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Prova CESPE - 2014 - TC-DF - Analista de Administração Pública - Arquivologia


ID
1176169
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Acerca do regime jurídico administrativo, julgue o  próximo  item.

O princípio da supremacia do interesse público sobre o interesse privado é um dos pilares do regime jurídico administrativo e autoriza a administração pública a impor, mesmo sem previsão no ordenamento jurídico, restrições aos direitos dos particulares em caso de conflito com os interesses de toda a coletividade.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Errado


    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

    II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;


    Quanto aos Principios

    Princípios:  Fundamentais (pedras de toque do direito administrativo – Celso Antônio B. de Melo):

     - São princípios fundamentais: o princípio da supremacia do interesse público sobre o privado.

     Para que se alcance o fim público é preciso imposição. E o segundo seria o princípio da indisponibilidade

     do interesse público, pois é a finalidade que sempre tem de ser perseguida (Celso Antônio Bandeira de Melo).

      São os princípios da supremacia do interesse público e o princípio da legalidade que é a ordem jurídica que

     o delimita (Maria Sílvia Z. de Pietro).  Expressos/ básicos: é aquele estabelecido em uma norma, chamado de

     princípio. Art. 2º, caput, da Lei 9784/99 – Princípios da administração (notadamente em processo)

    : Art. 2º: A Administração Pública obedecerá, dentre outros, aos princípios da legalidade, finalidade, motivação,

     razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público

     e eficiência.


    abraço aos colegas do QC

  • ERRADA

     

    Realmente, o principio da supremacia do interesse publico sobre o privado é um dos pilares do regime jurídico administrativo (o outro é o principio da indisponibilidade do interesse publico), entretanto tal principio não autoriza que a administração publica imponha restrições aos direitos dos administrados sem que haja previsão legal, já que tal principio NÃO é absoluto, pois a pratica de ato fundamentada nesse principio deverá respeitar os direitos e garantias fundamentais, além disso o ART.5, inciso II da C.F garante aos particulares que eles só serão obrigados a fazer ou deixar de fazer algo em virtude de lei, Assim não pode a administração através de um ato infralegal, baseado no principio da supremacia do interesse publico, impor restrições ao administrado sem que haja previsão legal.

     

    QUE JESUS SEJA LOUVADO!!!

  • Simples não complica.

    Administração só pode fazer o que está na lei e o Particular o que não é proibido.

    Faz o fácil que dá certo!

  • Errado.

    O erro está na parte "mesmo sem previsão no ordenamento jurídico". 

    Segundo o princípio da legalidade a administração só pode agir de acordo com a lei.

    Bons estudos!!

  • Os dois princípios basilares da Administração são : Indisponibilidade do interesse público e supremacia do interesse público até ai tudo certo , mas em relação a Cespe/Unb temos que tomar cuidado , o princípio da legalidade se faz presente e necessário para a Adm Pública é um requisito primordial e obrigatório . Deve-se fazer o que a lei autoriza e no caso de omissão não fazer nada.

  • Penso que o Erro está em "mesmo sem previsão no ordenamento jurídico"  MAZZA leciona em sua obra:"O poder de polícia manifesta-se através da expedição de ATOS NORMATIVOS ou ATOS CONCRETOS"

  • Questão Cespe, procure o erro nas questões. Concordo com Felipe "mesmo sem previsão no ordenamento jurídico".

  • Acrescentando ao que já foi falado.

    A professora Di Pietro e outros doutrinadores lecionam que cabe à administração pública fazer somente o que a lei permite. Já aos particulares, o princípio aplicável é o da autonomia da vontade, ou seja, permite fazer tudo o que a lei não proíbe


  • Primeira regra:

    Está previsto em lei: ADM DEVE FAZER

    Não está previsto: ADM NAO PODE FAZER

  • "(...)mesmo sem previsão no ordenamento jurídico(...)"!?

  • "O princípio da supremacia do interesse público sobre o interesse privado é um dos pilares do regime jurídico administrativo e autoriza a administração pública a impor restrições aos direitos dos particulares em caso de conflito com os interesses de toda a coletividade."

    absurdo isso, correto? interpretação de texto nessa questão.

    bons estudos!

  • Gente, eu acho que o peguinha da questão foi o seguinte:

    O princípio da supremacia do interesse público sobre o privado é um princípio implícito na Constituição Federal, ou seja, não está expresso como o LIMPE do artigo 37. Diante disso, é em razão do princípio da supremacia do interesse público que se fundam as prerrogativas ou poderes especiais conferidos à Administração Pública, como por exemplo, imposição de obrigações de forma unilateral e inserção de cláusulas exorbitantes em contratos administrativos.

    O examinador quis pegar o candidato quando colocou "mesmo sem previsão no ordenamento jurídico", pois na verdade existe previsão, mas de forma implícita como foi explicado acima.



  • Administração pública tem de se pautar pelo que está na lei, no ordenamento jurídico.


    Francisco Edmilson de Brito Junior

  • Os limites à busca do atendimento do princípio da supremacia do interesse público sobre o particular são: a) direitos e garantias fundamentais constitucionais (ex.: devido processo legal) b) princípio da legalidade.

  • Atenção ao erro da questão 


    ---> mesmo sem previsão no ordenamento jurídico <---

  • O princípio da supremacia do interesse público sobre o interesse privado não é um dogma absoluto. Pelo contrário, encontra limites no ordenamento jurídico, podendo-se mencionar, como exemplo, o respeito aos direitos e garantias fundamentais constantes da Constituição, bem como aos próprios princípios reitores da atividade administrativa, dentre os quais, claro, o princípio da legalidade. Assim sendo, se não houver previsão legal para uma dada conduta da Administração, não poderá esta, a pretexto de atender a um interesse público, impor restrições indevidas a direitos dos particulares. Afinal, à Administração somente é lícito fazer aquilo que a lei expressamente a autoriza. É esta a essência do princípio da legalidade.

    Gabarito: Errada
  • Olá pessoal (GABARITO ERRADO)

    O princípio da Supremacia do Interesse Público sobre o interesse privado outorga ao Poder Público PRERROGATIVAS e o da Indisponibilidade do Interesse Público impõe SUJEIÇÕES. Tais princípios são basilares no REGIME JURÍDICO ADMINISTRATIVO, no entanto estão RESTRITOS aos ditames legais, visto que a Administração Pública rege-se pela LEGALIDADE STRICTO SENSU, ou seja, só pode fazer o que é expressamente previsto na Lei. Se o Poder Público impuser restrições ao particular sem PREVISÃO LEGAL, tal ato estará inquinado de VICÍO DE ILEGALIDADE e será INCONSTITUCIONAL ( A CF/88 no art. 5° prevê que  ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de LEI).

    Espero ter ajudado..

  • O Princípio da Supremacia do interesse público em detrimento do privado encontra barreiras no Princípio da Legalidade.

    ERRADO

  • errado.. "mesmo sem previsão no ordenamento jurídico"

  • A imposição de obrigações sem previsão legal daria margem para arbitrariedades, pois bastaria ao administrador dizer que sua ação está fundamentada no interesse coletivo.

  • ERRADO!

    O trecho "mesmo sem previsão no ordenamento jurídico" tornou o item incorreto, pois viola o princípio da Legalidade, segundo o qual a Administração Pública só pode atuar nos limites da lei, quando esta determina (caráter vinculado) ou autoriza o ato (caráter discricionário).

    Avante, bravos guerreiros/as!

  • "mesmo sem previsão no ordenamento jurídico"  -  torna a questão errada.


    Deve-se fazer o que é previsto em lei.

  • A atuação da Administração, diante do princípio da Supremacia do interesse público, está pautada nos limites da lei.

  • Afronta o PRINCÍPIO DA LEGALIDADE

  • O princípio da legalidade surge frente ao Estado absolutista, que praticava barbáries contra os indivíduos. Através dele, busca-se limitar a atuação do Estado protegendo os particulares. Logo,  a importante atuação desse princípio em exigir a prévia lei para atuação estatal (nos atos de interesse público). 

  • Apenas complementando o comentário dos colegas...Supremacia da Lei e Reserva Legal - Limitando o Estado!

  • 1. não existe hierárquica entre os princípios; e

    2. Administração só pode fazer aquilo autorizado em lei; 


  • ERRADO

    O "mesmo sem previsão no ordenamento jurídico" tornou a assertiva errada, pois de acordo com o Princípio da Legalidade inexistindo previsão legal, não há possibilidade de atuação administrativa, a administração apenas pode agir secundum legem, ou seja, segundo a lei.

    Fonte: Direito Administrativo descomplicado.

  • ERRADO

    "mesmo sem previsão no ordenamento jurídico" tornou a assertiva errada, pois de acordo com o Princípio da Legalidade inexistindo previsão legal, não há possibilidade de atuação administrativa, a administração apenas pode agir secundum legem, ou seja, segundo a lei.

    Fonte: Direito Administrativo descomplicado.


  • O Princípio da Supremacia do interesse público em detrimento do privado encontra barreiras no Princípio da Legalidade.

  • Errada, a Administração Pública só pode fazer aquilo que a Lei impõe. Assim sendo, se não houver previsão legal para uma dada conduta da Administração, não poderá esta, a pretexto de atender a um interesse público, impor restrições indevidas a direitos dos particulares. Afinal, à Administração somente é lícito fazer aquilo que a lei expressamente a autoriza. É esta a essência do princípio da legalidade.

  • "mesmo sem previsão no ordenamento jurídico" (ERRADO) - A Constituição federal nos assegura no seu 

    Art 5° Inciso II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;

  • Engraçado que eu respondi uma questão exatamente igual a essa, marcando a opção "errada" com base na informação de que não há necessidade de previsão no ordenamento jurídico, e o gabarito foi apontado como certo. Agora eu marco como certo, e o gabarito aponta como errado. Francamente.

  • Os textos constitucionais democráticos consagraram o PRINCÍPIO DA LEGALIDADE como solução para o controle das atividades e do arbítrio do Estado, de maneira a assegurar a estabilidade e a garantia da liberdade individual, portanto Administração Pública não poderá impor, qualquer restrição aos interesses dos particulares sem previsão no ordenamento jurídico.

    GABARITO: ERRADO.

    Fonte: http://jus.com.br/artigos/26657/sobre-o-principio-da-legalidade. Acessado em janeiro 2015.


    Força, Foco e FÉ - 2015, em 1º Lugar.

  • "mesmo sem previsão no ordenamento jurídico" - fere o princípio da legalidade

  • A Administração Pública só atua por expressa previsão em Lei (lei no sentido formal e material).

    Essa posição de superioridade dos interesses Públicos sobre os Privados é conferida por Lei.


    #FÉ

  • Poder Público só faz o que a lei determina, ao contrário do cidadão (faz tudo que a lei não veda). 

  • A adm pública pode impor restrições? 

  • só para acrescentar:

    supremacia do interesse público - a noção central desse princípio é: havendo conflito entre o interesse público e os interesses particualres, aquele deve prevalecer. impende, todavia, ressaltar enfaticamente a exigência de respeito aos direitos e ás garantias fundamentais e a necessidade de que a atuação da administração ocorra sempre nos termos e nos limites da lei e do direito, observado o devido processo legal.

    Direito Administrativo Descomplicado.

  • A resolução desta questão poderia ser alcançada rememorando a essência do próprio princípio da legalidade (art. 37, caput, CF/88), nos termos do qual à Administração Pública somente é dado fazer aquilo que a lei expressamente determine ou, ao menos, autorize. Apenas com esta informação básica já se poderia concluir pelo desacerto da afirmativa, porquanto é evidente que a Administração jamais poderia impor restrições a direitos de particulares, sem amparo legal, ainda que invoque pretender tutelar os interesses da coletividade, porque assim o fazendo estaria vulnerando o princípio da legalidade. Ademais, o princípio da supremacia do interesse público não constitui um postulado absoluto, pelo contrário, encontra limites na observância dos direitos e garantias fundamentais dos cidadãos, bem assim, de forma mais ampla, no próprio princípio da legalidade. Afinal, vivemos sob o império da lei, e não sob o império do interesse público, passível de ser invocado a qualquer momento, mesmo que sem base normativa.  

    Gabarito: Errado
  • Q392145 - Em razão do princípio da legalidade, a administração pública está impedida de tomar decisões fundamentadas nos costumes.  (QUESTÃO ERRADA) - CESPE

    Tá foda como explicar isso, uma questão fala que o costume é fonte do direito adm., podendo até fundamentar decisões e outra questão da mesma banca, fala que não pode. 

    Alguém para explicar??? As vezes há uma sutileza que não percebi... 

  • Gab: Errado

    Princ. da Legalidade

    A administração , alem de nao poder atuar contra a lei ou além da lei, somente pode agir segundo a lei (secundum legem )

  • Definição Clássica desse Princípio: Diante de um conflito entre interesse público e privado, vai prevalecer o interesse público, porém sempre tendo como base a Lei : Principio da Legalidade estrita= Administração Pública só pode "fazer ou não fazer" aquilo que tiver definido em lei. Avançando Aluno!!!



  • Custava contratar pessoas um pouco mais qualificadas pra elaborar as questões!?

    Bastava acrescentar a parte em negrito para a redação ficar decente, e ficar claro o erro da assertiva.

    O princípio da supremacia do interesse público sobre o interesse privado é um dos pilares do regime jurídico administrativo e autoriza a administração pública a impor, mesmo sem previsão no ordenamento jurídico que fundamente tal imposição, restrições aos direitos dos particulares em caso de conflito com os interesses de toda a coletividade.

    Do jeito que está a assertiva na prova, dá margem pra interpretação no sentido de que o princípio da supremacia é implícito...

  • Custava contratar pessoas um pouco mais qualificadas pra elaborar as questões!?

    Bastava acrescentar a parte em negrito para a redação ficar decente, e ficar claro o erro da assertiva.

    O princípio da supremacia do interesse público sobre o interesse privado é um dos pilares do regime jurídico administrativo e autoriza a administração pública a impor, mesmo sem previsão no ordenamento jurídico que fundamente tal imposição, restrições aos direitos dos particulares em caso de conflito com os interesses de toda a coletividade.

    Do jeito que está a assertiva na prova, dá margem pra interpretação no sentido de que o princípio da supremacia é implícito...

  • Se não houver previsão legal para uma dada conduta da Administração, não poderá esta, a pretexto de atender a um interesse público, impor restrições indevidas a direitos dos particulares. Afinal, à Administração somente é lícito fazer aquilo que a lei expressamente a autoriza. É esta a essência do princípio da legalidade.

  • O Princípio da Supremacia do Interesse Público esta amplamente ligado ao Princípio da Legalidade, que se enquadra na ideia de que na relação administrativa, a vontade da Administração Pública é a que decorre da Lei. Ademais, a Constituição Federal consagra expressamente o Princípio da Legalidade, artigos 37 e 5º II da CF/88.

    Francisco Saint Clair Neto
  • Acho que poderia ser melhor elaborada a assertiva, afinal, há poderes discricionários ou meramente exemplificativos na lei. Em que pese a administração apenas operar sob ditames legais, há ações que não estão obrigatoriamente descritas.

  • A  CF é clara quanto ao deixar expresso como princípio da Administração Pública a Legalidade. Por exemplo: não pode qualquer edital de concurso criar regras, exigências que não estejam vinculadas à Legislação Vigente. O item que transgride a Legislação acaba se tornando ilegal e passível de ser anulado em qualquer momento pelo Judiciário e pela própria AD. Vou citar um exemplo da Vunesp, que costumeiramente cria regras absurdas quanto ao modelo de diplomas e certificados nas provas de títulos. Ela jamais poderia exigir ou determinar como devem ser esses documentos, pois fere o princípio da Legalidade, já que a própria CF e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação garante às universidades credenciadas no MEC o princípio da Autonomia Universitária. Com esta Autonomia, as instituições podem registrar seus diplomas e certificados como atividade administrativa segundo seus regulamentos que devem estar em concordância com as regras gerais do MEC. 

  • A barreira dos pilares do regime jurídico esbarra no Princípio da Legalidade.

  • Temos que colocar em mente que a administração pública nada pode fazer sem lei que a autorize, ou seja, só pode fazer o que a lei mandar. Ponto final! Basta memorizar essa tese para matar a questão...

  • "O mesmo sem previsão" deixou a questão errada por causa do Princípio da Legalidade.

  • Até o Sílvio Santos está estudando pra concurso... tá facil pra ngm hahaha

  • Complementando...

    De acordo com MARIA SYLVIA ZANELLA DI PIETRO, em decorrência do princípio da legalidade, a Administração Pública não pode, por simples ato administrativo, conceder direitos de qualquer espécie, criar obrigações ou impor vedações aos administrador; para tanto, ela depende de lei. 

    Embora a SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO seja um dos pilares do REGIME JURÍDICO ADMINISTRATIVO, juntamente com a INDISPONIBILIDADE DO INTERESSE PÚBLICO, a questão peca na segunda parte, no que diz respeito a criação de imposição sem autorização em lei.

    (CESPE/TJ-SE/TITULAR DE SERVIÇOS DE NOTAS E DE REGISTROS-REMOÇÃO/2014) Dado o princípio da supremacia do interesse público sobre o privado, é possível à administração pública, mediante portaria, impor vedações ou criar obrigações aos administrados. E 

  • O trecho "mesmo sem previsão no ordenamento jurídico" tornou o item incorreto, pois viola o princípio da Legalidade, segundo o qual a Administração Pública só pode atuar nos limites da lei.

  • errado! a questão tenta te enganar "mesmo sem previsão no ordenamento jurídico", mas é só lembrar "tudo na forma da lei" "tudo na forma da lei" "tudo na forma da lei" "tudo na forma da lei" "tudo na forma da lei" "tudo na forma da lei" forever

  • Tem que ter previsão no ordenamento jurídico.

    Princípio da legalidade - fazer aquilo que está na lei.


  • O princípio da supremacia do interesse público sobre o interesse privado é um dos pilares do regime jurídico administrativo e autoriza a administração pública a impor, mesmo sem previsão no ordenamento jurídico, restrições aos direitos dos particulares em caso de conflito com os interesses de toda a coletividade.

    Erro da questão está em negrito, pois a administração pública deve observar o princípio da legalidade.

  • Errei porque não prestei atenção no mesmo sem previsão no ordenamento jurídico.

  • Somente com autorização legal expressa.

  • Supremacia = Prerrogativas


    MANTENHA-SE FIRME! BONS ESTUDOS.
  • Questão bem simples, já que sabemos que a ADM Pública só pode fazer o que está na LEI.

    PRINCÍPIO DA LEGALIDADE.

    GABARITO ERRADO
  • Errado. A Administração Pública só poder atuar em conformidade com a LEI.

    Não existe a Adm. Pública atuar sem previsão legal!

  • Errada... "sem previsão" já deixa a questão errada pelo princ. da legalidade. 

  • mesmo sem previsão no ordenamento jurídico - (ERRADO)

  • ERRADO. Tem que haver previa previsão no ordenamento jurídico !!!

  • "A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA É ESCRAVA DA LEI!"

  • A Administração Pública deve sempre atuar conforme a lei. O princípio da supremacia do interesse público confere à Administração Pública uma série de prerrogativas que permitem a sobreposição do interesse público ao interesse particular. E como não era de se esperar, toda a atuação da Administração nesse sentido deve ter respaldo no nosso ordenamento jurídico.

  • Pelo fato de impor se m previsão legal já fere o princípio da Legalidade, que dentre os outros é um dos pilares do direito Administrativo. ERRADO.

     

  • ERRADO

    ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA  SÓ FAZ APENAS AQUILO QUE A LEI PERMITE.

  • A administração pública só faz o que a LEI determina.

  • ERRADO

    PRINCÍPIO DA LEGALIDADE

  • ERRADO..

    o princípio da supremacia do interesse público sobre o particular é específico do Direito
    Administrativo, sendo limitado pelo princípio da legalidade, servindo como ponto de origem
    dos demais princípios da Administração Pública.

    FONTE: MANUAL DIREITO ADMINISTRATIVO ALEXANDRE MAZZA .

  • Olá! A Adm. Pública só pode fazer o que a lei autoriza. Gab errado.

  • Em dir. administrativo, falou em ''dispensa de ordenamento jurídico" é quase certeza de estar errado.

  • Errado!

     

    O princípio da supremacia do interesse público fundamenta a existência das prerrogativas ou dos poderes especiais da administração pública, dos quais decorre a denominada verticalidade nas relações administração-particular. Toda atuação administrativa em que exista imperatividade, em que sejam impostas, unilateralmente, obrigações para o administrado, ou em que seja restringido ou condicionado o exercício de atividades ou de direitos dos particulares é respaldada pelo princípio da supremacia do interesse público. O fundamento para a existência desse principio é o seguinte: o Estado, atualmente, tem obrigação de atingir uma série de finalidades, que a Constituição e as leis lhe indicam. Para atingir esses objetivos, muitas vezes é necessário que o Estado disponha de poderes não cogitados para os particulares em geral, não existentes no direito privado, o qual é caracterizado pela horizontalidade nas relações jurídicas, pela igualdade jurídica entre as partes. As prerrogativas que o ordenamento jurídico confere ao Estado, então, que são típicas do direito público, justificam-se tão somente na estrita medida em que são necessárias para que o Estado logre atingir os fins que lhe são impostos por esse mesmo ordenamento jurídico. Frise-se que não é a administração pública que determina a finalidade de sua própria atuação, mas sim a Constituição e as leis. A administração atua estritamente subordinada à lei, como simples gestora da coisa pública, e possui poderes especiais unicamente como meios, como instrumentos para atingir os objetivos que juridicamente é obrigada a perseguir.

     

     

    Fonte: Direito Administrativo Descomplicado, 23ª Edição, Editora Método, 2015, pág. 11/1101, Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo.

     

     

    Bons estudos a todos!

     

  • -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

     

    GAB/ERRADO

     

    TRATA-SE DO SUBPRINCIPIO DA LEGALIDADE; REZERVA LEGAL: CONFORME O QUAL, ATOS ADMINISTRATIVOS SÓ PODEM SER PRATICADOS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO DA LEI.

     

    Não há que se falar em hierarquia de principios; eles se equilibram, mas não se sobrepõem.

     

    -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

  • A principal diferença entre o princípio da legalidade aplicável aos particulares ( CF, art. 5º, II) e o princípio da legalidade a que se sujeita a administração pública (CF, art. 37, caput) pode ser assim resumida: aqueles têm liberdade para fazer tudo o que a lei não proíba; a esta só é dado fazer aquilo que a lei determine ou autorize. Quando não houver previsão legal, não há possibilidade de atuação administrativa. ( MARCELO ALEXANDRINO E VICENTE PAULO DIREITO ADMINISTRATIVO DESCOMPLICADO 2016, PÁGINA 215)

  • "(...) é evidente que a Administração jamais poderia impor restrições a direitos de particulares, sem amparo legal, ainda que invoque pretender tutelar os interesses da coletividade, porque assim o fazendo estaria vulnerando o princípio da legalidade."

    Gabarito: Errado

  • mesmo sem previsão no ordenamento jurídico não pode!

  • Se toda ação da administração é baseada em preceitos legais, seria contraditório dizer que ela poderia restringir direitos sem que haja lei. A administração só faz o que a lei manda, não havendo lei, não há como restringir direitos.

  • O LOUCO !

     

    Mesmo sem previsão na legislação ? Jamais ! Cadê o critério da legalidade, que diz que a administração deve pautar-se na lei em sentido amplo ?

    ERRADO MESMO ! 

  • Realmente a administração pública so em obdiência ao princípio da legalidade.

  • Se não houver previsão legal para uma dada conduta da Administração, não poderá esta, a pretexto de atender a um interesse público, impor restrições indevidas a direitos dos particulares. Afinal, à Administração somente é lícito fazer aquilo que a lei expressamente a autoriza. É esta a essência do princípio da legalidade.

     

    Fonte: Rafael Pereira , Juiz Federal - TRF da 2ª Região

  • ERRADA!

    REGRA: A Administração Pública atua APENAS perante lei. 

  • Tem que ter base legal
  • ERRADA!

    IMPÕE QUE SEJA SEMPRE PROTEGIDA A COLETIVIDADE EM DETRIMENTO DO BEM - ESTAR INDIVIDUAL

  • O princípio da supremacia do interesse público sobre o interesse privado é um dos pilares do regime jurídico administrativo e autoriza a administração pública a impor, mesmo sem previsão no ordenamento jurídico, restrições aos direitos dos particulares em caso de conflito com os interesses de toda a coletividade.

     

    Obs: Somente através de lei o particular pode ser obrigado a fazer algo.

  • O trecho "mesmo sem previsão no ordenamento jurídico" deixa a questão incorreta, pois viola o princípio da legalidade.

  • ERRADO

     

    De fato a supremacia do interesse público é um dos pilares do regime jurídico administrativo, mas ele só autoriaza a imposição de restrições de direitos, como no exercício do poder de polícia ou na intervenção administrativa, quando existir previsão legal.

    Prof. Erick Alves - Estratégia Concursos

     

  • ''MESMO SEM PREVISÃO NO ORDENAMENTO JURÍDICO'' faz com que a questão seja errada! 

  • A administração pública deve agir sempre com base na lei. Não havendo previsão legal, não será possível a imposição de restrições aos direitos dos particulares, mesmo em caso de conflito com os interesses de toda a coletividade.

  • Tem que ter previsão no ordenamento juridico.

  • ERRADA!


    "O princípio da supremacia do interesse público vincula a Administração Pública, ao aplicar a lei, no exercício da função administrativa. Nesse contexto, quando a lei concede poderes à Administração para desapropriar, intervir, punir, é porque tem em vista atender ao interesse coletivo, que não pode ceder perante interesses individuais. Assim, a aplicação da lei deve ter como objetivo tutelar o interesse coletivo, não podendo ser utilizado com finalidades privadas como favorecimentos ou vantagens pessoais."

  • Precisa de previsão no ordenamento jurídico. No caso em questão entraria em conflito com o princípio da legalidade.

  • A administração está vinculada a lei.

  • Erro: mesmo sem previsão no ordenamento jurídico

  • ERRADO

     

    "O princípio da supremacia do interesse público sobre o interesse privado é um dos pilares do regime jurídico administrativo e autoriza a administração pública a impor, mesmo sem previsão no ordenamento jurídico, restrições aos direitos dos particulares em caso de conflito com os interesses de toda a coletividade."

     

    SEM PREVISÃO NO ORDENAMENTO JURÍDICO --> Isso viola o PRINCÍPIO DA LEGALIDADE

  • Administração Pública somente é dado fazer aquilo que a lei expressamente determine ou, ao menos, autorize. Apenas com esta informação básica já se poderia concluir pelo desacerto da afirmativa, porquanto é evidente que a Administração jamais poderia impor restrições a direitos de particulares, sem amparo legal, ainda que invoque pretender tutelar os interesses da coletividade, porque assim o fazendo estaria vulnerando o princípio da legalidade. Ademais, o princípio da supremacia do interesse público não constitui um postulado absoluto, pelo contrário, encontra limites na observância dos direitos e garantias fundamentais dos cidadãos, bem assim, de forma mais ampla, no próprio princípio da legalidade. Afinal, vivemos sob o império da lei, e não sob o império do interesse público, passível de ser invocado a qualquer momento, mesmo que sem base normativa.   
    Gabarito: Errado

  • ERRADA.

    O princípio da supremacia do interesse público sobre o interesse privado é um dos pilares do regime jurídico administrativo e autoriza a administração pública a impor, mesmo sem previsão no ordenamento jurídico, restrições aos direitos dos particulares em caso de conflito com os interesses de toda a coletividade.

    Repare no confronto ao princípio da legalidade.

     

    "Quando tinha 10 anos, Chuck Norris decidiu morar sozinho. Então seus pais saíram de casa."

  • a SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO, não pode suprir ou sobrebor ao princípio da legalidade. Até mesmo por respeito ao princípio da indisponibilidade do interesse público.

  • ... mesmo sem previsão no ordenamento jurídico?

    Gente, que absurdo! hehehe

  • Gab Errada

     

    Mesmo sem previsão legal 

  • 1. O princípio da supremacia do interesse público sobre o privado é um princípio implícito e trata-se de uma prerrogativa administrativa; desse modo, em uma situação de conflito entre interesse de um particular e o interesse público, este último deve predominar;

    2. A aplicação da lei deve ter como objetivo tutelar o interesse coletivo, não podendo ser utilizado com finalidades privadas como favorecimentos ou vantagens pessoais;

    3. O princípio da supremacia se fundamenta na própria razão de ser do Estado - a busca pela finalidade de garanti o interesse coletivo;

     

    Fonte: Hebert Almeida; Estratégica; In: Direito Administrativo para Área Fiscal, p. 34

     

     

  • Erradíssimo.

    Realmente o princípio da supremacia do interesse público é um dos pilares do regime jurídico administrativo, mas ele só autoriza a imposição de restrições de direitos, como no exercício do poder de polícia ou na intervenção administrativa, quando existir previsão legal.

  • O principio da supremacia realmente coloca a administração em uma situação superior ao particular, no entanto, deve-se haver uma previsão legal para isso !

  • Aquela velha história de que a Administração Pública só pode fazer o que a lei permitir!

  • Gab errada

     

    O princípio da supremacia do interesse público sobre o interesse privado é um dos pilares do regime jurídico administrativo e autoriza a administração pública a impor, mesmo sem previsão no ordenamento jurídico, restrições aos direitos dos particulares em caso de conflito com os interesses de toda a coletividade

  • "Mesmo sem previsão no ordenamento jurídico". No caso do direito administrativo essa expressão estará SEMPRE errada, já que qualquer conduta não prevista em lei viola o princípio da legalidade.
  • LEGALIDADE e FINALIDADE devem sempre andar juntas

  • Como esclarece Maria Sylvia Zanella Di Pietro, o Direito Administrativo nasceu e se desenvolveu baseado em duas ideias opostas: de um lado, a proteção aos direitos individuais frente ao Estado, que serve de fundamento ao princípio da legalidade, um dos pilares do Estado de Direito; de outro lado, a de necessidade de satisfação dos interesses coletivos, que conduz à outorga de prerrogativas e privilégios para a Administração Pública, quer para limitar o exercício dos direitos individuais em benefício do bem-estar coletivo (poder de polícia), quer para a prestação de serviços públicos.

     

    Para Celso Antônio Bandeira de Mello, o regime jurídico-administrativo é construído, fundamentalmente, em dois princípios básicos, dos quais os demais decorrem: o da supremacia do interesse público sobre o particular (prerrogativas) e o da indisponibilidade do interesse público (restrições).

  • É princípio basilar da administração pública, o princípio da legalidade, assim todo ato só poderá ser praticado se a lei o permitir.

  • Comentário:

    De fato o princípio da supremacia do interesse público é um dos pilares do regime jurídico administrativo, mas ele só autoriza a imposição de restrições de direitos, como no exercício do poder de polícia ou na intervenção administrativa, quando existir previsão legal.

    Gabarito: Errado

  • ERRADO

    A ADM só pode agir conforme a lei e nunca além dela.

  • O princípio da supremacia do interesse público, deve observar o princ da legalidade.

  • Quando não são impostas obrigações ou restrições aos administrados (Particular) , os atos da Administração Pública

    revestem-se de aspectos próprios do direito público, a exemplo da presunção de legitimidade.

    A imposição de restrições ao particular depende de previsão legal

  • mas, e as situações onde não há lei específicas e a situação é baseada nos costumes ?

  • O princípio da supremacia do interesse público sobre o interesse privado é um dos pilares do regime jurídico administrativo e autoriza a administração pública a impor, mesmo sem previsão no ordenamento jurídico, restrições aos direitos dos particulares em caso de conflito com os interesses de toda a coletividade.

    Esta é a regra.

    A exceção é que no caso de necessidade e urgência a Adm. poderá adotar medidas ainda que não previstas em lei sob o fundamento da supremacia do interesse público.

  • O erro está no trecho que diz o seguinte: "mesmo sem previsão no ordenamento jurídico" ?

  •  Restrições aos direitos dos particulares por meio de previsão legal, em caso de conflito com os interesses de toda a coletividade.

  • Vide o princípio da LEGALIDADE EM SENTIDO ESTRITO.

  • Eu pensei assim, se a administração só pode fazer o que está em lei, como iria impor restrições que não tivessem previsão legal?

    Administração só pode fazer o que está na lei e o Particular o que não é proibido.

  • As ações da administração pública tem que serem pautadas pela lei.

  • a Adm. não pode fazer nada que não esteja em prevista em Lei

  • Sem previsão no ordenamento jurídico???!

  • Cola em mim que tu brilha !!!

  • Se agisse de tal forma, estaria ferindo o princípio da LEGALIDADE.

  • Questão vincula Supremacia do Interesse Público e princípio da Legalidade.

    Nunca haverá supressão da legalidade.

    Adm Pública poderá impor restrições de direitos de particulares, desde que assegurada autorização (discricionário) ou determinação (vinculado) no ordenamento jurídico.

  • O princípio da supremacia do interesse público sobre o interesse privado .... mesmo sem previsão se tá dizendo que esse princípio vai agir sem previsão no ordenamento jurídico é porque tá dizendo que vai agir sem previsão em Lei e se agir sem previsão em Lei ele vai quebrar o princípio da LEGALIDADE. Errada

  • Realmente impõe, mas tem estar previsto, como as clausulas exorbitantes de um contrato administrativo.


ID
1176172
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Acerca do regime jurídico administrativo, julgue o  próximo  item.

Os atos administrativos praticados pelo Poder Legislativo e pelo Poder Judiciário submetem-se ao regime jurídico administrativo.

Alternativas
Comentários
  • resposta CERTO

    O Ato Administrativo é regido pelas mesmas leis indepedentemente do poder que o execute.


  • LEI Nº 9.784 , DE 29 DE JANEIRO DE 1999.

    Regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal.

      O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

    CAPÍTULO I
    DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

     Art. 1o Esta Lei estabelece normas básicas sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Federal direta e indireta, visando, em especial, à proteção dos direitos dos administrados e ao melhor cumprimento dos fins da Administração.

     § 1o Os preceitos desta Lei também se aplicam aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário da União, quando no desempenho de função administrativa.

  • O regime jurídico administrativo (Princípios da supremacia do interesse público e Indisponibilidade do interesse público) são basilares para todo ato administrativo de todos os poderes.

  • CERTO.

    LFG:

    Regime jurídico administrativo é o conjunto de regras e princípios que guardam entre si uma correlação lógica e regem a atividade administrativa.

    Expressão utilizada por Celso Antônio Bandeira de Mello, as pedras de toque referem-se a dois princípios basilares do Direito Administrativo, quais sejam:

    a) Princípio da supremacia do interesse público sobre o privado.

    b) Princípio da indisponibilidade do interesse público.


  • Alguém poderia explicar melhor essa questão?!

  • Débora, O regime jurídico administrativo consiste no conjunto de regras e princípios que estruturam o Direito Administrativo lhe conferindo autonomia enquanto um ramo autônomo da ciência jurídica. Ora, sabemos que no Direito Administrativo é um ramo do direito público, logo, sinônimo de regime jurídico administrativo. Tem algo mais aprofundado que achei no link http://ambitojuridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=9093&revista_caderno=4


    Espero ter ajudado.


    E VAMOS QUE VAMOS.

  • CERTO.

    Maria Sylvia Zanella Di Pietro ensina que “a expressão regime jurídico administrativo é reservada tão-somente para abranger o conjunto de traços, de conotações que tipificam o Direito Administrativo, colocando a Administração Pública numa posição privilegiada, vertical, na relação jurídico-administrativa. Basicamente pode-se dizer que o regime administrativo resume-se a duas palavras apenas: prerrogativas e sujeições”

  • CORRETO

    RJU = Supremacia do interesse público + Indisponibilidade do interesse público

  • Gabarito: CORRETO.

    No que diz respeito aos atos administrativos, todos os poderes devem observância ao regime jurídico administrativo, porém os atos típicos dos poderes Legislativo (atos legislativos) e Judiciário (atos jurisdicionais) não se submetem a tal regime.

  • 4.3. Controle dos atos administrativos

    Visando assegurar que a Administração Pública atue sempre em consonância com os princípios normativos que lhe são impostos, faz-se necessário que se sujeite ao controle por parte dos Poderes Legislativo e Judiciário, além de, ela própria, exercer controle sobre seus atos.

    Ressalte-se que todos os Poderes estão sujeitos ao mesmo controle, desde que os atos emanados deem-se no exercício de função tipicamente administrativa.


    http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=7576

  • essa questão se repete umas 4 vezes!

  • É o conjunto de leis e princípios regido pelo Direito Público aplicável aos órgãos, agentes e entidades que compõem a Administração Pública.

    Para Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo, o regime jurídico administrativo baseia-se na idéia de existência de poderes especiais passíveis de serem exercidos pela administração pública, contrabalançados pela imposição de restrições especiais à atuação da mesma administração, não existentes – nem nos poderes nem as restrições – nas relações típicas de direito privado.
    A doutrina majoritária indica que os deveres administrativos se originam das sujeições impostas à Administração Pública. O direito positivo não confere apenas poderes aos administradores públicos. Ao contrário, estabelece também certos deveres que devem ser por eles cumpridos para evitar sejam responsabilizados pelo descumprimento.
    FONTE:http://blog.iobconcursos.com/artigo-regime-juridico-administrativo-e-principios-da-administracao/ SCIENTIA SIT POTENTIA
  • Para complementar os comentários dos colegas, acrescento a distinção de ato formal e ato material. Parte da doutrina considera ato formal aquele editado com base na função típica ou atípica administrativa, sendo derrogações tanto do legislativo, quanto do judiciário como do administrativo dentro da seara administrativa. Já o ato material é ato administrativo expedido somente pelo executivo, pois representa ação da função típica. 

  • Via de regra, os atos administrativos dos três poderes(Legislativo,executivo e Judiciário )se submetem ao regime jurídico administrativo (Supremacia do interesse público),porém caso a questão falasse '' todos os atos'', aí estaria errada.Pois há casos em a Administração haje em igualdade com o setor privado(Nos contratos de locação,seguro,financiamento,emissão de cheques etc.)

  • Questões fáceis do CESPE, como essa, me dão medo! o.O

  • Gabarito CERTO

    A prática de atos administrativos pelos Poderes Legislativo e Judiciário presumem que estes estão na sua função atípica, que é a de administrar as suas instituições, desse modo, qualquer poder que estiver na função de Administração (P. Executivo), emanar ato administrativo, este estará submetido ao regime jurídico administrativo.

    Fonte: Direito administrativo descomplicado, com adaptações

    Bons Estudos

  • Acho que o examinador "esqueceu de inserir" no exercício da função atípica administrativa...

