART. 123 DO CP:

     

    - MATAR

    - SOB INFLUENCIA DO ESTADO PUERPERAL

    - O PRÓPRIO FILHO

    - DURANTE PARTE OU APÓS 

     

  • É exatamente essa perturbação decorrente do puerpério que transforma a morte do filho em um delitum exceptum nas legislações que adotam o critério fisiológico.

    "O infanticídio é considerado um delictum exceptum quando praticado pela parturiente sob a influência do estado puerperal. Esta cláusula, como é óbvio, não quer significar que o puerpério acarrete sempre uma perturbação psíquica: é preciso que fique averiguado ter esta realmente sobrevindo em consequência daquele, de modo a diminuir a capacidade de entendimento ou de autoinibição da parturiente. Fora daí, não há por que distinguir entre infanticídio e homicídio. Ainda quando ocorra honoris causa (considerada pela lei vigente como razão de especial abrandamento da pena), a pena aplicável é a de homicídio." (Item 40 da Exposição de Motivos da Parte Especial).

  • ERRADO

    DE ACORDO COM O Art123 CP - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após: Pena - detenção, de dois a seis anos.

  • ☠️ GABARITO ERRADO ☠️

    ➥ Vejamos: 

    Art. 123 CP - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após.

    O estado puerperal é circunstância elementar do crime de infanticídio. Sem ela, o crime será de homicídio

  • Só há estado puerperal quando for o próprio filho, logo o infanticídio, têm que ser mãe e filho.

  • NÃO ESQUEÇAM DISSO: Para que haja crime de Infanticídio é NECESSÁRIO que a mulher esteja sob o estado puerperal!!!!! #PartiuSenadoFederal
  • Entende-se "logo após" período que se compreende estado puerperal, circunstância a ser analisada pelos perito médicos no caso concreto. (RT531/318)

  • Errado.

    Para ser infanticídio, a mãe precisa estar no estado puerperal. 

    Questão comentada pelo Prof. Érico Palazzo.

  • O INFANTICÍDIO É O CRIME MEDIANTE O QUAL A MÃE, SOB INFLUÊNCIA DO ESTADO PUERPERAL MATA O PRÓPRIO FILHO. O SUJEITO ATIVO, SOMENTE PODE SER A MÃE ( CRIME PRÓPRIO)

    TRATA-SE DE UMA ESPÉCIE DE HOMICÍDIO QUE RECEBE UMA PUNIÇÃO MAIS BRANDA EM RAZÃO DA COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA ACERCA DOS TRANSTORNOS QUE O ESTADO PUERPERAL PODE CAUSA!

  • INFANTICÍDIO: 

    - Influência do estado puerperal.

    - Próprio filho.

    - Durante o parto ou logo após.

    - É crime próprio, ou seja, o sujeito ativo é apenas mãe da criança. 

    - É possível que um terceiro responda pelo crime, caso seja partícipe ou coautor, desde que saiba da condição da autora, qual seja, ser mãe da vítima.

  • Depende do estado puerperal..

    Art 123°- Matar, sob influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após. 

    Gab- E

  • Crime de infanticídio INDEPENDE da existência de estado puerperal. ERRADO

    Crime de infanticídio DEPENDE da existência de estado puerperal. CERTO

  • Gabarito: errado.

    O infanticídio necessita de 3 especializantes para restar configurado:

    1- Praticado pela mãe.

    2- Contra o próprio filho.

    3- Estado puerperal

    OBS: existe presunção relativa de que toda mãe, logo após o parto, está no estado puerperal, o que dispensa a perícia para comprovar esse fato.

  • alguém mais entrou em choque já no inicio da leitura?

  • estado puerperal, pena de dois a seis anos. é 'depende"sim!
  • Art. 123 - Infanticídio

    -> Matar sob a influência do estado puerperal, próprio filho durante ou logo após o parto

    Estado Puerperal (Alteração Hormonal) : é obrigatório (Depende dele para configurar o crime)

    Crime Impossível : Se comprovada morte do filho antes da conduta do crime

    Homicídio Privilegiado: O estado puerperal gera semi-imputabilidade na mãe

    Mãe Mata = Autora

    Terceiro Mata = Homicídio

    Terceiro Ajuda = Partícipe / Coator

  • Estado puerperal é circunstância elementar desse tipo penal. Tanto o é que, se o crime for cometido em concurso de pessoas, seguindo a regra do art. 30 do CP, aquele coautor que não for a mãe do nascituro também incorrerá na mesma conduta típica que ela, infanticídio.

  • Errado

    O infanticídio necessita de influência do estado puerperal.

    Foco, força e fé!

  • O estado puerperal é elemento essencial do tipo penal do Art.123 do CP.

    Nesse sentido, caso a mãe mate o filho sem estar no estado puerperal, cometerá o crime de homicídio (CP, 121)

  • É necessário que a gestante pratique o fato sob influência do estado puerperal, e que esse

    estado emocional seja a causa do fato.

  • artigo 123 do CP. matar, sob influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após

    neste caso é preciso a pratica da mãe para configurar o crime de infanticídio

  • Parei em ''independente da existência''

  • Infanticídio (Art. 123)  

    A configuração do crime de infanticídio independe da existência de estado puerperalbastando para tal que o sujeito passivo seja uma criança. 

    ERRADO 

    No tipo penal do infanticídio é descrito a condição de estado puerperal e justamente por causa dessa condição existe o tipo penal tratando de uma forma diferente do homicídio, por exemplo. 

    Artigo 123. Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após: 

    "A disciplina é a maior tutora que o sonhador pode ter, pois transforma o sonho em realidade." 

  • Características do Infanticídio:

    -Mãe

    -Influência de estado puerperal

    -Mata o próprio filho

    -Durante ou logo após o parto

  • Questão errada.

    Art. 123 do CP - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após

    Um adendo: quem auxilia a mãe no crime responde por infanticídio também.

    Bons Estudos

  • "Alertamos, entretanto que para a caracterização do infanticídio, não basta que mãe mate o filho durante ou logo após o parto, sob influencia de estado puerperal: é preciso, também , que haja uma relação de causa e efeito entre o estado e o crime, pois nem sempre ele produz perturbações psíquicas na parturiente " ( RT 488/323 e 491/292) manual de direito penal . Rogério Sanches Cunha.

  • Errada

    Art123°- Matar, sob influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após.

  • Infanticídio: Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto OU logo após. Crime próprio, em que somente a mãe pode ser sujeito ativo, contudo, admite coautoria e participação, desde que conheçam a condição da mãe; O estado puerperal é circunstância elementar do crime de infanticídio. Sem ela, o crime será de homicídio ou de aborto, a depender do momento que ocorre o delito;

    A situação do puerpério por si só já gera presunção de que a mulher está sob a influência do estado puerperal, de forma que cabe a quem interesse provar o contrário. Dispensa-se a perícia médica caso se comprove que a mãe esteja sob a influência do estado puerperal, por haver presunção juris tantum

  • Errado -O estado puerperal é condição necessária para a caracterização do Infanticídio. - Ser próprio filho - Durante o parto ou logo após
  • Infanticídio

        Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após

  • Estado Puerperal é circunstância elementar do crime de infanticídio. Sem ela, o crime será de homicídio Não basta ter MATADO apenas uma criança, tem que ser O PRÓPRIO FILHO/NASCITURO.

    Existe lapso temporal: Durante o parto ou logo após.

    É possível que um terceiro responda pelo crime, caso seja partícipe ou coautor, desde que saiba da condição da autora.

    Mãe mata = Autora

    Terceiro mata = Homicídio

    Terceiro ajuda = Partícipe / Coator

  • Quando falou independe do estado puerperal, já parei de ler e marquei ERRADO! haha

  • => O crime de INFANTICÍDIO tem uma circunstância especial atrelado a ele que é:

    > Poderá ser cometido pela mãe que está em estado puerperal

    > Seu PRÓPRIO FILHO .

    >>> Logo, NÃO pode ser criança, mas sim um RECÉM-NASCIDO ou NASCITURO

    => durante o parto ou logo após

    => No infanticídio existem elementares diferenciadoras do crime de homicídio:

    > Sujeito ativo próprio ( mãe )

    > Circunstância de tempo ( logo após o parto ou durante o estado puerperal)

    > Sujeito passivo único ( próprio filho )

    => O que não acontece com o homicídio, que é apenas a conduta de matar alguém.

    => A semelhança encontra-se no objeto jurídico tutelado, que é a vida de alguém.

  • INFANTICÍDIO → QUEM MATA SOB INFLUÊNCIA DO ESTADO PUERPERAL O PRÓPRIO FILHO. DURANTE OU LOGO APÓS O PARTO

    ESPERO TER AJUDADO

    +1 DIA DE LUTA

    -1 DIA P/ POSSE

    #BORA VENCER

  • Gabarito E

     Infanticídio

           Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:

           Pena - detenção, de dois a seis anos.

    o estado puerperal é uma elementar do crime.

  • Gab E

    O estado puerperal é circunstância elementar do crime, dessa forma se não houver essa condição, o agente não incorre em feminicídio e sim em homicídio.

  • Complementando...

    Se a mãe se deslocar até o "berçário" onde, além do seu filho existirem outros bebês, executa, sob estado Puerperal, a morte de outra criança que ela acreditava ser o 'PRÓPRIO FILHO' ------> também ficará consumado o infanticídio (art. 20, § 3°/CP). Lembrando que o Infanticídio aceita a participação!

    Bons estudos, colegas!

  • “A legislação vigente adotou como atenuante no crime de infanticídio a condição biopsicossocial do estado puerperal, justificado pelo trauma psicológico, pela pressão social e pelas condições do processo fisiológico do parto desassistido – angústia, aflição, dores, sangramento e extenuação, cujo resultado traria o estado confusional capaz de levar ao gesto criminoso. (...) A caracterização do infanticídio constitui o maior de todos os desafios da prática médico-legal pela sua complexidade e pelas inúmeras dificuldades de tipificar o crime. Por isso, foi essa perícia chamada de crucis peritorum – a cruz dos peritos. O exame pericial será orientado na busca dos elementos constituintes do delito a fim de caracterizar: os estados de natimorto, o de feto nascente, o de infante nascido ou o de recém-nascido (diagnóstico do tempo de vida); a vida extrauterina (diagnóstico do nascimento com vida); a causa jurídica de morte do infante (diagnóstico do mecanismo de morte); o estado psíquico da mulher (diagnóstico do chamado “estado puerperal”); e a comprovação do parto pregresso (diagnóstico do puerpério ou do parto recente ou antigo da autora).

    ERRADO

  •  A configuração do crime de infanticídio independe da existência de estado puerperal, bastando para tal que o sujeito passivo seja uma criança.

     Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:

    PARA CONFIGURAR ESSE É PRECISO SER O PRÓPRIO FILHO

  • ERRADO

    O enquadramento no crime de infanticídio, depende de que a mãe tenha agido sob a influência do estado puerperal.

    Art. 123 CP - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após.

  • ERRADO

    Errei essa desgraça com preguiça de ler o meu próprio livro sobre. Vou deixar aqui minha contribuição:

    "Estado Puerperal é um critério fisiopsíquico ou biopsíquico (...) Se não houver essa influência no comportamento da gestante, o fato deverá ser tratado como homicídio"

    GRECO, Rogerio. Código Penal Comentado, 2017. pag. 369

  • Art. 123 CP - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após.

  • O fato se amolda ao Art. 134. Expor ou abandonar recém-nascido, para ocultar desonra própria e Não ao Infanticídio do art 123.
  • ERRADO.

    Art. 123 do CP: Matar, SOB INFLUÊNCIA DO ESTADO PUERPERAL, o PRÓPRIO FILHO, durante o parto ou logo após. logo assertiva ERRADA.

  • Gab. Errado

    Depende do estado puerperal, caso contrário será homicídio.

  • "Art. 123 CP - (...) SOB O ESTADO PUERPERAL (...)

    Gab.: ERRADO

    AQUI NÃO, CESPE.

  • Infanticídio é a mãe que durante o estado puerperal, mata o filho recém-nascido.

    Estado puerperal é o nome técnico para o que chamamos usualmente de depressão pós-parto. Em outras palavras, é a mãe que, deprimida depois do parto e por causa do parto, resolver matar o filho recém-nascido.

  • Art. 123 - CP, letra de lei. Mole igual sentar no pudim.

    GAB: Errado

  • Tá na lei? Um abraço no gaiteiro.

  • aquela pra não zerar

  • No comentário do professor há uma relevante denominação dada em sede de medicina legal a perícia para caracterizar o infanticídio "A cruz dos peritos", visto que, há verdadeira dificuldade em colher os vestígios e elementos para caracterizá-lo.

    FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p. 790 e 795

  • Errado, Depende do estado puerperal.

  • Art. 123 CP - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após.

    Alguns comentários teriam que ser excluídos. desnecessário!

  • ela ta no estado puerperal mas pode ser um adulto o agente passivo ? é isso ?

  • É imprescindível a presença do estado puerperal da mulher.

  • DEPENDE!

  • De acordo com o previsto no artigo 123, do Código Penal, configura crime de infanticídio a conduta de matar o próprio filho sob o estado puerperal durante ou após o parto. Trata-se de crime próprio, pois a lei exige que o sujeito ativo do delito tenha qualificação especial: ser genitora do neonato ou recém-nascido.

    No que diz respeito ao sujeito passivo, insta salientar que, para a configuração do crime em estudo, é imprescindível a prova de que a vítima nascera com vida.

