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Prova FCC - 2016 - TRT - 23ª REGIÃO (MT) - Analista Judiciário - Área Administrativa


ID
1840450
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      O processo impregnado de complexidade, ao qual se sobrepõem ideias de avanço ou expansão intensamente ideologizadas, e que convencionamos chamar pelo nome de progresso, tem, dentre outros, um atributo característico: tornar a organização da vida cada vez mais tortuosa, ao invés de simplificá-la. Progredir é, em certos casos, sinônimo de complicar. Os aparelhos, os sinais, as linguagens e os sons gradativamente incorporados à vida consomem a atenção, os gestos, a capacidade de entender. Além disso, do manual de instruções de um aparelho eletrônico à numeração das linhas de ônibus, passando pelo desenho das vias urbanas, pelos impostos escorchantes e pelas regras que somos obrigados a obedecer – inclusive nos atos mais simples, como o de andar a pé −, há uma evidente arbitrariedade, às vezes melíflua, às vezes violenta, que se insinua no cotidiano.

      Não há espaço melhor para averiguarmos as informações acima do que os principais centros urbanos. Na opinião do geógrafo Milton Santos, um marxista romântico, “a cidade é o lugar em que o mundo se move mais; e os homens também. A co-presença ensina aos homens a diferença. Por isso, a cidade é o lugar da educação e da reeducação. Quanto maior a cidade, mais numeroso e significativo o movimento, mais vasta e densa a co-presença e também maiores as lições de aprendizado".

      Essa linha de pensamento, contudo, não é seguida por nós, os realistas, entre os quais se inclui o narrador de O silenceiro, escrito pelo argentino Antonio di Benedetto. Para nós, o progresso transformou as cidades em confusas aglomerações, nas quais a opressão viceja. O narrador-personagem do romance de Di Benedetto anseia desesperadamente pelo silêncio. Os barulhos, elementos inextricáveis da cidade, intrometem-se no cotidiano desse homem, ganhando existência própria. E a própria espera do barulho, sua antevisão, a certeza de que ele se repetirá, despedaça o narrador. À medida que o barulho deixa de ser exceção para se tornar a norma irrevogável, fracassam todas as soluções possíveis.

A cidade conspira contra o homem. As derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle.

(Adaptado de: GURGEL, Rodrigo. Crítica, literatura e narratofobia. Campinas, Vide Editorial, 2015, p. 121-125) 

Depreende-se do texto que

Alternativas
Comentários
  • Gabarito D

    Segundo Milton Santos, a cidade é o lugar onde o mundo se move mais, por isso ensina aos homens a diferença. Portanto, nos principais centros urbanos, acontecem as maiores lições de aprendizado.

    Já para os realistas, o progresso das grandes cidades acontecem em confusas aglomerações, onde há dominância de opressão, e o barulho é algo que incomoda bastante.

  • e)

    a citação de um personagem de romance (3° parágrafo) reitera a intenção do autor de refutar a ideia de que a cidade é desfavorável ao homem.

     

    o erro da E tá em dizer que o autor citado é romancista... naoOOOOOOOOOOOO.... romancista é o MILTON SANTOS..... o autor argentino é REALISTA, MEIO QUE O ANTONIMO DE ROMANCISTA,consoante conclusao do texto.

  • O que entendi do texto...

     

    a) extrapolação: no texto não há nada que fale sobre indulgencia, que seria o ato de perdoar e similares, pelo contrário, o texto diz que: inclusive nos atos mais simples, como o de andar a pé −, há uma evidente arbitrariedade, às vezes melíflua, às vezes violenta, que se insinua no cotidiano.

    b) contradição: ao contrário do que a assertiva diz, "Progredir é, em certos casos, sinônimo de complicar". 1º parágrafo

    c) o autor não enaltece o pensamento de Milton Santos, ele apenas cita a opinião de Milton, que é contrária a dele e dos realistas.

    d) gabarito

    e) na minha opinião o autor cita o romancista não para "refutar a ideia de que a cidade é desfavorável ao homem", mas para mostrar uma opinião igual a sua que advém até mesmo de um romancista - "os quais se inclui o narrador de O silenceiro, escrito pelo argentino Antonio di Benedetto...O narrador-personagem do romance de Di Benedetto anseia desesperadamente pelo silêncio".

     

    Corrijam-me se eu estiver errado...

     

  • O erro da letra E está na palavra "refutar". A banca deveira ter usado o termo "ratificar ou confirmar" para que o item se torne correto. 

    e) a citação de um personagem de romance (3° parágrafo) reitera a intenção do autor de RATIFICAR / CONFIRMAR a ideia de que a cidade é desfavorável ao homem.

    P.S. Bruno TRT, não está escrito que se trata de um autor romântico (do romantismo), mas sim "personagem de romance". Romance, segundo o dicionário, é definido como "narração histórica em versos simples". Logo, o item está se referindo ao romance realista, citado no texto, de Antonio di Benedetto.

  • Obrigada Humberto Silva pelas explanações!!

    Esse Bruno TRT vive dando trabalho aqui no QC.

  • "o erro da E tá em dizer que o autor citado é romancista... naoOOOOO "

    E ainda teve gente dando like nisso, HAHAHAHAAHAHAH

  • GAB D

     

    PRA QUE ISSO GALERA KKKKKK., TODO MUNDO TÁ AQUI PRA APRENDER. TENHO CERTEZA QUE NINGUÉM TEM INTENÇÃO DE PREJUDICAR O OUTRO..

     

    #PAS NOS CONCURSOS


ID
1840453
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      O processo impregnado de complexidade, ao qual se sobrepõem ideias de avanço ou expansão intensamente ideologizadas, e que convencionamos chamar pelo nome de progresso, tem, dentre outros, um atributo característico: tornar a organização da vida cada vez mais tortuosa, ao invés de simplificá-la. Progredir é, em certos casos, sinônimo de complicar. Os aparelhos, os sinais, as linguagens e os sons gradativamente incorporados à vida consomem a atenção, os gestos, a capacidade de entender. Além disso, do manual de instruções de um aparelho eletrônico à numeração das linhas de ônibus, passando pelo desenho das vias urbanas, pelos impostos escorchantes e pelas regras que somos obrigados a obedecer – inclusive nos atos mais simples, como o de andar a pé −, há uma evidente arbitrariedade, às vezes melíflua, às vezes violenta, que se insinua no cotidiano.

      Não há espaço melhor para averiguarmos as informações acima do que os principais centros urbanos. Na opinião do geógrafo Milton Santos, um marxista romântico, “a cidade é o lugar em que o mundo se move mais; e os homens também. A co-presença ensina aos homens a diferença. Por isso, a cidade é o lugar da educação e da reeducação. Quanto maior a cidade, mais numeroso e significativo o movimento, mais vasta e densa a co-presença e também maiores as lições de aprendizado".

      Essa linha de pensamento, contudo, não é seguida por nós, os realistas, entre os quais se inclui o narrador de O silenceiro, escrito pelo argentino Antonio di Benedetto. Para nós, o progresso transformou as cidades em confusas aglomerações, nas quais a opressão viceja. O narrador-personagem do romance de Di Benedetto anseia desesperadamente pelo silêncio. Os barulhos, elementos inextricáveis da cidade, intrometem-se no cotidiano desse homem, ganhando existência própria. E a própria espera do barulho, sua antevisão, a certeza de que ele se repetirá, despedaça o narrador. À medida que o barulho deixa de ser exceção para se tornar a norma irrevogável, fracassam todas as soluções possíveis.

A cidade conspira contra o homem. As derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle.

(Adaptado de: GURGEL, Rodrigo. Crítica, literatura e narratofobia. Campinas, Vide Editorial, 2015, p. 121-125) 

A cidade conspira contra o homem. As derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle. (final do texto)

Mantendo-se a coerência com o restante do texto, as duas frases acima podem ser articuladas em um único período, fazendo-se as devidas alterações na pontuação e entre maiúsculas e minúsculas, com o emprego de  

Alternativas
Comentários
  • Letra (a)


    Oração subordinada adverbial Causal


    Causais: exprimem causa, motivo, razão. Esta oração faz parte da estrutura causa-consequência, em que a origem ocorre temporalmente antes. E a consequência, por ser o resultado, ocorre depois. As principais conjunções causais são: porque, pois, que, como (quando a oração adverbial estiver antecipada), já que, visto que, desde que, uma vez que, porquanto, na medida em que, que, etc:


    A cidade conspira contra o homem, porquanto, as derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle.


    Qual foi a causa -> A conspiração contra o homem

    A consequência disso -> as derivações da tecnologia fugiu do controle.

  • Fiquei com dúvida entre Porquanto e Conquanto


    Porquanto - Introduz orações causais ou explicativas. Equivale a "porque, visto que, já que."

    Conquanto - Introduz orações unicamente concessivas. Equivale a "embora, apesar de que, mesmo que."

  • CONquanto - CONcessiva

    PORquanto = PORque ( coordenada explicativa)

  • a)

    porquanto. = causal/explicativa

    b)

    no entanto.  =adversativa/mas

    c)

    contudo. =adversativa/mas

    d)

    consoante. =segundo

    e)

    conquanto. =concessiva/embora

  •  Causais: introduzem uma oração que é causa da ocorrência da oração principal. São elas: porque, que, como (= porque, no início da frase), pois que, visto que, uma vez que, porquanto, já que, desde que, etc.

     

  • PORTANTO = conclusão.

    PORQUANTO = causa.

    CONQUANTO = concessão.

    CONTANTO = condição. 

     

    Cai direto!

  • Tiago Costa, você se confundiu no final de sua explicação.

    As conjunções causais introduzem uma oração que é causa da ocorrência da oração principal. 

    Ou seja:

    A cidade conspira contra o homem, -> oração principal -> consequência

    porquanto as derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle. -> oração subordinada causal -> causa

     

  • Porquanto=Porque..

  • Questão recorrente BANCA FCC: nesse caso, faz a reescritura do texto colocando o concetivo.     As derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle; PORQUANTO = POIS, UMA VEZ QUE, a cidade conspira contra o homem...   CAUSAL/EXPLICATIVA.

    PORTANTO     =        conclusão.

    PORQUANTO    =     causa.

    CONQUANTO    =    concessão.

    CONTANTO     =     condição. 

     

  • Não esqueça!

    PORTANTO = conclusão.

    PORQUANTO = causa.

    CONQUANTO = concessão.

    CONTANTO = condição. 

  • CONQUANTO = CONCESSIVA

    PORQUANTO = PORQUE (EXPLICATIVA)

    PORTANTO = POIS (CONCLUSIVA)

  • Consoante = conforme

  • 1ª >  Encontre o tipo de oração em que as frases se encaixam. Neste caso traz a ideia de causalidade.

    A cidade conspira contra o homem. As derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle.

    [ O fato de = Causa ] [ Faz com que = Consequência / efeito ]

    O fato da cidade conspirar contra o homem] [ Faz com que a tecnologia fuja do controle]

    .

    2º > Encontre a classe pertencente a conjunção de causalidade

    a) Porquanto.   -----------> CAUSAL                (Conjunção Subordinativa)

    b) No entanto.   -----------> ADVERSATIVA     (Conjunção Coordenativa)

    c) Contudo.        ----------->  ADVERSATIVA    (Conjunção Coordenativa)

    d) Consoante.     -----------> CONFORMATIVA (Conjunção Subordinativa)

    e) Conquanto.      -----------> CONCESSIVA     (Conjunção Subordinativa) 

    .

    Observação:

    CONCESSÃO = Fato contrário / fato de oposição sem força suficiente para anular o outro. [Prof. Arenildo]

    CONFORMATIVA = Traz ideia de anterioridade, existiu alguma coisa anterior, um combinado, uma regra uma lei, uma ordem. Então, uma oração acontece conforme algo anterior. [Prof. Isabel Vega] 

    .

    Lembrando que só existe causa e efeito nas conjunções de subordinação !

    .

    Bons estudos !

  • Porquanto, pode ser causal ou explicativa. O que difere uma da outra, muitas vezes, é que a explicativa introduz uma oração coordenada (independente), por outro lado a causal uma oração subordinada, com relação de dependência.


ID
1840456
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      O processo impregnado de complexidade, ao qual se sobrepõem ideias de avanço ou expansão intensamente ideologizadas, e que convencionamos chamar pelo nome de progresso, tem, dentre outros, um atributo característico: tornar a organização da vida cada vez mais tortuosa, ao invés de simplificá-la. Progredir é, em certos casos, sinônimo de complicar. Os aparelhos, os sinais, as linguagens e os sons gradativamente incorporados à vida consomem a atenção, os gestos, a capacidade de entender. Além disso, do manual de instruções de um aparelho eletrônico à numeração das linhas de ônibus, passando pelo desenho das vias urbanas, pelos impostos escorchantes e pelas regras que somos obrigados a obedecer – inclusive nos atos mais simples, como o de andar a pé −, há uma evidente arbitrariedade, às vezes melíflua, às vezes violenta, que se insinua no cotidiano.

      Não há espaço melhor para averiguarmos as informações acima do que os principais centros urbanos. Na opinião do geógrafo Milton Santos, um marxista romântico, “a cidade é o lugar em que o mundo se move mais; e os homens também. A co-presença ensina aos homens a diferença. Por isso, a cidade é o lugar da educação e da reeducação. Quanto maior a cidade, mais numeroso e significativo o movimento, mais vasta e densa a co-presença e também maiores as lições de aprendizado".

      Essa linha de pensamento, contudo, não é seguida por nós, os realistas, entre os quais se inclui o narrador de O silenceiro, escrito pelo argentino Antonio di Benedetto. Para nós, o progresso transformou as cidades em confusas aglomerações, nas quais a opressão viceja. O narrador-personagem do romance de Di Benedetto anseia desesperadamente pelo silêncio. Os barulhos, elementos inextricáveis da cidade, intrometem-se no cotidiano desse homem, ganhando existência própria. E a própria espera do barulho, sua antevisão, a certeza de que ele se repetirá, despedaça o narrador. À medida que o barulho deixa de ser exceção para se tornar a norma irrevogável, fracassam todas as soluções possíveis.

A cidade conspira contra o homem. As derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle.

(Adaptado de: GURGEL, Rodrigo. Crítica, literatura e narratofobia. Campinas, Vide Editorial, 2015, p. 121-125) 

Traduz-se corretamente um segmento do texto em:

Alternativas
Comentários
  • Viceja:

    1 ter viço ou dar viço a; desenvolver com força 

    2 fazer germinar ou encher-se de plantas (um local) 
    3. manifestar-se com força e copiosamente


    Escorchante:

    1 Exorbitante


    Fonte: http://www.dicionarioinformal.com.br/ 

  • Opressão = angústia??

  • Eu também marquei a D e, tendo em vista que pecúlio é qualquer soma de dinheiro, penso que essa assertiva está tão certa quanto a que a banca marcou como gabarito, que é a B. Veja só (fonte: dicionário do google):

    opressão

    substantivo feminino

    1. 1.estado, condição de quem ou daquilo que se encontra oprimido.

    2. 2.sensação desagradável de falta de ar, de sufocamento, de abafamento.

      "a o. causada pela asma"

    3. 3.sujeição imposta pela força ou autoridade; tirania, jugo.

      "a o. imposta pelos regimes ditatoriais"

    4. 4.constrangimento ou pressão moral; coação.

    5. 5.humilhação, embaraço, vexame.

    6. 6.diminuição acentuada do vigor, da energia; abatimento, prostração.

    Origem

    ⊙ ETIM lat. oppressĭo,ōnis 'sujeição, violência, força'

    Desse modo, foram necessárias 6 entradas para chegarmos perto do significado buscado pela banca, sendo que, mesmo assim, "abatimento, prostração" definitivamente não é a mesma coisa que angústia. Não faz sentido dar duas assertivas com a mesma "intensidade" de significação (se pecúlio = soma de dinheiro e imposto = uma soma de dinheiro, a lógica explica o resto) e deixar só uma como gabarito.

    Ahhh... se pelo menos a minha opinião valesse alguma coisa...

  • Também concordo com Miro Rocco
  • Pecúlio é um tipo de BENEFÍCIO e pode ser entendido também como uma reserva em dinheiro. Portanto, não se confunde com o conceito de impostos, que são VALORES PAGOS ao Estado para o desenvolvimento de suas atividades. Considerando também o contexto em que se encontram os dois conceitos (discussão sobre os males das cidades), há de se perceber que, realmente, não há identidade entre seus significados. 

    De outra forma, no trecho "Para nós, o progresso transformou as cidades em confusas aglomerações, nas quais a opressão viceja", percebe-se que, nas cidades marcadas pelo progresso, há um tipo de "opressão", que se desenvolve de forma semelhante. Essa última reflexão pode ser corroborada pelo trecho "E a própria espera do barulho, sua antevisão, a certeza de que ele se repetirá, despedaça o narrador." 

    Portanto, há uma proximidade de ideias entre o que está no texto e o que está disposto na alternativa apontada como correta, pois, como demonstrado, a "angústia" (ou opressão, o que dá no mesmo, tendo em vista que no texto vemos que há um processo de sufocamento causado, principalmente, pelo barulho) desenvolve-se copiosamente (em cada cidade há o mesmo tipo de problema, ou seja, de forma igual, uma cópia), ideia esta ligada ao conceito do verbo vicejar, conforme apontado pelo colega Lucas Mandel. 


    Espero ter ajudado.

  • Parabéns FCC. Enriqueceu meu vocabulário...

  • SEM O GOOGLE?Pufff, impossível acertar uma dessa. ¬¬
     

  • eu tambem marquei a D pq achei que peculio poderia ser um tipo de imposto... mas nao, sao diferentes. Impostos vc paga, peculios vc tem em sua posse, sao totalmente diferentes.

     

    d) ​impostos escorchantes − pecúlios exorbitantes

    escorchante é similar a exorbitante, mas pelo que vi é relacionado a precos/impostos. 

    Significado de Pecúlio

    n.m.
    1. Valor guardado ou acumulado por trabalho ou por poupança e colocado de reserva; 
    2. Designação de recursos ou posses;
    3. Economias ou poupança; capital ou fundo monetário;
    4. Herança, riqueza ou património;

     

    a) elementos inextricáveis da cidade − atributos citadinos convenientes

    inextricavel é totalmente diferente de conveniente

    Plural de inextricável. 
    1. Que não se desemaranham, desembaraçam ou desenlaçam. 
    2. De que não se podem desembaraçar. 
    3. Que não são passíveis de solução. 
    4. Que foram feitos de modo inexplicáveis, indissolúveis ou irreconhecíveis.

    Ex1. Os nós eram inextricáveis.
    Ex2. Os labirintos são inextricáveis.
    Ex3. Tenho inúmeros problemas inextricáveis.
    Ex4. Os exercícios da prova estavam todos inextricáveis.


    b) ​a opressão viceja − a angústia desenvolve-se copiosamente

    1. Vicejar

    Significado de Vicejar

    1 ter viço ou dar viço a; desenvolver com força 
    2 fazer germinar ou encher-se de plantas (um local) 
    3. manifestar-se com força e copiosamente

    1 ter viço ou dar viço a; desenvolver com força 
    Ex.: a chuva vicejou o jasmim
    nesta época as plantas vicejam mais

    2 fazer germinar ou encher-se de plantas (um local) 
    Ex.: as chuvas vicejaram os jardins e as campinas na primavera, os campos vicejam 

    3 Derivação: sentido figurado. 
    manifestar-se com força e copiosamente 
    Ex.: aproveita o momento em que a juventude ainda viceja  transitivo direto

     

     c) uma evidente arbitrariedade (...) melíflua − um capricho maléfico irrefutável

    Significado de Melífluo (totalmente oposto de maléfico)

    adj. Que flui ou mana como o mel.
    Fig. Agradável, suave, harmonioso: voz melíflua.

    Você falou de uma forma tão melíflua. 
    Falou de uma forma tão doce.

     

    e) processo impregnado de complexidade − ação notoriamente compreensível

    acho que essa foi a mais simples. 

  • só eu marquei a D?

  • Não é a D porque pecúlio é sinônimo de benefício...

  • Me sinto tão estúpido quando faço uma prova da FCC.

     

    angustia e opressão são termos diferentes. No texto, o que oprime é a cidade. A angústia é um estado físico, provocado por circustâncias adversas. Opressão é causa, angustia é consequência.

  • Esse tipo de questão é patética! Pra quê esse vocabulário que ninguém usa? Os proprios professores de portugues afirmam que usar esse tipo de vocábulo te faz parece um boçal!

  • O cara que acerta conscientemente uma questão dessas realmente merece passar...

  • velho, a FCC consegue ser a mais ridícula de todas as bancas na disciplina de português.

  • Memorize o dicionário ovelha

  • Além de concurseiro tem que ser mãe diná

     

  • Gabarito RIDICULAMENTE errado.

    Como disseram aí em baixo: angústia e opressão são coisas beeeeeeeeeeeeem diferentes.

    E dentre os significados de pecúlio cabe muito bem o termo "impostos". Inclusive na terminologia jurídica, que costuma ser bastante rigorosa e técnica, pecúlio e impostos são termos sinônimos. Falar que um esta diretamente na posse (pecúlio), e o outro não, somente para diferenciar palavras sinônimas, parece justificativa pra esposa de marido pego na cama com a amante, ou seja, não faz o menor sentido.

    FCC e a eterna busca do pelo em ovo.

  • fudida essa

  • examinador tem caca na cabeça, sem mimi tacale pau!

  • NÃO POSSUI GABARITO 

    a) inextricável equivale a embaraçado (não possui relação com conveniência);

    b) opressão e angustia não são sinônimos; 

    c) arbitrariedade e maléfico não são sinônimos;

    d) marquei essa mas pecúlio é, aparentemente, um antônimo de imposto;

    e) compreensível e complexidade não possuem nenhuma relação de sinonímia.

  • Fui de LETRA D de corpo e alma ¬¬

    Cadê a bola de cristal, mãe diná!? Essa acho que Dilminha Concurseira talvez acerte, ou nem ela.

  • Nessas questões o que se deve fazer é ler o contexto.

    Opressão de fato não é sinônimo de angústia, porém trazem a mesma ideia de sentimento negativo. 

    Sobre a d: pecúlio tem a ideia de guardar dinheiro e não de pagar, no caso do imposto para quem estuda direito tributário sabe bem o significado, para os que não, segue como sugestão de leitura art.3, CTN.

  • Michaelis Online: 

    Angústia: 2 Sentimento que se liga a uma sensação interna de opressão ou de desespero; grande aflição do espírito, tormento, tortura.

  • a maioria sentou no kiabo nessa.. afff

     

  • Essa é pra quem fala ou escreve pomposamente...

  • Banca bem fdp pois o trecho relacionado à "angústia desenvolve-se copiosamente" refere-se a 2 trechos que vêm depois de "opressão viceja" ("anseia" e "se repetirá")  e não ao significado de "opressão" propriamente dito.

  • O sangue de Jesus tem poder.

  • Assuntos: coerência textual e ortografia.

    Em livros: ortografia, coesão e coerência.

    GABARITO: B-

    Opressão: ação de oprimir, de sujeitar alguém a alguma coisa;

    -Angústia: ansiedade física acompanhada de opressão dolorosa.

    -Vicejar: ter viço; estar viçoso; viçar;

     -Viçar (sentido figurado): aumentar, desenvolver-se, alastrar-se, medrarque são sinônimos de desenvolver-se copiosamente (em que há abundância ou excesso)

    OBSERVAÇÃO

    Mais uma vez, FCC exigiu o sentido conotativo.

  • A opressão não é sinônimo de angústia, mas nos passa um sentido de sofrimento, já vicejar quer dizer desenvolver-se com força.

  • A questão requer interpretação textual e mobiliza o conhecimento vocabular prévio de cada candidato. É preciso indicar a alternativa em que há a apresentação de uma ideia similar à ideia do texto.

    A) elementos inextricáveis da cidade − atributos citadinos convenientes
    Incorreto. O adjetivo inextricável é sinônimo de inseparável. No texto, o autor afirma que o barulho é um elemento inseparável da cidade. A questão da conveniência, no entanto, não é apresentada no texto.

    B) a opressão viceja − a angústia desenvolve-se copiosamente
    Correto. O verbo vicejar significa brilhar, ostentar-se em sentido figurado. A opressão se desenvolve nas confusas aglomerações da cidade.

    C) uma evidente arbitrariedade (...) melíflua − um capricho maléfico irrefutável
    Incorreto. O adjetivo melífluo significa em sentido figurado algo agradável aos sentidos. Sendo assim, algo "maléfico" não traduz a mesma ideia do trecho original.

    D) impostos escorchantes − pecúlios exorbitantes
    Incorreto. Pecúlio é o conjunto de bens ou reserva de dinheiro. Nesse sentido, esse termo não é equivalente a um imposto, dinheiro destinado ao governo.

    E) processo impregnado de complexidade − ação notoriamente compreensível
    Incorreto. Algo dotado de complexidade significa que não é de fácil entendimento, de fácil compreensão.

    Gabarito da Professora: Letra B.

ID
1840459
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      O processo impregnado de complexidade, ao qual se sobrepõem ideias de avanço ou expansão intensamente ideologizadas, e que convencionamos chamar pelo nome de progresso, tem, dentre outros, um atributo característico: tornar a organização da vida cada vez mais tortuosa, ao invés de simplificá-la. Progredir é, em certos casos, sinônimo de complicar. Os aparelhos, os sinais, as linguagens e os sons gradativamente incorporados à vida consomem a atenção, os gestos, a capacidade de entender. Além disso, do manual de instruções de um aparelho eletrônico à numeração das linhas de ônibus, passando pelo desenho das vias urbanas, pelos impostos escorchantes e pelas regras que somos obrigados a obedecer – inclusive nos atos mais simples, como o de andar a pé −, há uma evidente arbitrariedade, às vezes melíflua, às vezes violenta, que se insinua no cotidiano.

      Não há espaço melhor para averiguarmos as informações acima do que os principais centros urbanos. Na opinião do geógrafo Milton Santos, um marxista romântico, “a cidade é o lugar em que o mundo se move mais; e os homens também. A co-presença ensina aos homens a diferença. Por isso, a cidade é o lugar da educação e da reeducação. Quanto maior a cidade, mais numeroso e significativo o movimento, mais vasta e densa a co-presença e também maiores as lições de aprendizado".

      Essa linha de pensamento, contudo, não é seguida por nós, os realistas, entre os quais se inclui o narrador de O silenceiro, escrito pelo argentino Antonio di Benedetto. Para nós, o progresso transformou as cidades em confusas aglomerações, nas quais a opressão viceja. O narrador-personagem do romance de Di Benedetto anseia desesperadamente pelo silêncio. Os barulhos, elementos inextricáveis da cidade, intrometem-se no cotidiano desse homem, ganhando existência própria. E a própria espera do barulho, sua antevisão, a certeza de que ele se repetirá, despedaça o narrador. À medida que o barulho deixa de ser exceção para se tornar a norma irrevogável, fracassam todas as soluções possíveis.

A cidade conspira contra o homem. As derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle.

(Adaptado de: GURGEL, Rodrigo. Crítica, literatura e narratofobia. Campinas, Vide Editorial, 2015, p. 121-125) 

Atente para as afirmações abaixo.

I. A vírgula colocada imediatamente após o travessão (1° parágrafo) pode ser suprimida, sem prejuízo da correção e do sentido.

II. Sem prejuízo da correção, o segmento nas quais (3° parágrafo) pode ser substituído por “em que".

III. A crase é facultativa no segmento do manual de instruções de um aparelho eletrônico à numeração das linhas de ônibus. (1° parágrafo)

Está correto o que consta APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • estou longe de ser o cara no português, mas acredito que, devido ao termo deslocado situado entre "há uma ...arbitrariedade",  a vírgula não pode ser retirado. Ao contrário do travessão, o qual poderia ser excluído da sentença. 

  • Q concursos coloque ai um comentário do professor !!!!!

     

  • I ( INCORRETO) : Além disso, do manual de instruções de um aparelho eletrônico à numeração das linhas de ônibus, passando pelo desenho das vias urbanas, pelos impostos escorchantes e pelas regras que somos obrigados a obedecer – inclusive nos atos mais simples, como o de andar a pé −, há uma evidente arbitrariedade, às vezes melíflua, às vezes violenta, que se insinua no cotidiano. 

    COMO SE VÊ, HÁ UMA INTERCALAÇÃO QUE CONTÉM UMA ENUMERAÇÃO. NO CASO DE SUPRIMIR A VIRULA APOS O ÚLTIMO TRAVESSÃO EU DESFAÇO ESSA INTERCALAÇÃO E EM CONSEQUÊNCIA PREJUDICO A CORREÇÃO GRAMATICAL.( pessoal quiser acresentar mais nessa parte...arrocha aí).

     

    II( CORRETA): nas quais ( EM + O- artigo)  pode ser substituído por “em que".

     

    III( INCORRETO) : os casos de crase facultativa são bem conhecidos...

    -> Antes de pronomes possessivos adjetivos femininos

    -> Depois da considerada locução prepositiva até a

    -> Antes de nomes próprios femininos
    -> Diante de certos topônimos, como Europa, Ásia, África, França, Inglaterra, Espanha, Holanda, Escócia, Recife...

    EX : O técnico português já prevê volta a (à) Inglaterra para conduzir o melhor time do
    país à vitória.

     

     

    Erros, avise-me.

    FONTE : Fernando pestana, A gramática.

    GABARITO "E"

  •   Além disso, do manual de instruções de um aparelho eletrônico à numeração das linhas de ônibus,passando pelo desenho das vias urbanas, pelos impostos escorchantes e pelas regras que somos obrigados a obedecer,  há uma evidente arbitrariedade, às vezes melíflua, às vezes violenta, que se insinua no cotidiano.

    RESPOSTA

    Toda vez que aparecer travessões intercalados e vírgula após eles, faça o seguinte:

    IGNORE A EXISTÊNCIA DOS TRAVESSÕES E O QUE ESTÁ dentro  DELE.

    Agora volte para a questão, observe o que se pede  e veja a alteração que eu fiz acima.

  • ítem I - Errado. A vírgula não pode ser suprimida, pois se trata de uma oração adverbial reduzida de gerúndio antes da principal. Façam o seguinte: Retirem a expressão entre travessões. Oração subordinada: "passando pelo desenho das vias urbanas, pelos impostos escorchantes e pelas regras que somos obrigados a obedecer," ...  Oração Principal: ", há uma evidente arbitrariedade,". Nesse caso a vírgula é obrigatória !

    ítem II - Correto.  A substituição correta: "que" por  "O qual" ou "A qual"; "A que" por "Ao qual" ou "À qual"; "Por que" por "Pelo qual" ou  "Pela qual"; "Em que" por "No qual" ou "Na qual"; "De que" por "Da qual" ou "Do qual"; "Com que" por "Com o qual" ou "Com a qual"

    ítem III - Errado. A crase é obrigatória: Trata-se de uma expressão intersticial, "do manual de instruções de um aparelho eletrônico à numeração das linhas de ônibus.", na expressão o a(artigo) +  a(preposição) vem acompanhando a palavra feminina "Numeração". EX: " da Colômbia ao Equador"  invertendo "do Equador à Colômbia"

    Resposta  - Letra E

  • o que é expressão intersticial? Obrigada!

  • Simone Vieira, gostei. 

  • I. A vírgula colocada imediatamente após o travessão (1° parágrafo) pode ser suprimida, sem prejuízo da correção e do sentido.

     

    tipica questao fcc

     

    Nesse tipo de questao, sabe-se que nao MUDA A CORREÇÃO, mas muda o sentido

     

    To te falando... anota ai...

     

    quando a questao falar em supressão de virgula;.... muda o sentido, porem a correção mantem-se intácta.

  • I. A vírgula colocada imediatamente após o travessão (1° parágrafo) pode ser suprimida, sem prejuízo da correção e do sentido.  (ERRADO)  OBS. Vai mudar o sentido, porém a correção gramatical mantém.

     


    II. Sem prejuízo da correção, o segmento nas quais (3° parágrafo) pode ser substituído por “em que".  (CORRETO)



    III. A crase é facultativa no segmento do manual de instruções de um aparelho eletrônico à numeração das linhas de ônibus. (1° parágrafo).     (ERRADO)  OBS.  

    Caso de crase facultativo:

    1) Diante de pronome possessivo feminino.

    2) Até   OBS. Pois pode suprimir a preposição sem algum erro.

    3) Nome Próprio feminino

     

    Gabarito: E

  • I- EXPRESSÕES INTERCALADAS (ERRADA) não podemos deixar apenas uma vírgula nas expressões intercaladas, devemos abrir e fechar com vírgulas, travessões. #atenção pq alguns colegas afirmaram q muda o sentido mas não a correção, nesse caso está errado pq se vc usou uma vírgula deve fechar a expressão, só estaria correta se retirasse AS DUAS VÍRGULAS. 

    III- CRASE OBRIGATÓRIA: "do manual a numeração" - detalhe:: não é nenhum dos casos de crase facul( antes de pronomes possessivos, nomes próprios, antes de até), só poder ser caso obrigatório. (ERRADA)

  • O professor Alexandre Soares manda muito bem. 

  • A vírgula na primeira afirmação não deveria estar dentro dos parênteses, ou é obrigatória estar fora. Pois se é um adj adv essa vírgula deveria estar imediatamente após à palavra não?

  • Que saco a FCC colocar apenas o parágrafo!  =/

  • Parabéns, FCC, por ter citado o Professor Rodrigo Gurgel!

  • Sobre a letra e que é o gabarito :

    Pronome Relativo Composto >Traz o artigo e o pronome relativo.

    O qual (e suas flexões) = que (antecedido de: com, a, de, em e por)

    .

    ASSISTA AO VÍDEO DA PROF. ISABEL VEGA SOBRE OS PRONOMES RELATIVOS (A MELHOR PROF. DE PORTUGUÊS DO QCONC.)

     

  • Letra E.

    A afirmativa I está errada, uma vez que os travessões são responsáveis por isolar uma oração interferente, ao passo que a vírgula isola um adjunto adverbial deslocado para o início da oração;

     

    a II está correta, pois o pronome relativo “nas quais”, que retoma “confusas aglomerações”, pode ser trocado por em que (houve a manutenção da preposição em);

     

    a III está incorreta, pois há um paralelismo entre “manual de instruções” e “numeração das linhas de um ônibus”. Como, no primeiro, há preposição + artigo, no segundo também deve haver.
     

    Questão comentada pelo Prof. Elias Santana

     


ID
1840462
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      O processo impregnado de complexidade, ao qual se sobrepõem ideias de avanço ou expansão intensamente ideologizadas, e que convencionamos chamar pelo nome de progresso, tem, dentre outros, um atributo característico: tornar a organização da vida cada vez mais tortuosa, ao invés de simplificá-la. Progredir é, em certos casos, sinônimo de complicar. Os aparelhos, os sinais, as linguagens e os sons gradativamente incorporados à vida consomem a atenção, os gestos, a capacidade de entender. Além disso, do manual de instruções de um aparelho eletrônico à numeração das linhas de ônibus, passando pelo desenho das vias urbanas, pelos impostos escorchantes e pelas regras que somos obrigados a obedecer – inclusive nos atos mais simples, como o de andar a pé −, há uma evidente arbitrariedade, às vezes melíflua, às vezes violenta, que se insinua no cotidiano.

      Não há espaço melhor para averiguarmos as informações acima do que os principais centros urbanos. Na opinião do geógrafo Milton Santos, um marxista romântico, “a cidade é o lugar em que o mundo se move mais; e os homens também. A co-presença ensina aos homens a diferença. Por isso, a cidade é o lugar da educação e da reeducação. Quanto maior a cidade, mais numeroso e significativo o movimento, mais vasta e densa a co-presença e também maiores as lições de aprendizado".

      Essa linha de pensamento, contudo, não é seguida por nós, os realistas, entre os quais se inclui o narrador de O silenceiro, escrito pelo argentino Antonio di Benedetto. Para nós, o progresso transformou as cidades em confusas aglomerações, nas quais a opressão viceja. O narrador-personagem do romance de Di Benedetto anseia desesperadamente pelo silêncio. Os barulhos, elementos inextricáveis da cidade, intrometem-se no cotidiano desse homem, ganhando existência própria. E a própria espera do barulho, sua antevisão, a certeza de que ele se repetirá, despedaça o narrador. À medida que o barulho deixa de ser exceção para se tornar a norma irrevogável, fracassam todas as soluções possíveis.

A cidade conspira contra o homem. As derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle.

(Adaptado de: GURGEL, Rodrigo. Crítica, literatura e narratofobia. Campinas, Vide Editorial, 2015, p. 121-125) 

E a própria espera do barulho (...) despedaça o narrador.

O verbo que possui, no contexto, o mesmo tipo de complemento do grifado acima está em: 

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: letra D

    O forma verbal ''despedaça'', na frase, pede um objeto direto.

    O verbo haver no sentido de existir não tem sujeito. Entretanto, possui complemento que, no caso em tela, pede um objeto direto.

    ''Há (existe) o quê? Uma evidente arbitrariedade (Objeto Direto)''

    a - Por isso, a cidade é o lugar da educação... (verbo de ligação)

    b - ... nas quais a opressão viceja (aqui é intransitivo)

    c - ... anseia desesperadamente pelo silêncio. (anseia por - objeto indireto)

    e - ... fracassam todas as soluções possíveis. (verbo intransitivo)

    OBS: vicejar no sentido de (Figurado) demonstrar-se ou expor-se de forma vivaz e transbordante. É intransitivo.

  • a)

    Por isso, a cidade é o lugar da educação... =verbo de ligação

    b)

    ... nas quais a opressão viceja. = aqui eu acho que é VERBO TRANSITIVO INDIRETO em virtude do NAS QUAIS AIIIII

    c)

    ... anseia desesperadamente pelo silêncio. =vti

    d)

    ... há uma evidente arbitrariedade... = vtd

    e)

    ... fracassam todas as soluções possíveis.  = aqui é só inverter que fica mais facil

     

    todas as soluções possíveis fracassam

  • Agradeço ao Bruno e Vitor.

    Vamos lá mais uma vez:

     

    Nunca esqueça disso =p

    VERBO HAVER ( sentido de existir, acontecer, tempo transcorrido) - é impessoal ( sem sujeito), mas tem complemento verbal ( objeto direto)

    VERBO EXISTIR : é intransitivo, mas tem sujeito.

     

    Há coisas necesse armário. ( NÃO TEM SUJEITO, MAS TEM OBJETO DIRETO)

    Existem coisas nesse armário. ( TEM SUJEITO, MAS NÃO TEM OBJETO).

     

    GABARITO "D"

  • ...  uma evidente arbitrariedade...

    1) verbo haver no sentido de Existir, ocorrer e acontecer será impessoal.

    2) Verbo haver impessoal pede um Objeto direto.

     

    Gabarito: D

     

  • GABARITO ITEM D

     

    VERBO HAVER -->VERBO IMPESSOAL E TRANSITIVO DIRETO

  • A FCC adora colocar o verbo HAVER, que é impressoal e TD, nesse tipo de questão, que pede verbo TD.

  • Ótima questão, pena que eu errei. Estava com sono e por o verbo "haver" ser impessoal, eu o confudi com intrasitivo. kkkk Mas é isso: Verbo Haver(existir ou ocorrer)= OD

  • Em "despedaça o narrador", se formos analisar a oração, verificamos ao perguntar ao verbo "quem despedaça?", temos a resposta como "o narrador", sendo este então o sujeito. Reorganizando a oração fica-se: O narrador despedaça. Neste contexto, o verbo "despedaça" assume forma de verbo intransitivo, pois não há complemento. Agora julgando as alternativas, opta-se então pela letra E "fracassam todas as soluções possíveis". Reorganizando a oração "Todas as soluções possíveis fracassam", fracassam como verbo intransitivo, assim como "despedaça".

  • Ótima questão, pena que eu errei. Estava com sono e por o verbo "haver" ser impessoal, eu o confudi com intrasitivo. kkkk Mas é isso: Verbo Haver(existir ou ocorrer)= OD

  • "Eu disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo".
    João 16:33

  • O verbo HAVER NO SENTIDO DE "EXISTIR" É IMPESSOAL, MAS PEDE OBJETO DIRETO! Não confunda impessoal com intransitivo; impessoal é: verbo que NÃO TEM SUJEITO, ao passo que intransitivo é o verbo que não pede complemento.

  • Pessoal, verbo haver sempre é impessoal, e não só no sentido "existir"

    ocorrem algumas exceções e a consequente flexão do mesmo, mas sempre é impessoal

    por exemplo:

    haver+particípio, eles haviam chegado...

    haver +preposição +infinitivo, hão de ter meu apoio

    bons estudos

  • Haver no sentido de existir é impessoal, e aquilo que a gente pensar que é o sujeito na verdade é o OBJETO DIRETO.

  • O verbo HAVER no sentido de EXISTIR é VTD e pede complemento OD.

  • Note que o verbo 'despedaça' é um VTD. Quem despedaça, despedaça algo.
    a) E. O verbo 'é' é um verbo de ligação e o termo 'lugar da educação' predicativo do sujeito.
    b) E. O verbo 'viceja' é um VI.
    c) E. Quem anseia, anseia por algo. Logo é um VTI, regido pela preposição 'por'.
    d) C. O verbo 'haver' no sentido de existir, se torna impessoal, logo não há sujeito e ele deve ser flexionado no singular. Logo o termo 'uma evidente arbitrariedade' atua como complemento do verbo 'haver', funcionando como um objeto direto. 
    e) E. O verbo fracassar é VI. Veja que organizando a oração na ordem direta teremos: SUJEITO + VERBO. Todas as soluções possíveis fracassam. 

  • Pegadinha clássica da FCC pra quem procura complemento do verbo fazendo aquele macete:

    Fracassam o que? todas as soluções...

    Eles invertem a ordem e colocam o sujeito depois do verbo, e o Verbo Intransitivo fica com cara de VTD

    e)... fracassam todas as soluções possíveis.

  • Onde houver verbo haver nas questões da FCC abre o olho que quase sempre tá falando de objeto direto.

  • PERCEBI QUE A FCC ADORA ESSE TIPO DE QUESTÃO

  • Há no sentido de existir , o que vem depois e OBJ DIRET , lembrando que na oração não há sujeito.

ID
1840465
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      O processo impregnado de complexidade, ao qual se sobrepõem ideias de avanço ou expansão intensamente ideologizadas, e que convencionamos chamar pelo nome de progresso, tem, dentre outros, um atributo característico: tornar a organização da vida cada vez mais tortuosa, ao invés de simplificá-la. Progredir é, em certos casos, sinônimo de complicar. Os aparelhos, os sinais, as linguagens e os sons gradativamente incorporados à vida consomem a atenção, os gestos, a capacidade de entender. Além disso, do manual de instruções de um aparelho eletrônico à numeração das linhas de ônibus, passando pelo desenho das vias urbanas, pelos impostos escorchantes e pelas regras que somos obrigados a obedecer – inclusive nos atos mais simples, como o de andar a pé −, há uma evidente arbitrariedade, às vezes melíflua, às vezes violenta, que se insinua no cotidiano.

      Não há espaço melhor para averiguarmos as informações acima do que os principais centros urbanos. Na opinião do geógrafo Milton Santos, um marxista romântico, “a cidade é o lugar em que o mundo se move mais; e os homens também. A co-presença ensina aos homens a diferença. Por isso, a cidade é o lugar da educação e da reeducação. Quanto maior a cidade, mais numeroso e significativo o movimento, mais vasta e densa a co-presença e também maiores as lições de aprendizado".

      Essa linha de pensamento, contudo, não é seguida por nós, os realistas, entre os quais se inclui o narrador de O silenceiro, escrito pelo argentino Antonio di Benedetto. Para nós, o progresso transformou as cidades em confusas aglomerações, nas quais a opressão viceja. O narrador-personagem do romance de Di Benedetto anseia desesperadamente pelo silêncio. Os barulhos, elementos inextricáveis da cidade, intrometem-se no cotidiano desse homem, ganhando existência própria. E a própria espera do barulho, sua antevisão, a certeza de que ele se repetirá, despedaça o narrador. À medida que o barulho deixa de ser exceção para se tornar a norma irrevogável, fracassam todas as soluções possíveis.

A cidade conspira contra o homem. As derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle.

(Adaptado de: GURGEL, Rodrigo. Crítica, literatura e narratofobia. Campinas, Vide Editorial, 2015, p. 121-125) 

Mantendo-se a correção gramatical e, em linhas gerais, o sentido original, uma redação alternativa para um segmento do texto está em:

Alternativas
Comentários
  • alguém sabe explicar qual é o erro da alternativa "b"?

  • O erro da alternativa b. é a virgula logo após o travessão. Observem que se retirarmos o travessão fica a seguinte frase:

    Os barulhos, intrometem-se no cotidiano desse homem.

    Não se separa o sujeito do verbo de uma oração

  • Galera, qual é o erro da letra "D"?

  • tambem gostaria de saber o erro da D

  • O erro da letra D é a forma como o verbo consomem foi empregado à alternativa.

    Como o pronome NOS pode ficar tanto na forma enclítica como na forma proclítica, é mais fácil visualizar nesta última forma: 

    "as formas e os sons nos consomem (a o que): à atenção, aos gestos e à capacidade de lhes entender."

    Espero ter ajudado.



  • QUEM SE CONSOME, CONSOME A + ALGUMA COISA = À ATENÇÃO!!

    A MAIS CONCISA é a letra A. Tudo certinho e condizente com o trecho: Essa linha de pensamento, contudo, não é seguida por nós, os realistas, entre os quais se inclui o narrador de O silenceiro, escrito pelo argentino Antonio di Benedetto. Para nós, o progresso transformou as cidades em confusas aglomerações, nas quais a opressão viceja.

  • Marina tambem gostaria de saber o erro da D 

     

  • O verbo ENTENDER é VTD, logo o correto seria :    os entender , e não, lhes entender

  •  b)Ganhando existência própria, os barulhos − elementos inextricáveis da cidade −, intrometem-se no cotidiano desse homem.

    se tirarmos o que está no travessao ficará: os barulhos, intrometem-se no cotidiano desse homem.

    nao se separa sujeito e verbo.

     

     d)Gradativamente incorporados à vida: os aparelhos, os sinais, as linguagens e os sons consomem-nos a atenção, os gestos e a capacidade de lhes entender.

    quem entende, entende alguma coisa, ou seja, entender é  VTD.

    portanto o erro está no "lhes".

    o correto seria: ...capacidade de entende-los.

     

     e)Impregnado de complexidade, o processo que convencionamos chamar pelo nome de progresso, ao qual se sobrepõe ideias de avanço torna a organização da vida cada vez mais tortuosa.

    o certo seria "sobrepoem ideias"

     

  • e)

    Impregnado de complexidade, o processo que convencionamos chamar pelo nome de progresso, ao qual se sobrepõe ideias de avanço,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, torna a organização da vida cada vez mais tortuosa.

  • A ¨D¨creio que deva ser a virgula.

     

  • O Verbo consumir é transitivo direto!!!  A questão tá correta ao não colocar crase nas palavas depois dele...

    O erro está em "lhes entender", pq o verbo entender tbm é transitivo direto, e o "lhe" é para objeto indireto. Então o certo seria usar o pronome "os".

  • alguém sabe explicar qual é o erro da alternativa "C"?

  • Á espera do barulho......... ( não pode-se usar crase no ínicio da frase )  Este a é um artigo.

  • Item B

    há a separação do sujeito com o verbo "os barulhos − elementos inextricáveis da cidade −, intrometem-se"

    Nesse caso, o travessão já é o elemento que separa o "elementos inextricáveis da cidade", logo a vírgula acaba por separar sujeito do verbo

    Item C 

    elemento fora da ordem direta sem ser separado por vígulas "À espera do barulho e à ideia de que certamente se repetirá o narrador "

    No caso, seria necessário vírgula antes de o nadador

    Item D

    termo "lhes entender" está errado, pois o verbo entender é VTD, logo o correto seria os entender

    Item E

     Elemento intercalado "ao qual se sobrepõe ideias de avanço torna a organização" possui somente uma vírgula, quando o correto (por estar intercalado) seria a presença de 2 vírgulas, antes do verbo "torna"

     

    Gabarito A

     

    espero ter ajudado 

    qualquer dúvida, só informar

     

     

  • Vlw Lucas, fui na A mas fiquei sem saber o erro da B, vírgulazinha bem sutil ali depois do -.

  • BEM OBJETIVO QUE JAJÁ EU QUERO TOMAR UMA :

    .

    A) CORRETA

    .

    B) A VÍRGULA LOGO APÓS O SEGUNDO TRAVESSÃO, SEPARA SUJEITO ( BARULHOS ) DO SEU VERBO ( INTROMETER )

    .

    (OBS) ->  GALERA QUE TEM PROBLEMA COM TRAVESSÃO. CARA, FAZ UMA SUPRESSÃO MENTAL, LÊ A FRASE COMO SE ELE NÃO EXISTISSE. AÍ DA PRA VER DIREITINHO A SEPARAÇÃO

    .

    C) NÃO EXISTE ESSA CRASE AÍ ANTES DE IDEIA. CADÊ O TERMO REGENTE ?

    .

    D) ERRO TÁ EM LHES ENTENDER. JÁ QUE ''ENTENDER'' É VTD, LOGO SE USARIA ''O/A/OS/AS/LOS/LAS/NOS/NAS''

    .

    E) '' AO QUAL SE SOBREPÕE IDEIAS DE AVANÇO '' ISSO AI É UM TERMO INTERCALADO, TEM QUE TÁ ENTRE VÍRGULAS. SOB PENA DE SE SEPARAR ''PROGRESSO'' , SUJEITO DO VERBO ''TORNAR'' .  ( O PROGRESSO TORNA )

     

  • Na letra E estaria correto "se sobrepõem ideias?

  • Modo "ÓLEOS" DE ÁGUIA, ativado.


ID
1840468
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Está correta a redação que se encontra em:

Alternativas
Comentários
  • (A) Os ruídos indesejados invadem a privacidade, obrigando os moradores das cidades a (((participar))) do que não lhes interessam. (Os moradores das cidades não é o sujeito do verbo participar. Nesse caso, participar complementa o verbo obrigar).

    (B) OuveM-se os sons indesejados do programa de televisão no último volume do imóvel vizinho.

    (D) Cada um acossa os mais sensíveis, causando estresse e doença. 

    (E) Prestes a explodir, o homem indefeso constata que as pessoas e a tecnologia trabalham contra ele, como se o emboscassem (como se as pessoas e a tecnologia EMBOSCASSEM ELE) a cada esquina.

  • O erro da letra A não estaria na concordância do verbo "interessar"? 


    (...) obrigando os moradores das cidades a participarem do que não lhes interessam. --> daquilo que não lhes interessa.


    Teria que estar no singular. 


    =)

  • por favor, indique para comentário do professor

  • a) Os ruídos indesejados invadem a privacidade, obrigando os moradores das cidades a participarem do que não lhes interessam.

    acredito que o erro seja o "interessam" que deveria estar no singular "interessa"

    "obrigando os moradores das cidades a participarem do que não lhes interessa" -  nao interessa aos moradores 

     

     b) Ouve-se, ainda que de dentro de apartamentos com janelas fechadas, os sons indesejados do programa de televisão no último volume do imóvel vizinho.

    a oracao está na voz passiva sintética, formada por VTD + se, portanto o verbo deve concordar com o sujeito que está no plural (sons) 

    "ouvem-se" os sons indesejados...

     

    d) Cada um dos rumores produzidos pelas pessoas na cidade grande acossam os mais sensíveis, causando estresse e doença.

    a expressao "cada um" tem como nucleo a palavra "um" que é singular, entao o verbo deve estar no singular. 

     Cada um dos rumores produzidos pelas pessoas na cidade grande acossa.... 

     

    e) Prestes a explodir, o homem indefeso constata que as pessoas e a tecnologia trabalham contra ele, como se os emboscasse a cada esquina.

    como se "o" emboscasse (as pessoas e a tecnologia emboscam o homem) 

     

  • a)

    Os ruídos indesejados invadem a privacidade, obrigando os moradores das cidades a participarem (PARTICIPARRRRRRR) do que não lhes interessam.

  • Erros da letra A:

    1) Não se recomenda flexionar o infinitivo que serve de complemento a um nome ou outro verbo. Sendo assim, estaria correta a frase "Cem mil eleitores estão aptos a votarem”? Nesse exemplo, “votar” é complemento do adjetivo “apto”. Ou seja, o mais adequado seria: "Cem mil eleitores estão aptos a votar”.

    Outros exemplos:

    "Eles foram convidados a participar do debate" ("participar" é complemento de "convidado");

    "Os alunos estão obrigados a comparecer ao teste" ("comparecer" é complemento de obrigado); -> mesmo caso da questão A, com o verbo "obrigar"

    "Os torcedores foram impedidos de entrar no estádio" ("entrar" é complemento de "impedido").

    2) O verbo "interessar" concorda com "do" que é = "daquilo" -> "daquilo que não lhes interessa" (daquilo que não interessa a eles)

  • a. o v. 'participar' deveria estar no infinitivo

    b. o v. 'ouvir' deveria ter sido flexionado para concordar com 'sons indesejados'.

    d. o v. 'causar' é TDI e não há o obj. indireto na frase.

    e. deveria ser 'o' e não 'os'. 

  • Na letra A não iria crase em ...OBRIGANDO OS MORADORES DAS CIDADES (OD) À PARTICIPAR (OI)...???

  • Diego Camargo, não existe crase antes de verbo porque não se coloca artigo antes de verbo.

  • Queria uma jutificativa para a alternativa indicada como correta: letra C

    A vírgula atrai a partícula SE em "configuram-se"

     

  • Ponto, vírgula, Ponto e Vírgula não atraem a próclise. Falar "Me dá um picolé" ta errado; o certo é "Da-me um Picolé"

  • Fui mais pela questão de compreenssão do texto... "Para alguns" engloba a visão do autor e do Geógrafo Milton Santos... enquanto todas as outras questões falam de hipóteses que o texto em si não fala de modo explícito... 

  •  b)

    OUVEM-SE, ainda que de dentro de apartamentos com janelas fechadas, os sons indesejados do programa de televisão no último volume do imóvel vizinho.

    “SE” – É partícula apassivadora, pois ouvir é VTD, e assim, deve concordar com o sujeito, que no caso é:sons indesejados...

     c) Para alguns, os barulhos da cidade, mais do que mera consequência do aprimoramento tecnológico, configuram-se como estorvo cuja insistência altera a vida.

     

     d) Cada um dos rumores produzidos pelas pessoas na cidade grande acossam os mais sensíveis, causando estresse e doença.

    “Cada um” = é Locução pronominal, ela OBRIGA o verbo a ficar na 3ª pessoal do singular

     e) Prestes a explodir, o homem indefeso constata que as pessoas e a tecnologia trabalham contra ele, como se OS emboscasse a cada esquina.

    Correto: O EMBOSCASSEM, pois o “o” retoma “ele” ou seja, “homem indefeso” e o EMBOSCASSEM REMETE AS PESSOAS E A TECNOLOGIA

  • Diego Camargo,

    Não se utiliza crase antes de verbos.

  • 15 de outubro de 2020, errei a questão
  • questões da fcc são extremamentes difíceis, Deus nos ajude!

ID
1840471
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Na Biblioteca 10 de Helsinki é possível ler deitado na rede, fazer negócios, dançar, tocar guitarra ou tirar uma soneca. É possível fazer praticamente qualquer coisa que jamais se pensaria em fazer em uma biblioteca. Isso porque seu diretor, Kari Lämsä, pensou que no novo mundo existe pouco espaço para as velhas bibliotecas e um espaço enorme para as inovadoras.

      Lämsä conhece o funcionamento das bibliotecas tradicionais: começou colocando livros nas estantes. Mas o que chamou a atenção sobre ele é que se deu conta do futuro.

      O sucesso de Lämsä pode ser medido: a biblioteca recebe 2.000 usuários por dia em uma cidade com 600.000 habitantes e 36 bibliotecas. A metade de seus usuários tem entre 25 e 35 anos. É o sonho de qualquer bibliotecário que observa como os grandes leitores das bibliotecas, que são as crianças, fogem ao crescer. Lämsä, no entanto, conseguiu atrair essa faixa refratária a um espaço associado ao silêncio.

(Adaptado de: brasil.elpais.com/brasil/2015/06/13/cultura/ 1434216067_290976.html

Atente para o que se afirma abaixo.

I. De acordo com o texto, é paradoxal o fato de as crianças deixarem de frequentar bibliotecas quando chegam à adolescência.

II. O diretor da Biblioteca 10 de Helsinki é descrito como sendo visionário e utopista.

III. O sinal de dois pontos (2° parágrafo) pode ser substituído por “pois", precedido de vírgula.

Está correto o que consta APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • (I). Errado. A faixa etária que ele conseguiu atrair foi a de jovens adultos, não a de adolescentes. O texto não diz se adolescentes continuam frequentando ou não as bibliotecas, mas dá a entender que os jovens adultos, faixa etária entre 25 e 35 anos, que são comumente baixos frequentadores, foram atraídos pelo novo estilo de biblioteca do finlandês.


    (II) Errado. Ele foi visionário, mas não é utopista, pois conseguiu colocar em prática seus sonhos, não ficou só no plano das ideias.


    (III) Certo. O sinal de dois pontos precede uma explicação. Usar "pois", dessa forma, ficaria correto também.


    =)

  • Luíza, mas a alternativa "I" em nenhum momento disse que adolescentes foram atraídos, muito pelo contrário, afirma que as crianças deixaram de frequentar quando chegam na fase da adolescência. Não entendi o porquê de sua afirmativa.

  • Pegadinha FDP quanto ao utópico, hein, ele colocou em prática e não ficou só nas ideias, eiiiita!!

  • Porque a alternativa "I" está incorreta. O texto afirmar que as crianças fogem da biblioteca quando crescem, mas em nenhum momento afirma que é na adolescência. O "crescer" pode ser na adolescência, na fase adulta ou na velhice. PEGADINHA HÁ!

  • Gente,  o erro está no "paradoxal"

  • I. De acordo com o texto, é paradoxal o fato de as crianças deixarem de frequentar bibliotecas quando chegam à adolescência.

     

    a fase adulta

     

    questao sacana

  • Utopista me derrubou...

  • Não sei, pra mim não tem como ser visionário sem ser utopista(sonhador).

  • o bibliotecário não é apresentado como UTÓPICO, já que segundo o enredo ele conseguiu REALMENTE levar jovens a frequentarem a biblioteca.

  • Quanto ao ítem I

    - indenpendete da discussão adolescência x idade adulta, que também pode ser um equívoco, o erro do ítem está em "ideias paradoxais"

     

    PARADOXO: aquilo que é contrário ao senso comum.

     

    - o texto informa que as crianças abandonam as bibliotecas ao crescerem (ou seja, ao entrarem na adolescência). O senso comum é esse: as crianças deixarem de frenquentar as bibliotecas quando crescidas; isso NÃO É UM PARADOXO.

     

     

  • I- paradoxo

    pa·ra·do·xo

    (cs)

    sm

    1 Opinião ou proposição contrária ao senso comum; contrassenso, disparate.

    2 Falta de coerência ou de lógica: “Um paradoxo, sem dúvida. Pela lógica e pela realidade, as hipóteses não podem prevalecer sobre os fatos, os indícios nada valem diante das provas. Paradoxal ou não, estava aberto mais um caso de complexa solução […]” (CA).

    3 FILOS Pensamento ou argumento que contraria os princípios que costumam nortear o pensamento humano ou desafia o conhecimento e a crença da maioria dos seres humanos.


     

    II - utopista

    u·to·pis·ta

    adj m+f

    Vutópico.

    adj m+f sm+f

    1 Que ou aquele que é partidário ou defensor da utopia ou do utopismo.

    2 Que ou aquele que acredita em fantasias e quimeras ou que tem projetos grandiosos, mas irrealizáveis.

    GAB B

  • ''B''

     

    I. De acordo com o texto, é paradoxal o fato de as crianças deixarem de frequentar bibliotecas quando chegam à adolescência.
     

    MUITO PELO CONTRÁRIO, É UM FATO CONCRETO, SÓLIDO  E CONSOLIDADO PELO AUTOR.

     

    II. O diretor da Biblioteca 10 de Helsinki é descrito como sendo visionário e utopista.

     

    UTOPIA ESTÁ  LIGADO A ALGO IRREALIZÁVEL, O QUE DE FATO NÃO É VERDADE. POIS, O TEXTO ABORDA DADOS NÚMERICOS TRATANDO DOS FEITOS REALIZADOS ( NO INÍCIO DO TERCEIRO PARAGRÁFO).


     

    III. O sinal de dois pontos (2° parágrafo) pode ser substituído por “pois", precedido de vírgula.

     

    TRATA-SE DE UMA EXPLICAÇÃO. O ''POIS'' ANTECEDIDO DA VÍRGULA É BEM VINDO.

  • "É o sonho de qualquer bibliotecário que observa como os grandes leitores das bibliotecas, que são as crianças, fogem ao crescer. "

     

    CRESCER. Aí vem a criatura dizer que elas fogem "quando chegam na FASE ADULTA", onde tá isso? haha, tenha a santa paciência

  • ENUNCIADO : DE ACORDO COM O TEXTO = COMPREENSÃO

    A PARTIR DO MOMENTO QUE O TEXTO FALA QUE '' FOGEM AO CRESCER'', SE EU PEGAR E FALAR QUE É '' NA ADOLESCÊNCIA'' ( POR MAIS QUE SERIA A LÓGICA) EU ESTARIA INTERPRETANDO O TEXTO.

  • Paradoxal, no meu entender, é tocar guitarra em um local em que se deve zelar pelo silêncio. Não vejo como paradoxo - mas como um fenômeno corriqueiro - o fato de as crianças deixarem de frequentar bibliotecas quando chegam à adolescência.

    Gabarito, letra B.


ID
1840474
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Na Biblioteca 10 de Helsinki é possível ler deitado na rede, fazer negócios, dançar, tocar guitarra ou tirar uma soneca. É possível fazer praticamente qualquer coisa que jamais se pensaria em fazer em uma biblioteca. Isso porque seu diretor, Kari Lämsä, pensou que no novo mundo existe pouco espaço para as velhas bibliotecas e um espaço enorme para as inovadoras.

      Lämsä conhece o funcionamento das bibliotecas tradicionais: começou colocando livros nas estantes. Mas o que chamou a atenção sobre ele é que se deu conta do futuro.

      O sucesso de Lämsä pode ser medido: a biblioteca recebe 2.000 usuários por dia em uma cidade com 600.000 habitantes e 36 bibliotecas. A metade de seus usuários tem entre 25 e 35 anos. É o sonho de qualquer bibliotecário que observa como os grandes leitores das bibliotecas, que são as crianças, fogem ao crescer. Lämsä, no entanto, conseguiu atrair essa faixa refratária a um espaço associado ao silêncio.

(Adaptado de: brasil.elpais.com/brasil/2015/06/13/cultura/ 1434216067_290976.html

O verbo que pode ser flexionado em uma forma do plural, sem prejuízo da correção e sem que nenhuma outra modificação seja feita na frase, está em:

Alternativas
Comentários
  • Resposta - Letra D: A metade de seus usuários tem / têm entre 25 e 35 anos.


    A explicação para a ocorrência do verbo no singular ou no plural nesses casos é a seguinte: quando o sujeito é formado por uma expressão partitiva (“a maior parte”, “mais da metade”, a maioria”, “a minoria”, “grande parte de”)  acompanhada de um especificador no plural (“dos colaboradores”, “dos funcionários”), o verbo pode ser conjugado das duas formas. Exs:


    A menor parte dos participantes não gostou/gostaram do curso.

    Boa parte dos integrantes concorda/concordam com a política do grupo.

    Menos da metade dos monitores lembra/lembram daquela aluna.


    Fonte: http://escreverbem.com.br/expressoes-partitivas-e-concordancia-verbal/

  • A MAIORIA Dos CONCURSEIROS GOSTA/GOSTAM do qc.

    A METADE DOS CONCURSEIROS GOSTA/GOSTAM do qc.

  • d) A metade de seus usuários tem entre 25 e 35 anos.

    REGRA : EXPRESSÃO PARTITIVA + DETERMINANTE = PODE SE REALIZAR CONCORDÂNCIA LÓGICA COMO ATRATIVA

    TÊM = DE SEUS USUARIOS

  • Regra de concordância verbal:

     

    Sujeito coletivo partitivo (maioria,minoria, maior parte de, grande parte de,metade de,uma porção de, etc) acompanhado de expressão no plural o verbo fica no singular ou vai para o plural.

     

    Referência: Material Síntese do Prof.Arenildo do QC.

     

  • Gabarito: D

    Questão típico da fcc

  • d)A metade de seus usuários tem entre 25 e 35 anos.

    A frase pode ficar de duas formas:
    - A METADE de seus usuários TEM entre 25 e 35 anos.
    - a metade de SEUS USUÁRIOS TÊM entre 25 e 35 anos.

  • Gabarito: D 

    BIZU: A CESPE ADORA PERGUNTAR SE FLEXIONANDO O VERBO PARA O PLURAL IRIA MANTER O SENTIDO E A CORREÇÃO GRAMATICAL....O QUE ESTARIA ERRADA POIS ALTERA O SENTIDO DEVIDO AO VERBO "TEM" PASSAR A CONCORDAR COM "USUÁRIOS" E NÃO MAIS COM "A METADE".

  • Felizmente não dá mais pra colocar esse tipo de questão como parâmetro, qualquer um que frequente um curso razoável por 1 semana sabe dessa regra. Questão batida, muito fácil! Sinal de que as pessoas estão melhorando o seu português. rs...

  • A metade de seus usuários têm entre 25 e 35 anos.

  • Triste errar uma questão ridícula como essa. :/

  • Caso especial de concordância .
    Expressão partitiva 

    Gabarito : LETRA D 

  • Porque a alternativa C está errada?

  • Caso de dupla concordância:

     

    Quando o sujeito é formado por uma expressão partitiva (parte de, uma porção de, metade de, a maioria de, a maior parte de, grande parte de...) seguida de um substantivo ou pronome no plural, o verbo pode ficar no *SINGULAR ou no **plural.

     

    Expressões partitivas + determinante: pode concordar com a expressão partitiva ou o determinante.

     

    Ex:

     

    *A MAIORIA **das pessoas **trabalham / *TRABALHA de verdade.

     

    *A MAIORIA **dos jornalistas *APROVOU / **aprovaram a ideia.

     

    *METADE **dos candidatos *NÃO APRESENTOU / **apresentaram nenhuma proposta interessante.

     

    Obs: Cuidado em relação ao determinante, pois se ele estiver no SINGULAR não será caso de dupla concordância.

     

    Ex: A maioria do povo brasileiro trabalha(certo )/ trabalham(errado) de verdade.

     

    Esse mesmo procedimento pode se aplicar aos casos dos coletivos, quando especificados:

     

    Ex.:

     

    *UM BANDO **de vândalos *DESTRUIU / **destruíram o monumento.

  • Rosemar Silva:  c)... que jamais se pensaria...

    Pensar é verbo transitivo indireto (VTI, VI e VL), seguido de SE (ÍNDICE DE INDETERMINAÇÃO DO SUJEITO), não admite plural, ficando na terceira pessoa.

     

  • Gabarito D

    A metade de seus usuários tem entre 25 e 35 anos.

    O sujeito possui "expressão partitiva" -----> o verbo pode concordar com metade ou de seus usuários.

    A metade de seus usuários tem entre 25 e 35 anos. (núcleo do sujeito)
    A metade de seus usuários têm entre 25 e 35 anos. (especificador)

     

    a) ... existe pouco espaço para as velhas bibliotecas... (o verbo existe está no singular para concordar com o sujeito pouco espaço).

     

     b) ... a biblioteca recebe 2.000 usuários por dia... (a biblioteca é o  sujeito---> verbo no singular para concordar com o sujeito).

     

     c) ... que jamais se pensaria...(se -->índice de indeterminação do sujeito---> verbo no singular)

    Os verbos transitivos indiretos (VTI), intransitivos (VI) e de ligação (VL), quando acrescidos do pronome “se” (índice de indeterminação do sujeito), terão sujeito indeterminado e devem ficar sempre no singular:

  • a maioria, a maior parte, grande parte, DESISTIU – DESISTIRAM (procure expressões partitivas)

  • O verbo ter, conjugado no presente do indicativo, na terceira pessoa do discurso (tem) pode efetivamente, no caso de orações com sujeito de núcleo partitivo, concordar tanto com a expressão partitiva (a metade) bem como com a expressão preposicionada. No caso analisado, o verbo pode aparecer tanto no singular (tem) concordando com o termo partitivo bem como no plural (têm) consoante ao núcleo do sujeito.

    A doutrina tem trago a baila que deve-se dar preferência a concordância para com a expressão preposicionada, todavia tal entendimento encontra resistência.

    Gab: D

  • Alguém saberia explicar o porquê da letra E estar errada? Pois para mim, poderia flexionar ou não, da seguinte forma: "... que se OBSERVA / OBSERVAM como os grandes leitores das bibliotecas ...". Não seria isso?


ID
1840477
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Aos 45 anos, o chinês Jia Zhang-Ke pode ser considerado um dos principais cineastas do mundo. Sua idade permitiu a ele testemunhar a transição histórica pela qual a China passou depois de 1976, com a morte de Mao Tse-Tung, o fim da Revolução Cultural e a subida ao poder de Deng Xiaoping, que em poucos anos abriu o país à economia de mercado. Os filmes de Jia são cada vez mais vistos no exterior, uma vez que exibem importância estética e oferecem um olhar sobre uma realidade pouco conhecida aos olhos do mundo.

      “Vemos cidades que estão sendo demolidas, memórias que estão sendo apagadas, uma população flutuante que viaja ao sabor das oportunidades econômicas, e Jia quer investigar qual é o efeito dessa transformação no indivíduo", descreve a pesquisadora Cecília Mello. “Na história do cinema, em geral os momentos de pico de criatividade vêm junto com as transformações histórico-sociais. No mundo todo, hoje, o diretor em que isso aparece de modo mais forte e relevante é Jia."

      (Adaptado de: revistapesquisa.fapesp.br/2015/10/14/05- olhos-da-china

Atente para o que se afirma abaixo. 

I. O reconhecimento de Jia Zhang-Ke deve-se, em parte, ao fato de o cineasta despertar a curiosidade dos espectadores estrangeiros, que passam a conhecer, por meio de seus filmes, as consequências das transformações sociais ocorridas recentemente na China.

II. Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido, no segmento Sua idade permitiu a ele testemunhar a transição histórica pela qual a China passou depois de 1976... os trechos sublinhados podem ser substituídos, respectivamente, por: permitiu-lhe e por que.

III. Os elementos sublinhados em uma vez que exibem importância estética e memórias que estão sendo apagadas... são ambos pronomes que exercem funções diferentes.

Está correto o que consta APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • II- 

    Permitiu a ele -> Permitiu-lhe

              Permitiu: VTI

              A ele: OI

             Lhe / Lhes - Substituem termo com preposição.


    Fonte: http://brasilescola.uol.com.br/gramatica/regencia-verbo-permitir.htm


    POR QUE


    A forma por que é a sequência de uma preposição (por) e um pronome interrogativo (que). Equivale a "por qual razão", "por qual motivo". Exemplos:

              Desejo saber por que você voltou tão tarde para casa.

              Por que você comprou este casaco?


    Há casos em que por que representa a sequência preposição + pronome relativo, equivalendo a "pelo qual" (ou alguma de suas flexões (pela qual, pelos quais, pelas quais).Exemplos:

              Estes são os direitos por que estamos lutando.
              O túnel por que passamos existe há muitos anos.


    Fonte: http://www.soportugues.com.br/secoes/fono/fono26.php

    III- Uma vez que: Conjunção subordinativa causal. / Memórias que estão sendo apagadas - Pronome Relativo
  • Mudanças que ocorreram há 40 anos são recentes? 

  • Juro que "POR  QUE" ficou sem sentido. Mesmo sabendo que quem PASSA, PASSA POR/PELA alguma coisa!!

    Tenso

  • indicar para comentário

  • porque os professores nao estao comentados essas provas de 2016 da fcc? sacanagem nenhuma tem comentario do professor agente paga o serviço mas nao tem um de qualidade, desmotivador

  • A III não está certa? Não exercem funções diferentes??

  • O erro da alternativa III é afirmar que os elementos sublinhados em uma vez que exibem importância estética e memórias que estão sendo apagadas são ambos PRONOMES.

     

    Uma vez que: é uma conjução subordinativa causal,  que introduz uma oração que é causa da ocorrência da oração principal. As conjuções subordinativas são: porque, que, como (= porque, no início da frase), pois que, visto que, uma vez que, porquanto, já que, desde que, etc.

     

    Memórias que: nesse caso o "que" é um pronome relativo. 

  • III- Uma vez que: Conjunção subordinativa causal. / Memórias que estão sendo apagadas - Pronome Relativo

     

    III. Os elementos sublinhados em uma vez que exibem importância estética e memórias que / o qualestão sendo apagadas... são ambos pronomes que exercem funções diferentes.

     

    uma vez que  = porque/ haja vista ====>>>>> conjunçao de causa.

  • Uso dos "porquês"

     

    PORQUE: equivale a uma vez que, pois. sentido explicativo. ex. vou dormir porque estou cansado.

    POR QUE: ideia de causa, equivale a por qual razão, pelo motivo,pelo qual, pela qual... ex. o documento por que buscávamos foi extraviado

    PORQUÊ:  vem companhado de determinantes. é substantivado. ex. deve haver algum porquê para a saída dele / ainda que não se sabe o porquê...

    POR QUÊ: pelos quais, pelo qual, pela qual, por qual motivo, por qual razão. após alguma pontuação, seja vírgula, interrogação, exclamação... ex. ele fez o desenho até agora por quê? / ele nem disse por quê.

  • percebi que a I poderia ser por eliminação identificada como verdadeira, mas ninguém teve dúvida com relação a "sociais", da expressão "transformações sociais"? 

  • TAMBEM CONCORDO COM O JUAREZ, NO ITEM II

    pela qual a China passou depois de 1976 substituído pelo PORQUE, FICA SEM SENTIDO. DOU UMA DICA, NAO É A PRIMEIRA VEZ QUE A FCC COBROU APENAS A GRAMATICA E DEIXOU DE LADO O SENTIDO, ISSO ACONTECE PRINCIPALMENTE EM PROVAS DE TECNICO, TENTE COMBINAR OS GABARITOS QUANDO FOR QUESTOES DE ITEM : I II III IV VI V 

  • A terceira sentença temos uma conjunção que expressa a ideia de causa -  uma vez que e o outro que é Pronome Relativo.

    a) Causa

       A ideia de causa está diretamente ligada àquilo que provoca um determinado fato, ao motivo do que se declara na oração principal. "É aquilo ou aquele que determina um acontecimento".
    Principal conjunção subordinativa causal: PORQUE

    Outras conjunções e locuções causais: como (sempre introduzido na oração anteposta à oração principal), pois, pois que, já que, uma vez que, visto que.

  • Mudanças que ocorreram há 40 anos são recentes? A FCC só pode estar de sacanagem.

  • Sobre o item III

    Está errado porque 'uma vez queé conjunção causal e 'memórias que' é pronome relativo. Portanto, não são ambos pronomes como afirma a questão.

  • Dá para saber que o item I está correto por eliminação, mas onde diabos no texto mostra ele "despertando a curiosidade das pessoas"???

  • Samy Witt, o despertar da curiosidade das pessoas encontra-se implícito no trecho final do primeiro parágrafo. O fato de os filmes do diretor em questão serem cada vez mais vistos no exterior, uma vez que exibem importância estética e oferecem um olhar sobre uma realidade pouco conhecida aos olhos do mundo, pressupõe esse interesse cada vez maior.

    Portanto, item I correto.

  • III. ambos retomam termos antecedentes.

  •  

    PRONOMES

     

    COMPLEMENTO NOMINAL:   LHE, LHES, NOS, VOS, ME, TE

     

    Verbos terminados em:      -R, -S, -Z      +    o, a, os, as  =          Lo, La, Los, Las


    Verbos terminados em:  - M, - ÃO, -ÕE    +     o, a, os, as     =      no, na, nos, nas

     

    VIDE     Q584898  Q720483       Q584065

     

    VERBO TERMINADO “M” ou “ÕE” os pronomes O, A, OS, AS   =   NO, NA, NOS , NAS

     

    TRAGA M  +     o       =  tragam -  NO

    P ÕE +  os    =        põe - NOS

     

     

    VERBO TERMINADO  MOS      seguido de NOS  ou VOS retira o “S”

     

    Encontramo - no

    Solicitamo - VOS

     

     

     

    VERBO TERMINADO R, S, Z   =      L     os pronomes  O, A, OS  recebem   “ L

     

    TRAZE   R     +  as       =      traz ê- las

     

    PERDE     S        +  as    =     PERDE-LAS

     

    SEDU   Z  + as   =    sedu-las

    REF I Z       +  o  =        refi-LO

    FIZ            + o      =   FI -LO

    ......................

    VERBO TERMINADO  EM “S” SEGUIDO DE LHE, LHES NÃO RETIRA A TERMINAÇÃO “S”

     

    OBEDECEMOS  - LHE cegamente.  OBJETO INDIRETO. MANTÉM O S

     

     

              Q701725

                                                 OBJETO DIRETO =       VTD

     

    -  PRONOMES OBLÍQUOS  =       O, A, Os, As, Lo, La, Los, Las, No, Na, Nos, Nas    funcionam somente como OBJETO DIRETO.

     

     

    -   PRONOMES ÁTONOS =   ME, TE, SE, O, A, NOS, VOS,  OS , AS    =    OBJETO DIRETO  (NÃO TEM  LHE- LHES)       

     

     

                                     OBJETO INDIRETO        =  VTI     

     

    LHE, LHES, SE, TE, ME, NOS, VOS

     

     

     

    Q87913

    EXCEÇÃO:  AO VTI – LHES     esta regra não vale para a FCC, ela é a única banca que admite o lhe substituindo coisa.   


    1 - Verbo ASSISTIR com ideia de VER e PRESENCIAR é Verbo Transitivo Indireto, porém NÃO admite o pronome LHE (pron. obliquo).

    2 - Verbo VISAR no sentido de DESEJAR é Verbo Transitivo Indireto, porém NÃO admite o pronome LHE (pron. obliquo).

    3 - Verbo ASPIRAR no sentido de DESEJAR é Verbo Transitivo Indireto, porém NÃO admite o pronome LHE (pron. obliquo).

     

     

     

     

     

  • "I. O reconhecimento de Jia Zhang-Ke deve-se, em parte, ao fato de o cineasta despertar a curiosidade dos espectadores estrangeiros, que passam a conhecer, por meio de seus filmes, as consequências das transformações sociais ocorridas recentemente na China. "

    O que foram ocorridas recentementes na Chinas foram as consequências...e não as transformações.

    Estas consequências estão registradas no fragmento:

    “Vemos cidades que estão sendo demolidas, memórias que estão sendo apagadas, uma população flutuante que viaja ao sabor das oportunidades econômicas,(...)"

     

     

  • Ítem III: Os dois "QUE" são pronomes relativos e ambos desempenham função de SUJEITO.

  • Érico Ramom, o primeiro "que" é conjunção, só o segundo é pronome

  • dicas

    TROCA JUSTA:

    por que= motivo pelo qual

    Porque= pois

     

    DIFERENÇA PRONOME RELATIVO E CONJUNÇÃO ( causal, comparativa, consecutiva...)

    Pronome: substituivel por O QUAL, A QUAL...

    coonjunção: pod ser substituida por ISSO, pode ser causal ( uma vez QUE...)

     

    GABARITO ''E''


ID
1840480
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Aos 45 anos, o chinês Jia Zhang-Ke pode ser considerado um dos principais cineastas do mundo. Sua idade permitiu a ele testemunhar a transição histórica pela qual a China passou depois de 1976, com a morte de Mao Tse-Tung, o fim da Revolução Cultural e a subida ao poder de Deng Xiaoping, que em poucos anos abriu o país à economia de mercado. Os filmes de Jia são cada vez mais vistos no exterior, uma vez que exibem importância estética e oferecem um olhar sobre uma realidade pouco conhecida aos olhos do mundo.

      “Vemos cidades que estão sendo demolidas, memórias que estão sendo apagadas, uma população flutuante que viaja ao sabor das oportunidades econômicas, e Jia quer investigar qual é o efeito dessa transformação no indivíduo", descreve a pesquisadora Cecília Mello. “Na história do cinema, em geral os momentos de pico de criatividade vêm junto com as transformações histórico-sociais. No mundo todo, hoje, o diretor em que isso aparece de modo mais forte e relevante é Jia."

      (Adaptado de: revistapesquisa.fapesp.br/2015/10/14/05- olhos-da-china

Uma redação alternativa a partir de um segmento do texto, em que se mantêm a correção e a lógica, está em:

Alternativas
Comentários
  • Queria saber o erro da letra A).