  • Os atos administrativos praticados pelos poderes Legislativo e Judiciário submetem-se ao regime jurídico administrativo (princípio da supremacia do interesse público e indisponibilidade do interesse público)

  • Depende, parece fácil, a priori, mas veja só:

    Pelo critério Subjetivo, Orgânico ou formal (que leva somente em consideração apenas o órgão que pratica o ato) o ato administrativo é o que ditam os órgão administrativos; ficando excluídos os atos provenientes dos órgãos legislativo e judicial, mesmo quando exercendo funções de caráter administrativo.

    Já pelo critério OBJETIVO, FUNCIONAL OU MATERIAL, aí assim, é ato administrativo aquele praticado no exercício concreto da função administrativa, seja ele editado pelos órgãos administrativos ou pelos órgãos judiciais e legislativos em suas funções atípicas.

    Veja questão similar do CESPE:

    Prova: CESPE - 2014 - TJ-SE - Titular de Serviços de Notas e de Registros - Provimento

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Atos administrativos;  Conceito e classificação dos atos administrativos ;  Teoria das nulidades;  Atributos do ato administrativo – presunção de legitimidade, imperatividade, autoexecutoriedade e tipicidade;  Requisitos do ato administrativo – competência, finalidade, forma, motivo e objeto;  Existência, Validade e Eficácia do Ato Administrativo; 

    Acerca dos atos administrativos, assinale a opção Correta:

    a) Pelo critério formal, são atos administrativos os editados pelos órgãos administrativos, excluindo-se dessa classificação todos os atos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário.  CORRETÍSSIMA!!

  • Os demais poderes (Legislativo e Judiciário) em suas funções atípicas  de administrar Estão sim submetidos ao Regime Administrativo.

  • QC está na hora de dar uma olhada nessas questões, pois, várias vezes a mesma se repete!

  • Quando se fala em regime jurídico administrativo, é necessário lembrar que este está atrelado ao Princípio da supremacia do interesse público sobre o privado, desta forma analisa-se por lógica de aplicação que este regime se estende aos demais poderes.

  • Quando se fala em regime jurídico administrativo, é necessário lembrar que este está atrelado ao Princípio da supremacia do interesse público sobre o privado, desta forma analisa-se por lógica de aplicação que este regime se estende aos demais poderes.

  • Os atos administrativos aplicam-se sob o regime jurídico administrativo, independente do Poder responsável por editá-los. Sendo assim, se fossem praticados pelos Poderes Legislativo e Executivo também se subordinariam ao regime jurídico administrativo.

  • Lei 9.784/99

    Art. 1º Esta Lei estabelece normas básicas sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Federal direta e indireta, visando, em especial, à proteção dos direitos dos administrados e ao melhor cumprimento dos fins da Administração.

    § 1º Os preceitos desta Lei também se aplicam aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário da União, quando no desempenho de função administrativa.


  • Não estou entendendo o porquê de algumas pessoas acharem a questão confusa. A lógica é simples: existem atos JUDICIAIS (praticados em razão da função típica o Poder Judiciário) e atos POLÍTICOS (função típica do Poder Legislativo). Já os atos ADMINISTRATIVOS praticados por estes dois Poderes correspondem ao exercício da função ATÍPICA dos mesmos, função esta que está submetida ao regime jurídico-administrativo.

    *Corrijam-me se eu cometi algum equívoco.
  • OS PODERES SÃO INDEPENDENTES E HARMÔNICOS ENTRE SI, OU SEJA, CADA UM DOS PODERES (exe.,jud.,leg.) EXERCE DE FORMA ATÍPICA AQUILO QUE É FORMA TÍPICA DOS DEMAIS. 



    EXECUTIVO

     - FORMATA TÍPICA: Garante fiel execução às leis, ou seja, aplica o direito.

     - FORMA ATÍPICA: Legisla (instrução normativa, decreto autônomo) e Julga (pad).



    LEGISLATIVO

     - FORMATA TÍPICA: Cria as leis, ou seja, produz o direito.

     - FORMA ATÍPICA: Administra (organização de mesa diretora) e Julga (crime de responsabilidade).




    JUDICIÁRIO

     - FORMATA TÍPICA: Julga os casos de lesão ou ameaça de lesão ás leis, ou seja, protege o direito.

     - FORMA ATÍPICA: Legisla (súmula vinculante) e Administra (regimento interno).






    Os atos administrativos praticados (ATIPICAMENTE) pelo Poder Legislativo e pelo Poder Judiciário submetem-se ao regime jurídico administrativo.





    GABARITO CERTO


    Espero que gostem do quadro! 

  • De acordo com a definição de ato administrativo da professora Di Pietro: "pode-se definir o ato administrativo como a declaração do Estado ou de quem o represente, que produz efeitos jurídicos imediatos, com observância da lei, sob regime jurídico de direito público e sujeita a controle pelo Poder Judiciário" (2009, p. 196) não podemos se esquecer de que, além do Poder Executivo, os órgãos que compõem o Poder Judiciário e o Legislativo também editam atos administrativos. Os atos administrativos dos três poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário) submetem-se ao regime jurídico administrativo (Supremacia do interesse público). Gabarito: correta

  • Lei9784 Art. 1o Esta Lei estabelece normas básicas sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Federal direta e indireta, visando, em especial, à proteção dos direitos dos administrados e ao melhor cumprimento dos fins da Administração.

     § 1o Os preceitos desta Lei também se aplicam aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário da União, quando no desempenho de função administrativa.

  • O lado bom da repetição é a fixação de conteúdo.

  • Lei9784 Art. 1o Esta Lei estabelece normas básicas sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Federal direta e indireta, visando, em especial, à proteção dos direitos dos administrados e ao melhor cumprimento dos fins da Administração.

     § 1o Os preceitos desta Lei também se aplicam aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário da União, quando no desempenho de função administrativa.

  • Muito bom ! Pedro Matos!

  • segundo Hely Lopes Meirelles, ato administrativo é “toda

    manifestação unilateral de vontade da Administração Pública que, agindo

    nessa qualidade, tenha por fim imediato adquirir, resguardar, transferir,

    modificar, extinguir e declarar direitos, ou impor obrigações aos

    administrados ou a si própria”.

    O que importa, agora, é que, justamente em decorrência dessa manifestação

    unilateral, os atos administrativos aplicam-se sob o regime jurídico

    administrativo, independente do Poder responsável por editá-los. Assim, os

    atos administrativos praticados pelos Poderes Legislativo e Judiciário

    também se subordinam ao regime jurídico administrativo.

    Gabarito: correto.

  • O legislativo também fiscaliza o Executivo - função típica



  • "Haje" foi terrível, colega. nossasinhora!

  • LEI Nº 9.784/99


     Art. 1o Esta Lei estabelece normas básicas sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Federal direta e indireta, visando, em especial, à proteção dos direitos dos administrados e ao melhor cumprimento dos fins da Administração.

     § 1o Os preceitos desta Lei também se aplicam aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário da União, quando no desempenho de função administrativa.


    Questão correta.

  • Regime jurídico administrativo - Coloca a administração em patamar superior ao particular, com finalidade de atingir o interesse coletivo.

     

    => Formado pelo princípio:

     

    *Supremacia do interesse público sobre o particular (prerrogativa)

    *Indisponibilidade do intesresse público (sujeição)

     

    Está presente não só na atuação do executivo, mas também do judiciário e legislativo.

     

    Gab.: Certo.

  • Embora os atos administrativos sejam os atos típicos do poder executivo no exercício de suas funções próprias, não se deve esquecer que os poderes judiciário e legislativo também editam atos administrativos, principalmente relacionados ao exercício de suas atividades de gestão interna, como atos relativos à contratação de seu pessoal, à aquisição de material de consumo etc.

  • O regime jurídico administrativo de que trata a questão é aquele que dá o respaldo para a prática da maioria dos atos da administração pública. Ora, o tanto o Poder Judiciário quanto o Poder Legistativo e, por óbvio, o Poder Executivo são considerados administração pública quando estão no exercício de sua função administrativa. Logo, tais atos se submetem ao regime jurídico administrativo ora citado.

     

    GABARITO: CERTO.

  • Lei 9784:

     

    Art. 1º Esta Lei estabelece normas básicas sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Federal direta e indireta, visando, em especial, à proteção dos direitos dos administrados e ao melhor cumprimento dos fins da Administração.

            § 1º Os preceitos desta Lei também se aplicam aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário da União, quando no desempenho de função administrativa.

     

    ---------------------------------------------------------------------------------------------------------

    Segundo Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino:

    "Embora os atos administrativos sejam os atos típicos do Poder Executivo no exercício de suas funções próprias, não se deve esquecer que os Poderes Judiciário e Legislativo também editam atos administrativos, principalmente relacionados ao exercício de suas atividade de gestão interna, como atos relativos à contratação de seu pessoal, à aquisição de material de consumo etc."

     

    CORRETA.

  • Comentário: segundo Hely Lopes Meirelles, ato administrativo é “toda manifestação unilateral de vontade da Administração Pública que, agindo nessa qualidade, tenha por fim imediato adquirir, resguardar, transferir, modificar, extinguir e declarar direitos, ou impor obrigações aos administrados ou a si própria”. Não nos cabe aprofundar este conceito nesta aula.


    O que importa, agora, é que, justamente em decorrência dessa manifestação unilateral, os atos administrativos aplicam-se sob o regime jurídico administrativo, independente do Poder responsável por editá-los. Assim, os atos administrativos praticados pelos Poderes Legislativo e Judiciário também se subordinam ao regime jurídico administrativo.


    Fonte: Prof. Herbert Almeida - Estratégia Concursos.

  • CERTA!
    Os atos administrativos aplicam-se sob o regime jurídico administrativo, independente do Poder responsável por editá-los. Assim, os atos administrativos praticados pelos Poderes Legislativo e Executivo também se subordinam ao regime jurídico administrativo.

  • Corretíssimo.

    Os atos administrativos aplicam-se sob o regime jurídico administrativo, independente do Poder responsável por editá-los.

    Assim, os atos administrativos praticados pelos Poderes Legislativo e Judiciário também se subordinam ao regime jurídico administrativo.

  • O que é o Regime Jurídico Administrativo?

    É o conjunto de normas e princípios de direito público que regulam a atuação da administração pública.

    Ora, é evidente que os atos praticados pelo Legislativo e Judiciário submetem-se a tal regime.

  • Certo.

    Exatamente. Não é só a Administração Pública (Executivo) que pratica atos administrativos, mas os demais poderes, ainda que no exercício de sua função atípica.
     

     

    Questão comentada pelo Prof. Diogo Surdi

  • Não é a função de ambos.

    Poréééém praticam de forma atípica funções administrativas

    looooogo, se sujeitam as regras do regime administrativo, quando praticados.

  • Ato jurídico é uma manifestação da vontade humana que produz efeitos jurídicos (não é pq é do Poder Judiciário que vai ser jurídico)

    Ato administrativo é toda manifestação unilateral de vontade da Administração Pública (em qualquer dos poderes). 

  • A questão deveria falar :"no exercício da função atipica." Mas, segue o jogo!
  • Apesar de ser uma exceção conferida aos poderes legislativo e judiciário, estes, quando da prática do atos administrativos, dentro da sua estrutura organizacional, devem observar requisitos de ordem pública, como o princípio da legalidade, dentre outros.

  • Atos Administrativos (Direito Público)              X            Atos DA Administração (Direito Privado)

    Regime Jurídico-Administr. (Dir. Público) X     Regime DA Administração (Direito Privado)

    Simples assim !

    Bons estudos.

  • Troquem "Regime Jurídico Administrativo" por "Administração Pública"... Verão que a questão estará certa.

  • GABARITO: CERTO

    Comentário: segundo Hely Lopes Meirelles, ato administrativo é “toda manifestação unilateral de vontade da Administração Pública que, agindo nessa qualidade, tenha por fim imediato adquirir, resguardar, transferir, modificar, extinguir e declarar direitos, ou impor obrigações aos administrados ou a si própria”. Não nos cabe aprofundar este conceito nesta aula.

    O que importa, agora, é que, justamente em decorrência dessa manifestação unilateral, os atos administrativos aplicam se sob o regime jurídico administrativo, independente do Poder responsável por editá-los. Assim, os atos administrativos praticados pelos Poderes Legislativo e Judiciário também se subordinam ao regime jurídico administrativo.

    ESTRATÉGIA CONCURSOS.

  • Os atos administrativos aplicam-se sob o regime jurídico administrativo, independente do Poder responsável por editá-los. Assim, os atos administrativos praticados pelos Poderes Legislativo e Executivo também se subordinam ao regime jurídico administrativo.


ID
1176175
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Acerca do regime jurídico administrativo, julgue o  próximo  item.

Em razão do princípio da legalidade, a administração pública está impedida de tomar decisões fundamentadas nos costumes.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA

    Diz-se fonte à origem, lugar de onde provém algo. No caso, de onde emanam as regras do Direito Administrativo.
    Quatro são as principais fontes:
    I – lei;
    II – jurisprudência;
    III – doutrina;
    IV – costumes.
    Como fonte primária, principal, tem-se a lei, em seu sentido genérico (“latu sensu”), que inclui, além da Constituição Federal, as leis ordinárias, complementares, delegadas, medidas provisórias, atos normativos com força de lei, e alguns decretos-lei ainda vigentes no país etc. Em geral, é ela abstrata e impessoal.
    Mais adiante, veremos o princípio da legalidade, de suma importância no Direito Administrativo, quando ficará bem claro por que a lei é sua fonte primordial.
    As outras três fontes são ditas secundárias.
    Chama-se jurisprudência o conjunto de decisões do Poder Judiciário na mesma linha, julgamentos no mesmo sentido. Então, pode-se tomar como parâmetro para decisões futuras, ainda que, em geral, essas decisões não obriguem a Administração quando não é parte na ação. Diz-se em geral, pois, na CF/88, há previsão de vinculação do Judiciário e do Executivo à decisão definitiva de mérito em Ação Declaratória de Constitucionalidade (art. 102, §2º).
    doutrina é a teoria desenvolvida pelos estudiosos do Direito, materializada em livros, artigos, pareceres, congressos etc. Assim, como a jurisprudência, a doutrina também é fonte secundária e influencia no surgimento de novas leis e na solução de dúvidas no cotidiano administrativo, além de complementar a legislação existente, que muitas vezes é falha e de difícil interpretação.
    Por fim, os costumes, que hoje em dia têm pouca utilidade prática, em face do citado princípio da legalidade, que exige obediência dos administradores aos comando legais. No entanto, em algumas situações concretas, os costumes da repartição podem influir de alguma forma nas ações estatais, inclusive ajudando a produção de novas normas. Diz-se costume à reiteração uniforme de determinado comportamento, que é visto como exigência legal.
    Fonte: http://www.algosobre.com.br/direito-administrativo/fontes-do-direito-administrativo.html

  • Assertiva ERRADA. 


    Os costumes são fonte do direito administrativo tanto quanto as leis e a doutrina, e podem ser tomados como base para a tomada de decisões, desde que isso não contrarie a legislação e os princípios.
  • ERRADO


    Fontes Imediatas >> CF/88 - Leis - Atos normativos
    Fontes Mediatas >> Doutrina - Jurisprudência - Costumes
    Ambas as fontes podem ser utilizadas 
  • A questão está errada, pois "Costumes" também é uma das fontes do direito Administrativo, vejam:

    Prova: CESPE - 2013 - MI - Assistente Técnico Administrativo

    Os costumes, a jurisprudência, a doutrina e a lei constituem as principais fontes do direito administrativo.

    GABARITO: CERTA.


  • A questão está errada, pois "Costumes" também é uma das fontes do direito Administrativo, vejam:

    Prova: CESPE - 2013 - MI - Assistente Técnico Administrativo

    Os costumes, a jurisprudência, a doutrina e a lei constituem as principais fontes do direito administrativo.

    GABARITO: CERTA.


  • Segundo Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo, os costumes sociais só têm importância como fonte quando de alguma forma influenciam a produção legislativa ou a jurisprudência, ou seja, menos que uma fonte secundária, são, quando muito, uma fonte indireta. Diferente é a situação dos costumes administrativos (praxe administrativa), isto é, as práticas reiteradamente observadas pelos agentes administrativos diante de determinada situação. A praxe administrativa, nos casos de lacuna normativa, funciona efetivamente como fonte secundária de direito administrativo, podendo mesmo gerar direitos para os administrados, em razão dos princípios da lealdade, da boa-fé, da moralidade administrativa, entre outros.

  • Mas e aquela história do direito admnistrativo só poder fazer o que a lei permite?


  • Essa questão é mais uma "pegadinha" da CESPE.
    Quando se fala em costumes, na questão, não fica evidenciado que tipo de costumes esta a se inferir, fica um termo vago; pois, existem os costumes sociais: "[...] só têm importância como fonte de direito administrativo quando de alguma forma influenciam a produção legislativa ou jurisprudencial, ou seja, eles podem, no máximo, ser considerados uma fonte indireta. Um pouco diferente é a situação dos costumes administrativos (praxe administrativa), isto é, as práticas reiteradamente observadas pelos agentes administrativos diante de determinada situação.A praxe administrativa, nos casos de lacuna normativa, funciona efetivamente como fonte secundária de direito administrativo, podendo mesmo gerar direitos para os administrados, em razão dos princípios de lealdade, da boa-fé, da moralidade administrativa, entre outros."


    P.S.: Observem que na questão não se fala em fontes do direito administrativo.

    Bons estudos!!

  • Os costumes, a jurisprudência, a doutrina e a lei constituem as principais fontes do Direito Administrativo.

    Portanto, a administração pública pode então tomar decisões fundamentadas nos costumes.

  • O gabarito definitivo desta questão é E, ou seja, este site está precisando de atualiização ;)

  • Jaqueline, os costumes são considerados válidos na perspectiva "secundum legem", ou seja, segundo a própria lei.

    Uma outra questão que reforça o entendimento da banca:

    (CESPE/MCT-FINEP/ANALISTA/2009) Os costumes e a praxe administrativa são fontes inorganizadas do Direito Administrativo que só indiretamente influenciam na produção do Direito Positivo. Gabarito: (C).

    Assim, os costumes são fontes não escritas e não organizadas. Costumes, na sociedade, e praxes, no interior da organização.

  • Os costumes, juntamente com as leis, jurisprudências e a doutrina, constituem as principais fontes do Direito Administrativo.

  • A doutrina administrativista aceita, amplamente, que os chamados costumes administrativos, também conhecidos como “praxe administrativa”, constituem fontes do Direito Administrativo. A passagem doutrinária a seguir selecionada, da obra de Marcelo Alexandrino e de Vicente Paulo, bem demonstra que, na ausência de previsão legal expressa, o comportamento reiterado dos agentes públicos, diante de situações concretas similares, ou mesmo idênticas, torna-se legítimo, podendo até mesmo fazer surgir direitos em favor dos particulares. Confira-se: “Um pouco diferente é a situação dos costumes administrativos (praxe administrativa), isto é, as práticas reiteradamente observadas pelos agentes administrativos diante de determinada situação. A praxe administrativa, nos casos de lacuna normativa, funciona efetivamente como fonte secundária de direito administrativo, podendo mesmo gerar direitos para os administrados, em razão dos princípios da lealdade, da boa-fé, da moralidade administrativa, entre outros.” (Direito Administrativo Descomplicado, 20 edição, 2012, p. 6). Adicione-se que o princípio da legalidade deve ser interpretado em sentido amplo, vale dizer, não apenas como um dever de agir segundo a letra fria das leis, mas também, na verdade, como a necessidade de que os agentes públicos observem o ordenamento jurídico como um todo, no que se incluem, é claro, a Constituição e as leis em geral, mas também os princípios (inclusive os implícitos) e os atos normativos infralegais (regulamentos). De tal maneira, se a atuação de um dado servidor, na ausência de regra legal expressa, estiver em consonância aos princípios administrativos, bem assim em sintonia com a denominada praxe administrativa, nenhuma violência haverá ao princípio da legalidade.

    Gabarito: Errado


  • Gabarito: errado.

    A administração pública pode adotar decisões fundamentadas nos costumes.

    "O direito administrativo tem sua formação norteada por quatro fontes principais: a lei, a jurisprudência, a doutrina e os costumes."

    "Os costumes sociais - conjunto de regras não escritas, porém observadas de modo uniforme pelo grupo social, que as considera obrigatórias - só têm importância como fonte do direito administrativo quando de alguma forma influenciam a produção legislativa ou a jurisprudência, ou seja, menos que uma fonte secundária, são, quando muito, uma fonte indireta. Um pouco diferente é a situação dos costumes administrativos (praxe administrativa), isto é, as práticas reiteradamente observadas pelos agentes administrativos diante de determinada situação. A praxe administrativa, nos casos de lacuna normativa, funciona efetivamente como fonte secundária de direito administrativo, podendo mesmo gerar direitos para os administrados, em razão dos princípios da lealdade, da boa-fé, da moralidade administrativa, entre outros."

    Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo - Direito Administrativo Descomplicado, 21ªed, pág. 5/6.

  • Fontes do direito administrativo: 

    Lei; 

    Jurisprudência; 

    Doutrina; 

    Costumes: 

  • Costume é uma fonte do Direito Administrativo.

    Portanto, em alguns casos, cabe a aplicação do costume quando não há lei que verse sobre o fato!


    O estudo tem suas raízes amargas, mas seus frutos são doces!!!!

  • Costume é fonte secundária do direito e poderá ser utilizada quando nenhuma das outras fontes primárias forem suficientes para resolver o caso em questão.

  • "Entendemos que o costume é fonte autônoma do Direito Administrativo.A releitura do princípio da legalidade, com a superação do positivismo, a textura aberta de algumas normas e a necessidade de consideração da realidade social na aplicação do Direito demonstram que os costumes devem ser considerados fontes do Direito Administrativo. Ex.: determinação do Chefe do Executivo para não cumprimento de lei que entender inconstitucional, mesmo ausente decisão definitiva do Poder Judiciário nesse sentido.(...). A jurisprudência e a doutrina majoritária têm reconhecido essa possibilidade, malgrado a inexistência de previsão normativa expressa". (Curso de Direito Administrativo, Rafael Oliveira, 2014, pág. 15).

  • Os Costumes não pode ser aplicado quando for contrário a lei.

  • A questão está errada, pois "Costumes" também é uma das fontes do direito Administrativo, vejam:

    Prova: CESPE - 2013 - MI - Assistente Técnico Administrativo

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Conceitos iniciais de Direito Administrativo - Histórico, Funções de Estado e Fontes; 

    Os costumes, a jurisprudência, a doutrina e a lei constituem as principais fontes do direito administrativo.

    GABARITO: CERTA.


  • A questão está errada, pois "Costumes" também é uma das fontes do direito Administrativo, vejam:

    Prova: CESPE - 2013 - MI - Assistente Técnico Administrativo

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Conceitos iniciais de Direito Administrativo - Histórico, Funções de Estado e Fontes

    Os costumes, a jurisprudência, a doutrina e a lei constituem as principais fontes do direito administrativo.

    GABARITO: CERTA.


  • Errado, pois os costumes, a jurisprudência, a doutrina e a lei constituem as principais fontes do Direito Administrativo.


    A Adm. Pública pode então tomar decisões fundamentadas nos costumes.

  • Errado, pois os costumes, a jurisprudência, a doutrina e a lei constituem as principais fontes do Direito Administrativo.

  • Márcio, cuidado.... olha essa questão do cespe:

    (Defensor Público/SE / Direito Administrativo – 2012 – Cespe) No que tange ao direito administrativo e ao controle da administração pública, assinale a opção correta.

    A) O direito administrativo no Brasil, além de estar codificado, possui como fontes a lei, a jurisprudência, a doutrina e os costumes.

    B) O recurso hierárquico impróprio é dirigido à autoridade pertencente a órgão estranho àquele de onde se tenha originado o ato impugnado.

    C) As constituições estaduais podem prever modalidades de controle administrativo exercido pelo Poder Legislativo sobre a administração pública diversas das constantes na CF.

    D) O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, deve ser exercido com o auxílio do TCU, não tendo eficácia de título executivo as decisões do tribunal de que resulte imputação de débito ou multa.

    E) Consoante a doutrina, o direito administrativo, cujo objeto se restringe às relações jurídicas de direito público, é um ramo do direito público.

    Gab: B

    Para mim, o erro está em dizer que está "impedida"

  • Errado.

    A administração Pública pode tomar decisões com base nos costumes, desde que estes não sejam contra legem.

  • Os atos discricionários são exemplos de que se podem ser usados costumes em determinadas decisões. 

    ex: exigi-se proporcionalidade entre os meios que a administração se utiliza para os fins que ela tem que alcançar. E essa proporcionalidade devem ser medidas não pelo critério do administrador, mas segundo padrões comuns da sociedade em que vive.

    FONTE: Maria Sylvia Zanela

  • “No Direito Administrativo, somente a lei constitui fonte primária na medida em que as demais fontes (secundárias) estão a ela subordinadas. Doutrina, jurisprudência e costumes são fontes secundárias.”

    Trecho de: Mazza, Alexandre. “Manual de Direito Administrativo - Completo Para Concursos- 4ª Ed. 2014.” iBooks. 

  • a administração pode fundamentar suas decisões baseada em um costume desde que a lei permita isso ao trazer enunciado aberto, nos casos de juízo de conveniência e oportunidade por exemplo.

    Exemplo: em uma situação específica - abrir uma banca de fruta pra vender em uma praça - o administrador pode fundamentar sua decisão de não conceder a autorização (instituto criado por lei) porque o costume do local é não permitir ter bancas de venda na praça, mas apenas eventos religiosos ou artisticos.  


  • A questão estaria errada se viesse mencionado "somente nos costumes". 

  • Em razão da legalidade não, e sim em razão da impessoalidade.

  • São fontes de direito administrativo:

    LEI;

    A DOUTRINA ;

    JURISPRUDÊNCIA;

    COSTUMES;

    PRINCÍPIOS GERAIS DO DIREITO.


    By Estratégia Concursos

  • Segundo MA e VP existe a diferenciação entre costumes sociais e costumes administrativos (praxe administrativa). "Os costumes administrativos são praticas reitreradamente observadas pelos agentes administrativos diante de determinada situação. A praxe administrativa, nos casos de lacuna normativa, funciona efetivamente como fonte secundaria de direito administrativo, podendo mesmo gerar direito para os administrados, em razão dos princípios da lealdade, boa-fé, moralidade administrativa, entre outros."

  • Tem-se neste caso um exemplo de princípio da juridicidade, onde, os agentes tem a obrigação de observar o cumprimento da lei em sentido restrito ( lei complementar e lei ordinária), como também outros instrumentos normativos, tais como: CF, Constituições estaduais e leis orgânicas, MP, costumes, princípios, tratados e convenções internacionais, atos administrativos normativos e decretos legislativos e resoluções. Vide Alexandre Mazza, p.102, 5ª edição.

  • Interessante, na questão Q392054 do mesmo certame foi invocado o art 5º (II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;) e nessa não foi abordado tal mandamento. 

    Como pode agora um costume (compreendo que ele é fonte para formação do ordenamento jurídico) obrigar a alguém fazer ou deixar de fazer quando não estiver expresso por lei

    É isso questão propõe ...  (Em razão do princípio da legalidade, a administração pública está impedida de tomar decisões fundamentadas nos costumes.) penso que está correto! 

    Se puderem "clarear" agradeço !

  • Acredito que talvez a Administração Pública, assim como o Poder Judiciário, tem como fundamento o artigo 4º da Lei de Introdução ao Código Civil:

    "Quando a lei for omissa, o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais de direito."

    Portanto, a questão está ERRADA.

    Caso eu esteja equivocado, sintam-se à vontade para fazer correções.

    Bons estudos

  • Me pergunto se os conceitos jurídicos indeterminados não entram aqui também. Estão previstos em lei, mas são indeterminados, e abrem margem para discricionariedade.

  • ''Em razão do princípio da legalidade, a administração pública está impedida de tomar decisões fundamentadas nos costumes.''

    Questão errada.

    Veja que nos casos onde a lei e regulamentos são omissos ou falhos, há margem para interpretação por outras fontes do direito. Pode-se utilizar as entre elas a analogia, os costumes e princípios gerais do direito. Existe até um texto no Código Civil que baseia esse entendimento:

    Art. 4Quando a lei for omissa, o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais de direito. (Código Civil)

  • Questão níver super hard!!! mas sim, a questão está Correta, a administração pode sim tomar decisões a partir de costumes com o fim de alcançar maior eficácia dos atos...

  • Costume é fonte de Direito. Logo a questão está ERRADA . 

  • Fontes do regime jurídico administrativo: 

    Lei, Jurisprudência, doutrina e costumes.

  • Segundo o que dispõe a doutrina majoritária, e o entendimento nos diversos julgados do STF, o impedimento absoluto de agir baseado nos costumes é no mínimo incabível. Por quê?

    A fonte é o nascedouro do direito, e  no Direito Administrativo temos como uma das fontes os costumes (fonte secundária). 

    Na teoria do Estado, no que concerne a formação, e constituição do Estado, vemos que o Povo( e seus costumes) é um dos elementos indissociáveis na composição do Estado. Não é qualquer costume que deve ser considerado no momento em que a Administração Pública executa algum ato. Mas são considerados os costumes fundamentados nos princípios da supremacia do interesse público, e indisponibilidade do interesse coletivo, os quais balizam as fontes na formação e aplicação do Direito Administrativo. Ainda que a fonte primária seja insuficiente para para satisfazer determinado interesse, o costume como fonte secundária poderá no caso aplicado em concreto suprir a ausência da Lei.

  • Na ausência de previsão legal expressa, o comportamento reiterado dos agentes públicos, diante de situações concretas similares, ou mesmo idênticas, torna-se legítimo, podendo até mesmo fazer surgir direitos em favor dos particulares.w

  • FONTES DO DIREITO ADMINISTRATIVO:

    1)LEI

    2) JURISPRUDÊNCIA

    3) DOUTRINA

    4) COSTUMES

  • Costumes são fontes do direito.

    Portanto, errada a questão.


  • Conforme sedimentado ensinamento doutrinário, os costumes incluem-se, sim, dentre as fontes do Direito Administrativo, mais precisamente no que se refere à chamada praxe administrativa, ou seja, um conjunto de práticas reiteradas, porém não escritas, adotadas pelos agentes administrativos, em relação às quais, justamente em vista de sua repetição no tempo, passa a existir, para os particulares, legítima expectativa de que tais comportamentos sejam adotados, o que encontra fundamento no denominado princípio da proteção à confiança legítima.

      Nessa linha, as decisões administrativas tomadas com apoio na praxe administrativa revelam-se válidas, não havendo, em tal situação, agressão ao princípio da legalidade.

      A propósito, ensinam Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo: "Um pouco diferente é a situação dos costumes administrativos (praxe administrativa), isto é, as práticas reiteradamente observadas pelos agentes administrativos diante de determinada situação. A praxe administrativa, nos casos de lacuna normativa, funciona efetivamente como fonte secundária de direito administrativo, podendo mesmo gerar direitos para os administrados, em razão dos princípios da lealdade, da boa-fé, da moralidade administrativa, entre outros." (Direito Administrativo Descomplicado, 20ª edição, 2012, p. 6)

      Note-se que os referidos autores admitem, expressamente, que os costumes administrativos sejam utilizados nas situações de "lacuna normativa", o que é bem diferente de aceitar que os costumes contrariem expresso texto de lei. Nesta última hipótese haveria, aí sim, evidente violação ao princípio da legalidade.

      Resposta: ERRADO 
  • No Direito Administrativo, somente a lei constitui fonte primária na medida em que as demais fontes (secundárias) estão a ela subordinadas: doutrina, jurisprudência e costumes.

    Os costumes são práticas reiteradas da autoridade administrativa capazes de estabelecer padrões obrigatórios de comportamento. Ao serem repetidos constantemente, criam o hábito de os administrados esperarem aquele modo de agir, causando incerteza e instabilidade social sua repentina alteração. É nesse sentido que os costumes constituem fontes secundárias do Direito Administrativo.

    Importante relembrar que os costumes não têm força jurídica igual à da lei, razão pela qual só podem ser considerados vigentes e exigíveis quando não contrariarem nenhuma regra ou princípio estabelecido na legislação. Portanto, costumes contra legem não se revestem de obrigatoriedade. 
    _______________ 
    MAZZA, Alexandre. Manual de Direito Administrativo. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.

  • A administração Pública pode tomar decisões com base nos costumes, desde que estes não sejamcontra legem. 

  • ERRADO


    Fontes secundárias:

    Jurisprudência

    Doutrina

    Costumes

    Lei


  • ERRADO

    Macete Pif Paf para não esquecer mais:

    LEDOJUC - LE(leis)DO(doutrina)JU(jurisprudência)C(costumes)

  • Devemos observar que também é fonte do Direito
    Administrativo o costume. Assim, não viola o princípio da legalidade
    tomar decisões com base no costume. Contudo, ressalte-se que o
    costume não poderá ser contrário à lei (contra legem), nem afastá-la
    (praeter legem).


    Gabarito: Errado.

  • Gab Errado.

    Ora mais veja, se os costumes são fontes do direito administrativo, logo pode ser tomada decisão baseada nessa fonte.

  • Os costumes administrativos (ou praxe administrativa) consistem na prática que ocorre de forma repetitiva na administração pública e é vista como obrigação legal. 

    A aplicação dos costumes como fonte do direito administrativo é caso de exceção. Eles só podem ser aplicados em casos concretos e quando existir deficiência na legislação.

    DICA: Atenção! Não confunda a costumes administrativos (praxe adminsitrativa) com os costumes socias! A fonte do Direito Administrativo são Costumes Administrativos.

  • São fontes do direito administrativo a lei, a jurisprudência, a doutrina e os costumes (praxe administrativa).

  • Questão Cespe 
    Acerca do regime jurídico administrativo, julgue os próximos itens.Em razão do princípio da legalidade, a administração pública está impedida de tomar decisões fundamentadas nos costumes. (Errado)

  • Importante relembrar que os costumes não têm força jurídica igual à da lei, razão pela qual só podem ser considerados vigentes e exigíveis quando não contrariarem nenhuma regra ou princípio estabelecido na legislação. Costumes contra legem não se revestem de obrigatoriedade.

  • Se o costume está dentro da lei, pode sim!

    gab. errado

  • O costume é uma das fontes do Direito Administrativo, chamada também de praxe administrativa. 

  • Princípio da Legalidade:LEDOJUC

    LEi

    DOutrina

    JUrisprudência

    Costumes

    Com FÉ em Deus chegamos LÁ!!!

  • fontes do direito:

    1) Lei
    2) Doutrina
    3) Jurisprudência
    4) Costumes
    5) Outras fontes de direito

  • Lembre-se que o costume não é a principal fonte do direito administrativo mas é uma das fontes. 

  • O Costume é considerado fonte do direito, e portanto, não havendo lei (lacuna legislativa) poderar-se-á usar dos costumes...

  • Claro. Ora, olha o tamanho do país, cada lugar tem comportamentos diferentes em determinadas situações...

  • Os COSTUME SOCIAIS- conjunto de regras não escritas, porém observadas de modo uniforme pelo grupo social, que as considera obrigatórias- só têm importância como fonte de direito administrativo quando de alguma forme influenciam a produção legislativa ou a jurisprudência, ou seja, eles podem, no máximo, ser considerados uma fonte INDIRETA.

  • Os costumes preservam-se como fonte do Direito Administrativo e podem servir de base para a tomada de decisão, desde que
    não ocorra contra a lei.
    GAB: ERRADO!!!

     

  • quando no enunciado do princípio da legalidade diz-se o termo LEI deve ser entendido como termos gerais, qualquer norma que imponha determinada conduta da administração pública.

  • Pessoal, pelo princípio da legalidade a adm. só poderá realizar atos que estejam de acordo com a lei. Entendo que os costumes são fontes do direito adm, mas a questão foi enfática no princípio da legalidade. Vcs não acham?

  • Errado. 

    Os costumes é uma fonte secundária da Administração Pública. 

  • Autor: Rafael Pereira , Juiz Federal - TRF da 2ª Região

    Conforme sedimentado ensinamento doutrinário, os costumes incluem-se, sim, dentre as fontes do Direito Administrativo, mais precisamente no que se refere à chamada praxe administrativa, ou seja, um conjunto de práticas reiteradas, porém não escritas, adotadas pelos agentes administrativos, em relação às quais, justamente em vista de sua repetição no tempo, passa a existir, para os particulares, legítima expectativa de que tais comportamentos sejam adotados, o que encontra fundamento no denominado princípio da proteção à confiança legítima. 

      Nessa linha, as decisões administrativas tomadas com apoio na praxe administrativa revelam-se válidas, não havendo, em tal situação, agressão ao princípio da legalidade. 

      A propósito, ensinam Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo: "Um pouco diferente é a situação dos costumes administrativos (praxe administrativa), isto é, as práticas reiteradamente observadas pelos agentes administrativos diante de determinada situação. A praxe administrativa, nos casos de lacuna normativa, funciona efetivamente como fonte secundária de direito administrativo, podendo mesmo gerar direitos para os administrados, em razão dos princípios da lealdade, da boa-fé, da moralidade administrativa, entre outros." (Direito Administrativo Descomplicado, 20ª edição, 2012, p. 6) 

      Note-se que os referidos autores admitem, expressamente, que os costumes administrativos sejam utilizados nas situações de "lacuna normativa", o que é bem diferente de aceitar que os costumes contrariem expresso texto de lei. Nesta última hipótese haveria, aí sim, evidente violação ao princípio da legalidade.

      Resposta: ERRADO 

  • (...) a doutrina assevera que os costumes podem ser utilizados quando houver deficiência legislativa, suprindo, assim, o texto legal.

    Apesar de representar uma situação um tanto estranha, uma vez que a atuação da Administração só deve ocorrer quando existir lei, a doutrina entende que a adoção reiterada de determinadas condutas administrativas passa a constituir a moral administrativa. Com isso, os administrados passam a considerar a atuação da Administração como legal (sentimento de obrigatoriedade) e, assim, não podem ser prejudicados por eventual mudança de conduta.

     

    FONTE: ESTRATÉGIA

  • Comentário: os costumes são fontes do Direito Administrativo e, portanto, podem ser utilizados para pautar a atuação administrativa. Devemos saber, todavia, que o uso dos costumes encontra-se bastante esvaziado em decorrência do princípio da legalidade. Ainda assim, a doutrina assevera que os costumes podem ser utilizados quando houver deficiência legislativa, suprindo, assim, o texto legal.


    Apesar de representar uma situação um tanto estranha, uma vez que a atuação da Administração só deve ocorrer quando existir lei, a doutrina entende que a adoção reiterada de determinadas condutas administrativas passa a constituir a moral administrativa. Com isso, os administrados passam a considerar a atuação da Administração como legal (sentimento de obrigatoriedade) e, assim, não podem ser prejudicados por eventual mudança de conduta.