    Fonte:  Artigo do Jusbrasil

  • A configuração do crime de infanticídio independe da existência de estado puerperal, bastando para tal que o sujeito passivo seja uma criança.

    Incorreta, questão clássica, na verdade o infanticídio é estritamente ligado com o estado puerperal.

    A saga continua...

    Deus!

  • Infanticídio:

    Matar o próprio filho, durante/logo após o parto com influencia do estado puerperal.

    PMAL 2021

  • Infanticídio/ nascido vivo logo após nascimento sob estado puerperal.
  • Em meio a tantas noticias sobre crianças sofrendo crime, só de ler o enunciado da questão me bateu aquela "bad vibe",mas fora isso realmente essa questão está errada. é necessário o estado puerperal e o nascituro tem que ser o próprio filho.

    Infanticídio

           Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:

           Pena - detenção, de dois a seis anos.

  • sob a INFLUÊNCIA

  • Gabarito: Errado

    O crime de infanticídio tem como possível sujeito ativo, apenas a mãe do rebento. Além disso, para se caracterizar infanticídio, é necessário que o sujeito ativo esteja sob efeito do estado puerperal.

    Bons estudos.

  • O infanticídio é o homicídio praticado pela genitora contra o próprio, influenciada pelo estado puerperal, durante o parto ou logo após.

    Um dos princípios do concurso aparente de normas, o da especialidade, aqui deve ser invocado, fazendo com que a norma especial do art.123 derrogue a norma geral do homicídio (art.121).

  • Precisava mesmo falar que jogou o bebê na centrífuga?

  • Infanticídio

           Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após

  • Infanticídio

        Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após

  • Art. 123 - Infanticídio

    -> Matar sob a influência do estado puerperal, próprio filho durante ou logo após o parto

    Estado Puerperal (Alteração Hormonal) : é obrigatório (Depende dele para configurar o crime)

    Crime Impossível : Se comprovada morte do filho antes da conduta do crime

    Homicídio Privilegiado: O estado puerperal gera semi-imputabilidade na mãe

    Mãe Mata = Autora

    Terceiro Mata = Homicídio

    Terceiro Ajuda = Partícipe / Coator

    Fonte: colega do QC.

  • Pelo contrário! O estado puerperal é uma ELEMENTAR do tipo penal descrito.

  • Questão bem fácil, mas o texto não acrescenta em nada. Só pra tentar confundir.

  • GAB: ERRADO

    O que é o infanticídio ?

    Nada mais é do que um homicídio com uma pena mais branda exatamente pelo fato da mãe estar sob a influência do estado puerperal, logo o crime DEPENDE do estado puerperal para ser configurado.

    Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o

    parto ou logo após:

    A influência do Estado Puerperal é característica determinante do delito, não a existindo seria homicídio simples com aumento de pena de 1/3 (Quando o crime é praticado contra menor de 14 anos)

    Crime Próprio: Só pode ser cometido pela mãe

    Crime Material: Exige o resultado naturalístico morte

    Crime instantâneo: Não se protrai no tempo, ocorre naquele momento específico

    ATENÇÃO !!! Embora seja crime próprio:

    Admite Concurso de Agentes: Caso o pai auxilie ele responde por "infanticídio" também e não por homicídio.

    Só admite a forma Dolosa !!!

    Caso a mãe mate o próprio filho sob influência do estado puerperal sem ter a intenção será homicídio culposo.

    ADMITE ERRO SOBRE PESSOA !!!

    Se a mãe matar outra criança pensando ser o seu filho responde por infanticídio também.

    ADMITE TENTATIVA !!!

    Por ser crime material que se consuma com a morte a tentativa é plenamente possível.

    Deus tem grandes planos para você, não desista !

    Pertenceremos !!!

    • INFANTICÍDIO

    Art. 123 CP - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após

    OBS: Se NÃO TIVER ESTADO PUERPERAL CARACTERIZA HOMICÍDIO

    • INFANTICÍDIO

    Art. 123 CP Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após

    É UM CRIME PROPRIO DE MÃO PRÓPRIA

    É UM HOMICÍDIO PRIVILEGIADO

    ADMITE CO-AUTORIA E PARTICIPAÇÃO, MAS SOMENTE A MÃE PODE SER AUTORA DO CRIME.

  • "após ter jogado em uma centrífuga o bebê que ela havia dado à luz",.

    Que coisa cruel! esse elaborador é mio perturbado, bastava falar que a mãe matou.

  • Macete:

    Dentro da barriga: é aborto

    Fora da barriga: infanticídio

  • GAB ERRADO

    De acordo com o disposto no art. 123 do CP, o estado puerperal é crucial para que tão somente assim seja caracterizado o crime de infanticídio, pois caso não havendo tal elementar estaria configurado o homicídio e não infanticídio.

  • ERRADO

    A existência do estado puerperal é elementar do crime de infanticídio.

  • INFANTICIDIO - MATAR.

    Estado Puerperal.

    Próprio Filho.

    Durante parto ou Logo Após.

    D - 2a - 6a

  • Um pouco sobre o infanticídio:

    É considerado um crime bipróprio, uma vez que o sujeito ativo é a mãe e o passivo o nascituro;

    Admite-se o concursos de pessoas tanto na modalidade de coautoria quanto na participação;

    Requer o estado puerperal da mãe;

    A consumação se dá durante ou logo após o parto;

  • A configuração do crime de infanticídio independe da existência de estado puerperal, bastando para tal que o sujeito passivo seja uma criança.

  • Blz, Renato, mas o que Nucci diz sobre Estado Puerperal?

    "É o estado que envolve a parturiente durante a expulsão da criança do ventre materno. Há profundas alterações psíquicas e físicas, que chegam a transtornar a mãe, deixando-a sem plenas condições de entender o que está fazendo. É UMA HIPÓTESE DE SEMI–IMPUTABILIDADE que foi tratada pelo legislador com a criação de um tipo especial. O puerpério é o período que se estende do início do parto até a volta da mulher às condições pré gravidez

  • 1)ERRO1- É necessário estar sob a influência do estado puerperal

    2)ERRO2- Não pode ser qualquer criança, é necessário que seja o próprio filho

    A)CUIDADO- Comete infanticídio mesmo não sendo o próprio filho  

    • Erro contra a pessoa- A mãe invade um berçário para matar o seu filho, mas acaba confundindo ele com outro. 
    • Erro na execução- A mãe invade um berçário para matar o seu filho, atira e erra o disparo e acaba acertando outra criança. 
  • Infanticídio:

    i) matar o próprio filho + no estado puerperal + durante o parto ou logo após o parto;

    ii) Lembrando que estado puerperal "vareia", a doutrina e jurisprudência não fixaram prazo exato; mas em média de 6 a 8 semanas.

    iii) a condição do puerpério dispensa a demonstração em laudo pericial; é uma condição que se presume.

    iv) se a condição do puerpério for tão severa ao ponto de tirar a capacidade de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com o entendimento, a parturiente terá afastada sua culpabilidade, será inimputável

  • A configuração do crime de infanticídio independe da existência de estado puerperal, bastando para tal que o sujeito passivo seja uma criança.


ID
2802112
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Uma mulher de vinte e oito anos de idade foi presa acusada do crime de infanticídio, após ter jogado em uma centrífuga o bebê que ela havia dado à luz. Segundo a ocorrência policial, um familiar da suspeita disse que ela havia escondido a gravidez e que negava que houvesse praticado aborto.

A partir dessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

Caso a docimásia pulmonar hidrostática de Galeno evidencie franca flutuação desde a primeira fase, excluindo-se as causas de falso-positivos, dever-se-á concluir que o nascituro não respirou.

Alternativas
Comentários
  • Após a respiração o feto tem os pulmões cheios de ar e quando colocados numa vasilhame com água, flutuam;

    Não acontecendo o mesmo com os pulmões que não respiram.

    Se afundarem, é porque não houve respiração; se não afundarem é porque houve respiração e, conseqüentemente, vida.

    Daí, a denominação docimasia pulmonar hidrostática de Galeno.

  • ERRADO --> flutuou, respirou!

  • ·        GAB ERRADO -DOCIMASIA HIDROSTATICA DE GALENO

    PULMOES QUE RESPIRAM

    Ficam mais pesados que o fetal em função do aporte bem maior de sangue causado pela mudança do tipo de circulação fetal para a do recém-nascido.

    Mas sua densidade diminui pela penetração e expansão dos espaços aéreos essa redução de densidade é a base da docimasia de Galeno.

    Consta de 4 etapas:

    1ª etapa – após a remoção do bloco que contem as vísceras torácicas e o sórgaos do pescoço e da boca, o conjunto é colocada em um fraco com água. Anota-se o seu comportamento, se flutua, afunda ou fica a meio caminho.

    2° etapa – no caso de ir ao fundo, ou de ficar a meio caminho, os pulmões são separados ainda dentro da água. Caso os pulmões não venham a flutuar, passa-se à etapa seguinte.

    3ª etapa – os pulmões que não flutuaram devem ser seccionados em pequenos pedaços, observando se alguns fragmentos vem à superfície. No caso de haver flutuação de algum deles, executa-se a etapa final

    4ª etapa – os fragmentos que flutuaram devem ser espremidos a fim de observar se há desprendimento de bolhas e se, logo em seguida, eles vão ao fundo ou continuam na superfície.

    A franca flutuação desde a primeira fase indica ter havido a respiração ativa. Pelo contrário, se jamais flutua, não houve respiração.

    A hidrostática pulmonar de Galeno é a mais prática, mais simples e mais usada na perícia médico-legal corrente. É também a mais antiga. Fundamenta-se na densidade do pulmão que respirou e do que não respirou. Coloca-se o aparelho respiratório do infante num reservatório cilíndrico e com bastante profundidade, preenchido de água em temperatura ambiente até pouco mais de 2/3 da sua capacidade. Se estes órgãos flutuam por inteiro, é sinal de que o recém-nascido respirou. Após isso, em caso de resultado negativo (ou seja, se tais órgãos afundam por inteiro), passa-se para as seguintes fases. Essa prova só tem valor até 24 horas após a morte do infante, pois, a partir desse tempo, começam a surgir os gases oriundos do fenômeno transformativo da putrefação, dando, por conseguinte, um resultado falso-positivo. Há também a docimásia hidrostática de Icard, a histológica de Balthazard (considerada a mais perfeita, por ser possível em pulmões putrefeitos), epimicroscópica pneumo-arquitetônica de Hilário Veiga de Carvalho e química de Icard.

  • HIDROSTÁTICA DE GALENO- DOCIMASIA PULMONAR- teste que engloba 4 fases:
    1ª fase: coloca-se o conjunto composto por pulmão, traqueia, laringe, faringe, língua, timo e coração em um recipiente com água. Se todo o conjunto flutuar ou parte dele, houve respiração; caso contrário, vamos para a 2ª fase.

    2ª fase- coloca-se todo o conjunto submerso em água, sendo separado o pulmão das demais partes que são retiradas do recipiente. Caso flutue, houve respiração. Caso contrário, vamos para 3ª fase.

    3ª fase- Com o pulmão submerso, são seccionados lobos dos pulmões. Se o lobos flutuares, houve respiração. Caso contrário, vamos para 4ª fase.

    4ª fase- parte desses fragmentos são comprimidos entre os dedos e a parede do recipiente. Se nesse procedimento, saírem bolhas de ar e espuma, houve respiração.

    Em resumo: se na 1ª fase houve flutuação, houve respiração por parte do infante. Se na 2º e 3º fase flutuarem a respiração foi precária. Se apenas a 4º fase for positiva, a prova é duvidosa e há possibilidade de rara respiração. Se as 4 fases forem negativas, não houve respiração.

    O teste só possui relevância se realizado até 24 horas após a morte, pois a partir daí, os fenômenos transformativos da putrefação podem gerar falsos-positivos.

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • A palavra docimasia tem origem no grego dokimasia e no francês docimasie (experiência, prova).

     

    Trata-se de medida pericial, de caráter médico-legal, aplicada com a finalidade de verificar se uma criança nasce viva ou morta e, portanto, se chega a respirar.

    Após a respiração o feto tem os pulmões cheios de ar e quando colocados numa vasilhame com água, flutuam; não acontecendo o mesmo com os pulmões que não respiram. Se afundarem, é porque não houve respiração; se não afundarem é porque houve respiração e, conseqüentemente, vida. Daí, a denominação docimasia pulmonar hidrostática de Galeno.

    "[…] na eventual impossibilidade da utilização desse método principal de investigação (se por acaso o pulmão do neonato já vier impregnado de líquido), outras técnicas são aplicáveis

    1) a docimasia pulmonar histológica (verificação dos alvéolos pulmonares, pois, se houve respiração, apresentarão dilatação uniforme e, caso contrário, as paredes alveolares estarão coladas)

    2) docimasia óptica de Icard (exame microscópico de fragmento de pulmão, esmagado em uma lâmina, quando, ao observar pequenas bolhas de ar na película esmagada deduz-se a respiração),

    3)docimasia química de Icard (passagem rápida de fragmento do pulmão em álcool absoluto, a seguir, mergulhado em solução alcoólica de potássio cáustico a 30%, que dissolve o estroma pulmonar, liberando bolhas de ar, no pulmão que respirou,

    4)docimasia radiográfica de Bordas (exame radiográfico dos pulmões, que se mostrarão opacos - se não respiraram - ou transparentes - se receberam oxigênio),

    5)docimasia epimicroscópica pneumo-arquitetônica (exame da superfície externa dos pulmões)

    as docimasias respiratórias indiretas (verificação de outros órgãos, como estômago, intestinos, fígado e ouvidos - trompas de Eustáquio - conjuntamente com os pulmões, para tentar constatarse houve ar circulando no corpo do nascituro)".