  • Gabarito b. O erro da opção "a" está no início. O correto seria: Veem-se cidades sendo demolidas... Sem acento, pois segundo o Novo Acordo Ortográfico, o acento circunflexo não é mais utilizado em verbos com conjugações da 3.ª pessoa do plural terminadas em –eem.

  • Obrigado pela explicação Fernado.

  • Corrijam-me se se eu estiver enganado, mas abaixo eu coloquei a maneira como eu acho que deveria estar escrito.



    a) Veem-se cidades sendo demolidas, memórias sendo apagadas, uma população flutuante viajando de acordo com as oportunidades econômicas.

     

    b) Correta. É comum que, na história do cinema, grande parte dos momentos de pico de criatividade acompanhe transformações históricas.

     

    c) De acordo com a pesquisadora Cecília Mello, deve haver transformações causadas ao indivíduo que interessam a Jia investigar.

     

    d) Ainda que tenha apenas 45 anos, não exagera quem, ao avaliar o cineasta chinês Jia Zhang-Ke, exaltá-lo como um dos maiores do mundo.

     

    e) O jovem Jia Zhang-Ke testemunhou fatos históricos, como a morte de Mao Tse-Tung, o fim da Revolução Cultural e a ascensão de Deng Xiaoping ao poder.

     

    ----

    "Todo homem é arquiteto do seu próprio destino."

  • HeiDePassar, acredito que suas correções estão certas, salvo a alternativa "d" em relação à colocação pronominal, uma vez que, neste caso, o "o" deve vir depois do verbo, ficando desta forma a frase correta: "Ainda que tenha apenas 45 anos, não exagera quem, ao avaliar o cineasta chinês Jia Zhang-Ke, exalte-o como um dos maiores do mundo".

  • Eduardo,

    Casos de colocações pronominais sem palavras atrativas, depois de vírgulas ou pontuações ou deslocados, podem vir antes ou depois. CLARO QUE SEM PALAVRAS ATRATIVAS.
    "o exalte" OU "exalte o"
    Abs

  • d)

    Ainda que tenha apenas 45 anos, não exagera quem, ao avaliar o cineasta chinês Jia Zhang-Ke, exalta-lhe como um dos maiores do mundo.

     

    exaltar é VERBO TRANSITIVO DIRETOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

     

    LOGO, SERIA ASSIM O CORRETO:

     

    Ainda que tenha apenas 45 anos, não exagera quem, ao avaliar o cineasta chinês Jia Zhang-Ke, exalta-OOOOOOO como um dos maiores do mundo.

     

     

  • Não consegui ver o erro da letra E. Alguém pode me ajudar?

  • LETRA B

     

    Letra A - Errada - O verbo "ver" é transitivo direto, e no contexto ele está na voz passíva sintética, se transformar em voz passiva analítica ficaria assim "cidades são vistas", ou seja, deve ser conjugado no plural para manter a concordância com o substantivo plural "cidades", "Veem-se cidades..."

     

    Letra B - Certo

     

    Letra C - Errada - O verbo haver no sentido de existir é impessoal, e obrigatoriamente o seu auxiliar deve permanacer também no singular, "deve haver transformações..."

     

    Letra D - Errada - O verbo exaltar é transitivo direto, e deve ser acompanhado pelo pronome oblíquo átono "o", pois o pronome oblíquo átono "lhe" só acompanha objeto indireto, e sempre que o verbo terminar com as letras R, S, ou Z o pronome oblíquo deverá adotar a forma de LO, LA, LOS, LAS, "exalta-lo"

     

    Letra E - Errada - Não se separa o sujeito do seu verbo, "O jovem Jia Zhang-Ke testemunhou..."

     

    Bons estudos!

  •  A- INCORRETO:  Vê-se(VEEM-SE) cidades sendo demolidas, memórias sendo apagadas, uma população flutuante viajando de acordo com as oportunidades econômicas.

     B- CORRETO É comum que, na história do cinema, grande parte dos momentos de pico de criatividade acompanhe transformações históricas.

     C- INCORRETO De acordo com a pesquisadora Cecília Mello, devem ( DEVE)  haver transformações causadas ao indivíduo que interessam a Jia investigar.

     D- INCORRETO Ainda que tenha apenas 45 anos, não exagera quem, ao avaliar o cineasta chinês Jia Zhang-Ke, exalta-lhe ( -LO) como um dos maiores do mundo.

     E- INCORRETO O jovem Jia Zhang-Ke, testemunhou ( SEM VIRGULA) fatos históricos como a morte de Mao Tse-Tung, o fim da Revolução Cultural e a ascensão de Deng Xiaoping ao poder.

  • gente cuidado com esseS comentarios, tem gente comentando errado ao meu ver.

    a)

    VEEM-SE cidades sendo demolidas, memórias sendo apagadas, uma população flutuante viajando de acordo com as oportunidades econômicas. VTD+SE= PRON. APASSIVADOR

     b)

    É comum que, na história do cinema, grande parte dos momentos de pico de criatividade acompanhe transformações históricas. CERTO

     c)

    De acordo com a pesquisadora Cecília Mello, DEVE haver transformações causadas ao indivíduo que interessam a Jia investigar. 

     d)

    Ainda que tenha apenas 45 anos, não exagera quem, ao avaliar o cineasta chinês Jia Zhang-Ke, EXALTA-O como um dos maiores do mundo.

     e)

    O jovem Jia Zhang-Ke  testemunhou fatos históricos como a morte de Mao Tse-Tung, o fim da Revolução Cultural e a ascensão de Deng Xiaoping ao poder.

     

  • Meus caros, ao avaliar os comentários, e fazer uma breve pesquisa no link "https://pt.wikipedia.org/wiki/Coloca%C3%A7%C3%A3o_pronominal" fiz a devida correção da alternativa D. 

     

    Ênclise

    Em gramática, denomina-se ênclise a colocação dos pronomes oblíquos átonos depois do verbo.

    É usada principalmente nos casos:

    Quando o verbo inicia a oração (a não ser sob licença poética, não se devem iniciar orações com pronomes oblíquos);

    Quando o verbo está no imperativo afirmativo;

    Quando o verbo está no infinitivo impessoal;

    Quando o verbo está no gerúndio (sem a preposição em)

    Não deve ser usada quando o verbo está no futuro do presente ou no futuro do pretérito. Neste caso utiliza‐se a mesóclise.

    Os pronomes oblíquos átonos oaosas assumem as formas lolaloslas quando estão ligados a verbos terminados em rs ou z. Nesse caso, o verbo perde sua última letra e a nova forma deverá ser re-acentuada de acordo com as regras de acentuação da língua. Por exemplo:

    "tirar-a" torna-se "tirá-la";

    "faz-os" torna-se "fá-los";

    "comes-o" torna-se "comê-lo" (não há mudança de acentuação);

    "Vou comer-o" torna-se "vou comê-lo".

     

    ----

    Grato a todos!

  • a. o v. 'ver' deveria ter sido flexionado.

    c. o v. auxiliar 'dever' não deveria ter sido flexionado, pois ele acompanha o v. 'haver' com sentido existencial, que, nessas situações, não se flexiona, assim como os auxiliares que o acompanham.

    d. 'exaltar' é VTD e não pede preposição, logo o 'lhe' tá errado.

    e. separou-se sujeito de predicado por vírgula.

  • GAB ''B''

     

    A)Vê-se cidades sendo demolidas, memórias sendo apagadas, uma população flutuante viajando de acordo com as oportunidades econômicas.

    VERBO VER É VTD, LOGO O ''SE '' É PA. LOGO, CIDADES SÃO VISTAS, EXIGINDO O ''VEÊM-SE '' CIDADES.

     

     

    B)É comum que, na história do cinema, grande parte dos momentos de pico de criatividade acompanhe transformações históricas.

     

     

    C)De acordo com a pesquisadora Cecília Mello, devem haver transformações causadas ao indivíduo que interessam a Jia investigar.

    VERBO HAVER, EM SENDO PRINCIPAL, E NO SENTIDO DE EXITIR, É IMPESSOAL FICANDO NA 3ª P. SINGULAR.

     

     

    D)Ainda que tenha apenas 45 anos, não exagera quem, ao avaliar o cineasta chinês Jia Zhang-Ke, exalta-lhe como um dos maiores do mundo.

    VERBO EXALTAR É VTD, LOGO O COMPLEMENTO NÃO PODE SER ''LHE'', E SIM ''O''. PORÉM, QUANDO TERMINA EM R/S/Z USA-SE O ''LO''

     

     

    E)O jovem Jia Zhang-Ke , testemunhou fatos históricos como a morte de Mao Tse-Tung, o fim da Revolução Cultural e a ascensão de Deng Xiaoping ao poder.

    ESTA PEQUENA VÍRGULA, TORNA A QUESTÃO INCORRETA, POIS SEPARA O SUJEITO DE SEU VERBO.


ID
1840483
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Quase meio século separa a estreia de Manoel de Barros na literatura − em 1937, com a publicação de "Poemas Concebidos sem Pecado" em tiragem artesanal de 21 exemplares − da circulação mais ampla de sua obra, na segunda metade dos anos 1980, graças ao voluntário trabalho de divulgação feito por jornalistas, escritores e intelectuais que passaram a admirá-lo.

      Entre eles, Millôr Fernandes e Antonio Houaiss, para quem Manoel de Barros era comparável a São Francisco de Assis "na humildade diante das coisas".

      Nascido em 1916, em Cuiabá, Manoel de Barros escreveu 18 livros de poesia, além de obras infantis e relatos autobiográficos. Na juventude, apaixonou-se por Arthur Rimbaud e Charles Baudelaire. Os poetas do cinema também o encantaram, com destaque para Federico Fellini, Akira Kurosawa e Luis Buñuel. Dizia-se um "vedor de cinema", mas sempre "numa tela grande, sala escura e gente quieta do meu lado".

      "Acho que um poeta usa a palavra para se inventar", disse em entrevista a um jornal. "E inventa para encher sua ausência no mundo. (...) O poeta escreve por alguma deformação na alma. Porque não seria certo ficar pregando moscas no espaço para dar banho nelas. Ou mesmo: pregar contiguidades verbais e substantivas para depois casá-las."

(Disponível em: www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/11/- 1547550-manoel-de-barros-foi-revelado-por-millor-ehouaiss-relembre-trajetoria.shtml) 

.. para quem Manoel de Barros era comparável a São Francisco de Assis...

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo que o da frase acima está em: 

Alternativas
Comentários
  • Pretérito Imperfeito do Indicativo

    Deve-se encontrar o que possui mesma conjugação.

  • Quando tiver alguma questão pedindo para achar outro verbo no pretérito imperfeito é só utilizar o seguinte mnemônico:


    "O pretérito imperfeito merece uma VA INHA porque já ERA" :)

    By Flávia Rita.

  • Pois é, lembrei-me do bizu "O pretérito imperfeito merece uma VA INHA porque já ERA", mas "seria e dizia" posseum a mesma terminação. COmo lidar?

  • "...para quem Manoel de Barros era comparável a São Francisco de Assis..." (Pretérito Imperfeito do indicativo)

     

    (A)  Dizia-se um "vedor de cinema"... CERTO - Dizia (Pretério Imperfeito do indicativo)

     

    (B) Porque não seria certo ficar pregando moscas no espaço... ERRADO - seria (Futuro do pretérito)

     

    (C) Na juventude, apaixonou-se por Arthur Rimbaud e Charles Baudelaire. - ERRADO - apaixonou (presente do indicativo)

     

    (D) Quase meio século separa a estreia de Manoel de Barros na literatura... - ERRADO - separa (presente do indicativo)

     

    (E) ... para depois casá-las... ERRADO - depois casá-la ( futuro do presente)

  • Só corrigindo Fabrício Acunha  .....

    Letra (C) - "apaixonou-se"  -   ( Pretérito perfeito do Indicativo) ;

    Letra (E) - "casá-las"    ( Infinitivo Impessoal )

  • DIZIA é Pretérito Imperfeito

    ERA é Pretérito Imperfeito

     

    O SERIA é traiçoeiro, pois faz você acreditar pela semelhança...porém, é futuro do pretérito.

     

    Questão para pegar "candidato desprevenido".

     

     

  • "Era" e "Dizia" Pretérito imperfeito do indicativo - Tempo e modo

  • FCC ama pedir tempo e modo de: "era" e "tinha", ambos no pretérito imperfeito do indicativo. Ademais, ama também correlacionar os modos futuro do pretérito do indicativo e pretérito imperfeito do subjuntivo: "Eu falaria se você falasse". 

    Vale a dica.

  • (C) Na juventude, apaixonou-se por Arthur Rimbaud e Charles Baudelaire. - ERRADO - apaixonou (Pretérito perfeito simples)

    @Fabricio Cunha 27 de Abril de 2016, às 08h41

  • Pretérito Imperfeito                   Pretérito Perfeito

    eu era                                         eu fui

    tu eras                                        tu foste

    ele era                                        ele foi

    nós éramos                                 nós fomos

    vós éreis                                     vós fostes

    eles eram                                    eles foram

  • GABARITO A

     

    Comentário :   O   v e r b o   “ e r a ”   é   i r r e g u l a r   e   s e   e n c o n t r a   n o   p r e t é r i t  o   i m p e r f e i t o  do indicativo


       A    a l t e r  n a  t  i  v a   (  A )    é   a    c o r  r e  t a ,   p o i s   “ d i z i a ”   t a m b é m   s e   e  n c o n  t r a   n o  pretérito  imperfeito  do  indicativo.  Fica  fácil  perceber  isso  por  conta  da  desinência modo- t e m p o r a l   “ i a ” ,   d a   s e g u n d a   c o n j u g a ç ã o .  


       A    a l t e r  n a  t i  v a   (  B )    e  s t á    e r r  a d a ,   p o i s   o   v e r b o   “ s e r i a ”   a p  r e s e  n t a   a  desinência modo- t e m p o r a l   “ r i a ” ,   d o   f u t u r o   d o   p r e t é r i t o   d o   i n d i c a t i v o .

     
       A   a l t e r n a t i v a   ( C )   e s t á   e r r a d a ,   p o i s   o   v e r b o   “ a p a i x o  n o u ”   encontra-se no pretérito perfeito do indicativo. 


       A    a l t e r  n a  t i  v a   (  D )    e  s t á    e r r  a d a ,   p o i s   o   v e r b o   “ s e p a r a ”   e n  c o n t r a -se  no presente do indicativo.

     
       A    a l t e r  n a  t i  v a   (  E )    e  s t á    e r r a d a ,   p o i s   a   f o r m a   “ c a s á - l a  s ”   a p  r e s e n t a   o   i n f i n i t i v o   “ c a s a r ” ,   s e g u i d o   d o   p r o n o m e   o b l í q u o   á t o n o   “ a s ” .  

  • VA - IA - INHA - ERA (= Pretérito Imperfeito)

     

    *Não confundir o RIA (da letra "b" -  seria) que é Futuro do pretérito.

  • PRETÉRITO IMPERFEITO DO INDICATIVO

  • como Flávia Rita costuma dizer: tudo que é IMPERFEITO merece uma  VA IA NHA (vainha) porque já ERA.

    Verbos terminados em VA IA NHA.

  • era está no pret imp do indicativo. era é da mesma familia do ava/ia

    usa o antigamente

    antigamente eu era

    antigamente dizia

     

  • DICAS PARA IDENTIFICAR OS MODOS:

     

    MODOS DO INDICATIVO:

    PRETÉRITO IMPERFEITO DO INDICATIVO: palavras terminadas em (VA) e (IA); verbos terminados em (NHA); ERA/ERAM;

    PRETÉRITO PERFEITO DO INDICATIVO:  coloque (ONTEM) antes do verbo;

    PRETÉRITO MAIS QUE PERFEITO DO INDICATIVO: verbos terminados em (RA) e (RE) átonos;

    FUTURO DO PRESENTE DO INDICATIVO: verbos terminados em (RA) e (RE) tônicos;

    FUTURO DO PRETÉRITO DO INDICATIVO: verbos terminados em (RIA) e (RIE);

     

    MODOS DO SUBJUNTIVO:

    PRESENTE DO SUBJUNTIVO: coloque (TALVEZ) antes do verbo;

    PRETÉRITO IMPERFEITO DO SUBJUNTIVO: coloque (SE) antes do verbo; verbos terminados em (SSE);

    PRETÉRITO PERFEITO DO SUBJUNTIVO: coloque (QUANDO) antes do verbo; verbos terminados em (R);

     

    MODOS DO IMPERATIVO (não se conjuga a 1ª pessoa do singular):

    IMPERATIVO AFIRMATIVO: a segunda pessoa do singular e a segunda pessoa do plural são retiradas do presente do indicativo, suprimindo-se o (S) final. As demais pessoas são exatamente as mesmas do presente do subjuntivo. Não se conjuga a primeira pessoa do singular.

    IMPERATIVO NEGATIVO: todas as pessoas são exatamente as mesmas do presente do subjuntivo. Não se conjuga a primeira pessoa do singular.

  • ... para quem Manoel de Barros era comparável a São Francisco de Assis... 

    Pretérito Imperfeito do Indicativo

    A. Dizia-se um "vedor de cinema"...

    Pretérito Imperfeito do Indicativo

    B. Porque não seria certo ficar pregando moscas no espaço...

    Futuro do Pretérito do Indicativo

    C. Na juventude, apaixonou-se por Arthur Rimbaud e Charles Baudelaire.

    Pretérito Perfeito do Indicativo

    D. Quase meio século separa a estreia de Manoel de Barros na literatura...

    Presente do Indicativo

    E. ... para depois casá-las...

    Infinitivo "casar" + Pronome Oblíquo Átono "as"

    Letra: A

  • PRETÉRITO IMPERFEITO DO INDICATIVO - IDEIA DO "NAQUELA ÉPOCA", ISTO É, ALGO QUE ERA FREQUENTE NO PASSADO. UMA AÇÃO INACABADA.

    DESINÊNCIAS MODO-TEMPORAIS - IA, AVA, INHA E UNHA.


ID
1840486
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Quase meio século separa a estreia de Manoel de Barros na literatura − em 1937, com a publicação de "Poemas Concebidos sem Pecado" em tiragem artesanal de 21 exemplares − da circulação mais ampla de sua obra, na segunda metade dos anos 1980, graças ao voluntário trabalho de divulgação feito por jornalistas, escritores e intelectuais que passaram a admirá-lo.

      Entre eles, Millôr Fernandes e Antonio Houaiss, para quem Manoel de Barros era comparável a São Francisco de Assis "na humildade diante das coisas".

      Nascido em 1916, em Cuiabá, Manoel de Barros escreveu 18 livros de poesia, além de obras infantis e relatos autobiográficos. Na juventude, apaixonou-se por Arthur Rimbaud e Charles Baudelaire. Os poetas do cinema também o encantaram, com destaque para Federico Fellini, Akira Kurosawa e Luis Buñuel. Dizia-se um "vedor de cinema", mas sempre "numa tela grande, sala escura e gente quieta do meu lado".

      "Acho que um poeta usa a palavra para se inventar", disse em entrevista a um jornal. "E inventa para encher sua ausência no mundo. (...) O poeta escreve por alguma deformação na alma. Porque não seria certo ficar pregando moscas no espaço para dar banho nelas. Ou mesmo: pregar contiguidades verbais e substantivas para depois casá-las."

(Disponível em: www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/11/- 1547550-manoel-de-barros-foi-revelado-por-millor-ehouaiss-relembre-trajetoria.shtml) 

Há noção de finalidade em:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Alternativa C



    Acho que um poeta usa a palavra para se inventar



    Acho que um poeta usa a palavra com a finalidade de se inventar




    Bons estudos!

  • Conjunção Subordinativa de Finalidade ou Final


    Funcionam como adjunto adverbial de finalidade. Introduzem uma oração que expressa a finalidade ou o objetivo com que se realiza a principal. (ex: a fim de que, para que, que, porque = para que).


    Toque o sinal para que todos entrem no salão.
    Aproxime-se a fim de que possamos vê-lo melhor.


    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Conjun%C3%A7%C3%A3o#Final

  • b)

    O poeta escreve por alguma deformação na alma. = AQUI EU ACHO QUE A SENTENÇA TEM NOÇAO DE CAUSA

     

    O poeta escrave POR RAZAO; HAJA VISTA; JA QUE... DE ALGUMA DEFORmaç~ao na alma.

  • Finais: introduzem uma oração que expressa a finalidade ou o objetivo com que se realiza a principal. São elas: para que, a fim de que, que, porque (= para que), que, etc.

  • Para +infinitivo= finalidade

  • "Acho que um poeta usa a palavra para se inventar."

  •  

    Q799874      DE RESSALVA     Q800016

     

    CONCESSIVA:                   AINDA QUE  

                                              CONQUANTO

                                                 APESAR DE

    A   DESPEITO

                                                   POSTO QUE

                                                   MESMO QUE

                                       QUE = EMBORA

     

     

    ADVERSATIVA        =              CONTRASTE     OPOSIÇÃO                  Q514498

     

                                                                   MAS =  E   , PORÉM

    NÃO OBSTANTE

                                                                   AINDA ASSIM

                  A NÃO SER

                  SÓ   QUE

     

                                                       SENÃO (DO CONTRÁRIO)

                                                                                                      MAS        =  QUE

        Ex.:     DIGA ISSO A OUTRA PESSOA, MAS  = QUE NÃO A MIM

                                                                  

     

    Q823806

    CONSECUTIVA     =         CONSEQUÊNCIA :      QUE =  TAL, TÃO, DE SORTE

             Q666587          QUE = CONSEQUÊNCIA

                                                DE MANEIRA

     TANTO QUE

                                                    TÃO

                                                     DE  SORTE QUE

     

    CONSECUTIVA =    DE OUTRO MODO, DE MANEIRA

     

    Consecutivas -ideia de consequência.   ( Tal, Tanto, Tamanho).

    Que   (precedido de termo que indica intensidade: tão, tal, tanto, etc.) de modo que, de sorte que..

     

     

    CAUSAL/EXPLICATIVA:                          QUE = JÁ QUE, PORQUE

            TRISTE QUE ESTAVA NÃO FOI PASSEAR      

             PORQUANTO,  PORQUE, UMA VEZ QUE, POIS, JÁ QUE

                                                            QUE:   se for possível substituir  a oração “porque motivo”

                                            COMO       =     PORQUE,  ANTES DA ORAÇÃO PRINCIPAL

     

    VIDE    Q720479

     

    FINALIDADE:     A FIM DE     Para + Verbo no infinitivo = finalidade 

     

    Mas cuidado com essa dica (regra), pois a FCC na questão Q720479 colocou 2 alternativas com 'Para + infinitivo".

     

     

    CONCLUSÃO:                    POR CONSEGUINTE,         

    LOGO,        

    PORTANTO,        

    ENFIM

                                                                 E  =       POR ISSO.    

     ENTÃO

                                                                   ,POIS, ENTRE VÍRGULAS

                                                 

  • GABARITO C

     

     

     c) "Acho que um poeta usa a palavra para se inventar."

     

    "Acho que um poeta usa a palavra A FIM DE se inventar."

     

     

    CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS

     

    Finais: Para que, a fim de que, que, porque.

     

  • I-Finais – Introduzem uma oração que expressa finalidade ou o objetivo com que se realiza a principal .

    São elas : Para que , a fim de que , porque ( = para que ) , que etc..

    Ex : Toque o sinal para que todos entrem no salão

    Ex: Aproxime-se a fim de que possamos vê-lo melhor 

    Para +infinitivo= finalidade

  • Para + infinitivo! Incrível como isso já basta para acertar!

  • As letras A, B e D expressam relações de causa e consequência. Por sua vez, na letra E, observa-se

    uma relação de adversidade. A única alternativa que expressa noção de finalidade é a letra

    “C” (usa a palavra com a finalidade de se inventar).

    (ESTRATÉGIA)


ID
1840489
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Em 1949, quando o pai morreu, Manoel herdou suas terras em Corumbá. Pensou inicialmente em vender as terras, mas a mulher convenceu Manoel a restabelecer raízes no Pantanal. Por ocasião do lançamento de "O Guardador das Águas", que daria a Manoel o seu primeiro Prêmio Jabuti, afirmou: "Entre o poeta e a natureza ocorre uma eucaristia".

Fazendo-se as alterações necessárias, os elementos sublinhados acima foram corretamente substituídos por um pronome, na ordem dada, em: 

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Alternativa A

     

     

    Pensou inicialmente em vender as terras. 

     

     

    Quando o verbo terminar em r, s ou z, retiram-se essas letras e acrescenta-se o la, lo, las, los. Portanto: Vendê-las, pois se refere a terras, além disso, ao retirar o r a palavra vira uma oxítona terminada em e, logo deve-se acentuá - la. 

     

     

     

    mas a mulher convenceu Manoel a restabelecer raízes no Pantanal. 

     

     

     

    O nome Manoel pode ser substituído por o, a, os ,as. Não há fator obrigatório de ênclise ou próclise. Tanto a mulher o convenceu como a mulher convenceu - o estão corretas.

     

     

     

    que daria a Manoel o seu primeiro Prêmio Jabuti

     

     

     

    Quem dá, dá algo a alguém. No caso " a Manoel" é objeto indireto, portanto deve-se usar o lhe em substituição a ele. Aí fica lhe daria, nesse caso próclise obrigatória por causa da conjunção que.

     

     

    Bons estudos

     

     

     

     

     

  • IMPRESSIONANTE ISSO, ESSA QUESTAO SIMPLES NA PROVA DE ANALISTA E NA PROVA DE TECNICO DESSE MESMO CONCURSO , A QUESTAO DO MESMO ASSUNTO PRONOME PESSOAL , UMA CASCA DE BANANA PRA RESOLVER....ACHO QUE EH A Q613709 ou Q613710 A DE TECNICO...OLHEM LA E PERCEBERAO A DIFERENÇA.....MAS ENFIM PRA PASSAR EM CONCURSO HJ EM DIA TEM QUE MATAR 2 LEOES E 500 QUESTOES  POR DIA...KKKKK    JAH BLESS E FORÇA GNT.

  • que daria a Manoel

     

    O QUEEEEEE puxa o pronomeeeeeeeee

  • Regras:

     

    Próclise=  NARIS-CD=   Negação, Advérbio, Relativo, Indeterminado, Sejeito( eu, tu ....), Conjução, Demonstrativo( Pronome Demonstrativo)

    Ênclise= O restante, porém no Futuro é Mesóclise

     

    Vendê-las   OBS.  Verbo terminar em "R" "S" "Z" o Pronome oblíquio é la(s) lo(s)

    Convenceu-o  OBS. VTD

    Lhe daria= OBS. VTI, logo quando tiver preposição será "LHE(S)"

     

    Gabarito:A

     

  • 1.vendê-las = OD, TERMINADO EM "R" = LA

    2. convenceu-o = OD

    3. lhe daria = OI QUE= PALAVRA ATRATIVA USA A PROCLISE

  • Só uma pequena correção ao que o amigo ' Valber Guerra' disse.

    Na última assertiva, o 'que' não possui função de conjunção, mas sim de pronome relatívo, porque retoma o termo 'lançamento'.

  • Em 1949, quando o pai morreu, Manoel herdou suas terras em Corumbá. Pensou inicialmente em vender as terras [OD), mas a mulher convenceu Manoel (OD) a restabelecer raízes no Pantanal. Por ocasião do lançamento de "O Guardador das Águas", que daria a Manoel [OI] o seu primeiro Prêmio Jabuti, afirmou: "Entre o poeta e a natureza ocorre uma eucaristia".

     

    As terras = OD =  pronome "A" (como o verbo termina em R troca-se o "A" por "la" = Vendê-la)

    Monoel = OD = Pronome "O" = convenceu-o

    a manoel = OI = Pronome lhe = daria-lhe (no entanto, como existe palavra atrativa - pronome relativo antes do verbo - ocorre próclise, ficando da seguintes maneira: lhe daria)

  •  

    PRONOMES

     

    COMPLEMENTO NOMINAL:   LHE, LHES, NOS, VOS, ME, TE

     

    Verbos terminados em:      -R, -S, -Z      +    o, a, os, as  =          Lo, La, Los, Las


    Verbos terminados em:  - M, - ÃO, -ÕE    +     o, a, os, as     =      no, na, nos, nas

     

    VIDE     Q584898  Q720483       Q584065

     

    VERBO TERMINADO “M” ou “ÕE” os pronomes O, A, OS, AS   =   NO, NA, NOS , NAS

     

    TRAGA M  +     o       =  tragam -  NO

    P ÕE +  os    =        põe - NOS

     

     

    VERBO TERMINADO  MOS      seguido de NOS  ou VOS retira o “S”

     

    Encontramo - no

    Solicitamo - VOS

     

     

     

    VERBO TERMINADO R, S, Z   =      L     os pronomes  O, A, OS  recebem   “ L

     

    TRAZE   R     +  as       =      traz ê- las

     

    PERDE     S        +  as    =     PERDE-LAS

     

    SEDU   Z  + as   =    sedu-las

    REF I Z       +  o  =        refi-LO

    FIZ            + o      =   FI -LO

    ......................

    VERBO TERMINADO  EM “S” SEGUIDO DE LHE, LHES NÃO RETIRA A TERMINAÇÃO “S”

     

    OBEDECEMOS  - LHE cegamente.  OBJETO INDIRETO. MANTÉM O S

     

     

              Q701725

                                                 OBJETO DIRETO =       VTD

     

    -  PRONOMES OBLÍQUOS  =       O, A, Os, As, Lo, La, Los, Las, No, Na, Nos, Nas    funcionam somente como OBJETO DIRETO.

     

     

    -   PRONOMES ÁTONOS =   ME, TE, SE, O, A, NOS, VOS,  OS , AS    =    OBJETO DIRETO  (NÃO TEM  LHE- LHES)       

     

     

                                     OBJETO INDIRETO        =  VTI     

     

    LHE, LHES, SE, TE, ME, NOS, VOS

     

     

     

    Q87913

    EXCEÇÃO:  AO VTI – LHES     esta regra não vale para a FCC, ela é a única banca que admite o lhe substituindo coisa.   


    1 - Verbo ASSISTIR com ideia de VER e PRESENCIAR é Verbo Transitivo Indireto, porém NÃO admite o pronome LHE (pron. obliquo).

    2 - Verbo VISAR no sentido de DESEJAR é Verbo Transitivo Indireto, porém NÃO admite o pronome LHE (pron. obliquo).

    3 - Verbo ASPIRAR no sentido de DESEJAR é Verbo Transitivo Indireto, porém NÃO admite o pronome LHE (pron. obliquo).

     

     

     

     

     

  • Gabarito: LETRA A

  • Achei que o MAS era fator de atração 

     

    …grande parte dos médicos e da população acreditava que a doença se transmitia pelo contato com roupas…

    2016
    Na linha 3, o termo “se” é um pronome apassivador e, caso sua colocação fosse alterada de proclítica — como está no texto — para enclítica — que a doença transmitia-se —, essa alteração incorreria em erro gramatical.

    Certa → o QUE vira fator de atração vindo antes do sujeito também
    \

     

    2016
    Haveria prejuízo da correção gramatical do texto caso a partícula “se”, no trecho “Quando a gente se habitua a venerar os decretos da Providência” (l. 9 e 10), fosse deslocada para imediatamente após a forma verbal “habitua”, escrevendo-se habitua-se.
    certa

  • Nessa questão, a regra do 'lhe' resolve tudo.

     

  • Complementando...

     

    Quando for OBJETO INDIRETO troca-se por "LHE ou LHES"

     

    Quando for OBJETO DIRETO troca-se por "O, A, OS, AS

     

    Quando o VERBO terminar em ÕE/ÃO ou M, substitui-se por "NO, NA, NOS, NAS"

     

    Quando o VERBO terminar em "RSZ" substitui-se por "LO, LA, LOS, LAS"

     

    -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

     

    Confira o meu material gratuito --> https://drive.google.com/drive/folders/1sSk7DGBaen4Bgo-p8cwh_hhINxeKL_UV?usp=sharing

  • Letra A.

    a) Certo. “as terras” é OD do verbo “vender”, e deve ser substituído por as (isso nos permite eliminar a letra b e a letra e); “Manoel” é OD de “convenceu”, e deve ser substituído por o (isso nos permite eliminar as letras c e d). Sobrou apenas a letra a. Para confirmar, “a Manoel” é OI do verbo “daria”.
     

    Questão comentada pelo Prof. Elias Santana 


ID
1840492
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Ambiental
Assuntos

É um princípio da Política Nacional de Resíduos Sólidos, expressamente previsto na Lei n° 12.305/2010:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: C

    Art. 6o  São princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos: 
    VII - a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; 

  • Lei n° 12.305/20110 (Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos)

    Art. 6o  São princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos: 

    VII - a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; 

  • Lamentável este tipo de questão, uma vez que todos as alternativas constam na lei. 

    Pede-se apenas a diferenciação entre princípios e objetivos.

    A única dica realmente válida é notar que objetivos geralmente são ações ou metas para o Poder Público.

    Lei n° 12.305/2010 (Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos)

    Alternativa C (gabarito)

    Art. 6º  São princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos: 

    VII - a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; 


    Demais alternativas:

    Art. 7º  São objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos: 

    I - proteção da saúde pública e da qualidade ambiental; 

    III - estímulo à adoção de padrões sustentáveis de produção e consumo de bens e serviços; 

    IV - adoção, desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias limpas como forma de minimizar impactos ambientais; 

    V - redução do volume e da periculosidade dos resíduos perigosos; 

    VII - gestão integrada de resíduos sólidos; 


  • Art. 6o  São princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos: 

    I - a prevenção e a precaução; 

    II - o poluidor-pagador e o protetor-recebedor; 

    III - a visão sistêmica, na gestão dos resíduos sólidos, que considere as variáveis ambiental, social, cultural, econômica, tecnológica e de saúde pública; 

    IV - o desenvolvimento sustentável; 

    V - a ecoeficiência, mediante a compatibilização entre o fornecimento, a preços competitivos, de bens e serviços qualificados que satisfaçam as necessidades humanas e tragam qualidade de vida e a redução do impacto ambiental e do consumo de recursos naturais a um nível, no mínimo, equivalente à capacidade de sustentação estimada do planeta; 

    VI - a cooperação entre as diferentes esferas do poder público, o setor empresarial e demais segmentos da sociedade; 

    VII - a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; 

    VIII - o reconhecimento do resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda e promotor de cidadania; 

    IX - o respeito às diversidades locais e regionais; 

    X - o direito da sociedade à informação e ao controle social; 

    XI - a razoabilidade e a proporcionalidade. 

  • Somente a Alternativa B cita um Princípio, as outras trazem OBJETIVO

     

    Art. 6º  São princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos: 

    VII - a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; 

     

    Art. 7º  São objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos: 

    I - proteção da saúde pública e da qualidade ambiental

    III - estímulo à adoção de padrões sustentáveis de produção e consumo de bens e serviços; 

    IV - adoção, desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias limpas como forma de minimizar impactos ambientais

    V - redução do volume e da periculosidade dos resíduos perigosos; 

     

    GAB. B

  • São princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos: I - a prevenção e a precaução; II - o poluidor-pagador e o protetor-recebedor; III - a visão sistêmica, na gestão dos resíduos sólidos, que considere as variáveis ambiental, social, cultural, econômica, tecnológica e de saúde pública; IV - o desenvolvimento sustentável; V - a ecoeficiência, mediante a compatibilização entre o fornecimento, a preços competitivos, de bens e serviços qualificados que satisfaçam as necessidades humanas e tragam qualidade de vida e a redução do impacto ambiental e do consumo de recursos naturais a um nível, no mínimo, equivalente à capacidade de sustentação estimada do planeta;VI - a cooperação entre as diferentes esferas do poder público, o setor empresarial e demais segmentos da sociedade; VII - a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; VIII - o reconhecimento do resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda e promotor de cidadania; IX - o respeito às diversidades locais e regionais; X - o direito da sociedade à informação e ao controle social; XI - a razoabilidade e a proporcionalidade

  • Difícil diferenciar princípios de objetivos!!

  • Art. 6o  São princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos: 

    I - a prevenção e a precaução; 

    II - o poluidor-pagador e o protetor-recebedor; 

    III - a visão sistêmica, na gestão dos resíduos sólidos, que considere as variáveis ambiental, social, cultural, econômica, tecnológica e de saúde pública; 

    IV - o desenvolvimento sustentável; 

    V - a ecoeficiência, mediante a compatibilização entre o fornecimento, a preços competitivos, de bens e serviços qualificados que satisfaçam as necessidades humanas e tragam qualidade de vida e a redução do impacto ambiental e do consumo de recursos naturais a um nível, no mínimo, equivalente à capacidade de sustentação estimada do planeta; 

    VI - a cooperação entre as diferentes esferas do poder público, o setor empresarial e demais segmentos da sociedade; 

    VII - a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; 

    VIII - o reconhecimento do resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda e promotor de cidadania; 

    IX - o respeito às diversidades locais e regionais; 

    X - o direito da sociedade à informação e ao controle social; 

    XI - a razoabilidade e a proporcionalidade. 

     

    DEUS NO COMANDO.

  •  Princípois:

     

    prevenção

    precaução

    visão sistêmca

    desenvolvimento sustentável

    ecoeficiência

    cooperação

    responsabilidade compartilhada

    reconhecimento do resíduo sólido reutilizável e reciclável

    respeito às diversidade logais e regionais

    direito dasociedade à informação

    razoabilidade

    proporcionalidade

      

     

  • Na hora da prova não tem essa de não saber, tem que pegar a lei toda e mensurá-la, afinal de contas uma questão de peso 1 pode te tirar do concurso..

  • Alguém tem uma dica para diferenciar os princípios dos objetivos?

  • eu penso assim: terminou com ÇÃO é objetivo. ( sei que não é 100% certa, mas de tu não lembrar de nada..isso já ajuda a eliminar)

    SUSTENTABILIDADE NÃO É DIFICIL, DIFICIL É DECORAR ESSA PNRS e PNMC.

     

    GABARITO ''C''

  • Se for banca letra da lei, a possibilidade de cairem os artigos 6º com seus 11 Incisos e 7º com seus 15 incisos, é alta.

    Uma dica para diferenciá-las, é que os PRINCÍPIOS art 6º, traz em seu bojo , conceitos mais " abstratos", em um cenário que remete um rol de  "intenções", menos "palpáveis", um 'ideário".."aspirações"...

    Já os OBJETIVOS art 7º, sugere AÇÕES, COISAS a serem feitas, conseguimos delinear a execução de forma mais CONCRETA deste rol.

    Entendo que é melhor internalizar, enxergar a lógica das leis que partir para bizus, mnemônicos mil, pois alguns até são legais e ajudam de fato, mas tem hora que não dá ! imagina um mnemônico com 15 letras ??? rssssss

  • Princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos:

    I - Prevenção e Precaução;

    II - O poluidor pagador e o protetor recebedor;

    III - Visão sistêmica;

    IV - O desenvolvimento sustentável; 

    V - A ecoeficiência ;

    VI - A cooperação entre as diferentes esferas do poder público, o setor empresarial e demais segmentos da sociedade;

    VII - A responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos;

    VIII - O reconhecimento do resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda e promotor de cidadania;

    XI - O respeito ás diversidades locais e regionais;

    X - O direito da sociedade á informação e ao controle social;

    XI - A razoabilidade  e proporcionalidade;

     

     

  • Candidato (a), o examinador quis saber se você estudou o artigo 6° e incisos, da Lei nº 12.305/2010. O dispositivo mencionado e seus incisos são reproduzidos a seguir: “são princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos: a prevenção e a precaução; o poluidor-pagador e o protetor-recebedor; a visão sistêmica, na gestão dos resíduos sólidos, que considere as variáveis ambiental, social, cultural, econômica, tecnológica e de saúde pública; o desenvolvimento sustentável; a ecoeficiência, mediante a compatibilização entre o fornecimento, a preços competitivos, de bens e serviços qualificados que satisfaçam as necessidades humanas e tragam qualidade de vida e a redução do impacto ambiental e do consumo de recursos naturais a um nível, no mínimo, equivalente à capacidade de sustentação estimada do planeta; a cooperação entre as diferentes esferas do poder público, o setor empresarial e demais segmentos da sociedade; a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; o reconhecimento do resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda e promotor de cidadania; o respeito às diversidades locais e regionais; o direito da sociedade à informação e ao controle social e a razoabilidade e a proporcionalidade”. 

    Resposta: Letra C


ID
1840495
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

Com relação à Comissão Interministerial de Sustentabilidade na Administração Pública − CISAP, considere:

I. A CISAP possui natureza consultiva e caráter permanente, vinculada à Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação.

II. Os membros titulares da CISAP poderão ocupar qualquer cargo no órgão que representam, possuindo cada um deles dois suplentes.

III. A participação na CISAP é considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada.

IV. As proposições da CISAP serão avaliadas com base nas diretrizes gerais de logística e compras da Administração pública federal.

De acordo com Decreto n° 7.746/2012 está correto o que consta APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • Art. 10

    § 1o Os membros titulares da CISAP deverão ocupar cargo de Secretário, Diretor ou cargos equivalentes no órgão que representam, possuindo cada um deles um suplente.

     

    Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/decreto/d7746.htm

  • I - Comissão Interministerial de Sustentabilidade na Administração Pública - CISAP

    -> natureza consultiva e caráter permanente

    - vinculada à Secretaria Logística e Tecnologia Informação

     

    II - 

    titulares da CISAP -> devem ocupar cargo SECRETÁRIO, DIRETOR ou CARGOS EQUIVALENTES no órgão que representam

    - possuindo cada um deles um suplente

     

    III -

    Art. 14. Participação na CISAP

    -> é considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada

     

    IV -

    §1° Proposições da CISAP

    -> serão avaliadas com base nas diretrizes gerais de LOGÍSTICA E COMPRAS da administração pública federal

     

     

     

     

  • Boa noite!

    Bons estudos!! 

    A resposta é Letra C. ( I , II , IV) 

     

    Correto - I. A CISAP possui natureza consultiva e caráter permanente, vinculada à Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação. (artigo 9º- decreto 7746/12)

    Errado- II. Os membros titulares da CISAP poderão ocupar qualquer cargo no órgão que representam, possuindo cada um deles dois suplentes. ( deverão ocupar cargo de secretario, Diretor ou cargos equivalentes no orgao que representam- artigo 10, §1º- decreto 7746/2012).

    Correto- III. A participação na CISAP é considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada.( decreto 7747/2012- artigo 14) 

    Correto - IV. As proposições da CISAP serão avaliadas com base nas diretrizes gerais de logística e compras da Administração pública federal.( decreto 7746/2012, artigo 15, § 1- decreto) 

  • QUESTÃO DESATUALIZADA

     

    A CISAP é vinculada a Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão

    Alteração concretizada por meio do Decreto nº 9.178, de 2017

  • Correção de acordo com a atualização do Decreto (2017)

    I. A CISAP possui natureza consultiva e caráter permanente, vinculada à Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.
    II. Os membros titulares da CISAP deverão ocupar cargo de Secretário, Diretor ou cargos equivalentes nos órgãos que repreentam, possuindo cada um dele um suplente.
    III. A participação na CISAP é considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada.(mantida redação)
    IV. As proposições da CISAP serão avaliadas com base nas diretrizes gerais de logística e compras da Administração pública federal. (mantida redação) 
     

  • Questão desatualizada.

    Conforme decreto atual:

    I. A CISAP possui natureza consultiva e caráter permanente, vinculada à Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação. (Art. 9 - vinculada à Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão)

    II. Os membros titulares da CISAP poderão ocupar qualquer cargo no órgão que representam, possuindo cada um deles dois suplentes. (Art. 10, § 1º - deverão ocupar cargo de Secretário, Diretor ou cargos equivalentes no órgão que representam, possuindo cada um deles um suplente.)

    III. A participação na CISAP é considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada.(Art. 14)

    IV. As proposições da CISAP serão avaliadas com base nas diretrizes gerais de logística e compras da Administração pública federal.(Art. 15, § 1º)


ID
1840498
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Ambiental
Assuntos

Considere:

I. Capacitação.

II. Comitê Gestor.

III. Encontro trimestral.

IV. Relatório semestral.

De acordo com o Ato Conjunto CSJT.TST.GP n° 24/2014, são instrumentos de implementação e monitoramento da Política Nacional de Responsabilidade Socioambiental da Justiça do Trabalho − PNRSJT, dentre outros, os indicados APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • Art. 12. São instrumentos de implementação e monitoramento da PNRSJT: I – Capacitação; II – Comunicação; III – Encontro anual; IV – Relatório anual; V – Comitê Gestor. 

  • Qual a classificação dessa questão ?

  • Art. 12. São instrumentos de implementação e monitoramento da PNRSJT: I – Capacitação; II – Comunicação; III – Encontro anual; IV – Relatório anual; V – Comitê Gestor.

     

    http://www.csjt.jus.br/c/document_library/get_file?uuid=c8e43cbf-01a9-42fb-8599-d596aeb4ae85&groupId=955023

  • Essa questão correspondia à parte do edital que cobrava NOÇÕES DE SUSTENTABILIDADE e não direito do trabalho.


ID
1840501
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

No tocante à licitação, considere:

I. A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura.

II. A margem de preferência pré-estabelecida não poderá ser estendida, total ou parcialmente, aos bens e serviços originários dos Estados Partes do Mercado Comum do Sul − Mercosul.

III. Os editais de licitação para a contratação de bens, serviços e obras não poderão exigir que o contratado promova, em favor de órgão ou entidade integrante da Administração pública medidas de compensação comercial, industrial, tecnológica ou acesso a condições vantajosas de financiamento, cumulativamente ou não.

De acordo com a Lei n° 8.666/1993 está correto o que consta APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • Letra (e)


    De acordo com a L8666


    I - Certo - Art. 3º, § 3o A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura.


    II - Art. 3º, § 10.  A margem de preferência a que se refere o § 5o poderá ser estendida, total ou parcialmente, aos bens e serviços originários dos Estados Partes do Mercado Comum do Sul - Mercosul.


    III - Art. 3º, § 11.  Os editais de licitação para a contratação de bens, serviços e obras poderão, mediante prévia justificativa da autoridade competente, exigir que o contratado promova, em favor de órgão ou entidade integrante da administração pública ou daqueles por ela indicados a partir de processo isonômico, medidas de compensação comercial, industrial, tecnológica ou acesso a condições vantajosas de financiamento, cumulativamente ou não, na forma estabelecida pelo Poder Executivo federal.

  • lei 8.666/93

    Art. 3o  A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos.

     

    § 3o  A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura.

     

    § 10.  A margem de preferência a que se refere o § 5o poderá ser estendida, total ou parcialmente, aos bens e serviços originários dos Estados Partes do Mercado Comum do Sul - Mercosul.       

     

    § 11.  Os editais de licitação para a contratação de bens, serviços e obras poderão, mediante prévia justificativa da autoridade competente, exigir que o contratado promova, em favor de órgão ou entidade integrante da administração pública ou daqueles por ela indicados a partir de processo isonômico, medidas de compensação comercial, industrial, tecnológica ou acesso a condições vantajosas de financiamento, cumulativamente ou não, na forma estabelecida pelo Poder Executivo federal.  

  • lei 8666

    Art. 3

    § 5o  Nos processos de licitação, poderá ser estabelecida margem de preferência para: (Redação dada pela Lei nº 13.146, de 2015)   (Vigência)

    I - produtos manufaturados e para serviços nacionais que atendam a normas técnicas brasileiras; e  (Incluído pela Lei nº 13.146, de 2015)    (Vigência)

    II - bens e serviços produzidos ou prestados por empresas que comprovem cumprimento de reserva de cargos prevista em lei para pessoa com deficiência ou para reabilitado da Previdência Social e que atendam às regras de acessibilidade previstas na legislação. (Incluído pela Lei nº 13.146, de 2015)    (Vigência)

  • II. A margem de preferência pré-estabelecida não poderá ser estendida, total ou parcialmente, aos bens e serviços originários dos Estados Partes do Mercado Comum do Sul − Mercosul.

    III. Os editais de licitação para a contratação de bens, serviços e obras não poderão exigir que o contratado promova, em favor de órgão ou entidade integrante da Administração pública medidas de compensação comercial, industrial, tecnológica ou acesso a condições vantajosas de financiamento, cumulativamente ou não

  • e eu já devo ter feito mais de 1000 questões sobre licitação....e é a primeira vez que vejo cobrando o artigo Art. 3º, § 10.  =S

  • Não conhecia o conteúdo do artigo do item II.

    Mais uma para a mente.

     

    VAMOS EM FRENTE, FÉ EM DEUS!!

  • Gabarito letra E

     

    Exemplo do art. 3º, §11, são as compras de aeronaves militares que o Brasil fez junto à França com a transferência de tecnologia para nosso país.

    III - Art. 3º, § 11.  Os editais de licitação para a contratação de bens, serviços e obras poderão, mediante prévia justificativa da autoridade competente, exigir que o contratado promova, em favor de órgão ou entidade integrante da administração pública ou daqueles por ela indicados a partir de processo isonômico, medidas de compensação comercial, industrial, tecnológica ou acesso a condições vantajosas de financiamento, cumulativamente ou não, na forma estabelecida pelo Poder Executivo federal.

  • >§ 3o  A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura.

    >§ 10.  A margem de preferência a que se refere o § 5o poderá ser estendida, total ou parcialmente, aos bens e serviços originários dos Estados Partes do Mercado Comum do Sul - Mercosul.         (Incluído pela Lei nº 12.349, de 2010)        (Vide Decreto nº 7.546, de 2011)

    >§ 11.  Os editais de licitação para a contratação de bens, serviços e obras poderão, mediante prévia justificativa da autoridade competente, exigir que o contratado promova, em favor de órgão ou entidade integrante da administração pública ou daqueles por ela indicados a partir de processo isonômico, medidas de compensação comercial, industrial, tecnológica ou acesso a condições vantajosas de financiamento, cumulativamente ou não, na forma estabelecida pelo Poder Executivo federal.       (Incluído pela Lei nº 12.349, de 2010)         (Vide Decreto nº 7.546, de 2011)

     

    #FundaçãoCopiaeCola

  • FUNDAÇÃO CUIDADO COMIGO NOS DIAS DE HJ

  • I. A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura. (CERTA)

     

    **********

     

    Art. 3°. § 3o  A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura.

     



    II. A margem de preferência pré-estabelecida não poderá ser estendida, total ou parcialmente, aos bens e serviços originários dos Estados Partes do Mercado Comum do Sul − Mercosul. (ERRADA)

     

    **********

     

    Art. 3°. § 10.  A margem de preferência a que se refere o § 5o poderá ser estendida, total ou parcialmente, aos bens e serviços originários dos Estados Partes do Mercado Comum do Sul - Mercosul.     

     

     


    III. Os editais de licitação para a contratação de bens, serviços e obras não poderão exigir que o contratado promova, em favor de órgão ou entidade integrante da Administração pública medidas de compensação comercial, industrial, tecnológica ou acesso a condições vantajosas de financiamento, cumulativamente ou não. (ERRADA)

     

    **********

     

    Art. 3°.§ 11.  Os editais de licitação para a contratação de bens, serviços e obras poderão, mediante prévia justificativa da autoridade competente, exigir que o contratado promova, em favor de órgão ou entidade integrante da administração pública ou daqueles por ela indicados a partir de processo isonômico, medidas de compensação comercial, industrial, tecnológica ou acesso a condições vantajosas de financiamento, cumulativamente ou não, na forma estabelecida pelo Poder Executivo federal.       (Incluído pela Lei nº 12.349, de 2010)         (Vide Decreto nº 7.546, de 2011)

  • Gab -E

     

    Lei 8666/93

     

    Art. 3o 

     

    II-  10.  A margem de preferência a que se refere o § 5o poderá ser estendida, total ou parcialmente, aos bens e serviços originários dos Estados Partes do Mercado Comum do Sul - Mercosul.    

     

    III- § 11.  Os editais de licitação para a contratação de bens, serviços e obras poderão, mediante prévia justificativa da autoridade competente, exigir que o contratado promova, em favor de órgão ou entidade integrante da administração pública ou daqueles por ela indicados a partir de processo isonômico, medidas de compensação comercial, industrial, tecnológica ou acesso a condições vantajosas de financiamento, cumulativamente ou não, na forma estabelecida pelo Poder Executivo federal.      

  • PREFERÊNCIAS:

    1 - PRODUTOS PRODUZIDOS NO PAÍS.

    2 - PRODUTOS PRODUZIDOS POR EMPRESAS BRASILEIRAS

    3 - PRODUTOS PRODUZIDOS POR EMPRESAS QUE INVISTAM EM PESQUISA.

    4 - EMPRESAS QUE RESPEITAM A COTA DE CONTRATAÇÃO DE PESSOA COM DEFICIÊNCIA.

    Além dessas, a lei prevê que poderá ser estendido a preferência para:

    Estados que fazem parte do MERCOSUL.

    Produtos manufaturados.

  • GABARITO: LETRA E

    DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

    Art. 3  A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos.

    § 3   A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura.

    FONTE:  LEI Nº 8.666, DE 21 DE JUNHO DE 1993.  


ID
1840504
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais do Trabalho (TST e TRTs)
Assuntos

Nas sessões do Tribunal Pleno não poderão atuar nos mesmos feitos, judiciais ou administrativos, Desembargadores do Trabalho que sejam

Alternativas
Comentários
  • NEPOTISMO = ATÉ O 3 GRAU

  • Embora seja uma questão relativa a regimento, pode ser resolvida pela Súmula Vinculante nº 13, nomeadamente: "A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal."

  • cônjuges, parentes consanguíneos ou afins, em linha reta ou colateral até 3° grau.

  • LETRA E

    LC 35 - Lei Orgânica da Magistratura:

    Art. 128 - Nos Tribunais, não poderão ter assento na mesma Turma, Câmara ou Seção, cônjuges e parentes consangüíneos ou afins em linha reta, bem como em linha colateral até o terceiro grau.

  • Art. 286. Não poderá ser nomeado para cargo em comissão ou designado para função gratificada, cônjuge, companheiro ou parente, até o terceiro grau, inclusive, de qualquer dos Ministros do Tribunal, em atividade, salvo se servidor ocupante de cargo de provimento efetivo das carreiras judiciárias, caso em que a vedação é restrita à nomeação ou designação para servir junto ao Ministro determinante da incompatibilidade.

  • Gabarito: Letra E

    Regimento Interno TRT-23

    Art. 14. Durante as sessões de julgamento, não poderão atuar nos mesmos feitos, judiciais ou administrativos, Desembargadores do Trabalho que sejam cônjuges, companheiros, parentes consanguíneos ou afins, em linha reta ou colateral até 3º grau. Nessa hipótese, o primeiro que votar excluirá a participação do outro no julgamento.

    Parágrafo único. Desembargadores do Trabalho que possuam relação de parentesco ou conjugal não poderão ter assento na mesma Turma do Tribunal a que se refere o caput.

    Fonte: https://portal.trt23.jus.br/portal/sites/portal/files/groups/stp/regimento_interno_atualizado_em_janeiro_de_2021.pdf


ID
1840507
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais do Trabalho (TST e TRTs)
Assuntos

O exercício da Presidência de Turma

Alternativas
Comentários
  • a)

    implica em inelegibilidade para os cargos de Presidente ou Vice-presidente do Tribunal, havendo expressa vedação legal em razão incompatibilidade existente.

    b)

    não implica em inelegibilidade para os cargos de Presidente ou Vice-presidente do Tribunal, ficando, porém o magistrado afastado de suas atribuições junto à Turma no período em que estiver no exercício de cargo de direção.

    c)

    implica em inelegibilidade apenas para o cargo de Presidente, havendo expressa vedação legal neste sentido em razão da incompatibilidade existente.

    d)

    implica em inelegibilidade apenas para o cargo de Vice-Presidente, havendo expressa vedação legal neste sentido em razão da incompatibilidade existente.

    e)

    não implica em inelegibilidade para os cargos de Presidente ou Vice-presidente do Tribunal, que exercerá cumulativamente as suas funções, permanecendo as atribuições junto à Turma.

  • Em que parte do Regimento Interno está a resposta dessa questão?

  • Regimento Interno do TST:

    Art. 33. O Ministro que houver exercido quaisquer cargos de direção por quatro anos, ou o de Presidente, não mais figurará entre os elegíveis, até que se esgotem todos os nomes na ordem de antiguidade, observado o disposto nos arts. 94 e 102, caput e parágrafo único, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Lei Complementar n.º 35/1979). 

    Art. 29. A Presidência, a Vice-Presidência e a Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho são cargos de direção do Tribunal, preenchidos mediante eleição, em que concorrem os Ministros mais antigos da Corte, em número correspondente ao dos cargos de direção, proibida a reeleição

  • Gabarito: Letra B.
    Presidente, Vice-Presidente e Corregedor NÃO participam de Turmas!

  • Gabarito: Letra B

    Regimento Interno TRT-23

    Art. 25. A eleição dos Presidentes de Turmas será realizada na primeira sessão subsequente à da nova direção do Tribunal, para mandato de dois anos, adotando-se o critério de rodízio previsto no artigo antecedente, com posse imediata, prestando os eleitos o compromisso de praxe.

    Parágrafo único. O exercício da Presidência de Turma não implica inelegibilidade para os cargos de Presidente ou Vice-presidente do Tribunal ficando o magistrado afastado de suas atribuições na Turma enquanto estiver no exercício de cargo de direção.

    Fonte: https://portal.trt23.jus.br/portal/sites/portal/files/groups/stp/regimento_interno_atualizado_em_janeiro_de_2021.pdf


ID
1840510
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

O princípio da solidariedade social

Alternativas
Comentários
  • Letra (e)


    O princípio da solidariedade, ao lado do princípio da dignidade humana, constitui núcleo essencial da organização sócio-politico-cultural e jurídica brasileira. "A solidariedade familiar é fato e direito; realidade e norma. No plano fático, convive-se no ambiente familiar para o compartilhamento de afetos e responsabilidades. No plano jurídico, os deveres de cada um para com os outros impuseram a definição de novos direitos e deveres jurídicos


    Fonte: http://www.ambitojuridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=5892

  • Primeira vez que eu escuto falar nesse princípio. 

  • Não é de hoje que eu venho reparando isso, mas as questões de analista judiciário área ADM são mais difíceis que as da área JUDICIÁRIA. Eles sempre ''inventam'' essas questões para as provas de analista adm. Incrível. 

  • O princípio da solidariedade permeia toda a Ordem Social da Constituição. Todos os demais princípios flutuam no seu campo gravitacional. Por isso, em outra oportunidade (SILVA, 2010), afirmou-se que se trata de um supraprincípio. 

    No mesmo sentido, Rocha (in CANOTILHO et. al., 2013, p. 954): O princípio portador das diretrizes essenciais da seguridade e da previdência social, como, aliás, de todos os direitos sociais, é o da solidariedade, o qual se constitui no seu eixo axiológico, podendo ser considerado como princípio estruturante de nosso sistema previdenciário. 

    Esse princípio revela-se apto a catalisar a articulação entre o Estado e a sociedade, operando como verdadeira bússola condutora da nau da previdência social no revoltoso mar da necessidade social. 

    O princípio da solidariedade também já foi reconhecido por nossa Corte Constitucional como viga mestra da previdência social, tanto do regime geral como dos regimes próprios. Isso ocorreu no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade n. 240-6/RJ – na qual foi declarada a inconstitucionalidade, por aspectos formais e materiais, do art. 283 da Constituição fluminense, o qual facultava para o servidor a designação da pensão por morte para pessoa de sua escolha, desde que não tivesse cônjuge, companheiro ou dependente.

    Apreciando essa ampla possibilidade de designação de qualquer pessoa como legatário da pensão por morte, circunstância que ultrapassava a ordem dos beneficiários tradicionais, consagrados no inciso V do art. 201, ficou assentado que o dispositivo, nas palavras do relator, Ministro Octávio Gallotti: “estaria a divorciar-se do princípio da solidariedade que é inerente ao sistema previdenciário, devendo para ele confluir, tanto o regime próprio dos servidores públicos como o destinado aos trabalhadores em geral”. Com o advento da EC n.41/03, no caput do artigo em exame, o texto da Lei Fundamental passou expressamente a referir “um caráter contributivo e solidário” [...].

  • Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

    I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;

    II - garantir o desenvolvimento nacional;

    III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

    IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.


    Bons estudos!

  • Os três componentes estruturais do princípio democrático são os fundamentos, os objetivos fundamentais e os princípios que regem as relações internacionais. O princípio da solidariedade está nos objetivos fundamentais:

    Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

    I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;

    II - garantir o desenvolvimento nacional;

    III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

    IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.


    Lembrem-se: Fundamentos + Objetivos fundamentais + Princípios que regem relações internacionais = PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
    E
  • gente por isso que faço o máximo de questões que posso! NUNCA ouvi falar nesse princípio...e  olha que já estudei por PDF do estratégia, livros...e nunca vi princípio mais gordo.

  • Primeira vez que eu escuto falar nesse princípio. ²

    Li, reli, por conseguinte saindo por eliminação!! GAB LETRA E

  • Trata-se de um objetivo fundamental, embora tenha acertado por equiparação

    OBJETIVOS FUNDAMENTAIS

    - construir uma sociedade livre, justa e solidária; solidariedade

    garantir o desenvolvimento nacional;

    erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

    promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.




  • e) é um dos três componentes estruturais do princípio democrático quando a Constituição preconiza o modelo de construção de uma sociedade livre, justa e solidária.

  • O professor Marcelo Novelino trás exatamanete este conceito em sua doutrina. A construção de uma sociedade solidaria (princípio da solidariedade) é um dos três componentes estruturais do princípio democrático disposto na constituição.

    Art. 3°. Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

    I- Construir uma sociedade, livre, justa e solidária (princípio da solidariedade). 

  • Para quem nunca ouviu fala no princípio da solidariedade social vão algumas questões: 

     

    Q620404 - Constitucional - IESES

    Q250266 - Previdenciário - TRT 23R (MT)

    Q300320 - Administrativo - Cespe

    Q30910 - Tributário - FGV

     

     

     

  • bizarro ver q tem gente q nunca ouviu falar desse principio...

  • TÍTULO I
    Dos Princípios Fundamentais


    Art. 3º - Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
    I- construir uma sociedade livre, justa e solidária. (CF/88, art. 3º, inciso I).


    Ao constitucionalizar metas, tais como erradicação da pobreza e marginalização, redução das desigualdades, o legislador constituinte consagrou o princípio da solidariedade, alçando-a o nível de fundamentação das relações intersubjetivas na sociedade.

    Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/direito/artigos/32287/o-principio-da-solidariedade

  • eliminando-se o resto:

     

    a)

    não está contemplado no segmento normativo da Constituição Brasileira.

     b)

    tem previsão restrita ao preâmbulo da Constituição e como tal não pode ser invocado judicialmente para seu asseguramento.

     c)

    é corolário do princípio da soberania nacional que, garantindo a indissolubilidade do Estado, obriga a formação de laços de solidariedade na sua defesa.

     d)

    não é princípio constitucional, mas mero fundamento da República.

  • Podemos falar de solidariedade sob pontos de vista diferentes, mas o resultado será sempre semelhante. A solidariedade acontece quando o homem toma consciência da interdependência que há entre ele e seus semelhantes. Decorre das obrigações recíprocas que temos uns com os outros. Quanto menos racional, mecanizado é o ato solidário, quanto mais dotado de verdade, de gentileza, maior será a liberdade de cada um.

    O sentido da solidariedade na biologia é de uma interdependência orgânica. Reciprocamente há uma dependência sistemática, na micro ou na microbiologia. A solidariedade é mais do que um envolvimento emocional com a causa. A solidariedade pressupõe ações modificativas da situação que gera a dor para outrem.

    Solidariedade na Constituição Federal

    O art. 3º, inciso I, da Constituição Federal, norma programática, traça as metas que deverão nortear as políticas públicas do Estado brasileiro:

    TÍTULO I
    Dos Princípios Fundamentais


    Art. 3º - Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
    I- construir uma sociedade livre, justa e solidária. (CF/88, art. 3º, inciso I).

     

    Ao constitucionalizar metas, tais como erradicação da pobreza e marginalização, redução das desigualdades, o legislador constituinte consagrou o princípio da solidariedade, alçando-a o nível de fundamentação das relações intersubjetivas na sociedade. Tirou-a do plano da transcendência e trouxe-a para o mundo dos acontecimentos, para o concreto. Assim, foi consagrada no mundo jurídico a necessidade da colaboração intersubjetiva. O coletivo e o individual interagindo. O bem de um interligado ao bem do outro, vinculado ao bem do conjunto. É o prestígio da colaboração à frente da obrigação.

     

    GABARITO E

    BONS ESTUDOS 

  • Art. 3º, I, da CRFB/88: " constituir uma sociedade livre, justa e solidária"
    Um dos objetivos fundamentais da Republica Federativa do Brasil.

    R: E

  • A CONSTRUÇÃO DE UMA SOCIEDADE JUSTA E SOLIDÁRIA ( PRINCÍPIO DA SOLIEDARIEDADE )   E A BUSCA PELA REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES SOCIAIS E REGIONAIS ESTÃO ASSOCIADAS  Á CONCRETIZAÇÃO DO PRINCÍPIO DA IGUALDADE MATERIAL ( IGUALDADE DE FATO) , LEGITIMANDO, PORTANTO , A ADOÇÃO DE POLÍTICAS AFIRMATIVAS ( AÇÕES AFIRMATIVAS OU DISCRIMINAÇÕES POSITIVAS ) POR PARTE DO ESTADO.

     

    REF CONSTITUIÇÃO CMT.   EDITORA JUSPODVIM.

  • Art. 3º - Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
    I- construir uma sociedade livre, justa e solidária. (CF/88, art. 3º, inciso I).

  • Dimensões dos Direitos e Garantias Fundamentais

    ·         1ª Dimensão – Liberdade (direitos de resistência e oposição ao Estado)

    ·         2ª Dimensão – Igualdade (direitos Sociais, Econômicos, Culturais - SECond)

    ·         3ª Dimensão – Fraternidade (transindividuais, humanistas – coletivos e difusos)

     

    Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

    I - construir uma sociedade livre (1ª dimensão), justa (2ª dimensão) e solidária (3ª dimensão);

  • Pelo visto a FCC está mudando o seu perfil de provas...

  • Palavras altamente excludentes: estado de alerta!

     

    A-não esta

     

    B-restrita

     

    C-obriga

     

    D-mero

     

    E-CORRETA

  • Tudo tem uma primeira vez, ninguém sabendo! E se é tão sabichão, já seria concursado em 1º lugar.

  • estudei esse princípio em direito previdenciário....no sentido de que o pagamento da contribuição social servirá para arcar o benefício dos contribuintes e dos que nunca pagaram a previdência, como os trabalhadores rurais.

  • Cabe registrar que o princípio da solidariedade foi utilizado como fundamento pelo STF para, no julgamento em que concluiu pela vedação à chamada "desaposentação" (veículado no Info 845), declarar a constitucionalidade do art. 18, § 2º, da Lei n. 8.213/91.

     

     

     

    Ausência de previsão constitucional


    A Constituição, apesar de não vedar expressamente o direito à "desaposentação", também não a prevê. Logo, cabe ao legislador ordinário estabelecer ou não essa possibilidade e, no caso, o art. 18, § 2º da Lei nº 8.213/91 proíbe.


    Alegação de que o art. 18, § 2º da Lei nº 8.213/91 seria inconstitucional


    Os aposentados que queriam a desaposentação alegavam que esse dispositivo seria inconstitucional. Isso porque se o aposentado voltou a trabalhar e está pagando todos os meses contribuição previdenciária, seria justo que esse valor recolhido para a Previdência fosse utilizado em seu favor para melhorar a sua aposentadoria. Assim, se ele estava recebendo aposentadoria de R$ 3 mil e, mesmo depois de aposentado, trabalhou e contribuiu por mais 10 anos, seria justo que essas contribuições fossem utilizadas para se fazer um novo cálculo da aposentadoria e o valor de R$ 3 mil fosse aumentado.
    O STF, contudo, não concordou com a tese e afirmou que a regra prevista no art. 18, § 2º da Lei nº 8.213/91 não viola a Constituição Federal.


    Por que não é inconstitucional?


    Porque o sistema previdenciário brasileiro possui uma característica muito importante. Ele é SOLIDÁRIO (art. 3º, I, da CF/88).


    Em que consiste o princípio da solidariedade?


    O Prof. Wladimir Novaes Martinez explica em que consiste o princípio da solidariedade:


    "161. Princípio da solidariedade social — Na previdência social, a solidariedade é essencial, e, exatamente por sua posição nuclear, esse preceito sustentáculo distinguiu-se dos básicos e técnicos, sobrepairando como diretriz elevada. Ausente, será impossível organizar a proteção social.
    a) significado: Solidariedade quer dizer cooperação da maioria em favor da minoria, em certos casos, da totalidade em direção à individualidade. Dinâmica a sociedade, subsiste constante alteração dessas parcelas e, assim, num dado momento, todos contribuem e, noutro, muitos se beneficiam da participação da coletividade. Nessa ideia simples, cada um também se apropria de seu aporte. Financeiramente, o valor não utilizado por uns é canalizado para outros.
    Significa a cotização de certas pessoas, com capacidade contributiva, em favor dos despossuídos. Socialmente considerada, é ajuda marcadamente anônima, traduzindo mútuo auxílio, mesmo obrigatório, dos indivíduos." (MARTINEZ, Wladimir Novaes. Curso de Direito Previdenciário. São Paulo: LTr, 5ª ed., 2013, p. 117).

     

     

     

    (Informativo 845 - STF - Dizer o Direito)

  • Fernando Fernandes, obrigada pela explanação! Foi de grande valia!

  • A Constituição Federal de 1988 consagrou o princípio da solidariedade social ao prever como objetivo fundamental do Estado Democrático de Direito a construção de uma sociedade livre, justa e solidária. Construir uma sociedade solidária pressupõe valorizar as liberdades individuais, bem como, a cooperatividade entre os atores sociais. Logo, presume-se que todos, na medida de suas possibilidades, devem concorrer para a manutenção e desenvolvimento da sociedade.

    Linara da L. S., Marli Marlene Moraes da Costa

  • Questao que foge do senso comum das bancas. Muito bem feita.

  • objetivos fundamentais:

    CF - ART 3º- Iconstruir uma sociedade livre, justa e solidária.

  • A construção de uma sociedade solidária é um dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil (CF, art. 3.°, I, CF/88).  Além dos objetivos fundamentais, somam-se os fundamentos e os princípios que regem as relações internacionais enquanto componentes estruturais do princípio democrático.

    Portanto, é correto afirmar que o princípio da solidariedade social é um dos três componentes estruturais do princípio democrático quando a Constituição preconiza o modelo de construção de uma sociedade livre, justa e solidária.

    Gabarito: letra “e”.


  • "A construção de uma sociedade justa e solidária (princípio da solidariedade) e a busca pela redução das desiguldades sociais e regionais estão associadas à concretização do princípio da igualdade material (igualdade de fato), legitimando, portanto, a adoção de políticas afirmativas (ações afirmativas ou discriminações positivas) por parte do Estado." (Constituição Federal para Concursos - Marcelo Novelino e Dirley da Cunha Júnior).

  • Aprendam senhores (as): nem tudo no mundo jurídico é explícito!...se fosse, seria bom demais pra ser verdade! mas não se trata de uma ciência exata... kkkk

  • Em meus "cadernos públicos" a questão está inserida nos cadernos "Constitucional - artigo 003º" e "Constitucional - Tít.I".

     

    Me sigam para tomarem conhecimento da criação de novos cadernos, bem como do encaixe de questões nos existentes.

     

    Bons estudos!!!

  • A) ERRADA!

    Está no art. 3º, o qual diz ser objetivo fundamental da republica "construir uma sociedade livre, justa e SOLIDÁRIA".

     

     B) ERRADA!

    Está previsto tanto no preâmbulo quando diz ser o estado democrático "destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma SOCIEDADE FRATERNA, pluralista e sem preconceitos" quanto no art. 3º.

     

    C) ERRADA!

    ....

     

    D) ERRADA!

    Os FUNDAMENTOS, a orientação da SEPARAÇÃO DOS PODERES, os OBJETIVOS e P. das relacões internacionais são TODOS PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS.

     

    E) CORRETA!

    é um dos três componentes estruturais do princípio democrático quando a Constituição preconiza o modelo de construção de uma sociedade livre, justa e solidária.

    Vide Alternativa A

  • A construção de uma sociedade justa e solidária (princípio da solidariedade) e a busca pela redução das desigualdades sociais e regionais estão associadas à concretização do princípio da igualdade material (igualdade de fato), legitimando, portando, a adoção de políticas afirmativas (ações afirmativas ou discriminações positivas) por parte do Estado

  • Tava demorando aparecer mais um princípio... Devo ter ficado um bom tempo sem esbarrar com um nessas questões. Aliás, se for somar os princípios jurídicos com os de Administração... Capaz de ser possível escrever um livro só com essas merdas.

    Já tenho até um título para a obra: "Codex dos princípios: Uma viagem ao mundo da enrolação, engodo e encheção de linguiça".

  • Gab: E

     

    O princípio da solidariedade social está previsto no art. 3º da CF, que determina que é objetivo fundamental da República Federativa do Brasil “construir uma sociedade livre, justa e solidária”.


     Liberdade, justiça e solidariedade são  componentes estruturais do princípio democrático.
     

     

  •  

     

    Art. 3º                 OBJETIVOS      DA REPÚBLICA        ROL EXEMPLIFICATIVO

     

    Começam com verbos:       CONGA   -   ERRA  -    PRO

     

    -          CONSTRUIR   uma  sociedade livre,  justa e  solidária (princípio da solidariedade social)

     

    -          GARANTIR    o     D  N -       Desenvolvimento Nacional (de forma ampla)

     

    -          ERRADICAR   a        P M  -    Pobreza e a Marginalização (social)

     

    -         Q379243   REDUZIR as desigualdades sociais e regionais     (social)

     

     -           PROMOVER   o   RISCO      origem, raça, sexo, cor, idade   (IGUALDADE)

     

    *** VIDE   Q355702      PARA QUEM DECOROU QUE OS OBJETIVOS COMEÇAM COM VERBOS

     

  • questão boa nivelando por cima

  • Queira ou não, por estar classificada como principios fundamentais ajudou muita gente a responder corretamente

  • Bateu a Cebraspe (CESPE) nesta.

  • FCC trocando de lugar com o CESPE.

     

  • Constituição preconiza o modelo de construção de uma sociedade livre, justa e solidária. (Bruno Farage)

  • FCC sendo Cespe

  • Pra quem se interessar, achei esse artigo

     

    https://www.cursopiva.com.br/assets/img/content/artigos/artigo13.pdf

     

    Eu tô fora rsrsrs

     

    Bons estudos!!!

  • Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

    I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;

  • Segunda vez que vejo a FCC cobrar isso. Olho abertíssimo!!!

  • QUESTAO LINDA ... IDEAL PARA SEPARAR OS HOMENS DOS MENINOS .....

  • Besta com esse tipo de questão ... Caiu para separar os mais preparados do menos.. NIVELOU TOTAL!! 

     

     

  • FCCESPE

  • A construção de uma sociedade solidária é um dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil (CF, art. 3.°, I, CF/88).  Além dos objetivos fundamentais, somam-se os fundamentos e os princípios que regem as relações internacionais enquanto componentes estruturais do princípio democrático.

    Portanto, é correto afirmar que o princípio da solidariedade social é um dos três componentes estruturais do princípio democrático quando a Constituição preconiza o modelo de construção de uma sociedade livre, justa e solidária.

    Gabarito: letra “e”.

     

    Fonte: QC

     

    Obs: Nitidamente, percebo mudança nesta banca que antes era letra de lei e agora parece mais com a cespe. Prefiro assim! Vence quem entende e não quem decora!!

     

    Bela questão!!

  • A FCC está virando uma CESPE.

  • Mas a alternativa "E" esta dizendo principio e é um dos objetivos,não entendi porque de está correta.

  • Marquei a E, agora o motivo de ser certa eu não sei kkkk

  • É objetivo fundamental da República Federativa do Brasil construir uma sociedade livre, justa e solidária (art. 3º, I, CF/88). Liberdade, justiça e solidariedade seriam os componentes estruturais do princípio democrático.

  • Pra quem tá no FREE

    Alternativa: e)

    O princípio da solidariedade social: é um dos três componentes estruturais do princípio democrático quando a Constituição preconiza o modelo de construção de uma sociedade livre, justa e solidária.

  • Se uma questão disser que um determinado fundamento da RFB (por exemplo, a soberania) é um princípio fundamental, ela estará correta. Da mesma forma, se uma questão disser que um objetivo fundamental da RFB (por exemplo, “construir uma sociedade livre, justa e solidária”), é um princípio fundamental, ela também estará correta. Ou, ainda, se a questão afirmar que um princípio das relações internacionais (por exemplo, “igualdade entre os Estados”), é um princípio fundamental, esta, mais uma vez, estará correta.

    A explicação para isso é o fato de que os art. 1º - art. 4º evidenciam, todos eles, espécies de princípios fundamentais.

  • GAB [E] .

    #NÃOÀREFORMAADMINISTRATIVA !!

    #ESTABILIDADESIM !!!

    #FORATRAINEE !!!

  • GABARITO E

    O princípio constitucional da solidariedade é princípio expresso, nos termos do artigo 3º, inciso I, da Constituição, o qual preceitua:

    “Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

    I – construir uma sociedade livre, justa e solidária;

    II – garantir o desenvolvimento nacional;

    III – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

    IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.”


ID
1840513
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A ideia segundo a qual todos os juízes de qualquer posição hierárquica estão em condições de revisar os atos dos demais órgãos constitucionais, para verificar se estão ajustados ao preceituado pela lei fundamental,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra B

    A competência para exercer o controle difuso (ou aberto) é atribuída a todos os órgãos do Poder Judiciário. Conhecido também como sistema norte-americano de controle, esta modalidade teve suas bases teóricas estabelecidas a partir do voto proferido por John Marshall, então Chief Justice da Suprema Corte norte-americana, na decisão mais conhecida da história constitucional: o célebre caso Marbury v. Madison (1803).

    No Brasil, o controle difuso de constitucionalidade vem sendo consagrado desde a primeira Constituição Republicana (1891). No direito brasileiro, todo controle difuso é realizado incidentalmente.

    bons estudos

  • No controle difuso, a matéria da constitucionalidade é uma questão incidental. Ela é a causa de pedir!​

    "O controle de constitucionalidade em apreço é chamado de difuso em razão de o poder de realizá-lo estar espalhado, esparramado, difundido por todo o Poder Judiciário. Qualquer juiz, em qualquer grau de jurisdição, tem competência para realizar controle de constitucionalidade, desde que o faça no julgamento de um caso concreto​"

    Fonte: http://www.jurisciencia.com/concursos/resumo-o-que...​

  • Jurisprudência dos Valores
  • E esse tipo de controle independe de provocação?

  • Sim, independe de provocação. Porém, no âmbito do processo civil, mesmo a matéria sendo de ordem constitucional, deve o juiz dar vista às partes para se manifestarem sobre a eventual inconstitucionalidade observada por ele, em atenção ao príncipio da cooperação agora positivado no novo código.

  • CONTROLE DIFUSO
    9.1. Introdução
    o controle de constitucionalidade difuso tem sua origem nos Estados
    Unidos da América (EUA) - sendo, por esse motivo, conhecido como sistema
    americano ele controle - e baseia-se no reconhecimento da inconstitucionalidade
    de um ato normativo por qualquer componente do Poder Judiciário,
    juiz ou tribunal, em face de um caso concreto submetido a sua apreciação.
    O órgão do Poder Judiciário, declarando a inconstitucionalidade de norma
    concernente ao direito objeto da lide, deixa de aplicá-la ao caso concreto.
    Por outras palavras, na discussão de uma relação jurídica qualquer, submetida
    à apreciação do Poder Judiciário, suscita-se a dúvida sobre a constitucionalidade
    de um ato normativo relacionado com a lide. Surge, então, a
    necessidade de o Poder Judiciário apreciar a constitucionalidade de tal ato
    normativo para proferir a sua decisão no processo. Ao apreciar a questão
    constitucional, como antecedente necessário e indispensável ao julgamento
    do mérito do caso em exame, o juiz ou tribunal estará realizando o denominado
    controle difuso.
    Esse controle é também denominado: incidental, incidenter tantum,
    por via de exceção, por via de defesa, concreto ou indireto. Todas essas designações remetem ao fato de que, no controle difuso, a controvérsia
    sobre a constitucionalidade representa uma questão acessória (um incidente)
    a decidir, surgida no curso de uma demanda judicial que tem como objeto
    principal o reconhecimento ou a proteção de um direito alegado em um
    caso concreto.
    Em suma, quando o Poder Judiciário aprecia uma controvérsia constitucional
    suscitada diante de um caso concreto a ele submetido, em sede de
    ações diversas (mandado de segurança, habeas corpus, habeas data, ação
    civil pública, ação popular, ação ordinária etc.), estamos diante do denominado
    controle difuso.