    Por isso mesmo que os costumes preservam-se como fonte do Direito Administrativo e podem servir de base para a tomada de decisão, desde que não ocorra contra a lei.


    Prof. Herbert Almeida - Estratégia Concursos

  • Costumes, Jurisprudencia e doutrina são fontes secundarias do Direito Administrativo. Assim sendo, o administrador pode se embasar neles para sua toamada de decisão desde que a lei não seja contraria.

    Ex: a fila é um costume e o gestor de um setor pode determinar que o atendimento ao publico vai seguir determinada fila conforme ordem de chegada a todas as pessoas. Porem há a lei que determina a prioridade a idosos e pessoas com necessidades especiais nos atendimentos ao publico. sendo assim a fila deve prever a prioridade das pessoas com tal direito.

     

  • Os costumes são fontes secundárias de direito administrativo que poderão ser utilizadas, caso não sejam contrárias às fontes primárias (leis).
  • Mas se eles estiverem contra a lei a a adm estária impedida de tomar decisões.

  • Para mim questão CORRETA, pois quando ela fala " Em razão do princípio da legalidade " significa a completa submissão dos atos da Administração Pública às leis. Ou seja, a Administração Pública só pode fazer aquilo que a lei determinar sendo a Administração Pública impedida de tomar decisões fundamentadas nos costumes.

  • Bloco da legalidade: costumes, leis, princípios...

    Mazza.

  • Costume é uma fonte do Direito Administrativo.

  • ERRADA.

    Observância dos costumes administrativos: a validade da conduta administrativa se vincula à observância dos costumes administrativos, ou seja, às regras que surgem informalmente no quotidiano administrativo a partir de determinadas condutas da Administração. Assim, desde que não infrinja alguma lei, as práticas administrativas realizadas reiteradamente, devem vincular a Administração, uma vez que causam no administrado um aspecto de legalidade.

  • Negativo, os costumes relacionam-se a deficiência da legislação.

  • ERRADO

     

    "Em razão do princípio da legalidade, a administração pública está impedida de tomar decisões fundamentadas nos costumes."

     

    Os COSTUMES também são FONTES DO DIREITO ADMINISTRATIVO

  • Não há dúvida: os costumes são fontes de direito.O problema da questão está em dizer "em razão do princípio da legalidade"... levando em consideração esse vies a questão esta correta, pois a legalidade permite a  AdM fazer apenas o que está na lei concordo com o colega Diego Garcia. A questão desprivilegiou quem levou interpretação para a questão. O pior de tudo que a CESPE sempre faz esse tipo de questão para vc analisar a partir de um vies que normalmente não é o aplicado no Brasil e agora faz o contrário...assim fica dificil cespe segue um padrão que tá ossoooo

  • SOMENTE ESTARÁ IMPEDIDA DE TOMAR DECISÕES FUNDAMENTADAS NOS COMSTUMES CONTRA LEGEM (Costume contrastante com a lei).

  • COSTUME é fonte do direito adminsitrativo, quando houver lacunas na lei, este expediente podera ser utilizado.
  • Minha contribuição.

    As fontes do Direito Administrativo podem ser primárias ou secundárias. Apenas a Lei é fonte primária.

    Fontes do Direito Administrativo:

    => Lei

    => Jurisprudência

    => Doutrina

    => Costumes

    Abraço!!!

  • Comentário:

    O quesito está errado. Vimos que os costumes são fontes do Direito Administrativo e, portanto, podem ser utilizados para pautar a atuação administrativa. Devemos saber, todavia, que o uso dos costumes encontra-se bastante esvaziado em decorrência do princípio da legalidade. Ainda assim, a doutrina assevera que os costumes podem ser utilizados quando houver deficiência legislativa, suprindo, assim, o texto legal. Apesar de representar uma situação um tanto estranha, uma vez que a atuação da Administração só deve ocorrer quando existir lei, a doutrina entende que a adoção reiterada de determinadas condutas administrativas passa a constituir a praxe administrativa. Com isso, os administrados passam a considerar a atuação da Administração como legal (sentimento de obrigatoriedade) e, assim, não podem ser prejudicados por eventual mudança de conduta. Por isso é que os costumes preservam-se como fonte do Direito e podem servir de base para a tomada de decisão, desde que não ocorra contra a lei.

    Gabarito: Errado

  • Os COSTUMES são FONTES DO DIREITO ADMINISTRATIVO!

  • Questão ERRADA

    A Legalidade está diretamente relacionada com a obediência da LEI, e o princípio da Jurisdicidade ( implícito) está relacionado à lei,normas e decretos

  • São fontes do Direito Administrativo:

    Lei em sentido amplo

    Doutrina

    Jurisprudência

    COSTUMES.

    Portanto, questão errada.

  • o erro da questão está no fato do costume ser uma das fontes do Dto Adm.

  • Os costumes também são considerados fontes do Direito Administrativo. Podem, dessa forma, ser utilizados em determinadas situações como fundamento para a tomada de decisões em dado sentido.

  • LEGALIDADE

    vs

    RESERVA LEGAL...

  • GABARITO: ERRADO

    ACRESCENTANDO:

    Diz-se fonte à origem, lugar de onde provém algo. No caso, de onde emanam as regras do Direito Administrativo.
    Quatro são as principais fontes:
    I – lei;
    II – jurisprudência;
    III – doutrina;
    IV – costumes.
    Como fonte primária, principal, tem-se a lei, em seu sentido genérico (“latu sensu”), que inclui, além da Constituição Federal, as leis ordinárias, complementares, delegadas, medidas provisórias, atos normativos com força de lei, e alguns decretos-lei ainda vigentes no país etc. Em geral, é ela abstrata e impessoal.
    Mais adiante, veremos o princípio da legalidade, de suma importância no Direito Administrativo, quando ficará bem claro por que a lei é sua fonte primordial.
    As outras três fontes são ditas secundárias.
    Chama-se jurisprudência o conjunto de decisões do Poder Judiciário na mesma linha, julgamentos no mesmo sentido. Então, pode-se tomar como parâmetro para decisões futuras, ainda que, em geral, essas decisões não obriguem a Administração quando não é parte na ação. Diz-se em geral, pois, na CF/88, há previsão de vinculação do Judiciário e do Executivo à decisão definitiva de mérito em Ação Declaratória de Constitucionalidade (art. 102, §2º).
    doutrina é a teoria desenvolvida pelos estudiosos do Direito, materializada em livros, artigos, pareceres, congressos etc. Assim, como a jurisprudência, a doutrina também é fonte secundária e influencia no surgimento de novas leis e na solução de dúvidas no cotidiano administrativo, além de complementar a legislação existente, que muitas vezes é falha e de difícil interpretação.
    Por fim, os costumes, que hoje em dia têm pouca utilidade prática, em face do citado princípio da legalidade, que exige obediência dos administradores aos comando legais. No entanto, em algumas situações concretas, os costumes da repartição podem influir de alguma forma nas ações estatais, inclusive ajudando a produção de novas normas. Diz-se costume à reiteração uniforme de determinado comportamento, que é visto como exigência legal.
    FONTE: http://www.algosobre.com.br/direito-administrativo/fontes-do-direito-administrativo.html

  • Os costumes são fontes secundárias.

  • Errado.

    Os costumes também são fontes do Direito Administrativos, porém são fontes secundárias. Já a Lei é fonte primária.

    (2013/CESPE/ MI/Assistente) Os costumes, a jurisprudência, a doutrina e a lei constituem as principais fontes do direito administrativo. C

    (2018/CESPE/SEFAZ-RS/Técnico) O direito administrativo é formado por muitos conceitos, princípios, elementos, fontes e poderes. As principais fontes formais do direito administrativo, segundo a doutrina majoritária, são a Constituição, a lei e os atos normativos da administração pública. C

  •  O quesito está errado. Vimos que os costumes são fontes do Direito Administrativo e, portanto, podem ser utilizados para pautar a atuação administrativa. Devemos saber, todavia, que o uso dos costumes encontra-se bastante esvaziado em decorrência do princípio da legalidade. Ainda assim, a doutrina assevera que os costumes podem ser utilizados quando houver deficiência legislativa, suprindo, assim, o texto legal. Apesar de representar uma situação um tanto estranha, uma vez que a atuação da Administração só deve ocorrer quando existir lei, a doutrina entende que a adoção reiterada de determinadas condutas administrativas passa a constituir a praxe administrativa. Com isso, os administrados passam a considerar a atuação da Administração como legal (sentimento de obrigatoriedade) e, assim, não podem ser prejudicados por eventual mudança de conduta. Por isso é que os costumes preservam-se como fonte do Direito e podem servir de base para a tomada de decisão, desde que não ocorra contra a lei.

     Erick Alves | Direção Concursos 


ID
1176181
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Suponha que um servidor público fiscal de obras do DF, no intuito de prejudicar o governo, tenha determinado o embargo de uma obra de canalização de águas pluviais, sem que houvesse nenhuma irregularidade. Em razão da paralisação, houve atraso na conclusão da obra, o que causou muitos prejuízos à população. Com base nessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.

A ausência de advogado para auxiliar o servidor em sua defesa não é causa de nulidade do processo administrativo disciplinar.

Alternativas
Comentários
  • CERTA

    Súmula Vinculante nº 5: STF decide que não é obrigatória defesa elaborada por advogado em processo administrativo disciplinar

    Por votação unânime, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF)  aprovou, em sua sessão desta quarta-feira (07), sua 5ª Súmula Vinculante para estabelecer que, em processo administrativo-disciplinar (PAD), é dispensável a defesa técnica por advogado. A redação desta súmula  é a seguinte: “A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição”.

  • Lei 9784/99

    Art. 3o O administrado tem os seguintes direitos perante a Administração, sem prejuízo de outros que lhe sejam assegurados:

     IV - fazer-se assistir, facultativamente, por advogado, salvo quando obrigatória a representação, por força de lei.
  • A questão está correta, omo já foi dito não é obrigatório a participação de advogado no processo administrativo, vejam numa outra questão:

    Prova: CESPE - 2009 - AGU - Advogado

    Segundo o STF, a falta de defesa técnica por advogado, no âmbito de processo administrativo disciplinar, não ofende a CF. Da mesma forma, não há ilegalidade na ampliação da acusação a servidor público, se, durante o processo administrativo, forem apurados fatos novos que constituam infração disciplinar, desde que rigorosamente observados os princípios do contraditório e da ampla defesa. O referido tribunal entende, também, que a autoridade julgadora não está vinculada às conclusões da comissão de processo administrativo disciplinar.

    GABARITO: CERTA.

  • CERTO.

    SÚMULA VINCULANTE 5 (STF):

    A FALTA DE DEFESA TÉCNICA POR ADVOGADO NO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR NÃO OFENDE A CONSTITUIÇÃO.

  • Correto, além da súmula citada pelo colega, há na lei 9784/99 o princípio implícito da INFORMALIDADE.

  • Assertiva CORRETA. 


    Complementando o que a questão disse: em casos onde, por lei, é necessário a presença de advogado, a ausência deste pode causar nulidade.
  • LEI Nº 9.784 , DE 29 DE JANEIRO DE 1999.

    Regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal.

           

    Art. 3o O administrado tem os seguintes direitos perante a Administração, sem prejuízo de outros que lhe sejam assegurados:

      I - ser tratado com respeito pelas autoridades e servidores, que deverão facilitar o exercício de seus direitos e o cumprimento de suas obrigações;

      II - ter ciência da tramitação dos processos administrativos em que tenha a condição de interessado, ter vista dos autos, obter cópias de documentos neles contidos e conhecer as decisões proferidas;

      III - formular alegações e apresentar documentos antes da decisão, os quais serão objeto de consideração pelo órgão competente;

      IV - fazer-se assistir, facultativamente, por advogado, salvo quando obrigatória a representação, por força de lei.

  • Gabarito: certo.

    Súmula Vinculante 5 (STF, óbvio): "A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição."

    O Supremo Tribunal Federal entende que: "Ora, se devidamente garantido o direito (i) à informação, (ii) à manifestação e (iii) à consideração dos argumentos manifestados, a ampla defesa foi exercida em sua plenitude, inexistindo ofensa ao art. 5º, LV, da Constituição Federal." (RE 434.059, julgamento em 7.5.2008)

  • Gabarito CERTO


    SÚMULA VINCULANTE Nº 5 A FALTA DE DEFESA TÉCNICA POR ADVOGADO NO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR NÃO OFENDE A CONSTITUIÇÃO.

    bons estudos

  • É o que menciona a Súmula Vinculante Numero 5: "A falta de defesa técnica por advogado, no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição."

  • STF: A falta de defesa técinca por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição.

  • Gabarito CERTO

    SÚMULA VINCULANTE 5

    A FALTA DE DEFESA TÉCNICA POR ADVOGADO NO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR NÃO OFENDE A CONSTITUIÇÃO.

    Bons estudos

  • Questão correta, outra ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2009 - AGU - Advogado Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Princípios da Administração Pública; Regime jurídico administrativo; 

    Segundo o STF, a falta de defesa técnica por advogado, no âmbito de processo administrativo disciplinar, não ofende a CF. Da mesma forma, não há ilegalidade na ampliação da acusação a servidor público, se, durante o processo administrativo, forem apurados fatos novos que constituam infração disciplinar, desde que rigorosamente observados os princípios do contraditório e da ampla defesa. O referido tribunal entende, também, que a autoridade julgadora não está vinculada às conclusões da comissão de processo administrativo disciplinar.

    GABARITO: CERTA.


  • no PAD não é necessario a presença de advogado. A autoridade instauradora do processe indicará um servidor como defensor dativo.

    Art 164, §2

  • Súmula Vinculante nº 5, STF: A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição.

  • Em razão da SV 5 do STF a falta de defesa técnica por advogado no PAD não ofende a CF88. A autoridade instauradora do PAD em caso da ausência citada poderá indicar um servidor para atuar como defensor dativo.

    Gabarito: CERTO

    bons estudos

  • Certo, já que a Súmula Vinculante 5 diz que 

    A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição.

  • SÚMULA VINCULANTE Nº 5STF
    A FALTA DE DEFESA TÉCNICA POR ADVOGADO NO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR NÃO OFENDE A CONSTITUIÇÃO.
    Gab: Correto

  • SÚMULA VINCULANTE Nº 5STF
    A FALTA DE DEFESA TÉCNICA POR ADVOGADO NO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR NÃO OFENDE A CONSTITUIÇÃO.
    Gab: Correto

  • NO PAD - NÃO PEDE ADVOGADO

     

    ENTENDEU O TROCADILHO? NO PAD - NÃO PEDE

     

    FICA A DICA PRA LEMBRAR!

  • CERTO

     

    O servidor investigado em PAD pode exercer a autodefesa.

     

    É garantida a ampla defesa e o contraditório ao investigado em processo administrativo disciplinar, porém, dispensada a presença de defesa técnica, advogado.

  • "A ausência de advogado para auxiliar o servidor em sua defesa não é causa de nulidade do processo administrativo disciplinar. "

     

    Só li o excerto acima, suficiente para matar a questão.

  • Minha contribuição.

    Súmula Vinculante n°05 STF: A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição.

    Abraço!!!

  • Suponha que um servidor público fiscal de obras do DF, no intuito de prejudicar o governo, tenha determinado o embargo de uma obra de canalização de águas pluviais, sem que houvesse nenhuma irregularidade. Em razão da paralisação, houve atraso na conclusão da obra, o que causou muitos prejuízos à população. Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que: 

    A ausência de advogado para auxiliar o servidor em sua defesa não é causa de nulidade do processo administrativo disciplinar. Vide a SÚMULA VINCULANTE Nº 5 do STF, na qual diz que:  a falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a constituição.

  • CERTO

    O servidor não precisa de advogado para defender-se em processo administrativo disciplinar. Assim, poderá exercer a sua defesa pessoalmente, ou por procurador (advogado ou não).

    Súmula Vinculante nº 5: “A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição”.

    Fonte: Prof. Herbert Almeida-Lei 8.112/90 – Atualizada e Esquematizada


ID
1176199
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Com relação ao regime diferenciado de contratações e à disciplina legal sobre o pregão, julgue o  item subsequente.

Afora a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o regime diferenciado de contratações aplica-se a obras e a serviços voltados à construção, à ampliação e à reforma de estabelecimentos penais e de unidades de atendimento socioeducativo, entre outras.

Alternativas
Comentários
  • CERTA, SEGUNDO LEI Nº 12.462, DE 4 DE AGOSTO DE 2011.

    Art. 1o  É instituído o Regime Diferenciadode Contratações Públicas (RDC), aplicável exclusivamente às licitações econtratos necessários à realização:

    I- dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, constantes da Carteira deProjetos Olímpicos a ser definida pela Autoridade Pública Olímpica (APO); e

    II- da Copa das Confederações da Federação Internacional de Futebol Associação -Fifa 2013 e da Copa do Mundo Fifa 2014, definidos pelo Grupo Executivo - Gecopa2014 do Comitê Gestor instituído para definir, aprovar e supervisionar as ações previstas no Plano Estratégico das Ações do Governo Brasileiro para a realização da Copa do Mundo Fifa 2014 - CGCOPA 2014, restringindo-se, no caso de obras públicas, às constantes da matriz de responsabilidades celebrada entre a União, Estados, Distrito Federal e Municípios;

    III- de obras de infraestrutura e de contratação de serviços para os aeroportos das capitais dos Estados da Federação distantes até 350 km (trezentos e cinquenta quilômetros) das cidades sedes dos mundiais referidos nos incisos I e II.

    IV - das ações integrantes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)

    V - das obras e serviços de engenharia no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.  

    VI - das obras e serviços de engenharia para construção, ampliação e reforma de estabelecimentos penais e unidades de atendimento socioeducativo. 

  • CERTA, SEGUNDO LEI Nº 12.462, DE 4 DE AGOSTO DE 2011.

    Art. 1o  É instituído o Regime Diferenciadode Contratações Públicas (RDC), aplicável exclusivamente às licitações econtratos necessários à realização:

    I- dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, constantes da Carteira deProjetos Olímpicos a ser definida pela Autoridade Pública Olímpica (APO); e

    II- da Copa das Confederações da Federação Internacional de Futebol Associação -Fifa 2013 e da Copa do Mundo Fifa 2014, definidos pelo Grupo Executivo - Gecopa2014 do Comitê Gestor instituído para definir, aprovar e supervisionar as ações previstas no Plano Estratégico das Ações do Governo Brasileiro para a realização da Copa do Mundo Fifa 2014 - CGCOPA 2014, restringindo-se, no caso de obras públicas, às constantes da matriz de responsabilidades celebrada entre a União, Estados, Distrito Federal e Municípios;

    III- de obras de infraestrutura e de contratação de serviços para os aeroportos das capitais dos Estados da Federação distantes até 350 km (trezentos e cinquenta quilômetros) das cidades sedes dos mundiais referidos nos incisos I e II.

    IV - das ações integrantes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)

    V - das obras e serviços de engenharia no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.  

    VI - das obras e serviços de engenharia para construção, ampliação e reforma de estabelecimentos penais e unidades de atendimento socioeducativo. 


  • Guerreiros, complementando o ótimo comentário da colega, segundo a Lei 12.462/2011, em seu art. 1º, ''§ 3o  Além das hipóteses previstas no caput, o RDC também é aplicável às licitações e contratos necessários à realização de obras e serviços de engenharia no âmbito dos sistemas públicos de ensino.''

    Ou seja, além das hipóteses já elencadas pela colega, também existe a hipótese de ''obras e serviços de engenharia no âmbito dos sistemas públicos de ensino, às quais será aplicada o RDC.

    Bons estudos!

  • O RDC foi instituído pela Lei nº 12.462/2011 e regulamentado pelo Decreto nº 7.581/2011, sendo aplicável exclusivamente às licitações e contratos necessários à realização:

    1) Dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016; 2) Da Copa das Confederações da Federação Internacional de Futebol Associação Fifa 2013; 3) Da Copa do Mundo Fifa 2014; 4) De obras de infraestrutura e de contratação de serviços para os aeroportos das capitais dos Estados da federação distantes até 350 Km das cidades sedes dos mundiais; 5) Das ações integrantes do programa de Aceleração do crescimento (PAC); 6) De  obras e serviços de engenharia no âmbito dos sistemas públicos de ensino; 7) Das obras e serviços de engenharia em estabelecimentos penais e unidades de atendimento socioeducativo. 
  • Essa questão deveria ser anulada pelo simples fato da constar, na questão, a palavra " AFORA". 

    Segundo pesquisas na internet e um video, - https://www.youtube.com/watch?v=Ueicq21F3j0 - "AFORA"  pode contrair o significado de "Além de" ou "Exceto a", causando, pois, duplo entendimento a questão.

    Qualquer coisa, me ajudem. 


  • Questão correta, acredito que outra ajude a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2014 - ANATEL - Analista Administrativo - Direito Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Licitações e Lei 8.666 de 1993.; RDC - Regime Diferenciado de Contratações - Lei nº 12.462 de 2011; 

    O RDC foi instituído para regular as licitações e contratos necessários à execução de obras e serviços relacionados à realização de grandes eventos, das ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), das obras e dos serviços de engenharia no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), entre outros.

    GABARITO: CERTA.

  • Questão correta, outra ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2014 - ANATEL - Analista Administrativo - Direito Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Licitações e Lei 8.666 de 1993.; RDC - Regime Diferenciado de Contratações - Lei nº 12.462 de 2011; 

    O RDC foi instituído para regular as licitações e contratos necessários à execução de obras e serviços relacionados à realização de grandes eventos, das ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), das obras e dos serviços de engenharia no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), entre outros.

    GABARITO: CERTA.

  • Lembrando que:

    art. 1 (...) § 3o  Além das hipóteses previstas no caput, o RDC também é aplicável às licitações e contratos necessários à realização de obras e serviços de engenharia no âmbito dos sistemas públicos de ensino. (Incluído pela Lei nº 12.722, de 2012)

  • Isabela, o gabarito dessa questão foi alterado para Errado. É a questão Q435271

  • Esse "entre outras" no final deixa a questão muito aberta!
    Só não marquei correto por achar que essa parte anularia a questão. =/

  • Contratação para obras e serviços de engenharia, assim como compras e outros serviços, são cobertos pela lei de licitação 8666, os quais obedecerão às modalidades Concorrência, Tomada de Preços e Convite, dependendo dos valores empregados para a execução.

    Ampliação e reforma são caracterizados em "obras e serviços de engenharia". A Lei 8666 não faz destinção a qual tipo de obra, mas sim especifica que as obras necessariamente tem que ser do setor público.

  • Para o comentário da colega "Isabela", cuja resposta do item é CERTA, cuidado pessoal com alguns comentários. A resposta é errada para essa questão :

    O RDC foi instituído para regular as licitações e contratos necessários à execução de obras e serviços relacionados à realização de grandes eventos, das ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), das obras e dos serviços de engenharia no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), entre outros.

    "afirmativa deve ser analisada à luz do que preceitua a Lei 12.462/11, que instituiu o denominado Regime Diferenciado de Contratações Públicas – RDC. Da leitura de seu art. 1º, verifica-se que inexiste previsão de aplicabilidade do regime ali disposto em relação a todos os “grandes eventos", vale dizer, em qualquerevento que possa ser considerado de grande porte. Embora até haja alguns “grandes eventos" ali elencados (como os Jogos Olímpicos de 2016 e a Copa do Mundo de 2014), não há que se pretender estender a aplicabilidade do diploma em tela a outros eventos de semelhante magnitude, à míngua de expressa autorização legal para tanto. Este é o erro da assertiva ora analisada."  Comentário do Prof. Rafael Pereira.

  • Não concordo com o gabarito,  a palavra entre outras amplia de forma indeterminada as possibilidades de contratação. A lei 12462 é taxativa quanto aos exemplos de contratação por RDC. 


  • NÃO ENTENDO.

    "AFORA"  pode contrair o significado de "Além de" ou "Exceto a", causando, pois, duplo entendimento a questão.

  • QUESTÃO ERRADA. O examinador foi querer entrar em uma MATÉRIA que não tem domínio "PORTUGUÊS" acabou quebrando a CARA.

    "AFORA"  pode contrair o significado de "Além de" ou "Exceto a", causando, pois, duplo entendimento a questão.

  • Comento: E agora?


    Significado de Afora


    adv. Continuamente; de modo a seguir adiante; em frente: viva seguindo pela vida afora; viajava pelo mundo afora.
    Para o lado externo, para o exterior: correu porta afora.


    prep. Salvo; com exceção de: afora três alunos, o resto permaneceu na sala.
    Além de; muito adiante: afora a crise emotiva, ainda ficou doente.


  • Com relação ao regime diferenciado de contratações e à disciplina legal sobre o pregão,é correto afirmar que: Afora a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o regime diferenciado de contratações aplica-se a obras e a serviços voltados à construção, à ampliação e à reforma de estabelecimentos penais e de unidades de atendimento socioeducativo, entre outras.


ID
1176202
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

No que se refere ao controle da administração pública, julgue o  item que se segue.

O Poder Legislativo exerce controle financeiro sobre o Poder Executivo, sobre o Poder Judiciário e sobre a sua própria administração.

Alternativas
Comentários
  • CERTO

    Q255076 Prova: CESPE - 2012 - TJ-RR - Técnico Judiciário

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Controle da administração pública; Controle administrativo, judicial e legislativo; 

    A respeito do controle da administração, julgue os itens subsequentes.

    O Poder Legislativo exerce controle financeiro não só sobre sua própria administração, mas também sobre o Poder Executivo e o Judiciário no que se refere a receitas, despesas e gestão dos recursos públicos.

    GABARITO: CERTO

  • Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.

  • Nas hipóteses de controle político, o Poder Legislativo atua com ampla discricionariedade. São exemplos as diversas situações em que é necessária uma autorização do Legislativo para a prática de algum ato pelo Executivo, como ocorre na nomeação do presidente e dos diretores do Banco Central, que é condicionada à prévia aprovação pelo Senado Federal dos nomes escolhidos pelo Presidente da República, e na realização de operações externas de natureza financeira, de interesse de algum dos eventes federados, que depende de autorização do Senado Federal.

    Direito Descomplicado 21ª Edição, Revista e Atualizada, de Alexandrino, Marcelo; Paulo, Vicente.
    Cap. 13, CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, página 881

  • "Controle Financeiro é aquele exercido pelo Poder Legislativo sobre o Executivo, o Judiciário e sobre sua própria Administração..."

    (José Carvalho Filho, Manual de Direito Administrativo, 2014)

  • O Poder Legislativo exerce o controle financeiro não só sobre sua própria administração, mas também sobre o Poder Executivo e o Poder Judiciário no que se refere às receitas, às despesas e à gestão dos recursos públicos.

  • O Poder Legislativo tanto exerce o controle financeiro, através do TCU, quanto o controle político realizado pelas Comissões Parlamentares de Inquéritos(CPIs)...


  • Poder legislativo exerce poder até sobre o Batman...

  • Controle externo - contabil, economico financeiro, operacional e patrimonial

  • bizu: COFOP

  • CORRETA!!!

    (CESPE - 2010 - TRE-BA - Técnico Judiciário – Área Administrativa) O controle financeiro exercido pelo Poder Legislativo da União, com auxílio do Tribunal de Contas da União, alcança a administração direta e indireta, bem como entidades privadas que guardem bens ou valores da União. C

    (CESPE - 2009 - DPE-ES - Defensor Público) O controle financeiro realizado pelo Poder Legislativo em face da administração pública envolve o denominado controle de economicidade, de modo a permitir o exame do mérito, com a finalidade de verificar se o órgão procedeu da forma mais econômica na aplicação da despesa pública, atendendo à relação custo benefício. C

  • Controle externo - contábil, econômico financeiro, operacional e patrimonial!!!

  • Correto!

    O legislativo exerce o controle de mérito (natureza política) sobre os três poderes (incluindo ele mesmo)

  • CERTO.

    Lembrando que o controle financeiro cujo responsável é o congresso naciional, não análise critério de mérito administrativo, apenas Legalidade ou Legitimidade.

     

  • Funções TÍPICAS do Poder Legislativo : Legislar e FISCALIZAR :)
  • CERTO

    CONTROLE LEGISLATIVO: O controle alcança os órgãos do Poder Executivo e suas entidades da Administração Indireta e o Poder Judiciário (quando executa função administrativa). O qual inclui as funções COFOP (Contábil, orçamentária, financeira, operacional e patrimonial).

  • Exatamente!

    Essa atividade é desempenhada pelo Congresso Nacional com o auxílio do Tribunal de Contas da União.

    Atenção!

    O TCU não é órgão do Poder Legislativo! O TCU:

    - aprecia as contas do presidente (quem as julga é o CN);

    - julga as contas das demais autoridades

    *Ver artigo 70 e 71 da CF/88

  • Deixa o STF "descobri" este controle. Em tempos de reinterpretação de leis e da constituição tuuudo é possível. Masssssssssssssss... o legislativo federal ainda tem poder para tal controle.

  • Minha contribuição.

    Controle Legislativo: é um controle externo. Ocorre quando o Poder Legislativo controla os atos administrativos de outros Poderes.

    Ex.: Julgamento das contas do Presidente da República; convocação de Ministros de Estado; Comissão Parlamentar de Inquérito.

    Fonte: Resumos

    Abraço!!!

  • CF/88 Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:

    II - julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta, incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal, e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público;

    IV - realizar, por iniciativa própria, da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, de Comissão técnica ou de inquérito, inspeções e auditorias de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, nas unidades administrativas dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, e demais entidades referidas no inciso II;

    Gabarito: CERTO

  • Conforme determina, a CF, no Caput do Art. 70, a fiscalização contábil, financeira, orçamentaria, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto a legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renuncias de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada poder.


ID
1176208
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Julgue os itens a seguir, relativos à responsabilidade civil do Estado, aos serviços públicos e às organizações da sociedade civil de interesse público.

Tanto o dano moral quanto o dano material são passíveis de gerar a responsabilidade civil do Estado

Alternativas
Comentários
  • CERTO.

    CF:

    Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte

    § 6º - As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.

  • A questão está correta, uma outra ajuda a responder, vejam:

    Os elementos que compõem a responsabilidade civil objetiva do Estado são: causalidade material, alteridade do dano, oficialidade da atividade causal e lesiva imputável a agente público e ausência de causa excludente de responsabilidade estatal.

    GABARITO: CERTA.

  • CERTO.

    CF:

    Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:  

    § 6º - As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa

  • CORRETO!

    Art. 37. CF: A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:  § 6º - As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.


  • GABARITO "CORRETO".

    Conforme o  livro - Manual de Direito Administrativo- MAZZA.

    "Igualmente, no caso de prisão indevida, o Superior Tribunal de Justiça tem sustentado direito à indenização por danos morais e materiais a indivíduo mantido preso ilegalmente por mais de 13 anos no presídio Aníbal Bruno."

  • Gabarito CERTO

    Sobre o ensejo a responsabilidade civil do estado, o Código Civil tratou a maneira como se pode surgir a obrigação de reparar o dano, observem:

    Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem (Dano Material), ainda que exclusivamente moral (Dano moral), comete ato ilícito.

    Bons Estudos

  • Correto. Gente, até um atividade lícita que tenha causado danos ao particular ou à PJ pode gerar responsabilidade civil.

  • A responsabilidade civil, também denominada responsabilidade extracontratual, decorre de condutas (comissiva e omissiva) que causem dano patrimonial, dano moral ou ambos. A responsabilidade civil sempre se esgota com a indenização do dano.

    Resumo de Direito Administrativo Descomplicado - Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo, pág.293.

  • Código Civil 2002

    TÍTULO III
    Dos Atos Ilícitos

    Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.

    Art. 187. Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.


  • A questão está correta, uma outra ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2008 - DPE-CE - Defensor Público

    Os elementos que compõem a responsabilidade civil objetiva do Estado sãocausalidade material, alteridade do dano, oficialidade da atividade causal e lesiva imputável a agente público e ausência de causa excludente de responsabilidade estatal.

    GABARITO: CERTA.


  • A questão está correta, uma outra ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2008 - DPE-CE - Defensor Público

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Responsabilidade civil do estadoPrevisão constitucional e elementos da responsabilidade civil objetiva do Estado

    Os elementos que compõem a responsabilidade civil objetiva do Estado sãocausalidade material, alteridade do dano, oficialidade da atividade causal e lesiva imputável a agente público e ausência de causa excludente de responsabilidade estatal.

    GABARITO: CERTA.


  • Assertiva CORRETA. 


    Um servidor público que ofende um particular está cometendo dano moral contra ele. Outra forma de cometer dano moral é a espera excessiva em filas.

  • Os danos podem ser: material, moral ou à imagem. 

  • Gabarito CERTO

    Seguindo o que prescreve o código civil, tanto o ato ilícito como lícito, uma vez adentrado na esfera de direitos do particular, gera a pretensão para pedir reparação do dano, este que pode ser tanto Moral como Material

    CC Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito

    Bons estudos
  • Questão correta, outra ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2008 - DPE-CE - Defensor Público Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Responsabilidade civil do estado; Previsão constitucional e elementos da responsabilidade civil objetiva do Estado;

     Os elementos que compõem a responsabilidade civil objetiva do Estado são: causalidade material, alteridade do dano, oficialidade da atividade causal e lesiva imputável a agente público e ausência de causa excludente de responsabilidade estatal. 

    GABARITO: CERTA.


  • E acrescente-se também que dependendo, também, pode ter dano à imagem (posicionamento do STJ).

    GAB CERTO

  • Minha dúvida ficou sobre a Responsabilidade do Estada nas sociedade civil de interesse público, A qual entendo deve ser de Forma Subsidiária e não Objetiva.

  • Complementando...

    (CESPE/PROCURADORFEDERAL/AGU/2010) Pedro foi preso preventivamente, por meio de decisão judicial devidamente fundamentada, mas depois absolvido por se entender que ele não tivera nem poderia ter nenhuma participação no evento. No entanto, por causa da prisão cautelar, Pedro sofreu prejuízo econômico e moral. Nessa situação, conforme entendimento recente do STF, poderão ser indenizáveis os danos moral e material sofridos. C

    (CESPE/ANALISTA/MPU/2013) A responsabilidade civil do Estado incide apenas se os danos causados forem de caráter patrimonial. E
  • Danos ---> Material                       Súmula do STJ 37 E 387.

               ----> Moral

               -----> Estético  

    Questão: Certa

  • Respeito a colaboração de todos os colegas, mas no meu entendimento o foco da questão está na responsabilidade civil do Estado em relação às OSCIPs - Organizações da sociedade civil de interesse público, ou seja, o Estado tem ou não tem responsabilidade sobre os danos materiais e morais causados pelas OSCIPs a terceiros? Resposta: Sim, responsabilidade subsidiaria.

    Em relação ao serviços públicos é bem claro que sim.

    Gabarito: Certo

  • Na indenização por responsabilidade civil, o Estado indenizará o particular pelo danos emergentes, pelo danos cessantes e - se for o caso - haverá também a indenização pelo dano moral sofrido pela vítima.(vide direito administrativo descomplicado pág.842 - 22ª)


    Gab.:CORRETA.

  • QUESTÃO SEMELHANTE:

     

    Q547558 Direito Administrativo Ano: 2015 Banca: CESPE Órgão: FUB Prova: Administrador

     

    A constatação do dano moral ou material é um dos elementos necessários à configuração da responsabilidade civil do Estado.

    GABARITO: CERTO

  • Gabarito: Certo

     

    Para complementar

     

    Cespe-2013-STF-Analista-Judiciario-Area-Judiciaria-prova-Q352039

     

    63 Se, no exercício de suas funções, um servidor público agride verbalmente cidadão usuário de serviço público, não haverá responsabilidade objetiva do Estado devido à inexistência de danos materiais.

    ERRADO.

  • Responsabilidade Civil Objetiva do Estado


    Causa + Nexo Causal + DANO (Material ou Moral)

  • Certo.

    Qualquer tipo de dano causado pelo Poder Público ou por seus agentes no desempenho de suas atividades pode ensejar a responsabilização estatal, gerando a obrigação de indenização ao particular.

    Questão comentada pelo Prof. Diogo Surdi


ID
1176211
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Julgue os itens a seguir, relativos à responsabilidade civil do Estado, aos serviços públicos e às organizações da sociedade civil de interesse público.

Nos termos da Lei n.º 8.987/1995, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos, diferentemente da concessão, a permissão de serviços públicos tem a natureza de ato administrativo unilateral e precário, e não a de negócio bilateral que se formaliza mediante contrato.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO.

       Art. 1o As concessões de serviços públicos e de obras públicas e as permissões de serviços públicos reger-se-ão pelos termos do art. 175 da Constituição Federal, , por esta Lei, pelas normas legais pertinentes e pelas cláusulas dos indispensáveis contratos

  • Lei 8987

    Capítulo XI

    DAS PERMISSÕES

      Art. 40. A permissão de serviço público será formalizada mediante contrato de adesão, que observará os termos desta Lei, das demais normas pertinentes e do edital de licitação, inclusive quanto à precariedade e à revogabilidade unilateral do contrato pelo poder concedente.

      Parágrafo único. Aplica-se às permissões o disposto nesta Lei.

  • Tanto a permissão quanto a concessão são unilaterais

  • Constituem diferenças básicas entre estes institutos (concessão x permissão):

    Na concessão a licitação deve ser feita na modalidade concorrência e na permissão a licitação pode ser feita conforme a modalidade própria de cada caso; 
    Na concessão é celebrado um contrato administrativos sem peculiaridades próprias e na permissão é celebrado um contrato de adesão de natureza precária
    Na concessão o cessionário é pessoa jurídica ou consórcio de empresas e na permissão o permissionário é pessoa física ou pessoa jurídica; 
    Na concessão o contrato tem prazo certo e longo e na permissão o contrato é feito a título precário.

  • Pessoal, a permissão também é feita mediante contrato e licitação.  Porém, a na permissão o contrato é de adesão.


  • Uma outra questão pode ajudar a entender melhor o conceito de Permissão, vejam:


    Prova: CESPE - 2004 - Polícia Federal - Delegado de Polícia - Regional

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Serviços Públicos; Delegação dos Serviços Públicos - Concessão e Permissão; 

    A permissão de serviço público, formalizada mediante celebração de contrato de adesão entre o poder concedente e a pessoa física ou jurídica que demonstre capacidade para o seu desempenho, por sua conta e risco, tem como características a precariedade e a possibilidade de revogação unilateral do contrato pelo poder concedente.

    GABARITO: CERTA.

  • A natureza de ato administrativo unilateral e precário é referente à Autorização.