    Sérgio Abdalla Semião apud O direito fundamental do nascituro em receber alimentos à luz da Lei nº 11.804/08. Andressa Hiraoka Pereira. disponível em: www.mp.mg.gov.br/portal/public/interno/.../id/36398 acesso, via Google, em 14.03.13.

  • Pedro Vaz, simples e direto!
  • Se o pulmão flutuo= houve respiração

  • Só tem valor nas 24h após a morte, devido o início da putrefação, pois faz com que comece a produção de gases, falseando os resultados. ;)

  • GABARITO ERRADO:

    1) Afundou = Pulmão sem ar - Significa que o bebê já nasceu morto;

    2) Flutuou = Pulmão COM ar - Significa o bebê nasceu vivo (respirou) mas morreu depois.

    Alternativa CORRETA ficaria assim:

    Caso a docimásia pulmonar hidrostática de Galeno evidencie franca flutuação desde a primeira fase, excluindo-se as causas de falso-positivos, dever-se-á concluir que o nascituro RESPIROU.

  • PROVA DE VIDA EXTRAUTERINA - Docimásia Pulmonar - Hidrostatica de Galeno = se flutuou respirou.

    FALSO POSITIVO: ocorre em cadáver em putrefação, por conta dos gases; pulmões congelados; casos de tentativa de reanimar o recém-nascido com respiração artificial.

    FALSO NEGATIVO: Pneumonia lombar - torna o pulmão mais pesado e mesmo havendo ar, não flutua.

  • Docimásia de Galeno >> é a mais simples, antiga e conhecida; fundamenta-se na densidade dos pulmões com ou sem respiração em água e é feita em 4 fases.

    Após a respiração o feto tem os pulmões cheios de ar e quando colocados numa vasilhame com água, flutuam; Não acontecendo o mesmo com os pulmões que não respiram. Se afundarem, é porque não houve respiração; se não afundarem é porque houve respiração e, conseqüentemente, vida. Daí, a denominação docimasia pulmonar hidrostática de Galeno.

  • ...jogado em uma centrífuga o bebê..

    Depois disso conseguiram recuperar o pulmão do bebê?

  • SE FLUTUOU - RESPIROU.


ID
2802115
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Uma mulher de vinte e oito anos de idade foi presa acusada do crime de infanticídio, após ter jogado em uma centrífuga o bebê que ela havia dado à luz. Segundo a ocorrência policial, um familiar da suspeita disse que ela havia escondido a gravidez e que negava que houvesse praticado aborto.

A partir dessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

O diagnóstico pericial de gravidez pregressa em mulheres acusadas de crime de aborto ou infanticídio pode ser realizado por meio do exame da genitália para identificar o sinal de Jacquemier ou de Chadwick (na vulva) ou o sinal de Kluge (na vagina).

Alternativas
Comentários
  • A hiperpigmentação pode ser notada em algumas mulheres. Quando aparece no rosto é denominada cloasma gravídico, no centro do abdômen linha nigra e ao redor da aréola mamária aréola secundária ou sinal de Hunter.


    O aumento da vascularização também acomete a região genital (sinais de probabilidade). A mucosa vestibular torna-se arroxeada a que se dá o nome de sinal de Jacquemier ou de Chadwick; percebe-se também a coloração arroxeada/vinhosa na mucosa vaginal denominada sinal de Kluge. Alguns autores denominam os dois sinais como único nomeando como sinal de Jacquemier-Kluge (PEIXOTO et. al, 2004).


    Fonte: https://unasus2.moodle.ufsc.br/pluginfile.php/13943/mod_resource/content/3/un02/top01p03.html

  • Gravidez: Diagnósticos e Evolução- O aumento da vascularização também acomete a região genital (sinais de probabilidade). A mucosa vestibular torna-se arroxeada a que se dá o nome de sinal de Jacquemier ou de Chadwick; percebe-se também a coloração arroxeada/vinhosa na mucosa vaginal denominada sinal de Kluge. Alguns autores denominam os dois sinais como único nomeando como sinal de Jacquemier-Kluge (PEIXOTO et. al, 2004). Fonte: https://unasus2.moodle.ufsc.br/pluginfile.php/1394...

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO

  • Conforme apostila de medicina legal do professor Blanco, SINAL DE KLUGE é a coloração violácea da vulva em razão da redução na velocidade de circulação na região (cianose: ciano= azul; ose= estado crônico, doença; doença ou ocasião em que o indivíduo fica azulado em razão da má oxigenação do sangue). Com o aumento do volume do útero há razoável compressão dos plexos venosos da região e, portanto, o sangue pouco oxigenado aparece em quantidade maior na área escurecendo as mucosas vizinhas: cianose regional ou local e SINAL DE JACQUEMIER é a tonalidade mais escura (cianose) na mucosa vaginal. os motivos são semalhates aos do SNAL DE KLUGE.

  • Gravidez: Diagnósticos e Evolução- O aumento da vascularização também acomete a região genital (sinais de probabilidade).

    A mucosa vestibular torna-se arroxeada a que se dá o nome de sinal de Jacquemier ou de Chadwick; percebe-se também a coloração arroxeada/vinhosa na mucosa vaginal denominada sinal de Kluge.

    Alguns autores denominam os dois sinais como único nomeando como sinal de Jacquemier-Kluge (PEIXOTO et. al, 2004). Fonte: 

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO

    Fonte: QC (para os que não são assinantes)

  • Sinal de Jacquemier ou Chadwick é um arroxeado na mucosa vestibular devido ao aumento de progesterona que ocorre geralmente na quarta semana de gestação e persiste durante o período gestacional, o sinal de Kluge é um arroxeado na mucosa vaginal.

  • Manual de Medicina Legal, Delton Croce pagina 496: "sinal de kluge - coloraçao arroxeada da vulva, pela remora sanguinea....". " sinal de jacquemien - cianose da vaigina..."

    Medicina legal, Genival Veloso França página 674: "sinal de jacquemien - cianose da vaigina" " sinal de kluge - cianose da vulva..".

    Questão anulada pela CESPE.

  • Embora o GABARITO seja "CERTO", a questão está errada. Ambos são sinais de probabilidade de gravidez pregressa e indicam coloração violácea ou cianótica, mas trocaram os locais,  Chadwick é a coloração na mucosa vaginal e o sinal de Kluge é a coloração da vulva. Além disso, os sinais não dão certeza acerca do estado gravídico, de modo que o diagnóstico de gravidez não seria dado apenas com esses sinais.

    Razão pela qual a banca anulou a questão.


ID
2802118
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Julgue o item subsequente, relativo à psicopatologia forense.


Verificada imputabilidade penal plena, o perito deve fazer constar no laudo pericial a conclusão de que o periciado era, à época do exame pericial, plenamente capaz de entender o caráter ilícito do fato e de determinar-se de acordo com esse entendimento.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito : Errado

    ....ao tempo da ação ou omissão....

    A imputabilidade ou inimputabilidade deve ser verificada ao tempo da ação ou omissão.

    Art. 26 CP - É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento. (Redação dada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)

    Redução de pena

    Parágrafo único - A pena pode ser reduzida de um a dois terços, se o agente, em virtude de perturbação de saúde mental ou por desenvolvimento mental incompleto ou retardado não era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento. (Redação dada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)

     

    ****Em caso de erro , me avisem por favor!!!

  • o erra esta em dizer " à época do exame pericial"

    o CORRETO é TEMPO DA AÇÃO ou OMISSÃO

  • Li rápido e não vi o "a época do exame"...

    Errado.

  • “Imputabilidade penal é o conjunto de condições pessoais que dão ao agente capacidade para lhe ser juridicamente imputada a prática de fato punível (Aníbal Bruno, Direito penal, Rio de Janeiro, Ed. Nacional, 1956, p. 39). É a capacidade para ser culpável. Imputável é, então, todo indivíduo mentalmente são e desenvolvido, dotado da capacidade de sentir-se responsável pelo ato praticado. Inimputabilidade é a incapacidade para apreciar o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com essa apreciação (Fernando Diaz Palos, Teoría general de la imputabilidad, Barcelona, Bosch, 1965, p. 173-4). São causas da inimputabilidade a doença mental, o desenvolvimento mental incompleto, o desenvolvimento mental retardado (art. 26 do CP) e a embriaguez completa, proveniente de caso fortuito ou força maior (art. 28, § 1.º, do CP). Também tutela a inimputabilidade o art. 27 do Código Penal.” CROCE, Delton. CROCE Júnior, Delton. Manual de Medicina Legal, 8º edição, Ed. Saraiva, p.1274

    Ou seja, o indivíduo deve ser plenamente incapaz de entender o caráter ilícito do fato e de determinar-se de acordo com esse entendimento, à época do fato delituoso.

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • Correto é no tempo do crime

  • imputabilidade penal plena - capacidade da pessoa de entender o que está fazendo

    no tempo da ação ou omissão

  • GABARITO ERRADO.

    Verificada imputabilidade penal plena, o perito deve fazer constar no laudo pericial a conclusão de que o periciado era, à época do exame pericial, plenamente capaz de entender o caráter ilícito do fato e de determinar-se de acordo com esse entendimento. - à época do crime.

  • ódios!

  • A epoca dos fatos e não do exame!

  • Verificada imputabilidade penal plena, o perito deve fazer constar no laudo pericial a conclusão de que o periciado era, à época do exame pericial, plenamente capaz de entender o caráter ilícito do fato e de determinar-se de acordo com esse entendimento. ERRADA.

    • à época dos fatos


ID
2802121
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Julgue o item subsequente, relativo à psicopatologia forense.


A esquizofrenia é uma das psicoses encontradas com mais frequência nos réus que se submetem a exame de imputabilidade penal, sendo esses periciandos, geralmente, considerados inimputáveis.

Alternativas
Comentários
  • Esquizofrenia é um quadro psicótico, no qual o indivíduo passa a sofrer alucinações e ilusões falasas da realidade perdendo total afeto emocional.


    Renato Barroso

    Instagram Medicinalegaldpcrj

  • Gab. C

    A esquizofrenia é um transtorno psiquiátrico complexo caracterizado por uma alteração cerebral que dificulta o correto julgamento sobre a realidade, a produção de pensamentos simbólicos e abstratos e a elaboração de respostas emocionais complexas. Sendo esses periciandos, geralmente, considerados inimputáveis.

    Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, a esquizofrenia não é um distúrbio de múltiplas personalidades. É uma doença crônica, complexa e que exige tratamento por toda a vida.

    fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/esquizofrenia

  • “É um transtorno psicótico, de origem endógena, de forma episódica ou progressiva, de manifestações polimorfas e variadas, comprometendo o psiquismo na esfera afetivo-instintiva e intelectiva, sobrevindo, quase sempre, na adolescência e sendo de etiologia desconhecida. Não se sabe se esse mal é uma entidade clínica, uma síndrome ou um modo existencial. Os transtornos esquizofrênicos caracterizam-se por uma distorção do pensamento e da percepção e por um afeto inadequado. É a mais frequente das psicoses, abrangendo cerca de 50 por cento das populações manicomiais. Surgem, na maioria das vezes, entre os 15 e 25 anos, incidindo igualmente no homem e na mulher. Um terço desses pacientes se cura; outro terço se cura com defeito; um terço não se recupera, agravando dia a dia seu psiquismo”. FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p.1274

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO

  • Sob o prisma penal, peca-se ao rotular o epiléptico como grave problema, por considerarem o caráter e a conduta alterados, exacerbados em seus instintos, e autores de crimes violentos, sanguinários, intempestivos e selvagens. Isso é falso. O argumento dessa alta periculosidade começa a ser desmascarado, pois os valores estatísticos atuais assinalam cifras bem elevadas para os casos em que esse estado nada tem a ver com o delito cometido.

    Por essas razões, somos favoráveis à imputabilidade dos epilépticos. 

    Fonte:Medicina legal / Genival Veloso de França. - 10. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.Sob o prisma penal, peca-se ao rotular o epiléptico como grave problema, por considerarem o caráter e a conduta alterados, exacerbados em seus instintos, e autores de crimes violentos, sanguinários, intempestivos e selvagens. Isso é falso. O argumento dessa alta periculosidade começa a ser desmascarado, pois os valores estatísticos atuais assinalam cifras bem elevadas para os casos em que esse estado nada tem a ver com o delito cometido.

    Por essas razões, somos favoráveis à imputabilidade dos epilépticos. 

    Fonte:Medicina legal / Genival Veloso de França. - 10. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.]

    e agora???? geralmente imputáveis ou geralmente inimputaveis?

  • Jessica Oliveira, a questão fala de esquizofrenia, e não de epilepsia (que é o tema do seu comentário).

  • Achei que mesmo sendo esquizofrênico a imputabilidade do agente teria que ser verificada no momento da ação ou omissão.

  • Gab: C

    "..geralmente inimputáveis".. CORRETO

    A título de complementação...