     

     

  • a)

    trata de violação do princípio da separação de poderes e consequente impossibilidade material de validade de tal decisão assim emitida.

     b)

    expressa a forma de controle difuso de constitucionalidade, aceita em nosso sistema constitucional.

     c)

    corresponde à manifestação de técnica judicial denominada de “jurisprudência dos valores" e apenas é correta em relação ao Supremo Tribunal Federal.

     d)

    está limitada aos juízes dos Tribunais Superiores em julgamento específico de ação constitucional típica.

     e)

    acha-se condicionada às hipóteses em que não houve prévio controle político de constitucionalidade pelo órgão de origem da norma ou ato.

  • Na atualidade, segundo vários autores de reputação mundial[nota 1] , vive-se uma época de grandes mudanças na interpretação do direito, internacionalmente. Estas mudanças caracterizam uma escola de pensamento jurídico chamada jurisprudência dos valores ou jurisprudência dos princípios. Esta escola representa, segundo os mesmos autores, no processo da evolução do direito, um passo na superação das contradições do positivismo jurídico[nota 2] e, por tal razão, é considerada por alguns como semelhante à escola do pós-positivismo[1] . A referida escola é encontrada e definida em várias fontes pelo mundo[2] [3] .

    Esta forma de pensar o direito tem várias características e reflexos em vários campos da vida jurídica das sociedades, estando entre eles uma significativa evolução concernente ao respeito e cumprimento de princípios constitucionais[nota 3] .

    A jurisprudência dos valores caracteriza uma forma de se entenderem os conceitos de incidência e interpretação da norma jurídica, bem como sua divisão em regras e princípios, além de conceitos como igualdade, liberdade e justiça. Esta corrente é amplamente citada em inúmeras fontes, de diversas origens

  • Caso "Marbury contra Madison" foi decidido em 1803 pela Suprema Corte dos Estados Unidos, sendo considerado a principal referência para o controle de constitucionalidade difuso exercido pelo Poder Judiciário.

     

    Nesse julgado firmou-se a regra da supremacia da Constituição, cabendo ao Judiciário afastar como nulas (void) leis que contrariam a Constituição. Isso permitiu a chamada "Judicial Review", a possibilidade de o Judiciário rever mesmo leis federais que contrariam a Constituição. Com isso a separação de poderes foi redefinida, aumentando a importância do Judiciário.

     

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Marbury_contra_Madison

  • Questão confusa em.

    A ideia segundo a qual todos os juízes de qualquer posição hierárquica estão em condições de revisar os atos dos demais órgãos constitucionais, para verificar se estão ajustados ao preceituado pela lei fundamental,

    Como assim gente? qualquer juiz pode revisar os TODOS os atos de QUALQUER órgao constitucional? Um juiz de 1° grau em sede de controle difuso ,pode revisar um ato do STF originado em sede de controle concentrado?

    Segundo o CPC não:

    Art. 927.  Os juízes e os tribunais observarão:

    I - as decisões do Supremo Tribunal Federal em controle concentrado de constitucionalidade;

  • fredherico dexheimer pensei nessa hipótese tb ...

    Só eu q acho FCC mais complicada q CESPE? \o/ \o/

    #oremos 

  • Errei a primeira vez que respondi a questão....meses depois.....refiz a questão agora e a resposta me pareceu tão óbvia. rsrs 

    A gente vai evoluindo com a constância nos estudos... =)

  • RESPOSTA: B

     

    CONTROLE DIFUSO: O controle difuso é aquele que pode ser provocado por qualquer pessoa, no bojo de qualquer ação judicial e ser apreciado por qualquer órgão do Poder Judiciário que possua jurisdição.

     

    Ressalta-se, ainda, que o controle difuso pode até mesmo ser realizado de ofício, pois a questão constitucional somente servirá de fundamentação para decisão quanto ao pedido que envolva a resolução de um caso concreto.

     

    Assim, no controle difuso, a pronúncia do Judiciário sobre a inconstitucionalidade não é feita como manifestação sobre o objeto principal da lide, mas sim sobre questão prévia, indispensável ao julgamento do mérito. Em outras palavras: no controle difuso, a questão constitucional é a causa de pedir, e não o pedido.

     

    Fonte: Paulo Lépore (2015)

  • A B está errada pois não pode haver revisão de questão constitucional decidida em ação concentrada de constitucionalidade ou SV

  • Queridos!

     

    No que se referem aos comentários, gostaria de fazer uma colocação.

    Vi comentários no sentido de que seria absurdo um juiz revisar decisões do STF em controle concentrado e súmulas vinculantes.

    Contudo, atentando-se para o enunciado, percebam que fala em "condições de revisar os atos dos demais órgãos constitucionais". Logo, se referiria aos atos do executivo e legislativo.

    Espero poder ter colaborado para o fortalecimento do debate.

  • kkkkkkkkk valew dilminha 

  • Excelente explicação Maíra Moura! Muito elucidativa! 

     

    Parabéns!Obrigada

  • Acho "demais órgãos" uma expressão temerária. Afinal, STF não seria um órgão? Juiz de piso NÃO pode rever decisão de STF decidida em ação concentrada de constitucionalidade ou SV. Se a questão quisesse se referir aos atos do executivo e legislativo, deveria ter usado "demais poderes". Estou viajando?

  • Confesso que o enunciado dessa questão está horrível. 

  • PARA FIM DE CURIOSIDADE.........

    O CONTROLE DIFUSO EXISTE DESDE A PRIMEIRA CONSTITUIÇÃO DO BRASIL. 

  • Pessoal, cuidado, pois houve mudança de entendimento pelo STF quanto aos efeitos da decisão no controle difuso!

     

     

    ANTES: Controle Difuso não possuia efeito erga omnes, nem efeito vinculante. Necessário remessa ao SF para suspender a execução. Efeito era interpartes.

    DEPOIS: STF passou a adotar a Teoria da Abstrativização do Controle Difuso. (Assim, o efeito vinculante e o efeito erga omnes ocorre da interpretação do STF, evitando contradições de julgados). STF entendeu que houve Mutação constitucional do art. 52 ( SF apenas dá publicidade à decisão). OBS: STF não adotou a teoria dos motivos determinantes.

    Pra quem quiser ler acerca da matéria, indico o site Dizer o Direito, mastigado no link: http://www.dizerodireito.com.br/2017/12/stf-muda-sua-jurisprudencia-e-adota.html

    Bons estudos pessoal!

  • Essa questão hoje poderia ter o gabarito alterado em face da TEORIA DA ABSTRATIVIZAÇÃO acolhida pelo STF, veja o INFO 886 (DIZER O DIREITO):

    Se uma lei ou ato normativo é declarado inconstitucional pelo STF, incidentalmente, ou seja, em sede de controle difuso, essa decisão, assim como acontece no controle abstrato, também produz eficácia erga omnes e efeitos vinculantes. O STF passou a acolher a teoria da abstrativização do controle difuso. Assim, se o Plenário do STF decidir a constitucionalidade ou inconstitucionalidade de uma lei ou ato normativo, ainda que em controle difuso, essa decisão terá os mesmos efeitos do controle concentrado, ou seja, eficácia erga omnes e vinculante. Houve mutação constitucional do art. 52, X, da CF/88. A nova interpretação deve ser a seguinte: quando o STF declara uma lei inconstitucional, mesmo em sede de controle difuso, a decisão já tem efeito vinculante e erga omnes e o STF apenas comunica ao Senado com o objetivo de que a referida Casa Legislativa dê publicidade daquilo que foi decidido. STF. Plenário. ADI 3406/RJ e ADI 3470/RJ, Rel. Min. Rosa Weber, julgados em 29/11/2017 (Info 886).

    Me avisem se estiver equivocada. 

     

  • Entendo que mesmo com o novo pensamento do STF a respeito da teoria da abstrativizacao do controle difuso , não há alteração de gabarito nesta questão.

  • A questão cobra o conhecimento dos sistemas de controle de constitucionalidade:

     

    “...partindo de um critério subjetivo ou orgânico, o controle judicial de constitucionalidade poderá ser difuso ou concentrado.
    O sistema difuso de controle significa a possibilidade de qualquer juiz ou tribunal, observadas as regras de competência, realizar o controle de constitucionalidade.
    Por seu turno, no sistema concentrado, como o nome já diz, o controle se “concentra” em um ou mais de um (porém em número limitado) órgão. Trata-se de competência originária do referido órgão.
    Sob outra perspectiva, do ponto de vista formal, o sistema poderá ser pela via incidental ou pela via principal.”

    Trecho de: PEDRO LENZA. “DIREITO CONSTITUCIONAL ESQUEMATIZADO”. iBooks.

     

    Gabarito: letra b

     

  • A questão demandou o conhecimento acerca do controle de constitucionalidade, mais especificamente sobre o controle concreto/difuso.

    O Controle Difuso não tem como fundamento a declaração da inconstitucionalidade/constitucionalidade, mas sim a aplicação de lei ou ato normativo diante de um caso concreto submetido à sua apreciação. É exercido por “todo" Poder judiciário, incluindo juízes singulares ou tribunais. Assim, ocorro no reconhecimento da inconstitucionalidade de um ato normativo por qualquer componente do Poder Judiciário, juiz ou tribunal, em face de um caso concreto submetido a sua apreciação.

     Já o controle abstrato é aquele que, diante de um fato abstrato, ou seja, sem vinculação com uma situação concreta, objetiva verificar se a lei ou ato normativo estão em consonância com a Constituição Federal.

    O referido controle é de competência originária do STF, quando o debate envolve leis ou atos normativos federais em face da Constituição Federal, ou, ainda, dos Tribunais de Justiça de cada Estado, nos casos de dissonância entre as leis locais e a Constituição estadual. Não há controle de leis e atos municipais. 

    Passemos às alternativas. 

    A alternativa “A" está errada, uma vez que o controle de constitucionalidade exercido não viola a separação de poderes, sendo, inclusive, um modo de sua expressão, uma vez que permite o controle de possíveis ilegalidades em sentido amplo.  

    A alternativa “B" está correta, pois realmente diz respeito ao poder de constitucionalidade difuso.

    A alternativa “C" está errada, uma vez que a jurisprudência de valores tem relação a métodos de interpretação das normas jurídicas dentro do positivismo. Ademais, não é somente o STF que efetua o controle , mas todos os juízes, de qualquer posição hierárquica. 
     

    A alternativa “D" está errada, uma vez que todos os juízes efetuam o referido controle. 

     A alternativa “E" está errada, uma vez que não está condicionada às hipóteses em que não houve prévio controle político de constitucionalidade. O controle difuso incide incidentalmente.

    Gabarito da questão: letra B.

ID
1840516
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental − ADPF, segundo o Supremo Tribunal Federal,

Alternativas
Comentários
  • Letra (a)


    Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF)


    Descrição do Verbete: É um tipo de ação, ajuizada exclusivamente no STF, que tem por objeto evitar ou reparar lesão a preceito fundamental, resultante de ato do Poder Público. Neste caso, diz-se que a ADPF é uma ação autônoma. Entretanto, esse tipo de ação também pode ter natureza equivalente às ADIs, podendo questionar a constitucionalidade de uma norma perante a Constituição Federal, mas tal norma deve ser municipal ou anterior à Constituição vigente (no caso, anterior à de 1988). A ADPF é disciplinada pela Lei Federal 9.882/99. Os legitimados para ajuizá-la são os mesmos da ADI. Não é cabível ADPF quando existir outro tipo de ação que possa ser proposto.


    STF

  • Gabarito Letra A

    A) Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF): É um tipo de ação, ajuizada exclusivamente no STF, que tem por objeto evitar ou reparar lesão a preceito fundamental, resultante de ato do Poder Público.
    http://www.stf.jus.br/portal/glossario/verVerbete.asp?letra=A&id=481

    B) A ADPF tem natureza de ADI, já que ambas são instrumentos de controle de cosntitucionalidade abstrato ou concentrado, operacionalizado na via principal, cuja aferição dar-se-á em lei em tese ou abstrato.

    C) Errado, norma posterior à Constituição vigente é atacada via ADI, ao passo que norma anterior à Constituição vigente é submetida via ADPF. Não há a necessidade de a lei anterior à CF ser federal, pode ser municipal também

    D) Errado, de acordo com a lei 9882 que regula a ADPF,  Podem propor argüição de descumprimento de preceito fundamental os legitimados para a ação direta de inconstitucionalidade, incluido o PR

    E) Errado, A ADPF possui um caráter subsidiário, sendo cabível apenas quando não existir outro meio eficaz para sanar a lesividade (Lei 9.882/1999, art. 4.°, § 1.°).

    bons estudos

  • Apesar de estar correta, a letra "A" peca pela imprecisão, porque a ADPF pode ser proposta no Tribunal de Justiça local, caso prevista na Constituição Estadual. Acredito que a questão deveria ter especificado que se trata de controle de constitucionalidade concentrado em face da CF.

  • Amigo, só quem julga ADPF é o STF. 

    Previsão na CE sobre julgamento pelo TJ é inconstitucional, por violação ao que reza o art. 102, § 1º, da CF. 

  • Cuidado com certos comentários aqui... Só para repetir e frisar: Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF): É um tipo de ação, ajuizada exclusivamente no STF, que tem por objeto evitar ou reparar lesão a preceito fundamental, resultante de ato do Poder Público.

    Cuidado com comentários levianos...

  • Pessoal. vale a pena ler a matéria da ADI 2.231, a qual discute a possibilidade de haver ADPF em controle difuso. Devemos ficar atentos ao posicionamento de cada banca. A matéria ainda está pendente de julgamento. Já vi bancas considerarem a possibilidade de ADPF ser controle concentrado e incidental (difuso). O posicionamento predominante é que cabe apenas o concentrado. Inf.Nº253. Brasília, 3 a 7 de Dezembro de 2001.

    Controle Concentrado
    O Min. Néri da Silveira, relator, em face da generalidade da formulação do parágrafo único do art. 1º, considerou que esse dispositivo autorizaria, além da argüição autônoma de caráter abstrato, a argüição incidental em processos em curso, a qual não poderia ser criada pelo legislador ordinário, mas, tão-só, por via de emenda constitucional, e, portanto, proferiu voto no sentido de dar ao texto interpretação conforme à CF a fim de excluir de sua aplicação controvérsias constitucionais concretamente já postas em juízo ("Parágrafo único - Caberá também argüição de descumprimento de preceito fundamental: I - quando for relevante o fundamento da controvérsia constitucional sobre lei ou ato normativo federal, estadual ou municipal, incluídos os anteriores à Constituição;"). Conseqüentemente, o Min. Néri também votou pelo deferimento da liminar para suspender a eficácia do § 3º do art. 5º, por estar relacionado com a argüição incidental em processos em concreto ("A liminar poderá consistir na determinação de que juízes e tribunais suspendam o andamento de processo ou os efeitos de decisões judiciais, ou de qualquer outra medida que apresente relação com a matéria objeto da argüição de descumprimento de preceito fundamental, salvo se decorrentes da coisa julgada.").
    ADInMC 2.231-DF, rel. Min. Néri da Silveira, 5.12.2001.(ADI-2231)

  • A)CORRETO, conforme a lei da ADPF

    B)errado. Pode sim, há fungibilidade entre as ações diretas e a adpf. No entanto, há de se destacar que a adpf é subsidiária às ações diretas.

    C)errado, pode rever direito pre constitucional e também atos municipais.

    D)errado, o presidente da república também é legitimado para propor ADPF

    E)errado, porque a adpf é subsidiária. Só é aplicável quando não haja outra ação para fazer questionar a mesma coisa.

  • Complementando:

    A definição do que seja "preceito fundamental" irá variar conforme a definição do chamado "BLOCO DE CONSTITUCIONALIDADE", ou seja, normas formal e materialmente constitucionais ou normas materialmente constitucionais que se encontram espalhadas pelos mais diversos documentos legislativos, inclusives os Decretos que aprovaram Tratados e Convenções sobre Direitos Humanos.

  • Alisson Abreu, o STF é o legitimado para apreciar ADPF decorrente de controle de constitucionalidade da CF, conforme anuncia o próprio citado §1°, do art. 102. Ocorre que, muitas vezes, esta regra da Constituição também está expressa/reproduzida nas Constituições Estaduais, o que acaba por autorizar a ação de controle de constitucionalidade de Lei Municipal, em face de Constituição Estadual junto ao Tribunal de Justiça.

  • Gabarito letra A. Fundamentação: "Art. 1º : A argüição prevista no § 1º do art. 102 da Constituição Federal será proposta perante o Supremo Tribunal Federal, e terá por objeto evitar ou reparar lesão a preceito fundamental, resultante de ato do Poder Público." Lei nº 9.882 /1999

  • b)

    não pode ter natureza equivalente às ações declaratórias de inconstitucionalidade.

     c)

    pode questionar a constitucionalidade de uma norma perante a Constituição Federal, mas tal norma deve ser federal e posterior à Constituição vigente.

     d)

    possui os mesmos legitimados para ajuizá-la que os da ação declaratória de inconstitucionalidade, salvo o Presidente da República.

     e)

    é cabível, por ser autônoma, mesmo quando existir outro tipo de ação que possa ser proposta.

  • Dizer quer a competência para o julgamento é "exclusiva" do STF não é de segurança plausível, pois é possível que as Constituições Estaduais consagrem a ADPF em seu âmbito, que deverá ser julgada pelo TJ...

  • SEM ENFEITAR RESPOSTA: a/b/c/d/eB/C/D/Ee) Glossário Jurídico do STF:

    Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF)

    Descrição do Verbete: É um tipo de ação, ajuizada exclusivamente no STF, que tem por objeto evitar ou reparar lesão a preceito fundamental, resultante de ato do Poder Público. Neste caso, diz-se que a ADPF é uma ação autônoma. Entretanto, esse tipo de ação também pode ter natureza equivalente às ADIs, podendo questionar a constitucionalidade de uma norma perante a Constituição Federal, mas tal norma deve ser municipal ou anterior à Constituição vigente (no caso, anterior à de 1988). A ADPF é disciplinada pela Lei Federal 9.882/99. Os legitimados para ajuizá-la são os mesmos da ADI. Não é cabível ADPF quando existir outro tipo de ação que possa ser proposto.

    Supremo Tribunal Federa. Disponível em: . Acesso em 03 de outubro de 2016.

     

     

  • Acredito que a letra "b" também está correta, ante o caráter subsidiário da ADPF em relação ao controle exercido pela ADI... 

  • Não existe ação declaratória de inconstitucionalidade... direta de inconstitucionalidade!
  • Finalmente, a ADPF só pode ser ajuizada contra normas Municipais?

  • Abrãão, não! Será aplicada em casos de normas federais anteriores à CF de 88 também.

  • Valeu Baymax, mas o que eu queria saber era se entre as normas vigentes ou constitucionais ele só alcança as municipais?

  • A ADPF é: - Subdisiária, ou seja, quando não hover outra ação cabível.

                   - Ato municipal,estadual e federal

                   -direito pré e pós constitucional

                   - Mesmos legitimados das outras Ações de Inconstitucionalidade( art. 103, CF).

                   -Pode contra sentenças sem trânsito em julgado.

                   -Proposta somente no STF.

                   -Efeitos imediatos e ex-tunc.

  • Natureza # objeto

    Natureza da ADPF, ADC, ADI X ADO = controle de constitucionalidade

    O objeto que é diferente! A ADPF visa a recepção ou revogação de ato, já as outras a declaração de (in)constitucionalidade (ADI x ADC) e Omissão legislativa (ADO).

    GABARITO: A

  • Inicialmente, é interessante que sejam feitos alguns apontamentos sobre a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, para que se tenha uma completa compreensão da resolução da assertiva.

    A ADPF é uma espécie de controle concentrado no STF, que visa evitar ou reparar lesão a preceito fundamental da Constituição em virtude de ato do Poder Público ou de controvérsia constitucional em relação à lei ou ato normativo federal, estadual ou municipal, inclusive os anteriores à Constituição.

    Segundo construção doutrinária, existem duas espécies de ADPF, as quais não estão propriamente explicitadas na Constituição, mas de encontram na Lei nº9.882/99, que são: a Arguição autônoma (visa evitar ou reparar lesão a preceito fundamental da Constituição resultante de ato ou Poder Público) e Arguição Incidental (visa evitar ou reparar a lesão à preceito fundamental da Constituição em virtude de controvérsia constitucional em relação à lei ou ato normativo federal, estadual ou municipal, inclusive os anteriores à Constituição).

    A ADPF autônoma é cabível contra o ato do Poder Público, enquanto o ADPF incidental é cabível tão somente contra ato normativo.

    A Legitimidade ativa é a mesma da ADI, existindo, segundo o entendimento do STF, o instituto da pertinência temática.

    Quantos aos efeitos da decisão da ADPF, a doutrina afirma que se o ato normativo impugnado for posterior à Constituição haverá o enquadramento da decisão da ADPF nas técnicas do controle concentrado via ADI e ADC, porém se o ato impugnado for uma norma anterior à Constituição (direito pré-constitucional), o STF deverá limitar-se a trabalhar (reconhecer) a recepção ou não da norma em face da normatividade constitucional superveniente.

    Assim, conforme ficou decidido em julgamento da ADPF de n. 33, de relatoria do min. Gilmar Mendes, DJ de 27.10.2006, caberá argüição de descumprimento de preceito fundamental para solver controvérsia sobre legitimidade de lei ou ato normativo federal, estadual ou municipal, inclusive anterior à Constituição (norma pré-constitucional).



    Realizado um breve introito, passemos às assertivas.

    a) CORRETO – Nos termos do artigo 1º da Lei nº 9.882/99, a argüição prevista no § 1o do art. 102 da Constituição Federal será proposta perante o Supremo Tribunal Federal, e terá por objeto evitar ou reparar lesão a preceito fundamental, resultante de ato do Poder Público.


    b) ERRADO – Na verdade, possui natureza equivalente às ações declaratórias de inconstitucionalidade, sendo uma espécie de controle concentrado no STF, assim como a ADI. Quantos aos efeitos da decisão da ADPF, a doutrina afirma que se o ato normativo impugnado for posterior à Constituição haverá o enquadramento da decisão da ADPF nas técnicas do controle concentrado via ADI e ADC, porém se o ato impugnado for uma norma anterior à Constituição (direito pré-constitucional), o STF deverá limitar-se a trabalhar (reconhecer) a recepção ou não da norma em face da normatividade constitucional superveniente.


    c) ERRADO - Conforme ficou decidido em julgamento da ADPF de n. 33, de relatoria do min. Gilmar Mendes, DJ de 27.10.2006, caberá argüição de descumprimento de preceito fundamental para solver controvérsia sobre legitimidade de lei ou ato normativo federal, estadual ou municipal, inclusive anterior à Constituição (norma pré-constitucional).


    d) ERRADO - A Legitimidade ativa é a mesma da ADI, existindo, segundo o entendimento do STF, o instituto da pertinência temática.


    e) ERRADO - A subsidiariedade da ADPF está prevista expressamente no art. 4º, § 1º, da nº 9.882/99: "a arguição não será admitida quando houver qualquer outro meio de sanar a lesividade". Segundo a jurisprudência do STF, a ADPF, como instrumento de fiscalização abstrata das normas, está submetida, cumulativamente, ao requisito da relevância constitucional da controvérsia suscitada e ao regime da subsidiariedade.




    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA A

     


ID
1840519
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

 Sobre os direitos sociais na Constituição Federal brasileira, considere:

I. O piso salarial garantido é aquele proporcional à extensão e à complexidade do trabalho.

II. A irredutibilidade do salário é garantia absoluta dos trabalhadores urbanos e rurais.

III. A garantia de salário, nunca inferior ao mínimo, não alcança aqueles que percebem remuneração variável.

IV. O prazo de prescrição da ação quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho é de cinco anos, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho.

Está correto o que consta APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • Letra (a)


    CF.88

    Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:


    I - V - piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho;

    II - VI - irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo;

    III - VII - garantia de salário, nunca inferior ao mínimo, para os que percebem remuneração variável;

    IV - XXIX - ação, quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho;

  • Gabarito Letra A

    I - CERTO: Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social
    V - piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho

    II - Não é absoluto, está sujeito à negociação coletiva
    Art. 7 VI - irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo;

    III - Art. 7 VII - garantia de salário, nunca inferior ao mínimo, para os que percebem remuneração variável

    IV - CERTO: Art. 7 XXIX - ação, quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho;

    bons estudos

  • Em relação ao item II, temos na atualidade o PPE.

    LEI Nº 13.189/2015. (Institui o Programa de Proteção ao Emprego - PPE)

    Art. 5o O acordo coletivo de trabalho específico para adesão ao PPE, celebrado entre a empresa e o sindicato de trabalhadores representativo da categoria da atividade econômica preponderante da empresa, pode reduzir em até 30% (trinta por cento) a jornada e o salário.

  • Item I - Certo.

    Item II - Errado, não é garantia absoluta, depende de negociação coletiva.

    Item III - Errado, alcança os que recebem remuneração variável.

    Item IV - Certo.

    A

  • Alguém poderia esmiuçar melhor esse item IV? Grata!

  • Com minhas palvras... (A) - Correta.

    Entendendo melhor o item IV. Ex: Uma pessoa trabalha por um determinado tempo em uma empresa, sendo ela despedida sem justo motivo, a mesma tem direito a discutir verbas salarias resultante dessa relação há 05 cinco anos, sendo que ela tem de pleitear em juizo no prazo decadencial de 02 anos. 

    Ex 02: Começou a trabalhar em 2010 foi despedida em 2015 ela tem até 2017 para brigar pelas "horas extras" trabalhadas em 2011 por exemplo..!!

    Foco! a gente consegue..

    Bons Estudos.

  • Gabarito (A)

     

    CF.88

    Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

     

    I - V - piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho;

    II - VI - irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo

    III - VII - garantia de salário, nunca inferior ao mínimo, para os que percebem remuneração variável;

    IV - XXIX - ação, quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho;

  • II - VI - irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo

    III - VII - garantia de salário, nunca inferior ao mínimo, para os que percebem remuneração variável;

  • Renato.

     

    Parabéns pelos comentários.

     

    Por vc reservar seu tempo para esclarecer as questões.

     

    Logo serás recompensado :)

     

  • VI=  IRREDUTIBILIDADE DO SALÁRIO, SALVO O DISPOSTO EM CONVENÇÃO OU ACORDO COLETIVO.

    IRREDUTIBILIDADE DO SALÁRIO ,  NÃO É GARANTIA ABSOLUTA.

     

  • Só uma pequena correção ao comentário do Vantuir Fagundes, que no restante está toda correta a meu ver. =)

         Vantuir Fagundes: Ex 02: Começou a trabalhar em 2010 foi despedida em 2015 ela tem até 2017 para brigar pelas "horas extras" trabalhadas em 2011 por exemplo..!!

    Nesse exemplo que ele deu, se ela for brigar pelas horas de 2011, ela vai ter que brigar por elas até 2016 (e não até 2017) dado o prazo prescricional de 05 anos. Se ela for brigar em 2017, ela só vai poder cobrar de 2012 em diante.

    Abraço!

  • Exatamente, Luciano C!

  • Disposições infraconstitucionais relativas à redução de salários:

     

    Lei 13.189/2015 - Institui o Programa de Proteção ao Emprego - PPE.

    Art. 5o  O acordo coletivo de trabalho específico para adesão ao PPE, celebrado entre a empresa e o sindicato de trabalhadores representativo da categoria da atividade econômica preponderante da empresa, pode reduzir em até 30% (trinta por cento) a jornada e o salário.

     

    CLT, Art. 503 - É lícita, em caso de força maior ou prejuízos devidamente comprovados, a redução geral dos salários dos empregados da empresa, proporcionalmente aos salários de cada um, não podendo, entretanto, ser superior a 25% (vinte e cinco por cento), respeitado, em qualquer caso, o salário mínimo da região.

    Parágrafo único - Cessados os efeitos decorrentes do motivo de força maior, é garantido o restabelecimento dos salários reduzidos.

     

    Lei 11.101/2005, Art. 50. Constituem meios de recuperação judicial, observada a legislação pertinente a cada caso, dentre outros:

    VIII – redução salarial, compensação de horários e redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva;

  • GABARITO LETRA A

     

    I)CERTO.Art. 7º V - piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho

     

    II)ERRADO.Art. 7º VI - irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo; 

     

    III)ERRADO.Art. 7º VII - garantia de salário, nunca inferior ao mínimo, para os que percebem remuneração variável

     

    IV)CERTO.Art. 7º  XXIX - ação, quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho;

     

    BONS ESTUDOS,GALERA.VALEEU

  • Observação sobre o item IV:

     

    o prazo prescricional de 5 anos é contado da data do ajuizamento da ação. 

     

            <----                                                ---->

      5 anos p/ trás                                2 anos p/ frente

      do ajuizamento                             da extinção do contrato

  • Gab: A

     

    Sabendo que...

    1° - Se nem o direito à vida é absoluto, quem dirá a irredutibilidade de salário!!

    2° - A garantia de salário para os que percebem remuneração variável, NÃO pode ser inferior ao mínimo.

  • Alguém me explica essa alternativa IV ?

  • I. O piso salarial garantido é aquele proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. 

    II. A irredutibilidade do salário é garantia absoluta dos trabalhadores urbanos e rurais

    III. A garantia de salário, nunca inferior ao mínimo, não alcança aqueles que percebem remuneração variável. 

    IV. O prazo de prescrição da ação quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho é de cinco anos, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho. 

    Está correto o que consta APENAS em

    a)   I e IV.

    b)  II e III.

    c)   I, III e IV.

    d)  II, III e IV.

    e)   I e II.

  • I. CERTO - CF/88, Art. 7°, inciso V.

    II. ERRADO - CF/88, Art. 7°, inciso VI.

    III. ERRADO - CF/88, Art. 7°, inciso VII.

    IV. CERTO - CF/88, Art. 7°, inciso XXIX.

  • A irredutibilidade do salário comporta disposição em negociação coletiva.
  • O item I é correto, por traduzir o que diz o art. 7º, inciso V. Já o item II é incorreto, pois o art. 7º, VI prevê a irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo. O item III também é incorreto, vez que o art. 7º, VII prevê o direito ao salário, nunca inferior ao mínimo, justamente para os que percebem remuneração variável. Por fim, o item IV é correto, por traduzir o exato teor do art. 7º, XXIX.

    Assim, podemos assinalar a alternativa ‘a’.

    Gabarito: A.

  • A primeira assertiva está correta. É garantido aos trabalhadores piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho (art. 7º, V, CF/88).

    A segunda assertiva está errada. A irredutibilidade do salário pode ser flexibilizada mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho (art. 7º, IV, CF/88)

    A terceira assertiva está errada. A garantia de salário nunca inferior ao mínimo também alcança aqueles que percebem remuneração variável (art. 7º, VII, CF/88).

    A quarta assertiva está correta. É garantido aos trabalhadores ação, quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho.

    O gabarito é a letra A.

  • O prazo de prescrição da ação quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho é de cinco anos, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho.

  • Inicialmente, é importante mencionar que a Constituição Federal de 1988 trouxe em seu Título II os direitos e garantias fundamentais, subdividindo-os em cinco capítulos, quais sejam, direitos individuais e coletivos, direitos sociais, nacionalidade, direitos políticos e partidos políticos.

                A questão versa sobre tema constante no capítulo de Direitos Sociais, os quais constituem o segundo grupo integrador do conceito de Direitos Fundamentais, e, não só alargam a tábua de diretos fundamentais, mas também definem os próprios direitos individuais.

                Segundo J.J. Gomes Canotilho, os direitos sociais possuem as seguintes características: a) gradatividade ou gradualidade na sua realização; b) dependência financeira do orçamento público; c) tendencial liberdade de conformação pelo legislador em relação às políticas públicas a serem assumidas; d) insuscetibilidade de controle jurisdicional dos programas políticos-legislativos, a não ser quando estes se mostram em clara contradição com as normas constitucionais ou quando manifestamente desarrazoados.

                A Constituição de 1988, através do título referente aos direitos sociais, procurou agrupar conjunto de direitos voltados à proteção e segurança da garantia de emprego, proteção ao salário do trabalhador, proteção ao trabalhador, direitos referentes ao repouso do trabalho, entre outros, estabelecidos, especialmente no art. 7º, CF/88.

                A questão versa especificamente sobre esse dispositivo – art.7º, CF/88. Passemos à análise individualizada.

    I – CORRETO – Segundo o artigo 7º, V, CF/88, são direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho.

    II – ERRADO – É garantida, nos termos do artigo 7º, VI, CF/88, a irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo. Há, portanto, exceção, não sendo um direito absoluto.

    III – ERRADO – O artigo 7º, VII, CF/88 é enfático em estabelecer que há a garantia de salário, nunca inferior ao mínimo, para os que percebem remuneração variável.

    IV – CORRETO – O artigo 7º, XXIX, CF/88 estabelece que são direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social ação, quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho.

                Logo, assertiva I e IV estão corretas.

     

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA A


ID
1840522
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Sobre a categoria dos trabalhadores domésticos, em face dos direitos sociais do trabalho decorrentes do sistema da Constituição Federal brasileira considere:

I. Atendidas as condições estabelecidas em lei e observada a simplificação do cumprimento das obrigações tributárias, principais e acessórias, decorrentes da relação de trabalho e suas peculiaridades são assegurados todos os direitos sociais.

II. Têm direito à licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de cento e oitenta dias.

III. É assegurada a igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso.

IV. É assegurada a proibição de trabalho noturno, a menores de dezoito anos.

Está correto o que consta APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra E

    I -  CF Art. 7 Parágrafo único. São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV, VI, VII, VIII, X, XIII, XV, XVI, XVII, XVIII, XIX, XXI, XXII, XXIV, XXVI, XXX, XXXI e XXXIII e, atendidas as condições estabelecidas em lei e observada a simplificação do cumprimento das obrigações tributárias, principais e acessórias, decorrentes da relação de trabalho e suas peculiaridades, os previstos nos incisos I, II, III, IX, XII, XXV e XXVIII, bem como a sua integração à previdência social

    II - LC 150 Art. 25.  A empregada doméstica gestante tem direito a licença-maternidade de 120 (cento e vinte) dias, sem prejuízo do emprego e do salário, nos termos da Seção V do Capítulo III do Título III da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo

    III - Errado, embora os empregados domésticos tenha obtidos vários direitos regulamentados com o advento da Lc 150, ainda nao lhes é assegurada igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso, vide Art. 7 § único

    IV - CERTO: Lc 150 (regulamenta os empregados domésticos): Art. 1 Parágrafo único.  É vedada a contratação de menor de 18 (dezoito) anos para desempenho de trabalho doméstico, de acordo com a Convenção no 182, de 1999, da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e com o Decreto no 6.481, de 12 de junho de 2008.

    bons estudos

  • O art. 7° XXXIV diz, expressamente, IGUALDADE DE DIREITOS ENTRE O TRABALHADOR COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO PERMANENTE E O TRABALHADOR AVULSO. Gostaria de saber qual seria o erro da questão.

  • Hudson Leles, veja o que o enunciado da questão pede: "Sobre a categoria dos trabalhadores domésticos..."

    Isoladamente a alternativa III está correta, mas aos trabalhadores domésticos, como pede a questão, não é assegurada a igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso. 

  • Quando a questão menciona vínculo empregatício permanente entendo que ele se referiu ao empregado doméstico, e não ao empregado com vínculo empregatício em geral, uma vez que o enunciado menciona especificamente a categoria dos empregados domésticos. Como o colega Filipe colocou, isoladamente o item III não estaria incorreto.

  • O colega Filipe BR matou a questão! ATENÇÃO ao enunciado!!!

    Sobre a categoria dos trabalhadores domésticos, em face dos direitos sociais do trabalho decorrentes do sistema da Constituição Federal brasileira considere:

     

  • Pegadinhas do Mallandro, RÁ!

    Item I - Errado, não são assegurados todos os direitos sociais.

    Item II - Errado, a licença-gestante tem duração de 120 dias.

    Item III - Errado, pensando nas contribuições sociais, dá pra perceber que não possuem igualdade de direitos.

    Item IV - Certo.

    E

  • Existe uma incompatibilidade entre o doméstico e o avulso, de modo que, acredito eu, o trabalho doméstico não pode se dar de forma avulsa:


    DEFINIÇÃO:


    TRABALHADOR AVULSO - Avulso é aquele trabalhador eventual que oferece sua energia de trabalho, por curtos períodos de tempo, a distintos tomadores, sem se fixar especificamente a nenhum deles.


    TRABALHADOR DOMÉSTICO - LC 150, Art. 1o  Ao empregado doméstico, assim considerado aquele que presta serviços de forma contínua, subordinada, onerosa e pessoal e de finalidade não lucrativa à pessoa ou à família, no âmbito residencial destas, por mais de 2 (dois) dias por semana, aplica-se o disposto nesta Lei. 

  • o que me consola é saber que 61% das pessoas erraram junto comigo. Questão muito bem feita e cruel. :(

  • Estas questões feitas para o TRT... 99,9% não têm nem pé nem cabeça. Pior ainda é quando o próprio pessoal do TRT elabora as provas. Tome-se como exemplo a alternativa (e) dada como correta. Pelo que sei, a própria OIT proíbe o trabalho doméstico aos menores de 18 anos. E a nossa Constituição vai ao encontro deste mandamento internacional. Com base nestas informações penso que o item IV da questão: "É assegurada a proibição de trabalho noturno, a menores de 18 anos." abre a possibilidade de interpretação de que a CF/88 aceita o exercício de trabalho doméstico por parte de menor de 18 anos, desde que não seja durante o período noturno.

    Bons estudos!

  • Escorreguei numa penca de banana!


     "Sobre a categoria dos trabalhadores domésticos...". 


    Desse modo a "III" está incorreta.

  • III Está identica com o Art.7. Questão equivocada.

  • Pediria anulação!

    CF Art 7 inc XXXIV - igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso.

    Eu marquei a letra A

  • Marquei a E. E agora, José FCC?

  • Renato é o cara  \0/

  • Allison, a questão se refere aos trabalhadores domésticos e o inciso XXXIV não é direito assegurado a esse grupo de trabalhadores.

  • ART 7, XXXIV: Igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso.

     

    A questão fala sobre os direitos dos trabalhadores domésticos, então não caberia colocar nas alternativas, uma informação correta sobre outro tema. Cai como um patinho :/ 

     

  • Quer dizer que igualdade entre permanentes e avulsos não cabe aos domésticos, nem militares, nem ocupantes de cargo público??

  • Acho q trabalho noturno para empregada domestica menor de 18 anos tb e proibido...

  • Pessoal, para sair da dúvida na alternativa III, fiz uma comparação entre o doméstico "verdadeiro" (que trabalha todos os dias), com a diarista (que trabalha até 2 x por semana); desta forma, consegui ver que não existe entre os dois os mesmos direitos. 

    Obs.: Sei que não configura a definição exata do avulso, mas serviu para matar a questão. 

     

     

  • Antes da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 66/2012, os empregados domésticos tinham garantidos os seguintes direitos:

    SIDRA FLA

    - salário mínimo;

    - irredutibilidade salarial;

    - (décimo)13º;

    - repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos;

    - aviso prévio;

    - férias de 30 dias + 1/3;

    - licença gestante de 120 dias, sem prejuízo do emprego e dos salários e licença paternidade

    - aposentadoria - integração à Previdência Social

     

    Novos direitos:

    Assim, somados aos direitos já tratados anteriormente, os domésticos passaram a ser beneficiados por:

    a) garantia de salário, nunca inferior ao mínimo, para os que percebem remuneração variável;

    b)  proteção do salário na forma da lei, constituindo crime sua retenção dolosa;;

    c)  duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho;

    d) remuneração do serviço extraordinário superior, no mínimo, em 50% à do normal;

    e) redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança;

    f)  reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho;

    g) proibição de diferença de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil;

    h) proibição de qualquer discriminação no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador portador de deficiência;

    i)  proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de quatorze anos;

    j) relação de emprego protegida contra despedida arbitrária ou sem justa causa, nos termos de lei complementar, que preverá indenização compensatória;

    l)  seguro-desemprego, em caso de desemprego involuntário e FGTS;

    m) remuneração do trabalho noturno superior à do diurno;

    n) salário-família pago em razão do dependente do trabalhador de baixa renda nos termos da lei;

    o) assistência gratuita aos filhos e dependentes desde o nascimento até 5 (cinco) anos de idade em creches e pré-escolas;

    p) seguro contra acidentes de trabalho (SAT), a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa;

     

    Não foram estendidos aos domésticos:

    1- jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos interruptos de revezamento;

    2- proteção do mercado de trabalho da mulher, mediantes incentivos específicos

    3- adicional de penosidade, insalubridade e periculosidade

    4- piso salarial a extensão do trabalho

    5- participação nos lucros, ou resultados, desvinculada da remuneração, e, excepcionalmente, participação na gestão da empresa, conforme definido em lei;

    6- proteção em face da automação, na forma da lei;

    7- proibição de distinção entre trabalho manual, técnico e intelectual ou entre os profissionais respectivos;

    8-igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso

     

  • PENSO QUE É PORQUE A III ASSERTIVA TRATA DE UMA HIPÓTESE CONSTITUCIONAL QUE NÃO ABRANGE O ROL DE DIREITOS DO DOMÉSTICO, JÁ QUE SÃO TRABALHADORES COM O ROL DE ABRANGÊNCIA MUITO MAIOR QUE DO DOMÉSTICO.

    POR ISSO DÁ IMPORTÂNCIA DE RESPONDER CONFORME ENUNCIADO. " Sobre a categoria dos trabalhadores domésticos"

    VACILEI, MAS PERCEBI O ERRO.

  • Questão idiota, que não afere conhecimento algum. Como se falar de avulso dentro do contexto do doméstico? TRABALHADOR AVULSO é aquele que trabalha nos portos, cuja prestação de serviço é intermediada pelo OGMO; por sua vez, TRABALHADOR DOMÉSTICO, na inteligência do art. 1o da LC 150, é aquele que presta serviços de forma contínua, subordinada, onerosa e pessoal e de finalidade não lucrativa à pessoa ou à família, no âmbito residencial destas, por mais de 2 (dois) dias por semana. Fala sério.......

  • Arlei sua definicao de avulso está muito restrita. O avulso não é apenas o trabalhador portuário:

    Trabalho avulso: é o eventual com uma característica especifica – seu trabalho é intermediado pelo sindicato da categoria (trabalhador não portuário) ou OGMO (trabalhador portuário). O trabalhador não portuário não precisa ser sindicalizado (CF veda a associação compulsória).

  • Pelo que percebi, a maioria escorregou porque não se ateve à peculiaridade da questão (empregada(o) doméstica(o)).

    LC 150

    Art. 7o  Durante a vigência dos contratos previstos nos incisos I e II do art. 4o, o empregado não poderá se desligar do contrato sem justa causa, sob pena de ser obrigado a indenizar o empregador dos prejuízos que desse fato lhe resultarem. 

    Parágrafo único.  A indenização não poderá exceder aquela a que teria direito o empregado em idênticas condições. 

    Art. 4o  É facultada a contratação, por prazo determinado, do empregado doméstico: 

    I - mediante contrato de experiência; 

    II - para atender necessidades familiares de natureza transitória e para substituição temporária de empregado doméstico com contrato de trabalho interrompido ou suspenso. 

    Lembrando que o prazo de trabalho do trabalhador avulso é temporário/determinado.

    Exemplo de trabalhador avulso: estivador.

  • lembrar que doméstico nao tem direito a periculosidade e insalubridade

     

    jornada de 6 horas ininterruptas de revezamento tmb nao tem direito.

  • Alternativa E

     

    I - Não são assegurados todos os direitos sociais (art. 7º, parágrafo único, CF);

    II - Tem direito à licença gestante, mas é de 120 dias (art. 7º, XVIII, CF);

    III - Não é assegurada a igualdade de direitos entre trabalhador com vínculo permanente e trabalhador avulso ( art. 7º, XXXIV e parágrafo único, CF);

    IV - É assegurada a proibição de trabalho noturno a menor de 18 anos (art.7º, XXXIII e parágrafo único, CF).

     

  • pois é... a FCC sempre faz isso gente.

    Coloca uma assertiva correta, perfeita... mas sem contexto com o enunciado.

     

  • Emenda 72 de 2013 incluiu diversas garantias ao trabalhador doméstico, inclusive o inciso XXXIII do art 7º, que veda a proibição de trabalho noturno aos menos de 18. Estendeu essa garantia aos domésticos.

    Parágrafo único. São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV, VI, VII, VIII, X, XIII, XV, XVI, XVII, XVIII, XIX, XXI, XXII, XXIV, XXVI, XXX, XXXI e XXXIII e, atendidas as condições estabelecidas em lei e observada a simplificação do cumprimento das obrigações tributárias, principais e acessórias, decorrentes da relação de trabalho e suas peculiaridades, os previstos nos incisos I, II, III, IX, XII, XXV e XXVIII, bem como a sua integração à previdência social." (NR

  • Essa questão está ERRADA .

     

    ATENÇAO

    O ITEM III ESTÁ CORRETO. Verifiquem CF

  • A igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso é um direito social previsto na CF. Todavia, conforme o parágrafo único do art. 6º, NÃO se aplica aos empregados domésticos. Logo, letra e (correta).

  • questão maldosa...

  • NÃO SÃO DIREITOS SOCIAIS ASSEGURADOS AOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS:

    MNEMÔNICOZINHO PARA AJUDAR: PI-PAR A JO-I-A PRO PROI-PRO: 

    1- PISO SALARIAL;

    2- PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS;

    3- AÇÃO QUANTO AOS CRÉDITOS RESULTANTES DAS RELAÇÕES DE TRABALHO;

    4- JORNADA DE SEIS HORAS ININTERUPTAS;

    5- IGUALDADE DE DIREITO ENTRE O TRABALHADOR PERMANENTE E O AVULSO;

    6- ADICIONAL DE REMUNERAÇÃO PARA TRABALHO PENOSO, PERIGOSO E INSALUBRE;

    7- PROTEÇÃO DE TRABALHO DA MULHER;

    8- PROIBIÇÃO DE DISTINÇÃO ENTRE OS TRABALHO MANUAL, TÉCNICO E INTELECTUAL;

    9- PROTEÇÃO EM FACE DA AUTOMAÇÃO.

    FOCO E DETERMINAÇÃO.

  • Trabalhador avulso é aquele cuja relação de trabalho (e não de emprego) é intermediada pelo órgão gestor de mão de obra - OGMO (Lei 12.815 - avulso portuário) ou pelo sindicato (Lei 12.023 - avulso não portuário que trabalha na movimentação de mercadorias). Não há doméstico avulso. O doméstico é apenas aquele com vínculo empregatício permanente, conforme art. 1o da LC 150.

     

    Com base nessa informação, é possível concluir pela incorreção do item III pois, se não há doméstico avulso, não há como igualar o doméstico avulso ao doméstico com vínculo empregatício permanente.

  • O q. não se aplica aos domésticos:  Adicionais 5P Jornada Ininterrupta 6hs e Igualdade VEP e Avulso. O inciso XXIX do art.7º foi regulamentado pelo art.43 da LC 150/15.

  • Questão extremamente maliciosa e maldosa, péssima!

  • É só pensarmos assim: Existe trabalhador doméstico avulso? Com a emenda constitucional 72/2013 o empregado doméstico passou a ter os direitos dos empregados normais que lhe são correlatos. Apenas dos que lhe são correlatos. O trabalho doméstico é sem fins lucrativos, por isso não há que se falar em participação nos lucros, por exemplo, direito esse só estendido ao empregados.

  • A lei 150 (das domésticas) veda o exercício da profissão por menores de 18 anos. 

  • Típica questão em que, se você errar na prova, te dará vontade de esmurrar a parede.

    No meu caso, não li o enunciado e errei. Estava no automático, acho que é hora de dar uns 20 minutos de descanso

  • Acredito que quando o examinador elaborou essa questão estava de mal com a vida. =(

     

  • Questão extremamente maldosa. Realmente não existe doméstico avulso então não pode haver esse direito social por lógica. A banca não tá de brincadeira. Temos que estar muito ligados.

  • A questão ná é maldosa , é muito pior. É a questão que, inexplicavelmente,quer derrubar e eliminar o candidato que mais estudou pq até no enunciado cita-se a Constituição, dando mais do que a entender que era pra ser marcado o prazo da constituição de 180 dias e não o de 120 dias. 

  • Comemorem com uma questão dessas em sua prova, pois os desatentos cairão.

  • Não ler o enunciado com atenção, toma na tarraqueta!

  • Não li o enunciado direito, errei. Na prova espero que não aconteça...

  • Fundamentar a questão com amparo na LC 150 é raso e incorreto. A LC proíbe o trabalho ao menor, o que por si só inviabiliza o trabalho noturno. O fundamento é o inciso XXXIII do art. 7o, até mesmo porque a proibição do trabalho do menor como doméstico só veio após a publicação da LC 150, a qual foi posterior à EC 72.

    Ressalto isso pois alguns colegas fundamentam a questão sem observar o que pede o enunciado. Enfatizo: a LC não faz referência à proibição de trabalho noturno, simplesmente proíbe trabalho ao menor de 18 anos. 

  • A questão faz afirmações relacionadas à categoria dos trabalhadores domésticos, em face dos direitos sociais do trabalho decorrentes do sistema da Constituição Federal. Analisemos as assertivas:

    Assertiva “I": está incorreta. Conforme art. 7º, parágrafo único, com redação advinda da EC 72/2013, há uma delimitação específica dos direitos sociais assegurados. Nesse sentido: “São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV, VI, VII, VIII, X, XIII, XV, XVI, XVII, XVIII, XIX, XXI, XXII, XXIV, XXVI, XXX, XXXI e XXXIII e, atendidas as condições estabelecidas em lei e observada a simplificação do cumprimento das obrigações tributárias, principais e acessórias, decorrentes da relação de trabalho e suas peculiaridades, os previstos nos incisos I, II, III, IX, XII, XXV e XXVIII, bem como a sua integração à previdência social".   

    Assertiva “II": está incorreta. Conforme art. 7º, CF/88 – “São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: XVIII - licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de cento e vinte dias".

    Assertiva “III": está incorreta. Embora o art. 7º, XXXIV estabeleça “igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso" o parágrafo único do mesmo dispositivo estabelece diferença no gozo de certos direitos em relação ao trabalhador doméstico.

    Assertiva “IV": está correta. Conforme art. 7º, CF/88 – “São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: [...] XXXIII - proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de quatorze anos". 

    Portanto, está correta somente a assertiva “IV".

    Gabarito: letra e.


  • ESTUDA O QUE DOMESTICOS NAO TEM DIREITO. 

    No intem I "TODOS" os direitos vc já fica em alerta, quando a questão generaliza; (errada)

    No item II tem que saber que é 120 dias. Concursos adoram prazos. TEM QUE SABER; (errada)

    No item III lembra que o rol dos direitos sociais fala sobre certos ganho de lucros decorrentes da empresa. Trabalhador domestico vai ganhar em cima de que? (errada)

    No item IV ta super certo. Menores de 18 nao pode trabalhos insalubres,periculosidade e noturnos; (certo)

    Prof.Ricardo Vale faz valer a pena o investimento! Força e não desistir.

     

  • Quem escorregou na casca da banana poe o dedo aqui!

  • cabe recusrso nesse carai 

  • II - Licença gestante é de 120 dias 

     

    III - Os empregados domésticos, por exemplo, ainda não dispõem de muitos direitos, apesar dos avanços

  • Direitos sociais não estendidos aos domésticos e respectivas lógicas (tiradas da minha cabeça rsrs):

     

        - Piso salarial

        - Participação nos lucros e resultados (o trabalho não pode ter fins lucrativos, não há que se falar em dividir lucro com o doméstico)

        - 6h por dia em turnos ininterruptos de revezamento (pra que vou pedir pro doméstico vir arrumar minha casa à noite? Quero é dormir)

        - Proteção ao mercado de trabalho da mulher (pra que proteger mercado de trabalho da mulher se nunca vi um homem como empregado doméstico? Pensamento TOTALMENTE MACHISTA, mas isso a gente guarda pra gente. Vamos lembrar que é só pra acertar a questão na hora da prova!!! rsrs)

        - Prescrição quinzenal e bienal (aqui é só uma sacanagem com o doméstico =/)

        - Proibição de distinção entre trabalho manual, técnico e intelectual (empregado doméstico só faz trabalho manual)

        - Igualdade entre empregados e avulso (não faz sentido assegurar esse direito ao empregado doméstico)

     

    Repito, é mais ou menos essa a lógica que levo na hora de responder as questões. Não tem nenhuma explicação doutrinária nem nada disso. E não levem a sério a "explicação" da proteção do mercado de trabalho da mulher, não me julguem (não penso assim rsrs)

     

    Bons estudos!!!

  • Questão estúpida, que mostra o quão mau caráter pode ser um do canalhas que elaboram provas. Feita simplesmente para induzir ao erro. Sem coerência alguma. Não há que se falar em trabalhador avulso em relação de trabalho doméstico, então para que colocar "igualdade de direitos entre trabalhador com vínculo empregatício permanente e trabalhador avulso"? O único intuito disso é fazer o candidato errar, tendo em vista que de fato há essa igualdade. Uma questão dessa não serve para avaliar nenhum tipo de conhecimento ou raciocínio lógico. Só serve para saber o nível de paranoia em relação à canalhice do examinador que o candidato precisa ter para acertar uma desgraça dessas.

  • GABARITO: LETRA "E" de ERREI!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Eu imaginava que o trabalhador doméstico não entraria com AVULSO.

  • É melhor memorizar os direitos que NÃO são extensíveis aos domésticos, veja:

    Bizu: PROIBIÇÃO À JORNADA INSALUBRE É IGUAL À PIPA PRO AUTO

    1) Proibição de diferença de trabalho manual, técnico e intelectual

    2) Jornada de 6H

    3) Adicional de INSALUBRIDADE - periculosidade - atividade penosa

    4) Igualdade entre trabalhador permanente e avulso

    5) PI - PIso salarial proporcional à extensão

    6) PA - Participação nos lucros da empresa

    7) PRO - Proteção ao mercado de trabalho da mulher

    8) Proteção em face da automação

  • NÃO TEM DIREITO (O RESTO OS DOMÉSTICOS TÊM DIREITO, PORTANTO) => JAPAPI 3P

    Jornada 6 h 

    Ação judicial

    Piso

    Adicional insalubridade, periculosidade

    Participação lucros

    Igualdade entre trab permanente e avulso

    3P:

    Proteção em face da automação

    Proteção mercado de trabalho da mulher

    Proibição trabalho técnico manual

  • A questão é pra TRT, pessoal. Vai ser bem específica mesmo. É o mesmo caso de questão que pergunte o número de deputados Estaduais ou de Vereadores pra uma prova de Assembleia Legislativa ou Câmara Municipal. É uma coisa específica que, geralmente, só vai cair numa prova para um órgão que tenha relação com a matéria tratada.

  • Pensei como o Fábio. Se tivesse a opção "todas estão incorretas", eu marcaria. Bom, se o  trabalho doméstico é vedado aos menores de 18 anos (vide comentário do Renato, também), como pode haver uma afirmativa dizendo que o trabalho noturno é proibidio aos menores de 18 anos? Se o trabalho em si já é proibido? Estranho.

  • I. Atendidas as condições estabelecidas em lei e observada a simplificação do cumprimento das obrigações tributárias, principais e acessórias, decorrentes da relação de trabalho e suas peculiaridades são assegurados todos os direitos sociais. 

    II. Têm direito à licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de cento e oitenta dias. 

    III. É assegurada a igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso. 

    IV. É assegurada a proibição de trabalho noturno, a menores de dezoito anos. 

    Está correto o que consta APENAS em

    a)  III e IV.

    b)  I, II e IV.

    c)   II e III.

    d)  I e II.

    e)   IV.

  • GABARITO E

    Direitos NÃO assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos pela CF/88: (Art. 7º CF/88)

    V - piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho;

    XI - participação nos lucros, ou resultados, desvinculada da remuneração, e, excepcionalmente, participação na gestão da empresa,

    conforme definido em lei;

    XIV - jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento, salvo negociação coletiva;

    XX - proteção do mercado de trabalho da mulher, mediante incentivos específicos, nos termos da lei;

    XXIII - adicional de remuneração para as atividades penosas, insalubres ou perigosas, na forma da lei;

    XXVII - proteção em face da automação, na forma da lei;

    XXIX - ação, quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho;

    XXXII - proibição de distinção entre trabalho manual, técnico e intelectual ou entre os profissionais respectivos

    XXXIV - igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso

    bons estudos

  • que questão sem pé nem cabeça.

  • I. Atendidas as condições estabelecidas em lei e observada a simplificação do cumprimento das obrigações tributárias, principais e acessórias, decorrentes da relação de trabalho e suas peculiaridades são assegurados os direitos sociais previstos nos incisos I, II, III, IX, XII, XXV e XXVIII bem como sua integração previdência social. - NÃO SÃO TODOS, COMO DIZ A ASSERTIVA;

    II. Têm direito à licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de cento e vinte dias. - NÃO SÃO 180 DIAS;

    III. É assegurada a igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso. - ERRADA, ESSE DIREITO NÃO FOI ASSEGURADO AOS DOMÉSTICOS;

    IV. É assegurada a proibição de trabalho noturno, a menores de dezoito anos.- CERTA

  • salario familia nao integra beneficio para o empregado domestico

  • Não fosse sua parte final – que afirma serem todos os direitos sociais assegurados aos domésticos – o item I estaria inteiramente correto. Afinal, sabemos que existem alguns direitos que não são aplicáveis a essa categoria de trabalhadores (art. 7º, parágrafo único, CF/88).

    Da mesma forma que as trabalhadoras em geral, as empregadas domésticas, quando grávidas, também possuem o direito licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário. Sua a duração, contudo, não será de 180 dias, mas de 120 dias (art. 7º, parágrafo único e inciso XVIII CF/88), sendo este o erro apresentado pelo item II.

    Incorreto o item III. Não é assegurado aos domésticos igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso (art. 7º, parágrafo único e inciso XXXIV CF/88).

    O item IV está inteiramente correto. A proteção conferida pelo texto constitucional aos menores de 18 anos contra o trabalho noturno, perigoso ou insalubre é absoluta, não havendo exceção quanto à natureza da atividade desempenhada (art. 7º, parágrafo único e inciso XXXII CF/88). 

    Analisados todos os itens, podemos concluir ser a letra ‘e’ a nossa resposta. 

    Gabarito: E

  • o cara que fez essa questão, tomara que a mulher dele coloque um chifre bem grande nele.

  • O artigo 7 da carta magna elenca, em seus 34 incisos, direitos sociais atribuídos aos trabalhadores urbanos e rurais. No entanto, há alguns desses direitos que não se aplicam aos empregados domésticos. O rol de direitos que não são extensíveis aos empregados domésticos são muito menores e, por sua vez, acabam tendo melhor custo-benefício para decorá- los.

    Gabarito: E

  • A primeira assertiva está errada. Nem todos os direitos sociais são assegurados aos trabalhadores domésticos. Por exemplo, não há é assegurado aos trabalhadores domésticos o piso salarial ou a jornada de 6 horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento

    A segunda assertiva está errada. A licença à gestante tem a duração de 120 dias.

    A terceira assertiva está errada. A igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso não é um direito social dos trabalhadores domésticos.

    A quarta assertiva está correta. De fato, é proibido o trabalho noturno, perigoso ou insalubre aos menores de 18 anos.

    O gabarito é a letra E.


ID
1840525
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A instituição de eventual Juizado Especial Trabalhista deveria ser precedida de lei sobre cuja competência é correto afirmar-se que

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra C

    Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

    I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho


    C = Comercial
    A = Agrário
    P = Penal
    A = Aeronáutico
    C = Civil
    E = Eleitoral
    T = Trabalho
    E = Espacial
    de
    P = Processual
    M = Marítimo

    bons estudos

  • Letra (c)


    Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

    I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho

    II - desapropriação


    C - Comercial
    A - Agrário
    P - Penal
    A - Aeronáutico
    C - Civil
    E - Eleitoral
    T - Trabalho
    E - Espacial
    De - Desapropriação
    P - Processual
    M - Marítimo

  • Complementando:





    Não confundir com a competência para legislar sobre juizados de pequenas causas, esta sim é concorrente entre União, Estados e o DF (art. 24, X, CF/88).

  • Considero a alternativa C incorreta, porque os Estados poderão legislar sobre direito processual e do trabalho, desde que exista lei complementar que os autorize. Dessa forma, a União não seria a única poder legislar sobre tais matérias.Tal entendimento encontra-se no parágrafo único do art. 22 da Constituição:

    Parágrafo único. Lei complementar poderá autorizar os Estados  a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas neste artigo.  
  • Alguém pode me explicar por que não se aplica o Art. 24, X CF? Estados e Distrito Federal podem instituir Juizados Especiais Civis e Criminais, Juizados de Violências Doméstica e Familiar Contra Mulher, Juizados da Fazenda Pública. Por que não poderiam instituir também Juizados Especiais Trabalhistas?

    Se alguém puder ajudar, fico agradecido!

    Obrigado.

  • Mateus, é simples.

    Não pode aplicar porque não está expresso. Se o Constituinte originário quisesse dar a legislação concorrente à União, aos Estados e ao DF teria incluído Juizados Especiais Trabalhistas no inc. X do art. 24 da nossa Carta Magna.

    Bons estudos.


  • Complementando:


    A natureza jurídica dos juizados é de norma PROCESSUAL.


    Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

    I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho.


  • Sinceramente, não concordo com aqueles que embasaram a resposta com a afirmação de que compete privativamente à União legislar sobre Direito do Trabalho. Ora, a CF/88 preconiza que a competência é concorrente no que se refere aos Juizados de Pequenas Causas. E, aqui, com toda vênia, está inserido o Juizado Especial Trabalhista. Ademais, conforme o colega André mencionou, existe a possibilidade de, por meio de lei complementar, haver a delegação para os estados-membros ou DF, que, mais uma vez, deixa a assertiva "C" incorreta.

  • A competência para legislar "criando" ("precedida de lei" como consta no enunciado da questão) o Juizado Especial é privativa da União como, por exemplo, Lei 9.099/95 e Lei 10.259/01. Depois de criado o Juizado, a competencia é concorrente para criação, funcionamento e processo do juizado de pequenas causas. O termo "criação" utilizada no art. 24, X da CF refere-se ao aspecto "administrativo/operacional" da criação, pois no caso do juizado especial de âmbito estadual as despesas orçamentárias são suportadas pelo Estado-Membro.

  • Creio que existem duas alternativas corretas, sendo elas: "A" e a "C"

    A alternativa C já foi explicada pelo colega Renato.

    Já a alternativa A diz exatamente o que está na C.F/88. Vejamos:


    (ALTERNATIVA) A) seria concorrente entre a União, os Estados e o Distrito Federal, competentes para legislar sobre procedimentos em matéria processual.


    CONSTITUIÇÃO FEDERAL:

    Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

    XI - procedimentos em matéria processual;


    Questão similar aplicada na prova AGEPEN-DF:

    Ano: 2015 Banca: FUNIVERSA Órgão: SEAP-DF Prova: Agente de Atividades Penitenciárias


    Compete à União, aos estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente acerca de procedimentos em matéria processual.

    GABARITO: CORRETO.


    E agora, José?

    Se eu estiver errado, por favor me corrijam.

  • De maneira bem simples:

    decoro as competências concorrentes (TRI FI PEN EC UR)


    -Tributário;

    -Financeiro;

    -Penitenciário;

    -Econômico;

    -Urbanístico


    O restante sei que é matéria privativa da União.

  • Justiça do Trabalho = União!! Nada de estados

  • Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

    I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho

    Direitos terminados em L + trabalho  e.... mais terra (agrário), ar (espacial e aeronautico) e água (marítimo) é a União que legisla!

  • A competência concorrente da União, dos Estados e do DF em matéria de procedimento processual e criação, funcionamento e processo de juizado de pequenas causas, em nenhuma hipótese se presta para aferir competência legislativa sobre organização judiciária da Justiça Trabalhista, que é uma justiça especializada federal.

  • Resposta da Banca sobre os recursos:

    "O candidato confunde legislar sobre procedimento e sobre direito processual. A instituição de Juizado Especial Trabalhista é matéria de direito processual do trabalho; ademais, trata-se de tema afeto com exclusividade à legislação federal por se tratar de organização da Justiça do Trabalho, tema ao qual não cabe competência derivada alguma aos Estados. A questão está, portanto, correta, bem como o respectivo gabarito, nada havendo a ser alterado. RECURSO IMPROCEDENTE"

  • Por que a Letra A ta errada ??? algupem explica ?

    Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

     

    XI - procedimentos em matéria processual;

  • Daniel Lucas,

    Sobre sua dúvida é o seguinte: PROCEDIMENTO EM MATERIA PROCESSUAL (concorrente) é diferente de MATÉRIA PROCESSUAL (privativa).

    As questões neste sentido são explícitas dizendo "procedimento em matéria processual"..

  • capacete de pm

  • d)

    a União apenas pode legislar sobre normas gerais do Juizado, remanescendo a competência residual dos Estados.= competencia concorrente

     

    lembrar que se uma lei estadual no caso contrariar a lei estadual, esta ultima será suspensa naquilo que contrariar a lei federal

  • o problema da 'C'  é falar a palavra 'única' , pois além da União poder delegar as comp. privativas , não é somente isto!

  • Constituição Federal

    Art. 98. A União, no Distrito Federal e nos Territórios, e os Estados criarão:

    I - juizados especiais, providos por juízes togados, ou togados e leigos, competentes para a conciliação, o julgamento e a execução de causas cíveis de menor complexidade e infrações penais de menor potencial ofensivo, mediante os procedimentos oral e sumariíssimo, permitidos, nas hipóteses previstas em lei, a transação e o julgamento de recursos por turmas de juízes de primeiro grau;

  • Vamos lá, pessoal! A questão é muito maldosa e envolve vários pontos da Constituição. Por isso, vale a uma análise minuciosa dela!

    As seguintes premissas são verdadeiras:

    1º)  É competência concorrente da União, dos Estados e do DF legislar sobre (art. 24):

    X - criação, funcionamento e processo do juizado de pequenas causas;

    XI - procedimentos em matéria processual;


    2º)  A União, no Distrito Federal e nos Territórios, e os Estados criarão juizados especiais competentes para a conciliação, o julgamento e a execução de causas cíveis de menor complexidade e infrações penais de menor potencial ofensivo. (art. 98, I)

     

    3º) O juizado de pequenas causas citado no art. 24, X e o juizado especial do art. 98, I são a mesma coisa.
    Veja o que diz Alexandre Câmara: "Optou-se pela revogação pura e simples da Lei nº 7.244/1984, criando-se um só órgão jurisdicional, chamado de Juizado Especial Cível, com competência para causas cíveis de pequeno valor e de pequena complexidade. Isso faz com que os Juizados Especiais Cíveis, na forma como são regidos pela Lei nº 9.099/1995, sejam, a rigor, não só Juizados Especiais Cíveis, mas também Juizados de Pequenas Causas". (Câmara, Alexandre Freitas. Juizados Especiais Cíveis Estaduais, Federais e da Fazenda Pública: uma abordagem crítica. RJ: Lumen Juris, 2010, p. 25.)

     

    4º) Compete privativamente à União legislar sobre direito processual e sobre direito do trabalho (art. 22, I)

     

    5º) A Justiça do Trabalho pertence à União, não tendo qualquer relação com os Estados ou o DF (essa conclusão decorre de diversos artigos da CF/88 e está expresso no art. 15, c/c 1º, VI da LC 35/79 - LOMAN)

     

    Analisando essas premissas, chegamos à conclusão que, embora haja competência concorrente para criação de juizados especiais e que os Estados possam criá-los, obviamente, esses juizados se referem aos Juizados Especiais no âmbito da Justiça Estadual. Não podem, portanto, os Estados, criar Juizados Especiais Trabalhistas, visto que esses, por integrarem a Justiça do Trabalho (que pertence à União), hão de ser criados apenas por Lei Federal.

     

    Dessa forma, vamos às assertivas:

     

    a) ERRADA, pois, embora haja realmente a competência concorrente para legislar sobre "procedimentos em matéria processual", isso não é suficiente para autorizar os Estados e o DF a legislarem sobre criação de juizados especiais trabalhistas, já que esses são órgãos federais.

     

    b) ERRADA, pelo mesmo motivo da A e o "apenas" também é um erro, porque excluiu o DF.

     

    c) CERTA. De fato "seria privativa da União" e ela é a "única a poder legislar sobre direito processual e do trabalho", mas não é por essa razão que a competência para criar o Juizados Especiais Trabalhistas é privativa da união e sim porque se tratam de órgões federais.

     

    d) ERRADA. Nesse caso a União vai poder legislar totalmente sobre o assunto.

     

    e) ERRADA. A competência de criar Juizados Especiais Trabalhistas não é concorrente, não se aplicando a regra de que na ausência de lei federal os Estados teriam competência plena

  • #FCCwins

  • Há várias questões da FCC, onde você deve resolver por exclusão ou marcando a menos errada.

    Essa questão é um típico caso deste, tendo emvista todas as alternativas apresentarem erro.

    A FCC faz de propósito, para ver se nós estamos familiarizado com a forma que banca elabora ítens.

  • Sinceramente, agora fiquei um pouco confuso: indo pela mesma linha de raciocício dessa questão, a criação de juizados especiais civis também seria de competência privativa da União, já que cabe a ela legislar sobre o direito civil e o processual. Então onde se encaixaria o "X - criação, funcionamento e processo do juizado de pequenas causas" art. 24 da CF/88 ? 

  • Rodrigo Menezes, parabéns pelo comentário. Muita gente confundiu nas explicações por aqui.

  • É uma questão confusa, no entanto o que ela quer saber é quem tem competência pra legislar sobre direito processual. Trata-se de competÊncia privativa da União, segundo os moldes da CF:

     

    Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

    I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho;

     

    Vai um macete pra lembrar: CAPACETE PM

  • Sêloko cobrar uma questao dessas pra analista administrativo. O mundo vai acabar. 

  • resumindo oq o colega RODRIGO disse:

     Juizados Especiais no âmbito da Justiça Estadual apenasNão podem, portanto, os Estados, criar Juizados Especiais Trabalhistas, visto que esses, por integrarem a Justiça do Trabalho (que pertence à União), hão de ser criados apenas por Lei Federal.

    logo, letra c) seria privativa da União, única a poder legislar sobre direito processual e do trabalho.

  • No mínimo, uma questão maldosa.

  • Bela questão!!!

    Com certea derrubou uma negada!!!

    Gab C

  • "Os juizados especiais são órgãos do Poder Judiciário voltados para a solução de causas de menor complexidade, de forma mais simples, rápida e menos burocrática."

     

    Juizado Especial do Trabalho = Matéria de Direto do Trabalho e Processo do Trabalho

     

    À União compete legislar privativamente sobre Direito do Trabalho e Direito Processual

     

    À União, aos Estados e ao DF legislarão sobre PROCEDIMENTO em máteria processual de maneira concorrente (bem diferente do que legislar sobre Direito Processual propriamente dito.

     

    Gab. C

  • O comentário do Rodrigo Menezes foi o mais completo que já vi no QC. Parabéns!

  • Kellison Lima obrigado!

    Turma, a resposta da banca foi muito objetiva. Eu estava me questionando porque a A estava incorreta. No meu entendimento, como a Uniao tem competencia privativa nos assuntos de direito do trabalho e direito processual, inclusive processual do trabalho, por tabela materias de Juizado Especial Trabalhista acabam sendo privativa da UNIAO.

    Agora temas referente a Juizados especiais de pequenas causas, esses sim seriam de competencia concorrente da Uniao, Estados e DF.

    Alguem discorda?

  • sobre cuja?

     

    isso ecziste padre quevedo?

  • O Rodrigo Menezes é professor de Constitucional no RJ.  O cara é fera!

  • PELOAMOR DE JESUS CRISTO! PAREM DE TENTAR DECORAR TODOS OS INCISOS DOS 4 ARTIGOS! CHEGA A ME DAR UMA AGONIA VER ISSO! É MUITA AUTOFLAGELAÇÃO!!! 

     

    NÃO PRECISA!!!!!

     

    Ouçam os audios dos atigos 23 e 24 (MAS SÓ DO 23 E DO 24), pq aí tu vai saber que se não tava no audio é competência da UNIÃO!!!

    Experimentem ouvir 3x cada um dos audios e façam 50 questões pra testar!

    Tu chega a "ouvir" a voz da moça dentro da tua cabeça quando lê a alternativa! Nunca mais erra isso!

     

    MAS OUÇAM SÓ O 23 E O 24! Se for ouvir os 4 não adianta NADA (pq não vai conseguir fazer a exclusão), ouvindo só o 23 e o 24 tu sabe que se não "ouvir a mulher lendo contigo" é pq é competência da UNIÃO! Sério, testem pra vcs verem!

     

    Que angustia ver vcs sofrendo por algo tão simples de resolver! Nunca mais errei uma questão dessa!

     

    Link pra baixar os audios da constituição: http://bd.camara.gov.br/bd/handle/bdcamara/1708

    (E NÃI INVENTEM DE OUVIR 21 E 22, EM?? Só serve pra confundir a cabeça! O ideal é nem ler mais eles, tipo, nunca mais)

     

    Dica da @Raquel_ojaf no Instagram

  • Questão duvidosa! Competência privativa da União art. 22 parágrafo único: Lei complementar poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas neste artigo. Portanto a União não é única a poder legislar sobre direito processual e do trabalho. Diferente  de competência exclusiva que não é delegavel e nem outorgada.

  • A questão exige conhecimento relacionado à repartição constitucional de competências. Conforme a CF/88, temos que a instituição de eventual Juizado Especial Trabalhista deveria ser precedida de lei sobre cuja competência seria privativa da União, única a poder legislar sobre direito processual e do trabalho. Nesse sentido:

    Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre: I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho.

    Gabarito do professor: letra c.


  • Gab -  C

     

    Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

     

    I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho;

     

     

    GOSTOU? SE SIM, SEGUE-ME NO QC OU MANDA FEEDBACKS DOS COMENTÁRIO???OBG.

     

  • Em 07/09/2018, às 18:23:56, você respondeu a opção A.Errada!

    Em 13/07/2018, às 17:56:45, você respondeu a opção C.Certa!

    Em 06/04/2018, às 19:03:57, você respondeu a opção C.Certa!

    Em 26/09/2017, às 11:25:15, você respondeu a opção C.Certa!

     

    REVISEM!!!!

  • Justiça do Trabalho é FEDERAL. Não pode um Estado criar um Juizado federal de âmbito Estadual.

    Meu raciocínio foi esse e deu certo.


    Me corrijam se eu tiver viajado na maionese.

  • GABARITO LETRA C

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

     

    I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho;
     

  • Pegadinha...

    Juizado especial do trabalho é diferente de juizado de pequenas causas.


ID
1840528
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Sobre servidores públicos no sistema constitucional brasileiro, é INCORRETO afirmar:

Alternativas
Comentários
  • Letra (e)


    CF.88

    a) Certo. Art. 37, IV - durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação, aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego, na carreira;


    b) Certo Art. 37, VI - é garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical;

    Art. 37, VII - o direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica;


    c) Certo Art. 37, XIII - é vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público;


    d) Certo. Art. 37, XVIII - a administração fazendária e seus servidores fiscais terão, dentro de suas áreas de competência e jurisdição, precedência sobre os demais setores administrativos, na forma da lei;


    e) Gabarito. "Art. 41. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público.

  • Questão muito boa.

    Gabarito (E).

  • A incorreta é a E, pois a estabilidade se dá após 3 anos de efetivo exercício.

  • Essa E, ah se fosse! rsrrss ERRADAAAA

  •  ART 41*

    SÃO ESTÁVEIS APÓS 3 TRES ANOS DE EFETIVO EXERCÍCIO OS SERVIDORES NOMEADOS PARA CARGO DE PROVIMENTO EFETIVO EM VIRTUDE DE CONCURSO PÚBLICO.

  • Art. 41. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público.

     

    lembrar que no caso de juiz, o que será aplicado é a VITALICIEDADE, que será adquirida apos 2 anos de efetivo exercicio, ficando sua dispensa do serviço, apos esse prazo, de decisão com transito em julgado.

  • pergunTa dessa pra analista judiciário?

  • Sério FCC?? rsrrs.

  • Tres anos para adquirir a estabilidade!

  • LETRA E INCORRETA 

    CF/88

    Art. 41. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. 

  • Gabarito letra "E"

    O direito de greve é estabelecido. Porém, não foi regulamentado ainda por lei infraconstitucional.

     

  • Sério? Pra AJAA?

  • alguém exemplifica a letra C ?

  • Resposta letra E.

    A - Art. 37, IV - durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação, aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego, na carreira;

    B - Art. 37, VI - é garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical;

    C - Art. 37, XIII - é vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público;

    D - Art. 37, XVIII - a administração fazendária e seus servidores fiscais terão, dentro de suas áreas de competência e jurisdição, precedência sobre os demais setores administrativos, na forma da lei;

    E - ERRADA, pois Estabilidade = Garantia no Serviço Público = Estágio probatório de 3 anos.
    Vitaliciedade = Garantia no Cargo = Estágio probatório de 2 anos.

     

  • Nesse link você entenderá thamires 

    https://youtu.be/0yQUXMqZLsQ

  • Complementando sobre a letra C:

     

    OJ 297 da SDI 1 do TST - O art. 37, inciso XIII, da CF/1988, veda a equiparação de qualquer natureza para efeito de remuneração do pessoal do serviço público, sendo juridicamente impossível a aplicação da norma infraconstitucional prevista no art. 461 da CLT quando se pleiteia equiparação salarial entre servidores públicos, independentemente de terem sido contratados pela CLT.

     

    Súmula 455 do TST - À sociedade de economia mista não se aplica a vedação à equiparação prevista no art. 37, XIII, da CF/1988, pois, ao admitir empregados sob o regime da CLT, equipara-se a empregador privado, conforme disposto no art. 173, § 1º, II, da CF/1988.

  • DIREITO DE GREVE = LEI ESPECÍFICA = NORMA DE EFICÁCIA LIMITADA:      

     

     Ex. Lei Específica para regulamentar o Direito de Greve. Lei que regulamenta o Direito Desportivo.


    -   DEPENDE DE LEI QUE a REGULAMENTE


    -     NÃO AUTOAPLICABILIDADE


    -      POSTERGADA – DIFERIDA


    -      APLICAÇÃO      MEDIATA,  REDUZIDA, INDIRETA

  • Bah!! uma questão dessa para analista kk

  • GABARITO LETRA E

     

    CF

     

    A)CERTA.Art. 37, IV - durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação, aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego, na carreira;

     

    B)CERTA.Art. 37, VI - é garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical; 

    Art. 37, VII - o direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica;

     

    C)CERTA.Art. 37, XIII - É VEDADA a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público;

     

    D)CERTA.Art. 37, XVIII - a administração fazendária e seus servidores fiscais terão, dentro de suas áreas de competência e jurisdição, precedência sobre os demais setores administrativos, na forma da lei;

     

    E)ERRADA.Art.41.São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público.

     

    BONS ESTUDOS,GALERA.NÃO DESISTAAM!!!!! VALEEEU

  • Letra E.

     

    Servidor Efetivo ---> pode ser exonerado, de ofício ou a pedido.---> estágio probatório.

    Servidor Estável ---> exoneração somente a pedido, demissão exige processo administrativo ---> pós estágio probatório.

     

    http://ww3.lfg.com.br/public_html/article.php?story=20110613154951991

  • Quem dera né gente? rsrsrs

  • Não consegui encontrar o erro da alternativa 'A' e a letra E a estabilidade não é após três anos e isso não estar na frase.Me esclarecam por favor!

  • Você está correto Eneildo, porém a questão queria que você marcasse a assertiva INCORRETA.

  • 3 (TRÊÊÊS) ANOOOOS SEEM XINGAR O CHEFE.


    BORA!!

    GAB LETRA E

  • Esse é o tipo de questão que a banca dá pra você não zerar kkkkkkkk

  • Gab - E

     

    Lembremos do Chamado EStágio Purgatório, ou melhor, Estágio Probatório!!!!!

