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Prova CONSULPLAN - 2015 - TRE-MG - Técnico Judiciário - Administrativa


ID
1477384
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Eleições no Brasil

   As eleições no Brasil são realizadas através do voto direto, secreto e obrigatório. A primeira eleição da qual existem registros no Brasil, ocorreu em 1532, por meio da qual foi escolhido o representante do Conselho da Vila de São Vicente.

   Atualmente no Brasil ocorrem eleições a cada dois anos, sempre nos anos pares. À exceção do cargo de senador, que tem mandatos com duração de oito anos, os demais cargos eletivos têm mandatos de quatro anos. Como as eleições ocorrem a cada dois anos, os cargos eletivos são disputados em dois grupos, da seguinte forma: eleições federais e estaduais – para os cargos de: Presidente da República (e vice), Senador, Deputado Federal, Governador (e vice) e Deputado Estadual; eleições municipais – para os cargos de Prefeito (e vice) e Vereadores.

   As eleições ocorrem no primeiro domingo de outubro. Os cargos correspondentes ao Poder Legislativo (Senadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais e Vereadores) são disputados em turno único. Para os cargos do Poder Executivo (Presidente, Governadores e Prefeitos), pode haver segundo turno, a ser realizado no último domingo de outubro.

   Os candidatos a qualquer cargo são filiados a algum dos mais de 30 partidos políticos legalizados existentes no país, cada um com uma ideologia política. Todos os partidos recebem recursos do fundo partidário, acesso aos meios de comunicação (rádio e TV), e direito ao horário eleitoral durante as campanhas.

   O processo eleitoral é organizado pela Justiça Eleitoral, que é composta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cuja sede é em Brasília, pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE), sendo um em cada estado, território ou Distrito, pelos Juízes Eleitorais e pelas Juntas Eleitorais. Todos estes órgãos são regidos pelo Código Eleitoral, que estabelece as competências de cada órgão/segmento.

   Segundo a Constituição Federal, em seu artigo 14, o voto é facultativo para os analfabetos, aos maiores de 70 anos e para os maiores de 16 anos e menores de 18 anos. É obrigatório para os cidadãos entre 18 e 70 anos, sendo necessário justificar a ausência em qualquer seção eleitoral, no dia da eleição, sob pena de multa.

   Desde 2000, com o uso das urnas eletrônicas, as eleições brasileiras passaram a ser totalmente informatizadas, o que permite que atualmente sejam consideradas as eleições mais rápidas e atualizadas do mundo.

(Disponível em: http://www.infoescola.com/direito/eleicoes‐no‐brasil/. Acesso em: 10/03/2015.)

Sobre o valor semântico referencial dos pronomes destacados a seguir, analise.


I. “A primeira eleição da qual existem registros no Brasil, ocorreu em 1532, por meio da qual foi escolhido o representante do Conselho da Vila de São Vicente." (1º§) – O pronome relativo “da qual" faz referência ao sujeito da oração principal do fragmento em estudo.

II. “O processo eleitoral é organizado pela Justiça Eleitoral, que é composta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cuja sede é em Brasília, pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE), (...)" (5º§) – O pronome possessivo “cuja" está empregado corretamente, pois, deve‐se colocá‐lo entre o possuidor (Justiça Eleitoral) e o possuído (Tribunal Superior Eleitoral), conforme utilizado pelo enunciador do texto em análise.

III. “Os candidatos a qualquer cargo são filiados a algum dos mais de 30 partidos políticos legalizados existentes no país, cada um com uma ideologia política." (4º§) – O pronome indefinido “algum", em destaque, refere‐se à terceira pessoa do discurso de modo genérico, vago ou impreciso. 

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Comentários
  • Os pronomes indefinidos referem-se à terceira pessoa do discurso de uma maneira vaga, imprecisa, genérica.

  • qual o erro da 1?

  • Acho q o único erra da "I" é que o pronome relativo é "a qual", e não "da qual" (de + a qual). 

  • QUESTAO I: o verbo é transitivo direto e não pede complemento de como foi usado . o certo seria  a qual e não da qual = de+a + qual

    QUESTAO II: o pronome relativo cuja é usado quando dar ideia de posse e ele se refere como pronome possessivo. cuja ,cujas,cujo,cujos sao pronomes relativos.

     QUESTAO III : so sobrou essa que esta corretissima.

  • No enunciado I “da qual” não pode ser chamado de pronome relativo, tal expressão é composta pela fusão de uma preposição “de” com o artigo “a” acrescida do pronome relativo. Segundo Celso Cunha, “da qual” é a expressão resultante da junção da preposição “de” ao pronome relativo “a qual”. Dessa forma, aquela expressão não se constitui como um pronome relativo e sim como uma locução prepositiva. 


    No enunciado II o pronome em destaque está classificado indevidamente, pois, cuja é pronome relativo e não possessivo. 


    O enunciado III indica e interpreta adequadamente o uso do termo em destaque. Pois, O pronome indefinido “algum”, em destaque, refere‐se a terceira pessoa do discurso de modo genérico,vago ou impreciso, pois, apesar do candidato poder escolher o partido político no universo de mais de 30 partidos, não se pode precisar qual será o escolhido.


    Dessa forma, a única afirmativa correta é a número III.


    Fonte: https://consulplan.s3.amazonaws.com/concursos/419/41_15042015200420.pdf

  • I da qul nao pode ser chamado de pronome relativo e sim uma locucao prepositiva

    II o pronome em destaque esta classificado indvidamente pois cuja e pronome relativo e nao possessivo

  • I. ERRADAA primeira eleição da qual existem registros no Brasil, ocorreu em 1532, por meio da qual foi escolhido o representante  do Conselho da Vila de São Vicente.” (1º§) – O pronome relativo “da qual faz referência ao sujeito da oração principal  do fragmento em estudo. (Locução Prepositiva: de + a qual)

    II. ERRADA “O processo eleitoral é organizado pela  Justiça Eleitoral, que é composta pelo Tribunal Superior Eleitoral  (TSE), cuja  sede  é  em  Brasília,  pelos  Tribunais  Regionais  Eleitorais  (TRE),  (...)”  (5º§)  –  O  pronome  possessivo  “cuja”  está  empregado corretamente, pois, deve-se colocá-lo entre o possuidor (Justiça Eleitoral) e o possuído (Tribunal Superior  Eleitoral), conforme utilizado pelo enunciador do texto em análise. (Cuja é um pronome relativo com ideia de posse, não é pronome possessivo. A ideia de posse recai sobre "sede" e não sobre "Tribunal Superior Eleitoral")

    III. CERTA Os candidatos a qualquer cargo são filiados a algum dos mais de 30 partidos políticos legalizados existentes no país,  cada  um  com  uma  ideologia  política.”  (4º§)  – O  pronome  indefinido  “algum”,  em  destaque,  refere-se  à  terceira  pessoa do discurso de modo genérico, vago ou impreciso. 



  • I-  Errada. O sujeito da primeira oracao é registros. o verbo existem concorda com registros e nao primeira eleicao. E o pronome relativo o qual  refere-se á primeira eleicao e nao registros que é o sujeito.

    II- Errada, pois o possuído é sede em brasilia e o possuidor é o TSE. 

    III- Correta.

     

  • Muito boa questão!

  • “A primeira eleição da qual existem registros no Brasil, ocorreu em 1532, por meio da qual foi escolhido o representante do Conselho da Vila de São Vicente." (1º§) – O pronome relativo “da qual" faz referência ao sujeito da oração principal do fragmento em estudo. ( É SÓ PRONOME RELATIVO QUAL)

     

    “O processo eleitoral é organizado pela Justiça Eleitoral, que é composta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cuja sede é em Brasília, pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE), (...)" (5º§) – O pronome possessivo “cuja" está empregado corretamente, pois, deve‐se colocá‐lo entre o possuidor (Justiça Eleitoral) e o possuído (Tribunal Superior Eleitoral), conforme utilizado pelo enunciador do texto em análise. (É PRONOME RELATIVO CUJA)

     

    “Os candidatos a qualquer cargo são filiados a algum dos mais de 30 partidos políticos legalizados existentes no país, cada um com uma ideologia política." (4º§) – O pronome indefinido “algum", em destaque, refere‐se à terceira pessoa do discurso de modo genérico, vago ou impreciso  (CORRETO, SENTIDO IMPRECISO,SENTIDO GENÉRICO)

     

  • Resposta D

    I (ERRADA)

    Pronome relativo: O qual (e flexões)
     

    II - (ERRADA)

     Pronomes PossessivosSão aqueles que indicam a posse em referência às três pessoas do discurso:
    1a pessoa: meu (s), minha (s), nosso (s), nossa (s)
    2a pessoa: teu (s), tua (s), vosso (s), vossa (s)
    3a pessoa: seu (s), sua (s)

     

    III - (CERTA)

    Os pronomes indefinidos têm sentido vago ou indeterminado. Aplicam-se à 3a pessoa: algum, nenhum, todo, outro, muito, certo, vários, tanto, quanto, qualquer, alguém, ninguém, tudo, outrem, nada, cada, algo, mais, menos, que, quem.

  • O pronome relativo “da qual" = ERRADO. É pronome relativo QUAL . DA QUAL NÃO É PRONOME RELATIVO!   Pegadinha!

     

    O pronome possessivo “cuja" : CUJA NÃO É PRONOME POSSESSIVO. É PRONOME RELATIVO! Pegadinha.

     

    III. “Os candidatos a qualquer cargo são filiados a algum dos mais de 30 partidos políticos legalizados existentes no país, cada um com uma ideologia política." (4º§) – O pronome indefinido “algum", em destaque, refere‐se à terceira pessoa do discurso de modo genérico, vago ou impreciso.  ÚNICA CORRTA.

     

     

     

  •  

    Sobre a frase 1: 

    “A primeira eleição da qual existem registros no Brasil, (...)".  

    Existem registros no Brasil das primeiras eleições. O sujeito é "Registros". 

  • Rapaz, o sujeito da primeira oração é "a primeira eleição", sim! ("A primeira eleição ocorreu em 1532.")


    "de que se tem registro" (tem-se registro da eleição) é oração subordinada adjetiva restritiva ou explicativa, a depender da pontuação, já que só tem uma vírgula. Então a pontuação é que estaria errada, não?
     

  • I. “A primeira eleição da qual existem registros no Brasil, ocorreu em 1532, por meio da qual foi escolhido o representante do Conselho da Vila de São Vicente." (1º§) – O pronome relativo “da qual" faz referência ao sujeito da oração principal do fragmento em estudo. Não faz referência ao sujeito, pois a frase está invertida

    A primeira eleição da qual existem registros no Brasil - Existem registros da Eleição 

  • Que pergunta Sacana!!! cai nas duas pegadinhas I e II

  • Gabarito D

     

  • Algum professor pode esclarecer o erro da "I"?

    Alguns disseram ser o sujeito, outros por ser locução prepositiva ou ainda VTD. Confundiu...

  • O erro da primeira está na definição do pronome usado, que seria "qual" e não "da qual".

    A II está errado porque o pronome cuja é pronome relativo e não possessivo.

    A III está correta! :)


ID
1477387
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Eleições no Brasil

   As eleições no Brasil são realizadas através do voto direto, secreto e obrigatório. A primeira eleição da qual existem registros no Brasil, ocorreu em 1532, por meio da qual foi escolhido o representante do Conselho da Vila de São Vicente.

   Atualmente no Brasil ocorrem eleições a cada dois anos, sempre nos anos pares. À exceção do cargo de senador, que tem mandatos com duração de oito anos, os demais cargos eletivos têm mandatos de quatro anos. Como as eleições ocorrem a cada dois anos, os cargos eletivos são disputados em dois grupos, da seguinte forma: eleições federais e estaduais – para os cargos de: Presidente da República (e vice), Senador, Deputado Federal, Governador (e vice) e Deputado Estadual; eleições municipais – para os cargos de Prefeito (e vice) e Vereadores.

   As eleições ocorrem no primeiro domingo de outubro. Os cargos correspondentes ao Poder Legislativo (Senadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais e Vereadores) são disputados em turno único. Para os cargos do Poder Executivo (Presidente, Governadores e Prefeitos), pode haver segundo turno, a ser realizado no último domingo de outubro.

   Os candidatos a qualquer cargo são filiados a algum dos mais de 30 partidos políticos legalizados existentes no país, cada um com uma ideologia política. Todos os partidos recebem recursos do fundo partidário, acesso aos meios de comunicação (rádio e TV), e direito ao horário eleitoral durante as campanhas.

   O processo eleitoral é organizado pela Justiça Eleitoral, que é composta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cuja sede é em Brasília, pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE), sendo um em cada estado, território ou Distrito, pelos Juízes Eleitorais e pelas Juntas Eleitorais. Todos estes órgãos são regidos pelo Código Eleitoral, que estabelece as competências de cada órgão/segmento.

   Segundo a Constituição Federal, em seu artigo 14, o voto é facultativo para os analfabetos, aos maiores de 70 anos e para os maiores de 16 anos e menores de 18 anos. É obrigatório para os cidadãos entre 18 e 70 anos, sendo necessário justificar a ausência em qualquer seção eleitoral, no dia da eleição, sob pena de multa.

   Desde 2000, com o uso das urnas eletrônicas, as eleições brasileiras passaram a ser totalmente informatizadas, o que permite que atualmente sejam consideradas as eleições mais rápidas e atualizadas do mundo.

(Disponível em: http://www.infoescola.com/direito/eleicoes‐no‐brasil/. Acesso em: 10/03/2015.)

No trecho “Para os cargos do Poder Executivo (Presidente, Governadores e Prefeitos), pode haver segundo turno, a  ser realizado no último domingo de outubro." (3º§), a forma verbal “pode haver" exerce o valor semântico de 

Alternativas
Comentários
  • Pode = Possibilidade; hipótese

    Haver = existir


    Em outras palavras, possibilidade de existir...

  • Significado de Poder

    v.t.d. e v.i. Possuir a capacidade ou a oportunidade de: podemos fazer o trabalho; mais pode o tempo que a pressa.

    Fonte:http://www.dicio.com.br/poder/

  • Diferença entre DÚVIDA e HIPÓTESE

    DÚVIDA: incerteza entre confirmar ou negar um julgamento ou a realidade de um fato.

    HIPÓTESE: possibilidade de (alguma coisa que independe de intenção humana ou causa observável) acontecer; chance, opção.

  • DÚVIDA: incerteza entre confirmar ou negar um julgamento ou a realidade de um fato.

    HIPÓTESE: possibilidade de (alguma coisa que independe de intenção humana ou causa observável) acontecer; chance, opção

  • Letra B

    As locuções verbais com verbo auxiliar poder são um clássico recurso de modalização, usadas geralmente para retirar o caráter incisivo e certo das afirmações no presente do indicativo: pode/poderia haver no lugar de vai haver/há.

    Aqui temos o sentido de hipótese, pode haver ou não, dependendo do caso, pois só há uma hipótese de segundo turno, que é aquela de o candidato não conseguir maioria absoluta dos votos etc...


ID
1477390
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Eleições no Brasil

   As eleições no Brasil são realizadas através do voto direto, secreto e obrigatório. A primeira eleição da qual existem registros no Brasil, ocorreu em 1532, por meio da qual foi escolhido o representante do Conselho da Vila de São Vicente.

   Atualmente no Brasil ocorrem eleições a cada dois anos, sempre nos anos pares. À exceção do cargo de senador, que tem mandatos com duração de oito anos, os demais cargos eletivos têm mandatos de quatro anos. Como as eleições ocorrem a cada dois anos, os cargos eletivos são disputados em dois grupos, da seguinte forma: eleições federais e estaduais – para os cargos de: Presidente da República (e vice), Senador, Deputado Federal, Governador (e vice) e Deputado Estadual; eleições municipais – para os cargos de Prefeito (e vice) e Vereadores.

   As eleições ocorrem no primeiro domingo de outubro. Os cargos correspondentes ao Poder Legislativo (Senadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais e Vereadores) são disputados em turno único. Para os cargos do Poder Executivo (Presidente, Governadores e Prefeitos), pode haver segundo turno, a ser realizado no último domingo de outubro.

   Os candidatos a qualquer cargo são filiados a algum dos mais de 30 partidos políticos legalizados existentes no país, cada um com uma ideologia política. Todos os partidos recebem recursos do fundo partidário, acesso aos meios de comunicação (rádio e TV), e direito ao horário eleitoral durante as campanhas.

   O processo eleitoral é organizado pela Justiça Eleitoral, que é composta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cuja sede é em Brasília, pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE), sendo um em cada estado, território ou Distrito, pelos Juízes Eleitorais e pelas Juntas Eleitorais. Todos estes órgãos são regidos pelo Código Eleitoral, que estabelece as competências de cada órgão/segmento.

   Segundo a Constituição Federal, em seu artigo 14, o voto é facultativo para os analfabetos, aos maiores de 70 anos e para os maiores de 16 anos e menores de 18 anos. É obrigatório para os cidadãos entre 18 e 70 anos, sendo necessário justificar a ausência em qualquer seção eleitoral, no dia da eleição, sob pena de multa.

   Desde 2000, com o uso das urnas eletrônicas, as eleições brasileiras passaram a ser totalmente informatizadas, o que permite que atualmente sejam consideradas as eleições mais rápidas e atualizadas do mundo.

(Disponível em: http://www.infoescola.com/direito/eleicoes‐no‐brasil/. Acesso em: 10/03/2015.)

“Todos os partidos recebem recursos do fundo partidário, acesso aos meios de comunicação (rádio e TV), e direito ao horário eleitoral durante as campanhas.” (4º§). Quanto à transitividade, o verbo receber pode ser classificado como

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B - o  verbo receber é transitivo direto. Não há complemento com o objeto indireto (preposição).

  • Pessoal, estou com grande dificuldade em entender o porquê "do fundo partidário" ser adjunto adnominal de "recursos".  Acho que estou viajando na dica do Abstrato e concreto. Alguém poderia ajudar-me a esclarecer ou parar de viajar? Obrigada.

  • caro amigo!

    o recurso dá ideia de posse ,entao, é adj adnominal . repare que o recurso é de quem ? do fundo partidário(posse)

    e o verbo receber é vtd ok! 

  • O verbo “receber” é, aparentemente, bitransitivo, pois Quem recebe, recebe algo de alguém. Há, porém, a indicação de posse, portanto “algo de alguém” é o objeto direto do verbo “receber”: Quem recebe, recebe algo; o “algo” – objeto direto – é “recursos do fundo partidário”, em que " recursos ” é o núcleo do objeto direto e “do fundo partidário” é o adjunto adnominal.

  • A analise de um verbo depende do ambiente sintatico em que ele se encontra. Um verbo que aparentemente seja transitivvo direto pode ser na verdade intransitivo, caso nao haja complemente.

    ex.: o pior cego e aquele que nao quer ver.

    ver: aparentemente VTD( quem ve, ve algo). Ocorre porem que nao ha algo.  o "algo " nao aparece na oracao. Nao ha portantto objeto direto. Assim o verbo e inttransito. 

    o msm acontece com o verbo receber na questao

    fonte: http://www.gramaticaonline.com.br/page.aspx?id=9&iddetalhe=265&idsubcat=58&idcateg=3

  • recurso no caso e somente VTD e nao VTDI. tambem errei. Porem, e com os erros que aprendemos.

  • Gostaria que o professor esclarecesse o motivo de 'do fundo partidário' não ser objeto indireto

  • Nos casos de "Algo de alguém", o verbo parece ser bitransitivo; porém há relação de posse com o "algo". Neste caso, o verbo é, unicamente, transitivo direto; e o "de alguém" é um adjunto adnominal (função sintática dentro de outra). 

    Gabarito LETRA B:

  • GABARITO LETRA B,


                     Colegas, tentarei fazer uma análise bem simples para tentar dirimir as dúvidas que restaram, na minha opinião, questão de difícil raciocínio. Vamos à análise: primeiramente, ressalto que errei a questão, raciocinei erroneamente como muita gente, acreditando que o verbo receber, no contexto, era VTDI: "Receber algo de alguém".  Como alguns colegas bem mencionaram, a transitividade do verbo é analisada no contexto em que está empregado, não possuindo uma classificação totalmente isolada da frase. No caso em tela, o verbo é Transitivo Direto, pois o seu objeto é recursos. O fragmento: "do fundo partidário", é classificado como adjunto Adnominal porque está  determinando, especificando, explicando o substantivo. Porque o termo não é um Complemento Nominal? Porque seu valor é ativo, vejam: O recurso é do fundo partidário e não o contrário. Espero ter contribuído!


    BONS ESTUDOS.

  • Todos os partidos recebem ISSO (algo). VTD

    Do fundo partidário, todos os partidos recebem recursos (...) "Do fundo partidário" - AD ADV. 

    Analisar de maneira fria e estrutural dentro de um contexto.

  • Gente; didaticamente: "do fundo partidário é adjunto adverbial de lugar". Todos os partidos é o sujeito da oração cujo verbo "recebem/receber" tem como  complemento (algo) - objeto direto = "recursos". O verbo é transitivo direto.

  • Alguém poderia explicar o porquê do verbo   não ser VTDI..pois fazendo a pergunta: recebendo o quê?  Recursos----- De quem ?  Do fundo partidário...

  • BEM, VOU FAZER UM COMENTÁRIO AQUI.

    LETRA B, 

    O ASSUNTO É PREDICAÇÃO VERBAL

    TODOS OS PARTIDOS RECEBEM RECURSOS DO FUNDO PARTIDÁRIO. 

    Explicação:  todos os partidos ( sujeito)   recebem algo ( recursos é OD) agora do fundo partidario é adj adnominal ( = adjetivo, é a função do próprio adjeitvo é caracterizar os recursos são do tipo fundo partidario).

    recursos partidários ( = do fundo partidário) *

    (*) substitui ( perceberam que "partidários caracterizou o tipo de recursos)

    bons estudos! 

     

    (adriano camilo) ver o comentário aqui para lhe ajudar nessa duvida...

  • Minha dúvida é quanto a isso:

    Todos os partidos recebem recursos do fundo partidário, acesso aos meios de comunicação(...)

    ...recebem acesso aos meios de comunicação...

    Neste caso não teríamos um verbo transitivo direito e indireto?

  • T.D, sempre olha o verbo ( os partidos recebem) ... recebem o que, quem recebe, recebe alguma coisa !!!1

  • Já saí procurando o "OD",sem dúvida!

  • Fernando Souza, sobre sua dúvida: "aos meios de comunicação" não está relacionado ao verbo receber e sim a "acesso". Portanto, não é complemento do verbo.

    As perguntas nesse caso são: recebem o quê? acesso. Acesso ao quê? aos meios de comunicação. Note que a última pergunta foi feita ao termo "acesso" e não ao verbo "receber". Espero ter ajudado. 

  • Gabarito B

    Observe: Neste caso, quem recebe, recebe algo.

    Todos os partidos [sujeito] recebem [verbo transitivo direto - V.T.D.] recursos do fundo partidário [objeto direto - O.D.].

    http://portuguescomentado.blogspot.com.br/2015/04/consulplan-transitividade-verbal.html

     

  • ... do fundo partidário    - não seria OI do verbo receber???    

     

    recebeu algo "de" alguém... 

     

    fiquei na dúvida com o gabarito LETRA B

  • Acredito que muita gente (assim como eu) achou que se tratava de VTDI por causa da preposição no objeto. No entanto, o objeto direto também pode conter preposição. É o caso do objeto direto preposicionado. Vejamos a diferença:

     

    - O objeto indireto é precedido de preposição exigida por verbo transitivo indireto;

     

    - O objeto direto preposicionado é precedido de preposição exigida por ele mesmo (pelo objeto), ou seja, a preposição não provirá do verbo, que continua sendo transitivo direto.

  • Questão não clara.... quanto à transitividade, está se referindo a essa questão então? A esse contexto??

    Complicado, pois pode ser VTD ou VTDI.. mas pelo comentário do Arenildo, são OD em séries.

  • Todos os partidos recebem recursos do fundo partidário

    Quem recebe, recebe alguma coisa: RECURSOS de alguém: DO FUNDO PARTIDÁRIO não é alguém.

  •  

                IDENTIFICAR OS VERBOS: 

     

    -            VTI  =       PEDE PREPOSIÇÃO !!!!      PREPOSIÇÃO  DE /EM

     

                  QUEM PROTESTA, PROTESTA CONTRA ALGO OU A ALGUEM.    

                                     

                 Elas protestam contra os fatos da realidade, os poderes.

     

     

              -       VTD            O QUÊ  = ALGUÉM ou ALGUMA COISA =    

     

      SEM o "A" alguém

     

                                              QUEM COMPARTILHA, COMPARTILHA O QUÊ

     

                                                     QUEM CELEBRA, CELEBRA ALGO.

     

     

     

    -         VTDI         =                        QUEM

     

    -            VI  =        NÃO PEDEM COMPLEMENTOS

     

                             

    -         VERBOS INTRANSITIVOS:    caiu, comeu, morreu, chegou, acordou ...    

     

    -     VERBOS DE LIGAÇÃO:     ser, estar, ficar, andar, parecer, continuar

     

     

    -        VERBOS IMPESSOAIS:      Exemplo: haver com sentido de existir    

     

     

     

     

     

    OBJETO DIRETO  PREPOSICIONADO      

     

                                                                           QUEM AMA, AMA A DEUS

                                                                           QUEM AMA, AMA AO PRÓXIMO

                                                                            QUEM CULPA, CULPA ALGUÉM

     

    Q644949

    O objeto regido ser constituído de oração infinitiva. 

     

    Normalmente, a regência do verbo "aprender" é a de um verbo transitivo direto (não tem preposição): "aprendi inglês"; "aprendi cálculo". Porém, quando seu objeto é uma oração infinitiva (que tem como núcleo um verbo no infinitivo - "ler", no caso apresentado), o verbo deve ser regido por preposição: "aprendi a ler (...)".

  • recebem recursos do fundo partidário

    recursos = OD

    do fundo partidário - não é OI, mas complemeta substantivo recursos

  • A questão é falha pois não faz referência à transitividade do verbo no contexto da frase, mas em sua forma "pura" sendo assim infere-se que repeita a transitividade e intransitividade, ou seja, se o enunciado se restringirsse à oração em destaque o gabarito seria B, mas como não faz especificação, cabe a regra geral. Qualquer banca séria, como ESAF e CESPE consideram suas questões neste sentido.

  • Questão mal formulada e deveria ser anulada, pois dá margem a dupla interpretação. O verbo "receber" pode ser VTDI, porém, no contexto da oração em questão, seria apenas VTD. Caberia à banca especificar que a análise desejada se referia apenas ao contexto dessa oração citada.

  • Todos os partidos recebem(VTD)  recursos(OD)  do fundo partidário.

     

    " Do fundo partidário " refere-se a recursos. Recursos é substantivo concreto, ao meu ver isso é Adjunto Adnominal.

     

     

    Algum prof. confere?

  • Às vezes ao fazer pergunta ao verbo acabamos errando, conforme dito pelo colega, dependerá do contexto. Aprendi com um professor que a melhor forma de identificar se é objeto direto, sujeito, obj. indireto, é tentar substituir o termo por um substantivo, nesse caso, para resolver a questão, substitui da seguinte forma:

     

    Todos os partidos recebem DINHEIRO

    Todos os partidos recebem  PRESENTES

     

    Dessa forma, no contexo só é verbo transitivo direto. 

  • Bo tarde,

     

    Em relação a regência dos verbos, deve-se tomar muito cuidado para não achar que os adjuntos são objetos (indiretos)

     

    “Todos os partidos recebem (quem recebe, recebe algo VTD) recursos do fundo partidário (de que lugar vem os recursos ? "do fundo partidário" adjunto adnominal), acesso aos meios de comunicação (rádio e TV), e direito ao horário eleitoral durante as campanhas.”

     

    Bons estudos

  • Verbos transitivos diretos----->    Comprar, ter fazer, colher, nascer, viver, e nosso exemplo( Receber)

  • Professor de português falando "SEJE" aos 03:00.... Acaba nao mundão!!11!um!1

  • Como identificar se o verbo é transitivo direto?Pelo Objeto?Como assim?

     

  • Recebem (VTD) recursos (OD) dos fundos partidários (Adjetivo) No contexto se torna adjetivo pois restringe de onde vem os recursos
  • Resposta do professor do QC: Não existe classificação fixa de transitividade verbal. Sempre vai depender do contexto. Do fundo partidário= adjunto adnominal de recursos. .... recursos do fundo partidário = objeto direto de receber. Questão classificada como difícil pelo professor. Foco Força e Fe!!!
  • Autorizaram a construção do prédio. (aqui temos autorizar como verbo transitivo direto. "Do prédio" é um adjunto adnominal. Aqui só especifica: construção de que? de um prédio) autorizaram a construção do engenheiro. (Aqui temos autorizar como verbo transitivo direto e indireto. "Do engenheiro" funciona como complemento nominal. De quem é a construção? Do engenheiro.) Na questão, "do fundo partidário" só está especificando o recurso. É recurso de que? Do fundo partidário. O fundo partidário não é o dono do recurso. Mas, venhamos e convenhamos, frase super ambígua.
  • VERBOS TRANSITIVOS

    São vernos nocionais (exprimem uma noção), não tendo sentido completo, necessitam de um complemento para que possam constiruir o predicado. Os verbos transitivos subdividem-se em transitivos diretos, transitivos indiretos e transitivos diretos e indiretos.

    a. transitivo direito: exigem complemento sem preposição obrigatória (objeto direto).

    Os alunos (sujeito) compraram (vtd) livros (od).

    b. transitivos indiretos: exigem complementos com preposição obrigatória (objeto indireto).

    Os alunos (sujeito) gostam (vti) de jogos (oi).

    c. transitivos direitos e indiretos: exigem dois complementos: um sem e outro com preposição obrigatória (objeto direito e indireto).

    Os alunos (sujeito) ofereceram (vtdi) flores (oi) a todas as mães (oi).

    Fonte: Minigramatica Ernani Terra.

     

  • "Todos os partidos recebem recursos do fundo partidário"

    do fundo partidário é um termo restritivo, quem exerce essa função na língua são os ADJETIVOS, portanto não poderia jamais ser objeto. É adjunto adnominal.

    _______________________________________________________

    Um exemplo no qual o verbo seria VTDI é: 

    "Todos os partidos entregaram recursos aos políticos"

    Aí sim teríamos 2 objetos, pois a preposição "a" não restringe, mantendo "políticos" com a classificação de objeto na oração. 

  • enfim, CONSULPLAN

  • Caberia recurso, visto que a banca não deixou claro se era pra analisar quanto ao contexto ou no sentido amplo.

    Conforme o gabarito, o enuniado deveria ser assim: Quanto à transitividade NO REFERIDO CONTEXTO, o verbo receber pode ser classificado como". Aí sim, o gab B estaria correto, porque quem recebe, recebe ALGUMA COISA = VTD

     

    Seria a "D" se o contexto fosse GERAL, pois quem recebe, RECEBE ALGO DE ALGUÉM = VTDI

     

  • Como ter certeza de que "do fundo partidário" não é objeto indireto de "receber"?

    Repare que, nos verbos bitransitivos, é possível inverter a ordem dos objetos, sem prejuízo à correção gramatical ou ao sentido.

    Exemplo 1: Ele ofereceu comida aos pobres. Ele ofereceu aos pobres comida.

    Exemplo 2: Ele disse ao amigo que amava a namorada. Ele disse que amava a namorada ao amigo

    É possível deslocar o termo "do fundo partidário"?

    Não, não é. "Do fundo partidário" é adjunto adnominal de "recursos", devendo ser lido como um único objeto. Fica bastante estranho ler "Todos os partidos recebem do fundo partidário recursos".

    Conclusão: "receber" só pode ser transitivo direto.

  • Precisamos ficar esperto com os adjuntos adnominais, os complementos nominais e os adjuntos adverbiais. São verdadeiras cascas de banana em relação aos complementos verbais.


ID
1477393
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Eleições no Brasil

   As eleições no Brasil são realizadas através do voto direto, secreto e obrigatório. A primeira eleição da qual existem registros no Brasil, ocorreu em 1532, por meio da qual foi escolhido o representante do Conselho da Vila de São Vicente.

   Atualmente no Brasil ocorrem eleições a cada dois anos, sempre nos anos pares. À exceção do cargo de senador, que tem mandatos com duração de oito anos, os demais cargos eletivos têm mandatos de quatro anos. Como as eleições ocorrem a cada dois anos, os cargos eletivos são disputados em dois grupos, da seguinte forma: eleições federais e estaduais – para os cargos de: Presidente da República (e vice), Senador, Deputado Federal, Governador (e vice) e Deputado Estadual; eleições municipais – para os cargos de Prefeito (e vice) e Vereadores.

   As eleições ocorrem no primeiro domingo de outubro. Os cargos correspondentes ao Poder Legislativo (Senadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais e Vereadores) são disputados em turno único. Para os cargos do Poder Executivo (Presidente, Governadores e Prefeitos), pode haver segundo turno, a ser realizado no último domingo de outubro.

   Os candidatos a qualquer cargo são filiados a algum dos mais de 30 partidos políticos legalizados existentes no país, cada um com uma ideologia política. Todos os partidos recebem recursos do fundo partidário, acesso aos meios de comunicação (rádio e TV), e direito ao horário eleitoral durante as campanhas.

   O processo eleitoral é organizado pela Justiça Eleitoral, que é composta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cuja sede é em Brasília, pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE), sendo um em cada estado, território ou Distrito, pelos Juízes Eleitorais e pelas Juntas Eleitorais. Todos estes órgãos são regidos pelo Código Eleitoral, que estabelece as competências de cada órgão/segmento.

   Segundo a Constituição Federal, em seu artigo 14, o voto é facultativo para os analfabetos, aos maiores de 70 anos e para os maiores de 16 anos e menores de 18 anos. É obrigatório para os cidadãos entre 18 e 70 anos, sendo necessário justificar a ausência em qualquer seção eleitoral, no dia da eleição, sob pena de multa.

   Desde 2000, com o uso das urnas eletrônicas, as eleições brasileiras passaram a ser totalmente informatizadas, o que permite que atualmente sejam consideradas as eleições mais rápidas e atualizadas do mundo.

(Disponível em: http://www.infoescola.com/direito/eleicoes‐no‐brasil/. Acesso em: 10/03/2015.)

Analise os trechos I e II a seguir. 

I. “Segundo a Constituição Federal, em seu artigo 14, o voto é facultativo para os analfabetos, aos maiores de 70 anos e para os maiores de 16 anos e menores de 18 anos." (6º§) 
II. “É  obrigatório  para  os  cidadãos  entre  18  e  70  anos,  sendo  necessário  justificar  a  ausência  em  qualquer  seção eleitoral, no dia da eleição, sob pena de multa." (6º§) 

Os  trechos  anteriores  compõem uma  cadeia de  referência que é quando  em um  texto há um ou mais  fragmentos  textuais  sem  referência  autônoma,  cuja  interpretação  depende  do  valor  referencial  em  um  processo  de  catáfora,  anáfora ou elipse. Ao analisar a cadeia de referência dos trechos I e II, verifica-se que 

Alternativas
Comentários
  • Designa-se ANÁFORA (não confundir com a figura de linguagem de mesmo nome) o termo ou expressão que, em um texto ou discurso, faz referência direta ou indireta a um termo anterior. O termo anafórico retoma um termo anterior, total ou parcialmente, de modo que, para compreendê-lo dependemos do termo antecedente.

    Vejamos alguns exemplos de ANÁFORA:

    João está doente. Vi-o na semana passada.

    (pronome “o” retoma o termo “João”.)

    Ana comprou um cão. O animal já conhece todos os cantos da casa.

    (o termo “o animal” faz referência ao termo antecedente “o cão”)

    A sala de aula está degradada. As carteiras estão todas riscadas.

    (O termo “as carteiras” é compreendido mediante a compreensão do termo anterior “sala de aula”)

    Maria é uma moça tão bonita que assusta. Essa sua beleza tem um quê de mistério.

    (o pronome “essa” faz referência à beleza de Maria, ideia que se encontra implícita no enunciado anterior.)

    Por sua vez, os pronomes catafóricos são aqueles que fazem referência a um termo subsequente, estabelecendo com ele uma relação não autônoma, portanto, dependente. Para compreender um termo catafórico é necessário interpretar o termo ao qual faz referência.

    Vejamos alguns exemplos de CATÁFORA:

    A irmã olhou-o e disse: - João, estás com um ar cansado.

    (O pronome “o” faz referência ao termo subsequente “João”, de modo que só se pode compreender a quem o pronome se refere quando se chega ao termo de referência.)

    Os nomes próprios mais utilizados na língua portuguesa são estes: João, Maria e José.

    (Neste caso o pronome “estes” faz referência aos termos imediatamente seguintes “João, Maria e José”.)

    Podemos dizer que a catáfora é um tipo de anáfora, pois estabelece os mesmos tipos de relação coesiva entres os termos, porém o termo anafórico se encontra antes do termo referente, acontecendo exatamente o contrário nas demais tipos de anáforas.

    Simplificando:

    Anáfora - retoma por meio de referência um termo anterior.Catáfora - termo usado para fazer referência a um outro termo posterior.


    PORTANTO CORRETA LETRA "D"
  • Meu Deus! Essa prova veio difícil... Tem que estar preparado...

  • Macete:Anáfora - ANtes e Catáfora - Fora/Saiu/Depois

  • FUNÇÃO ANAFÓRICA

    A reativação do referente em um texto é realizada por meio da referenciação anafórica ou catafórica, formando-se cadeias coesivas mais ou menos longas.

    A remissão anafórica (para trás) realiza-se por meio de  pronomes pessoais de 3ª pessoa (retos e oblíquos) e os demais pronomes e também por numerais, advérbios e artigos.

    Exemplo: André e Pedro são fanáticos torcedores de futebol. Apesar disso, são diferentes. Este não briga com quem torce para outro time; aquele o faz.

    Explicação: O termo isso retoma o predicado são fanáticos torcedores de futebol; este recupera o termo Pedro; aquele, o termo André; o faz, o predicado briga com quem torce para o outro time - são anafóricos.

    Dêixis Anafórica: Um pronome com dêixis anafórica (função anafórica) aponta para um elemento que foi dito ao longo da frase, e que pode ser encontrado através de coesão textual.

      Fui professora durante minha juventude, mas já não o sou agora.

    Na frase sugerida como exemplo, o pronome demonstrativo O remete no caso à profissão de professor do sujeito da frase, já citada anteriormente.

    FUNÇÃO CATAFORICA

    A remissão catafórica (para a frente) realiza-se preferencialmente através de pronomes demonstrativos ou indefinidos neutros, ou de nomes genéricos, mas também por meio das demais espécies de pronomes, de advérbios e de numerais. Exemplos:

    Exemplo: Qualquer que tivesse sido seu trabalho anterior, ele o abandonara, mudara de profissão e passara pesadamente a ensinar no curso primário: era tudo o que sabíamos dele, o professor, gordo e silencioso, de ombros contraídos.

    Explicação: O pronome possessivo seu e o pronome pessoal reto ele antecipam a expressão o professor - são catafóricos

    Dêixis Catafórica: A dêixis catafórica aponta para um elemento que ainda não foi citado no discurso, ou mesmo que não presente dentro dele.

      Fá-lo-ei, libertarei o Brasil do domínio português.

    Na frase sugerida como exemplo, o pronome demonstrativo O , que é alvo da ação verbal, faz referência ao ato de libertar o Brasil, uma ação que é enunciada apenas após a aparição do pronome.

    FONTE: http://www.fabulasecontos.com.br/impressao.php?id=488

  • Questão difícil ein, demorei uns 5 minutos para resolvê-la. Consulplan está se superando...virando FVG.

  • Letra D: ''há elipse do sujeito do trecho II, mas esse sujeito continua a ser interpretado anaforicamente, por retomada do valor  referencial do antecedente “o voto".''

     

    Elipse porque faz referência ao voto, que não está mencionado(ou seja, foi ocultado) na frase. Anafórico pq se refere à expressão anteriormente colocada.

  • letra D) 

    (paragrafo 6º) . 

    (...) È obrigatório para os cidadãos entre 18 e 70 anos ( È obrigatório ISSO - oração subjetiva ), neste caso qdo há um elipse ela retorna anaforicamente.,

    VEJA, VOU RESUMIR.

    Ao perguntar  (.. ) È OBRIGATÓRIO  ( = ISSO) REMETE  EM --> JUSTIFICAR A AUSÊNCIA EM QUALQUER SEÇÃO ELEITORAL  , ENTÃO JUSTIFICAR ISSO É obrigatório), então trata-se que há elipse do sujeito do trecho II.

    BONS ESTUDOS.

     

    ATÉ

     

     

  • O que é obrigatório é o voto, não é justificar... Gente, cuidado com essas explicações erradas...

  • Prepara que o TRF 2 vem pesado.

    FFF 

  • Anáfora=retomada do termo.

    Catáfora=posterioridade do termo, representado pelo símbolo : ou ;

    Elipse=Omissão do termo na frase.

  • Resposta D


    O termo anafórico retoma um termo anterior, total ou parcialmente, de modo que, para compreendê-lo dependemos do termo antecedente.

  • ANafórico lembra ANtes.

    Logo, é a referência a termo anterior na frase.

    Gabarito D.

  •  

    A expressão "é quando" em uma prova de Português é de lascar ein!?

     

     

     

     

  • Anáfora=retomada do termo.

    Catáfora=posterioridade do termo, representado pelo símbolo : ou ;

    Elipse=Omissão do termo na frase.

    (Alguém poderia me mandar uma mensagem aqui no qconcursos explicando o pq da letra A estar errada?)

  •  1) Catáfora – dizemos que há catáfora, quando um termo se refere a outro que vem à frente e lhe dá, a partir deste, o seu sentido estricto, rigoroso.  exemplo:
       1. – Esta foi sempre a minha doutrina: tudo que há de bom e útil no mundo, se consegue procedendo por amor ao próximo.

     Conclusão: referência catafórica pode ser uma referência em que haja uma catáfora. Ou uma referência semelhante a uma catáfora.

     

       2) Anáfora – consiste na repetição de uma ou mais palavras no princípio de enunciados sucessivos, em que sobressai com ênfase o elemento repetido. Um exemplo:
        Na linguística textual, a anáfora é um procedimento sintáctico que consiste em repetir um elemento anteriormente expresso. Essa repetição faz-se frequentemente por meio dum pronome. 

    exemplo:   Vi no outro lado da rua o João, chamei-o, disse-lhe o que pretendia, e ele acolheu a minha ideia e ajudou-me.

    Conclusão: referência anafórica pode ser uma referência em que haja anáfora; ou então uma referência semelhante a uma anáfora.

    fonte:Ciber - lingua portuguesa

     

  • Letra D:

    Vejam a explicação sucinta e fácil da colega Ana Elisabete.


ID
1477396
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Eleições no Brasil

   As eleições no Brasil são realizadas através do voto direto, secreto e obrigatório. A primeira eleição da qual existem registros no Brasil, ocorreu em 1532, por meio da qual foi escolhido o representante do Conselho da Vila de São Vicente.

   Atualmente no Brasil ocorrem eleições a cada dois anos, sempre nos anos pares. À exceção do cargo de senador, que tem mandatos com duração de oito anos, os demais cargos eletivos têm mandatos de quatro anos. Como as eleições ocorrem a cada dois anos, os cargos eletivos são disputados em dois grupos, da seguinte forma: eleições federais e estaduais – para os cargos de: Presidente da República (e vice), Senador, Deputado Federal, Governador (e vice) e Deputado Estadual; eleições municipais – para os cargos de Prefeito (e vice) e Vereadores.

   As eleições ocorrem no primeiro domingo de outubro. Os cargos correspondentes ao Poder Legislativo (Senadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais e Vereadores) são disputados em turno único. Para os cargos do Poder Executivo (Presidente, Governadores e Prefeitos), pode haver segundo turno, a ser realizado no último domingo de outubro.

   Os candidatos a qualquer cargo são filiados a algum dos mais de 30 partidos políticos legalizados existentes no país, cada um com uma ideologia política. Todos os partidos recebem recursos do fundo partidário, acesso aos meios de comunicação (rádio e TV), e direito ao horário eleitoral durante as campanhas.

   O processo eleitoral é organizado pela Justiça Eleitoral, que é composta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cuja sede é em Brasília, pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE), sendo um em cada estado, território ou Distrito, pelos Juízes Eleitorais e pelas Juntas Eleitorais. Todos estes órgãos são regidos pelo Código Eleitoral, que estabelece as competências de cada órgão/segmento.

   Segundo a Constituição Federal, em seu artigo 14, o voto é facultativo para os analfabetos, aos maiores de 70 anos e para os maiores de 16 anos e menores de 18 anos. É obrigatório para os cidadãos entre 18 e 70 anos, sendo necessário justificar a ausência em qualquer seção eleitoral, no dia da eleição, sob pena de multa.

   Desde 2000, com o uso das urnas eletrônicas, as eleições brasileiras passaram a ser totalmente informatizadas, o que permite que atualmente sejam consideradas as eleições mais rápidas e atualizadas do mundo.

(Disponível em: http://www.infoescola.com/direito/eleicoes‐no‐brasil/. Acesso em: 10/03/2015.)

Em “À exceção do cargo de senador, que tem mandatos com duração de oito anos, os demais cargos eletivos têm mandatos de quatro anos.” (2º§), é correto afirmar que, sintaticamente, o referido período é composto por oração subordinada

Alternativas
Comentários
  • Oração subordinada adjetiva explicativa é a oração que tem as mesmas características de um adjetivo explicativo, ou seja, denota uma qualidade essencial do substantivo e funciona sintaticamente como aposto explicativo, por isso é isolada por vírgula(s), travessão(ões) ou parênteses. Ela indica a existência de tão somente um tipo de elemento representado pelo substantivo anterior ao pronome relativo. Por essa razão a resposta da questão é a letra "B"

  • Não entendi o que a banca pediu. Ela poderia ter sido mais específica, viu? 

  • no caso, ela esta se referindo ao seguimento isolado pelo que: À exceção do  cargo de  senador, que  tem mandatos  com duração de oito anos, os demais  cargos eletivos  têm  mandatos de quatro anos.” nesse caso ela eh subordinada e explicativa.


    Agora digamos que pegassemos sem a restricao da virgula???? 


    À exceção do  cargo de  senador que  tem mandatos  com duração de oito anos os demais  cargos eletivos  têm  mandatos de quatro anos.” 


    ai sim seria restritiva


    da um joinha aee



  • É pronome relativo ou conjunção integrante? Logo sendo pronome relativo será Adjetiva. Tem vírgula? Então é explicativa!!! Caso não houvesse vírgulas seria restritiva.

  • Função sintática do pronome relativo "que" : sujeito, por isso, Adjetiva.

    Com vírgula: explicativa

  • Se o  "que" pode ser substituído por "a qual", trata-se de pronome relativo e, como tal, condiciona uma oração subordinada adjetiva. Pela própria leitura depreende-se que que a referida oração está explicando a anterior, pois o mandato de senador, como é EXPLICADO, tem duração de 8 anos. 
    Pode-se também se utilizar do pressuposto das vírgulas que destacam a oração, o que aponta também para a definição de oração subordinada adjetiva explicativa.

  • que: entre vírgulas é explicativa

    que: sem vírgulas é restritiva 
    Corrijam-me caso estiver errado.
    abrss
  • B - Adjetiva Explicativa

    ''São aquelas que não restringem a extensão do nome a que se referem, isto é, não particularizam um subconjunto dentro de um conjunto. Sua função é de Explicitar, a título de explicação ou ênfase, uma qualidade ou um modo de ser comum a todos os elementos de um conjunto.'' Fonte: Gramática em 44 lições.

    Por isso que:

    ''“À exceção do  cargo de  senador, que  tem mandatos  com duração de oito anos, os demais  cargos eletivos  têm  mandatos de quatro anos.”  (2º§)''....

    ....É explicativa, a expressão que está entre vírgulas explicita, explica e dá ênfase.

  • Como o "que" é pronome relativo - OS Adjetiva explicativa - pois está entre virgulas e, de fato, explica o cargo de senador...

    Poderia haver um assertiva que dissesse ser OS substantiva apositiva, como pegadinha.

  • É um aposto explicativo?

  • BUENAS CONCURSEIROS !

     

    AS ORAÇÕES SUBORDINADAS É UM DOS TEMAS MAIS "TEMIDOS" DOS CONCURSEIROS !!!