    Certas formas de esquizofrenia podem evoluir para a cura clínica, embora com algum tipo de sequela referente ao psiquismo, mas de modo a permitir a convivência conjugal. (Hygino de Carvalho Hercules, Medicina Legal, p. 571)

  • Certa

    Esquizofrenia - inimputável

    Psicopatia - semi-imputável

  • Esquizofrênico - inimputável

    # Epilepsia - irá depende da situação concreta

    Psicopata - semi-imputável


ID
2802124
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Julgue o item subsequente, relativo à psicopatologia forense.


Em casos de psicopatia, observa-se mais o uso de violência instrumental do que o de violência reativa, a qual é mais própria dos transtornos da personalidade.

Alternativas
Comentários
  • Violência Instrumental - tem um objetivo claro e definido.

    Violência reativa - é perpetrada a partir da emoção.


    Pesquisas recentes validaram a antiga crença de que psicopatas têm maior probabilidade de perpetrar violência instrumental do que agressores não psicopatas, e têm menos probabilidade de experimentar excitação emocional. Outras pesquisas demonstraram que os psicopatas são capazes de infligir danos sérios direcionados para o objetivo devido à sua falta de normas socializadas, culpa e remorso.


    Fonte de consulta: Psicologia Forense: Pesquisa, Prática Clínica e Aplicações. Autor: Matthew T. Huss. (Disponível em: <https://books.google.com.br/books?id=lvvzlEYoNvAC&pg=PA99&lpg=PA99&dq=viol%C3%AAncia+instrumental+e+viol%C3%AAncia+reativa&source=bl&ots=PmBTSKQnQd&sig=9MiiidmQe5aM0WNtLSZT8yQE2Zo&hl=pt-PT&sa=X&ved=2ahUKEwjszvbg67LeAhWCTZAKHa3KBncQ6AEwAnoECAcQAQ#v=onepage&q=viol%C3%AAncia%20instrumental%20e%20viol%C3%AAncia%20reativa&f=false>. Consulta: 01/11/18).

  • "Outra distinção no comportamento violento dos psicopatas é quanto à natureza da sua violência geral da sua violência. Um aspecto da violência psicopática é a diferença entre violência instrumental e reativa. Violência instrumental é a violência que tem um objetivo claro definido ou é planejada e a violência reativa é perpetrada a partir da emoção. Se você está planejando assassinar sua esposa ou parceira porque quer receber o dinheiro do seguro, essa é uma violência instrumental. Se você chega em casa e encontra sua esposa ou parceira com o carteiro e, em um ataque de raiva, pega o bibelô que está sobre a penteadeira e começa a esmurras a cabeça do carteiro, isso seria uma violência reativa. A crença é muito antiga é de que os psicopatas são mais prováveis de perpetrar violência instrumental do que outros não psicopatas ou outros agressores em geral (Cleckley, 1941). Pesquisas mais recentes validaram de um modo geral essas crenças teóricas. Williamson, Hare e Wong (1987) encontraram que os psicopatas tinham maior probabilidade de perpetrar violência instrumental do que os agressores não psicopatas, e tinham menos probabilidade de ter experimentado excitação emocional em uma amostra canadense de infratores". HUSS. Matthew, T. Psicologia Forense: Pesquisa, prática clínica e aplicações, 2011. Artmed, p. 99 e 100

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO

  • psicopatia

    comportamento antissocial, diminuição empatia/remorso e baixo controle muitas vezes sao pessoas frias e calculistas

    Violência Instrumental

    É planejada não impulsiva, comportamento agressivo premeditado e controlado ( assalto a banco)

  • psicopatia não e doença mental mas sim distúrbio de personalidade.

  • PSICOPATA É UM TIPO DE TRANSTORNO DE PERSONALIDADE. QUESTÃO RUIM


ID
2802127
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Julgue o item subsequente, relativo à psicopatologia forense.


No Código Penal brasileiro, a expressão desenvolvimento mental retardado se refere à psicose, à epilepsia e à demência.

Alternativas
Comentários
  • Refere-se a doenças que impedem o desenvolvimento mental da pessoa, e não a doenças que façam o desenvolvimento mental regredir.
  • Epilepsia não é considerado doença mental para o França.

  • retado mental diz respeito à oligofrenia que é desenvolvimento mental incompleto de natureza congênita ou sobrevindo por causas

    patológicas no primeiro período de vida extrauterina, antes do término da evolução das faculdades

    psicointelectivas, com acentuado déficit da inteligência.



  • GABARITO ERRADO

     

    1) DOENÇA MENTAL: art. 26, CP

    Transtorno mental incapacitante no momento do crime

    - psicoses;

    - demência;

    - epilepsia.

    * Psicose: doença mental com distúrbio grave da percepção, do pensamento e da vida afetiva.

    - Aguda: LSD (alucinações);

    - Crônica: Ex. esquizofrenia.

     

    2) PERTUBAÇÃO DA SAÚDE MENTAL: p. único, art. 26, CP

    Sintomas mais leves que não levam o paciente a perda do juízo de realidade;

    Transtornos de personalidade (psicopatias);

    Desenvolvimento mental retardado (oligofrenias).

    * Psicopatias: sintomas mais leves e não privam o paciente do juízo de realidade.

    - Transtorno de personalidade: p. único, art. 26, CP;

    - Na maioria das vezes ele tem sim o entendimento do caráter ilícito do fato;

    - Não é tido como inimputável "a priori".

     

    Fonte: Aula Supremo TV (Luciana Gazzola).

  • “Não se deve entender, na linguagem dos códigos, desenvolvimento mental incompleto ou retardado como redundância, mas como duas expressões de significados díspares. Desenvolvimento mental incompleto é uma referência àqueles que não alcançaram ainda sua maturidade psíquica, como, por exemplo, a criança ou o adolescente. Desenvolvimento mental retardado é uma alusão aos que não conseguirão essa maturidade. Aí estão os deficientes mentais nas suas formas clínicas de leves, moderados e profundos”. FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal, Editora Guanabara Koogan, 10ª edição, 2015, p.1170

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO





  • A epilepsia é um distúrbio do cérebro que se expressa por crises repetidas. Não se trata de uma doença mental, embora as crises possam ser desencadeadas por estresse e ansiedade.

  • Caracterizam-se, fundamentalmente, como uma condição na qual o indivíduo é suscetível de ataques convulsivos, de alterações mais ou menos específicas do registro eletroencefalográfico e de moderada ou nenhuma alteração do comportamento. Sua capacidade civil deve ser preservada.

    "Genival França é FAVORÁVEL à imputabilidade dos epiléticos" .

    FONTE: Anotações do meu material de estudo.

    Espero ajudar, BONS ESTUDOS !!!

  • Dentro de doença mental temos a psicose e demência, com excessão da epilepsia. Retardo mental é outra coisa...

  • Questão boa para ser explorada na PC Pará. Vamos à luta!!!

  • Hygino:

    Doença Mental

    1. Psicóticos em geral;
    2. Dementes; e
    3. Epilépticos.

    Perturbação da Saúde Mental:

    1. Psicopatas;
    2. Neuróticos; e
    3. Algumas doenças mentais (desenvolvimento mental incompleto ou retardaddo - oligofrênicos)

ID
2802130
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

    Um trabalhador de quarenta e oito anos de idade morreu após ter caído de um barracão com uma altura de três metros. O caso aconteceu em uma fábrica localizada em área industrial. O corpo de bombeiros foi até o local para atender a vítima, que havia batido a cabeça na queda e estava inconsciente. Equipes da polícia militar e do Instituto Geral de Perícias (IGP) da cidade onde ocorreu o acidente também atenderam à ocorrência.

Considerando as informações do texto anterior, julgue o próximo item, a respeito de infortunística.

Para fins de classificação em infortunística, casos como o citado nesse texto são exemplos de acidente típico.

Alternativas
Comentários
  • A infortunística é a parte da Medicina Legal que estuda os acidentes de trabalho e as doenças profissionais.

  • típico:comum

    atípico: incomum


    é bastante comum morte por queda

  • é comum a queda no ambiente da construção civil? sim

    e no escritório? só se for de cargo

  • Tipico:o que ocorreu no ambiente de trabalho,e relacionado ao trabalho.


    De trajeto:o q ocorreu no caminho para o trabalho/casa ou casa/trabalho.

  • GABARITO CERTO


    Infortunística é a parte da Medicina Legal que estuda os acidentes do trabalho, as doenças profissionais e as doenças do trabalho (França, 2001; Croce e Croce Júnior, 2007).


    bons estudos

  • "O acidente típico, para Hertz J. Costa, é um “acontecimento brusco, repentino, inesperado, externo e traumático, ocorrido durante o trabalho ou em razão dele, que agride a integridade física ou psíquica do trabalhador”. (COSTA, 2003).

    Em termos mais simples, entende-se por acidente típico aquele que ocorre no horário de trabalho e no local de trabalho, como, por exemplo, durante a utilização rotineira de máquinas no trabalho, sendo este um dos casos mais comuns.

    Da análise do artigo 19 da Lei nº 8.213/91, verifica-se que consta expressamente a exigência de que o evento danoso decorra do exercício do trabalho a serviço do empregador, ou seja, que haja relação de causa e efeito, o que é mais conhecido por nexo de causalidade, conforme ensina Octavio Bueno Magano “Não são os riscos gerais a que se sujeitam todos os cidadãos que caracterizam o acidente do trabalho, mas sim os riscos específicos decorrentes do exercício do trabalho.” (MAGANO, 1976)

    Tal distinção se faz necessária porque o trabalhador pode ser vítima de acidente a qualquer momento e em qualquer lugar, até mesmo enquanto realizam seus afazeres domésticos em casa ou ainda em um momento de lazer, situações em que não se vislumbra o nexo causal com o trabalho. O acidente atípico, ou doença ocupacional, são classificadas em doença profissional e doença do trabalho, sendo ambas equiparadas a acidente do trabalho, conforme previsão contida no artigo 20 da Lei nº 8.213/91". Fonte: https://jus.com.br/artigos/54905/classificacoes-do....


    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO




  • infortunística é a parte da Medicina Legal que estuda os acidentes de trabalho e as doenças profissionais.

    A definição de acidente do trabalho está expressa no artigo 19 da lei 8213 /91: Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de empresa ou de empregador...Desde que seja comprovado por meio de laudos e pareceres que a empresa ou terceiro sejam responsáveis pelo acidente de trabalho por serem negligentes.

    São 3 os tipos de acidentes de trabalho:

    Típico

    Este é o tipo de acidente mais comum, e acontece dentro da empresa durante o horário de expediente. É o caso, por exemplo, de quando o trabalhador cai de uma escada ou se machuca ao manusear um equipamento pesado.

    De trajeto

    Acontece durante o percurso do trabalhador de sua casa até o local de trabalho, tanto no início e final do expediente quando no horário de almoço.

    Atípico (ou doença do trabalho)

    São os acidentes que acontecem dentro ou fora da empresa, devido ao exercício do trabalho, que a lei assemelha aos acidentes de trabalho típico.

    IMPORTANTE: Também são considerados acidentes de trabalho atípicos: Problemas de coluna, audição, visão e etc.

    Bons estudos!


ID
2802133
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

    Um trabalhador de quarenta e oito anos de idade morreu após ter caído de um barracão com uma altura de três metros. O caso aconteceu em uma fábrica localizada em área industrial. O corpo de bombeiros foi até o local para atender a vítima, que havia batido a cabeça na queda e estava inconsciente. Equipes da polícia militar e do Instituto Geral de Perícias (IGP) da cidade onde ocorreu o acidente também atenderam à ocorrência.

Considerando as informações do texto anterior, julgue o próximo item, a respeito de infortunística.


Acidentes de trabalho, como o mencionado no texto, atingem mais trabalhadores do sexo masculino com idade entre quarenta anos e cinquenta anos.

Alternativas
Comentários
  • sei lá po.... que pergunta..

  • pergunta sem nexo. acertei no chute

  • também acertei, pois achei muito genérico o que se disse no enunciado.

  • trabalhadores mais jovens são geralmente imprudentes onde são registrados os maiores números de incidentes

  • Uma questão sem nexo, pois sem mais dados sobre a informação desejada não se pode concluir nada. E olhe que foi o CESPE que elaborou!

  • Achei a questão mal formulada. 

  • É uma questão de medicina legal ou de atualidades?kkkkkk
  • Na moral , sou da área de saúde e segurança do trabalhador é fiquei impressionado com tamanha subjetividade das questões do Cespe...Baseando no que ele quer dizer que essa faixa etária os números de acidentes são maiores?? E cada uma!!
  • Thiago Rodrigues, 
    É porque vc não conhece a BANCA FUMARC.. essa sim é uma banca totalmente sem noção. rsrsr

  • Questão de Raciocínio Lógico ou de Medicina Legal? kkkkk

  • A questão é simples.


    Como os homens são cabeça dura, eles não morrem de uma queda dessa altura. À medida que eles vão envelhecendo eles vao ficando com mais medo de cair (vão ficando com miolo mole) portanto os senhores com mais idade sofrem menos acidentes.


    Eu sou um gênio mesmo.

  • Só acertei porque imaginei que jovens são mais imprudentes... mas é uma prova mais de conhecimentos gerais rsrsrs

  • ERRADO

    Acidentes de trabalho ocorre com maior frequência com pessoas mais jovens.

  • Banca despreparada. Tanta coisa mais relevante em medicina legal pra testar o conhecimento.

  • Vamos analisar a questão:



    Em trabalhos que utilizam dados estatísticos tanto da previdência social, INSS, não há dados que levam a essa conclusão apresentada na questão.