  • ART. 37, IV, CF : durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação, aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego, na carreira;

  • GABARITO: LETRA E

    Art. 41. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público.  

    FONTE: CF 1988


ID
1840531
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Sobre a prática de crime de responsabilidade do Presidente da República,

Alternativas
Comentários
  • Letra (c)

    CF.88

    a) Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:


    I - a existência da União; II - o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;

    III - o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais; IV - a segurança interna do País;

    V - a probidade na administração; VI - a lei orçamentária; VII - o cumprimento das leis e das decisões judiciais.


    b) Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.


    c) Certo. Art. 86, § 1º, II - nos crimes de responsabilidade, após a instauração do processo pelo Senado Federal.


    d) Art. 86, § 2º Se, decorrido o prazo de cento e oitenta dias, o julgamento não estiver concluído, cessará o afastamento do Presidente, sem prejuízo do regular prosseguimento do processo.


    e) Art. 86, § 4º O Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.

  • Sobre a alternativa "C":





    De acordo com o informativo 812 do STF (01/02/16), o Senado não está vinculado à decisão da Câmara dos Deputados, ou seja, após o juízo de admissibilidade desta, aquele irá decidir se recebe ou não a denúncia.



     É uma posição que vai de encontro ao que prega a maioria da doutrina.



    Para maiores informações:


    http://www.dizerodireito.com.br/2015/12/analise-juridica-da-decisao-do-stf-que.html

  • com essa questão do impeachment de Dilma, vai chover questões sobre crimes de responsabilidade e Presidente da República nas provas de concursos...

  • Meio vaga a questão tendo em vista que o afastamento dele pode durar 180, caso o julgamento não seja finalizado, ele retorna às suas at

  • No momento em que é instaurado o processo de julgamento pelo Snado Federal, o Presidente da República ficará suspenso de suas funções, somente retornando ao exercício da Presidência se for absolvido ou se, decorrido o prazo de cento e oitenta dias, o julgamento não tiver concluído, hipótese em que retornará ao exercício das duas funções, sem prejuízo do regular prosseguimento do processo.

    GAB LETRA C,
    confundi prosseguimento do processo com sem julgamento do mérito.

  • TIAGO COSTA sempre ajudando muito nos comentáros. Se todo mundo corrigisse cada assertiva seria maravilhoso. Obrigada!

  • Art. 86, § 4º O Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.

  • Esse processo contra a Dilma ajudou muito nos estudos. Rumo a aprovação.

  • No Direito, maioria qualificada é uma situação onde o total de votos em uma opção atinge, no mínimo, 3/5 dos votos possíveis, ou seja, 60% destes. Difere maioria absoluta dos votos, que é, no mínimo, 50% + 1 voto, dentre os votos possíveis.

     

    Esta abordagem também difere da maioria simples ou maioria relativa, pois esta computa o total de votos dos presentes, e não o total de votos possíveis. É representada por um valor numérico específico (2/3, 3/5 dos membros).

     

    Exemplos de maioria qualificada são dois terços (67% dos votos possíveis) ou três quintos (60% dos votos possíveis).

     

    Um exemplo famoso de maioria qualificada é o requisito de emenda constitucional no Brasil.

     

    Segundo a constituição federal de 1988 (atual), para aprovar uma emenda constitucional no Brasil é necessário 3/5 dos senadores e deputados em dois turnos de votação.

     

    Lembrando que a maioria qualificada de 2/3 no Brasil é o quorum usado para receber acusação do presidente, e o quorum de 3/5 também é considerado por alguns autores como maioria qualificada. Há também na CF um único quorum de 2/5: a não renovação da concessão ou permissão para o serviço de radiodifusão sonora de sons e imagens.

     

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Maioria_qualificada_(Brasil)

     

     

     

  • Galera, a resposta é letra C, blza, letra friaaa de lei..Questão tranquila! Maaas é mister salientar o que preceitoou a ADPF 378..Isso vai cair muito ainda em 2016 e em anos posteriores! Deem uma lida...
  • A FCC adota o texto de lei na maioria de suas questões, mas nessa em especial a resposta está incompleta, logo, errado o gabarito da questão.

    Vamos  a análise ítem or ítem.

     a) apenas são crimes os atos que atentem contra a existência da União, a segurança interna do País, a probidade na administração e a lei orçamentária

    .ERRADA - Art. 85 CF - São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra: I- a existência da União; II- o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação; III- o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais; IV- a segurança interna do País; V- a probidade na administrção; VI-  a lei orçamentária; VII- o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

     

     b) admitida a acusação contra o Presidente da República, por maioria absoluta da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Senado Federal

    .ERRADA Art. 86 - Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento peranto o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senaod Federal nos crimes de responsabilidade.

     

     c) o Presidente ficará suspenso de suas funções após a instauração do processo pelo Senado Federal.

    GABARITO, No entanto, o § 1ª do art 86 deixa claro: §1º O Presidente ficará suspenso de suas funções:I- nas infrações penais comuns, se recebida a a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal; II- nos crimes de responsabilidade, após a instauração do processo pelo Senado Federal.

     

     d) se, decorrido o prazo de cento e oitenta dias, o julgamento não estiver concluído, o processo será encerrado sem julgamento de mérito.

    ERRADA  ART. 86. §2.º Se, decorrido o prazo de cento e oitenta dias, o julgamento não estiver concluído, cessará o afastamento do Presidente, sem prejuízo do regular prosseguimento do processo.

     

     e) o Presidente da República, na vigência de seu mandato, só poderá ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções, por omissão própria, se resultar prejuízo às finanças públicas.

    ERRADA Art. 86 § 4.º O presidente da República, na vigência do seu mandato, NÃO poderá ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.

     

     

     

     

     

     

     

     

  • CRIME COMUM = Julgamento pelo STF

    Afastamento = Com o RECEBIMENTO da denúncia ou queixa;

     

     

    CRIME DE RESPONSABILIDADE = Julgamento pelo SENADO

    Afastamento = Com a INSTAURAÇÃO do processo.

  • GABARITO LETRA C

     

    CF

     

    A)ERRADA.Art. 85. São CRIMES DE RESPONSABILIDADE os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:

    I - a existência da União;

    II - o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;

    III - o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;

    IV - a segurança interna do País;

    V - a probidade na administração;

    VI - a lei orçamentária;

    VII - o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

     

     

    B)ERRADA.Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por DOIS TERÇOS da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.

     

     

    C)CERTA.Art. 86, § 1º, II - nos crimes de responsabilidade, após a instauração do processo pelo Senado Federal.

     

     

    D)ERRADA.Art. 86, § 2º Se, decorrido o prazo de cento e oitenta dias, o julgamento não estiver concluído, CESSARÁ o afastamento do Presidente, SEM PREJUÍZO do regular prosseguimento do processo.

     

     

    E)ERRADA.Art. 86, § 4º O Presidente da República, na vigência de seu mandato, NÃO PODE SER responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.

     

     

    BONS ESTUDOS,GALERA.NÃO DESISTAAM !!! VALEEEU

  • SEGUNDO A CF: 

    Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.

    § 1º O Presidente ficará suspenso de suas funções:

    I - nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal;

    II - nos crimes de responsabilidade, após a instauração do processo pelo Senado Federal.


    SEGUNDO A LEI 1079: 

    Art. 23. § 5º São efeitos imediatos ao decreto da acusação( CÂMARA DOS DEPUT. QUE DIZ SOBRE A PROCEDÊNCIA OU IMPROCEDÊNCIA) do Presidente da República, ou de Ministro de Estado, a suspensão do exercício das funções do acusado e da metade do subsídio ou do vencimento, até sentença final. 

    Art. 81 A declaração de procedência da acusação nos crimes de responsabilidade só poderá ser decretada pela maioria absoluta(CÂMARA DOS DEPUTADOS) da Câmara que a preferir.

    CUIDADO GALERA MOMENTOS DIFERENTES. 
    E QUÓRUNS PRECISOS. 

    DEUS SEJA LOUVADO!

  • Gabarito: Letra C

     

    ERRO DE CADA ALTERNATIVA:

     

    a) Apenas (No art. 85 da CF/88 é possível encontrar outros crimes - ROL EXEMPLIFICATIVO) são crimes os atos que atentem contra a existência da União, a segurança interna do País, a probidade na administração e a lei orçamentária.

     

     b) Admitida a acusação contra o Presidente da República, por maioria absoluta da Câmara dos Deputados (Conforme o caput do art. 86 da CF/88, o total é de DOIS TERÇOS), será ele submetido a julgamento perante o Senado Federal.

     

     c) o Presidente ficará suspenso de suas funções após a instauração do processo pelo Senado Federal.

     

     d) Se, decorrido o prazo de cento e oitenta dias, o julgamento não estiver concluído, o processo será encerrado sem julgamento de mérito ( De acordo com o Art. 86, § 2º, da CF/88, caso decorra esse prazo sem conclusão do julgamento, cessará a suspensão, SEM PREJUÍZO AO REGULAR PROSSEGUIMENTO DO PROCESSO).

     

     e) o Presidente da República, na vigência de seu mandato, só poderá ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções ( O PR não poderá ser responsabilizado por atos estranhos ao seu mandato, conforme dispõe Art. 86, § 4º, CF/88), por omissão própria, se resultar prejuízo às finanças públicas.

     

    Bons estudos.

  • Sobre a alternativa B, cuidado com as cascas de banana. Após votação de 2/3 da Câmara, o processo será passado para o Senado que fará o juízo de admissibilidade por maioria simples, só após disso o Presidente será afastado de suas funções por 180 dias. 

  • Gab. C

     

    Lembrando a todos que NÃO EXISTE quórum de 2/3 para o processamento da ação no Senado Federal. Vejam:

     

    "a instauração do processo pelo Senado se dá por deliberação da maioria simples de seus membros, a partir de parecer elaborado por Comissão Especial.[ADPF 378 MC, rel. p/ o ac. min. Roberto Barroso, j. 16-12-2015, P, DJE de 8-3-2016.]"

     

    Ademais, o afastamento do Presidente da República é automático ou precisa da instauração do processo no Senado? 

     

    Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.

    § 1º O Presidente ficará suspenso de suas funções:

    I - nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal;

    II - nos crimes de responsabilidade, após a instauração do processo pelo Senado Federal.

     

     

     

    Abraço e bons estudos.

  • OBS: Só para acrescentar que o presidente só será suspenso após a deliberação plenária da denúncia no Senado Federal!! ADPF 378 (2015).

  • AFASTA:

     

    CRIME COMUM: RECEBIDA DENUNCIA OU QUEIXA PELO STF

    RESPONSABILIDADE: APÓS INSTAURAÇÃO DO PROCESSO PELO SENADO

     

    180 DIAS NAO RESOLVER > CESSA SEM PREJUIZO DO PROCESSO

  • Gab - C

     

    Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.

     

    § 1º O Presidente ficará suspenso de suas funções:

     

    I - nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal;

     

    II - nos crimes de responsabilidade, após a instauração do processo pelo Senado Federal.

     

    § 2º Se, decorrido o prazo de cento e oitenta dias, o julgamento não estiver concluído, cessará o afastamento do Presidente, sem prejuízo do regular prosseguimento do processo.

     

    § 3º Enquanto não sobrevier sentença condenatória, nas infrações comuns, o Presidente da República não estará sujeito a prisão.

     

    § 4º O Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.

     

    GOSTOU? SE SIM, SEGUE-ME NO QC OU MANDA FEEDBACKS DOS COMENTÁRIO???OBG.

  • a) apenas são crimes os atos que atentem contra a existência da União, a segurança interna do País, a probidade na administração e a lei orçamentária. - Há outros crimes, como atentar contra decisões judiciais e leis, livre exercício dos poderes etc.

     

     b) admitida a acusação contra o Presidente da República, por maioria absoluta da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Senado Federal. - Admite-se a acusão por voto de 2/3 da Câmara dos Deputados

     

     c) o Presidente ficará suspenso de suas funções após a instauração do processo pelo Senado Federal (CERTA)

     

     d) se, decorrido o prazo de cento e oitenta dias, o julgamento não estiver concluído, o processo será encerrado sem julgamento de mérito. - Decorrido 180 dias, cessa o afastamento, mas o processo continua

     

     e) o Presidente da República, na vigência de seu mandato, só poderá ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções, por omissão própria, se resultar prejuízo às finanças públicas. - Na vigência do mandato, o presidente só será responsabilizado por atos relativos ao exercício da função; crimes alehios à função serão julgados após o término do mandato. 

  • GABARITO:C

     

    CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988

     

    Da Responsabilidade do Presidente da República

     

    Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.


    § 1º O Presidente ficará suspenso de suas funções:


    I - nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal;


    II - nos crimes de responsabilidade, após a instauração do processo pelo Senado Federal. [GABARITO]


    § 2º Se, decorrido o prazo de cento e oitenta dias, o julgamento não estiver concluído, cessará o afastamento do Presidente, sem prejuízo do regular prosseguimento do processo.


    § 3º Enquanto não sobrevier sentença condenatória, nas infrações comuns, o Presidente da República não estará sujeito a prisão.


    § 4º O Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.


     

    Crime de responsabilidade


    A rigor, não é crime, e sim a conduta ou comportamento de inteiro conteúdo político, apenas tipificado e nomeado como crime, sem que tenha essa natureza. A sanção nesse caso é substancialmente política: perda do cargo ou, eventualmente, inabilitação para exercício de cargo público e inelegibilidade para cargo político. A Lei nº 1.079/50 regula o crime de responsabilidade cometido por presidente da República, ministros de Estado e do Supremo Tribunal Federal, governadores e secretários de Estado. O crime de responsabilidade dos prefeitos e vereadores é regido pelo Decreto-Lei nº 201/67.


    A Constituição elenca como crimes de responsabilidade os atos do presidente da República que atentam contra: a própria Constituição, a existência da União; o livre exercício dos Poderes Legislativo e Judiciário, do Ministério Público e dos estados; o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais; a segurança interna do país; a probidade administrativa; a lei orçamentária; o cumprimento da lei e das decisões judiciais.

  • ó pai, manda uma assim!

  • Só vejo questões desse tipo na prova dos outros, porque na minha nunca cai kkkkkkk

  • GABARITO LETRA C

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.

     

    § 1º O Presidente ficará suspenso de suas funções:

     

    I - nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal;

    II - nos crimes de responsabilidade, após a instauração do processo pelo Senado Federal.
     

  • CRIME COMUM = Julgamento pelo STF

    Afastamento = Com o RECEBIMENTO da denúncia ou queixa;

     

     

    CRIME DE RESPONSABILIDADE = Julgamento pelo SENADO

    Afastamento = Com a INSTAURAÇÃO do processo.

    Comentário do colega Giotto Braz.

  • A questão exige conhecimento acerca da temática relacionada à responsabilização do Presidente da República. Analisemos as alternativas, com base na CF/88:

     

    Alternativa “a”: está incorreta. O art. 85 da CF/88 apresenta um rol exemplificativo (existem outras hipóteses previstas em lei – 1079/50) que vai além:

     

    Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra: I - a existência da União; II - o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação; III - o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais; IV - a segurança interna do País; V - a probidade na administração; VI - a lei orçamentária; VII - o cumprimento das leis e das decisões judiciais. Parágrafo único. Esses crimes serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas de processo e julgamento.

     

    Alternativa “b”: está incorreta. Conforme art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.

     

    Alternativa “c”: está correta. Conforme art. 86, § 1º - O Presidente ficará suspenso de suas funções: [...] II - nos crimes de responsabilidade, após a instauração do processo pelo Senado Federal.

     

    Alternativa “d”: está incorreta. Segundo art. 86, § 4º - O Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.

     

    Gabarito do professor: letra c.


ID
1840534
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Quanto ao Tribunal de Contas da União,

Alternativas
Comentários
  • Letra (b)

    CF.88

    a) Não é igual ao do STF

    Art. 73, § 2º Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão escolhidos:

    I - um terço pelo Presidente da República, com aprovação do Senado Federal, sendo dois alternadamente dentre auditores e membros do Ministério Público junto ao Tribunal, indicados em lista tríplice pelo Tribunal, segundo os critérios de antigüidade e merecimento;

    II - dois terços pelo Congresso Nacional.


    b) Certo. Art. 73, § 3° Os Ministros do Tribunal de Contas da União terão as mesmas garantias, prerrogativas, impedimentos, vencimentos e vantagens dos Ministros do Superior Tribunal de Justiça, aplicando-se-lhes, quanto à aposentadoria e pensão, as normas constantes do art. 40.


    c) Art. 73, § 4º O auditor, quando em substituição a Ministro, terá as mesmas garantias e impedimentos do titular e, quando no exercício das demais atribuições da judicatura, as de juiz de Tribunal Regional Federal.


    d) Art. 73, §2º, I - um terço pelo Presidente da República, com aprovação do Senado Federal, sendo dois alternadamente dentre auditores e membros do Ministério Público junto ao Tribunal, indicados em lista tríplice pelo Tribunal, segundo os critérios de antigüidade e merecimento;


    e) Art. 73, § 2º Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão escolhidos:
    II - dois terços pelo Congresso Nacional.


    O Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal de Contas da União serão eleitos, por seus pares, para um mandato de um ano civil, permitida a reeleição apenas por um período. A eleição ocorre, em escrutínio secreto, na última sessão ordinária do mês de dezembro, ou, no caso de vaga eventual, até a segunda sessão ordinária após a vacância.

  • Gabarito Letra B

    A) Não é a mesma regra do STF
    Art. 73, § 2º Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão escolhidos:
    I - um terço pelo Presidente da República, com aprovação do Senado Federal, sendo dois alternadamente dentre auditores e membros do Ministério Público junto ao Tribunal, indicados em lista tríplice pelo Tribunal, segundo os critérios de antigüidade e merecimento;
    II - dois terços pelo Congresso Nacional.

    B) CERTO. Art. 73, § 3° Os Ministros do Tribunal de Contas da União terão as mesmas garantias, prerrogativas, impedimentos, vencimentos e vantagens dos Ministros do Superior Tribunal de Justiça, aplicando-se-lhes, quanto à aposentadoria e pensão, as normas constantes do art. 40.

    C) Art. 73, § 4º O auditor, quando em substituição a Ministro, terá as mesmas garantias e impedimentos do titular e, quando no exercício das demais atribuições da judicatura, as de juiz de Tribunal Regional Federal.

    D) Existe a o MPjTC:
    Art. 130. Aos membros do Ministério Público junto aos Tribunais de Contas aplicam-se as disposições desta seção pertinentes a direitos, vedações e forma de investidura

    E) Errado, o TCU é órgão auxiliar do Poder Legislativo, o Tribunal de Contas da União tem seu presidente eleito pelo próprio Tribunal, em respeito à autonomia que lhe é conferida, cabendo ao CN somente a eleição de 2/3 de seus membros

    bons estudos

  • Complementando

    Art. 73. O Tribunal de Contas da União, integrado por nove Ministros (9), tem sede no Distrito Federal, quadro próprio de pessoal e jurisdição em todo o território nacional, exercendo, no que couber, as atribuições previstas no art. 96.


    § 1º Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão nomeados dentre brasileiros que satisfaçam os seguintes requisitos:


    I - mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade;


    II - idoneidade moral e reputação ilibada;


    III - notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública;


    IV - mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior.

  • a) ERRADA. Art. 73, §2º CF/88: Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão escolhidos:

    I - um terço pelo Presidente da República, com aprovação do Senado Federal, sendo dois alternadamente dentre auditores e membros do Ministério Público junto ao Tribunal, indicados em lista tríplice pelo Tribunal, segundo os critérios de antigüidade e merecimento;

    II - dois terços pelo Congresso Nacional.

    Art. 101, § Único CF/88: Os Ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal.

     

    b) CERTA. Art. 73, §3° CF/88: Os Ministros do Tribunal de Contas da União terão as mesmas garantias, prerrogativas, impedimentos, vencimentos e vantagens dos Ministros do Superior Tribunal de Justiça, aplicando-se-lhes, quanto à aposentadoria e pensão, as normas constantes do art. 40.

     

    c) ERRADA. Art. 73, §4º CF/88: O auditor, quando em substituição a Ministro, terá as mesmas garantias e impedimentos do titular e, quando no exercício das demais atribuições da judicatura, as de juiz de Tribunal Regional Federal.

     

    d) ERRADA. Art. 130. Aos membros do Ministério Público junto aos Tribunais de Contas aplicam-se as disposições desta seção pertinentes a direitos, vedações e forma de investidura

     

    e) ERRADA. Seu Presidente será eleito de acordo com seu regimento interno, sem a interferência do Congresso Nacional ou de qualquer outro Poder ou Entidade.

    “Como visto e deixando mais claro, o Tribunal de Contas, apesar de autônomo (autonomia institucional), sem nenhum vínculo de subordinação ao Legislativo, em determinadas atribuições é auxiliar desse Poder.”

    (Pedro Lenza. Direito Constitucional Esquematizado, 2015. p. 743)

  •  

    Os Ministros integrantes do TCU possuem as mesmas prerrogativas, vencimentos e vantagens dos ministros do STJ.

    Serão julgados no STF. Serão aplicadas as normas do art. 40, CF88, referentes à aposentadoria e pensão.

     

    Os conselheiros das Cortes Estaduais de Contas possuem as mesmas garantias, prerrogativas, impedimentos, vencimentos e vantagens dos Desembargadores dos Tribunais de Justiça. Serão julgados no STJ.

     

    Os auditores de contas terão as mesmas garantias e impedimentos de juiz de tribunal Regional Federal – TRF. Obs. Quando os auditores estiverem substituindo um Ministro ou Conselheiro fruirá das mesmas garantias e impedimentos que cercam o titular.

    Nathalia Masson.

  • ART 73 CF

    P3* 

    OS MINISTROS DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TERÃO AS MESMAS GARANTIAS, PRERROGATIVAS, IMPEDIMENTOS, VENCIMENTOS E VANTAGENS DOS MINISTROS DO SUPREMO TRIBUNAL DE JUATIÇA, APLICANDO -SE-LHES, QUANDO Á APOSENTADORIA E PENSÃO, AS NORMAS CONSTATANTES DO ART 40. 

  • Art. 73, § 2º Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão escolhidos: 
    I - um terço pelo Presidente da República, com aprovação do Senado Federal, sendo dois alternadamente dentre auditores e membros do Ministério Público junto ao Tribunal, indicados em lista tríplice pelo Tribunal, segundo os critérios de antigüidade e merecimento; 
    II - dois terços pelo Congresso Nacional.

     

    resumindo:

     

    3 temer

    3 senado

    3 camara

  • CF/88

    (...)

    Art.73. ...

    II- ...

    §3º Os Ministros do Tribunal de Contas da União terão as mesmas garantias, prerrogativas, impedimentos, vencimentos e vantagens dos Ministros do Superior Tribunal de Justiça, aplicando-se-lhes, quanto à aposentadoria e pensão, as normas constantes do art.40.

    (...).

  • Quanto à alternativa E: a Lei 8.443/92 é a Lei Orgânica do TCU e dispõe:

    Art. 1° Ao Tribunal de Contas da União, órgão de controle externo, compete, nos termos da Constituição Federal e na forma estabelecida nesta Lei:

    XI - eleger seu Presidente e seu Vice-Presidente, e dar-lhes posse;

  • importante:

     

    -> MINISTRO DO TCU : mesma garantas de um ministro STJ
    -> AUDITOR EM SUBSTITUIÇÃO A MINISTRO DO TCU: mesmas garantias do titular, e no exercicio judicante de um juiz do TRF

     

     

    GABARITO ''B''

  • RESPOSTA: B

     

    Comentário sobre a alternativa D:

     

    Os membros do MP junto aos Tribunais de Contas são aqueles ligados administrativamente à corte de contas, sem vínculo com o MP comum.

  • Art. 73. O Tribunal de Contas da União, integrado por nove Ministros, tem sede no Distrito Federal, quadro próprio de pessoal e jurisdição em todo o território nacional, exercendo, no que couber, as atribuições previstas no art. 96.

     

    § 1º Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão nomeados dentre brasileiros que satisfaçam os seguintes requisitos:

    I - mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade;

    II - idoneidade moral e reputação ilibada;

    III - notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública;

    IV - mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior.

     

    § 2º Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão escolhidos:

    I - um terço pelo Presidente da República, com aprovação do Senado Federal, sendo dois alternadamente dentre auditores e membros do Ministério Público junto ao Tribunal, indicados em lista tríplice pelo Tribunal, segundo os critérios de antigüidade e merecimento;

    II - dois terços pelo Congresso Nacional.

     

    § 3° Os Ministros do Tribunal de Contas da União terão as mesmas garantias, prerrogativas, impedimentos, vencimentos e vantagens dos Ministros do Superior Tribunal de Justiça, aplicando-se-lhes, quanto à aposentadoria e pensão, as normas constantes do art. 40.              (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

     

    § 4º O auditor, quando em substituição a Ministro, terá as mesmas garantias e impedimentos do titular e, quando no exercício das demais atribuições da judicatura, as de juiz de Tribunal Regional Federal.

  • O Tribunal de Contas da União tem seu presidente eleito pelo próprio Tribunal

  • Uma dica adicional sobre a alternativa "A"

     

    os ministros do STF devem ser brasileiros natos enquanto que os ministros do TCU não precisam seguir esta obrigação. 

  • Em se tratando de garantias, prerrogativas, impedimentos, vencimentos e vantagens:

     

    *Ministros do TCU = Ministros do STJ;

    *Auditores do TCU= Juízes do TRF;

    *Auditor substituindo Ministro passa a ter as mesmas garantias e impedimentos destes.


  • Ministros do TCU ------------ Ministros do STJ
    Conselheiros TCE/TCM ---- Desembargadores do TJ Estadual

     


    "Os Ministros do TCU terão as mesmas prerrogativas, garantias, impedimentos, subsídios, direitos e vantagens de Ministros do STJ. Já os Conselheiros de TCE ou TCM, de Desembargadores do TJ estadual."


    Fonte: Estratégia Concursos - Prof. Hugo Mesquita

    Fonte²: Comentario copiado da Paula T da Q586587.

     

  • A)Errada,  Art. 73, § 2º Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão escolhidos: 


    I - um terço pelo Presidente da República, com aprovação do Senado Federal, sendo dois alternadamente dentre auditores e membros do Ministério Público junto ao Tribunal, indicados em lista tríplice pelo Tribunal, segundo os critérios de antigüidade e merecimento; 


    II - dois terços pelo Congresso Nacional.



    B) Certo.  Art. 73, § 3° Os Ministros do Tribunal de Contas da União terão as mesmas garantias, prerrogativas, impedimentos, vencimentos e vantagens dos Ministros do Superior Tribunal de Justiça, aplicando-se-lhes, quanto à aposentadoria e pensão, as normas constantes do art. 40.



    C) Errada, Art. 73, § 4º O auditor, quando em substituição a Ministro, terá as mesmas garantias e impedimentos do titular e, quando no exercício das demais atribuições da judicatura, as de juiz de Tribunal Regional Federal.



    D) Errada, Art. 130. Aos membros do Ministério Público junto aos Tribunais de Contas aplicam-se as disposições desta seção pertinentes a direitos, vedações e forma de investidura



    E) Errado,  Congresso Nacional somente cabe a eleição de 2/3 dos Membros do TCU.

  • B) Certo  (Art. 73, § 3°)

    Mnemônico pra lembra o que os Ministros do TCU e do STJ têm em comum: Ve-Va-PIG (aquele desenho animado da porca rosa).

            => Ve-Va-PIGVEncimentos, VAntagens, Prerrogativas, Impedimentos e Garantias

     

    Obs.: (Art. 73, § 4°)

    O auditor,
       a) quando em substituição a Ministro, terá as mesmas garantias e impedimentos do titular.
       b) quando no exercício das demais atribuições da judicatura, as garantias e impedimentos de juiz de TRF.

     

    Se algo estiver errado, por favor me informem. Obrigado

  • GABARITO LETRA B

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 73. O Tribunal de Contas da União, integrado por nove Ministros, tem sede no Distrito Federal, quadro próprio de pessoal e jurisdição em todo o território nacional, exercendo, no que couber, as atribuições previstas no art. 96.

     

    § 3° Os Ministros do Tribunal de Contas da União terão as mesmas garantias, prerrogativas, impedimentos, vencimentos e vantagens dos Ministros do Superior Tribunal de Justiça, aplicando-se-lhes, quanto à aposentadoria e pensão, as normas constantes do art. 40.     
     

  • TCU -> 9 ministros (+35 e -65)

    PR -> escolhe 3 ministros (1/3)

    CN-> escolhe 6 ministros (2/3)

  • A questão exige conhecimento acerca da organização constitucional do Tribunal de Contas. Analisemos as alternativas:

     

    Alternativa “a”: está incorreta. Conforme art. 73, § 2º Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão escolhidos: I - um terço pelo Presidente da República, com aprovação do Senado Federal, sendo dois alternadamente dentre auditores e membros do Ministério Público junto ao Tribunal, indicados em lista tríplice pelo Tribunal, segundo os critérios de antiguidade e merecimento; II - dois terços pelo Congresso Nacional.

     

    Ademais, conforme art. 101. O Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros, escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada.

     

    Alternativa “b”: está correta. Conforme art. 73, § 3° Os Ministros do Tribunal de Contas da União terão as mesmas garantias, prerrogativas, impedimentos, vencimentos e vantagens dos Ministros do Superior Tribunal de Justiça, aplicando-se-lhes, quanto à aposentadoria e pensão, as normas constantes do art. 40. 

     

    Alternativa “c”: está incorreta. Conforme art. 73, § 4º O auditor, quando em substituição a Ministro, terá as mesmas garantias e impedimentos do titular e, quando no exercício das demais atribuições da judicatura, as de juiz de Tribunal Regional Federal.

     

    Alternativa “d”: está incorreta. Conforme art. 130. Aos membros do Ministério Público junto aos Tribunais de Contas aplicam-se as disposições desta seção pertinentes a direitos, vedações e forma de investidura.

     

    Alternativa “e”: está incorreta. Em respeito à sua autonomia (o TCU é órgão auxiliar), o Presidente e o vice-presidente do Tribunal serão eleitos por seus pares e não pelo Congresso Nacional.

     

    Gabarito do professor: letra b.


ID
1840537
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Sobre a organização da Justiça do Trabalho,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra C

    A) Art. 111-A. O Tribunal Superior do Trabalho compor-se-á de vinte e sete Ministros, escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos, nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal
    I um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício, observado o disposto no art. 94

    B) Art. 113. A lei disporá sobre a constituição, investidura, jurisdição, competência, garantias e condições de exercício dos órgãos da Justiça do Trabalho

    C) CERTO: Art. 112. A lei criará varas da Justiça do Trabalho, podendo, nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição, atribuí-la aos juízes de direito, com recurso para o respectivo Tribunal Regional do T rabalho

    D) Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar
    IV os mandados de segurança, habeas corpus e habeas data , quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição

    E) Art. 112. A lei criará varas da Justiça do Trabalho, podendo, nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição, atribuí-la aos juízes de direito, com recurso para o respectivo Tribunal Regional do T rabalho

    bons estudos

  • Gabarito letra C. Muita boa a explanação do colega Renato.

  • Art. 113. A lei disporá sobre a constituição, investidura, jurisdição, competência, garantias e condições de exercício dos órgãos da Justiça do Trabalho

     

    trt -> 30 ate 65 anos

    tst-> 35 ate 65 anos

  • "trt -> 30 ate 65 anos

    tst-> 35 ate 65 anos"

     

    Tudo a ver com essa questão, Sr. Bruno TRT!

  • LETRA C!

     

    ARTIGO 112 DA CF - A LEI CRIARÁ VARAS DA JUSTIÇA DO TRABALHO, PODENDO, NAS COMARCAS NÃO ABRANGIDAS POR SUA JURISIDIÇÃO, ATRIBUÍ-LA AOS JUÍZES DE DIREITO, COM RECURSO PARA O RESPECTIVO TRT.

  • GABARITO LETRA C

     

    CF

     

    A)ERRADA. Art. 111-A. O Tribunal Superior do Trabalho compor-se-á de vinte e sete Ministros, escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos, nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal
    I um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício, observado o disposto no art. 94.



    B)ERRADA. Art. 113. A lei disporá sobre a constituição, investidura, jurisdição, competência, garantias e condições de exercício dos órgãos da Justiça do Trabalho. 



    C)CERTA. Art. 112. A lei criará varas da Justiça do Trabalho, podendo, nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição, atribuí-la aos juízes de direito, com recurso para o respectivo Tribunal Regional do Trabalho.



    D)ERRADA. Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar
    IV os mandados de segurança, habeas corpus e habeas data , quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição



    E)ERRADA. Art. 112. A LEI criará varas da Justiça do Trabalho, podendo, nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição, atribuí-la aos juízes de direito, com recurso para o respectivo Tribunal Regional do Trabalho.

     

     

    BONS ESTUDOS,GALERA.NÃO DESISTAAAM!! VALEEEU

  • Justiça do trabalho poderá julgar os mandados de segurança, habeas corpus e habeas data , quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição;          

  • A - Errado, é observado o quinto constitucional sim.

     

    B - errada,  Art. 113. A lei disporá sobre a constituição, investidura, jurisdição, competência, garantias e condições de exercício dos órgãos da Justiça do Trabalho. 

     

    C - CERTO.

     

    D - errada, têm essa competência quando são habeas corpus e habeas data em matéria de sua competência, ou seja na competencia do trabalho.

     

    E - errada, Art. 112. A lei criará varas da Justiça do Trabalho, podendo, nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição, atribuí-la aos juízes de direito, com recurso para o respectivo Tribunal Regional do Trabalho.

     

     

    GOSTOU? SE SIM, SEGUE-ME NO QC OU MANDA FEEDBACKS DOS COMENTÁRIO???OBG.

  • a) Art. 111-A - I um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício, observado o disposto no art. 94

    b) Art. 113. A lei disporá sobre a constituição, investidura, jurisdição, competência, garantias e condições de exercício dos órgãos da Justiça do Trabalho 

    c) Art. 112. A lei criará varas da Justiça do Trabalho, podendo, nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição, atribuí-la aos juízes de direito, com recurso para o respectivo Tribunal Regional do Trabalho

    d) Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar: IV os mandados de segurança, habeas corpus e habeas data , quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição

    e) Art. 112. A lei criará varas da Justiça do Trabalho, podendo, nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição, atribuí-la aos juízes de direito, com recurso para o respectivo Tribunal Regional do Trabalho

    Gabarito: Letra C

  • GABARITO LETRA C

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 112. A lei criará varas da Justiça do Trabalho, podendo, nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição, atribuí-la aos juízes de direito, com recurso para o respectivo Tribunal Regional do Trabalho.      


ID
1840540
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Sobre a competência da Justiça do Trabalho, considere:

I. O julgamento das ações oriundas da relação de trabalho, abrangidos os entes de direito público externo e da Administração pública direta e indireta dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios é de atribuição dos Tribunais de Justiça.

II. Os conflitos de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista serão sempre julgados pelo Superior Tribunal de Justiça.

III. As ações de indenização por dano moral ou patrimonial, ainda que decorrentes da relação de trabalho, serão julgadas pela Justiça Estadual.

IV. As ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho são de competência da Justiça do Trabalho.

Está correto o que consta APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra C

    I - Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar
    I as ações oriundas da relação de trabalho, abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios

    II - Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar
    V os conflitos de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista, ressalvado o disposto no art. 102, I, o;

    III - Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar
    VI as ações de indenização por dano moral ou patrimonial, decorrentes da relação de trabalho

    IV -CERTO: Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar
    VII as ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho

    bons estudos

  • -
    art. 114, CF ::
    Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar:
     

    VII- as açoes relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores
    pelos orgãos de fiscalização das relações de trabalho;

    gabarito -> C

    #avante

  • Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar
    VII as ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho
     

  • Sobre o art. 114 , I. A ADIN MC3395 dispõe que o inciso I do art 114 não abrange as causas instauradas entre o poder público e o servidor que lhe seja vinculado por relação jurídico estatutária.

  • Súmula Vinculante 22-STF - A Justiça do Trabalho é competente para processar e julgar as ações de indenização por danos morais e patrimoniais decorrentes de acidente de trabalho propostas por empregado contra empregador, inclusive aquelas que ainda não possuíam sentença de mérito em primeiro grau quando da promulgação da Emenda Constitucional nº 45/04.

  • GABARITO LETRA C

     

    CF

     

     

    I)ERRADO.Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar
    I as ações oriundas da relação de trabalho, abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios

     

    II)ERRADO.Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar
    V os conflitos de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista, ressalvado o disposto no art. 102, I, o;

     

    III)ERRADO.Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar
    VI as ações de indenização por dano moral ou patrimonial, decorrentes da relação de trabalho

     

    IV)CERTO.Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar
    VII as ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho.

     

     

    BONS ESTUDOS,GALERA.NÃO DESISTAAAM!! VALEEEU

  • VI - as ações de indenização por dano moral ou patrimonial, decorrentes da relação de trabalho;       (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

     

    Tais como: assédio moral, acidente de trabalho, cadastramento no PIS, etc.

     

    Adendo importante:

     

    As ações que tramitam perante a justiça comum dos Estados, com sentença de mérito anterior à promulgação da EC nº de 2004, lá continuam até o trânsito em julgado e correspondente execução.

     

    As ações cujo mérito ainda não foi apreciado, hão de ser remetidas à Justiça do Trabalho, no estado em que se encontram, com total aproveitamento dos atos praticados.

     

    Posição do STF. Súmula Vinculante 22. A Justiça do Trabalho é competente para processar e julgar as ações de indenização por danos morais e patrimoniais decorrentes de acidente de trabalho propostas por empregado contra empregador, inclusive aquelas que ainda não possuíam sentença de mérito em primeiro grau quando da promulgação da Emenda Constitucional nº 45/04.

     

    Posição do TST. Súmula nº 392 do TST. DANO MORAL E MATERIAL. RELAÇÃO DE TRABALHO. COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO (redação alterada em sessão do Tribunal Pleno realizada em 27.10.2015) - Res. 200/2015, DEJT divulgado em 29.10.2015 e 03 e 04.11.2015. Nos termos do art. 114, inc. VI, da Constituição da República, a Justiça do Trabalho é competente para processar e julgar ações de indenização por dano moral e material, decorrentes da relação de trabalho, inclusive as oriundas de acidente de trabalho e doenças a ele equiparadas, ainda que propostas pelos dependentes ou sucessores do trabalhador falecido.

     

    VII - as ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho;         (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

     

    Tais como: ação anulatória de ato administrativo, mandado de segurança contra superintendente do trabalho e outros.

  • Verifica – se o conflito de competências quando dois órgãos jurisdicionais se acham competentes (conflito positivo) ou incompetentes (conflito negativo) para processar e julgar determinada demanda.

     

    Súmula nº 420 do TST. COMPETÊNCIA FUNCIONAL. CONFLITO NEGATIVO. TRT E VARA DO TRABALHO DE IDÊNTICA REGIÃO. NÃO CONFIGURAÇÃO (conversão da Orientação Jurisprudencial nº 115 da SBDI-2) - Res. 137/2005, DJ 22, 23 e 24.08.2005. Não se configura conflito de competência entre Tribunal Regional do Trabalho e Vara do Trabalho a ele vinculada. (ex-OJ nº 115 da SBDI-2  - DJ 11.08.2003). Neste caso, trata – se de questão afeita à hierarquia, devendo o órgão de hierarquia inferior cumprir a decisão do órgão de hierarquia superior.

     

    Quando o conflito envolver dois órgãos trabalhistas, este será dirigido ao Presidente do Tribunal pelo interessado: magistrado, MPT ou parte (desde que não tenha oferecido exceção de incompetência).

     

    Encaminhado o ofício ou a petição com as respectivas provas e alegações, o conflito será autuado e distribuído, podendo o relator ordenar o sobrestamento dos feitos quando o conflito for positivo, bem como solicitar informações que julgar necessárias. Após ser submetido ao MPT, o conflito será julgado na primeira sessão (Art. 809, II, CLT). No TST, o tema é disciplinado nos Arts. 201 e 208 do RITST. Nos demais Tribunais é necessária análise do regimento interno.

     

    A competência funcional para apreciar o conflito de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista será:

     

    1) do TRT respectivo --- > conflito entre Varas do Trabalho de sua jurisdição;

     

    2) do TST --- > conflito entre Varas do Trabalho de mais de um TRT, TRT e Vara do Trabalho de jurisdição de TRT distinto.

     

    Quando um conflito envolver apenas um órgão trabalhista (e órgão de outro ramo do Poder Judiciário) a competência será do STJ (Art. 105, I, “d”, CF/88) ou do STF, caso um dos envolvidos no conflito for do Tribunal Superior (Art. 102, I, “o”, CF/88).

     

    Em resumo, o conflito de competência pode ser suscitado pelos juízes e tribunais do trabalho, Ministério Público do Trabalho ou pela parte interessada. Serão resolvidos:

     

    Pelos TRT'S:

     

    --- > Vara x  Vara (Varas do Trabalho da mesma região) 

    --- > Juízes de Direito x Juízes de Direito investidos em jurisdição trabalhista (da mesma região) 

    --- > Varas Trabalhistas x Juízes de Direito investidos em jurisdição trabalhista (da mesma região);

     

    Pelo TST:  

     

    --- > TRT x TRT

    --- > Vara Trabalhista x Juiz de Direito (investido em jurisdição trabalhista e sujeitos à jurisdição de TR'S diferentes);

     

    Pelo STJ : 

     

    --- > Vara Trabalhista x Juiz de Direito (não investido em jurisdição trabalhista);

     

    Pelo STF: 

    --- > TST X Órgãos De Outro Ramo Do Judiciário.

  • Conflitos de Competência trabalhista

     

    TRT 

    varas da mesma região

    juízes de direito investidos na jurisdição trabalhista

     

    TST 

    TRTs

    varas / juízes investidos, sujeitos à jurisdição de TRTs diferentes

     

    STJ 

    vara x juiz não investido em jurisdição trabalhista 

     

    STF 

    TST (por ser superior)

  • Gab - C

     

    I - Errada,  Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar:  I as ações oriundas da relação de trabalho, abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;           

     

    II - Errada, se for um Tribunal Superior do Trabalho contra qualquer outro tribunal devemos ter em mente que a competência para o julgamento será do STF.

     

    III - Errrada, a competência será da Justiça do Trabalho.

     

    IV- Certo.

  • Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar:    

    I - Art. 114 - I as ações oriundas da relação de trabalho, abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;    

    II - Art. 114 - V os conflitos de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista, ressalvado o disposto no art. 102, I,

    III - Art. 114 - VI as ações de indenização por dano moral ou patrimonial, decorrentes da relação de trabalho;    

    IV - Art. 114 - VII as ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho;        

    Gabarito: Letra C 

  • Questão "jurisprudencialmente" Desatualizada

    STF decidiu - A natureza do ato de demissão de empregado público é constitucional-administrativa e não trabalhista, o que atrai a competência da Justiça comum para julgar a questão.

    RE 655.283 - 16/06/2021


ID
1840543
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Sobre o Ministério Público do Trabalho, considere:

I. Tem por chefe o Procurador-Geral da República, nomeado pelo Presidente da República dentre integrantes da carreira, maiores de trinta e cinco anos, após a aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal, para mandato de dois anos, permitida a recondução.

II. Suas funções jamais poderão ser exercidas por membros do Ministério Público dos Estados.

III. Seus membros concorrerão juntamente com os do Ministério Público Federal para composição do quinto constitucional no Tribunal Superior do Trabalho.

IV. A destituição do Procurador-Geral do Trabalho, por iniciativa do Presidente da República, deverá ser precedida de autorização da maioria absoluta do Senado Federal.

Está correto o que consta APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra A

    I - CERTO: O Ministério Público do Trabalho integra o Ministério Público da União.
    Art. 128 § 1º O Ministério Público da União tem por chefe o Procurador-Geral da República, nomeado pelo Presidente da República dentre integrantes da carreira, maiores de trinta e cinco anos, após a aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal, para mandato de dois anos, permitida a recondução

    II - Art. 129 § 2º As funções do Ministério Público só podem ser exercidas por integrantes da carreira, que deverão residir na comarca da respectiva lotação, salvo autorização do chefe da instituição

    III - Art. 111-A. O Tribunal Superior do Trabalho compor-se-á de vinte e sete Ministros, escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos, nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal, sendo: 

    I um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício, observado o disposto no art. 94


    IV - Art. 128 § 2º A destituição do Procurador-Geral da República (e não do trabalho), por iniciativa do Presidente da República, deverá ser precedida de autorização da maioria absoluta do Senado Federal

    bons estudos

  • Letra (a)


    A ordem é o seguinte:


    O primeiro passo é o Presidente da República indicar o nome ao Senado Federal; em seguida o candidato é sabatinado no Senado, dependendo da maioria absoluta dos votos para ser aprovado (mais da metade do total dos membros – 41 votos); finalmente o Presidente de República nomeia.


    Enfim: o PR indica; o Senado aprova por maioria absoluta; PR nomeia o novo PGR.


    Destituição: primeiro o PR tem a iniciativa de solicitar ao Senado Federal; o SF se concordar com tal solicitação aprova por maioria absoluta; por fim o Presidente da República destitui.


    CF, Art. 128. O Ministério Público abrange:

    I - o Ministério Público da União, que compreende:

    a) o Ministério Público Federal;

    b) o Ministério Público do Trabalho;

    c) o Ministério Público Militar;

    d) o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios;


    § 1º - O Ministério Público da União tem por chefe o Procurador-Geral da República, nomeado pelo Presidente da República dentre integrantes da carreira, maiores de trinta e cinco anos, após a aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal, para mandato de dois anos, permitida a recondução.


    § 2º - A destituição do Procurador-Geral da República, por iniciativa do Presidente da República, deverá ser precedida de autorização da maioria absoluta do Senado Federal.


  • A questão se refere ao Ministério Público do Trabalho e não ao Ministério Público da União.O Ministério Público do Trabalho (MPT) é o ramo do MPU que tem como atribuição fiscalizar o cumprimento da legislação trabalhista quando houver interesse público, procurando regularizar e mediar as relações entre empregados e empregadores.
    Procurador-Geral do Trabalho é o órgão/membro chefe do Ministério Público do Trabalho. Nomeado pelo Procurador-Geral da República dentre integrantes da instituição com mais de 35 anos de idade, com cinco anos na carreira, integrante de lista tríplice escolhida mediante voto plurinorninai, facultativo e secreto, pelo Colégio de Procuradores, para um mandato de dois anos, permitida uma recondução, observado o mesmo processo.

  • Ana Araújo, eu estudei que o PGT é o chefe do MPT; nomeado pelo PGR – Procurador Geral da República.


    Isso não invalida o item I?

  • Fiquei em dúvida quanto a I. O site do próprio MPT dispõe que o chefe do MPT é o PGT nomeado pelo PGR. Pesquisei, mas não encontrei fundamento p/ a questão. 

    "O Procurador-Geral do Trabalho é o órgão/membro chefe do Ministério Público do Trabalho. Nomeado pelo Procurador-Geral da República dentre integrantes da instituição com mais de 35 anos de idade, com cinco anos na carreira, integrante de lista tríplice escolhida mediante voto plurinorninai, facultativo e secreto, pelo Colégio de Procuradores, para um mandato de dois anos, permitida uma recondução, observado o mesmo processo."


    O site do MPF dispõe que o PGR é chefe do MPF e também procurador-geral Eleitoral.

    "O procurador-geral da República é o chefe do Ministério Público Federal e exerce as funções do Ministério Público junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), no Superior Tribunal de Justiça (STJ), sendo também o procurador-geral Eleitoral. O PGR deve sempre ser ouvido em todos os processos. ''


  • Carol b e Ana Sales, vide resposta dos colegas Renato e Thiago. Como o MPT faz parte do MPU, o chefe "geral" do MPT é o PGR - fundamento artigos 128 caput e parágrafo primeiro da CF.

  • Caraca, exclui o item I de cara, pq o chefe do MPT é o PGT, vide artigo 87 da LC 75. 


    Art. 87. O Procurador-Geral do Trabalho é o Chefe do Ministério Público do Trabalho.


    Mas esse discurso me convenceu, de que o MPU engloba o MPT, daí o chefe deste tb seria deste, mesmo que não tenha previsão expressa (pelo menos não achei).


    Acabei marcando apenas o item II como verdadeiro, pois imaginei haver alguma exceção, uma vez que o integrante do MP estadual também é de carreira, em que pese não fazer parte do MPU.


    Têm esse artigo que diz alguma coisa, também da LC 75.


    Art. 86. A carreira do Ministério Público do Trabalho será constituída pelos cargos de Subprocurador-Geral do Trabalho, Procurador Regional do Trabalho e Procurador do Trabalho.

     Parágrafo único. O cargo inicial da carreira é o de Procurador do Trabalho e o do último nível o de Subprocurador-Geral do Trabalho.



    Bola pra frente, que atrás vem gente!

  • vou dizer como fiz a questão : o item I dá pra saber... 

     

    Art. 128 § 1º CF O Ministério Público da União tem por chefe o Procurador-Geral da República, nomeado pelo Presidente da República dentre integrantes da carreira, maiores de trinta e cinco anos, após a aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal, para mandato de dois anos, permitida a recondução
     

    O MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO : chefe é o PGR. ( nomeado pelo PR ,+ 35 anos, maioria absoluta do SF )

     

    E o III dá pra saber que está errado :

     

    COMPOSAÇÃO DO TST

    - 27 ministros ( +35 anos - 65 anos )

    UM QUINTO : advogados e MPT ( + 10 anos de efetiva ativi. )

    DEMAIS : juizes do TRT.

     

    então..sabendo que o I tá certo e o III tá errado...já se encontra o gabarito A, sem precisar saber de todas as alternativas.

  • Mal formulada demais! Pra mim, nenhuma das assertivas está correta. O chefe do Ministério Público do Trabalho é o Procurador-Geral do Trabalho. Há determinação expressa nesse sentido. Esse subentendimento só porque o MPT integra o MPU é absurdo. Tanto que há previsão expressa de que o Procurador-Geral da República chefia tanto o Ministério Público da União e o Ministério Público Federal. Se essa dedução que banca utilizou fosse válida (de que o PGR chefia todos os ramos do MPU), pra que haveria necessidade de deixar claro que o PGR chefia o MPU e o MPF ao mesmo tempo? Bastava silenciar...

    Passível de anulação.

  • A fundamentação do item II apresentada pelo colega Renato está errada. O artigo constitucional citado não justifica o erro da questão, visto que diz somente que as funções de ministério público em geral só podem ser realizadas por membros da carreira. Assim não pode um Promotor estadual a seu bel prazer, sem autorização específica passar a atuar na justiça do trabalho. A justificativa do erro está nas diversas previsões e possibilidades que a lei autoriza ou exige a partipação do ministério público estadual na justiça do trabalho, vejamos um exemplo:

    Art. 477 (CLT) - É assegurado a todo empregado, não existindo prazo estipulado para a terminação do respectivo contrato, e quando não haja êle dado motivo para cessação das relações de trabalho, o direto de haver do empregador uma indenização, paga na base da maior remuneração que tenha percebido na mesma emprêsa. (Redação dada pela Lei nº 5.584, de 26.6.1970)

    § 1º - O pedido de demissão ou recibo de quitação de rescisão, do contrato de trabalho, firmado por empregado com mais de 1 (um) ano de serviço, só será válido quando feito com a assistência do respectivo Sindicato ou perante a autoridade do Ministério do Trabalho e Previdência Social. 

    (...)

    § 3º - Quando não existir na localidade nenhum dos órgãos previstos neste artigo, a assistência será prestada pelo Represente do Ministério Público ou, onde houver, pelo Defensor Público e, na falta ou impedimento dêste, pelo Juiz de Paz.  (Redação dada pela Lei nº 5.584, de 26.6.1970)

     

     

  • Questão muito mal formulado. Não faz muito sentido o PGR ser chefe do MPT. pois o MPT é uma instituição independente. O Procurador Geral do Trabalho não é subordinado administrativamente ao PGR, pelo menos não entendi assim com as aulas que assisti. :) Vida que segue.

  • "cabe estabelecer que, embora o procurador-geral da república seja o chefe do ministério publico da união, ele não chefia todos os ramos desse MP, pois três deles dispõem de chefia própria. com efeito, dentro os quatro ramos do MPU, somente o MPFederal é também chefiado pelo PGR. assim, o ministério publico do trabalho e o ministério publico militar têm procurador-geral próprio, nomeados pelo PGR, na forma estabelecida em lei complementar (procurador geral do trabalho e procurador-geral militar, respectivamente."

    direito constitucional descomplicado. Vicente, P; Alexandrino, M. - 14 ed- Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: MéTODO:2015. Pág 747.

    portanto Iten I errado.

  • A assertiva I está com uma redação terrível, é errada por sinal. Se falasse que o PGR é o chefe do MPU estaria correto, mas o chefe do MPT é o PGT.

    LC 75/93:

    Art. 87. O Procurador-Geral do Trabalho é o Chefe do Ministério Público do Trabalho.

    Art. 88. O Procurador-Geral do Trabalho será nomeado pelo Procurador-Geral da República, dentre integrantes da instituição, com mais de trinta e cinco anos de idade e de cinco anos na carreira, integrante de lista tríplice escolhida mediante voto plurinominal, facultativo e secreto, pelo Colégio de Procuradores para um mandato de dois anos, permitida UMA recondução, observado o mesmo processo. Caso não haja número suficiente de candidatos com mais de cinco anos na carreira, poderá concorrer à lista tríplice quem contar mais de dois anos na carreira.

    Parágrafo único. A exoneração do Procurador-Geral do Trabalho, antes do término do mandato, será proposta ao Procurador-Geral da República pelo Conselho Superior, mediante deliberação obtida com base em voto secreto de dois terços de seus integrantes.

  • Questão anulada.

  • § 1º - O Ministério Público da União tem por chefe o Procurador-Geral da República, nomeado pelo Presidente da República dentre integrantes da carreira, maiores de trinta e cinco anos, após a aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal, para mandato de dois anos, permitida a recondução.

     

    § 2º - A destituição do Procurador-Geral da República, por iniciativa do Presidente da República, deverá ser precedida de autorização da maioria absoluta do Senado Federal.

  • Quanto a I - o PGR é sim chefe do MPT
    “§ 1º – São princípios institucionais do Ministério Público a unidade, a indivisibilidade e a independência funcional.”

    UNIDADE: os integrantes do MP devem ser vistos como integrantes de uma única instituição, um único órgão, subordinados a uma única chefia, a um único Procurador-Geral.

  •  

    Questão ANULADA

     

    Essa questão tentou fazer diversos pegas com o texto da CF/88 – Funções Essenciais à Justiça – MP – Art. 128, mas é com o texto da Lei Complementar 75/1993, que respondemos esta questão.

     

    Essa questão deveria estar em Direito Processual do trabalho!

     

    I - ERRADO: PGT é o chefe do MPT

     

    Art. 87. O Procurador-Geral do Trabalho (PGT) é o Chefe do Ministério Público do Trabalho (MPT)

     

     

    II – ERRADO: O chefe da instituição pode autorizar.

     Art. 129 § 2º As funções do Ministério Público só podem ser exercidas por integrantes da carreira, que deverão residir na comarca da respectiva lotação, salvo autorização do chefe da instituição

     

    III –ERRADO: apenas membros do MPT

     

    Art. 94. São atribuições do Colégio de Procuradores do Trabalho:

            I - elaborar, mediante voto plurinominal, facultativo e secreto, a lista tríplice para a escolha do Procurador-Geral do Trabalho;

            II - elaborar, mediante voto plurinominal, facultativo e secreto, a lista sêxtupla para a composição do Tribunal Superior do Trabalho, sendo elegíveis os membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos na carreira, tendo mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade

     

    IV – ERRADO: o termo técnico e EXONERAÇÃO – Art. 88,§ú.

     Art. 128 § 2º A destituição do Procurador-Geral da República (e não do trabalho), por iniciativa do Presidente da República, deverá ser precedida de autorização da maioria absoluta do Senado Federal

     

    Aprofundando:

    Destituição de PGR: Art. 128, 2º, CF/88

    1. Iniciativa do P.R.

    2. Deverá ser precedida: Autorização M. Abs. S.F.

     

    Destituição do Corregedor do MPT: Art. 105, 3º, Lc. 75

    Antes do término do mandato:

    Quem propõe? PGT

    Propõe a quem? CSMPT

    Quorúm?2/3

     

    Exoneração do PGT: Art. 88, §ú, Lc. 75

    Antes do término do mandato:

    Quem propõe? CSMPT

    Propõe a quem? PGR

    Quorúm? 2/3

    Dica: Assistir Aula 04 DPT do GE/2017 - Prof. Marcelo Sobral

  • Questão mataaaadora, mas consegui sobreviver!!! Em virtude de parte dos comentários estarem equivocados, será realizado o comentário da questão observem: 

     

    Sobre o Ministério Público do Trabalho, considere: 

    I. Tem por chefe o Procurador-Geral da República, nomeado pelo Presidente da República dentre integrantes da carreira, maiores de trinta e cinco anos, após a aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal, para mandato de dois anos, permitida a recondução.

    Quem leu rápido marcou essa correta, rsrsrs, a palavra mágica invalidadora da questão é “República”, pois o chefe do Ministério Público do Trabalho é o Procurador-Geral do TRABALHO e NÃO o da República.

     



    II. Suas funções jamais poderão ser exercidas por membros do Ministério Público dos Estados. Erradooooooooooooooooooooooo!

    Pois, o chefe da instituição pode autorizar! Para melhor exemplificação vejamos o art. 129, parágrafo 2* da C.F:

     

    Art. 129. São funções institucionais do Ministério Público:

     

    § 2º As funções do Ministério Público só podem ser exercidas por integrantes da carreira, que deverão residir na comarca da respectiva lotação, salvo autorização do chefe da instituição

     

     

     

    III. Seus membros concorrerão juntamente com os do Ministério Público Federal para composição do quinto constitucional no Tribunal Superior do Trabalho. ERRADO!

    São APENAS membros do MPT

     

     


    IV. A destituição do Procurador-Geral do Trabalho, por iniciativa do Presidente da República, deverá ser precedida de autorização da maioria absoluta do Senado Federal. 

     

    Primeiro há uma palavra mágica invalidadora da questão, a qual é “destituição” (JÁ MARCA ERRADOO NESSE NEGÓCIO!)a fcc fez a troca de exoneração (palavra correta) por destituição o que deixa a alternativa errada. O Segundo erro é que o Procurador-Geral do Trabalho não é exonerado pelo P.R, mas sim proposto pelo CSMPT observem o art.98 abaixo:

     

     

    Art. 98. Compete ao Conselho Superior do Ministério Público do Trabalho: ; III - propor a exoneração do Procurador-Geral do Trabalho;


ID
1840546
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Sobre a competência da Justiça do Trabalho considere:

I. Frustrada a negociação coletiva, as partes poderão eleger árbitros.

II. Recusando-se qualquer das partes à negociação coletiva ou à arbitragem, é facultado às mesmas, de comum acordo, ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica.

III. A Justiça do Trabalho decidindo conflito em dissídio coletivo deverá, necessariamente, respeitar as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho, bem como as convencionadas anteriormente.

IV. Em caso de greve em atividade essencial, com possibilidade de lesão do interesse público, o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo, competindo à Justiça do Trabalho decidir o conflito.

Está correto o que consta em 

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra E

    Todas certas

    I - Art. 114 § 1º Frustrada a negociação coletiva, as partes poderão eleger árbitros.

    II - Art. 114 § 2º Recusando-se qualquer das partes à negociação coletiva ou à arbitragem, é facultado às mesmas, de comum acordo, ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica, podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito, respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho, bem como as convencionadas anteriormente.

    III - Art. 114 § 2º Recusando-se qualquer das partes à negociação coletiva ou à arbitragem, é facultado às mesmas, de comum acordo, ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica, podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito, respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho, bem como as convencionadas anteriormente.

    IV - Art. 114 § 3º Em caso de greve em atividade essencial, com possibilidade de lesão do interesse público, o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo, competindo à Justiça do Trabalho decidir o conflito


    bons estudos

  • Art. 114 § 3º Em caso de greve em atividade essencial, com possibilidade de lesão do interesse público, o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo, competindo à Justiça do Trabalho decidir o conflito

  • Confesso que o "necessariamente" provoca um certo medinho na hora de marcar.... rsrs

     

  • O dispositivo constitucional é facultado ao Juiz : "PODENDO". Ademais, as normas convencionadas não vincula o magistrado. 

    QUESTÃO CHATA

  • Sobre o item III:
    1. É tão cobrado em provas objetivas que o candidato saiba o dispositivo literalmente que fiquei temerosa com o "necessariamente". Já vi questões serem consideradas erradas por terem termos semelhantes... é um trauma que as bancas acabam causando nos concursandos... 

    2. O poder normativo da Justiça do Trabalho é limitado sim, necessariamente, ao patamar mínimo civilizatório disposto pelas normas, bem como pelo que foi convencionado anteriormente. O termo "podendo" não se relaciona com a parte final do dispositivo. Segundo Carlos Henrique Bezerra Leite (Curso de Direito Processual do Trabalho, 2015, p. 284 e 285):

    "O STF já havia firmado posição no sentido de que o poder normativo da Justiça do Trabalho não é amplo e ilimitado, tal como sugere a literalidade do § 2º do art. 114 da CF:
    RECURSO EXTRAORDINÁRIO. TRABALHISTA. DISSÍDIO COLETIVO. AUSÊNCIA DE PREVISÃO LEGAL PARA CLÁUSULAS DEFERIDAS. PODER NORMATIVO DA JUSTIÇA DO TRABALHO. LIMITES NA LEI. 1. A jurisprudência da Corte é no sentido de que as cláusulas deferidas em sentença normativa proferida em dissídio coletivo só podem ser impostas se encontrarem suporte na Lei. 2. Sempre que a Justiça do Trabalho editar regra jurídica, há de apontar a Lei que lho permitiu. Se o caso não se enquadra na classe daqueles que a especificação legal discerniu, para dentro dela se exercer a sua atividade normativa, está a Corte Especializada a exorbitar das funções constitucionalmente delimitadas. 3. A atribuição para resolver dissídios individuais e coletivos, necessariamente in concreto, de modo algum lhe dá a competência legiferante. Recurso extraordinário conhecido e provido (STF-RE 114.836- MG, 2ª T., Rel. Min. Maurício Corrêa, DJU 6-3-1998). Recursos igualmente providos, quanto à cláusula 14ª (antecipação, para junho, da primeira parcela do 13º salário), por exceder seu conteúdo à competência normativa da Justiça do Trabalho, cujas decisões, a despeito de configurarem fonte de direito objetivo, revestem o caráter de regras subsidiárias, somente suscetíveis de operar no vazio legislativo, e sujeitas à supremacia da lei formal (art. 114, § 2º, da Constituição) (STF-RE 197.911, Rel. Min. Octavio Gallotti, j. 24-9-1996, 1ª T., DJ de 7-11-1997). Sobre o tema, o TST editou a Súmula 190:
    PODER NORMATIVO DO TST. CONDIÇÕES DE TRABALHO. INCONSTITUCIONALIDADE. DECISÕES CONTRÁRIAS AO STF. Ao julgar ou homologar ação coletiva ou acordo nela havido, o Tribunal Superior do Trabalho exerce o poder normativo constitucional, não podendo
    criar ou homologar condições de trabalho que o Supremo Tribunal Federal julgue iterativamente inconstitucionais.
    " (grifei).

  • CORRETA E

    Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar:  

    I-§ 1º Frustrada a negociação coletiva, as partes poderão eleger árbitros.

    II-§ 2º Recusando-se qualquer das partes à negociação coletiva ou à arbitragem, é facultado às mesmas, de comum acordo, ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica, III-podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito, respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho, bem como as convencionadas anteriormente.             (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

    IV-§ 3º Em caso de greve em atividade essencial, com possibilidade de lesão do interesse público, o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo, competindo à Justiça do Trabalho decidir o conflito.          (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

  • I - Art.114 § 1º - Frustrada a negociação coletiva, as partes poderão eleger árbitros.

    II - Art. 114 § 2º - Recusando-se qualquer das partes à negociação coletiva ou à arbitragem, é facultado às mesmas, de comum acordo, ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica, podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito, respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho, bem como as convencionadas anteriormente.       

    III - Art. 114 § 2º - Recusando-se qualquer das partes à negociação coletiva ou à arbitragem, é facultado às mesmas, de comum acordo, ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica, podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito, respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho, bem como as convencionadas anteriormente.     

    IV - Art. 114 - § 3º Em caso de greve em atividade essencial, com possibilidade de lesão do interesse público, o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo, competindo à Justiça do Trabalho decidir o conflito.  

    Gabarito: Letra E

  • 1) Enunciado da questão

    Exige-se conhecimento acerca da competência da Justiça do Trabalho.

    2) Base constitucional

    Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar:

    § 1º Frustrada a negociação coletiva, as partes poderão eleger árbitros.

    § 2º Recusando-se qualquer das partes à negociação coletiva ou à arbitragem, é facultado às mesmas, de comum acordo, ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica, podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito, respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho, bem como as convencionadas anteriormente. 

    § 3º Em caso de greve em atividade essencial, com possibilidade de lesão do interesse público, o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo, competindo à Justiça do Trabalho decidir o conflito. 

    3) Exame dos itens e identificação da resposta

    I. CERTO. Consoante art. 114, §1º, da Constituição Federal, frustrada a negociação coletiva, as partes poderão eleger

    árbitros.

    II. CERTO. Recusando-se qualquer das partes à negociação coletiva ou à arbitragem, é facultado às mesmas, de comum acordo, ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica, podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito, respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho, bem como as convencionadas anteriormente, conforme art. 114, §2º, da CF/88.

    III. CERTO. Recusando-se qualquer das partes à negociação coletiva ou à arbitragem, é facultado às mesmas, de comum acordo, ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica, podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito, respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho, bem como as convencionadas anteriormente, conforme art. 114, §2º, da CF/88.

    IV. CERTO. Em caso de greve em atividade essencial, com possibilidade de lesão do interesse público, o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo, competindo à Justiça do Trabalho decidir o conflito, conforme art. 114, §3º, da CF/88.

    Resposta: Letra E. I, II, III e IV estão corretos.


ID
1840549
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

No curso de ação de improbidade administrativa ajuizada pela Fazenda Pública do Estado do Mato Grosso, a Autora, ao perceber a ausência do Ministério Público no feito, comunicou o Juiz. O respectivo magistrado, no entanto, não intimou o Ministério Público para intervir no processo, sob o fundamento de que o interesse público já estava devidamente representado pela Autora. Em outra ação de improbidade administrativa, o Juiz determinou que fosse processada pelo rito sumário, por ser ação simples, que não demandaria sequer provas, objetivando, assim, um procedimento mais célere. A propósito do ocorrido nas duas ações e nos termos da Lei n° 8.429/1992, a postura dos juízes

Alternativas
Comentários
  • Letra (b)


    Em consonância com L8429


    Art. 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.


    § 4º O Ministério Público, se não intervir no processo como parte, atuará obrigatoriamente, como fiscal da lei, sob pena de nulidade.

  • Isso na hora da prova dá um nó na cabeça rsrsrsr

  • LETRA B CORRETA 

    LEI 8429

       Art. 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.

      § 1º É vedada a transação, acordo ou conciliação nas ações de que trata o caput.

      § 2º A Fazenda Pública, quando for o caso, promoverá as ações necessárias à complementação do ressarcimento do patrimônio público.

      § 3o No caso de a ação principal ter sido proposta pelo Ministério Público, aplica-se, no que couber, o disposto no § 3o do art. 6o da Lei no 4.717, de 29 de junho de 1965. (Redação dada pela Lei nº 9.366, de 1996)

      § 4º O Ministério Público, se não intervir no processo como parte, atuará obrigatoriamente, como fiscal da lei, sob pena de nulidade.


  • Questão que dá uma bela confusão na cabeça!

    Bom, primeiro, a ação de improbidade administrativa deve ter o rito ordinário, com levantamento de provas! Segundo, o Ministério Público DEVE atuar no processo, sob pena de nulidade. Lembrando que a ação de improbidade administrativa é proposta pelo MP ou pela pessoa jurídica interessada.

    Nessa questão, o Juiz só fez besteira, segundo a Lei 8429.

    B

  • André,


    O par. 1o do art. 17 foi revogado nesse ano, só para constar. 

  • minha gente mas o mp nesse caso seria chamado como fiscal da lei, e não para intervir no processo. 

    A Fazenda estava no pólo da ação, não diz em lugar nenhum que a Fazenda deixou o processo. 


    "Art. 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.

    (...)

      § 4º O Ministério Público, se não intervir no processo como parte, atuará obrigatoriamente, como fiscal da lei, sob pena de nulidade."


    Esse gabarito está errado. O MP atuará como fiscal e não com interventor.

    A resposta mais correta seria que o MP se não intervier participa como fiscal, que não é o mesmo que interventor.

    Que pergunta mal feita. 

  • Questão mal formulada, mas que dava pra resolver por exclusão.

  • Lei 8.429/92

     

    Art 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.

     

    ** Sempre rito ordinário

    ** Poderá ser proposto por pessoa jurídica interessada, no caso em questão: Fazenda Pública

     

    Art. 17 §4 O Ministério Público, se não intervir no processo como parte, atuará obrigatoriamente, como fiscal da lei, sob pena de nulidade.

     

    ** O MP deve atuar obrigatoriamente, como parte ou como fiscal da lei.

     

    Alternativa correta letra B

     

  • lia 

     

    enriquecimento ilicito = dolo

    preju ao erario = dolo ou culpa

    contra os principios = dolo

     

    decora isso, na moralzinha, vai te ajudar.

  • O parágrafo único do artigo 17 que havia sido revogado pela medida provisória 703, voltou a viger.

     

    "O PRESIDENTE DA MESA DO CONGRESSO NACIONAL, nos termos do parágrafo único do art. 14 da Resolução nº 1, de 2002-CN, faz saber que a Medida Provisória nº 703, de 18 de dezembro de 2015, publicada no Diário Oficial da União no dia 21, do mesmo mês e ano, que "Altera a Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013, para dispor sobre acordos de leniência", teve seu prazo de vigência encerrado no dia 29 de maio do corrente ano."

  • Lembrando que o rito sumário foi eliminado no NCPC.

  • boa questão pois sai do "óbvio"

  • GABARITO B 

    Art. 17 da LIA

    A ação principal terá o rito ORDINÁRIO;

    O MP,se não intervir no processo como parte, atuará OBRIGATORIAMENTE, como fiscal da lei, sob pena de nulidade.

  • GABARITO B 

     

    Art. 17,§ 4 da LIA - O MP, se não intervir como parte no processo, atuará OBRIGATORIAMENTE como fiscal da lei, sob pena de nulidade

     

    Art. 17, caput da LIA - A ação principal, que terá o RITO ORDINÁRIO, seja proposta pelo MP ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de 30 dias  da efetivação da medida cautelar 

     

  • ATUALIZAÇÃO:     Criada uma quarta espécie de atos de improbidade, decorrente do desrespeito à alíquota mínima de ISS de 2%: a efetiva aplicação da lei de improbidade aos administradores que descumpram esse novo dispositivo só ocorrerá a partir de 2018

     

    GERRA FISCAL  iss 2%       Art. 10-A.  Constitui ato de improbidade administrativa qualquer ação ou omissão para conceder, aplicar ou manter benefício financeiro ou tributário contrário ao que dispõem o caput e o § 1º do art. 8º-A da Lei Complementar nº 116, de 31 de julho de 2003.  

     Na hipótese prevista no art. 10-A, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de 5 (cinco) a 8 (oito) anos e multa civil de até 3 (três) vezes o valor do benefício financeiro ou tributário concedido.

     

    Enriquecimento                                            Prejuízo ao                      Lesão a
         Ilícito                                                              erário  
    (58)                            princípios   (35)

     

     

    Suspensão dos
    direitos Políticos           8 a 10 anos                        5 a 8 anos                    3 a 5 anos

     


    Multa civil                       3x                                     2x                              100x

     


    Proibição de                 10 anos                              5 anos                           3 anos

    contratar

     

    Guerra fiscal ISS 2%           5 a 8 anos                        Até 3x  o benefício ilegal

     

     

                                                       NÃO HÁ LITISCONSÓRCIO PASSIVO NECESSÁRIO

     

    VIDE  Q623116

    Nas ações de improbidade administrativa, NÃO há litisconsórcio passivo necessário entre o agente público e os terceiros beneficiados com o ato ímprobo (AgRg no REsp 1421144/PB, j. 26.05.2015).

    http://www.dizerodireito.com.br/2014/03/nao-e-possivel-ajuizar-acao-de.html

     

    É inviável a propositura de ação civil de improbidade administrativa EXCLUSIVAMENTE contra o particular, sem a concomitante presença de agente público no polo passivo da demanda (AgRg no AREsp 574500/PA, j. 02.06.2015).

     


     

  • Intervier, cumpadis. Intervier...

  • Os políticos são todos uns ORDINÁRIOS, logo, o rito pelo qual se processa a ação de improbidade é também o ORDINÁRIO.

     

    Pra nunca mais esquecer!

  • Pessoal, boa tarde.  

    alguém poderia explicar o que é rito ordinário ??

    obrigada

  • Gente, desde quando atuar como Fiscal da Lei é "intervir no feito" ?

     

    Poderiam me explicar? Obrigado!

  • Lembrando que, para o STJ, so haverá nulidade absoluta se comprovado o efetivo prejuízo decorrente da ausência do MP, aplicando-se, assim, o princípio da instrumentalidade das formas (REsp 1230.431/SP).

    *Erros, por favor me notifiquem.

  • A fazenda publica é parte legitima pra propor ação de improbidade? achei que fosse só o MP e a pessoa juridica prejudicada. E a fazenda so pudesse propor ação civil pra completar o ressarcimento, o que até onde vejo nao faz parte da ação de improbidade em si. Isso fora o negocio de o MP intervir VS ser fiscal da lei. Alguem poderia me elucidar?

  • Art. 17 -   Art. 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.

      § 4º O Ministério Público, se não intervir no processo como parte, atuará obrigatoriamente, como fiscal da lei, sob pena de nulidade.

    -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

     

  • Gab - B

     

    lei 8429

     

      Art. 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.

     

      § 4º O Ministério Público, se não intervir no processo como parte, atuará obrigatoriamente, como fiscal da lei, sob pena de nulidade.

  • Comentários:

    A postura dos juízes está incorreta em ambos os casos: no primeiro, porque caso o Ministério Público não seja parte Autora, deverá obrigatoriamente intervir no feito; no segundo, porque a ação de improbidade terá sempre o rito ordinário.

    Eis os dispositivos da Lei 8.429/92 que amparam a resposta:

    Art. 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.

    (...)

    § 4º O Ministério Público, se não intervir no processo como parte, atuará obrigatoriamente, como fiscal da lei, sob pena de nulidade.

    Gabarito: alternativa “b”

  • Só fiquei confuso com essa legitimidade da parte ; Fazenda pública .

  • O art. 17, §4º da Lei 8.429/92 deve ser lido junto com o dispositivo dentro do CPP:

    Conexão com o CPP.

    CPP. Art. 257. Ao Ministério Público cabe: 

    I - promover, privativamente, a ação penal pública, na forma estabelecida neste Código; e

    II - fiscalizar a execução da lei.    

    É função do Ministério Público, no Processo Penal: Promover a ação penal pública - condicionada e incondicionada.                   

  • Todo mundo acertou isso, viu! Acertar essa questões fáceis de improbidade administrativa não diz muita coisa...

  • O MP, se não for autor, deve participar como fiscal da lei.

    A ação deverá ser processada pelo rito comum (ordinário).

    A pessoa jurídica e o MP devem apresentar as provas de acusação e o réu poderá apresentar suas provas de defesa.

    A postura dos juízes está incorreta em ambos os casos


ID
1840552
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

No que concerne à licença para capacitação profissional, prevista na Lei n°8.112/1990, considere:

I. Só é admissível, dentre outros requisitos, após cada quinquênio de efetivo exercício.

II. Trata-se de licença concedida no interesse da Administração.

III. Trata-se de licença concedida sem prejuízo da remuneração.

IV. O afastamento do cargo se dará pelo período máximo de dois meses.

Está correto o que consta APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Letra (d)


    L8112


    I, II, III - Certo - Art. 87. Após cada qüinqüênio de efetivo exercício (I), o servidor poderá, no interesse da Administração (II) , afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional (III).



  • É a famosa licença prêmio.

     

     

    ----

    "Todo homem é arquiteto do seu próprio destino."

  • Licença para capacitação > Concedida ao servidor ocupante de cargo EFETIVO para participar de curso de capacitação profissional

    Requisitos: ser EFETIVO / EFETIVO EXERCÍCIO POR 5 ANOS (quinquênio), logo não pode em EP.

    Duração: 03 meses

    Concessão: ato discricionário

    Remuneração: com remuneração 

    É considerada como de efetivo exercício. 


  • Art. 87. Após cada qüinqüênio de efetivo exercício, o servidor poderá, no interesse da Administração, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional. (Redação dada pela Lei nº 9.527, de 10.12.97)

    I. Só é admissível, dentre outros requisitos, após cada quinquênio de efetivo exercício. (certo)

    II. Trata-se de licença concedida no interesse da Administração. (certo)

    III. Trata-se de licença concedida sem prejuízo da remuneração.
    (certo)

    IV. O afastamento do cargo se dará pelo período máximo de dois meses. (errado)

  • I- A cada 5 anos (quinquênio) têm-se 3 meses, não pode acumular.

    II- É concedida dependendo do interesse da Administração;

    III-  Sem prejuízo da remuneração;

    IV- O afastamento do cargo se dará pelo máximo de 3 meses;

  • erro do item IV- É ATÉ 3 MESES!

  • afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional (III).

  • Art. 87 e Parágrafo Único, a licença será de até 3 meses, por cada 5 anos de efetivo exercício (inacumiláveis). #Item IV errado! 

  • § 4° Os servidores beneficiados pelos afastamentos previstos nos §§ 1o, 2o e 3o deste artigo terão que permanecer no exercício de suas funções após o seu retorno por um período igual ao do afastamento concedido. (Incluído pela Lei nº 11.907, de 2009)

    Apenas para complementar

     

    bjokas

  • Gabarito - Letra "D"

     

    Lei 8.112/90, Art. 87.  Após cada quinquênio de efetivo exercício, o servidor poderá, no interesse da Administração, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional.

     

    #Caveira

  • FCC sendo FCC com essa assertiva II.

  • Ainda não achei a diferença entre a critério da Administração e no interesse da Adm.

  • Ainda não achei a diferença entre a critério da Administração e no interesse da Adm

    Humberto, a Adm tem interesse qdo considera que a licença ou afastamento do servidor lhe trará benefícios, como é o caso de capacitação. 

    "A critério" é uma espécie de discricionariedade da Adm. Ela pode conceder, ainda que não tenha interesse, ou não. 

    Um exemplo concreto: há alguns anos uma analista judiciária do Tribunal em que trabalho solicitou licença para tratar de interesse particular pois virou cantora (a música dela foi tema principal de uma novela). A Adm concedeu a licença (a critério), mas não tinha nenhum interesse na carreira artística da servidora. 

    Já uma outra colega solicitou licença para capacitação para participar de um curso, mas esta não foi concedida pois a Adm considerou que o curso não daria à servidora conhecimentos que pudessem ser aplicados no dia a dia profissional (e de fato o curso nada tinha a ver com as atribuições do cargo). Ou seja, essa licença só é concedida no interesse da Adm. 

     

  • LETRA D

     

    Macete :  Art. 87 . Capacitação → Cinco anos (de efetivo exercício) → Com remuneração → Com interesse da administração.

     

    Galera, criei um perfil no instagram voltado para publicar os meus macetes , dicas e venda dos meus materiais. Sigam aí @qciano. Abraço e bons estudos! https://www.instagram.com/qciano/ .

  • LICENÇA PARA CAPACITAÇÃO

     

    É tudo ÍMPAR: 5 ANOS de efetivo exercício / 3 MESES de licença.

  •  Certo - Art. 87. Após cada qüinqüênio de efetivo exercício (I), o servidor poderá, no interesse da Administração (II) ,afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional (III).

  •                                 QUEM ESTÁ EM ESTÁGIO PROBATÓRIO NÃO PODE ABRIR A   MA – TRA-  CA

     

      - licença para desempenho de mandato classista

     

     -  licença para tratar de interesses particulares

     

    -     licença para capacitação

     

     

    Licença para Capacitação    =      LICENÇA PRÊMIO

     

    Ser titular de cargo efetivo por Cinco anos (quinquênio)

    Com remuneração

    Com interesse da administração

    Com o afastamento do exercício do cargo efetivo.