     

    ***MAS AI VAI UMA DICA BÁSICA PARA DISTINGUIR AS O.S.S E O.S.A***

     

    O.S.S >>> SEMPRE CONJUNÇÃO INTEGRANTE 

     

    É fundamental que você compareça à reunião.

     

    É FUNDAMENTAL (ORAÇÃO PRINCIPAL)

    QUE VOCÊ COMPAREÇA 'A REUNIÃO (ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA SUBJETIVA) POIS O "QUE" EXERCE A FUNÇÃO DE SUJEITO DA ORAÇÃO

    QUE (PRONOME RELATIVO)

    ***O QUE FAZER PARA ENCONTRAR A CONJUNÇÃO INTEGRANTE?***

    FAÇA A PERGUNTA PARA A ORAÇÃO PRINCIPAL (É FUNDAMENTAL ISSO?) SE ENCAIXOU ,O PRONOME "QUE" CERTAMENTE É UMA CONJUNÇÃO INTEGRANTE !

     

    O.S.A >>> SEMPRE PRONOME RELATIVO

     

    Esta foi uma redação que fez sucesso.

     

    ESTA FOI UMA REDAÇÃO (ORAÇÃO PRINCIPAL)

    QUE FEZ SUCESSO ( ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA) POIS O PRONOME QUE EXERCE A FUNÇÃO DE ADJETIVO

    ***O QUE FAZER PARA ACHAR O PRONOME RELATIVO?***

    OBSERVE QUE O PROOME "QUE" REFERE-SE AO TERMO ANTERIOR "REDAÇÃO", LOGO , O "QUE" CERTAMENTE É UM PRONOME RELATIVO !

     

    ESPERO TER AJUDADO , CORRIJAM-ME SE ENCONTRAREM QUALQUER ERRO !

  • É uma oração subordinada adjetiva Explicativa!

     

    As orações subordinadas Adjetivas podem ser:

     

    I-Restritivas:Restrige ou especificam o sentido do termo a que se referem,individualizando-o. Nessas orações não há marcação de pausa. Elas nunca são separadas do termo anterior por vírgulas.

     

    Ex:Chegou o professor que me auxiliou no projeto.

    [Chegou o professor] -->Oração principal

    [que me auxiliou no projeto]. --> Oração subordinada Adjetiva Restritiva

     

     

    II-Explicativa: Explicam, ampliam dados sobre o antecedente. Essas orações aparecem com marcação de pausa.Sempre são separadas por vírgulas.

     

    Ex:Chegou Paulo, que me auxiliou no projeto.

    [Chegou Paulo] -->Oração principal

    , [que e auxiliou no projeto] -->Oração subordiada adjetiva Explicativa

     

    Resumindo, A oração adjetiva restritiva _ o próprio nome já diz _ restringe, foca parte de um todo e nunca é separada por vírgulas; já a oração adjetiva explicativa não restringe, generaliza e sempre é separada por vírgula.

     

    Referências: Material síntese do Professor Arenildo do QC e Professor Pasquale in: https://www.youtube.com/watch?v=5IPTBXBGzSU (1:17:10)

  • "À exceção do  cargo de  senadorque  tem mandatos  com duração de oito anos, os demais  cargos eletivos  têm  mandatos de quatro anos."

     

    Oração que começa com pronome relativo que é aquela que retoma o antecedente é oração adjetiva.

    Tem vírgula é explicativa, não tem vírgula é restritiva.

  • Resposta B

    Oração subordinada adjetiva explicativa:

    -> Acresenta uma qualidade acessória ao antecedente;
    -> É dispensável ao sentido da frase;
    -> Vem separada por vírgulas da oração principal.

  • reStritiva --> Sem vírgula

    expliCativa --> Com vírgula

  • “À exceção do  cargo de  senador, que tem mandatos  com duração de oito anos, os demais  cargos eletivos  têm  mandatos de quatro anos.”

     

    Oração subordinada adjetiva explicativa 

  • A oração adjetiva é caracterizada pela presença do pronome relativo "que".

    "Que" = o qual, a qual, os quais, as quais.

    A oração adjetiva tem função de adjetivo, ou seja, de caracterizar algo.

    À exceção do  cargo de  senadorque  tem mandatos  com duração de oito anos, os demais  cargos eletivos  têm  mandatos de quatro anos.

    # cargo de senador = substantivo

    # que tem mandatos com duração de oito anos = adjetivo (caracterizando o cargo de senador)

    Obs. final:

    1. Morfologicamente a oração adjetiva é um adjetivo, sintaticamente é um adjunto adnominal, pois está ao lado do nome (substantivo).

    2. Não poderíamos escrever essa oração sem vírgulas, pois as vírgulas restrigem algo, caracterizando um subconjunto de um conjunto.

    Não existem cargos de senadores que não tenham mandatos de 8 anos, todos os mandatos são por tal tempo, a única possibilidade seria explicar, ou seja, utilizar as vírgulas.

     

  • Boa tarde,

     

    Vi aqui algumas explicações mirabolantes e complexas para tratar um assunto de simples entedimento, o português não é complexo, mas têm pessoas que gostam de deixá-lo complexo.

    Veja bem,

     

    “À exceção do  cargo de  senador, que  tem mandatos  com duração de oito anos, os demais  cargos eletivos  têm  mandatos de quatro anos.”

     

    Nessas situações que pede para analisar o período entre adjetivo e substantivo e você visualiza um "que" corra logo para ele rsrs. Analise o "que" e tente substituí-lo por o(s) qual(is), deu certo ? Ótimo, você está diante de um PRONOME RELATIVO.

     

    Tendo esse conceito em mente, saiba que pronomes relativos introduzem orações subordinadas ADJETIVAS, para separá-las em restritiva e explicativa é fácil, veja:

     

    Restritiva: Não possui vírgulas ex: O cachorro que late não morde

    Explicativa: Fica separada por vírgulas ex: O cachoro, que late, não morde

     

    Bons estudos

  • Putz, veio!!!

    Acertei uma da Consulplan. Huhuulllllllllllllllllllll!!!!!!!!!!!!

  • oraçoes subordinadas adjetivas 

    explicativa : com virgula 

    restritiva : sem virgula 

    teste : trocar o Que por O Qual , A qual .. 

    gabarito : B

  • O Que pode exercer função de Pronome Relativo ou Conjunção Integrante

    Quando for pronome relativo pode ser substituido por o(s) , a(s) quais = Oração Subordinada adjetiva

    Quando for Conjunção Integrante pode ser substituido por isso = Oração subordinada Substantiva


ID
1477399
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Redação Oficial
Assuntos

Eleições no Brasil

   As eleições no Brasil são realizadas através do voto direto, secreto e obrigatório. A primeira eleição da qual existem registros no Brasil, ocorreu em 1532, por meio da qual foi escolhido o representante do Conselho da Vila de São Vicente.

   Atualmente no Brasil ocorrem eleições a cada dois anos, sempre nos anos pares. À exceção do cargo de senador, que tem mandatos com duração de oito anos, os demais cargos eletivos têm mandatos de quatro anos. Como as eleições ocorrem a cada dois anos, os cargos eletivos são disputados em dois grupos, da seguinte forma: eleições federais e estaduais – para os cargos de: Presidente da República (e vice), Senador, Deputado Federal, Governador (e vice) e Deputado Estadual; eleições municipais – para os cargos de Prefeito (e vice) e Vereadores.

   As eleições ocorrem no primeiro domingo de outubro. Os cargos correspondentes ao Poder Legislativo (Senadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais e Vereadores) são disputados em turno único. Para os cargos do Poder Executivo (Presidente, Governadores e Prefeitos), pode haver segundo turno, a ser realizado no último domingo de outubro.

   Os candidatos a qualquer cargo são filiados a algum dos mais de 30 partidos políticos legalizados existentes no país, cada um com uma ideologia política. Todos os partidos recebem recursos do fundo partidário, acesso aos meios de comunicação (rádio e TV), e direito ao horário eleitoral durante as campanhas.

   O processo eleitoral é organizado pela Justiça Eleitoral, que é composta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cuja sede é em Brasília, pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE), sendo um em cada estado, território ou Distrito, pelos Juízes Eleitorais e pelas Juntas Eleitorais. Todos estes órgãos são regidos pelo Código Eleitoral, que estabelece as competências de cada órgão/segmento.

   Segundo a Constituição Federal, em seu artigo 14, o voto é facultativo para os analfabetos, aos maiores de 70 anos e para os maiores de 16 anos e menores de 18 anos. É obrigatório para os cidadãos entre 18 e 70 anos, sendo necessário justificar a ausência em qualquer seção eleitoral, no dia da eleição, sob pena de multa.

   Desde 2000, com o uso das urnas eletrônicas, as eleições brasileiras passaram a ser totalmente informatizadas, o que permite que atualmente sejam consideradas as eleições mais rápidas e atualizadas do mundo.

(Disponível em: http://www.infoescola.com/direito/eleicoes‐no‐brasil/. Acesso em: 10/03/2015.)

O  texto “Eleições no Brasil" apresenta de  forma sucinta o histórico do processo eleitoral e as normas em vigor. No  segundo parágrafo, a autora cita: os cargos eletivos que são disputados no âmbito federal e estadual, para os cargos  de: “Presidente da República (e vice), Senador, Deputado Federal, Governador (e vice) e Deputado Estadual; eleições  municipais – para os  cargos de Prefeito  (e vice) e Vereadores". Sabe-se que, ao  serem eleitos e empossados  serão  diferencialmente tratados, inclusive pelo emprego dos pronomes de tratamento e vocativos que obedecem à secular  tradição. O vocativo “Excelentíssimo Senhor" deve ser empregado ao se referir às seguintes autoridades:  

Alternativas
Comentários
  • O termo Excelentíssimo senhor agrupa as autoridades em: universitárias, judiciárias, militares, eclesiásticas, monárquicas e civis. Resposta letra "D".

  •  

    2.1.3. Emprego dos Pronomes de Tratamento


    O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo:

    Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal.

      As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor, seguido do cargo respectivo:

    Senhor Senador,

    Senhor Juiz,

    Senhor Ministro,

    Senhor Governador,


  • isso é questão de português?

  • Olá amigos! Alguém poderia fazer alguma referência bibliográfica que explique a questão. Já respondi mais de 1000 questões só de português, sendo esta a primeira vez que encontro este tipo de abordagem por uma banca. Nunca ouvi falar de "excelentíssimo senhor", o que não significa que não exista de fato, entretanto, ficou a dúvida quanto aos demais cargos, uma vez que conheço o uso de vossa excelência para os cargos referidos. Renato Aquino (Português para Concursos, 28ª edição, p. 54) afirma que "Vossa excelência (v. Exª) - para altas patentes militares e autoridades do governo; bispos e arcebispos".

  • Redação oficial e pronomes de tratamento estão sendo muito cobrados de um tempo para cá.

    Vale destacar que ao falar-se em redação de correspondências oficiais, jamais devemos usar os termos Ilustríssimo (Ilmo.) ou Digníssimo (DD.), uma vez que essas expressões são consideradas arcaicas, e o Manual de Redação da Presidência da República dispensa o uso dessas formas nas correspondências oficiais.

    Avante!
  • Daniel, alguém peticiona ao Judiciário é de praxe colocar no cabeçalho: Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da     Vara      da Comarca     - RJ, por exemplo.

    Bispos e arcebispos possuem os seus próprios Pronomes de Tratamentos:

    Bispos e Arcebispos - Vossa Excelência Reverendíssima.

    No link abaixo verá a forma de tratamento dispensada as outras autoridades.

    http://www.pucrs.br/manualred/tratamento.php.


  • Manual de Redação e Correspondências Oficiais

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm

  • Resposta D
     

    O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo:

    Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal.

  • Resumindo:

    Com quem se fala: vossa (verbo e pronomes na 3ªp)

    De quem se fala: sua (verbo e pronomes na 3ªp)

    Adjetivos: concordam com o sexo do destinatário. Ex: Vossa Excelência está atarefado/atarefada.

    1. Tratamento: Vossa Excelência: autoridades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário;

    2. Vocativo: Excelentíssimo: chefes dos três Poderes; (Presidente da República, do Congresso e do STF)

    3. Vocativo: Senhor: para os demais cargos; (Senhor Senador/SenhorJuiz/Senhor Ministro/Senhor Governador)

    4. Tratamento: Vossa Senhoria: para os demais autoridades e particulares. Vocativo: Senhor.

    (obs: a vereadores, conforme Manual de Redação da Presidência da República, não é dispensado o mesmo tratamento protocolar que recebem as autoridades legislativas. Logo, o pronome a ser usado é "Vossa Senhoria").

  • VOCATIVO SÓ CARGO FODA: : EXCENTÍSSIMO SENHOR

    PRES. REPUBLICA

    PRES. STF

    PRES. CN

     

  • Excelentíssimo Senhor.... LEMBREI DO NOSSO "JOAQUIM BARBOSA" !!!!!!!!!!!!!

  •    O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo:

    Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal.

     

     

    As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor, seguido do cargo respectivo:

    Senhor Senador,

    Senhor Juiz,

    Senhor Ministro,

    Senhor Governador,

  • O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo:

    Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal.

            As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor, seguido do cargo respectivo:

    Senhor Senador,

    Senhor Juiz,

    Senhor Ministro,

    Senhor Governador,

            No envelope, o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência, terá a seguinte forma:

    A Sua Excelência o Senhor
    Fulano de Tal
    Ministro de Estado da Justiça
    70.064-900 – Brasília. DF

  • Um texto e um enunciado enormes para depois uma pergunta objetiva sobre Redação Oficial... Só para cansar a mente do candidato!

  • Só para cheges do poder.


    Gab: D


ID
1477402
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Eleições no Brasil

   As eleições no Brasil são realizadas através do voto direto, secreto e obrigatório. A primeira eleição da qual existem registros no Brasil, ocorreu em 1532, por meio da qual foi escolhido o representante do Conselho da Vila de São Vicente.

   Atualmente no Brasil ocorrem eleições a cada dois anos, sempre nos anos pares. À exceção do cargo de senador, que tem mandatos com duração de oito anos, os demais cargos eletivos têm mandatos de quatro anos. Como as eleições ocorrem a cada dois anos, os cargos eletivos são disputados em dois grupos, da seguinte forma: eleições federais e estaduais – para os cargos de: Presidente da República (e vice), Senador, Deputado Federal, Governador (e vice) e Deputado Estadual; eleições municipais – para os cargos de Prefeito (e vice) e Vereadores.

   As eleições ocorrem no primeiro domingo de outubro. Os cargos correspondentes ao Poder Legislativo (Senadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais e Vereadores) são disputados em turno único. Para os cargos do Poder Executivo (Presidente, Governadores e Prefeitos), pode haver segundo turno, a ser realizado no último domingo de outubro.

   Os candidatos a qualquer cargo são filiados a algum dos mais de 30 partidos políticos legalizados existentes no país, cada um com uma ideologia política. Todos os partidos recebem recursos do fundo partidário, acesso aos meios de comunicação (rádio e TV), e direito ao horário eleitoral durante as campanhas.

   O processo eleitoral é organizado pela Justiça Eleitoral, que é composta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cuja sede é em Brasília, pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE), sendo um em cada estado, território ou Distrito, pelos Juízes Eleitorais e pelas Juntas Eleitorais. Todos estes órgãos são regidos pelo Código Eleitoral, que estabelece as competências de cada órgão/segmento.

   Segundo a Constituição Federal, em seu artigo 14, o voto é facultativo para os analfabetos, aos maiores de 70 anos e para os maiores de 16 anos e menores de 18 anos. É obrigatório para os cidadãos entre 18 e 70 anos, sendo necessário justificar a ausência em qualquer seção eleitoral, no dia da eleição, sob pena de multa.

   Desde 2000, com o uso das urnas eletrônicas, as eleições brasileiras passaram a ser totalmente informatizadas, o que permite que atualmente sejam consideradas as eleições mais rápidas e atualizadas do mundo.

(Disponível em: http://www.infoescola.com/direito/eleicoes‐no‐brasil/. Acesso em: 10/03/2015.)

As eleições no Brasil são realizadas através do voto direto, secreto e obrigatório. A primeira eleição da qual existem  registros  no  Brasil,  ocorreu  em  1532,  por meio  da  qual  foi  escolhido  o  representante  do  Conselho  da  Vila  de  São  Vicente." (1º§). Para desenvolver o trecho anterior, utilizou-se uma 

Alternativas
Comentários
  • Alguém poderia explicar a diferença entre a resposta "A" e a "C"?

  • Vanessa eu também coloquei a letra C, mas depois analisando a questão eu entendi o seguinte: O autor faz uma afirmação sobre as eleições e em seguida não fornece exemplos da afirmação anterior (como a questão C diz), em nenhum momento ele fornece exemplos sobre eleições com voto direto, secreto e obrigatório. O autor apenas pega um fato histórico que também é sobre eleições e coloca lá (apenas uma exploração de aspectos temporais). 

  • O autor menciona que é por meio do voto que as eleições são realizadas no Brasil. Na segunda frase ele contextualiza o assunto por meio de um fato histórico e o insere. 
    Nada de enumeração, nada de citações que comprovam o que foi dito e nada de exemplo.

    Leitura sempre! 

  • Muito boa a colocação da Clari. Muita atenção ao comando da questão e noções do que é tópico frasal.

  • Interpretação de textos não permite nenhuma resposta na qual haja uma palavra em desacordo com o que se pede.

  • LETRA A

     

    As eleições no Brasil são realizadas através do voto direto, secreto e obrigatório. A primeira eleição da qual existem  registros  no  Brasil,  ocorreu  em  1532*,  por meio  da  qual  foi  escolhido  o  representante  do  Conselho  da  Vila  de  São  Vicente." (1º§). Para desenvolver o trecho anterior, utilizou-se uma:

     

    (*) É UMA MARCAÇÃO TEMPORAL (..) OCORREU EM 1952  COM ESSA DICA, JÁ MATAVA A QUESTÃO. 

  •  

    Bo@  t@rde, coleguinh@s!

     

    Nota de rodapé:

     

     Sei que a questão é de interpretação textual, mas nada nos impede de conhecermos elementos gramaticais, que, certamente, aprimorará o nosso desempenho na resolução de questões futuras nesse estilo.

     

    Observe que os tempos verbais empregados no primeiro parágrafo são Presente e Pretérito Perfeito Simples e Composto, todos no modo Indicativo.

     

    Significados:

     

    Presente do Indicativo – Expressa fato atual.

     

    Pretérito Perfeito Simples - Os processos verbais concluídos e localizados num momento ou período definido do passado:

     

    Pretérito Perfeito Composto (ter/haver+particípio) - Exprime processos que se repetem ou prolongam até o presente:

     

     **********************************************************************************************

    Quando a autora afirma que, no Brasil, “as eleições  são realizadas através do voto direto, secreto e obrigatório.”[...] da qual existem  registros  no  Brasil [...]”  entendemos que ambas informações constituem-se processos factuais. Prossegue ... a primeira o ocorreu em  1532, fato ocorrido e concluído no passado...  por meio  da  qual  foi  escolhido  o  representante  do  Conselho  da  Vila  de  São  Vicente." (1º§), processo histórico contínuo.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Questão ambígua e subjetiva. 2 respostas corretas. Deveria ser anulada.

  • Temporal é um adjetivo na língua portuguesa, utilizado no sentido de "ser transitório" ou "algo que passa com o tempo". É considerado o oposto de atemporal.

    www.significados.com.br

  • A Consulplan está Fazendo igual a FGV, SUBJETIVIDADE E AMBÍGUIDADE É COM ELAS MESMO!

  • Macete da Consulplan. Sempre que existir uma opção muito genérica, ampla ou subjetiva, essa não pode ser negada, tornando-a a opção correta.


ID
1477477
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Dentre as previsões constitucionais quanto ao exercício dos direitos está o direito de petição, o qual é também garantido aos servidores públicos nos exercício de suas funções. No que tange a tal direito, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • O direito de Petição permite três situações:

    *  REQUERIMENTO: O pedido é dirigido à autoridade competente para decidir;

    *  PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO: Dirigido a autoridade que já decidiu a fim de que reveja sua posição anterior; 

    * RECURSO: pedido feito à autoridade imediatamente superior à que decidiu, para que ela modifique a decisão superior.

    Fonte: Manual de Direito Administrativo - Gustavo Melo Knoplok.


  • a)ERRADA: Em caso de indeferimento do recurso, cabe ainda pedido de reconsideração dirigido à autoridade que proferiu a decisão.

    b) ERRADA:  À própria autoridade que tiver expedido o ato ou proferido a decisão, caberá reconsideração por aquele que exerce o direito  de petição. 

    c) CERTA.

    d) ERRADA: Exercido  o  direito  de  petição,  contra  a  decisão  da  autoridade  que  tiver  expedido  o  ato  ou  proferido  a  decisão  é  cabível o pedido de reconsideração à autoridade que proferiu a decisão.

  • Atenção! Questão anulada! https://consulplan.s3.amazonaws.com/concursos/419/42_15042015200515.pdf

    A banca deferiu recurso pedindo anulação sobre a redação dada pela letra C. No lugar de "petição" deveria ser "reconsideração"

  • Olá pessoal ( Questão anulada)

    Seguem artigos abordados na questão da Lei 8112/1990:

    Art. 105.  O requerimento será dirigido à autoridade competente para decidi-lo e encaminhado por intermédio daquela a que estiver imediatamente subordinado o requerente.

     

    Art. 106.  Cabe pedido de reconsideração à autoridade que houver expedido o ato ou proferido a primeira decisão, não podendo ser renovado

     Art. 107.  Caberá recurso: (Vide Lei nº 12.300, de 2010)

            I - do indeferimento do pedido de reconsideração;

            II - das decisões sobre os recursos sucessivamente interpostos.

            § 1o  O recurso será dirigido à autoridade imediatamente superior à que tiver expedido o ato ou proferido a decisão, e, sucessivamente, em escala ascendente, às demais autoridades.

            § 2o  O recurso será encaminhado por intermédio da autoridade a que estiver imediatamente subordinado o requerente.

     

    " Tudo no tempo de Deus, não no nosso "

     

  • Se até a banca confunde recurso com reconsideração, imagine a gente...

  • Estou tentando entender o porque da questão ter sido anulada. A letra C não está correta?

    Necessariamente antes da interposição do recurso o servidor deve ter pedido a reconsideração???

     

    Obrigada

  • O que anula a questão é o fato de o pedido de RECURSO só poder ser feito após o pedido de RECONSIDERAÇÃO .

    Art. 107.  Caberá recurso: (Vide Lei nº 12.300, de

            I - do indeferimento do pedido de reconsideração;

            II - das decisões sobre os recursos sucessivamente interpostos.

            § 1o  O recurso será dirigido à autoridade imediatamente superior à que tiver expedido o ato ou proferido a decisão, e, sucessivamente, em escala ascendente, às demais autoridades.

    A letra ESTA ERRADA  ao afirmar que deve ser pedido RECURSO , quando na verdade deve ser feito um pedido de RECONSIDERAÇÃO .

  • Exercido  o  direito  de  petição,  em  caso  de  indeferimento  do  pedido DE RECONSIDERAÇÃO, caberá recurso...

    Questão anulada porque a pessoa que redigiu a questão esqueceu de digitar  "de reconsideração" e, com isso, tumultuou a classificação da galera! 

     

  • É assegurado ao servidor o direito de requerer aos poderes públicos em defesa de direitos e interesses legítimos (Lei 8.112/90). 
    a) Art. 106, caput c/c 107, II. 
    b) Art. 107, par. 1 
    c) Errado também, pois cabe reconsideração (106), que se indeferida dá ensejo ao recurso (107, I). 
    d) Art. 106


ID
1477480
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Como  regra  geral,  o  serviço  público  é  desempenhado  por  aqueles  que  exercem  cargos  públicos  ou  função  de  confiança. No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança, é  correto afirmar que estas se darão no 

Alternativas
Comentários
  • Discordo do gabarito, pois o prazo para efetivo exercício, regra geral, não seria de 15 dias, no caso do servidor público? 

    Após a nomeação, 30 dias para a posse do servidor público de cargo efetivo ou em comissão;

    A posse é um ato de investidura que poderá, ou não, coincidir com a entrada em exercício, ou seja, o efetivo desempenho do cargo.

  • Também discordo do gabarito, já que o prazo para o exercício é de 15 dias depois da posse do servidor público.

  • A consulplan enlouqueceu!!!!!!!

  • É uma questão que cabe recurso, pois o prazo de 30 dias é para tomar posse, após tomada a posse o futuro servidor(a) tem 15 dias para entrar em exercício. 

  • Conforme a 8112/1990, o prazo para tomar posse é de 30 dias e para entrar em exercício é de 15 dias.

  • Discordo do gabarito. A menos que haja regimento específico do TRE-MG, o gabarito está errado, pois de acordo com a Lei 8.112/90:


    art. 15

      § 1o É de quinze dias o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício, contados da data da posse.(Redação dada pela Lei nº 9.527, de 10.12.97)

       § 4o O início do exercício de função de confiança coincidirá com a data de publicação do ato de designação, salvo quando o servidor estiver em licença ou afastado por qualquer outro motivo legal, hipótese em que recairá no primeiro dia útil após o término do impedimento, que não poderá exceder a trinta dias da publicação.(Incluído pela Lei nº 9.527, de 10.12.97)

    Art. 18. O servidor que deva ter exercício em outro município em razão de ter sido removido, redistribuído, requisitado, cedido ou posto em exercício provisório terá, no mínimo, dez e, no máximo, trinta dias de prazo, contados da publicação do ato, para a retomada do efetivo desempenho das atribuições do cargo, incluído nesse prazo o tempo necessário para o deslocamento para a nova sede.
  • No site consta apenas o gabarito preliminar publicado em 30/03/2015:


    http://www.consulplan.net/concursosInterna.aspx?k=qMAIS666aAGNXc=


    Temos que aguardar.

  • só se essa questão tá baseada em outra lei pq né. ¬¬

  • Como os demais colegas, acredito que o gabarito seja a letra "D". 

  • Discordo do gabarito, após a nomeação o prazo para ser empossado é de 30 dias e, a partir daí, o servidor tem até 15 dias para entrar em exercício.



  • resposta:

    c - prazo de 30 dias, contados a partir da data da posse do servidor público, ou a partir da data do ato de designação da  função de confiança.


  • Discordo do gabarito. A menos que haja regimento específico do TRE-MG, o gabarito está errado.

    O CERTO SERIA LETRA D.
  • Não dá para acreditar que a questão se refira a um regimento interno do TRE-MG, pois no início do enunciado ela afirma "Como  regra  geral,  o  serviço  público  é  desempenhado..." Portanto, só podemos utilizar como parâmetro a regra geral que, nesse caso, está disposta nos parágrafos 1º  e 4º  do Art. 15 da Lei 8.112/90:

    §1º  É de quinze dias o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício, contatos da data da posse.

    §4º  O início do exercício de função de confiança coincidirá com a data de publicação do ato de designação, salvo quando o servidor estiver em licença ou afastado por qualquer outro motivo legal, hipótese em que recairá no primeiro dia útil após o término do impedimento que não poderá exercer a trinta dias da publicação.

    Por isso, acredito que o gabarito seja a opção "D" . 

  • De Fato discordo do gabarito uma vez que essa questão deve se respaldar na Lei  8112/90 O gabarito correto deve ser Letra D, pois será de 15 dias o prazo para que o servidor entre em exercício como já fora amplamente discorrido pelo colegas, 


    abraços vamos a posse!

  • prazo de 30 dias, contados a partir da data da posse do servidor público, ou a partir da data do ato de designação da  função de confiança. 

    Obs. O prazo de 15 dias é para o exercício, não confundir com DESIGNAÇÃO , ato imediato e sem motivação.

  • Fiz este concurso e marquei a letra D, e quando vi o gabarito preliminar não acreditei...realmente a consulplan eloqueceu...

  • CONSUPLAN mais parece nome de remédio farmacêutico, de pensar que há pessoas que reclamam da FCC e CESPE!

    POSSE = prazo de 30 dias contados da data da NOMEAÇÃO 

    EXERCÍCIO = prazo de 15 dias contados da data da POSSE  

  • Houve recurso, eu mesma fiz. A prova é muito recente e o gabarito oficial ainda não foi divulgado, somente o preliminar. Temos que aguardar.

  • No  caso  de  função  de  confiança  o  servidor  é  designado  e  deve 

    entrar  em  exercício  no  dia  em  que  for  publicada  a  sua 

    designação  (art.  15,  §4º),  salvo  quando  o  servidor  estiver  em 

    licença  ou  afastado  por  qualquer  outro  motivo  legal,  hipótese 

    em  que  o  prazo  recairá  no  primeiro  dia  útil  após  o  término  do 

    impedimento, que não poderá exceder a 30 (trinta) dias contados da 

    publicação.

    Já  para  cargos  efetivos  e  comissionados,  será  de  quinze  dias, 

    improrrogáveis,  o  prazo  para  o  servidor  empossado  entrar  em 

    exercício, contados da data da posse (art. 15, §1º).


    Prof Armando Mercadante do Ponto dos Concursos.


    Bom, eu me baseei por tal leitura

  • Acho que não há o que discutir, após a publicação do ato de provimento, o servidor tem 30 (trinta) dias pra toma posse, e a partir daí, 15 (quinze) dias prá entrar em exercício, que por sinal é quando se dará  efetivo desempenho de suas atribuições. (Lei 8112/90, art. 13 § 1º e art. 15 § 1º.

    Quanto à função de confiança, o início do exercício coincidirá com a data de publicação com a data de publicação do at de designação. (Lei 8112/90, art. 15, § 4º).

    A alternativa correta é a D.

  • Consulplan já alterou o gabarito para D

  • Recurso Procedente. Gabarito alterado para alternativa D. Sustenta os recursos que a questão apresentou como opção correta a letra ‘C’ quando a correta é a letra ‘D’. Realmente houve um equívoco na divulgação do gabarito e, com base na literalidade do artigo 15, § 1º da lei 8112/90, a resposta correta é a letra ‘D’. Portanto, altera-se o gabarito para a alternativa D. Fonte: ARTIGO 15 da lei 8112/90.

    Banca Consulplan 
  • Ocorre uma certa 'pegadinha' na alternativa a) em relação à posse do servidor.

    Mas a resposta correta é a alternativa e)
  • A questão em tela limitou-se a exigir memorização de texto legal, de modo que não comporta maiores dúvidas e não exige comentários extensos.  

    Ao se referir a “efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou das funções de confiança" a questão está se referindo, evidentemente, ao instituto do exercício, sendo que o prazo para o servidor entrar em efetivo exercício é de 15 dias, a contar da posse. Em se tratando de função de confiança, o exercício deve coincidir com a publicação do ato de designação. São estes, em suma, os conteúdos do caput e dos §§ 1º e 4º do art. 15 da Lei 8.112/90.  

    Logo, a resposta correta encontra-se na letra “d".  

    Resposta: D
  • Concordo com Bruno Bueno...resposta correta.

  • Gabarito: D

    Posse = 30 dias, contados da publicação do ato de provimento

    Exercício = 15 dias (contados da posse)

                        ou publicação, qdo para função de confiança 

  • Esquema fácil sobre investidura:

    Investidura = Nomeação-----30dias------Posse ------15dias-------Exercício

    Ou seja: Você é Nomeado, terá 30 dias para tomar Posse e depois terá mais 15 dias para entrar em exercício.

    Nomeação é ato de provimento originário

  • LETRA D CORRETA 

    ART. 15    § 1o É de quinze dias o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício, contados da data da posse

  • "Recurso Procedente. Gabarito alterado para alternativa D. Sustenta os recursos que a questão apresentou como opção correta a letra ‘C’ quando a correta é a letra ‘D’. Realmente houve um equívoco na divulgação do gabarito e, com base na literalidade do artigo 15, § 1º da lei 8112/90, a resposta correta é a letra ‘D’. Portanto, altera-se o gabarito para a alternativa D. Fonte: ARTIGO 15 da lei 8112/90.

     

    Banca Consulplan"

     

    Conforme colega postou abaixo.

  • Efetivo desempenho das atribuições = Exercício.

  • Gabarito correto: letra D

     

    Bons estudos!

  • Questão deveria ser anulada.

    A opção tá péssimamente escrita.

     

    A opção d admite a interpretação de que o servidor nomeado para cargo em comissão tem 15 dias para entrar em exercício.

    E essa interpretação está errada:

    Quanto à função de confiança, o início do exercício coincidirá com a data de publicação com a data de publicação do at de designação. (Lei 8112/90, art. 15, § 4º).

     

    TRF RJ VEM AI... PAPAI DO CÉU NOS PROTEJA DESSA BANCA

  • Art. 13, §1 e 15,  §1/L8112.

     

    Posse: 30 dias da PUBLICAÇÃO DO ATO DE PROVIMENTO.

    Exercício: 15 dias contados da data da POSSE.

  • Lei 8112/90

    Art. 15.  Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo público ou da função de confiança.            

            § 1o  É de quinze dias o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício, contados da data da posse.    

  • Meu filho, põe na sua cabeça:
    30 dias pra posse, 15 pro exercício! Agora repete...trinta-quinze,trinta-quinze,trinta-quinze,trinta-quinze,trinta-quinze,trinta-quinze!
    Você não vai esquecer isso nunca mais.

  • Discordo. O enunciado diz "No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança" pede uma coisa e o "gabarito" determina a alternativa que não é de acordo com a 8.112.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112).

    Tomar posse: 30 dias

    Exercer, e no caso do enunciado, desempenhar: 15 dias

    Caberia recurso

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O enunciado: No que se refere ao efetivo desempenho das atribuições dos cargos públicos ou da função de confiança

    Discordo. A banca errou ou tentou fazer uma pegadinha que não deu certo.

    Desempenhar (como está no enunciado) é sinônimo de Exercer (como está na lei 8.112)

    Posse: 30 dias

    Exercício do cargo: 15 dias

    O gabarito tem que ser a letra C.

  • O início da FC coincide com a data da publicação da designação, salvo licença ou afastamento, nesses casos o início do exercício da FC não pode exceder 30 dias!

  • Letra D.

    No que se refere ao EFETIVO DESEMPENHO(exercício) o prazo é de 15 dias...


ID
1477483
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O servidor empossado em cargo efetivo, ao iniciar o exercício de suas atividades, se submeterá ao estágio probatório, cuja finalidade é a realização da avaliação de sua aptidão e capacidade de desempenho do cargo. A avaliação do servidor nas condições mencionadas considera fatores específicos, dentre os quais:

Alternativas
Comentários
  • Art. 20. Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os seguinte fatores: 


    I - assiduidade;


    II - disciplina;


    III - capacidade de iniciativa;


    IV - produtividade;


    V- responsabilidade.

  • Conforme CF/88 ART 41: "São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público." 

    FCC já cobrou isso em questão e considerou 3 anos. 

  • Camila Silva, o estágio probatório é de 3 anos (EC 19/1998) > tornar-se-á efetivo após avaliação de comissão para este fim nos 4 meses anteriores ao final daquele segundo os critérios do art. 20 - 

    I - assiduidade;

    II - disciplina;

    III - capacidade de iniciativa;

    IV - produtividade;

    V- responsabilidade.

  • Macete: Assim disse: Capaz de iniciativa produza com responsabilidade!

  • Mnemônico 

    CRAD-P
    Capacidade de Iniciativa
    Responsabilidade
    Assiduidade
    Disciplina
    Produtividade
  • Mnemônico show: 

    PADRI – produtividade, assiduidade, disciplina, responsabilidade, Iniciativa.

  • PRADC -> produtividade,  responsabilidade, assíduo, disciplina e capacidade de iniciati

  • ACADIPRORÉ - Assiduidade, capacidade de iniciativa, disciplina, produtividade e responsabilidade.

  • Macete para memorizar:

    Responsabilidade;

    Assiduidade;

    Produtividade;

    Iniciativa;

    Disciplina.


  • Macete RePrCaDiAs

  • Super macete do professor Evandro Guedes do Alfa Concursos: A-CA-DI-PRO-RÉ.

    Assiduidade                                                                                                                                                                                               Capacidade de iniciativa                                                                                                                                                                             Disciplina                                                                                                                                                                                                   Produtividade                                                                                                                                                                                             Responsabilidade  

  • Galera outro macete:Usando apenas as segundas letras de cada palavra.(SERIA)

  • O macete melhor é o PADRI - produtividade, assiduidade, disciplina, responsabilidade, Iniciativa

  • EU gravo melhor assim:


    ASSIM DISSE CAPA DE INI: REPRODUZ!

    Assiduidade

    Discipilina

    Capacidade de iniciativa

    Responsabildade

    Produtividade


    =)

  • RAPID

    Responsabilidade

    Assiduidade

    Produtividade

    Iniciativa (capacidade de )

    Disciplina

  • Assiduidade, Disciplina, Capacidade de Iniciativa, Produtividade e Responsabilidade

  • Gabarito: Letra A

    Lei 8.112 (Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis)

    Art. 20 - Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses, durante o qual sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os seguintes fatores:

    I - assiduidade;

    II - disciplina;

    III - capacidade de iniciativa;

    IV - produtividade;

    V - responsabilidade.

    Apesar da questão não abordar o assunto, é importante fazer um comentário sobre o prazo apresentado no Art. 20 da Lei 8.112 - STJ: "O prazo do estágio probatório dos servidores públicos deve observar a alteração promovida pela EC nº 19/98 no Art. 41 da Constituição Federal, no tocante ao aumento do lapso temporal para a aquisição de estabilidade no serviço público para 3 ANOS, visto que, apesar de institutos jurídicos distintos, encontram-se pragmaticamente ligados..."

  • Macete:

    C A R P Diem
  • A propósito do tema versado na presente questão, cumpre observar o disposto no art. 20, Lei 8.112/90, verbis:

    "Art. 20.  Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os seguinte fatores: (Vide EMC nº 19)

    I - assiduidade;

    II - disciplina;

    III - capacidade de iniciativa;

    IV - produtividade;

    V- responsabilidade."

    Ressalvando-se que, a rigor, o prazo do estágio probatório atualmente é de 3 (três) anos, e não mais de apenas 24 (vinte e quatro) meses, isto por força de expressa imposição constitucional (CF/88, art. 41, caput), no mais, referido dispositivo permanece válido.


    De tal forma, à vista dos fatores ali elencados, verifica-se que a única opção correta encontra-se na letra "a", equivalente aos incisos I e II do mencionado art. 20.


    Resposta: A
  • LETRA A CORRETA 

    Art. 20. Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os seguinte fatores: 

     I - assiduidade;

     II - disciplina;

     III - capacidade de iniciativa;

     IV - produtividade;

     V- responsabilidade.


  • Gab: A. Macete: PADRI


    Produtividade

    Assiduidade

    Disciplina

    Responsabilidade

    Capacidade de iniciativa


    Fonte: Concurso Virtual - Professor Alexandre Prado

  • ESTÁGIO PROBATÓRIO

    - ASSIDUIDADE

    - DISCIPLINA 

    - CAPACIDADE DE INICIATIVA

    - PRODUTIVIDADE

    - RESPONSABILIDADE


    DEVERES DO SERVIDOR

    - EXERCER COM ZELO E DEDICAÇÃO AS ATRIBUIÇÕES

    - SER LEAL

    - OBSERVAR NORMAS LEGAIS E REGULAMENTARES

    - CUMPRIR AS ORDENS SUPERIORES

    - ATENDER COM PRESTEZA

    - LEVAR AS IRREGULARIDADES DE QUE TIVER CIÊNCIA EM RAZÃO DO CARGO

    - ZELAR PELA ECONOMIA DO PAPEL E CONSERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO

    - GUARDAR SIGILO SOBRE ASSUNTO DA REPARTIÇÃO

    - MANTER CONDUTA COMPATÍVEL COM A MORALIDADE ADMINISTRATIVA

    - SER ASSÍDUO E PONTUAL

    - TRATAR COM URBANIDADE AS PESSOAS

    - REPRESENTAR CONTRA ILEGALIDADE, OMISSÃO OU ABUSO DE PODER

  • É O FAMOSO RAPID:

    RESPONSABILIDADE

    ASSIDUIDADE

    PRODUTIVIDADE

    INICIATIVA 

    DISCIPLINA.

  • A CA DI PRO RÉ!

  • Avaliação do servidor: DICA IA PRO RESPONSÁVEL

    DIsciplina

    CAI: CApacidade de Iniciativa

    Assiduidade

    PROdutividade

    RESPONSÁVEL: responsabilidade

  •  a) A disciplina e a assiduidade. (Art. 20, I e II/L8112)

     b) A produtividade e a imparcialidade(Art. 20, IV/L8112)

     c) A capacidade de criação e a disciplina. (Art. 20, II/L8112)

     d) A responsabilidade e a capacidade de criação. (Art. 20, V/L8112)

     

    -> A capacidade é CAPACIDADE DE INICIATIVA, de acordo com o art. 20, III/L8112!

  • Produtividade

    Assiduidade

    Disciplina

    Responsabilidade

    Iniciativa

  • ART. 20, COM O RAPID  VC ACERTA RAPIDIm...!!

    R   ESPONSABILIDADE

    A   SSIDUIDADE

    P   RODUTIVIDADE

    I     NICIATIVA

    D      ISCIPLINA

    .................

     

     

    ATENÇÃO !!!      ESTÁGIO PROBATÓRIO é DIFERENTE DE ESTABILIDADE

    "Art. 41. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público.

  • Tem um legal que aprendi no Alfa: A CA DI PRO RE . ACADIPRORE

    A de Assiduidade ,Ca de Capacidade de Iniciativa ,Di de disciplina , Pro de produtividade e Re de Responsabilidade

  • O estágio probatório pode ser definido como um lapso de tempo no qual a aptidão e capacidade do servidor serão avaliadas de acordo com critérios de:

    assiduidade;

    disciplina;

    capacidade de iniciativa;

    produtividade;

    responsabilidade.

    Para os servidores vitalícios, o prazo do estágio probatório é de dois anos e como já fora dito anteriormente só perdem o cargo em razão de sentença com trânsito em julgado.

    Já no tocante aos demais servidores existe uma discussão controvertida acerca do prazo de duração do estágio probatório.

    A CF/88 determina no art. 41 que:

    "são estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público."

    Por outro lado, a lei 8112/1990 prescreve no art. 20 que:

    "servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses."

    Diante dessa situação qual o prazo do estágio probatório: 3 (três) anos ou 24 (vinte e quatro) meses?

    Recentemente o STJ no REsp 1120/190 SC confirmou seu entendimento no sentido de que conquanto estabilidade e estágio probatório sejam institutos distintos prazo para esse último, após a entrada em vigor da Emenda Constitucional n.º 19/98, também é de 03 (três) anos.

  • kkkk...nunca vi tanto mneomônicos. Tb tenho um po... A DICA PRO RES (Prof. Glauco)

    A DICA PRO RESPONSA (adaptação :)

  • Produtividade

    Assiduidade

    Disciplina

    Responsabilidade

    Iniciativa (capacidade de...)

  • Lei 8112/90

    Art. 20.  Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os seguinte fatores:                

            I - assiduidade;

            II - disciplina;

            III - capacidade de iniciativa;

            IV - produtividade;

            V- responsabilidade.

  • Lei 8.112/90

    Art. 20.  Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os seguinte fatores:                 

            I - assiduidade;

            II - disciplina;

            III - capacidade de iniciativa;

            IV - produtividade;

            V- responsabilidade

  • Cada um tem um mnemônico. Vou expor o meu também...

     

    Meu amigo Reinaldo entrou em estágio probatório. Daí pensei: - "Vou dar a DICA PRO RÊ!"

    DIsciplina;

    CApacidade de iniciativa;

    PROdutividade e;

    REsponsabilidade.

  • Só me lembro do professor Evandro Guedes cantando (muito desafinado) ACADIPRORÉ! :D

  • GABARITO: A

    CIDA REPRODUZ

    CI – CAPACIDADE DE INICIATIVA

    D - DISCIPLINA

    A - ASSIDUIDADE

    RE - RESPONSABILIDADE

    PROD - PRODUTIVIDADE

    UZ

  • Assiduidade                                                                                            

       Capacidade de iniciativa                                                                                   

       Disciplina                                                                                                

     Produtividade                                                                                              

    Responsabilidade 


ID
1478521
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

O Internet Explorer 9 possui um modo integrado para você acessar, monitorar e interagir com os arquivos que baixar: o Gerenciador de download. Este lista os arquivos baixados da internet e permite manter o controle dos downloads por meio de informações para cada arquivo. São informações do arquivo baixado, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Letra D. As permissões de acesso ao arquivo estão em Segurança, em Propriedades, por ser um item do sistema de arquivos NTFS.

  • NTFS é o sistema de arquivos preferencial para esta versão do Windows. IEsse sistema oferece muitas vantagens em relação ao sistema de arquivos FAT32 anterior, incluindo:

    • A capacidade de recuperar alguns erros de disco automaticamente, o que o FAT32 não faz.

    • Maior suporte para discos rígidos de maior capacidade.

    • Mais segurança, pois permite usar permissões e criptografia para restringir o acesso a determinados arquivos a usuários aprovados.


    Fonte :http://windows.microsoft.com/pt-br/windows-vista/comparing-ntfs-and-fat-file-systems

  • Gabarito D. http://windows.microsoft.com/pt-br/windows/using-download-manager-internet-explorer#1TC=windows-7

  • Permissão de acesso do arquivo.   - Não tem nenhuma relação com downloads

  • Essa questão foi anulada.

  • Essa questão NÃO foi anulada

  • Prezados,

    A janela do gerenciador de Downloads pode ser acessada usando Ctrl + J , ou clicando em ferramentas e exibir Downloads.
    Ao analisar a janela do gerenciador de downloads, vemos que a única informação que ele não trás é a permissão de acesso do arquivo.



    Portanto a alternativa correta é a letra D.

  • https://www.microsoft.com/pt-br/download/details.aspx?id=27960

     

    O Gerenciador de Download da Microsoft permite baixar arquivos de maneira simples e fácil. Ele também torna rápido e confiável o download de arquivos grandes, como aplicativos e arquivos multimídia. Ele foi especificamente criado para ajudar os usuários a gerenciar downloads de arquivos de sites compatíveis da Microsoft. Depois de iniciada, a interface fácil de usar do Gerenciador de Download da Microsoft exibe o status de downloads e permite suspender downloads ativos ou retomar downloads que apresentaram falha.

     

    Nele o usuário pode adicionar uma URL para fazer o download.

     

    Sistema operacional compatível

    Windows 7; Windows Server 2008 R2; Windows Vista Service Pack 2; Windows XP Service Pack 3.

  • gab.D

    é só dar CTRL + J  que vocês vão perceber  a Localização do arquivo, Extensão e nome do arquivo e Endereço do site de origem.

  • No Downloads do navegador, acessado pela tecla Ctrl + J ou por um clique nos três pontos do lado direito da barra de navegação, o que é mostrado são:

    - DATA QUANDO O DOC FOI BAIXADO;

    - EXTENSÃO DO DOC (PDF, DOC, ...);

    - O SITE ONDE FOI BAIXADO;

    - NOME DO DOCUMENTO; e

    - LOCALIZAÇÃO DESTE DOCUMENTO NO COMPUTADOR.


ID
1478524
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Ao manipular arquivos e pastas no Windows XP pode ser necessário excluir arquivos ou pastas. Quanto a este fato, analise as afirmativas a seguir.

I.Imediatamente após a exclusão deve-se utilizar o comando Desfazer para reverter a operação.

II. Pode-se recuperar arquivo ou pasta na lixeira, pois esta armazena temporariamente os arquivos excluídos.

III. Ao manter pressionada a tecla CTRL e pressionar a tecla DELETE sobre o arquivo selecionado excluirá o arquivo ou pasta sem envio para a lixeira.

Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Comentários
  • Bom... eu sei que na III é shift + del  ,mas na II  nao sabia que os arquivos ficavam temporariamente na lixeira

    ,está certo isso?

    gab  B

  • Rogério , 

    É a própria definição do windows: 

    "A Lixeira na área de trabalho é um local de armazenamento temporário para arquivos excluídos.  Quando você exclui um arquivo ou pasta em seu computador, ele não é excluído imediatamente, mas vai para a Lixeira"


  • O item I não explica que tipo de exclusão foi feita: se foi pra lixeira ou se foi excluído permanentemente.

    E outra coisa, o arquivo é movido para a lixeira ou excluído permanentemente, nesse ultimo caso não adianta utilizar o comando desfazer, porque a operação não é revertida.