  • erro da questão:

    "...a permissão de serviços públicos tem a natureza de ATO ADMINISTRATIVO UNILATERAL e precário, e não a de negócio bilateral que se formaliza mediante contrato.

    "De igual modo,as características gerais dos contratos administrativos apontadas pela doutrina valem,também,para as concessões e PERMISSÕES de serviços públicos.Logo,elas são CONTRATOS BILATERAIS,formais,de ADESÃO,celebrados intuitu personae."(fonte-Direito adm descomplicado MA ,VP;pag 731)

  • a concessão de serviço público não é o único instrumento hábil a promover  a delegação da prestação de serviços públicos a particulares. É o que se extrai na norma contida no art. 175 da CF.

    Segundo a doutrina, a permissão de serviço público é o ato administrativo unilateral, discricionário, intuito personae e precário que realiza, mediante  prévia licitação, a delegação temporária  de prestação de serviços públicos.

    Entretanto, em que pese a doutrina, a legislação no Art. 40 ( lei 8987/95) trata a permissão como um contrato de adesão.

    Fonte. Alexandre Mazza

  • QUESTÃO ERRADA.

    Assertiva: "...a permissão de serviços públicos tem a natureza de ato administrativo unilateral e precário, e não a de negócio bilateral que se formaliza mediante contrato.".

    O erro está em dizer que o contrato na permissão é unilateral, quando na verdade é bilateral, ocorrendo por contrato de adesão (tanto na concessão quanto na permissão).


    CONTRATO: concessão ou permissão.

    ATO UNILATERAL: autorização.


    CONCESSÃO

    - Licitação (concorrência). OBS: poderá LEI ESPECÍFICA admitir outra modalidade;

    - pessoa jurídica / consórcio de empresas;

    - contrato(adesão);

    - prazo determinado.


    PERMISSÃO

    - Licitação (admite qualquer tipo de licitação);

    - pessoa jurídica / pessoa física;

    - contrato(adesão);

    - prazo determinado--> art. 40: o contrato é PRECÁRIO, pode ser revogado a qualquer tempo.



  • Embora haja debate doutrinário sobre o tema, e alguns autores entendam a natureza jurídica da permissão como ato administrativo unilateral e precário (Maria Sylvia Zanella di Pietro), a questão demanda "nos termos da lei nº 8.987/1995".

    Portanto, o erro da afirmação se encontra na natureza jurídica da permissão, pois é contrato administrativo de adesão, consoante o artigo 40 da lei 8.987/95.

    "Art. 40. A permissão de serviço público será formalizada mediante contrato de adesão, que observará os termos desta Lei, das demais normas pertinentes e do edital de licitação, inclusive quanto à precariedade e à revogabilidade unilateral do contrato pelo poder concedente."

  • QUESTÃO ERRADA.

    Assertiva: "...a permissão de serviços públicos tem a natureza de ato administrativo unilateral e precário, e não a de negócio bilateral que se formaliza mediante contrato."

    O erro está em dizer que o contrato na permissão é unilateral, quando na verdade é bilateral, ocorrendo por contrato de adesão (tanto na concessão quanto na permissão).


    CONCESSÃO/PERMISSÃO

    CONCESSÃO

    - Licitação (concorrência). OBS: poderá LEI ESPECÍFICA admitir outra modalidade;

    - pessoa jurídica / consórcio de empresas;

    --> contrato(adesão);

    - prazo determinado.

    PERMISSÃO

    - Licitação (admite qualquer tipo de licitação);

    - pessoa jurídica / pessoa física;

    --> contrato(adesão);

    - prazo determinado--> art. 40: o contrato é PRECÁRIO, pode ser revogado a qualquer tempo.


    CONTRATO: concessão ou permissão.

    ATO UNILATERAL: autorização.



  • Questão errada, outra ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2004 - Polícia Federal - Delegado de Polícia - Regional Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Serviços Públicos; Delegação dos Serviços Públicos - Concessão e Permissão;

    A permissão de serviço público, formalizada mediante celebração de contrato de adesão entre o poder concedente e a pessoa física ou jurídica que demonstre capacidade para o seu desempenho, por sua conta e risco, tem como características a precariedade e a possibilidade de revogação unilateral do contrato pelo poder concedente.

    GABARITO: CERTA.

  • Permissão é realizada através de contrato.

  • Gabarito: ERRADO


    Tanto a concessão, quanto a permissão são formalizadas através de contrato.
  • Lembre-se que a Permissão é formalizada mediante Contrato de Adesão, que observará os termos da lei e as demais normas pertinentes e do edital de licitação. (Sinopses para concursos - Dir. Administrativo 5ª Edição)

  • Na verdade a lei fala tanto em ato de permissão, como contrato, uma atecnia. Apesar disso, para fins de prova adotar que é contrato e pronto. 
    No ART 2º fala em ato precário
    No ART 40 fala em contrato precário
  • Permissão - bilateral (contrato) e precário.

  • Errado.


    Cespe safada.


    A permissão também celebra contrato....contrato de ADESÃO.

  • O erro está em " natureza de ato administrativo", sendo que o correto é mediante CONTRATO.

  • Pela Lei - Contrato

    Pela Jurisprudência - Ato 

  • permissão de serviço público é a delegação feita a pessoa jurídica ou pessoa

    física que demonstre condições de prestação em licitação pública, formalizada mediante contrato de adesão, precário

    e revogável unilateralmente pelo Poder Público. 

  • Não sei se eu estou certo, mas acho q o erro da questão esta em afirma que a Permissão não se formaliza mediante contrato.

    Apropria Lei n.º 8.987/1995, em seu Art. 40 , afirma que é formalizada através de Contrato de Adesão.

    "Art. 40. A permissão de serviço público será formalizada mediante contrato de adesão, que observará os termos desta Lei, das demais normas pertinentes e do edital de licitação, inclusive quanto à precariedade e à revogabilidade unilateral do contrato pelo poder concedente."

  • AS provas do cespe são sempre marcadas por orações separadas por virgla,o  candidato deverar julgar cada oração/frase e dizer se estar certo ou errdo.Se o candidato encontrar apenas uma frase ou oração que esteja errada dentro da questão ela estará errada.

    Lição: Use sempre o bom senso (não esqueça que o conhecimento é obrigatório,porém não lhe garante tudo)

  • O erro da questão está em dizer que o contrato na permissão é unilateral, quando na verdade é bilateral, ocorrendo por contrato de adesão (tanto na concessão quanto na permissão).

     

    CONTRATO: concessão ou permissão.

    ATO UNILATERAL: autorização.

  • O erro,no eu entender, está no fato da questão referir-se ao contrato de adesão da Permissão de  Natureza de Ato Administrativo.

  • Concessão = bilateral

    Permissão= bilateral e pode ser unilateral também

  • "Nos termos da Lei n.º 8.987/1995, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos, diferentemente da concessão, a AUTORIZAÇÃO de serviços públicos tem a natureza de ato administrativo unilateral e precário, e não a de negócio bilateral que se formaliza mediante contrato."

    AUTORIZAÇÃO:

    Destina-se a serviços públicos muito simples ou de alcançe limitado ou de emergência.

    Formalizada por Decreto ou Portaria (ato administrativo).

    Tem caráter precário e unilateral.

    A licitção pode ser dispensável ou inexigível.

     

  • Esá é a definição de Autorização

  • CONCESSÃO:

    =>Vinculado

    => C/ LICITAÇÃO (concorrência)

    => Pessoa Jurídica

    => Através de CONTRATO

     

    PERMISSÃO:

    => Discricionária

    => C/ licitação (qualquer modalidade)

    => Precária

    => Pessoa física ou jurídica

    => Através de CONTRATO

     

    AUTORIZAÇÃO:

    => Discricionária

    => s/ licitação

    => Através de ATO ADM.

    => Pessoa física ou jurídica

     

    Algumas características que podem ajudar a responder questões.

     

    Fé em DEUS!

  • Eu tenho vídeo aula do Damásio, Celso Spitzcovsky, dizendo que é Uni, Discri e precário.

  • Errado.

    A Permissão de Serviço Público é feita por  CONTRATO ADMINISTRATIVO(Contrato de Adesão) e não por ATO ADMINISTRATIVO.

     

  • AuTOrização – ATO administrativo unilateral, discricionário e precário

    PeRmissão – PRecário, contrato de adesão, qualquer modalidade de licitação, PF ou PJ

    CONESsão – EStável , contrato, regra CONcorrência, exceção leilão, PJ ou CONsórcio

  • De acordo com a lei 8987/95:

      Art. 2o Para os fins do disposto nesta Lei, considera-se:

    II - concessão de serviço público: a delegação de sua prestação, feita pelo poder concedente, mediante licitação, na modalidade de concorrência, à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco e por prazo determinado;

    IV - permissão de serviço público: a delegação, a título precário, mediante licitação, da prestação de serviços públicos, feita pelo poder concedente à pessoa física ou jurídica que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco.

    Art. 40. A permissão de serviço público será formalizada mediante contrato de adesão, que observará os termos desta Lei, das demais normas pertinentes e do edital de licitação, inclusive quanto à precariedade e à revogabilidade unilateral do contrato pelo poder concedente.

  • Autorização:

    1.  Ato administrativo discricionário (unilateral);

    2.  Sem licitação;

    3.  Precário;

    4.  Revogável;

    5.  Para pessoa jurídica ou física;

    6.  Autorização de serviço ou utilização de um bem público.

     

    Permissão: 

    1.  Contrato Administrativo de ADESÃO;

    2.  Mediante licitação (qualquer modalidade);

    3.  Precário;

    4.  Revogável (sem dever de indenizar);

    5.  Prazo: indeterminado

    6.  Para pessoa jurídica ou física;

    7.  Interesse predominante da coletividade.

     

    Concessão: 

    1.  Contrato Administrativo (bilateral);

    2.  Mediante Licitação (na modalidade concorrência);

    3.  Prazo: determinado;

    4.  Rescisão antecipada pode ensejar o dever de indenizar;

    5.  O governo transfere ao segundo a execução de um serviço público, para que este o exerça em seu próprio nome e por sua conta e risco, mediante tarifa paga pelo usuário, em regime de monopólio ou não;

    6.  Pessoa jurídica ou consórcio de empresas;

    7.  Pessoa física não pode;

    8.  Não revogável;

    9.  Não precário.

  • Permissão é formalizada por contrato de adesão.

    Fonte: Labuta nossa de cada dia.

  • PERMISSÃO DE SERVIÇO PÚBLICO É DIFERENTE DE PERMISSÃO DE USO DE BEM PÚBLICO

     

    PERMISSÃO DE SERVIÇO PÚBLICO: É Mediante Contrato

     

    PERMISSÃO DE USO DE BEM PÚBLICO: É Mediante ato administrativo

     

     

  • Nos termos da Lei n.º 8.987/1995, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos, diferentemente da concessão, a permissão de serviços públicos tem a natureza de ato administrativo unilateral e precário, e não a de negócio bilateral que se formaliza mediante contrato.

    Art. 40. A permissão de serviço público será formalizada mediante contrato de adesão, que observará os termos desta Lei, das demais normas pertinentes e do edital de licitação, inclusive quanto à precariedade e à revogabilidade unilateral do contrato pelo poder concedente.

    Fontes: comentário da galera.

  • GABARITO: ERRADO

    Há também a permissão de uso de bem público, feita por ato unilateral, precário.

    No caso dos serviços públicos, exige-se o contrato, que será de adesão, revogável unilateralmente, precário, não se podendo mais falar em ato unilateral para esse tipo de caso, embora a doutrina não seja pacífica nesse sentido. Assim prevê o art. 40 da mesma lei:

    A permissão de serviço público será formalizada mediante contrato de adesão, que observará os termos desta lei, das demais normas pertinentes e do edital de licitação, inclusive quanto à precariedade e à revogabilidade unilateral do contrato pelo poder concedente”.

    De adesão é aquele contrato “pronto”, onde não se discutem as cláusulas: ou se aceita como é proposto (se adere a ele), ou não se aceita. Exemplos típicos desses contratos são aqueles propostos pelo banco ao se abrir uma conta corrente, cheque especial, seguros etc.

    Precário é o contrato que não dá garantias ao contratado (permissionário) de permanência do vínculo com a Administração Pública, ou seja, a qualquer momento e sem indenização a mesma poderá revogar esse contrato.

    Embasa no artigo 175, parágrafo único, I, da CF/88:

    “art. 175. Incumbe ao Poder Público, na forma da lei, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, sempre através de licitação, a prestação de serviços públicos.

    Parágrafo único. A lei disporá sobre:

    O regime das empresas concessionárias e permissionárias de serviços públicos, o caráter especial de seu contrato e de sua prorrogação, bem como as condições de caducidade, fiscalização e rescisão da concessão ou permissão

    Por fim, saliento ainda a necessidade de prévia licitação, não havendo previsão de obrigatoriedade da modalidade que deverá ser eleita, ao contrário das concessões, que exigem prévia concorrência.

    Em resumo, temos as seguintes características das permissionárias:

    É delegação de serviço público ou uso de bem público, feita pelo poder concedente (União, Estado-membros, Distrito Federal ou Municípios) em cuja competência se encontra o serviço delegado;

    Não transfere a titularidade, somente a execução ou uso;

    Feita através de contrato de adesão, precedido de licitação (art. 175, CF/88);

    Tal contrato tem natureza de ato unilateral da Administração, sujeito às regras do direito público;

    Cabe à União fixar normas gerais de contratação, em todas as modalidades (art. 22, XXVII, CF/88);

    A execução do serviço pelo concessionário é por sua conta e risco, e paga mediante tarifa, com natureza de preço público;

    Concedente fixa normas de prestação do serviço ou uso do bem público, fiscaliza, impõe sanções e reajusta tarifas;

    Fonte: https://douglascr.jusbrasil.com.br/artigos/170760301/permissao-de-servico-publico

  • ELE QUER CONFUNDIR O CANDIDATO COM A PERMISSÃO DE USO DE BENS PÚBLICOS

  • Concessão: Por meio de Contrato administrativo.

    Permissão: Por meio de Contrato (melhor especificando: o de adesão).

    Autorização: Por meio de Ato administrativo.

  • Gente, o erro é tão simples..... está em afirmar que a permissão é ato administrativo unilateral.

    Ato administrativo unilateral = Autorização!

  • Concessão

    Contrato Administrativo

    Em regra, licitação na modalidade concorrência/ Exceção: Concessão será por LEILÃO quando o serviço estiver no programa nacional das privatizações.

    Celebrada com pessoa jurídica ou consórcio de empresas

    Não há precariedade

    Prazo determinado

    Depende de autorização por lei específica

    --> contrato(adesão);

    -

    -

    -

    -

     

    Permissão

    Contrato de Adesão

    Licitação em qualquer modalidade, desde que cabível

    Celebrada com pessoa física ou jurídica

    Precária

    Prazo determinado

    Em regra, dispensa lei específica

    Autorização

    --> contrato(adesão);

    -

    -

    -

    Ato Administrativo (Autorização)

    Não há licitação

    Celebrada com pessoa física ou jurídica

    Precária

    Prazo indeterminado

    Dispensa lei

  • Errado.

    Tanto na concessão como na permissão, são atos bilaterais.


ID
1176400
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A respeito dos Poderes Executivo e Legislativo, julgue o item a  seguir.

 

 Ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade, os responsáveis pelo controle interno dos três poderes da União devem comunicá-la ao TCU, sob pena de responsabilização solidária com o infrator.

Alternativas
Comentários
  • CERTA, SEGUNDO A CF 88

    Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de: 

    I - avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União; 

    II - comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal, bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado; 

    III - exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como dos direitos e haveres da União; 

    IV - apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional. 

    § 1º Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União, sob pena de responsabilidade solidária. 

    § 2º Qualquer cidadão, partido político, associação ou sindicato é parte legítima para, na forma da lei, denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o Tribunal de Contas da União. 

  • Gabarito: certo.

    Apenas observando que a Lei 8443/92, em seu art. 51, repetiu o teor do art. 74, § 1 da Constituição Federal apenas acrescentando a expressão "de imediato":

    "Art. 51. Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, dela darão ciência de imediato ao Tribunal de Contas da União, sob pena de responsabilidade solidária."

  • A questão está correta, uma outra ajuda a responder, vejam:

    Uma autoridade pública federal responsável pelo sistema de controle interno que, após tomar conhecimento de uma irregularidade ou ilegalidade praticada no âmbito do órgão em que atue, dela não der ciência ao TCU estará sujeita a ser solidariamente responsabilizada pelo ato irregular ou ilegal.

    GABARITO: CERTA.

  • Art. 74, § 1º - Os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão de forma integrada o sistema de controlo interno com finalidade: 

    Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer  irregularidade ou ilegalidade, dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União,  sob pena de responsabilidade solidária.


     

            

  • Correta.

    Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de:

    I - avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União;

    II - comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal, bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado;

    III - exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como dos direitos e haveres da União;

    IV - apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional.

    § 1º - Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União, sob pena de responsabilidade solidária.

    § 2º - Qualquer cidadão, partido político, associação ou sindicato é parte legítima para, na forma da lei, denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o Tribunal de Contas da União.


  • Segundo o art. 74, § 1º, da CF/88, os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União, sob pena de responsabilidade solidária.

    RESPOSTA: Certo

  • Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de:

    § 1º - Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União, sob pena de responsabilidade solidária.

    GABARITO: CERTO

  • Questão correta, outra ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2013 - TCE-RO - Agente Administrativo Disciplina: Direito Constitucional | Assuntos: Poder Legislativo; Tribunal de Contas da União (TCU) e Fiscalização Contábil, Financeira e Orçamentária da União; 

    Se um agente público responsável pelo controle interno do Poder Legislativo, do Poder Executivo ou do Poder Judiciário tomar conhecimento de alguma ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas, deverá comunicá-lo ao tribunal de contas respectivo, sob pena de responder solidariamente.

    GABARITO: CERTA.

  • Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de:§ 1º - Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União, sob pena de responsabilidade solidária.

  • Responsabilidade solidária significa que responde o administrador junto com o infrator. 

  • art. 74, § 1º, da CF/88, os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União, sob pena de responsabilidade solidária

  • Acho que eu ainda não entendi, qual é o artigo? é o 74 § 1º mesmo?, vamos lá, mais uma vez, rsrsrs

  • CERTO

     

    Caiu igual na prova do MP-PI, aplicada mês passado:

     

    Q935764 Caso se omitam no dever legal de comunicar ao Tribunal de Contas da União as irregularidades de que tiverem conhecimento, os responsáveis pelo controle interno dos três poderes da União poderão ser responsabilizados solidariamente com o infrator. CERTO


ID
1176403
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A respeito dos Poderes Executivo e Legislativo, julgue o item a seguir.

 

 Dispor sobre a organização da administração federal é atribuição privativa do presidente da República, que somente poderá ser exercida pelo próprio ou, durante seus impedimentos, por quem o substituir na presidência, vedada a delegação.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA

    Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:

    (...)

    VI – dispor, mediante decreto, sobre: 

    a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos;

    (...)

    Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.

  • Competência exclusiva: indelegável, irrenunciável. 

    Competência privativa:  admite delegação.  

  • QUESTÃO ERRADA.

    A colega se equivocou, quando mencionou: ("Competência privativa:  delegáveis."), afinal de contas, no próprio art. 84, inciso XXVII, parágrafo único, menciona as hipóteses de delegação(VI, XII e XXV).

    Das Atribuições do Presidente da República
    Art. 84. Compete PRIVATIVAMENTE ao Presidente da República:

    I – nomear e exonerar os Ministros de Estado;

    V – vetar projetos de lei, total ou parcialmente;


    (...)


    XXVII – exercer outras atribuições previstas nesta Constituição.
    Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, "*"primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador‑Geral da República ou ao Advogado‑Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.

    VI – dispor, mediante decreto, sobre:
    a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos;
    b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos;

    XII – conceder indulto e comutar penas, com audiência, se necessário, dos órgãos instituídos em lei;

    XXV – "*"prover e extinguir os cargos públicos federais, na forma da lei;

    ATENÇÃO!!! Apenas PROVER pode ser delegado!! EXTINGUIR NÃO!!


    Q236083

    Prova: CESPE - 2012 - Polícia Federal - Agente da Polícia Federal

    Disciplina: Direito Constitucional | Assuntos: Presidente da República, Vice-Presidente da República e Ministros de Estado.;  Poder Executivo; 

    Acerca das atribuições do presidente da República, julgue o próximo item.

    Como são irrenunciáveis, todas as atribuições privativas do presidente da República previstas no texto constitucional não podem ser delegadas a outrem.


    Resposta: http://www.questoesdeconcursos.com.br/pesquisar?te=Q236083


  • A questão erra ao falar "que somente poderá ser exercida pelo próprio ou, durante seus impedimentos, por quem o substituir na presidência, vedada a delegação.", uma outra questão ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2009 - TRT - 17ª Região (ES) - Técnico Judiciário - Área Administrativa

    Disciplina: Direito Constitucional | Assuntos: Presidente da República, Vice-Presidente da República e Ministros de Estado.; Organização Político-Administrativa do Estado – O Federalismo Brasileiro ; Poder Executivo; 

    No tocante à organização do Estado brasileiro, a CF

    estabeleceu a possibilidade de o presidente da República delegar, ao advogado-geral da União, sua competência para dispor, mediante decreto, sobre a organização e o funcionamento da administração federal, quando isso não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos.

    GABARITO: CERTA.

  • O entendimento do Cespe e o seguinte:

    quem pode prover tambem pode desprover, sendo assim o ministro de estado ,o AGU e o PGR podem demitir funcionarios publicos federais.

  • De acordo com o art. 84, parágrafo único da CF, essa atribuição, prevista no inciso VI do mesmo artigo, poderá ser objeto de delegação.

  • Gente, se é privativo cabe delegação, quando é exclusivo é que não pode ser delegado. Foi assim que matei essa questão! ;)

  • De acordo com o art. 84, VI, “a”, da CF/88, compete privativamente ao Presidente da República dispor, mediante decreto, sobre organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos. Essa atribuição poderá ser delegada, nos moldes do parágrafo único, do mesmo art. 84, veja-se: o Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.

    RESPOSTA: Errado

  • Ingrind Ferraz,

    Todas as competências do PR previstas no art. 84 da CF/88 são privativas, conforme previsto no caput, mas somente poderão ser delegadas as competências previstas no parágrafo único (VI, XII e primeira parte do XXV).

    Você acertou a questão, mas na verdade por pura sorte, pois a questão tratava exatamente de uma competência passível de delegação prevista no parágrafo único, qual seja, VI, a.


  • A competência para dispor sobre organização da administração federal é do Presidente da república, mediante decreto autônomo, pelo poder regulamentar. Esse poder regulamentar é composto por decretos regulamentares (exclusivos - não delegáveis) e decretos autônomos (privativos - delegáveis).
    Portanto, erra a questão ao afirmar que dispor sobre a organização federal não poder ser delegada.

  • Essa competência do Presidente da República poderá ser delegada à Ministros de Estado, Procurador Geral da República ou Advogado Geral da União.

  • uma das atribuições privativas


    Prova: CESPE - 2012 - Instituto Rio Branco - Diplomata - 2ª Etapa

    Disciplina: Direito Constitucional | Assuntos: Poder Executivo – Presidente e Ministros de Estado; 

    Com relação às características do Estado brasileiro e à organização dos poderes, conforme disposto na CF, julgue (C ou E) os itens a seguir.
    Cabe exclusivamente ao presidente da República, na condição de chefe de Estado, permitir, sem a necessidade de autorização do Congresso Nacional, que forças estrangeiras transitem pelo território nacional ou nele permaneçam temporariamente.

              Certo       Errado

               

    ERRADA


  • Tal atribuição poderá ser delegada aos Ministros de Estado (todos), ao Procurador Geral da República ou ao Advogado Geral da União.

  • At. 84. (...).

    Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.

  • Dispor sobre a organização da adm publica Federal seria:

    art 84 

    VI - dispor, mediante decreto, sobre:

    a) Organização e funcionamento da administração Federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos;

    b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos;

    XXV- prover e extinguir os cargos públicos federais, na forma da lei.

    Esses são exemplos de incisos delegáveis.

  • Ele pode delegar

  • Gabarito Errado.

    Essa competência do Presidente da República poderá ser delegada à Ministros de Estado, Procurador Geral da República ou Advogado Geral da União

  • Errado - competências privativas podem ser delegadas, mas as exclusivas não, cuidado para não confundir. Bons estudos.

  • Errado


    Não é vedada a delegação da atribuição de fazer o decreto de que trata o artigo 84, inciso VI, da Constituição, conforme artigo 84 parágrafo único da Constituição Federal.


    Com relação às finanças públicas e ao sistema tributário nacional, julgue os itens subsequentes.


  • O QC DEVERIA TER UM POUCO MAIS DE ATENÇÃO, EXISTE MUITAS QUESTÕES REPETIDAS.

  • Alguns aqui estão confundindo os termos "privativo" e "exclusivo" referentes às competências da União, que significam: Privativo = Delegável e Exclusivo = Indelegável, com o termo "privativo" usado nas atribuições do PR, que possui o sentido de indelegável, haja vista o próprio artigo 84 definir as hipóteses de delegação para o PGR, AGU ou Min.Est.  O legislador marcou bobeira mesmo na hora da edição deste artigo, acredito eu.



  • o presidente da república pode promover o instituto da delegação da competência ao ministro de estado, PGR e AGU

  • errado, pois pode delegar esta função a ministros de estado pgr, agu.

  • RESUMO SOBRE DECRETOS AUTÔNOMOS

           

                    

    (1) É da competência privativa do Presidente da República. Entretanto, este poderá delegar tal atribuição aos Ministros de Estado, ao PGR ou ao AGU, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações;

                          

    (2) Podem dispor sobre (a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos (b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos;

                          

    (3) Não se está diante de hipótese de edição de decreto regulamentar. Os decretos autônomos independem da edição de lei em sentido estrito, pois têm status de norma primária, haurindo sua competência diretamente da CF;

     

    (4) Um decreto autônomo pode revogar  lei pretérita que trate das respectivas matérias (o PR pode expedir um decreto autônomo extinguindo cargos públicos federais vagos até então previstos em lei em sentido estrito);

     

    (5) Por força do princípio da simetria, os decretos autônomos também podem ser expedidos pelos chefes do Executivo dos demais entes federativos (governadores e prefeitos).

     

     

    GABARITO: ERRADO

  • SÃO COMPETÊNCIAS DELEGÁVEIS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA:

     

    1) dispor, mediante decreto [decreto autônomo], sobre:

    a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos;

    b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos.

     

    2) conceder indulto e comutar penas, com audiência, se necessário, dos órgãos instituídos em lei.

     

    3) prover e extinguir os cargos públicos federais, na forma da lei.

     

    GABARITO: ERRADO.

  • GABARITO ERRADO

     

    PODERÁ SER DELEGADA PARA O ''PAM''

    PGR

    AGU

    MIN.DE ESTADO

  • De acordo com o art. 84, VI, “a”, da CF/88, compete privativamente ao Presidente da República dispor, mediante decreto, sobre organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos. Essa atribuição poderá ser delegada, nos moldes do parágrafo único, do mesmo art. 84, veja-se: o Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.

    RESPOSTA: Errado

  • PODEM SER DELEGÁVEL AO MINISTRO DE ESTADO, PGR, AGU

  • ART 84, inciso VI , a , CF,  delegável

  • Competencias delegaveis

    Dei com pena pro PAMIO

    Decreto

    Indulto

    Comutar penas

    Prover cargos

    PGR

    AGU

    Ministro de Estado

    Organização da Adm Publica

     

  • Nossa, como esse artigo é cobrado repetidamente nas provas do Cesp!

  • Gabarito: ERRADO.

     

    CF/88

    Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:

     

    (...)

     

    VI - dispor, mediante decreto, sobre:  

    a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos; 

    b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos;

     

    (...)

     

    XII - conceder indulto e comutar penas, com audiência, se necessário, dos órgãos instituídos em lei;

     

    (...)

     

    XXV - prover e extinguir os cargos públicos federais, na forma da lei;

     

    Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.

  • Quase que escorrego no final da questão.

  • Gabarito - Errado.

    As competências do PR, delegáveis ao PGR, AGU e Ministros de Estados:

    1- dispor, mediante decreto , sobre:

    a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos;

    b)extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos.

    2-conceder indulto e comutar penas, com audiência, se necessário, dos órgãos instituídos em lei.

    3-prover e desprover os cargos públicos federais, na forma da lei.

  • Competência exclusiva - Lembre de escova de dente. Ninguém empresta a escova

    Competência privativa - Privada. A gente não se importa com a privada

  • ERRADO.

    ESSA ATRIBUIÇÃO PODE SER DELEGADA AO PGR, AGU E OS MINISTROS DE ESTADO.

  • atribuições DELEGAVEIS do presidente da república-

    - Dispor, mediante decreto (decreto autônomo), sobre:

    - Organização e funcionamento da Adm. Federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos.

    - Extinção de funções ou cargos públicos quando vagos.

    - Prover e desprover cargos públicos, na forma da lei (primeira parte do XXV) (extinguir cargos ocupados não pode delegar, que é a segunda parte do XXV).

    - Conceder indultos e comutar penas, com audiência, se necessário, dos órgãos instituídos em lei.

    PODE ser DELEGADA ao PGR, AGU e MINISTROS DE ESTADO

  • Gab ERRADO.

    É o caso do DECRETO AUTÔNOMO e este pode ser delegado para MINISTROS, AGU e PGR.

    #PERTENCEREMOS

    Insta: @_concurseiroprf

  • O que pode ser delegado pelo presidente e para quem: ICOM DE PRO PAM

    Indulto e COMutar penas; DEcreto autônomo; PROver cargos públicos federais

    ________________________________________________________________

    Procurador-Geral da República; Advogado-Geral da União; Ministros de Estado

  • Organização e funcionamento da administração pública é delegável ------> PGR, Ministro de Estado e AGU.

  • De acordo com o art. 84, VI, “a”, da CF/88, compete privativamente ao Presidente da República dispor, mediante decreto, sobre organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos. Essa atribuição poderá ser delegada, nos moldes do parágrafo único, do mesmo art. 84, veja-se: o Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.

  • Gabarito:Errado

    Principais Dicas de Poder Executivo:

    • O Brasil exerce o estado monocrático. Presidente é chefe de estado (internacional) e governo (nacional).
    • Duração do Mandato de 4 anos podendo se reeleger 1 vez por igual período.
    • Só existem COMPETÊNCIA PRIVATIVAS DO PRESIDENTE. Os principais incisos cobrados que eu já vi em questões são (ART 84): 3,4,5, 6 (delegável), 7,8, 12(delegável),13, 14, 18, 25 (delegável a parte da criação).
    • Mandato Tampão: Se o presida e o vice falecerem, será feito o seguinte - novas eleições em 90 dias e o povo elege (2 primeiros anos de mandato) e novas eleições em 30 dias e o congresso nacional elege (2 últimos anos de mandato).
    • Art 85 (Crimes de Responsabilidade).
    • Em caso de crime comum e de responsabilidade, como ocorrerá o procedimento? Crime Comum (Após queixa do STF o presidente é afastado. 2/3 da câmara dos deputados autoriza a instalação do processo. Presida do STF quem irá comandar a sessão do julgamento e STF quem julga) e Crime de Responsabilidade (Após a instauração do processo pelo senado federal. 2/3 da câmara dos deputados autoriza a instalação do processo. Presida do STF quem irá comandar a sessão do julgamento e senado federal quem julga). Vale ressaltar, averiguei em apenas 1 questão: Durante o prazo de vigência, o presidente não poderá ser culpado por crime comum, isto é, se o presidente matar alguém (isso é FORA DA SUA FUNÇÃO), ele só vai ser julgado pós mandato pela justiça comum.

     

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ID
1176406
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A respeito dos Poderes Executivo e Legislativo, julgue o item a seguir.

 

 Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do presidente da República, apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão, sendo essa atuação conjunta exemplo prático da aplicação da doutrina dos freios e contrapesos.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA

    Nesse caso, por tratar-se de uma competência deliberativa, a decisão é tomada via decreto legislativo que INDEPENDE de sanção ou veto (Art. 49, inciso XII, CF). Dessa forma, em se tratando de uma decisão providência feita pelo Congresso, apenas, sem a participação do Presidente da República, não se fala em aplicação da teoria dos freios e contrapesos.

    http://www.aprovaconcursos.com.br/noticias/2014/05/08/gabarito-comentado-tc-df-direito-constitucional-analista-de-adm-publicacargos-1-2-3-5-6-e-7/

    Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:

    (...)

    XII - apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão;

  • Segundo V. Paulo e M. Alexandrino, "o caput desse dispositivo [art. 49 - É da compentência exclusiva do Congresso Nacional] implicitamente dispensa a sancao do Presidente da República, o que induz à conclusao de que elas deverao ser reguladas por meio de decreto legislativo. Com efeito, o decreto legislativo é ato de compentência exclusiva do Congresso Nacional, aprovado pelas duas Casa Legislativas, por deliberacao de maioria simples, promulgada pelo presidente da Mesa do Congresso Nacional e que nao se submete à sancao ou veto do Presidente da República"

  • ERRADO.

    O art.49, XII da CF fala que é competência exclusiva do congresso nacional apreciar atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão. Tal, de acordo com o caput do art.48 da CF, não precisará da sanção do presidente. 

  • é competência exclusiva do congresso nacional apreciar atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão. (Não precisa de sanção do PR)

  • Errado!!!

    Ocorre que é de Competência exclusiva do Congresso Nacional (não será necessária sanção presidencial) - XII ( apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão);

    As matérias de competência exclusiva do Congresso Nacional são adotadas por meio de decreto legislativo, cujo exame é feito separadamente pelas duas Casas.


    As mais frequentes se relacionam a atos internacionais, concessão de emissoras de rádio e televisão e julgamento anual das contas do presidente da República.


    Também se inclui entre as atribuições exclusivas do Congresso a escolha de dois terços dos integrantes do Tribunal de Contas da União (TCU).


  • Cuidado para não confundir...  



    Art. 48. Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República, não exigida esta para o especificado nos arts. 49, 51 e 52, dispor sobre todas as matérias de competência da União, especialmente sobre: (...) 

    XII - telecomunicações e radiodifusão; 

    Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:   

    XII - apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão; 

    Ou seja, cabe ao congresso com a sanção do presidente dispor sobre todas as matérias de competência da UNIÃO isso inclui matérias de telecomunicações e radiodifusão.Agora,  apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e TV são assuntos de competência EXCLUSIVA da União.
  • De acordo com o art. 49, XII, da CF/88, é da competência exclusiva do Congresso Nacional apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão. Nesse caso, não é exigida sanção presidencial (ver art. 48, CF/88)

    RESPOSTA: Errado


  • De acordo com o art 49 CF, é competência exclusiva do Congresso Nacional: XII - apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão.

    O sistema de Freios e Contrapesos consiste no controle do poder pelo próprio poder, sendo que cada Poder teria autonomia para exercer sua função, mas seria controlado pelos outros poderes. Isso serviria para evitar que houvesse exagero no exercício de poder por qualquer um dos Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário).

  • ERRADA!!!


    De acordo com o art. 49, XII, da CF/88, é da competência exclusiva do Congresso Nacional apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão. Nesse caso, não é exigida sanção presidencial...

    Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional;

    Art. 51. Compete privativamente à Câmara dos Deputados;
    Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal
    Quando se referir ao CN a competência é exclusiva...
  • DICA: Reforma política contesta esse inciso aí. Fiquem de olho.

  • As matérias do art. 49, cuja competência é exclusiva do Congresso Nacional, não exigem sanção do Presidente da República.

  • Art. 49, inciso XII - Compete exclusivamente ao Congresso Nacional  APRECIAR   atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão.


    Art. 48, inciso XII - Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República, DISPOR sobre TELECOMUNICAÇÕES E RADIODIFUSÂO.

  • Não é exigida a sanção do presidente nesse caso, pois é matéria de competência exclusiva do Congresso Nacional

  • Gabarito: Errado.

    Dicas para auxiliar (nem sempre servem, mas ajudam muito):

    Obs. 1: Quando aparecer o verbo Dispor, geralmente haverá sanção do Presidente da República.

    Obs. 2: Chama-se de Competência Privativa do Congresso Nacional as que carecem de sanção do Presidente da República.

    Obs. 3: No texto da Constituição todas as competências exclusivas do Congresso Nacional se iniciam com verbo no infinitivo (Resolver, Autorizar ...), e as competências privativas não, mas isso não impede que a banca inicie uma competência privativa com verbo no Infinitivo.

    Obs. 4: As competências da Câmara dos Deputados e do Senado Federal são privativas.


    Segue abaixo os artigos que podem causar confusão:

    Art. 48. Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República, não exigida esta para o especificado nos arts. 49, 51 e 52, dispor sobre todas as matérias de competência da União, especialmente sobre:

      XII ­ telecomunicações e radiodifusão;


    Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:

      XII ­ apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão;

  • DICA: As competências que dependem de sanção não estão no infinitivo. Já as que independem, todas estão.

  • "Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:
    XII - apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão;"


    GABARITO: E.

  • Está competência é exclusiva do Congresso Nacional, por meio de Decreto Legislativo,onde é dispensável a sanção presidencial!

    Neguinho tem que decorar as competências do Congresso com e sem sanção presidencial!


    GAB:E

  • As pessoas confundem "telecomunicações e radiodifusão", que depende da sanção do Presidente, com a apreciação dos atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e TV.
    O que ajuda é lembrar que telecomunicações e radiodifusão são exploradas diretamente ou indiretamente pela União (art. 20 da CF - rol das competências exclusivas e administrativas). Assim você cria uma associação disso com o fato de o CN, com a sanção do Presidente, dispor sobre todas as matérias de competência da União, especialmente... (art. 48, caput, CF).

  • Com base no art. 49 da carta magna constitui competencia exclusiva do CN:

    - Apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e TV. 

    - Como se trata de um prerrogativa exclusiva do CN não há o que se falar em SANÇÃO PRESIDENCIAL.

    Gab: ERRADO

  • Vale lembrar que antes da apreciação pelo CN, cabe primeiro ao Executivo outorgar ou renovar a concessão, conforme o art. 223, CF.
  • Imaginemos que o Presidente seja um "ditador", falo do presidente e não o regime, ele jamais daria a sanção a uma emissora que viesse a denegrir seu sistema de governo e sua forma de lidar com as políticas públicas.

    Dessa forma fica mais fácil entender o motivo de certos assuntos não passarem pelo crivo do Presidente do País.

  • De acordo com o art. 49, XII, da CF/88, é da competência exclusiva do Congresso Nacional apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão. Nesse caso, não é exigida sanção presidencial (ver art. 48, CF/88)

  • Leonilson Geison, suas dicas foram muito preciosas! 