    Duração : 3 meses

  • GABARITO D 

     

    Capacitação Profissional: 

    - 3 meses

    - Com remuneração

    - Após cada quinquenio de exercício, no interesse da Adm,

  • "Art. 87.  Após cada qüinqüênio de efetivo exercício, o servidor poderá, no interesse da Administração, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional."

  • Gabarito D

                                                                                       Da Licença para Capacitação

     Art. 87.  Após cada qüinqüênio de efetivo exercício, o servidor poderá, no interesse da Administração, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional. (Redação dada pela Lei nº 9.527, de 10.12.97)  (Vide Decreto nº 5.707, de 2006)

  • IMPENDE DESTACAR, DUAS CARACTERÍSTICAS MARCANTES:

     

    - NÃO EXISTE ACUMULAÇÃO PARA O GOZO.   EX: PASSAR 10 ANOS DE EFETIVO EXERCÍCIO E CONCEDER LICENÇA DE 6 MESES;  E

    - PODE OBTER CONTAGEM DE TEMPO DE EXERCÍCIO DE OUTRO CARGO.  EX: O AGENTE DA PF POSSUI 2 ANOS DE EXERCÍCIO. CASO PASSE NO CONCURSO PARA PFN, PRECISA-SE DE MAIS 3 ANOS APENAS PARA TER O DIREITO DA LICENÇA.

     

  • Após cada qüinqüênio de efetivo exercício (I),

    o servidor poderá, no interesse da Administração (II) 

    afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração,(III)

    por até três meses(IV), para participar de curso de capacitação profissional .

  • É a licença concedida ao servidor, no interesse da Administração, pelo prazo de até 03 (três) meses, após cada quinquênio de efetivo exercício, para participar de programas de desenvolvimento profissional, sem prejuízo da remuneração do cargo.

    ¬ A data de início e o período de concessão ficam condicionados ao planejamento interno do setor de exercício e de acordo da chefia imediata.

    .

    I. Só é admissível, dentre outros requisitos, após cada quinquênio de efetivo exercício. OK

    II. Trata-se de licença concedida no interesse da Administração. OK

    III. Trata-se de licença concedida sem prejuízo da remuneração. Ok


    IV. O afastamento do cargo se dará pelo período máximo de dois meses. ERRADO! TRÊS

     

  • Gabarito: LETRA D

     

    I. CORRETA! Só é admissível, dentre outros requisitos, após cada quinquênio de efetivo exercício. 

    Art. 87.  Após cada qüinqüênio de efetivo exercício, o servidor poderá, no interesse da Administração, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional.



    II. CORRETA! Trata-se de licença concedida no interesse da Administração. 

    Art. 87.  Após cada qüinqüênio de efetivo exercício, o servidor poderá, no interesse da Administração, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional.



    III. CORRETA! Trata-se de licença concedida sem prejuízo da remuneração. 

    Art. 87.  Após cada qüinqüênio de efetivo exercício, o servidor poderá, no interesse da Administração, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional.



    IV. ERRADA! O afastamento do cargo se dará pelo período máximo de dois meses.

    Art. 87.  Após cada qüinqüênio de efetivo exercício, o servidor poderá, no interesse da Administração, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional.

  • Vai para Europa estuda e ainda recebe .

  • Gabarito D

    Gente vamos colocar o gabarito antes de explicações e adjacentes.

    Referência Lei 8112/90

     Art. 87. Após cada qüinqüênio de efetivo exercício (I), o servidor poderá, no interesse da Administração (II) afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional (III).

    Parágrafo Único: Os períodos de licença de que trata o caput NÂO SÂO ACUMULÁVEIS.

    Os cães ladram mas a caravana não para..... Nunca desista dos seus sonhos....

  • Licença para capacitação:

     

    - A cada quinquênio de efetivo exercício;

     

    - Interesse da Administração (discricionário);

     

    - Cargo efetivo;

     

    - Com a remuneração;

     

    - Por até 3 meses;

     

    - Não é acumulável.

     

    Os períodos não são acumuláveis. Isto é, por exemplo, não pode acumular quinze anos e requerer o gozo de licença de nove meses.

     

    O deferimento da licença para capacitação é ato discricionário da Administração Pública e, assim, mesmo que o servidor tenha os cinco anos de efetivo exercício, é possível o indeferimento do requerimento.

  • gab - d

    IV - período de 3 meses.

  • Art. 87.  Após cada qüinqüênio de efetivo exercício, o servidor poderá, no interesse da Administração, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional.  

           Parágrafo único.  Os períodos de licença de que trata o caput não são acumuláveis

  • Comentários:  

    Vamos ver como a Lei 8.112/90 disciplina a licença para capacitação:

    Art. 87.  Após cada qüinqüênio de efetivo exercício, o servidor poderá, no interesse da Administração, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional.

     Parágrafo único.  Os períodos de licença de que trata o caput não são acumuláveis.

    Nota-se, portanto, que os itens I, II e III estão corretos. No item IV, o erro é que o período máximo de afastamento do cargo é de três meses.

    Gabarito: alternativa “d”

  • No que concerne à licença para capacitação profissional, prevista na Lei n°8.112/1990, considere:

    I. Só é admissível, dentre outros requisitos, após cada quinquênio de efetivo exercício.

    II. Trata-se de licença concedida no interesse da Administração.

    III. Trata-se de licença concedida sem prejuízo da remuneração.

    IV. O afastamento do cargo se dará pelo período máximo de dois meses. (três meses).

    Art. 87. Após cada qüinqüênio de efetivo exercício, o servidor poderá, no interesse da Administração, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional.

  • Tem Decreto E IN tratando da Licença para Capacitação (e Afastamentos)

    DECRETO Nº 9.991, DE 28 DE AGOSTO DE 2019

    Dispõe sobre a Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoas da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, e regulamenta dispositivos da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, quanto a licenças e afastamentos para ações de desenvolvimento.

    INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 201, DE 11 DE SETEMBRO DE 2019

    Dispõe sobre os critérios e procedimentos específicos para a implementação da Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoas, de que trata o Decreto nº 9.991, de 28 de agosto de 2019, pelos órgãos integrantes do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal - SIPEC.

  • Erick Alves | Direção Concursos

    Comentários

    Vamos ver como a Lei 8.112/90 disciplina a licença para capacitação:

    Art. 87.  Após cada qüinqüênio de efetivo exercício, o servidor poderá, no interesse da Administração, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional.

     Parágrafo único.  Os períodos de licença de que trata o caput não são acumuláveis.

    Nota-se, portanto, que os itens I, II e III estão corretos. No item IV, o erro é que o período máximo de afastamento do cargo é de três meses.

    Gabarito: alternativa “d”

  • Gab: D

    Vide Lei 8112

    Art. 87.  Após cada qüinqüênio (a cada 5 anos) de efetivo exercício, o servidor poderá, no interesse da Administração, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses, para participar de curso de capacitação profissional.               

    Parágrafo único.  Os períodos de licença de que trata o caput não são acumuláveis.    

    A lei diz que é NO INTERESSE DA ADMINISTRAÇÃO, logo fica facultada a Administração a concessão desse afastamento, portanto é ato discricionário.


ID
1840555
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

No curso de processo administrativo disciplinar movido contra João, servidor público do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, foi constatada a ocorrência de vício insanável. Em razão disso, a autoridade que determinou a instauração do processo declarou sua nulidade total. A propósito dos fatos e nos termos da Lei n° 8.112/1990, a

Alternativas
Comentários
  • Letra (d)


    L8112


    Art. 169. Verificada a ocorrência de vício insanável, a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo.

  • Pessoal, não serão  aproveitados os atos independentes ? O PAD inicia do zero?

  • não lembrava desse artigo 169.

  • MESMO ATO;

    NOVA COMISSÃO;

    NOVO PROCESSO;


  • 8.112/90. Art. 169.  Verificada a ocorrência de vício insanável, a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo.

  • Vício insanável - não pode ser convalidado

    Art. 169. Verificada a ocorrência de vício insanável, a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo.

    GABARITO D

  • Art. 169. Verificada a ocorrência de vício insanável, a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo

  • Gabarito - Letra "D"

     

    Lei 8.112/90, Art. 169.  Verificada a ocorrência de vício insanável, a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo.  

     

    #Caveira

  • Alguém pode comentar a letra b?

  • Gabarito D

    VÍCIO INSANÁVEL - É aquele que não pode ser convalidado - exemplos: ausência do contraditório e ampla defesa; utilização de membros não estáveis na comissão; etc.

    Apostila estratégia concursos.

  • LETRA D

     

    Ci Souza o erro da letra B é falar que nunca é total, e também que os atos praticados serão aproveitados , o que não está de acordo com o previsto no Art. 169.

  • Gabarito D

     

    Art. 169.  Verificada a ocorrência de vício insanável, a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo.      (Redação dada pela Lei nº 9.527, de 10.12.97)

  • Art. 169. Verificada a ocorrência de vício insanável, a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo. 

     

     

     a) autoridade que declarou a nulidade deverá, por meio de decisão autônoma, intimar a mesma comissão (constituição de outra comissão) já formada para o anterior processo administrativo para que seja instaurado novo processo.

     

     b) nulidade, em razão de vício insanável, nunca é total, mas sempre parcial (a nulidade pode ser total ou parcial), sendo aproveitados os atos já praticados em prol do princípio da economia processual.

     

     c) nulidade não pode ser declarada pela autoridade que determinou a instauração do processo (a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade), devendo ser declarada por autoridade de hierarquia superior.

     

     d) autoridade que declarou a nulidade ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo. (a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo). CORRETA

     

     e) nulidade, ainda que total, não exige a abertura de novo processo administrativo, devendo ser aproveitado o mesmo processo (a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo), desde que devidamente sanado o vício.

  •   Art 169

    -Autoridade que determinou a instauraçao ou outra de hierarquia superior;

    -Nulidade total ou parcial;

    -No mesmo ato;

    -Outra comisaão;

    -Novo processo.

  • O que ocorreu no PAD?   Vício insanável.

     

    Quem é competente para declarar a nulidade? Autoridade que determinou a instauração do proces. OU outra de hierarquia superior.

     

    De que modo será declarada a nulidade? Total ou parcial.

     

    E depois disso, qual o passo seguinte? Ordena, NO MESMO ATO,  a constituição de outra comissão para instaurar um NOVO processo.

     

     

     Art. 169.  Verificada a ocorrência de vício insanável, a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo.

    Fonte: 8.112/90

  • Inexistência de impedimento de que os membros da comissão do primeiro PAD, que foi anulado, participem da segunda comissão Respeitados todos os aspectos processuais relativos à suspeição e impedimento dos membros da Comissão Processante previstos pelas Leis 8.112/90 e 9.784/99, não há qualquer impedimento ou prejuízo material na convocação dos mesmos servidores que anteriormente tenham integrado Comissão Processante, cujo relatório conclusivo foi posteriormente anulado (por cerceamento de defesa), para comporem a segunda Comissão de Inquérito. Assim, não há qualquer impeditivo legal de que a comissão de inquérito em processo administrativo disciplinar seja formada pelos mesmos membros de comissão anterior que havia sido anulada. STF. 1ª Turma. RMS 28774/DF, rel. orig. Min. Marco Aurélio, red. p/ o acórdão Min. Roberto Barroso, julgado em 9/8/2016 (Info 834

  • Obs.: Qiestão que cobrou cada detalhe do caput do artigo 169 da Lei nº 8.112/90.

     

    Art. 169 da Lei nº 8.112/90: Verificada a ocorrência de vício insanável, a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo.

     

    Vício insanável é aquele que não pode ser convalidado – exemplos: ausência do contraditório e ampla defesa; utilização de membros não estáveis na comissão; etc.

     

     

  • Art. 169.  Verificada a ocorrência de vício insanável, a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo

  • Lei 8.112

    Letra D

    Art. 169.  Verificada a ocorrência de vício insanável, a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo.                   

    § 1  O julgamento fora do prazo legal não implica nulidade do processo.

  • gab item d)

    ESQUEMATIZANDO:

    8112

    Seção II

    Do Julgamento

    Art. 169.  Verificada a ocorrência de vício insanável

    -> A autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior

    -> declarará a sua nulidade, total ou parcial

    -> e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo.  

  • Comentários:  

    A resposta está no art. 169 da Lei 8.112/90:

    Art. 169.  Verificada a ocorrência de vício insanável, a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo.      

    § 1o  O julgamento fora do prazo legal não implica nulidade do processo.

    § 2o  A autoridade julgadora que der causa à prescrição de que trata o art. 142, § 2o, será responsabilizada na forma do Capítulo IV do Título IV.

    Correta, portanto, a alternativa “d”. Na opção “a”, o erro é que deverá ser constituída uma nova comissão, e não intimada a mesma. Na opção “b”, o erro é que a nulidade pode ser total ou parcial. Na opção “c”, o erro é que a autoridade que determinou a instauração do processo pode sim declarar a nulidade. E, por fim, na opção “e”, o erro é que, em caso de nulidade, deve ser instaurado um novo processo.

    Gabarito: alternativa “d”

  • Erick Alves | Direção Concursos

    Comentários

    A resposta está no art. 169 da Lei 8.112/90:

    Art. 169.  Verificada a ocorrência de vício insanável, a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo.      

    § 1o  O julgamento fora do prazo legal não implica nulidade do processo.

    § 2o  A autoridade julgadora que der causa à prescrição de que trata o art. 142, § 2o, será responsabilizada na forma do Capítulo IV do Título IV.

    Correta, portanto, a alternativa “d”. Na opção “a”, o erro é que deverá ser constituída uma nova comissão, e não intimada a mesma. Na opção “b”, o erro é que a nulidade pode ser total ou parcial. Na opção “c”, o erro é que a autoridade que determinou a instauração do processo pode sim declarar a nulidade. E, por fim, na opção “e”, o erro é que, em caso de nulidade, deve ser instaurado um novo processo.

    Gabarito: alternativa “d”

  • GABARITO LETRA D

     

    LEI Nº 8112/1990 (DISPÕE SOBRE O REGIME JURÍDICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS CIVIS DA UNIÃO, DAS AUTARQUIAS E DAS FUNDAÇÕES PÚBLICAS FEDERAIS)

     

    ARTIGO 169.  Verificada a ocorrência de vício insanável, a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no mesmo ato, a constituição de outra comissão para instauração de novo processo.     


ID
1840558
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Em dois processos administrativos distintos, de âmbito federal, constatou-se a obrigatoriedade de ser ouvido órgão consultivo, devendo os respectivos pareceres serem emitidos no prazo de quinze dias, porém não foram apresentados. No primeiro processo, o parecer era obrigatório e vinculante e deixou de ser emitido no prazo fixado. No segundo processo, o parecer era obrigatório mas não vinculante e também deixou de ser emitido no prazo fixado. Nos termos da Lei n° 9.784/1999 e independentemente da responsabilização cabível,

Alternativas
Comentários
  • Letra (a)


    Em consonância com a L9784


    Art. 42. Quando deva ser obrigatoriamente ouvido um órgão consultivo, o parecer deverá ser emitido no prazo máximo de quinze dias, salvo norma especial ou comprovada necessidade de maior prazo.


    § 2o Se um parecer obrigatório e não vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo poderá ter prosseguimento e ser decidido com sua dispensa, sem prejuízo da responsabilidade de quem se omitiu no atendimento.

  • Letra (a)

    Em consonância com a Lei 9.784

     Art. 42. Quando deva ser obrigatoriamente ouvido um órgão consultivo, o parecer deverá ser emitido no prazo máximo de quinze dias, salvo norma especial ou comprovada necessidade de maior prazo.

      § 1o Se um parecer obrigatório e vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo não terá seguimento até a respectiva apresentação, responsabilizando-se quem der causa ao atraso.

      § 2o Se um parecer obrigatório e não vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo poderá ter prosseguimento e ser decidido com sua dispensa, sem prejuízo da responsabilidade de quem se omitiu no atendimento.

  • Lei 9784, Art. 42. Quando deva ser obrigatoriamente ouvido um órgão consultivo, o parecer deverá ser emitido no prazo máximo de quinze dias, salvo norma especial ou comprovada necessidade de maior prazo.

      § 1o Se um parecer obrigatório e vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo NÃO TERÁ seguimento até a respectiva apresentação, responsabilizando-se quem der causa ao atraso.

      § 2o Se um parecer obrigatório e não vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo PODERÁ TER prosseguimento e ser decidido com sua dispensa, sem prejuízo da responsabilidade de quem se omitiu no atendimento.

    Gabarito: A

  • Conforme art. 42, §1º e 2º

    1º - obrigatório e vinculante = o processo não terá seguimento até a respectiva apresentação, responsabilizando-se quem der causa ao atraso. 

     

    2º - obrigatório mas não vinculante = processo poderá ter prosseguimento e ser decido com sua dispensa, sem prejuízo de responsabilidade de que mse omitiu no atendimento.

  • Consequências da Não Emissão de parecer no prazo:

     

    - Parecer obrigatório e vinculante: 

    Paralização do processo até a apresentação do parecer, com responsabilização de quem deu causa ao atraso;

     

     

    -Parecer obrigatório e não vinculante:

    Processo poderá ter prosseguimento e ser decidido com dispensa de parecer, responsabilizando-se quem deu causa à omissão no atendimento da exigência de emissão do parecer.

  • LEI 9784/99

     

    Art. 42. Quando deva ser obrigatoriamente ouvido um órgão consultivo, o parecer deverá ser emitido no prazo máximo de 15 dias, salvo norma especial ou comprovada necessidade de maior prazo.

     

    § 1o Se um parecer obrigatório e vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo NÃO terá seguimento até a respectiva apresentação, responsabilizando-se quem der causa ao atraso.

     

    § 2o Se um parecer obrigatório e não vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo PODERÁ ter prosseguimento e ser decidido com sua dispensa, sem prejuízo da responsabilidade de quem se omitiu no atendimento.

  • sintetizando :

     

    - PARECE OBRIGATÓRIO E VINCULANTE : o processo não vai pra frente

    - PARECER OBRIGATÓRIO E NÃO VINCULANTE : o processo vai pra frente mesmo assim.

     

    Quem acredita 'morre' por um sonho.

    GABARITO "A"

  • ART 42* P2* SE UM PARECER OBRIGATÓRIO E NÃO VINCULANTE DEIXAR DE SER EMITIDO NO PROCESSO PODERÁ TER PROSSEGUIMENTO E SER DECIDIDO COM SUA DISPENSA, SEM PREJUÍZO DA RESPONSABILIDADE DE QUEM SE OMITIU NO ATENDIMENTO.

  • PARECER...      OBRIGATÓRIO E VINCULANTE = NÃO TEM PROSSEGUIMENTO.

     

     PARECER....    OBRIGATÓRIO E NÃO VINCULANTE = O PROCESSO PODERÁ TER PROSEGUIMENTO A SER DECIDIDO COM SUA DISPENSA.

  • esses dias tava fazendo um parecer na PGE aqui do meu Estado... na vdd, é uma opiniao de alguem que é técnico em algo; no caso, o procurador do estado. 

     

    ATO ENUNCIATIVO -]> C.A.P.A

     

    Certidao

    Apostila

    Parecer

    aTestado

     

    nao desisto ;>

  • Se o processo não tem prosseguimento no caso de parecer obrigatório e vinculante, nem há que se falar em decisão. Se, ao contrário, o parecer é obrigatório e NÃO vinculante, há prosseguimento e decisão do processo assim mesmo.

  • Parecer: Obrigatório Vinculante - Processo Não terá seguimento

                   Obrigatório Não vinculante - Processo poderá seguir.

     

    GAB LETRA A

  • Braba

  • parte da lei que fala sobre a INSTRUÇÃO.

  • Já estou cansada de ler reclamações sobre a forma de cobrança nos concursos públicos. 

    Reclamar menos e estudar mais.

  • Victoria Moreno

    Então não leia e estude!

  • As consequências da não emissão de parecer no prazo fixado são as seguintes:

    - tratando-se de parecer obrigatório e vinculante: paralisação do processo até a apresentação do parecer, com responsabilização de quem deu causa ao atraso

    - tratando-se de parecer obrigatório e não vinculante: o processo poderá ter prosseguimento e ser decidido com dispensa do parecer, responsabilizando-se quem deu causa à omissão no atendimento da exigência de emissão do parecer.

  • MÁXIMO 15 DIAS:     Quando deva ser obrigatoriamente ouvido um órgão consultivo, o parecer deverá ser emitido no prazo máximo de quinze dias, salvo norma especial ou comprovada necessidade de maior prazo.

     

    Q571818

     

    No caso de ser obrigatória a emissão de parecer vinculante, não sendo ele emitido no prazo de quinze dias, o processo não terá seguimento até a apresentação desse parecer, salvo norma especial ou comprovada necessidade de maior prazo.

     

     

     

     

    Art. 42.     Quando deva ser obrigatoriamente ouvido um órgão consultivo, o parecer deverá ser emitido no prazo máximo de quinze dias, salvo norma especial ou comprovada necessidade de maior prazo.

     

    SUSPENSO -            PARECER – OBRIGATÓRIO e VINCULANTE (NÃO PROSSEGUIMENTO)

     

    § 1o Se um parecer OBRIGATÓRIO e VINCULANTE deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo NÃO terá seguimento até a respectiva apresentação, responsabilizando-se quem der causa ao atraso.

     

    DISPENSA    -     PARECER – OBRIGATÓRIO NÃO VINCULANTE - PROSSEGUIMENTO

     

    § 2o Se um parecer OBRIGATÓRIO e NÃO VINCULANTE deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo poderá ter prosseguimento e ser decidido COM SUA DISPENSA, sem prejuízo da responsabilidade de quem se omitiu no atendimento.

  • GABARITO A

     

    Parecer obrigatório e vinculante: NÃO terá prosseguimento até a apresentação;

    Parecer obrigatório e NÃO vinculante: o PA poderá ter prosseguimento e ser decidido com sua dispensa.

  • LEI 9784/99:

     

    Art. 42. Quando deva ser obrigatoriamente ouvido um órgão consultivo, o parecer deverá ser emitido no prazo máximo de quinze dias, salvo norma especial ou comprovada necessidade de maior prazo.

     

    § 1o Se um parecer obrigatório e vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo não terá seguimento até a respectiva apresentação, responsabilizando-se quem der causa ao atraso.

     

    § 2o Se um parecer obrigatório e não vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo poderá ter prosseguimento e ser decidido com sua dispensa, sem prejuízo da responsabilidade de quem se omitiu no atendimento.

  • Parecer obrigatório e vinculante: Processo para

    Parecer obrigatório e não vinculantes: Prossegue e dispensa o parecer.

  • Alternativa A.

    A resposta da questão encontra-se nos § 1.º e 2.º do artigo 42 da Lei 9.784/1999.

     

    Art. 42. Quando deva ser obrigatoriamente ouvido um órgão consultivo, o parecer deverá ser emitido no prazo máximo de quinze dias, salvo norma especial ou comprovada necessidade de maior prazo.

     

    § 1.º Se um parecer obrigatório e vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo não terá seguimento até a respectiva apresentação, responsabilizando-se quem der causa ao atraso.

     

    § 2.º Se um parecer obrigatório e não vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo poderá ter prosseguimento e ser decidido com sua dispensa, sem prejuízo da responsabilidade de quem se omitiu no atendimento.

  • Pareceres
    Os pareceres consubstanciam opiniões, pontos de vista de alguns agentes administrativos sobre matéria submetida à sua apreciação. Em alguns casos, a Administração não está obrigada a formalizá-los para a prática de determinado ato; diz-se, então, que o parecer é facultativo. Quando é emitido “por solicitação de órgão ativo ou de controle, em virtude de preceito normativo que prescreve a sua solicitação, como preliminar à emanação do ato que lhe é próprio”, dir-se-á obrigatório.Nessa hipótese, o parecer integra o processo de formação do ato, de modo que sua ausência ofende o elemento formal, inquinando-o, assim, de vício de legalidade.

    Refletindo um juízo de valor, uma opinião pessoal do parecerista, o parecer não vincula a autoridade que tem competência decisória, ou seja, aquela a quem cabe praticar o ato administrativo final. Trata-se de atos diversos – o parecer e o ato que o aprova ou rejeita. Como tais atos têm conteúdos antagônicos, o agente que opina nunca poderá ser o que decide. (...)

    Costuma a doutrina fazer referência aos pareceres vinculantes, assim conceituados aqueles que impedem a autoridade decisória de adotar outra conclusão que não seja a do ato opinativo, ressalvando-se, contudo, que se trata de regime de exceção e, por isso mesmo, só sendo admitidos se a lei o exigir expressamente. Em nosso entender, porém, há um desvio de qualificação jurídica nesses atos: pareceres são atos opinativos, de modo que, se o opinamento do parecerista vincula outra autoridade, o conteúdo do ato é tipicamente decisório, e não meramente opinativo, como é de sua natureza. Em suma: o parecerista acaba tendo a vestimenta de autoridade decisória, cabendo ao agente vinculado papel meramente secundário e subserviente à conclusão do parecerista. Cuida-se, pois, de esdrúxula inversão de status jurídico. Não obstante, a admitir-se semelhante categoria, seria coerente atribuir ao autor do parecer vinculante responsabilidade solidária, em função de seu poder de decisão, compartilhado com a autoridade vinculada.

    Sem embargo da anomalia, a Lei nº 9.784/1999, que regula o processo administrativo federal, prevê esse tipo de parecer e estabelece que, se for vinculante, o processo fica paralisado e, caso não o seja, poderá prosseguir (art 42, §§ 1° e 2º). A nosso ver, o legislador confundiu parecer vinculante com parecer obrigatório: este sim é que, se ausente, deveria ensejar a paralisação do processo, e não o opinamento vinculante.

    Quando o ato decisório se limita a aprovar o parecer, fica este integrado naquele como razão de decidir, ou seja,corresponde ao motivo do ato. Se, ao revés, o ato decisório define a questão de modo contrário ao parecer, deverá a autoridadeexpressar formalmente as razões que a levaram a decidir de modo contrário ao opinamento do parecer, sob pena de ser considerado abuso de poder o ato que praticar, justamente por não render ensejo à verificação de sua legalidade.

    (Manual de Direito Administrativo José dos Santos Carvalho Filho 2016)

  • Parecer:

    Obrigatório e Vinculante -> Ñ Segue!

    Obrigatório e Não Vinculante -> Segue!

  • Conforme o ensinamento de Oswaldo Aranha Bandeira de Mello, já interpretrado pelo STF, existem três espécies de pareceres na esfera administrativa:

     

    Facultativo: sua solicitação é facultativa pela Administração e não vincula a decisão de quem o solicitou;

    Obrigatório: a lei obriga a solicitação do parecer, não perde seu caráter opinativo, mas se não acolhido deverá haver uma motivação pela autoridade;

    Vinculante: é um parecer exigido por lei e que a Administração é obrigada a acatar a posição nele manifestada.

     

    Quando se trata de um parecer vinculante, a posição nele manifestada e a própria decisão do processo e por isso não tem como prosseguir o andamente até a sua apresentação. Se o parecer não vincula a Administração, sua não apresentação não impede a decisão da autoridade e o processo pode prosseguir regularmente.

     

     

  • Gab. A

     

    Parecer vinculante - Processo não terá seguimento

     

    Parecer NÃO vinculante - Processo poderá seguir

     

    -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

     

    Confira o meu material gratuito --> https://drive.google.com/drive/folders/1sSk7DGBaen4Bgo-p8cwh_hhINxeKL_UV?usp=sharing

  • Aieeeee!! Se segue o processo sem ele, então não é obrigatório, fala que é obrigatório mas pode seguir sem?

    ARTIGO MAL REDIGIDO PRA KCT!

  • parecer obrigatório e vinculante: o processo não terá seguimento até a respectiva apresentação, responsabilizando-se quem der causa ao atraso.

    .

    parecer obrigatório e não vinculante: o processo poderá ter prosseguimento e ser decidido com sua dispensa, sem prejuízo da responsabilidade de quem se omitiu no atendimento.

  • Lei 9.784 de 99, Art. 42.

     

    A depender do que a legislação determinar:

     

    § 1o Se um PARECER OBRIGATÓRIO E VINCULANTE deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo não terá seguimento até a respectiva apresentação, responsabilizando-se quem der causa ao atraso.

     

    Obs.: Neste caso, o não respeito aos prazos poderá gerar punição ao técnico responsável pelo Processo Administrativo.

     

    parecer é obrigatório quando a lei o exige como pressuposto para a prática final do ato. Obrigatoriedade diz respeito à solicitação do parecer (o que não lhe imprime caráter vinculante).

     

    Exemplo: lei que exija parecer jurídico sobre todos os recursos encaminhados ao Chefe do Executivo; embora haja obrigatoriedade de ser emitido parecer sob pena de ilegalidade do ato final, ele não perde caráter opinativo. Mas autoridade que não o acolher deverá motivar sua decisão ou solicitar novo parecer.

     

    parecer é vinculante quando a Administração é obrigada a solicitá-lo e a acatar sua conclusão.

     

    Exemplo: para conceder aposentadoria por invalidez, Administração tem que ouvir o órgão médico oficial e não pode decidir em desconformidade com sua decisão. Também neste caso, se autoridade tiver dúvida ou não concordar com parecer, deverá pedir novo parecer.

     

    § 2o Se um PARECER OBRIGATÓRIO E NÃO VINCULANTE deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo poderá ter prosseguimento e ser decidido com sua dispensa, sem prejuízo da responsabilidade de quem se omitiu no atendimento.

     

    Exemplo: O parecer jurídico, emitido sobre as minutas de acordos, convênios ou ajustes, é obrigatório, mas não possui natureza vinculante ao eventual ato da autoridade administrativa.

     

    15 dias (Prazo de Parecer de Órgão Consultivo). Emissão de parecer de oitiva de órgão consultivo (art. 42): SALVO norma especial ou comprovada necessidade de maior prazo.

     

    Obs.1: A lei menciona prazo que poderá ser acima de 15 dias, quando houver norma especial ou comprovada necessidade.

     

    Obs.2: Se for parecer VINCULATIVO, o processo para e aguarda até a apresentação do mesmo.

     

    Obs.3: Se for parecer NÃO VINCULATIVO, o processo segue normalmente.

     

    Obs.4: Em ambos os casos, apura – se a responsabilidade pelo atraso injustificado.

  • Art. 42. Quando deva ser obrigatoriamente ouvido um órgão consultivo, o parecer deverá ser emitido no prazo máximo de quinze dias, salvo norma especial ou comprovada necessidade de maior prazo.

    § 1o Se um parecer obrigatório e vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo não terá seguimento até a respectiva apresentação, responsabilizando-se quem der causa ao atraso. (NÃO TERÁ PROSSEGUIMENTO)

    § 2o Se um parecer obrigatório e não vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo poderá ter prosseguimento e ser decidido com sua dispensa, sem prejuízo da responsabilidade de quem se omitiu no atendimento. (PODE TER PROSSEGUIMENTO E SER DECIDIDO COM SUA DISPENSA)

  • Art. 42. Quando deva ser obrigatoriamente ouvido um órgão consultivo, o parecer deverá ser emitido no prazo máximo de quinze dias, salvo norma especial ou comprovada necessidade de maior prazo.

    § 1o Se um parecer obrigatório e vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo não terá seguimento até a respectiva apresentação, responsabilizando-se quem der causa ao atraso.

    § 2o Se um parecer obrigatório e não vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo poderá ter prosseguimento e ser decidido com sua dispensa, sem prejuízo da responsabilidade de quem se omitiu no atendimento.

  • GABARITO: A)

    Lembrando que, em ambos os casos, será responsabilizado o servidor que atrasou ou que se omitiu.

    Bons estudos!

    Instagram: @el_arabe_trt

  • GABARITO: LETRA A

    DA INSTRUÇÃO

    Art. 42. Quando deva ser obrigatoriamente ouvido um órgão consultivo, o parecer deverá ser emitido no prazo máximo de quinze dias, salvo norma especial ou comprovada necessidade de maior prazo.

    § 1 Se um parecer obrigatório e vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo não terá seguimento até a respectiva apresentação, responsabilizando-se quem der causa ao atraso.

    § 2 Se um parecer obrigatório e não vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo poderá ter prosseguimento e ser decidido com sua dispensa, sem prejuízo da responsabilidade de quem se omitiu no atendimento.

    FONTE:  LEI Nº 9.784, DE 29 DE JANEIRO DE 1999.  

  • Comentário:

    A resposta está no art. 42 da Lei 9.784/99:

    Art. 42. Quando deva ser obrigatoriamente ouvido um órgão consultivo, o parecer deverá ser emitido no prazo máximo de quinze dias, salvo norma especial ou comprovada necessidade de maior prazo.

    § 1º Se um parecer obrigatório e vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo não terá seguimento até a respectiva apresentação, responsabilizando-se quem der causa ao atraso.

    § 2º  Se um parecer obrigatório e não vinculante deixar de ser emitido no prazo fixado, o processo poderá ter prosseguimento e ser decidido com sua dispensa, sem prejuízo da responsabilidade de quem se omitiu no atendimento.

    Assim, se o parecer é obrigatório e vinculante, o processo não poderá ter seguimento até a respectiva apresentação; se, por outro lado, o parecer for obrigatório e não vinculante, o processo poderá seguir e ser decidido sem o parecer, sem prejuízo da responsabilidade de quem deu causa à omissão. Correta, portanto, a opção “a”.

    Gabarito: alternativa “a”

  • OITIVA OBRIGATÓRIA DE ÓRGÃO CONSULTIVO (art. 42, caput)

    # REGRA = PARECER 15 DIAS

    # EXCEÇÃO 1 = NORMA ESPECIAL ou NECESSIDADE COMPROVADA

    PARECER OBRIGATÓRIO E VINCULANTE NÃO EMITIDO (art. 42, § 1°)

    # NÃO PROSSEGUE O PROCESSO + NÃO DISPENSA PARECER

    PARECER OBRIGATÓRIO E NÃO VINCULANTE NÃO EMITIDO (art. 42, § 2°)

    # PROSSEGUE O PROCESSO + DISPENSA PARECER


ID
1840561
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O Estado do Mato Grosso realizará licitação de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, demonstrados através de parecer tecnicamente aprovado pela autoridade competente. No edital da respectiva licitação, foi exigida a apresentação de garantia contratual. A empresa SW, interessada em participar do certame, pretende apresentar garantia na forma de caução em dinheiro, cujo montante representa uma porcentagem sobre o valor do contrato administrativo. No caso narrado, conforme preceitua a Lei n°8.666/1993, a garantia na forma de caução em dinheiro poderá ser em %, de até

Alternativas
Comentários
  • Letra (b)


    L8666


    Art. 31


    2o A Administração, nas compras para entrega futura e na execução de obras e serviços, poderá estabelecer, no instrumento convocatório da licitação, a exigência de capital mínimo ou de patrimônio líquido mínimo, ou ainda as garantias previstas no § 1o do art. 56 desta Lei, como dado objetivo de comprovação da qualificação econômico-financeira dos licitantes e para efeito de garantia ao adimplemento do contrato a ser ulteriormente celebrado.


    § 3o O capital mínimo ou o valor do patrimônio líquido a que se refere o parágrafo anterior não poderá exceder a 10% (dez por cento) do valor estimado da contratação, devendo a comprovação ser feita relativamente à data da apresentação da proposta, na forma da lei, admitida a atualização para esta data através de índices oficiais.


  • Letra (b)

    Lei 8.666

    Art. 56. A critério da autoridade competente, em cada caso, e desde que prevista no instrumento convocatório, poderá ser exigida prestação de garantia nas contratações de obras, serviços e compras.

    § 1o Caberá ao contratado optar por uma das seguintes modalidades de garantia: (Redação dada pela Lei nº 8.883, de 1994)

    I - caução em dinheiro ou em títulos da dívida pública, devendo estes ter sido emitidos sob a forma escritural, mediante registro em sistema centralizado de liquidação e de custódia autorizado pelo Banco Central do Brasil e avaliados pelos seus valores econômicos, conforme definido pelo Ministério da Fazenda

    II- seguro-garantia

    III - fiança bancária

    § 2o A garantia a que se refere o caput deste artigo não excederá a cinco por cento do valor do contrato e terá seu valor atualizado nas mesmas condições daquele, ressalvado o previsto no parágrafo 3o deste artigo.

    § 3o Para obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, demonstrados através de parecer tecnicamente aprovado pela autoridade competente, o limite de garantia previsto no parágrafo anterior poderá ser elevado para até dez por cento do valor do contrato.

    § 4o A garantia prestada pelo contratado será liberada ou restituída após a execução do contrato e, quando em dinheiro, atualizada monetariamente.

    § 5o Nos casos de contratos que importem na entrega de bens pela Administração, dos quais o contratado ficará depositário, ao valor da garantia deverá ser acrescido o valor desses bens.

  • que provinha afff...

  • garantia na fase de HABILITAÇÃO - 1% (art.31, III, lei 8666/93)
    garantia nas CONTRATAÇÕES - 5% (art. 56, §2º, lei 8666/93) - obras, serviços e fornecimento de grande vulto 10% (art. 56, §3º, lei 8666/93)

  • Só para reforçar: (art. 56 § 3º Lei 8666-1993)

    § 3o Para obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, demonstrados através de parecer tecnicamente aprovado pela autoridade competente, o limite de garantia previsto no parágrafo anterior poderá ser elevado para até dez por cento do valor do contrato.


  • ART. 56.  A critério da autoridade competente, em cada caso, e desde que prevista no instrumento convocatório, poderá ser exigida prestação de garantia nas contratações de obras, serviços e compras.

    [...] 
    __________________

    Comentário:

     A exigência ou não de garantia é decisão discricionária da Administração. Porém, para que possa ser exigida, deve haver previsão expressa no instrumento convocatório da licitação (edital).

     Caso decida pela exigência, caberá ao contratado (e não à Administração) escolher por uma das modalidades de garantia previstas na lei.

     A garantia exigida do contratado não se confunde com a garantia de proposta [até 1% do valor orçado],  prestada pelos licitantes como condição para participação na licitação (ver art. 31, III). Ambas são prestadas nas mesmas modalidades, mas possuem finalidades e limites distintos.

    ___________________

    § 2o A garantia a que se refere o caput deste artigo não excederá a cinco por cento do valor do contrato e terá seu valor atualizado nas mesmas condições daquele, ressalvado o previsto no parágrafo 3o deste artigo. (Redação dada pela Lei nº 8.883, de 1994)

    § 3o Para obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, demonstrados através de parecer tecnicamente aprovado pela autoridade competente, o limite de garantia previsto no parágrafo anterior poderá ser elevado para até dez por cento do valor do contrato. (Redação dada pela Lei nº 8.883, de 1994)

    GABARITO: LETRA B


  • Garantia:

    *****regra: 5% do valor da contratação;

    *****grande vulto: 10% do valor da contratação.

  • Show de bola o comentário do Alisson Daniel!

  • Gabarito B

    Obs: A correta classificação desta questão seria em Contratos Administrativos e não em licitação.

  • regra

     

    5% 

    10% -> exceção

  • Art. 56. A critério da autoridade competente, em cada caso, e desde que prevista no instrumento convocatório, poderá ser exigida prestação de garantia nas contratações de obras, serviços e compras.

     

    § 1o Caberá ao contratado optar por uma das seguintes modalidades de garantia: (Redação dada pela Lei nº 8.883, de 1994)

     

    I - caução em dinheiro ou em títulos da dívida pública, devendo estes ter sido emitidos sob a forma escritural, mediante registro em sistema centralizado de liquidação e de custódia autorizado pelo Banco Central do Brasil e avaliados pelos seus valores econômicos, conforme definido pelo Ministério da Fazenda

     

    II- seguro-garantia

     

    III - fiança bancária

     

    § 2o A garantia a que se refere o caput deste artigo não excederá a cinco por cento do valor do contrato e terá seu valor atualizado nas mesmas condições daquele, ressalvado o previsto no parágrafo 3o deste artigo.

     

    § 3o Para obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, demonstrados através de parecer tecnicamente aprovado pela autoridade competente, o limite de garantia previsto no parágrafo anterior poderá ser elevado para até dez por cento do valor do contrato.

     

    regra -> 5%

    exceção ( obra de grande vulto ) -> 10%

  • A regra é 5%.

    Grande Vulto 10%

    Parceria Publico Privada 1%

    Pregão não há garantia.

  • Garantia contratual:

     

    > Regra: até 5%

    > Alta complexidade: até 10%

  • GABARITO B

     

    Art. 31, parágrafo 3º.

    Regra: 5%

    Exceção: não excederá 10%

  • Atenção - o artigo correto é Art. 56, §2º e 3º.

     

    Regra: garantia de 5%.

    Exceção: grande vulto e alta complexidade - garantia de 10%

  • Lei 8.666

     

    Art. 6o  Para os fins desta Lei, considera-se:

    V - Obras, serviços e compras de grande vulto - aquelas cujo valor estimado seja superior a 25 (vinte e cinco) vezes o limite estabelecido na alínea "c" do inciso I do art. 23 desta Lei;

     

    R$ 1.500.000,00 x 25 = R$ 37.500.000,00

     

    Lembrando, ainda, que o valor da garantia poderá ser ainda maior:

     

    Lei 8.666, Art. 56, § 5o  Nos casos de contratos que importem na entrega de bens pela Administração, dos quais o contratado ficará depositário, ao valor da garantia deverá ser acrescido o valor desses bens.

  • Não confundir com limite de 1% do art.31, III, este se refere a garantia exigida para qualificação ecônomica-financeira, ou seja, é exigida para se participar da licitação; já a do art. 56, refere-se de garantia contratual. 

  • A regra é 5%, salvo justamente para obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, demonstrados através de parecer tecnicamente aprovado pela autoridade competente.

  • GABARITO B

     

    § 3o  Para obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, demonstrados através de parecer tecnicamente aprovado pela autoridade competente, o limite de garantia previsto no parágrafo anterior poderá ser elevado para até dez por cento do valor do contrato.   

  • Art. 56.  A critério da autoridade competente, em cada caso, e desde que prevista no instrumento convocatório, poderá ser exigida prestação de garantia nas contratações de obras, serviços e compras.

     

    § 2o  A garantia a que se refere o caput deste artigo não excederá a cinco por cento do valor do contrato e terá seu valor atualizado nas mesmas condições daquele, ressalvado o previsto no parágrafo 3o deste artigo. (Redação dada pela Lei nº 8.883, de 1994)

     

    § 3o  Para obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, demonstrados através de parecer tecnicamente aprovado pela autoridade competente, o limite de garantia previsto no parágrafo anterior poderá ser elevado para até dez por cento do valor do contrato. (Redação dada pela Lei nº 8.883, de 1994)

     

    **********

     

    PRESTAÇÃO DE GARANTIA

     

    REGRA GERAL: não excederá 5% do valor do contrato

     

    EXCEÇÃO: obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis => ATÉ 10% DO VALOR DO CONTRATO

     

    GAB: B

  • só tamanho.

  • GAB ''B''

     

    GARANTIA CONTRATUAL

     

    -REGRA: 5%

    -LCT GRANDE VULTO/ COMPLEX: 10%

    -PPP: 1%

    -PREGÃO:  -NÃOGARANTIA DE PROPOSTAS

                    - PODE HAVER GARANTIA P/ ASSINATURA DO CT ADM.

  • EXIGÊNCIA DE GARANTIA - ART. 56

    Tem em todo contrato? NÃO!

    Caberá ao contratado optar por uma das modalidades:

    (1) Caução em dinheiro

    (2) Seguro garantia

    (3) Fiança bancária

     

    A troca só é possível se houver acordo entre as partes (Art. 65, II, "a")

    __________________________________________________________________________

    REGRA: não poderá exceder 5% valor do contrato

    EXCEÇÃO: contrato de grande vulto com alta complexidade e riscos financeiros - até 10%

    __________________________________________________________________________

     

    NÃO CONFUNDIR

    Garantia contratual (Art. 56) x Garantia da proposta (Art. 31, III)

     

    Garantia da proposta

    - dos licitantes

    - qualificação econômico financeira

    - até 1% do valor estimado da contratação

     

    GAB. B

  • Art. 56 da Lei nº 8.666/93: A critério da autoridade competente, em cada caso, e desde que prevista no instrumento convocatório, poderá ser exigida prestação de garantia nas contratações de obras, serviços e compras.

     

    É possível a exigência de garantia nas contratações de obras, serviços e compras, a critério da autoridade competente e desde que prevista no instrumento convocatório.

     

    ▪ A exigência ou não de garantia é decisão discricionária da Administração. Porém, para que possa ser exigida, deve haver previsão expressa no instrumento convocatório da licitação (edital).

     

    ▪ Caso decida pela exigência, caberá ao contratado (e não à Administração) escolher por uma das modalidades de garantia previstas na lei: caução em dinheiro ou títulos da dívida pública, seguro-garantia e fiança bancária.

     

    ▪ A garantia exigida do contratado não se confunde com a garantia de proposta, prestada pelos licitantes como condição para participação na licitação (ver art. 31, III). Ambas são prestadas nas mesmas modalidades, mas possuem finalidades e limites distintos.

     

    § 2o A garantia a que se refere o caput deste artigo não excederá a cinco por cento do valor do contrato e terá seu valor atualizado nas mesmas condições daquele, ressalvado o previsto no parágrafo 3o deste artigo.

     

    § 3º Para obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, demonstrados através de parecer tecnicamente aprovado pela autoridade competente, o limite de garantia previsto no parágrafo anterior poderá ser elevado para até dez por cento do valor do contrato.

     

     

    GARANTIA: Caução, Seguro e Fiança.

     

    Contratual: Regra: até 5% do valor do contrato

     

    Exceção: até 10% do valor do contrato – Contratações de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros

     

    Proposta: Até 1% do valor orçado

     

     

  • LETRA B

     

    Com as alterações promovidas pelo decreto em 2018

     

    Macete : granDE vulto = DEz por cento

     

    Grande Vulto = superiores a Vinte e cinco x o valor da concorrência

           Licitações de “grande vulto" --> 25 X 3,3 milhões >>> Art 6º , inciso V

           Licitações de “imenso vulto” --> 100 X 3,3 milhões >>> Art 39  


     

    Galera, criei um perfil no instagram voltado para publicar os meus macetes e dicas para concursos. Sigam aí @qciano. Abraço e bons estudos! https://www.instagram.com/qciano/ .

  • GABARITO LETRA B

     

    LEI Nº 8666/1993 (REGULAMENTA O ART. 37, INCISO XXI, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, INSTITUI NORMAS PARA LICITAÇÕES E CONTRATOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS)

     

    ARTIGO 56.  A critério da autoridade competente, em cada caso, e desde que prevista no instrumento convocatório, poderá ser exigida prestação de garantia nas contratações de obras, serviços e compras.

     

    § 2o  A garantia a que se refere o caput deste artigo não excederá a cinco por cento do valor do contrato e terá seu valor atualizado nas mesmas condições daquele, ressalvado o previsto no parágrafo 3o deste artigo.         

     

    § 3o  Para obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, demonstrados através de parecer tecnicamente aprovado pela autoridade competente, o limite de garantia previsto no parágrafo anterior poderá ser elevado para até dez por cento do valor do contrato.  

  • →Licitação: Garantia de proposta: L1citação: máximo 1% do valor estimado.

    Garantia contratual: C5ontrato : máximo de 5% (ou 10%, se grande vulto)

    Pela Lei 8666/93 - pode-se exigir garantia.

    Modalidades: 4 modalidades: caução em dinheiro ou títulos da dívida pública, seguro-garantia e fiança Bancária. (ficando à critério do contratado )

    ●Caução em dinheiro ou em títulos da dívida pública: emitidos de forma escritural.


ID
1840564
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Marcilio, servidor público federal e chefe de determinada repartição pública, convalidou ato administrativo ilegal, haja vista conter nulidade relativa, suprindo, assim, vício existente no mencionado ato. Já Ana, também servidora pública federal, revogou ato administrativo com vício de motivo. A propósito do ocorrido nas duas hipóteses,

Alternativas
Comentários
  • Letra (c)


    De acordo com as lições de Maria Sylvia Zanella de Pietro, a convalidação ou saneamento “é o ato administrativo pelo qual é suprido o vício existente em um ato ilegal, com efeitos retroativos à data em que este foi praticado

  • Letras D e E estão erradas pois "Revogação  é o ato discricionário pelo qual a Administração extingue um ato válido, por razões de oportunidade e conveniência" (DiPietro, p. 295, 28ªed).
    O ato possui vício de motivo, portanto não é válido.

  • A Administração Pública pode revogar atos legais com análise no mérito administrativo, decorrente do juízo de conveniência e oportunidade (mérito administrativo) no atos discricionários, em que a AP tem liberdade para decidir sobre motivo e objeto.

    Então o comentário do Virgulino não esta condizente.

  • Admitem convalidação: Vícios referentes a Competência e Forma;

    Não admitem convalidação: Vícios referentes a Finalidade, Motivo e Objeto.

  • Pessoal, alguém sabe explicar a letra D?

    .

    Estudei que o mérito administrativo está no motivo e objeto. Se Ana revogou ato administrativo com vício no motivo, a D não está correta?


    Quanto aos efeitos está correto, ex nunc, pois não retroage...

  • a D' também está correta

  • "A finalidade, o motivo e o objeto nunca podem ser convalidados, por sua própria essência. Só existe uma finalidade de todo ato público, que é atender ao interesse público. Se é praticado para atender interesse privado, não se pode corrigir tamanha falha. Quanto ao motivo, ou este existe, e a ato pode ser válido, ou não existe, e não pode ser sanado. E o objeto, conteúdo do ato, também não pode ser corrigido com vistas a convalidar o ato, pois ai teríamos um novo ato, sendo nulo o primeiro." 

    http://douglascr.jusbrasil.com.br/artigos/136827748/anulacao-revogacao-e-convalidacao-dos-atos-administrativos
  • Se o ato possui vício no motivo, será um ato ilegal e, portanto, deverá ser anulado (e não revogado)!

    Ao ser anulado, terá efeitos ex tunc.

    Vício no motivo, portanto, implica ilegalidade, não se inserindo em critérios de conveniência e oportunidade.

  • Alternativa correta: C


    Aos colegas, Concurseira Fed., George DS. e demais interessados,


    No primeiro caso, o ato, apesar de ilegal, possuía uma nulidade relativa. Pois bem, neste caso, o ato pode ser convalidado.


    De acordo Matheus Carvalho, “em determinadas situações, é possível a correção do vício de ato administrativo. Nestas situações, diz-se ser caso de nulidade relativa, pois o vício é sanável (...). A correção do vício e consequente manutenção do ato deve sempre atender ao interesse público e, caso isso se configure, será possível a convalidação do ato viciado”.


    No caso acima, levar-se-á em consideração a conveniência e a oportunidade.


    Para o autor, “o conserto decorre dos princípios da eficiência e economicidade, já que é mais útil para a Administração Pública convalidar do que anular, além de garantir uma preservação da ordem jurídica, garantindo-se a segurança das relações previamente constituídas”. Ademais, a convalidação possui previsão no art. 55.  da lei 9.784/99.


    Deve-se observar que a convalidação operará efeitos ex tunc, ou seja, retroagirá à data da sua edição.


    No segundo evento, por outro lado, Ana revogou ato administrativo com vício de motivo. Neste caso, contudo, o ato não poderia ter sido revogado, posto que se tratava de ato ilegal, razão pela qual, deveria ter sido anulado e não revogado como ocorreu no caso narrado. Vale observar que a anulação pode ser feita tanto pela Adm. Pública (poder-dever), quanto pelo Poder Judiciário, conforme se infere do disposto no art. 53 da Lei 9.784/99, in verbis:


    Lei 9.784/99

    Art. 53. A Administração deve anular seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade, e pode revogá-los por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.


    O doutrinador citado alhures, faz importantes apontamentos acerca dos efeitos da anulação, vejamos:


    A anulação opera efeitos ex tunc (retroage à data da origem do ato, aniquilando todos os efeitos produzidos, ressalvados os direitos adquiridos de terceiros de boa – fé). Sendo assim, como forma de garantia do princípio da segurança jurídica e, com o intuito de evitar o enriquecimento ilícito por parte da Administração pública em detrimento de particulares que estejam de boa fé, alguns efeitos do ato nulo serão mantidos, mesmo depois de declarada  a sua nulidade”. 


    Bons estudos! \o/


    Fonte: CARVALHO, Matheus. Manual de Direito Administrativo. 3ª ed. Salvador:JusPODIVM, 2016.

  • FOCO na Convalidação:

    FOrma 
    COmpetência

  • ANULAÇÃO (CONVALIDAÇÃO): EX  TUNC(testa)   X  REVOGAÇÃO  EX NUNC(nuca)

    Ex tunc: empurre a testa. A cabeça andará para trás.  (T: tunc, testa).. Ex nunc: empurre a nuca. A cabeça irá para frente (N: nunc, nuca).
    Na hora da prova, dá um empurrão na nuca e/ou na testa conforme o caso. Não vai ter erro. Só não esqueçam que anular é voltar atrás. 
  • VÍCIO = ILEGALIDADE.

     

    SENDO VÍCIO = ILEGALIDADE, LOGO, EM CASO DE VÍCIO CABE ANULAÇÃO OU CONVALIDAÇÃO (VÍCIOS SANÁVEIS - FORMA E COMPETÊNCIA).

     

    EM SE TRATANDO DE REVOGAÇÃO, ESTA ATINGE O MÉRITO DO ATO ADMINISTRATIVO, QUE, POR SUA VEZ É FORMADO PELO MOTIVO E PELO OBJETO.

     

    SENDO ASSIM, TRATANDO-SE DE ATO DISCRICIONÁRIO, OU SEJA PASSÍVEL DE REVOGAÇÃO, ESTÁ RECAÍRA NO MOTIVO OU NO OBJETO DO ATO, POIS É AÍ QUE SE ENCONTRAM AS RAZÕES DE CONVENIÊNCIA E OPORTUNIDADE DO ATO.

     

  • A 'd' está errada porque ato com vício de motivo é nulo, e ato nulo não pode ser revogado.

  • atos com vícios de competência, forma, objeto, motivo, finalidade em regra devem ser anulados, porém os com vícios de competência e forma podem sr convalidados.

  • Admitem convalidação: Forma e Competência; (FOCO)
    Não admitem convalidação: Finalidade, Objeto e Motivo. (FOMe)

  • MACETE:

    ATOS deverão ser ANULADOS no F M O ( Finalidade, Motivo e Objeto )

    ATOS poderão ser CONVALIDADOS na C F ( Competência desde q não seja Exclusiva, e Forma q nao seja essencial )

  • A propósito do ocorrido nas duas hipóteses,

     

    a) ERRADA. a convalidação não se destina a atos administrativos DE NULIDADE RELATIVA, sendo seu efeito sempre EX TUNC.

    “Nestes casos, consertado o vício, o ato produz efeitos licitamente, desde a sua origem, podendo-se definir, portanto, que a convalidação opera efeitos ex tunc, retroagindo à data de edição do ato para que sejam resguardados os efeitos pretéritos desta conduta.”

    (Matheus Carvalho. Manual de Direito Administrativo, 2015. p. 290)

    "Assim, a doutrina passou a entender que, quando é o caso de nulidade sanável, ou seja,vícios de forma e de competência, devem ser corrigidos se for mais interessante ao interesse público e causar menos prejuízo do que a sua anulação."
    (Matheus Carvalho. Manual de Direito Administrativo, 2015. p. 290)

     

    b) ERRADA. a revogação é possível SOMENTE NO PRIMEIRO CASO NARRADO, mas se dará com efeitos EX NUNC.

    “Logo, a revogação do ato administrativo produz efeitos ex nunc, e somente a Administração Pública pode revogar os atos por ela praticados, no exercício da autotutela.”

    (Matheus Carvalho. Manual de Direito Administrativo, 2015. p. 291)

     

    c) CERTA. “Nestes casos, consertado o vício, o ato produz efeitos licitamente, desde a sua origem, podendo-se definir, portanto, que a convalidação opera efeitos ex tunc, retroagindo à data de edição do ato para que sejam resguardados os efeitos pretéritos desta conduta.”

    (Matheus Carvalho. Manual de Direito Administrativo, 2015. p. 290)

     

    d) ERRADA. a revogação é possível SOMENTE NO PRIMEIRO CASO NARRADO, mas se dará com efeitos EX NUNC.

    “Logo, a revogação do ato administrativo produz efeitos ex nunc, e somente a Administração Pública pode revogar os atos por ela praticados, no exercício da autotutela.”

    (Matheus Carvalho. Manual de Direito Administrativo, 2015. p. 291)

     

    e) ERRADA. o episódio narrado na segunda hipótese comporta SOMENTE ANULAÇÃO que, NESTE CASO, ocorrerá com efeitos ex tunc.

    Revogação: É a extinção do ato administrativo válido por motivo de oportunidade e conveniência, ou seja, por razões de mérito.”

    (Matheus Carvalho. Manual de Direito Administrativo, 2015. p. 291)

    Anulação: Para a doutrina majoritária a invalidação ou anulação do ato administrativo decorre da dissonância desta conduta em relação às normas postas no ordenamento jurídico, ensejando a possibilidade de retirada destes atos.”

    (Matheus Carvalho. Manual de Direito Administrativo, 2015. p. 287)

  • Colega Arthur Camacho, obrigado pelos comentários.

  • Ato anulável é o ato contaminado com vício sanável, que admite convalidação. A convalidação é a correção da irregularidade do ato administrativo, produzindo efeitos "ex tunc ", ou seja, retroage até a data em que foi praticado, só que para finalidade diversa. O ato passa a ser regular desde o seu nascimento.
     

    A Administração não pode convalidar um ato anulável que tenha sido objeto de impugnação administrativa ou judicial, SALVO os casos de motivação tardia de ato vinculado, após a impugnação do ato.

     

    Os vícios relacionados à competência admitem convalidação (nesse caso, também chamada de ratificação), desde que não se trate de matéria de competência exclusiva, quando a irregularidade será considerada insanável.

     

    No que concerne aos vícios relacionados à forma, a convalidação é possível desde que a mesma não seja considerada essencial à validade do ato.

  • ´´vício de MOTIVO´´ é diferente de vício de motivação(isso volta e meia cai em prova pra confundir)

    vício de motivo = vício de forma

    E vício de forma é anulação ou convalidação,pois não é mérito administrativo

     

     

    Competencia

    forma

    finalidade

    motivação ----->mérito

    objeto------------>mérito

    objeto         

  • Não fala besteira não... Competência, forma, motivo, objeto e finalidade são os requisitos.

    Motivação não é um requisito. 

    Motivo e forma são coisas beeem diferentes.

  • posso convalidar -> FO.CO ( forma e competencia )

     

    tem que ser competencia NAO exclusiva

  • O erro da letra A é somente no final, em que fala que possui efeito ex nunc

  • Vícios nos elementos/requisitos do ato administrativo

    Quando se tratar de vícios nos elementos Motivo, Objeto e Finalidade, obrigatoriamente, haverá a anulação do ato, pois não comportam a convalidação.

    Com relação a vícios presentes nos elementos Competência e Forma, cabe à Administração anular ou convalidar se, respectivamente, não for de competência exclusiva e de forma essencial.

     

  • Já Ana, também servidora pública federal, revogou ato administrativo com vício de motivo.

     

    COFIFOMOOB

     

    Pra se revogar, necessário se faz que todos os elementos do ato ( COFIFOMOOB ) estejam SEMPRE validos e legais. Se algum desses, a exemplo da questao a qual foi MOTIVO, nao comportará revogação, mas sim ANULAÇÃO

     

    nao desisto.

  • Revoga-se quando o ato é válido, por ato discricionário da AP, com efeito ex nunc. Os atos inválidos podem ser invalidados, com efeito ex tunc ou convalidados. Percebam que os atos válidos, e portanto revogáveis, não são objeto de convalidação, por não haver vícios.

    Se um um ato é inválido, abrem-se dois caminhos: 1)convalidar ou 2)anular

    1) Somente é possível convalidar atos viciados nos atributos competência e forma, desde que aquele não seja exclusivo ou material e este (forma) não seja da essência do ato, determinado em Lei. Não é possível convalidar os elementos finalidde, objeto e motivo.

    2) é possível anular vícios em todos os elementos do ato (competência, forma, motivo, objeto e finalidade). É discricionária a opção em convalidar os vícios de competência e forma.

    Na questão a primeira parte do enunciado está correta, pois nulidades relativas somente podem se referir a atos convalidáveis (competência e forma) e a convalidação tem efeito ex tunc.

    A segunda parte está errada. Vício de motivo, por ser vício, não comporta revogação, mas anulação ou convalidação. Como o vício é no elemento motivo, a AP tem um só caminho, anular o ato (para convalidade o vício deveria incidir na competência ou na forma).

    Vamos aos erros de cada questão:

    a) a convalidação não se destina a atos administrativos ilegais, sendo seu efeito sempre ex nunc. ERRADO. É possível convalidar atos ilegais quando nos elementos competência, desde que não exclusiva e material, e forma, desde que não seja da essência do ato.

    b) a revogação é possível no caso narrado, mas se dará com efeitos ex tunc. ERRADO. O caso (ou os casos, já há duas partes no enunciado) se refere a atos inválidos, logo insucepctíveis de revogação, mas somente de invalidade ou de convalidação (se na competênca e na forma).

    c) no primeiro caso, a convalidação ocorrerá com efeitos retroativos à data em que o ato administrativo foi praticado. CORRETA.

    d) a revogação é possível no caso narrado, mas se dará com efeitos ex nunc.  ERRADO O caso (ou os casos, já há duas partes no enunciado) se refere a atos inválidos, logo insuceptíveis de revogação, mas somente de invalidade ou de convalidação (se na competênca e na forma).

    e) o episódio narrado na segunda hipótese comporta tanto revogação quanto anulação que, neste último caso, ocorrerá com efeitos ex tunc. ERRADO. não é possível revogar vício (qualquer que seja). Se há vício, o administrador tem o poder-dever de anular o ato viciado ou convalidá-lo se na competência ou na forma.

    OBS 1. Somente é possível convalidar atos que não contrariem o interesse público e que não gere prejuizos a terceiros.

    OBS. 2. Por fim, há uma teoria que, a depender do contexto, é possível convalidar TODOS os vícios existentes no ato administrativo. Isso somente será possível quando a nulidade do ato se revelar mais prejudicial ao interese público que a própria manutenção do ato. Aqui é caso de razoabilidade. 

    Este é o resumão. Bons estudos!!

  • "revogou ato administrativo com vício de motivo."

    Ao se falar em vício não pode ser regovado, e sim ANULADO.

    Palavras chaves:
    Vício = anulação
    Inconveniencia ou Inoportunidade = revogação

  • A) errada: a convalidação se opera em atos com vício na competência ou na forma, desde que não sejam exclusivas, e tem efeito ex tunc. 

    B) errada: a revogação não se opera nos dois casos e terá efeito ex nunc. Primeiro caso: agente público praticou atos ilegais ( a revogação só é utilizada  nos atos lícitos que se tornaram inconvenientes ou inoportunos). Segundo caso: vício no motivo torna o ato nulo.

    C) certa. No primeiro caso, o ato tem nulidade relativa passível de correção,  logo caberá a convalidação.

    D)errada: a revogação não é possível em nenhum dos dois casos.

    E)errada: vício no motivo só aceita anulação. 

     

  • Vicio no motivo = ato ilegal...
    Só se da para convalidar o ato casa tenha vicio na COMPETENCIA e FORMA .
    Convalidação efeito ( Ex Tunc),assim como a anulação.

  • Convalidação - efeito ex tunC - só no FOCO (forma e competência).

  • Recapitulando:

     

    Se a competência for exclusiva não poderá ser convalidada.

    Quando a forma for essencial ao ato não poderá ser convalidada.

     

    Gabarito C

  • CONVALIDAÇÃO - efeito ex tunc - só no FOCO (forma e competência). 

                  PS! Competência e Forma desde que não sejam essenciais!!! 

     

    Nos demais vícios (Finalidade, motivo e objeto), ANULAÇÃO. Com efeito ex tunc.

     

    REVOGAÇÃO quando inoportuno e inconveniente. Ex nunc

  • a) a convalidação não se destina a atos administrativos ilegais, sendo seu efeito sempre ex nunc.

    Comentário:

    - a convalidação dos atos administrativos (correção do vício que recai sobre o ato) pode ocorrer quando o vício é sanável, ou seja, vícios de forma e de competência, desde que não cause prejuízo a terceiros e nem à própria administração. A convalidação opera efeitos extunc, retroagindo à data de edição do ato.

    - CONVALIDAÇÃO = EFEITOS EXTUNC

    b)  a revogação é possível no caso narrado, mas se dará com efeitos ex tunc.

    Comentário:

    - a revogação é a extinção do ato administrativo válido por razões de mérito (conveniência e oportunidade da Adm. Pub.), quando a Adm. Pub. Não tem mais interesse na manutenção do ato.

    - a revogação não retroage. Isso pq o ato adm revogado era válido e produziu todos os seus efeitos, impedindo somente a produção de efeitos futuros (desde a revogação).

    - REVOGAÇÃO = EFEITOS EX NUC.

    - não se admite a revogação de:

    i. atos consumados;

    ii. atos irrevogáveis;

    iii. atos que geram direitos adquiridos;

    iv. atos vinculados;

    v. atos enunciativos;

    vi. atos de controle;

    vii. atos complexos.

     

    c)  no primeiro caso, a convalidação ocorrerá com efeitos retroativos à data em que o ato administrativo foi praticado.

    Comentário:

    - CONVALIDAÇÃO = EFEITOS EXTUNC

    d)  a revogação é possível no caso narrado, mas se dará com efeitos ex nunc.

    Comentário:

    - havendo vício de motivo não se trata de revogação, pois a revogação exige ato válido.

    e)  o episódio narrado na segunda hipótese comporta tanto revogação quanto anulação que, neste último caso, ocorrerá com efeitos ex tunc.

    Comentário:

    - havendo vício de motivo não se trata de revogação, pois a revogação exige ato válido e opera efeitos ex nunc.

    - como se trata de vício de motivação é possível que realizar a sua anulação, desde que tal vício implique em contrariedade à norma (vício de legalidade).

  • O comentário do Raphael H ajudou muito.
  • GABARITO C 

     

    ERRADA - Convalidação tem efeito ex tunc - a convalidação não se destina a atos administrativos ilegais, sendo seu efeito sempre ex nunc.

     

    ERRADA - Revogação tem efeito ex nunc - a revogação é possível no caso narrado, mas se dará com efeitos ex tunc.

     

    CORRETA - Convalidação tem efeito retroativo (ex tunc) - no primeiro caso, a convalidação ocorrerá com efeitos retroativos à data em que o ato administrativo foi praticado.

     

    ERRADA - Os casos narrados se referem a vicios de legalidade, portanto passíveis apenas de anulação. ( Anular = ilegal / Revogar = oportunidade e conveniencia) - a revogação é possível no caso narrado, mas se dará com efeitos ex nunc.

     

    ERRADA - Comporta apenas anulação - o episódio narrado na segunda hipótese comporta tanto revogação quanto anulação que, neste último caso, ocorrerá com efeitos ex tunc.

  • ANULAÇÃO - OPERA RETROATIVAMENTE

     

    CONVALIDAÇÃO - OPERA RETROATIVAMENTE

     

    REVOGAÇÃO - EFEITOS PROSPECTIVOS

  • Eu nunca sei quando a questão se refere a competência exclusiva ou não.

  • Motivo NAO PODE SER CONVALIDADO - motivo é a razão de exitir do ato naquele momento. O que o levou a ser feito. Razão pela qual com um ato com vício de finalidade (genérica ou específica), motivo e objeto devem ser anulados e nunca revogados. 

  • A) ERRADA . Os efeitos da convalidação são ex-tunc.

    B) ERRADA. Revogação: efeitos ex-nunc e não cabe quando o ato é ilegal. Ana não pode revogar ato com vício de motivo.

    C)CERTA. Cabe a convalidação para atos ilegais com vícios sanáveis. Ademais, esses efeitos serão retroativos.

    D) A revogação, de fato, possui efeitos ex-nunc, porém não cabe no caso de Ana tendo em vista que o ato é ilegal.

    E) Na segunda hipótese, conforme já dito nas assertivas acima, não cabe revogação. Só anulação.

    Equipe Erick Alves

  • Em 26/04/2018, às 17:35:39, você respondeu a opção D.Errada!

    Em 13/01/2017, às 15:35:48, você respondeu a opção D.Errada!

  • Sobre a segunda hipótese: " Já Ana, também servidora pública federal, revogou ato administrativo com vício de motivo", não tem como ter convalidação. Visto que, a Convalidação é apenas para vício de Competência e Forma.

  • Forma não cabe.
  • Gab: C

     

    Anulação = retroage + efeitos ex-tunc - É só pensar o seguinte: se o ato vai ser ANULADO é pq me causou algum dano, então a administração vai anulá-lo e fazê-lo retroagir para se redimir comigo. (marco a anulação em vermelho pq associo à sangue, à morte ou à tristeza. Por isso a ADM. tenta me "ajudar" anulando o ato e fazendo ele retroagir).

     

    RevogaNÃO NÃO retroage + efeitos ex-Nunc - Na revogação ele não retroage pq aqui depende de conveniência e oportunidade da administração e não houve vício de ilegalidade, pois, se houvesse, não seria revogação, mas anulação!

  • Quanto à convalidação e revogação dos atos administrativos:

    a) INCORRETA. Os efeitos da convalidação retroagem, possuindo efeitos ex tunc.
    b), d), e) INCORRETAS. Não é possível a revogação, pois vício de motivo enseja anulação, com efeitos ex tunc.
    c) CORRETA. Convalidação possui efeitos ex tunc.

    Gabarito do professor: letra C.

  • Letra C.

    Na primeira situação, está correta a conduta de Marcílio, uma vez que a convalidação é possível, em determinadas situações, com relação ao elemento competência.

    Na segunda hipótese, não poderá Ana revogar um ato com vício de motivo.

    a) Errada. A convalidação possui efeitos ex tunc, tal como na anulação.

    b) Errada. A revogação não é possível na situação descrita. Além disso, possui efeitos prospectivos, ou seja, ex nunc. d) Errada. A revogação não é possível no caso narrado, uma vez que o vício se refere ao elemento motivo.

    e) Errada. Na situação narrada, apenas a anulação é possível.

  • Essa eu boiei

  • GABARITO LETRA '' C ''

    .

    Conforme leciona a professora Di Pietro:

    "Convalidação ou saneamento é o ato administrativo pelo qual é suprido o vício existente em um ato ilegal, com efeitos retroativos à data em que este foi praticado ."

    Lembre também disso que ela menciona:

    .

    Ela é feita, em regra, pela Administração, mas eventualmente poderá ser feita pelo administrado, quando a edição do ato dependia da manifestação de sua vontade e a exigência não foi observada. Este pode emiti-la posteriormente, convalidando o ato."

    .

    .

    BONS ESTUDOS, GALERA!!! NÃO DESISTAAM!! VALEUUU

  • Em regra, são convalidáveis os atos eivados de vício na FORMA e na COMPETÊNCIA ("FO-CO")

    A convalidação gera efeitos EX-TUNC (os efeitos retroagem à data de edição do ato inicialmente viciado).

    Apenas atos ilegais comportam a convalidação.

  • Convalidação é apenas para vício de Competência e Forma.

  • ISSO É O QUE NOS MATA !!!

    A convalidação pode ocorrer tanto em atos vinculados quanto em atos discricionários e a regra geral para atos com vício continua sendo a anulação dos atos inválidos.

    Percebam que, no caso acima, até mesmo os atos com vícios insanáveis poderiam ser atingidos pelo instituto da convalidação. Por isso, parte da doutrina (que entendemos ser minoritária) entende que não seria exatamente convalidação, mas outro instituto chamado de estabilização ou consolidação.


ID
1840567
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

No curso do pregão, o autor da oferta de valor mais baixo e os das ofertas com preços até dez por cento superiores àquela poderão fazer novos lances verbais e sucessivos, até a proclamação do vencedor. Nos termos da Lei n° 10.520/2002, NÃO havendo pelo menos

Alternativas
Comentários
  • Letra (e)


    De acordo com a L10520


    Art. 4º  A fase externa do pregão será iniciada com a convocação dos interessados e observará as seguintes regras:


    VIII - no curso da sessão, o autor da oferta de valor mais baixo e os das ofertas com preços até 10% (dez por cento) superiores àquela poderão fazer novos lances verbais e sucessivos, até a proclamação do vencedor;


    IX - não havendo pelo menos 3 (três) ofertas nas condições definidas no inciso anterior, poderão os autores das melhores propostas, até o máximo de 3 (três), oferecer novos lances verbais e sucessivos, quaisquer que sejam os preços oferecidos;


  • Gabarito Letra E

    Lei 10.520

    Art. 4º  A fase externa do pregão será iniciada com a convocação dos interessados e observará as seguintes regras:

    VIII - no curso da sessão, o autor da oferta de valor mais baixo e os das ofertas com preços até 10% (dez por cento) superiores àquela poderão fazer novos lances verbais e sucessivos, até a proclamação do vencedor;

    IX - não havendo pelo menos 3 (três) ofertas nas condições definidas no inciso anterior, poderão os autores das melhores propostas, até o máximo de 3 (três), oferecer novos lances verbais e sucessivos, quaisquer que sejam os preços oferecidos;


    bons esstudos
  • LANCES VERBAIS:

     

    -Melhor oferta

    -Todas as propostas que excedam em 10% do valor da melhor proposta

     

    Exemplificando: A - 100 B - 101 C - 102 D - 105 E - 109 F - 115 G - 123

    Irão para a próxima fase: A, B, C, D, E e F, visto que todos estão no limite de 10% da melhor proposta (que no caso seria 100)

     

     

     

    Caso não atinja o três ofertas entre a melhor e os 10%, serão chamadas as três melhores ofertas gerais,

     

    Exemplo: A - 100 B - 200 C - 500 D - 1000 E - 1100 F - 1101

    Irão para a próxima fase as três melhores propostas, visto que não houve três propostas no limite de 10% da melhor (ou seja, A, B e C prosseguem).

     

    RESPOSTA CORRETA LETRA "E"

  • Gab. E.

     

  • 3 . 3

    10%

  • Art. 4º  A fase externa do pregão será iniciada com a convocação dos interessados e observará as seguintes regras:
     

    VIII - no curso da sessão, o autor da oferta de valor mais baixo e os das ofertas com preços até 10% (dez por cento) superiores àquela poderão fazer novos lances verbais e sucessivosaté a proclamação do vencedor;
     

    IX - não havendo pelo menos 3 (três) ofertas nas condições definidas no inciso anterior, poderão os autores das melhores propostas, até o máximo de 3 (três), oferecer novos lances verbais e sucessivos, quaisquer que sejam os preços oferecidos;

  • QUESTÃO RECORRENTE DA BANCA FCC:

     

    Q853698

     

    De acordo com a Lei n° 10.520/2002, o licitante que realizar a oferta mais baixa no procedimento de leilão poderá disputar com os licitantes que tiverem oferecido valor até 10% superior, de forma a que aqueles e estes ofertem novos lances verbais e sucessivos. Para além dessa hipótese, a disputa entre licitantes também poderá ocorrer:

     

    quando não houver, no mínimo, 3 propostas na situação descrita na questão, os licitantes que tiverem oferecido as melhores propostas, até o número de 3, serão chamados a oferecer novos lances, sucessivamente, até definição do vencedor. 

     

     

     

    FCC - Em uma licitação na modalidade pregão, instaurada para a contratação de serviços de limpeza, iniciada a sessão pública para o recebimento das propostas, quatro licitantes apresentaram oferta, com os seguintes valores: R$ 10.000,00; R$ 10.500,00; R$ 11.000,00 e R$ 12.000,00. Diante desse cenário, de acordo com as disposições da Lei nº 10.520/2002, a providência subsequente a ser adotada pelo pregoeiro consiste em

     

    a

    abrir a possibilidade dos demais licitantes fazerem novos lances sucessivos, até a proclamação do vencedor. 

     

     

    FCC No curso da sessão de determinado pregão, a empresa ZZ apresentou oferta no valor de R$ 300.000,00, sendo considerada a oferta de valor mais baixo. Três empresas ofertaram valores superiores à empresa ZZ, entre elas, a empresa YY, que apresentou oferta no valor de R$ 315.000,00. Nos termos da Lei no 10.520/2002, a empresa YY 

     

    a

    poderá fazer novos lances verbais e sucessivos, até a proclamação do vencedor. 

  • 10520 -

    VIII ­ no curso da sessão, o autor da oferta de valor mais baixo e os das ofertas com preços até 10% (dez por cento) superiores àquela poderão fazer novos lances verbais e sucessivos, até a proclamação do vencedor;

    -

    IX ­ não havendo pelo menos 3 (três) ofertas nas condições definidas no inciso anterior, poderão os autores das melhores propostas, até o máximo de 3 (três), oferecer novos lances verbais e sucessivos, quaisquer que sejam os preços oferecidos;
     

    -

    FÉ!!

  • GABARITO E 

     

     

  • pregão- bens e serviços comuns - não se aplica às contratações de obras e serviços de engenharia, às locações imobiliárias e alienações em geral - critério de menor preço - 8 dias úteis no mínimo para apresentação das propostas-  não existe comissão de licitação (existe pregoeiro + equipe de apoio) - a administração não pode exigir garantia de proposta - as ofetas de preços até 10% superiores  a de menor preço poderão fazer novos lances verbais- prazo de validade das propostas 60 dias - 3 dias para apresentação dos recursos ou contrarrazões - a falta de manifestação imediata implicará na decadência do direito de recurso - penalidade  descredenciamento no SICAF até 5 anos -  o registro de preços poderá adotar a modalidade pregão- fases de classificação, habilitação, homologação e adjudicação.

     

    agora vc já sabe  70% da lei! rsrsrsr

  • GABARITO E

     

    VIII - no curso da sessão, o autor da oferta de valor mais baixo e os das ofertas com preços até 10% (dez por cento) superiores àquela poderão fazer novos lances verbais e sucessivos, até a proclamação do vencedor;

     

    IX - não havendo pelo menos 3 (três) ofertas nas condições definidas no inciso anterior, poderão os autores das melhores propostas, até o máximo de 3 (três), oferecer novos lances verbais e sucessivos, quaisquer que sejam os preços oferecidos;

     

  • Control C + Control V não vale, ein! Um comentário só! A não ser que vá fazer um outro comentário com algo produtivo! Só pegar o que uma pessoa escreve e colocar a mesma coisa é ser muito cara de pau e não ajuda em nada!

  • Eu decorei assim: tudo 3!!! kkkkk 

  • Não confundir --> Lances Verbais na Lei 11.079 (P.P.P)

    Art. 12. O certame para a contratação de parcerias público-privadas obedecerá ao procedimento previsto na legislação vigente sobre licitações e contratos administrativos e também ao seguinte:

    III – o edital definirá a forma de apresentação das propostas econômicas, admitindo-se:

    b) propostas escritas, seguidas de lances em viva voz;

     

    § 1o Na hipótese da alínea b do inciso III do caput deste artigo:

    I - os lances em viva voz serão sempre oferecidos na ordem inversa da classificação das propostas escritas, sendo vedado ao edital limitar a quantidade de lances;

    II – o edital poderá restringir a apresentação de lances em viva voz aos licitantes cuja proposta escrita for no máximo 20% (vinte por cento) maior que o valor da melhor proposta.

  • Na fase de julgamento e classificação das propostas, é designado dia, hora e local em que haverá uma sessão pública, na qual:

     

    a) os interessados ou seus representantes apresentarão declaração dando ciência de que cumprem os requisitos de habilitação e entregarão os envelopes contendo as propostas (indicação do objeto e preço oferecidos);

     

    b) os envelopes são imediatamente abertos e é feita a verificação da conformidade das propostas com os requisitos estabelecidos no edital;

     

    c) identificado o autor da oferta de valor mais baixo, ele e os licitantes que apresentarem propostas com valores superiores em até 10% da menor proposta poderão fazer novos lances verbais e sucessivos, até a proclamação do vencedor. Se não houver, pelo menos, três propostas dentro da faixa de 10% acima da menor proposta, serão escolhidos os licitantes que fizeram as três melhores propostas para, junto com autor da oferta de valor mais baixo, oferecerem novos lances verbais e sucessivos.