  • A alternativa I não está totalmente corre no momento em que diz "... deve-se utilizar...", pois se simplesmente arrastar o arquivo da lixeira para o local onde se encontrava, a operação também é desfeita, ou seja, o arquivo da lixeira pode ser movido de várias formas para o local onde se encontrava antes de ser excluído, desfazendo-se assim a operação. O segundo ponto é que a exclusão pode ser permanente utilizando-se as teclas SHIFT + DEL, impossibilitando a reversão.     

  • Questão tranquila!

                      RESPOSTA: Itens ( I e II corretos)
                                                          LETRA "B"


    * Item I. 
    Imediatamente após a exclusão deve-se utilizar o comando Desfazer para reverter a operação. [ CORRETO ]

    OBSERVAÇÃO: É importante ressaltar que esse procedimento só funciona se a exclusão do arquivo for feita de maneira "simples" (apenas enviado para lixeira!) Caso seja feita utilizando o atalho SHIFT + DELETE, não será possível recuperar dessa forma!

    * Item II. 
    Pode-se recuperar arquivo ou pasta na lixeira, pois esta armazena temporariamente os arquivos excluídos. [CORRETO]

    OBSERVAÇÃO: Ao abrir a pasta "lixeira" existe a opção (RESTAURAR ITENS) que implica na ação de reverter o procedimento de exclusão, mandando o arquivo de volta para a pasta de origem.

    * Item III. Ao manter pressionada a tecla CTRL e pressionar a tecla DELETE sobre o arquivo selecionado excluirá o arquivo ou  pasta sem envio para a lixeira. [ ERRADO ] 

    OBSERVAÇÃO: O atalho que executa esse procedimento é o (SHIFT + DELETE)  e não CTRL + DELETE.
  • o comando do I é o CTRL + Z

  • A palavra "temporariamente" no item II (2) não deixa a questão errada?

  • Sim Rogério Santos, a lixeira armazena apenas 10% do tamanho do HD com itens que foram excluídos. Por isso o "temporariamente"

  • Pessoal esse negócio de ficar procurando "chifre na cabeça de cavalo" pode dificultar muito a vida de vocês em provas de concursos. As vezes "pensar de mais" prejudica.Tendo uma certa experiência com diversas bancas eu digo pra vocês: no geral, quando não  especifica algo, a banca está considerando aquilo que é padrão ou mais comum. Questões desse tipo dificilmente têm recurso deferido.

  • Prezados,

    Vamos analisar os itens.

    I. Imediatamente após a exclusão deve se utilizar o comando Desfazer para reverter a operação. 

    Item correto. Apesar do "DEVE" não ser adequado, caso a gente exclua algum arquivo no Windows Explorer temos a opção de Desfazer para reverter a operação. A opção desfazer pode ser acessada com o Ctrl + Z ou pelo menu Editar -> Desfazer.

    II.  Pode se recuperar arquivo ou pasta na lixeira, pois esta armazena temporariamente os arquivos excluídos.  

    Item correto. A lixeira serve exatamente para armazenar temporariamente arquivos excluídos.

    III. Ao manter pressionada a tecla CTRL e pressionar a tecla DELETE sobre o arquivo selecionado excluirá o arquivo ou  pasta sem envio para a lixeira. 

    Item errado. Para acionarmos essa funcionalidade deve ser pressionado Shift + DEL e não Ctrl + DEL.

    Portanto a alternativa correta é a letra B.

  • O certo para excluir totalmente seria SHIFT + DELETE

  • O item I está correto? Eu não tenho que IMEDIATAMENTE após a exclusão do arquivo utilizar o comando desfazer para reverter a operação. Pq o item foi considerado correto?

  • Lucas Moura, não dê informações erradas!

    III- Essa é a única alternativa CORRETA.   Oi?? O certo é SHIFT + DEL.

  • III. Ao manter pressionada a tecla CTRL e pressionar a tecla DELETE sobre o arquivo selecionado excluirá o arquivo ou  pasta sem envio para a lixeira. (errada) -> SHIFT + DEL.

    Resposta B

  • Ta... mais e a I , não entendi, se eu eu quero excluir poq vou ter que reverter?

  • Item II - Incorreto a lixeira guarda os arquivos permanentemente ( lembando que esse permanente se refere até quando o usuario quiser)

    Enquanto você não apagar os itens da lixeira eles permaneceram la. 

  • Recurso

  • II está certíssima Gierly..

  • Gierly Saldanha,  sobre o intem II, a lixeira possui um tamanho específico. Ao se atingir o limite, os arquivos mais antigos serão apagados, ou seja, os arquivos contidos na lixeira são armazenados temporariamente. 

    Item I, é só realizar o teste. Crie uma pasta e depois exclua-a. Após a exclusão pressione CTRL+Z (que é um comando de  Desfazer) e vc perceberá que a pasta voltará para onde estava. Porém, a expressão "...deve-se utilizar o comando...", no meu ponto de vista, invalida a questão, uma vez que existem outras maneiras de reverter a operação a exclusão. Nesse caso deveria estar escritos: I.Imediatamente após a exclusão pode-se utilizar o comando Desfazer para reverter a operação.       


  •                   RESPOSTA: Itens ( I e II corretos) 
                                                          LETRA "B"


    * Item I. 
    Imediatamente após a exclusão deve-se utilizar o comando Desfazer para reverter a operação. [ CORRETO ]

    OBSERVAÇÃO: É importante ressaltar que esse procedimento só funciona se a exclusão do arquivo for feita de maneira "simples" (apenas enviado para lixeira!) Caso seja feita utilizando o atalho SHIFT + DELETE, não será possível recuperar dessa forma!



    * Item II. 
    Pode-se recuperar arquivo ou pasta na lixeira, pois esta armazena temporariamente os arquivos excluídos. [CORRETO]

     

    OBSERVAÇÃO: Ao abrir a pasta "lixeira" existe a opção (RESTAURAR ITENS) que implica na ação de reverter o procedimento de exclusão, mandando o arquivo de volta para a pasta de origem.



    * Item III. Ao manter pressionada a tecla CTRL e pressionar a tecla DELETE sobre o arquivo selecionado excluirá o arquivo ou  pasta sem envio para a lixeira. [ ERRADO ] 

    OBSERVAÇÃO: O atalho que executa esse procedimento é o (SHIFT + DELETE)  e não CTRL + DELETE.

  • Cara eu acertei pq a 3 eu sei que shift. Mas acho que a II está errada. A lixeira nao armazena temporariamente. Armazena até o momento que você limpar ela.

  • Diogo Dias, a lixeira armazena de maneira temporária pq ao deletar novos arquivos e não tiver espaço na lixeira, ela automaticamente elimina os antigos.

     

     

  • I.Imediatamente após a exclusão deve-se utilizar o comando Desfazer para reverter a operação. 
     

    Deve-se !? Só se você quiser recuperar...mas em tese está correta! Deus nos proteja da consulplam !

  • A alternativa III já resolve a questão... SHIFT + DEL = PERMANENTE


ID
1478527
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Com relação ao uso seguro de leitores de e-mails, analise as afirmativas a seguir.

I. Configurar a atualização automática do leitor de e-mails e seus complementos.
II. Permitir a definição automática de cookies e a criação de listas de exceções.
III. Desabilitar o modo de visualização no formato de hipertexto (html).

Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Comentários
  • Letra C. Os cookies são arquivos de textos armazenados no computador pelo navegador de internet.

  • Mas apenas desabilitar o modo de visualização torna o leitor de e-mails mais seguro como?? Não teria que desabilitar caso ele assim o fizesse automaticamente?? 

  • Quando fiz essa prova do TRE de MG, considerei I e II apenas como certas.

  • Ultimamente, interpretar as questões de informática anda mais complicado do que interpretar os textos de língua portuguesa

  • P Q FOI ANULADA???

  • Caso você, mesmo ciente dos riscos, decida permitir que por padrão os sites possam definir cookies, procure criar uma lista de exceções e nela cadastre os sites que deseja bloquear;


ID
1478533
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Ao longo do exercício do cargo poderá o servidor passar por determinadas circunstâncias que impliquem em alterações em sua rotina laboral, trazendo como consequência situações de readaptação, de reintegração, de recondução, entre outros institutos legalmente reconhecidos. Sobre as definições de tais institutos, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • Lei 8112 /90  Gabarito A

    Art. 24. Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica.

      § 1o Se julgado incapaz para o serviço público, o readaptando será aposentado.

    § 2o A readaptação será efetivada em cargo de atribuições afins, respeitada a habilitação exigida, nível de escolaridade e equivalência de vencimentos e, na hipótese de inexistência de cargo vago, o servidor exercerá suas atribuições como excedente, até a ocorrência de vaga.

    Art. 25. Reversão é o retorno à atividade de servidor aposentado: 

      I - por invalidez, quando junta médica oficial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria; ou

      II - no interesse da administração, desde que: 

      a) tenha solicitado a reversão;

      b) a aposentadoria tenha sido voluntária;

      c) estável quando na atividade; 

      d) a aposentadoria tenha ocorrido nos cinco anos anteriores à solicitação; 

      e) haja cargo vago

     Art. 28. A reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens.

    Art. 29. Recondução é o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado e decorrerá de:

      I - inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo;

      II - reintegração do anterior ocupante.

      Parágrafo único. Encontrando-se provido o cargo de origem, o servidor será aproveitado em outro, observado o disposto no art. 30.




  • Sobre a recondução eu sempre penso em alguém falando com o servidor num tom bem condescendente:

    - Vem cá meu filho, deixa eu te RECONDUZIR para o seu devido lugar... Tadinho, não passou no estágio probatório né? Vamos, deixa eu te conduzir pro lugar a que você pertence.


  • Provimento: ato que designa uma pessoa para titularizar um cargo público.


    a)  Inicial – aquele que independe de relações anteriores do indivíduo com a Administração Pública. Dá-se, em regra, por concurso público, com a exceção do cargo em comissão e a contratação por tempo determinado - Nomeação, Posse e Exercício


    b)  derivado – aquele que se verifica quando ocorre a titularização de um cargo por um indivíduo que já se encontra na estrutura da Administração, não depende de concurso público, é possível concurso interno. Pode ser:


    -  horizontal: não implica elevação, ascensão funcional (ex. readaptação)

    -  vertical: passagem de um cargo para outro, implicando em ascensão funcional (ex. promoção)

    -  por reingresso


    Reingresso: Pode ser:


    a)  reintegração – é a recondução do servidor ao mesmo cargo de que fora demitido, com o pagamento integral dos vencimentos e vantagens do tempo em que esteve afastado, uma vez reconhecida a ilegalidade da demissão em decisão judicial ou administrativa. Se o cargo estiver sido extinto o servidor ficará em disponibilidade remunerada - art. 28, Lei 8112/90


    b)  recondução – o servidor estável retorna ao cargo anteriormente ocupado em decorrência de inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo ou de reintegração do anterior ocupante - art. 29 da Lei 8.112/90.


    c)  reversão - ocorre o retorno do inativo (aposentado) ao mesmo cargo ou ao cargo resultante de sua transformação ou simplesmente ao serviço, como excedente (na terminologia da lei), se o antigo cargo estiver provido, quando, por junta médica oficial, forem declarados insubsistentes os motivos da aposentadoria - art. 25 a 27 da Lei 8.112/90.


    d)  aproveitamento – é o retorno obrigatório à atividade do servidor em disponibilidade, em cargo de atribuições e remuneração compatíveis com o anteriormente ocupado - art. 30 e 31, da Lei 8.112/90.


    Obs.: O servidor ficará em disponibilidade quando extinto o cargo ou declarada sua desnecessidade. Ficará em disponibilidade remunerada até que seja adequadamente aproveitado em outro cargo, obrigatoriamente de atribuições e vencimentos compatíveis com o anteriormente ocupado

  • Gabarito A.

    b) Significado de readaptação e não reintegração.

    c) Reintegração e não reversão.

    d) Reintegração e não readaptação.

  • Eu: 


    APROVEITO o DISPONÍVEL 


    REINTEGRO o DEMITIDO 


    RECONDUZO o INABILITADO ou o ocupante do cargo de REINTEGRAÇÃO


    REVERTO o APOSENTADO 


    READAPTO o INCAPACITADO


  • E a mesma questão (Q492489) que foi aplicada para técnico judiciário - Programação de Sistemas pela banca CONSULPLAN (2015).



  • Examinemos cada definição apresentada, à procura da única correta:


    a) Certo: de fato, o conceito corresponde ao instituto da recondução, previsto no art. 29, caput e incisos I e II, Lei 8.112/90.


    b) Errado: na verdade, trata-se da definição de readaptação (art. 24, caput, Lei 8.112/90).


    c) Errado: o conceito proposto não confere, com precisão, com nenhuma das formas de provimento derivado previstas na Lei 8.112/90, mas, reconheça-se, aquela com a qual mais se aproxima, seria a reintegração. Não se está a afirmar, insista-se, que a hipótese descrita nesta alternativa "c" seria de reintegração. Não. Afinal, reintegração, propriamente dita, pressupõe prévia demissão, penalidade disciplinar, o que é bem diferente da exoneração, a qual não tem natureza de sanção. Ainda assim, uma vez revisto o ato de exoneração, o servidor retorna à ativa, a exemplo do que se dá no caso de reintegração. Este é o paralelo que se pode traçar. Mas paramos por aí.


    d) Errado: agora sim, cuida-se de definição correspondente à reintegração (art. 28, caput, Lei 8.112/90).  


    Resposta: A 
  • LETRA A CORRETA 

     Art. 29. Recondução é o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado e decorrerá de:

      I - inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo;

      II - reintegração do anterior ocupante.


  •  Adorei a dica, Einstein Concurseiro ;)

  • APROVEITAMENTO : o DISPONÍVEL : § 3º Extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade, o servidor estável ficará em disponibilidade, com remuneração proporcional ao tempo de serviço, até seu adequado aproveitamento em outro cargo.

     

    REINTEGRO o DEMITIDO : § 2º Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável, será ele reintegrado, e o eventual ocupante da vaga, se estável, reconduzido ao cargo de origem, sem direito a indenização, aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

     

    RECONDUZO o INABILITADO ou o ocupante do cargo de REINTEGRAÇÃO : § 2º Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável, será ele reintegrado, e o eventual ocupante da vaga, se estável, reconduzido ao cargo de origem, sem direito a indenização, aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

     

    REVERTO o APOSENTADO :  RE"VE"RTO - VE de Velhinho! rs

     

    READAPTO o INCAPACITADO: RE-"AD"-APTO - AD DE ADOECEU ! rs

  • Lei 8112/90

    Seção IX

    Da Reintegração

            Art. 28.  A reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens.

            § 1o  Na hipótese de o cargo ter sido extinto, o servidor ficará em disponibilidade, observado o disposto nos arts. 30 e 31.

            § 2o  Encontrando-se provido o cargo, o seu eventual ocupante será reconduzido ao cargo de origem, sem direito à indenização ou aproveitado em outro cargo, ou, ainda, posto em disponibilidade.

    Seção X

    Da Recondução

            Art. 29.  Recondução é o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado e decorrerá de:

            I - inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo;

            II - reintegração do anterior ocupante.

            Parágrafo único.  Encontrando-se provido o cargo de origem, o servidor será aproveitado em outro, observado o disposto no art. 30.

    Art. 25.  Reversão é o retorno à atividade de servidor aposentado: 

    Art. 24.  Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica.

  • reaDaptação - Deficiente

    reVersão - Velho

    reINtegração - INjusto

    reCONDUção - CONDUz

    APROVEITAmento - APROVEITA

  • DISPONIBILIDADE DE SERVIDORES

    - Aproveito Disponível

    - Readapto Incapacitado

    - Reverto Aposentado

    - Reconduzo Inabilitadoem estágio probatório e o ocupante do cargo do reintegrado.

    - Reintegro Demitido

    -Remoção é o deslocamento do servidor, a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede.

    Promoção: acesso a um cargo superior dentro da mesma carreira.

    Readaptação: reinvestidura de um servidor em cargo compatível com limitação física ou mental sofrida (não havendo cargo vago fica como excedente).

    Reversão: retorno do aposentado por invalidez quando não mais existirem os motivos para a aposentadoria ou o aposentado pede voluntariamente para voltar.

    Reintegração: reinvestidura do servidor estável ao seu cargo de origem quando invalidada sua demissão.

    Recondução: retorno do estável quando reprovado em estágio probatório ou reintegração do antigo ocupante.

    Aproveitamento: retorno do servidor em disponibilidade.

    COMO DETERMINADA BANCA COBRA ESTE PONTO:

    RECONDUÇÃO SERVIDOR

    Ano: 2015 Banca: CESPE / CEBRASPE 

    recondução é o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado em decorrência de inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo. (CERTO)

    Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE

    Recondução consiste no retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado.CERTO

    Ano: 2018 Banca: FCC

    Recondução é o retorno do servidor estável ao cargo que ocupava por inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo público para o qual foi nomeado. CERTO

    Ano: 2011 Banca: FCC

    A Recondução que é o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado decorrerá, dentre outra hipótese, de reintegração do anterior ocupante. CERTO

    Ano: 2010 Banca: FGV 

    O retorno à atividade de servidor aposentado e o retorno de servidor estável a um cargo anteriormente ocupado por ele correspondem, respectivamente, à reversão e à recondução. CERTO

    Ano: 2012 Banca: VUNESP

    Alice, reprovada no estágio probatório do cargo para o qual foi nomeada, voltou a ocupar cargo que antes titularizava, o nome dessa hipótese de provimento derivado apresentado corresponde a reconduçãoCERTO

  • Recondução: Retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado, decorre de;

    Reprovação em estágio probatório

    Reintegração do servidor anteriormente ocupado

    Se seu antigo cargo estiver ocupado, ele será reaproveitado.


ID
1478536
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Regimento Interno

O Regimento  Interno  do  Tribunal Regional  Eleitoral  de Minas Gerais  (TRE/MG)  (Resolução  do  TRE/MG  nº  873,  de  10/11/2011, e alterações posteriores) disciplina, dentre outras matérias, a sua  forma de organização. Em  relação à  composição do Tribunal, assinale a afirmativa INCORRETA. 

Alternativas
Comentários
  • Exceção expressa  apenas os juízes substitutos poderão servir por mais de dois biênios.

    Nesta situação:o mesmo juiz servi por dois biênios como substituto e depois por mais dois biênios como titular.

    Então, a alternativa que se encontra com informação incorreta é letra B.

  • Art. 3º. Os Juízes do Tribunal, Efetivos ou Substitutos, servirão, obrigatoriamente, por 02 (dois) anos, no mínimo, e nunca por mais de 02 (dois) biênios consecutivos.

    Errada pois está escrito Titulares e não EFETIVOS

  • Regimento TRE-RJ

    RESOLUÇÃO Nº 895/2014

     

    Art. 4º Os membros do Tribunal e seus substitutos, salvo por justa causa, exercerão os mandatos obrigatoriamente por 2 (dois) anos,

    a contar da data da posse, e, facultativamente, por mais um biênio, desde que reconduzidos pelo mesmo processo da investidura inicial.

  • Letra B

    Complementando o comentário da Juli:

    RI TRE-RJ:

    Art. 4º :§ 1º Compete ao Tribunal a apreciação da justa causa para dispensa da função eleitoral antes do
    transcurso do primeiro biênio.

  • O erro está na alternativa B, pois pode haver dispensa da função eleitoral antes do transcurso do biênio, desde que haja justa causa, mediante apreciação do Tribunal. Todas as outras alternativas reproduzem quase literalmente dispositivos do Regimento Interno.

    Paulo guimarães.

    Art. 2º Os Juízes do Tribunal, titulares ou substitutos, salvo motivo justificado, servirão obrigatoriamente por dois anos e nunca por mais de dois biênios consecutivos (Código Eleitoral, art. 14).

    § 1º Compete ao Tribunal a apreciação da justa causa para dispensa da função eleitoral antes do transcurso do biênio.


ID
1478539
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

“Mercedes é cidadã da Moldávia e está em trânsito pelo Brasil, tendo ficado retida no aeroporto internacional sediado no município Y, sem data provável de liberação para o seu destino final. Dada a sua condição de estrangeira,o serviço local suscita dúvidas quanto à aplicabilidade dos direitos fundamentais à sua situação." Nos termos da Constituição Federal, os direitos e garantias fundamentais são garantidos quanto à sua inviolabilidade expressamente aos estrangeiros

Alternativas
Comentários
  • Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade (...)

  • É que a questão pediu "nos termos da Constituição Federal" - logo, aplica-se aos estrangeiros "residentes no Brasil". Todavia, é bom lembrar que os direitos e garantias são aplicados a todos, sejam brasileiros ou estrangeiros (STF).

  • Letra "morta e fria" da Lei Maior! 

  • Complementando, o STF adota um conceito ampliativo de residência, aplicando os direitos e garantias fundamentais até mesmo aos estrangeiros que não sejam residentes no Brasil. 

  • Errei pq a banca quis a letra da CF. Os DH são garantidos a todos, residentes ou não.

  • Que rídiculo! a constituição diz que é residentes! mas é ridículo cobrar isso visto que o STF já disse que se estende a todos os estrangeiros residentes ou não. dessa forma é ridículo fazer uma questão decoreba sem fundamento. ¬¬ visto que se fosse na realidade seria outra coisa. ¬¬ arg

  • A questão fala de EXPRESSAMENTE  não do entendimento do STF. ok

  • Uma das questões mais ridículas que já vi.

    Mesmo perguntando sobre o que a CF prevê expressamente, essa questão é um acinte.

    Quer dizer então que um estrangeiro sem residência no Brasil pode ter seus direitos fundamentais desrespeitados?

    É cada banca pé de chinelo que aparece...

  • Segundo o STF: Se aplica a TODOS!!!

    Mas a questão pediu EXPRESSAMENTE na CF: logo, só os residentes!Muito Cuidado. Bons Estudos!
  • A questão pediu expressamente... É a letra da lei e pronto!!!! Todo mundo sabe que são para todos, MAS temos que ficar ligados com estas maldades das bancas...

  • Tipo de questão que não mede conhecimento algum, apenas apela a sua velha decoreba..Mas, vamos jogar o jogo das bancas, galera! Logo a aprovação virá!!

  • CF/88 e suas falhas ¬¬*

  • Segundo a CF: Correta
    Segundo o STF: Errada, pois aplica-se a todos, estrangeiros RESIDENTES ou em TRÂNSITO.
  • Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

  • tem  um entendimento do STF, dizendo que o estrangeiro em transito goza dos direitos e garantias fundamentais 

  • a questão solicitou uma interpretação a luz da constituição, e não de alguma súmula ou outras leis esparsas. PAY ATENCION.

  •  banca sem competência

  • Quando fiz essa prova fiquei com duvida se era residentes ou visitantes. A questão fala nos termos da Constituição Federal. Por pura falta de atenção perdi a questão que é bem simples. Atenção na hora da prova é tudo. 

  • Gabarito B.

    Segundo a CF:

    Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes.

    Segundo o STF:

    Estrangeiros residentes ou em trãnsito.

  • GALERA VAMOS PRESTAR BEM A ATENÇÃO POIS ELE FALA EXPRESSAMENTE NA CONSTITUIÇÃO E ESTA DIZ: "...GARANTINDO AOS BRASILEIRO E AOS ESTRANGEIROS RESIDENTES NO PAIS..."

    esta questão não tem erro algum!!! ele não quer saber o q a Jurisprudência pensa, o que os doutrinadores dizem, ele quer PURA E SOMENTE A CONSTITUIÇÃO FEDERAL!!!!

  • Nos termos da CF/88, os direitos e garantias fundamentais são garantidos expressamente aos estrangeiros RESIDENTES, mas, se o estrangeiro estiver visitando o Brasil também serão detentores de direitos e garantia fundamentais. Basta apenas prestar atenção no que a questão pede, no caso, ela pediu 'expressamente'.   

  • Expressamente, a Constituição brasileira garante direitos e garantias fundamentais aos estrangeiros residentes no Brasil, nos moldes do caput do art. 5. Contudo, cabe destacar que embora não esteja registrado literalmente na Constituição, todas as pessoas presentes no Brasil devem ter seus direitos preservados, podendo haver restrições de acordo com cada caso concreto. Correta a alternativa B.

    RESPOSTA: Letra B

  • O gabarito só está correto porque a questão pediu "Nos termos da Constituição Federal, os direitos e garantias fundamentais são garantidos quanto à sua inviolabilidade expressamente aos estrangeiros".

    Se não estivesse escrito expressamente, ao meu ver, a questão não teria a B como resposta, mas sim a letra E.

  • Mais uma vez essa banca se pretendendo ao típico "modelo preguiçoso" de fazer questões. Não é uma questão que testa o conhecimento, mas sim se você está ligado numa pegadinha idiota que não faz sentido. É muito fácil a questão, porém me irrita esse tipo de teste estúpido. 

  • A Questão cobrou literalmente o que está na CF , bom trabalho ! Bem melhor que o cespe que cobra algo da imaginação deles!

  • o STF ja se pronunciou no sentido de que ser residente significa estar no país e não fixar residência.

  • BRUNO FERNANDES, a dica é que a Consulplan cobra literalidade de lei seca. Voce está certo, mas para quebrar a Consulplan, vale ipsis literis. Forte abraço.

  • A questão cobra o que está escrito na CF/88 e não entendimento jurisprudencial, e o o texto da Constituição diz "estrangeiros residentes no pais".

  • A Banca acabou restringindo ao máximo uma informação que todo mundo sabe que não se aplica, por mais que esteja expressamente prevista na Constituição.

     

    Nos termos da Constituição Federal, os direitos e garantias fundamentais são garantidos quanto à sua inviolabilidade expressamente aos estrangeiros

     

    De pronto, diante das outras alternativas, não há como deixar de marcar a letra B.

     

  • Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade (...)

  • na dúvida é só ir por eliminação. 

    se não fosse residente seria o que? só para os visitantes? então é a letra B.

    sem contar que pede conforme a CF.

  • Gente, esta questão foi a letra da lei mesmo: art. 5 caput " todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País...."

     

  • Expressamente, a Constituição brasileira garante direitos e garantias fundamentais aos estrangeiros residentes no Brasil, nos moldes do caput do art. 5. Contudo, cabe destacar que embora não esteja registrado literalmente na Constituição, todas as pessoas presentes no Brasil devem ter seus direitos preservados, podendo haver restrições de acordo com cada caso concreto. Correta a alternativa B.

    RESPOSTA: Letra B
     

    Fonte:QC

  • “Mercedes é cidadã da Moldávia e está em trânsito pelo Brasil, tendo ficado retida no aeroporto internacional sediado no município Y, sem data provável de liberação para o seu destino final. Dada a sua condição de estrangeira,o serviço local suscita dúvidas quanto à aplicabilidade dos direitos fundamentais à sua situação." Nos termos da Constituição Federal, os direitos e garantias fundamentais são garantidos quanto à sua inviolabilidade expressamente aos estrangeiros

     

  • CF: "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade."

    Ou seja, se levar em conta apenas a constituição, um estrangeiro que estiver só "de passagem" pode levar bala?!?

    Afs, poupai-me Consulplan.

  • VIDE        Q510671

     

    ESTRANGEIRO transitórios

     

    Se a questão pedir   EXPRESSAMENTE na CF:      só os residentes  !

     

    Segundo o STF:   aplica-se a todos, estrangeiros RESIDENTES ou em TRÂNSITO.

  • Que questão boa pra perder ponto. 

  • "Nos termos da CF..."

  • É o que os nerds falam, na dúvida, faz-se por eliminação. Simples.

  • A questão quer apenas a literalidade .

  • a banca pede oque esta na CF  as pessoas colocam o entendimento do STF rsrsr vai entender

  • A questão pediu a CF em sua literalidade...não  tem do que reclamar!


    Fé em Deus....DJ!!!

  • direitos e garantias fundamentais são garantidos quanto à sua inviolabilidade expressamente aos estrangeiros

     

    SOMENTE OS RESIDENTES NO BRASIL

  • Pediu de acordo com a  Constituição, ou seja, texto de lei puro, e lá consta apenas estrangeiros residentes no país.

  • CF88 DIZ ISSO, residentes. pediu CF88 responde CF88.

  • Autor: Priscila Pivatto , Pesquisadora - Projeto História do Parlamento Inglês, Mestra em Direito Constitucional (PUC-Rio) e Doutora em Direito Constitucional (USP/Universidade de Florença)

    Expressamente, a Constituição brasileira garante direitos e garantias fundamentais aos estrangeiros residentes no Brasil, nos moldes do caput do art. 5. Contudo, cabe destacar que embora não esteja registrado literalmente na Constituição, todas as pessoas presentes no Brasil devem ter seus direitos preservados, podendo haver restrições de acordo com cada caso concreto. Correta a alternativa B.

    RESPOSTA: Letra B

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    TÍTULO II
    Dos Direitos e Garantias Fundamentais
    CAPÍTULO I
    DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS

    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

  • O art. 5º da Constituição Federal de 1988 traz a seguinte redação: “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes”. Assim, nosso gabarito está na alternativa ‘b’. Entretanto, vale ressaltar que o entendimento majoritário na doutrina e jurisprudência é o de que todas as pessoas, nacionais e estrangeiras, residentes ou não, incluindo os apátridas, são possuidoras de múltiplos direitos e garantias fundamentais.


ID
1478542
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

“O Estado T pretende organizar os serviços eleitorais que atuam no seu território e o Chefe do Poder Executivo local  encaminha à Assembleia Legislativa projeto de lei nesse sentido." Nos termos da Constituição Federal, a competência  para legislar sobre o tema eleitoral é:

Alternativas
Comentários
  • Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

    I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho;

  • Art. 22 CF/88. Parágrafo único. Lei complementar poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas neste artigo.

  • Não custa ser repetitivo.

    C-ivil

    A-grário

    P-enal

    A-eronáutico

    C- omercial 

    E-eleitoral

    T-rabalho

    E-espacial

    D

    E

    P-rocessual

    M-arítimo

  • para quem gosta de decorar... basta só o PUTEF.  penitenciário, urbano,  tributário, econômico, Financeiro.  esses são os concorrentes. O resto é privativo da união.

  • Fiz essa prova, acertei a questão, não fui classificada e to aqui de novo, vida de concurseiro, vamo que vamo...

  • Compete privativamente a União

    CAPACETE DE PM = Comercial; Agrário; Penal; Aeronáutico; Civil; Espacial; Trabalho; Eleitoral; Desapropriação; Processual; Marítimo 

    Compete concorrentemente

    PUTO FE = Penitenciário; Urbanístico; Tributário; Orçamentário; Financeiro; Econômico 
  • O que causa uma certa dúvida é o termo "serviços" eleitorais, visto que a competência da união é legislar sobre DIREITO eleitoral. Mas tá na boa, tá valendo.

  • De acordo com o art. 22, I, da CF/88, compete privativamente à União legislar sobre direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho. Correta a alternativa A.

    RESPOSTA: Letra A





  • 1 - Direitos; Existem 5 que são de legislação concorrente, e 10 de legislação privativa da União - Gravem apenas os 5 concorrentes.
    Assim temos;

    Concorrentes - Tributário, Financeiro, Penitenciário, Econômico e Urbanístico
    (mnemônico ; TRI - FI - PENIT - EC - UR)

    Privativos da União - O que sobrou !

  • Aprofundando um pouco a matéria neste aspecto, é relevante tratar do art. 22, § único da CF, que prevê a possibilidade de a União editar uma lei complementar autorizando aos Estados legislar sobre questões específicas arroladas nos incisos do art. 22 e, portanto, sobre Direito Eleitoral. 

    Parágrafo único. Lei complementar poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas neste artigo. 

    Há controvérsia quanto a tal possibilidade em nossa disciplina, uma vez que o processo eleitoral e as regras aplicáveis às eleições são as mesmas para todo o território nacional. Assim, na prática não temos lei complementar federal que autorize lei eleitoral específica pelos estados-membros. Assim, EM TEORIA é possível que a União editar uma lei complementar geral autorizando aos demais entes da federação legislar sobre questões específica de Direito Eleitoral. 

  • ART 22. CF. COMPETE Á UNIÃO LEGISLAR SOBRE:

     

    I- DIREITO CIVIL, COMERCIO, PENAL, PROCESSUAL, ||ELEITORAL|| AGRÁRIO, MARÍTIMO, AERONÁUTICO, ESPECIAL E DO TRABALHO:

  • 22, I, CR. 

     

    obs: Redação péssima dessa banca. 

  • ATENÇÃO: Para os que pretendem prestar concurso TJMG, tal matéria não está prevista no Pré-Edital 2016:

     

    NOÇÕES DE DIREITO - TODOS OS CARGOS/ESPECIALIDADES

    Programa


    1. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988:
    1.1. Dos princípios fundamentais (arts. 1º a 4º).
    1.2. Dos direitos e garantias fundamentais (arts. 5º ao 13).
    1.3. Da organização do Estado (arts.18 e 19, 37 a 41).
    1.4. Da organização dos Poderes (arts. 44 a 47,59,76 a 83, 92 a 135).
    1.5. Da família, da criança, do adolescente e do idoso (arts. 226 a 230).

  • Privativa da União - CAPACETE De PM - art. 22, CF

    Concorrente - ursinho PUFTE  - art. 24 CF

     

    Eu gravo assim. Espero que ajude. ;-)

  • Gabaito:A

     

  • Resposta A

    Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

    I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho;

  • COMPETÊNCIA PRIVATIVA; CAPACETE DE PIMENTA

    COMPETÊNCIA CONCORRENTE: TCU ORÇAMENTO JEF CPP

  • Vamos lá. Pra você NUNCA MAIS errar questão desse tipo:  

    ART 22. CF. COMPETE À UNIÃO LEGISLAR SOBRE:

    I- DIREITO CIVIL, COMÉRCIO, PENAL, PROCESSUAL, ELEITORAL, AGRÁRIO, MARÍTIMO, AERONÁUTICO, ESPACIAL E DO TRABALHO

    PASSO 1: pegue uma folha  de papel e um lápis...

    PASSO 2: desenhe cada item (sim, um único desenho para cada item, com árvore, boneco de palitinho, casinha, da forma como você quiser associar cada palavra, de forma simples)

    PASSO 3: levante, vai tomar um café e relaxa por 10 minutos.

    PASSO 4: pegue o artigo 22, olha pra ele e lembra de cada desenho que você fez, sem olhar pro papel desenhado. 

    PASSO 5: PRONTO! Na hora da prova, você vai olhar para a palavra e pensar "esse eu desenhei assim, esse assim..." (lembrando de cada desenho ridículo que você fez pra associar... você vai até rir disso). 

    PS: não se esqueça de desenhar uma privada pra te lembrar que esses itens são da competência "PRIVATIVA" da união.

    Funcionou comigo. Não importa a forma como você faz. No concurso, o que vale é marcar o "x" no lugar certo. 

    Espero ter ajudado. 

     

  • NÃO SEI NÃO HEIN JONATHAN!!! ESPECIAL NÃO TEM NÃO HEIN! KKKK TO ZUANDO A GENTE SABE QUE VOCE QUERIA DIZER ESPACIAL.

  •  

    VIDE  Q778160

     

    DIREITO PROCESSUAL (PRIVATIVO)      ≠    procedimentos em matéria processual   (CONCORRENTE)

     

     

     

    Q707218       Q775137

     

                           MUNICÍPIO NÃO TEM COMPETÊNCIA CONCORRENTE, APENAS COMUM !!

    OBS.:    LC    fixa normas para a cooperação entre a União e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem-estar em âmbito nacional

     

    COMPETÊNCIA COMUM:  COMEÇA COM VERBOS

    - ZELAR

    - CUIDAR

    - PROTEGER

    -  IMPEDIR

    -   PROPORCIONAR  s meios de acesso à cultura, à educação, à ciência, à tecnologia, à pesquisa e à inovação  EC 2015

    - PROTEGER

    - PRESERVAR

    - FOMENTAR

    - PROMOVER

    - COMBATER

    - REGISTRAR

    -  ESTABELECER

     

     

                     COMPETÊNCIA PRIVATIVA DA UNIÃO

     

    Dica:       CAPACETES     DE       PIMENTTA

     

    COMPETÊNCIA PRIVATIVA DA UNIÃO (delegável aos Estados mediante Lei Complementar):

    C = Comercial
    A = Agrário
    P = Penal
    A = Aeronáutico
    C = Civil
    E = Eleitoral
    T = Trabalho
    E = Espacial

    S = SEGURIDADE SOCIAL

     

     

    DE =  DE- sapropriação

     

    P = Processual

    I = Informação

    M = Marítimo

    E = Energia

    N = Nacionalidade

    TT = TRÂNISTO E TRANSPORTE

    A = Águas

    .....

    - PROGAGANDA COMERCIAL

    - SERVIÇO POSTAL

    -  águas, energia, informática, TELECOMUNICAÇÕES e radiodifusão;

     

    Q688217

    XXVII – normas gerais de licitação e contratação, em todas as modalidades, para as administrações públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, obedecido o disposto no art. 37, XXI, e para as empresas públicas e sociedades de economia mista, nos termos do art. 173, § 1°, III.

     

    ...................................

                                                                 CONCORRENTE  

     

     Na falta de LEI FEDERAL não exclui a competência SUPLEMENTAR

     

    § 4º A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia da LEI ESTADUAL, no que lhe for contrário.

     

    -        Direito tributário, financeiro, penitenciário, ambiental e econômico; proteção ao patrimônio cultural e à infância e juventude. 

     

    Competência concorrente da União, Estados e DF - direitos TUPEF

    - Tributário

    - Urbanístico

    - Penitenciário

    - Econômico

    -    Financeiro

    -     educação, cultura, ensino, desporto, ciência, tecnologia, pesquisa, desenvolvimento e inovação;  EC 85/15

     

    -      PREVIDÊNCIA SOCIAL

     

    -        PROCEDIMENTOS EM MATÉRIA PROCESSUAL;

     

     

    -       Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar CONCORRENTEMENTE sobre assistência jurídica e Defensoria Pública.

     

    -  Custas dos serviços forenses.

     

    -    Previdência social, proteção e defesa da saúde.

     

     

    Q700893

    Lei estadual que fixe o horário de funcionamento de estabelecimentos comerciais situados no âmbito de seu território será  inconstitucional, por invadir competência dos Municípios para legislarem sobre interesse local, podendo ser objeto de ação direta de inconstitucionalidade perante o Supremo Tribunal Federal. 

     

  • SÓ A UNIÃO.

  • GABARITO: LETRA A

    Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

    I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho;

    FONTE: CF 1988

  • CONSTITUIÇÃO FEDERAL

    GABARITO: A

    Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

    I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho;


ID
1478545
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

“Hélio, após longa carreira profissional na área de Exatas, resolve mudar o seu rumo e realizar um curso de Ciência Política tendo se deparado com o estudo das diversas formas de sufrágio já adotadas no país. Ficou surpreso ao verificar que a existência de bens de raiz (ou imóveis) já constou como requisito para o exercício do voto, bem como a proibição de participação dos mendigos no processo de votação." Esse sistema antigo foi superado pelas modernas Constituições e, atualmente, vigora a forma de sufrágio considerada

Alternativas
Comentários
  • CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988

    Art. 14. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos (...)



    Direito de sufrágio:  é a essência do direito político. É o direito político em si (votar, ser votado, participação em plebiscito, referendo, etc.) – o voto é o exercício do direito de sufrágio. O sufrágio pode ser universal e restrito. Universal não exige requisito discriminatório ou preconceituoso, permitindo a participação de todas as pessoas, desde que atendidos os requisitos. Restrito, quando se discrimina (proibição do voto da mulher), ocorre o sufrágio restrito quando se exige uma condição econômica (voto censitário) e uma capacidade intelectual (voto capacitário).


    Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAftggAG/lfg-constitucional-administrativo-civil-processo-civil-penal-processo-penal?part=9

  • Eu fiz esta prova, boa questão. Quanto ao texto abordado pela mesma, devemos lembrar que este tipo de voto caracteriza o denominado "VOTO CENSITÁRIO", vedado atualmente, eis que impera a mencionada universalidade.

  • Gabarito= LETRA C.

    Art 14, CF: Sufrágio universal, voto direto e secreto.

  • Tipo que questão que todo mundo acerta. :(

  • O art. 14, da Constituição brasileira estabelece que a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei. Correta a afirmativa C.

    RESPOSTA: Letra C

  • (cláusula pétrea)Voto será:

    Direto: Sem intermediários

    Secreto: Sem publicidade

    Universal: Não há qualquer condição discriminatória

    Periódico: Mandatos por prazo determinado, alternância do poder

    Livre: Vota em qualquer cidadão, branco ou nulo

    Personalíssimo: não pode por meio de procuração

    Igualitário: "one man one vote" cada voto possui o mesmo valor. 

  •                              Segundo Júlio Cesar Franceschet,

     

    Sufrágio: direito público subjetivo, de natureza política, que tem a pessoa humana de participar ativa ou passivamente da organização do Estado.

     

    Voto: é o exercício do direito de sufrágio.

     

    Escrutínio: é a forma, o modo pelo qual o voto é exercido.

     

    Os direitos políticos são expressão da soberania popular. Esta será exercida pelo sufrágio universal e pelo volto direto e secreto, com igual valor para todos.

  • Sério... não quero questão que até quem não sabe nada de direito acerta.

  • Lorena, se você já sabe tudo, fica quieta pois quem tá aqui, tá pra aprender e não pra ler esse tipo de opinião que não acrecenta em nada.

  • SUFRAGIO UNIVERSAL;

    ADOTADO PELA CONSTITUIÇÃO DE 1988 SE CARACTERIZA PELA POSSIBILIDADE DE TODO CIADADÃO VOTAR E SER VOTADO, INDEPENDENTEMENTE DE DISTIÇÕES QUANTO Á CLASSE SOCIAL OU ECONÔMICA, QUANTO AO SEXO OU QUANTO Á CAPACIDADE ENTELECTUAL.

     

  • Ja passou em quantos concursos Lorena? todas as questoes,inclusive as faceis, sao importante para o aprendizado ja vi muitas questoes faceis derrubar candidado "sabichao" - #ficaadica

  • Merece meus apalausos Henry.

     

  • Art. 14. A SOBERANIA POPULAR será exercida pelo SUFRÁGIO UNIVERSAL e pelo VOTO DIRETO E SECRETO, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: (...)

     

    RESPOSTA [C]

  • Sempre há pessoas que querem transformar o QC em rede social, inserindo comentários totalmente dispensáveis, pontos de vista insubisitentes, em tom quase sempre agressivo ou intolerante. A essas pessoas fica a dica: voltem para o facebook e deixem os comentários acerca das questões somente para é capaz de fazê-los!!

  • Autor: Priscila Pivatto , Pesquisadora - Projeto História do Parlamento Inglês, Mestra em Direito Constitucional (PUC-Rio) e Doutora em Direito Constitucional (USP/Universidade de Florença)

    O art. 14, da Constituição brasileira estabelece que a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei. Correta a afirmativa C.

    RESPOSTA: Letra C

  • voto censitário: aquele que exige do eleitor algum tipo de posse material

    voto capacitário: aquele que exige do eleitor algum grau de instrução

    voto universal: aquele que é para todos com distinção apenas de idade

  • Eu sou A UNIVERSAL 

  • Universal

  • UNIVERSAL. (VEM PMAL 2020).

  • Voto censitário: aquele que exige do eleitor algum tipo de posse material.

    Voto capacitário: aquele que exige do eleitor algum grau de instrução.

    Voto universal: aquele que é para todos com distinção apenas de idade.

    Resposta: Eu sou A UNIVERSAL :)

  • Quanto à extensão, no Brasil, o sufrágio é universalizado a todos, independe de condições discriminatórias (o que não afasta requisitos para o seu exercício), pertencendo o direito de votar a todos os cidadãos. Não há mais o sufrágio restrito, que ocorre quando o direito de votar só é concedido a algum grupo de pessoas que cumprem certas condições (discriminatórias) para o seu exercício, condições estas econômicas (sufrágio censitário) ou intelectuais (sufrágio capacitário).


ID
1478548
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Uma das grandes modificações no sistema de remuneração dos agentes políticos foi a instituição de um limite, denominado de “teto", para o pagamento de valores em espécie. Observada a divisão entre os poderes e entre os entes federativos, determinou‐se que o limite aplicável ao(s)

Alternativas
Comentários
  • Alternativa correta: "D"

    A resposta está no inciso XI, do art. 37, da CF:

    Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:

    XI - a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando-se como limite, nos Municípios, o subsídio do Prefeito, e nos Estados e no Distrito Federal, o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo, o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, no âmbito do Poder Judiciário, aplicável este limite aos membros do Ministério Público, aos Procuradores e aos Defensores Públicos;


  • Na verdade, nenhum salário/subsídio será maior que os subsídios mensais dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, inclui-se até mesmo, o presidente. 

  • A) incorreta. Prefeito tomará por base o teto do Ministro do STF.

    B) incorreta. Defensor Público tem por base o teto do Desembargador do TJ.

    C) incorreta. O juiz também tem por base o teto do Desembargador do TJ ou STF.

    D) correta. Art. 37, XI, da CF.


  • Alternativa "A": amigos, acredito que a questão é complexa. Não encontrei em nenhum doutrinador qual seria o critério constitucional aplicável ao prefeito.

    No entanto, no STF, RE 709.685/MG, j. 08.10.12, nas razões de decidir, s.m.j.: vinculação dos prefeitos ao subteto dos deputados estaduais.
    A discussão neste RE seria de que os prefeitos estariam limitados ao teto dos ministros do STF, sendo afastado pela relatora Min. Cármen Lúcia.
    Espero que alguém encontre esclarecedor, eu não encontrei nada mais concreto, se encontrarem, postem no meu perfil - serei grato.
    Abraços!
  • esse art 37,XI,da CF, é a mais Filha da P. que existe nesta constituiçao

  • Galera, cuidado com alguns comentários, não se pode tomar como certo todo comentário que é postado aqui..no caso do comentário da Gabriela Araujo, na verdade o juiz estadual tem o seu teto relativo ao ministro do STF, e não ao desembargador do TJ, pois do contrário ele estaria em desvantagem em relação ao juiz federal, no quesito remuneração, o que seria errado pois não há hierarquia entre eles (federal e estadual). Logo, o teto do magistrado, seja em ambito federal, como estadual, é o teto do ministro do STF!

  • fiquei na dúvida, pois diz o art 37 XII - os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo;   Por isso fui na letra A! continuo na dúvida...

  • também fiquei sem entender. Concordo com o comentário de ALINE


  • Pedro Caminha.  Acho que o juiz estadual vê sim o teto do desembargador do tj.

    Vitor cruz diz assim:

    TETO ESTADUAL/ DISTRITAL:

    PL - subsídio dos dep. estaduais

    PE - Sub. do governador

    PJ - sub. do desembargador do TJ (este é limitado a 90,25% do STF e também se aplicam aos membros do MP, procuradores e defensores públicos).

    TETO MUNICIPAL - SUB. DO PREFEITO.

    TETO FEDERAL E GERAL -  sub. dos ministros do STF. (se é geral todos devem respeitar ele né?)

    e leiam também o § 12.



  • O art. 37, XI, da CF/88, estabelece que a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando-se como limite, nos Municípios, o subsídio do Prefeito, e nos Estados e no Distrito Federal, o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo, o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, no âmbito do Poder Judiciário, aplicável este limite aos membros do Ministério Público, aos Procuradores e aos Defensores Públicos.

    O limite aplicável ao Prefeitos é o subsídio mensal de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Incorreta a alternativa A.

    O limite para Defensores Públicos estaduais é o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça. Incorreta a alternativa B.

    De acordo com interpretação conforme à Constituição ao art. 37, XI, § 12, da Constituição Federal, o STF decidiu excluir a submissão dos membros da magistratura estadual ao subteto de remuneração, afastando diferenciação entre juízes federais e estaduais (Ver ADI-3854). Portanto, o limite dos juízes estaduais é o subsídio mensal dos Ministros do STF. Incorreta a alternativa C.

    O limite aplicável ao Presidente da República é o subsídio mensal de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Correta a alternativa D.

    RESPOSTA: Letra D











  • Comentários do Prof. (para quem não tem acesso).

    GAB. D

    O art. 37, XI, da CF/88, estabelece que a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando-se como limite, nos Municípios, o subsídio do Prefeito, e nos Estados e no Distrito Federal, o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo, o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, no âmbito do Poder Judiciário, aplicável este limite aos membros do Ministério Público, aos Procuradores e aos Defensores Públicos. 