  • Segue macete para diferenciar as competências do CN  sujeitas de sanção das competências do CN exclusivas:
     

    Competências do CN  sujeitas de sanção: em regra não trarão verbo no início da ação, apenas o tema ou se trouxer, o verbo que inicia a ação será o verbo DISPOR, pois sempre trata do processo legislativo de LO e LC; 

    Competências do CN exclusivas: em regra o verbo que inicia a ação não será dispor, mas outros verbos no infinitivo, RESOLVER, APROVAR, AUTORIZAR, FIXAR, SUSTAR, MUDAR.

    Importante tomar cuidado pois a regra não se aplica às competências da Câmara e do Senado e, nesta última, é muito fácil confundir com as exclusivas do CN. Mas se for possível decorem as da Camara (muito poucas) e as do Senado, pois com essas informações + a regra dos verbos, se consegue matar quase todas as questões de atribuições.

     

  • questão errada pelo fato de tal competencia explícita ser exclusiva do congresso nacional sem a necessidade de sanção do presidente.

  • ERRADO.

    Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:

    XII - apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão;

  • ERRADO

     

    OUTORGA ( ATO DE CONCEDER) DE CONCESSÃO = ATRIBUIÇÃO DO PR  ( NÃO É DO CONGRESSO)

    ---
     COMPETÊNCIA EXCLUSIVA CN = APRECIAR =  ATO CONCESSÃO| RENOVAÇÃO DESSA CONCESSÃO ( EMISSORAS RÁDIO/TELEVISÃO) - SEM "OPNIÃO DO PR"

  • As competências exclusivas do Congresso Nacional são disciplinadas por meio de Decreto Legislativo não passam pela sanção ou veto do Presidente da RepúblicaSão elas:

    I - resolver definitivamente sobre tratados, acordos ou atos internacionais que acarretem encargos 
    ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional; 
    Obs.: Não só os que acarretem compromissos gravosos, mas todo e qualquer tratado 
    internacional.

    II - autorizar o Presidente da República a declarar guerra, a celebrar a paz, a permitir que forças 
    estrangeiras transitem pelo território nacional ou nele permaneçam temporariamente, ressalvados os 
    casos previstos em lei complementar; 
    III - autorizar o Presidente e o Vice-Presidente da República a se ausentarem do País, quando a 
    ausência exceder a quinze dias; 
    IV - aprovar o estado de defesa e a intervenção federal, autorizar o estado de sítio, ou suspender 
    qualquer uma dessas medidas; 
    V  -  sustar  os  atos  normativos  do  Poder  Executivo  que  exorbitem  do  poder  regulamentar  ou  dos 
    limites de delegação legislativa (Veto Legislativo); 
    VI - mudar temporariamente sua sede; 
    VII fixar idêntico subsídio para os Deputados Federais e os Senadores 
    VIII fixar os subsídios do Presidente e Vice-Presidente da República e dos Ministros de Estado. 
    IX  - julgar  anualmente  as  contas  prestadas  pelo  Presidente  da  República  e apreciar  os  relatórios 
    sobre a execução dos planos de governo; 
    X - fiscalizar e controlar, diretamente, ou por qualquer de suas Casas, os atos do Poder Executivo, 
    incluídos os da administração indireta; 
    XI  -  zelar  pela  preservação  de  sua  competência  legislativa  em  face  da  atribuição  normativa  dos 
    outros Poderes; 
    XII - apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão; 
    XIII - escolher dois terços dos membros do Tribunal de Contas da União; 
    XIV - aprovar iniciativas do Poder Executivo referentes a atividades nucleares; 
    XV - autorizar referendo e convocar plebiscito; 
    XVI  -  autorizar,  em  terras  indígenas,  a  exploração  e  o  aproveitamento  de  recursos  hídricos  e  a 
    pesquisa e lavra de riquezas minerais; 
    XVII - aprovar, previamente, a alienação ou concessão de terras públicas com área superior a 2500 
    hectares. 

  • Não se esqueçam desse bizu:

     

    Quando for competência do Congresso Nacional com sanção do Presidente da República, deverá haver no enunciado da questão o verbo DISPOR, caso contrário, será competência exclusiva do Congresso ou qualquer outra coisa. É como se fosse uma elementar do tipo, traduzindo para o Direito Penal. rsrsr

     

    Abraço e bons estudos.

  • Juliana Gaspar fez referência à Neguinho. 

  •  É da competência exclusiva do Congresso Nacional apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão. Nesse caso, não é exigida sanção presidencial (ver art. 48, CF/88)

  • ERRADO

    Nesse caso, por tratar-se de uma competência deliberativa, a decisão é tomada via decreto legislativo que INDEPENDE de sanção ou veto (Art. 49, inciso XII, CF). Dessa forma, em se tratando de uma decisão providência feita pelo Congresso, apenas, sem a participação do Presidente da República, não se fala em aplicação da teoria dos freios e contrapesos

  • Telecomunicações/radiodifusão: Tem sanção.
    Concessão rádio televisão: Não tem sanção.

  • Art. 48. Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República, não exigida esta para o especificado nos arts. 49, 51 e 52, dispor sobre todas as matérias de competência da União, especialmente sobre:

     

    XII ­ telecomunicações e radiodifusão;

     

     

     

    Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:

     

    XII ­ apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão;

  • Dicas para auxiliar (nem sempre servem, mas ajudam muito):

     

    - Competências privativas do CN (art. 48): quando aparecer o verbo disporgeralmente haverá sanção do Presidente da República.

     

    - Todas as competências exclusivas do CN (art. 49) se iniciam com verbo no infinitivo (resolver, autorizar ...), e as competências privativas não, mas isso não impede que a banca inicie uma competência privativa com verbo no infinitivo.

     

    (Repostando: Leonilson).

  • Muito obrigado Aline
  • A respeito dos Poderes Executivo e Legislativo, julgue o item a seguir.

     

     Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do presidente da República, apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão, sendo essa atuação conjunta exemplo prático da aplicação da doutrina dos freios e contrapesos.

    Errado, Competencia exclusiva do CN não precisa de sanção do PR

     

    -----------------------------

     

    Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:

      XII ­ apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão;

     

    -------------------------

     

    Dicas para auxiliar (nem sempre servem, mas ajudam muito):

     

     

    Obs. 1: Quando aparecer o verbo Disporgeralmente haverá sanção do Presidente da República.

     

    Obs. 2: Chama-se de Competência Privativa do Congresso Nacional as que carecem de sanção do Presidente da República.

     

    Obs. 3: No texto da Constituição todas as competências exclusivas do Congresso Nacional se iniciam com verbo no infinitivo (Resolver, Autorizar ...), e as competências privativas não, mas isso não impede que a banca inicie uma competência privativa com verbo no Infinitivo.

     

    Obs. 4: As competências da Câmara dos Deputados e do Senado Federal são privativas.

     

    ---------------

     

     

     

  • GABARITO: ERRADO

    Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional: XII - apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão;

  • Ocorre que é de Competência exclusiva do Congresso Nacional (não será necessária sanção presidencial) 

  • Quando se falar em APRECIAR ATOS de concessão/renovação, a competência do CN é exclusiva, independe, assim, de sanção do Presidente.

    Todavia, a disposição acerca da matéria de "emissoras de rádio e televisão", aí sim, será por meio de sanção.

  • Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do presidente da República, apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão, sendo essa atuação conjunta exemplo prático da aplicação da doutrina dos freios e contrapesos.

    Estaria correto se: Cabe exclusivamente ao Congresso Nacional,apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão, sendo essa atuação conjunta exemplo prático da aplicação da doutrina dos freios e contrapesos.

  • Gabarito Errado.

    Competência exclusiva do CN - é por meio de decreto legislativo - emissoras de rádio e televisão.

  • Art. 49. É da competência exclusiva

    do Congresso Nacional:

     XII ­ apreciar os atos de concessão e

    renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão;

  • Fosse assim o então Pres. Rep. (aquele da facada) já teria mandado aquela emissora TV (plin-plin) para o "espaço".

    Né ?

    Bons estudos.

  • O que não seria uma má ideia neh rsrsrsrs...já que adoram fazer um desserviço à sociedade!

  • Competência exclusiva sem sanção ou veto.

  • Competência exclusiva do Congresso

  • CONFORME ART 49 XII CRFB A COMPTÊNCIA É EXCLUSIVA DO CONGRESSO NACIONAL ,APRECIAR OS ATOS DE CONCESSÃO DE EMISSORAS DE RÁDIO E TELEVISÃO.

    NÃO CABENDO FALAR EM COMPETÊNCIA DO PRESIDENTE DA REPUBLICA,PORTANTO O GABARITO DA QUSTÃO ESTÁ ERRADO!

  • Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:

    (...) XII - apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão;

    O exercício de tal competência independe de sanção presidencial.

  • Gabarito:Errado

    Principais Dicas de Poder Legislativo:

    • Funções: Criar e legislar. Exercido pelo congresso nacional (senado federal + câmara dos deputados federais).
    • Câmara dos Deputados: Alta; 4 anos; Sistema proporcional; Mínimo 8 e máximo 70 por estado; Funções privativas (Art 51).
    • Senado Federal: Baixa; 8 anos; Sistema majoritário; 3 + 2 suplentes; Funções privativas (Art 52).
    • Congresso Nacional: Fala sobre assuntos do "COFOP" (contábil, orçamentário, financeiro, operacional e patrimonial). Tem funções especiais, estas que precisam da sanção do presida (art 48) e exclusivas (art 49).
    • Tribunal de Contas da União: Auxilia o Congresso; 9 ministros; Principais competências estão: fiscalizar contas de empresas cujo capital social união participe, apreciar as contas do presida no prazo de 60 dias após recebimento, julgar conta dos administradores que gerem bens públicos e representar ao poder quanto irregularidade ou abusos.

     

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ID
1176409
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A respeito dos Poderes Executivo e Legislativo, julgue o item a seguir.

 

 O veto do presidente da República a projeto de lei será apreciado em sessão unicameral, somente podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos congressistas.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA, SEGUNDO A CF 88, ART.66 A SESSÃO DEVE SER CONJUNTA E NÃO UNILATERAL

    § 1º - Se o Presidente da República considerar o projeto, no todo ou em parte, inconstitucional ou contrário ao interesse público, vetá-lo-á total ou parcialmente, no prazo de quinze dias úteis, contados da data do recebimento, e comunicará, dentro de quarenta e oito horas, ao Presidente do Senado Federal os motivos do veto.

    § 2º - O veto parcial somente abrangerá texto integral de artigo, de parágrafo, de inciso ou de alínea.

    § 3º - Decorrido o prazo de quinze dias, o silêncio do Presidente da República importará sanção.

    § 4º O veto será apreciado em sessão conjunta, dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores. 

  • Corroborando o comentário do colega "Vai tudo!":

    Art. 57. O Congresso Nacional reunir-se-á, anualmente, na Capital Federal, de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1º de agosto a 22 de dezembro. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 50, de 2006)   
    § 3º - Além de outros casos previstos nesta Constituição, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal reunir-se-ão em sessão conjunta para:

    I - inaugurar a sessão legislativa;

    II - elaborar o regimento comum e regular a criação de serviços comuns às duas Casas;

    III - receber o compromisso do Presidente e do Vice-Presidente da República;

    IV - conhecer do veto e sobre ele deliberar.

    Art. 66. A Casa na qual tenha sido concluída a votação enviará o projeto de lei ao Presidente da República, que, aquiescendo, o sancionará.

    § 4º O veto será apreciado em sessão conjunta, dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores.


  • O erro está na sessão unicameral - tem-se a reunião no mesmo instante e a votação se faz em uma única casa (a maioria desta sessão é dada por 513 + 81 = 594 parlamentares). O certo é sessão conjunta - a reunião se faz no mesmo instante, todavia, a votação é por casa, em separado.

  • Como já foi dito a questão erra ao falar unicameral, na verdade a votação é conjunta, vejam numa outra questão:

    Prova: CESPE - 2014 - Câmara dos Deputados - Analista Legislativo - Consultor Legislativo Área I

    Disciplina: Direito Constitucional

    Compete privativamente ao presidente da República vetar projetos de lei, total ou parcialmente, devendo o veto ser apreciado em sessão conjunta e só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos deputados e senadores, em votação aberta.

    GABARITO: CERTA.

    "Fica aqui o meu apelo para a equipe do site “QUERO MINHA VERSÃO ANTIGA DO QC”

  • O veto do presidente da República a projeto de lei será apreciado em sessão CONJUNTA, somente podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos congressistas.

  • Conforme o art. 66, § 4º, da CF/88, o veto do Presidente da República será apreciado em sessão conjunta, dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores. A afirmativa está incorreta ao afirmar que o veto é apreciado em sessão unicameral. Nas sessões unicamerais, o Congresso funciona como uma única casa e os votos de senadores e deputados são computados sem distinção. Na sessão conjunta, embora a votação ocorra no mesmo momento, os votos de deputados e senadores são computados separadamente.

    RESPOSTA: Errado


  • Lembre-se que antes da EC 72/2013, o veto era apreciado em sessão conjunta e em escrutínio secreto, mas depois da referida EC, não mais é assim, a votação é aberta!!!!!!!!!!!!!!!

  • Qual a diferença entre sessão conjunta e unicameral?

    Tanto na sessão conjunta quanto na sessão unicameral, a reunião dos deputados e senadores ocorre em um mesmo instante. A diferença é que na sessão conjunta a votação é simultaneamente feita por casa e os votos são computados separadamente (maioria absoluta da Câmara = 257 deputados, e maioria absoluta do Senado = 41 senadores - Ex: art. 66, 4º, CF), e na sessão unicameral a votação é conjunta, ou seja, os votos de senadores e deputados são contados de forma igual, a atuação é como uma só casa (513 deputados + 81 senadores = 594 parlamentares, sendo a maioria absoluta 298 congressistas - Ex: art. 3º, ADCT).



  • Art. 66. A Casa na qual tenha sido concluída a votação enviará o projeto de lei ao Presidente da República, que, aquiescendo, o sancionará.

    § 4º O veto será apreciado em sessão conjunta, dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores.

    GABARITO: ERRADO


  • questaozinha desgranhenta

  •  

     

    Como já foi dito a questão erra ao falar unicameral, na verdade a votação é conjunta, vejam numa outra questão: 

     

     

    Prova: CESPE - 2014 - Câmara dos Deputados - Analista Legislativo - Consultor Legislativo Área I Disciplina: Direito Constitucional 

    Compete privativamente ao presidente da República vetar projetos de lei, total ou parcialmente, devendo o veto ser apreciado em sessão conjunta e só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos deputados e senadores, em votação aberta. 

    GABARITO: CERTA.

     

  • O veto do presidente da República a projeto de lei será apreciado em sessão bicameral, somente podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos congressistas.

  • A VOTAÇÃO É CONJUNTA, PORÉM O QUORUM DEVE SER ATINGIDO NAS DUAS CASAS. A QUESTÃO PASSA A IDEIA DE QUE SE TENHO 81 SENADORES E 513 DEPUTADOS QUE SE TODOS OS DEPUTADOS VOTAREM CONTRA E NENHUM SENADOR VOTAR CONTRA, MESMO ASSIM ATINGIRIAMOS  A MAIORIA ABSOLUTA. ERRADO! EM CADA CASA DEVE ATINGIR A MAIORIA ABSOLUTA.

  • Na sessão conjunta, embora a votação ocorra no mesmo momento, os votos de deputados e senadores são computados separadamente.

  • QUESTÃO ERRADA.

    Acrescentando:

    O VETO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA a PROJETO DE LEI ocorrerá no prazo de 15 dias ÚTEIS, contados da data do RECEBIMENTO, devendo comunicar dentro de 48 horas ao PRESIDENTE DO SENADO FEDERAL os motivos do veto, que será apreciado em SESSÃO BICAMERAL, somente podendo ser rejeitado pelo voto da MAIORIA ABSOLUTA dos Congressistas.

    § 2° O VETO PARCIAL somente abrangerá TEXTO INTEGRAL de artigo, de parágrafo, de inciso ou de alínea.


    OUTRA QUESTÃO:

    • Q301086 • •  Prova(s): CESPE - 2013 - TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO) - Técnico Judiciário - Administrativo

    O sistema bicameral do tipo federativo é adotado no Brasil.

    CORRETA.



  • O veto do presidente da República a projeto de lei será apreciado em sessão BICAMERAL, somente podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos congressistas.

    GABARITO: ERRADA!
  • Diferença entre Sessão Conjunta e Sessão Unicameral


    Tanto na sessão conjunta quanto na sessão unicameral, a reunião dos deputados e senadores ocorre em um mesmo instante. A diferença é que na sessão conjunta a votação é simultaneamente feita por casa e os votos são computados separadamente (maioria absoluta da Câmara = 257 deputados, e maioria absoluta do Senado = 41 senadores - Ex: art. 66, 4º, CF), e na sessão unicameral a votação é conjunta, ou seja, os votos de senadores e deputados são contados de forma igual, a atuação é como uma só casa (513 deputados + 81 senadores = 594 parlamentares, sendo a maioria absoluta 298 congressistas - Ex: art. 3º, ADCT).


    http://lfg.jusbrasil.com.br/noticias/2013419/qual-a-diferenca-entre-sessao-conjunta-e-sessao-unicameral-denise-cristina-mantovani-cera

  • ARGHS!!! Questãozinha encardida!!

    Gabrito Errado.

    O veto do presidente da República a projeto de lei será apreciado em sessão CONJUNTA, somente podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos congressistas.

  • Conforme o art. 66, § 4º, da CF/88, o veto do Presidente da República será apreciado em sessão conjunta, dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores. A afirmativa está incorreta ao afirmar que o veto é apreciado em sessão unicameral. Nas sessões unicamerais, o Congresso funciona como uma única casa e os votos de senadores e deputados são computados sem distinção. Na sessão conjunta, embora a votação ocorra no mesmo momento, os votos de deputados e senadores são computados separadamente.

    RESPOSTA: Errado

    (Comentário do Professor do QC)

  • Acertei a questão. Na verdade acredito que a redação de "unicameral" foi escrita errada propositalmente. Caberia sessão única dos congressistas.

  • A emenda do voto aberto é a 76 

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Emendas/Emc/emc76.htm#art1

    Prestem  atenção na hora de comentar !

  • Pelas Casas com voto da maioria absoluta

  • Art. 66. A Casa na qual tenha sido concluída a votação enviará o projeto de lei ao Presidente da República, que, aquiescendo, o sancionará. 
    § 4º O veto será apreciado em sessão conjunta, dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores.

  • O veto será apreciado em sessão conjunta, porém a votação é separada e o voto secreto.

  • Organizando a questão:


    O veto do presidente da República a projeto de lei será apreciado em sessão conjunta, somente podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos congressistas.

  • erradíssimo, art. 66,§ 4º da CF- SESSÃO CONJUNTA, e a votação deverá ser maioria absoluta dos DEPUTADOS E SENADORES. 

  • Aspectos do veto:

    - apreciado em 30 dias.

    - sessão CONJUNTA (bicameral).

    - votação aberta

    - quórum: MAIORIA ABSOLUTA.

  • CUIDADO, com a postagem da colega: Flávia Jaine, o voto secreto  ou (escrutínio secreto) foi revogado pela EC nº 76/2013.

  • Gabarito Errado. alteração dada pela Emenda Constitucional nº 76/2013. Que altera o art. 66, § 4º da CF.

    O veto será apreciado em sessão conjunta, dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores.

  • De forma objetiva: Há dois erros nesta assertiva: 1º sessão unicameral e 2º maioria absoluta dos congressistas

    Corrigindo a questão, temos: sessão conjunta e maioria absoluta dos deputados e senadores.                                                                                 

  • ART.66.

    §4º O veto será apreciado em sessão conjunta, dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores, em escrutínio secreto

  • ERRADO. A sessão é conjunta(fisicamente juntos, mas votação como se estivessem separados). Unicameral é fisicamente jjuntos com votação como se fossem uma câmara legislativa só.

  • Vale ressaltar que ate 2013 o escrutinio era SECRETO, mas com a EC n76 foi abolida. Hoje ela e ABERTA.

    Livro da Nathalia Masson

  • De acordo com o art. 66, § 4º da CF, "O veto será apreciado em sessão conjunta (não sessão unicameral), dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores. 

     

  • Sessão Conjunta e não Sessão Unicameral!!

     

    Gabarito: Errado!

     

    Foco, força e fé!

  • O veto do Presidente da República será apreciado em sessão conjunta, só
    podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos deputados e
    senadores. Questão incorreta.

  • SESSÃO CONJUNTA - BICAMERAL

  • O Poder Legislativo federal é Bicameral

  • Sessão conjunta é diferente de sessão unicameral, na sessão conjunta a votação é bicameral, separado. Já na sessão unicameral, o voto é junto.

  • Gab. ERRADO.

     

    Errei por esquecer esse fundamento básico. Mas é aquela, nada é de graça, tudo se conquista.

     

    Sessão unicameral é DIFERENTE de sessão conjunta, conforme explicado pelos colegas.

     

     

     

     

     

    Abraço e bons estudos.

     

  • Art. 66. A Casa na qual tenha sido concluída a votação enviará o projeto de lei ao Presidente da República, que, aquiescendo, o sancionará.

    § 4º O veto será apreciado em sessão conjunta, dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores.

  • O veto do Presidente da República será apreciado em sessão CONJUNTA, só podendo ser REJEITADO pelo voto da MAIORIA ABSOLUTA dos Deputados e Senadores.

     

    Sessão conjunta a votação é bicameral, separado >>> (aqui a votação ocorra no mesmo momento, os votos de deputados e senadores são computados separadamente).

    Sessão unicameral, o voto é junto >>> (o Congresso funciona como uma única casa e os votos de senadores e deputados são computados sem distinção).

     

    Art. 66. §4º da CF/88.

  • Tanto na sessão conjunta quanto na sessão unicameral, a reunião dos deputados e senadores ocorre em um mesmo instante. A diferença é que na sessão conjunta a votação é simultaneamente feita por casa e os votos são computados separadamente (maioria absoluta da Câmara = 257 deputados, e maioria absoluta do Senado = 41 senadores - Ex: art. 66, 4º, CF), e na sessão unicameral a votação é conjunta, ou seja, os votos de senadores e deputados são contados de forma igual, a atuação é como uma só casa (513 deputados + 81 senadores = 594 parlamentares, sendo a maioria absoluta 298 congressistas - Ex: art. 3º, ADCT).

  • Apreciação do veto pelo CN:

     

    → Sessão conjunta (Deputados + Senadores)

     

    → Prazo de 30 dias do seu recebimento 

    Obs: Se não ocorrer apreciação nesse período, será colocado na ordem do dia da sessão imediata, retardando as demais deliberações do CN, até que ocorra a sua votação

     

    → Rejeição do veto apenas por maioria absoluta, voto aberto e ostensivo (estilo votação do impeachment da Dilma)

  • APRECIAÇÃO DO VETO PRESIDENCIAL:

    1- sessão conjunta (deputados e senadores);

    2- voto da maioria absoluta e

    3- votação aberta.

  • Atenção!!! Via de regra, as Casas do Congresso Nacional atuam separadamente e de forma independente. Existe também um tipo de sessão onde as duas Casas (Câmara e Senado) se reúnem ao mesmo tempo: a sessão conjunta. Note que a sessão conjunta é bicameral, ou seja, apesar de as duas Casas estarem reunidas ao mesmo tempo, os votos de cada uma delas são contados separadamente. Assim, a Câmara dos Deputados atua enquanto Câmara e o Senado Federal atua enquanto Senado.

     

    Casos de Sessão Conjunta:

             I -  inaugurar a sessão legislativa; (solenidade)

            II -  elaborar o regimento comum e regular a criação de serviços comuns às duas Casas;

            III -  receber o compromisso do Presidente e do Vice-Presidente da República; (solenidade)

            IV -  conhecer do veto e sobre ele deliberar. (no prazo de 30 dias contar do recebimento do veto

     

    OBS: A única hipótese do Congresso Nacional se reunir em sessão unicameral está prevista no artigo 3º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) e se refere a um procedimento de modificação especial da Constituição chamado revisão constitucional. Importantíssimo saber que esse tipo de modificação da Constituição não pode mais ser feito, portanto, o Congresso Nacional não pode mais se reunir em sessão unicameral.

     

    Fonte: Prof. Roberto Troncoso

  • Ótimo comentário da Cis ☾ !!!!!!!!!!!!!! A ÚNICA PREVISÃO DE VOTO UNICAMERAL NA CONSTITUIÇÃO SE ENCONTRA NO ADCT:

    Art. 3º. A revisão constitucional será realizada após cinco anos, contados da promulgação da Constituição, pelo voto da maioria absoluta dos membros do Congresso Nacional, em sessão unicameral.

     

    Não gosto de repetir comentário, mas achei válido dar o destaque. 

     

  •  O veto do presidente da República a projeto de lei será apreciado em sessão BICAMERAL, somente podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos congressistas.

  • GABARITO: ERRADO

    Art. 66. § 4º O veto será apreciado em sessão conjunta, dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores.

  • GABARITO: ERRADO

    A constituição federal fala em sessão conjunta e não sessão unicameral:

    Art. 66. A Casa na qual tenha sido concluída a votação enviará o projeto de

    lei ao Presidente da República, que, aquiescendo, o sancionará.

    (...)

    § 4º O veto será apreciado em sessão conjunta, dentro de trinta dias a

    contar de seu recebimento, só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria

    absoluta dos Deputados e Senadores.

  • Gabarito - Errado.

    CF/88

    Art. 66

    O veto será apreciado em sessão conjunta...

    Só há uma hipótese de sessão unicameral - a revisão constitucional do ADCT.

  • Gabarito: Errada.

    Tanto na sessão conjunta quanto na sessão unicameral, a reunião dos deputados e senadores ocorre simultaneamente. A diferença é a seguinte:

    Na sessão conjunta, a votação é feita por casa e os votos são computados separadamente (a maioria absoluta da Câmara equivale a 257 deputados e a maioria absoluta do Senado, a 41 senadores). Dois artigos da CF trazem a sua previsão: o art. 66, § 4º, que dispõe sobre a apreciação do veto presidencial e o art. 57, § 3º, que cita a inauguração da sessão legislativa, a elaboração do regimento comum, a regulação da criação de serviços comuns às duas Casas, o compromisso do Presidente e do Vice-Presidente da República e novamente o veto.

    Já na sessão unicameral, os votos de senadores e deputados são contados sem distinção, a atuação é como uma só casa (os 513 deputados com os 81 senadores somam 594 parlamentares, sendo a maioria absoluta equivalente a 298 congressistas). A única ocorrência em toda a constituição está no art. 3º do ADCT, que dispõe sobre a revisão constitucional realizada após cinco anos da promulgação da CF.

  • O erro está em "sessão unicameral". O certo é "sessão conjunta", de acordo com o art. 66, §4º, CF/88.

    Bons estudos!


ID
1176412
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A imunidade tributária recíproca entre as pessoas políticas abrange apenas os impostos.

Alternativas
Comentários
  • CERTA

    Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: VI - instituir impostos sobre: a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros;

    http://blog.grancursos.com.br/wp-content/uploads/2014/05/COMENT%C3%81RIOS-DIREITO-TRIBUT%C3%81RIO_corre%C3%A7%C3%B5es.pdf

  • GABARITO C

    A imunidade tributária recíproca abrange APENAS os tributos não vinculados a uma atuação estatal, quais sejam os IMPOSTOS.

    Não há que se falar em imunidade tributária recíproca no caso de taxa, contribuição de melhoria e contribuições especiais. Nesses tributos, a exação decorre de uma prestação efetivada, não havendo manifestação de poder de império de um ente político sobre o outro. 

    Outro ponto que merece consideração relaciona-se aos impostos alcançados pela imunidade tributária recíproca. Observa-se que, ao tratar, da imunidade tributária recíproca, a Constituição se refere à vedação para instituição de impostos entre os entes políticos que onerem o "patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros".

    O princípio da imunidade tributária recíproca (que veda à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios a instituição de impostos sobre o patrimônio, rendas ou serviços uns "dos outros) e que é garantia da Federação (art. 60, § 4º, inciso I,e art. 150, VI, a, da CF).

     http://jus.com.br/artigos/11757/alcance-da-imunidade-tributaria-reciproca-nos-impostos-indiretos#ixzz352KUIQHB


  • CERTO.

    CF:

    Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:


    VI - instituir impostos sobre:

    a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros;


  • A imunidade tributária recíproca está prevista no art. 150, VI, “a”, da CF/88, segundo o qual, sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios instituir impostos sobre patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros. Ela é decorrente do princípio federativo. A Constituição expressamente estabelece que a imunidade tributária recíproca abrange apenas os impostos. O STF entende que a imunidade abrange também as empresas públicas prestadoras de serviços.

    RESPOSTA: Certo


  • Nos termos do art. 150, VI, "a" da CF, a imunidade recíproca impede que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituam impostos sobre o patrimônio, a renda e os serviços uns dos outros.
    Fundamento: se fosse permitida a tributação, o equilíbrio federativo e a autonomia destas entidades restariam comprometidos.

    Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

    (...)

    VI - instituir impostos sobre: (Vide Emenda Constitucional nº 3, de 1993)

    a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros;


    Última e melhor dica, essa é de Jesus:

    "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei." (Mateus 11:28)


  • Abrange apenas impostos? 

  • Gab. Certo

    CR, Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao

    Distrito Federal e aos Municípios:

    VI - instituir impostos sobre: a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros.


    Prof. Leonardo de Medeiros


  • Imunidade recíproca

    5.1 Disposição constitucional

    A imunidade recíproca tem previsão no artigo 150, VI, letraa, da Constituição Federal, complementado pelos §§ 2º e 3º do mesmo dispositivo constitucional. Vale a transcrição:

    “Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

    (...)

    VI – instituir impostos sobre:

    a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros;

    (...)

    § 2º – A vedação do inciso VI,a, é extensiva às autarquias e às fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, no que se refere ao patrimônio, à renda e aos serviços, vinculados a suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes.

    § 3º – As vedações do inciso VI,a, e do parágrafo anterior não se aplicam ao patrimônio, à renda e aos serviços, relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados, ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pelo usuário, nem exonera o promitente comprador da obrigação de pagar imposto relativamente ao bem imóvel.”

    Pela imunidade recíproca, a Constituição veda que as entidades políticas da federação (União, Estados, DF e Municípios) instituam impostos umas sobre as outras, para atingir o patrimônio, a renda ou os serviços de cada uma.

     

    Revista de Doutrina

  • Exato, Vanessa IPD, não é cabível para as demais espécies tributárias. Art.150,VI,a. 

  • Vanessa IPD - Apenas os impostos, mas não são todos, por exemplo: Uma Autarquia, afim de melhorar seu atendimento, investe em computadores mais rápidos e modernos. Apesar de ser uma Autarquia, ela irá pagar o ICMS sobre os equipamentos comprados. 
    Att

  • GABARITO C

    A imunidade tributária recíproca abrange APENAS os tributos não vinculados a uma atuação estatal, quais sejam os IMPOSTOS.

  • pra memorizar:

     

    IMUNIDADE APENAS PARA IMPOSTOS

    IMUNIDADE APENAS PARA IMPOSTOS

    IMUNIDADE APENAS PARA IMPOSTOS

  • CERTO

    Só para complementar, no entendimento do STF:

    O STF, ao delinear os contornos da denominada imunidade recíproca, estampada no art. 150, VI, inciso a, da Constituição Federal, firmou jurisprudência no sentido de sua inaplicabilidade às contribuições sociais, porque a regra negativa de competência tributária se destina exclusivamente à instituição e à cobrança de impostos. [ACO 602, rel. min. Dias Toffoli, j. 6-6-2018, P, DJE de 6-8-2018.]

    A imunidade tributária recíproca, prevista no art. 150, VI, a, da CF – extensiva às autarquias e fundações públicas – tem aplicabilidade restrita a impostos, não se estendendo, em consequência, a outras espécies tributárias, a exemplo das contribuições sociais. [RE 831.381 AgR-AgR, rel. min. Roberto Barroso, j. 9-3-2018, 1ª T, DJE de 21-3-2018.]


ID
1176415
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Com relação às finanças públicas e ao sistema tributário nacional,  julgue o item subsequente.

 

 Cabem ao Banco Central a emissão de moeda, a função de depositário das disponibilidades de caixa da União e a atribuição de conceder empréstimos ao Tesouro Nacional.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA, SEGUNDO A CF 88

    Art. 164. A competência da União para emitir moeda será exercida exclusivamente pelo Banco Central.
    § 1º - É vedado ao Banco Central conceder, direta ou indiretamente, empréstimos ao Tesouro Nacional e a qualquer órgão ou entidade que não seja instituição financeira.
    § 2º - O Banco Central poderá comprar e vender títulos de emissão do Tesouro Nacional, com o objetivo de regular a oferta de moeda ou a taxa de juros.


    § 3º - As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no Banco Central; as dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e dos órgãos ou entidades do Poder Público e das empresas por ele controladas, em instituições financeiras oficiais, ressalvados os casos previstos em lei.

    http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/artigoBd.asp?item=1592

  • O art. 164, da CF/88, estabelece que a competência da União para emitir moeda será exercida exclusivamente pelo banco central. O art. 164 ainda estabelece em seus parágrafos que: § 1º - É vedado ao banco central conceder, direta ou indiretamente, empréstimos ao Tesouro Nacional e a qualquer órgão ou entidade que não seja instituição financeira; § 2º - O banco central poderá comprar e vender títulos de emissão do Tesouro Nacional, com o objetivo de regular a oferta de moeda ou a taxa de juros; § 3º - As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no banco central; as dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e dos órgãos ou entidades do Poder Público e das empresas por ele controladas, em instituições financeiras oficiais, ressalvados os casos previstos em lei.

    RESPOSTA: Errado

  • O BACEN NÃO concede empréstimos ao Tesouro Nacional.

  • Como já foi dito a questão está errada, apenas para complementar, outra semelhante ajudaria a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2012 - Câmara dos Deputados - Analista Legislativo - Técnica Legislativa Disciplina: Direito Constitucional | Assuntos: Ordem Econômica e Financeira ; Sistema Financeiro Nacional; 

    A competência da União para emitir moeda deve ser exercida exclusivamente pelo Banco Central do Brasil, instituição à qual é vedado conceder, direta ou indiretamente, empréstimos ao Tesouro Nacional e a qualquer órgão ou entidade que não seja instituição financeira.

    GABARITO: CERTA.

  • Questão errada, outra ajuda a responder, vejam:

     

    Prova: CESPE - 2012 - Câmara dos Deputados - Analista Legislativo - Técnica LegislativaDisciplina: Direito Constitucional | Assuntos: Ordem Econômica e Financeira ; Sistema Financeiro Nacional;

     A competência da União para emitir moeda deve ser exercida exclusivamente pelo Banco Central do Brasil, instituição à qual é vedado conceder, direta ou indiretamente, empréstimos ao Tesouro Nacional e a qualquer órgão ou entidade que não seja instituição financeira. 

    GABARITO: CERTA.

     

     

     

  • CF/88:

    Art. 164. A competência da União para emitir moeda será exercida exclusivamente pelo Banco Central.

    § 1º É vedado ao Banco Central conceder, direta ou indiretamente, empréstimos ao Tesouro Nacional e a qualquer órgão ou entidade

    que não seja instituição financeira.

    § 2º O Banco Central poderá comprar e vender títulos de emissão do Tesouro Nacional, com o objetivo de regular a oferta de moeda

    ou a taxa de juros.

    § 3º As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no Banco Central; as dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios

    e dos órgãos ou entidades do poder público e das empresas por ele controladas, em instituições financeiras oficiais, ressalvados os

    casos previstos em lei.

  • ERRADA: Apesar de caber ao Banco Central o papel de emitir moedas e de receber as disponibilidades de caixa da União, não lhe compete conceder empréstimos ao Tesouro Nacional conforme artigo Art. 164, Parágrafo 1º, da Constituição


    "Art. 164. A competência da União para emitir moeda será exercida exclusivamente pelo banco central.

    § 1º - É vedado ao banco central conceder, direta ou indiretamente, empréstimos ao Tesouro Nacional e a qualquer órgão ou entidade que não seja instituição financeira.

    § 2º - O banco central poderá comprar e vender títulos de emissão do Tesouro Nacional, com o objetivo de regular a oferta de moeda ou a taxa de juros.

    § 3º - As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no banco central; as dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e dos órgãos ou entidades do Poder Público e das empresas por ele controladas, em instituições financeiras oficiais, ressalvados os casos previstos em lei."

  • Desde quando o Bacen empresta dinheiro? ERRADA!

  • Se eu não me engano a emissão da moeda só é feita pela Casa da Moeda, se eu estiver errado por favor me corrijam. 

  • Amigo Paulo, a Casa da moeda confecciona o papel moeda, a emissão de moeda (quantitativo) é de competência do Banco Central.

    Boa Sorte!

  • Obrigado, Renan Lima.

  • Desde a sua criação André Carvalho, por isso ele é conhecido como banco dos bancos.

  • ERRADO

    Art. 164. A competência da União para emitir moeda será exercida exclusivamente pelo banco central.

    § 1º É vedado ao banco central conceder, direta ou indiretamente, empréstimos ao Tesouro Nacional e a qualquer órgão ou entidade que não seja instituição financeira.

    § 2º O banco central poderá comprar e vender títulos de emissão do Tesouro Nacional, com o objetivo de regular a oferta de moeda ou a taxa de juros.

    § 3º As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no banco central; as dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e dos órgãos ou entidades do Poder Público e das empresas por ele controladas, em instituições financeiras oficiais, ressalvados os casos previstos em lei.

  • CF/88:

    Art. 164. A competência da União para emitir moeda será exercida exclusivamente pelo banco central.

    § 1º É vedado ao banco central conceder, direta ou indiretamente, empréstimos ao Tesouro Nacional e a qualquer órgão ou entidade que não seja instituição financeira.

    § 2º O banco central poderá comprar e vender títulos de emissão do Tesouro Nacional, com o objetivo de regular a oferta de moeda ou a taxa de juros.

    § 3º As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no banco central; as dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e dos órgãos ou entidades do Poder Público e das empresas por ele controladas, em instituições financeiras oficiais, ressalvados os casos previstos em lei.

  • Não pode conceder empréstimos ao Tesouro Nacional. 

  • Conselho Monetário Nacional determina a emissão de moeda e o valor. Bacen emite moeda. Casa da Moeda efetivamente imprime as notas. 

  • Gabarito: Errado.