  • Gab - E

     

    Art. 4º

     

    VIII - no curso da sessão, o autor da oferta de valor mais baixo e os das ofertas com preços até 10% (dez por cento) superiores àquela poderão fazer novos lances verbais e sucessivos, até a proclamação do vencedor;

     

    IX - não havendo pelo menos 3 (três) ofertas nas condições definidas no inciso anterior, poderão os autores das melhores propostas, até o máximo de 3 (três), oferecer novos lances verbais e sucessivos, quaisquer que sejam os preços oferecidos;

  • Essa é aquela que cai na prova o sorriso vai de ponta a ponta hahaha

  • GABARITO LETRA E

     

    LEI Nº 10520/2002 (INSTITUI, NO ÂMBITO DA UNIÃO, ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS, NOS TERMOS DO ART. 37, INCISO XXI, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, MODALIDADE DE LICITAÇÃO DENOMINADA PREGÃO, PARA AQUISIÇÃO DE BENS E SERVIÇOS COMUNS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS)

     

    ARTIGO 4º  A fase externa do pregão será iniciada com a convocação dos interessados e observará as seguintes regras:  

     

    VIII - no curso da sessão, o autor da oferta de valor mais baixo e os das ofertas com preços até 10% (dez por cento) superiores àquela poderão fazer novos lances verbais e sucessivos, até a proclamação do vencedor;

     

    IX - não havendo pelo menos 3 (três) ofertas nas condições definidas no inciso anterior, poderão os autores das melhores propostas, até o máximo de 3 (três), oferecer novos lances verbais e sucessivos, quaisquer que sejam os preços oferecidos;


ID
1840570
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

No que concerne ao controle externo praticado sobre os atos da Administração pública, especificamente quanto ao controle financeiro, considere:

I. Competência do Tribunal de Contas para processar disciplinarmente os responsáveis pela indevida aplicação e utilização de recursos públicos, aplicando as sanções disciplinares previstas no estatuto dos servidores do ente ao qual aqueles estejam vinculados.

II. O julgamento feito pelo Tribunal de Contas das contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos e as contas daqueles que derem causa à perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário.

III. O deferimento, pelo Tribunal de Contas, das aposentadorias, reformas e pensões, da Administração direta e indireta, a fim de garantir a observância do limite de despesa de pessoal.

IV. A sustação do contrato administrativo, em razão do descumprimento da lei, adotada diretamente pelo Congresso Nacional, que solicitará, de imediato, ao Poder Executivo a adoção das medidas cabíveis.

Está correto o que consta APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • Letra (d)


    II - Certo. Art. 71, II - julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta, incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal, e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público;


    IV - Certo - Art. 71, § 1º No caso de contrato, o ato de sustação será adotado diretamente pelo Congresso Nacional, que solicitará, de imediato, ao Poder Executivo as medidas cabíveis.

  • Súmula Vinculante 03 do STF:


    Nos processos perante o Tribunal de Contas da União asseguram-se o contraditório e a ampla defesa quando da decisão puder resultar anulação ou revogação de ato administrativo que beneficie o interessado, excetuada a apreciação da legalidade do ato de concessão inicial de aposentadoria, reforma e pensão.

  • Item I - ERRADO

    Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:

    (...)

    XI - representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados.


    Item III - ERRADO

    Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:

    (...)

    III - apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de admissão de pessoal, a qualquer título, na administração direta e indireta, incluídas as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, excetuadas as nomeações para cargo de provimento em comissão, bem como a das concessões de aposentadorias, reformas e pensões, ressalvadas as melhorias posteriores que não alterem o fundamento legal do ato concessório;

  • DISCURSIVA DE DIREITO ADMINISTRATIVO.

    Ana Amélia, professora dos quadros da Secretaria de Educação de determinado Estado, ao completar sessenta e dois anos de idade e vinte e cinco anos de tempo de contribuição, formulou requerimento de aposentadoria especial. O pleito foi deferido, tendo sido o ato de aposentadoria publicado no Diário Oficial em abril de 2008.


    Em agosto de 2010, Ana Amélia recebeu notificação do órgão de recursos humanos da Secretaria de Estado de Educação, dando-lhe ciência de questionamento formulado pelo Tribunal de Contas do Estado em relação à sua aposentadoria especial. Ficou constatado que a ex-servidora exerceu, por quinze anos, o cargo em comissão de Assessora Executiva da Secretaria de Estado de Administração, tendo sido tal período computado para fins de aposentadoria especial. Considerando a situação hipotética apresentada, responda aos itens a seguir, empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso.


    a)  Indique o fundamento para a atuação do Tribunal de Contas do Estado, informando se o ato de aposentadoria já se encontra aperfeiçoado.


    b)  Analise se o questionamento formulado pelo órgão de controle se encontra correto.


    Resposta:

    Nos termos do artigo 71, inciso III, da CRFB, compete ao TCU – e, por simetria, aos Tribunais de Contas dos Estados – apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de concessão de aposentadoria. De acordo com os precedentes do STF, os atos de aposentadoria são considerados atos complexos, que somente se aperfeiçoam com o registro na Corte de Contas respectiva.

    O questionamento formulado pelo órgão de controle encontra-se correto, pois o exercício de função administrativa, estranha ao magistério — como é o caso de cargo em comissão de assessora executiva na Secretaria de Administração –, não pode ser considerado para fins de aposentadoria especial de professores. A norma do artigo 40, §5º, CRFB, ao disciplinar a matéria, exige efetivo exercício das funções de magistério e o tema veio a ser objeto de súmula do STF (En 726). Obs.: É importante registrar que o art. 1º da Lei federal 11.301/2006, que acrescentou o § 2º ao art. 67 da Lei 9.394/1996 e que veio a ser declarado constitucional pelo STF, não repercute sobre a questão, pois a situação-problema envolve cômputo, para fins de aposentadoria especial de professor, de função eminentemente administrativa, e não relacionada ao magistério.


    JOELSON SILVA SANTOS 

    PINHEIROS ES 

    MARANATA O SENHOR JESUS VEM!!!

  • O Tribunal de Contas tem competência para processar disciplinarmente os responsáveis pela indevida aplicação e utilização de recursos públicos, aplicando as sanções disciplinares previstas no estatuto dos servidores do ente ao qual aqueles estejam vinculados?

    Não! Cabe ao Tribunal de Contas, nesses casos, representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados.

     

    O deferimento, pelo Tribunal de Contas, das aposentadorias, reformas e pensões, da Administração direta e indireta, visa de garantir a observância do limite de despesa de pessoal?

    Não! O ato administrativo de concessão de aposentadorias, reformas e pensões é complexo, sendo que o Tribunal de Contas emite a última vontade a concorrer para formação do ato único – qual seja: a concessão da aposentadoria. Até a manifestação do Tribunal de Contas, o ato não se encontra completo, razão pela qual dispensa-se o contraditório nestes casos (Súm. Vinc. 03) – ora, se não há ato completo, não há anulação ou revogação de ato administrativo, mas, apenas, não há formação deste.

  • Item I - ERRADO - Verificada a irregularidade pelo Tribunal de Contas, o mesmo remeterá o processo ao Poder competente (art. 71, XI CF/88), além disso, as sanções são previstas em lei, e não no estatuto dos servidores do respectivo ente político (art. 71, VIII CF/88).

    Art. 71, XI CF/88: representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados.

    Art. 71, VIII CF/88: aplicar aos responsáveis, em caso de ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas, as sanções previstas em lei, que estabelecerá, entre outras cominações, multa proporcional ao dano causado ao erário;

     

    Item II - CERTO - Art. 71, II CF/88: julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta, incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal, e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público;

     

    Item III - ERRADO - A concessão de aposentadoria não depende somente do Tribunal de Contas, mas também do órgão em que o servidor atua.

    Aposentadoria é um ato complexo, para maioria da doutrina e da jurisprudência, porque se perfaz pela conjunção de duas vontades independentes, quais sejam, a manifestação do órgão em que o servidor exerce suas atividades e a aprovação do ato de aposentadoria pelo Tribunal de Contas.

    Sendo assim, no momento em que o órgão "aposenta" o servidor, o ato emanado ainda não foi efetivado, porque depende da aprovação do Tribunal de Contas. Se o referido tribunal não aprovar a concessão inicial, não precisa respeitar o contraditório e a ampla defesa, porque não se trata de anulação de ato ampliativo, mas tão-somente a não perfeição deste ato que ainda se encontrava em formação.”

    (Matheus Carvalho. Manual de Direito Administrativo, 2015. p. 882)

     

    Item IV - CERTO - Art. 71, §1° CF/88: No caso de contrato, o ato de sustação será adotado diretamente pelo Congresso Nacional, que solicitará, de imediato, ao Poder Executivo as medidas cabíveis.

     

    GABARITO: d) II e IV.

  • Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:

     

    I - apreciar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da República, mediante parecer prévio que deverá ser elaborado em sessenta dias a contar de seu recebimento;

     

    II - julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta, incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal, e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público;

     

    III - apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de admissão de pessoal, a qualquer título, na administração direta e indireta, incluídas as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, excetuadas as nomeações para cargo de provimento em comissão, bem como a das concessões de aposentadorias, reformas e pensões, ressalvadas as melhorias posteriores que não alterem o fundamento legal do ato concessório;

     

    § 1º No caso de contrato, o ato de sustação será adotado diretamente pelo Congresso Nacional, que solicitará, de imediato, ao Poder Executivo as medidas cabíveis.

  • Achei que valeu a pena assistir, explicação sobre o art. 71,III, CF. 

     

    https://www.youtube.com/watch?v=lN1X9Et_zLc

  • Apenas para deixar registrado o excelente comentário do colega Arthur.

    Item III - ERRADO - A concessão de aposentadoria não depende somente do Tribunal de Contas, mas também do órgão em que o servidor atua.

    Aposentadoria é um ato complexo, para maioria da doutrina e da jurisprudência, porque se perfaz pela conjunção de duas vontades independentes, quais sejam, a manifestação do órgão em que o servidor exerce suas atividades e a aprovação do ato de aposentadoria pelo Tribunal de Contas.

    Sendo assim, no momento em que o órgão "aposenta" o servidor, o ato emanado ainda não foi efetivado, porque depende da aprovação do Tribunal de Contas. Se o referido tribunal não aprovar a concessão inicial, não precisa respeitar o contraditório e a ampla defesa, porque não se trata de anulação de ato ampliativo, mas tão-somente a não perfeição deste ato que ainda se encontrava em formação.”

    (Matheus Carvalho. Manual de Direito Administrativo, 2015. p. 882)

  • I. Competência do Tribunal de Contas para processar disciplinarmente os responsáveis pela indevida aplicação e utilização de recursos públicos, aplicando as sanções disciplinares previstas no estatuto dos servidores do ente ao qual aqueles estejam vinculados. 

     

    como explanam doutrinadores, o TCU é um órgão externo. Logo, nao pode julgar alguem por ato displinar, nao pode ele julgar um servidor e aplicar sançoes proprias do órgao. Ele verá onde está a irregularidade e vai representar à autoridade competente para a respectiva punição, como a CF dispos:

     

     Art. 71, XI CF/88: representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados.

  • eu acredito que o erro da afirmativa I esteja relacionado a ao inciso seguinte:

    afirmativa I. Competência do Tribunal de Contas para processar disciplinarmente os responsáveis pela indevida aplicação e utilização de recursos públicos, aplicando as sanções disciplinares previstas no estatuto dos servidores do ente ao qual aqueles estejam vinculados. 

    Art. 71 CF

    VIII - aplicar aos responsáveis, em caso de ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas, as sanções previstas em lei, que estabelecerá, entre outras cominações, multa proporcional ao dano causado ao erário;

  • I. Competência do Tribunal de Contas para processar disciplinarmente os responsáveis pela indevida aplicação e utilização de recursos públicos, aplicando as sanções disciplinares previstas no estatuto dos servidores do ente ao qual aqueles estejam vinculados. 

     

    quem vai aplicar as devidas sançoes ao servidor será o respectivo tribunal a qual estiver vinculado. Se no caso estou trabalhando no TRT, se eventualmente cometa alguma pena discliplinar, o TRT quem me aplicará as sançoes estabelecidas na 8112 (ESTATUTO DO SERVIDOR), e nao o TCU, por isso. 


    III. O deferimento, pelo Tribunal de Contas, das aposentadorias, reformas e pensões, da Administração direta e indireta, a fim de garantir a observância do limite de despesa de pessoal. 

     

     

    Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:

    (...)

    III - apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de admissão de pessoal, a qualquer título, na administração direta e indireta, incluídas as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, excetuadas as nomeações para cargo de provimento em comissão, bem como a das concessões de aposentadorias, reformas e pensões, ressalvadas as melhorias posteriores que não alterem o fundamento legal do ato concessório;

     



    sustação de ATO -> TCU

    sustação de CONtrato -> CONgresso

     

  • De Ato: TC. (Art. 71, X, CRFB)

    De Contrato: Congresso (que solicitará ao PE adoção das medidas). (Art. 71, §1º, CRFB)

    PS! Omissão do CN ou do PE em 90 dias dará poder de decisão ao TC. (Art. 71, §2º, CRFB)

  • Olá, pessoal.

     

    Vou comentar apenas o item III, que fala sobre o Tribunal de Contas deferir as aposentadorias, reformas e pensões. 

     

    O que torna tal item incorreto? O Tribunal de Contas não defere tais benefícios, mas apenas aprecia a legalidade deles e, em caso de irregularidade, notificará o órgão competente para anulá-lo, sob pena de sanções.

     

    Vida longa e próspera, C.H.

  • I. Competência do Tribunal de Contas para processar disciplinarmente os responsáveis pela indevida aplicação e utilização de recursos públicos, aplicando as sanções disciplinares previstas no estatuto dos servidores do ente ao qual aqueles estejam vinculados. INCORRETA - JULGAR AS CONTAS, APLICANDO AS SANÇÕES PREVISTAS EM LEI, EM CASO DE ILEGALIDADE DE DESPESA OU IRREGULARIDADE DE CONTAS (ART. 71, II e VIII, CF)

    II. O julgamento feito pelo Tribunal de Contas das contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos e as contas daqueles que derem causa à perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário. CORRETA (ART. 71, II, CF)

    III. O deferimento, pelo Tribunal de Contas, das aposentadorias, reformas e pensões, da Administração direta e indireta, a fim de garantir a observância do limite de despesa de pessoal. INCORRETA - APRECIAR, PARA FINS DE REGISTRO, A LEGALIDADE DOS ATOS (ART. 71, III, CF)

    IV. A sustação do contrato administrativo, em razão do descumprimento da lei, adotada diretamente pelo Congresso Nacional, que solicitará, de imediato, ao Poder Executivo a adoção das medidas cabíveis. CORRETA (ART. 71, §1º, CF)

  • I. Competência do Tribunal de Contas para processar disciplinarmente os responsáveis pela indevida aplicação e utilização de recursos públicos, aplicando as sanções disciplinares previstas no estatuto dos servidores do ente ao qual aqueles estejam vinculados. ERRADA, TCU NÃO PROCESSA, APENAS APRECIA, JULGA, APLICA PENALIDADES



    II. O julgamento feito pelo Tribunal de Contas das contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos e as contas daqueles que derem causa à perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário. CORRETA, ATRIBUIÇÃO DO TCU



    III. O deferimento, pelo Tribunal de Contas, das aposentadorias, reformas e pensões, da Administração direta e indireta, a fim de garantir a observância do limite de despesa de pessoal. ERRADA, TCU NÃO INDEFERE APOSENTADORIAS, APENAS APRECIA A LEGALIDADE DESSES ATOS



    IV. A sustação do contrato administrativo, em razão do descumprimento da lei, adotada diretamente pelo Congresso Nacional, que solicitará, de imediato, ao Poder Executivo a adoção das medidas cabíveis. CORRETA, CONTROLE LEGISLATIVO, SUSTAR ATOS NORMATIVOS DO PE QUE EXORBITEM O PODER REGULAMENTAR
     

  • Pessoal,

    Ao meu ver, a galera está equivocada a respeito do motivo do erro do Item III. 

    Na verdade, acredito que o erro da questão seja o seguinte: o TCU não aprecia as aposentadorias dos empregados públicos das empresas públicas e sociedades de economia mista, integrantes da administração indireta, concedidas à conta do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), que obedece a regime específico.

    III - O deferimento, pelo Tribunal de Contas, das aposentadorias, reformas e pensões, da Administração direta e indireta, a fim de garantir a observância do limite de despesa de pessoal.

    O item generalizou, o que, ao meu ver, fez com que o item ficasse errado.

  • Gab - D

     

    I - TCU não pode punir servidores baseado no estatuto, tendo em vista que a 8112 não traze nada relaiconado.

     

    III- Lembremos que a aposentadoria é um ato COMPLEXO, que depende da manisfestação de vontade de mais de um órgão.

  • I. Competência do Tribunal de Contas para processar disciplinarmente os responsáveis pela indevida aplicação e utilização de recursos públicos, aplicando as sanções disciplinares previstas no estatuto dos servidores do ente ao qual aqueles estejam vinculados.  E ( sanções previstas em lei)

    II. O julgamento feito pelo Tribunal de Contas das contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos e as contas daqueles que derem causa à perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário. C (administradores e demais responsáveis)

    III. O deferimento, pelo Tribunal de Contas, das aposentadorias, reformas e pensões, da Administração direta e indireta, a fim de garantir a observância do limite de despesa de pessoal. E ( apreciar, para fins de registro concessões de aposentadorias, reformas e pensões)

    IV. A sustação do contrato administrativo, em razão do descumprimento da lei, adotada diretamente pelo Congresso Nacional, que solicitará, de imediato, ao Poder Executivo a adoção das medidas cabíveis. C ( No caso de contrato, o ato de sustação será adotado diretamente pelo Congresso Nacional)

    DEUS NO COMANDO!


  • I. Competência do Tribunal de Contas para processar disciplinarmente os responsáveis pela indevida aplicação e utilização de recursos públicos, aplicando as sanções disciplinares previstas no estatuto dos servidores do ente ao qual aqueles estejam vinculados.  E ( sanções previstas em lei)

    II. O julgamento feito pelo Tribunal de Contas das contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos e as contas daqueles que derem causa à perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário. C (administradores e demais responsáveis)

    III. O deferimento, pelo Tribunal de Contas, das aposentadorias, reformas e pensões, da Administração direta e indireta, a fim de garantir a observância do limite de despesa de pessoal. E ( apreciar, para fins de registro concessões de aposentadorias, reformas e pensões)

    IV. A sustação do contrato administrativo, em razão do descumprimento da lei, adotada diretamente pelo Congresso Nacional, que solicitará, de imediato, ao Poder Executivo a adoção das medidas cabíveis. C ( No caso de contrato, o ato de sustação será adotado diretamente pelo Congresso Nacional)

    DEUS NO COMANDO!


  • I. Competência do Tribunal de Contas para processar disciplinarmente os responsáveis pela indevida aplicação e utilização de recursos públicos, aplicando as sanções disciplinares previstas no estatuto dos servidores do ente ao qual aqueles estejam vinculados.

    Errado: Sanções disciplinares ficam a cargo da Administração correspondente

    II. O julgamento feito pelo Tribunal de Contas das contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos e as contas daqueles que derem causa à perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário.

    Correto: CF 88, Art. 71, inciso II, praticamente a literalidade da lei.

    III. O deferimento, pelo Tribunal de Contas, das aposentadorias, reformas e pensões, da Administração direta e indireta, a fim de garantir a observância do limite de despesa de pessoal.

    Errado: Não o deferimento e sim a apreciação para registro. CF 88, Art. 71, inciso II.

    IV. A sustação do contrato administrativo, em razão do descumprimento da lei, adotada diretamente pelo Congresso Nacional, que solicitará, de imediato, ao Poder Executivo a adoção das medidas cabíveis.

    Correto: CF 88, Art. 71, § 1º, também literalidade.


ID
1840573
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Manoela foi irregularmente investida no cargo público de Analista do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, tendo, nessa qualidade, praticado inúmeros atos administrativos. O Tribunal, ao constatar o ocorrido, reconheceu a validade dos atos praticados, sob o fundamento de que os atos pertencem ao órgão e não ao agente público. Trata-se de aplicação específica do princípio da

Alternativas
Comentários
  • Letra (a)??


    O princípio da impessoalidade apresenta a imputação ao órgão ou entidade administrativa dos atos praticados pelos seus servidores, onde as realizações estatais não são imputadas ao servidor que as praticou, mas ao ente ou entidade em nome de quem foram produzidas.


    Logo, de acordo com a teoria do órgão, os atos praticados pelos agentes públicos são imputados à pessoa jurídica de direito público, é correto afirmar que os atos provenientes de um agente que não foi investido legitimamente no cargo, são considerados inexistentes, não gerando qualquer efeito.


    Para mim seria a letra (e) ou estou enganado, pois quando a administração alega algo, há de se presumir que suas alegações são verdadeiras. A essa segunda faceta da presunção de legalidade a doutrina denomina “presunção de veracidade” dos atos administrativos.

  • Gabarito Letra A

    O princípio da impessoalidade, sob a vertente do princípio da imputação volitiva, preconiza os atos praticados pelos agentes públicos são imputados à pessoa jurídica em nome da qual atua.

    trata-se de um princípio que se relaciona com a Teoria do órgão, que é aplicada no ordenamento jurídico brasileiro.

    bons estudos

  • De acordo com o princípio da impessoalidade, é possível reconhecer a validade de atos praticados por funcionário público irregularmente investido no cargo ou função, sob o fundamento de que tais atos configuram atuação do órgão e não do agente público.

  • Tem marquei letra E


    Alguém pode explicar?

  • Essa questão de fato gera muita dúvida, eu tive que pensar um pouco para marcar a correta. Para acertá-la tive que ler o enunciado com mais atenção e quando me deparei com a justificativa: "sob o fundamento de que os atos pertencem ao órgão e não ao agente público" eu exclui as opções que não se enquadram com essa justificativa, logo:

    Presunção de Veracidade: a justificativa não se enquadra nessa princípio;

    publicidade: não tem nenhum nexo com a justificativa;

    Eficiência: também nada na questão nos remete a essa princípio;

    Motivação: também não encontramos nenhuma ligação entre a justificativa apresentada e o principio da motivação;~

    Impessoalidade: a justificativa, de que os atos pertencem ao órgão e não ao agente público, tem uma intima ligação ao princípio da impessoalidade;

  • O princípio da Impessoalidade fala de uma teoria que chama, "Teoria da Aparência", ou seja, se você chegar em um estabelecimento público e for atendido por uma pessoa que não é servidor público que está atrás do balcão e fizer todos o serviço do qual você precisou, estes atos serão validos, pois não tinha como saber que aquela pessoa não era um servidor publico, pois ela apresentava todas as características de ser. O professor Denis França explica esta teoria na aula: Regime jurídico administrativo - Princípios - Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência.

  • Impessoalidade: I- Busca finalidade pública. II - Atos IMPUTADOS à Administração. III - Proibição de Promoção Pessoal e IV - Precatório - Respeita a Hierarquia.

  • A letra E (Presunção de veracidade) não seria um princípio, como quer a questão, e sim, um atributo dos atos administrativos. Por isso não poderia ser essa a correta..

  • ''os atos pertencem ao órgão e não ao agente público''.

  • Só para agregar conhecimento:


    "A doutrina moderna acrescenta ainda ao entendimento tradicional uma nova perspectiva do princípio da impessoalidade. Com efeito, a impessoalidade deve ser enxergada também sob a ótica do agente. Nesse sentido, quando o agente público atua, não é a pessoa do agente quem pratica o ato, mas o Estado - órgão que ele representa. Corresponde, portanto, à já conhecida teoria do órgão (ou teoria da imputação volitiva), utilizada pelo direito brasileiro. Assim sendo, a vontade do agente público se confunde com a da própria pessoa jurídica estatal, não se admitindo a responsabilização do administrador pelos danos causados a terceiros, ou mesmo seu reconhecimento pelos benefícios gerados à coletividade."


    Manual de Direito Administrativo - Matheus Carvalho

  • Aumentando as referências...

    O enunciado da questão é a exteriorização da noção cunhada por José Afonso da Silva, citado por Odete Medauar (2012, p. 137), no sentido de que "os atos e provimentos administrativos são imputáveis não ao funcionário que os pratica, mas ao órgão ou entidade administrativa em nome do qual age o funcionário (...) Por conseguinte, o administrado não se confronta com o funcionário x ou y que expediu o ato, mas com entidade cuja vontade foi manifestada por ele" (Curso de direito constitucional positivo, 29 ed., 2007, p. 667)." (sem destaque no original).

    GABARITO: LETRA A

  • Raciocinei como o Roberto concurseiro, eliminei a letra "E" por se tratar de um atributo do ato administrativo!!!

    Atributos do Ato:

    PRESUNÇÃO DE LEGITIMIDADE: todo ato administrativo presume-se legítimo, isto é, verdadeiro e conforme o direito; é presunção relativa (juris tantum). Ex.: Execução de Dívida Ativa – cabe ao particular o ônus de provar que não deve ou que o valor está errado.

    IMPERATIVIDADE: é a qualidade pela qual os atos dispõem de força executória e se impõem aos particulares, independentemente de sua concordância; Ex.: Secretário de Saúde quando dita normas de higiene – decorre do exercício do Poder de Polícia – pode impor obrigação para o administrado. É o denominado poder extroverso da Administração.

    AUTO-EXECUTORIEDADE: é o atributo do ato administrativo pelo qual o Poder Público pode obrigar o administrado a cumprí-lo, independentemente de ordem judicial;

    http://www.tudosobreconcursos.com/materiais/direito-administrativo/atributos-e-qualidade-do-ato-administrativo

  •  presunção de legitimidade significa que todo e qualquer ato administrativo presume-se legitimo, ou seja, considera-se editado em conformidade com o direito. 

    presunção de veracidade assegura que os fatos alegados pela Administração são presumivelmente verdadeiros, assim como ocorre nas certidões, atestados, declarações ou informações por ela fornecidos, todos dotados de fé pública.

     

    questão semelhante Q82462

    Ano: 2010

    Banca: FCC

    Órgão: TRT - 12ª Região (SC)

    Prova: Técnico Judiciário - Área Administrativa

     

    O reconhecimento da validade de ato praticado por funcionário irregularmente investido no cargo ou função, sob o fundamento de que o ato pertence ao órgão e não ao agente público, decorre do princípio

     a)da especialidade.

     b)da moralidade.

     c)do controle ou tutela.

     d)da impessoalidade.

     e)da hierarquia.

     

  • Consoante o livro da prof. Maria Sylvia Zanella di Pietro (pág: 68):

     

     

     

    "(...) o princípio (da impessoalidade) significa, segundo José Afonso da Silva (2003:647), baseado na lição de Gordillo que "os atos e provimentos administrativos são imputáveis não ao funcionário que os pratica, mas ao órgão ou entidade administrativa da Administração Pública, de sorte que ele é o autor institucional do ato. Ele é apenas o órgão que formalmente manifesta a vontade estatal". Acrescenta o autor que, em consequência "as realizações governamentais não são do funcionário ou autoridade, mas da entidade pública em nome de quem as produzira. (...)".

     

     

     

    Também, segundo a referida autora, tal conduta administrativa pode se justificar por meio dos princípios da segurança jurídica, da boa fé e da proteção à confiança.

  • Quem marcou letra E foi falta de atenção. A questão claramente apontou para a Impessoalidade, vejam: "O Tribunal, ao constatar o ocorrido, reconheceu a validade dos atos praticados, sob o fundamento de que os atos pertencem ao órgão e não ao agente público".

  • Sobre o tema abordado nessa questão, escreve a professora Maria Sylvia  Zanella Pietro, Direito Administrativo, pag. 68: "... Outra aplicação desse princípio {da impessoalidade} encontra-se em matéria de exercício de fato, quando se reconhece validade aos atos praticados por funcionário irregularmente investido no cargo ou função, sob o fundamento de que os atos são do órgão e não do agente público".

  • O Princípio aplicável ao caso é o da Impessoalidade, já que a questão menciona que o ato pertence ao órgão e não à pessoa que o praticou! (Teoria do Órgão)
    Espero ter contribuído!

  •  O Tribunal, ao constatar o ocorrido, reconheceu a validade dos atos praticados, sob o fundamento de que os atos pertencem ao órgão e não ao agente público.  -> IMPESSOALIDADE!!!!

  • Eu havia marcado a letra E, porém ao fazer uma busca conclui que "Presunção de Veracidade" não é um princípio. É um atributo do ato administrativo. Vejamos:

    Atributos (características):

    P- Presunção de legitimidade e veracidade dos atos administrativos;

    A- Autoexecutoriedade;

    T- Tipicidade;

    I- Imperatividade.

    a) Presunção de legitimidade e veracidade dos atos administrativos:

    Conceito: os atos administrativos são presumidos verdadeiros e legais até que se prove o contrário. Assim, a Administração não tem o ônus de provar que seus atos são legais e a situação que gerou a necessidade de sua prática realmente existiu, cabendo ao destinatário do ato o encargo de provar que o agente administrativo agiu de forma ilegítima. Este atributo está presente em todos os atos administrativos.

    Principais informações sobre o atributo:

    Fundamento: Rapidez e agilidade na execução dos atos administrativos.

    Natureza da presunção: Relativa, uma vez que pode ser desconstituída pela prova que deve ser produzida pelo interessado prejudicado.

    Inversão do ônus da prova: O particular prejudicado que possui o dever de provar que a Administração Pública contrariou a lei ou os fatos mencionados por ela não são verdadeiros.

    Conseqüências:

    - Até a sua desconstituição, o ato continua produzir seus efeitos normalmente;

    - Tanto a Administração como o Poder Judiciário têm legitimidade para analisar as presunções mencionadas.

    FONTE: http://www.stf.jus.br/repositorio/cms/portalTvJustica/portalTvJusticaNoticia/anexo/Carlos_Barbosa_Atos_administrativos_Parte_1.pdf

  • Impessoalidade (ausência de subjetividade): longa manus -> ato pertence ao Estado e não a agente, quem age é o Estado através deles (TEORIA DA IMPUTAÇÃO VOLITIVA de OTTO GIERKE), razão pela qual impede a responsabilização pessoal e autopromoção.

  • Gabarito - Letra "A"

     

    Trata-se da teoria do "funcionário de fato", também conhecida como teoria do "agente público de fato", segundo Celso Antônio Bandeira de Mello, é aquela segundo a qual, em que pese a investidura do funcionário ter sido irregular, a situação tem aparência de legalidade. Em nome do princípio da aparência, da boa-fé dos administrados, da segurança jurídica e do princípio da presunção de legalidade dos atos administrativos, reputam-se válidos os atos por ele praticados, se por outra razão não forem viciados.

    Por outro lado, uma vez invalidada a investidura do funcionário de fato, nem por isto ficará ele obrigado a repor aos cofres públicos aquilo que percebeu até então. Isto porque, havendo trabalhado para o Poder Público, se lhe fosse exigida a devolução dos vencimentos auferidos haveria um enriquecimento sem causa do Estado, o qual, destarte, se locupletaria com trabalho gratuito.

     

    Fonte: http://lfg.jusbrasil.com.br/noticias/1013842/em-que-consiste-a-teoria-do-funcionario-de-fato-andrea-russar-rachel

     

    #FacanaCaveira

  • LETRA A

     

    Uma das acepções do princípio da impessoalidade é a que se relaciona diretamente à ideia de FINALIDADE, e implica dizer que todo e qualquer ato da administração pública deve ser praticado visando à satisfação do interesse público (em sentido amplo) e, também que o ato administrativo deve satisfazer a finalidade específica prevista em lei (em sentido estrito).

  •  O princípio da impessoalidade deve ser concebido em dois aspectos:

    1. atendimento ao interesse público -  Proíbe-se  que o agente público utilize seu cargo para a satisfação de interesses pessoais e mesquinhos. Assim, não pode o agente público utilizar seu cargo para se promover, para beneficiar pessoa querida, ou prejudicar desafeto.

    2. Imputação do ato administrativo - ao   realizar a atividade administrativa, o agente público age em nome do Poder Público, de forma que os atos e provimentos administrativos não são imputáveis ao funcionário que os pratica, mas ao órgão ou entidade da Administração Pública.

  • Trata-se de agente de fato na modalidade putativo, em que há uma irregularidade na investidura do agente. Com base na "Teoria da aparência", os atos praticados por agente de fato são considerados válidos, com bade no princípio da Segurança Jurídica, em que pese, havendo constatação de ausência total de competência, o ato será nulo. 

    Indo mais adiante, a Presunção de Legitimidade não é princípio, mas sim um atributo dos atos administrativos, e o Princípio da Impessoalidade, além de prever vedações a promoções pessoais ou perseguições e favorecimentos, traz a ideia de que os atos administrativos não são imputáveis ao agente que o  pratica, mas sim a entidade da Administração Pública a qual o agente está vinculado.

    GABARITO: LETRA "A"

  • Gabarito (A)

     

    RESUMO DOS PRINCÍPIOS ADMINISTRATIVOS

     

    Legalidade ~~> Na atividade particular tudo o que não está proibido é permitido; na Administração Pública tudo o que não está permitido é proibido. O administrador está rigidamente preso à lei e sua atuação deve ser confrontada com a lei.

     

    Impessoalidade ~~> O administrador deve orientar-se por critérios objetivos, não fazer distinções com base em critérios pessoais. Toda atividade da Adm. Pública deve ser praticada tendo em vista a finalidade pública.

     

    Moralidade ~~> O dever do administrador não é apenas cumprir a lei formalmente, mas cumprir substancialmente, procurando sempre o melhor resultado para a administração.

     

    Publicidade ~~> Requisito da eficácia e moralidade, pois é através da divulgação oficial dos atos da Administração Pública que ficam assegurados o seu cumprimento, observância e controle.

     

    Eficiência ~~> É a obtenção do melhor resultado com o uso racional dos meios. Atualmente, na Adm. Pública, a tendência é prevalência do controle de resultados sobre o controle de meios.

     

    Supremacia do Interesse Público ~~> O interesse público têm SUPREMACIA sobre o interesse individual; Mas essa supremacia só é legítima na medida em que os interesses públicos são atendidos.

     

    Presunção de Legitimidade ~~> Os atos da Administração presumem-se legítimos, até prova em contrário (presunção relativa ou juris tantum – ou seja, pode ser destruída por prova contrária.)

     

    Finalidade ~~> Toda atuação do administrador se destina a atender o interesse público e garantir a observância das finalidades institucionais por parte das entidades da Administração Indireta.

     

    Auto-Tutela ~~>  A autotutela se justifica para garantir à Administração: a defesa da legalidade e eficiência dos seus atos; nada mais é que um autocontrole SOBRE SEUS ATOS.

     

    Continuidade do Serviço Público ~~> O serviço público destina-se a atender necessidades sociais. É com fundamento nesse princípio que nos contratos administrativos não se permite que seja invocada, pelo particular, a exceção do contrato não cumprido. Os serviços não podem parar!

     

    Razoabilidade ~~> Os poderes concedidos à Administração devem ser exercidos na medida necessária ao atendimento do interesse coletivo, SEM EXAGEROS. -

     

    fonte: http://www.tudosobreconcursos.com/materiais/direito-administrativo/quadro-resumo-dos-principios constitucionais-do-direito-administrativo

     

    Tudo posso Naquele que me fortalece!

  • O Princípio da Impessoalidade -  Os Atos administrativos devem ser praticados tendom em vista o INTERESSE PÚBLICO  enão os interesses pessoais do agente ou de terceiros.

     

    Tal princípio retira a responsabilidade pessoal dos agentes públicos, permitindo que se reconheça a validade dos atos praticados em nome da administração por agentes cuja investidura no cargo venha a ser futuramente anulada.

    Ex.: Servidor que foi investido no cargo de forma irregular emite uma certidão para um cidadão, mesmo que tal servidor venha ter sua posse anulada, a certidão continuará válida.

     

    Obs.: O Princípio da Impessoalidade encontra-se implicíto na Lei 9.784/99.

  • Ao adotar a teoria do órgão, o direito brasileiro acolheu também a teoria da imputação, segundo a qual os atos praticados pelo agente serão imputados á Pessoa Jurídica na qual se insere o órgão onde ele exerce suas funções. Ainda que se trate de funcionário de fato, cuja investidura no cargo público é inquinada de nulidade, aplica-se tal teoria.

  • A teoria do órgão enuncia que toda atuação do agente público deve ser imputada ao órgão que ele representa e não à sua pessoa. Por consequência, sendo o órgão uma divisão das pessoas que compõe a Administração Pública direta ou indireta, a atuação dos servidores públicos é atribuída diretamente à pessoa jurídica para a qual trabalha.

  • FCC tem uma amor platônico pela Di Pietro que não tem explicação...Faz todas as provas de ADM em sua homenagem

  • É impressão minha ou a FCC tem um fetiche especial pelo princípio da impessoalidade.

  • Os feitos dos agentes públicos devem ser imputados ao órgão/entidade que integram, com base no princípio da impessoalidade

  • A presunção de veracidade é um atributo dos atos administrativos (não é um princípio).

  • Pessoal, como a FCC gosta da doutrina da Maria Sylvia Di Pietro, é importante destacar que ela enquadra a presunção de legitimidade ou de veracidade como princípio. O erro da questão não é, como alguns apontaram, que este instituto não seria um princípio. Para Di Pietro, e outros doutrinadores, além de ser atributo do ato administrativo, é um princípio.

     

     

    Como a presunção é juris tantum, afasta-se caso haja prova em contrário! Uma vez identificada a irregularidade do ato, não há que se falar mais em presunção, concordam? Não estamos mais no campo das aparências....

     

    Trata-se da aplicação do princípio da impessoalidade sob a ótica do agente. Nas palavras de Matheus Carvalho: "Com efeito, a impessoalidade deve ser enxergada também sob a ótica do agente. Nesse sentido, quando o agente público atua, não é a pessoa do agente quem pratica o ato, mas o Estado - órgão que ele representa. Corresponde, portanto, à já conhecida teoria do órgão (ou teoria da imputação volitiva), utilizada pelo direito brasileiro."

     

    Esse entendimento corresponde ao que diz o enunciado: "O Tribunal, ao constatar o ocorrido, reconheceu a validade dos atos praticados, sob o fundamento de que os atos pertencem ao órgão e não ao agente público."

     

     

    Para aprofundar, como a FCC gosta da Maria Sylvia Di Pietro, acho válido apontar que ela vislumbra também a possibilidade de aplicação dos princípios da segurança jurídica, da proteção à confiança ou boa-fé:

    "Nesse caso, o servidor está em situação irregular, ou porque não preenche os requisitos para o exercício do cargo, ou porque ultrapassou a idade limite para continuar no cargo, ou porque está em situação de acumulação irregular, enfim, porque existe algum tipo de irregularidade em sua investidura. A rigor, os atos por ele praticados seriam ilegais, porque, estando irregularmente no exercício do cargo, emprego ou função, ele não teria competência para a prática de atos administrativos. No entanto, mantêm-se os atos por ele praticados, uma vez que, tendo aparência de legalidade, geraram nos destinatários a crença na validade do ato."

     

  • QUESTÃO IDENTICA, MAS COM ENTENDIMENTO DIFERENTE:

    Q778795

    Ano: 2017 Banca: INSTITUTO AOCP Órgão: EBSERH Prova: Advogado (HUJB – UFCG)

    Um profissional foi irregularmente empossado no cargo público de advogado da Prefeitura de Cajazeiras, tendo praticado diversos atos em nome da administração e no interesse público. Após a constatação da irregularidade, por processo administrativo regular, a Prefeitura Municipal afastou o servidor, mas reconheceu como válido todos os atos praticados por ele, tendo aplicado como justificativa para tal, o princípio da

    presunção da veracidade dos atos.

     

    MELHOR DECORAR :

    FCC = IMPESSOALIDADE

    AOCP = presunção de veracidade.

  • "Comumente, o princípio da impessoalidade admite seu exame sob os seguintes aspectos:
     Dever de isonomia por parte da Administração Pública.
     Dever de conformidade aos interesses públicos.
     Vedação à promoção pessoal dos agentes públicos.

    Em relação ao terceiro enfoque, o princípio da impessoalidade veda a promoção pessoal do agente à custa das realizações da Administração Pública. Com efeito, as realizações governamentais não devem ser atribuídas ao agente ou à autoridade que as pratica. Estes apenas lhes dão forma. Ao contrário, os atos e provimentos administrativos devem ser vistos como manifestações institucionais do órgão ou da entidade pública. O servidor ou autoridade é apenas o meio de manifestação da vontade estatal.

    Esse terceiro enfoque do princípio da impessoalidade, ao retirar a responsabilidade pessoal dos agentes públicos, permite que se reconheça a validade dos atos praticados em nome da Administração por agentes cuja investidura no cargo venha a ser futuramente anulada (agente de
    fato ou putativo).
    Por exemplo, imagine uma situação em que determinado cidadão de boa-fé obtenha certidão negativa de débitos perante a Receita Federal emitida pelo servidor Fulano, e que, posteriormente, se verifique que o aludido servidor foi investido no cargo de forma irregular (sem concurso público, por exemplo). Nesse caso, pela aplicação do princípio da impessoalidade, tem-se que a certidão obtida pelo cidadão não foi emitida pelo servidor Fulano, e sim pela Receita Federal, de modo que o documento não poderia ser declarado inválido em razão da situação irregular do servidor. Em outras palavras, a perda da competência do agente público não invalida os atos praticados por este agente enquanto detinha competência para a sua prática. Ressalte-se, porém, que aos atos dos agentes de fato são válidos apenas se praticados perante terceiros de boa-fé."

    FONTE: Estratégia Concursos

  • Teoria da Imputação Volitiva: o agente atua em nome da pj na qual encontra-se inserido. Portanto suas condutas são imputadas ao ente público. =  princípio da impessoalidade

    .

  • É exatamente o que se dá no caso do princípio da impessoalidade.

     

    Com efeito, sua acepção (ou aspecto) mais reconhecida está ligada à ideia de atendimento da finalidade pública. Isto é, uma vez que o ato direcione-se ao cumprimento do interesse público, ao atendimento da finalidade prevista em lei, pode-se ter certeza de que o ato estará sendo praticado sem intenções de prejudicar ou de beneficiar determinadas pessoas. Estará, pois, sendo praticado de modo impessoal.
     

    Este raciocínio conduz à conclusão de que, não obstante o servidor tenha sido irregularmente investido na função (é a figura do funcionário de fato), ainda assim, praticou atos em nome da Administração Pública. Seus atos devem ser imputados à Administração Pública (teoria do órgão), daí a possibilidade de que sejam considerados válidos.

     

    Releva mencionar que outros princípios constitucionais justificam tal proceder, notadamente os princípios da segurança jurídica, da boa-fé e da proteção à confiança legítima.

     

    Trabalha-se, outrossim, com a teoria da aparência, na linha de que os atos da Administração têm aparência de legalidade, devendo, por isso, ser tidos como válidos, em relação a terceiros de boa-fé, mercê da irregularidade da investidura do servidor que os subscreveu.

     

    Todavia, como, dentre os princípios referidos na explicação acima, o único que consta dentre as alternativas oferecidas, é o da impessoalidade, e considerando que as demais opções se revelam manifestamente equivocadas, pode-se concluir que a resposta encontra-se, é claro, na letra "A".

     

    Adendo:

     

    Princípio da Presunção da Veracidade dos Atos.

     

    O ato administrativo quando nasce traz uma forte presunção de veracidade, pois, a princípio revela uma situação que de fato ocorreu.

     

    Trata-se de uma presunção relativa, logo admite prova em contrário e gera a inversão do ônus da prova.

     

    Portanto, os atos praticados (como por exemplo, certidões, expedidas) serão válidos, pois, pela teoria da aparência, a nomeação de servidor com burla às regras do concurso público é nula, mas os atos por ele praticados são válidos, em atenção ao princípio da segurança jurídica e para resguardar os terceiros interessados de boa fé.

     

    Por fim, considerando que a Administração Pública está diretamente vinculada ao “princípio da reserva legal”: os atos administrativos são viciados e sujeitos ao desfazimento, em nome do interesse público, quando praticados segundo a vontade do próprio agente público.

  • A relação da Administração Pública com os administrados deve possuir carater impessoal para evitar a promoção pessoal de agentes públicos ou o favorecimentos/prejuízo dos administrados. 

     

    O excerto do enunciado para matar a questão é: "os atos pertencem ao órgão e não ao agente público".

     

     

     

     

  • A assertiva “os atos pertencem ao órgão e não ao agente público” constitui aplicação específica do princípio da impessoalidade.


    Lembrando que tal princípio possui três acepções:

    (i) dever de isonomia por parte da Administração Pública;

    (ii) dever de conformidade aos interesses públicos;

    (iii) vedação à promoção pessoal dos agentes públicos.

    Esta última acepção deriva justamente do entendimento de que o agente público é apenas o meio de manifestação da vontade do órgão estatal, de modo que as realizações governamentais não devem ser atribuídas ao agente ou à
    autoridade que as pratica.


    Gabarito: alternativa “a”

  • Q554342  Q554342

    ATENÇÃO:     Impessoalidade ou finalidade (são SINÔNIMOS, para Hely)

     

    Q766390  Q632196 Q597324

     

    Os atos dos servidores públicos deverão estar em conformidade com o interesse público, e não próprio ou de acordo com a vontade de um grupo. Tal afirmação está de acordo com o princípio:  IMPESSOALIDADE

     

    Q582811 Q776330

     

    FALOU EM  QUALIDADE, EFETIVIDADE =   PC  EFICIÊNCIA

     

    É a capacidade de alcançar resultados melhores com o emprego de menos recursos.

    eficiência, segundo o qual agente público deve desempenhar da melhor forma possível suas atribuições, para lograr os melhores resultados, inclusive na prestação dos serviços públicos.

     

     

    Q606266

    FORÇA DE LEI    =   LEGALIDADE

     

    Q826782

    Falou em ética = moralidade

    Aquele que vincula a administração pública a um comportamento ético, conforme discurso da modernidade, com dimensão autônoma em relação ao princípio da legalidade.

    Quanto aos princípios administrativos expressos, a questão trata do princípio da moralidade. Este princípio impõe à Administração Pública a agir com lealdade, boa-fé e ética. Não se refere apenas à violação das leis, como preceitua o princípio da legalidade, vai além, abarcando outras as condutas imorais que prejudicam o interesse público

     


    A doutrina pátria costuma diferenciar “MORAL JURÍDICA” e “MORAL SOCIAL”

     

    * "MORALIDADE SOCIAL / MORALIDADE COMUM" -  procura fazer uma diferenciação entre o BEM e O MAL, o certo e o errado no senso comum da sociedade.

     

    * "MORALIDADE JURÍDICA / MORALIDADE ADMINISTRATIVA" – é a obrigatoriedade de atuação conforme padrões éticos de conduta.

     

  • Como muitos aqui já falaram, esse sentindo (caso relatado da questão) do princípio da impessoalidade é abordado pela Maria Sylvia Zanella Di Pietro, baseado na lição de Gordillo "os atos e provimentos administrativos são imputáveis não ao funcionário que os pratica, mas ao órgão ou entidade administrativa da Administração Pública, de sorte que ele é o autor institucional do ato. Ele é apenas o órgão que formalmente manifesta a vontade estatal". Logo, Di Pietro conclui que uma aplicação desse princípio encontra-se em matéria de exercício de fato, quando se reconhece validade aos atos praticados por funcionários irregularmente investido no cargo ou função, sob fundamento de que os atos são do órgão e não do agente

       

    FONTE: livro "direito administrativo" 24ª ed, p. 68.

  • Quanto aos princípios administrativos:

    A teoria do órgão ou teoria da imputação objetiva, significa dizer que a vontade do Estado é manifestada por seus agente públicos, que agem de forma impessoal, pois que não são eles propriamente que praticam o ato, mas sim o órgão ao qual pertencem.

    Gabarito do professor: letra A.

    Bibliografia:

    CARVALHO, Matheus. Manual de Direito Administrativo. 3ª ed. Juspodivm: Salvador, 2016.

  • Os feitos dos agentes públicos devem ser imputados ao órgão/entidade que integram, com base no princípio da impessoalidade (letra A). Exatamente por isso que a Constituição veda que a publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas possua nomes, símbolos ou imagens que caracterizem a promoção pessoal de autoridades e servidores públicos.

    A presunção de veracidade é um atributo dos atos administrativos. A Prof.ª Maria Di Pietro considera que existe o princípio da presunção de legitimidade ou de veracidade, que significa que os atos praticados presumem-se lícitos (em conformidade com a lei) e que os fatos alegados para praticá-los presumem-se verdadeiros. A eficiência significa que a Administração pública deverá agir com excelência; a motivação determina que, na prática dos atos administrativos, sejam indicados os seus fundamentos de fato e de direito; por fim, a publicidade representa a divulgação e transparência dos atos administrativos.

    Gabarito: alternativa A.


  • A assertiva “os atos pertencem ao órgão e não ao agente público” constitui aplicação específica do princípio da impessoalidade. 

    Lembrando que tal princípio possui três acepções: (i) dever de isonomia por parte da Administração Pública; (ii) dever de conformidade aos interesses públicos; e (iii) vedação à promoção pessoal dos agentes públicos. Esta última acepção deriva justamente do entendimento de que o agente público é apenas o meio de manifestação da vontade do órgão estatal, de modo que as realizações governamentais não devem ser atribuídas ao agente ou à autoridade que as pratica. 

  • Comentário:

    A assertiva “os atos pertencem ao órgão e não ao agente público” constitui aplicação específica do princípio da impessoalidade.

    Lembrando que tal princípio possui três acepções: (i) dever de isonomia por parte da Administração Pública; (ii) dever de conformidade aos interesses públicos; e (iii) vedação à promoção pessoal dos agentes públicos. Esta última acepção deriva justamente do entendimento de que o agente público é apenas o meio de manifestação da vontade do órgão estatal, de modo que as realizações governamentais não devem ser atribuídas ao agente ou à autoridade que as pratica.

    Gabarito: alternativa “a”

  • Trata-se, mais especificamente, do princípio da Imputação Volitiva, relacionado com a Teoria do Órgão.

  • "Os atos pertencem ao órgão e não ao agente público”

  • "sob o fundamento de que os atos pertencem ao órgão e não ao agente público" = IMPESSOALIDADE

  • teoria do órgão

  • "os atos pertencem ao órgão e não ao agente público" >>> IMPESSOALIDADE


ID
1840576
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Maristela, Diretora de órgão público federal, frustrou a licitude de concurso público e, em outra oportunidade, frustrou a licitude de procedimento licitatório. Em razão do exposto, foi processada por improbidade administrativa pelo Ministério Público Federal. A propósito dos fatos narrados e desde que preenchidos os demais requisitos legais previstos na Lei n° 8.429/1992,

Alternativas
Comentários
  • Letra (a)


    A questão exigiu o conhecimento os requisitos das condutas elencadas nos Artigos 9º, 10º e 11º da L8429, visto que:


    Art. 9º - Importam Enriquecimento Ilicito - Conduta Dolosa

    Art. 10º - Causa Prejuízo ao Erário - Consuta Dolosa e Culposa

    Art. 11º - Atentam contra os Principio da Adm. Publica - Conduta Dolosa


    Logo, o dolo é indispensável para a configuração do ato ímprobo apenas na primeira conduta, que foi a frustração a licitude de concurso público


    (...) frustrou a licitude de concurso público (1º conduta) e, em outra oportunidade, frustrou a licitude de procedimento licitatório (2º conduta).



    1º conduta -> Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública (...)


    V - frustrar a licitude de concurso público;



    2º conduta -> Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário (...)


    VIII - frustrar a licitude de processo licitatório ou de processo seletivo para celebração de parcerias com entidades sem fins lucrativos, ou dispensá-los indevidamente;



  • Discordo do comentário, visto que, conforme foi postado o dolo é indispensável tanto nos atos que importam enriquecimento ilícito, quanto os que atentam contra os princípios da Adm., além disso, o único aspecto que caberia culpa é com relação ao artigo 10, assim, ao meu ver, a resposta correta seria a alternativa E.


    Segue posicionamento da 1ª turma do STJ: http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI116880,101048-STJ+Dolo+ou+culpa+sao+necessarios+para+configuracao+de+improbidade

    OBS.: Material de 2010.

    "O ministro Teori afirmou que o elemento subjetivo é essencial à configuração da improbidade. Ele explicou que exige-se dolo para que se configurem as hipóteses típicas do artigo 9º (ato que resulta em enriquecimento ilícito) e artigo 11 (ato que atenta contra os princípios da Administração) da lei 8.429/92 (clique aqui); e exige-se pelo menos culpa, nas hipóteses do artigo 10 da mesma lei (ato que cause prejuízo ao erário)."

    Outro: https://jus.com.br/artigos/23072/o-art-10-da-lei-n-8-429-92-debates-sobre-a-modalidade-culposa-de-improbidade-administrativa

  • Frustou a licitude de Concurso -> inobservancia a principio (da impessoalidade) -> basta o dolo

    Frustou licitude de Licitação -> lesão ao erário -> a conduta foi com dolo ou culpa

  • Moço, o que a questão pede, e isso está claro, é a indispensável conduta dolosa. Se o dano ao Erário comporta dolo ou culpa, e essa questão não trouxe circunstâncias que nos ampare no julgamento da lesão ao erário, a alternativa irrefutável é a do gabarito.
  • Na 1ª conduta (frustar licitação de concurso público) (art. 11, V) - só ocorre o crime se a conduta for dolosa


    Na 2ª conduta (frustar procedimento licitatório) (art. 10, VIII) - poderá ocorrer a título de dolo ou culpa


    Assim, para a configuração do crime, o dolo é indispensável apenas na primeira conduta, já que na segunda poderá ocorrer a título de dolo ou culpa.


    "Ressalte-se ainda que, em interpretação jurisprudencial, o Superior Tribunal de Justiça definiu que apenas os atos de improbidade que causam dano ao erário (art. 10) podem ser sancionados a título de dolo ou culpa, sendo os demais atos de improbidade sancionados somente se comprovada a má-fé do agente, ou seja, a atuação dolosa. Isso porque, em interpretação sistemática do texto legal, a Corte entendeu que os atos culposos estão expressamente delimitados pela lei e, quando, o texto legal é silente, só se admite a sanção a título de dolo."


    Manual de Direito Administrativo - Matheus Carvalho

  • LESÃO AO ERÁRIO 

    PERDA DA FUNÇÃO

    RESSARCIMENTO INTEGRAL

    DOLO OU CULPA

    MULTA DE ATÉ 2 X O PATRIMÔNIO ACRESCIDO

    SUSPENSÃO DOS DIREITOS POLÍTICOS 5 A 8 ANOS

    5 ANOS SEM CONTRATAR COM O PODER PÚBLICO.

    PERDA DOS BENS ACRESCIDOS ILICITAMENTE 

    AFRONTA AOS PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO

    PERDA DA FUNÇÃO

    RESSARCIMENTO INTEGRAL 

    MULTA DE 100 X o VALOR DA REMUNERAÇÃO 

    SUSPENSÃO DOS DIREITOS POLÍTICOS 3 A 5 ANOS

    3 ANOS SEM CONTRATAR COM O PODER PÚBLICO 

    DOLO





  • Os atos de improbidade administrativa previstos na Lei n. 8.429/92 possuem três classificações:

    Art. 9º Condutas que importam enriquecimento ilícito (punível apenas se há dolo do agente);

    Art. 10. Condutas que causam prejuízo ao erário (punível quando há dolo ou culpa grave);

    Art. 11. Condutas que atentam contra os princípios da administração pública (punível apenas se há dolo do agente).

     

    No caso da questão, Maristela praticou condutas previstas, respectivamente, nos art. 11, V, e art. 10, VIII, da Lei de Improbidade Administrativa. Logo, o dolo é indispensável apenas na primeira conduta (frustar licitação de concurso público). Já na segunda conduta (frustar procedimento licitatório), a presença de dolo é dispensável, uma vez que bastará a existência de culpa grave para ela ser punida.

     

    Outra coisa: para diferenciar as condutas de frustar licitação de concurso público (contrário aos princípios) e frustrar procedimento licitatório (prejuízo ao erário), basta pensar que o agente público, ao frustrar uma licitação, estará fazendo com que a Administração Pública contrate  a proposta que não é a mais vantajosa. Logo, estará deixando de economizar e, consequentemente, causará prejuízo ao erário.

  • Errei por pura desatenção...

    É o seguinte:

    Enr. Ilícito --> DOLO

     

    Lesão ao erário --> DOLO oooooooou CULPA (LOGO, DOLO é dispensável, pois pode tranquilamente ser ato culposo)

     

    Atentar contra princípios: DOLO.

     

    Errando hoje pra não errar dia 15 :p

  • Juro que, mesmo acertando, a única plausível, li DISPENSA, fiquei pensando.. vou abrir os comentários, não é possível,  dispensar o dolo???? Mas é INDISPENSÁVEL,  OU SEJA, OBRIGATÓRIO!!! AVAAANTE!

     

    enriquecimento ilícito -> dolo

    Prejuízo ao erário -> dolo ou culpa;

    Atentar aos princípios -> DOLO. 

    Tais princípios básicos são imprescindíveis tanto na FCC quanto no CESPE.  

    GAB LETRA A

  • enriquecimento ilicito ->  DOLO

    preju ao erario ---------> DOLO ou culpa

    principios ap -------------> DOLO

     

     

  • Erro da letra b - o dolo é indispensável para a configuração do ato administrativo apenas na segunda conduta.

    Não será indispensável o dolo para lesão ao erário, pois se pode ocorrer dolo OU culpa, tanto um como o outro pode ser dispensável, ou seja, tendo apenas um deles na lesão ao erário o agente será ímprobo. 

  • DOLO = VONTADE HUMANA CONSCIENTE.

    CULPA = EU NÃO QUIS, MAS ACONTECEU.

  • De acordo com a Jurisprudência do STJ, "É inadmissível a responsabilidade objetiva na aplicação da Lei 8.429/1992, exigindo-se a presença de dolo nos casos dos arts. 9º e 11 (que coíbem o enriquecimento ilícito e o atentado aos princípios administrativos, respectivamente) e ao menos de culpa nos termos do art. 10, que censura os atos de improbidade por dano ao Erário " .

    A conduta de frustar a licitude de concurso publico se subsume ao descrito no Art. 11, V, exigindo-se, portando, o dolo para que reste configurado o ato de improbidade administrativa.

    A conduta de frustar procedimento licitatório, por sua vez,  está descrita  no Art. 10, VIII da lei 8429, nos seguintes termos: "Frustrar a licitude de processo licitatório ou de processo seletivo para celebração de parcerias com entidades sem fins lucrativos, ou dispensá-los indevidamente; (Redação dada pela Lei nº 13.019, de 2014)". Assim, exige-se ao menos culpa para que tal conduta se configure como ato de improbidade administrativa.

     

     

  • No primeiro caso, no qual a diretora de órgão público federal, frustrou a licitude de concurso público, houve um ato atentatório aos princípios da Administração. Já no segundo caso, em que a diretora frustrou a licitude de procedimento licitatório, houve prejuízo ao erário (ainda que presumido). Os atos de improbidade que importam enriquecimento ilícito do agente (art.9º) e os que atentam contra princípios da Administração (art.11) só podem ocorrer diante de condutas dolosas. Já os atos de improbidade que causam dano ao erário (art.10) admitem forma culposa ou dolosa.  

  • concurso ---> violação aos princípios da administração pública ---> exige dolo

    Licitação ---> prejuízo ao erário ----> dolo ou culpa

  • Valeu, Ana Ribeiro, muito completa e direta sua explicação.

  • RATIFICANDO MEU COMENTARIO

     

    enriquecimento ilicito ->  DOLO

    preju ao erario ---------> DOLO ou culpa (FRUSTAR PROCESSO LICITATORIO)

    principios ap -------------> DOLO (FRUSTAR CONCURSO PUBLICO)

  •  Frustrou a licitude de concurso público -> princípios da administração pública (dolo).

    Frustrou a licitude de procedimento licitatório -> prejuízo ao erário (dolo ou culpa).

  • GABARITO ITEM A

     

    FRUSTAR A LICITUDE:

     

    - PROCESSO LICITATÓRIO---> PREJUÍZO AO ERÁRIO---> DOLO OU CULPA

     

    -CONCURSO PÚBLICO---> PRINCIP.DA ADM.PÚB.---> APENAS DOLO

  • Gostei da questão, bem elaborada!

  • Gabarito letra a).

     

    Dica:

     

    Frustar licitude de Processo Licitatório -> Prejuízo ao erário. Obs: Pode ocorrer com dolo ou culpa

     

    Frustar licitude de Concurso Público -> Atenta contra os princípios da Administração Pública. Obs: Ocorre somente no caso de dolo

     

     

     

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  • A primeira é caso de LESÃO AOS PRINCÍPIOS (ART. 11, V) e a segunda é caso de PREJUÍZO AO ERÁRIO (ART. 10, VIII).

    Somente na hipótese de LESÃO AOS PRINCÍPIOS que o DOLO é imprescindível, tendo em vista que não há qualquer menção à culpa no caput do artigo em tela. O contrário ocorre quanto ao PREJUÍZO AO ERÁRIO. Essa é a única possibilidade de ato improbo que a CULPA pode vir a ser relacionada.

    GABARITO A

  • Sempre que se frusta, ou ao menos em regra, quando se frusta procedimento licitatório (quer seja por dolo ou culpa), tratar-se-á necessariamente de PREJUÍZO AO ERÁRIO? 

     

  • Art. 9º -     ENRIQUECIMENTO LÍCITO:   ♪ ♫ ♩ ♫  SÓ DOLO, SÓ DOLO, DOLO DOLO ♪ ♫ ♩ ♫ INDEPENDENTE DE DANO. SALVO nos casos de ressarcimento.

     

                                   ATENÇÃO:     NO  ENRIQUECIMENTO  ILÍCITO NÃO HÁ DANO. NÃO PRECISA HAVER DANO,   ART 12  c/c Art 9º   SALVO nos casos de                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                ressarcimento integral do dano, quando houver

    Art. 10 -    PREJUÍZO AO ERÁRIO     (EXIGE O DANO)   LESÃO =   DANO AO ERÁRIO

    IMPRESCÍNDIVEL a ocorrência do DANO.

     

                             DOLO ou CULPA =      LOGO, DOLO é DISPENSÁVEL /   PRESCINDE DE DOLO

                         EXIGE O DANO.     *** Não confundir dolo com DANO

    *** FRUSTAR OU DISPENSAR LICITAÇÃO

     

     

    ART. 11-     LESÃO A PRINCÍPIO:         ♪ ♫ ♩ ♫   SÓ DOLO, SÓ DOLO, DOLO DOLO  ♪ ♫ ♩ ♫ , INDEPENDENTE DE DANO ou lesão

    *** DEIXAR DE CUMPRIR A EXIGÊNCIA DE REQUISITOS DE ACESSIBILIDADE PREVISTOS NA LEGISLAÇÃO.  

    *** revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da respectiva divulgação oficial

    *** Frustrar a licitude de concurso público

  • Thiago,

    O art 10, VIII é bem claro quando ele diz "frustar a licitude de processo licitatório", agora caso a questão fale em "frustar a licitude do concurso público", trata-se de atos que atentam contra o princípios da adm (art 11, V).

    São duas situações diferentes, que se parecem muito e por isso a FCC ama misturar as duas :(

  • GABARITO A 

     

    Frustar CONCURSO PÚBLICO = Agressão aos Princípios da Administração 

    Penalidades por ato de improbidade que atentem contra os Princípios da Administração

    - Suspensão dos Dts Políticos: de 3 a 5 anos 

    - Multa: até 100 x ao valor da remuneração do servidor

    - Ressarcimento do dano, se houver 

    - Perda da Função Pública 

    - Impossibilidade de receber incentivos fiscais e benefícios da Adm: 3 anos 

    - Modalidade: apenas dolosa 

     

    Frustar PROCESSO LICITATÓRIO = Prejuízo ao Erário 

     

    Penalidades por ato de improbidade que causem danos ao erário

    - Modalidade: dolosa e culposa

    - Suspensão dos Dts Políticos: de 5 a 8 anos 

    - Multa: até 2x o valor do dano causado ao erário

    - Ressarcimento do dano

    - Perda da Função Pública 

    - Impossibilidade de receber incentivos fiscais e benefícios da Adm:  5 anos

    - Modalidade:  dolosa e culposa 

  • Comentário de um colega aqui do QC em outra questão - NUNCA MAIS ERREI NADA que tenha dolo/dolo ou culpa na 8429:

    SANDUÍCHE DA IMPROBIDADE:

    * DOIS pães de DOLO.

    * UM pão de DOLO ou CULPA

    .

    .

    Enriquecimento Ilícito

    Preju ao erário

    Atentar Contra Pincipios

     

     

  • Frustrar licitude de procedimento Licitário- Lesão ao erário= dolo ou culpa

    Frustrar licitude de CONcurso Público= CONtra princípios= apena dolo

     

    Gab A

     

    MACETE  de um colega do QC

     

  • não esqueçam:

    usar veículo, carro etc - enriquecimento

    licitação - prej. ao erário

    concurso - princípio

     

    gabarito A

  • GABARITO "A"

    esquema p/ complementar o conteúdo da LIA;

     

                                                                                 /   Art. 9 -   E. I. ----------------> DOLO    \

                                                                               /                                                             \Indisponibilidade dos bens (art 7)(art 12; I,III) Ressarcimento integral do dano/   Art. 10 - L.E. ----------> DOLO/CULPA   /

                             (quando houver)                     \    

                                                                               Art. 11 - A.C.P.Adm.P. -------> DOLO

     

    O esquema tá tosco pq são os recursos que o QC disponibiliza kkkkk, mas o que importa é a boa vontade em ajudar vc (e eu tbm) a acertar questões e conquistarmos um cargo público, pq quando ensinamos aquilo que aprendemos consolida-se o conhecimento.

  • Os atos de improbidade que violam princípios da administração pública, previstos no art. 11, somente admitem a modalidade dolosa. Este é o entendimento tranquilo acerca do tema. Com efeito, a lei admitiu a forma culposa, tão somente, ao tratar dos atos que causam lesão ao erário, estabelecidos em seu art. 10, o mesmo não tendo ocorrido nos artigos 9º e 11.

     

    No ponto, Maria Sylvia Di Pietro destacou tal aspecto com as seguintes palavras: "A tendência da jurisprudência é a de somente admitir a conduta culposa na hipótese do artigo 10 da lei de improbidade, já que o dispositivo legal a prevê expressamente. Nas hipóteses dos artigos 9º e 11,exige-se comprovação de dolo." (Direito Administrativo, 26ª edição, 2013, p. 906)

     

    Para a caracterização dos atos de improbidade administrativa previstos no art. 11 da Lei 8.429/92, é necessário que o agente ímprobo tenha agido ao menos com dolo genérico (formado pela consciência, vontade e voluntariedade do agente em violar qualquer um dos elementos objetivos que compõem os atos de improbidade contra os princípios da Administração Pública), prescindindo a análise de qualquer elemento específico para sua tipificação (Ou seja: não sendo necessária a comprovação de dolo específico). [STJ AgRg no AREsp 307.583/RN, Rel. Min.Castro Meira, Segunda Turma, DJe 28/6/2013].

     

    Princípios da Administração Pública. O caput do art. 37 afirma que a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

     

    Sendo violado qualquer um desses princípios previsto no Art. 37 da CF/88, estará configurado, em tese, Ato de Improbidade Administrativa, pois a conduta restará tipificada no caput do art. 11 da LIA, de acordo com o pricípio da proporcionalidade, eis que, segundo o STJ o que se visa com a LIA é punir o administrador desonesto.

     

    Art. 11. Constitui Ato De Improbidade Administrativa que ATENTA CONTRA OS PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (de forma dolosa) qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

     

    A improbidade é uma ilegalidade qualificada pelo intuito nocivo do agente. Logo, para configuração do ato de improbidade previsto no art. 11 da Lei 8.429/92, não basta que o ato seja enquadrado como ilegal, mas que sobretudo haja o intuito de agir com desonestidade, malícia ou dolo. (STJ, REsp 1.193.248-MG, Rel. Min. Napoleão Nunes Maia Filho, DJE: 18/08/2014).

     

    A ilegalidade so adquiri status de improbidade quando a conduta antijurídica ferir os princípios constitucionais da Administração Pública e se somar à má intenção do administrador (STJ, REsp 909.446-RN, Julg. 6/4/2010).

  • Gab: A

     

     

    PreCUízo ao erário               ----> Dolo ou CUlpa

    EnriquecimentO ilícito           ----> DOlo

    Atentar contra os princípiOs  ----> DOlo

  •                                         Enriquecimento ilícito             Prejuízo ao erário             Lesão a princípios             Aplicação indevida

    Perda da
    função pública    
                       Sim                                         Sim                                   Sim                                      Sim

     

    Suspensão dos

    direitos políticos               8 - 10 anos                               5 - 8 anos                              3 - 5 anos                          5 - 8 anos

     

    Perda de bens                       PODE                                        DEVE                                   PODE                                  PODE

     

    Multa civil                         até 3 x                                        até 2 x                                até 100 x                                até 3 x

                                 (acréscimo patrimonial)                       (valor do dano)                       (remuneração)                (benefício concedido)

     

    Proibição

    de contratar                     10 anos                                       5 anos                                  3 anos                                     ---

     

                                                Dolo                                     Dolo/culpa                                   Dolo                                    Dolo 

  • GAB - A

     

    ENRIQUECIMENTO ILÍCITO -- DOLO

     

    PREJUÍZO AO ERÁRIO ----- DOLO OU CULPA

     

    CONTRA OS PRINCÍPIOS DA ADM ------- DOLO

     

     

    SE ESTOU ERRADO PODEM AVISAR!!! OBRIGADO.

  • PRA NÃO CONFUNDIR MAIS:

    Frustar a licitude de CONCURSO PÚBLICO - é ato de improbidade atentatório aos princípios da Administração Pública.

    Por outro lado,

    Frustar a licitude de PROCEDIMENTO LICITATÓRIO ou PROCESSO SELETIVO p/ celebração de parcerias com entidades SEM FINS LUCRATIVOS ou DISPENSÁ-LOS INDEVIDAMENTE - é ato de improbidade que CAUSA PREJUÍZO AO ERÁRIO.

    Logo, diante dessa regra e respondendo a questão:

    Nos atos de improbidade administrativa que atentam contra os princípios da administração pública o DOLO é indispensável para a configuração do ato ímprobo; enquanto que,

    Nos atos de improbidade que causam prejuízo ao erário a configuração do ato ímprobo pode se dar por DOLO OU CULPA, não sendo, portanto, o dolo, indispensável a configuração daquele.

    Espero ter ajudado.

  • PRA NÃO CONFUNDIR MAIS:

    Frustar a licitude de CONCURSO PÚBLICO - é ato de improbidade atentatório aos princípios da Administração Pública.

    Por outro lado,

    Frustar a licitude de PROCEDIMENTO LICITATÓRIO ou PROCESSO SELETIVO p/ celebração de parcerias com entidades SEM FINS LUCRATIVOS ou DISPENSÁ-LOS INDEVIDAMENTE - é ato de improbidade que CAUSA PREJUÍZO AO ERÁRIO.

    Logo, diante dessa regra e respondendo a questão:

    Nos atos de improbidade administrativa que atentam contra os princípios da administração pública o DOLO é indispensável para a configuração do ato ímprobo; enquanto que,

    Nos atos de improbidade que causam prejuízo ao erário a configuração do ato ímprobo pode se dar por DOLO OU CULPA, não sendo, portanto, o dolo, indispensável a configuração daquele.

    Assim, a ALTERNATIVA A é o gabarito correto da questão.

    Espero ter ajudado.

  • Licitação - Lesão ao Erário

    Concurso Público - Princípio

  • Comentário:

    Frustrar a licitude de concurso público é uma conduta listada na Lei 8.429/92 como ato de improbidade que atenta contra os princípios da Administração Pública (art. 11, V). Logo, para a configuração do ato de improbidade, é necessária a presença de dolo, e não apenas de culpa.

    Por outro lado, a Lei 8.429/92 considera que frustrar a licitude de procedimento licitatório é um ato de improbidade que causa prejuízo ao erário (art. 10, VIII). Logo, pode ser configurado se houver dolo ou culpa.

    Gabarito: alternativa “a”

  • Frustrar licitude

    Concurso Público

    Processo licitatório ou processo seletivo

    Atenta contra os princípios da Adm.

    (Exige dolo)

     

    Prejuízo ao erário

    (Dolo ou culpa)

  • DICA DA TABELA:

    TABELINHA DE PENAS (Thállius Moraes):

    http://sketchtoy.com/69316993

     

    Para decorar essas penas:

    1) Quadro do professor do qconcurso. Q1136111 / Q1006309

    2) Quadro realizado para a prova do Escrevente do TJ SP 

    https://ibb.co/Qkn05JM

    +

    https://ibb.co/DwgTjHp

    +

    https://ibb.co/CwM9nxn

     

    3) DICA DA TABELA:

    TABELINHA DE PENAS (Thállius Moraes):

    http://sketchtoy.com/69316993


ID
1840579
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considere a seguinte situação hipotética: em determinado Município do Estado do Mato Grosso houve grandes deslizamentos de terras provocados por fortes chuvas na região, causando o soterramento de casas e pessoas. O ente público foi condenado a indenizar as vítimas, em razão da ausência de sistema de captação de águas pluviais que, caso existisse, teria evitado o ocorrido. Nesse caso, a condenação está

Alternativas
Comentários
  • Letra (c)


    Nas hipóteses de omissão os danos não são causados por agentes públicos, e sim, por fatos da natureza ou fatos de terceiros, todavia, os danos causados poderiam ter sido amenizados ou evitados se não houvesse ocorrida omissão estatal. Assim, a responsabilidade do Estado é subjetiva, aplicando-se a Teoria da Culpa do Serviço Público ou “Faute Du service” ou Culpa Anônima ou, ainda, Culpa Administrativa.

  • Caso fortuito e força maior não são excedentes de responsabilidade??

    ...

    Nesse caso, responde pela omissão por não implantar sistema de captação de águas? 

  • Concurseira Fed, no atual ordenamento jurídico vige a responsabilidade objetiva na modalidade risco administrativo. Veja que o art. 37 § 6, CF, fala do verbo "causarem", logo é ação comissiva, ou seja, uma ação positiva. Assim, precisamos indagar no caso da omissão, qual teoria se aplica? Aqui surgem duas respostas:

    1- Se o Poder Público estiver na posição de "garante", a omissão implicará na responsabilidade civil no risco administrativo, aplicando-se, normalmente, as excludentes. Ex.: Escola pelo aluno, preso pelo poder público. Basta provar o dano + nexo, o ônus da prova da  fica para a adm. pública. 

    2- E se o Poder Público não estiver na posição de "garante"? Aqui não aplicaremos a responsabilidade objetiva no risco administrativo. Aplicaremos a responsabilidade da culpa administrativa (falta do serviço), precisando existir dano + nexo + culpa em sentido amplo (dolo ou culpa) cabendo o ônus da prova ao administrado!   Cabem excludentes? Sim, cabem normalmente as excludentes! Veja que cabem as excludentes até na responsabilidade objetiva risco administrativo. 

    Mas por qual motivo não se aplicou as excludentes aqui na questão? A sua própria pergunta já tem a resposta. Não há o sistema de captação e escoamento das águas, logo falta esse serviço. Logo,  aplica-se a teoria do "faute du service", civil comum, culpa administrativa (sinônimos). 

    Fazendo um esforço exemplificativo: Se existisse o sistema de escoamento, tendo a adm. pública feito a limpeza dos bueiros e calhas regularmente, mas o volume de água foi tão grande que  o sistema não suportou, seria o caso da aplicação da excludente força maior. 

    PS: Existe polêmica acerca dos conceitos de força maior e caso fortuito. 


  • GABARITO: LETRA C

    Teoria da Responsabilidade Subjetiva ou Culpa Anônima ou Culpa do Serviço: é aplicada na responsabilidade por omissão do Estado, quando o poder público for omisso, sua responsabilidade será subjetiva. Ex: nos casos de má prestação do serviço ou da prestação atrasada do serviço como ensejador do dano.

    CUIDAR: O Estado não responde por fatos da natureza como enchentes, raios, entre outros e também não responde por atos de terceiros ou atos de multidões, como passeatas e tumultos organizados, desde que, por óbvio, tenha tomado as medidas possíveis de impedir o dano causado. Afinal, se o ente público tiver a possibilidade de evitar o dano e não o faz, está-se diante do descumprimento de dever legal.

  • a teoria utilizada é a da culpa administrativa (culpa anônima, culpa do serviço público), haja visto que o dano, mesmo ocorrendo por fenomeno da natureza o oestado antes disso foi omisso por não implantar um sistema de captação de água adequado, existindo assim uma omissão estatal, caracterizando a culpa administrativa, ou culpa do serviço, o que torna a RESPONSABILIDADE SUBJETIVA DO ESTADO, o sofredor do dano é obriggado a provar que realmente houve a culpa estatal.

  • Dano por Omissão -> Resp. Subjetiva (Fato + Elem. Subjetivo (culpa ou dolo))

    Dano por Ação -> Resp. Objetiva (Fato = nexo + dano)

     

    DIREITO CIVIL x DIREITO ADMINISTRATIVO

     

    Direito Civil -> Regra: Resp. Subjetiva

    Direito Administrativo -> Regra: Resp. Administrativa. 

     

    Omissão = Teoria da Culpa Administrativa / Culpa Anônima / Culpa do Serviço Público -> Entendimento doutrinário e jurisprudencial.

    O direito positivo NÃO conhece a responsabilidade civil subjetiva do Estado no direito administrativo.

     

  • Letra C,

     

    Vamos aprofundar.

     

            Teoria Da culpa Administrativa

     

     

    (Teoria da culpa anônima ou falta de serviço). Assim podemos chamar.

     

    É dever do estado indenizar o dano sofrido pelo particular somente se existir caso seja comprovada a existência de falta de serviço. A culpa administrativa pode decorrer de uma das tes possíveis de falta do serviço:

     

     

    > Inexistência do serviço

     

    > Mau funcionamento do serviço

     

    > Retardamento do serviço

     

     

    Obs: Cabe ao particula prejudicado pela falta comprovar sua ocorrência para fazer jus a indenização.

     

     

     

     

    I'll be back, Bons Estudos!!!

  • O que significa responsabilidade disjuntiva?

  • culpa administrativa -> é responsabilidade subjetiva: precisa de dolo ou culpa

     

    risco adm -> é responsabilidade OBJETIVA-> dispensa-se o dolo ou culpa

     

    a empresa publica prestadora de serviço publico responde OBJETIVAMENTE, segundo MA e VP.

     

    empresa publica que exerce funçao economica responde SUBJETIVAMENTE, segundo MA E VP

     

     

  • Danielle,

    também fiquei em dúvida quanto à "culpa disjuntiva". Procurei aqui na internet e encontrei a seguinte anotação sobre o tema:

    " c) concausalidade alternativa ou disjuntiva existe quando entre duas ou mais condutas, sendo que apenas uma delas é importante para a ocorrência do dano. Exemplo: Duas pessoas tentam espancar alguém, uma erra o golpe e, o outro acerta, vindo a alvejar a cabeça da vítima e lhe fraturando inúmeros ossos. Isso numa briga generalizada ocorrida num estádio de futebol. Apenas o último ofensor responderá pelas lesões corporais e danos provocados. " [http://www.jurisway.org.br/v2/dhall.asp?id_dh=1969]

    .

    O texto em questão é sobre direito civil, mas como não encontrei nada sobre administrativo, vou utilizá-lo para tentar entender o que o examinador queria na questão.

    Me parece que a alternativa queria, erroneamente, se referir a uma responsabilidade concorrente ou algo parecido. O que não se aplica ao caso, pois o sistema de captação de água é responsabilidade do Município, e não de outro ente da federação.

     

     

  • (Continuação ) De acodo com o site Dizer o Direito(19/04/2016):

    Deve-se fazer, no entanto, uma advertência: para o STF, o Estado responde de forma objetiva pelas suas omissões. No entanto, o nexo de causalidade entre essas omissões e os danos sofridos pelos particulares só restará caracterizado quando o Poder Público tinha o dever legal específico de agir para impedir o evento danoso e mesmo assim não cumpriu essa obrigação legal.

    Assim, o Estado responde de forma objetiva pelas suas omissões, desde que ele tivesse obrigação legal específica de agir para impedir que o resultado danoso ocorresse. A isso se chama de "omissão específica" do Estado.

    Dessa forma, para que haja responsabilidade civil no caso de omissão, deverá haver uma omissão específica do Poder Público (STF. Plenário. RE 677139 AgR-EDv-AgR, Rel. Min. Gilmar Mendes, julgado em 22/10/2015).