    O limite aplicável ao Prefeitos é o subsídio mensal de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Incorreta a alternativa A.

    O limite para Defensores Públicos estaduais é o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça. Incorreta a alternativa B.

    De acordo com interpretação conforme à Constituição ao art. 37, XI, § 12, da Constituição Federal, o STF decidiu excluir a submissão dos membros da magistratura estadual ao subteto de remuneração, afastando diferenciação entre juízes federais e estaduais (Ver ADI-3854). Portanto, o limite dos juízes estaduais é o subsídio mensal dos Ministros do STF. Incorreta a alternativa C.

    O limite aplicável ao Presidente da República é o subsídio mensal de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Correta a alternativa D.

    RESPOSTA: Letra D

  • Sem complicação, a questão pede qual o teto correto. E o teto NACIONAL é o do subsídio dos ministros do STF.

    Existem os subtetos, que poderiam ser levados em consideração na questão, mas não foi. Até o subteto deve respeitar o teto.

    Logo, de modo geral, qualquer ocupante de cargo público ou político, no Brasil, se submete ao teto nacional. O que justifica a letra D estar correta.

  • Art. 37, XI da CR/88 interpretação e esquematização das aulas da profa. Elisa Faria

     

    O teto nacional máximo é o subsídio dos Ministros do STF. O subteto municipal é o subsídio do prefeito. o subteto estadual (DF) é o subsídio do governador.

    Os limites:

    O teto remuneratório máximo para o Poder Executivo é subsídio do Governador, que pode chegar até 100% do que os ministros do STF ganham.

    O teto remuneratório máximo para o Poder Legislativo é o dos Deputados Estaduais. Eles podem ganhar até 75% do que um Deputado Federal ganha, que por sua vez pode ganhar até 100% que um ministtro do STF ganha.

    O teto remuneratório máximo de quem está no Poder Judiciário é o desembargador do TJ, que por sua vez corresponde a 90,25% do que os ministros do STF ganham. Aqui também se aplica aos procuradores dos Estados (embora integrem o Poder Executivo), membros do Ministério Público e Defensoria Pública.. art. 37, XI 

    O vereador pode ganhar até 75% do que o Deputado Estadual ganha.

     

  • Mas a Defensoria está ligada ao poder executivo deveria ter como teto o subsídio do governador.... Né?

  • Sabrina Viegas, conforme se extrai da redação finas do inciso XI, do artigo 37 da Constituição Federal, o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça é o teto para o subsídio dos Defensores Públicos, inclusive dos membos do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Procuradores.

     

  • GABARITO ALTERNATIVA D.

     

    CAPÍTULO VII
    DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
    Seção I
    DISPOSIÇÕES GERAIS

     

    Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do DF e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: 

     

    [...]

     

    XI - a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do DF e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder: 

     

    Ø  o subsídio mensal, em espécie dos Ministros do STF,

    Ø  aplicando-se como limite nos Municípios, o subsídio do Prefeito, e

    Ø  no âmbito do Poder Executivo, nos Estados e no DF, o subsídio mensal do Governador,

    Ø  no âmbito do Poder Legislativo o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais e

    Ø  no âmbito do Poder Judiciário, o subsidio dos Desembargadores do TJ, limitado a 90,25% do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do STF. 

    Aplicável este limite aos membros do MP, aos Procuradores e aos Defensores Públicos;

     

    OBS: O teto nacional máximo é o subsídio dos Ministros do STF. O subteto municipal é o subsídio do prefeito. o subteto estadual (DF) é o subsídio do governador.

  • O limite aplicável ao Prefeitos é o subsídio mensal de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Incorreta a alternativa A.

    O limite para Defensores Públicos estaduais é o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça. Incorreta a alternativa B.

    O limite dos juízes estaduais é o subsídio mensal dos Ministros do STF. Incorreta a alternativa C.

    O limite aplicável ao Presidente da República é o subsídio mensal de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Correta a alternativa D.

  • Gabarito D

    A alternativa mais coerente é a D - Presidente da República é o subsídio mensal de Ministro do Supremo Tribunal Federal.

    Até pelo fato do nível.

     

    "Retroceder Nunca Render-se Jamais !"
    Força e Fé !
    Fortuna Audaces Sequitur !

  • O art. 37, XI, da CF/88, estabelece que a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando-se como limite, nos Municípios, o subsídio do Prefeito, e nos Estados e no Distrito Federal, o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo, o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, no âmbito do Poder Judiciário, aplicável este limite aos membros do Ministério Público, aos Procuradores e aos Defensores Públicos. 

    O limite aplicável ao Prefeitos é o subsídio mensal de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Incorreta a alternativa A.

    O limite para Defensores Públicos estaduais é o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça. Incorreta a alternativa B.

    De acordo com interpretação conforme à Constituição ao art. 37, XI, § 12, da Constituição Federal, o STF decidiu excluir a submissão dos membros da magistratura estadual ao subteto de remuneração, afastando diferenciação entre juízes federais e estaduais (Ver ADI-3854). Portanto, o limite dos juízes estaduais é o subsídio mensal dos Ministros do STF. Incorreta a alternativa C.

    O limite aplicável ao Presidente da República é o subsídio mensal de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Correta a alternativa D.

    RESPOSTA: Letra D

    Fonte: QC

  • Teto Absoluto STF

     

     

    Subteto                          Âmbito           Não recebe maior remuneração do que o:

    Municipal                        Geral:            Prefeito

     

    Estadual ou Distrial       Executivo:     Governador

                                             Legislativo:    Deputado Estadual / Distrital

                                             Judiciário:      Desembargador do TJ

     

    Não se incluem as verbas indenizatórias.

  • Art. 37. XI - a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do DF e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder: 

     

      o subsídio mensal, em espécie dos Ministros do STF,

      aplicando-se como limite nos Municípios, o subsídio do Prefeito, e

      no âmbito do Poder Executivo, nos Estados e no DF, o subsídio mensal do Governador,

      no âmbito do Poder Legislativo o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais e

      no âmbito do Poder Judiciário, o subsidio dos Desembargadores do TJ, limitado a 90,25% do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do STF. 

    Aplicável este limite aos membros do MP, aos Procuradores e aos Defensores Públicos;

  • Cuidado com alguns comentários.

     

    Quem acompanha a jurisprudência sabe que houve uma equiparação entre as justiças federal e estadual, no tocante ao teto remuneratório, sob o argumento de que a distinção não se justifica, eis que não há hierarquia entre ambas e o Poder Judiciário é uno e indivisível.

     

    Em síntese, eliminou-se o sub-teto para a magistratura estadual, a qual passou a possuir o mesmo limite remuneratório atinente à magistratura federal, qual seja, o subsídio dos Ministros do STF.

     

     

    Para quem tiver interesse, segue abaixo a ementa da liminar concedida no bojo da ADI 3854:

     

    EMENTA: MAGISTRATURA. Remuneração. Limite ou teto remuneratório constitucional. Fixação diferenciada para os membros da magistratura federal e estadual. Inadmissibilidade. Caráter nacional do Poder Judiciário. Distinção arbitrária. Ofensa à regra constitucional da igualdade ou isonomia. Interpretação conforme dada ao art. 37, inc. XI, e § 12, da CF. Aparência de inconstitucionalidade do art. 2º da Resolução nº 13/2006 e do art. 1º, § único, da Resolução nº 14/2006, ambas do Conselho Nacional de Justiça. Ação direta de inconstitucionalidade. Liminar deferida. Voto vencido em parte. Em sede liminar de ação direta, aparentam inconstitucionalidade normas que, editadas pelo Conselho Nacional da Magistratura, estabelecem tetos remuneratórios diferenciados para os membros da magistratura estadual e os da federal.

     

    Bons estudos!

  • Se liguem que as parcelas a título de indenização não respeitam esses limites, portanto é possível algum agente público ganhar em um mês, pelo seu cargo público, por exemplo, mais que o subsídio mensal do ministro do STF:

    CF, art 37: § 11. Não serão computadas, para efeito dos limites remuneratórios de que trata o inciso XI do caput deste artigo, as parcelas de caráter indenizatório previstas em lei.

    Outro ponto importante:

    Art 37 § 9º O disposto no inciso XI aplica-se às empresas públicas e às sociedades de economia mista, e suas subsidiárias, que receberem recursos da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios para pagamento de despesas de pessoal ou de custeio em geral.

    Ou seja, não ocorrendo tal situação, os limites de remuneração para os funcionários dessas entidades também não respeitam os limites de que trata o inciso XI do art 37.

    Bons estudos.

  • LETRA D

     

    Resumo :

     

    Teto Salarial Constitucional Geral do Serviço Público= Subsídio mensal de Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Tetos do Poder Executivo:
    Município - Subsídio mensal do Prefeito;
    Estado e Distrito Federal - Subsídio mensal do Governador.

    Tetos do Poder Legislativo:
    Estado e Distrito Federal - Subsídio mensal dos Deputados Estaduais e Distritais, os quais terão por limite 75% do subsídio do deputado federal.

    Tetos do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública:
    Estado e Distrito Federal - Subsídio mensal dos Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado, limitado a 90,25% do subsídio dos Ministros do STF

  • Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:    XII - os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo;

  • Confundi com a informação da letra A  -_-

     #DouNaTuaCaraConsulplan

  • Há, em princípio, um conflito de normas, pois o Executivo é quem paga os maiores salários (art. 37, XII, da CR), mas o teto geral é o vencimento dos Ministros do STF, e este é Judiciário.

     

  • Carlos Alessandro

    Mas não há cargo semelhante no executivo.

  • Nossa! Novidade para mim. Entendi que ninguém nos 3 Poderes poderia receber subsídio maior do que o do Presidente da República. Não sabia e estou surpreso que  um Ministro do STF possa receber um subsídio maior do que o do Presidente da Rpública  !!!!

  • Sobre o final do inciso, que ficou meio confuso, não tem a ver com essa questão, mas pode cair em outras, ou até mesmo para saberem o quanto ganha bem um procurador de município grande ou do Estado, contando com os honorários, que nunca é especificado no Edital, se for aprovado no concurso. kkk. 

     

    O teto é este, vejam:

     

    Maioria do STF decide que teto remuneratório de procuradores municipais é o subsídio de desembargador de TJ, não do  Prefeito. É o mesmo teto dos procuradores do Estado.

     

    O RE foi interposto pela Associação Municipal dos Procuradores Municipais de Belo Horizonte (que ganham muito bem) contra acórdão do TJ/MG que entendeu que o teto deve ser a remuneração do prefeito, e não o subsídio dos desembargadores, como ocorre com os procuradores estaduais.

    Conforme entendimento do ministro Fux, que deu provimento ao recurso, a expressão "procuradores" contida no inciso XI do art. 37 da CF é genérica, portanto, abrange tanto os procuradores dos Estados e do DF, como os procuradores municipais. O dispositivo estabelece que se aplica como limite o subsídio de desembargadores dos TJs - que é de até 90,25% do valor da remuneração dos ministros do STF.

  • O limite aplicável ao Prefeito é o subsídio mensal de Ministro do STF.

    O limite para Defensores Públicos Estaduais é o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça.

    O limite dos juízes estaduais é o subsídio mensal dos Ministros do STF.

    O limite ao Presidente da República é o subsídio mensal dos Ministros do STF.

    Gabarito: D

  • Autor: Priscila Pivatto , Pesquisadora - Projeto História do Parlamento Inglês, Mestra em Direito Constitucional (PUC-Rio) e Doutora em Direito Constitucional (USP/Universidade de Florença)

     

     

     

    O art. 37, XI, da CF/88, estabelece que a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando-se como limite, nos Municípios, o subsídio do Prefeito, e nos Estados e no Distrito Federal, o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo, o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, no âmbito do Poder Judiciário, aplicável este limite aos membros do Ministério Público, aos Procuradores e aos Defensores Públicos.

    O limite aplicável ao Prefeitos é o subsídio mensal de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Incorreta a alternativa A.

    O limite para Defensores Públicos estaduais é o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça. Incorreta a alternativa B.

    De acordo com interpretação conforme à Constituição ao art. 37, XI, § 12, da Constituição Federal, o STF decidiu excluir a submissão dos membros da magistratura estadual ao subteto de remuneração, afastando diferenciação entre juízes federais e estaduais (Ver ADI-3854). Portanto, o limite dos juízes estaduais é o subsídio mensal dos Ministros do STF. Incorreta a alternativa C.

    O limite aplicável ao Presidente da República é o subsídio mensal de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Correta a alternativa D.

    RESPOSTA: Letra D


ID
1478551
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Dentre  as  inúmeras  atribuições do Poder  Legislativo  existem  aquelas que devem obter  a  sanção do  Presidente da  República; nesse caso está a

Alternativas
Comentários
  • Art. 48, CF. Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República, não exigida esta para o especificado nos arts. 49, 51 e 52, dispor sobre todas as matérias de competência da União, especialmente sobre:

    (...)

    VII - transferência temporária da sede do Governo Federal.


    GABARITO: D

  • As que não precisam de sanção do presidente da república: 49 - Competência exclusiva do congresso nacional; 51 - Competência privativa da câmara dos deputados; 52 -  Competência privativa do senado federal

  • SACANAGEM!

    Fiz essa prova e errei, gravei que as atribuições do CN sem sanção iniciam por VERBOS e com sanção são sem verbos (frases genéricas), mas, em vez de TRANSFERÊNCIA, colocaram TRANSFERIR kkk... Foda!

  • FOGO HEIN CARLOS ALESSANDRO


  • MUDAR TEMPORARIAMENTE A SEDE DO CONGRESSO NACIONAL--> NÃO PRECISA DE SANÇÃO PRESIDENCIAL. Art. 49, VI, CF.

    TRANSFERIR TEMPORARIAMENTE A SEDE DO GOVERNO FEDERAL--> PRECISA DE SANÇÃO PRESIDENCIAL. Art. 48, VII, CF.

  • Acresce-se: “[...] Art. 48. Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República, não exigida esta para o especificado nos arts. 49, 51 e 52, dispor sobre todas as matérias de competência da União, especialmente sobre:

    I - sistema tributário, arrecadação e distribuição de rendas;

    II - plano plurianual, diretrizes orçamentárias, orçamento anual, operações de crédito, dívida pública e emissões de curso forçado;

    III - fixação e modificação do efetivo das Forças Armadas;

    IV - planos e programas nacionais, regionais e setoriais de desenvolvimento;

    V - limites do território nacional, espaço aéreo e marítimo e bens do domínio da União;

    VI - incorporação, subdivisão ou desmembramento de áreas de Territórios ou Estados, ouvidas as respectivas Assembleias Legislativas;

    VII - transferência temporária da sede do Governo Federal;

    VIII - concessão de anistia; [INCISO MUITO COBRADO EM PROVAS!!!]

    IX - organização administrativa, judiciária, do Ministério Público e da Defensoria Pública da União e dos Territórios e organização judiciária, do Ministério Público e da Defensoria Pública do Distrito Federal;

    IX - organização administrativa, judiciária, do Ministério Público e da Defensoria Pública da União e dos Territórios e organização judiciária e do Ministério Público do Distrito Federal; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 69, de 2012) (Produção de efeito)

    X - criação, transformação e extinção de cargos, empregos e funções públicas;

    X - criação, transformação e extinção de cargos, empregos e funções públicas, observado o que estabelece o art. 84, VI, b; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    XI - criação, estruturação e atribuições dos Ministérios e órgãos da administração pública;

    XI - criação e extinção de Ministérios e órgãos da administração pública; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    XII - telecomunicações e radiodifusão;

    XIII - matéria financeira, cambial e monetária, instituições financeiras e suas operações;

    XIV - moeda, seus limites de emissão, e montante da dívida mobiliária federal.

    XV - fixação do subsídio dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, por lei de iniciativa conjunta dos Presidentes da República, da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Supremo Tribunal Federal, observado o que dispõem os arts. 39, § 4º, 150, II, 153, III, e 153, § 2º, I. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

    XV - fixação do subsídiodos Ministros do Supremo Tribunal Federal, observado o que dispõem os arts. 39, § 4º; 150, II; 153, III; e 153, § 2º, I. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003) […].”

  •  

     

    Olá!

    Complementando,

    As alternativas a) e b) estão erradas pois a competência relacionadas às mesmas cabe exclusivamente ao Congresso Nacional. Conforme o Art. 49 a Const. Incisos XV e IV respectivamente.

    Já a alternativa c) está também incorreta porque é o chefe de Estado do Poder Executivo, ou seja, o presidente da República que trata de legislações gerais com cunho internacional. Art. 84 alínea b) VIII

    Questões como essa são determinantes para sair na frente na lista e classificação geral, portanto fixar bem esse assunto é fundamental.

    Bons estudos!

    Abraços!

  • boa observação da RG. as vezes lendo os artigos não reparamos com outros semelhantes e podemos nos confundir depois.

  • Art.48, CF.

  • De acordo com o art. 49, XV, da CF/88, é de competência exclusiva do Congresso Nacional autorizar referendo e convocar plebiscito. Não há necessidade de sanção presidencial. Incorreta a alternativa A.

    O art. 84, IX, da CF/88, prevê que compete privativamente ao Presidente da República decretar o estado de defesa e o estado de sítio. Incorreta a alternativa B.

    O art. 49, I, da CF/88, estabelece que é da competência exclusiva do Congresso Nacional resolver definitivamente sobre tratados, acordos ou atos internacionais que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional. Não há necessidade de sanção presidencial. Incorreta a alternativa C.

    Conforme o art. 48, VII, da CF/88, cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República, a transferência temporária da sede do Governo Federal. Correta a alternativa D.

    RESPOSTA: Letra D












  • E se eu não me engano, isto, de fato, aconteceu no governo do Getúlio Vargas

  • Tipo de questão de se vc decorar o "dispor - com sanção" não consegue fazer. puts...

  • Art. 48. Cabe ao Congresso Nacionalcom a sanção do Presidente da Repúblicanão exigida esta para o especificado nos arts. 49, 51 e 52, dispor sobre todas as matérias de competência da Uniãoespecialmente sobre:

    VII - transferência temporária da sede do Governo Federal;

  • Rum, tem que decorar esses tópicos mesmo, sem macetes, porque esses examinadores tem imaginação de sobra para sabotar os "bizus". Eu mesmo imprimi esses artigos(22, 24, 48, 49 e 52) e colei na parede do meu quarto...

  • Art. 48. Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República, não exigida esta para o especificado nos arts. 49, 51 e 52, dispor sobre todas as matérias de competência da União, especialmente sobre:

    I - sistema tributário, arrecadação e distribuição de rendas;

    II - plano plurianual, diretrizes orçamentárias, orçamento anual, operações de crédito, dívida pública e emissões de curso forçado;

    III - fixação e modificação do efetivo das Forças Armadas;

    IV - planos e programas nacionais, regionais e setoriais de desenvolvimento;

    V - limites do território nacional, espaço aéreo e marítimo e bens do domínio da União;

    VI - incorporação, subdivisão ou desmembramento de áreas de Territórios ou Estados, ouvidas as respectivas Assembléias Legislativas;

    VII - transferência temporária da sede do Governo Federal;

    VIII - concessão de anistia;

    IX - organização administrativa, judiciária, do Ministério Público e da Defensoria Pública da União e dos Territórios e organização judiciária e do Ministério Público do Distrito Federal; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 69, de 2012)  (Produção de efeito)

    X – criação, transformação e extinção de cargos, empregos e funções públicas, observado o que estabelece o art. 84, VI, b; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    XI – criação e extinção de Ministérios e órgãos da administração pública; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    XII - telecomunicações e radiodifusão;

    XIII - matéria financeira, cambial e monetária, instituições financeiras e suas operações;

    XIV - moeda, seus limites de emissão, e montante da dívida mobiliária federal.

    XV - fixação do subsídio dos Ministros do Supremo Tribunal Federal,

  • Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:

    VI - mudar temporariamente sua sede;

  •  

    Cabe ao Congresso Nacional

    Transferir temporariamente a sede do GOVERO FEDERAL, com sanção (art. 48, VII , CF)

    Mudar temporiamente sua sede, sem sanção (art. 49, VI, CF)

  • a) autorizar referendo: EXCLUSIVA DO CONGRESSO NACIONAL. art 49,XV, CF/88

    b) aprovar o estado de defesa: PRIVATIVO DO PRESIDENTE. art 84, IX, CF/88

    c) resolução de tratado internacional: EXCLUSIVA DO CONGRESSO NACIONAL. art 49, I, CF/88

    d) transferir temporariamente a sede do Governo: CONGRESSO NACIONAL COM SANÇÃO DO PRESIDENTE. art 48, VII, CF/88

     

    Gabarito: D

  • CABE AO CN COM A SANÇÃO DO PR:

     

    - TRANSFERÊNCIA TEMPORÁRIA DA SEDE DO GOVERNO FEDERAL

  • Corrigindo o comentario da colega Fabia Silva.. a competencia para Aprovar o estado de defesa é exclusiva do CN, e nao privativa do Presidente.

    O presidente DECRETA, o CN APROVA!

  • Artigo 48, inc. VII da C.F.

  • GABARITO: "D"

     

    Um esquema que havia visto aqui no QC:

     

    Estado de DEFESA - Presidente DECRETA + aprovação do CN

     

    Estado de SÍTIO - Presidente SOLICITA ao CN + autorização CN

  • Transferir temporariamente a SEDE DO GOVERNO: É só pensar que, por ser o presidente o CHEFE DO GOVERNO, ele precisar participar (SANCIONAR) decisão que envolva a TRANFERÊNCIA TEMPORÁRIA DA SEDE DE SEU GOVERNO, porque senão vira bagunça uai kkk.

  • Tem que ser muito ingênuo pra ta nesse decoreba de "verbos" ou "não verbos" .... vcs acham mesmo que as bancas não veem isso? que eles não vão mudar as palavras? ...............

  • bizú para o excelente comentário da Roberta G:

    "MUDAR TEMPORARIAMENTE A SEDE DO CONGRESSO NACIONAL--> NÃO PRECISA DE SANÇÃO PRESIDENCIAL. Art. 49, VI, CF.

    TRANSFERIR TEMPORARIAMENTE A SEDE DO GOVERNO FEDERAL--> PRECISA DE SANÇÃO PRESIDENCIAL. Art. 48, VII, CF."

    lembrete:

    TRansferir -------> PRecisa --------------> sanção

    Mudar ------------> Não precisa ---------> sanção

    lembrar as letra, ou seja:

    - M vai tá atrelado com N (igual a sequência do alfabeto)

    - TR vai ser a outra opção, ou seja, PRecisa.

    É mais fácil saber a regrinha do M-N e o outro caso é o resíduo.

    bons estudos

  • Nem sempre funciona as técnicas mnemônicas, mas sempre bom tê-las.

     

    Pior sem elas.

  • Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:

    VI - mudar temporariamente sua sede;

     

     

    Nesse inciso, a mudança é do Congresso Nacional e não da sede do governo.

  • GABARITO: D

    Art. 48. Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República, não exigida esta para o especificado nos arts. 49, 51 e 52, dispor sobre todas as matérias de competência da União, especialmente sobre: VII - transferência temporária da sede do Governo Federal;

  • Gabarito: D

    CF

      Art. 48. Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República, não exigida esta para o especificado nos arts. 49, 51 e 52, dispor sobre todas as matérias de competência da União, especialmente sobre:

    VII - transferência temporária da sede do Governo Federal;

  • GABARITO D.

    É necessária a sanção do Presidente da República nas matérias do Art. 48 da CF. Tais matérias são feitas mediante lei. O Congresso Nacional tem outras funções, que não precisam da sanção presidencial, e são as atribuições do Art. 49 da CF. Essas atribuições serão tomadas mediante decreto Legislativo . Das situações apresentadas na questão, somente a alternativa D está apresentado no Art. 48, VII da CF.

    BONS ESTUDOS GALERINHA!!!

    FONTE: ALFACON.

  • PENSEM ASSIM: TRANSFERIR TEMPORARIAMENTE A SEDE DO GOVERNO FEDERAL - COMO É DO GOVERNO, TEM QUE TER A SANÇÃO DO PRESIDENTE, OU SEJA, COMP. PRIVATIVA. MUDAR TEMPORARIAMENTE SUA SEDE - EM SE TRATANDO DA PRÓPRIA SEDE DO CONGRESSO, NÃO HÁ NECESSIDADE DE SANÇÃO DO PRESIDENTE. LOGO, COMP. EXCLUSIVA.


ID
1478554
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

O Presidente da República possui normas constitucionais específicas que definem a sua responsabilidade política e criminal. No caso da caracterização de cometimentos de crimes comuns pelo ocupante do mais alto cargo do Estado, ele deverá ser julgado pelo:

Alternativas
Comentários
  • Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.

  • O procedimento de responsabilização do Presidente da República por crime comum também é bifásico.


    a)  Fase inicial


    A fase inicial também acontece no âmbito da Câmara dos Deputados, que exercendo um juízo de admissibilidade, atuando tal qual um tribunal de pronúncia, pode aceitar ou não a acusação contra o Presidente da República, também pelo quórum de 2/3 dos seus membros.


    Essa acusação terá a forma de denúncia, em se tratando de crime de ação penal pública, ofertada pelo Procurador-Geral da República, ou poderá assumir a forma de queixa-crime, em se tratando de crime de ação penal privada, a se oferecida pelo próprio ofendido.



    b)  Fase final


    Recebida a denúncia ou queixa-crime pelo pela Câmara dos Deputados, passa-se à próxima fase marcada pela instauração do processo no âmbito do Supremo Tribunal Federal (órgão competente para o julgamento do Presidente da República em decorrência da prática de crime comum). Essa competência originária do STF para julgamento do Presidente da República abrange todas as modalidades de ilícitos penais, alcançando também os crimes eleitorais, os crimes dolosos contra a vida e, inclusive, as contravenções penais.


    Vale ressaltar que, em nome do princípio da separação dos Poderes, o Pretório Excelso não está obrigado a receber a denúncia ou queixa-crime, ainda que tenha havido autorização por parte da Câmara dos Deputados, ao contrário do que ocorre nos crimes de responsabilidade.


    O STF, portanto, exercerá o juízo de processamento, funcionando, normalmente, como um tribunal de julgamento, e poderá absolver ou condenar o Presidente prática do crime comum. 

  • Gabarito letra "D", conforme art. 86 da CF.

    Obs. : A denúncia nos casos de ação penal pública será ofertada pelo Procurador-Geral da República. Nos casos de crime de ação privada, será ofertada queixa-crime pelo ofendido ou por quem tenha tal competência. O crime comum para o STF, abrange "todas as modalidades de infrações penais, estendendo-se aos delitos eleitorais, alcançando até mesmo os crimes contra a vida e as próprias contravenções penais.


    fonte: Direito Constitucional Esquematizado - Pedro Lenza - 2010.

  • Resposta= LETRA D.

    Julgamento de crimes comuns=STF

    Crimes de responsabilidade=SF

  • Crimes comuns - STF

    Crimes de responsabilidade - Senado Federal

  • De acordo com o art. 102, I, "b", compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe processar e julgar, originariamente nas infrações penais comuns, o Presidente da República, o Vice-Presidente, os membros do Congresso Nacional, seus próprios Ministros e o Procurador-Geral da República. Correta a alternativa D.

    RESPOSTA: Letra D

  • Caramba,  o Presidente nao possui leis ou normas,

    a Constituição Federal que possui leis ! Isso é que da querer inventar.

  • Só pensar... o ministro do STF é o mais alto cargo no Judiciário. E um ministro do STF, no caso de crime comum, só pode ser julgado por seus pares, pois não há mais ninguém superior a eles. 

  • GABARITO ITEM D

     

    PRESIDENTE:

     

    CRIMES COMUNS--> STF

     

    CRIMES DE RESP.---> SENADO

  • GABARITO ALTERNATIVA D

     

    Art. 102. Compete ao STF, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe:

     

    I - processar e julgar, originariamente:

     

     

    a) a     ADI de lei ou ato normativo federal ou estadual e a

               ADC de lei ou ato normativo federal; 

     

     

    b) nas infrações penais comuns, 

     

    ·         o Presidente da República,

    ·         o Vice-Presidente,

    ·         os membros do Congresso Nacional,

    ·         seus próprios Ministros e

    ·         o PGR; 

     

    c) nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade,

     

    ·         os Ministros de Estado e

    ·         os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, ressalvado o disposto no art. 52, I (Nos crimes de responsabilidade conexos com os crimes de responsabilidade do Presidente e do Vice Presidente da República - COMPETÊNCIA SENADO),

    ·         os membros dos Tribunais Superiores,

    ·         os membros do TCU e

    ·         os chefes de missão diplomática de caráter permanente; 

  • Resposta D

    Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe:

    I - processar e julgar, originariamente:

    b) nas infrações penais comuns, o Presidente da República, o Vice-Presidente, os membros do Congresso Nacional, seus próprios Ministros e o Procurador-Geral da República;

  • Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe:

    I - processar e julgar, originariamente:

    b) nas infrações penais comuns, o Presidente da República, o Vice-Presidente, os membros do Congresso Nacional, seus próprios Ministros e o Procurador-Geral da República;

  • Crime de responsabilidade: Senado Federal Crime comum: STF
  • Crime de responsabilidade = Autorizado pela Câmara, julgado pelo Senado

    Crime comum em decorrência do cargo de Presitende (ex: homicidio de um crítico do governo) = STF

    Crime comum que sem decorrência do cargo de Presidente (ex: furto num supermercado) = Justiça comum após o término do mandato

  • Crime de responsabilidade: Senado Federal.

    Crime comum: STF.

  • Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.

    Reportar abuso

  • GABARITO: D

    Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.


ID
1478557
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

No âmbito da competência do Supremo Tribunal Federal, órgão de cúpula do Poder Judiciário, está a aprovação das denominadas súmulas vinculantes que têm, inclusive, efeito em relação à administração pública direta e indireta, em todas as esferas. Consoante às normas constitucionais, a revisão da súmula vinculante emitida poderá ser provocada pelo:

Alternativas
Comentários
  • LEI Nº 11.417, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2006. 

    Regulamenta o art. 103-A da Constituição Federal e altera a Lei no 9.784, de 29 de janeiro de 1999, disciplinando a edição, a revisão e o cancelamento de enunciado de súmula vinculante pelo Supremo Tribunal Federal, e dá outras providências.



    Art. 3o  São legitimados a propor a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante:

    I - o Presidente da República;

    II - a Mesa do Senado Federal;

    III – a Mesa da Câmara dos Deputados;

    IV – o Procurador-Geral da República;

    V - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;

    VI - o Defensor Público-Geral da União;

    VII – partido político com representação no Congresso Nacional;

    VIII – confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional;

    IX – a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal;

    X - o Governador de Estado ou do Distrito Federal;

    XI - os Tribunais Superiores, os Tribunais de Justiça de Estados ou do Distrito Federal e Territórios, os Tribunais Regionais Federais, os Tribunais Regionais do Trabalho, os Tribunais Regionais Eleitorais e os Tribunais Militares.

  • Gabarito: C

    De acordo com a Constituição Federal:

    Art. 103-A ... aprovar súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante....

    § 2º Sem prejuízo do que vier a ser estabelecido em lei, a aprovação, revisão ou cancelamento de súmula poderá ser PROVOCADA por aqueles que podem propor a ação direta de inconstitucionalidade.

    Pessoas que podem PROVOCAR a ação direta de inconstitucionalidade, são enumeradas no artigo 103:

    Art. 103. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade:

    I - o Presidente da República;

    II - a Mesa do Senado Federal;

    III - a Mesa da Câmara dos Deputados;

    IV a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal

    V o Governador de Estado ou do Distrito Federal;

    VI - o Procurador-Geral da República;

    VII - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;

    VIII - partido político com representação no Congresso Nacional;

    IX - confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.

  • Lembrando o macete referente aos legitimados para propor a Adin e consequentemente provocar a aprovação, revisão ou cancelamento de súmula vinculante: 3 pessoas (Presidente, PGR e DPU), 3 Mesas (SF, CP e Assembleia Legislativa), 2 Cs (Conselho Federal da OAB e Confederação Sindical) e partido político.

  • Primeira questão bem elaborada que vejo dessa Consuplan. Cobrou um conhecimento que depende de outro... é um milagre pra essa banca.

  • De acordo com o art. 103-A, § 2º, da CF/88, sem prejuízo do que vier a ser estabelecido em lei, a aprovação, revisão ou cancelamento de súmula poderá ser provocada por aqueles que podem propor a ação direta de inconstitucionalidade. São partes legítimas para propor a ADIN, nos moldes do art. 103:

    I - o Presidente da República;

    II - a Mesa do Senado Federal;

    III - a Mesa da Câmara dos Deputados;

    IV - a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal; 

    V - o Governador de Estado ou do Distrito Federal;     

    VI - o Procurador-Geral da República;

    VII - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;

    VIII - partido político com representação no Congresso Nacional;

    IX - confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.


    RESPOSTA: Letra C



  • Só dar uma olhada no 103-A da CF §2, o que leva à Art. 103.

  • GABARITO ALTERNATIVA C

     

    Seção II
    DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

     

     

    Art. 103-A. O STF poderá, de ofício ou por provocação, mediante decisão de 2/3 dos seus membros, após reiteradas decisões sobre matéria constitucional, aprovar súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal, bem como proceder à sua revisão ou cancelamento, na forma estabelecida em lei. 

     

    [...]

     

    § 2º Sem prejuízo do que vier a ser estabelecido em lei, a aprovação, revisão ou cancelamento de súmula poderá ser provocada por aqueles que podem propor a ADI .

     

     

    Art. 103. Podem propor a ADI e a ADC: 

     

     I - o Presidente da República;  VIDE 103-A

     

    OBS: CUIDADO! Não cita o VICE-PRESIDENTE!

     

    II - a Mesa do Senado Federal;

     

    III - a Mesa da Câmara dos Deputados;

     

    IV a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do DF

     

    V o Governador de Estado ou do DF

     

    VI - o PGR;

     

    VII - o CFOAB;

     

    VIII - partido político com representação no Congresso Nacional;

     

    IX - confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.

  • Salientando a citação da colega Camila Silva, a lei 11.417/2006 traz outros legitimados além dos previstos no artigo 103 da CF, quais sejam:

    1- O Defensor Público-Geral da União.

    2- Os Tribunais em geral

    Dessa forma, se em uma questão indagar, por exemplo, se o Superior (Superior Tribunal Militar) pode propor uma revisão de Súmula Vinculante, a resposta estaria correta, de acordo com o art. 3º, XI, da lei supramencionada.

    Espero ter contribuído.

    Abraços! 

  • ART. 103. PODEM PROPOR A AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE E A AÇÃO DECLARATÓRIA DE CONSTITUCIONALIDADE:

    I - o Presidente da República;



    Art. 103-A. O Supremo Tribunal Federal PODERÁ, de ofício ou por provocação, mediante decisão de dois terços dos seus membros, após reiteradas decisões sobre matéria constitucional, aprovar súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal, BEM COMO PROCEDER À SUA REVISÃO OU CANCELAMENTO, na forma estabelecida em lei.

    § 2º Sem prejuízo do que vier a ser estabelecido em lei, A APROVAÇÃO, REVISÃO ou CANCELAMENTO de súmula poderá ser provocada por aqueles que podem propor a ação direta de inconstitucionalidade.

     

    GABARITO [C]

  • Sim, e o Vice-presidente? Eu vi aí que até a câmara de vereadores do DF pode propor ADI, mas e o segundo em comando da presidência? Pq não está expressamente citado não é legitimado? tem que esperar um momento em que está, na ausência do Presidente, à frente do executivo para poder propor? Se alguém sanar essa dúvida agradeço.

  •  

    EM PODER JUD

     

     

    MÁXIMA

     

     

    A EXPRESSÃO 2/3 SÓ APARECE QUATRO VEZES, IMPRETERIVELMENTE:

     

     

    1) 2/3 PRA MODULAR OS EFEITOS DA ADIN/ADC

     

    2) 2/3 PRA REJEITAR REPERCUSSÃO GERAL DE RECURSO

     

    3) 2/3 PRA EDITAR/CANCELAR/ALTERAR SÚMULA VINCULANTE 

     

    4) 2/3 PRA RECUSAR O JUIZ MAIS ANTIGO

     

     

     

    ''..O RESTO OU É MAORIA ABSOLUTA OU MAIORIA SIMPLES, 2/3 NÃO É NÃO..''

     

     

    FONTE: KELSEN,HANS.

     

     

    GABARITO LETRA C

  • Além dos legitimados no art. 103 da CF (nove ao todo) a Lei 11.417/2006 previu mais 2 legitimados, sendo eles: VI- Defensor Público Geral da União e XI- os Tribunais Superiores, os Tribunais de Justiça de Estados ou do Distrito Federal e Territórios, os Tribunais Regionais Federais, os Tribunais Regionais do Trabalho, os Tribunais Regionais Eleitorais e os Tribunais Militares.

  • art. 103-A, § 2º, da CF/88

    I - o Presidente da República;

    II - a Mesa do Senado Federal;

    III - a Mesa da Câmara dos Deputados;

    IV - a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal; 

    V - o Governador de Estado ou do Distrito Federal;   

    VI - o Procurador-Geral da República;

    VII - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;

    VIII - partido político com representação no Congresso Nacional;

    IX - confederação sindical ou entidade de classe de âmbito naciona

  • GAB:C

    Podem provocar uma Súmula Vinculante junto ao Supremo Tribunal Federal os mesmos que são legitimados para Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) e Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADECON).


ID
1478560
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

O Superior Tribunal de Justiça possui um amplo rol de competências, inclusive criminais, consideradas como originárias  em  decorrência  da  denominada  prerrogativa  de  função  portada  por  determinados  agentes  públicos.  Nesse  rol  de  autoridades  cuja  atuação  em  fatos  considerados,  em  tese,  criminosos  de  natureza  comum,  implica  a  atração  da  competência para que o processo seja julgado por esse Colendo Tribunal estão os:

Alternativas
Comentários
  • Art. 105, CF. Compete ao Superior Tribunal de Justiça:

    I - processar e julgar, originariamente:

    a) nos crimes comuns, os Governadores dos Estados e do Distrito Federal, e, nestes e nos de responsabilidade, os desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal, os dos Tribunais Regionais Federais, dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho, os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais.


    GABARITO: C

  • a) Comandantes das Forças Armadas federais.  STF

     b) Integrantes dos Ministérios Públicos estaduais. TJ

     c)Membros dos Tribunais de Contas dos Estados. STJ

    d) Prefeitos de municípios com mais de um milhão de habitantes. TJ

  • Enunciado horrível.

  • De acordo com o art. 105, I, "a", da CF/88, compete ao Superior Tribunal de Justiça processar e julgar, originariamente nos crimes comuns, os Governadores dos Estados e do Distrito Federal, e, nestes e nos de responsabilidade, os desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal, os dos Tribunais Regionais Federais, dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho, os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais. Correta a alternativa C.


    RESPOSTA: Letra C


  • SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

    NAS INFRAÇÕES PENAIS COMUNS

    1.  O Presidente da República

    2.  O Vice-Presidente,

    3.  Os membros do Congresso Nacional,

    4.  Seus próprios Ministros e

    5.  Procurador-Geral da República;

    NAS INFRAÇÕES PENAIS COMUNS E NOS CRIMES DE  RESPONSABILIDADE

    1.  Os Ministros de Estado

    2.  Os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.

    3.  Os membros dos Tribunais Superiores,

    4.  Os do Tribunal de Contas da União

    5. Os chefes de missão diplomática de caráter permanente;

    SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

    CRIMES COMUNS

    1.  Os Governadores dos Estados

    2.  Governador do Distrito Federal

    CRIMES COMUNS E  DE RESPONSABILIDADE

    1.  Os desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal,

    2.  Os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal,

    3.  Os dos Tribunais Regionais Federais,

    4.  Dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho,

    5.  Os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e

    6.  Os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais;

  • Art 105 I CF.

  • e sim, o enunciado tá ridículo (minha opinião).

     

    ''Colendo tribunal'' hahaha!

  • Meu que banca é essa? me lembra a Funrio

    por isso amo a Cespe.

  • GABARITO ALTERNATIVA C

     

    CAPÍTULO III
    DO PODER JUDICIÁRIO

    Seção III
    DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

     

    Art. 105. Compete ao STJ: 

     

    I - processar e julgar, originariamente:

     

    a)    nos CRIMES COMUNS: os Governadores dos Estados e do DF, e,

           nos CRIMES COMUNS e de RESPONSABILIDADE:    os desembargadores dos TJ dos Estados e do DF,

                                                                                         os membros dos TCE e do DF,

                                                                                         os dos TRF, dos TRE e do TRT,

                                                                                         os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do MPU que oficiem perante tribunais.

  • Observação importante: Julga o Governador dos Estados e do DF. Não julga o Vice.

  • Que redação confusa!! Matei a questão depois de muito pensar o que o examinador queria... 

     

     

     

     

    "Toca o barco"..

  • 1-Supremo Tribubal Federal:

     

    Nas infrações penais comuns:

    I-O Presidente da República

    II-O Vice-Presidente,

    III-Os membros do Congresso Nacional,

    IV-Seus próprios Ministros e

    V-Procurador-Geral da República.

     

    Nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade:

    I-Os Ministros de Estado,

    II-Os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica,

    III-Os membros dos Tribunais Superiores,

    IV-Os do Tribunal de Contas da União,

    V-Os chefes de missão diplomática de caráter permanente.

     

     

    2-Superior Tribunal de Justiça:

     

    Crimes comuns:

    I-Os Governadores dos Estados;

    II-Governador do Distrito Federal.

     

    Crimes comuns e de responsabilidade: 

     

    I-Os desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal,

    II-Os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal,

    III-Os dos Tribunais Regionais Federais,

    IV- Dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho,

    V-Os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e

    VI-  Os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais.

  • Entendi nada do enunciado, chutei certo! aff

  • STJ    =  MPU  e TC Municipal

  • a)Comandantes das Forças Armadas federais.

    Compete SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL processar e julgar originariamente, infrações penais comuns e de responsabilidade os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica (...)

     

     b) Integrantes dos Ministérios Públicos estaduais.

    Dispõe a C.F./88 que a competência dos Tribunais será definida na Constituição do Estado. Assim, baseado na Constituição Estadual de MInas Gerais:

    Compete ao TRIBUNAL DE JUSTIÇA, processar e julgar originalmente, crimes comuns e de responsabilidade Membros do Ministério Público.

      

     c)Membros dos Tribunais de Contas dos Estados.

    Compete ao SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, processar e julgar originalmente,

    Crimes Comuns:

    Governadores dos Estados e do Distrito Federal.

    E, Crimes Comuns e de Responsabilidade :

    Desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal;

    Membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal;

    Membros  dos Tribunais Regionais Federais;

    Membros dos Tribunais Regionais Eleitorais;

    Membros dos Tribunais Regionais do Trabalho;

    Membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios; e

    Membros do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais.

     

     d)Prefeitos de municípios com mais de um milhão de habitantes.

    De acordo com Constituição Estadual de MInas Gerais:

    Compete ao TRIBUNAL DE JUSTIÇA, processar e julgar originalmente, crimes comuns e de responsabilidade Prefeitos Municipais.

  • CF/88

    Art. 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça:

    I - processar e julgar, originariamente:

    a) nos crimes comuns, os Governadores dos Estados e do Distrito Federal, e, nestes e nos de responsabilidade, os desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal, os dos Tribunais Regionais Federais, dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho, os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais;

  • De acordo com o art. 105, I, "a", da CF/88, compete ao Superior Tribunal de Justiça processar e julgar, originariamente nos crimes comuns, os Governadores dos Estados e do Distrito Federal, e, nestes e nos de responsabilidade, os desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal, os dos Tribunais Regionais Federais, dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho, os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais. Correta a alternativa C.

     

    RESPOSTA: Letra C


ID
1478563
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Na composição dos Tribunais Regionais Eleitorais são designados magistrados originários da Justiça Federal Comum que podem ser juízes que integram os Tribunais Regionais Federais nos locais de sede desses órgãos ou juízes de primeiro grau. Em qualquer situação, o órgão do Poder Judiciário responsável pela escolha do magistrado federal a integrar a Corte Eleitoral será o:

Alternativas
Comentários
  • Art. 120, § 1º, CF. Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão:

    I - mediante eleição, pelo voto secreto:

    a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de Justiça;

    b) de dois juízes, dentre juízes de direito, escolhidos pelo Tribunal de Justiça;

    II - de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na Capital do Estado ou no Distrito Federal, ou, não havendo, de juiz federal, escolhido, em qualquer caso, pelo Tribunal Regional Federal respectivo;

    III - por nomeação, pelo Presidente da República, de dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.


    GABARITO: A

  • Para acrescer: ""Matéria eleitoral. Organização do Poder Judiciário. Preenchimento de vaga de juiz substituto da classe dos advogados. Regra geral. Art. 94, CF. Prazo de dez anos de exercício da atividade profissional. TRE. Art. 120, § 1º, III, CF. Encaminhamento de Lista Tríplice. A Constituição silenciou-se, tão somente, em relação aos advogados indicados para a Justiça Eleitoral. Nada há, porém, no âmbito dessa justiça, que possa justificar disciplina diferente na espécie. Omissão constitucional que não se converte em ‘silêncio eloquente’.” RMS 24.334, Rel. Min. Gilmar Mendes, julgamento em 31-5- 2005, Segunda Turma, DJ de 26-8-2005.

  • De acordo com o art. 119, § 1º, da CF/88, os Tribunais Regionais Eleitorais serão formados a partir de três mecanismos: I - mediante eleição, pelo voto secreto: a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de Justiça; b) de dois juízes, dentre juízes de direito, escolhidos pelo Tribunal de Justiça; II - de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na Capital do Estado ou no Distrito Federal, ou, não havendo, de juiz federal, escolhido, em qualquer caso, pelo Tribunal Regional Federal respectivo; III - por nomeação, pelo Presidente da República, de dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.

    Portanto, em razão do inciso II acima transcrito, está correta a alternativa A. 

    RESPOSTA: Letra A






  • Os enunciados da questões são tão mal elaborados que é mais dificil entender o que eles querem do que a resposta em si! 

  • GABARITO ALTERNATIVA A

     

    CAPÍTULO III
    DO PODER JUDICIÁRIO

    Seção VI
    DOS TRIBUNAIS E JUÍZES ELEITORAIS

     

    Art. 120. Haverá um TRE na Capital de cada Estado e no DF.

     

     

    § 1º - Os TRE compor-se-ão: 

     

     

    I - mediante eleição, pelo voto secreto:

     

     

    a) de 2 juízes dentre os desembargadores do TJ;

    b) de 2 juízes, dentre juízes de direito, escolhidos pelo TJ;

     

     

    II - de 1 juiz do TRF com sede na Capital do Estado ou no DF, ou, não havendo, de juiz FEDERAL escolhido, em qualquer caso, pelo Tribunal Regional FEDERAL respectivo; 

     

     

    III - por nomeação, pelo Presidente da República, de 2 juízes dentre 6 advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo TJ.

     

  • Art. 120. Haverá um TRE na Capital de cada Estado e no DF.

    § 1º - Os TRE compor-se-ão: 

    I - mediante eleição, pelo voto secreto:

    a) de 2 juízes dentre os desembargadores do TJ;

    b) de 2 juízes, dentre juízes de direito, escolhidos pelo TJ;

    II - de 1 juiz do TRF com sede na Capital do Estado ou no DF, ou, não havendo, de juiz FEDERAL escolhido, em qualquer caso, pelo Tribunal Regional FEDERAL respectivo; 

    III - por nomeação, pelo Presidente da República, de 2 juízes dentre 6 advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo TJ.

  • Art. 120 CF

    TREs (COMPOSIÇÃO) 

    - 2 juízes (dentre os desembargadores do TJ)
    - 2 juízes (dentre os Juízes de Direito - Escolhidos pelo TJ)
    - 1 juiz do TRF (Não havendo, escolhido pelo TRF)
    - 2 juízes (dentre 6 advogados indicados pelo TJ)

  • Art. 120. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de cada Estado e no Distrito Federal.
    II - de 1 juiz do Tribunal Regional Federal com sede na Capital do Estado ou no Distrito Federal, ou, não havendo, de juiz federal, escolhido, em qualquer caso, pelo Tribunal Regional Federal respectivo;
    RESPOSTA [A]

     

    Os enunciados da questões são tão mal elaborados que é mais dificil entender o que eles querem do que a resposta em si!  +2
     

  • COMPOSIÇÃO DO TSE (Mínimo 7)

    STF (dentre esses o Presidente e o Vice);
    2 - STJ (um deles será o corregedor);
    2 Advogados (Indicados pelo STF, em lista 6 sêxtupla, e nomeados pela Presidenta da República).