    COMPETÊNCIA PARA:

    Emitir moeda: União (Art. 21, VII, CF);

    Limites de emissão: C. Nacional (Art. 48, XIV, CF);

    Exercício da emissão: BACEN (Art. 164, CF).

  • RESUMINDO

    -> Emissão de moeda = exclusividade do BACEN.

    -> É vedado ao BACEN conceder empréstimos ao TN e a qualquer órgão ou entidade que não seja instituição financeira, ainda que indiretamente.

    -> BACEN poderá comprar e vender títulos de emissão do Tesouro Nacional, com o objetivo de regular a oferta de moeda ou a taxa de juros.

    -> Disponibilidades da União -> Depositadas no BACEN

  • Gabarito - Errado.

    Cabe ao Banco Central a emissão de moeda (art. 164, “caput”, CF);

    e também servir como depositário das disponibilidades de caixa da União (art. 164, § 3º, CF).

    No entanto, ao contrário do que diz o enunciado, é vedado ao Banco Central conceder empréstimos ao Tesouro Nacional (art. 164, § 1º, CF).


ID
1176418
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Com relação às finanças públicas e ao sistema tributário nacional,  julgue o item subsequente.

 

 O princípio da anterioridade tributária é cláusula pétrea, por constituir garantia individual de que a lei que criar, aumentar ou extinguir tributo somente pode ser aplicada no exercício financeiro seguinte à sua publicação.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA, O princípio da anterioridade do exercício financeiro é um subproduto do princípio da não surpresa. Só quelas situações de agravamento devem ser consideradas (aumento e criação). A redução do tributo não está inserida na norma. CR, Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: III - cobrar tributos: b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. O STF declarou que as suas duas espécies, anterioridade geral e noventena, são cláusula pétrea, direito fundamental do contribuinte. Leia-se julgado: A garantia constitucional da anterioridade tributária, tal como definida no art. 150, inciso III, alínea “c”, da Constituição da República. O postulado que consagra, entre nós, a anterioridade tributária (não importando que se trate de anterioridade comum ou que se cuide, como na espécie, de anterioridade mitigada) traduz garantia fundamental que compõe o próprio “estatuto constitucional dos contribuintes” e que representa, na perspectiva das relações entre a Administração Tributária e o contribuinte, clara limitação constitucional ao poder impositivo das pessoas políticas, inclusive ao poder da União Federal. Torna-se importante assinalar, na linha do que destacou esta Suprema Corte, em julgamento final sobre a matéria (ADI 939/DF, Rel. Min. SYDNEY SANCHES), que o princípio da anterioridade representa, em matéria tributária, “garantia individual do contribuinte”, oponível, por isso mesmo, a qualquer das entidades políticas investidas de competência impositiva.  O respeito incondicional aos princípios constitucionais evidencia-se como dever inderrogável do Poder Público... Com maior razão, não pode o Executivo, por intermédio de simples decreto residencial, transgredir o “estatuto constitucional dos contribuintes”, tornando imediatamente exigíveis as novas alíquotas fiscais do IPI resultantes da majoração estabelecida por ato da Presidência da República, pois, se fosse lícito à Administração Tributária desconsiderar, por determinação da Senhora Presidente da República, o princípio da anterioridade, tal comportamento equivaleria a atribuir, absurdamente, a uma simples deliberação executiva, força normativa superior àquela de que se acham impregnadas as emendas à Constituição, as quais – insista-se – não podem desrespeitar matérias postas sob proteção das cláusulas pétreas, como os direitos e garantias individuais (CF, art. 60, § 4º, IV), dentre os quais a garantia  da anterioridade tributária, como assinala a doutrina (ALEXANDRE DE MORAES, “Direito Constitucional”, p. 906, item  n. 9.4, 27ª ed., 2011, Atlas, v.g.) e adverte a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (ADI 939/DF). http://blog.grancursos.com.br/wp-content/uploads/2014/05/COMENT%C3%81RIOS-DIREITO-TRIBUT%C3%81RIO_corre%C3%A7%C3%B5es.pdf

  • Gabarito: ERRADO...

    O princípio da anterioridade tributária é cláusula pétrea, por constituir garantia individual de que a lei que criar, aumentar ou (extinguir NÃO) tributo somente pode ser aplicada no exercício financeiro seguinte à sua publicação.

  • De acordo com o art. 150, III, “b”, Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. Portanto a vedação é somente com relação a criação ou aumento do tributo e não se aplica a sua extinção.

    RESPOSTA: Errada


  • O princípio da anterioridade é mesmo cláusula pétrea da CF?

    Não seriam essas elencadas aqui:

    A forma federativa de Estado;

    O voto direto, secreto, universal e periódico;

    A separação dos Poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário.

    Os direitos e garantias individuais.

    Quem souber a resposta, poste aqui por favor!!!!

  • Josiele Sousa, o princípio da anterioridade tributária é, sim, considerado cláusula pétrea, embora não esteja expressamente previsto no art. 60, § 4º, da Constituição, conforme você já citou.

    Trata-se de um entendimento absolutamente pacífico do STF (ADI 939-2/DF). Para a Suprema Corte, as Limitações ao Poder de Tributar são consideradas cláusulas pétreas em duas situações:

    a) quando essas limitações constituem garantia individual do contribuinte; (é o que ocorre na anterioridade, evitando que o contribuinte possa ser pego de surpresa com a criação/majoração de um tributo e não consiga reorganizar suas finanças)

    b) quando as limitações constituem proteção a outras cláusulas pétreas; (é o que ocorre, por exemplo, com a imunidade recíproca. A forma federativa de estado é cláusula pétrea, e a imunidade recíproca também é cláusula pétrea por proteger o pacto federativo, uma vez que se fosse dado à União, Estados e Municípios instituir impostos sobre bens e serviços uns dos outros, tal expediente poderia se transformar num meio de pressão e perseguição às entidades federativas)

  • Cabe lembrar das exceções ao princípio da anterioridade comum e nonagesimal, quais sejam, Imposto de Importação, Imposto de Exportação, Imposto sobre Operações Financeiras, Emprestimos Compulsórios (guerra e calamidade) e Imposto Extraordinário de Guerra.

  • "O princípio da anterioridade tributária é cláusula pétrea" Certo: O Supremo Tribunal Federal, por meio da ADIN 939, já declarou que o princípio da anterioridade tributária é cláusula pétrea, pois consiste em garantia individual do contribuinte;  

    "por constituir garantia individual de que a lei que criar, aumentar ou extinguir tributo somente pode ser aplicada no exercício financeiro seguinte à sua publicação" Errado: tal princípio impede que seja cobrado no imposto no mesmo exercício que o AUMENTOU OU CRIOU, não se aplicando à extinção de imposto.

    "Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:(…)III – cobrar tributos:(…)b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou"

  • QUESTÃO ERRADA.

    Só as situações de agravamento (aumento e criação) devem ser consideradas cláusula pétrea.


    Questão interessante (pode ler tranquilamente, pois não postei a resposta):

    Q420574 •  Prova(s): CESPE - 2014 - Câmara dos Deputados - Analista Legislativo - Consultor Legislativo Área V

     Um deputado federal apresentou projeto que aborda matéria tributária de interesse da União, posteriormente convertido em lei, e, após alguns meses de vigência, foi ajuizada ação direta de inconstitucionalidade (ADI) por vício formal e material perante o Supremo Tribunal Federal (STF), por um partido político com representação no Congresso Nacional.
    Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir à luz do disposto na CF e da jurisprudência do STF.


    Devido à garantia da anterioridade tributária, a norma em análise só poderia ter eficácia no exercício financeiro seguinte àquele em que foi publicada, observada, ainda, a anterioridade nonagesimal.

    Resposta: http://www.questoesdeconcursos.com.br/pesquisar?te=Q420574#



  • ERRADA: Apesar de o princípio da anterioridade tributária ser, de fato, cláusula pétrea (ADI 939-7, do STF), tal garantia não impede que o imposto seja diminuído OU ATÉ MESMO EXTINTO no mesmo exercício fiscal, mas apenas impede que seja cobrado no mesmo exercício que o aumentou ou criou, tudo em conformidade com o artigo 150, inciso III, alínea “b” da Constituição:


    "Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

    III – cobrar tributos: (…)

    b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou;"

  • O erro É prestar atenção demais na cláusula pétrea e de menos no resto da questão.

     A vedação é somente com relação a criação ou aumento do tributo e não se aplica a sua extinção, tanto pra anterioridade geral qto para a nonagesimal.

  • Galera, observem quem há tributos que não respeitam às anterioridades.

    "Há tributos que fogem a regra da anterioridade anual e nonagesimal, mas há outros que não obedecem a anterioridade anual mas devem obedecer a nonagesimal [...].

    Os impostos II, IE, IOF, IEG e Calamidade Pública não obedecem e nenhuma das regras, sendo fácil deduzir seu motivo, o II, IE e o IOF são impostos reguladores de mercado por excelência, tais impostos precisam de aplicabilidade imediata pela sua própria natureza de extrafiscalidade.

    O IEG e Calamidade Pública são impostos que são cobrados extraordinariamente em momentos de guerra ou em caso de calamidade pública onde a união demande de recursos, dessa forma devem ter sua exigência de forma imediata, sob pena de ser tarde demais para a arrecadação do valor.

    Já com relação ao IPI ele não segue a anterioridade nonagesimal.

    FONTE: http://www.lopesperret.com.br/2013/06/18/principio-da-anterioridade-tributaria-impostos-e-suas-excecoes/

  • Parei de ler no 'princípio da anterioridade tributária é cláusula pétrea
  • Fabio Pinho, então cuidado, pois pode se dar mal. O tal princípio é sim cláusula pétrea.

  • Esse negócio de o cara falar: "Parei de ler no...."   é um jargão dos concurseiros preguiçosos,ler a porra toda gente,eu hen!

  • O Erro está em extinguir, pois nesse caso a extinção é imediata.

     

  • Pra mim, a questão tem 2 erros.

    1. Ao se extinguir um imposto, o contribuinte cessa imediatamente de pagá-lo.

    2. Existe uma enxurrada de exceções aos quais esse princício não é aplicado: IPI; IE; II; IOF, por exemplo.

  • Pessoal, lembrem-se que isso é cespe. Incompleto é certo. Portanto, aqui não cabe dizer que a questão está errada por causa das exceções. 

    A questão estaria correta se não tivesse o termo extinguir no final. 

     A vedação é somente com relação a criação ou aumento do tributo e não se aplica a sua extinção.

    Para ficar mais claro ainda: Uma mão tem três dedos: para o cespe está certo. Para as demais bancas está errado.

    Uma mão tem seis dedos, para o cespe está errado.

     

  •  O princípio da anterioridade tributária é cláusula pétrea, por constituir garantia individual de que a lei que criar, aumentar ou extinguir tributo somente pode ser aplicada no exercício financeiro seguinte à sua publicação.  PEGADINHA

  • esse peguinha é do mal

  • Complementando: 

     

    SÚMULA VINCULANTE 50   

    Norma legal que altera o prazo de recolhimento de obrigação tributária não se sujeita ao princípio da anterioridade.

  • Principio da Anterioridade Tributaria -

    é Clausula Pétrea. PQ? constitui garantia individual de q a LEI que:

    CRIAR, AUMENTAR tributos - DEVE aplicada no EXERCICIO FINANCEIRO seguinte PUBLICAÇÃO

    NÃO fala em EXTINGUIR

  • Se extinguir é benéfico, a anterioridade é em prol do contribuinte para ele não ser surpreendido
  • Usei a seguinte lógica: esse princípio não está no rol de garantias individuais e por isso poderá ser objeto de emenda, pois a CRFB/88 veda somente aqueles dispositivos elencados no art. 60 §4.

    CRFB/88 art. 60 § 4º Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir:

    I - a forma federativa de Estado;

    II - o voto direto, secreto, universal e periódico;

    III - a separação dos Poderes;

    IV - os direitos e garantias individuais.


ID
1176421
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Acerca da organização político-administrativa do Estado Federal brasileiro e da administração pública, julgue o seguinte item.

É vedado à LODF definir os crimes de responsabilidade do governador.

Alternativas
Comentários
  • Questão maliciosa, feita para reduzir ao máximo as chances do candidato bem preparado gabaritar a parte de constitucional. A LODF traz em seu artigo o seguinte enunciado:

    SEÇÃO III

    DA RESPONSABILIDADE DO GOVERNADOR

    Art. 101. São crimes de responsabilidade os atos do Governador do Distrito Federal que atentem contra a Constituição Federal, esta Lei Orgânica e, especialmente, contra:

    I - a existência da União e do Distrito Federal;

    II - o livre exercício do Poder Executivo e do Poder Legislativo ou de outras autoridades constituídas;

    III - o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;

    IV - a segurança interna do País e do Distrito Federal;

    V - a probidade na administração;

    VI - a lei orçamentária;

    VII - o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

    Parágrafo único. Os crimes de que trata este artigo serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas de processo e julgamento.

    Nota-se que no parágrafo único, o legislador traz essa ressalva, de que, apesar do texto da lei orgânica trazer em seu bojo os atos do Governador do DF que serão considerados crimes de responsabilidade, a definição específica e taxativa será feita em lei especial. 

    Realmente a maldade do examinador não tem limites. rsrs



  • Súmula 722 do STF

    São da competência legislativa da União a definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento.


  • http://redir.stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=AC&docID=266856

    Link para o ADI de que ilustra a questão.

  • A definição de crimes é matéria de Direito Penal. Cabe a União legislar privativamente sobre Direito Penal, conforme prevê o art. 22, I da CF/88.

  • CORRETO: Segundo o artigo 85, parágrafo único, da Constituição, os crimes de responsabilidade são definidos em leis especiais, aqui compreendidas como leis da União.
    _________________________________________________________________________________________________________

    Vide lei 1.079/1950 (define os crimes de responsabilidade e regula o respectivo processo de julgamento)
    _________________________________________________________________________________________________________

    Súmula 722,STF: São da competência legislativa da União a definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento.


    Bons estudos
  • Crimes de responsabilidade de governadores de estado ou do DF serão de competencia das respectivas assembleias legislativas dos estados, no caso de gov. dos estados, e da camara legislativa do df no caso do gov. do df. sendo em tds os casos presidido pelo presidente do TJ respectivo.

    Crimes Comuns dos Governadores em geral são julgados pelo STJ.

  • certo.

    No art.22 ,I DIZ QUE COMPETE PRIVATIVAMENTE A UNIÃO LEGISLAR SOBRE DIREITO PENAL.

  • O art. 22, I, da CF/88, estabelece que compete privativamente à União legislar sobre direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho. Pelo princípio da simetria, os crimes de responsabilidade do governador devem obedecer o previsto no art. 85, parágrafo único, da CF/88, segundo o qual esses crimes serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas de processo e julgamento. O STF firmou entendimento n Súmula n. 722 que são da competência legislativa da União a definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento.

    RESPOSTA: Certo


  • Penso que essa questão deveria ser anulada, uma vez que a LODF, ao meu ver, pode sim definir os crimes de responsabilidade do governador, desde que não extrapole o disposto na CF e em lei federal.

  • Vamos analisar a Lei 1.079 de 1950 que normatiza o CRIME DE RESPONSABILIDADE (do Presidente da República, Ministro de Estado, Ministro do STF, PGR ou Governadores e Secretários de Estado -  Art. 2 + 74);


            Lei 1.079/50 - Art. 74. Constituem crimes de responsabilidade dos governadores dos Estados ou dos seus Secretários, quando por eles praticados, os atos definidos como crimes nesta lei.


    Comentário: Como podemos analisar todos os CRIMES elencados na LODF é uma repetição sobre o que é trazido pela lei especifica que normatiza os crimes de responsabilidade para estas figuras, assim não podemos dizer que a LODF normatiza pois esta não é uma lei especifica feita para tratar sobre este assunto como SUMULA 722 do STF prevê (que a UNIÃO que legisla sobre o tema);



  • Acredito ser isto:

    Súmula 722, STF: SÃO DA COMPETÊNCIA LEGISLATIVA DA UNIÃO A DEFINIÇÃO DOS CRIMES DE RESPONSABILIDADE E O ESTABELECIMENTO DAS RESPECTIVAS NORMAS DE PROCESSO E JULGAMENTO.

    Lei 1079/50 – define os crimes de responsabilidade e o respectivo processo e julgamento. São 5 desembargadores e 5 deputados estaduais, presidido pelo presidente do TJ.

    PENA - 2 penas:

    - perda do cargo;

    - inabilitação para o exercício de função pública por 5 anos.

    Fonte: http://meucadernodedireito.blogspot.com.br/2011/10/chefes-do-executivo-quando-praticam.html

  • CORRETO. Segundo o artigo 85, parágrafo único, da Constituição, os crimes de responsabilidade são definidos em leis especiais (lei 1079/50), aqui compreendidas como leis da União.

  • Gab: Certo.

    Não pode o estado legislar em matéria penal.

    CF:

    Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

    I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho;

    Ressalte-se que a distribuição da competência legislativa vem descrita na Carta Política , que, em seu art. 22 , I , determina competir, privativamente à União legislar sobre Direito Penal.

    Entretanto, lei complementar federal pode autorizar os Estados-membros a legislar sobre Direito Penal, porém, somente em questões específicas de interesse local (§único, do art. 22 da CRFB/88). Sublinhe-se: questões específicas; que pode ser: uma regra penal sobre trânsito em uma determinada localidade, sobre meio ambiente em uma região. Logo, nenhum Estado está autorizado a legislar sobre temas fundamentais do Direito Penal (sobre princípio da legalidade, sobre as causas de exclusão da antijuridicidade, sobre a configuração do delito...).

    (fonte: LFG)

  • Não entendi a pergunta!!!Alguém??

  • A questão foi mal digitada. A pergunta é o seguinte:

    É vedado a LODF definir crimes de responsabilidade do governador.

    A resposta é correta, só quem tem poder de definir crimes é o código penal brasileiro.

  • STF Súmula nº 722 -  São da competência legislativa da União a definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento.


  • Senhores, não confundam crime no âmbito penal (art. 22, I), com crimes de responsabilidade (1.079). 

  • O Estado-membro não dispõe de competência para instituir, mesmo em sua própria Constituição, cláusulas tipificadoras de crimes de responsabilidade, ainda mais se as normas estaduais definidoras de tais ilícitos tiverem por finalidade viabilizar a responsabilização política dos membros integrantes do Tribunal de Contas. A competência constitucional para legislar sobre crimes de responsabilidade (e, também, para definir-lhes a respectiva disciplina ritual) pertence, exclusivamente, à União Federal. Precedentes. Súmula 722/STF.” (ADI 4.190-MC-REF, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 10-3-2010, Plenário, DJE de 11-6-2010.)

  • ATENÇÃO: Compete a União legislar PRIVATIVAMENTE sobre matérias de  processo penal e penal, assim é privativo da União legislar sobre CRIMES, inclusive os de RESPONSABILIDADE.

  • Direito Penal é competência privativa da União. Errada

  • Assunto mais que pacificado pelo STF, conversão da Súmula722, para Súmula Vinculante 46.

    SÚMULA VINCULANTE 46: A definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento são de competência legislativa privativa da União”. 

    Por conseguinte, a união que legisla sobre direito penal, privativamente,  podendo os estados lesgilarem, de forma específica, através de autorização por lei complementar.

    GAB CERTO 

  • Bem galera, parecem bobos alguns processos de memorização, mas pra mim funciona bem, então compartilho a forma como decorei sobre as competências legislativas privativas da União: 


    "Cêviu o comercial? que pena processaram o eleitor agrário que, no mar, jogou pedra numa aeronave espacial. Que trabalho!" 

     

    Depois de repetir de olhos fechados imaginando a cena, tenho certeza que estará registrado a informação sobre as competências legislativas privativas : civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho.


    Espero ter ajudado.

  • Um questionamento paralelo a essa questão, caso fosse dito que é permitido aos Estados legislar sobre a matéria dos crimes de responsabilidade, caso autorizados em Lei complementar estaria correto?

    Estou baseando no art. 22 Parágrafo único. Lei complementar poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas neste artigo.

    Bons estudos!!


  • GABARITO: C

    Súmula vinculante 46-STF: A definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento são da competência legislativa privativa da União.

    STF. Plenário. Aprovada em 09/04/2015 (Info 780).


  • Gente, crime de responsabilidade não tem nada ave com o direito penal!
  • CORRETO

     

    Ano: 2016 Banca: CESPE Órgão: PGE-AM Prova: Procurador do Estado

    São de observância obrigatória para os estados, devendo ser reproduzidas nas Constituições estaduais, as normas constitucionais federais relativas às imunidades parlamentares, ao processo legislativo e ao regime dos crimes de responsabilidade e às garantias processuais penais do chefe do Poder Executivo federal. ERRADO

     

    Súmula Vinculante 46

    A definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento são da competência legislativa privativa da União. STF. Plenário. Aprovada em 09/04/2015 (Info 780).

     

    MOTIVO 

    ADI 2220

    A definição das condutas típicas configuradoras do crime de responsabilidade e o estabelecimento de regras que disciplinem o processo e julgamento dos agentes políticos federais, estaduais ou municipais envolvidos são da competência legislativa privativa da União e devem ser tratados em lei nacional especial 

  • CERTO, a competência é da UNIÃO

  • CERTO

     STF, compete à União legislar sobre crime de responsabilidade (mesmo de autoridades estaduais e municipais), uma vez que esse tema integra a competência privativa da União para legislar sobre direito penal (CF, art. 22, I). Assim, “a definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento são de competência legislativa privativa da União.” (Súmula Vinculante 46).

  • O art. 22, I, da CF/88, estabelece que compete privativamente à União legislar sobre direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho. Pelo princípio da simetria, os crimes de responsabilidade do governador devem obedecer o previsto no art. 85, parágrafo único, da CF/88, segundo o qual esses crimes serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas de processo e julgamento. O STF firmou entendimento n Súmula n. 722 que são da competência legislativa da União a definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento.

    RESPOSTA: Certo

    Fonte: QCONCURSOS

  • Crime de responsabilidade é o Impechemant

  • Súmula 722 do STF:

    São da competência legislativa da União a definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento.

    CF Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

    I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho;

  • Súmula vinculante 46-STF: A definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento são da competência legislativa privativa da União.STF. Plenário. Aprovada em 09/04/2015

    (Info 780).

  • Acerca da organização político-administrativa do Estado Federal brasileiro e da administração pública, é correto afirmar que: É vedado à LODF definir os crimes de responsabilidade do governador.


ID
1176424
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Acerca da organização político-administrativa do Estado Federal brasileiro e da administração pública, julgue o seguinte item.

 

O presidente da República pode dispor, mediante decreto autônomo, acerca da organização e do funcionamento da administração federal, vedados o aumento de despesa e a criação ou extinção de órgãos públicos.

Alternativas
Comentários
  • CERTA, SEGUNDO A CF 88

    Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:

    I - nomear e exonerar os Ministros de Estado;

    II - exercer, com o auxílio dos Ministros de Estado, a direção superior da administração federal;

    III - iniciar o processo legislativo, na forma e nos casos previstos nesta Constituição;

    IV - sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução;

    V - vetar projetos de lei, total ou parcialmente;

    VI – dispor, mediante decreto, sobre: 

    a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos; 

    (...)

  • Quando o inciso VI fala em decreto, se refere a decreto autônomo?

    Desde já agradeço a colaboração dos colegas!
    Bons estudos!
  • Olá Glema, permita-me responder a sua pergunta: 


    sim, as alíneas elencadas no referido inciso, são dispostas por decreto autônomo. Lembrando que, ao contrário dos regulamentares, elas independem de lei infraconstitucional, uma vez que decorrem diretamente da Constituição.

  • Obrigada, Renato!

    Bons estudos!

  • Certo - Art. 84, VI,

    VI - dispor, mediante decreto, sobre:(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos;

    b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos


  • De acordo com o art. 84, VI, “a”, da CF/88, compete privativamente ao Presidente da República dispor, mediante decreto, sobre organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos. A disposição será feita mediante decreto autônomo.

    RESPOSTA: Certo







  • quase confundi a extinção de órgãos com cargos

  • Gabarito CERTO

    Para quem errou por causa de "decreto autônomo"

    >Decreto autônomo: é delegável e tem como fundamento a CF88
        - Esse é delegável por expressa previsão legal (Art. 84§único)
    Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República

    VI – dispor, mediante decreto, sobre:
    a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos;
    b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos;

    Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações

    >Decreto executivo: é indelegável e tem como fundamento complementar a lei

    Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:
    IV - sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução

    fonte:http://jus.com.br/artigos/23046/poder-regulamentar
    Bons estudos

  • Questão correta, outra ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2013 - TRT - 17ª Região (ES) - Analista Judiciário - Área Administrativa Disciplina: Direito Constitucional | Assuntos: Presidente da República, Vice-Presidente da República e Ministros de Estado.; Poder Executivo; 

    O presidente da República pode dispor sobre a organização da administração pública por decreto autônomo, dispensado o exame pelo Congresso Nacional, quando não ocorrer aumento de despesa ou criação ou extinção de órgão público.

    GABARITO: CERTA.

  • QUESTÃO CORRETA.

    Artigo 84, CF. Compete PRIVATIVAMENTE ao Presidente da República:

    VIDISPOR, MEDIANTE DECRETO, sobre:

    a) ORGANIZAÇÃO e FUNCIONAMENTO da ADMINISTRAÇÃO FEDERAL, quando NÃO IMPLICAR AUMENTO DE DESPESA NEM CRIAÇÃO ou EXTINÇÃO DE ÓRGÃOS PÚBLICOS;


    Questão interessante:

    Q343457 Prova: CESPE - 2013 - DPE-DF - Defensor Público

    Como regra, compete ao Congresso Nacional dispor sobre a criação, transformação ou extinção de cargos, empregos ou funções públicas, mesmo que a iniciativa para sua proposição seja do Poder Judiciário ou do chefe do Poder Executivo.

    Resposta: http://www.questoesdeconcursos.com.br/pesquisar?te=Q343457#




  • lembrando que órgãos públicos só podem ser extintos por lei 

  • CORRETO: LETRA FRIA DA LEI.

    "Art. 84.Compete privativamente ao Presidente da República:

    VI -  dispor, mediante decreto, sobre:

    a)  organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos;"


  • Aqui, é competência tão somente do Presidente da República, de forma que este poderá delegar para três pessoas:


    Advogado Geral da União;

    Procurador Geral da República;

    Ministro de Estado.

  • O parágrafo único do art 84 mostra os casos de delegação do presidente. São esses conhecidos como decreto autônomo.

    decreto autônomo é espécie normativa primária, não visa regulamentar nenhuma lei, não visa dar executoriedade a lei. Busca seu fundamento de validade de existência diretamente na CF e portanto é norma legal, ou seja, tem força de lei.

    Já o decreto regulamentar é norma infralegal, está abaixo da lei.

  • Questão de Dir. Constitucional.

  • A minha dúvida também foi referente à palavra "autônomo".
  • Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República

    VI – dispor, mediante decreto, sobre: 
    a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos;
    b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos;

  • Órgãos públicos só podem ser criados e extintos POR LEI !

  • À Luz do artigo 84, da CF, compete privatimente ao Presidente da Repúblico ,dentre outros, dispor, mediante decreto, sobre  a organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos e extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos.

    GABARITO CERTO.

  • RESUMO SOBRE DECRETOS AUTÔNOMOS

           

                    

    (1) É da competência privativa do Presidente da República. Entretanto, este poderá delegar tal atribuição aos Ministros de Estado, ao PGR ou ao AGU, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações;

                          

    (2) Podem dispor sobre (a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos (b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos;

                          

    (3) Não se está diante de hipótese de edição de decreto regulamentar. Os decretos autônomos independem da edição de lei em sentido estrito, pois têm status de norma primária, haurindo sua competência diretamente da CF;

     

    (4) Um decreto autônomo pode revogar  lei pretérita que trate das respectivas matérias (o PR pode expedir um decreto autônomo extinguindo cargos públicos federais vagos até então previstos em lei em sentido estrito);

     

    (5) Por força do princípio da simetria, os decretos autônomos também podem ser expedidos pelos chefes do Executivo dos demais entes federativos (governadores e prefeitos).

     

     

    GABARITO: CERTO

  • Decreto Autônomo Conceito

    .

     decreto que decorre diretamente da Constituição, possuindo efeitos análogos ao de uma lei ordinária. Tal espécie normativa, contudo, limita-se às hipóteses de organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos, e de extinção de funções ou cargos públicos, quando vago (art. 84, VI, da Constituição)." grifo nosso.

    .

    Fonte: http://www.jusbrasil.com.br/topicos/457274/decreto-autonomo

     

  • A QUESTÃO ESTÁ CORRETA. POIS Embora não tenha autorizado a edição de decreto autônomo de forma ampla e genérica, o constituinte previu, em casos taxados na CF, a possibilidade de serem editados decretos como atos normativos primários, independentemente de lei, E ISTO SE DAR NO CASO DE CARGOS públicos VAGOS podem ser extintos por meio de decreto presidencial, sendo DISPENSÁVEL a edição de lei em sentido estrito. PORTANTO NÃO HÁ NECESSIDADE DE LEI, 

    O presidente da República pode dispor, mediante decreto autônomo, acerca da organização e do funcionamento da administração federal, vedados o aumento de despesa e a criação ou extinção de órgãos públicos.

     

  • GABARITO CERTO

     

    CF

     

    Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:

    VI – dispor, mediante decreto, sobre:

    a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos

    b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos

  • De acordo com o art. 84, VI, “a”, da CF/88, compete privativamente ao Presidente da República dispor, mediante decreto, sobre organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos. A disposição será feita mediante decreto autônomo.
     

    RESPOSTA: Certo

  • dispor, mediante decreto, sobre:

    a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos;

    Obs.: Conforme supracitado, no texto Constitucional, não retrata o tipo de "decreto". Decreto é mencionado de uma maneira genérica, sabe-se que o manual de Redação Oficial aborda tres tipos de decretos: Singulares, Regulamentares e autonomos.

    Acredito que a questão deveria mudar o gabarito de "certo" para "errado."

     

  • Como pode estar certo se no art. 84 da CF diz que não pode implicar em aumento de despesas?

  • Lucas Suzano, a questão diz exatamente isso "...VEDADOS O AUMENTO DE DESPESA.."
    Acho que você pulou essa parte. 

  • Presidente não pode dispor em decreto autônomo algo que aumente a despesa nem que crie ou leve à extinção de órgãos públicos.

  • QuEstao passível de anulação

  • CERTO

    RESUMO

    Decreto autônomo: é delegável

     Esse é delegável por expressa previsão legal (Art. 84§único) Compete privativamente ao Presidente da República.

  • Gabarito: CERTO.

     

    CF/88

    Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:

     

    (...)

     

    VI - dispor, mediante decreto, sobre:  

    a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos; 

    b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos;

     

    Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.

  • Acerca da organização político-administrativa do Estado Federal brasileiro e da administração pública, é correto afirmar que:  O presidente da República pode dispor, mediante decreto autônomo, acerca da organização e do funcionamento da administração federal, vedados o aumento de despesa e a criação ou extinção de órgãos públicos.

  • ÓRGÃO É DIFERENTE DE CARGO...

  • Gabarito:Certo

    Principais Dicas de Poder Executivo:

    • O Brasil exerce o estado monocrático. Presidente é chefe de estado (internacional) e governo (nacional).
    • Duração do Mandato de 4 anos podendo se reeleger 1 vez por igual período.
    • Só existem COMPETÊNCIA PRIVATIVAS DO PRESIDENTE. Os principais incisos cobrados que eu já vi em questões são (ART 84): 3,4,5, 6 (delegável), 7,8, 12(delegável),13, 14, 18, 25 (delegável a parte da criação).
    • Mandato Tampão: Se o presida e o vice falecerem, será feito o seguinte - novas eleições em 90 dias e o povo elege (2 primeiros anos de mandato) e novas eleições em 30 dias e o congresso nacional elege (2 últimos anos de mandato).
    • Art 85 (Crimes de Responsabilidade).
    • Em caso de crime comum e de responsabilidade, como ocorrerá o procedimento? Crime Comum (Após queixa do STF o presidente é afastado. 2/3 da câmara dos deputados autoriza a instalação do processo. Presida do STF quem irá comandar a sessão do julgamento e STF quem julga) e Crime de Responsabilidade (Após a instauração do processo pelo senado federal. 2/3 da câmara dos deputados autoriza a instalação do processo. Presida do STF quem irá comandar a sessão do julgamento e senado federal quem julga). Vale ressaltar, averiguei em apenas 1 questão: Durante o prazo de vigência, o presidente não poderá ser culpado por crime comum, isto é, se o presidente matar alguém (isso é FORA DA SUA FUNÇÃO), ele só vai ser julgado pós mandato pela justiça comum.

     

    FICA A DICA PESSOAL: Estão precisando de planejamento para concursos? Aulas de RLM SEM ENROLAÇÃO? Entrem em contato comigo e acessem meu site www.udemy.com/course/duartecursos/?referralCode=7007A3BD90456358934F .Lá vocês encontraram materiais produzidos por mim para auxiliar nos seus estudos. Inclusive, acessem meu perfil e me sigam pois tem diversos cadernos de questões para outras matérias, como português, leis, RLM, direito constitucional, administrativo etc. Vamos em busca da nossa aprovação juntos !!


ID
1176427
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Acerca da organização político-administrativa do Estado Federal brasileiro e da administração pública, julgue o seguinte item.

 

A autonomia dos estados-membros caracteriza-se pela sua capacidade de auto-organização, autolegislação, autogoverno e autoadministração, ao passo que a soberania da União manifesta-se em todos esses elementos e, ainda, no que concerne à personalidade internacional.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA

    A União não tem soberania, mas sim autonomia, conforme artigo 18 da Constituição Federal.

    Art. 18. A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, todos autônomos, nos termos desta Constituição.

    http://www.aprovaconcursos.com.br/noticias/2014/05/08/gabarito-comentado-tc-df-direito-constitucional-analista-de-adm-publicacargos-1-2-3-5-6-e-7/
  • Quem tem soberania?


  • A República Federativa do Brasil é soberana.

  • A soberania quem tem é a República Federativa do Brasil. 
  • A autonomia dos estados-membros caracteriza-se pela sua capacidade de auto-organização, autolegislação, autogoverno e autoadministração, ao passo que a soberania da União manifesta-se em todos esses elementos e, ainda, no que concerne à personalidade internacional.

    A parte destacada que torna a questão errada.

  • Clássico de direito constitucional essa questão da soberania! A cespe gosta muito!

    Autônomos, são os entes federativos!

    Soberano, a República Federativa do Brasil (País)!


  • Só a RFB tem a soberania e personalidade internacional. 

  • A união não é soberana, ela possui autonomia política, assim como os outros entes administrativos ou entidades politicas como : os Estados, o DF e os municípios. Somente quem possui soberania é a República federativa do Brasil. 

  • O art. 1º, I da CF/88, estabelece que a República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamento a soberania. Portanto, a República Federativa é que possui soberania, não a União. A União, assim como estamos-membros, autônoma (ver art. 18, CF/88)

    RESPOSTA: Errado






  • -.-... eu ia marcar errada, exatamente por esse motivo de: "União não tem personalidade internacional, só a RFB tem"... mas dae eu pensei: Eles não vão se apegar a esse detalhe...

  • Gabarito: ERRADO

    A soberania é um fundamento da República Federativa do Brasil.

    CF

    Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

    I - a soberania;

    II - a cidadania;

    III - a dignidade da pessoa humana;

    IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

    V - o pluralismo político.


  • QUESTÃO ERRADA.

    Direto ao ponto:

    REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL tem SOBERANIA;

    UNIÃO, ESTADOS, DF e MUNICÍPIOS têm AUTONOMIA.


    P.S--> questão é de Direito Constitucional.


  • Autonomia politica, financeira e administrativa: União, Estados, DF e Municípios, sendo estes pessoa jurídica de direito público interno.

    Estado - República Federativa do Brasil: Soberania, sendo esta pessoa jurídica de direito publico externo.

  • Soberania da União ? nada disso.

  • Nesse caso, não a de se falar em soberania da União, visto que tal prerrogativa só compete à República Federativa do Brasil... No caso elencado, a União tem as mesmas prerrogativas conferidas aos Estados e Municípios, com atribuíções próprias definidas na CF\88.

  • Ao invés de "Organização Administrativa" está questão é de "Organização Politica Adm em constitucional".

    RFB = Soberana

    União, Estados, DF e municípios = direito publico interno, autônomos, entes federativos.

  • República Federativa do Brasil - ou seja - a união da U, E, M, DF, T possui soberania e não a U sobre estes

  • A União, Estados-membros, Municípios e DF estao em um mesmo patamar, COLABORAM entre si. São Autônomos e independentes. Apenas a República Federativa é soberana!

  • É a REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL que é SOBERANA. A UNIÃO é AUTÔNOMA.

  • Rá pegadinha do malandro kkkkkk

  • Pegadinha sem graça...

  • I DONT´T BELIEVE!!! De novo caí nessa goiaba!!! Jamé esquecerei disso agora: É A FEDERAÇÃO (COM F DE F...) QUE É A TODA PODEROSA E SOBERANA... A UNIÃO só faz AÇUCAR...


    JAMAIS DEIXE DE SONHAR!!

  • GABARITO ERRADO


    A CESPE não sabe nem brincar direito. ( shuashuashua....)


    Trocou RFB por UNIÃO.


    É uma pena que o QConcurso, não tem uma ferramenta disponível para 

    que possamos colocar nossos esquemas, resumos ou mapas mentais.




  • Quem tem soberania é só a República Federativa do Brasil.

  • Só lembrar da teoria do Power Ranger kkk
    A União/Estados/DF/Municípios são os power ranger e quando acaba o filme sempre forma o megazord né? (Que é o pica das galaxias) ai é como a adm direta se juntasse e formasse o megazord e é como se fosse a Republica Federativa do Brasil...
    Ou seja a RFB é soberana
    Entenderam ? rs
    (Prof Thallius do Alfa rs *-*)

  • Beleza, mas a questão tem 2 erros:

    1º A União é autônoma e a RFB  é soberana;

    2º  A União NÃO possui capacidade de auto-organização. 

      

  • Quem detém soberania é a República Federativa do Brasil.

  • ERRADO


    A União, os Estados, o DF e os Municípios são Pessoas Jurídicas de Direito Público. Seguindo uma "mesma linha" não há subordinação nem há hierarquia entre eles. Os 4 entes políticos trabalham em cooperação entre eles. TODOS os entes políticos, com exceção dos Municípios, tem poderes nas esferas do Executivo, Legislativo e Judiciário. Os Municípios não tem poder na esfera do Judiciário.