  • De acordo com o site DIZER O DIREITO (19/04/2016): Qual é o tipo de responsabilidade civil aplicável nos casos de omissão do Estado? Se a Administração Pública causa um dano ao particular em virtude de uma conduta omissa, a responsabilidade nesta hipótese também será objetiva? Existe intensa divergência sobre o tema:

    Doutrina tradicional e STJ:Na doutrina, ainda hoje, a posição majoritária é a de que a responsabilidade civil do Estado em caso de atos omissivos é SUBJETIVA, baseada na teoria da culpa administrativa (culpa anônima).Assim, em caso de danos causados por omissão, o particular, para ser indenizado, deveria provar:

    a) a omissão estatal;

    b) o dano;

    c) o nexo causal;

    d) a culpa administrativa (o serviço público não funcionou, funcionou de forma tardia ou ineficiente).

    Esta é a posição que você encontra na maioria dos Manuais de Direito Administrativo. O STJ ainda possui entendimento majoritário no sentido de que a responsabilidade seria subjetiva. Vide: STJ. 2ª Turma. AgRg no REsp 1345620/RS, Rel. Min. Assusete Magalhães, julgado em 24/11/2015.

    Jurisprudência do STF:Na jurisprudência do STF, contudo, tem ganhado força nos últimos anos o entendimento de que a responsabilidade civil nestes casos também é OBJETIVA. Isso porque o art. 37, § 6º da CF/88 determina a responsabilidade objetiva do Estado sem fazer distinção se a conduta é comissiva (ação) ou omissiva.Não cabe ao intérprete estabelecer distinções onde o texto constitucional não o fez.Se a CF/88 previu a responsabilidade objetiva do Estado, não pode o intérprete dizer que essa regra não vale para os casos de omissão. Dessa forma, a responsabilidade objetiva do Estado engloba tanto os atos comissivos como os omissivos, desde que demonstrado o nexo causal entre o dano e a omissão específica do Poder Público.

     (...) A jurisprudência da Corte firmou-se no sentido de que as pessoas jurídicas de direito público respondem objetivamente pelos danos que causarem a terceiros, com fundamento no art. 37, § 6º, da Constituição Federal, tanto por atos comissivos quanto por atos omissivos, desde que demonstrado o nexo causal entre o dano e a omissão do Poder Público. (...) STF. 2ª Turma. ARE 897890 AgR, Rel. Min. Dias Toffoli, julgado em 22/09/2015. No mesmo sentido: STF. 2ª Turma. RE 677283 AgR, Rel. Min. Gilmar Mendes, julgado em 17/04/2012.

  • CULPA ADMINISTRATIVA = RESPONSABILIDADE SUBJETIVA

  •  resposta a eminente colega.

     

    Obrigação disjuntivas

     

    Nesta modalidade de obrigação, existem devedores que se obrigam alternativamente ao pagamento da dívida. Vale dizer, desde que um dos devedores seja escolhido para cumprir a obrigação. Os outros estarão consequentemente exonerados, cabendo, portanto, ao credor a escolha do demandado.

    De tal forma, havendo uma dívida contraída por três (A,B,C), a obrigação pode ser cumprida por qualquer deles: ou A ou B ou C. Observe-se, portanto que a conjunção “ou” vincula alternativamente os sujeitos passivos entre si.

    Difere das obrigações solidarias, por lhe falar relação interna, , que como veremos, é própria do mecanismo da solidariedade, justificando, neste último, o direito regressivo do devedor que paga.

    Obrigação pouco seguro para o credor, uma vez que, se pudesse cobrar todos os três, obviamente teria maior garantia patrimonial para satisfação do seu crédito.

  • Gabarito letra C

    Trata-se da chamada Culpa Administrativa ou responsabilidade Subjetiva do Estado, hipósite em que a omissão do Estado causa prejuízos a terceiros. O prejuízo em si não é causado pelo Estado mas este assume a culpa por não ter evitado que o dano acontecesse. A omissão do Estado é culposa quando ele deixa de prestar um serviço ao qual é obrigado ou presta de forma precária.

    OBS: o caso acima realmente é hipotético! Dificilmente veremos no Brasil hipóteses de indenização por omissão do Estado.

  •  

    FCC  colando da (Cespe - AJ/TRT 10/2013) Todos os anos, na estação chuvosa, a região metropolitana de determinado município é acometida por inundações, o que causa graves prejuízos a seus moradores. Estudos no local demonstraram que os fatores  preponderantes causadores das enchentes são o sistema deficiente de captação de águas pluviais e o acúmulo de lixo nas vias públicas.

    Considerando essa situação hipotética, julgue o item subsequente. De acordo com a jurisprudência e a doutrina dominante, na hipótese em pauta, caso haja danos a algum cidadão e reste provada conduta omissiva por parte do Estado, a responsabilidade deste será subjetiva.

    Comentário: no caso de omissão do Estado, a responsabilidade será subjetiva, ou seja, o lesado deverá comprovar a omissão culposa do poder público, aplicando-se a chamada teoria da culpa administrativa, também conhecida como culpa do serviço ou culpa anônima (faute du servisse). Este é o entendimento majoritário da doutrina e da jurisprudência.

    Gabarito: correto.

  • RESPONSABILIDADE CIVIL POR CULPA ADMINISTRATIVA = DANO + NEXO CAUSAL + FALHA NO SERVIÇO PÚBLICO

     

    No Brasil, é a modalidade de responsabilidade civil a que, em regra, está sujeito o Estado no casos de danos decorrentes de omissão, ou seja, de dano ocasionado pela não prestação ou prestação deficiente de um serviço público.

     

    É importante frisar que a atribuição de responsabilidade civil subjetiva na modalidade culpa administrativa em face da omissão do Estado é uma regra geral.

     

    Isso porque há situações em que, mesmo diante de omissão, o Estado responde objetivamente. Trata-se dos casos em que o Estado se encontra na posição de garante, das hipóteses em que pessoas ou coisas estão legalmente sob custódia do Estado.

     

     

    Direito Administrativo Descomplicado

  • GAB:C

    Representou o primeiro estágio da passagem da doutrina da responsabilidade subjetiva para a responsabilidade objetiva.
    A partir desse momento, não mais era necessária prova da culpa subjetiva do agente, mas bastaria que a vítima provasse a culpa do Estado pela chamada falta do serviço, ou seja, deveria provar que o serviço não foi prestado, foi prestado de forma ineficiente ou foi prestado de forma atrasada.
    Essa teoria surgiu na França e foi denominada “faute du service”, sendo no Brasil conhecida como teoria da culpa anônima.
    Conforme veremos a seguir, essa é a modalidade de responsabilidade subjetiva que se aplica aos danos causados pelos agentes públicos decorrentes de condutas omissivas.

    CADERNOS DE DIREITO ADMINISTRATIVO, MATHEUS CARVALHO

    #foconodistintivo

  • Tudo muito bem, tudo muito bom, mas o enunciado não 'conta a histórinha' que o gabarito pede. Enfim. Segue o baile.

  • Apesar de ter existido um fator da natureza (chuvas fortes ), não se exclui, neste caso, a responsabilidade do Estado pelo fato de que não havia um sistema de captação de águas pluviais, ou seja, o dano poderia ter sido evitado.

     

    LOGO: A Responsabilidade Civil do Estado caracteriza-se por sua omissão sendo, assim, subjetiva de acordo com a teoria da culpa administrativa.

  • Raciocinando Direito

    Uma vez que cabia ao Estado realizar as obras no local, e não realizadas, a ele cabe um mínimo de responsabilidade, para não dizer toda, ne? Então, quando o Estado devia agir e não o fez ( omissão específica) caberá a responsabildiade objetiva, ainda mais sabendo das notificações feitas quanto à possibilidade de geração de danos em face da ausência da prestação.

    Sucesso à todos"

  • Exceções de excludentes da responsabilidade civil do Estado, ou seja, exceção da exceção da teoria do risco integral: concausa e culpa concorrente. No caso da concausa é a omissão subjetiva do Estado em seus serviços que é muito mais abrangente não dependendo de dolo ou culpa.

  • Atos comissivos: responsabilidade objetiva - teoria do risco administrativo.

    Atos omissivos: responsabilidade subjetiva - culpa anônima ou culpa administrativa.

     

    Obs.: a conduta omissiva pode ser:

    genérica: responsabilidade subjetiva. Ex.: o Estado não consegue evitar todos os furtos de carro.

    específica: responsabilidade objetiva. Ex.: o Estado tem o dever de vigilância sobre alguém e não evita o dano.

     

    fonte: meu caderno de anotações

  • Gab  - B

     

    A responsabilidade por omissão é do tipo SUBJETIVA, como havia ausência de algo que era necessário ter existiu a omissão estatal.

  • A responsabilidade civil do Estado por ação é do tipo objetiva, motivo pelo qual independe de comprovação do dolo ou culpa. Contudo, no caso de omissão genérica do Estado, a responsabilidade civil será subjetiva, isto é, o prejudicado terá que comprovar a omissão culposa do Estado, demonstrando que seria possível, por meio da ação estatal, evitar o dano.

    No exemplo do enunciado, restou comprovado que os deslizamentos de terras não teriam ocorrido se o Estado não tivesse se omitido, já que a falta do sistema de captação de água é que efetivamente gerou o dano. Se o sistema estivesse funcionando normalmente, os prejuízos não teriam ocorrido.

    Ademais, a responsabilização do Estado por omissão ocorre de acordo com a teoria da culpa do serviço, ou culpa anônima, também chamada de “faute du servisse”. Logo, o nosso gabarito é a opção C.

    Vejamos as outras alternativas:

    a)   a responsabilidade disjuntiva é aquela em que os possíveis devedores se obrigam de forma alternativa a pagar a dívida, ou seja, seria possível escolher um para quitar o débito, desobrigando os demais. Obviamente que essa forma de responsabilidade não possui qualquer aplicação no âmbito da responsabilidade civil do Estado – ERRADA;

    b)    o evento da natureza somente excluiria a responsabilidade se ele, sozinho, fosse o causador do dano. Contudo, o enunciado deixou claro que o dano decorreu da falta de sistema de captação de águas pluviais – ERRADA;

    d)   a vítima não deu qualquer causa para o dano, motivo pelo qual não pode ter a responsabilidade dividida com o Estado – ERRADA;

    e)   nem sempre a responsabilidade do Estado será objetiva, a exemplo dos casos de omissão genérica, como previsto na questão – ERRADA.

    Gabarito: alternativa C.

  • Nesse caso, há a responsabilidade subjetiva do Estado (culpa do serviço público) em decorrência de sua omissão.

  • GABARITO: LETRA C

    Nas hipóteses de omissão os danos não são causados por agentes públicos, e sim, por fatos da natureza ou fatos de terceiros, todavia, os danos causados poderiam ter sido amenizados ou evitados se não houvesse ocorrida omissão estatal. Assim, a responsabilidade do Estado é subjetiva, aplicando-se a Teoria da Culpa do Serviço Público ou “Faute Du service” ou Culpa Anônima ou, ainda, Culpa Administrativa. De acordo com essa teoria, o Estado responderá pelo dano desde que o serviço público não funcione quando deveria funcionar, funcione atrasado ou funcione mal, sendo configurada a omissão nas duas primeiras hipóteses.

    Responsabilidade subjetiva é a obrigação de indenizar que incumbe a alguém em razão de um procedimento contrário ao Direito – culposo ou doloso – consistente em causar um dano a outrem ou em deixar de impedi-lo quando obrigado a isso. Em face dos princípios publicísticos não é necessária a identificação de uma culpa individual para deflagrar-se a responsabilidade do Estado. Esta noção civilista é ultrapassada pela ideia denominada de faute du service entre os franceses. Ocorre a culpa do serviço ou falta do serviço” quando este não funciona, devendo funcionar, funciona mal ou funciona atrasado. Esta é a tríplice modalidade pela qual se apresenta e nela se traduz um elo entre a responsabilidade tradicional do Direito Civil e a responsabilidade objetiva. (BANDEIRA, 2011, p. 1019)

    FONTE: JUSBRASIL.COM.BR

  • Comentário:

    Como o ente público foi condenado a indenizar as vítimas em razão da ausência do sistema de captação de águas pluviais que, caso existisse, teria evitado o ocorrido, pode-se dizer que houve omissão estatal, hipótese em que a responsabilidade civil do Poder Público é de natureza subjetiva, na modalidade culpa administrativa ou culpa do serviço público. Nesses casos, a pessoa que sofreu o dano, para ter direito à indenização do Estado, tem que provar (o ônus da prova é dela) a culpa da Administração Pública. Correta, portanto, a opção “c”.

    Gabarito: alternativa “c”

  • Trata-se da Teoria do risco administrativo, que gera responsabilidade objetiva da Administração Pública por danos sofridos pelo particular:

    As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão OBJETIVAMENTE pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, seja o dano lícito ou ilícito, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.

    Ou seja, no caso do agente causador do dano, a responsabilidade é subjetiva, respondendo ele no caso de haver dolo ou culpa.

    ___________________________________________________________________

    A Responsabilidade Civil da Concessionária e Permissionária de Serviços Públicos sempre será OBJETIVA, independentemente, se o fato ilícito ocorrer com um usuário ou terceiro.

    No Brasil, a delegação de serviços está regulamentada pela lei 8.987/95 , na qual fica expresso que essas empresas prestam o serviço por sua conta e risco, e em caso de danos assumem a responsabilidade objetiva de repará-los.

    ___________________________________________________________________

    No caso da omissão do Estado, fala-se em responsabilidade civil subjetiva, exigindo-se demonstração de dolo ou culpa. Veja que há uma condição.

    Assim sendo, em se tratando de pessoa jurídica de direito privado exploradora de atividade econômica, não se aplica a responsabilidade objetiva, mas sim as normas atinentes à esfera privada, baseada na responsabilidade subjetiva, que pressupõe prova de culpa.

    ___________________________________________________________________

    Responderão OBJETIVAMENTE

    ---> As pessoas jurídicas de direito público e

    ---> as pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviço público

    ___________________________________________________________________

    Responderão SUBJETIVAMENTE

    ---> As pessoas jurídicas de direito privado que exploram atividade econômica

    ___________________________________________________________________

    Causas de EXCLUSÃO da Responsabilidade Civil do Estado

        → Culpa Exclusiva da Vítima

        → Culpa Exclusiva de Terceiro

        → Caso Fortuito ou Força Maior

    ► Causas que ATENUAM / REDUZEM a Responsabilidade Civil do Estado

        → Culpa Concorrente da Vítima

        → Culpa Concorrente de Terceiro

  • Pra quem não entendeu a alternativa "A"

    Responsabilidade disjuntiva ocorre quando há, em um débito, pluralidade de devedores.

    Sendo assim, o credor poderá cobrar de qualquer um deles a dívida.

  • Gabarito: C.

    Via de regra, quando há eventos da natureza, a responsabilidade do Estado será excluída. No entanto, havendo sua omissão, será o Poder Público chamado a reparar pelos prejuízos (responsabilidade subjetiva). No caso da questão, o Poder Público estava omisso em não fazer as obras no tempo razoável, o que colaborou para o desastre.


ID
1840582
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considere:

I. A Administração pública não pode, no exercício do poder de polícia, utilizar-se de meios diretos de coação, sob pena de afronta ao princípio da proporcionalidade.

II. O objeto da medida de polícia, isto é, o meio de ação, sofre limitações, mesmo quando a lei lhe dá várias alternativas possíveis.

III. A impossibilidade de licenciamento de veículo enquanto não pagas as multas de trânsito corresponde a exemplo da utilização de meios indiretos de coação, absolutamente válido no exercício do poder de polícia.

Está correto o que consta em 

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra B

    I - A Administração pública pode, no exercício do poder de polícia, utilizar-se de meios diretos de coação, em virtude do atributo da coercibilidade

    II - CERTO: Quanto ao objeto, ou seja, o conteúdo, a autoridade sofre limitações, mesmo quando a lei lhe dê várias alternativas possíveis. Aplica-se o princípio da proporcionalidade entre meios e fins, ou seja, o poder de polícia não deve ir além do necessário para a satisfação do interesse público que visa proteger.Sua finalidade não é destruir os direitos individuais, mas, ao contrário, assegurar o seu exercício, condicionando-o ao bem-estar social

    III - CERTO: A exigibilidade consiste na faculdade de a Administração aplicar meios de coação indiretos, como condição a ser cumprida pelo particular para o exercício de direitos ou atividades, como a impossibilidade de licenciamento do veículo enquanto não pagas as multas de trânsito

    bons estudos

  • Letra (b)


    Item - Errado - Um exemplo, a coercibilidade é o atributo do poder de polícia que faz com que o ato seja imposto ao particular,
    independentemente de sua concordância. Em outras palavras, o ato de polícia, como manifestação do ius imperii estatal, não depende da concordância do particular para que seja válido e eficaz.


    Item - II - Certo - Quanto ao objeto, ou seja, o conteúdo, a autoridade sofre limitações, mesmo quando a lei lhe dê várias alternativas possíveis. Aplica-se aqui o princípio da proporcionalidade entre meios e fins, ou seja, o poder de polícia não deve ir além do necessário para a satisfação do interesse público que visa proteger.Sua finalidade não é destruir os direitos individuais, mas, ao contrário, assegurar o seu exercício, condicionando-o ao bem-estar social.


    Fonte: http://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/2649/Poder-de-Policia


    Item - III - Certo - Pelo atributo da exigibilidade, a Administração se vale de meios indiretos de coação. Cite-se, como exemplo, a multa; ou a impossibilidade de licenciamento do veículo enquanto não pagas as multas de trânsito.


    Fonte: https://jusinverbis.wordpress.com/2015/03/11/poder-de-policia/


    A exigibilidade consiste na faculdade de a Administração aplicar meios de coação indiretos, como condição a ser cumprida pelo particular para o exercício de direitos ou atividades, como a impossibilidade de licenciamento do veículo enquanto não pagas as multas de trânsito.


    Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAgq-AAH/aula-04-direito-administrativo?part=6

  • PODER DE POLÍCIA


    Hely Lopes Meirelles, Poder de polícia é a faculdade de que dispõe a Administração Pública para condicionar e restringir o uso e gozo de bens, atividades, e direitos individuais, em benefício da coletividade ou do próprio Estado. Importante detacar que não se admite a delegação do poder de polícia a pessoas da iniciativa privada, ainda que se trate de uma delegatária de serviço público.


    Art. 78 do CTN -  Considera-se poder de polícia a atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.

  • meio direto de coação é você apreender mercadoria fora da validade, que dolosamente, está exposto à venda; fechar temporariamente casa noturna por nao está em confirmidade com requistos dos bombeiros... etc

  • Complementando os excelentes comentários, segue uma passagem doutrinária: "A exigibilidade existe em todos os atos administrativos, não se podendo falar o mesmo da autoexecutoriedade" 

    Di Pietro, 28ª edição.

  • Não há entendimento do STJ no sentido de que se não houve a notificação dentro de 30 dias não poderá a administração negar o licenciamento? Veja-se: “Súmula 127 do STJ - É ilegal condicionar a renovação da licença de veículo ao pagamento de multa, da qual o infrator não foi notificado.”

    assim, não seria absolutamente válido

  • Item I - ERRADO - “O privilege d'action d'office consiste na faculdade que tem a Administração, quando já tomou decisão executória, de realizar diretamente a execução forçada, usando, se for o caso, da força pública para obrigar o administrado a cumprir a decisão.”

    (Maria Sylvia Zanella Di Pietro. Direito Administrativo, 2014. p. 127)

     

    Item II - CERTO - “Quanto ao objeto, ou seja, o conteúdo, a autoridade sofre limitações, mesmo quando a lei lhe dê várias alternativas possíveis. Aplica-se aqui o princípio da proporcionalidade entre meios e fins, ou seja, o poder de polícia não deve ir além do necessário para a satisfação do interesse público que visa proteger. Sua finalidade não é destruir os direitos individuais, mas, ao contrário, assegurar o seu exercício, condicionando-o ao bem-estar social; só poderá reduzi-los quando em conflito com interesses maiores da coletividade e na medida estritamente necessária à consecução dos fins estatais.”

    (Maria Sylvia Zanella Di Pietro. Direito Administrativo, 2014. p. 130)

     

    Item III - CERTO - “Pelo atributo da exigibilidade, a Administração se vale de meios indiretos de coação. Cite-se, como exemplo, a multa; ou a impossibilidade de licenciamento do veículo enquanto não pagas as multas de trânsito.”

    (Maria Sylvia Zanella Di Pietro. Direito Administrativo, 2014. p. 127)

    “A despeito de a multa não ser autoexecutória, é possível que seu pagamento se configure como condição para que a Administração pratique outro ato em favor do interessado. Exige-se, contudo, que tal condição tenha expressa previsão em lei. Há, aqui e ali, entendimento no sentido de que a liberação de veículo alvo da penalidade de apreensão por motivo de infração de trânsito dispense o pagamento da multa, e isso sob o argumento de que se estaria, indiretamente, convertendo a multa em punição autoexecutória. Não nos parece correta tal orientação. No caso, não se trata de transformação da natureza da multa, mas sim da circunstância de ter a lei considerado a quitação da multa como condição da prática de novo ato administrativo. Se a lei fez expressamente a previsão, não há fundamento para impugnar a exigência.”

    (José dos Santos Carvalho Filho. Manual de Direito Administrativo, 2014. p. 89)

     

    GABARITO: b) II e III, apenas.

  • multa -> exigibilidade (E NAO AUTOEXECUTORIEDADE)

  • ELEMENTOS DO PODER DE POLÍCIA.

    I- EDITADO PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA OU POR QUEM LHE FAÇA ÁS VEZES ;

    II- FUNDAMENTO NUM VÍNCULO GERAL ;

    III- INTERESSE PÚBLICO E SOCIAL ;

    IV- INCIDIR SOBRE A PROPRIEDADE OU SOBRE A LIBERDADE. 

    FONTE... ADMINISTRATIVISTA DIÓGINES GASPARINI.

  • I. A Administração pública não pode, no exercício do poder de polícia, utilizar-se de meios diretos de coação, sob pena de afronta ao princípio da proporcionalidade. 
    ERRADO, um dos atributos do poder de policia é a coercibilidade: é a imposição imperativa do ato de policia a seu destinatário, admitindo-se até o emprego da força pública para seu normal cumprimento, quando houver resistência por parte do administrado. 
    II. O objeto da medida de polícia, isto é, o meio de ação, sofre limitações, mesmo quando a lei lhe dá várias alternativas possíveis. 
    CERTO, qualquer atitude advinda do poder de polícia (ainda que seja a mais branda sanção permitida em lei), caracteriza limitação ao objeto.
    III. A impossibilidade de licenciamento de veículo enquanto não pagas as multas de trânsito corresponde a exemplo da utilização de meios indiretos de coação, absolutamente válido no exercício do poder de polícia. 

    CERTO, são exemplos de meio direto de coação a interdição de atividade, apreensão de mercadorias deterioradas e indireto a impossibilidade de licenciamento de veículo enquanto não pagas as multas de trânsito.

  • CARACTERISTICAS DO PODER DE POLICIA>>>

     

    COERCIBILIDADE

    DISCRICIONARIEDADE

    AUTO EXECUTORIEDADE

     

    MA VP 14 edição

  • Fernanda Penido, quanto ao item III...

    "III. A impossibilidade de licenciamento de veículo enquanto não pagas as multas de trânsito corresponde a exemplo da utilização de meios indiretos de coação, absolutamente válido no exercício do poder de polícia."

    Entendo que a banca não deixou de considerar a Súmula 127 do STJ, pois muito embora ela descreva ser  "ilegal condicionar a renovação da licença de veículo ao pagamento de multa, da qual o infrator não foi notificado.”, NÃO diz que a a Administração não pode usar essa condição como meio de coação, pois só é ilegal se não houver notificação da multa, caso contrário, plenamente válido condicionar o licenciamento ao pagamento das multas de trânsito.

     

  • A administração pública, no meio da parcela que lhe é outorgada do mesmo poder, regulamenta as leis e controla a sua aplicação, preventivamente (por meio de ordens,notificações,licenças ou autorizações) ou repressivamente (mediante imposição de medidas coercitivas).

     

    Fonte: Direito Administrativo Descomplicado

  • Constituem limitadores ao poder de polícia os aspectos vinculados ao seu exercício, tais como a competência, a finalidade e a forma, vez que estão sempre já definidos, o que configura uma garantia para o administrado. 

  • NOVA FCC????

    STJ - AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO AgRg no Ag 1241340 RJ 2009/0199201-1 (STJ)

    Data de publicação: 30/06/2010

    Ementa: PROCESSUAL CIVIL. ADMINISTRATIVO. LICENCIAMENTO ANUAL DE VEÍCULOS. EXIGÊNCIA DO PRÉVIO PAGAMENTO DE MULTAS DE TRÂNSITO. SÚMULAS NRS. 127 E 83 DO STJ. 1. O licenciamento anual de veículos não está condicionado à prévia exigência do pagamento de multa, imposta sem prévia notificação ao infrator, ante a ratio essendi das Súmula 312 e 127 do STJ. 2. Entrementes, esta Corte assentou que:"É lícita a atuação da Administração, no sentido de condicionar a vistoria em veículo e a conseqüente expedição do Certificado de Licenciamento ao pagamento de tributos, encargos e multas de trânsito e ambientais vinculados ao veículo, independentemente da responsabilidade pelas infrações cometidas, consoante o art. 131 , § 2º , do Código de Trânsito Brasileiro e desde que tenha havido regular notificação do infrator."(AgRg no REsp 650536/RJ , Relator Ministro FRANCISCO FALCÃO, DJ 06.12.2004). 3. In casu, o Juiz Singular, à luz de exauriente cognição probatória, verificou que o autor provou a existência de prévia notificação, verbis:"(...) No caso em tela o apelado comprovou o envio das notificações ao apelante, conforme fls. 70/78, na forma do art. 281 do Código de Trânsito Brasileiro , pelo que não se aplica a Súmula 127 do STJ. Desta forma, cumprida tal obrigação por parte da autoridade pública, não há como exonerar-se o apelante do pagamento das multas para obter o licenciamento, posto que o § 2º do art. 131 da Lei 9.503 /97 condiciona a renovação da licença de veículo ao pagamento de tributos, encargos e multas de trânsito a ele vinculados." (fl. e-STJ 132) 4. Agravo regimental desprovido.

     

  • Por eliminação do item I restariam as alternativas: B e E    

     

    Os atributos do poder de polícia são:
     

    - DISCRICIONARIEDADE;
     

    -  Autoexecutoriedade;


    - Coercibilidade  (DIRETA e INDIRETA)

     

     

    FONTE:   Erick Alves. A exigibilidade consiste na faculdade de a Administração aplicar meios de coação indiretos, como condição a ser cumprida pelo particular para o exercício de direitos ou atividades, como a impossibilidade de licenciamento do veículo enquanto não pagas as multas de trânsito.

  • A auto-executoriedade se desdobra em: exigibilidade e executoriedade.

    A exigibilidade é a possibilidade que tem a Administração Pública de tomar decisões executórias, valendo-se de meios indiretos de coação. Enquanto que a executoriedade é a faculdade que tem a Administração, quando já tomou alguma decisão executória, de realizar diretamente a execução forçada, usando, se necessário, da força pública para obrigar o particular a cumprir a decisão da Administração.

     

    Fonte: http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=8930

  • Lembrando que este meio indireto de coação é absolutamente válido no exercício do poder de polícia desde que o infrator seja devidamente notificado. Caso "não" haja a notificação do infrator a coação será invalida.
    Súmula nº 127 STJ - É ilegal condicionar a renovação da licença de veiculo ao pagamento de multa, da qual o infrator não foi notificado.

  • I - E – Poder de polícia autoriza o uso de meios diretos e indiretos de coação. (Autoexecutoriedade)
    II - C – A discricionariedade do poder de polícia sujeita-se ao princípio da proporcionalidade, o necessário para atingir o interesse público.
    III - C – Meios indiretos de restringir o direito de um particular que violou a lei.

    Gab: B

  • Se tivesse a opção ''III, apenas '' ia errar bonito ... o item II achei estranho :( :( 

  • Será que alguém poderia me ajudar?

    Não consigo entender o motivo de ser inadmissível apreensão de mercadoria como meio coercitivo para pagamento de tributos (S.323 STF) e ao mesmo tempo ser admissível a apreensão de veículos por falta de pagamento/licenciamento?

  • Errei por causa desse "absolutamente"

     

  • Considere: 

    I. A Administração pública não pode, no exercício do poder de polícia, utilizar-se de meios diretos de coação, sob pena de afronta ao princípio da proporcionalidade. 

    ERRADA. São atributos do poder de polícia a discricionariedade, a autoexecutoriedade e a coercibilidade. Alguns doutrinadores dividem a autoexecutoriedade em exigibilidade (utilização de meios indiretos de coação) e executoriedade (utilização de meios DIRETOS de coação).

    II. O objeto da medida de polícia, isto é, o meio de ação, sofre limitações, mesmo quando a lei lhe dá várias alternativas possíveis. 

    CORRETA. A atuação de polícia deve sempre observar os direitos fundamentais que serão limitados, bem assim os princípios da proporcionalidade e razoabilidade. Adequação entre meios e fins e correspondência entre infração e sanção.

    III. A impossibilidade de licenciamento de veículo enquanto não pagas as multas de trânsito corresponde a exemplo da utilização de meios indiretos de coação, absolutamente válido no exercício do poder de polícia. 

    CORRETA. Exemplo típico dos manuais de Direito Administrativo. Ao fazer tal imposição, a Administração indiretamente "obriga" o particular a quitar as multas de trânsito pendentes.

    Está correto o que consta em 

    b) II e III, apenas.

  • Sobre o tema temos: Súmula 127 – É ilegal condicionar a renovação da licença de veículo ao pagamento de multa, da qual o infrator não foi notificado. (Súmula 127, PRIMEIRA SEÇÃO, julgado em 14/03/1995, DJ 23/03/1995 p. 6730) Súmula 312 – No processo administrativo para imposição de multa de trânsito, são necessárias as notificações da autuação e da aplicação da pena decorrente da infração. (Súmula 312, PRIMEIRA SEÇÃO, julgado em 11/05/2005, DJ 23/05/2005 p. 371) Súmula 434 – O pagamento da multa por infração de trânsito não inibe a discussão judicial do débito. (Súmula 434, PRIMEIRA SEÇÃO, julgado em 24/03/2010, DJe 13/05/2010)
  • I. A Administração pública não pode, no exercício do poder de polícia, utilizar-se de meios diretos de coação, sob pena de afronta ao princípio da proporcionalidade. 

    A administração pode utilizar tanto dos meios diretos como dos indiretos.



    II. O objeto da medida de polícia, isto é, o meio de ação, sofre limitações, mesmo quando a lei lhe dá várias alternativas possíveis. 

    O poder de polícia é uma limitação, diferente do serviço público que é uma ampliação.



    III. A impossibilidade de licenciamento de veículo enquanto não pagas as multas de trânsito corresponde a exemplo da utilização de meios indiretos de coação, absolutamente válido no exercício do poder de polícia.

  • A III saiu direto do livro da MSZP (2016, pg. 159): "Pelo atributo da exigibilidade, a Administração se vale de meios indiretos de coação. Cite-se, como exemplo, a multa; ou a impossibilidade de licenciamento do veículo enquanto não pagas as multas de trânsito."

  • Pelo atributo da exigibilidade, a Administração se vale de meios indiretos de coação. Cite-se, como exemplo, a multa; ou a impossibilidade de licenciamento do veículo enquanto não pagas as multas de trânsito.

    Pelo atributo da autoexecutoriedade, a Administração compele materialmente o administrado, usando meios diretos de coação. Por exemplo, ela dissolve uma reunião, apreende mercadorias, interdita uma fábrica.

    Di Pietro - Direito Administrativo 27ªed (2014) ela falou está falado.

    GAB LETRA B

  • É coação ou coerção? Tive essa dúvida na III.
  • Apenas sabendo que a assertiva I era falsa já matava a questão. 

  • Coação ou Coerção?

     

    As duas palavras existem na língua portuguesa. São palavras sinônimas e ambas estão corretas. Os seus significados são similares mas podemos diferenciar situações em que podemos utilizar uma ou outra. A palavra coerção significa o poder legal que as autoridades têm em impor leis e obrigar ao seu cumprimento. A palavra coação pode significar uma forma de violência física ou verbal que obriga uma pessoa a agir contra sua vontade ou que a impede de agir, bem como significar o ato de coar. 

     

    Fonte: https://duvidas.dicio.com.br/coercao-ou-coacao/

  • Item I - ERRADO. A autoexecutoriedade, atributo do poder de polícia, por meio de uma subdivisão denominada executoriedade, assegura à Administração a prerrogativa de implementar diretamente as suas decisões, independentemente de autorização do Poder Judiciário. Assim, com fundamento na executoriedade, a Administração pode determinar a demolição de um imóvel que está prestes a desabar e que coloca em risco a vida de várias pessoas. Se o particular não providenciar a demolição, a própria Administração poderá executá-la. Trata-se de um meio direto de coerção. Ou seja, a Administração tem possibilidade de utilizar meios diretos de coação ao particular.

    Item II - CORRETO. O meio de ação da medida de polícia tem limitações, como a necessidade de atender ao Princípio da Proporcionalidade, ou seja, a medida de polícia deve ser aplicada ao particular na exata proporção para a proteção do interesse coletivo, sem excessos. 

    Item III - CORRETO. A autoexecutoriedade, atributo do poder de polícia, assegura à Administração, por meio da subdivisão da exigibilidade , a prerrogativa de valer-se de meios indiretos de coerção para obrigar o particular a cumprir uma determinada obrigação. A situação apresentada na assertiva cabe como notório exemplo da aplicação de meios indiretos de coerção pela Administração, impossibilitar a emissão do licenciamento de veículo em razão da existência de multas de trânsito não pagas. 

    Gabarito: Letra B.

    Paz, meus caros!

  • saber o teor desse julgado me confundiu:

    “CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO – MANDADO DE SEGURANÇA – LICENCIAMENTO DE VEÍCULO – MULTA – INEXISTÊNCIA DE REGULAR E PRÉVIA NOTIFICAÇÃO – PENDÊNCIA DE JULGAMENTO DE RECURSO ADMINISTRATIVO – INTELIGÊNCIA DOS ARTS. 131, § 2º, 281, 282 E 285, § 3º, TODOS DO CTB E SÚMULA 127, DO COLENDO STJ – É ilegítima a recusa da Autoridade em fornecer o licenciamento de veículo ao argumento de existir multa por infração de trânsito não paga, principalmente quando não há prova da regular e prévia notificação ao suposto infrator, bem como há pendência de julgamento de recurso administrativo.” (TJMG – APCV 000.319.199-6/00 – 5ª C.Cív. – Rel. Des. Dorival Guimarães Pereira – J. 08.05.2003) (grifos acrescidos)

  • Respondendo objetivamente a questão quando não se sabe parte do conteúdo (no meu caso o item III).

     

    Eu tive dúvida no item III, quanto ao uso do termo absolutamente. Como os itens I e II são contraditórios entre si e sabendo que o Poder de Polícia pode utilizar-se de meios diretos de coação a alternativa I é a errada. Com isso elimina-se as alternativas "A, C  e D". Assim, eu ficaria entre as alternativas "B" e "E" , facilitando o "chute". Agora não erro mais. 

  • Só complementando...


    VISTORIA de veiculo automotor pode se feita mesmo com MULTA


    mateus carvalho - manual de d.administrativo

  • Gab - B

     

    I- Devemos lembrar dos casos de fechamento de estabelecimento que a adm munida do seu poder polícia realiza, sendo um meio direto coerção.

     

     

  • O poder de polícia é atividade administrativa que consiste em restringir ou condicionar o gozo de direitos, bens e atividades privadas em prol do interesse coletivo. Com base nisso, vamos julgar os itens:

    I – são atributos dos atos de polícia, em regra, a discricionariedade, a autoexecutoriedade e a coercibilidade. A autoexecutoriedade é formada, segundo parte da doutrina, pela exigibilidade e executoriedade. A primeira trata da adoção de meios indiretos de coação, como a aplicação de uma multa; ao passo que a executoriedade refere-se à adoção de medidas diretas de coação, a exemplo do uso da força para apreender uma mercadoria ou interditar um estabelecimento. Logo, no exercício do poder de polícia, é sim possível adotar medidas diretas de coação – ERRADA;

    II  – um dos atributos das medidas de polícia é a presença da discricionariedade. Contudo, essa discricionariedade não é ilimitada. Em um primeiro momento, a discricionariedade é limitada pela própria lei, que atribui uma medida máxima e uma mínima para cada caso. Além disso, mesmo dentro da margem de liberdade prevista em lei, a ação de polícia limita- se pelos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. Por exemplo, uma lei poderá fixar uma multa “entre R$ 1 mil e R$ 10 mil”; porém, no caso concreto, o agente público deverá analisar os fatos, não podendo aplicar uma multa máxima se a infração não for tão grave, sob pena de ofender os parâmetros da razoabilidade e da proporcionalidade. Logo, o objeto (conteúdo ou meio de ação) da medida de polícia encontra limitações, mesmo quando se tratar de um ato discricionário – CORRETA;

    III  – conforme já mencionado, os atos de polícia possuem autoexecutoriedade, permitindo o emprego de meios diretos ou indiretos de coação. Um exemplo típico de meio indireto de coação é a impossibilidade de licenciar um veículo com multas de trânsito não pagas. Com essa ação, a Administração não “executa” a multa, mas tenta convencer a pessoa a pagar a multa, o que representa um meio indireto de coação – CORRETA.

    Dessa forma, os itens II e III estão corretos.

    Gabarito: alternativa B.

  • Meios diretos = Autoexecutoriedade

    Meios Indiretos = Aplicação de Multa

  • II. O objeto da medida de polícia, isto é, o meio de ação, sofre limitações, mesmo quando a lei lhe dá várias alternativas possíveis

    Achei bem estranha essa. Pelo princípio da proporcionalidade deveria ser o contrário! Se há várias alternativas legais possíveis, vai usar sempre a que limita o direito??

    Se tivesse correta somente III eu marcaria e erraria

  • Comentários:

    Vamos analisar todos os itens.

    I. Errado. O exercício do poder de polícia se dá por meios diretos ou indiretos de coerção. Os meios diretos, chamados de executoriedade, são aqueles em que a Administração Pública age diretamente nos direitos dos particulares. É o exemplo da interdição de estabelecimentos comerciais.

    Já os meios indiretos, chamados de exigibilidade, a Administração utiliza de meios coercitivos indiretos, como a multa, para a regularização ou restrição do direito do particular.

    II. Certo. Sendo uma prerrogativa de limitar o exercício de direitos, o poder de polícia deve sofrer limitações legais no seu exercício. Essas limitações podem ser encontradas na análise de razoabilidade e proporcionalidade no momento da fiscalização, por exemplo.

    III. Certo. Podemos perceber que o poder público não impede, de forma direta, a livre circulação de veículo com multa, mas, nesse caso, o faz de forma indireta, obrigando o condutor a realizar o pagamento das multas para que possa ter seu veículo licenciado.

    Gabarito: alternativa “b”

  • II e III,

  • Discricionariedade não é absoluta!


ID
1840585
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

Determinada autarquia do Estado do Mato Grosso foi condenada a pagar indenização a um de seus servidores. Após a condenação, utilizou-se do prazo em quádruplo para recorrer, e, na fase de execução da condenação, alegou a impossibilidade de arcar com a indenização por não ter patrimônio próprio. A propósito dos fatos,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra A

    Autarquias gozam de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais (Art. 183 NCPC) e também gozam de patrimonio próprio, consoante ao Del 200, segue abaixo o esquema:

    - Integrantes da administração indireta (Art 5, I Del200)
    - Patrimônio e receita próprios
    - Personalidade jurídica de direito público;
    - Criação e extinção por lei específica;
    - Edição de atos administrativos e celebração de contratos administrativos;
    - Admissão de pessoal precedida de concurso público;
    - Pessoal a regime jurídico único (salvo admitidos em outro regime entre a publicação da EC 19/1998 e a concessão pelo STF de medida cautelar na ADI 2135/DF)
    - Bens públicos (alienabilidade condicionada, impenhorabilidade e imprescritibilidade);
    - Localização institucional no âmbito da administração indireta e vinculação ao ente federativo instituidor;
    - Sujeição a controle finalístico (tutela administrativa) e submissão ao controle externo do Poder Legislativo, exercido com o auxílio do Tribunal de Contas;
    - Foro competente:
    a) Justiça Federal (autarquias federais), ressalvadas as causas relativas à falência, acidentes de trabalho e às sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho; ou
    b) Justiça Estadual (autarquias estaduais, municipais ou distritais), com semelhantes ressalvas;
    - Aplicação dos privilégios processuais que beneficiam a Fazenda Pública (R2C4);
    - Sujeição às regras da responsabilidade civil objetiva;
    - Gozo da imunidade tributária recíproca.

    Q595817

    bons estudos

  • Letra (a)


    Características das Autarquias:


    a) Personalidade jurídica de direito público;
    b)
    Criação e extinção por lei específica;
    c) Edição de atos administrativos e celebração de contratos administrativos;
    d) Admissão de pessoal precedida de concurso público;
    e) Pessoal a regime jurídico único (salvo admitidos em outro regime entre a publicação da EC 19/1998 e a concessão pelo STF de medida cautelar na ADI 2135/DF);

    f) Bens públicos (alienabilidade condicionada, impenhorabilidade e imprescritibilidade);
    g) Localização institucional no âmbito da administração indireta e vinculação ao ente federativo instituidor;
    h) Sujeição a controle finalístico (tutela administrativa) e submissão ao controle externo do Poder Legislativo,
    exercido com o auxílio do Tribunal de Contas;
    i) Foro competente:

    a) Justiça Federal (autarquias federais), ressalvadas as causas relativas à falência, acidentes de trabalho e às sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho; ou

    b) Justiça Estadual (autarquias estaduais, municipais ou distritais), com semelhantes ressalvas;

    j) Aplicação dos privilégios processuais que beneficiam a Fazenda Pública;
    k) Sujeição às regras da responsabilidade civil objetiva;
    l) Gozo da imunidade tributária recíproca.


    DA Esquematizado


    São as autarquias e fundações públicas de direito público que possuem prazo em quádruplo para contestar e em dobro para recorrer (art. 188 do CPC).

  • Pessoal, a título de informação, com o novo CPC os prazos para a prática de atos processuais

    pelos entes federados e respectivas autarquias e fundações pública será unificado, todos serão

    apenas dobrados; a regra do prazo em quádruplo vai acabar. Sistemática adotada pelo art. 183, in verbis:

    "Art. 183. A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, cuja contagem terá início a partir da intimação pessoal."

  • LETRA (A)

    a autarquia tem o tempo quadruplo para contestar, o dobro para recorrer e património proprio.

  • O patrimônio de uma Autarquia pode ser usado para fins de indenização advinda de uma ação judicial?


  • Importante observar o disposto no art. 183 do Código de Processo Civil de 2015 que unificou os prazos:

    Art. 183. A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, cuja contagem terá início a partir da intimação pessoal.

    § 1o A intimação pessoal far-se-á por carga, remessa ou meio eletrônico.

    § 2o Não se aplica o benefício da contagem em dobro quando a lei estabelecer, de forma expressa, prazo próprio para o ente público.



  • Conforme o novo CPC, os prazos mudaram para, tudo em dobro art. 183.

    E, o CC, no art. 98 dispõe sobre a impenhorabilidade dos bens da autarquia, não se admitindo penhora,arresto ou sequestro judicial para garantia do juízo em execuções contra a fazenda pública.

  • poxa que saco isso hein. vc compra um livro em 2015 e já em 2016 ele já está defazado. vida de concurseiro não é mole não.

  • Pior é o livro de Matheus carvalho da jus podiam, o 2016 ainda continua com remissões ao CPC antigo nos quadros sinóticos! CUIDADO!!!
  • Cara, mas o livro do Mateus Cavalho (OAB 1º e 2º Fase) faz remições ao CPC antigo de propósito, pois os alunos que compram esse livro vão fazer segunda fase da OAB ainda com base no CPC de 1973.

     

    E quanto a inovações na legislação esse é o Ônus que todos nós levaremos para vida toda se optarmos por fazer o Curso de Direito!

    Então Foco, Força e Fé

  • Prazo, agora, em dobro para todas as manifestaçõs processuais, salvo se houver prazo diverso a elas aplicável, expressamente, estabelecido em lei.

  • Primeiramente, a Autarquia é Pessoa Jurídica de Direito Público pertencente à Administração Indireta. Deste modo, não sendo um órgão, possui personalidade jurídica própria e patrimônio próprio.
    Quanto ao prazo, era previsto na lei processual o prazo em quádruplo para CONTESTAR e em dobro para RECORRER. Ocorre que, com a vigênca do novo CPC, acabou essa diferença de prazo, sendo o prazo em dobro tanto para CONTESTAR quanto para RECORRER, salvo se a lei específica vier a prever prazo diverso.
    Assim, o único gabarito que ainda se compatibiliza com o que previa e prevê a lei é o item A!
    Espero ter contribuído!

  • C4 R²

  • Nada de ''C4 R2''... leiam os comentários do renato melo e do ''na luta''.

  • Cuidado com as mudanças.
    Agora é TUDO EM DOBRO:  2X PRA CONTESTAÇÃO e 2X PRA RECURSO

  • Questão desatualizada. 

  • Alternativa: A

    Prazo em dobro, conforme art. 183, do CPC/2015:

     Art. 183. A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, cuja contagem terá início a partir da intimação pessoal.

     

    Autarquia possui patrimônio próprio, segundo art. 5º, inciso I, do Decreto-lei 500/1967: 

     I - Autarquia - o serviço autônomo, criado por lei, com personalidade jurídica, patrimônio e receita próprios, para executar atividades típicas da Administração Pública, que requeiram, para seu melhor funcionamento, gestão administrativa e financeira descentralizada.

  • "Art. 183. A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, cuja contagem terá início a partir da intimação pessoal."

     

    Portanto, sob a égide do NCPC, perceb-se que não há mais o prazo em quadruplo para CONTESTAR.

     

    Agora tudo é em DOBRO nessa bagaça.

     

    Bom domingo de estudos.

     

    sIM, o Acre existe kkkk

  • Cuidado com a Genralização de afirmar que todos os prazos agora são em dobro, no ambito processual trabalhista segue tal entendimento:

     

     Qual é o prazo para marcar audiência inicial, tendo como reclamada a fazenda pública?

     

    R: Dec. Lei 779/69, Fazenda Pública, fica mantido o prazo em quádruplo para a Fazenda Pública, tendo em vista de se tratar de uma lei especial.

     

    Obs1: O MP, possui apenas o prazo em dobro para se manifestar nos autos, ou seja, os Correios por ser considerado Fazenda Pública possui um prazo maior do que o MP (Quadruplo).

  • Percio Negromonte,

     

    O patrimônio de uma Autarquia pode ser usado para fins de indenização advinda de uma ação judicial?

     

    Não, pois ela está sujeita ao regime de precatórios e RPV do art. 100 da CF.

  • Segundo o decreto-lei 200/67, art. 5, I: 

     

    "Autarquia - o serviço autônomo, criado por lei, com personalidade jurídica, patrimônio e receita próprios, para executar atividades típicas da Administração Pública, que requeiram, para seu melhor funcionamento, gestão administrativa e financeira descentralizada."

     

      Ademais, as autarquias submetem-se ao mesmo regime jurídico dos entes centrais, possuindo os mesmos privilégios processuais , como prazo em quadruplo pra contestar e em dobro pra recorrer, duplo grau de jurisdição e execução fiscal de sua dívida ativa.

  • A questão em tela, não está desatualizada e sim de acordo com o novo CPC.

     

    #FÉ

  • A prova foi no mês de fevereiro/2016. O NCPC entrou em vigor em março/2016.
     

    Vai entender....

  • Jordan, não sei como veio o edital desse concurso, mas é plenamente possível e razoável que tenha cobrado o NCPC, mesmo que ele ainda não estivesse em vigor na data da prova.

  • Prazo para recorrer sempre foi em dobro, não houve mudança trazida pelo novo CPC em se tratando de recurso interposto pela fazenda pública.

    Prazo em quádruplo para contestar era tido como razoável pois a Administração estava sendo surpreendida por uma ação nova (e era esse o modo mais fácil de gravar os prazos para fins de prova), já no recurso o prazo era em dobro porque já não se tratava de surpresa, mas pela quantidade de processos contra a Fazenda Pública o prazo alargado era razoável. Pórem o novo código civil igualou os dois prazos. Agora a Adm. Pública tem prazo em dobro para contestar e também em dobro para recorrer.

    Portanto a questão não está desatualizada, ela está de acordo com o novo e com o antigo código de processo civil.

  • Jornda, mesmo com o CPC antigo a resposta (letra A) está correta, visto que se refere ao prazo em quádruplo para recorrer. Antes, o prazo para contestar que era em quádruplo, ou seja, o prazo para recorrer sempre foi em dobro.

     Com a nova sistemática do NCPC os prazos para a manifestação da Fazenda Pública é "sempre", salvo quando houver prazo próprio (específico) para determinada manifestação.

     

  • O PZ CONTINUA EM DOBRO PARA TODAS AS SUAS MANIFESTAÇÕES, E A AUTARQUIA TEM BENS PRÓPRIOS SENDO ALIENÁVEIS

  • No Direito do Trabalho seria quádruplo para recorrer e duplo para contestar...

  • É o chamado 4C2R, ou seja, o quádruplo para contestar e  o dobro para recorrer.

  • Não confundir:

     

    Apesar das disposições do NCPC, no processo do trabalho, por haver regra própria, mantém-se o prazo em QUADRUPLO para CONTESTAR, quando se tratar de pessoa jurídica de direito público que não explore atividade econômica.

     

    A CLT prevê que entre a notificação e a audiência deve haver o interregno de 5 dias (Art. 841).

     

    A doutrina entende que esse é o prazo que o reclamado possui para contestar. Assim, para a fazenda pública, essse prazo será de 20 dias.

     

    -----------------------------------------------------

     

    Embasamento legal:

     

    CLT - Art. 841 - Recebida e protocolada a reclamação, o escrivão ou secretário, dentro de 48 (quarenta e oito) horas, remeterá a segunda via da petição, ou do termo, ao reclamado, notificando-o ao mesmo tempo, para comparecer à audiência do julgamento, que será a primeira desimpedida, depois de 5 (cinco) dias.

     

    Dec. 779/69 - Art. 1º Nos processos perante a Justiça do Trabalho, constituem privilégio da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e das autarquias ou fundações de direito público federais, estaduais ou municipais que não explorem atividade econômica:

    II - o quádruplo do prazo fixado no artigo 841, "in fine", da Consolidação das Leis do Trabalho;

  • CPC, art. 183. A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, cuja contagem terá início a partir da intimação pessoal.

    .

    .

    E como bem explicou o Gabriel, coloco apenas para deixar registrada a diferença com o CPC: 

    .

    No Processo do Trabalho, por ter regra própria, continua o prazo em quadruplo para contestar, quando se tratar de pessoa jurídica de direito público que não explore atividade econômica.

    .

    Dec. 779/69, art. 1º. Nos processos perante a Justiça do Trabalho, constituem privilégio da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e das autarquias ou fundações de direito público federais, estaduais ou municipais que não explorem atividade econômica:

    II - o quádruplo do prazo fixado no artigo 841, "in fine", da Consolidação das Leis do Trabalho.

    .

    CLT, art. 841. Recebida e protocolada a reclamação, o escrivão ou secretário, dentro de 48 (quarenta e oito) horas, remeterá a segunda via da petição, ou do termo, ao reclamado, notificando-o ao mesmo tempo, para comparecer à audiência do julgamento, que será a primeira desimpedida, depois de 5 (cinco) dias.

     

  • 4X CONTESTAR

    2X RECORRER

  • Gab - A

    Autarquia ---- 4C2R -- Quádruplo para Contestar e Dobro para Recorrer.  ------- Possuem Autonomia financeira, Patrimonial e Administrativa.

  • Comentário:

    Até a entrada em vigor no Novo Código de Processo Civil (NCPC), os prazos processuais das Autarquias, que são os mesmos da Fazenda Pública, eram o dobro para recorrer e o quádruplo para contestar. A partir do NCPC, os prazos foram unificados, sendo o dobro para recorrer e contestar (não existe mais prazo em quádruplo). Portanto o prazo recursal está incorreto.

    Por possuir personalidade jurídica própria, a referida Autarquia possui patrimônio próprio, diferentemente dos órgãos, que não possuem personalidade e nem patrimônio próprios. Portanto, a própria autarquia é que deve arcar com a indenização e, caso não pague, seus bens não poderão ser penhorados (pois são bens públicos, protegidos pela impenhorabilidade), devendo ser constituído precatório para pagamento da dívida da autarquia.

    Gabarito: alternativa “a”

  • Notas à questão:

    AUTARQUIAS

    [1]. Uma das prerrogativas das autarquias (e das demais entidades de direito público) é que elas gozam do prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, e que a contagem terá início a partir da intimação pessoal.

    [2]. As autarquias possuem sua própria personalidade jurídica, motivo pela qual possuem também seu próprio patrimônio.

    [3]. As autarquias são basicamente uma extensão da Administração Direta pois, de modo geral, realizam atividades típicas de Estado, que só podem ser realizadas por entidades de direito público.

    [4]. Característica das autarquias: criação por lei; personalidade jurídica pública; capacidade de autoadministração; especialização dos fins ou atividades; sujeição a controle ou tutela.

    [5]. Em decorrência da personalidade jurídica própria, e as autarquias recebem competência em lei para desempenhar determinado serviço (princípio da especialização), as autarquias são chamadas de SERVIÇO PÚBLICO PERSONALIZADO.

    [6]. A Capacidade de Autoadministração é exercida nos limites da lei. Da mesma forma, os atos de controle não podem ultrapassar os limites legais.

    [7]. Criação e Extinção: Tanto a criação quanto a extinção das autarquias devem ocorrer por meio de LEI ESPECÍFICA. A lei para criação/extinção é de iniciativa privativa do Presidente da República. E, por simetria, essa regra é aplicada aos estados, Distrito Federal e Municípios.

    [8]. As autarquias vinculadas aos Poderes Legislativo ou Judiciário, a iniciativa de lei caberá ao respectivo chefe de Poder.

    [9]. Atividades Desenvolvidas: Na doutrina, as autarquias devem executar serviços públicos de natureza social e atividades administrativas, e exclui-se os serviços e atividades DE CUNHO ECONÔMICO E MERCANTIL.

    Herbert Almeida / Estratégia / Adaptado

  • Artigo 183 CPC: A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, cuja contagem terá início a partir da intimação pessoal.

  • De maneira resumida:

    a) GABARITO;

    b) Não existe mais o prazo em quádruplo no NCPC e autarquia tem patrimônio próprio;

    c) Não existe mais o prazo em quádruplo no NCPC;

    d) Autarquia tem patrimônio próprio;

    e) Autarquia tem patrimônio próprio;

  • Autarquia tem patrimônio próprio!

  • FCC. 2016. A) incorreto o prazo recursal, que é em dobro para recorrer, bem como o fundamento do patrimônio, pois a autarquia tem patrimônio próprio. CORRETO.

    Não cai no Escrevente do TJ SP

    Não cai no Oficial de Promotoria do MP SP


ID
1840588
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Entre as teorias comumente mencionadas nas literaturas relativas à liderança nas organizações, existe a Teoria Caminho − Meta ou Caminho − Objetivo, que elenca entre os possíveis comportamentos do líder, o

Alternativas
Comentários
  • Letra (b)


    House detalhou quatro comportamentos de liderança:


    -> Líder diretivo: semelhante à “estrutura de iniciação” da Universidade de Ohio, este líder deixa claro o que espera dos seus liderados, organiza e proporciona diretrizes claras e objetivas sobre como as tarefas deverão ser realizadas.


    -> Líder apoiador: semelhante à “consideração”, o líder apoiador é receptivo e sensível às necessidades dos liderados.


    -> Líder participativo: antes de tomar decisões, consulta seus liderados. É semelhante ao democrático-consultivo da liderança clássica.


    -> Líder orientado para a conquista ou líder voltado para realização: estabelece desafios que são desafiadores e espera que os liderados demonstrem seus desempenhos máximos. House afirma que os lideres são flexíveis. Eles irão adequar o estilo de liderança de acordo com a situação. São duas as classes ambientais propostas pelo autor: fatores contingenciais ambientais e fatores contingenciais do subordinado.

  • A título de complementação, você precisa entender aqui (antes do conceito de líder) a Teoria do Caminho Objetivo: 

    RIBAS (2013):  

    Robbins (2005) ressalta as seguintes colocações para a teoria:

    • a liderança diretiva leva a uma maior satisfação quando as tarefas são ambíguas ou estressantes do que quando são altamente estruturadas e planejadas;

    • a liderança diretiva pode ser percebida como redundante por liderados com grande capacidade de percepção ou com razoável experiência;

    • a liderança apoiada leva a um melhor desempenho e satisfação quando os liderados realizam tarefas estruturadas;

    • os liderados com centro de controle interno ficam mais satisfeitos com o estilo de liderança participativa.

  • Segundo Smith, P. B. & Peterson, M. F.(1989):.

    “A teoria do Caminho-Objetivo muito claramente deriva das teorias que se baseiam na expectância, que se tornaram populares no campo do comportamento organizacional nos anos 60 (por exemplo, Vroom, 1964). Na sua essência, ela propõe que os subordinados farão aquilo que desejarem os líderes, caso eles façam duas coisas. Primeiro, devem assegurar que os subordinados compreendam como atingir os objetivos do líder. Segundo, esses líderes devem prever que os subordinados cheguem aos seus objetivos pessoais nesse processo (House, 1971). A tarefa do líder é, então, diagnosticar a função do ambiente e selecionar aqueles comportamentos que assegurarão que os subordinados estejam motivados ao máximo no sentido dos objetivos organizacionais”


    Mais em : https://nairamodelli.wordpress.com/2009/05/13/a-evolucao-dos-conceitos-de-lideranca/

  • A teoria Caminho Meta ou Caminho Objetivo foi desenvolvida por Robert House, que afirmava que é função do líder auxiliar os liderados na consecução de suas metas, assegurando que elas estejam alinhadas com os objetivos organizacionais. Para House o esforço de uma pessoa no trabalho pode ser medido a partir da expectativa desse trabalhador quanto à realização do trabalho e da preferência dela por tal resultado (valência).

    Este autor defini quatro estilos de liderança de acordo com o comportamento do líder:1 - Liderança Diretiva: O líder explica o que e como devem ser feitas as tarefas pelos subordinados. É um estilo ideal para tarefas ambíguas.2 - Liderança Apoiadora: O líder é aberto, trata os subordinados como iguais, e os subordinados se interessam mais na realização de seus trabalhos, além de terem maior autoconfiança devido o forte interesse pessoal do líder. É ideal para tarefas repetitivas, desagradáveis, estressantes ou frustantes. O líder tem compromisso com a cordialidade e o bem estar dos subordinados.3 - Liderança orientada para o Resultado: O líder confia no grupo para alcançar elevado desempenho, ele enfatiza a definição de objetivos claros e desafiadores;4 - Liderança Participativa: O líder focaliza na consulta aos seus subordinados para a tomada de decisões. Os subordinados , geralmente, têm maior crença em sua capacidade de cumprir a tarefa e costumam conhecê-lo bem, assim como os métodos empregados para realizá-los porque contribuíram para ambos.
  • Se diz respeito a meta/objetivo, não cabe autoritarismo/coerção, carisma ou benevolência (não necessariamente), nem consulta, mas tão-somente a orientação para o alcance dos objetivos, metas, resultados almejados.

    Gabarito Letra "B".

  • A teoria caminho objetivo de House se baseia na ideia do lider motivar por meio de recompensas conforme o bom desempenho e facilitar o atingimento de metas pelo funcionários. É dividida em quatro estilo:

     

    1. diretivo: o líder dá a direção de como as tarefas devem ser realizadas;

    2. apoio: esse estilo envolve demonstrar interesse pela satisfação das necessidades e preferências dos subordinados;

    3. participativo: é um estilo que envolve consultar os subordinados e encorajá-los na participação das tomadas de decisões da organização; 

    4. realização: envolve encorajar a excelência na performance, incluindo a fixação de metas desafiadoras e a busca por padrões de alto desempenho.

  • Autoritário-coercitivo = liderança proposta por Likert. (Sistemas de administração) 

     

    Consultivo = liderança proposta por Likert (Sistemas de administração)

     

    Carismático = liderança proposta por Max Weber 

     

    Benevolente = liderança proposta por Max Weber. 

     

    A Teoria Caminho foi proposta por Robert House. =)

  • a)autoritário-coercitivo, que decide todo o processo, o que será feito, quando será feito e como será feito. ERRADO. Autoritário-coercitivo faz parte da teoria de Likert.

     

    b)diretivo, que deixa claro o que espera dos liderados, organizando e proporcionando diretrizes claras sobre como as tarefas deverão ser realizadas. CORRETO

     

    c)consultivo, que compartilha as decisões com os subordinados, permitindo aos mesmos flexibilidade na realização das tarefas. ERRADO. Consultivo faz parte da teoria de Likert.

     

    d)carismático, que motiva os subordinados em face de traços próprios de personalidade e comportamento. ERRADO. Liderança carismática não faz parte da teoria caminho-meta, mas sim da própria teoria da liderança carismática descrita por diversos autores, entre eles o Robbins.

     

    e)benevolente, que toma as decisões com base na satisfação das necessidades dos subordinados. ERRADO. Autoritário-benevolente faz parte da teoria de Likert.

     

    Teoria caminho-meta ou caminho-objetivo:

     

    - criada por Robert House

     

    - baseada nos estudos da Universidade de Ohio

     

    - Ideia principal: o líder será aceito pelos liderados como líder quando estes o virem como fonte de satisfação. Dessa forma, o líder deve auxiliar os liderados a alcançarem objetivos, orientando-os e apoiando-os.

     

    - Há 4 comportamentos de lideranças:

    1) Líder diretivo: deixa claro o que quer dos liderados.

     

    2) Líder apoiador: receptivo e sensível às necessidades dos liderados.

     

    3) Líder participativo: consulta os liderados.

     

    4) Líder orientado para a conquista ou voltado para a realização: estabelece desafios e espera que os liderados demonstrem desempenho máximo.

     

    FONTE: Administração geral e pública, Elizabeth de Abreu.

  • Esta teoria foi desenvolvida para reconciliar anomalias encontradas em evidências empíricas sobre o efeito das orientações dos líderes para pessoas e das orientações para tarefas em relação à satisfação e desempenho dos seus subordinados (HOUSE, 1996).

    A teoria caminho-objetivo de House propõe quatro estilos de comportamento (HOUSE; MITCHELL, 1974):


    · diretivo: o líder dá a direção de como as tarefas devem ser realizadas, buscando estruturar as tarefas para os subordinados e comunicar o que se espera deles, esclarecendo políticas, regras e procedimentos.  É um estilo similar ao da estrutura de iniciação do Ohio State Leadership Studies;

    ·de apoio: esse estilo envolve demonstrar interesse pela satisfação das necessidades e preferências dos subordinados. O líder deve mostrar-se preocupado com os subordinados e deve também trabalhar em prol do desenvolvimento de um ambiente amigável de trabalho. É similar ao estilo de consideração do Ohio State Leadership Studies

    ·  participativo: é um estilo que envolve consultar os subordinados e encorajá-los na participação das tomadas de decisões da organização; 

    · de realização: envolve encorajar a excelência na performance, incluindo a fixação de metas desafiadoras e a busca por padrões de alto desempenho.

  • Tem um foco. Diretivo

  • Outra dica boa é lembar do Dr. House (da série) e saber que ele nunca é carismático.

    Teoria caminho-meta ou caminho-objetivo:

    1. diretivo: o líder dá a direção de como as tarefas devem ser realizadas;

    2. apoio: esse estilo envolve demonstrar interesse pela satisfação das necessidades e preferências dos subordinados;

    3. participativo: é um estilo que envolve consultar os subordinados e encorajá-los na participação das tomadas de decisões da organização; 

    4. realização: envolve encorajar a excelência na performance, incluindo a fixação de metas desafiadoras e a busca por padrões de alto desempenho.

  • Outra dica boa é lembar do Dr. House (da série) e saber que ele nunca é carismático.

    Teoria caminho-meta ou caminho-objetivo:

    1. diretivo: o líder dá a direção de como as tarefas devem ser realizadas;

    2. apoio: esse estilo envolve demonstrar interesse pela satisfação das necessidades e preferências dos subordinados;

    3. participativo: é um estilo que envolve consultar os subordinados e encorajá-los na participação das tomadas de decisões da organização; 

    4. realização: envolve encorajar a excelência na performance, incluindo a fixação de metas desafiadoras e a busca por padrões de alto desempenho.

  • Gabarito: B

    falou em caminho-meta falou em lider diretivo: deixa claro o que se espera dos liderados.

  • Comentário

    A teoria do caminho-meta de House propõe 5 tipos de liderança: 

    1-          Líder diretivo: deve dar direção aos trabalhos, com uma comunicação objetiva e estruturação das tarefas a serem realizadas. Indicado para tarefas ambíguas e estressantes.

    2-         Líder apoiador: desenvolve um ambiente agradável de se trabalhar, apoiando os subordinados e preocupando-se com suas necessidades. Ideal para tarefas bem estruturadas.

    3-          Líder participativo: incentiva a participação dos subordinados na tomada de decisões, consultando-os sempre que possível. Ideal para subordinados com centro de controle interno (capacidade e experiência consideráveis).

    4-         Líder orientado para resultados: fixa metas, controla resultados e visa o alcance de altos padrões de desempenho, buscando sempre pela excelência. Ideal para tarefas estruturadas de maneira ambígua.

    a) Não há líder autoritário-coercitivo nessa teoria, e sim líder diretivo. Errada.

    b) Correta, essa é a nossa resposta, pois o líder diretivo é aquele que define todas as diretrizes para o trabalho, sem participação dos subordinados.

    c) Não há líder consultivo nessa teoria. Além disso, o líder mais parecido com o consultivo, o participativo, incentiva a participação dos subordinados, mas quando a decisão é tomada em conjunto não há flexibilidade para o liderado na realização das tarefas.

    d) Errada, já que não existe essa categoria na teoria.

    e) Errada pelo fato de não haver esse tipo de líder na teoria de House e, além disso, os líderes benevolentes ou laissez-faire não tomarem as decisões e sim seus subordinados.

    Gabarito: B


ID
1840591
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

O Balanced Score Card − BSC pode ser utilizado como modelo de gestão estratégica, assim como mecanismo para implementação da estratégia da entidade, bem assim como sistema de avaliação de desempenho organizacional. Nesse contexto, o BSC prioriza o equilíbrio organizacional, a partir de diferentes perspectivas, a saber:

Alternativas
Comentários
  • Letra (c)


    O refinamento do método e as experiências adquiridas demonstraram que, com 20 ou 25 medidas focadas em quatro perspectivas - Financeiras, Clientes, Processos Internos e Aprendizado e Crescimento, as estratégias do scorecard poderiam comunicar e ajudar a implementar uma estratégia consistente.


    Para Kaplan e Norton (1997; IX) “na realidade o BSC deixou de ser um sistema de medição aperfeiçoado para se transformar em um sistema gerencial essencial”. Os executivos utilizavam o BSC como uma ferramenta organizacional para importantes processos gerenciais: estabelecimento de metas individuais e de equipe, remuneração e alocação de recursos, planejamento, orçamento, feedback e aprendizado estratégico.


  • Perspectiva que nunca será questionada no dia normal de trabalho:
    O crescimento financeiro dos processos internos do cliente é um aprendizado.


  • O BSC é uma ferramenta que FICA PRO CRESCIMENTO

    FI
    nanceira
    Cliente
    Aprendizado
    PROcessos internos
    CRESCIMENTO

    Agora é só lembrar dessa frase q não confundirá os fatores

  • O BSC é um método de administração focado no equilíbrio organizacional e baseia-se em quatro perspectivas básicas, a saber:

    a) Finanças. Para  analisar o negócio do ponto de vista financeiro[...];

    b)Clientes. Para analisar o negócio do ponto de vista dos clientes[...];

    c)Processos internos. Para analisar o negócio do ponto de vista interno da organização[...];

    d)Aprendizagem/crescimento organizacional. Para analisar o negócio do ponto de vista daquilo que é básico para alcançar o futuro com sucesso[...].

    [Gab. C]

    FONTE:  CHIAVENATO, Idalberto. Administração Geral e Pública: provas e concursos. 4º edição. São Paulo: Manole, 2016

    bons estudos!

     

  • BCS:

    Financeiro

    clientes

    Processos internos 

    Aprendizado/ crescimento organizacional

  • LETRA C

     

    Tanta coisa pra lembrar que eu tive que fazer um macete para decorar o balanced scorecard

     

    Falou em BSC , Processe a FCC!

     

    Processe -> Processo interno
    Financeira
    Clientes
    Conhecimento e aprendizado

  • RESPOSTA: C

     

    BSC (Balanced Score Card):

     

    ~> indicadores balanceados de desempenho

    ~> criada por Kaplan e Norton

    ~> busca avaliar o desempenho

    ~> focaliza 4 principais fatores críticos:

         . perspectiva financeira (otimizar o uso dos recursos para o bem da coletividade)

         . perspectiva do cliente (satisfação/áreas do mercado que a organização atua)

         . perspectiva dos processos internos (eficiência/eficácia/efetividade)

         . perspectiva da inovação (crescimento/aprendizado)

     

    Fonte: Prof José Wesley

  • Gabarito C

     

    São 4 os indicadores do BSC (nessa ordem)

    1- Perspectiva Financeira

    2- Perspectiva do Cliente

    3- Processos Internos

    4- Aprendizagem e Crescimento (ou inovação)

  • Nesse contexto, as perspectivas podem ser descritas assim:

    ✿ Perspectiva financeira – analisa o negócio do ponto de vista financeiro. Relaciona-se normalmente com indicadores de lucratividade, como receita líquida, margem líquida, retorno sobre o investimento, entre outros. Indica se a estratégia da empresa está se traduzindo em resultados financeiros.

    Perspectiva dos clientesnesse ponto de vista, busca-se identificar os segmentos (de clientes e de mercados) em que a empresa atuará e as medidas de desempenho que serão aceitas. Geralmente envolve indicadores como: satisfação dos clientes, retenção de clientes, lucro por cliente e participação de mercado. Essa perspectiva possibilita ao gestor as estratégias de mercado que permitirão atingir resultados superiores no futuro.

    ✿ Perspectiva de processos internos – identifica os processos críticos que a empresa deve focar para ter sucesso. Ou seja, mapeia os processos que causam o maior impacto na satisfação dos consumidores e na obtenção dos objetivos financeiros da organização. Devem ser melhorados os processos existentes e desenvolvidos os que serão importantes no futuro.

    ✿ Perspectiva do aprendizado e do crescimento – identifica as medidas que a empresa deve tomar de modo a se capacitar para os desafios futuros. As principais variáveis são as pessoas, os sistemas e os procedimentos organizacionais. Dessa forma, as empresas devem treinar e desenvolver seu pessoal, desenvolver sistemas melhores e procedimentos que alinhem os incentivos aos objetivos corretos.

  • BSC é o CPF APRENDIZADO.

    PERSPECTIVAS:

    CLIENTES

    PROCESSOS

    FINANCEIRO

    APRENDIZADO E CRESCIMENTO

  • As quatros perspectivas do BSC são: financeira, clientes, processos internos e aprendizagem e crescimento

    Gabarito: C


ID
1840594
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

O Programa 5S, criado no Japão, foi disseminado como ferramenta para promover bons hábitos no ambiente de trabalho, como forma de melhorar a produtividade. Entre os cinco “sensos", inserem-se,

Alternativas
Comentários
  • Letra (a)


    1. SEIRI – Senso de utilização, arrumação, organização, seleção;

    2. SEITON – Senso de ordenação, sistematização, classificação;

    3. SEISO – Senso de limpeza, zelo;

    4. SEIKETSU – Senso de asseio, higiene, saúde, integridade; e,

    5. SHITSUKE – Senso de autodisciplina, educação, compromisso


  • Como o tiago explicou bem, existem esses 5 S ( sensos). Mas também há mais 5, formando os 10 S 

    1: SENSO DE UTILIZAÇÃO

    2: SENSO DE ORDENAÇÃO

    3: SENSO DE LIMPEZA

    4: SENSO DE SAUDE E HIGIENE

    5: SENSO DE AUTODISCIPLINA

    ___________________________________________________________

    6: SENSO DE DETERMINAÇÃO E UNIÃO

    7: SENSO DE TREINAMENTO

    8: SENSO DE ECONOMINA E COMBATE AO DESPERDICIOS

    9: SENSO DOS PRINCIPIOS MORAIS E ETICOS

    10: SENSO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

     

     

    GABARITO "A"

  • FONTE : Adm. geral e publica para concurso, editora jusPODIVM.

  •  

    5S" é o nome de um método/filosofia, de administração japonesa e se refere à inicial de cinco palavras: Seiri, Seiton, Seiso, Seiketsu e Shitsuke.

    SEIRI: se refere a evitar o que for desnecessário, ou o "senso de utilização". Ao separar aquilo que é realmente necessário ao trabalho daquilo que é supérfluo, ou desnecessário, passando-o para outros que possam fazer uso dele ou simplesmente descartando, conseguimos melhorar a arrumação e dar lugar ao novo.
    SEITON: significa deixar tudo em ordem, ou o "senso de organização". É literalmente arrumar tudo, deixar as coisas arrumadas e em seu devido lugar para que seja possível encontrá-las facilmente sempre que necessário. Assim, evita-se o desperdício de tempo e energia.
    SEISO: significa manter limpo, ou o "senso de limpeza". Agora que você já tirou tudo que era desnecessário e deixou tudo em ordem, é preciso manter assim.
    SEIKETSU: zelar pela saúde e higiene, ou "senso de saúde e higiene". Não adianta nada mantermos o local de trabalho limpo se não cuidarmos de nossa higiene pessoal também.
    SHITSUKE: disciplina. Este conceito é um pouco mais abrangente do que o significado ao qual estamos acostumados de seguir as normas. Ele se refere também ao caráter do indivíduo que deve ser honrado, educado e manter bons hábitos.

  • Seiri: o necessário.
    Seiron: organização.
    Seiso: limpeza.
    Seiketsu: saúde e higiene (pessoal).
    Shitsuke: disciplina.

    Gabarito Letra "A".

  • O 5s, o qual está ligado a implementação da qualidade total nas organizações, tem por objetivo aumentar a produtividade dos funcionários em suas tarefas por meio  de uma organização racional do ambiente de trabalho. Seua elementos são:

     

    Seiri (Senso de utilização / triagem);

    Seiton (Senso de ordenação/arrumação);

    Seiso (senso de limpeza);

    Seiketsu (senso de padronização para a saúde e higiene);

    Shitsuke (senso de disciplina).

  • GABARITO A

     

    Galera, vai um MACETE que utilizo para "matar" essa questão do 5S.

     

    Os 5 (cincos) sensos são: (UOL S/A)

     

    Utilização (Seiri)

    Ordenação (Seiton)

    Limpeza (Seiso)

    Saúde (Seiketsu)

    Autodisciplina (Shitsuke)

     

    OBS: Fiz uma questão da FCC que pedia a ordem dos sensos. Então, talvez, o macete contribua!!!

     

    Bons estudos. Abraço!

  • Esse foi o macete que encontrei para que se mantenha a ordem, já que foi cobrada em outras questões: "OLÁ, HD!" (tosco, mas está me ajudando)

  • Ja fiz uma questão disso que pediam os nomes em japonês. Vamos lá?

     

    Q734252) Considerando o 5s como ferramenta de qualidade, assinale a alternativa que apresenta o S que corresponde ao senso de limpeza e que permite monitorar elementos que, se estiverem sujos, indicam não conformidade.

     

     a)Seiri.

     b)Seiton.

     c)Seiso.

     d)Seiketsu.

     e)Shitsuke.

  • MACETE:

    SO USO o AUTOmóvel LIMPo

    Saúde
    Organização
    USO (Utilização)
    AUTOdisciplina
    LIMPeza

  • Os 5   sensos são: (LOUSA) - na ordem  

                                   Limpeza   (Seisou - limpou - zou)

                                      Ordenação (Seiton - organizacion)

                                            Utilização  (Seirí - utilí)

                                               Saúde (Seiketsu - çu)

                                                     Autodisciplina (Shitsuke - Shi!)

  • PARA LEMBRAR DO 5S: SU SO SLI SA SA

    1.  Senso de Utilização, arrumação, organização, seleção;

    2. Senso de Ordenação, sistematização, classificação;

    3. Senso de LImpeza, zelo;

    4. Senso de Asseio, higiene, saúde, integridade; e,

    5. Senso de Autodisciplina, educação, compromisso

  • Organização e limpeza

    Primeiro limpar, depois aprender como faz..

     

    Fonte: Karate kid kkkkkkkkkkkkk

    Gente, desculpem... acho que preciso parar uns minutos pra recobrar a razão que essas questões de Adm me tira.

  • Gabarito : A

    Achei aqui mesmo no QC.

    OLÁ HD (Em ordem, pois há bancas que questionam até a ordem)

    O - ORGANIZAÇÃO

    L - LIMPEZA

    A - ARRUMAÇÃO

    H - HIGIENE

    D - DISCIPLINA

     

    Avante.

  • Gabarito A

    O 5s é uma etapa fundamental para implementação de um programa de qualidade total nas organizações, uma vez que conscientiza, mobiliza e motiva as pessoas para que tenham organização e disciplina no próprio ambiente de trabalho.

    O que se busca é a maior produtividade do funcionário em suas tarefas através de uma organização racional do ambiente de trabalho. São 5 elementos que devem ser considerados:

     

    1-Seiri (Senso de utilização / triagem/descarte)

    2-Seiton (Senso de ordenação/arrumação)

    3-Seiso (senso de conservação ou de limpeza)

    4-Seiketsu (senso de padronização para a saúde e higiene)

    5-Shitsuke (senso de disciplina/autodisciplina)

     

    5S(S =Senso) representa cinco palavras japonesas que começam com a letra "S".

  • Forma que encontrei pra decorar (vai que alguma banca cobra os nomes).

    A primeira sequência é em português de um cara que fica impressionado com um hd: O.A.L H.D !!!

    Agora as frases em japonês:

    1 - O siri (SEIRI) sentou (SEITON) no sensor (SEISO).

    2 - Cê quer (SEIKTSU) o shitzu (SHITSUKE).

    ........................................................................................................................................................................................................................................

    Agora eu junto os dois na mesma Ordem:

    Seiri: Organização

    Seiton: Arrumação

    Seiso: Limpeza

    Seiketsu: Higiene

    Shitsuke: Disciplina

  • Decorei assim:

    UOL S/A - IN OU E

    U - Utilização - seir(I)

    O - Ordenação (ou Organização) - seito(N)

    L - Limpeza - seis(O)

    S - Saúde e Higiene - seikets(U)

    A - Autodisciplina - shitsuk(E)

    dica: decorar o mnemonico : UOL S/S - IN OU E ( as finais de cada palavra em japonês)

  • Prazer , não te conhecia .
  • Alternativa A. Certo. Senso de Organização (Seiri) e Senso de Limpeza (Seiso).

    Alternativa B. Errado. Não existe o senso de rapidez. A disciplina é um dos 5’S (Shitsuke)

    Alternativa C. Errado. Não apresenta nenhum dos 5’s.

    Alternativa D. Errado. Responsabilidade não integra o 5’s. O comprometimento ou disciplina corresponde ao Shitsuke.

    Alternativa E. Errado. Não apresenta nenhum dos 5’s.

    Gabarito: A


ID
1840597
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

O denominado Ciclo PDCA pode ser entendido como um método ou técnica para controle de processos que

Alternativas
Comentários
  • Letra (d)


    P = (Plan / Planejamento): Primeira etapa do ciclo. Deve-se estabelecer um plano com base nas diretrizes da empresa, estabelecendo também os objetivos, os caminhos e os métodos a serem seguidos.


    D = (Do / Executar): Significa colocar o planejamento em prática, isto é, executar o plano de ação previamente elaborado na etapa de planejamento do Ciclo PDCA, de modo rigorosamente de acordo com o planejamento pré-estabelecido.


    C = (Check / Checagem): É a terceira etapa do Ciclo PDCA. Nela deve-se avaliar o que foi feito durante a etapa de execução, fazendo comparações e identificando as diferenças entre o planejado e o que foi realizado.


    A = (Act / Ação): É a realização das ações corretivas, que visam a correção das falhas encontradas durante o processo. Após a correção ser realizada, deve-se repetir o ciclo. É nessa etapa que o ciclo reinicia dando continuidade ao processo de melhoria contínua.


    Considerado uma das primeiras ferramentas de gestão da qualidade, o Ciclo PDCA permite de forma otimizada e contínua a análise e controle sobre os mais diversos processos existentes numa empresa.