    COMPOSIÇÃO DO TRE (7 Juízes do TRE)

    2 - Desembargadores do TJ;
    2 - Juízes de Direito (indicados pelo TJ);
    2 - Advogados (indicados pelo TJ, em lista 6 sêxtupla, e nomeados pela Presidenta da República)
    1 - Justiça Federal ( juiz do TRF, indicado pelo TRF, ou meramente juiz Federal, indicado pelo TRF, quando a capital não for sede de TRF).
     

     

  • Pessoal, pode deixar que as bancas irão facilitar a vida dos concurseiros e fazer enunciados da tia maricota para todo mundo passar ...

  • TRF = TRF


ID
1478566
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A Justiça Eleitoral tem uma peculiar organização no texto constitucional federal, sendo uma das ramificações da Justiça da União, embora os Tribunais Regionais Eleitorais tenham coordenação realizada por magistrados que têm origem na Justiça dos Estados e que compõem a presidência e a vice‐presidência desses órgãos. Nos termos da Constituição Federal, são considerados órgãos da Justiça Eleitoral:

Alternativas
Comentários
  • Art. 118. São órgãos da Justiça Eleitoral:

    I - o Tribunal Superior Eleitoral;

    II - os Tribunais Regionais Eleitorais;

    III - os Juízes Eleitorais;

    IV - as Juntas Eleitorais.

  • De acordo com o art. 118, da CF/88, são órgãos da Justiça Eleitoral: I - o Tribunal Superior Eleitoral; II - os Tribunais Regionais Eleitorais; III - os Juízes Eleitorais; IV - as Juntas Eleitorais. Portanto, correta a alternativa A.

    RESPOSTA: Letra A

  • GABARITO ALTERNATIVA A

     

     

    CAPÍTULO III
    DO PODER JUDICIÁRIO

    Seção VI
    DOS TRIBUNAIS E JUÍZES ELEITORAIS

     

     

    Art. 118. São órgãos da Justiça Eleitoral: 

     

     

    I - o TSE;

    II - os TRE;

    III - os Juízes Eleitorais;

    IV - as Juntas Eleitorais.

  • Art. 118. São órgãos da Justiça Eleitoral: 

    I - o TSE;

    II - os TRE;

    III - os Juízes Eleitorais;

    IV - as Juntas Eleitorais.

  • Vamos ao que segue...

     

    Uma pequan explicação sobre a difereneça entre Comarcas e Juntas....

     

    Comarcas – A comarca corresponde ao território em que o juiz de primeiro grau irá exercer sua jurisdição e pode abranger um ou mais municípios, dependendo do número de habitantes e de eleitores, do movimento forense e da extensão territorial dos municípios do estado, entre outros aspectos. Cada comarca, portanto, pode contar com vários juízes ou apenas um, que terá, no caso, todas as competências destinadas ao órgão de primeiro grau.

     

    Juntas Eleitorais

    A Junta Eleitoral (ou Junta Apuradora) é também órgão de primeira instância e será constituída apenas 60 dias antes da eleição, extinguindo-se após o término dos trabalhos de apuração dos votos. Por essa razão, é órgão transitório da Justiça Eleitoral.

     

     

    Espero ter ajudado..

     

    Abraço

  • Banca bem esquisita fala de um jeito muito complicado pra questões super fáceis.

  • ART. 118. SÃO ÓRGÃOS DA JUSTIÇA ELEITORAL:

    I - o Tribunal Superior Eleitoral;
    II - os Tribunais Regionais Eleitorais;
    III - os Juízes Eleitorais;
    IV - as Juntas Eleitorais.

     


    RESPOSTA [A]

  • Fico pensando nas 62 pessoas que marcaram a letra c. Deve ser sono shuashuashuashua

  • TTJJ TTJJ TTJJ TTJJ TTJJ TTJJ TTJJ art.118 CF  repete repete repete TTJJ TTJJ TTJJ TTJJ TTJJ TTJJ 

  • Autor: Priscila Pivatto , Pesquisadora - Projeto História do Parlamento Inglês, Mestra em Direito Constitucional (PUC-Rio) e Doutora em Direito Constitucional (USP/Universidade de Florença)

    De acordo com o art. 118, da CF/88, são órgãos da Justiça Eleitoral: I - o Tribunal Superior Eleitoral; II - os Tribunais Regionais Eleitorais; III - os Juízes Eleitorais; IV - as Juntas Eleitorais. Portanto, correta a alternativa A.

    RESPOSTA: Letra A

  • Art. 118. São órgãos da Justiça Eleitoral:

    I - o Tribunal Superior Eleitoral;

    II - os Tribunais Regionais Eleitorais;

    III - os Juízes Eleitorais;

    IV - as Juntas Eleitorais.


ID
1478569
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O princípio da legalidade constitui um dos pilares do Estado Democrático de Direito estabelecendo um claro limite para a atuação do administrador público. Nessa trilha, é correto afirmar que a lei na administração pública é

Alternativas
Comentários
  • Alguem me explica, por favor?

  • Assim, só enfeitaram:

    A administração pública está fechada, e só pode fazer algo em virtude de lei. 
    Já o particular está aberto, mas pode ser restringido em virtude de lei. 

    lei na adm. púb. é: comando normativo autorizativo. A. 

  • A lei, na Administração Pública, equivale a fazer tudo o que estiver autorizado por lei, ou seja, a lei vai reger o agir do agente. A letra B está incorreta, pois afirma que o indivíduo terá vontade livre e, na verdade, o indivíduo está regulado pela lei em caráter normativo; A letra C está incorreta, pois afirma que há um vazio, uma ausência, ou seja, uma lacuna que será preenchida de forma forçada, autoritária. A letra D está incorreta, pois afirma que a lei na administração pública é desnecessária, um verdadeiro absurdo, pois o agir na administração pública deve ter respaldo em lei, inclusive os próprios atos administrativos se justificam pela existência da norma.

  • B) Exercício da vontade individual. (Errado)
    A lei implicitamente, ou seja, não está expressa na constituição, por exemplo, diz que a supremacia do interesse público é indisponível. Não existe espaço na administração pública para suprir desejos e ou necessidades individuais.

    C) Autoritário (Errado)
    Nosso regime político é democrático, não há espaço para autoritariedade, o interesse do coletivo sempre esta acima.

    D) Desnecessária diante da existência de atos administrativos (Errado)
    A administração pública é limitada a lei, ou seja, o administrador público só pode fazer o que está previsto em lei. Isto significa que existe extrema necessidade de leis para a existência de atos administrativos.

  • Previsão: artigo 5º, artigo 37, caput, artigo 84, IV, artigo 150 da CF


    Diz HELY LOPES MEIRELLES: “Na Administração Pública não há liberdade nem vontade pessoal. Enquanto na administração particular é lícito fazer tudo o que a lei não proíbe, na Administração Pública só é permitido fazer o que a lei autoriza (COMANDO NORMATIVO AUTORIZATIVO). A lei para o particular significa ‘pode fazer assim’; para o administrador público significa ‘deve fazer assim’”.


    SEABRA FAGUNDES - Administrar é aplicar a lei de ofício


    Legalidade não é sinônimo de reserva de lei. Reserva de Lei é escolha da espécie normativa. Ex.: para a matéria “Y”, admite-se, somente, Lei Complementar



  • Gabarito: Letra A.

    A administração não tem vontade autônoma, estando adstrita à lei. É necessária a existência de uma lei que imponha ou autorize determinada atuação administrativa.


    A legalidade traduz a ideia de que a administração pública somente tem possibilidade de atuar quando exista lei que o determine (atuação vinculada) ou autorize (atuação discricionária), devendo obedecer estritamente ao estipulado na lei, ou, sendo discricionária a atuação, observar os termos, condições e limites autorizados na lei.


    Em suma, a administração, além de não poder atuar contra a lei ou além da lei, somente pode agir segundo a lei – secundum legem. Os atos eventualmente praticados em desobediência a este parâmetro são atos inválidos e podem ter sua invalidade decretada pela própria administração que os haja editado ou pelo poder judiciário.


  • Administração só faz o que a lei manda ou autorize.

  • A título de complementação, quanto à letra A, a legalidade, enquanto comando normativo autorizativo, é também conhecida como legalidade estrita, já que na AP só é permitido o que a lei permitir.

  • Gabarito: Letra A 


    Princípio da legalidade (no direito privado): é permitido fazer tudo, contanto que não se contrarie a lei. Aqui há o enfoque de não contradição à lei. O particular pode tudo, só não pode contrariar a lei.


    Princípio da legalidade (no direito público): o administrador público é um gestor da coisa pública e, como tal, só pode fazer o que a lei determina. Aqui há o enfoque de subordinação à lei. 


    Legalidade: na atividade particular tudo o que não está proibido é permitido; na Administração Pública tudo o que não está permitido é proibido. O administrador está regidamente preso à lei e sua atuação deve ser confrontada com a lei.


    Visite: http://concurseironinjaa.wix.com/concurseironinja

    Bons estudos!

    Concurseiro Ninja



  • Esta prova foi a mais fácil de TRE já aplicada em 15 anos. 

  • O princípio da legalidade (CF/88, art. 37, caput), aplicado à Administração Pública, significa que sua atuação somente é legítima se houver lei determinando ou, ao menos, autorizando seu proceder. Dito de outro modo, na ausência de lei, o comportamento é vedado à Administração, ao contrário do que ocorre em relação aos particulares (CF/88, art. 5º, II), para os quais tudo o que não for expressamente vedado é, por conseguinte, permitido.


    Está correto, portanto, afirmar que, para a Administração Pública, a lei constitui um comando normativo autorizativo. Afinal, é através da lei que a Administração está autorizada a atuar, a agir, a adotar os comportamentos tendentes a atingir o interesse público.


    A opção "a", portanto, é a única correta.


    Vejamos as demais alternativas:


    b) Errado: não existe vontade individual, no plano da Administração, e sim, sempre, vontade da lei.


    c) Errado: as lacunas legais não são passíveis de preenchimento mediante atos autoritários, conceito este que, a meu sentir, aproxima-se do de atos arbitrários, vale dizer, ilegais, ilegítimos. Ademais, na ausência de normas, o comportamento é vedado, à luz do princípio da legalidade.


    d) Errado: a lei é sempre necessária. Sem ela, como visto, não é legítima a prática de atos administrativos.


    Resposta: A

  • verdade oh!!! CONSUPLAN fez uma prova ridícula de fácil.


  • Princípio de legalidade
    Os atos praticados deverão observar a lei e aos princípios.
    Art2 p único, inciso I da lei 9784/99.
     

    obs:. observar X Praticar

  • Depois que vi um vídeo exemplificando nunca mais esqueci. 

    Princípio da legalidade (no direito privado)Posso andar nú em minha casa? A lei que proiba isso? NÂO! Se não há lei que proiba, na teoria posso fazer (observados o respeito, bom senso, etc). 

    Princípio da legalidade (no direito público): É como se fosse um programa de computador ou robô. Só faço o que o programa enviar ou mandar fazer. 

  • Autorizativa = secundum legem!

  • Autor: Rafael Pereira , Juiz Federal - TRF da 2ª Região

    O princípio da legalidade (CF/88, art. 37, caput), aplicado à Administração Pública, significa que sua atuação somente é legítima se houver lei determinando ou, ao menos, autorizando seu proceder. Dito de outro modo, na ausência de lei, o comportamento é vedado à Administração, ao contrário do que ocorre em relação aos particulares (CF/88, art. 5º, II), para os quais tudo o que não for expressamente vedado é, por conseguinte, permitido.

     

    Está correto, portanto, afirmar que, para a Administração Pública, a lei constitui um comando normativo autorizativo. Afinal, é através da lei que a Administração está autorizada a atuar, a agir, a adotar os comportamentos tendentes a atingir o interesse público.

     

    A opção "a", portanto, é a única correta.

     

    Vejamos as demais alternativas:

     

    b) Errado: não existe vontade individual, no plano da Administração, e sim, sempre, vontade da lei.

     

    c) Errado: as lacunas legais não são passíveis de preenchimento mediante atos autoritários, conceito este que, a meu sentir, aproxima-se do de atos arbitrários, vale dizer, ilegais, ilegítimos. Ademais, na ausência de normas, o comportamento é vedado, à luz do princípio da legalidade.

     

    d) Errado: a lei é sempre necessária. Sem ela, como visto, não é legítima a prática de atos administrativos.

     

    Resposta: A

  • O Administrador Público só pode fazer oque esta na lei e nada mais. E as outras alternativas os erros estão escancarados é uma questão feita pra ninguem errar

  • O Agente público tem seus atos limitados às Leis.
     

    Para os particulares vale o art. 5º, inciso II, CF que expõe “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”

  • A lei, no Direito Administrativo, tem um aspecto muito mais impositivo que autorizativo. É verdade que ela também autoriza o agente à prática do ato, quando ele tem poder de escolha (discricionariedade), mas não se trata da regra. Coisas da vida...estamos falando é da Consulplan...


ID
1478572
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Os mais modernos postulados da gestão administrativa, tanto no setor privado quanto no âmbito dos órgãos públicos, determinam que os atos administrativos observem os padrões usuais de moralidade que estão indissociavelmente vinculados a critérios de escolha pautados pela

Alternativas
Comentários
  • GAB A. FALOU EM MORAL teremos a ÉTICA.

  • O princípio da moralidade está previsto expressamente no artigo 37, caput, da Constituição Federal de 1988, impondo que agentes públicos e particulares que se relacionem com a Administração Pública atuem com honestidade, boa-fé e lealdade, respeitando a isonomia e demais preceitos éticos. Sem sombra de dúvidas, os atos administrativos devem observar padrões usuais de moralidade que estão indissociavelmente vinculados a critérios de escolha pautados pela ética.

  • to ficando fera. acertei .. 

  • Segue o baile !

  • para não zerar... hahaha

  • Gabarito: Letra A 


    Princípio da moralidade: moralidade é honestidade e o agente público deve ser honesto em suas condutas. O agente público deve agir com coerência na realização de suas atividades administrativas. 


    Moralidade comum: refere-se àquela moralidade que é aceita por toda a sociedade. É a moralidade do povo e o senso que este tem sobre o que é moral e o que é imoral. 


    Moral administrativa: é aquela que o administrador deve ter no exercício de suas atividades administrativas. O administrador que agir com imoralidade sofrerá sanções previstas na Lei 8.429 de 1992 (Lei de Improbidade Administrativa). Imoralidade administrativa consequentemente significa improbidade administrativa. Exemplo de imoralidade administrativa: nepotismo – nomeação de parentes para ocupar cargos comissionados (proibido somente em situações específicas – cônjuge, companheiro e parentes até o 3º grau). 


    Visite: http://concurseironinjaa.wix.com/concurseironinja

    Bons estudos!

    Concurseiro Ninja


  • O princípio da moralidade revela-se intimamente ligado à ideia de honestidade, de probidade administrativa, de ética. Na linha do exposto, confira-se a seguinte lição de José dos Santos Carvalho Filho:


    "O princípio da moralidade impõe que o administrador público não dispense os preceitos éticos que devem estar presentes em sua conduta." (Manual de Direito Administrativo, 26ª edição, 2013, p. 21)

    Daí se extrai que a opção "a" é a correta.


    Resposta: A 
  • Essa Consulplan  é uma mãe :P

  • MORALIDADE

     

     

    Nesse sentido,  Hely Lopes Meirelles declara que “o agente administrativo, como ser humano dotado de capacidade de atuar, deve, necessariamente, distinguir o Bem do Mal, o Honesto do Desonesto. E ao atuar, não poderá desprezar o elemento ético da sua conduta. Assim, não terá que decidir somente entre o legal e o ilegal, o justo do injusto, o conveniente e o inconveniente, o oportuno e o inoportuno, mas também entre o honesto e o desonesto.” (MEIRELLES, 2012, pág. 90).

     

     

    Em resumo, sempre que em matéria administrativa se verificar que o comportamento da Administração ou do administrado que com ela se relaciona juridicamente, embora em consonância com a lei, ofende a moral, os bons costumes, as regras de boa administração, os princípios de justiça e de equidade, a ideia comum de honestidade, estará havendo ofensa ao princípio da moralidade administrativa.

     

     

    A Lei nº 9784/99 prevê o princípio da moralidade no artigo 2º, caput, como

    um dos princípios a que se obriga a Administração Pública; e, no parágrafo único, inciso N, exige "atuação segundo padrões éticos de probidade, decoro e boa-fé'', com referência evidente aos principais aspectos da moralidade administrativa.

     

     

     

    " Se tem um sonho...,treine sua mente para protegê-lo "

  • ... uma mãe má, porque isso não ajuda em nada quem estudou de verdade

  • In Love Consulplan

  • Se TRF for assim, não vamos poder errar nenhuma questão viu.. prova ridícula essa do TRE! Muito ruim pra quem estudou, porque muitas das questões a pessoa resolve só com bom senso oO

  • Gabarito: letra "A"

    Resposta no próprio enunciado. O que seria pautado na moralidade mais que a própria ética??

  • Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:  (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

  • A prova se torna fácil pra quem ja esta na batida estudando ,pra quem inicia os  tem muitas dúvidas ,e o mais engraçado que as pessoas ficam aqui reclamando que tudo é fácil chega na hora da prova erram as questões .Sejam humildes em seus comentários ,da arrogância vem a destruição!

  • Engraçado que o próprio Eduardo Gabriel vive comentando que as questões sáo fáceis...

  • Não se enganem.... a Consulplan costuma dar com uma mão e tirar com a outra. Principalmente em RLM

  • Atualmente, a nossa carta magna deu à Moral status de princípio constitucional da Administração Pública. Isso demonstra toda a preocupação ética do nosso constituinte.

    Ou seja, para serem válidos, os atos administrativos não devem observar apenas critérios objetivos de legalidade e eficiência, mas também o da moralidade pública.

    Segundo o jurista Hely Lopes Meirelles “o agente administrativo, como ser humano dotado de capacidade de atuar, deve, necessariamente, distinguir o Bem do Mal, o Honesto do Desonesto. E ao atuar, não poderá desprezar o elemento ético da sua conduta. Assim, não terá que decidir somente entre o legal e o ilegal, o justo do injusto, o conveniente e o inconveniente, o oportuno e o inoportuno, mas também entre o honesto e o desonesto.” (MEIRELLES, 2012).

    Resposta: A


ID
1478575
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O ato administrativo é uma espécie de ato jurídico e possui alguns requisitos dentre os quais a competência do agente público para praticar o ato. Nesse tópico, havendo autorização legal, com o intuito de efetuar revisão do ato proferido pela autoridade originária, será possível aplicar a denominada

Alternativas
Comentários
  • Ato ou efeito de atrair para si a competência para cumprir determinado ato atribuído a um funcionário ou órgão hierarquicamente inferior, ou seja, trazer pra si, revisar um ato praticado por outrem.

    LETRA B



  • Art. 15. Será permitida, em caráter excepcional e por motivos relevantes devidamente justificados , a avocação temporária de competência atribuída a órgão hierarquicamente inferior .

  • GABARITO- B  -AVOCAR - chamar para si, a responsabilidade de solver assuntos os quais são inerentes à função do subordinado. 

  • Esta questão se relaciona com os ELEMENTOS do ato, mais especificadamente, com o elemento COMPETÊNCIA. Competência é a prerrogativa para a edição de um ato. Segundo ZANELLA, para que o ato seja considerado válido, o agente deve, além de competente, ser capaz, nos termos da lei civil.


    Decorre sempre da lei, não podendo o próprio órgão estabelecer, por si, as suas atribuições, embora no plano federal, como ensina MARIA SYLVIA, possa ser estabelecida por Decreto. Vale lembrar a feliz imagem formulada pelo Ilustre CAIO TÁCITO: “A regra de competência não é um cheque em branco”. Pode ser objeto de delegação ou de avocação, desde que não se trate de competência conferida a determinado órgão ou agente, com exclusividade, pela lei.


    É inderrogável, seja pela vontade da Administração, seja por acordo com terceiros; isto porque a competência é conferida em benefício do interesse público. Por essa característica, a competência não pode ser transferida; 


  • Avocar: chamar para si

  • Okay, que é avocação, mas e os outros, há alguma relação com o direito administrativo?


  • "Avocar” significa chamar a si uma responsabilidade, atribuir-se um direito. No âmbito judiciário, a avocação significa a instauração de um processo contra um ato administrativo cometido.

  • por favor solicitem comentário do professor

  • Essa e fácil avocar....acertei?

  • Achei essa questão mal elaborada. Enunciado vago. Por sorte falou da palavra-chave competência, daí ficou fácil fazer a associaçao visto que as demais proposições fugia do assunto. Mas vale o alerta para as bancas serem mais precisas no enunciados.

  • Delegação = regra

    Avocação = exceção (apenas se houver lei autorizando)

  • Pense assim:

    QUANDO EU CHAMO A DEUS - INVOCO SUA PRESENÇA

    por conseguinte, se Ele me chama - ele avoca-me

    parece tolo, mas muito me auxilia.

  • Avocar é revisar o ato proferido? Se o ato já foi proferido, como avocar um ato já realizado? Não deveria ser anterior a avocação!?!?

  • Não consegui entender a questão. Na verdade estou perplexo quando a mesma relaciona avocação com controle de ato administrativo (já concretizado). Avocação seria o ato de uma autoridade superior requerer para si temporária e excepcionalmente o exercício de atribuições da titularidade de um subordinado. Mas controle...dúvidas, muitas dúvidas.

  • aqui não tem só alunos de direito, por favor vamos ser mais objetivos nas respostas, em vez de de ficar montando teses em cima das respostas!!!! E as outras assertivas pq estão erradas? 

  • Em se tratando de "revisão" de ato praticado por outro agente público, está implícita a ideia de que a autoridade revisora é hierarquicamente superior àquela que praticou o ato a ser revisado. Afinal, não faria qualquer sentido supor que um subordinado pudesse revisar ato de seu superior, seja para revogá-lo, por razões de conveniência e oportunidade, seja para anulá-lo, se houvesse vícios de legalidade, seja, ainda, para convalidá-lo, em havendo vícios sanáveis e preenchidos os demais requisitos legais.

      Pois bem, firmada a premissa de que se está diante de hipótese que pressupõe que a autoridade revisora seja hierarquicamente superior à prolatora do ato, o único instituto que legitimaria tal proceder, dentre as opções oferecidas, especialmente se o objetivo consistia em revisar ato de subordinado, o que implica, transitoriamente, o exercício de sua competência, seria a avocação (Lei 9.784/99, art. 15).  

    Resposta: B 
  • Vinicius , A questão em si é tranquila , mas já percebi isso que vc comentou em outras  sobre as pessoas que tentam montar tese , e se possível assemelha-se com doutrinadores , kkk, também não sou da área de diteiro e estou aqui para aprender , já em exercícios de informática , que é a minha praia , procuro comentar de modo sucinto, sem muito bla bla bla 

  • Autor: Rafael Pereira , Juiz Federal - TRF da 2ª Região, Professor do qconcursos.

    Em se tratando de "revisão" de ato praticado por outro agente público, está implícita a ideia de que a autoridade revisora é hierarquicamente superior àquela que praticou o ato a ser revisado. Afinal, não faria qualquer sentido supor que um subordinado pudesse revisar ato de seu superior, seja para revogá-lo, por razões de conveniência e oportunidade, seja para anulá-lo, se houvesse vícios de legalidade, seja, ainda, para convalidá-lo, em havendo vícios sanáveis e preenchidos os demais requisitos legais. 

      Pois bem, firmada a premissa de que se está diante de hipótese que pressupõe que a autoridade revisora seja hierarquicamente superior à prolatora do ato, o único instituto que legitimaria tal proceder, dentre as opções oferecidas, especialmente se o objetivo consistia em revisar ato de subordinado, o que implica, transitoriamente, o exercício de sua competência, seria a avocação (Lei 9.784/99, art. 15).  

    Resposta: B 

    Bons estudos galera! =)

  • Quando uma autoridade delega uma competência sua para um subordinado ou outro órgão, o subordinado ou o órgão leva consigo o ônus de responder por seus atos  Apesar disso, a autoridade delegante não perde seu "poder" de revisar o ato desse subordinado (agente delegante não transfere a competência, mas apenas a amplia, se mantendo competente após a delegação juntamente com o agente delegado.). Como houve delegação anterior de competência, o delegante precisa avocar essa competência do subordinado para poder fazer essa revisão de forma legal.

     

    Lei 784 - Art. 15 . Será permitida, em caráter excepcional e por motivos relevantes devidamente justificados, a avocação temporária de competência atribuída a órgão hierarquicamente inferior.

  • Completando a colega Lorena Boone

    Não será possível se for competência excluiva.

  • Comentário perfeito do Professor. Sem mais.

  • Que questãozinha bagaceira hein?! Ao meu ver a banca peca na premissa.

     

    O enunciado da a entender uma revisão/uma autotutela, avocação é outra coisa;o art. 15 da Lei n. 9.784/99 permite que a autoridade hierarquicamente superior chame para si a competência de um órgão ou agente subordinado. Esse movimento centrípeto é a chamada avocação de competência, medida excepcional e temporária pela qual determinada competência administrativa é convocada pela autoridade superior.

  • Questão mal feita e mal explicada! "Efetuar revisão do ato proferido" não nos leva a imaginar que a Banca está se referindo à evocação que é quando o orgão superior "puxa" para si a competência do orgão inferior de maneira temporaria e excepcional, ou seja, não se refere à revisão de nada! 

  • Forçou e muito a barra!

  • ATENÇÃO:

                                 -    AVOCAÇÃO     -        CARÁTER EXTRAORDINÁRIO  ( NECESSITA HIERARQUIA)

     

                                -   DELEGAÇÃO PODE OCORRER FORA DA ESTRUTURA HIERÁRQUICA

     

                                       UM ÓRGÃO PODE DELEGAR  a OUTRO ORGÃO DIFERENTE, MESMO SE NÃO FOR HIERARQUICAMENTE SUBORDINADO,    SALVO    os casos  do   CENOURA (Art. 13) 

     OBS.:   O ato de delegação É REVOGÁVEL a qualquer tempo pela autoridade DELEGANTE.

     

     

    Q437987

     

    -   A COMPETÊNCIA É IRRENUNCIÁVEL, SALVO NA DELEGAÇÃO e  AVOCAÇÃO    (podem delegar)

     

  • Questão mal elaborada! Compreendo a questão, mas não concordo. Embora se pense que quem faz a revisão seja orgão hierarquicamente superior. Não se trata do instituto da avocação, pois nessa o orgão superior chama para si a tomada da decisão. Quando falamos em revisão, o termo correto seria a remessa. Por exemplo: os autos foram remetidos ao colendo tribunal... Pois assim se dá em todas as esferar revisonais do judiciário, embora no âmbito administrativo seja diferente, deveria ser utilizado da mesma forma. 

  • Essa Consulplan é um lixo.......TRF/2 vai ser um bingão pelo jeito.

  • Concordo com o Bruno Holmes, se a Consulplan seguir nessa toada, o TRF2 será um bingão...

    Taí uma questão que vc responde "a menos errada"... 

    Ao amigo concurseiro Nery, entendo seu ponto de vista, mas "remessa" também não está plenamente correta, ao meu ver.

    Sabe, remessa é apenas o porte, o envio. Talvez "reexame", tal qual o conhecidíssimo reexame necessário, se encaixaria melhor...

    Também, não será avocação, eis que esta é faculdade do superior em trazer para sí o julgamento do assunto, não a revisão do julgado.

    Intervenção e plausibilidade nem mesmo merecem comentários...

  • Autor: Rafael Pereira , Juiz Federal - TRF da 2ª Região

     

     

    Em se tratando de "revisão" de ato praticado por outro agente público, está implícita a ideia de que a autoridade revisora é hierarquicamente superior àquela que praticou o ato a ser revisado. Afinal, não faria qualquer sentido supor que um subordinado pudesse revisar ato de seu superior, seja para revogá-lo, por razões de conveniência e oportunidade, seja para anulá-lo, se houvesse vícios de legalidade, seja, ainda, para convalidá-lo, em havendo vícios sanáveis e preenchidos os demais requisitos legais.

     

     



      Pois bem, firmada a premissa de que se está diante de hipótese que pressupõe que a autoridade revisora seja hierarquicamente superior à prolatora do ato, o único instituto que legitimaria tal proceder, dentre as opções oferecidas, especialmente se o objetivo consistia em revisar ato de subordinado, o que implica, transitoriamente, o exercício de sua competência, seria a avocação (Lei 9.784/99, art. 15).  

    Resposta: B 

  • eu só conhecia avocaçao dai...achei q nao era ela a resposta pq avocar é trazer pra si uma competencia de alguem abaixo..nao rever algo...

    Mas é avocar sim


    Gab B

  • pense assim :

     

    Chamei responsabilidade para mim para fazer revisão - avoquei 

    Eu deleguei e farei a revisão - avoquei 

  • Quando um superior da administração "chama" o ato para si com o intuito de revisar o mesmo denomina-se avoção. Esse decorre do poder hierárquico.


ID
1478578
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

No âmbito da administração pública existe a prática de vários atos que são objetos de classificação pelos estudiosos.
Nesse âmbito constam os denominados atos de império que compõem a classificação de acordo com o seu

Alternativas
Comentários
  • Quanto ao objeto:

    atos de império: praticados pela Administração em posição de superioridade diante do particular. Exemplos: desapropriação, multa, interdição de atividade.

    atos de gestão: expedidos pela Administração em posição de igualdade perante o particular, sem usar de sua supremacia e regidos pelo direito privado. Exemplos: locação de imóvel, alienação de bens públicos;

    atos de expediente: dão andamento a processos administrativos. São atos de rotina interna praticados por agentes subalternos sem competência decisória. Exemplo: numeração dos autos do processo.


    fonte: Manual de Direito Administrativo, Alexandre Mazza

  • Aqui a banca quis aprofundar mais o conhecimento do candidato, pois nesse sentido temos três doutrinadores consagrados que pensam de maneiras diferentes quanto a classificação, a saber:

    Hely Lopes Meirelles (quanto ao Objeto) 

    ATOS DE IMPÉRIO – aquele que a administração prática no gozo de suas prerrogativas em posição de supremacia perante ao administrado.

    Maria Sylvia Z. Di Pietro (quanto às Prerrogativas) 

    ATOS DE IMPÉRIO - aquele que a administração pratica no gozo de suas prerrogativas em posição de supremacia perante ao administrado. 

    Celso Antonio Bandeira de Mello (quanto à Posição Jurídica)

    ATOS DE IMPÉRIO – são os que a administração pratica no gozo de prerrogativas de autoridade.


  • Complementando as respostas dos colegas:

    a) Quanto ao objeto: atos de império, de gestão ou de expediente;

    b) Quanto ao alcance: atos externos ou internos;

    c) Quanto ao destinatário: atos gerais ou individuais;

    d) Quanto ao regramento: atos vinculados ou discricionários.
  • Classificação dos Atos : 

    1- Liberdade: Discricionários ou vinculados 
    2- Objeto : Império, gestão, expediente.
    3- Destinatário: Gerais e individuais
    4- Vontade : Unilateral e bilateral 
    5- alcance : Externo e interno
    6- Efeitos:  Constitutivos e declaratórios 
    7- formação : simples, complexo, composto
    8- Quanto aos resultados: Restritivos e ampliativos
  • 1- Liberdade ou Regramento: Discricionários ou vinculados 
    2- Objeto, Prerrogativa ou posição jurídica : Império, gestão, expediente.
    3- Destinatário: Gerais e individuais
    4- Vontade : Unilateral e bilateral 
    5- alcance : Externo e interno
    6- Efeitos:  Constitutivos e declaratórios 
    7- formação de Vontade: simples, complexo, composto
    8- Quanto aos resultados: Restritivos e ampliativos

  • 1- Liberdade ou Regramento: Discricionários ou vinculados 
    2- Objeto, Prerrogativa ou posição jurídica : Império, gestão, expediente.
    3- Destinatário: Gerais e individuais
    4- Vontade : Unilateral e bilateral 
    5- alcance : Externo e interno
    6- Efeitos ou Natureza dos Efeitos:  Constitutivos, enunciativos e declaratórios 
    7- formação de Vontade: simples, complexo, composto
    8- Quanto aos resultados: Restritivos e ampliativo 

    9- Ciclo de Formação: Perfeitos, imperfeitos, pendentes e consumados

    10- Produção de efeitos: Eficazes e ineficazes

    11- Conformidade com o ordenamento jurídico: Válidos e inválidos


  • Simplesmente incrível!!!!! Li 3 livros de D. Administrativo e nunca me deparei com estas classificações apresentadas (ex.: quanto ao objeto o ato ser classificado como de império). Conheço muitas classificações, por exemplo, quanto às prerrogativas (segundo José dos Santos Carvalho Filho) podem ser Atos de império e atos de gestão. Segundo o professor Cláudio José, que apenas escrevendo de forma diferente diz a mesma coisa, o ato administrativo pode ser classificado quanto às prerrogativas com que atua a Administração, sem classificados em atos de império e atos de gestão... Enfim, posso ter errado por estudar através de doutrinadores do Estado do Rio de Janeiro, mesmo assim fiquei surpreso, pois geralmente os doutrinadores fazem pelo menos uma breve menção aos colegas e os Doutrinadores supracitados são muito conhecidos aqui... De qualquer forma, vivendo e aprendendo!!!

  • Atos de império (autoridade) são atos unilaterais em que a administração pratica usando de sua supremacia sobre o administrado ou servidor, sendo de atendimento obrigatório. E diz respeito ao objeto!

  • Livro de Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo tem isso!

  • Normalmente, ao se referirem aos atos de império, em contraposição aos atos de gestão, os doutrinadores afirmam que tal critério de classificação é baseado nas prerrogativas de que dispõe a Administração Pública. Fala-se, assim, em classificação dos atos administrativos quanto "às prerrogativas com que atua a Administração", como ensina, por exemplo, Maria Sylvia Di Pietro (Direito Administrativo, 26ª edição, 2013, p. 227). No mesmo sentido, é a doutrina de José dos Santos Carvalho Filho (Manual de Direito Administrativo, 26ª edição, 2013, p. 130).


    O pior, contudo, reside no fato de que, a meu sentir, há duas opções corretas. Na letra "a", é verdade que o "objeto", assim entendido como o conteúdo material do ato, pode sim constituir mecanismo de identificação dos atos de império, em comparação aos atos de gestão. Nos atos praticados com base no exercício do poder de polícia, por exemplo, fica muito claro, a partir de seus objetos (imposição de uma multa, instituição de uma obrigação de fazer ou não fazer, fiscalizações, etc), que se cuida de atos de império, porquanto dotados dos atributos da imperatividade e da autoexecutoriedade. O mesmo não se dá, por exemplo, na permissão de uso de bem público, cujo objeto (que é a própria permissão de uso) não apresenta tais atributos. Trata-se de ato de gestão.


    Todavia, a letra"d", regramento, também me parece correta. Com efeito, a disciplina dos atos de império é mesmo diferente daquela atinente aos atos de gestão, o que deriva, precisamente, da incidência, ou não, dos atributos de autoexecutoriedade e imperatividade, presentes apenas nos atos de império.


    Ora, regramento e disciplina podem ser tidos como sinônimos. Em suma, o regime jurídico (regramento, disciplina normativa e afins) dos atos de império é diverso daquele aplicável aos atos de gestão. Nos atos de império, incidem, precipuamente, regras de Direito Público. Nos de gestão, a aplicação precípua é de normas de Direito Privado.


    De tal forma, entendo que a presente questão mereceria anulação, porquanto possui duas alternativas corretas: letras "a" e "d"


    Nada obstante, resposta oficial da Banca: A

  • 1.QUANTO ÀS PRERROGATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA:

    Quanto as prerrogativas, estes atos, também são conhecidos quanto ao seu OBJETO ou POSIÇÃO ESTATAL.

    a) Atos Administrativos de Império;

    Os atos de  império,  também  chamados  “atos  de  autoridade”,  são  aqueles  que  a administração impõe coercitivamente aos administrados, criando para eles obrigações ou restrições, de forma unilateral e independentemente de sua anuência. Têm como fundamento o princípio da supremacia do interesse público; sua prática configura manifestação do denominado “poder extroverso” ou “poder de império”.

    Tais atos são praticados de ofício (exofficio) pela administração, isto é, sem que tenhamsido requeridos ou solicitados pelo administrado. Sua observância é obrigatóriapara seus destinatários.

    Exemplos: a) a desapropriação de um bem privado; b) a interdição de um estabelecimento comercial; c) a apreensão de mercadorias; d) a imposição de multas administrativas etc.



  • ?????? e de novo ????????

  • Banca fdp... Tenho em meus materiais que atos de império estão dentro das prerrogativas. Não acertaria nunca essa questão.

  • Normalmente, ao se referirem aos atos de império, em contraposição aos atos de gestão, os doutrinadores afirmam que tal critério de classificação é baseado nas prerrogativas de que dispõe a Administração Pública. Fala-se, assim, em classificação dos atos administrativos quanto "às prerrogativas com que atua a Administração", como ensina, por exemplo, Maria Sylvia Di Pietro (Direito Administrativo, 26ª edição, 2013, p. 227). No mesmo sentido, é a doutrina de José dos Santos Carvalho Filho (Manual de Direito Administrativo, 26ª edição, 2013, p. 130).

     

    O pior, contudo, reside no fato de que, a meu sentir, há duas opções corretas. Na letra "a", é verdade que o "objeto", assim entendido como o conteúdo material do ato, pode sim constituir mecanismo de identificação dos atos de império, em comparação aos atos de gestão. Nos atos praticados com base no exercício do poder de polícia, por exemplo, fica muito claro, a partir de seus objetos (imposição de uma multa, instituição de uma obrigação de fazer ou não fazer, fiscalizações, etc), que se cuida de atos de império, porquanto dotados dos atributos da imperatividade e da autoexecutoriedade. O mesmo não se dá, por exemplo, na permissão de uso de bem público, cujo objeto (que é a própria permissão de uso) não apresenta tais atributos. Trata-se de ato de gestão.

     

    Todavia, a letra"d", regramento, também me parece correta. Com efeito, a disciplina dos atos de império é mesmo diferente daquela atinente aos atos de gestão, o que deriva, precisamente, da incidência, ou não, dos atributos de autoexecutoriedade e imperatividade, presentes apenas nos atos de império.

     

    Ora, regramento e disciplina podem ser tidos como sinônimos. Em suma, o regime jurídico (regramento, disciplina normativa e afins) dos atos de império é diverso daquele aplicável aos atos de gestão. Nos atos de império, incidem, precipuamente, regras de Direito Público. Nos de gestão, a aplicação precípua é de normas de Direito Privado.

     

    De tal forma, entendo que a presente questão mereceria anulação, porquanto possui duas alternativas corretas: letras "a" e "d"

     

    Nada obstante, resposta oficial da Banca: A

     

    Fonte:QC

  • Classificação única e exclusiva do examinador da banca. Nenhum administrativista renomado classifica o ato administrativo em relação ao objeto como atos de império e de gestão.
  • Acertei a questão porque raciocinei da seguinte forma:

     

    Quando a Administração Pública reboca um veículo parado em local proibido, que ato ela está praticando? IMPÉRIO, pois o OBJETO (rebocamento) é que faz com que seja classificado o ato praticado pela Adm. Pública.

  • Resposta Correta :  A

     

    Da classificação dos atos administrativos: Primeiramente, podemos chamá-los de: FEDERACO

     

    F ormação > que se divide em 3: Simples (ato unipessoal); Complexo (dois atos no mesmo sentido. Uma única vontade) e Composto ( 2 atos, o primeiro depende da aprovação do segunda. ex; ratificação de competência);

     

    E ficácia > que se divide em 3: Válido (observou os requisitos COFIFOMOB); Nulo/Inválido ( possui um vício ou falta um requisito COFIFOMOB) e Inexistente ( parece mais não é, não preencche nenhum requisito COFIFOMOB);

     

    D estinatários > que se divide em 2: Geral ( indeterminado número de pessoas) e Especial (indíviduos determinados. ex: nomeação)

     

    E xequibilidade > que se divide em 4: Ato perfeito ( está surtindo efeitos), Ato imperfeito (falta uma publicação ou assinatura), Ato pendente (você tem a licença, mas o local está em obra) e Consumado ( é aquele que já exauriu seus efeitos)

     

    R egramento > que se divide em 2: Ato Vinculado (possui os requisitos de válidade previsto em lei) e Ato Discricionário (certa margem de escolha para ADM PÚBLICA).

     

    A lcance > que se divide em 2: Internos ( efeitos no âmbito da própria ADM P.) e Externo ( busca alcançar os administrados)

     

    C onteúdo > que se divide em 6: Constitutivo ( cria uma nova situação jurídica), Extintivo (põe termo a uma situação jurídica), Modificativo (altera uma situação já existente, sem proovocar supressão se não passa a ser extintiva), Declarativa ( reconhece uma situação jurídica), Alienativa (opera transferência de bens para outro titular) e Abdicativa (renunciar ou abrir mão para outro titular, porém deve haver lei ou autorização nesse sentido).

     

    O bjeto > que se divide em 3: Atos de Império ( supremacia do interesse), Atos de gestão ( tratar os administrados sob pé de igualdade) e Atos de Expediente (rotineiros, recebimento de processo).

     

    FOCO, FORÇA E FÉ.................

  • ATO ABLATIVO:          ATO EM QUE HÁ RESTRIÇÕES DE DIREITOS.    Ex.:    Desapropriação.

  • Acredito que direito administrativo é onde a Consulplan se sente livre pra meter a mão...

  • CLASSIFICAÇÃO:

    Quanto aos seus destinatários: atos gerais e individuais;

    Quanto ao seu alcance: atos internos e externos;

    Quanto ao seu objeto: atos de império, de gestão e de expediente;

    Quanto ao seu regramento ou grau de liberdade : atos vinculados e discricionários;

    Quanto à formação do ato: atos simples, complexo e composto;

    Quanto à eficácia: atos válido, nulo e inexistente;

    Quanto à exequibilidade: atos perfeito, imperfeito, pendente e consumado;

    Quanto ao conteúdo: atos constitutivo, extintivo, declaratório, alienativo, modificativo e abdicativo.

     

     

     

     

    Destaquemos os que encontramos mais nas provas de concursos: 

     

     

    Quanto ao grau de liberdade – o ato administrativo pode ser vinculado ou discricionário.

    a) vinculado – Exemplo: concessão de aposentadoria a que preenche os requisitos legais. Nesses casos, “a lei não deixou opções; ela estabelece que, diante de determinados requisitos, a Administração deve agir de tal e qual forma”

    b) discricionário – Ex: exoneração de servidor ocupante de cargo comissionado.

    quanto aos destinatários: vejamos a quem será destinado o ato administrativo:

    a) gerais – serão gerais quando atingirem a coletividade como um todo, não havendo distinção de quem será atingido.

    b) individuais – nesse caso o administrador lida com um caso concreto, e esse ato administrativo terá um destinatário especifico, como no caso em que algum cidadão solicita um alvará para abrir um negocio, o ato será destinado a ele em especifico.

    quanto à formação

    a) simples – esse tipo de ato é o que resulta da manifestação de vontade de um órgão da Administração Pública, depende de uma única manifestação de vontade, como por exemplo, no caso da demissão de um funcionário.

    b) complexo – . apresentam a conjugação de vontades de mais de um órgão.

    c) composto – encontramos esse tipo de ato quando depende de mais de uma manifestação de vontade que devem ser produzidas dentro de um mesmo órgão, só se obtém a eficácia do ato pela ratificação ordenada por outro agente que não aquele que exteriorizou inicialmente a Vontade do Poder Público.

     

     

    Note a diferença entre atos compostos e complexos, a manifestação de vontade dos atos compostos provem de único órgão, já os atos complexos dependem de manifestação de vontade de órgãos diversos, isso deve ser observado.

     

     

    Fonte: http://dinizdicas.blogspot.com.br/2015/04/ato-administrativoresumao.html

  • Quanto ao seu objeto ou Quanto às prerrogativas com que atua a administração: atos de impérios, de gestão e de expediente.

  • Até que enfim um professor do QC não acha que todos os alunos aqui " reclamam " à toa das disparidades das Bancas !!! 

     

    Parabéns professor pela coragem de dizer que , sim, há 2 respostas !!!

  • Verdade, Cristiano costa! Os professores do QC, quase sempre, concordam com tudo das bancas.

  • Quanto ao Objeto , os atos administrativos podem ser de Império, Gestão ou Expediente.

    Império: Administração age com supremacia

    Gestão: Administração na qualidade de particular.

    Expediente: Atos do dia a dia administrativo.


ID
1478581
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Quando a lei estadual Y determina que os atos administrativos sobre o tema P devem ser praticados de acordo com a aplicação de determinados formulários constantes em manual existente no âmbito da Secretaria de Fazenda está impondo ao administrador público o poder

Alternativas
Comentários
  • Quando a Administração Pública vincula de como deve ser o ato praticado equivale ao poder vinculado; não deixando margem para a discricionariedade - a escolha do agente. 

    Gabarito B

  • Poder vinculado (também denominado de poder regrado) é aquele

    conferido aos agentes públicos para a edição de atos administrativos em

    estrita conformidade com o texto legal, sendo mínima ou inexistente a

    sua liberdade de atuação ou escolha.

  • Poder Vinculado é aquele em que a lei prevê e expressamente define todas as condições de validade do ato.

  • Vinculado = Deve (não há opcões); Discricionário = Pode (há opções).

  • Ao que se extrai do enunciado, tratar-se-ia de lei que não deixaria qualquer margem de liberdade ao administrador público. Sua atuação, portanto, estaria completamente adstrita aos precisos termos da lei, sem espaço para critérios de conveniência e oportunidade, sem mérito administrativo, sem, portanto, discricionariedade.


    Assim sendo, é de se concluir que a lei estaria impondo ao administrador o exercício do poder vinculado.



    Resposta: B 

  • Vinculado \õ  Manda quem pode! obedece quem tem juízo! hehehe

  • poder vinculado = a lei determina


    poder discricionário = a lei autoriza 

  • Gab: B



    Poder Vinculado: é aquele de que dispõe a administração para a prática de atos administrativos em que é minima ou inexistente a sua liberdade de atuação.



    (Fonte: Livro: Direito Administrativo Descomplicado - MA e VP)

  • Ao que se extrai do enunciado, tratar-se-ia de lei que não deixaria qualquer margem de liberdade ao administrador público. Sua atuação, portanto, estaria completamente adstrita aos precisos termos da lei, sem espaço para critérios de conveniência e oportunidade, sem mérito administrativo, sem, portanto, discricionariedade.

     

    Assim sendo, é de se concluir que a lei estaria impondo ao administrador o exercício do poder vinculado.

     

     

    Resposta: B 

     

    Fonte:QC

  • Poder Discricionário é aquele que o direito concede à Administração Pública para a prática de atos administrativos com liberdade na escolha de sua conveniência, oportunidade e conteúdo. Distingue-se do Poder Vinculado pela maior liberdade de ação que é conferida ao administrador.

  • Discordo totalmente com o gabarito. O professor que comenta o gabarito tem que ser crítico e não concordar com a banca.

    "de acordo com a aplicação de determinados formulários constantes em manual existente no âmbito da Secretaria de Fazenda",  como pode ser notado, a lei prevê a prática do ato, porém confere uma margem, ao administrador, de acordo com critérios de oportunidade e conveniência.

    Questão formulada por algum tipo de professor "genérico".
    ex: Professor que dá aula de direito empresarial, direito penal e direito do trabalho. (prof genérico). 

  • Que redação horrível... Deus nos proteja da CONSULPLAN

     

     

  •  

    VIDE   Q749454

     

    DEVE  =              VINCULADO (a LEI DETERMINA)

     

    PODE    =         ATO DISCRICIONÁRIO (conveniência e oportuinidade)

     

     

      VIDE   Q671136

                               REQUISITOS  =     ELEMENTOS ESSENCIAIS (DEVEM existir)      Q493944

     

     

                                                    COM – FI-  FOR-  MOB

     

                                 COM – FI – FOR  - M - OB  (VINCULADOS  - ESTÃO NA LEI)

     

    COM (petência   -   SUJEITO) -  poder legal conferido por lei ao agente público para prática do ato. 