    Para mais informações ver artigo - A PREVENÇÃO COMO FORMA DE COMBATER OS INFORTÚNIOS LABORAIS E DE PROMOVER A DIGNIDADE HUMANA E O VALOR SOCIAL DO TRABALHO - Adriano Jannuzzi Moreira e  Aline Carneiro Magalhães.

    http://periodicos.pucminas.br/index.php/Direito/ar...
    .


    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO
  • Essa assertiva está mais para uma questão de lógica do que para medicina legal.kkkkkkk

  • Bom dia, alguém teria algum embasamento técnico para responder essa questão ? por favor.

    eu pensei por outro angulo, pessoas mais idosas não possuiriam mais chance sofrer esse tipo de acidente, pensando pelo lado da questão motora, agilidade, coordenação, tempo de reação... que fica mais comprometido a medida que a idade avança? Por favor, me corrijam se eu estiver errada.

    essa questão está mais para rac logico, concordo com que falou.

  • provas da banca cespe não avaliam conhecimento nenhum...

  • se foose na policia militar ainda diria, pois o quantitativo é maior rsrsrsrsrs

  • Todos os casos que conheço deste tipo de acidente, são homens mais velhos, devido a auto confiança de anos no serviço de construção civil e os mais novos são tem mais consciência quanto a importância dos EPI'S, pergunta totalmente mal formulada.

  • TEM TUDO HAVER COM MEDICINA LEGAL SIM. PESQUISEM SOBRE INFORTUNÍSTICA.

  • Que questão nada haver. Acertei no chute.

  • Morreu ou estava inconsciente? Tá ai uma duvida grande .

  • Pode acontecer com qualquer idade e sexo dado o fato de ser um trauma na cabeça.

    Gabarito Errado

  • Infortunística -perícias em casos de acidente de trabalho, para a concessão de adicionais de insalubridade e periculosidade ( perícia médico legal no âmbito trabalhista)

  • Certeza que isso não foi uma questão de interpretação de texto? kkk

  • acertei porque fiz a intepretação do texo!

    "O INFERNO TEM SUBSOLO"

  • lógica argumentativa, não há elementos que possa levar a conclusão afirmada pelo simples fato isolado narrado

  • Cada comentário tosco, gente isso é medicina legal eles podem cobrar o que querem, se vcs não estuda, obviamente vai errar a questão, ai vem aqui encher de linguiça os comentários falando mal da questão, questão tem nda de errado.

    Simples e objetiva, quem sofre mais acidentes de trabalho são os jovens.


ID
2802136
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Previdenciário

    Um trabalhador de quarenta e oito anos de idade morreu após ter caído de um barracão com uma altura de três metros. O caso aconteceu em uma fábrica localizada em área industrial. O corpo de bombeiros foi até o local para atender a vítima, que havia batido a cabeça na queda e estava inconsciente. Equipes da polícia militar e do Instituto Geral de Perícias (IGP) da cidade onde ocorreu o acidente também atenderam à ocorrência.

Considerando as informações do texto anterior, julgue o próximo item, a respeito de infortunística.


O trabalhador que sobrevive a tais acidentes com sequelas e apresenta incapacidade total para o trabalho, sem possibilidade de reabilitação profissional, e que, por consequência, não tem mais condições de prover a sua subsistência pode ser aposentado por invalidez.

Alternativas
Comentários
  • Art. 43 Lei 8.213/91-. A aposentadoria por invalidez será devida a partir do dia imediato ao da cessação do auxílio-doença, ressalvado o disposto nos §§ 1º, 2º e 3º deste artigo.

    § 1º Concluindo a perícia médica inicial pela existência de incapacidade total e definitiva para o trabalho, a aposentadoria por invalidez será devida: (Redação dada pela Lei nº 9.032, de 1995) a) ao segurado empregado, a contar do décimo sexto dia do afastamento da atividade ou a partir da entrada do requerimento, se entre o afastamento e a entrada do requerimento decorrerem mais de trinta dias; (Redação Dada pela Lei nº 9.876, de 26.11.99) b) ao segurado empregado doméstico, trabalhador avulso, contribuinte individual, especial e facultativo, a contar da data do início da incapacidade ou da data da entrada do requerimento, se entre essas datas decorrerem mais de trinta dias. (Redação Dada pela Lei nº 9.876, de 26.11.99)

    § 2o Durante os primeiros quinze dias de afastamento da atividade por motivo de invalidez, caberá à empresa pagar ao segurado empregado o salário. (Redação Dada pela Lei nº 9.876, de 26.11.99)

    § 3º (Revogado pela Lei nº 9.032, de 1995)

    § 4º § 4o O segurado aposentado por invalidez poderá ser convocado a qualquer momento para avaliação das condições que ensejaram o afastamento ou a aposentadoria, concedida judicial ou administrativamente, observado o disposto no art. 101 desta Lei. (Incluído pela Lei nº 13.457, de 2017)

    GABARITO DO PROFESSOR: CERTO

  • CERTO!!!

  • só faltou dizer que era contribuinte...

  • Errei pelo excesso de cuidado por se tratar da banca cespe. Imaginei que o "pode" indicaria um erro, e o correto seria "deve".

  • GAB. certo

    A pergunta é tão óbvia que eu li várias vezes pq achei fácil de mais por se tratar de CESP...

  • GAB: CERTO

    Para a lesão ser considerada incapacitante para o trabalho, é preciso haver um laudo do INSS, que ele seja aposentado por invalidez. Ex: ficou cego, perdeu os dois braços, as duas pernas, aí sim o indivíduo será considerado aposentado por invalidez.

    Fonte: Aulas do Blanco.

  • kkkkkkkkkkkkkkk dada

  • Que questão bad vibe!kkkk

  • Errei a questão, pensando que primeiro viria o auxilio doença e depois a aposentadoria.........

  • Achei até que era pegadinha, li umas 3x.

  • Denominação atual: Aposentadoria por incapacidade permanente.

ID
2802139
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

No que tange à responsabilidade civil e penal do médico, julgue o item subsecutivo.


Responsabilidade civil médica é o dever jurídico do médico de responder por atos praticados durante o exercício da profissão — quando ilicitamente causar danos —, além do dever de repará-los.

Alternativas
Comentários
  • “Art. 927 CC: Aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.” C/c “Art. 951 CC: O disposto nos arts. 948, 949 e 950 aplica-se ainda no caso de indenização devida por aquele que, no exercício de atividade profissional, por negligência, imprudência ou imperícia, causar a morte do paciente, agravar-lhe o mal, causar-lhe lesão, ou inabilitá-lo para o trabalho.”
  • Responsabilidade civil médica é o dever jurídico do médico de responder por atos praticados durante o exercício da profissão — quando ilicitamente causar danos —, além do dever de repará-los. - CORRETA

    “Art. 927 CC: Aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.” 

    C/c 

    “Art. 951 CC: O disposto nos arts. 948, 949 e 950 aplica-se ainda no caso de indenização devida por aquele que, no exercício de atividade profissional, por negligência, imprudência ou imperícia, causar a morte do paciente, agravar-lhe o mal, causar-lhe lesão, ou inabilitá-lo para o trabalho.”


  • A questão, a meu ver está errada, pois a responsabilidade civil não necessariamente advem do ato ilicito. o Ato licito também pode gerar dano, e consequentemente gerar responsabilidade civil.


    A questão restringiu a responsabilidade civil aos atos ilicitos.

  • Muito bem lembrado "CARLOS ANTONIO DE SOUZA"...até porque "ato ilícito" e "responsabilidade civil" são coisas diferentes!

  • errei a questão por entender que, não apenas o ato ilícito gera responsabilidade, como afirma a questão. Maaaaiiiisssss.........

  • Gente, mas qualquer violação de direito ou dano causado a outrem, seja por dolo ou culpa, a lei considera como sendo ato ilícito. É só ver no Art. 186 do CC/02. Por mais "incompleta" que esteja a questão, a afirmação feita não está errada.

  • A assertiva está em consonância com o que dispõe o art. 951 do CC: “O disposto nos arts. 948, 949 e 950 aplica-se ainda no caso de indenização devida por aquele que, no exercício de atividade profissional, por negligência, imprudência ou imperícia, causar a morte do paciente, agravar-lhe o mal, causar-lhe lesão, ou inabilitá-lo para o trabalho".

    A responsabilidade civil do médico é subjetiva, depende da demonstração da culpa e em complemento temos o § 4º do art. 14 do CDC: “A responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa".

    Por último, vale aqui uma observação: a responsabilização civil por ato lícito DEPENDE SEMPRE DE NORMA LEGAL que a preveja, como ocorre nos arts. 929 e 930 do CC (estado de necessidade). O legislador não faz tal previsão para o médico, pelo contrário, o legislador faz menção expressa à culpa ao se referir à imperícia, imprudência ou negligência no art. 951.


    Resposta: CERTO 
  • QUESTÃO DEVERIA ESTAR ERRADA. O MÉDICO AO OPERAR UM PACIENTE ESTA FAZENDO ATO LICITO, SE AGIU COM DESCUIDO, IMPRUDENCIA OU IMPERÍCIA AINDA ASSIM É ATO LICITO,

  • Em caso de dúvidas recomendo as considerações do professor...
  • Tanto ILICITO quanto LICITO enseja responsabilidade do médico. Para o CESPE incompleta não é errada!!

  • Art. 186 do CC. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.

  • O ato licito é capaz de gerar responsabilidade civil para administração pública (regida pela teoria do risco) em alguns casos. Entretanto, o médico só poderá ser responsabilizado pela teoria da responsabilidade subjetiva (ainda que presumida em certos casos), que exige a presença de ato ilícito, dano e nexo causal entre eles.

  • Galera tá confundindo tudo...

    A rigor a atividade do médico é de meio e não fim. Sua responsabilidade é subjetiva e não objetiva. Portanto, somente responderá se teve culpa ou dolo em causar o prejuízo. Se o ato for lícito e causar prejuízo, não tem dever de indenizar.

    Imagine uma situação onde o médico tenha que escolher entre a vida da mãe e da criança, mesmo que lícito, mas causando prejuízo (morte de uma delas), não terá que indenizar, pois agiu no estrito cumprimento da profissão. Outro exemplo, seria descumprir regra religiosa para salvar a vida de alguém (doação de sangue, no caso dos Testemunhas de Jeová).

    Diferentemente do cirurgião plástico, que garante resultado. Esse responde objetivamente pela falha na prestação de serviços.

    Outro profissional que não responde objetivamente, em regra, é o advogado, pois a princípio sua atividade é de meio e não de resultado.

  • GABARITO: CERTO

    Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.

    Art. 951. O disposto nos   aplica-se ainda no caso de indenização devida por aquele que, no exercício de atividade profissional, por negligência, imprudência ou imperícia, causar a morte do paciente, agravar-lhe o mal, causar-lhe lesão, ou inabilitá-lo para o trabalho.

  • Segue a máxima do CESPE: " incompleta não é errada"...

  • Pessoal, a questão não está incompleta!

    Definição de ATO ILÍCITO pelo art. 186, CC: ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência

  • Apesar do enunciado da questão ter limitado a atos ilícitos, ela não está errada. Se não está errada, está correta! HAHAHAH Conforme o integra do art. 927CC.

  •  a responsabilização civil por ato lícito DEPENDE SEMPRE DE NORMA LEGAL que a preveja, como ocorre nos arts. 929 e 930 do CC (estado de necessidade). O legislador não faz tal previsão para o médico, pelo contrário, o legislador faz menção expressa à culpa ao se referir à imperícia, imprudência ou negligência no art. 951.

    Fonte: comentário professora

  • De fato, a responsabilidade civil do médico é seu dever de responder pelos atos ilícitos praticados no exercício da profissão.

    Resposta: CORRETO

  • Errei por desatenção, entendendo como se tivesse sugerindo que apenas por ato ilícito ensejaria responsabilização. Ato lícito também, mas a questão não excluiu essa possibilidade, apenas não a comentou. A boa leitura do enunciado faz muita diferença.

  • A fim de dirimir algumas dúvidas, transcrevo o comentário da professora Taíse Sossai, do QC, para esta questão:

    A assertiva está em consonância com o que dispõe o art. 951 do CC: “O disposto nos arts. 948, 949 e 950 aplica-se ainda no caso de indenização devida por aquele que, no exercício de atividade profissional, por negligência, imprudência ou imperícia, causar a morte do paciente, agravar-lhe o mal, causar-lhe lesão, ou inabilitá-lo para o trabalho".

    A responsabilidade civil do médico é subjetiva, depende da demonstração da culpa e em complemento temos o § 4º do art. 14 do CDC: “A responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa".

    Por último, vale aqui uma observação: a responsabilização civil por ato lícito DEPENDE SEMPRE DE NORMA LEGAL que a preveja, como ocorre nos arts. 929 e 930 do CC (estado de necessidade). O legislador não faz tal previsão para o médico, pelo contrário, o legislador faz menção expressa à culpa ao se referir à imperícia, imprudência ou negligência no art. 951.

  • Problema é que algumas vezes o CESPE vem com uma interpretação restritiva e outra "incompleta"...

    A meu ver, a questão está errada, pois restringe a responsabilização civil aos atos ilícitos, sendo que os lícitos também geram dever de indenizar...

    Vida que segue!

  • RESPONSABILIDADE CIVIL: tanto atos LÍCITOS quanto ILÍCITOS, se causarem danos, enseja reparação civil.