    Fonte: http://www.portal-administracao.com/2014/08/ciclo-pdca-conceito-e-aplicacao.html

  • O Ciclo PDCA é um ciclo de atividades contínuas que tem como objetivo a melhoria contínua da qualidade, especialmente em processos organizacionais. Além disso, ele também busca criar normas para que processos com desempenho superior possam manter tais resultados através de um ciclo contínuo de previsão, avaliação e controle corretivo. 

    O Ciclo PDCA consiste em uma sequencia de quatro funções básicas que devem ser repetidas continuamente: 
    1. Planejar (Plan) 
    2. Executar (Do) 
    3. Checar / Verificar os resultados (Check) 
    4. Agir / atuar corretivamente (Act ou Action ou Adjust) 

     

    Prof. Carlos Xavier 

     

  • GAB. D

    A aplicação do PDCA permite:

    ‣ Avaliação de desempenho;

    ‣ Análise comparativa entre o realizado e o planejado;

    ‣ Análise dos desvios;

    ‣ Tomada de ações corretivas;

    ‣ Acompanhamento da eficiência das ações implementadas; e

    ‣ Captação de informações que auxiliem a tomada de decisões.

  • Ciclo PDCA é lindo : Temos primeiramente que planejar o que se deve fazer, apos isso executamos. Olharemos em seguida o que deu certo e o que deu errado ( avaliação). Se observarmos algum erro ou ineficacia, corrigimos.

    - PLANEJA

    - EXECUTA

    - AVALIA

    - CORRIGIR OU APERFEIÇOAR.

     

     

    gabarito "D"

  • Plan: planejar;
    Do: fazer;
    Control: controlar/monitorar;
    Act: agir/corrigir.

    Gabarito Letra "D".

  • O ciclo PDCA busca implementar a ideia de melhoria contínua nas organizações por meio de um ciclo de atividades contínuas. Tradicionalmente pode ter suas etapas entendidas em:

     

    1. Planejar (Plan): Definir as metas;  Definir os métodos que permitirão atingir as metas
    propostas.

    2. Execução (Do): Educar e treinar; Executar a tarefa (coletar dados).

    3. Checagem dos resultados (Check): Verificar os resultados da tarefa executada.

    4. Agir corretivamente (Act): Atuar corretivamente.

     

    Na fase do DO, são utilizados métodos de verificação a fim de evitar erros e minimizar a perda de recursos.

  • PDCA (ou Ciclo de Shewhart ou Ciclo de Deming ou Ciclo da Melhoria Contínua)

        - Surgiu na décado de 1920, por Shewhart (EUA)

            -- Tornou-se conhecido a partir de 1950, com Deming (Japão)

        - Técnica simples para controlar e melhorar os processos

            -- Pode ser usada no gerenciamento contínuo

            -- Estabelece uma nova diretriz de controle

        - Ferramenta oficial de qualidade

            -- Visa acompanhar TODAS as fases da implementação de um programa de qualidade

            -- Padroniza as informações de controle

            -- Reduz e evita erros lógicos

            -- Facilita o entendimento de informações

            -- Melhora a realização de atividades

            -- Proporciona resultados mais confiáveis

        - Inicia a partir da insatisfação com o "estado atual"

        - Composto de 4 estágios:

            -- PLAN (Planejar)

                --- Estabelecer os objetivos e as ações necessárias para atingí-los

            -- DO (Fazer)

                --- Implementar as ações determinadas na fase anterior

            -- CHECK (Checar, Controlar)

                --- Verificar se os objetivos propostos foram alcançados

            -- ACT (Agir)

                --- Atuar corretivamente, minimizando as eventuais falhas

        - Fundamental para:

            -- Análise e melhoria de processos organizacionais

            -- EFICÁCIA do trabalho em equipe

            -- Alcançar as metas estabelecidas

     

     

    At.te, CW.

    AUGUSTINHO PALUDO. Administração Geral e Pública para AFRF e AFT. 3ª edição. Editora Método, 2017.

    RENATO FENILI. Administração Geral e Pública para Concursos: abordagem completa. 3ª edição. Editora Impetus, 2017

  • Não fazia ideia do que era compliance kkkkk

    O que é compliance?

    Comply, em inglês, significa “agir em sintonia com as regras”, o que já explica um pouquinho do termo. Compliance, em termos didáticos, significa estar absolutamente em linha com normas, controles internos e externos, além de todas as políticas e diretrizes estabelecidas para o seu negócio. É a atividade de assegurar que a empresa está cumprindo à risca todas as imposições dos órgãos de regulamentação, dentro de todos os padrões exigidos de seu segmento. E isso vale para as esferas trabalhista, fiscal, contábil, financeira, ambiental, jurídica, previdenciária, ética, etc.

    Fonte: Endeavor @ https://endeavor.org.br/compliance/

  • O PDCA é uma ferramenta da qualidade adotada para melhorar de forma incremental e contínua os processos. Vamos analisar as alternativas:

    Alternativa A. Errado. O PDCA não é uma ferramenta de gestão de riscos.

    Alternativa B. Errado. O foco do PDCA é a melhoria dos processos o que pode ou não envolver a redução de custos. Alternativa mais ou menos....

    Alternativa C. Errado. As modificações propostas pelo uso do PDCA são incrementais, isto é progressivas (tijolinho por tijolinho). Mudanças drásticas são características da reengenharia.

    Alternativa D. Certo. O PDCA, de fato, possui as etapas de controle (“Check”) e corretiva (“Action”).

    Alternativa E. Errado. Alternativa totalmente fora da proposta do PDCA.

    Gabarito: D

  • GABARITO: LETRA D

    O CICLO DE DEMING OU PDCA

    "   O ciclo de Deming (ou de Shewart, seu criador) ou, como é mais conhecido, PDCA, é uma ferramenta na busca da melhoria contínua, do Kaizen. O objetivo da ferramenta é simplificar o processo de melhoria dos processos e a correção de problemas e fazer com que qualquer funcionário da organização possa participar desse processo e melhorar a qualidade da organização.

        É chamado de ciclo, pois não deve nunca terminar, sendo seu processo sempre reiniciado. Os resultados de uma passagem do ciclo são considerados no planejamento da próxima passagem. (...)"

    "   As etapas do PDCA são as seguintes:

        Plan (planejar) – nesta etapa devem-se estabelecer os objetivos e as metas, de forma que seja estabelecido quais serão as ações e métodos para que os objetivos sejam alcançados.

        Do (executar) – nesta fase o que foi planejado será executado, ou seja, entrará em ação. Além disso, nesta fase deverão ser coletados os dados para que possamos analisar os dados na próxima fase. Além desse fato, nesta fase devem-se treinar os funcionários nas atividades e tarefas específicas que devem executar.

        Check (verificar) – nesta etapa existe a verificação dos resultados das ações implementadas na fase anterior. Para isso, será utilizada uma série de ferramentas para a tomada de decisão, como histogramas, diagramas de Ishikawa, cartas de controle, entre outras.

        Act (agir de forma corretiva) – nesta etapa podem ocorrer duas coisas distintas. Se os resultados forem bons, deve existir um esforço de padronização das ações e dos planejamentos adotados, já que alcançaram o objetivo. Entretanto, se os resultados forem ruins, devem-se buscar as razões para as falhas, de modo a revisar o processo e evitar que os problemas voltem a acontecer.

        Um dos objetivos do PDCA é, portanto, aumentar a previsibilidade nos processos organizacionais e aumentar a chance de sucesso da empresa. Essa previsibilidade ocorre pela padronização dos processos de sucesso."

     FONTE: Administração Geral para Concursos – Rodrigo Rennó, 2013


     

  • Além de verbalizá-los, eu criei uma frase que, além de ter nexo, faz lembrar do PDCA facilmente.

    Para Desempenhar Controle Ativo é preciso PLANEJAREXECUTARVERIFICAR E AGIR CORRETAMENTE.


ID
1840600
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

A atuação da Administração pública vem sendo, cada vez mais, pautada e avaliada por critérios de eficiência, eficácia e efetividade. Nesse contexto, considere:

I. Uma ação administrativa é considerada eficiente quando contempla o uso racional e econômico de insumos para sua consecução.

II. A efetividade de uma ação administrativa depende do nível de atingimento das metas estabelecidas internamente e não, necessariamente, de seus efeitos externos.

III. A eficácia de uma ação administrativa corresponde ao grau máximo de sucesso da referida ação, consistente na satisfação das necessidades da sociedade em relação àquela demanda.

Esta correto o que consta APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • Gabarito E. Segundo o  GUIA REFERENCIAL DE MENSURAÇÃO DO DESEMPENHO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (GESPUBLICA): 

    Efetividade são os impactos gerados pelos produtos/serviços, processos ou projetos. A efetividade está vinculada ao grau de

    satisfação ou ainda ao valor agregado. 


    � Eficácia é a quantidade e qualidade de produtos e serviços entregues ao usuário (beneficiário direto dos produtos e serviços da organização). 


    Eficiência é a relação entre os produtos/serviços gerados (outputs) com os insumos empregados, usualmente sob a forma de custos ou produtividade.


  • EficiÊncia - tem a ver com os meios, repare no acento e jamais esquecerá.
    Eficácia - é a qualidade/quantidade entregue, atingir resultado/meta.
    Efetividade - satisfazer as necessidades, impacto das ações, mudar a realidade.

  • Eficiência - capacidade de produzir o máximo resultado com a mínima quantidade de recursos

    Eficácia - relação entre resultado pretendido x resultado atingido

    Efetividade - relação entre resultados x objetivos (mudança de uma realidade)

    Exemplo clássico: campanha de vacinação infantil

    Foi eficiente se usou menos recursos para adquirir as vacinas

    Foi eficaz se conseguiu vacinar todas as crianças

    Foi efetiva se reduziu o número de crianças doentes

  • Eficiência se relaciona com o uso dos recursos disponíveis para atingir nossos objetivos. Portanto, quando falamos que alguém foi efciente, é porque essa pessoa utilizou os recursos que tinha de forma adequada.

     

    Eficácia é fazer a coisa certa! O conceito é relacionado não com a utilização dos recursos, mas se realmente atingimos o objetivo que traçamos.

     

    efetividade refere-se ao impacto das ações! Como a execução de um programa pode ou não alterar uma realidade.

     

    Fonte: Administração Geral para Concursos  -  Rodrigo Rennó

  • Simplificando:

    EFICIÊNCIA --> Diz respeito ao uso dos recursos disponíveis, usá-los de forma inteligente, usá-los de forma racionada: é usar o menos possível para fazer o máximo possível. Quanto menor o esforço para produzir um resultado, mais efetivo é o processo.
    EX.: Redução de gastos com materiais de expediente/consumo, evitando desperdício/usando menos papel, reduzindo o consumo de energia elétrica/água, reduzindo valores de contratos junto a fornecedores, etc.

    EFICÁCIA --> Diz respeito ao atingimento de metas; refere-se ao alcance dos resultados esperados em termos de números, de índices, de quantificação, frente a indicadores estabelecidos.
    EX.: Programa de saúde com meta de vacinação de 90% da população em 4 anos; o programa terá sido eficaz se atingida tal meta (90%) nesse prazo (4 anos); nº de jovens/adultos alfabetizados; quantidade de km de pavimentação/recuperação de vias, etc.

    EFETIVIDADE --> Diz respeito à transformação produzida na sociedade, na satisfação de determinada necessidade, na modificação da realidade; é o grau de mudança causado pelo projeto/programa/política pública.
    EX.: Programa de vacinação reduziu o número de infectados por certa doença contra a qual queria prevenir. Neste caso, o menor número de infectados pela referida doença se traduz em menos pessoas doentes, logo, em menos pessoas necessitando recorrer à saúde pública (ou privada, até mesmo).

  • I. Uma ação administrativa é considerada eficiente quando contempla o uso racional e econômico de insumos para sua consecução. 
     

    II. A efetividade (o correto seria "eficácia") de uma ação administrativa depende do nível de atingimento das metas estabelecidas internamente e não, necessariamente, de seus efeitos externos. 
     

    III. A eficácia  (o correto seria "efetividade") de uma ação administrativa corresponde ao grau máximo de sucesso da referida ação, consistente na satisfação das necessidades da sociedade em relação àquela demanda. 

     

    Ao meu ver a banca simplesmente inverteu os conceitos nas afirmativas II e III.  

  • GABARITO ITEM E

     

    OBSERVE QUE A FCC SEGUE UM PADRÃO...

     

    ABAIXO OUTRAS QUESTÕES:

     

    Q525192

    Sobre os conceitos de eficiência, eficácia e efetividade aplicados à Administração pública, considere:

    (...)

    II. A atuação da Administração mostra-se eficiente quando se verifica o uso racional e econômico dos insumos na produção do correspondente bem ou serviço.

     

     

     

    Q375629

     

    O conceito de eficiência na gestão pública corresponde ao

    (...)

    b) uso racional e econômico dos insumos na produção de bens e serviços.

  • Eficiência: utilização adequada de recursos.

    Eficácia: atingimento de objetivos.

    Efetividade: Impactos alcançados.

  • II. A EFICÁCIA de uma ação administrativa depende do nível de atingimento das metas estabelecidas internamente e não, necessariamente, de seus efeitos externos. 

    III. A EFETIVIDADE de uma ação administrativa corresponde ao grau máximo de sucesso da referida ação, consistente na satisfação das necessidades da sociedade em relação àquela demanda.

     

    eficiência tem a ver com a utilização de insumos e produtos

  • Depois que eu li que a eficiência está relacionada ao nível operacional (utilizar menos recursos, menos tempo, menor orçamento, menos pessoas, menos matéria-prima, zelar pela qualidade) e a eficácia ao nível estratégico (ênfase no resultado, atingir o objetivo, zelar pela quantidade/resultado/meta), ficou muito mais fácil de responder as questões.

     

     

  • *Eficácia - Alcançar as metas. Ex: passar no concurso.

    *Eficiência - Maneira de fazer as coisas direito. Economia dos meios. Uso  racional dos recursos. Ex: passar no concurso gastando menos.

    *Efetividade - Impacto positivo, geração de valor, satisfação. Ex: passar no concurso e nunca mais passar vontade. 

  • A III está errada pois cita EFICÀCIA porém foi usado o conceito de EFETIVIDADE que significa a capacidade de produzir respostas e/ou soluções desejadas pela comunidade/população, ou seja, os anseios do povo.

  • Eficiência - capacidade de produzir o máximo resultado com a mínima quantidade de recursos (maneira correta)-Recursos disponíveis .

    Eficácia - relação entre resultado pretendido x resultado atingido (chegar ao objetivo) (fazer a coisa certa)

    Efetividade - relação entre resultados x objetivos (mudança de uma realidade , produzir efeitos, impacto causado, satisfação )(resultados )

  • Para resolução da questão, faz-se necessário o conhecimento e aplicação prática dos conceitos de Eficiência, Eficácia e Efetividade. Segundo Paludo (2013):

    Eficiência: é o uso racional e econômico dos insumos na produção de bens e serviços; é uma relação entre insumos e produtos. Insumos são recursos humanos, materiais e componentes. A eficiência também considera o custo dos insumos e não pode comprometer a qualidade.

    Eficácia: é o grau de alcance das metas, é uma medida de resultados utilizada para avaliar o desempenho da administração. Demonstra a capacidade de entregar bens/serviços imediatos. A eficácia não considera custos.

    Efetividade: é o impacto final das ações; é o grau de satisfação das necessidades e dos desejos da sociedade pelos serviços prestados pela instituição. A efetividade vai além das entregas imediatas (metas) e analisa a transformação causada pela execução das ações." (PALUDO, 2013, p. 364).


    Ante o exposto, vamos analisar cada item.

    I) Certa, pois o item estabelece corretamente um exemplo de eficiência que é o uso racional dos meios, ou seja, não utilizar mais do que o necessário para alcançar determinado objetivo.

    II) Errado, pois ao contrário do que afirma o item, a efetividade relaciona-se com os efeitos externos, lado outro é a eficácia que busca o maior nível de atingimento de metas. A efetividade é o impacto das metas alcançadas, ou seja, vai além do alcance das metas (eficácia), analisando a transformação causada pelas ações.
    III) Errado, pois o item afirma que a eficácia consiste na satisfação da necessidade da sociedade em relação àquela demanda, porém este conceito é de efetividade e não de eficácia, dado que é a efetividade que demonstra a transformação causado pelas ações, ou seja, analisa os efeitos externos. Já a eficácia visa o maior nível de atingimento de metas.

    Gabarito do Professor: Letra E.


    Fonte:

    Paludo, Augustinho. Administração geral e pública para AFRF e AFT. 2. ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.


ID
1840603
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Considere que no curso do processo de elaboração de seu planejamento estratégico, determinada organização tenha definido a forma como pretende ser reconhecida por seus clientes, colaboradores e pela própria sociedade. Tal definição corresponde

Alternativas
Comentários
  • Letra (e)


    Andrade (2002), também define que visão de uma organização dever ser a situação futura desejada a longo prazo, dever ser uma meta ambiciosa, e servir como um guia para a definição dos objetivos e a realização da missão.



    Para Zacharias (2008), simplesmente descreve que visão é o sonho da organização, é o futuro do negocio e onde a organização espera estar nesse futuro.



    Para Jesus (2008), a visão dever ser um conjunto de convicções e compreensões para onde dever seguir a organização, e como serão tratados os recursos materiais e humanos nessa trajetória. É a visão que determina os objetivos de investimento, desenvolvimento, trabalho, estratégias para alcançar o sucesso da organização.

  • Concordo com a definição de "visão", porém, se entendi corretamente, a questão pergunta como a empresa quer ser reconhecida por todos(colaboradores, clientes e sociedade). Não seriam os valores da organização ?

  • Visão não é o FUTURO? Como ela é conhecida no presente por aquilo que deseja realizar no futuro? Este é o gabarito definitivo?

  • não entendi! :|

  • Gabarito Letra E. Para responder a questão devemos compreender claramente a diferença entre os seguintes componentes do planejamento estratégico:


    Missão: forma como a empresa atua, papel que exerce na sociedade, razão de ser da organização. A missão direciona as ações de toda a organização e promove seu alinhamento interno. (observe que todos os verbos estão no presente).

    Visão: estado futuro desejado. A forma como a organização deseja ser reconhecida remete-nos a um momento futuro. Veja a visão de uma grande empresa de TI: Ser reconhecida por nossos clientes como a maior fornecedora de software da América Latina. (se está no futuro, o objetivo relaciona-se com a Visão)

    Valores: conjunto de postulados éticos, arcabouços morais e fundamentos comportamentais que orientam os planos organizacionais e a conduta dos colaboradores. O direcionamento é moral e também voltado para o presente. Se queremos ser éticos hoje, estamos falando de valores. Porém, se desejamos ser éticos no futuro, estamos tratando de visão estratégica

    Fonte: facebook.com/admfederal - vide resumos das obras dos mestres Idalberto Chiavenato e Rodrigo Rennó
  • Missão 

    - motivo pelo qual a organização existe

    -delcaração de intenções

    -representa o produto ou serviço

    -norteia membros da organização

     

    Visão

    - direção geral, onde se quer chegar

    -como a empresa se vê no futuro

    -direcionamento para os próximos anos

    -como a empresa quer ser reconhecida

     

    Negócio

    -define atividade da empresa

    -focado em um contexto específico

    -necessidades dos clientes

     

  • A pergunta trocados por miudos seria assim ( o que sua empresa que ser no futuro como que ser conhecida, qual é a visão),

    parece com essa (determinada organização tenha definido a forma como pretende ser reconhecida por
    seus clientes, colaboradores e pela própria sociedade. Tal definição corresponde)

    letra E.

     

  • Missão: o que a organização se quer ser, o que vai fazer, o que vai oferecer;
    Valores: premissas, pensamentos e conceitos que nortearão todos os membros da organização;
    Visão de futuro: aonde a organização quer chegar, o que quer alcançar, como ou pelo que quer ser reconhecida.

    Gabarito Letra "E".

  • Discordo...

     

  • MISSÃO:

    - razão de ser

    - o que somos?

    - motivo para a sua criação

    - causa pela qual luta

    - orientado, delimitadora, Atemporal

     

    VISÃO:

    - o quer ser!

    - como a empresa se  no futuro

    - como quer ser reconhecida

    - destino desejado

    - resultado FINAL buscado

    - mutável, Temporal

  • Sobre alguns conceitos:

     

    MISSÃO: é a razão de existir de uma organização, sendo uma afirmação atemporal;

    VISÃO: a perspectiva é no futuro, em como a organização quer ser vista.

    VALORES: pressuposições norteadoras do comportamento organizacional

  • Vi que muita gente ficou na dúvida no item B. Explico:
    Essa parte da frase, faz toda a diferença:(...) organização tenha definido a forma como pretende ser reconhecida por seus clientes (...)
    Nesse caso ela pretende ou seja tem a intenção; aspirar a; deseja algo. Isso da ideia de FUTURO e como todos já sabem, ideia de futuro já pensamos logo em VISÃO. (vejam comentário do Alexandre Baêta)
    Macete que eu vi em um dos comentários dos colegas, p/ saber diferenciar Missão e Visão(me ajuda muito):
     "Um vendedor de pipocas tem como MISSÃO vender pipocas e como VISÃO ser o melhor pipoqueiro da sua cidade"
    Espero que eu tenha ajudado, caso tenha algum erro, avisem que eu retifico.
    GABARITO:E

  • LETRA E

     

    Q789020 - Corresponde a uma declaração de visão: “...ser reconhecido como referência de organização educacional e do terceiro setor, diferenciada pela ação inovadora, diversificada e socialmente solidária”; 

     

    Q692680 - Uma empresa do ramo de trens urbanos, em seu processo de planejamento estratégico, formulou a seguinte declaração: “Tornar-se referência no planejamento, projeto, implantação e operação do transporte urbano de pessoas sobre trilhos, propiciando a ampliação da participação nas cidades e expansão da malha metroferroviária nacional”. A declaração refere-se, em planejamento estratégico, ao conceito de visão.

     

    Q451870 - Ao ler o plano estratégico de uma empresa, um investidor deparou com a seguinte frase: “Ser uma das cinco maiores empresas integradas de energia do mundo e a preferida pelos nossos públicos de interesse”. Tal declaração retrata, referente a essa empresa,sua visão.

     

    Q571601 - Em uma instituição organizacional, o elemento que delineia o projeto de futuro do que a organização gostaria de ser em um determinado período de tempo é visão organizacional.

  • A palavra pretende já dá uma idéia de futuro, que corresponde à visão. Lembrando que missão é a razão de existir da empresa.

  • Na minha cabeça, lendo a questão, tive a idéia de uma empresa em processo de formação...daí me veio a idéia de elaboração da MISSÃO da empresa...errei feio.

    Bons estudos!

  • *Missão: Razão de ser da organização/perene/visão no presente/ como a organização é vista na sociedade.

    * Visão: Aonde queremos chegar?/ futuro.

    * Negócio: O que fazemos?

    * Valor: Crenças ou políticas q informam como as pessoas devem se comportar na organização.

    * Metas: SMART

    S pecíficas

    M ensuráveis

    A tingíveis

    R elevantes

    T  emporais

  • Como ela quer ser vista.


ID
1840606
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

Considere que determinado órgão integrante do Poder Judiciário realize, como parte de suas atividades ordinárias, atividades de classificação e ordenação de documentos. Para melhoria de tais atividades, pretendia aplicar técnicas consagradas de gerenciamento de projetos. Tal aplicação, contudo, foi considerada tecnicamente inadequada para a finalidade pretendida, na medida em que um projeto deve ter, entre outras características,

Alternativas
Comentários
  • Questão simples! Basta saber as características de um projeto, que são: De curto ou médio prazo(temporalidade) e exclusividade(singularidade). 

    Simples assim, sem nhennhenhen


    Gabarito(C)

  • Letra (c)


    Todo e qualquer projeto possui as seguintes características:


    Temporalidade, singularidade (unicidade): Todo projeto difere de algum modo de um outro, Incerteza, Complexidade (Depende do nº de tarefas envolvidas), Grau de precisão do objetivo (depende do grau de incerteza e do grau de complexidade, sendo essas grandezas inversamente proporcionais ou seja quanto maior a complexidade e a incerteza menor será a precisão do objetivo e vice versa, essa relação é conhecida como “Cubo da Incerteza”).



    O Grau de complexidade, Singularidade e Precisão do Objetivo determina O Grau de Incerteza do Projeto.


    Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/elaboracao-e-analise-de-projeto-introducao/38496/

  • Dimas, mas nem sempre é no curto ou médio prazo, no geral é, ma existem casos de projetos de longo prazo, como as pirâmides do egito que levaram anos para serem construidas

  • As principais caracteristicas dos projetos sao

    1) Temporalidade
    2) Objetividade
    3) Durabilidade
    4) Singularidade
    5) Progressividade
    6) Realizado por pessoas
    7) Envolvem recursos
    8) Planejamento, execucao e controle

    Fonte - Prof. Everson - CPC Concursos

  • Definição de Projeto de acordo com o Guia PMBOK: “um esforço
    temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado
    exclusivo”.

     

    Prof. Rodrigo Rennó

  • Os projetos são sim atrelados a indicadores, mas dá pra terminar acertando porque a temporalidade e singularidade são as características mais fortes

  • Para o guia PMBOK as características principais dos projetos são:

     

    - temporalidade – todo projeto tem um início e um fim definidos;

    - objetividade – os projetos têm uma finalidade específica a ser atingida;

    - durabilidade – em regra, os projetos têm resultados duradouros;

    - singularidade – todo produto ou serviço gerado por um projeto é exclusivo e diferente de outros produtos e serviços;

    - progressividade – o projeto é desenvolvido em etapas de forma progressiva;

    - realizado por pessoas – são as pessoas que definem, planejam, executam e se beneficiam do projeto;

    - envolvem recursos – os recursos para o projeto são limitados; e,

    - planejamento, execução e controle – os projetos seguem o plano e o escopo, sendo controlados e avaliados por seus resultados.

  • O gabarito é D não C. Singularidade e Temporalidade.

  • d)

    singularidade e temporalidade.

  • Projetos tem início e fim. Logo, não são adequados para atividades ordinárias, que pressupõem perenidade, permanência.

    Gabarito Letra "D".

  • Projeto é um esforço temporário feito para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo.

     

    Para facilitar, pense que realizar determinada prova é um projeto, pois é um esforço teporário para um resultado exclusivo.

  • 2016

    O projeto caracteriza-se por não ser repetitivo e por produzir um resultado, um produto ou um serviço exclusivo, enquanto o processo (operação) é repetitivo e visa produzir os mesmos resultados cada vez que é executado.

    Certa



     

    2016

    Uma ideia central da moderna gestão de projetos é o fornecimento de um produto singular, também denominado entregável (deliverable).

    certa

     

  • Mais uma da série: "Bobagens do Dimas" - pra variar dizendo que tudo é muito fácil mas errando nos comentários!

    O projeto tem prazo determinado, tem fim, mas pode ser de curto, médio ou longo prazo. Se diferencia nesse aspecto das atividades  que são realizadas por prazo indeterminado.

  • Lembrar de projetos sao “PRETOS”

    P - Progressivos

    R - Resultados claros

    E - Envolve recursos

    T - Temporários 

    S - Singulares

    *Infelizmente, não lembro do amiguinho q nos abençoou com a citação.

    **Deus tem um plano maravilhoso p sua vida, tenha fé!

  • Fico olhando os concurseiros de 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, etc que já passaram aqui pelo qconcursos.

    Vejo eles como heróis e vencedores.

    Espero que em 2020, 2025, 2030 [...]as pessoas me vejam também como um vencedor e um herói deles, e que eles corram atrás dos seus sonhos. A luta continua!

  • Mais uma questão que você resolve apenas com o conhecimento do conceito de projetos. Segundo o PMBOK, projeto corresponde a um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado único.

    Gabarito: D


ID
1840609
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Gestão de Pessoas
Assuntos

A gestão de competências faz parte de um sistema maior de gestão organizacional que toma como referência a estratégia da organização e direciona as suas ações de recrutamento e seleção, treinamento, avaliação, remuneração e gestão de carreira para a captação e o desenvolvimento das competências necessárias para atingir seus objetivos (BRANDÃO; GUIMARÃES, 2001).

Nesse contexto, a identificação das competências necessárias para que a instituição atinja seus objetivos:

I. faz parte da etapa conhecida como mapeamento das competências, podendo utilizar diferentes instrumentos, como análise documental e entrevistas.

II. deve ser conjugada com a identificação das competências já existentes na organização, identificando-se as lacunas a serem preenchidas.

III. corresponde à etapa final do processo, devendo ser consolidada na nova estrutura de cargos e salários da entidade.

Está correto o que consta APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • Letra (b)


    Análise documental: análise dos documentos que compõem o planejamento estratégico da organização (missão, visão de futuro,
    objetivos organizacionais etc.).


    Para Brandão e Bahry (2005) a gestão por competências tem sido utilizada como modelo gerencial alternativo aos instrumentos tradicionalmente utilizados pelas organizações, tendo a capacidade de ser utilizado de forma estratégica pelas organizações, por meio do gerenciamento dos gaps ou das lacunas de competências, que se refere à diferença entre as competências necessárias à consecução dos objetivos organizacionais e às competências já disponíveis na organização. Para identificação e eliminação das lacunas de competências, é necessário realizar o mapeamento de competências.


    Ribas.

  • Alternativa (b)


    Complementando: 


    "A coleta de dados para mapeamento das competências pode ser feita por meio de estratégias de pesquisa documental, observação participante, observação não participante, entrevistas, questionários, grupo focal, entre outros"


    FONTE: www.abrhrs.com.br/content/artigo_download.php?id=623 (Word)

  • COMENTÁRIOS DO PROF. ADRIEL, do site de qustões comentadas "tecconcursos.com.br".

     

    A resposta é a letra B.

     

    De fato, a identificação das competências ocorre na etapa de mapeamento das competências, que objetiva identificar o gap ou lacuna de competências, isto é, a diferença entre as competências necessárias para concretizar a estratégia formulada e as competências internas já disponíveis na organização.

     

    As técnicas mais usuais para o mapeamento de competências são as seguintes: Análise Documental, Entrevista Individual, Grupo Focal, Observação e Questionários.

     

    1. Análise Documental - Análise dos documentos da organização, procurando interpretar seu conteúdo, definir categorias de análise e identificar indicadores textuais que permitam fazer deduções a respeito de competências relevantes para concretização dos objetivos da organização. Normalmente é a primeira etapa do mapeamento de competências.

     

    2. Entrevista Individual - Uma técnica de comunicação bilateral na qual o entrevistador busca obter informações ou conhecer a percepção do entrevistado acerca do objeto de investigação, mediante a formulação de perguntas.

     

    3. Grupo Focal - É uma técnica de pesquisa orientada pelo moderador (mapeador), que estimula e coordena uma discussão objetiva sobre as competências relevantes à organização (ou ao setor), com um grupo de participantes que conhecem mais profundamente os processos de trabalho da organização.

     

    4. Observação - É a análise e registro detalhados das competências relevantes ao trabalho das pessoas. A observação é uma técnica que deve ser usada com outros métodos para se descrever competências.

     

    5 - Questionários - Instrumento de coleta de dados com questões que são lidas e preenchidas pelos próprios respondentes, sem a intervenção de terceiros (mapeadores).

     

    Assim, pelo exposto, temos como corretos os itens I e II.

  • CONTINUA...

     

    O item III está incorreto, pois como vimos, o mapeamento não é a etapa final do processo de gestão por competências.

     

    Segundo Brandão e Guimarães (2001), a gestão por competências envolve as seguintes fases:

    Formulação da estratégia organizacional: oportunidade em que são definidos sua missão, sua visão de futuro e seus objetivos estratégicos. Em seguida, são definidos os indicadores de desempenho e as metas, com base nos objetivos estratégicos estabelecidos;

    Mapeamento das competências:  objetiva identificar o gap ou lacuna de competências, isto é, a diferença entre as competências necessárias para concretizar a estratégia formulada e as competências internas já disponíveis na organização;

    Captação das competências: a captação diz respeito à seleção de competências externas e à sua integração ao ambiente organizacional, que pode dar-se, no nível individual, por intermédio de ações de recrutamento e seleção de pessoas e, no nível organizacional, por meio de parcerias ou alianças estratégicas;

    Desenvolvimento das competências: refere-se ao aprimoramento das competências internas disponíveis na organização, que ocorre, no nível individual, por meio da aprendizagem e, no nível organizacional, por intermédio de investimentos em pesquisa;

    Acompanhamento e avaliação: trata do monitoramento da execução de planos operacionais e de gestão e dos respectivos indicadores de desempenho, visando identificar e corrigir eventuais desvios. Ao final do ciclo, são apurados os resultados alcançados e comparados com os que eram esperados; e

    Retribuição: os autores sugerem que a organização poderia reconhecer, premiar e remunerar, de forma diferenciada, as pessoas, equipes de trabalho e unidades produtivas que mais contribuíram para a consecução dos resultados planejados, o que serviria de estímulo à manutenção de comportamentos desejados e à correção de eventuais desvios.

    GABARITO: B.

     

    BRANDÃO, H. P.; GUIMARÃES, T. A.. Gestão de competências e gestão de desempenho: tecnologias distintas ou instrumentos de um mesmo constructo? Revista de Administração de Empresas, v. 41, n. 1, p. 8-15, 2001.

     

  • Fases da Gestão por Competência:

    1. Define missão, visão e objetivos estratégicos;

    2. Define indicadores de desempenho e metas;

    3. Identifica competências necessárias;

    4. Mapea competências organizacionais e humanas;

    5. Planeja ações de captação e desenvolvimento de competências;

    6. Acompanha e avalia.

  • Gestão por Competências é um sistema da área de Gestão de Recursos Humanos desenvolvido no sentido de identificar e gerir perfis profissionais que proporcionem um maior retorno a um negócio, identificando os pontos de excelência e as oportunidades de melhoria, suprindo lacunas e agregando conhecimento.

    mapeamento de competências é uma forma de identificar as competências técnicas e comportamentais necessárias em cada cargo ou área, para que, assim, todos possam atingir as metas e estratégias da empresa. A partir do mapeamento, é possível aproximar e investir nos talentos da organização

  • Fase 1: Formulação de estratégia.

               - Definir Missão, Visão, Valores e Objetivos estratégicos.

               - Estabelecer Indicadores e Metas.

    Fase 2: Mapeamento de competências.

               - Identificar competências necessárias.

               - Identificar competências existentes.

               - Mapear o GAP de competências e planejar a captação ou o desenvolvimento.

    Fase 3: Captação de competências e Desenvolver competências.

               -  Selecionar competências externas: admitir, alocar, integrar.

               - Definir mecanismos: Orientar o aproveitamento

    Fase 4: Acompanhamento e Avalição.

               -  Acompanhar e apurar os resultados alcançados.

               -  Comparar com os resultados esperados.

    Fase 5: Redistribuição.

               -  Premiar o bom desempenho e remunerar por competências.

     

    Técnicas:

                    Análise documental, Entrevistas, Grupo focal, Questionários, Observação, Simulação.

  • Fase 1: Formulação de estratégia.

               - Definir Missão, Visão, Valores e Objetivos estratégicos.

               - Estabelecer Indicadores e Metas.

    Fase 2: Mapeamento de competências.

               - Identificar competências necessárias.

               - Identificar competências existentes.

               - Mapear o GAP de competências e planejar a captação ou o desenvolvimento.

    Fase 3: Captação de competências e Desenvolver competências.

               -  Selecionar competências externas: admitir, alocar, integrar.

               - Definir mecanismos: Orientar o aproveitamento. 

    Fase 4: Acompanhamento e Avalição.

               -  Acompanhar e apurar os resultados alcançados.

               -  Comparar com os resultados esperados.

    Fase 5: Redistribuição.

               -  Premiar o bom desempenho e remunerar por competências.

     

    Técnicas:

                    Análise documental, Entrevistas, Grupo focal, Questionários, Observação, Simulação.

    Copiei para revisão.

  • GAB: LETRA B

    Complementando!

    Fonte: Rodrigo Rennó - Estratégia

    A etapa do mapeamento de competências é a etapa que identificará quais são as competências que já existem na organização. Suas fases são: a identificação das competências necessárias, o inventário das competências existentes e o planejamento do desenvolvimento e da captação das competências.  

    Como podemos ver, tanto a primeira quanto a segunda frase estão corretas. Já a terceira afirmativa é absurda, pois a identificação das competências necessárias não é a fase final do processo.  

    A gestão por competências, de acordo com Carbone, tem quatro fases ou etapas:

    • a formulação da estratégia,
    • o mapeamento das competências,
    • o desenvolvimento
    • e captação das mesmas e a avaliação. 

    1. Formulação da estratégia da organização
    2. Mapeamento de competências (=> gap)
    3. Desenvolvimento (interno) e captação (externa) dessas competências
    4. Avaliação

    Etapas 1 e 2: não é consenso.


ID
1840612
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

A conquista da excelência nos serviços públicos decorre de um amplo conjunto de fatores, muitos dos quais associados à incorporação de novas filosofias gerenciais, de novas tecnologias, de mudança cultural e amplo engajamento dos servidores. O modelo de excelência preconizado pela Fundação Nacional da Qualidade define fundamentos e critérios de gestão tendo como referência organizações de excelência em nível mundial. Constituem, entre outros, fundamentos desse modelo:

Alternativas
Comentários
  • Letra (c)


    O que são os Fundamentos da Excelência disseminados pela FNQ?


    Os Fundamentos da Excelência expressam conceitos reconhecidos internacionalmente e que se traduzem em práticas encontradas em organizações líderes de classe mundial. São valores organizacionais facilmente percebidos como parte de uma cultura organizacional, sendo praticados por seus líderes e profissionais de todos os níveis. Identificados estes valores, foram, portanto, considerados como Fundamentos para formar uma cultura de gestão voltada para resultados e competitivas para o mercado, tais como:


    1. Pensamento sistêmico
    2. Atuação em rede
    3. Aprendizado organizacional
    4. Inovação
    5. Agilidade
    6. Liderança transformadora
    7. Olhar para o futuro
    8. Conhecimento sobre clientes e mercados
    9. Responsabilidade social
    10. Valorização das pessoas e da cultura
    11. Decisões fundamentadas
    12. Orientação por processos
    13. Geração de valor


    Fonte: http://www.fnq.org.br/perguntas-frequentes


    É oportuno observar que a questão "é uma cópia" da Q556040 da propria FCC no concurso do TRT/RS

  • Minha dica: DECORAR os critérios (ou dimensões), que são 8. Assim, por exclusão, geralmente se chega à resposta certa.

     

  • Acertei, mas com o coração na mão, pois OS FUNDAMENTOS FORAM REDUZIDOS PARA SOMENTE OITO, sem integrar "Inovação":

    "Os oito Fundamentos da Excelência, na 21ª edição do MEG, são: 

    1. Pensamento sistêmico; 

    2. Aprendizado organizacional e inovação; 

    3. Liderança transformadora; 

    4. Compromisso com as partes interessadas;

    5. Adaptabilidade;

    6. Desenvolvimento sustentável;

    7. Orientação por processos;

    8. Geração de valor".

     

  • Na verdade, nobre Thiago Marques, ambos os princípios ainda se encontram, sim, na lista dos fundamentos da excelência da FNQ, como você mesmo destacou:
    "2. Aprendizado organizacional e inovação;
    (...)
    8. Geração de valor."

    Ademais, penso que não basta apenas decorar os 8 princípios, mas compreender que todos têm por objetivo o melhoramento constante da gestão à luz da "Administração Moderna", gerencial, voltada ao mesmo tempo para a obtenção de resultados quanto para boas práticas de gestão. Assim, fica fácil perceber que o gabarito é a letra C, pois é a que melhor traduz uma boa gestão nos conceitos atuais, que preza (e deve sempre prezar) pela inovação em suas práticas e geração de valor ao cliente externo e interno.

  • A FCC é TAAAAAAAAAAARADA nesses fundamentos X critérios da FNQ. Anotados na minha parede já! Mas podemos sim errar facilmente, pois os conceitos se confudem e são parecidos. ://

  • FNQ, assim como o Gespública, é um modelo de excelência em gestão que possui como fundamentos:

     

    Pensamento sistêmico; Aprendizado organizacional e inovação; Liderança transformadora; Compromisso com as partes;interessadas; Adaptabilidade; Desenvolvimento sustentável; Orientação por processos; Geração de valor

  • Os fundamentos de excelência são os seguintes:   FNQ

    1)Pensamento sistêmico  

    2)Aprendizado organizacional 

    3)cultura e inovação 

    4)liderança e constância de propósitos

    5)orientação por processos e informações  

    6)visão de futuro

    7)geração de valor  

    8)valorização das pessoas

    9)conhecimento sobre o cliente e o mercado 

    10)desenvolvimento de parcerias

    11)responsabilidade social.

  • Pessoal, vamos nos atentar que existe um novo MEG da FNQ, em que existem apenas OITO FUNDAMENTOS, conforme site atualizado:

    Fonte: http://www.fnq.org.br/aprenda/metodologia-meg/modelo-de-excelencia-da-gestao

    '' A antiga mandala dá lugar ao Diagrama do MEG, com seus oito Fundamentos da Gestão para Excelência, que substituem os antigos Critérios de Excelência.

    Os oito Fundamentos da Excelência, na 21ª edição do MEG, são: 

    1. Pensamento sistêmico; 

    2. Aprendizado organizacional e inovação; 

    3. Liderança transformadora; 

    4. Compromisso com as partes interessadas;

    5. Adaptabilidade;

    6. Desenvolvimento sustentável;

    7. Orientação por processos;

    8. Geração de valor.''

    Bons estudos!

  • https://www.fnq.org.br/guia_referencia_MEG_21_abril_16.pdf 

  • a) FNQ

    - Fundamentos: pensamento sistêmico, atuação em rede, aprendizado organizacional, inovação, agilidade, liderança transformadora, olhar para o futuro, conhecimento sobre clientes e mercados, responsabilidade social, valorização das pessoas e da cultura, decisões fundamentadas, orientação por processos, geração de valor.

    - Critérios: clientes, pessoas, liderança, estratégia e planos, sociedade, processos, resultados, informações e conhecimento.

  • Podem estudar pq esses fundamentos caem MUITO. Obs.: Estejam atualizados!

  • O Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) está alicerçado em oito Fundamentos da Excelência, desdobrando-se em Temas que, por sua vez, abrem-se em processos para os quais são indicados o ferramental mais adequado. 
    Os Fundamentos da Excelência expressam esses conceitos reconhecidos internacionalmente e que são encontrados em organizações líderes de Classe Mundial. Além disso, o MEG® utiliza o conceito de aprendizado e melhoria contínua,de acordo com o ciclo de PDCL - Plan (planejar), Do (fazer), Check (verificar), Learn (aprender).

    1. Pensamento sistêmico: compreensão e tratamento das relações de interdependência e seus efeitos entre os diversos componentes que formam a organização, bem como entre estes e o ambiente com o qual interagem.

    2. Aprendizado organizacional e inovação: busca e alcance de novos patamares de competência para a organização e sua força de trabalho, por meio da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de conhecimentos, promovendo um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas ideias capazes de gerar ganhos sustentáveis para as partes interessadas.

    3. Liderança transformadora: atuação dos líderes de forma ética, inspiradora, exemplar e comprometida com a excelência, compreendendo os cenários e tendências prováveis do ambiente e dos possíveis efeitos sobre a organização e suas partes interessadas, no curto e longo prazos - mobilizando as pessoas em torno de valores, princípios e objetivos da organização; explorando as potencialidades das culturas presentes; preparando líderes e pessoas; e interagindo com as partes interessadas.

    4. Compromisso com as partes interessadas: estabelecimento de pactos com as partes interessadas e suas inter-relações com as estratégias e processos, em uma perspectiva de curto e longo prazos. 

    5. Adaptabilidade: flexibilidade e capacidade de mudança em tempo hábil, frente a novas demandas das partes interessadas e alterações no contexto.

    6. Desenvolvimento sustentável: compromisso da organização em responder pelos impactos de suas decisões e atividades, na sociedade e no meio ambiente, e de contribuir para a melhoria das condições de vida, tanto atuais quanto para as gerações futuras, por meio de um comportamento ético e transparente.

    7. Orientação por processos: reconhecimento de que a organização é um conjunto de processos, que precisam ser entendidos de ponta a ponta e considerados na definição das estruturas: organizacional, de trabalho e de gestão. Os processos devem ser gerenciados visando à busca da eficiência e da eficácia nas atividades, de forma a agregar valor para a organização e as partes interessadas.

    8. Geração de valor: alcance de resultados econômicos, sociais e ambientais, bem como de resultados dos processos que os potencializam, em níveis de excelência e que atendam às necessidades e expectativas as partes interessadas.

    Fonte: http://fnq.org.br/aprenda/metodologia-meg/modelo-de-excelencia-da-gestao/fundamentos

  • sÓ  Deus, na nossa vida! não entendi mais nada. kkk

  • Tem que estudar a versão antiga e a nova, pq tem banca que ainda não se atualizou...

    affff...

  • De acordo com a FNQ, os fundamentos da excelência são os
    seguintes:


    1-Pensamento sistêmico;
    2- Atuação em rede;
    3- Aprendizado organizacional;
    4- Inovação;
    5- Agilidade;
    6- Liderança transformadora;
    7- Olhar para o futuro;
    8- Conhecimento sobre clientes e mercados;
    9- Responsabilidade social;
    10- Valorização das pessoas e da cultura;
    11- Decisões fundamentadas;
    12- Orientação por processos;
    13- Geração de valor.


    Já dentre os principais critérios de gestão da qualidade, o MEG realça
    os seguintes: liderança, estratégias e planos, clientes, sociedade,
    informações e conhecimento, pessoas, processos e resultados.
    Portanto, podemos ver que o gabarito só pode ser a letra C, que conta
    com a geração de valor e a inovação.

     

    Prof. Rodrigo Rennó

  • Atualmente são 8 os fundamentos.

    Os oito Fundamentos da Excelência, na 21ª edição do MEG, são: 

    1. Pensamento sistêmico; 

    2. Aprendizado organizacional e inovação; 

    3. Liderança transformadora; 

    4. Compromisso com as partes interessadas;

    5. Adaptabilidade;

    6. Desenvolvimento sustentável;

    7. Orientação por processos;

    8. Geração de valor.

  • Dica: os fundamentos remetem a expressões de cunho absrato.

     

    Os critérios tem a ver mais com a prática.

  • Letra C


    O Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) está alicerçado em oito Fundamentos da Excelência, desdobrando-se em Temas que, por sua vez, abrem-se em processos para os quais são indicados o ferramental mais adequado. 


    Os Fundamentos da Excelência expressam esses conceitos reconhecidos internacionalmente e que são encontrados em organizações líderes de Classe Mundial. Além disso, o MEG® utiliza o conceito de aprendizado e melhoria contínua,de acordo com o ciclo de PDCL - Plan (planejar), Do (fazer), Check (verificar), Learn (aprender).

     

    1. Pensamento sistêmico; 

     

    2. Aprendizado organizacional e inovação

     

    3. Liderança transformadora; 

     

    4. Compromisso com as partes interessadas;

     

    5. Adaptabilidade;

     

    6. Desenvolvimento sustentável;

     

    7. Orientação por processos;

     

    8. Geração de valor.



    Fonte: http://www.fnq.org.br/aprenda/metodologia-meg/modelo-de-excelencia-da-gestao/fundamentos
    Bom ler a descrição de cada fundamento, pois pode cair nas próximas provas.

    Bons estudos !!!

  • 2015

    O conceito de geração de valor, na perspectiva adotada pelo modelo de excelência em gestão da FNQ − Fundação Nacional da Qualidade,

    A é uma métrica adotada pela Fundação para identificar o grau de atingimento dos objetivos estabelecidos no planejamento estratégico da organização.

    B corresponde a um dos critérios de excelência adotados pela Fundação, que permite às organizações a identificação de seu estágio de qualidade.

    C precede o processo de certificação aplicado pela Fundação à organização e constitui pressuposto necessário para o mesmo.

    D consiste em um dos fundamentos do modelo e diz respeito ao aumento de valores tangíveis e intangíveis, de forma sustentada.

    E é a tradução objetiva, medida em pontos, atribuída a cada um dos critérios de excelência adotados pela Fundação.

     

     

     

    2017

    Responsabilidade social, geração de valor e cultura da inovação são fundamentos da gestão pública cuja meta é a excelência nos serviços públicos, com foco no cidadão e na sociedade.

    Certa

     

     

  • 8 fundamentos FNQ: "CLÃ do PAGOD"

    C  Compromisso com as partes interessadas

    L  Liderança transformadora

     Adaptabilidade;

     

    Pensamento sistêmico

    Aprendizado organizacional e inovação

    Geração de valor

    Orientação por processos

    Desenvolvimento sustentável

  •  fundamentos FNQ: "CLÃ do PAGODI"

    C  Compromisso com as partes interessadas

    L  Liderança transformadora

     Adaptabilidade;

     

    Pensamento sistêmico

    Aprendizado organizacional 

    Geração de valor

    Orientação por processos

    Desenvolvimento sustentável

    I Inovação

  • ATENÇÃO, AGORA SÃO APENAS 8 FUNDAMENTOS.

    Compromisso com as partes interessadas

    2  Liderança transformadora

     Adaptabilidade;

    Pensamento sistêmico

    Aprendizado organizacional e inovação

    Geração de valor

    7 Orientação por processos

    Desenvolvimento sustentável

  • Para resolução da questão em análise, faz-se necessário o conhecimento do Modelo de Excelência da Gestão (MEG), sendo mais especificamente cobrado os fundamentos do modelo.

    Diante disso, vamos a uma breve contextualização.

    A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) foi criada em 1991 para ajudar a aumentar a qualidade dos produtos nacionais para concorrem com os produtos importados, que apareciam a cada dia em maior número, dada a abertura do mercado feita pelo presidente Fernando Color.
    Como efeito, a FNQ criou o Modelo de Excelência da Gestão (MEG), que segundo Paludo (2013), “consiste na representação de um sistema gerencial constituído por diversos fundamentos e critérios, que orientam a adoção de práticas de gestão nas organizações públicas e privadas, com a finalidade de levar as organizações brasileiras a padrões de desempenho reconhecidos pela sociedade e à excelência em sua gestão".  
    Nesta esteira, os fundamentos do modelo são: pensamento sistêmico, atuação em rede, aprendizado organizacional, inovação, agilidade, liderança Transformadora, olhar para o futuro, conhecimento sobre clientes e o mercado, responsabilidade social, valorização das pessoas e da cultura, decisões fundamentadas, orientação por processos e geração de valor.
    Ante o exposto, vamos analisar cada item.

    A) Errado, pois avaliação e remuneração por resultados não é um fundamento do modelo de excelência.

    B) Errado, pois não é um fundamento do modelo de excelência, mas um critério do referido modelo, que examina a gestão e a utilização das informações da organização e de informações comparativas pertinentes, bem como a gestão de seus ativos intangíveis.
    C) Certo, pois inovação e geração de valor são fundamentos do modelo de excelência, sendo este o alcance de resultados consistentes, assegurando a perenidade da organização pelo aumento de valores tangível e intangível e aquele a implementação de novas ideias que possam gerar um diferencial competitivo para a organização.
    D) Errado, pois eficiência no uso de recursos e prestação de contas não são fundamentos do modelo de excelência.

    E) Errado, pois treinamento contínuo e transmissão de conhecimentos não são fundamentos do modelo de excelência.


    Gabarito do Professor: Letra C.


    Cabe ressaltar que os fundamentos foram atualizados na 21ª edição do MEG, sendo apenas oito atualmente:

    1. Pensamento sistêmico; 

    2. Aprendizado organizacional e inovação; 

    3. Liderança transformadora; 

    4. Compromisso com as partes interessadas;

    5. Adaptabilidade;

    6. Desenvolvimento sustentável;

    7. Orientação por processos;

    8. Geração de valor


    Fonte:

    Paludo, Augustinho. Administração geral e pública para AFRF e AFT. 2. ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.

     

    Modelo de Excelência da Gestão (MEG). Guia de referência de excelência da Gestão. 2016.

ID
1840615
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Modelagem de Processos de Negócio (BPM)
Assuntos

O grau de maturidade na gestão de processos é definido a partir de níveis, que medem a evolução da organização quanto às práticas de gerenciamento de processos. Um dos modelos a partir do qual é possível descrever o grau de maturidade de um processo é o preconizado pela Society for Design and Process Science − SDPS, que aponta, como o nível mais avançado, o correspondente aos processos

Alternativas
Comentários
  • Mnemônicos do Piraneto:
    A Modelo See é interoperada!

    Modelo = modelados
    S = simulado
    E = emulado (em vem antes de en, e isso é importante, pois o emulado é o segundo nível)
    E = encenado (en vem depois do em)
    Interoperado = fala sério!

     

    Maturidade de Processos (visão da SDPS)
    A visão da SDPS de maturidade de processos acompanha a própria definição de seu ciclo de gestão, ou seja, os níveis pretendidos basicamente dizem respeito a cada uma das etapas do conhecimento das equipes envolvidas e da minimização dos riscos de efeitos indesejados:
     •Nível 1 – Processos modelados: Os processos são identificados a partir de seus valores, de seus impactos / motivações / características, de seus papéis (valor adicionado, insumo, referência, infraestrutura), das sincronias envolvidas (critérios, condições / ações, atividades) e de seus efeitos colaterais.
    •Nível 2 – Processos simulados: Os processos são simulados a partir da introdução de dados estimados (quantidades, filas, tempos de espera, tempos de transformação, distribuições estatísticas, valores máximo / mínimo / médio, etc) que nos permitem a criação e a análise de cenários distintos, reduzindo os riscos da implantação e induzindo, quando necessário, mudanças nos modelos de processos.
    •Nível 3 – Processos emulados: Os processos são emulados a partir da coexistência de dados da realidade junto aos dados estimados, permitindo um maior refinamento dos cenários e dos possíveis impactos e, novamente, minimizando a possibilidade de efeitos indesejáveis.
    •Nível 4 – Processos encenados: Os processos são realizados conforme os modelos desenhados, simulados e emulados, e a observação das novas condições exigidas pela realidade induz a permanentes adequações dos requisitos de processo.
    •Nível 5 – Processos interoperados: Os processos são executados e geridos além das fronteiras organizacionais, promovendo cadeias de valor entre instituições como, por exemplo, no caso da execução de políticas públicas
     

     

  • pelo visto FCC curte isso

     

    Suponha que determinada organização pretenda avaliar o grau de maturidade de seus processos repetitivos e, para tanto, tenha utilizado os conceitos estabelecidos pela Society of Design Process Science – SDPS. Avaliando o conhecimento das equipes envolvidas e o grau de minimização de riscos e efeitos indesejados, chegou-se à conclusão que os processos da organização se caracterizam como processos modelados, o que equivale dizer que correspondem, em termos de maturidade, ao

     a)

    nível mais avançado, quando são executados e geridos além das fronteiras organizacionais.

     b)

    nível 1, identificados a partir de seus papéis, das sincronias envolvidas e de seus efeitos colaterais.

     c)

    menor grau de fragilidade, com resultados adequados e riscos devidamente controlados.

     d)

    nível intermediário, com etapas bem definidas, mas ainda com riscos de efeitos indesejados não totalmente monitorados.

     e)

    nível 4, avançado no que diz respeito à identificação das etapas e agentes, e intermediário quanto ao controle de riscos.

  • FCC gosta de questões sobre maturidade de processos..... no livro BPM CBOK V3.0,Se eu não tiver louca, sobre maturidade de processos só vi sobre uma curva ... que complexo essa matéria!!!!

    valeu Piraneto Luiz!!!!

  • Gente, há uma maneira mais facil de memorizar as características desses modelos??...não diz nada com nada ao meu entendimento. 

    haha

     

  • Nooossa... a FCC adora esse assunto.

     

    Flávia Silva, eu costumo tentar gravar assuntos assim pelas iniciais, como o colega Piraneto Luiz fez no comentário abaixo: M S E E I

  • LETRA E

     

    São 5 níveis de maturação para o  Society for Design and Process Science - SDPS

    1º Macete :  MSEEI (HMMM SEEI)


     

    Nível 1  Processos Modelados

    Os processos são identificados a partir de seus valores, de seus impactos / motivações / características, de seus papéis (valor adicionado, insumo, referência, infraestrutura), das sincronias envolvidas (critérios, condições / ações, atividades) e de seus efeitos colaterais.

     

    Nível 2 – Processos simulados

    Os processos são simulados a partir da introdução de dados estimados (quantidades, filas, tempos de espera, tempos de transformação, distribuições estatísticas, valores máximo / mínimo / médio, etc) que nos permitem a criação e a análise de cenários distintos, reduzindo os riscos da implantação e induzindo, quando necessário, mudanças nos modelos de processos.

     

    Nível 3 – Processos emulados

    Os processos são emulados a partir da coexistência de dados da realidade junto aos dados estimados, permitindo um maior refinamento dos cenários e dos possíveis impactos e, novamente, minimizando a possibilidade de efeitos indesejáveis.

     

    Nível 4 – Processos encenados

    Os processos são realizados conforme os modelos desenhados, simulados e emulados, e a observação das novas condições exigidas pela realidade induz a permanentes adequações dos requisitos de processo.

     

    Nível 5 – Processos interoperados

    Os processos são executados e geridos além das fronteiras organizacionais, promovendo cadeias de valor entre instituições como, por exemplo, no caso da execução de políticas públicas.

    Perceba que  eMular vem antes de eNcenar, pois M vem antes de N no dicionário.
     

    FONTE: ESTRATÉGIA e Cassiano Reis
     

    2º Macete:

    Visão da SDPS de maturidade de processos

     

    Matemáticos São Espertos E Inteligentes (Modelados, Simulados, Emulados, Encenados, Interoperados)

    FONTE: Atilla Silva 

     

    Bons estudos !!! Persistam sempre !!!

  • O nível mais avançado de maturidade de processos, segundo a SDPS, é o de processos interoperados, o qual ocorre quando os processos são executados e geridos além das fronteiras da organização.

    Gabarito: E


ID
1840618
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

O ciclo de planejamento e orçamento público brasileiro é composto de três instrumentos principais: o Plano Plurianual − PPA; a Lei de Diretrizes Orçamentárias − LDO e a Lei Orçamentária Anual − LOA. Especificamente no que diz respeito à LDO, cabe a tal diploma legal estabelecer as metas e prioridades da Administração pública e orientar a lei orçamentária anual, bem como, entre outros aspectos, dispor sobre:

I. alterações na legislação tributária.

II. equilíbrio entre receitas e despesas.

III. limites para contratação de operações de crédito.

Está correto o que consta APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • Letra (a)


    I - Certo. CF.88, Art. 165, § 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.


    II - Certo. LRF Art. 4oA lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2o do art. 165 da Constituição e:

      I - disporá também sobre:

      a) equilíbrio entre receitas e despesas


    III - Art. 165, § 8º A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei.

  • O erro da III é que o senado estabelecerá em resolução os limites das operações de crédito e não a LDO.

  • O que e preciso saber sobre LDO:


    - compreendera as metas e prioridades

    -inclui despesas de capital para o exercicio financeiro subsequente

    -disporá sobre a alteração na legislação tributaria

    -estabelecera as politicas de aplicação das agencias financeiras de fomento

    -encaminhada ate 15 de abril

    -a sessão legislativa não sera interrompida sem sua aprovação

    -equilibrio entre receitas e despesas

    -criterio e forma de limitação de empenho

  • Complementando o comentário do Tiago Costa : O Artigo 165, 8º obedece ao Princípio da Exclusividade.

    Avante! 

  • Limite Operação de Crédito = Resolução n° 43 Senado Federal

     

    http://legis.senado.gov.br/legislacao/ListaTextoIntegral.action?id=221548

  • A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada (art. 165, § 1º, da CF/1988).

  • Limite para Contratação de Operações de Crédito: LRF!

  • A galera está correta quanto ao item III. Quem estabelece os limites para contratação de operações de crédito é a LRF, conforme segue abaixo:

     

     

    LRF, art 1º - § 1o: A responsabilidade na gestão fiscal pressupõe a ação planejada e transparente, em que se previnem riscos e corrigem desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas, mediante o cumprimento de metas de resultados entre receitas e despesas e a obediência a limites e condições no que tange a renúncia de receita, geração de despesas com pessoal, da seguridade social e outras, dívidas consolidada e mobiliária, operações de crédito, inclusive por antecipação de receita, concessão de garantia e inscrição em Restos a Pagar.

     

    ** Retificação do meu comentário ( em 27/08/2016)**

    Após revolver novamente a questão, e analisar o comentário mais novo da colega Maíra Moura, percebo que ela está perfeita em sua análise, sendo que quem de fato dispõe sobre os limites das operações de crédito, inclusive por ARO, é realmente o Senado Federal, conforme dispositivo abaixo:

     

    CF Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal:

     

    VII - dispor sobre limites globais e condições para as operações de crédito externo e interno da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, de suas autarquias e demais entidades controladas pelo Poder Público federal;

     

  • discordo dos colegas que tentaram demonstrar onde estão estabelecidos os limites para operacoes de crédito:

     

     Art. 165, § 8º A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei.

    Na CF não está dizendo que a LOA trará os limites para contratação de operações de crédito, apenas está dizendo que a a LOA pode autorizar a contratacao de operacoes de credito (o que é inclusive uma excecao ao principio da exclusividade)

     

    LRF, art 1º - § 1o: A responsabilidade na gestão fiscal pressupõe a ação planejada e transparente, em que se previnem riscos e corrigem desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas, mediante o cumprimento de metas de resultados entre receitas e despesas e a obediência a limites e condições no que tange a renúncia de receita, geração de despesas com pessoal, da seguridade social e outras, dívidas consolidada e mobiliária, operações de crédito, inclusive por antecipação de receita, concessão de garantia e inscrição em Restos a Pagar.

     

    aqui a LRF também nao dispoe sobre os limites, está apenas dizendo que: uma gestão fiscal responsavel pressupoe uma acao planejada e transparente na qual se obedeca aos limites. E onde estão definidos os limites?

     

    acredito que quem defina esses limites seja o Senado, como alguns já comentaram

    CF Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal:

    VII - dispor sobre limites globais e condições para as operações de crédito externo e interno da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, de suas autarquias e demais entidades controladas pelo Poder Público federal;

  • I - Certo. LDO.

     

    II - Certo.LDO

     

    III - Errado. LOA

  • 4 coisas na LDO que vai cair na sua prova:

    - legislação tributaria

    - equilíbrio entre receitas e despesas. 

    - limitação do empenho e fomento.

     

    GABARITO ''A''

  • LDO: NA CF/88

    1. Objetivos e metas da admnistração federal

    2.incluíndo despesas de capital e outras delas decorrentes para o exercicios subsequente

    3.elaboração da LOA

    4 dispor: legislação tributária / agências oficias de fomento.

    NA LRF:

    5.equilibio receitas e despesas

    6.controle de custos e avaliação de resultados

    7.condições para tranferencias de recursos

    8. limitação de empenho

  • ATENÇÃO as disposições referentes à LDO dispostas na LRF!

    São elas que massacram!

     

     

    Que a força esteja com você.

  • LIMITES P/ DÍVIDA PÚBLICA E OPERAÇÕES DE CRÉDITO

        - Congresso Nacional

                -- Dívida mobiliária (União)

        - Senado Federal

                -- Montante da dívida (União, estados e municípios)

                -- Operações de crédito internas e externas (todos os entes)

                -- Dívida mobiliária (estados, DF e municípios)

        - LRF atua de forma complementar.

     

    At.te, CW.

    AUGUSTINHO PALUDO. Orçamento Público, AFO e LRF. 7ª edição. Editora Método, 2017.

  • A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) possui várias funções no ciclo de planejamento e orçamento público brasileiro. É por isso que as bancas gostam tanto desse assunto.

    Vamos ver se as alternativas correspondem a funções da LDO:

    I. Correto, nos termos do art. 165, § 2º, da Constituição Federal:

    “Art. 165, § 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, estabelecerá as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória sustentável da dívida pública, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento." (Redação dada pela Emenda Constitucional n.º 109, de 2021.)

    II. Correto, nos termos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF):

    “Art. 4º A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2º do art. 165 da Constituição e:

    I - disporá também sobre:

    a) equilíbrio entre receitas e despesas;"

    III. Incorreto. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) não dispõe sobre limites para contratação de operações de crédito. Quem faz isso é o Senado Federal, por meio de Resolução, nos termos da Constituição Federal:

    Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal:

    VII - dispor sobre limites globais e condições para as operações de crédito externo e interno da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, de suas autarquias e demais entidades controladas pelo Poder Público federal;"

    Está correto o que consta apenas em I e II.


    Gabarito do Professor: Letra A.
  • A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) possui várias funções no ciclo de planejamento e orçamento público brasileiro. É por isso que as bancas gostam tanto desse assunto.

    Vamos ver se as alternativas correspondem a funções da LDO:

    I. Correto, nos termos do art. 165, § 2º, da Constituição Federal:

    “Art. 165, § 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, estabelecerá as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória sustentável da dívida pública, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.” (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 109, de 2021)

    II. Correto, nos termos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF):

    “Art. 4º A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2º do art. 165 da Constituição e:

    I - disporá também sobre:

    a) equilíbrio entre receitas e despesas;”

    III. Errado. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) não dispõe sobre limites para contratação de operações de crédito. Quem faz isso é o Senado Federal, por meio de Resolução, nos termos da Constituição Federal:

    Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal:

    VII - dispor sobre limites globais e condições para as operações de crédito externo e interno da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, de suas autarquias e demais entidades controladas pelo Poder Público federal;”

    Está correto o que consta apenas em I e II.

    Gabarito do professor: Letra A


ID
1840621
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ
Assuntos

De acordo com o disposto na Resolução n° 49/2007, do Conselho Nacional de Justiça − CNJ, considere:

I. Compete à Comissão de Estatística e Gestão Estratégica do CNJ a supervisão do Sistema de Estatística do Poder Judiciário.

II. O núcleo de estatística e gestão estratégica de cada Tribunal é supervisionado pelo respectivo Presidente ou Corregedor.

III. Compete ao núcleo de estatística de cada Tribunal assessorar o Departamento de Pesquisas Judiciá- rias na agregação dos dados sob a responsabilidade deste.

Está correto o que consta APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • Apenas os itens I e II estão corretos. No item III, o avaliador misturou tudo. O que diz a Resolução 49 do CNJ: Art. 3º parágrafo único: "Compete à Comissão de Estatística e Gestão Estratégica, acessorada pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias, agregar dados estatísticos enviados pelos núcleos de estatística e gestão estratégica dos tribunais.

  • LETRA C

     

    RESOLUÇÃO 49 CNJ

     

    I -  Art. 3º A Comissão de Estatística e Gestão Estratégica do Conselho Nacional de Justiça supervisiona o Sistema de Estatística do Poder Judiciário.

    II - Art. 2  § 1º O núcleo de estatística e gestão estratégica do Tribunal, sob a supervisão do Presidente ou Corregedor do Tribunal, enviará dados para o Conselho Nacional de Justiça quando solicitados a fim de instruir ações de política judiciária nacional.

    III - Art. 3  Parágrafo único. Compete à Comissão de Estatística e Gestão Estratégica, assessorada pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias, agregar dados estatísticos enviados pelos núcleos de estatística e gestão estratégica dos Tribunais.

     

    CONTINUE ESTUDANDO , VAI CHEGAR A SUA VEZ!

  • RESUMO DA RES. 49/CNJ:

     

    NEGE= núcleo de estatística e gestão estratégica ----------> 1 para cada Tribunal

    CEGE= comissão de estatística e gestão estratégica ----->  vinculado ao CNJ

     

    NEGE:

     

    - caráter PERMANENTE

    - subordinado ao PRESIDENTE ou CORREGEDOR

    -auxilia na racionalização do processo de modernização do tribunal

    -servidores formados preferencialmente em DIREITO, ECONOMIA, ADM, CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

    -INDISPENSÁVEL: servidor com formação em ESTATÍSTICA

    -envia DADOS ao CNJ quando solicitado---->objetivo: instruir ações de política judiciária nacional

             ** DADOS enviados: presunção de veracidade

     

    CEGE:

     

    -assessorado pelo DPJ

    -agrega dados estatísticos enviados pelos NEGE´S

    -responsável por supervisionar o Sistema de Estatística do P. Jud (concentra e analisa os dados)

     

  • LETRA C

    RESOLUÇÃO 49 CNJ

     

    Art. 2º O núcleo de estatística e gestão estratégica, subordinado ao Presidente ou Corregedor do Tribunal, deve subsidiar o processo decisório dos magistrados conforme princípios estritamente profissionais, científicos e éticos.

    § 1º O núcleo de estatística e gestão estratégica do Tribunal, sob a supervisão do Presidente ou Corregedor do Tribunal, enviará dados para o Conselho Nacional de Justiça quando solicitados a fim de instruir ações de política judiciária nacional.

    Art. 3º A Comissão de Estatística e Gestão Estratégica do Conselho Nacional de Justiça supervisiona o Sistema de Estatística do Poder Judiciário.

    Parágrafo único. Compete à Comissão de Estatística e Gestão Estratégica, assessorada pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias, agregar dados estatísticos enviados pelos núcleos de estatística e gestão estratégica dos Tribunais.

  •  

    RESOLUÇÃO 49/ 2007 DO CNJ:

     

    Tem que saber:

     

    I - NÚCLEO ESTATÍSTICO E DE GESTÃO ESTRATÉGICA:

     

    ·         FUNÇÃO: elaborar estatística e plano de gestão estratégica de CADA TRIBUNAL.

     

              ATENÇÃO: Não inclui o STF.

     

    ·         COMPOSIÇÃO: Composto preferencialmente por servidores com formação em DIREITO, ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, sendo indispensável servidor com formação em ESTATÍSTICA.

     

    ·         Tem CARÁTER permanente e deve auxiliar o Tribunal na racionalização do processo de modernização institucional.

     

    ·         Subordinado ao PRESIDENTE OU CORREGEDOR DO TRIBUNAL, deve subsidiar o processo decisório dos magistrados;

     

              Enviará dados para o CNJ quando solicitados a fim de instruir ações de política judiciária nacional.

     

     

    II – COMISSÃO DE ESTATÍSTICA E GESTÃO ESTRATÉGICA DO CNJ:

     

    ·         É a responsável por supervisionar o Sistema de Estatística do PJ;

    ·         É assessorada pelo Departamento de pesquisas judiciárias;

    ·         Função: agregar dados estatísticos enviados pelos núcleos de estatística e gestão estratégica dos Tribunais.

     

    Pensamento positivo, quase sempre!!!!

     

     

  • Simplificando: os núcleos enviam os dados à Comissão, que os agrega, com a ajuda do Departamento, e supervisiona o Sistema.


ID
1840624
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

O Clima Organizacional é constituído, basicamente, por elementos de natureza

Alternativas
Comentários
  • Letra (d)


    Clima organizacional afeta de maneira muito significativa a motivação e a satisfação dos trabalhadores para com o trabalho, e os efeitos dessa relação funcionam como importantes reguladores da produtividade dos funcionários e da Empresa como um todo (Toro, 2001).


    Clima organizacional consiste, segundo Toro (2001), "em percepções compartilhadas (de ênfase cognitiva e afetiva) que os membros desenvolvem através das suas relações com as políticas, práticas e procedimentos organizacionais tanto formais quanto informais", (p.33).


    Portanto, clima organizacional é uma variável de natureza cognitiva, e reflete na satisfação no trabalho, desta forma, também envolveria uma percepção compartilhada de ênfase afetiva (Tamayo, 1999; Martins, 2000).

  • Elementos de natureza Cognitiva: Cognitivo é uma expressão que está relacionada com o processo de aquisição de conhecimento (cognição). A cognição envolve fatores diversos como o pensamento, a linguagem, a percepção, a memória, o raciocínio etc., que fazem parte do desenvolvimento intelectual.

  • Segundo Chiavenato (2008) toda organização possui Clima Organizacional que é constituído pelo meio interno, ou seja, uma atmosfera psicológica própria de cada uma delas. Esse Clima Organizacional está relacionado com o moral e a satisfação daquilo que os membros têm por necessidades, podendo ser: saudável ou doentio, quente ou frio, negativo ou positivo, satisfatório ou insatisfatório. Está sujeito ao estado em que cada membro se sente em relação à empresa. 

    Para Judge, Robbins e Sobral (2011) o Clima Organizacional faz menção das percepções que os colaboradores de uma organização têm sobre ela e seu ambiente de trabalho. 

    Teixeira et al. (2005) definem Clima Organizacional como percepções, opiniões e sentimentos que são expressados pelo meio de comportamentos por um grupo ou organização, em um dado momento.

  • Alguém poderia comentar o erro da letra "C"?

  • Dyego,

    O erro da alternativa "C" está no fato desta apresentar características referentes à CLIMA PSICOLÓGICO e não ao CLIMA ORGANIZACIONAL propriamente dito.

    O Clima Psicológico é de caráter afetivo, pois diz respeito aos sentimentos e percepções individuais sobre o trabalho. O Clima Organizacional, no entato, tem natureza cognitiva, tendo em vista que envolve as percepções coletivas/compartilhadas entre os membros da organização.

  • Acertei a questão, mas fiquei em dúvida quanto à letra "B". A cultura não influencia diretamente no clima?

  • Não Ghuiara. Cultura tem mais a ver com Cultura organizacional.

  • CULTURA x CLIMA

    Cultura

            - Valores, padrões, normas

            - Mais enraizado, profundo

            - Descritivo

                    -- Cultura pode ser descrita, mas não avaliada (com aspectos positivos ou negativos)

            - Pode ser:

                    -- Adaptativa ou não adaptativa

                    -- Mecanicista ou orgânica

                    -- Forte ou fraca

            - Mais difícil de mudar

     

    Clima

            - Percepções, interpretações

            - Mais superficial, passageiro

                    -- pois trata-se de um conjunto de percepções, opiniões e sentimento que se expressão no comportamento

            - Contém elementos de natureza cognitiva

                    -- resultante da percepção compartilhada acerca de diversos aspectos formais e informais da organização.

            - Descritivo e Avaliativo

            - Pode ser:

                    -- favorável ou não favorável

            - Mais fácil de mudar

     

    At.te, CW.

    ANDREIA RIBAS & CASSIANO SALIM. Gestão de Pessoas para Concursos. 4ª edição. Editora Alumnos, 2016.

  • Errei rude... bobeira.

    letra  D

  • Clima psicológico está relacionado a aspectos afetivos, descrevendo a percepção individual do ambiente de trabalho.

     

    O clima organizacional, por sua vez, está relacionado a aspectos cognitivos, descrevendo percepções compartilhadas entre os membros da instituição.
     

  • Clima psicológico corresponde à ligação do indivíduo com seu contexto de trabalho. Encontra-se associado, em maior intensidade, com elementos afetivos do ambiente de trabalho.

     

    Clima organizacional reflete os significados compartilhados pelas pessoas, ligados a um aspecto particular do trabalho. Está mais diretamente relacionado a elementos cognitivos.

     

    Cultura organizacional está relacionada às crenças, valores e aspectos de natureza coletiva e ideacional, compartilhada entre trabalhadores e organizações que, em última instância, são responsáveis pela manutenção de um determinado clima na organização.

     

    Fonte:http://www.scielo.br/pdf/estpsi/v26n3/v26n3a04.pdf

  • A resposta é a letra D.

     

    Cognição é o modo perceber interpretar algo. E o conceito de clima está diretamente ligado ao reflexo do estado de ânimo dos integrantes de uma organização, num dado momento, influenciando a motivação e, consequentemente, os comportamentos desses integrantes.

     

    Em suma, clima organizacional envolve:

    1) percepção da qualidade ou propriedade do ambiente organizacional; e

    2) influência dessa percepção na satisfação, na motivação e no comportamento das pessoas.

    Por isso, o clima organizacional é formado por elementos de natureza COGNITIVA (percepção).

     

     

    Comentário Adriel Sá.

  • Letra C: Definição de clima psicológico

    Letra D: Definição de clima organizacional

  • Natureza dos elementos:

    Clima organizacional → cognitiva

    Clima psicológico → Afetiva

    Satisfação no trabalho → Afetiva/cognitiva

  • Em adm geral , de nada adianta saber o conceito. Vc erra a questão igual
  • Clima Organizacional

    • Percepção cognitiva
    • Natureza Descritiva
    • Estudado no nível do grupo ou da organização

    Clima Psicológico

    • Percepção afetiva
    • Natureza avaliativa
    • Estudado no nível do indivíduo

    Satisfação no trabalho

    • Percepção cognitiva e afetiva
    • Natureza descritiva e avaliativa
    • Estudado no nível do indivíduo, grupo ou organização

ID
1840627
Banca
FCC
Órgão
TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

A adesão ao Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização − GESPÚBLICA, instituído pelo Decreto n° 5.378, de 23 de fevereiro de 2005, cuja finalidade é contribuir para a melhoria da qualidade dos serviços públicos aos cidadãos e aumento da competitividade do País, é

Alternativas
Comentários
  • http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/Decreto/D5378.htm

    Art. 5o A participação dos órgãos e entidades da administração pública no GESPÚBLICA dar-se-á mediante adesão ou convocação.


    § 1o Considera-se adesão para os efeitos deste Decreto o engajamento voluntário do órgão ou entidade da administração pública no alcance da finalidade do GESPÚBLICA, que, por meio da auto-avaliação contínua, obtenha validação dos resultados da sua gestão.


    § 2o Considera-se convocação a assinatura por órgão ou entidade da administração pública direta, autárquica ou fundacional, em decorrência da legislação aplicável, de contrato de gestão ou desempenho, ou o engajamento no GESPÚBLICA, por solicitação do Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, em decorrência do exercício de competências vinculadas a programas prioritários, definidos pelo Presidente da República.


    Art. 6o Poderão participar, voluntariamente, das ações do GESPÚBLICA pessoas e organizações, públicas ou privadas.


    Parágrafo único. A atuação voluntária das pessoas é considerada serviço público relevante, não remunerado.


  • Gabarito: Alternativa B


    Decreto 5378/2005:

    Institui o Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização - GESPÚBLICA e o Comitê Gestor do Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização, e dá outras providências.


    [...]


    Art. 5o A participação dos órgãos e entidades da administração pública no GESPÚBLICA dar-se-á mediante ADESÃO ou CONVOCAÇÃO.


    § 1o Considera-se ADESÃO para os efeitos deste Decreto o engajamento voluntário do órgão ou entidade da administração pública no alcance da finalidade do GESPÚBLICA, que, por meio da auto-avaliação contínua, obtenha validação dos resultados da sua gestão.


    § 2o Considera-se CONVOCAÇÃO a assinatura por órgão ou entidade da administração pública direta, autárquica ou fundacional, em decorrência da legislação aplicável, de contrato de gestão ou desempenho, ou o engajamento no GESPÚBLICA, por solicitação do Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, em decorrência do exercício de competências vinculadas a programas prioritários, definidos pelo Presidente da República.


    Art. 6o Poderão participar, voluntariamente, das ações do GESPÚBLICA pessoas e organizações, PÚBLICAS ou PRIVADAS.

    Parágrafo único. A atuação voluntária das pessoas é considerada serviço público relevante, não remunerado.


    Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/Decreto/D5378.htm

  • Pessoal,  ajude-me  por  favor:  estou  em  Belo Horizonte-MG  e  não  me  interei   do  Edital  do TRT  da  23ª região,  mas  se   tivesse  que  fazer a  prova,  nunca   vi  em  nenhum  lugar  estas  duas   ultimas  questões. Mas   sou  assinante  do  QC  Concursos deparei-me  com  as  questões  e   fquei  meio  sem  rumo.


  • Há duas modalidade de Participar da Gespública. 

    1 adesão .. na qual é ato voluntário

    2 Convocação.. na qual o decreto menciona que será por solicitação do MEPOG misnistério so Estado Planejamento Orçamento e Gestão.

    Ademais, podem participar voluntariamente pessoas e organizações PÚBLICAS OU PRIVADAS

  • Dec. 5.378/05:

     

    Art. 5o  A participação dos órgãos e entidades da administração pública no GESPÚBLICA dar-se-á mediante adesão ou convocação.

    (...)

    Art. 6o  Poderão participar, voluntariamente, das ações do GESPÚBLICA pessoas e organizações, públicas ou privadas.

  • O decreto do GesPública foi revogado. E agora? Por onde estudamos?

  • Decreto 5378/2005 Revogado pelo Decreto 9.094 de 17 de Julho de 2017.

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Decreto/D9094.htm#art25

     

     

     

  • TA REVOGADO MAS CONSTA NO EDITAL

  • Gente, tá revogado mas a FCC tá cagando pra isso.

    Então, não adianta ficar reclamando aqui ou repetindo que está revogado, porque a banca, por enquanto, vai continuar cobrando! 

    E acaba confundindo o coleguinha concurseiro menos experiente que vai achar que não precisa mais estudar esta maldita matéria.

    GABARITO B