     

    FI (nalidade)   -  "sempre" o bem comum" o efeito mediato que o ato produz. 

     

    FOR (ma)   -     exteriorização do ato administrativo. Sua inexistência leva à inexistência do ato Q493944

     

     

          MÉRITO DO ATO ADMINISTRATIVO  (DISCRICIONÁRIO: CONVENIÊNCIA e OPORTUNIDADE)

     

    M   (otivo) -  situação de fato e de direito que motivou a prática do ato.

     

    OB (jeto)  -   efeito imediato que o ato produz

     

     

    OBS.:  A     COMPETÊNCIA (sujeito), FINALIDADE e FORMA SÃO SEMPRE VINCULADOS   ( MESMO NOS ATOS DISCRICIONÁRIOS).        

     

                   Enquanto MOTIVO E OBJETO podem ser discricionários.

     

    ANULAÇÃO:   EFEITO EX TUNC (RETROAGE - RETIRA O ATO ILEGAL DO MUNDO JURÍDICO)

    REVOGAÇÃO: EFEITO EX N -UNC (N- ÃO RETROAGE, DESDE ENTÃO).

  • Autor: Rafael Pereira , Juiz Federal - TRF da 2ª Região

    Ao que se extrai do enunciado, tratar-se-ia de lei que não deixaria qualquer margem de liberdade ao administrador público. Sua atuação, portanto, estaria completamente adstrita aos precisos termos da lei, sem espaço para critérios de conveniência e oportunidade, sem mérito administrativo, sem, portanto, discricionariedade.

     

    Assim sendo, é de se concluir que a lei estaria impondo ao administrador o exercício do poder vinculado.

     

     

    Resposta: B 

  • Fico impressionado como a Consulplan se esforça para deixar seus textos mal redigidos e com duplicidades, não é só em administrativo que vi isso, mas em todas as matérias

  • O poder vinculado, exerce no agente o poder de DEVER

  • GABARITO: LETRA B

    Fala-se em poder vinculado ou poder regrado quando a lei atribui determinada competência definindo todos os aspectos da conduta a ser adotada, sem atribuir margem de liberdade para o agente público escolher a melhor forma de agir. Onde houver vinculação, o agente público é um simples executor da vontade legal. O ato resultante do exercício dessa competência é denominado de ato vinculado. Exemplo de poder vinculado é o de realização do lançamento tributário (art. 3º do CTN).

    FONTE:  Manual de Direito Administrativo (2019) - Alexandre Mazza.

  • GAB. B

    Poder Vinculado - É o Poder que tem a Administração Pública de praticar certos atos "sem qualquer margem de liberdade".

  • Vinculado não tem margem de escolha!

ID
1478584
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O poder regulamentar é um dos mais relevantes para a Administração Pública e, em regra, concretiza-se via decreto expedido pelo chefe do Poder Executivo. Nos termos da Constituição Federal, quando o decreto regulamentador expedido pelo Executivo é exorbitante, caberá a sua suspensão pelo:

Alternativas
Comentários
  • CORRETO - Letra A

    Fundamento legal: art. 49, V, da CF:


    Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:

    (...)

    V - sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa;


  • GAB. A - Isso aqui é CONST ou ADM?

  • ART. 49 - É da competência EXCLUSIVA(=RESTRITIVA) do CN:

    V - SUSTAR (fazer parar) os ATOS NORMATIVOS do PODER EXECUTIVO que EXORBITEM (ultrapassa os valores do justo/razoável) do PODER REGULAMENTAR ( REGRA= decreto Expedido pelo PR) ou dos limites de DELEGAÇÃO LEGISLATIVA (=lei delegada que o PR tiver ultrapassado o que o CN Permitiu por RESOLUÇÃO ( caso em o que CN excepcionalmente a fará, pois a regra e o CN fazer Decreto Legislativo). 

  • A presente questão exigiu dos candidatos simples conhecimentos sobre o texto expresso da Constituição da República, mais precisamente de seu art. 49, inciso V, que assim preceitua:


    "
    Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:


    V - sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa;"


    De tal maneira, a única opção correta corresponde à letra "a".


    Resposta: A




     


  • Autor: Rafael Pereira , Juiz Federal - TRF da 2ª Região

    A presente questão exigiu dos candidatos simples conhecimentos sobre o texto expresso da Constituição da República, mais precisamente de seu art. 49, inciso V, que assim preceitua:


    "
     Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:


    V - sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa;"


    De tal maneira, a única opção correta corresponde à letra "a".


    Resposta: A

  • Entendo que a questão também admite a letra D como resposta. 

    O abuso de poder regulamentar, especialmente nos casos em que o Estado atua contra legem ou praeter legem, não só expõe o ato transgressor ao controle jurisdicional, mas viabiliza, até mesmo, tal a gravidade desse comportamento governamental, o exercício, pelo Congresso Nacional, da competência extraordinária que lhe confere o art. 49, V, da Constituição da República e que lhe permite "sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar (...)". Doutrina. Precedentes (RE 318.873-AgR/SC, rel. min. Celso de Mello, v.g.). Plausibilidade jurídica da impugnação à validade constitucional da Instrução Normativa STN 01/2005.

    [AC 1.033 AgR-QO, rel. min. Celso de Mello, j. 25-5-2006, P, DJ de 16-6-2006.]

    Portanto, caberia suspensão pelo STF.

  • Gabarito letra "A".

    É lógico que precisamos dominar todo o conteúdo, mas essa era uma questão muito mais ligada ao Direito Constitucional.

  • Lembrando que a própria administração e o judiciário ANULAM, enquanto o legislativo SUSTA.

  • PARA QUEM VAI FAZER FCC...

     

    FCC  Q762983 O poder regulamentar da Administração pública, também denominado de poder normativo, não abrange, exclusivamente, os regulamentos; ele também se expressa por outros atos, tais como por meio de instruções, dentre outros.

  • Comentário de Professor 

    Autor: Rafael Pereira , Juiz Federal - TRF da 2ª Região

    A presente questão exigiu dos candidatos simples conhecimentos sobre o texto expresso da Constituição da República, mais precisamente de seu art. 49, inciso V, que assim preceitua:


    " Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:


    V - sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa;"


    De tal maneira, a única opção correta corresponde à letra "a".


    Resposta: A

  • direito constitucional.

  • Autor: Rafael Pereira , Juiz Federal - TRF da 2ª Região

    A presente questão exigiu dos candidatos simples conhecimentos sobre o texto expresso da Constituição da República, mais precisamente de seu art. 49, inciso V, que assim preceitua:


    " Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:


    V - sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa;"


    De tal maneira, a única opção correta corresponde à letra "a".


    Resposta: A

  • GABARITO LETRA A 

     

    CF/1988 

     

    ARTIGO 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:

     

    V - sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa;


ID
1478587
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Quando o Estado estabelece limitações e restrições ao exercício de determinadas profissões e existe lei criando uma entidade responsável pela fiscalização está sendo realizado o

Alternativas
Comentários
  • Poder de polícia: pela lei criam-se as limitações administrativas ao exercício dos direitos e das atividades individuais, estabelecendo-se normas gerais e abstratas dirigidas indistintamente às pessoas que estejam em idêntica situação.

  • Art. 78, CTN. Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.

  • Está fiscalizando.

  • Complementando...
    ADIN 1717 - STF Poder de polícia NÃO pode ser delegado à particular por caracterizar atividade típica de ESTADO. Assim, os conselhos profissionais possuem natureza jurídica de AUTARQUIA.

    Exceção: OAB. Natureza jurídica "sui generis" ou "ímpar".

  • Sempre quando houver restrição à liberdade, aos direitos e atividades, está se tratando do poder de polícia.

  • MEIRELLES conceitua: "Poder de polícia é a faculdade de que dispõe a Administração Pública para condicionar e restringir o uso e gozo de bens, atividades e direitos individuais, em benefício da coletividade ou do próprio Estado"

  • Importante saber que os Conselhos de Classe (CREA, CRM, CREFITO...) é quem realiza fiscalização quanto ao exercício das profissões e assim exercendo poder de polícia. Disso depreende-se que, tratam-se de Pessoas Jurídicas de Direito Público (Autarquias), pois se assim não fosse, estaria impedida de exercer o poder de polícia que é exclusivo da Adm Pública. E assim, como uma Autarquia, sujeita-se as prerrogativas e sujeições peculiares a Adm Pública, como realização de concurso público, licitação, prazos processuais diferidos, imunidade tributária recíproca e dentre outros. Destaque-se que a OAB é a única EXCEÇÃO, não sendo uma autarquia em razão da necessidade de autonomia correlata ao exercício essencial à justiça.

  • O estabelecimento de limitações e restrições ao exercício de atividades e liberdades, pelos particulares, em prol de toda a coletividade, como um imperativo de bem-estar social, constitui clara noção relativa ao exercício do poder de polícia, cuja sede legal encontra-se no art. 78 do CTN.


    A título de exemplo, confira-se a definição proposta por Celso Antônio Bandeira de Mello:


    "A atividade estatal de condicionar a liberdade e a propriedade, ajustando-as aos interesses coletivos designa-se 'poder de polícia'." (Curso de Direito Administrativo, 30ª edição, 2012, p. 838).


    É nesse contexto que se inserem as limitações ao exercício de profissões, bem assim a criação de entidade com vistas a fiscalizá-la.  


    Logo, a opção correta encontra-se na letra "b".


    Resposta: B

  • Autor: Rafael Pereira , Juiz Federal - TRF da 2ª Região

    O estabelecimento de limitações e restrições ao exercício de atividades e liberdades, pelos particulares, em prol de toda a coletividade, como um imperativo de bem-estar social, constitui clara noção relativa ao exercício do poder de polícia, cuja sede legal encontra-se no art. 78 do CTN.

    A título de exemplo, confira-se a definição proposta por Celso Antônio Bandeira de Mello:

    "A atividade estatal de condicionar a liberdade e a propriedade, ajustando-as aos interesses coletivos designa-se 'poder de polícia'." (Curso de Direito Administrativo, 30ª edição, 2012, p. 838).

    É nesse contexto que se inserem as limitações ao exercício de profissões, bem assim a criação de entidade com vistas a fiscalizá-la.  

    Logo, a opção correta encontra-se na letra "b".

    Resposta: B

  • exercício do poder de polícia (Polizeigewalt) refere-se à prática de um ente ou agente governamental de executar serviços voltados ao registro, fiscalização ou expediçãode algum ato. O artigo 78 do Código Tributário Nacional define fartamente poder de polícia: considera-se poder de polícia a atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do poder público, à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.

    Hely Lopes Meirelles conceitua poder de polícia como a faculdade de que dispõe a administração pública para condicionar e restringir o uso, o gozo de bens, atividades e direitos individuais, em benefício da coletividade ou do próprio Estado. Refere-se ainda a este poder como o mecanismo de frenagem de que dispõe a administração pública para conter os abusos do direito individual. Sua finalidade, então, é a proteção ao interesse público. Segundo Caio Tácito, o poder de polícia é, em suma, o conjunto de atribuições concedidas à administração para disciplinar e restringir, em favor do interesse público adequado, direitos e liberdades individuais.

  •  

     VIDE    Q758104

     

    DELEGAÇÃO DE PODER DE POLÍCIA:

     

    * a entidades administrativas de direito público: pode delegar (consenso)

    * a entidades administrativas de direito privado:


          - Doutrina: não pode delegar (majoritária), pode (desde que feita por lei)


          - posição intermediária (pode apenas algumas fases, como a fiscalização)


          - STF: não pode delegar.


          - STJ: pode delegar apenas consentimento e fiscalização; legislação e sanção não podem.

     

    *a entidades privadas:   NÃO pode delegar (consenso).

     

  • Gabarito: Letra B poder de policia

  • GABARITO: LETRA B

    Hely Lopes Meirelles: “poder de polícia é a faculdade de que dispõe a Administração Pública para condicionar e restringir o uso e gozo de bens, atividades e direitos individuais, em benefício da coletividade ou do próprio Estado”

    Poder de polícia é a atividade da Administração Pública, baseada na lei e na supremacia geral, consistente no estabelecimento de limitações à liberdade e propriedade dos particulares, regulando a prática de ato ou a abstenção de fato, manifestando​-se por meio de atos normativos ou concretos, em benefício do interesse público.

    FONTE:  Manual de Direito Administrativo (2019) - Alexandre Mazza.


ID
1478590
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

“Genial é administrador público, gerindo bens e valores, devendo apresentar relatórios sobre os seus recebimentos e gastos aos órgãos de controle interno e de controle externo. Em determinado período, Genial não apresenta a necessária prestação de contas." Nos termos da lei que regula a improbidade administrativa tal ato afronta o(s)

Alternativas
Comentários
  • gab. D

    lei 8.429:

           Art. 11. Constituiato de improbidade administrativa que atenta contra osprincípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade,legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

            VI - deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo;


  • Letra D


    Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

      I - praticar ato visando fim proibido em lei ou regulamento ou diverso daquele previsto, na regra de competência;

      II - retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício;

      III - revelar fato ou circunstância de que tem ciência em razão das atribuições e que deva permanecer em segredo;

      IV - negar publicidade aos atos oficiais;

      V - frustrar a licitude de concurso público;

      VI - deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo;

      VII - revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da respectiva divulgação oficial, teor de medida política ou econômica capaz de afetar o preço de mercadoria, bem ou serviço.

  • ATENTA CONTRA PRINCÍPIOS  

    CONTAS

    CONCURSO

    PUBLICIDADE

    MEDIDA POLITICA

    SEGREDO 

    FIM PROIBIDO 

    RETARDAR DEIXAR DE PRATICAR 



  • Atos que atentam contra os princ da adm pública - Deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo.

  • Se é Erário, lógico que será público. É um pleonasmo dizer "erário público".

  • A negativa de prestação de contas, por parte de quem tenha o dever legal de assim fazê-lo, sobremodo os administradores públicos, constitui ato de improbidade versado no art. 11, VI, Lei 8.429/92, violador, portanto, de princípios da Administração Público. Confira-se:




    " Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:


    (...)


    VI - deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo;"


    Em complemento, convém mencionar que o princípio mais flagrantemente violado, nesse caso, seria o da publicidade (art. 37, caput, CF/88), e, num plano mais abrangente, também o princípio da indisponibilidade do interesse público.


    Resposta: D
  • Art.11, VI - Deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo.



    GABARITO ''D''

  • Lei 8429

    Seção III
    Dos Atos de Improbidade Administrativa que Atentam Contra os Princípios da Administração Pública

            Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

       

              VI - deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo;

  • ART 11. LEI 8429 \ 92.

    CONSTITUI ATO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA QUE ATENTA CONTRA OS PRINNCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA QUALQUER AÇÃO OU OMISSÃO QUE VIOLE OS DEVERES DE HONESTIDADE, IMPARCIALIDADE, LEGALIDADE, E LEALDADE ÁS INSTITUIÇÕES, E NOTADAMENTE:

     

    VI-  DEIXAR DE PRESTAR CONTAS QUANDO ESTEJA OBRIGADO A FAZÊ-LO;

  • Dos Atos de Improbidade Administrativa que Atentam Contra os Princípios da Administração Pública

            Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

            I - praticar ato visando fim proibido em lei ou regulamento ou diverso daquele previsto, na regra de competência;

            II - retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício;

            III - revelar fato ou circunstância de que tem ciência em razão das atribuições e que deva permanecer em segredo;

            IV - negar publicidade aos atos oficiais;

            V - frustrar a licitude de concurso público;

            VI - deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo;

            VII - revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da respectiva divulgação oficial, teor de medida política ou econômica capaz de afetar o preço de mercadoria, bem ou serviço.

            VIII - descumprir as normas relativas à celebração, fiscalização e aprovação de contas de parcerias firmadas pela administração pública com entidades privadas.           (Redação dada pela Lei nº 13.019, de 2014)       (Vigência)

    IX - deixar de cumprir a exigência de requisitos de acessibilidade previstos na legislação.         (Incluído pela Lei nº 13.146, de 2015)       (Vigência

     

    GABA  D

  • Essa foi feita pelo estagiário!!! 

     

     

     

    "Toca o barco"..

  • ISSO NÃO PRESTA!

  •  

    1-          ENRIQUECIMENTO    ILÍCITO:    

     

     ♪ ♫ ♩ ♫  CANTE:    SÓ DOLO, SÓ DOLO ♪ ♫ ♩ ♫

     

    -   INDEPENDENTE DE DANO,     SALVO nos casos de ressarcimento.

                   VIDE   -   Q583505

                 Tudo que é para mim, EU UTILIZO  =     ENRIQUECIMENTO

                   *****     Adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato,    USAR CARRO

     

    ATENÇÃO:     NO  ENRIQUECIMENTO  ILÍCITO  NÃO PRECISA HAVER DANO    Art 12  c/c Art 9º   SALVO nos casos de ressarcimento integral do ano, quando houver. 

     

     

            2-    PREJUÍZO AO ERÁRIO     (EXIGE O DANO)            LESÃO   =   DANO AO ERÁRIO

     

        DOLO ou CULPA       =      LOGO, DOLO   é DISPENSÁVEL /   PRESCINDE DE DOLO

     

                      VIDE   Q755740  EXIGE O DANO.     *** Não confundir dolo com DANO

     

    *** FRUSTAR OU DISPENSAR LICITAÇÃO

                                                     IMPRESCÍNDIVEL a ocorrência do DANO

                  

                 -     Tudo que eu FACILITO para alguém, FACILITAR, PERMITE, EMPRESTOU  =  Prejuízo ao Erário

             

                 ****     Ordenar ou permitir a realização de despesas NÃO autorizadas em lei ou regulamento

     

    2.1    GERRA FISCAL  iss 2% Art. 10-A.  Constitui ato de improbidade administrativa qualquer ação ou omissão para conceder, aplicar ou manter benefício financeiro ou tributário contrário ao que dispõem o caput e o § 1º do art. 8º-A da Lei Complementar nº 116, de 31 de julho de 2003.  

     Na hipótese prevista no art. 10-A, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de 5 (cinco) a 8 (oito) anos e multa civil de até 3 (três) vezes o valor do benefício financeiro ou tributário concedido.

     

    3-      LESÃO A PRINCÍPIO:         

              ♫ ♩ ♫      SÓ DOLO,   SÓ DOLO   ♪ ♫ ♩ ♫

     

                 -        INDEPENDENTE DE DANO ou lesão

     

    ***           DEIXAR DE CUMPRIR A EXIGÊNCIA DE REQUISITOS DE ACESSIBILIDADE PREVISTOS NA LEGISLAÇÃO  

                   -        DEIXAR DE PRATICAR ATO DE OFÍCIO

               -     FRUSTAR CONCURSO PÚBLICO      

     

                -   REVELAR SEGREDO,    DEIXAR DE PRESTAR CONTAS

     

     

     

         Enriquecimento                                            Prejuízo ao                      Lesão a
         Ilícito                                                              erário  
    (58)                            princípios   (35)

     

     

    Suspensão dos
    direitos Políticos           8 a 10 anos                        5 a 8 anos                    3 a 5 anos

     


    Multa civil                       3x                                     2x                              100x

     


    Proibição de                 10 anos                              5 anos                           3 anos

    contratar

     

    Guerra fiscal ISS 2%          5 a 8 anos              Até 3x  o benefício ilegal
     

     

  • Alteração em 2016 na lei de improbridade

    /

    Dos Atos de Improbidade Administrativa Decorrentes de Concessão ou Aplicação Indevida de Benefício Financeiro ou Tributário

    Art. 10-A.  Constitui ato de improbidade administrativa qualquer ação ou omissão para conceder, aplicar ou manter benefício financeiro ou tributário contrário ao que dispõem o caput e o § 1º do art. 8º-A da Lei Complementar nº 116, de 31 de julho de 2003.  (Incluído pela Lei Complementar nº 157, de 2016)  (Produção de efeito)

    fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8429.htm

  • kkkkkkkkkkkkk

    "Essa foi feita pelo estagiário" 

    Concordo!!!

  • A nota de corte dessa prova deve ter sido 99 de tão fácil que tava. Te falar, ô banca preguiçosa...

  • GABARITO: LETRA D

    Dos Atos de Improbidade Administrativa que Atentam Contra os Princípios da Administração Pública

    Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

    VI - deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo;

    FONTE: LEI N° 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992

  • GABARITO LETRA D

     

    LEI Nº 8429/1992 (DISPÕE SOBRE AS SANÇÕES APLICÁVEIS AOS AGENTES PÚBLICOS NOS CASOS DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO NO EXERCÍCIO DE MANDATO, CARGO, EMPREGO OU FUNÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA, INDIRETA OU FUNDACIONAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS)  

     

    ARTIGO 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

     

    VI - deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo;
     


ID
1478593
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Com o intuito de controlar a atividade do servidor público para efeito de atividade proba, evitando o enriquecimento  ilícito, determina a lei de improbidade que no momento da posse em cargo público seja condicionada à apresentação  de declaração dos bens e valores que compõem o seu

Alternativas
Comentários
  • LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992.


    Art. 13. A posse e o exercício de agente público ficam condicionados à apresentação de declaração dos bens e valores que compõem o seu patrimônio privado, a fim de ser arquivada no serviço de pessoal competente.

  • [Gabarito A]


      Art. 13. A posse e o exercício de agente público ficam condicionados à apresentação de declaração dos bens e valores que compõem o seu patrimônio privado, a fim de ser arquivada no serviço de pessoal competente.

      § 1° A declaração compreenderá imóveis, móveis, semoventes, dinheiro, títulos, ações, e qualquer outra espécie de bens e valores patrimoniais, localizado no País ou no exterior, e, quando for o caso, abrangerá os bens e valores patrimoniais do cônjuge ou companheiro, dos filhos e de outras pessoas que vivam sob a dependência econômica do declarante, excluídos apenas os objetos e utensílios de uso doméstico.

      § 2º A declaração de bens será anualmente atualizada e na data em que o agente público deixar o exercício do mandato, cargo, emprego ou função.

      § 3º Será punido com a pena de demissão, a bem do serviço público, sem prejuízo de outras sanções cabíveis, o agente público que se recusar a prestar declaração dos bens, dentro do prazo determinado, ou que a prestar falsa.

      § 4º O declarante, a seu critério, poderá entregar cópia da declaração anual de bens apresentada à Delegacia da Receita Federal na conformidade da legislação do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza, com as necessárias atualizações, para suprir a exigência contida no caput e no § 2° deste artigo .

  • d)patrimônio privado incluindo eletrodomésticos. ........AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH ESSA FOI A MELHOR QUE JÁ VI !!!!

  • Fico até com vergonha de ler essas opções de respostas...

  • como diz o professor de português aqui do Qconcursos, Alexandre Soares, questão "michuruca"!

  • CONSULPLAN: Você é a Banca mais lavada que existe! Rsrsrsrs.

  • Letra A - Patrimônio Privado.

    Lei 8.429 - Improbidade Administrativa


    CAPÍTULO IV

    Da Declaração de Bens


    Art. 13. A posse e o exercício de agente público ficam condicionados à apresentação de declaração dos bens e valores que compõem o seu patrimônio privado, a fim de ser arquivada no serviço de pessoal competente.



  • não podemos também esquecer o parágrafo 1º. acabei confundindo.

    § 1° A declaração compreenderá imóveis, móveis, semoventes, dinheiro, títulos, ações, e qualquer outra espécie de bens e valores patrimoniais, localizado no País ou no exterior, e, quando for o caso, abrangerá os bens e valores patrimoniais do cônjuge ou companheiro, dos filhos e de outras pessoas que vivam sob a dependência econômica do declarante
  • Essa Banca deve estar de brincadeira. Mas eu queria uma dessa na minha prova. kkkkkkkkkkkkkkk

  • A presente questão não demanda extensos comentários, porquanto se limitou a cobrar dos candidatos a simples memorização do texto legal, mais precisamente do disposto no art. 13, caput, Lei 8.429/92, de seguinte teor:


    "Art. 13. A posse e o exercício de agente público ficam condicionados à apresentação de declaração dos bens e valores que compõem o seu patrimônio privado, a fim de ser arquivada no serviço de pessoal competente." 


    Logo, a opção consentânea com a letra da lei encontra-se na alternativa "a".


    Resposta: A 

  • VERGONHA ALHEIA KKKKK

  • Genitores pra qm nao sabe, é qm gera, pai e mae.

  • Declaração de Bens. - A.

  • ART 13. DA LEI 8.429 \ 92.

    A POSSE E O EXERCÍCIO DE AGENTE PÚBLICO FICAM CONDICIONADOS Á APRESENTAÇÃO DE DECLARAÇÃO DOS BENS E VALORES QUE COMPÕEM O SEU (((( PATRIMÔNIO PRIVADO ))) A FIM DE SER ARQUIVADA NO SERVIÇO DE PESSOAL COMPETENTE.

  • Quero uma questão dessa na minha prova #bonus 

  • B) Patrimônio privado e de AMIGOS ÍNTIMOS!

    d)patrimônio privado incluindo eletrodomésticos!!!!!!!!!!!!!!!! oO

    Essa é pra descontrair durante a prova!!! Ahushuahuhsuhuahushuahusuhuhahus

  • uma banca como a Consulplan prejudica aqueles que mais estudaram e compreenderam o assunto, ainda bem que não farei nenhuma prova dessa banca, apenas estou resolvendo questões por ter esgotado a Cespe!!!

  • "Eletrodomésticos"..

    Hahahahahaha

  • Acredito que o espaço destinado a comentários seria para ser utilizado de modo que venha a acrescentar algo ao estudo de cada um que venha a acessá-lo. Mas vejo que o propósito tem sido outro (os). 

  • "patrimônio privado incluindo eletrodomésticos"...superou a "honra do marido".

  • Ainda bem que tem questão assim.... se já descontrai na hora de fazer os simulados do QC, na hora da prova é quase um oásis de relaxamento.

  • Essa questão é engraçada de mais!!!

  • Onde tem mais questões dessas? oO

  • § 1° A declaração compreenderá imóveis, móveis, semoventes, dinheiro, títulos, ações, e qualquer outra espécie de bens e valores patrimoniais, localizado no País ou no exterior, e, quando for o caso, abrangerá os bens e valores patrimoniais do cônjuge ou companheiro, dos filhos e de outras pessoas que vivam sob a dependência econômica do declarante, excluídos apenas os objetos e utensílios de uso doméstico.
     

  • Autor: Rafael Pereira , Juiz Federal - TRF da 2ª Região

    A presente questão não demanda extensos comentários, porquanto se limitou a cobrar dos candidatos a simples memorização do texto legal, mais precisamente do disposto no art. 13, caput, Lei 8.429/92, de seguinte teor:


    "Art. 13. A posse e o exercício de agente público ficam condicionados à apresentação de declaração dos bens e valores que compõem o seu patrimônio privado, a fim de ser arquivada no serviço de pessoal competente." 


    Logo, a opção consentânea com a letra da lei encontra-se na alternativa "a".



    Resposta: A 

  • "1 geladeira, 1 fogão, 15 copos, jogo de garfo e faca..." kkk

  •         § 1° A declaração compreenderá imóveis, móveis, semoventes, dinheiro, títulos, ações, e qualquer outra espécie de bens e valores patrimoniais, localizado no País ou no exterior, e, quando for o caso, abrangerá os bens e valores patrimoniais do cônjuge ou companheiro, dos filhos e de outras pessoas que vivam sob a dependência econômica do declarante, excluídos apenas os objetos e utensílios de uso doméstico.

  • 1 jogo de panelas kkkkkkkkkkk

  • Essa o estagiário deu uma força, rs

  • GABARITO LETRA A

     

    LEI Nº 8429/1992 (DISPÕE SOBRE AS SANÇÕES APLICÁVEIS AOS AGENTES PÚBLICOS NOS CASOS DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO NO EXERCÍCIO DE MANDATO, CARGO, EMPREGO OU FUNÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA, INDIRETA OU FUNDACIONAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS) 

     

    ARTIGO 13. A posse e o exercício de agente público ficam condicionados à apresentação de declaração dos bens e valores que compõem o seu patrimônio privado, a fim de ser arquivada no serviço de pessoal competente.

  • O maior barato de tudo isso é que, uma simples narração (a questão não fala de provas), já é o suficiente para rejeitar a denúncia ( e só Deus sabe o efeito dessa rejeição: vai impedir ou não a propositura de nova ação?).

    Apressados cuidado: dependendo da corte em que se baseia o argumento, o arquivamento do inquérito por estar a conduta baseada em excludente de ilicitude pode gerar a coisa julgada, o que pode ser aplicado, mutatis mutandis, aos casos de rejeição.


ID
1478596
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Ao normatizar a licitação como procedimento, o Estado procura obter os melhores preços e os contratantes mais habilitados para prestar serviços e alienar bens. Os atos licitatórios devem, dentre outros princípios, observar o da

Alternativas
Comentários
  • Gabarito "D"
    A Lei 8.666/1993, em seu art. 3º, afirma que “a licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos”.


  • Alternativa: "D" Impessoalidade. Este é um dos princípios expresso listado no art. 3º da lei 8.666/93. Princípios que são comuns em toda a Administração Direta e Indireta, 

  • Macete sobre os princípios que regulam a lei de licitações contidos no art. 3°: PUBlique que: JULIM PROVou IGUALmente o doce. Bons estudos para nós.

  • A noção básica intrínseca ao procedimento licitatório consiste em proporcionar a todos os interessados, em igualdade de condições, mediante competição justa, a oportunidade de celebrar contrato com a Administração Pública. Esta, portanto, deve agir em ordem a evitar benefícios ou perseguições indevidas a quem quer que seja. Deve, pois, a Administração Pública agir de forma impessoal, atenta, tão somente, aos requisitos e condições objetivos previstos no edital, que é a lei interna do certame.


    De tal maneira, o princípio que informa a licitação, dentre outros, é o da impessoalidade (art. 37, caput, CF/88 c/c art. 3º, Lei 8.666/93). No ponto, confira-se o teor deste último dispositivo legal:


    " Art. 3o  A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos."


    Logo, o gabarito corresponde à letra "d".


    Resposta: D

  • GabaritoD

     

     

     

    ComentáriosA partir da leitura do Art. 3º da Lei de Licitações fica fácil de perceber que a única alternativa que contempla tal princípio expresso na norma é a letra D. Veja abaixo:

     

     

     

                          Art. 3º A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a
                          seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional
                          sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da
                          legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade
                          administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes
                          são correlatos

     

  • Autor: Rafael Pereira , Juiz Federal - TRF da 2ª Região

    A noção básica intrínseca ao procedimento licitatório consiste em proporcionar a todos os interessados, em igualdade de condições, mediante competição justa, a oportunidade de celebrar contrato com a Administração Pública. Esta, portanto, deve agir em ordem a evitar benefícios ou perseguições indevidas a quem quer que seja. Deve, pois, a Administração Pública agir de forma impessoal, atenta, tão somente, aos requisitos e condições objetivos previstos no edital, que é a lei interna do certame.


    De tal maneira, o princípio que informa a licitação, dentre outros, é o da impessoalidade (art. 37, caput, CF/88 c/c art. 3º, Lei 8.666/93). No ponto, confira-se o teor deste último dispositivo legal:


    " Art. 3o  A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos."


    Logo, o gabarito corresponde à letra "d".



    Resposta: D

  • dica dentre outros principios,  os outros nao sao principios, apenas o da IMPESSOALIDADE

  • 175 pessoas estão começando nos concursos agr! Sejam bem vindos!
  • A resposta é letra “D”.

     

    Façamos a leitura do caput do art. 3º da Lei de Licitações:

     

    Art. 3o A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos.                     

     

    Perceba, facilmente, que, entre as alternativas, a única que contempla princípio expresso na norma é a letra “D”.

     

    Como aplicação do referido princípio, pode ser citado o art. 5o da Lei de Licitações e Contratos, que, a exemplo da inscrição de precatórios judiciais (art. 100 da CF/1988), determina que a Administração obedeça à estrita ordem cronológica dos pagamentos:

     

    Art. 5o Todos os valores, preços e custos utilizados nas licitações terão como expressão monetária a moeda corrente nacional, ressalvado o disposto no art. 42 desta Lei, devendo cada unidade da Administração, no pagamento das obrigações relativas ao fornecimento de bens, locações, realização de obras e prestação de serviços, obedecer, para cada fonte diferenciada de recursos, a estrita ordem cronológica das datas de suas exigibilidades, salvo quando presentes relevantes razões de interesse público e mediante prévia justificativa da autoridade competente, devidamente publicada.


ID
1478599
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Em determinadas épocas de crise há necessidade de flexibilizar as licitações, sendo um caso de dispensa previsto na  Lei Federal nº 8.666/1993 a

Alternativas
Comentários
  • CORRETA LETRA A

    Art. 24, VI " quando a UNIÃO tiver que intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento."

  • É caso de dispensa, ao contrário do que o colega falou. 

  • ALTERNATIVA A) CORRETA. Art. 24, VI Lei 8666.

    Art. 24. É dispensável a licitação: quando a União tiver que intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento.


    ALTERNATIVA B) INCORRETA. Não encontra-se no rol taxativo do artigo 24 Lei 8666.


    ALTERNATIVA C) INCORRETA. É hipótese de inexigibilidade de licitação nos moldes do artigo 25, II, lei 8666.


    ALTERNATIVA D) INCORRETA. Não aplica-se a todos os entes, mas exclusivamente para a União.

    Art. 24. É dispensável a licitação: quando a União tiver que intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento.

  • Resposta Letra A

    Fundamento: Art. 24, inciso VI, da Lei 8666.

  • É um caso de licitação dispensável, alternativa "a" ...

  • Essa questão devia ser anulada, pois a letra A encontra-se no art. 24 da respectiva lei, o que é um caso de Licitação Dispensável e não um caso de Dispensa. Ou seja, essa questão não tem nenhum caso de dispensa. Consulplan= banca péssima.

  • @Rodrigo Cavalcante, "dispensada" e "dispensável" estão dentro do conceito de DISPENSA DE LICITAÇÃO.

  • Os casos de licitação dispensável, em vista de situações emergenciais, encontram-se previstos no rol do art. 24, Lei 8.666/93. Da leitura do elenco de situações ali previstas, encontra-se, no inciso VI, aquela que autoriza a União a intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento. Confira-se:


    " Art. 24.  É dispensável a licitação: 


    (...)


    VI - quando a União tiver que intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento."



    Daí se extrai que a alternativa correta corresponde à letra "a".


    Vejamos as demais opções:


    b) Errado: cuida-se de caso de concorrência ou leilão (art. 17, I e art. 19, III, Lei 8.666/93).


    c) Errado: não é caso de dispensa, e sim de inexigibilidade (art. 25, II, Lei 8.666/93)


    d) Errado: como se extrai do próprio inciso VI do art. 24, acima transcrito, tal função é cometida apenas à União, e não a Estado Federado.


    Resposta: A 



  • Quem elaborou a questão não sabe a diferença de Dispensada e Dispensável

    A pergunta deveria ser:

    ...sendo um caso dispensável de licitação previsto na  Lei Federal nº 8.666/1993...

    Caberia recurso sim, professores de direito administrativo deixam bem claro a diferença em suas explicações, dispensável você opta se faz licitação ou não mesmo não precisando, já dispensada de nenhuma maneira você poderá fazer.

  • Art. 24 :  ' É dispensável a licitação...

    para que ficar inventando , mudando , coloca a lei pura e pronto!!  evita recursos.

  • Galera, não há erros, dispensa de licitação é gênero, do qual licitação dispensada e dispensável são espécies. Logo, um caso de licitação dispensável não deixa de ser um caso de dispensa de licitação.

  • povo confunde dispensa com dispensada ou dispenável....ainda fica de chororô com a banca!

  • Dispensa - Gênero

    Dispensável_______Espécie

    Dispensada_______Espécie

  • sei as 3 situacoes, dispensada, dispensavel e inexigivel , mas nunca consigo indentificar se a banca quer dispensada ou dispensavel, Alguem tem um macete ? pelo amooor de Deus :(

  • Marcela Mendonca, um macete que talvez possa ajudar (não ajudaria nessa questão, mas ajuda em muitas outras).

     INexigibiliade: hipóteses em que a licitação é INviável. Por serem apenas três, vale a pena decorar. Mnemônico: EX ARTISTA NOTÓRIO (fornecedor EXclusivo, profissional de setor ARTÍSTICO, serviços técnicos de natureza singular prestado por empresas/profissionais de NOTÓRIA especialização).

     Dispensa de licitação: pode ser dispensada ou dispensável.

    • DispensADA (licitação vedADA): geralmente trata de ALIENAÇÃO de bens (venda, doação, permuta);
    • DispensáVEL (licitação seria possíVEL, mas não é realizada): geralmente trata de AQUISIÇÃO de bens (compra, contratação).

     

  • A Lei 8.666/1993, em seu art. 24, VI, afirma que é DISPENSÁVEL a licitação quando a União tiver que intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento.

  • Os casos de licitação dispensável, em vista de situações emergenciais, encontram-se previstos no rol do art. 24, Lei 8.666/93. Da leitura do elenco de situações ali previstas, encontra-se, no inciso VI, aquela que autoriza a União a intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento. Confira-se:


    " Art. 24.  É dispensável a licitação: 


    (...)


    VI - quando a União tiver que intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento."



    Daí se extrai que a alternativa correta corresponde à letra "a".


    Vejamos as demais opções:


    b) Errado: cuida-se de caso de concorrência ou leilão (art. 17, I e art. 19, III, Lei 8.666/93).


    c) Errado: não é caso de dispensa, e sim de inexigibilidade (art. 25, II, Lei 8.666/93)


    d) Errado: como se extrai do próprio inciso VI do art. 24, acima transcrito, tal função é cometida apenas à União, e não a Estado Federado.


    Resposta: A 


    Fonte:QC

  • o danilo beiçudo falou certinho

  • OLHEM ESSA OUTRA QUESTAO:

    04

    Q451949

    Direito Administrativo 

     Dispensa de licitação,  Inexigibilidade de licitação,  Licitações e Lei 8.666 de 1993.

    Ano: 2014

    Banca: CONSULPLAN

    Órgão: MAPA

    Prova: Agente Administrativo

    Resolvi errado

    O Setor de Imprensa do Estado do Rio de Janeiro decidiu contratar um profissional artístico consagrado pela opinião pública, por meio do empresário, para inaugurar uma grande obra. De acordo com a Lei nº 8.666/93 (Lei de Licitações e Contratos Administrativos), nessa situação é cabível

     a)

    pregão.

     b)

    convite.

     c)

    dispensa de licitação.

     d)

    inexigibilidade de licitação

    Você errou! Resposta: d

    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .

  • As hipóteses de contratação direta são basicamente duas: dispensa e inexigibilidade. A dispensa constitui gênero da qual derivam as espécies "licitação dispensada" (art. 17, I da Lei 8.666/93) e "licitação dispensável" (art. 24 da lei 8.666/93). A primeira trata-se de ato vinculado, em que o legislador previamente proíbe a realização do procedimento licitatório, enquanto que a segunda cuida-se de ato discricionário, devendo o administrador, por meio da análise de conveniência e oportunidade, optar pela realização ou não da licitação.

    Em relação a hipótese de licitação dispensável "quando a União tiver que intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento, tal dispositivo, conforme se infere da análise literal do referido texto, só se aplica à União, não se aplicando, portanto, aos demais entes federados (Estados, DF e Município), daí porque a alternativa "D" ser incorreta.

    Bons estudos a todos.

  • COLABORANDO - Lei 8666/1993

    art.17, Licitação DISPENSADA (ou Juridicamente dispensável ou "Proibida", este termo final usado por algumas bancas)

    art. 24, Licitação DISPENSÁVEL (rol taxativo - "numerus clausus")

    Bons estudos.


ID
1478602
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Determinados materiais são fornecidos de forma exclusiva por determinadas empresas, o que inviabiliza a competição  e  torna  o  procedimento  licitatório  inexigível.  Nesse  caso  deve  a  empresa,  se  quiser  realizar  o  fornecimento  à  Administração Pública, comprovar a exclusividade mediante a apresentação de

Alternativas
Comentários
  • Gabarito "A"

    Lei 8666  -  Art. 25. É inexigível a licitação quandohouver inviabilidade de competição, em especial:

    I - para aquisição de materiais, equipamentos, ou gêneros que só possam serfornecidos por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, vedada apreferência de marca, devendo a comprovação de exclusividade ser feita através deatestado fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em que se realizaria alicitação ou a obra ou o serviço, pelo Sindicato, Federação ou ConfederaçãoPatronal, ou, ainda, pelas entidades equivalentes;


  • Esquematizando

    Materiais, equipamentos... (comércio) ----> Orgão de registro do comércio do local em que realizaria a licitação
    Obras e serviços ----> Pelo sindicato, federação ou confederação patronal, ou, ainda, pelas entidades equivalentes.
  • A primeira parte da quetão está errada. Se fosse empresa exclusiva haveria inexigibilidade. Mas o item diz empresas exclusivas. O que leva a concluir que são duas ou mais empresas. Sendo assim poderá haver competição entre estas empresas. Mas de qualquer forma não é isso que está perguntando. Gabarito A.

  • A presente questão exigiu simples memorização de texto legal, motivo pelo qual não carece de comentários aprofundados. O tema está regulado no art. 25, I, Lei 8.666/93, que assim estabelece:


    Art. 25.  É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição, em especial:


    I - para aquisição de materiais, equipamentos, ou gêneros que só possam ser fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, vedada a preferência de marca, devendo a comprovação de exclusividade ser feita através de atestado fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em que se realizaria a licitação ou a obra ou o serviço, pelo Sindicato, Federação ou Confederação Patronal, ou, ainda, pelas entidades equivalentes;"
     

    À vista do conteúdo desse preceito de lei, não há dúvidas de que a resposta adequada encontra-se
    na alternativa “a".


    Resposta: A 
  • Determinados materiais são fornecidos de forma exclusivas por determinadas empresas...Algumas empresas fornecem materiais exclusivos. Não há nada de errado. não diz que fornece algo igual e exclusivo...cada uma fornece algo exclusivo...

     

    Povo adora chora!

  • Art. 25.  É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição, em especial:

    I - para aquisição de materiais, equipamentos, ou gêneros que só possam ser fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, vedada a preferência de marca, devendo a comprovação de exclusividade ser feita através de atestado fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em que se realizaria a licitação ou a obra ou o serviço, pelo Sindicato, Federação ou Confederação Patronal, ou, ainda, pelas entidades equivalentes;

  • O atestado é um documento que alega que um determinado fato é verdade, lembrem sempre disso quando aparecer uma questão falando de documentos necessários para um fornecedor.

  • errei de bobeira, achei que era materia a parte e acabou mesclando duas rs

  • I - para aquisição de materiais, equipamentos, ou gêneros que só possam ser fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, vedada a preferência de marca, devendo a comprovação de exclusividade ser feita através de atestado fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em que se realizaria a licitação ou a obra ou o serviço, pelo Sindicato, Federação ou Confederação Patronal, ou, ainda, pelas entidades equivalentes;

  • Segundo Hely Lopes Meirelles, considera-se "vendedor ou representante comercial exclusivo, para efeito de convite, o que é único na localidade; para a tomada de preços, o que é único no registro cadastral; para a concorrência, o que é único no país".

    Fonte: Estratégia Concursos: Lei 8.666/93 - Atualizada e Esquematizada.

  • GABARITO: A

    Art. 25. É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição, em especial: I - para aquisição de materiais, equipamentos, ou gêneros que só possam ser fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, vedada a preferência de marca, devendo a comprovação de exclusividade ser feita através de atestado fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em que se realizaria a licitação ou a obra ou o serviço, pelo Sindicato, Federação ou Confederação Patronal, ou, ainda, pelas entidades equivalentes;


ID
1478605
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

“O responsável pela administração de determinado órgão público tem ciência de ato de indisciplina praticado por um  servidor subordinado diretamente. A ciência ocorreu informalmente não tendo ocorrido qualquer reclamação escrita  e  nem  informações  dos  demais  envolvidos  nos  fatos." De  acordo  com  os  termos  da  Lei  Federal  nº  9.784/1999,  o  processo administrativo disciplinar deve ter início

Alternativas
Comentários

  • a)  de ofício pela autoridade competente. 

  • Lei 9.784/1999 Art. 5º O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado.

  • Diferentemente do que ocorre nos processos dados no Poder Judiciário, os processos administrativos não se regem pelo princípio da inércia podendo, além de se iniciar de ofício pela autoridade competente, também se iniciar por provocação do interessado. 

  • Letra A


    Lei 9.784 - Processo Administrativo


    DO INÍCIO DO PROCESSO


    Art. 5º O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado.


  • Ref. Assertiva (A). Administração age de officio, (princípio da oficialidade) onde não provocar órgão jurisdicional para instaura, instruir e julga determinado processo administrativo.


  • LETRA A CORRETA 

    Art. 5o O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado.

  • O enunciado da presente questão foi expresso ao exigir que a resposta se baseie no teor da Lei 9.784/99, de modo que é com apoio no diploma em tela que devemos analisar a matéria.  

    É bem verdade, advirta-se, que, em se tratando de processo administrativo disciplinar, costumam existir regras próprias válidas para cada ente federativo, vale dizer, disposições específicas nos respectivos “Estatutos" dos servidores públicos de cada pessoa política, as quais afastam, a princípio, a incidência da Lei 9.784/99, devendo esta ser aplicada em caráter subsidiário, como, aliás, impõe seu art. 69. No caso da União, por exemplo, a matéria (processo administrativo disciplinar) vem regulada nos artigos 143 e seguintes da Lei 8.112/90.  

    Nada obstante, insista-se, a questão aqui comentada determinou que a resposta seja dada à luz da Lei 9.784/99. Pois bem, este último diploma disciplina o assunto em seu art. 5º, nos termos do qual “O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado."  

    Assim sendo, na hipótese versada nesta questão, é de se concluir que o “responsável pela administração" do órgão público teria o dever legal de, ex officio, instaurar o competente processo administrativo disciplinar, ainda que não tenha havido reclamação ou informações por parte dos demais envolvidos. Afinal, se ele teve ciência direta do fato, em tese, ilícito, isto é o bastante que surja sua obrigação de apurar tal infração disciplinar.  

    De qualquer sorte, refira-se que o art. 5º da Lei 9.784/99, acima indicado, não diverge do teor do art. 143 da Lei 8.112/90 (“Art. 143.  A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar, assegurada ao acusado ampla defesa."), uma vez que este último dispositivo legal também impõe que a autoridade competente atue de ofício.

      Firmadas estas premissas teóricas, podemos apontar a alternativa “a" como a única correta.
     
    Resposta: A 
  • Consulplan TRF 2º região , vamos lá aprovação e classificação.

  • O enunciado da presente questão foi expresso ao exigir que a resposta se baseie no teor da Lei 9.784/99, de modo que é com apoio no diploma em tela que devemos analisar a matéria.   

    É bem verdade, advirta-se, que, em se tratando de processo administrativo disciplinar, costumam existir regras próprias válidas para cada ente federativo, vale dizer, disposições específicas nos respectivos “Estatutos" dos servidores públicos de cada pessoa política, as quais afastam, a princípio, a incidência da Lei 9.784/99, devendo esta ser aplicada em caráter subsidiário, como, aliás, impõe seu art. 69. No caso da União, por exemplo, a matéria (processo administrativo disciplinar) vem regulada nos artigos 143 e seguintes da Lei 8.112/90.   

    Nada obstante, insista-se, a questão aqui comentada determinou que a resposta seja dada à luz da Lei 9.784/99. Pois bem, este último diploma disciplina o assunto em seu art. 5º, nos termos do qual “O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado."   

    Assim sendo, na hipótese versada nesta questão, é de se concluir que o “responsável pela administração" do órgão público teria o dever legal de, ex officio, instaurar o competente processo administrativo disciplinar, ainda que não tenha havido reclamação ou informações por parte dos demais envolvidos. Afinal, se ele teve ciência direta do fato, em tese, ilícito, isto é o bastante que surja sua obrigação de apurar tal infração disciplinar.   

    De qualquer sorte, refira-se que o art. 5º da Lei 9.784/99, acima indicado, não diverge do teor do art. 143 da Lei 8.112/90 (“Art. 143.  A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar, assegurada ao acusado ampla defesa."), uma vez que este último dispositivo legal também impõe que a autoridade competente atue de ofício. 