  • PARA CESPE, QUESTÃO INCOMPLETA NÃO ESTÁ ERRADA.

    EX: BOLAS I e II são vermelhas .

    questão. a Bola I é vermelha ( CORRETA)

  • Ainda que Licitamente.

  • Nem sempre a antijuridicidade é necessária, já que um ato lícito pode também gerar danos. A responsabilidade civil distancia-se da penal, dado que esta apenas responsabiliza quando há antijuridicidade, enquanto na civil há responsabilidade ainda que nenhum ilícito tenha sido cometido. A necessidade de indenizar advém de um dano, e este não necessariamente precisa estar vinculado a sua conduta para fins de reparação, pois deve ser reparado, seja ele praticado de forma lícita ou ilícita.

    Quanto ao ato lícito, ocorre sua responsabilização por escolha legislativa fundada na busca de um equilíbrio material-econômico das partes envolvidas.

    OBS: a questão incompleta não está errada: CESPE!!!

  • Questão polêmica, ao meu ver é mais questão de português do que de civil, os termos entre travessão são explicativos, o que não limita a apenas casos ilícitos.
  • A questão restringiu indevidamente.

  • Profissional liberal: Responsabilidade Subjetiva!

    GAB.: CERTO

  • Apesar de não mencionar a responsabilidade por ato lícito, não existe nenhum termo na questão que limite a interpretação de forma exclusiva, como: somente, apenas quando, exclusivamente, etc.

  • 'quando' restringiu a questão , PRA MIM.

    Por isso, opto pelo gab ERRADO


ID
2802142
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

No que tange à responsabilidade civil e penal do médico, julgue o item subsecutivo.


Situação hipotética: Ao planejar uma cirurgia de joelho, de forma descuidada, o médico não percebeu que a radiografia estava sendo observada pelo lado contrário e, durante a execução do procedimento, operou o joelho errado. Assertiva: Nesse caso, cabe sua responsabilização criminal, mas não responsabilização civil.

Alternativas
Comentários
  • “Art 935 CC: A responsabilidade civil é independente da criminal...”
  • Para completar:

    O CDC tem previsão expressa acerca da responsabilidade do profissional liberal, no parágrafo 4º do artigo 14, com a seguinte redação: "A responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa". Ou seja, a responsabilidade é subjetiva, depende da prova da culpa do profissional.

    Na maioria são consideradas como obrigações de meio, ou seja, não há uma garantia do resultado a ser alcançado.

    Assim, o médico, por exemplo, não tem como prometer o sucesso de um tratamento para uma doença de seu paciente, assim como o advogado que atua no processo não tem o dever de garantir o resultado da demanda ao seu cliente.


    Em contrapartida, nas obrigações de resultado, a jurisprudência vem entendendo que, quando o resultado prometido não é alcançado, já há uma presunção de culpa e assim inverte o ônus da prova, cabendo ao profissional provar que o resultado não foi alcançado por circunstâncias alheias a sua conduta, como por exemplo, a culpa exclusiva do consumidor que não seguiu corretamente as orientações do profissional.

    No julgamento do REsp, o STJ reconheceu a responsabilidade do dentista pelo insucesso de um tratamento ortodôntico, defendendo que, nos procedimento odontológicos, os profissionais se comprometem com o resultado do tratamento que tem cunho estético e funcional.

    O mesmo entendimento é aplicado às cirurgias plásticas: a utilização da técnica adequada para o procedimento não é suficiente para elidir a culpa do médico. Se o resultado esperado não for alcançado, o profissional terá a obrigação de indenizar.


  • Art. 951. O disposto nos arts. 948, 949 e 950 aplica-se ainda no caso de indenização devida por aquele que, no exercício de atividade profissional, por negligência, imprudência ou imperícia, causar a morte do paciente, agravar-lhe o mal, causar-lhe lesão, ou inabilitá-lo para o trabalho.

  • Gabarito: Errado


    CC: art. 935 "A responsabilidade civil é independente da criminal..."; ou seja, se alguém faz uma ação condenando o ofensor civilmente, nada impede que esta pessoa também a faça na espera penal.


    No âmbito penal, muito provavelmente o cirurgião responderia por lesão corporal grave. CP, art. 129, §1º, III - " Lesão corporal de natureza grave , Se resulta, debilidade permanente de membro, sentido ou função"


    Caros colegas, me corrijam se eu estiver errado.

    Abraços

  • De acordo com o art. 935 do CC “A responsabilidade civil é independente da criminal, não se podendo questionar mais sobre a existência do fato, ou sobre quem seja o seu autor, quando estas questões se acharem decididas no juízo criminal."

    Em consonância com o referido dispositivo legal temos o art. 91, inciso I do CP, que considera como um dos efeitos da condenação criminal o de “tornar certa a obrigação de indenizar o dano causado pelo crime".

    A sentença penal condenatória transitada em julgado tem natureza de título executivo judicial, podendo ser promovida a sua execução no âmbito cível, possibilitando à vítima ou aos seus sucessores a reparação do dano (art. 63 do CPP), vedada a rediscussão, no âmbito cível, sobre a existência do fato, de sua autoria ou de sua ilicitude.

    No caso narrado, o médico causou lesão ao paciente ao operar o joelho errado, devendo responder criminalmente por lesão corporal culposa, bem como civilmente, devendo reparar os danos morais, materiais e até mesmo estéticos (caso a cirurgia tenha gerado alguma deformidade física).

    Embora a questão não aborde, devemos recordar que a responsabilidade civil dos profissionais liberais, como a do médico, é subjetiva (art. 14, § 4º do CDC). Assim, deverá ser demonstrada a culpa, para que seja possível imputar-lhe responsabilidade e é nesse sentido o art. 951 do CC: “O disposto nos arts. 948 949 e 950 aplica-se ainda no caso de indenização devida por aquele que, no exercício de atividade profissional, por negligência, imprudência ou imperícia, causar a morte do paciente, agravar-lhe o mal, causar-lhe lesão, ou inabilitá-lo para o trabalho".

    No caso do enunciado da questão, ao não perceber que a radiografia estava sendo observada pelo lado contrário agiu com negligência, caracterizada pelo desleixo, falta de atenção.


    Resposta: ERRADO 
  • As esferas são independentes logo o médico tanto poderá ser responsabilizado na esfera civil como criminal

  • Assertiva está - Errada.

    Na verdade posso ver nos comentários o foco na independência entre as esferas civil e criminal. Tudo bem, isto é verdade segundo a leitura do CC: art. 935 "A responsabilidade civil é independente da criminal...". No entanto, o x da questão diz respeito aos elementos subjetivos exigidos na esfera civil e penal. Na esfera civil basta a culpa para reparar o dano causado, na esfera penal penal é exigido o dolo para imputação criminal. No caso em questão, o médico não teve a intenção voluntária de operar o membro errado. Na verdade ele fez, "descuidadosamente". Quando se tem falta de cuidado, cautela, diligência e atenção + ação= imprudência. Ou seja, a conduta médica é culposa na modalidade imprudência, respondendo apenas na esfera civil.

  • Dano Genético

  • Comentário do professor para quem não tiver acesso:

    De acordo com o art. 935 do CC “A responsabilidade civil é independente da criminal, não se podendo questionar mais sobre a existência do fato, ou sobre quem seja o seu autor, quando estas questões se acharem decididas no juízo criminal." 

    Em consonância com o referido dispositivo legal temos o art. 91, inciso I do CP, que considera como um dos efeitos da condenação criminal o de “tornar certa a obrigação de indenizar o dano causado pelo crime". 

    A sentença penal condenatória transitada em julgado tem natureza de título executivo judicial, podendo ser promovida a sua execução no âmbito cível, possibilitando à vítima ou aos seus sucessores a reparação do dano (art. 63 do CPP), vedada a rediscussão, no âmbito cível, sobre a existência do fato, de sua autoria ou de sua ilicitude. 

    No caso narrado, o médico causou lesão ao paciente ao operar o joelho errado, devendo responder criminalmente por lesão corporal culposa, bem como civilmente, devendo reparar os danos morais, materiais e até mesmo estéticos (caso a cirurgia tenha gerado alguma deformidade física). 

    Embora a questão não aborde, devemos recordar que a responsabilidade civil dos profissionais liberais, como a do médico, é subjetiva (art. 14, § 4º do CDC). Assim, deverá ser demonstrada a culpa, para que seja possível imputar-lhe responsabilidade e é nesse sentido o art. 951 do CC: “O disposto nos arts. 948 949 e 950 aplica-se ainda no caso de indenização devida por aquele que, no exercício de atividade profissional, por negligência, imprudência ou imperícia, causar a morte do paciente, agravar-lhe o mal, causar-lhe lesão, ou inabilitá-lo para o trabalho". 

    No caso do enunciado da questão, ao não perceber que a radiografia estava sendo observada pelo lado contrário agiu com negligência, caracterizada pelo desleixo, falta de atenção. 

    Resposta: ERRADO 

  • Plus - responsabilidade do Hospital (fonte: dizer o direito, claro <3)

    A responsabilidade dos hospitais, no que tange à atuação dos médicos contratados que neles laboram, é subjetiva, dependendo da demonstração de culpa do profissional, não se podendo, portanto, excluir a culpa do médico e responsabilizar objetivamente o hospital.

    Assim, a responsabilidade do hospital somente se configura quando comprovada a culpa do médico integrante de seu corpo plantonista, conforme a teoria de responsabilidade subjetiva dos profissionais liberais abrigada pelo CDC.

    Vale ressaltar que, comprovada a culpa do médico, restará caracterizada a responsabilidade objetiva do hospital. 

    STJ. 3ª Turma. REsp 1579954/MG, Rel. Min. Nancy Andrighi, julgado em 08/05/2018.

    Responsabilidade do Hospital: CDC - Art. 14. O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos.

    Vale ressaltar, contudo, que a responsabilidade objetiva dos hospitais não é absoluta. Como assim?

    • o estabelecimento hospitalar responde objetivamente pelos danos causados aos pacientes toda vez que o fato gerador for o defeito do seu serviço. Ex: estadia do paciente (internação e alimentação), instalações, equipamentos, serviços auxiliares (enfermagem, exames, radiologia) etc. Se o defeito estiver relacionado com um desses serviços do hospital, a responsabilidade é objetiva.

    • por outro lado, se o dano foi causado por uma suposta conduta do médico que trabalha no hospital, a responsabilidade é subjetiva, dependendo da demonstração de culpa do preposto, não se podendo, portanto, excluir a culpa do médico e responsabilizar objetivamente o hospital. Assim, a responsabilidade do hospital no que tange à atuação técnico-profissional (erro médico) de seu preposto é subjetiva, dependendo, portanto, da aferição de culpa do médico.

    Cuidado com algumas ementas que falam, de forma genérica, que a responsabilidade dos hospitais é objetiva e independe da culpa do médico.

    CAVALCANTE, Márcio André Lopes. Responsabilidade do hospital pela atuação de médico contratado que nele trabalha. Buscador Dizer o Direito, Manaus. Disponível em: <>. Acesso em: 25/06/2019

  • Bom, meus dois joelhos estão machucados... então tanto faz.

  • Como estudamos, a responsabilidade civil independe da criminal. Assim, o médico poderá responder em ambas as esferas: na cível, pelo dano cometido, e na criminal, pelo crime de lesões corporais.

    Resposta: ERRADO

  • Gente, cuidado!

    Apesar da responsabilidade civil ser independente da criminal, quando a existência do fato for decidida, em definitivo, no juízo criminal, não poderá ser discutida novamente no juízo civil.

    É o princípio da independência relativa da responsabilidade civil em relação à criminal.

  • Não é negligência, é imprudência.

  • CP, art. 129, § 6º (Lesão corporal culposa) c/c art. 935 do CC e art. 91 do CP

    CP, Art. 129. Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem (...)

    § 6° Se a lesão é culposa:

    Pena - detenção, de 2 meses a 1 ano.

    CC, Art. 935. A responsabilidade civil é independente da criminal, não se podendo questionar mais sobre a existência do fato, ou sobre quem seja o seu autor, quando estas questões se acharem decididas no juízo criminal.

    CP, Art. 91 - São efeitos da condenação

    I - tornar certa a obrigação de indenizar o dano causado pelo crime;


ID
2802145
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Com relação às perícias médicas nos âmbitos cível, administrativo e previdenciário, julgue o item que segue.

Nos casos de perícias no âmbito previdenciário, todo indivíduo inválido pode ser considerado alienado mental.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO


    Considera-se alienação mental o estado mental conseqüente a uma doença psíquica em que ocorre uma deterioração dos processos cognitivos, de caráter transitório ou permanente, de tal forma que o indivíduo acometido torna-se incapaz de gerir sua vida social. Assim, um indivíduo alienado mental é incapaz de responder legalmente por seus atos na vida social, mostrando-se inteiramente dependente de terceiros no que tange às diversas responsabilidades exigidas pelo convívio em sociedade. O alienado mental pode representar riscos para si e para terceiros, sendo impedido por isso de qualquer atividade funcional, devendo ser obrigatoriamente interditado judicialmente. Em alguns casos, torna-se necessária a sua internação em hospitais especializados visando, com o tratamento, a sua proteção e a da sociedade.

    ....