    O que deixa claro que a União não possui soberania, e sim autonomia. Quem possui soberania é a República Federativa do Brasil (RFB).


    Foco e Fé!
  • teoria do megazorde

  • A autonomia dos estados-membros caracteriza-se pela sua capacidade de auto-organização, autolegislação, autogoverno e autoadministração, ao passo que a soberania da REPÚBLICA FEDERATIVA BRASILEIRA manifesta-se em todos esses elementos e, ainda, no que concerne à personalidade internacional.

  • desde quando a União tem SOBERANIA, questão errada......rumo ao INSS

  • Só quem tem SOBERANIA é a REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.

  • Pegadinha do Malandro. A RFB é soberana a União não. Vale lembrar que no sistema presidencialista o chefe da RFB também é o chefe administrativo da União, mas as funções não se confundem.

  • UNIÃO = PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PÚBLICO INTERNO

    REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL = PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PÚBLICO EXTERNO

  • caí bonito!

     

  •      Não existe hierarquia entre a união, estados e municípios. Existe soberania da República Federativa do Brasil, que consiste na junção da união, estado,municípios e DF. Teoria do megazord, todos os Power rangers se juntam para formar o megazord, no caso, os rangers são a união, estados e municípios e o megazord é a República Federativa do Brasil. E a união não tem personalidade internacional,mas, sim a RFB.

    Hold on...

  • "Soberania da União"... tsc,tsc...

    DICA: Não leia uma questão tão rápido, nem cansada (o).  

  • quem tem soberania ?  é a República Federativa do Brasil.

    quem tem Autonomia? são os entes federativos (União, Estado, DF e Municípios)

  • ERRADO.

    A República Federativa do Brasil é que possui soberania e não a União.

  • "Soberania da União " 

  • A autonomia dos estados-membros caracteriza-se pela sua capacidade de auto-organização, autolegislação, autogoverno e autoadministração, ao passo que a soberania da União manifesta-se em todos esses elementos e, ainda, no que concerne à personalidade internacional.

     

     

    Quem leu rápido se fudeu! kkkk

  • Boa tarde,

     

    Quem possui a soberania é a RFB (exclusivamente), entretando a União a exerce.

     

    Bons estudos

  • Eu vou cair nessa pegadinha infantil quantas vezes ainda?

    União não tem soberania.

    RFB tem soberania. 

    óH céus.

  • Soberano, apenas a RFB.

    Auuuu!!

  • Até quando vou errar  a mesma questão??

  • A união não é soberana

    A união não é soberana

    A união não é soberana

    A união não é soberana

    A união não é soberana

    A união não é soberana

    A união não é soberana

    A união não é soberana

  • quem tem soberania ?  é a República Federativa do Brasil.  TODO O CONDOMÍINIO E SEUS MORADORES

    quem tem Autonomia? União SÍNDICO

  • Gabarito: ERRADO

    (Erro grifado em vermelho) A autonomia dos estados-membros caracteriza-se pela sua capacidade de auto-organização, autolegislação, autogoverno e autoadministração, ao passo que a soberania da União manifesta-se em todos esses elementos e, ainda, no que concerne à personalidade internacional.

     

    A questão esta incorreta, pois a União é autônoma e não Soberana, bem como a União é pessoa jurídica de direito público interno que não se confunde com a República Federativa do Brasil, pessoa jurídica de direito público internacional. Dessa forma a União NÃO tem presonalidade internacional.

     

    Acrescente-se que a União somente representa o Estado Federal nos atos de Direito Internacional, pois quem pratica efetivamente os atos de Direito Internacional é a República Federativa do Brasil, juridicamente representada por um órgão da União, que é o Presidente da República. O Estado Federal (República Federativa do Brasil) é que é a pessoa jurídica de direito público internacional. A União, pessoa jurídica de direito público interno, somente é uma das entidades que forma esse todo, e que, por determinação constitucional (art. 21, I, CF) tem a competência exclusiva de representá-lo nas suas relações internacionais.

  • ERRADO

     

    "A autonomia dos estados-membros caracteriza-se pela sua capacidade de auto-organização, autolegislação, autogoverno e autoadministração, ao passo que a soberania da União manifesta-se em todos esses elementos e, ainda, no que concerne à personalidade internacional."

     

    República Federativa do Brasil --> SOBERANIA

    União --> AUTONOMIA

  • Somente a REPÚBLICA Federativa é SOBERANA. A União, Estados, DF e Municípios são autônomos.

    A RÉPÚBLICA FEDERATIVA detém a SOBERANIA, os ENTES FEDERADOS detém AUTONOMIA.

  • A União apenas exerce a soberania.

  • UNIÃO: Tem autonomia, mas em assuntos internacionais a União representa a RFB, então não POSSUI/DETÉM SOBERANIA, mas AGE e ATUA com soberania.

  • Segundo Alexandre de Paulo e Marcelo Alexandrino:

    "A União é entidade federativa autônoma em relação aos estados-membros e administrativas municípios. É pessoa jurídica de direito público interno, com competências e legislativas enumeradas no texto constitucional. Cabe à União, também, exercer as prerrogativas da soberania do Estado brasileiro, quando representa a República Federativa do Brasil nas relações internacionais. Trata-se de atribuição exclusiva da União, pois. os demais entes integrantes da Federação não dispõem de competência para representar o Estado federal brasileiro frente a outros Estados. soberanos

    a União somente representa o Estado federal nos atos de Direito Internacional. Quem efetivamente pratica atos de Direito Internacional é a República Federativa do Brasil, juridicamente representada por um órgão da União, que é o Presidente da República. O Estado federal - a República Federativa do Brasil - é que é a pessoa jurídica de direito público internacional. A União, pessoa jurídica de direito público interno, é somente uma das entidades que formam esse todo, o Estado federal, e que, por determinação constitucional (CF, art. 21, I), tem a competência exclusiva para representá-lo nas suas relações internacionais. "

    como dito: A soberania é da república!

    Fonte: Direito Constitucional descomplicado

    #Nãodesista!

  • ERRAAAAADO

    A União não tem soberania, mas sim autonomia,

    SOBERANIA é fundamento da República Federativa do Brasil

    Art. 18. A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, todos autônomos, nos termos desta Constituição.

  • A União -> pessoal jurídica de direito público interno,

    Estado Federal -> pessoa jurídica de direito público internacional.

    _______________________________________________________________________

    A pessoa jurídica de direito internacional é o Estado federal (art. 21, I a IV), uma vez que os estados federados não são entidades reconhecidas pelo direito internacional.

    Quando olhamos a União como pessoa jurídica de direito público interno (CC, art. 41, I), vemos que ela está sujeita à responsabilidade pelos atos que pratica por seus órgãos e agentes (art. 37, § 6º).

    Ainda como pessoa jurídica de direito público interno, a União é titular de direito real e pode ser titular de direitos pessoais. É assim que o art. 20, I a XI) estatui que são bens da União os que atualmente lhe pertencem, as terras devolutas, os lagos, rios, as ilhas fluviais, os recursos naturais da plataforma continental, os terrenos de marinha, os potenciais de energia hidráulica, os recursos minerais, as cavidades naturais subterrâneas e as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios.

    Fonte: conteúdo jurídico.

  • Soberania quem tem é a República Federativa do Brasil

  • Quem cai uma vez, vai cair três Só que eu tô caindo pela décima vez :(

ID
1176433
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

 

Considere que, durante uma fiscalização, fiscais do DF tenham encontrado alimentos com prazo de validade expirado na geladeira de um restaurante. Diante da ocorrência, lavraram auto de infração,aplicaram multa e apreenderam esses alimentos. Com base na situação hipotética apresentada, julgue o item  subsecutivo.

 

 

Diante do risco à saúde da população, as mercadorias com prazo de validade expirado poderão ser imediatamente apreendidas, mesmo antes da abertura de processo administrativo e sem prévio contraditório do proprietário do estabelecimento.

Alternativas
Comentários
  • resposta Certo

    Neste caso se entende que o contraditório e a ampla defesa sao preteridos em função de um patrimonio maior que é a saude dos consumidores.


  • Decorre do atributo do Poder de Polícia a autoexecutoriedade que é a possibilidade que a Administração Pública tem de executar suas decisões por meios próprios sem precisar recorrer previamente ao poder judiciário.

    Só lembrando que a autoexecutoriedade só está nos atos que exige URGÊNCIA. :)

  • TJ-MS - Inteiro Teor. Apelação Criminal APR 30453 MS 2008.030453-1 (TJMS)

    Decisão: do poder de polícia, autorizado que está, no exercício de suas atribuições, a fiscalizar e interditar... de que a mercadoria apreendida no estabelecimento foi adquirida de Frigorífico, porque a denunciada....º São impróprios ao uso e consumo: I - os produtos cujos prazos de validade estejam vencidos; II...


  • Complementando o comentário da colega Andressa Castro.


     A "autoexecutoriedade" é aplicável nos casos urgentes (conforme citado) e quando há previsão legal. :)

  • Sempre fico preocupado em questões com as palavras "poderão" e "deverão". No caso da questão ... "validade expirado poderão ser imediatamente apreendidas"... vejo que o certo seria 'deverão',mas continuemos a vida.

  • ATRIBUTOS DO PODER DE POLÍCIA  


    ---> autoexecutoriedade


    A autoexecutoriedade é a faculdade que dispõe a Administração de decidir e executar diretamente suas decisões e atos por seus próprios meios sem intervenção do poder judiciário.


    (exceto nos casos de multas, por exemplo)


    ----> discricionariedade


    É a liberdade de agir dentro dos limites legais, ou seja, traduz-se na livre escolha, pela Administração Pública, da oportunidade e conveniência de exercer o poder de polícia, bem como de aplicar sanções e empregar meios conducentes a atingir um fim colimado, que é a proteção de algum interesse público.


    ----> coercibilidade 


    É a imposição coativa das medidas adotadas pela Administração, constituindo, também, atributo do poder de polícia. É a própria Administração que determina e faz executar as medidas de força que se tornaram necessárias para a execução do ato ou aplicação da penalidade administrativa resultante do exercício do poder de polícia.  

  • Af maria, eu errei por causa dessa palavra "poderão" pois a administração não pode ver se é conveniente ou não aplicar a lei, ela tem que cumprir. Olha a definição de poderão " Ter a Faculdade De..." passivel de recurso esta questão.

    Dê me paciencia senhor.
  • Olá pessoal (GABARITO CORRETO)

    Conforme querido professor Rodrigo Motta ( Centro Estudos Guerra de Moraes) ressalta-se  que conforme posicionamento do STJ ,o PODER DE POLÍCIA subdivide-se nos denominados ATOS DE POLÍCIA : LEGISLAÇÃO; SANÇÃO; CONSENTIMENTO E FISCALIZAÇÃO.

    No  tocante à SANÇÃO, este  subdivide-se em: 1) Demolição; 2) Interdição; 3) Multa; 4) Embargo; 5) Destruição; 6) Apreensão ( Caso da questão em tela).

    OBS: No caso da questão em tela, a APREENSÃO das mercadorias será imediata face ao atributo da autoexecutoriedade que autoriza o Poder Público a executar diretamente determinados atos para a garantia do interesse público.

    Espero ter ajudado.



  • Através do Poder de Polícia é possível, pois seus atos são atribuídos de discricionariedade, auto-executoriedade (não necessitam passar pelo Judiciário para agir) e coercibilidade (uso da força, se necessário).

  • Resposta CORRETA: Decorre do Poder de Polícia, tendo um de seus atributos como a Auto-Executoriedade, que permite ao Estado praticar atos de coerção sem necessidade do judiciário, porém isso apenas acontecem em casos de urgência/emergência e com prévia autorização legislativa.

    ATENÇÃO: O primeiro comentário, do Plínio Júnior, diz que o contraditório e a ampla defesa são preteridos nesse caso. CORRIJO: ocorre o contraditório diferido, ou seja, após a aplicação da medida coercitiva (primeiro aplica a medida, depois o particular pode discutir a licitude do ato, outro exemplo: reboque de carro estacionado irregularmente).

  • Na auto- executoriedade, os meios coercitivos são diretos, autorizando o uso da força pública, se necessário; é o que ocorre na apreensão de mercadorias, na remoção forçada de veículo estacionado em local proibido, na interdição de um restaurante que não atenda às normas da vigilância sanitária etc.

    Foco nos estudos

  •  Autoexecutoriedade, NÃO PRECISA DO JUDICIÁRIO PARA QUE ELA POSSA AGIR . (É SÓ PENSAR, NÃO SE PODE ESPERAR AS PESSOAS MORREREM, POR TER CONSUMIDO ALIMENTO VENCIDO PARA DEPOIS TIRAR ESSES ALIMENTOS DE CIRCULAÇÃO). 

  • Diante do risco à saúde da população, as mercadorias com prazo de validade expirado TERÃO ser imediatamente apreendidas, mesmo antes da abertura de processo administrativo e sem prévio contraditório do proprietário do estabelecimento.

    Desculpem-me, mas pra mim esse ato de apreender e vinculado e não discricionário,  pois se a data venceu,  nao pode,  deve a administração apreender as mercadorias

  • Este é o poder de polícia. Pode restringir direitos individuais em benefício da coletividade.

  • Certo Princípio da supremacia do interesse público Lógico que será necessário a abertura de um processo para ampla defesa.
  • O FAMOSO PODER EXTROVERSO!!!!

    ACIMA DO DIREITO DO PARTICULAR ESTÁ A SAÚDE PÚBLICA (INTERESSE PÚBLICO - FIM PÚBLICO).

  • Considerei errada justamente por causa de uma palavra:

    "(...) as mercadorias com prazo de validade expirado poderão ser imediatamente apreendidas (...)"

    Não deveria ser DEVERÃO?Justamente porque as mercadorias representam um risco à saúde pública e, por tanto, é um ato vinculado.

  • CERTO

     

    "Diante do risco à saúde da população, as mercadorias com prazo de validade expirado poderão ser imediatamente apreendidas, mesmo antes da abertura de processo administrativo e sem prévio contraditório do proprietário do estabelecimento."

     

    Um dos atributos do poder de polícia é a AUTOEXECUTORIEDADE

  • Gabarito Correto.

     

    Poder de policia: 

     

    *Prerrogativa de condicionar e restringir o exercício de atividades privadas. Tudo com vistas a proteger os interesses gerais da coletividade

    * Poder de polícia repressivo: aplicação de sanções administrativas a particulares pelo descumprimento de normas de ordem pública (normas de polícia).

    * Exemplo de sanções cabíveis pode-se mencionar:  

    >Imposição de multas administrativas;

    >interdição de estabelecimentos comerciais;

    >suspensão do exercício de direitos;

    >demolição de construções irregulares;

     

    >embargo administrativo de obra.

    >apreensão de mercadorias piratas etc.

    *Podem ser cobradas taxas (espécie de tributo, e não preços públicos ou tarifas) em razão do exercício (efetivo) do poder de polícia. Dispensa a fiscalização “porta a porta”, desde que haja competência e estrutura.

     

  • gabarito correto.

    A autoexecutoriedade é uma das características do PODER DE POLÍCIA.

    Poder de POLÍCIA não é apenas BAD. Agora ele é BAD da PRF!!!!

    ele vai condicionar e limitar

    Bens

    Atividades

    Direitos

    de maneira

    Preventiva

    Repressiva

    Fiscalizatória

    PARAMENTE-SE!!!

  • "prazo de validade expirado na geladeira de um restaurante"

    Perdeu playboy! Sai da geladeira para o lixo.


ID
1176448
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Suponha que um servidor público fiscal de obras do DF, no intuito de prejudicar o governo, tenha determinado o embargo de uma obrade canalização de águas pluviais, sem que houvesse nenhuma irregularidade. Em razão da paralisação, houve atraso na conclusão da obra, o que causou muitos prejuízos à população. Com base nessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.

A autoridade competente do órgão de fiscalização tem a prerrogativa discricionária de instaurar processo administrativo para apurar a infração cometida pelo servidor.

Alternativas
Comentários
  • nao ha esta discricionariedade. Informada do fato a autoridade é obrigada a instaurar processo administrativo para verificar se houve ou  nao o fato.


  • Gabarito E

    Conforme se extrai do estatuto dos servidores públicos federais (Lei nº. 8.112, de 11 de dezembro de 1990), a autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público É OBRIGADA a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar.

    Nesses termos, revela o art. 143 da Lei nº 8.112/90:

    Lei nº 8.112/90 - Art. 143. A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar, assegurada ao acusado ampla defesa.

    Daí se conclui ser compulsória a apuração de eventuais infrações no serviço público, constituindo-se em poder-dever do qual a autoridade administrativa não pode esquivar-se.



    http://jus.com.br/artigos/21149/a-instauracao-de-processo-administrativo-disciplinar-na-ocorrencia-de-prescricao-obrigacao-ou-discricionariedade-administrativa#ixzz352p4eWfy

  • É vinculado. Cometeu infração deve apurar!

    O simples que dá certo!

  • Como já foi dito a questão erra ao falar "discricionária ", uma outra questão ajuda a responder, vejam:

    A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar, assegurada ao acusado ampla defesa.

    GABARITO: CERTA.

  • GABARITO: ERRADO

    A autoridade competente não tem discricionariedade (poder de escolha dentro dos limites da lei) para decidir se instaura ou não o processo administrativo que vise apurar a conduta do agente, uma vez que, não há discricionariedade entre punir e não punir um servidor que efetivou uma conduta ilegal, de modo que a autoridade competente será obrigada a instaurar tal processo, a administração não pode escolher se pune ou não os servidores que tenham praticado ilícitos administrativos. Tanto é assim que deixar de responsabilizar quem deve sê-lo pode caracterizar o crime de condescendência criminosa, previsto no art. 320 do Código Penal. daí a incorreção da assertiva.

    OBSERVAÇÃO: O poder disciplinar é VINCULADO quanto à APURAÇÃO DA CONDUTA e discricionário quanto à ESCOLHA ou à GRADUAÇÃO da pena.

  • No caso em tela, não cabe discricionariedade pela autoridade competente quanto a aplicação do Poder disciplinar, sendo este vinculado para a referida situação.Todavia, haverá parte do Poder discricionário presente na dosimetria da pena do servidor infrator. 

  • DICA: 


    Apuração via procedimento administrativo ------> VINCULAÇÃO

    Aplicação da quantidade de pena cabível --------> DISCRICIONARIEDADE

  • ERRADO

    Do Processo Administrativo Disciplinar

    Art.143 - A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é OBRIGADA a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou PROCESSO ADMINISTRATIVO disciplinar, assegurado ao acusado ampla defesa;

  • Errado;

    A partir do momento que a administração pública tomou conhecimento da irregularidade do ato do servidor, é dever desta instaurar o processo administrativo para apurar a infração segundo o princípio da indisponibilidade do interesse público, logo, é ato vinculado.


    Nada mal!
  • Errado,


    Não há o que se falar em DISCRICIONARIEDADE, uma vez que é dever do gestor público a apuração de infrações funcionais cometidas por seus subordinados.


    Processos administrativos: Sindicância, que apura irregularidades cuja penalidade máxima é de suspensão até 30 dias;PAD (processo administrativo disciplinar) apura qualquer tipo de irregularidade, geralmente se usa o PAD para sanções maiores do que a da sindicância.


    Espero ter ajudado, a dificuldade é para todos.

  • Errado,

    Não há o que se falar em DISCRICIONARIEDADE, uma vez que é dever do gestor público a apuração de infrações funcionais cometidas por seus subordinados.

    Processos administrativos: Sindicância, que apura irregularidades cuja penalidade máxima é de suspensão até 30 dias;PAD (processo administrativo disciplinar) apura qualquer tipo de irregularidade, geralmente se usa o PAD para sanções maiores do que a da sindicância.

    Espero ter ajudado, a dificuldade é para todos.

  • Como já foi dito a questão erra ao falar "discricionária ", uma outra questão ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2006 - ANCINE - Analista Administrativo

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Lei nº 8.112-1990 - Regime jurídico dos servidores públicos federais; Agentes públicos e Lei 8.112 de 1990; 

    A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar, assegurada ao acusado ampla defesa.

    GABARITO: CERTA.


  • Como já foi dito a questão erra ao falar "discricionária ", uma outra questão ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2006 - ANCINE - Analista Administrativo

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Lei nº 8.112-1990 - Regime jurídico dos servidores públicos federais; Agentes públicos e Lei 8.112 de 1990; 

    A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar, assegurada ao acusado ampla defesa.

    GABARITO: CERTA.


  • Trata-se de ato vinculado, ou seja, a autoridade que souber de ato ilegal praticado por servidor, tem o dever de instaurar o PAD ou comunicar para autoridades competentes, para que instalem.

  • Isabela, sua justificativa está certa mas a resposta do gabarito é errada rsrsrs... 

  • Errado,

    Não há o que se falar em DISCRICIONARIEDADE, uma vez que é dever do gestor público a apuração de infrações funcionais cometidas por seus subordinados. 

  • Tendo ciência de irregularidade, a autoridade é obrigada a apurar.

  • Onde está escrito que a autoridade sabia da intenção do servidor de prejudicar o governo ?

  • Não é discricionária, e sim vinculada. Lembrando que o prazo para a conclusão da sindicância não excederá 30 dias, podendo ser prorrogado por igual período, a critério da autoridade superior.

  • Para instaurar o PAD, a autoridade há de realizar tal fato de forma vinculada!
    A autoridade pode não saber da intenção real do funcionário, uma vez que será comprovada mediante provas nos autos do PAD Igor.

    No presente caso, provavelmente há denúncias que informam a atuação funcional do funcionário,que, por ensejar demissão, exige PAD.

  • Erro:
    1-"tem a prerrogativa discricionária de instaurar processo administrativo "
    Errata:
    1-"deve instaurar, por ser um ato vinculado, processo administrativo "
    Abraço

  • Putz, tem muita questão duplicada nesse site. Sempre notifico o erro! Notifiquem também colegas, quando vocês se depararem com questão repetida.

  • ERRADO

     

    VINCULADO, NÃO HÁ ESCOLHA.

  • NO CASO É O ANA - AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS A AGÊNCIA RESPONSÁVEL.

     

    EXCETO SE O DF TIVER UMA AGÊNCIA ESTADUAL PRÓPRIA (NÃO SEI SE EXISTE MAS, NÃO VEM AO CASO).

     

    SUAS PRERROGATIVAS VEM DE LEI LOGO, É VINCULADA E NÃO DISCRICIONÁRIA. 

  • PRERROGATIVA COMPULSÓRIA, ISTO É VINCULADA. NÃO HÁ ANÁLISE DE MÉRITO PARA ESTA INVESTIGAÇÃO.

    Art.143 - A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é OBRIGADA a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou PROCESSO ADMINISTRATIVO disciplinar, assegurado ao acusado ampla defesa;

     

  • CESPE: A sindicância e o processo administrativo disciplinar (PAD), procedimentos administrativos de apuração de infrações, devem ser, obrigatoriamente, instaurados pela autoridade responsável sempre que esta tiver ciência de irregularidade no serviço público. O PAD, mais complexo do que a sindicância, deve ser instaurado em caso de ilícitos para os quais sejam previstas penalidades mais graves do que a suspensão por trinta dias. CERTO.

  • Minha contribuição.

    8112

    Art. 143.  A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar, assegurada ao acusado ampla defesa.

    (...)

    Abraço!!!

  • Só pensar: se fosse prerrogativa DISCRICIONÁRIA a margem pra roubalheira seria de infinito elevado a infinito!


ID
1176451
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Suponha que um servidor público fiscal de obras do DF, no intuito de prejudicar o governo, tenha determinado o embargo de uma obra de canalização de águas pluviais, sem que houvesse nenhuma irregularidade. Em razão da paralisação, houve atraso na conclusão da obra, o que causou muitos prejuízos à população. Com base nessa situação hipotética, julgue o  item que se segue.

 

Uma vez instaurado o processo administrativo disciplinar para apuração da infração, o servidor poderá ser afastado de suas funções, por até sessenta dias, sem direito à remuneração do cargo.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA, SEGUNDO A LEI 8112/90

    Uma vez instaurado o processo administrativo disciplinar para apuração da infração, o servidor poderá ser afastado de suas funções, por até sessenta dias, sem direito à remuneração do cargo. (ERRADA)

    Art. 147. Como medida cautelar e a fim de que o servidor não venha a influir na apuração da irregularidade, a   autoridade instauradora do processo disciplinar poderá determinar o seu afastamento do exercício do cargo,pelo prazo de até 60(sessenta) dias, sem prejuízo da remuneração.

     Parágrafo único. O afastamento poderá ser prorrogado por igual prazo,findo o qual cessarão os seus efeitos, ainda que não concluído o processo.

  • Como não é uma medida punitiva e sim acessória, sendo assim não posso retirar a remuneração do ocupante do cargo. 

  •  

    A questão está errada, uma outra ajuda a responder, vejam:

     

    Prova: CESPE - 2008 - ABIN - Agente de Inteligência/Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Lei nº 8.112-1990 - Regime jurídico dos servidores públicos federais; Agentes públicos e Lei 8.112 de 1990; 

     

    Após a abertura de processo administrativo disciplinar, é possível, como medida cautelar, o afastamento, pelo prazo de 60 dias, prorrogável pelo mesmo prazo, do servidor envolvido, sem prejuízo da sua remuneração, para que este não venha a influir na apuração da irregularidade.

    GABARITO: CERTA.

     

     

     

  • O correto seria:                                                                                                                                                                                                        Uma vez instaurado o processo administrativo disciplinar para apuração da infração, o servidor poderá ser afastado de suas funções, por até sessenta dias, PRORROGÁVEL POR IGUAL PERÍODO, COM direito à remuneração do cargo.

  • A autoridade instauradora pode, como medida cautelar e para que não haja interferência na apuração da irregularidade, decretar o afastamento do servidor investigado, sem prejuízo da remuneração, por 60 dias, podendo ser prorrogados por mais 60 dias, findo o qual cessarão os seus efeitos, ainda que não concluído o processo.

  • com direito à remuneração 

    60 dias, podendo ser prorrogado por mais 60

  • Lei 8.112

    Art. 147. Como medida cautelar e a fim de que o servidor não venha a influir na apuração da irregularidade, a   autoridade instauradora do processo disciplinar poderá determinar o seu afastamento do exercício do cargo, pelo prazo de até 60 (sessenta) dias, sem prejuízo da remuneração.

    Parágrafo único. O afastamento poderá ser prorrogado por igual prazo, findo o qual cessarão os seus efeitos, ainda que não concluído o processo.


    Gab: errado.

  • QUESTÃO ERRADA.

    Outra:

    Q385438 Ano: 2014 Banca: CESPE Órgão: Câmara dos Deputados Prova: Técnico Legislativo

    Considere que determinada autoridade tenha instaurado processo disciplinar para apurar denúncia que relata o cometimento de irregularidades por servidor lotado no setor sob sua responsabilidade. Nessa situação, como medida cautelar e a fim de evitar que o servidor denunciado influa na apuração, a autoridade poderá afastá-lo do exercício do cargo durante todo o curso do processo, sem prejuízo de sua remuneração.

    ERRADA.


  • Até 60 dias - sem prejuízo da remuneração!

  • Ele terá direito à remuneração do cargo.

  • Então soaria como um incentivo ao erro?! O.o


  • Pelo prazo de até 60 dias, prorrogável pelo mesmo prazo, sem prejuízo da sua remuneração.

  • Artthur, essas "férias forçadas" possui o objetivo de impedir que o servidor atrapalhe as investigações. Bons estudos.

  • Se o funcionário não recebesse a remuneração estaria SENDO PUNIDO antecipadamente, razão pela qual, se afastado, será com a remuneração respectiva.

  • 60 prorrogáveis por igual, não sendo admitido mais que 120 dias mesmo que o processo dure mais que isso.

  • Erro:
    1-"o referido servidor não pode ser afastado do cargo"
    Errata:
    1-"o referido servidor pode ser afastado do cargo como medida cautelar por 60 dias, prorrogaveis por igual período, sendo assegurado remuneração integral."
    Abraço

  • SUSPENSAO CAUTELAR:

     

    60 DIAS (PODENDO SER PRORROGADO POR + 60)

    COM REMUNERAÇÃO

    CONTA PARA "TEMPO DE SERVICO"

     

  • Uma vez instaurado o processo administrativo disciplinar para apuração da infração, o servidor poderá ser afastado de suas funções, por até sessenta dias, sem direito à remuneração do cargo.

     

    ~> Afastamento cautelar

    ~> Com Direito à remuneração

  • Uma vez instaurado o processo administrativo disciplinar para apuração da infração, o servidor poderá ser afastado de suas funções, por até sessenta dias, COM direito à remuneração do cargo.

  • O afastamento é cautelar, se houver perda da remuneração o indivíduo será prejudicado (como se fosse penalidade). 

  • Sem prejuízo à remuneração.
  • Por ser medida cautelar - e não uma penalidade- não há perda da remuneração.

  • cai bem na cespe. Sem prejuizo da remuneração.

  • Vamos à questão.

    Uma vez instaurado o processo administrativo disciplinar para apuração da infração, o servidor poderá ser afastado de suas funções, por até sessenta dias, sem direito à remuneração do cargo.

     

    É o que consta no art. 147 da Lei nº 8.112/90, a saber:

    Art. 147. Como medida cautelar e a fim de que o servidor não venha a influir na apuração da irregularidade, a autoridade instauradora do processo disciplinar poderá determinar o seu afastamento do exercício do cargo, pelo prazo de até 60 (sessenta) dias, sem prejuízo da remuneração.

    Parágrafo único. O afastamento poderá ser prorrogado por igual prazo,findo o qual cessarão os seus efeitos, ainda que não concluído o processo.

     

    A pegadinha é que é sem prejuído da remuneração, e não sem remuneração. Ademais, apenas para esclarecer, o trecho do item que assevera que é "para apuração da infração", clarifica a intenção de avaliar o conhecimento sobre o afastamento preventivo, e não a punição de suspensão, que pode chegar a 90 dias.

     

    Isso posto, item errado.

  • Até 60 dias SEM prejuízo da remuneração.

  • ERRADO

     

    60DIAS PRORROGÁVEIS POR MAIS 60DIAS

     

    OBS.: SE VOCÊ ESTIVER ESTUDANDO PARA PF

     

    REGIME JÚRIDICO DOS POLICIAIS CIVIS DA UNIÃO/DF

     

    90 DIAS IMPRORROGÁVEIS

  • com remuneração

  • SÓ LEMBRAR QUE A GENTE TÁ NO BRASIL QUE VC ACERTA!

     

    O DESONESTO SE AFASTA E AINDA RECEBE SEM TRABALHAR!

  • Nao precisa instaurar o processo disciplinar pq o gladiador ja decidiu que ele é culpado. Rsrsrs

  • ERRADO

     

    O afastamento preventivo do servidor não constitui sanção administrativa, visto que o procedimento administrativo ainda está em curso, não há decisão. A decisão de suspensão constitui sanção e será aplicada ao servidor com prejuízo da remuneração.  

  • Não há prejuízo da remuneraçãlo

  • 60 + 60,  com remuneração!

  • O CARA NÃO FOI CONDENADO AINDA KKKKK VAI RECEBER!

  • GABARITO ERRADO

    Lei nº 8.112/90, Art. 147 e §Ú.

    ESQUEMATIZANDO

    PODE SER AFASTADO DO CARGO: ATÉ 60 + 60 DIAS COM $$$

    É MEDIDA CAUTELAR PARA NÃO INTERFERIR NA APURAÇÃO DOS FATOS

    FEITA PELA AUTORIDADE INSTAURADORA DO PAD

    Fé.

  • O erro da questão é dizer que ele não receberá remuneração.

    No período em que estiver acontecendo o PAD, ele poderá ser afastado por 60d, podendo ser prorrogado por mais 60, e receberá normalmente a remuneração.

  • PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR – PAD

    Após abertura do PAD, é possível, como medida cautelar, o afastamento do servidor pelo prazo de sessenta dias, prorrogável por igual período, sem prejuízo de sua remuneração.

    Do Afastamento Preventivo

    Q59865 - CESPE 2010

    Durante a tramitação de um processo administrativo disciplinar, é possível o afastamento preventivo do servidor público, pelo prazo máximo de até cento e vinte dias, sem prejuízo de sua remuneração, para que tal servidor não venha a influir na apuração da irregularidade eventualmente cometida.

    Gabarito: Certo

    Q41799 - CESPE 2008

    Após a abertura de processo administrativo disciplinar, é possível, como medida cautelar, o afastamento, pelo prazo de 60 dias, prorrogável pelo mesmo prazo, do servidor envolvido, sem prejuízo da sua remuneração, para que este não venha a influir na apuração da irregularidade.

    Gabarito: Certo

  • 60 dias sim, sem remuneração não.

    GAB: E

    PC-DF

  • Art. 147. Como medida cautelar e a fim de que o servidor não venha a influir na apuração da irregularidade, a autoridade instauradora do processo disciplinar poderá determinar o seu afastamento do exercício do cargo, pelo prazo de até 60 dias, sem prejuízo da remuneração.

     Parágrafo único. O afastamento poderá ser prorrogado por igual prazo, findo o qual cessarão os seus efeitos, ainda que não concluído o processo.

    Prazo: até 60 dias

    Pode ser prorrogado uma vez por igual período

    Recebe remuneração

  • ERRADO

    SEM PREJUÍZO DA REMUNERAÇÃO

    Art. 147. Como medida cautelar e a fim de que o servidor não venha a influir na apuração da irregularidade, a autoridade instauradora do processo disciplinar poderá determinar o seu afastamento do exercício do cargo, pelo prazo de até 60 (sessenta) dias, sem prejuízo da remuneração.

    Parágrafo único. O afastamento poderá ser prorrogado por igual prazo, findo o qual cessarão os seus efeitos, ainda que não concluído o processo.

    Lei 8.112/90

  • A assertiva está incorreta, já que o afastamento preventivo ocorre sem prejuízo da remuneração.

    Tomando por base os termos da Lei 8.112, destacamos seu art. 147:

    Lei 8.112, art. 147. Como medida cautelar e a fim de que o servidor não venha a influir na

    apuração da irregularidade, a autoridade instauradora do processo disciplinar poderá

    determinar o seu afastamento do exercício do cargo, pelo prazo de até 60 (sessenta) dias,

    sem prejuízo da remuneração.

    Parágrafo único. O afastamento poderá ser prorrogado por igual prazo, findo o qual

    cessarão os seus efeitos, ainda que não concluído o processo.

    Gabarito (E)


ID
1176457
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Suponha que um servidor público fiscal de obras do DF, no intuito de prejudicar o governo, tenha determinado o embargo de uma obra de canalização de águas pluviais, sem que houvesse nenhuma irregularidade. Em razão da paralisação, houve atraso na conclusão da obra, o que causou muitos prejuízos à população. Com base nessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.

O ato de embargo da obra atenta contra os princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade.

Alternativas
Comentários
  • Suponha que um servidor público fiscal de obras do DF, no intuito de prejudicar o governo, tenha determinado o embargo de uma obra de canalização de águas pluviais, sem que houvesse nenhuma irregularidade. Em razão da paralisação, houve atraso na conclusão da obra, o que causou muitos prejuízos à população. Com base nessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.


    Viola o princípio da legalidade, pois não havia irregularidade, o embargo tinha apenas o escopo de prejudicar propositadamente a administração.

  • Para resolver a questão, é importante ver texto associado à questão.

    Coragem!!!

  • errei pq eu não cheguei a ler o "texto associado", mas ao reve-lo acertei a questão

  • Sem comentários, questão muito fácil...errei...pq não li o enunciado.

  • rsrsrsr eu até ri quando vi que errei por nao ler o enunciado, e ter outros colegas no mesmo erro. Tamo junto, vamos sempre ler os enunciados das questões.



  • Suponha que um servidor público fiscal de obras do DF, no intuito de 
    prejudicar o governo, tenha determinado o embargo de uma obra de 
    canalização de águas pluviais, sem que houvesse nenhuma irregularidade. 
    Em razão da paralisação, houve atraso na conclusão da obra, o que causou 
    muitos prejuízos à população. Com base nessa situação hipotética, 
    julgue os itens que se seguem.

    Viola o princípio da legalidade, pois não havia irregularidade, o embargo tinha apenas o escopo de prejudicar propositadamente a administração.


  • Significado de Embargo

    Capaz de impor um obstáculo à vontade do adversário na obtenção de um direito; que impede a obtenção de algum direito.


    Vamos que vamos!

  • Mas Victor Hugo na assertiva ele não fala de nenhuma irregularidade, não deixando clara as condições do embargo! Creio que essa questão seria passível de anulação! Se você encontrar a ressalva na lei que trata dessa questão, exponha aqui por favor! Bons Estudos amigos!

  • Não esqueçam de ler o texto associado à questão.

    "Suponha que um servidor público fiscal de obras do DF, no intuito de prejudicar o governo, tenha determinado o embargo de uma obra de canalização de águas pluviais, sem que houvesse nenhuma irregularidade. Em razão da paralisação, houve atraso na conclusão da obra, o que causou muitos prejuízos à população. Com base nessa situação hipotética, julgue os itens"

  • Pois é Sarah Brum, e confesso que se eu não tivesse visto seu comentário já ia perguntar aqui o pq do gabarito ser "certo".

    Primeiro passo pra qualquer resolução de questão é LER O ENUNCIADO!

  • Questão Correta, devido a tais motivos:

    Viola o Princípio da impessoalidade: essa violação é a mais visível. Vemos isso na passagem "no intuito de prejudicar o governo"; ou seja, ele não foi imparcial; não agiu em prol do interesse público; deixou se levar por alguma "birra" que tem com o governo do DF. Logo, agiu segundo seus preceitos pessoais, uma vez que foram cumpridos todos os requisitos para a aprovação.

    Viola o Princípio da Moralidade: por consequência ao que foi dito acima, a conduta do fiscal foi improba, desonesta. Pelos princípios éticos que nossa sociedade segue, visivelmente temos uma atitude "errada" do servidor, caracterizando a imoralidade.

    Viola o Princípio da Legalidade: se as obras que são benéficas à coletividade são também legais, não há por que impedi-las. Com certeza, a norma que rege as atribuições específicas desse servidor diz algo do tipo "aprovar ações do governo em prol da coletividade, desde que estejam regulares". Assim, como ele descumpriu alguma determinação como esta, agiu contra a legalidade. Além disso, apenas pelo fato de violar a impessoalidade e a moralidade, já pode-se dizer que o fiscal violou também a legalidade, pois esses dois princípios estão na Constituição Federal, de forma explícita.