      Firmadas estas premissas teóricas, podemos apontar a alternativa “a" como a única correta.

      
    Resposta: A 

     

    FONTE: RAFAEL PEREIRA - QC!

  • LETRA A!

     

    ARTIGO 5° DA LEI 9784 - O PROCESSO ADMINISTRATIVO PODE INICIAR-SE DE OFÍCIO OU A PEDIDO DE INTERESSADO.

  • Princípio da oficialidade

  • VIDE  Q556092

     

    Art. 2º 

     

    XII - impulsão, de ofício, do processo administrativo, sem prejuízo da atuação dos interessados;

     

     

  • GABARITO LETRA A

    De ofício ou a pedido


ID
1478608
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Eleitoral
Assuntos

Os Tribunais Regionais Eleitorais possuem competência originária determinada pelo Código Eleitoral, dentre as quais encontram‐se o registro e o cancelamento do registro das candidaturas a:

Alternativas
Comentários
  •  Art. 29 do Código Eleitoral. Compete aos Tribunais Regionais:

      I - processar e julgar originariamente:

      a) o registro e o cancelamento do registro dos diretórios estaduais e municipais de partidos políticos, bem como de candidatos a Governador, Vice-Governadores, e membro do Congresso Nacional e das Assembléias Legislativas;


  • Método eficiente: TSE - assuntos relacionados ao cargo de Presidente e Vice-presidente da República; Juntas Eleitorais - assuntos relacionados as eleições municipais, ou seja, Prefeito, Vice-prefeito e vereadores e TRE - assuntos relacionados aos cargos eletivos restantes.

  • quanto ao registro e cancelamento do registro dos CANDIDATOS aos cargos eletivos MUNICIPAIS, COMPETÊNCIA DOS JUÌZES ELEITORAIS 

    ART. 35, XII , CE

  • GOVERNADOR, VICE GOVERNADOR E MEMBROS DO CONGRESSO NACIONAL E DAS ASSEMBLEIAS LEGISLATIVAS


  • A alternativa correta é a letra D, conforme artigo 29, inciso I, alínea "a", do Código Eleitoral:

    Art. 29. Compete aos Tribunais Regionais:

    I - processar e julgar originariamente:

            a) o registro e o cancelamento do registro dos diretórios estaduais e municipais de partidos políticos, bem como de candidatos a Governador, Vice-Governadores, e membro do Congresso Nacional e das Assembléias Legislativas;

            b) os conflitos de jurisdição entre juizes eleitorais do respectivo Estado;

            c) a suspeição ou impedimentos aos seus membros ao Procurador Regional e aos funcionários da sua Secretaria assim como aos juizes e escrivães eleitorais;

            d) os crimes eleitorais cometidos pelos juizes eleitorais;

            e) o habeas corpus ou mandado de segurança, em matéria eleitoral, contra ato de autoridades que respondam perante os Tribunais de Justiça por crime de responsabilidade e, em grau de recurso, os denegados ou concedidos pelos juizes eleitorais; ou, ainda, o habeas corpus quando houver perigo de se consumar a violência antes que o juiz competente possa prover sobre a impetração;

            f) as reclamações relativas a obrigações impostas por lei aos partidos políticos, quanto a sua contabilidade e à apuração da origem dos seus recursos;

            g) os pedidos de desaforamento dos feitos não decididos pelos juizes eleitorais em trinta dias da sua conclusão para julgamento, formulados por partido candidato Ministério Público ou parte legitimamente interessada sem prejuízo das sanções decorrentes do excesso de prazo. (Redação dada pela Lei nº 4.961, de 1966)

            II - julgar os recursos interpostos:

            a) dos atos e das decisões proferidas pelos juizes e juntas eleitorais.

            b) das decisões dos juizes eleitorais que concederem ou denegarem habeas corpus ou mandado de segurança.

            Parágrafo único. As decisões dos Tribunais Regionais são irrecorríveis, salvo nos casos do Art. 276.

    RESPOSTA: ALTERNATIVA D.
  • Compete ao TSE o registro de candidatos a Presidente da República e Vice-Presidente da República.

     

     

    Compete ao TRE o registro de candidaturas a Governador, Vice-Governador, Senador e Deputados.

     

     

    Compete ao Juiz Eleitoral o registro de candidaturas a Prefeito, Vice-Prefeito e Vereador.

  • Compete ao TRE o registro de candidaturas a Governador  e Vice , Senador e Deputados.

  • Art. 29 do Código Eleitoral. Compete aos Tribunais Regionais:

      I - processar e julgar originariamente:

      a) o registro e o cancelamento do registro dos diretórios estaduais e municipais de partidos políticos, bem como de candidatos a Governador, Vice-Governadores, e membro do Congresso Nacional e das Assembléias Legislativas;

  • Os Tribunais Regionais Eleitorais têm competência para julgar os pedidos de registro de candidatura nas eleições federais (deputado federal, senador e suplentes) e estaduais (deputados estaduais, deputados distritais, governador e vice). A letra D está correta.

    Resposta: D

  • GABARITO D

    Registro e Cancelamento do registro de candidatos:

    TSE: Presidente e vice-Presidente (Código Eleitoral;Art. 22.;I ;a).

    TRE:

    -Governador, vice-Governador,

    -Membros do Congresso Nacional (deputados federais e senadores); e

    -Membros da Assembleia Legislativa (deputados estaduais).

    (Código Eleitoral; Art. 29.;I ;a)

    Juízes Eleitorais: Prefeitos e vereadores. (Código Eleitoral;Art. 35.;XII )

  • ATENÇÃO PARA UMA DIFERENÇA ENTRE AS COMPETÊNCIAS DO TRE E DO JUIZ ELEITORAL QUE PODE CONFUNDIR NA HORA DA PROVA:

    Registro e cassação de candidatos federais e estaduais (governador, senador, deputados federais e estaduais) ---> TRE

    Registro e cassação de candidatos municipais (prefeito e vereador) ---> Juiz Eleitoral

    ----------------------------------------

    Registro e cancelamento de DIRETÓRIOS ESTADUAIS E MUNICIPAIS de partidos políticos ---> TRE

    Percebam que a competência para registro e cancelamento de diretórios partidários municipais não é do juiz eleitoral, e sim do TRE.


ID
1478611
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

“Fabrício é servidor público e mantém relações conturbadas com seu subordinado Elche, gerando antipatias mútuas, que se transformam em inimizade. Em determinado momento é instaurado um processo administrativo disciplinar contra o servidor Elche sendo arrolado como testemunha o seu chefe Fabrício." De acordo com os termos da Lei Federal nº 9.784/1999, o processo administrativo disciplinar admite o(a)

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: B.

    Lei 9784/99: "Art. 20. Pode ser argüida a suspeição de autoridade ou servidor que tenha amizadeíntima ou inimizade notória com algum dos interessados ou com os respectivos cônjuges,companheiros, parentes e afins até o terceiro grau."

  • Credo, que questão mal formulada. Essa consuplan parece amadora. "... o processo administrativo admite O NÃO DEPOIMENTO DE INIMIGO NOTÓRIO". ? Ta capando né. "admite o não depoimento"? pqp.  questão forçada demais.

  • Letra B. 

    Concordo com Washington Filho! Questão feia e mal formulada. Que Deus nos livre dessas bancas!!!

  • Letra B


    Lei 9.784 - Processo Administrativo


    De acordo com seu Art. 20 é o caso de suspeição pois são inimigos notórios.

  • Art. 20. Pode ser argüida a suspeição de autoridade ou servidor que tenha amizade íntima ou inimizade notória com algum dos interessados ou com os respectivos cônjuges, companheiros, parentes e afins até o terceiro grau.

  • A suspeição não é obrigada a comunicação, pois é difícil de ser comprovada. Por essa razão é a letra B, pois ele admite o não depoimento.

  • LETRA B CORRETA 

    Art. 20. Pode ser argüida a suspeição de autoridade ou servidor que tenha amizade íntima ou inimizade notória com algum dos interessados ou com os respectivos cônjuges, companheiros, parentes e afins até o terceiro grau.

  • A Lei 9.784/99 destina um capítulo inteiro para o tema “Dos Impedimentos e da Suspeição".  

    Em se tratando de inimizade, como estabelecido no enunciado da questão, a solução encontra-se prevista no art. 20, Lei 9.784/99, que trata do instituto da suspeição, nos seguintes termos:  

    “Art. 20. Pode ser argüida a suspeição de autoridade ou servidor que tenha amizade íntima ou inimizade notória com algum dos interessados ou com os respectivos cônjuges, companheiros, parentes e afins até o terceiro grau."

      Está correta, portanto, a opção “b", ao afirmar que a Lei 9.784/99 admite o não depoimento de inimigos notórios, como seria o caso aqui versado.

    Resposta: B 
  • amizade íntima e inimizade notória é suspeição o resto é impedimento.....


  • Marquei por ser a "menos errada", mas a lei não fala em "NÃO DEPOIMENTO", simplesmente a lei fala sobre a suspeição da ATUAÇÃO DO SERVIDOR OU AUTORIDADE PARA ATUAR NO PROCESSO, e não de meros depoentes, como pede a questão.

  • Tb achei a questão mal formulada, a testemunha estaria impedida de depor por ser suspeita.

     

    Ficou confuso.

     

     

  • O candidato teria que ter domínio do seguinte artigo da lei 9784/99:

     

    Art. 20. Pode ser argüida a suspeição de autoridade ou servidor que tenha amizadeíntima ou inimizade notória com algum dos interessados ou com os respectivos cônjuges,companheiros, parentes e afins até o terceiro grau."

     

    Gabarito: letra B

     

     

  • Essa banca é confusa.


  • De acordo com o Juiz Federal Rafael Pereira : 

    "Em se tratando de inimizade, como estabelecido no enunciado da questão, a solução encontra-se prevista no art. 20, Lei 9.784/99, que trata do instituto da suspeição, nos seguintes termos:   

    “Art. 20. Pode ser argüida a suspeição de autoridade ou servidor que tenha amizade íntima ou inimizade notória com algum dos interessados ou com os respectivos cônjuges, companheiros, parentes e afins até o terceiro grau." 

      Está correta, portanto, a opção “b", ao afirmar que a Lei 9.784/99 admite o não depoimento de inimigos notórios, como seria o caso aqui versado.


    Resposta: B "

  • Questão mal elaborada. Os examinadores da consulplan deveriam fazer um estágio com o cespe. 

  • Gente, o TRF2, que é uma instituição do mais alto nível, tá ligado na besteira que fez?

  • Que confusão... 

  • Errei marcando a letra A. Lendo, atentamente, a letra B é a correta. Obersva-se que foi mencionada inimizade, trata-se de suspeição. Logo, poderá ser arguida a suspeição.

  • LETRA B!

     

    ARTIGO 20 DA LEI 9784 - PODE SER ARGUIDA A SUSPEIÇÃO DE AUTORIDADE OU SERVIDOR QUE TENHA AMIZADE ÍNTIMA OU INIMIZADE NOTÓRIA COM ALGUM DOS INTERESSADOS OU COM OS RESPECTIVOS CÕNJUGES, COMPANHEIROS, PARENTES E AFINS ATÉ O TERCEIRO GRAU.

  • DICA PARA NÃO ERRAR NUNCA MAIS, SERVE PARA O CPC TAMBÉM:

    VIDE   Q574319  Q492868 Q482342

     

    IMPEDIMENTO  =  RELAÇÃO COM O LITÍGIO

     

    SUSPEIÇÃO    =     RELAÇÃO COM  a  PARTE  SUBJETIVA

     

     

     

    Art. 20. Pode ser argüida a suspeição de autoridade ou servidor que tenha amizade íntima ou inimizade notória com algum dos interessados ou com os respectivos cônjuges, companheiros, parentes e AFINS ATÉ O TERCEIRO GRAU.

  • inimizade notória caso de suspeição Gabarito letra (B)

  • não depoimento = suspeição?

  • Alguém sabe se pode entrar pra faze a prova um tanto quanto dopado? ? Só assim pra entender as provas dessa brilhante banca! :D

  • Com um enunciado desse, complicado.


ID
1478614
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Dentre as peculiaridades do contrato administrativo consta sanção que extrapola os limites contratuais e que, consoante à Lei Federal nº 8.666/1993, consiste na

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B;

    Art. 87. Pela inexecução total ou parcial do contrato a Administração poderá, garantida a prévia defesa, aplicar ao contratado as seguintes sanções:

    I - advertência;

    II - multa, na forma prevista no instrumento convocatório ou no contrato;

    III - suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a Administração, por prazo não superior a 2 (dois) anos;

    IV - declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração Pública enquanto perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a própria autoridade que aplicou a penalidade, que será concedida sempre que o contratado ressarcir a Administração pelos prejuízos resultantes e após decorrido o prazo da sanção aplicada com base no inciso anterior.

    Bons estudos! ;)

  • Alguém explica o enunciado?

    Eu entendi que punição (sanção) que extrapola os limites contratuais seria a multa de 100%, já que a lei não menciona valores, apenas diz que será prevista no instrumento convocatório ou contrato.

  • Acredito que, quando a banca afirmou que a sanção extrapola os limites do contrato, ela quis saber qual dentre as penalidades previstas tem seus efeitos estendidos além dos limites dos signatários envolvidos.

    Sabe- se também que o termo Administração Pública significa todos os entes da Administração direta e indireta de quais das esferas e em todos os poderes, ou seja, o contratado não poderá ser celebrar contrato com nenhum outro ente.

    Reforçando que o STJ não adota tal distinção entre Administração e Administração Pública.

    Mas realmente....o enunciado é ruim.

    Att

  • Analisando bem a questão, apaguei meu comentário que criticava o enunciado, pois, em verdade, ele está muito é claro e requer atenção à palavra SANÇÃO. Além disso, a questão faz remissão expressa à Lei 8666.

    Na 8666 o rol de sanções se encontra no art. 86, caput, e incisos do art. 87. Lá não consta a rescisão unilateral do contrato como sanção administrativa, que está nos art. 77, 78 e 79, ou seja, em tópico inclusive à parte.
    Portanto, a letra B é a alternativa correta, incontestavelmente. O enunciado não foi confuso, apesar de eu ter comentado aqui há alguns minutos que sim. 
    Rescisão unilateral é PRERROGATIVA da Administração Pública, constituindo-se em verdadeira cláusula exorbitante PORQUE EXTRAPOLA AS INSTITUIÇÕES DE UM CONTRATO PRIVADO.

     

  • As sanções previstas na Lei 8.666/93, para os casos de atraso injustificado e inexecução total ou parcial do contrato, encontram-se disciplinadas em seus artigos 86 a 88, quais sejam:  

    i) multa de mora;  

    ii) advertência;  

    iii) multa, na forma prevista no instrumento convocatório ou no contrato;  

    iv) suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a Administração, por prazo não superior a dois anos; e  

    v) declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração Pública enquanto perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a própria autoridade que aplicou a penalidade, que será concedida sempre que o contratado ressarcir a Administração pelos prejuízos resultantes e após decorrido o prazo de dois anos.  

    Pois bem, com base nestas premissas, vejamos as opções:  

    a) Errado: sequer existe tal sanção prevista em lei.  

    b) Certo: é a hipótese do art. 87, IV, Lei 8.666/93. É, de fato, considerada uma penalidade que extrapola os limites contratuais, porquanto impede que o apenado venha a participar de novas licitações, bem assim de celebrar novos contratos com a Administração, ao menos enquanto perdurarem os efeitos da condenação.  

    c) Errado: a rescisão unilateral não vem prevista, propriamente, como uma sanção. Ao menos assim não está elencada, ao lado das demais. De toda a forma, é evidente que se trata de providência cujos efeitos ficam adstritos ao próprio contrato que está sendo rescindido, de maneira que não satisfaz a condição indicada no enunciado da questão (“sanção que extrapola os limites contratuais").  

    d) Errado: a Lei 8.666/93 não estabelece, ela mesma, os valores ou percentuais das multas a serem aplicadas, devendo tal matéria ser tratada no instrumento convocatório ou no contrato (arts. 86, caput e 87, II). Está equivocado, portanto, asseverar que a Lei 8.666/93 estabeleceria “multa de 100% do valor da prestação".  

    Resposta: B 
  • Autor: Rafael Pereira , Juiz Federal - TRF da 2ª Região

    As sanções previstas na Lei 8.666/93, para os casos de atraso injustificado e inexecução total ou parcial do contrato, encontram-se disciplinadas em seus artigos 86 a 88, quais sejam:  

    i) multa de mora;  

    ii) advertência;  

    iii) multa, na forma prevista no instrumento convocatório ou no contrato;  

    iv) suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a Administração, por prazo não superior a dois anos; e  

    v) declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração Pública enquanto perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a própria autoridade que aplicou a penalidade, que será concedida sempre que o contratado ressarcir a Administração pelos prejuízos resultantes e após decorrido o prazo de dois anos.  

    Pois bem, com base nestas premissas, vejamos as opções:  

    a) Errado: sequer existe tal sanção prevista em lei.  

    b) Certo: é a hipótese do art. 87, IV, Lei 8.666/93. É, de fato, considerada uma penalidade que extrapola os limites contratuais, porquanto impede que o apenado venha a participar de novas licitações, bem assim de celebrar novos contratos com a Administração, ao menos enquanto perdurarem os efeitos da condenação.  

    c) Errado: a rescisão unilateral não vem prevista, propriamente, como uma sanção. Ao menos assim não está elencada, ao lado das demais. De toda a forma, é evidente que se trata de providência cujos efeitos ficam adstritos ao próprio contrato que está sendo rescindido, de maneira que não satisfaz a condição indicada no enunciado da questão (“sanção que extrapola os limites contratuais").  

    d) Errado: a Lei 8.666/93 não estabelece, ela mesma, os valores ou percentuais das multas a serem aplicadas, devendo tal matéria ser tratada no instrumento convocatório ou no contrato (arts. 86, caput e 87, II). Está equivocado, portanto, asseverar que a Lei 8.666/93 estabeleceria “multa de 100% do valor da prestação".  
    Resposta: B 

  • O que o enunciado pede é uma modalidade de sanção que extrapole o que se impõem em contratos comuns, uma sanção decorrente de cláusula exorbitante, isto é, aquela imposta pela Administração sem intervenção do judiciário.

  • Nunca vi extrapolar o que está na lei.

    Art. 87.  Pela inexecução total ou parcial do contrato a Administração poderá, garantida a prévia defesa, aplicar ao contratado as seguintes sanções:

    ......

    IV - declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração Pública enquanto perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a própria autoridade que aplicou a penalidade, que será concedida sempre que o contratado ressarcir a Administração pelos prejuízos resultantes e após decorrido o prazo da sanção aplicada com base no inciso anterior.

  • explicaçao do enunciado pra quem ainda nao entendeu: marque a alternativa que configura uma sançao cuja abrangencia ultrapassa os limites do contrato, de modo a penalizar o contratado de forma ampla, inabilitando-o, em razao da declaraçao de sua inidoeinadadade, por ex., nao só quanto àquele contrato especifico em que praticou irregularidade(s), mas para qualquer relaçao contratual, ate mesmo licitaçao, com a adm. pub. pelo prazo estabelecido. portanto, a questao faz referência aos incisos IV e V do art. 87 da Lei 8666/93. concordam? espero ter ajudado. bons estudos.
  • Art. 87.  Pela inexecução total ou parcial do contrato a Administração poderá, garantida a prévia defesa, aplicar ao contratado as seguintes sanções:

    I - advertência; II - multa, na forma prevista no instrumento convocatório ou no contrato; III - suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a Administração, por prazo não superior a 2 (dois) anos; IV - declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração Pública [...]

  • A questão pede  que se identifique que sanção aplicada pode ir além do que foi contratado entre as partes. 

    Interdição do local da obra: obviamente a obra foi contratada e sua interdição ocorre dentro do que foi pactuado.

    declaração de idoneidade: uma vez aplicada, acompanha o adjudicante além do contrato pactuado, impedindo-o de realizar novos contratos com a adm. (gabarito)

    rescição e multa: devem ser previstas no contrato e serem aplicadas consoante pactuado.

  • idoniedade

  • A declaração de inidoneidade extrapola os limites contratuais porque quem dá essa declaração é Ministro ou Secretário de Estado.
  • GABARITO: B

    Art. 87. Pela inexecução total ou parcial do contrato a Administração poderá, garantida a prévia defesa, aplicar ao contratado as seguintes sanções:

    I - advertência;

    II - multa, na forma prevista no instrumento convocatório ou no contrato;

    III - suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a Administração, por prazo não superior a 2 (dois) anos

    IV - declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração Pública enquanto perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a própria autoridade que aplicou a penalidade, que será concedida sempre que o contratado ressarcir a Administração pelos prejuízos resultantes e após decorrido o prazo da sanção aplicada com base no inciso anterior.

  • Cabe como exemplo o atual caso da alteração da bula


ID
1478617
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Eleitoral
Assuntos

“G é governador do estado Y e pretende candidatar-se ao Senado." Nesse caso, de acordo com as normas constantes  da Constituição Federal, deverá

Alternativas
Comentários
  • CF/88 - Art. 14. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:

    § 6º - Para concorrerem a outros cargos, o Presidente da República, os Governadores de Estado e do Distrito Federal e os Prefeitos devem renunciar aos respectivos mandatos até seis meses antes do pleito. 


    Jurisprudência do TSE:

    “Consulta. Governador. Renúncia. Inelegibilidade. Afastamento. I- O Governador de Estado, se quiser concorrer a outro cargo eletivo, deve renunciar a seu mandato até seis meses antes do pleito (CF, art. 14, § 6o). II- A renúncia do Governador em primeiro mandato, até seis meses antes do pleito, torna elegíveis os parentes relacionados no art. 14, § 7o, da Constituição Federal. III- A renúncia do Governador, até seis meses antes da eleição, torna seus parentes elegíveis (CF, art. 14, § 7o) para cargo diverso, na mesma circunscrição. (...).” Resolução TSE no 22119, de 24/11/05, Rel. Ministro Humberto Gomes de Barros, publicada no DJ de 16/12/05, página 200. 

  • Para não ter que gravar muita coisa : Os chefes do poder EXECUTIVO terão que renunciar o 6 MESES ANTES do pleito se pretenderem concorrer para outros cargos.  Atenção : vale para os cargos d e chefe do EXECUTIVO!

  • A resposta correta é a alternativa D, que prevê a necessidade de desincompatibilização do Governador até 6 (seis) meses antes do pleito para concorrer a outros cargos (no caso da questão, o de Senador), conforme artigo 14, §6º, da Constituição Federal, repetido no artigo 1º, inciso V, alínea "a", c/c artigo 1º, inciso II, alínea "a", item 10, da Lei Complementar 64/90:

    Art. 14. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:

    (...)

    § 6º Para concorrerem a outros cargos, o Presidente da República, os Governadores de Estado e do Distrito Federal e os Prefeitos devem renunciar aos respectivos mandatos até seis meses antes do pleito.


    Art. 1º São inelegíveis:

    II - para Presidente e Vice-Presidente da República:

    a) até 6 (seis) meses depois de afastados definitivamente de seus cargos e funções:

    10. os Governadores de Estado, do Distrito Federal e de Territórios;

    V - para o Senado Federal:

    a) os inelegíveis para os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República especificados na alínea a do inciso II deste artigo e, no tocante às demais alíneas, quando se tratar de repartição pública, associação ou empresa que opere no território do Estado, observados os mesmos prazos;

    RESPOSTA: ALTERNATIVA D.

  •  

    VIDE  Q778045 Q579096  Q286740 Q84692 Q11991

     

    DEVEM DESINCOMPATIBILIZAR-SE:

     

    1-     Para Presidente da República

     

    A REGRA É O PRAZO DE SEIS MESES.       As desincompatibilizações para DEPUTADOS ESTADUAL observam as regras de SENADOR, para o qual se aplicam as mesmas regras de Presidente.

    -  os que, até 6 (seis) meses antes da eleição, tiverem competência ou interesse, direta, indireta ou eventual, no lançamento, arrecadação ou fiscalização de impostos, taxas e contribuições de caráter obrigatório, inclusive parafiscais, ou para aplicar multas relacionadas com essas atividades;

     

                                      EXCEÇÃO:       4 MESES   

     

    -      cargo ou função de direção, de administração ou de representação em entidades representativas de classe, mantidas, total ou parcialmente, por contribuições impostas pelo poder público ou com recursos arrecadados e REPASSADOS PELA PREVIDÊNCIA SOCIAL.

     

    -       Os que tenham ocupado cargo ou função de direção, administração ou representação em ENTIDADES REPRESENTATIVAS DE CLASSE, mantidas, total ou parcialmente, por contribuições impostas pelo poder público.

     

    3 MESES  SERVIDORES PÚBLICOS,, estatutários ou não, dos órgãos ou entidades da administração direta ou indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e dos Territórios, inclusive das fundações mantidas pelo Poder Público, garantido o direito à percepção dos seus vencimentos integrais.

    .........................................

     

    2-    Para Governador e vice-Governador

    SEIS MESES:   TODAS as hipóteses de inelegibilidade relativas “exclusivas” dos cargos de Governador e de vice-Governador SÃO DE SEIS MESES

     

     

     

     

    3-       Prefeito e Vice-Prefeito:      A REGRA É O PRAZO DE SEIS MESES

     

               EXCEÇÃO:        4 MESES.

     

    -       os membros do Ministério Público e Defensoria Pública em exercício na Comarca, nos 4  (QUATRO) MESES ANTERIORES AO PLEITO, sem prejuízo dos vencimentos integrais;

     

    -  as autoridades policiais, CIVIS ou militares, com exercício no Município, nos 4 (QUATRO) MESES ANTERIORES AO PLEITO

     

                   A desincompatibilização do SECRETÁRIO MUNICIPAL é de 4 meses.

     

    VIDE  Q531765  Q778030

     

    MILITAR ELEGÍVEL:          A FILIAÇÃO SE DÁ COM O REGISTRO

     

    O MILITAR NÃO PODE SER FILIADO. NO MOMENTO QUE É REGISTRADO ele é filiado

     

    +        10 ANOS      --> AGREGADO 

     

    -          10 ANOS    --> AFASTADO

     

    O militar alistável é elegível, atendidas as seguintes condições (...).

     

     

     

     

  • DESINCOMPATIBILIZAÇÃO: ART 14, $6 CF

  •  

    Presidente, Governador e Prefeito -> qualquer outro cargor político = 6 mêses antes do pleito

  • renunciar ao mandato até seis meses antes do pleito.


ID
1478620
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Eleitoral
Assuntos

“Fábio tem ciência de irregularidades na eleição proporcional ocorrida no estado Y e deseja obter informações sobre os requisitos para a impugnação de mandato eletivo. Assim, consulta a advogada Deise, especializada na área, que lhe responde que, nos termos da Constituição Federal, o mandato eletivo poderá ser impugnado ante a Justiça _______________ no prazo de 15 dias contados da diplomação, instruída a ação com provas de abuso de poder econômico, corrupção ou fraude." Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

Alternativas
Comentários
  • CF
    Art. 14, 10 - O mandato eletivo poderá ser impugnado ante a Justiça Eleitoral no prazo de quinze dias contados da diplomação , instruída a ação com provas de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude. 

  • Nossa que questão fácil. Estava procurando a pegadinha. rs

    Justiça Eleitoral é claro. Pra questões eleitorais justiça eleitoral. 
  • Essa questao foi p ninguem zerar em direito eleitoral!!

  • Fala sério!

  • Eu também Iziquiel! Li 3 vezes procurando pegadinha =DDD

  • Um verdadeiro desrespeito aos candidatos que se esforçam para atingir um alto nível de conhecimento!

  • a JUSTIÇA ELEITORAL não se mistura com ninguém e ponto final!

  • Um monte de cometário desnecessário. Não percebem que a banca tentou confundir com a situação de DIPLOMAÇÃO  e POSSE. A competência da Justiça Eleitoral se exaure com a diplomação, ou seja, as divergências serão discutidas na justiça comum.


    --------------------------


     1. Mandado de Segurança impetrado contra ato de Presidente de Câmara Municipal pretendendo a suspensão de ato convocatório de eleição indireta para Prefeito Municipal, em virtude de renúncia de Prefeito e Vice-Prefeito, depois de decorridos mais de 02 anos de exercício do mandato. 

    2. Exaurindo sua competência com a diplomação dos eleitos, a Justiça Eleitoral é absolutamente incompetente para conhecer de questão atinente a eleição indireta para escolha de novos mandatários municipais, em virtude de renúncia, em pleno exercício de mandato há mais de dois anos, de Prefeito e Vice-Prefeito. Jurisprudência pacífica do TSE. 

    3. Sentença proferida por Juiz Eleitoral, conhecendo do mérito do writ. Reconhecendo o Tribunal, ex officio, a incompetência absoluta da Justiça Eleitoral, decreta-se a nulidade de sentença, com ordem de remessa dos autos ao Juiz de Direito da Comarca, órgão da Justiça Comum Estadual, a quem compete julgar a demanda.

    (TRE-CE, Recurso em Mandado de Segurança n.º 11.001, de 13.5.2004, Rel. Juiz Roberto Machado)
  • A Justiça Eleitoral é a competente para julgar as ações de impugnação ao mandado eletivo, conforme artigo 14, §10, da Constituição Federal:

    Art. 14. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:

    (...)

    § 10. O mandato eletivo poderá ser impugnado ante a Justiça Eleitoral no prazo de quinze dias contados da diplomação, instruída a ação com provas de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude.

    RESPOSTA: ALTERNATIVA D.




  • Sem comentários....

  • Pqp!!!! Banca FDP.... questão fácil do caral......

  • Não acredito que 248 pessoas erraram.

     

  • Como foi fraca essa prova do TRE-MG... Ainda bem que o TRE-PE não pegou uma banca desse nível!!!

  • Pensam que os candidatos são retardados .

    Pergunta do TRF 2 

    As causas que envolvem a União devem ser julgadas:

    a) Justiça do Trabalho

    b) Justiça Militar

    c)MPU

    d) Justiça Federal

  • Se ao menos as pessoas que dizem que a questão é facil, fizessem um terço das questões disponiveis aqui no qc, tenho a plena certeza, que seriam mais flexiveis e guardariam seus cometarios mediocres para si.:) O importante é sempre aprender  e não criticar. independente de ser facil ou não.

  • Quem tá reclamando por ser fácil demais, provavelmente errou...bola pra frente!

    Fé em Deus...DJ

  • A questão é tão fácil que tem gente que sabe desconfia e erra 

  • O único comentário válido foi o do Harvey Specter.

  • primeiro comentario:

     

    CF
    Art. 14, 10 - O mandato eletivo poderá ser impugnado ante a Justiça Eleitoral no prazo de quinze dias contados da diplomação , instruída a ação com provas de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude. 

     

  • O mandato eletivo= 15 letras = 15 dias para impugnar

  • Acredito que o objetivo da banca tenha sido confundir o candidato a marcar Justiça Estadual, ao mencionar na questão que o cidadão queria impugnar as eleições de candidato a eleições proporcionais estaduais. Todavia, a impugnação de mandato eletivo deve ser feito perante a Justiça Eleitoral no prazo de 15 dias contados da diplomação.

  • A AIME, assim como todas as demais ações eleitorais, deverá ser apresentada perante à Justiça Eleitoral competente, de acordo com o cargo do candidato que se pretende cassar o diploma.

  • Art. 14, 10 - O mandato eletivo poderá ser impugnado ante a  no prazo de quinze dias contados da diplomação , instruída a ação com provas de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude. 


ID
1478623
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Eleitoral
Assuntos

Os  partidos  políticos  são  dotados  de  autonomia  e  devem,  nos  seus  estatutos,  regular  a  disciplina  e  fidelidade  partidária. Após  a  sua  regular  constituição  de  acordo  com  a  lei  civil  deve,  de  acordo  com  a  Constituição  Federal,  registrar seu estatuto no(a):

Alternativas
Comentários
  • Lei dos Partidos Políticos - Lei nº 9.096/95
    Art. 7º O partido político, após adquirir personalidade jurídica na forma da lei civil, registra seu estatuto no Tribunal Superior Eleitoral.

  • De acordo com a Constituição:

    CAPÍTULO V
    DOS PARTIDOS POLÍTICOS

    Art. 17. É livre a criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos, resguardados a soberania nacional, o regime democrático, o pluripartidarismo, os direitos fundamentais da pessoa humana e observados os seguintes preceitos: Regulamento

    I - caráter nacional;

    II - proibição de recebimento de recursos financeiros de entidade ou governo estrangeiros ou de subordinação a estes;

    III - prestação de contas à Justiça Eleitoral;

    IV - funcionamento parlamentar de acordo com a lei.

    § 1º É assegurada aos partidos políticos autonomia para definir sua estrutura interna, organização e funcionamento e para adotar os critérios de escolha e o regime de suas coligações eleitorais, sem obrigatoriedade de vinculação entre as candidaturas em âmbito nacional, estadual, distrital ou municipal, devendo seus estatutos estabelecer normas de disciplina e fidelidade partidária. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 52, de 2006)

    § 2º - Os partidos políticos, após adquirirem personalidade jurídica, na forma da lei civil, registrarão seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral.

    § 3º - Os partidos políticos têm direito a recursos do fundo partidário e acesso gratuito ao rádio e à televisão, na forma da lei.

    § 4º - É vedada a utilização pelos partidos políticos de organização paramilitar.


  • Correta: C

    ---------------------------------

    CAPÍTULO V - DOS PARTIDOS POLÍTICOS

    CF/88 - Art. 17....

    ....

    § 2º - Os partidos políticos, após adquirirem personalidade jurídica, na forma da lei civil, registrarão seus ESTatutos no Tribunal Superior Eleitoral.

    ---------------------------------

    Mnemônio:

    E - eleitoral

    S - superior

    T - tribunal

    A

    T

    U

    T

    O


  • LETRA C CORRETA 

    Os partidos políticos, após adquirirem personalidade jurídica, na forma da lei civil,registrarão seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral.


  • Após a sua regular constituição de acordo com a lei civil, o partido político deve registrar seu estatuto no Tribunal Superior Eleitoral. Logo, a resposta correta é a alternativa C, conforme artigo 17, §2º, da Constituição Federal, repetido no artigo 7º, "caput", da Lei 9096/95:

    CAPÍTULO V
    DOS PARTIDOS POLÍTICOS

    Art. 17. É livre a criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos, resguardados a soberania nacional, o regime democrático, o pluripartidarismo, os direitos fundamentais da pessoa humana e observados os seguintes preceitos: Regulamento

    I - caráter nacional;

    II - proibição de recebimento de recursos financeiros de entidade ou governo estrangeiros ou de subordinação a estes;

    III - prestação de contas à Justiça Eleitoral;

    IV - funcionamento parlamentar de acordo com a lei.

    § 1º É assegurada aos partidos políticos autonomia para definir sua estrutura interna, organização e funcionamento e para adotar os critérios de escolha e o regime de suas coligações eleitorais, sem obrigatoriedade de vinculação entre as candidaturas em âmbito nacional, estadual, distrital ou municipal, devendo seus estatutos estabelecer normas de disciplina e fidelidade partidária. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 52, de 2006)

    § 2º Os partidos políticos, após adquirirem personalidade jurídica, na forma da lei civil, registrarão seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral.

    § 3º Os partidos políticos têm direito a recursos do fundo partidário e acesso gratuito ao rádio e à televisão, na forma da lei.


    Art. 7º O partido político, após adquirir personalidade jurídica na forma da lei civil, registra seu estatuto no Tribunal Superior Eleitoral.

            § 1o  Só é admitido o registro do estatuto de partido político que tenha caráter nacional, considerando-se como tal aquele que comprove, no período de dois anos, o apoiamento de eleitores não filiados a partido político, correspondente a, pelo menos, 0,5% (cinco décimos por cento) dos votos dados na última eleição geral para a Câmara dos Deputados, não computados os votos em branco e os nulos, distribuídos por um terço, ou mais, dos Estados, com um mínimo de 0,1% (um décimo por cento) do eleitorado que haja votado em cada um deles. (Redação dada pela Lei nº 13.165, de 2015)

            § 2º Só o partido que tenha registrado seu estatuto no Tribunal Superior Eleitoral pode participar do processo eleitoral, receber recursos do Fundo Partidário e ter acesso gratuito ao rádio e à televisão, nos termos fixados nesta Lei.

            § 3º Somente o registro do estatuto do partido no Tribunal Superior Eleitoral assegura a exclusividade da sua denominação, sigla e símbolos, vedada a utilização, por outros partidos, de variações que venham a induzir a erro ou confusão.

    RESPOSTA: ALTERNATIVA C.

  • - Comentário do prof. Ricardo Torques (ESTRATÉGIA CONCURSOS)

    Os partidos políticos constituem instituição fundamental do nosso sistema eleitoral e estão disciplinados expressamente no art. 17 da CF. Em relação ao registro dos partidos políticos prevê o §2º:
    § 2º - Os partidos políticos, após adquirirem personalidade jurídica, na forma da lei civil, registrarão seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral.

    Segundo o Texto da Constitucional, os partidos políticos – pessoas jurídicas de direito privado – após se constituírem de acordo com a legislação civil, deverão registrar seus estatutos no TSE.
    1º - constituição civil enquanto pessoa jurídica
    2° - registro do estatuto no TSE (Tribunal Superior Eleitoral)

    Logo, a alternativa C é a correta e gabarito da questão.

  • Art. 7º O partido político, após adquirir personalidade jurídica na forma da lei civil, registra seu estatuto no Tribunal Superior Eleitoral.

     

  • Tô aqui chocada com essa prova de tão fácil, todas as questões que respondi aqui no QC dela eu acertei sem ter me aprofundado no assunto. Queria ter tido idade suficiente nessa época pra poder ter realizado esse concurso, apesar de que provavelmente as notas de corte devem ter sido altissimas pelo baixo nível de complexidade. Espero que a proxima esteja mais ou menos assim hahaha


ID
1478626
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Eleitoral
Assuntos

“J é  Juiz Eleitoral  sendo membro efetivo do Tribunal Regional Eleitoral VV e está  sendo acusado de  cometer crime  eleitoral." Nos termos do Código Eleitoral, a competência para o seu julgamento será do:

Alternativas
Comentários
  • ALTERNATIVA CORRETA - LETRA B

    Fundamento legal - art. 22, I, "d", do Código Eleitoral

    Art. 22. Compete ao Tribunal Superior:

    I – processar e julgar originariamente:

    (...)

    d) os crimes eleitorais e os comuns que lhes forem conexos cometidos pelos seus próprios Juízes e pelos Juízes dos Tribunais Regionais;

  • Questão anulada pela banca.

  • JUSTIFICATIVA DA BANCA:

    O enunciado da questão exigia com clareza “Nos termos do Código Eleitoral, a competência para o seu julgamento será do:” neste sentido, nos termos do art. 22 do Código Eleitoral: “Compete ao Tribunal Superior Eleitoral: I - Processar e julgar originariamente: ... d) os crimes eleitorais e os comuns que lhes forem conexos cometidos pelos seus próprios juízes e pelos juízes dos Tribunais Regionais...” Todavia, a alínea “a” do inciso I do art. 105 da CRFB/88 prevê que “Compete ao Superior Tribunal de Justiça: I – processar e julgar, originariamente: a) nos crimes comuns, os Governadores dos Estados e do Distrito Federal, e, nestes e nos de responsabilidade, os desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal, os dos Tribunais Regionais Federais, dos Tribunais Regionais Eleitorais (...)”. À luz dos dispositivos legais expostos, a questão dá margem a diferentes interpretações, contendo assim mais de uma alternativa correta. Desta maneira, decide-se pela anulação da mesma. Fonte: Constituição Federal, Código Eleitoral.

  • Resumindo a parada:

    TSE - STF
    TRE - STJ
    JUÍZES ELEITORAIS - TRE

    Bons estudos galera... :)

  • No caso, o TRE tem competencia para julgar, em crime, eleitoral o JUIZ ELEITORAL (nao efetivo)

  • ALTERNATIVA CORRETA - LETRA: A
    Fundamento legal - Nos termos do Código Eleitoral

    Art. 29. Compete aos Tribunais Regionais:
    I - processar e julgar originariamente:
           d) os crimes eleitorais cometidos pelos juizes eleitorais;
  • Nos termos do Código Eleitoral seria o TSE mesmo visto que o juiz é membro do TRE. Mas pela CF a competência é do STJ. Agora se fosse um juiz eleitoral apenas e que não seja membro do TRE quem julgaria é o TRE.

  • Interessante que por diversas vezes eles não anulam, apesar de contrariar a Constituição Federal.

    Ora anula, ora não anula...

     

     

  • Essa banca é uma porcaria.Ela nos obriga a estudar o errado, que não mais em vigor. Creio que seja por incompetência dos examinadores, que não têm gabarito pra elaborar as questões.  

  • PARA NÃO TER DÚVIDA!!!!!!!

    ART 105 COMPETE AO STJ: a) nos crimes comuns, NÃO ELEITORAL os Governadores dos Estados e do Distrito Federal, e, nestes e nos de responsabilidade, os desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal, os dos Tribunais Regionais Federais, dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho, os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais;

    O TSE VAI JULGAR ART 22, CE d) OS CRIMES ELEITORAIS E OS COMUNS QUE LHES FOREM CONEXOS COMETIDOS PELOS SEUS PRÓPRIOS JUÍZES (TSE) E PELOS JUÍZES DOS TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS.

    RESUMO

    CRIME COMUM DE JUÍZ DE TRE - STJ

    CRIME ELEITORAL POR JUÍZ DE TRE - TSE

     

  • O povo confundindo crime eleitoral com crime de responsabilidade. ¬¬

  • TSE - STF
    TRE - STJ, inclusive nos crimes eleitorais, que são considerados crimes comuns, pois o art. 22, I, d, Código Eleitoral não foi recepcionado.
    JUÍZES ELEITORAIS - TRE


ID
1478629
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Eleitoral
Assuntos

Os Juízes Eleitorais têm inúmeras competências de acordo com o Código Eleitoral, dentre as quais a de dividir a zona em

Alternativas
Comentários
  • Código Eleitoral

    Art. 35. Compete aos juizes:

     X - dividir a zona em seções eleitorais;

  • Para acrescentar:

    Código Eleitoral 

    Art. 30. Compete, ainda, privativamente, aos Tribunais Regionais:

    IX - dividir a respectiva circunscrição em zonas eleitorais, submetendo essa divisão, assim como a criação de novas zonas, à aprovação do Tribunal Superior;

  • porra pq eu n fiz essa prova

  • Uma das competências dos juízes eleitorais é a de dividir a zona em seções eleitorais, conforme artigo 35, inciso X, do Código Eleitoral:

    Art. 35. Compete aos juízes:

    I - cumprir e fazer cumprir as decisões e determinações do Tribunal Superior e do Regional;

    II - processar e julgar os crimes eleitorais e os comuns que lhe forem conexos, ressalvada a competência originária do Tribunal Superior e dos Tribunais Regionais;

    III - decidir habeas corpus e mandado de segurança, em matéria eleitoral, desde que essa competência não esteja atribuída privativamente à instância superior.

    IV - fazer as diligências que julgar necessárias à ordem e presteza do serviço eleitoral;

    V - tomar conhecimento das reclamações que lhe forem feitas verbalmente ou por escrito, reduzindo-as a termo, e determinando as providências que cada caso exigir;

    VI - indicar, para aprovação do Tribunal Regional, a serventia de justiça que deve ter o anexo da escrivania eleitoral;

    VII - (Revogado pela Lei nº 8.868, de 1994)

    VIII - dirigir os processos eleitorais e determinar a inscrição e a exclusão de eleitores;

    IX- expedir títulos eleitorais e conceder transferência de eleitor;

    X - dividir a zona em seções eleitorais;

    XI mandar organizar, em ordem alfabética, relação dos eleitores de cada seção, para remessa a mesa receptora, juntamente com a pasta das folhas individuais de votação;

    XII - ordenar o registro e cassação do registro dos candidatos aos cargos eletivos municipais e comunicá-los ao Tribunal Regional;

    XIII - designar, até 60 (sessenta) dias antes das eleições os locais das seções;

    XIV - nomear, 60 (sessenta) dias antes da eleição, em audiência pública anunciada com pelo menos 5 (cinco) dias de antecedência, os membros das mesas receptoras;

    XV - instruir os membros das mesas receptoras sobre as suas funções;

    XVI - providenciar para a solução das ocorrências que se verificarem nas mesas receptoras;

    XVII - tomar todas as providências ao seu alcance para evitar os atos viciosos das eleições;

    XVIII -fornecer aos que não votaram por motivo justificado e aos não alistados, por dispensados do alistamento, um certificado que os isente das sanções legais;

    XIX - comunicar, até às 12 horas do dia seguinte a realização da eleição, ao Tribunal Regional e aos delegados de partidos credenciados, o número de eleitores que votaram em cada uma das seções da zona sob sua jurisdição, bem como o total de votantes da zona.


    Zona eleitoral é a região geograficamente delimitada dentro de um Estado, gerenciada pelo cartório eleitoral, que centraliza e coordena os eleitores ali domiciliados. Pode ser composta por mais de um município, ou por parte dele. Normalmente segue a divisão de comarcas da Justiça Estadual.

    Seção eleitoral, por sua vez, é o local, dentro de uma zona eleitoral, onde serão recepcionados os eleitores que exercerão o direito de voto. Nela funcionará a mesa receptora, composta de seis mesários nomeados pelo juiz eleitoral. Na seção eleitoral ficará instalada a urna eletrônica, equipamento no qual serão registrados os votos.

    Fonte: 
    http://www.tse.jus.br/eleitor/glossario/glossario-...

    RESPOSTA: ALTERNATIVA B.







  • JUÍZ(ona)ES(eção).

    Uma forma de lembrar da competência dos juízes e não trocar pela do TRE na divisão da circunscrição.

  • Tô me perguntando se existiu mesmo essa prova, de tão fácil que  é.....

  • essa consulplan deveria tomar vergonha na cara de fazer uma prova dessas. Por isso a nota de corte foi altíssima.

  • Para mim o enunciado da questão não aparece completo, é só aqui?

     

  • Circunscrições > Zonas  > Seções.

  • Fabricio Rabelo se enganou em colocar o Art 30 pois a competência se encontra no art 35

  • Art 35 inc X do CE

  • Art. 35. Compete aos juízes:

    X – dividir a zona em seções eleitorais;

     

    NÃO CONFUNDIR

    COM A COMPETÊNCIA PRIVATIVA DO TSE

    VIII – aprovar a divisão dos estados em zonas eleitorais ou a criação de novas zonas;

     

    E  COM A COMPETÊNCIA PRIVATIVA DO TRE

     

    IX – dividir a respectiva circunscrição em zonas eleitorais, submetendo esta divisão, assim como a criação de novas zonas, à aprovação do Tribunal Superior;

  • GABARITO B

    Conforme o art. 35 do Código Eleitoral:

    Art. 35. Compete aos juízes:

    X - dividir a zona em seções eleitorais;

  • COMPETÊNCIAS ADMINISTRATIVAS EM RELAÇÃO ÀS ZONAS E SEÇÕES ELEITORAIS:

    Aprovar a divisão dos estados em zonas eleitorais ou a criação de novas zonas ---> TSE

    Dividir a respectiva circunscrição em zonas eleitorais, submetendo esta divisão, assim como a criação de novas zonas, à aprovação do Tribunal Superior ---> TRE

    Dividir a zona em seções eleitorais ---> Juiz Eleitoral


ID
1478632
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual

De acordo com a Resolução nº 803/1999 do TRE-MG, nas ausências ou impedimentos do Corregedor Regional Eleitoral,  ou em casos de urgência, a designação do novo titular da jurisdição eleitoral incumbirá ao:

Alternativas

ID
1478635
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Eleitoral
Assuntos

“De acordo com o Código Eleitoral, o Tribunal Superior Eleitoral é formado por magistrados que têm origem em diversos outros órgãos do Poder Judiciário, vez que nosso sistema não possui uma carreira própria para a magistratura eleitoral. Na composição do Tribunal Superior Eleitoral atuam __________ ministros dentre os do Supremo Tribunal Federal.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

Alternativas
Comentários
  • CF - Art. 119. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á, no mínimo, de sete membros, escolhidos:

    I - mediante eleição, pelo voto secreto:

    a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal;

    b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça;

    II - por nomeação do Presidente da República, dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Supremo Tribunal Federal.

    Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal, e o Corregedor Eleitoral dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça.