    Mesmo diante de quadros psicóticos graves (esquizofrenia, PMD, paranóia, por exemplo) ou quadros confusionais com grandes alterações da consciência (infecciosos, vasculares, tóxicos, degenerativos ou mistos), o perito deve examinar e avaliar com bastante rigor se é conveniente e apropriado o enquadramento do indivíduo como alienado mental. O simples diagnóstico de tais quadros não é indicativo de enquadramento

    Fonte: http://www.periciamedicadf.com.br/manuais/periciamedica/periciamedica19.php

  • kkkkkk Acertei a questão por causa do comentário do Concurseiro Vitorioso!!

  • De acordo com a lista do art. 151 da Lei 8.213/91 e anexo XLV da IN 77/2015, é passível de Tuberculose ativa, hanseníase, alienação mental, esclerose múltipla, hepatopatia grave, neoplasia maligna, cegueira, dentre outras. Ou seja, a alienação mental é apenas uma das hipóteses de concessão de previdência por invalidez.

    GABARITO DO PROFESSOR: ERRADO

  • Comentário politico cai na prova? Vamos focar no que importa e deixar a babaquice de lado.

  • O diagnóstico de um transtorno mental não é, por si só, indicativo de enquadramento como alienação mental, cabendo ao perito a análise das demais condições clínicas e do grau de incapacidade.

    A alienação mental poderá ser identificada no curso de qualquer transtorno psiquiátrico ou neuropsiquiátrico desde que, em seu estágio evolutivo, sejam atendidas todas as condições abaixo discriminadas:

    1. Seja grave e persistente;

    2. Seja refratária aos meios habituais de tratamento;

    3. Comprometa gravemente os juízos de valor e realidade, bem como a capacidade de entendimento e de autodeterminação;

    4. Torne o indivíduo inválido de forma total e permanente para qualquer trabalho. 

    São Passíveis de Enquadramento

    1. Esquizofrenias nos estados crônicos e residuais;

    2. Outras psicoses graves nos estados crônicos e residuais;

    3.Estados demenciais de qualquer etiologia (vascular, Alzheimer, doença de Parkinson, etc.);

    4. Retardos mentais graves e profundos.

    São Excepcionalmente Considerados Casos de Alienação Mental:

    1. Transtornos afetivos ou do humor, quando comprovadamente cronificados e refratários ao tratamento, ou quando exibirem elevada frequência de repetição fásica, ou ainda, quando configurarem comprometimento grave e irreversível do funcionamento mental;

    2. Quadros epilépticos com sintomas psicóticos, quando caracterizadamente cronificados e resistentes à terapêutica, ou quando apresentarem elevada frequência de surtos psicóticos;

    3. Outros transtornos psicóticos orgânicos decorrentes de lesão e disfunção cerebral, quando caracterizadamente cronificados e refratários ao tratamento, ou quando configurarem um quadro irreversível de demência;

    4. Transtornos mentais decorrentes do uso de substâncias psicoativas (álcool e outras drogas) nas formas graves. 

    Fonte: Manual de Perícia Médica do Estado do Ceará

    https://www.seplag.ce.gov.br/wp-content/uploads/sites/14/2018/12/MANUAL-DE-PERICIA-M%C3%89DICA.pdf

  • Precisa nem saber o conteúdo, questão toda bugada

  • Dica de ouro: em fez de debater com haters (sim, eles estão até aqui no QC), bloqueie eles. as asneiras que ele escrever vc não vai mais ler, tornando o ambiente bem menos poluido.

  • QUESTÃO DADA DE PRESENTE PELO CESPE.

  • ~ TODO = AO MENOS UM NAO E


ID
2802148
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Com relação às perícias médicas nos âmbitos cível, administrativo e previdenciário, julgue o item que segue.


Nos casos de perícias no âmbito administrativo, de acordo com a Lei n.º 8.112/1990, o servidor aposentado por invalidez permanente deve ser submetido à junta médica oficial, que atestará a invalidez quando caracterizada a incapacidade para o desempenho das atribuições do cargo ou a impossibilidade de readaptação.

Alternativas
Comentários
  •  Art. 186.  O servidor será aposentado:

    I - por invalidez permanente, sendo os proventos integrais quando decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, especificada em lei, e proporcionais nos demais casos;

    (...)

    § 3o  Na hipótese do inciso I o servidor será submetido à junta médica oficial, que atestará a invalidez quando caracterizada a incapacidade para o desempenho das atribuições do cargo ou a impossibilidade de se aplicar o disposto no art. 24.

     

    Art. 24.  Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica.

  •  

     

    Art. 25. Reversão é o retorno à atividade de servidor aposentado:

     

    I - por invalidez, quando junta médica oficial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria; ou


    II - no interesse da administração, desde que:


    a) tenha solicitado a reversão;


    b) a aposentadoria tenha sido voluntária;


    c) estável quando na atividade;


    d) a aposentadoria tenha ocorrido nos cinco anos anteriores à solicitação;


    e) haja cargo vago.

     

    Reversão Compulsória

     

    -Aposentados por Invalidez

    -Irrelevante se o Servidor era ou Não Estável quando

    da aposentadoria

    -Ato Vinculado

    -Caso cargo esteja provido o Servidor exercerá suas atribuiões

    como Excedente até a ocorrencia da Vaga

    -O tempo de Contribuição após a Reversão será Considerada para Concessão da 

    nova aposentadoria

    -Ocorre a Quaquer tempo

    -Vedada ao aposentado que já tiver completado 70 anos de idade.

     

    Reversão a Pedido

     

    -Aposentados Vountario

    -Somente Estável

    -Ato Discricionário

    -Reversão só ocorre se houver cargo vago (Não há Excedente)

    -O tempo de Contribuição só sera considerado para Concessão da nova 

    aposentadoria se permanecer pelo menos 5 ANOS no cargo após Reversão

    -Caso Não Tenha Transcorrido 5 anos desde a aposentadoria

    -Vedada ao aposentado que já tiver completado 70 anos de idade.

     

     

    A Reversão do inciso I (retorno do servidor aposentado por invalidez) é chamada de Reversão Compulsória, uma vez que depende da comprovação da Lausência dos requisitos da aposentadoria por invalidez, conforme constatado por junta médica oficial.

     

    ▪ Reversão no interesse da administração é conhecida como Reversão a Pedido, uma vez que depende de solicitação do servidor.

     

     

     

  • GAB: CERTO

  • BIZU galera!


    Aproveito o DISPONÍVEL

    Reintegro o DEMITIDO

    Reverto o APOSENTADO

    Reconduzo o INABILITADO

    Readapto o INCAPACITADO

  • Algumas anotações:
     

    Readaptação: Doente;
    Reversão: Vo voltou (A pedido ou quando a Junta Médica provar insubsistente motivo de invalidez);

    Reintegração: Retorno do Estável Irregularmente demitido;
    Recondução: Reprovação em estágio probatório de novo cargo; ou ocupante do cargo em que volta o Reintegrado, aquele será reconduzido ao cargo anterior (se estável); ou aproveitado em outro cargo (se estável); ou exonerado (se não estável);

    ◘Aproveita-se o Disponível.

    (Prioridade CESPE 0-20: 8)

     

    Readaptação e Reversão, quando voltar: exercerá como excedente, até a ocorrência da vaga. "ExSEMDENTE (galera, basta pensar, quais são os dois grupos de pessoas que ficam sem dente/banguelo? Os acidentados e os 'véio', rsrs)";

    Reintegrado, quando voltar:
    Se o cargo estiver ocupado, seu ocupante será reconduzido ao cargo anterior, sem direito à indenização, ou aproveitado em outro cargo, ou será posto em disponibilidade;
    ◘Se o
    cargo tiver sido exinto, ficará em Disponibilidade (Demitido irregularmente);

    Sobre o reintegrado, tem uma lógica: pô, mancada da Administração né? Tem que colocar o cidadão de todo jeito no seu cargo de direito ;) E se tiver sido extinto, vamos dar a moral de ele ficar coçando o saco em casa. 
    (Prioridade CESPE 0-20: 1)

     

    Readaptação e a Promoção: além de provimento, também são tipos de Vacância do Cargo Público.
    (Prioridade CESPE 0-20: 2
    )

  • Resposta: Certo

  • Complementando o comentário com BIZÚ do amigo Bruno M.

    Eu RECONDUZO o INABILITADO em estágio probatório e o ocupante do cargo do REINTEGRADO.

  • O correto não seria REVERTER o aposentado , ao invés de READAPTÁ-LO ?

  • Art. 186.  O servidor será aposentado:

    I - por invalidez permanente, sendo os proventos integrais quando decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, especificada em lei, e proporcionais nos demais casos;

    (...)

    § 3º  Na hipótese do inciso I o servidor será submetido à junta médica oficial, que atestará a invalidez quando caracterizada a incapacidade para o desempenho das atribuições do cargo ou a impossibilidade de se aplicar o disposto no art. 24.


    Gabarito: Certa 

  • Marcelio, a Readaptação é a passagem do Servidor para outro cargo compatível com a deficiência física que ele venha a apresentar e a Reversão é o retorno do aposentado ''com saúde''. 


  • Questão maliciosa, fala que o servidor aposentado por invalidez, se ela já está aposentado não precisa passar por essa junta e sim antes de se aposentar ele precisa passar.

  • Pelo o que eu entendi ele está aposentado por que está "inválido" e não pela idade. Por isso a questão está correta ao dizer sobre Radaptação.


    Olhem o comentário do Alberto Siqueira

  • Da Readaptação
    Art. 24. Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com
    a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica.
    § 1o Se julgado incapaz para o serviço público, o readaptando será aposentado.
    § 2o A readaptação será efetivada em cargo de atribuições afins, respeitada a habilitação exigida, nível de
    escolaridade e equivalência de vencimentos e, na hipótese de inexistência de cargo vago, o servidor exercerá suas
    atribuições como excedente, até a ocorrência de vaga

  • Questão equivocada:


    o servidor aposentado por invalidez permanente deve ser submetido à junta médica oficial, que atestará a invalidez quando caracterizada a incapacidade para o desempenho das atribuições do cargo ou a impossibilidade de readaptação.





    Se o servidor JÁ ESTÁ APOSENTADO POR INVALIDEZ PERMANENTE, subentende-se que ele já passou pela avaliação da junta oficial, que por sua vez já atestou a invalidez.


    A aposentadoria por invalidez permanente é um ato vinculado que só acontecerá se a junta médica oficial atestar a invalidez.


    Na minha opinião a questão estaria correta se transcrita da seguinte forma:


    ... para que o servidor seja aposentado por invalidez permanente, deverá ser submetido à junta médica oficial, que atestará a invalidez ...

  • GAB: CERTO

    Art. 24.  Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica.

            § 1o  Se julgado incapaz para o serviço público, o readaptando será aposentado.

  • Por dizer que ele é aposentado por invalidez permanente nao invalida a questão nem um pouco, visto que é permitido, no interesse da administração, fazer novas verificações a respeito da saúde dos aposentados por invalidez e ver se estão aptos a voltar para o cargo.

  • O certo seria "... incapacidade para o desempenho das atribuições do cargo E A impossibilidade de readaptação..."

    Só acertei pq a CESPE sempre deixa um m.. pra gente escorregar.

  • Eu errei por pensar que a readaptação seria uma pegadinha da banca. O correto, no meu entendimento, seria a junta médica oficial verificar a limitação para a possibilidade de reversão da aposentadoria. Dessa forma, e apenas depois de feitos isso, verificar a possibilidade de readaptação ou colocar o servidor a trabalhar como excedente.

    Estou muito fora da casinha ou a questão foi mal formulada?

    Abraço!

  • O servidor aposentado não terá que refazer exames para atestar que está apto ou não para retornar ao trabalho até que que ele atinja a idade para aposentadoria compulsória. Não havendo motivos para mantê-lo aposentado as alternativas serão a readaptação ou ele será colocado em disponibilidade.

  • Art. 24.  Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica.

            § 1o  Se julgado incapaz para o serviço público, o readaptando será aposentado.

    A adm tenta readaptar o servidor em todos os cargos possiveis, se não conseguir, aposenta logo.

    Questão correta.

  • A questão fala do servidor aposentado por invalidez que será submetido à junta médica, mas o teor da Lei diz o seguinte:

    Art. 24.  Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica.

        

        § 1o  Se julgado incapaz para o serviço público, o readaptando será aposentado.

    Repare que a Lei pontua que a incapacidade será aferida para depois ser julgada se o servidor será aposentado. Já a questão apresenta que o servidor está aposentado por invalidez e que será submetido depois à junta médica. O que ao meio ver deixa a questão errada.

  • Questão anulada.

    96 E ‐ Deferido c/ anulação A redação do item prejudicou seu julgamento objetivo. 

  • CERTO

    Cópia do Art. 186, §3  da lei 8.112.

  • Gabarito: CERTO.

     

    Lei 8.112/90

    Art. 186.  O servidor será aposentado:   (Vide art. 40 da Constituição)

    I - por invalidez permanente, sendo os proventos integrais quando decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, especificada em lei, e proporcionais nos demais casos;

    (...)

    § 3o  Na hipótese do inciso I o servidor será submetido à junta médica oficial, que atestará a invalidez quando caracterizada a incapacidade para o desempenho das atribuições do cargo ou a impossibilidade de se aplicar o disposto no art. 24. 

     

    Art. 24.  Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica.