  • 3 Min STF +

    2 Min STJ (voto secreto de cada tribunal) +

    2 advogados (indicado pelo STF e Presidente Nomeia)

  • nunca achei que ia ser otaria fui otaria

  • TSE => 322
    TRE=>2212
  • E eu achando que decoreba era típica da FCC...


  • LETRA B CORRETA 

    TSE disk 322

    3 STF (escolhidos pelo próprio STF: voto SECRETO)

    2 STJ (escolhidos pelo próprio STJ: voto SECRETO)

    2 ADV (indicados pelo STF, nomeados pelo Presidente da República)


  • A resposta para a questão está no artigo 119, inciso I, alínea "a", da Constituição Federal, repetido pela alínea "a" do inciso I do artigo 16 do Código Eleitoral:

    Art. 119. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á, no mínimo, de sete membros, escolhidos:

    I - mediante eleição, pelo voto secreto:

    a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal;

    b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça;

    II - por nomeação do Presidente da República, dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Supremo Tribunal Federal.

    Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal, e o Corregedor Eleitoral dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça.


    DO TRIBUNAL SUPERIOR

            Art. 16. Compõe-se o Tribunal Superior Eleitoral:     (Redação dada pela Lei nº 7.191, de 1984)

    I - mediante eleição, pelo voto secreto:     (Redação dada pela Lei nº 7.191, de 1984)

    a) de três juizes, dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal; e     (Redação dada pela Lei nº 7.191, de 1984)

    b) de dois juizes, dentre os membros do Tribunal Federal de Recursos;     (Redação dada pela Lei nº 7.191, de 1984)

    II - por nomeação do Presidente da República, de dois entre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Supremo Tribunal Federal.     (Redação dada pela Lei nº 7.191, de 1984)

    § 1º - Não podem fazer parte do Tribunal Superior Eleitoral cidadãos que tenham entre si parentesco, ainda que por afinidade, até o quarto grau, seja o vínculo legítimo ou ilegítimo, excluindo-se neste caso o que tiver sido escolhido por último.     (Redação dada pela Lei nº 7.191, de 1984)

    § 2º - A nomeação de que trata o inciso II deste artigo não poderá recair em cidadão que ocupe cargo público de que seja demissível ad nutum; que seja diretor, proprietário ou sócio de empresa beneficiada com subvenção, privilégio, isenção ou favor em virtude de contrato com a administração pública; ou que exerça mandato de caráter político, federal, estadual ou municipal.     (Redação dada pela Lei nº 7.191, de 1984)


    RESPOSTA: ALTERNATIVA B
    .
  • Sem comentários....

  • rapaz.... preencha a lacuna é f&%$...kkkk

  • Atualmente Gilmar Mendes Presidente ,Luiz Fux vice  e Rosa Weber 

  •  independente de ser facil ou difícil nunca é demais praticar. se as pessoas que tanto reclamam fizessem um terço das questões disponiveis aqui no qc, tenho a plena certeza, que seriam mais flexiveis e não utilizariam comentarios inúteis. :)

  • Gabarito letra b).

     

    Macete:

     

    TSE = "3, 2, 2"

     

    O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á, no mínimo, de sete membros, escolhidos:

    I - mediante eleição, pelo voto secreto:

    a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal; (RESPOSTA DA QUESTÃO)

    b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça;

    II - por nomeação do Presidente da República, dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Supremo Tribunal Federal.

     

    * O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal, e o Corregedor Eleitoral dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça.

     

     

    TRE = "2, 2, 1, 2"

     

    Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão: (NÃO HÁ O "NO MÍNIMO")

    I - mediante eleição, pelo voto secreto:

    a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de Justiça;

    b) de dois juízes, dentre juízes de direito, escolhidos pelo Tribunal de Justiça;

    II - de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na Capital do Estado ou no Distrito Federal, ou, não havendo, de juiz federal, escolhido, em qualquer caso, pelo Tribunal Regional Federal respectivo;

    III - por nomeação, pelo Presidente da República, de dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.

     

    * O Tribunal Regional Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente dentre os desembargadores.

     

     

    Informação para complementar o estudo sobre os Tribunais Eleitorais:

     

    NÃO HÁ O QUINTO CONSTITUCIONAL NOS TRIBUNAIS ELEITORAIS.

     

    CF, Art. 94. Um quinto dos lugares dos Tribunais Regionais Federais, dos Tribunais dos Estados, e do Distrito Federal e Territórios será composto de membros, do Ministério Público, com mais de dez anos de carreira, e de advogados de notório saber jurídico e de reputação ilibada, com mais de dez anos de efetiva atividade profissional, indicados em lista sêxtupla pelos órgãos de representação das respectivas classes.

     

    Quatro são os tribunais que atendem à regra do quinto constitucional:

    a) Tribunais de Justiça;

    b) Tribunais Regionais Federais;

    c) Tribunais Regionais do Trabalho;

    d) Tribunal Superior do Trabalho.

     

    *A OAB não tem direito subjetivo de participar do procedimento de indicação pelo tribunal de justiça da lista que será encaminhada ao presidente da República para escolha de juiz do TRE. (Q100988)

     

     

     

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  • Vou meter meu dedo onde não é chamado, vejo em várias questões e principalmente nessa última prova do TRE/MG uma galera falando que a prova foi fácil e tal. De certa forma, fácil agora pra nós na frente do pc com um copo de toddy gelado hehe, mas na hora da prova, meu amigo, o fácil pode muitas vezes te dar cada rasteira espetacular, então, use essas questões só como meio de não esquecer alguns pontos da matéria e fuck you! hehe

     

    Pra não esquecer, Gab: B

  • Parabés pela riqueza dos comentários...

    Acrescente-se que a questão tão fácil quanto maldosa porque diz de acordo com o Código Eleitoral (alínea a, inciso I do art.16) e não com a Constitução(Art.119, caput), conforme a seguir: 

    Art. 16. Compõe-se o Tribunal Superior Eleitoral:

    V. CF/1988, art. 119, caput: composição mínima de sete membros; V., ainda, nota ao art. 23, VI, deste código.

    I – mediante eleição, pelo voto secreto:

    a) de três Juízes, dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal; e

    CF/1988, art. 119, I, a.

     


ID
1478638
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Eleitoral
Assuntos

Dentre as competências do Tribunal Regional Eleitoral está a de elaboração dos modelos dos boletins e mapas de apuração, a fim de que estes atendam às peculiaridades locais, encaminhando os modelos que aprovar ou impugnações formuladas pelos partidos, à decisão do Tribunal Superior. Nesse caso, de acordo com o Código Eleitoral, o Tribunal deverá ouvir

Alternativas
Comentários
  • Código Eleitoral - Art. 30. Compete, ainda, privativamente, aos Tribunais Regionais:

    XIX – suprimir os mapas parciais de apuração, mandando utilizar apenas os boletins e os mapas totalizadores, desde que o menor número de candidatos às eleições proporcionais justifique a supressão, observadas as seguintes normas:

    e) o Tribunal Regional ouvirá os partidos na elaboração dos modelos dos boletins e mapas de apuração a fim de que estes atendam às peculiaridades locais, encaminhando os modelos que aprovar, acompanhados das sugestões ou impugnações formuladas pelos partidos, à decisão do Tribunal Superior.

  • Essa questão poderia ser anulada, fiz recurso mas perdi o prazo.:

    "Nesse  caso, de  acordo  com o Código  Eleitoral, o Tribunal  deverá ouvir", qual tribunal deverá ouvir?

    A questão cita o TRE e TSE, ou seja dois tribunais, e não especifica qual tribunal deverá ouvir.

    A questão fica ambigua.

    mas... tá decorado!

  • Nailson! A questão não é passível de recurso, está claro que o "Tribunal" é o TRE.

  • Não, Igor, não está claro. se a questão fala de tribunal regional  e tribunal superior, como saber q qual tribunal a banca está fazendo referencia?

    a banca não pode deixar a questão ambígua. Se tivesse perguntado o "tribunal regional deverá ouvir"...seria diferente

  • A resposta já estava no próprio enunciado da questão, ao mencionar que deveriam ser acompanhadas as "impugnações formuladas pelos partidos". O candidato que fizesse uma leitura mais atenta, ainda que não lembrasse desse dispositivo do Código Eleitoral, conseguiria acertar com tranquilidade.

    Conforme preconiza o artigo 30, inciso XIX, alínea "e", do Código Eleitoral, o Tribunal Regional Eleitoral ouvirá os partidos quando da elaboração dos modelos dos boletins e mapas de apuração, a fim de que estes atendam às peculiaridades locais, encaminhando os modelos que aprovar ou impugnações formuladas pelos partidos à decisão do Tribunal Superior Eleitoral:

            Art. 30. Compete, ainda, privativamente, aos Tribunais Regionais:

            I - elaborar o seu regimento interno;

            II - organizar a sua Secretaria e a Corregedoria Regional provendo-lhes os cargos na forma da lei, e propor ao Congresso Nacional, por intermédio do Tribunal Superior a criação ou supressão de cargos e a fixação dos respectivos vencimentos;

            III - conceder aos seus membros e aos juizes eleitorais licença e férias, assim como afastamento do exercício dos cargos efetivos submetendo, quanto aqueles, a decisão à aprovação do Tribunal Superior Eleitoral;

            IV - fixar a data das eleições de Governador e Vice-Governador, deputados estaduais, prefeitos, vice-prefeitos , vereadores e juizes de paz, quando não determinada por disposição constitucional ou legal;

            V - constituir as juntas eleitorais e designar a respectiva sede e jurisdição;

            VI - indicar ao tribunal Superior as zonas eleitorais ou seções em que a contagem dos votos deva ser feita pela mesa receptora;

            VII - apurar com os resultados parciais enviados pelas juntas eleitorais, os resultados finais das eleições de Governador e Vice-Governador de membros do Congresso Nacional e expedir os respectivos diplomas, remetendo dentro do prazo de 10 (dez) dias após a diplomação, ao Tribunal Superior, cópia das atas de seus trabalhos;

            VIII - responder, sobre matéria eleitoral, às consultas que lhe forem feitas, em tese, por autoridade pública ou partido político;

            IX - dividir a respectiva circunscrição em zonas eleitorais, submetendo essa divisão, assim como a criação de novas zonas, à aprovação do Tribunal Superior;

            X - aprovar a designação do Ofício de Justiça que deva responder pela escrivania eleitoral durante o biênio;

            XI - (Revogado pela Lei nº 8.868, de 1994)

            XII - requisitar a força necessária ao cumprimento de suas decisões solicitar ao Tribunal Superior a requisição de força federal;

            XIII - autorizar, no Distrito Federal e nas capitais dos Estados, ao seu presidente e, no interior, aos juizes eleitorais, a requisição de funcionários federais, estaduais ou municipais para auxiliarem os escrivães eleitorais, quando o exigir o acúmulo ocasional do serviço;

            XIV - requisitar funcionários da União e, ainda, no Distrito Federal e em cada Estado ou Território, funcionários dos respectivos quadros administrativos, no caso de acúmulo ocasional de serviço de suas Secretarias;

            XV - aplicar as penas disciplinares de advertência e de suspensão até 30 (trinta) dias aos juizes eleitorais;

            XVI - comprir e fazer cumprir as decisões e instruções do Tribunal Superior;

            XVII - determinar, em caso de urgência, providências para a execução da lei na respectiva circunscrição;

            XVIII - organizar o fichário dos eleitores do Estado.

            XIX - suprimir os mapas parciais de apuração mandando utilizar apenas os boletins e os mapas totalizadores, desde que o menor número de candidatos às eleições proporcionais justifique a supressão, observadas as seguintes normas:     (Incluído pela Lei nº 4.961, de 1966)

            a) qualquer candidato ou partido poderá requerer ao Tribunal Regional que suprima a exigência dos mapas parciais de apuração;     (Incluído pela Lei nº 4.961, de 1966)

            b) da decisão do Tribunal Regional qualquer candidato ou partido poderá, no prazo de três dias, recorrer para o Tribunal Superior, que decidirá em cinco dias;     (Incluído pela Lei nº 4.961, de 1966)

            c) a supressão dos mapas parciais de apuração só será admitida até seis meses antes da data da eleição;     (Incluído pela Lei nº 4.961, de 1966)

            d) os boletins e mapas de apuração serão impressos pelos Tribunais Regionais, depois de aprovados pelo Tribunal Superior;     (Incluído pela Lei nº 4.961, de 1966)


            e) o Tribunal Regional ouvira os partidos na elaboração dos modelos dos boletins e mapas de apuração a fim de que estes atendam às peculiaridades locais, encaminhando os modelos que aprovar, acompanhados das sugestões ou impugnações formuladas pelos partidos, à decisão do Tribunal Superior.      (Incluído pela Lei nº 4.961, de 1966)

    RESPOSTA: ALTERNATIVA C.
  • esta claro que ele fala do TRE, é só ver o enunciado, questão de interpretar, olha o português...

  • Compete ao TRE

    (...)

    suprimir os mapas parciais de apuração, mandando utilizar apenas os boletins e os mapas totalizadores, desde que o menor número de candidatos às eleições proporcionais justifique a supressão. Da decisão do Tribunal Regional qualquer candidato ou partido poderá, no prazo de três dias, recorrer para o Tribunal Superior, que decidirá em cinco dias;

  • Lei 4.737, art. 30

     

    XIX

    e) o Tribunal Regional ouvirá os partidos na elaboração dos modelos dos boletins e mapas de apuração a fim de que estes atendam às peculiaridades locais, encaminhando os modelos que aprovar, acompanhados das sugestões ou impugnações formuladas pelos partidos, à decisão do Tribunal Superior.

  • Pessoal, entenda o seguinte: "você prefere acerta ou ter razão?". Nunca vi uma questão ser anulada por essa razão, Nailson. Não se atenha a esses detalhes. Bons estudos. Abraço.

  • Na minha anotação, esse artigo o prof fala que não foi recepcionado, alguém ae pode me dizer com ctz quais artigos não foram recepcionados ?? Se puderem me mandar no imbox eu agradeceria! Paz.

  • Art. 30. Compete, ainda, privativamente, aos TRE:

     

     

    XIX – suprimir os mapas parciais de apuração, mandando utilizar apenas os boletins e os mapas totalizadores, desde que o menor número de candidatos às eleições proporcionais justifique a supressão, observadas as seguintes normas:

     

    e) o Tribunal Regional ouvirá os partidos na elaboração dos modelos dos boletins e mapas de apuração a fim de que estes atendam às peculiaridades locais, encaminhando os modelos que aprovar, acompanhados das sugestões ou impugnações formuladas pelos partidos, à decisão do Tribunal Superior.

     

     

    GABARITO: C

  • Gab C
    partidos

  •  

    e) O Tribunal Regional ouvirá os partidos na elaboração dos modelos dos boletins e mapas de apuração a fim de que estes atendam às peculiaridades locais, encaminhando os modelos que aprovar, acompanhados das sugestões ou impugnações formuladas pelos partidos, à decisão do Tribunal Superior.

    DE ACORDO COM O : Código Eleitoral - Art. 30


ID
1478641
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Eleitoral
Assuntos

“Pedro pretende integrar o Tribunal Regional Eleitoral na categoria de jurista. Após contatar seus colegas advogados, verifica que existe a necessidade de integrar uma lista de acesso para sua nomeação. Nos termos do Código Eleitoral, caso tenha sucesso, o procedimento que redundará na sua nomeação, ocorrerá pelo ato de escolha do ______________________________ de dois dentre seis cidadãos de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça." Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

Alternativas
Comentários
  • Na verdade deve ser utilizado o artigo 120 da Constituição Federal de 1988.

    Art. 120. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de cada Estado e no Distrito Federal.

    § 1º - Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão:

    I - mediante eleição, pelo voto secreto:

    a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de Justiça;

    b) de dois juízes, dentre juízes de direito, escolhidos pelo Tribunal de Justiça;

    II - de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na Capital do Estado ou no Distrito Federal, ou, não havendo, de juiz federal, escolhido, em qualquer caso, pelo Tribunal Regional Federal respectivo;

    III - por nomeação, pelo Presidente da República, de dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.

    § 2º - O Tribunal Regional Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente- dentre os desembargadores.

  • CUIDADO COM A PEGADINHA

    Membro do TSE= presidente nomeia Membro do TRE = Presidente novamente, nunca governador!
  • Art. 120
    II - por nomeação, pelo Presidente da República, de dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.

    observem que a questão fala cidadão e não advogados como costa na lei.
  • Questão muito mal elaborada.

  • Acho que essa foi a prova mais fácil pra um TRE na história, não fiz, mas todas as questões que eu respondo aqui no qc, eu acerto.

  • nessas horas todo mundo ama a dilma ne

  • Conforme leciona José Jairo Gomes ("Direito Eleitoral", São Paulo, Atlas, 6ª edição, 2011, p. 65), no que toca aos juízes do Tribunal Regional Eleitoral oriundos da classe dos advogados, a lista sêxtupla é formada pelo Tribunal de Justiça do respectivo Estado e encaminhada ao TSE, o qual a repassa à presidência da República para que seja feita a escolha, tudo de acordo com o que preconiza o artigo 120, §1º, inciso III, da Constituição Federal:

    Art. 120. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de cada Estado e no Distrito Federal.

    § 1º - Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão:

    I - mediante eleição, pelo voto secreto:

    a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de Justiça;

    b) de dois juízes, dentre juízes de direito, escolhidos pelo Tribunal de Justiça;

    II - de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na Capital do Estado ou no Distrito Federal, ou, não havendo, de juiz federal, escolhido, em qualquer caso, pelo Tribunal Regional Federal respectivo;

    III - por nomeação, pelo Presidente da República, de dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.

    § 2º - O Tribunal Regional Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente- dentre os desembargadores.

    RESPOSTA: ALTERNATIVA B.

  • TRE - Presidente de República nomeia dois juízes,dentro 6 ADVOGADOS.

  • QUE BANCA LOUCA

  • A banca utilizou o texto do Código Eleitoral.

  •  

     QUESTÃO : "ocorrerá pelo ato de escolha do ______________________________ de dois... "

    III - por nomeação, pelo Presidente da República, de dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.

    Ou seja, o TJ apenas indica quem poderáocupar a vaga, o Presidente da republica que irá escolher e nomear.

    #FÉFORÇAFOCO

  • O Presidente da República: nomeia 

    Tribunal de Justiça: indica!

    OAB: cala-te! kkkk, não participa do processo de escolha nem indicação

     

  • Código Eleitoral
    Art. 25. Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão: 
    III - por nomeação do Presidente da República de dois dentre seis cidadãos de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.


ID
1478644
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Eleitoral
Assuntos

Existem pessoas, por variados motivos, cujo alistamento eleitoral é proibido ou facultativo. Em razão disso, dentre as competências dos Juízes Eleitorais está fornecer, de acordo com o Código Eleitoral:

Alternativas
Comentários
  • De acordo com artigo 35, CE, XVIII, fornecer aos que não votaram por motivo justificado e aos não alistados, por dispensados do alistamento, um certificado que os isente das sanções legais; 

  • Na próprio Código Eleitoral TÍTULO III DOS JUÍZES ELEITORAIS----

    ART.32º, INC. XVIII, DA LEI Nº 4.737, DE 15 DE JULHO DE 1965 .

    --Fornecer aos que não votarem por motivo Justificado e aos não Alistados, por dispensados do alistamento, um CERTIFICADO que os ISENTE das sanções legais;--

  • Art. 35 CE - Compete aos juízes XVIII -fornecer aos que não votaram por motivo justificado e aos não alistados, por dispensados do alistamento, um certificado que os isente das sanções legais;

  • De acordo com o que prevê o artigo 35, inciso XVIII, do Código Eleitoral, trata-se do certificado de isenção, cuja competência para fornecer é do juiz eleitoral:


    Art. 35. Compete aos juizes:

            I - cumprir e fazer cumprir as decisões e determinações do Tribunal Superior e do Regional;

            II - processar e julgar os crimes eleitorais e os comuns que lhe forem conexos, ressalvada a competência originária do Tribunal Superior e dos Tribunais Regionais;

            III - decidir habeas corpus e mandado de segurança, em matéria eleitoral, desde que essa competência não esteja atribuída privativamente a instância superior.

            IV - fazer as diligências que julgar necessárias a ordem e presteza do serviço eleitoral;

            V - tomar conhecimento das reclamações que lhe forem feitas verbalmente ou por escrito, reduzindo-as a termo, e determinando as providências que cada caso exigir;

            VI - indicar, para aprovação do Tribunal Regional, a serventia de justiça que deve ter o anexo da escrivania eleitoral;

            VII - (Revogado pela Lei nº 8.868, de 1994)

            VIII - dirigir os processos eleitorais e determinar a inscrição e a exclusão de eleitores;

            IX- expedir títulos eleitorais e conceder transferência de eleitor;

            X - dividir a zona em seções eleitorais;

            XI mandar organizar, em ordem alfabética, relação dos eleitores de cada seção, para remessa à mesa receptora, juntamente com a pasta das folhas individuais de votação;

            XII - ordenar o registro e cassação do registro dos candidatos aos cargos eletivos municipais e comunicá-los ao Tribunal Regional;

            XIII - designar, até 60 (sessenta) dias antes das eleições os locais das seções;

            XIV - nomear, 60 (sessenta) dias antes da eleição, em audiência pública anunciada com pelo menos 5 (cinco) dias de antecedência, os membros das mesas receptoras;

            XV - instruir os membros das mesas receptoras sobre as suas funções;

            XVI - providenciar para a solução das ocorrências que se verificarem nas mesas receptoras;

            XVII - tomar todas as providências ao seu alcance para evitar os atos viciosos das eleições;

            XVIII - fornecer aos que não votaram por motivo justificado e aos não alistados, por dispensados do alistamento, um certificado que os isente das sanções legais;

            XIX - comunicar, até às 12 horas do dia seguinte a realização da eleição, ao Tribunal Regional e aos delegados de partidos credenciados, o número de eleitores que votarem em cada uma das seções da zona sob sua jurisdição, bem como o total de votantes da zona.

    RESPOSTA: ALTERNATIVA A.

  • Letra (a)


    Entre as atribuições do Juiz Eleitoral está a de fornecer certificado que isente o cidadão não alistado das sanções eleitorais caso precise comprovar a condição. É o que se extrai do art. 35, XVIII, do CE: Art. 35.


    Compete aos Juízes:

    COMPOSIÇÃO DO TRE -> eleitos pelo TJ 2 Desembargadores do TJ 2 Juízes de Direito por escolha do TRF respectivo 1 Juiz Federal indicado pelo TJ

  • CE art 35 -XVIII -fornecer aos que não votaram por motivo justificado e aos não alistados, por dispensados do alistamento,

    um certificado que os isente das sanções legais,

    Declaração - é o documento feito por qualquer pessoa sem necessidade de apoiar-se em provas diretas, instrumentos legais, exames, documentos, etc. Exemplo: o atual Diretor de uma repartição pública pode assinar uma Declaração afirmando que o solicitante trabalhou naquela repartição durante período tal, mesmo que naquele período o atual Diretor não exercia essa função. 


    Certidão - é o documento que afirma a existência de fatos permanentes e não transitórios, como ocorre com o Atestado e a Declaração. Além do mais, na Certidão a comprovação do fato se faz por transcrição de livros, documentos, peças de um processo, etc. Exemplos: Certidão de Casamento, Certidão de Nascimento que são mais conhecidos como Registro de Casamento e Registro de Nascimento. 

  • Tiago Costa cuidado 

    Muitas bancas não sitam Juiz Federal indicado pelo TJ. como componente unitario do TRE. 

    2 advogados ( já vi até descrito como cidadãos) de notório saber jurídico e idoniedade moral em lista elaborada pelo TJ porém entregue ao TSE COMPOSTA DE 6 ADVOGADOS TENDO AS RESOLUSÕES DO TSE numero 20.958/01 e 21461/03 que fazem exigencia do advogado ter no minimo 10 ANOS DE EXPERÊNCIA

  • Vocês sabem o que é irreelegibilidade?

  • Fabiola

    Irreelegibilidade Impossibilidade de o chefe do Executivo vir a se candidatar novamente para o cargo do qual é titular. No Brasil, pelo que dispõe a Constituição Federal, em seu art. 14, § 5º, a irreelegibilidade atinge prefeito, governador, presidente...

    fonte http://conteudojuridico.com.br/dicionario-juridico,irreelegibilidade,28023.html

  • GABARITO: A

     

     

    Analisar as alternativas conforme:

     

    |  Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965 - Código Eleitoral

    |  Parte Primeira - Introdução 

    |  Artigo 10

     

         "O  juiz eleitoral fornecerá aos que não votarem por motivo justificado e aos não alistados nos termos dos artigos 5º e 6º, nº I, documento que os isente das sanções legais."

     

     

     

     

    |  Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965 - Código Eleitoral

    |  Título III - Dos Juízes Eleitorais 

    |  Artigo 35 

     

         "Compete aos juízes:

     

    | Inciso XVIII

     

         "Fornecer aos que não votaram por motivo justificado e aos não alistados, por dispensados do alistamento, um certificado que os isente das sanções legais;" 

  • GABARITO A

    É o que se extrai do art. 35, XVIII, do CE:

    Art. 35. Compete aos Juízes:

    XVIII – fornecer aos que não votaram por motivo justificado e aos não alistados, por dispensados do alistamento, um certificado que os isente das sanções legais;


ID
1478647
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Eleitoral
Assuntos

Nos termos da Lei Federal nº 9.504/1997, havendo empate na votação para o segundo lugar, o critério de desempate favorecerá o candidato mais

Alternativas
Comentários
  • Art. 2º Será considerado eleito o candidato a Presidente ou a Governador que obtiver a maioria absoluta de votos, não computados os em branco e os nulos.

      § 1º Se nenhum candidato alcançar maioria absoluta na primeira votação, far-se-á nova eleição no último domingo de outubro, concorrendo os dois candidatos mais votados, e considerando-se eleito o que obtiver a maioria dos votos válidos.

      § 2º Se, antes de realizado o segundo turno, ocorrer morte, desistência ou impedimento legal de candidato, convocar-se-á, dentre os remanescentes, o de maior votação.

      § 3º Se, na hipótese dos parágrafos anteriores, remanescer em segundo lugar mais de um candidato com a mesma votação, qualificar-se-á o mais idoso.


  • Art. 2º, DA  LEI DAS ELEIÇÕES - Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997


  • Na remota hipótese de ocorrer empate na votação para o segundo lugar, o critério de desempate será a idade, prevalecendo o candidato mais idoso, conforme artigo 2º, §3º, da Lei 9504/97:

    Art. 2º Será considerado eleito o candidato a Presidente ou a Governador que obtiver a maioria absoluta de votos, não computados os em branco e os nulos.

    § 1º Se nenhum candidato alcançar maioria absoluta na primeira votação, far-se-á nova eleição no último domingo de outubro, concorrendo os dois candidatos mais votados, e considerando-se eleito o que obtiver a maioria dos votos válidos.

    § 2º Se, antes de realizado o segundo turno, ocorrer morte, desistência ou impedimento legal de candidato, convocar-se-á, dentre os remanescentes, o de maior votação.

    § 3º Se, na hipótese dos parágrafos anteriores, remanescer em segundo lugar mais de um candidato com a mesma votação, qualificar-se-á o mais idoso.

    § 4º A eleição do Presidente importará a do candidato a Vice-Presidente com ele registrado, o mesmo se aplicando à eleição de Governador.

    RESPOSTA: ALTERNATIVA A

  • Saiu de cespe,fcc,fgv,esaf,vunesp é pedir para arrumar sérios problemas.!!!

  • art 27, Parágrafo único. O primeiro critério de desempate em concurso público será a idade, dando-se preferência ao de idade mais elevada.-lei 10741

  • Art.2° da lei 9.504/1997 Atenção Carolina C. no caso a questão fala sobre VOTAÇÃO e mais especificamente como funcionará o segundo turno, por mais q a regra seja a mesma pro concurso público não é bom confundir x)
  • concurso publico rs,

    Art 2º § 3º Se, na hipótese dos parágrafos anteriores, remanescer em segundo lugar mais de um candidato com a mesma votação, qualificar-se-á o mais idoso.

  • Art 2º § 3º Se, na hipótese dos parágrafos anteriores, remanescer em segundo lugar mais de um candidato com a mesma votação, qualificar-se-á o mais idoso.


ID
1478650
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Eleitoral
Assuntos

“A votação e a totalização dos votos serão feitas por sistema eletrônico. Na votação para as eleições proporcionais, os votos em que não seja possível a identificação do candidato, de acordo com a Lei Federal nº 9.504/1997, serão computados para o partido __________________, desde que o número identificador do partido seja digitado deforma correta." Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

Alternativas
Comentários
  •   Art. 59. A votação e a totalização dos votos serão feitas por sistema eletrônico, podendo o Tribunal Superior Eleitoral autorizar, em caráter excepcional, a aplicação das regras fixadas nos arts. 83 a 89.

      § 2º Na votação para as eleições proporcionais, serão computados para a legenda partidária os votos em que não seja possível a identificação do candidato, desde que o número identificador do partido seja digitado de forma correta.

  • Lei 9504/97

  • Quando não for possível a identificação do candidato para o qual se votou, o voto será computado para o partido do candidato (legenda partidária), se o número identificador do partido tiver sido digitado de forma correta, conforme §2º do artigo 59 da Lei 9504/97:

    Art. 59. A votação e a totalização dos votos serão feitas por sistema eletrônico, podendo o Tribunal Superior Eleitoral autorizar, em caráter excepcional, a aplicação das regras fixadas nos arts. 83 a 89.

    § 1º A votação eletrônica será feita no número do candidato ou da legenda partidária, devendo o nome e fotografia do candidato e o nome do partido ou a legenda partidária aparecer no painel da urna eletrônica, com a expressão designadora do cargo disputado no masculino ou feminino, conforme o caso.

    § 2º Na votação para as eleições proporcionais, serão computados para a legenda partidária os votos em que não seja possível a identificação do candidato, desde que o número identificador do partido seja digitado de forma correta.

    § 3º A urna eletrônica exibirá para o eleitor os painéis na seguinte ordem:        (Redação dada pela Lei nº 12.976, de 2014)

    I - para as eleições de que trata o inciso I do parágrafo único do art. 1º, Deputado Federal, Deputado Estadual ou Distrital, Senador, Governador e Vice-Governador de Estado ou do Distrito Federal, Presidente e Vice-Presidente da República;        (Incluído pela Lei nº 12.976, de 2014)

    II - para as eleições de que trata o inciso II do parágrafo único do art. 1º, Vereador, Prefeito e Vice-Prefeito.        (Incluído pela Lei nº 12.976, de 2014)

    § 4o A urna eletrônica disporá de recursos que, mediante assinatura digital, permitam o registro digital de cada voto e a identificação da urna em que foi registrado, resguardado o anonimato do eleitor.        (Redação dada pela Lei nº 10.740, de 1º.10.2003)

    § 5o Caberá à Justiça Eleitoral definir a chave de segurança e a identificação da urna eletrônica de que trata o § 4o.         (Redação dada pela Lei nº 10.740, de 1º.10.2003)

    § 6o Ao final da eleição, a urna eletrônica procederá à assinatura digital do arquivo de votos, com aplicação do registro de horário e do arquivo do boletim de urna, de maneira a impedir a substituição de votos e a alteração dos registros dos termos de início e término da votação.         (Redação dada pela Lei nº 10.740, de 1º.10.2003)

    § 7o O Tribunal Superior Eleitoral colocará à disposição dos eleitores urnas eletrônicas destinadas a treinamento.       (Redação dada pela Lei nº 10.740, de 1º.10.2003)

    § 8o O Tribunal Superior Eleitoral colocará à disposição dos eleitores urnas eletrônicas destinadas a treinamento.        (Parágrafo incluído pela Lei nº 10.408, de 10.1.2002)

    RESPOSTA: ALTERNATIVA D.


  • Gabarito: d

    Deus abençoe sua caminhada!
  • Não dá pra acredita numa questão tão fácil!

  • Tão facil que eu errei. 

  • Essa banca levou a sério que o cargo era nível médio 

  • Na votação para as eleições proporcionais, os votos em que não seja possível a identificação do candidato, de acordo com a Lei Federal nº 9.504/1997, serão computados para o partido __________________, desde que o número identificador do partido seja digitado deforma correta."

    letra d: do candidato

     Art.59, § 2º Na votação para as eleições proporcionais, serão computados para a legenda partidária os votos em que não seja possível a identificação do candidato, desde que o número identificador do partido seja digitado de forma correta.

    Como vou computar o voto para o partido do candidato se não foi possível identificar o candidato?
    Merecia ser anulada.

     

  • Sidney Santos na urna eletrônica  primeiro digita o número da legenda depois o numero do candidato se vc errar o do candidato o voto vai para a legenda partidária.

  • A CÓPIA DO TEXTO DA LEI GALERA! Art.59 da lei 9.504
  • Tudo bem que foi cobrado o texto da lei, mas para mim está subentendido que o partido "do candidado" é o partido "coligado" :-(

  • Ana G não, porque nem todo partido é coligado ;)

  • Enunciado enrolado, letra da lei enrolado,era só decifrar que vai para legenda do partido.
  • LEI Nº 9.504, DE 30 DE SETEMBRO DE 1997

     

    Art. 59. A votação e a totalização dos votos serão feitas por sistema eletrônico, podendo o Tribunal Superior Eleitoral autorizar, em caráter excepcional, a aplicação das regras fixadas nos arts. 83 a 89.

    § 2º Na votação para as eleições proporcionais, serão computados para a legenda partidária os votos em que não seja possível a identificação do candidato, desde que o número identificador do partido seja digitado de forma correta.

  • Não dá pra acreditar que eu errei isso ! :( 

  • Na boa, essas questões de completar a frase eu acho as mais fodas. Por mais que seja literal e tal, a chance de vc errar na prova é maiúscula!

  • Gab D do candidato

    nao sei como errei essa

  • Levando em conta que essa questão é de 2015 acho que poderíamos considerar a A e a D corretas, visto que a questão tá bem mal redigida pois nenhuma alternativa traz a letra fria da lei 9.504/97

    Em 2020 já não pode mais coligação para eleições proporcionais. Portanto só a D poderia estar correta.


ID
1478653
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Eleitoral
Assuntos

Nos termos da Resolução TSE nº 21.538/2003 incorrerá em multa imposta pelo Juiz Eleitoral e cobrada no ato da inscrição, o brasileiro nato que não se alistar até os

Alternativas
Comentários
  • Resolução  TSE nº  21.538/2003 - Art. 15. O brasileiro nato que não se alistar até os 19 anos ou o naturalizado que não se alistar até um ano depois de adquirida a nacionalidade brasileira incorrerá em multa imposta pelo juiz eleitoral e cobrada no ato da inscrição.

  • 19 anos

  • Código eleitoral, Art. 8º O brasileiro nato que não se alistar até os dezenove anos ou o naturalizado que não se alistar até um ano depois de adquirida a nacionalidade brasileira incorrerá na multa de três a dez por cento sobre o valor do salário mínimo da região, imposta pelo Juiz e cobrada no ato da inscrição eleitoral através de selo federal inutilizado no próprio requerimento.

  • Res. 21538 Art. 15. O brasileiro nato que não se alistar até os 19 anos ou o naturalizado que não se alistar até um ano depois de adquirida a nacionalidade brasileira incorrerá em multa imposta pelo juiz eleitoral e cobrada no ato da inscrição.

  • Nos termos do artigo 15 da Resolução TSE 21.538/2003, o brasileiro nato que não se alistar até os 19 anos incorrerá em multa imposta pelo juiz eleitoral e cobrada no ato da inscrição, salvo se requerer sua inscrição eleitoral até o 151º dia anterior à eleição subsequente à data em que completar 19 anos (parágrafo único):


    Art. 15. O brasileiro nato que não se alistar até os 19 anos ou o naturalizado que não se alistar até um ano depois de adquirida a nacionalidade brasileira incorrerá em multa imposta pelo juiz eleitoral e cobrada no ato da inscrição.

    Parágrafo único. Não se aplicará a pena ao não-alistado que requerer sua inscrição eleitoral até o centésimo quinquagésimo primeiro dia anterior à eleição subsequente à data em que completar 19 anos (Código Eleitoral, art. 8º c.c. a Lei nº 9.504/97, art. 91).


    RESPOSTA: ALTERNATIVA D.

  • Então a pessoa pode se alistar no dia do seu aniversáio de 19 anos? Estranho este texto.

  • Lívio Alves,

     

    Se a pessoa fizer 19 anos no ano da eleição ela pode fazer sua inscrição no cartório eleitoral, desde que o queira até 151 dias antes do pleito. (acho que é isso, me corrigem, se houver necessidade.)

  • Gabarito letra d).

     

    RESOLUÇÃO 21.538/2003

     

     

    Art. 15. O brasileiro nato que não se alistar até os 19 anos ou o naturalizado que não se alistar até um ano depois de adquirida a nacionalidade brasileira incorrerá em multa imposta pelo juiz eleitoral e cobrada no ato da inscrição.

     

    Parágrafo único. Não se aplicará a pena ao não-alistado que requerer sua inscrição eleitoral até o centésimo qüinquagésimo primeiro dia anterior à eleição subseqüente à data em que completar 19 anos.

     

     

    Cito a seguinte situação hipotética para explicar o dispositivo.

     

    * João, brasileiro nato, completa 18 anos em 04/03/2017. EM 2017, NÃO HÁ ELEIÇÕES E ELE NÃO ERA OBRIGADO A SE ALISTAR E VOTAR NA ELEIÇÃO ANTERIOR (2016).

     

     * João completará 19 anos em 04/03/2018. EM 2018, HÁ ELEIÇÕES (TODOS, EXCETO PREFEITO E VEREADOR). Logo, ele terá até 151 dias antes da data da eleição de 2018 para fazer seu alistamento, sob pena de alistamento tardio e aplicação de multa cobrada no ato da inscrição.

     

     

    NÃO CONFUNDA A SITUAÇÃO ACIMA COM ESTA ABAIXO.

     

    * Marcos, brasileiro nato, completa 18 anos em 04/03/2018. EM 2018, HÁ ELEIÇÕES (TODOS, EXCETO PREFEITO E VEREADOR). Nesse caso, se ele não fizer seu alistamento até 151 dias antes da data da eleição de 2018, incorrerá em multa, pois seu voto é obrigatório e no ano haverá eleições. O que o dispositivo possibilita é o alistamento com 19 anos sem aplicação de multa, caso não haja eleições antes de a pessoa completar a idade obrigatória para o alistamento e o voto (18 anos).

     

     

    Fontes:

     

    https://educarvirtual.com.br/assets/system_files/material/phpX6E4OP2029.pdf

     

    http://www.tre-pa.jus.br/eleitor/duvidas-frequentes/duvidas-frequentes#4

     

     

     

    => Meu Instagram para concursos: https://www.instagram.com/qdconcursos/

  • VIDE Q773224

     

    No caso de brasileiro NATO, segundo a legislação eleitoral, aquele que não requerer o alistamento até completar 19 anos de idade sofre uma multa, que não será aplicada ao alistado que requerer sua inscrição eleitoral até 151º dia anterior à eleição subsequente à data em que completar 19 anos de idade.

     

    ATÉ 151º  (19 ANOS)   Não se aplicará a pena ao não-alistado que requerer sua inscrição eleitoral até o centésimo qüinquagésimo primeiro dia anterior à eleição subseqüente à data em que completar 19 anos (Código Eleitoral, art. 8º c.c. a Lei nº 9.504/97, art. 91).

     

    O indivíduo pode se alistar até completar 19 anos (caso seja brasileiro nato) ou até 01 anos após adquirida a nacionalidade brasileira.

     

    DICA PARA ESTUDAR A RESOLUÇÃO:

     

    DIVIDIR EM 3 PARTES NO WORD.   COMEÇAR DO ART. 1º ao  33   /   56  ao  82

     

  • Se o brasileiro nato não se alistar como eleitor até os dezenove anos de idade, incorrerá em multa aplicada pelo Juiz Eleitoral e cobrada no ato da inscrição.

     

    Todavia, não se aplicará a pena de multa ao não alistando que requer sua inscrição eleitoral até o 151º dia anterior à eleição subsequente à data em que completar os dezenove anos.

     

    Idêntica situação estará sujeito o brasileiro naturalizado que não se alistar eleitor até 01 ano depois de adquirida a nacionalidade brasileira

  • Errado. Se não paga multa até o 151º dia anterior à eleição subsequente àquela em que completar 19 anos, se o cara é do Distrito Federal, ele poderá fazer seu alistamento até os 21 anos. Basta lembrar que no DF as eleiçoes acontecem a cada quatro anos. Se o cidadão fizer 18 anos em dezembro de um ano eleitoral, basta fazer a conta.

  • Gab D 19

    voce é obrigado a votar quando completa 18, mas nao vai votar exatamente qd tem 18

    se nao for ano de eleiçao por exemplo.

    e qd é, pior ainda...tem q tirar titulo e tal. cai no lance dos 151 dias

     

  • Nos termos do artigo 15 da Resolução TSE 21.538/2003, o brasileiro nato que não se alistar até os 19 anos incorrerá em multa imposta pelo juiz eleitoral e cobrada no ato da inscrição, salvo se requerer sua inscrição eleitoral até o 151º dia anterior à eleição subsequente à data em que completar 19 anos (parágrafo único):

    Art. 15. O brasileiro nato que não se alistar até os 19 anos ou o naturalizado que não se alistar até um ano depois de adquirida a nacionalidade brasileira incorrerá em multa imposta pelo juiz eleitoral e cobrada no ato da inscrição.

    Parágrafo único. Não se aplicará a pena ao não-alistado que requerer sua inscrição eleitoral até o centésimo quinquagésimo primeiro dia anterior à eleição subsequente à data em que completar 19 anos (Código Eleitoral, art. 8º c.c. a Lei nº 9.504/97, art. 91).

    RESPOSTA: ALTERNATIVA D.

  • Nos termos da Resolução TSE nº 21.538/2003;

    Nos termos da Resolução TSE nº 21.538/2003;

    Nos termos da Resolução TSE nº 21.538/2003;

    Nos termos da Resolução TSE nº 21.538/2003;

    Nos termos da Resolução TSE nº 21.538/2003;

    Nos termos da Resolução TSE nº 21.538/2003;

    Nos termos da Resolução TSE nº 21.538/2003;

    Nos termos da Resolução TSE nº 21.538/2003;

    Nos termos da Resolução TSE nº 21.538/2003;

    Nos termos da Resolução TSE nº 21.538/2003;

    Nos termos da Resolução TSE nº 21.538/2003;

    Nos termos da Resolução TSE nº 21.538/2003;

    Nos termos da Resolução TSE nº 21.538/2003;

    Nos termos da Resolução TSE nº 21.538/2003;

    Pessoal fica procurando cabelo em ovo.

  • Art. 15. O brasileiro nato que não se alistar até os 19 anos ou o naturalizado que não se alistar até um ano depois de adquirida a nacionalidade brasileira incorrerá em multa imposta pelo juiz eleitoral e cobrada no ato da inscrição.

  • EXCEÇÃO: ART. 15 - Parágrafo único. Não se aplicará a pena ao não-alistado que requerer sua inscrição eleitoral até o centésimo quinquagésimo primeiro dia anterior à eleição subsequente à data em que completar 19 anos.

    EX: JOÃOZINHO COMPLETOU 19 ANOS, NO FIM DE 2019. ASSIM, ELE TERIA ATÉ O 151o ANTERIOR ÀS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE 2020, PARA REQUERER A INSCRIÇÃO.

  • BRASILEIRO NATO - QUE NÃO SE ALISTAR ATÉ OS 19 ANOS. VALE MENCIONAR A EXCEÇÃO DO COLEGA ABAIXO!

    NATURALIZADO - ATÉ 1 ANO DEPOIS DE ADQUIRIDA A NACIONALIDADE BRASILEIRA.


ID
1478656
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais Eleitorais (TSE e TREs)
Assuntos

De acordo com a Resolução nº 803/1999 do TRE‐MG cada uma das zonas eleitorais contará com um chefe de Cartório, a ser indicado pelo Juiz Eleitoral e designado pelo:

Alternativas
Comentários
  • Pra quem não assina: Gab. A

  • gabarito A   Art. 26. Cada uma das zonas eleitorais contará com um Chefe de Cartório, a ser indicado pelo Juiz Eleitoral e designado pelo Corregedor Regional Eleitoral, devendo a designação recair em servidor efetivo do Quadro de Pessoal da Secretaria do Tribunal, o qual fará jus à percepção da Função Comissionada nível FC-04, para o exercício na Capital, e Função Comissionada nível FC- 01, para o exercício nas zonas eleitorais do interior do Estado.

  • A questão em tela versa sobre a disciplina de Direito Eleitoral e a Resolução TRE-MG nº 803 de 1999.

    Conforme o artigo 26, da citada norma, cada uma das zonas eleitorais contará com um Chefe de Cartório, a ser indicado pelo Juiz Eleitoral e designado pelo Corregedor Regional Eleitoral, devendo a designação recair em servidor efetivo do Quadro de Pessoal da Secretaria do Tribunal, o qual fará jus à percepção da Função Comissionada nível FC-04, para o exercício na Capital, e Função Comissionada nível FC- 01, para o exercício nas zonas eleitorais do interior do Estado.

    ANALISANDO AS ALTERNATIVAS

    Levando em consideração o que foi explanado, percebe-se que a única alternativa em que consta a expressão "Corregedor Regional Eleitoral" é a letra "a".

    GABARITO: LETRA "A".


ID
1482667
Banca
CONSULPLAN
Órgão
TRE-MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Regimento Interno

Sobre  a  competência  do  Tribunal  Regional  Eleitoral  de  Minas  Gerais  (TRE/MG),  faz  parte  de  suas  atribuições  jurisdicionais processar e julgar originariamente

Alternativas
Comentários
  • Pra quem não assina: Gab. A

  • A alternativa A é o gabarito da questão. No art. 23, I, “g”, do RI, fixa-se que é da competência do Tribunal processar e julgar mandados de segurança, em matéria administrativa, conta atos do:

    próprio Tribunal
    de seu Presidente

     de seus Membros
    do Corregedor

     dos Juízes Eleitorais
     dos Membros do Ministério Público Eleitoral de primeiro grau

     

     

    Embora mal formulada, a alternativa B está incorreta, pois os mandados de segurança e de injunção não será de competência do Tribunal “em todos os casos previstos na Constituição”. Como sabemos, há um rol restrito de autoridades e situações que podem engendrar essas ações perante o Tribunal.

     

     

    A alternativa C está totalmente incorreta, não há tal atribuição no Regimento  Interno.

     

    Por fim, a alternativa D extrapola os limites para julgamento da AIME, que não abrange os cargos de Presidente e vice-Presidente da República, que são da competência do TSE.

     

    PROF . RICARDO VALE 

     

    BONS ESTUDOS .

  • Regimento TRE-RJ

    RESOLUÇÃO Nº 895/2014

     

    Art. 20. Compete ao Tribunal, além de outras atribuições que lhe são conferidas por lei:

    I - processar e julgar, originariamente:

    a) os pedidos de habeas corpus e de mandado de segurança, em matéria eleitoral, contra ato de autoridade que responde

    a processo perante o Tribunal Regional Federal ou o Tribunal de Justiça do Estado por crimes comuns e de responsabilidade;

    b) os pedidos de habeas corpus quando houver perigo de se consumar a violência antes que o Juiz Eleitoral competente possa decidir sobre a impetração (Código Eleitoral, art. 29, inciso I, alínea “e”); 

    c) os pedidos de mandado de segurança contra atos administrativos do Tribunal;

    d) os pedidos de mandado de segurança contra atos Presidente, do Corregedor Regional Eleitoral, do Procurador Regional

    Eleitoral, dos juízes eleitorais e dos órgãos do Ministério Público Eleitoral de primeiro grau;

    e) os pedidos de habeas data, nos casos previstos na Constituição, quando versarem sobre matéria eleitoral;

    [...]

    h) as ações de impugnação de mandato eletivo apresentadas contra candidato aos cargos de Governador, Vice-Governador

    e membro do Congresso Nacional e da Assembleia Legislativa;

     

     

     

    DO PROCURADOR REGIONAL ELEITORAL

     

    VIII - designar os promotores que devam oficiar junto aos juízes e juntas eleitorais, mediante relação encaminhada pelo

    Procurador-Geral da Justiça do Estado, bem como expedir instruções ao fiel cumprimento de suas atribuições;