  •  Art. 186.  O servidor será aposentado:

    I - por invalidez permanente, sendo os proventos integrais quando decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, especificada em lei, e proporcionais nos demais casos;

    § 3o  Na hipótese do inciso I o servidor será submetido à junta médica oficial, que atestará a invalidez quando caracterizada a incapacidade para o desempenho das atribuições do cargo ou a impossibilidade de se aplicar o disposto no art. 24.

  • Art. 186.  O servidor será aposentado:

    I - por invalidez permanente, sendo os proventos integrais quando decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, especificada em lei, e proporcionais nos demais casos;

    § 3o  Na hipótese do inciso I o servidor será submetido à junta médica oficial, que atestará a invalidez quando caracterizada a incapacidade para o desempenho das atribuições do cargo ou a impossibilidade de se aplicar o disposto no ART. 24.

  • READAPTAÇÃO --- sofre limitação física ou mental

  • Na verdade entendo errada a redação, porque diz que "o servidor aposentado por invalidez permanente deve ser submetido à junta médica oficial", se ele já está aposentado por invalidez não tem que ir a junta médica nenhuma, ele tem que ir para ser aposentado.

  • O comentário mais curtido não é o correto da questão, e sim o do colega Rafael M.

    Vamos lá galera! Isso pode prejudicar.

    Foco e Fé!

  • ATENÇÃO: A questão foi anulada pela banca sob a justificativa:

    "A redação do item prejudicou seu julgamento objetivo."

    Fonte: Site da CESPE / CARGO 10: PERITO CRIMINAL FEDERAL/ÁREA 12 (item 96 da prova).

  • Se o servidor Aposentado por invalidez Permanente ! Não deverá se submeter à junta médica oficial de forma algum!! E sim aposentadoria definitiva ... questão dúbia!!! realmente deve ser considerada nula!! EM.

  • invalidez permanente - já foi ...

    ou seja, ele já passou por uma junta médica oficial

  • Olha a nova redação da EC 103 2019

    § 1º O servidor abrangido por regime próprio de previdência social será aposentado: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 103, de 2019)

    I - por incapacidade permanente para o trabalho, no cargo em que estiver investido, quando insuscetível de readaptação, hipótese em que será obrigatória a realização de avaliações periódicas para verificação da continuidade das condições que ensejaram a concessão da aposentadoria, na forma de lei do respectivo ente federativo; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 103, de 2019)


ID
2802151
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

Com relação às perícias médicas nos âmbitos cível, administrativo e previdenciário, julgue o item que segue.


Nos casos de perícias no âmbito cível, para a determinação do valor da indenização devida a vítima de lesões corporais, devem-se considerar critérios como as despesas de tratamento.

Alternativas
Comentários
  • “Art. 949 CC: No caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.”
  • GAB. Certo

  • ART. 949. NO CASO DE LESÃO OU OUTRA OFENSA À SAÚDE, O OFENSOR INDENIZARÁ O OFENDIDO DAS DESPESAS DO TRATAMENTO E DOS LUCROS CESSANTES ATÉ O FIM DA CONVALESCENÇA, ALÉM DE ALGUM OUTRO PREJUÍZO QUE O OFENDIDO PROVE HAVER SOFRIDO.

  • Dispõe o art. 949 do CC que “No caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido".

    Nas despesas de tratamento devem estar incluídas as despesas médicas, hospitalares; lucro cessante é o que a vítima deixou de ganhar em decorrência do acidente; “além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido" permite a incidência do dano moral.


    Resposta: CERTO. 
  • Certo.

    CC Art. 949. No caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

  • Art. 949. No caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

    Ø No caso de lesão ou ofensa a saúde, a indenização envolve o tratamento médico feito pela vítima + lucros cessantes + qualquer outro prejuízo.

    Ø Há possibilidade de cumulação do dano material, dano moral e do dano estético. Enunciado 192 da JDC. 

    Curso de Responsabilidade Civil - Grancursos - Professora Roberta Queiroz

  • Se a vítima sofreu lesões corporais, terá direito às despesas de tratamento e também aos lucros cessantes até o fim da convalescença, podendo também requerer outros danos que comprovar. Assim, a perícia deverá, no caso de lesão, incluir as despesas de tratamento.

    Resposta: CORRETO

  • Nos casos de perícias no âmbito cível, para a determinação do valor da indenização devida a vítima de lesões corporais, devem-se considerar critérios como as despesas de tratamento.

    o que me fez errar essa questão foi a expressão: Nos casos de perícias no âmbito cível.

    por obvio, aquele que causar lesão a saúde de outro terá que indelizar.. mas os critérios como despesas de tratamento a principio dependeria de notas fiscais ou recibos e não perícia...

    mas é vida que segue, aprendendo...


ID
2802154
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Com relação a doenças coronarianas, julgue o item a seguir.


Os avanços tecnológicos têm contribuído para a redução de sua mortalidade nas últimas décadas.

Alternativas

ID
2802157
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Com relação a doenças coronarianas, julgue o item a seguir.


A síndrome coronariana aguda ainda é uma grande causa de morbidade e mortalidade em todo o mundo.

Alternativas

ID
2802160
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Com relação a doenças coronarianas, julgue o item a seguir.


Embora a mortalidade atribuída à doença tenha diminuído significativamente entre idosos, vem aumentando entre pacientes mais jovens.

Alternativas

ID
2802163
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Com relação a doenças coronarianas, julgue o item a seguir.


A ruptura de placa aterosclerótica ainda é a principal causa de trombose das artérias coronárias.

Alternativas

ID
2802166
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Com relação a doenças coronarianas, julgue o item a seguir.


Os avanços em prevenção, diagnóstico e tratamento têm reduzido a níveis muito baixos a recorrência de eventos isquêmicos.

Alternativas

ID
2802169
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Acerca dos transtornos do espectro da esquizofrenia, julgue o item subsequente.


Dois sintomas negativos destacam-se na esquizofrenia: expressão emocional diminuída e redução em atividades motivadas, autoiniciadas e com finalidade.

Alternativas

ID
2802172
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Acerca dos transtornos do espectro da esquizofrenia, julgue o item subsequente.


Delírios são crenças fixas que podem ser mudadas à luz das evidências conflitantes. Os delírios podem ter, por exemplo, conteúdo persecutório, religioso, somático e de grandeza.

Alternativas
Comentários
  • Os delírios constituem um falso juízo da realidade e possui uma forma psicopatológica própria, caracterizada por serem crenças não argumentáveis, incorrigíveis e não compartilhadas por indivíduos de mesma cultura e com alta significação pessoal. A temática dos delírios é extremamente VARIÁVEL (grandeza, hipocondria, persecutória, reivindicatória, ciúme, entre outros). Quanto maior o componente de “bizarrice” e o não-compartilhamento, mais provável é a hipótese de delírio.

  • acredito que o erro seja...Mudadas à luz de evidências conflitantes!


ID
2802175
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Acerca dos transtornos do espectro da esquizofrenia, julgue o item subsequente.


As alucinações podem ser um elemento normal em experiências religiosas de determinados contextos culturais.

Alternativas

ID
2802178
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A respeito de transtornos do humor, julgue o item seguinte.


Pessoas com transtorno bipolar têm, ao longo da vida, risco de suicídio estimado em pelo menos quinze vezes o da população em geral.

Alternativas
Comentários
  • DSM V

    • O risco de suicídio ao longo da vida em pessoas com transtorno bipolar é estimado em pelo menos 15 vezes o da população em geral. Na verdade, o transtorno bipolar pode responder por um quarto de todos os suicídios. História pregressa de tentativa de suicídio e o percentual de dias passados em depressão no ano anterior estão associados com risco maior de tentativas de suicídio e sucesso nessas tentativa.

    Gabarito: Certo


ID
2802181
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A respeito de transtornos do humor, julgue o item seguinte.


O transtorno bipolar tipo II caracteriza-se por um curso clínico de episódios de humor recorrentes, sendo um ou mais episódios depressivos maiores e pelo menos um episódio maníaco.

Alternativas
Comentários
  • DSM V

    • O transtorno bipolar tipo II caracteriza-se por um curso clínico de episódios de humor recorrentes, sendo um ou mais episódios depressivos maiores e pelo menos um episódio hipomaníaco.

    Obs.: se houver episódio maníaco vai ser, necessariamente, TAB tipo I. O TAB tipo II não possui episódio maníaco, senão apenas episódios hipomaníacos, precedidos ou seguidos de episódios depressivos maiores.

    Gabarito: Errado


ID
2802184
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A respeito de transtornos do humor, julgue o item seguinte.


Um período distinto de humor anormal e persistentemente elevado, expansivo ou irritável e aumento anormal e persistente da atividade ou energia, com duração de pelo menos quatro dias consecutivos e presente na maior parte do dia, quase todos os dias, caracteriza um episódio hipomaníaco.

Alternativas
Comentários
  • DSM V

    • Um período distinto de humor anormal e persistentemente elevado, expansivo ou irritável e aumento anormal e persistente da atividade ou energia, com duração de pelo menos 4 dias consecutivos e presente na maior parte do dia, quase todos os dias, caracteriza um episódio hipomaníaco;

    • Um período distinto de humor anormal e persistentemente elevado, expansivo ou irritável e aumento anormal e persistente da atividade ou da energia, com duração mínima de 1 semana e presente na maior parte do dia, quase todos os dias, caracteriza um episódio maníaco.

    Gabarito: Certo


ID
2802187
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A respeito de transtornos do humor, julgue o item seguinte.


Pessoas com transtorno bipolar tipo II normalmente comparecem ao atendimento médico durante um episódio de mania, sendo improvável que se queixem inicialmente de hipomania.

Alternativas
Comentários
    • Transtorno bipolar tipo II não tem episódio maníaco, apenas episódio hipomaníaco seguido ou precedido de episódio depressivo maior.

    Gabarito: Errado


ID
2802190
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A respeito de transtornos do humor, julgue o item seguinte.


Em relação ao suicídio, o mais consistente fator de risco descrito é a história prévia de tentativas ou ameaças de suicídio.

Alternativas

ID
2802193
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A respeito de transtornos do humor, julgue o item seguinte.


A maioria dos suicídios completados é precedida de tentativas de suicídio sem sucesso.

Alternativas
Comentários
  • o erro da questão estar, provalvemente, em "sem sucesso".

  • o erro da questão estar, provalvemente, em "sem sucesso".

  • Acredito que o erro está em maioria, porque seria em torno de 50%

  • Segundo o DSM V (2014), o fator de risco descrito com mais consistência é história prévia de tentativas ou ameaças de suicídio, porém deve-se levar em conta que a maioria dos suicídios completados não é precedida por tentativas sem sucesso. Outras características associadas a risco aumentado de suicídio completado incluem sexo masculino, ser solteiro ou viver sozinho e ter sentimentos proeminentes de desesperança. Além disso, eventos traumáticos, como abuso infantil, aumentam o risco de suicídio de um indivíduo (APA, 2014).

    Fonte: Rambo, M. & Pezzi, F. "A dor de viver: o suicídio e seu impacto na saúde pública" in: Revista Psicologia em Foco, Frederico Westphalen, v. 11, n. 16, p. 19-32, nov. 2011

    Gabarito: Errado


ID
2802196
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A respeito de transtornos do humor, julgue o item seguinte.


Em se tratando de depressão maior, os sintomas de insônia ou fadiga são frequentemente a principal queixa relatada pelo paciente.

Alternativas

ID
2802199
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

No que se refere ao tromboembolismo pulmonar (TEP), julgue o item que segue.


O TEP é a uma causa de morte muito comum entre pacientes hospitalizados.

Alternativas
Comentários
  • CERTO

    Os sintomas mais frequentes são a dispneia, dor pleural, ansiedade, tosse, taquicardia, febre e hemoptise

    LIVRO - robbins patologia básica


ID
2802202
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

No que se refere ao tromboembolismo pulmonar (TEP), julgue o item que segue.


A apresentação clínica mais comum do TEP é caracterizada pela precocidade de sintomas exuberantes.

Alternativas

ID
2802205
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

No que se refere ao tromboembolismo pulmonar (TEP), julgue o item que segue.


O filtro de veia cava está indicado para pacientes que cursem com episódios recorrentes de TEP, a despeito de terapia anticoagulante adequada, mas é contraindicado para pacientes com alto risco de desenvolver trombose venosa profunda proximal.

Alternativas

ID
2802208
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

No que se refere ao tromboembolismo pulmonar (TEP), julgue o item que segue.


Aproximadamente quinze por cento dos pacientes acometidos por TEP são diagnosticados com trombose venosa profunda nos membros inferiores.

Alternativas

ID
2802211
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

No que se refere ao tromboembolismo pulmonar (TEP), julgue o item que segue.


O resultado de dímero-D menor que 500 ng/mL, pelo método de Elisa rápido quantitativo, torna improvável a ocorrência de TEP.

Alternativas

ID
2802214
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

No que se refere ao tromboembolismo pulmonar (TEP), julgue o item que segue.


O exame angiográfico pulmonar permite ao médico diagnosticar TEP em aproximadamente metade dos pacientes com trombose venosa profunda nos membros inferiores.

Alternativas

ID
2802217
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Julgue o próximo item, relativo às pneumoconioses.


São doenças fibróticas dos pulmões causadas pela inalação de poeira com matéria orgânica.

Alternativas
Comentários
  • Material inorgânico


ID
2802220
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Polícia Federal
Ano
2018
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Julgue o próximo item, relativo às pneumoconioses.


As formas graves de silicose e asbestose podem ser tratadas com terapia imunossupressora.

Alternativas