  • Gabarito CERTO

    Contextualizando:
    Legalidade: infringiu no trecho "sem que houvesse nenhuma irregularidade"

    Impessoalidade: infringiu no trecho: "intuito de prejudicar o governo"

    Moralidade: diante do contexto apresentado, o agente público não obedeceu a moralidade administrativa, agindo de maneira desonesta e que feriu o interesse público. Indiretamente, essa parte do trecho é determinante para julgar também a assertiva: "causou muitos prejuízos à população"

    Espero ter esclarecido a questão e ajudado os colegas!

    Bons Estudos!

  • Leiam o texto! Errei, pois não li!

  • Gabarito CERTO

    Contextualizando:
    Legalidade: infringiu no trecho "sem que houvesse nenhuma irregularidade"

    Impessoalidade: infringiu no trecho: "intuito de prejudicar o governo"

    Moralidade: diante do contexto apresentado, o agente público não obedeceu a moralidade administrativa, agindo de maneira desonesta e que feriu o interesse público. Indiretamente, essa parte do trecho é determinante para julgar também a assertiva: "causou muitos prejuízos à população"

    Bons Estudos!

  • Tem mais alguém que se confundiu por conta da conjugação verbal...? o ato de embargo atenta... traduzi no sentido literal... e a resposta seria NÃO... a não ser se eivado de vício... agora fosse a frase: o ato de embargo atentou... não teria dúvida, a resposta seria SIM.

  • EMBARGO: O que pode causar impedimento; em que há obstáculo ou dificuldade; empecilho.
    Jurídico. Capaz de impor um obstáculo à vontade do adversário na obtenção de um direito; que impede a obtenção de algum direito.


    Como o servidor impediu que a obra continuasse só para prejudicar o governo atentou contra os princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade.


    Gabarito: Certo!

  • Não vi consonância com o fato descrito na questão com o princípio da impessoalidade. Alguém concorda?

  • Até agora não encontrei resposta para ter se ferido o princípio da impessoalidade nesse caso

  • Legalidade: infringiu no trecho "sem que houvesse nenhuma irregularidade"

    Impessoalidade: infringiu no trecho: "intuito de prejudicar o governo"

    Moralidade: diante do contexto apresentado, o agente público não obedeceu a moralidade administrativa, agindo de maneira desonesta e que feriu o interesse público. Indiretamente, essa parte do trecho é determinante para julgar também a assertiva: "causou muitos prejuízos à população"

  • A impessoalidade não se refere apenas a outras "pessoas físicas", mas significa que os agentes públicos devem agir de forma objetiva, desprovidos de animosidades ou de favorecimentos a terceiros. No caso, a questão relata que o servidor agiu com o intuito de "prejudicar o governo", com o qual possivelmente discordava, ou seja, agiu seguindo suas paixões e não no interesse público.

  • QUESTÃO CORRETA.

    A partir do momento em que o funcionário exerceu sua função em interesse próprio, diverso do que a administração previa, acabou ferindo o princípio da impessoalidade.

    Segue texto:

    "O princípio ou regra da impessoalidade da Administração Pública pode ser definido como aquele que determina que os atos realizados pela Administração Pública, ou por ela delegados, devam ser sempre imputados ao ente ou órgão em nome do qual se realiza, e ainda destinados genericamente à coletividade, sem consideração, para fins de privilegiamento ou da imposição de situações restritivas, das características pessoais daqueles a quem porventura se dirija." (Grifo meu).

    (...)

    "o princípio da impessoalidade busca assegurar que, diante dos administrados, as realizações administrativo-governamentais não sejam propriamente do funcionário ou da autoridade, mas exclusivamente da entidade pública que a efetiva."

    Leia mais: http://jus.com.br/artigos/3489/principios-constitucionais-da-administracao-publica


  • Não entendi por que violou o princípio da impessoalidade.

  • Houve ofensa ao Princípio da Impessoalidade (art. 37, par. primeiro da CF/88) quando a questão falou que o servidor embargou a obra. Não é ele e sim a Adm. Pública, ele é apenas longa manus, em face da Teoria do órgão.

    abs,

  • Por que impessoalidade?

  • Violou o princípio da impessoalidade pois o servidor não visou o fim público.

    Outra maneira de ver isso é ver o princípio da impessoalidade como o princípio da finalidade. Ou seja, o servidor deveria ter praticado o ato apenas para o seu fim legal, o que não aconteceu no caso citado pelo texto.
  • Não consigo enxergar lesão ao princípio da impessoalidade. Quem puder, dê uma ajuda...

  • "A impessoalidade da atuação administrativa impede, portanto que o ato administrativo seja praticado visando a interesses do agente ou de terceiros,devendo ater-se á vontade da lei, comando geral e abstrato em essência.Dessa forma, ele impede perseguições ou favorecimento, discriminações benéficas ou prejudiciais aos administrados."

    Principio da Impessoalidade - DIREITO DESCOMPLICADO - Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo
  • a palavra prejudicar o governo, já atenta contra o principio da impessoalidade, desvio de finalidade.

  • Pergunta e porque contra o princípio da legalidade?


  • Atenta contra o princípio da impessoalidade pois visa atingir (prejudicar) alguém, que no caso é o governo do DF.

  • Em relação ao princípio da impessoalidade, houve desvio do princípio implícito da finalidade, pois todo ato deve ser praticado visando o interesse público. Nesse caso o interesse público foi prejudicado.

  • Até agora não encontrei resposta para ter se ferido o princípio da impessoalidade nesse caso.

  • Questão certa!

    Fere a:

    Legalidade, pois a administração só pode fazer o que a lei determina ou autoriza. (A lei não autoriza o embargo de uma obra por motivos pessoais.)

    Impessoalidade, pois visa o interesse público. (É do interesse público a finalização, o quanto antes, da obra.)

    Moralidade, porque  o servidor deve decidir não somente entre o legal e o ilegal, o justo e o injusto, o conveniente e o inconveniente, o oportuno e o inoportuno, mas principalmente entre o honesto e o desonesto. 



  • Vejamos,  quanto à impessoalidade: 

    A finalidade(impessoalidade) da atuação da administração pode estar expressa ou implícita na lei. Há sempre uma finalidade geral, que é a satisfação do interesse público,  e uma finalidade específica,  que é o fim direto ou imediato que a lei pretende atingir. VP & MA

    Ou seja, prejudicando o governo não é interesse público. 


    GAB CERTO


  • Se o servidor em questão determinou o embargo da obra sem que houvesse irregularidade, é evidente que houve violação ao princípio da legalidade. Mesmo que não existisse intenção deliberada de prejudicar o DF, mesmo, portanto, que a conduta fosse meramente culposa, baseada em simples erro ou má interpretação da lei, já haveria violação ao sobredito princípio elementar do Direito Administrativo. Sem embargo, em se tratando de conduta dolosa, com genuína intenção de prejudicar o governo, está bastante claro que o móvel (intenção) do servidor não foi o de atender à finalidade pública. Muito ao contrário. E se a finalidade pública restou violada, ocorreu, por conseguinte, atentado direto ao princípio da impessoalidade (já que a finalidade pública é uma das facetas de tal princípio). Por fim, parece óbvio, ainda, que o servidor malferiu seu dever de honestidade, de portar-se com retidão de caráter, com ética, no que incidiu em ostensiva violência ao princípio da moralidade administrativa.

    Daí se conclui que está correta a assertiva, ao apontar violação aos três princípios acima indicados.


    Gabarito: Certo





  • "no intuito de prejudicar o governo"...quando ele visou atingir o governo feriu a impessoalidade que não admite privilégios ou vinganças no exercício da atividade pública.

  • Confesso que não entendi o porquê da lesão ao princípio da legalidade. Irei exemplificar com ilustrações bastante conhecidas.

    Suponhamos que determinado agente de vigilância sanitária, ao encontrar um pacote de macarrão vencido num estabelecimento, emita um ato de interdição do local. Ora, este ato estará eivado de algum vício que afronte a legalidade? Não! Pois o agente tem a discricionariedade de agir dentro da lei, desde a aplicação de uma multa até a interdição do estabelecimento. Neste caso apresentado, a afronta é ao princípio da razoabilidade e proporcionalidade.
    Outra ilustração que posso apresentar é a de um prefeito que, sabendo da atuação de um adversário político numa comunidade carente, emita um ato de desapropriação do referido local com o objetivo de atrapalhá-lo sob o pretexto de ali construir uma escola que atenderá a coletividade. Neste caso, o ato do prefeito estará ofendendo ao princípio da legalidade? Não! O prefeito tem competência para emitir ato de desapropriação. Entretanto, estará agindo com pessoalidade com o objetivo de prejudicar alguém.
    Com base no exposto, não entendi muito bem a questão. Ficaria satisfeito se alguém pudesse me explicar. Abraços!
  • Acredito que atentou contra os princípios da legalidade pois o agente extrapolou os limites legais do seu poder de atuação para embargar a obra. A obra estava dentro da regularidade, ou seja, não houve dissonância entre a conduta e a lei por parte do administrado. Mas o agente agiu como se houvesse irregularidade. Portanto, O AGENTE PÚBLICO feriu o princípio da legalidade, e consequentemente, todos os restantes.

  • De acordo como princípio da legalidade Pública, o agente deve agir submisso a lei. Só pode fazer o que consta na lei. E como no caso, a obra não infrigia nenhuma lei, a obra foi embargada de forma Ilegal, ferindo portanto a Legalidade.

  • O tal servidor agiu contrario aos princípios da administração. inclusive partiu para o lado pessoal.

  • O referido embargo atenta contra a:

    Legalidade: pois não havia nada irregular que justificasse o embargo

    Impessoalidade: pois o intuito era prejudicar alguém e não pensou no interesse público

    Moralidade: a intenção, o dolo de prejudicar algo ou alguém é imoral 

  • nao tinha irregularidade alguma. Logo, o embargo nao podera ser feito!!1

    errei pela pressa e falta de atencao""""

  • Não consigo enxergar lesão ao princípio da legalidade. O servidor público, por ser fiscal de obras, tem prerrogativa legal para fiscalizar as obras, ou seja, ele está agindo dentro do limite legal das suas atribuições.

    A definição clássica do princípio da Legalidade é o de que a Administração só poderá atuar onde a lei autoriza (legalidade estrita da Administração).

    Agora concordo com a lesão à impessoalidade, pois ele está agindo visando o interesse pessoal e não o interesse público, bem como concordo com a lesão à moralidade, pois ele está agindo de forma desleal, desonesta e improba.


  • Felipe, a questão diz que a obra não tinha irregularidades, assim sendo, creio que lei alguma autorizaria a ser embargada uma obra legal. Mesmo que houvesse discricionariedade no ato, ainda sim, este ato deveria ter por base a lei. Assim, penso que por este motivo a legalidade foi ferida. 

  • Se o servidor em questão determinou o embargo da obra sem que houvesse irregularidade, é evidente que houve violação ao princípio da legalidade. Mesmo que não existisse intenção deliberada de prejudicar o DF, mesmo, portanto, que a conduta fosse meramente culposa, baseada em simples erro ou má interpretação da lei, já haveria violação ao sobredito princípio elementar do Direito Administrativo. Sem embargo, em se tratando de conduta dolosa, com genuína intenção de prejudicar o governo, está bastante claro que o móvel (intenção) do servidor não foi o de atender à finalidade pública. Muito ao contrário. E se a finalidade pública restou violada, ocorreu, por conseguinte, atentado direto ao princípio da impessoalidade (já que a finalidade pública é uma das facetas de tal princípio). Por fim, parece óbvio, ainda, que o servidor malferiu seu dever de honestidade, de portar-se com retidão de caráter, com ética, no que incidiu em ostensiva violência ao princípio da moralidade administrativa.

    Daí se conclui que está correta a assertiva, ao apontar violação aos três princípios acima indicados.

    Gabarito: Certo

  • Eu acho que do momento que vc fere um direito previsto em lei,é ilegalidade.

    "causou muitos prejuízos à população"

  • Legalidade: o administrador só deve fazer o que a lei autoriza.

     Suponha que um servidor público fiscal de obras do DF, no intuito de prejudicar o governo, tenha determinado o embargo de uma obra de canalização de águas pluviais, sem que houvesse nenhuma irregularidade. --> "A LEI NÃO AUTORIZA SEM IRREGULARIDADE,

    Impessoalidade: Ele quis prejudicar.

    Moralidade: causou muitos prejuízos à população

  • Essa mesma questão, realizada para o concurso do TC-DF, esta aparecendo 3 vezes na mesma pagina. Isso acontece com vocês também.?

  • Feriu totalmente tais princípios, partindo do fato de que são casados, se está sendo ferindo o princípio da impessoalidade, já está ferindo o da legalidade e moralidade, causou prejuízo não só ao erário como a coletividade, já que a obra tinha finalidade pública.

    GABARITO CERTO

  • Questão Certa.


    O principio que mais deu problema para mim na resolucao também foi a Impessoalidade. Eu acredito que quando o agente faz o embargo ele fere a Finalidade do interesse público. Alguém acha o mesmo?

  • O caso foi de contra praticamente todos os princípios do LIMPE...

  • E o principio de eficiência?

  • se prejudicou o governo feriu todos os principios.

  • ofendeu a legalidade pois segundo a lei 9784 qualquer ato que imponha restrição deve ser motivado, ofendeu a moralidade pelo fato de a atuação dele não ter sido fundamentada nos princípios morais e impessoalidade pelo fato de está indo contra a finalidade do governo, ou seja atentou ccontra o princípio da finalidade que é derivado do princípio da impessoalidade.

  • Princípio da Legalidade

    A Legalidade está no alicerce do Estado de Direito, no princípio da autonomia da vontade. É um dos mais importantes para a Administração Pública. Baseia-se no Art. 5º da CF, que diz que "ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei",  pressuposto de que tudo o que não é proibido, é permitido por lei. Mas o administrador público deve fazer as coisas sob a regência da lei imposta. Portanto, só pode fazer o que a lei lhe autoriza. Ele não pode se distanciar dessa realidade, caso contrário será julgado de acordo com seus atos.

    Princípio da Impessoalidade

    A imagem de administrador público não deve ser identificada quando a Administração Pública estiver atuando. Outro fator é que o administrador não pode fazer sua própria promoção, tendo em vista seu cargo, pois esse atua em nome do interesse público. E mais, ao representante público é proibido o privilégio de pessoas específicas. Todos devem ser tratados de forma igual.

    Princípio da Moralidade

    Esse princípio tem a junção de Legalidade com Finalidade, resultando em Moralidade. Ou seja, o administrador deve trabalhar com bases éticas na administração, lembrando que não pode ser limitada na distinção de bem ou mal. Não se deve visar apenas esses dois aspectos, adicionando a ideia de que o fim é sempre será o bem comum. A legalidade e finalidade devem andar juntas na conduta de qualquer servidor público, para o alcance da moralidade.

  • Princípio da legalidade= o agente adm deve agir conforme a lei...

    Princípio da moralidade= o administrador deve agir de forma ética e tendo como finalidade o bem comum...

    Princípio da Impessoalidade=  é vedado ao agente a promoção pessoal , bem como é proibido o privilégio a pessoas específicas....

  • Suponha que um servidor público fiscal de obras do DF, no intuito de prejudicar o governo, tenha determinado o embargo de uma obrade canalização de águas pluviais, sem que houvesse nenhuma irregularidade. Em razão da paralisação, houve atraso na conclusão da obra, o que causou muitos prejuízos à população. Com base nessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem

    Princípio da legalidade= "...sem que houvesse nenhuma irregularidade."

    Princípio da moralidade= "...no intuito de prejudicar o governo,..."

    Princípio da Impessoalidade=  "....causou muitos prejuízos à população..."

  • Autor: Rafael Pereira , Juiz Federal - TRF da 2ª Região

     

    Se o servidor em questão determinou o embargo da obra sem que houvesse irregularidade, é evidente que houve violação ao princípio da legalidade. Mesmo que não existisse intenção deliberada de prejudicar o DF, mesmo, portanto, que a conduta fosse meramente culposa, baseada em simples erro ou má interpretação da lei, já haveria violação ao sobredito princípio elementar do Direito Administrativo. Sem embargo, em se tratando de conduta dolosa, com genuína intenção de prejudicar o governo, está bastante claro que o móvel (intenção) do servidor não foi o de atender à finalidade pública. Muito ao contrário. E se a finalidade pública restou violada, ocorreu, por conseguinte, atentado direto ao princípio da impessoalidade (já que a finalidade pública é uma das facetas de tal princípio). Por fim, parece óbvio, ainda, que o servidor malferiu seu dever de honestidade, de portar-se com retidão de caráter, com ética, no que incidiu em ostensiva violência ao princípio da moralidade administrativa.

    Daí se conclui que está correta a assertiva, ao apontar violação aos três princípios acima indicados.

     

    Gabarito: Certo

  • Embargo: impedimento, obstáculo, empecilho, dificuldade e adversidade.

  • A conduta descrita na questão viola, dentre outros, os princípios da legalidade (não houve irregularidade, então embargou sem amparo legal), da impessoalidade (pois agiu em busca de interesse próprio) e também da moralidade, todos previstos expressamente no caput do Art. 37 da Constituição Federal.

  • Ato com vício de finalidade -> nulo

  • Foi imoral ? Sim

    Foi Pessoal? Sim

    Foi Ilegal? Sim

    Logo.....

  • Notem que não havia fundamento para a atitude do fiscal de obras, de sorte que o realmente

    atenta contra vários princípios, dentre os quais a legalidade, a impessoalidade (finalidade) e da

    moralidade. Vamos lá!

    1) Como a legislação prevê que o embargo deve ser adotado em certas hipóteses previstas, ao

    determinar o embargo fora das hipóteses legais, o servidor está agindo contrariamente ao

    princípio da legalidade.

    2) Considerando que a finalidade do ato não foi objetivou o resguardo do interesse público, mas

    visou uma motivação pessoal, o embargo atenta contra o princípio da impessoalidade.

    3) Por fim, o servidor se desviou de qualquer padrão ético ou decoro de atuação, ao embargar

    sem razão, podendo também o ato também ser considerado imoral.

    Gabarito: correta

    ESTRATEGIA CONCURSOS


ID
1176460
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Com base nas disposições da Lei n.º 8.429/1992 e da Lei n.º 9.784/1999, julgue o  item a seguir. 



Nos processos administrativos, as intimações serão nulas quando feitas sem observância das prescrições legais, no entanto o comparecimento do administrado supre sua falta ou sua irregularidade.

Alternativas
Comentários
  • CERTA, SEGUNDO A LEI 9784, Art. 26. 

      § 5o As intimações serão nulas quando feitas sem observância das prescrições legais, mas o comparecimento do administrado supre sua falta ou irregularidade.

  • CERTA, SEGUNDO ART. 26 DA LEI 9784/99

    § 5o As intimações serão nulas quando feitas sem observância das prescrições legais, mas o comparecimento do administrado supre sua falta ou irregularidade.

  • Questão correta, outra ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2011 - Correios - Analista de Correios - Administrador

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Processo Administrativo - Lei 9.784/99; 

    As intimações dos atos administrativos devem obedecer às prescrições legais, contudo, ainda que apresentem algum vício que as tornem nulas, o comparecimento espontâneo do administrado suprirá a irregularidade.

    GABARITO: CERTA.


  • Questão correta, outra ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2011 - Correios - Analista de Correios - Administrador

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Processo Administrativo - Lei 9.784/99; 

    As intimações dos atos administrativos devem obedecer às prescrições legais, contudo, ainda que apresentem algum vício que as tornem nulas, o comparecimento espontâneo do administrado suprirá a irregularidade.

    GABARITO: CERTA.


  • Questão Correta, conforme Capítulo IX, art. 26, § 5º da Lei 9.784/99, onde diz:


    § 5o As intimações serão nulas quando feitas sem observância das prescrições legais, mas o

    comparecimento do administrado supre sua falta ou irregularidade. 


    Relacionado ao Princípio da economia processual e ao princípio da instrumentalidade das formas (tendo cumprida a finalidade,

    mesmo que inobservada a forma prescrita, considera-se em princípio suprida a falta).


  • Art. 26, § 5o As intimações serão nulas quando feitas sem observância das prescrições legais, mas o comparecimento do administrado supre sua falta ou irregularidade. L. 9784/99

  • Lei 9.784/99, artigo 26, §5º: "As intimações serão nulas quando feitas sem observância das prescrições legais, mas o comparecimento do administrado supre sua falta ou irregularidade".

  • Princípio da Instrumentalidade das formas

  • Art. 26 parágrafo 5 da lei 9784/99.


    As instigações serão nulas quando feitas sem observância das prescrições legais, mas o comparecimento do administrado supre sua falta ou irregularidade.

  • COMO, POR EXEMPLO, UMA INTIMAÇÃO ENCAMINHADA A UM ENDEREÇO ERRADO, SENDO O PRAZO DE 3 DIAS ÚTEIS INTERROMPIDO E O ATO ANULADO; MAS COM O COMPARECIMENTO DO INTIMADO SUPRE O ERRO. 



    GABARITO CERTO
  • CERTO 

    ART. 26°      § 5o As intimações serão nulas quando feitas sem observância das prescrições legais, mas o comparecimento do administrado supre sua falta ou irregularidade.

  • CERTO 

         § 5o As intimações serão nulas quando feitas sem observância das prescrições legais, mas o comparecimento do administrado supre sua falta ou irregularidade.

  • CORRETA

    Eu entendi esta questão como um ato defeituoso, mas corrigível com a presença do requisitado.

    Assim, uma intimação quando foge à legalidade (praeter leger), é um ato viciado, que com defeito de legalidade, mesmo assim, pode ser convalidado. Desta forma, o comparecimento do administrado convalidou o ato.


  • CERTA.

    É a cópia do quinto parágrafo do Art. 26 da Lei 9784.

     § 5° As intimações serão nulas quando feitas sem observância das prescrições legais, mas o comparecimento do administrado supre sua falta ou irregularidade.

  • gab. certa

    § 5o As intimações serão nulas quando feitas sem observância das prescrições legais, mas o comparecimento do administrado supre sua falta ou irregularidade.

  • Lei 9.784/99, art. 26, § 5° As intimações serão nulas quando feitas sem observância das prescrições legais, mas o comparecimento do administrado supre sua falta ou irregularidade.

     

    Alguns de nós era Faca na Caveira!!!

  • Lei 9.784/99, art. 26, § 5° As intimações serão nulas quando feitas sem observância das prescrições legais, mas o comparecimento do administrado supre sua falta ou irregularidade.

     

    Alguns de nós era Faca na Caveira!!!

  • Há de haver flexibilidade a fim de alavancar a eficiência, senão a máquina emperra. A burocracia, âs vezes, perde, e neste caso, ela perde.

  • Certo.

     

    Literalidade do  § 5.º do artigo 26 da Lei 9.784/1999:

     

    Art. 26. O órgão competente perante o qual tramita o processo administrativo determinará a intimação do interessado para ciência de decisão ou a efetivação de diligências.

    § 5.º As intimações serão nulas quando feitas sem observância das prescrições legais, mas o comparecimento do administrado supre sua falta ou irregularidade.

  • GABARITO CERTO 

     

    LEI Nº 9784/1999

     

    Art. 26.

     

    § 5o As intimações serão nulas quando feitas sem observância das prescrições legais, mas o comparecimento do administrado supre sua falta ou irregularidade.

  • Certo! Princípio da instrumentalidade das formas

  • 3 dias úteis (Intimação – Da Comunicação dos Atos). Comparecimento dos interessados às intimações no órgão competente perante o qual tramita o processo administrativo (art. 26, §2º)

     

    Objeto de Intimações: os que resultem para o interessado em imposição de deveres, ônus, sanções ou restrição ao exercício de direitos e atividades e os atos de outra natureza, de seu interesse.

     

    Obs.1: O desatendimento da intimação (ausência do intimado) não compromete o andamento do processo, nem importa o reconhecimento como verdadeiro de fatos expostos ou a renúncia de direitos pelo interessado. Ou seja: não gera os efeitos da revelia.

     

    Resp. da Questão --- > Obs.2: A falta de requisitos legais na intimação torna nulo o atomas a presença do interessado supre a nulidade.

     

    Trata-se do princípio da instrumentalidade das formas, presente no processo civil mas aplicável, também, em âmbito administrativo. Tal princípio prega serem as formalidades processuais, assim como o próprio processo, apenas um meio (um instrumento) para se atingir a um fim previamente almejado.

    Dessa forma, sendo apenas instrumento, não há falar em nulidade de uma intimação, por exemplo, quando, a despeito de não ter representado as formalidades legais, aquele que deveria ter sido intimado comparece por sua própria vontade.

     

    Sendo a formalidade nas intimações apenas um instrumento para o processo, uma vez que foi suprido o seu intento, pouco importa se houve nulidade quando da execução da formalidade.

     

    O fim almejado pela execução dos meios foi atingido, ainda que tais meios não tenham respeitado plenamente as formalidades legais.

     

    Obs.3: São inadmissíveis no processo administrativo as provas obtidas por meios ilícitos.

     

    Obs.4: A representação de administrado por advogado é facultativa (Art.3º, inciso IV, da Lei nº 9.784/99), pois é conferida ao administrado capacidade postulatória, cabendo ao administrado avaliar se, para aquele processo administrativo específico, é necessária ou não a defesa técnica realizada por advogado.


ID
1176463
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Com base nas disposições da Lei n.º 8.429/1992 e da Lei n.º 9.784/1999, julgue o  item a seguir. 



A legitimidade ativa para propor a ação de improbidade administrativa é sempre da pessoa jurídica que foi vítima do ato de improbidade, cabendo ao Ministério Público intervir na demanda apenas na condição de fiscal da lei.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO.

    LEI 8429:

    Art. 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.

  • Não é somente a pessoa jurídica que poderá propor a ação de improbidade. O Ministério Público também pode. Entretanto, quando proposta a ação pelo MP, este será o DONO da ação. Quando for a pessoa jurídica, o MP atuará, obrigatoriamente, como fiscal, sob pena de nulidade da ação.

  • A legitimidade ativa para propor a ação de improbidade administrativa é sempre da pessoa jurídica que foi vítima do ato de improbidade, cabendo ao Ministério Público intervir na demanda apenas na condição de fiscal da lei. ERRADO

    Legitimidade ativa: Ministério Público ou pessoa jurídica interessada (Art. 17);

    Direito de representar: Qualquer pessoa (Art. 14);  

    O Ministério Público, se não intervir no processo como parte, atuará obrigatoriamente, como fiscal da lei, sob pena de nulidade (§ 4°, Art. 17). 

    Questão semelhante:

    Q79283 - CESPE - 2010 - ABIN - OFICIAL TÉCNICO DE INTELIGÊNCIA 

    A ação judicial principal destinada à responsabilização de agente público pela prática de ato de improbidade administrativa deve seguir rito ordinário e ser proposta pelo MP ou pela pessoa jurídica interessada, sendo vedada a transação, o acordo ou a conciliação. CERTO

  • Como já foi dito a questão erra ao falar "é sempre da pessoa jurídica que foi vítima do ato de improbidade, cabendo ao Ministério Público intervir na demanda apenas na condição de fiscal da lei.", o MP pode atuar como parte propondo a ação ou como fiscal da lei,  outra questão ajuda a responder, vejam:


    Prova: CESPE - 2008 - MPE-RR - Promotor de Justiça

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Improbidade administrativa - Lei 8.429/92Demais disposições da Lei 8.429/92

    O Ministério Público, se não intervier no processo como parte, atuará obrigatoriamente, como fiscal da lei, sob pena de nulidade.

    GABARITO: CERTA.

  • ERRADO.

    Lei 8429:

           Art. 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.


  • -Legitimado Ativo: art. 17, LIA

    a) Ministério Público

    b) Pessoa jurídica interessada(lesada)

    -Foro por prerrogativa de função: não há, no que tange ao prefeito.

    -Rito: ordinário, mas com defesa preliminar em 15 dias antes do recebimento da petição inicial(art. 14, §7º, LIA)

    -Cautelares: art. 7° e 16 da LIA.

    a)Indisponibilidade de bens

    b)Sequestro.

    c)Afastamento do serviço(20, parágrafo único).

    -Transação (acordo): não é possível fazer(art. 17,§1º da LIA).

    http://pt.slideshare.net/lenilsondeassis/noes-da-lei-8429improbidade-administrativa

  •  Errada.

    Art. 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.

      § 1º É vedada a transação, acordo ou conciliação nas ações de que trata o caput.

      § 2º A Fazenda Pública, quando for o caso, promoverá as ações necessárias à complementação do ressarcimento do patrimônio público.

  • Ministério Público pode intervir como parte ou como fiscal da lei.


    Art. 17. 

      § 4º O Ministério Público, se não intervir no processo como parte, atuará obrigatoriamente, como fiscal da lei, sob pena de nulidade.


  • ERRADO.

    Sujeito ativo da ação: MP ou OJ lesada. Se o MP ingressar com a ação, a PJ lesada será chamada para, querendo, ingressar como litisconsorte na ação. Se pela PJ lesada, o MP entra como fiscal da lei ("custus legis") de forma imparcial. 

    Fonte: Professor D. Administrativo Matheus Carvalho - CERS

  • Acredito que outras duas questões ajudam a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2010 - ABIN - Oficial Técnico de Inteligência - Área de Direito Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Improbidade administrativa - Lei 8.429/92; Demais disposições da Lei 8.429/92; 

    A ação judicial principal destinada à responsabilização de agente público pela prática de ato de improbidade administrativa deve seguir rito ordinário e ser proposta pelo MP ou pela pessoa jurídica interessada, sendo vedada a transação, o acordo ou a conciliação.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2009 - DPE-AL - Defensor Público Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Improbidade administrativa - Lei 8.429/92; Demais disposições da Lei 8.429/92; 

    Se o MP não atuar como parte nas ações de improbidade administrativa, deve atuar, obrigatoriamente, como fiscal da lei.

    GABARITO: CERTA.

  • Segue macete para não esquecer mais:
    Legitimados para REPRESENTAR À AUTORIDADE COMPETENTE: Qualquer pessoa (PF ouPJ)
    Legitimados para PROPOR/AJUIZAR ação:  MP ou PJ interessada (art. 17).

  • A palavra sempre já invalidou a questão.

  • Ratificando: MP & PJ interessada.

  •  Art. 17. da Lei 8.429/1992: 

    A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.

    Gabarito: ERRADA

  • O MP só agirá como fiscal da lei, quando o autor for pessoa jurídica prejudicada, caso contrário, tanto o MP ou PJ são os autores d ação.

  • Cabe ao MP ou a PJ interessada a propositura da ação principal.

    Caso o MP não a proponha, a PJ interessada irá propor e o MP agirá como fiscal da lei.


  • NÃO PODE EXISTIR AÇÃO DE IMPROBIDADE SEM O MINISTÉRIO PÚBLICO! ♡

    ISSO É A COISA MAIS LINDA QUE EXISTE NESTA LEI!


    OU ELE ATUARÁ COMO AUTOR DA AÇÃO OU SERÁ O CUSTOS LEGIS, OU SEJA, O FISCAL DA AÇÃO.



    GABARITO ERRADO

  • O sujeito ativo: aquele que pratica ou concorre a prática do ato de improbidade.

      O sujeito passivo: é a vítima do ato  de improbidade

      Não confunda:

    Pólo ATIVO é: Na relação de direito material, pólo corresponde á titularidade de direito e pretenções, ou seja, na relação processual o pólo ativo corresponde a posição do autor.

    Pólo PASSIVO É: Na relação de direito material, pólo corresponde aos deveres e obrigações, ou seja, na relação processual o pólo passivo corresponde á posição do réu.

  • DIREITO DE REPRESENTAÇÃO - QUALQUER CIDADÃO

    PROPOR A AÇÃO, SER O DONO DA AÇÃO - MINISTÉRIO PÚBLICO OU A PESSOA JURÍDICA INTERESSADA.

    GABARITO E

  • Legitimados: 
    - Ministério Público (como parte ou fiscal)
    - Pessoa Jurídica (vítima)

  • Mp ou PJ!

  • O Ministério Público tem participação obrigatória na ação de improbidade, seja como o autor da ação, seja como o fiscal da lei.

  • O Ministério Público possui legitimidade ativa para ajuizar ação civil pública visando à defesa do patrimônio público (súmula 329/STJ), mormente quando fundada em ato de improbidade administrativa. Por fim, se o Ministério Público não intervir no processo como parte, atuará obrigatoriamente, como fiscal da lei, sob pena de nulidade. ERRADA

  • A legitimidade ativa destinada à propositura da Ação de Improbidade Administrativa, não se atém, tão somente, à pessoa jurídica lesada. Há, além do mais, a existência doutro legitimado para tal: o Ministério Público. Este deverá, obrigatoriamente, está-se a par de todas as ações dessa temática, tanto como fiscal quanto como autor. Diante disso, portanto, há de verificar-se a incorreção da questão.

  • Ação de Improbidade

    Rito: Ordinário

    Leg. Ativo

    - MP

    - PJ interessada

    Prazo: 30 dias (da efetivação da MC)

  • O artigo 17 parágrafo 4 estabelece que o Ministério Público deve atuar, sendo parte no processo,ou ainda,fiscal da lei. A não atuação pode gerar nulidade processual!

     

    GABARITO:ERRADA!

  • ARTIGO 17, 

            § 4º O Ministério Público, se não intervir no processo como parte, atuará obrigatoriamente, como fiscal da lei, sob pena de nulidade.

  • Art. 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.

  • MP ou PJ

     

    Desistam!!!

  • somente PJ não

  • E se todos os representantes da PJ estiverem envolvidos no ato de improbidade? Ninguém entraria com a ação?

  • E de acordo com o Cespe, as ações de improbidade podem, também, ser propostas por brasileiro nato ou naturalizado...

     

     

    Ano: 2017 Banca: CESPE Órgão: TRF - 1ª REGIÃO Prova: Técnico Judiciário - Área Administrativa

     

    Considerando as Leis n.os 8.112/1990, 8.429/1992 e 9.784/1999, normas nacionais que regulam o direito administrativo, julgue o item subsecutivo. 

     

    Em razão da abrangência protetiva da Lei de Improbidade Administrativa, as ações principais para a apuração de atos de improbidade administrativa podem ser propostas por brasileiro nato ou naturalizado, pelo Ministério Público e pela pessoa jurídica interessada

     

    R: C

  • GABARITO: ERRADO

     

    LEI Nº 8429/1992 (DISPÕE SOBRE AS SANÇÕES APLICÁVEIS AOS AGENTES PÚBLICOS NOS CASOS DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO NO EXERCÍCIO DE MANDATO, CARGO, EMPREGO OU FUNÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA, INDIRETA OU FUNDACIONAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS)  
     
    ARTIGO 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.

  • Errado.

    Representar: qualquer pessoa!

    Promover: MP ou pessoa Jurídica interessada.

    OBS.: O MP estará sempre presente.. se não for como sujeito ativo, será como custus legis (guardião da lei).

  • GABARITO ERRADO

    LEI Nº 8429/92 (Improbidade Adm.): Art. 17 - A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.

    § 4º - O Ministério Público, se não intervir no processo como parte, atuará obrigatoriamente, como fiscal da lei, sob pena de nulidade.

    "Se não puder se destacar pelo talento, vença pelo esforço"

  • QUEM AJUIZAR: PESSOA JURÍDICA INTERESSADA (PREJUDICADA)

    QUEM AJUIZAR: MP (quando não ajuiza atua como fiscal da lei - custos iuris)

    QUEM FAZ O REQUERIMENTO DE SEQUESTRO/BLOQUEIO DE BENS: MP

    QUEM FAZ O REQUERIMENTO DE SEQUESTRO/BLOQUEIO DE BENS: PROCURADORIA DO ÓRGÃO

    QUEM REPRESENTA: QUALQUER PESSOA

  • A ação principal de improbidade será proposta, dentro de 30 dias da efetivação da medida cautelar, pela pessoa jurídica interessada ou pelo Ministério Público.

    O Ministério Público, se não intervir no processo como parte, atuará, obrigatoriamente como fiscal da lei, sob pena de NULIDADE absoluta.

    8.429/92: Art.17 e seu parágrafo 4º

  • Minha contribuição.

    8429/92 - LIA

    Art. 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.

    (...)

    Abraço!!!

  • QUESTÃO DESATUALIZADA, segundo nova redação de outubro de 2021, onde apenas o MP pode ingressar com a ação

  • Desatualizada.

    LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992

    CAPÍTULO V - Procedimento Administrativo e do Processo Judicial

    Art. 17. A ação para a aplicação das sanções de que trata esta Lei será proposta pelo Ministério Público e seguirá o procedimento comum previsto na Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015 (Código de Processo Civil), salvo o disposto nesta Lei. (Redação dada pela Lei nº 14.230, de 2021)


ID
1176466
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Com relação ao regime diferenciado de contratações e à disciplina legal sobre o pregão, julgue o  item subsequente.



Entre outras proibições, veda-se, no pregão, a exigência de garantia de proposta bem como a exigência da aquisição do edital pelos licitantes como condição para participação no certame.

Alternativas
Comentários
  • CERTA, SEGUNDO A LEI 10520/2002

    Art. 5º  É vedada a exigência de:

    I - garantia de proposta;

    II - aquisição do edital pelos licitantes, como condição para participação no certame; e

    III - pagamento de taxas e emolumentos, salvo os referentes a fornecimento do edital, que não serão superiores ao custo de sua reprodução gráfica, e aos custos de utilização de recursos de tecnologia da informação, quando for o caso.

  • CERTA, SEGUNDO A LEI 10520

    Art. 5º  É vedada a exigência de:

    I - garantia de proposta;

    II - aquisição do edital pelos licitantes, como condição para participação no certame; e

    III - pagamento de taxas e emolumentos, salvo os referentes a fornecimento do edital, que não serão superiores ao custo de sua reprodução gráfica, e aos custos de utilização de recursos de tecnologia da informação, quando for o caso.

  • http://www.questoesdeconcursos.com.br/pesquisar/list_comentarios/111176?comentarios=

  • Questão correta, outra ajuda a responder, vejam:


    Prova: CESPE - 2013 - INPI - Analista de Planejamento - DireitoDisciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Licitações e Lei 8.666 de 1993.; Tipos e Modalidades – Concorrência, tomada de preços, convite, concurso e leilão; 

    No pregão, é vedada a exigência de garantia de proposta e a aquisição do edital pelos licitantes como condição para participação no certame, assim como o pagamento de taxas e gratificações, exceto os referentes a fornecimento do edital. 

    GABARITO: CERTA.

  • Questão correta, outra ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2013 - INPI - Analista de Planejamento - Direito

    No pregão, é vedada a exigência de garantia de proposta e a aquisição do edital pelos licitantes como condição para participação no certame, assim como o pagamento de taxas e gratificações, exceto os referentes a fornecimento do edital. 

    GABARITO: CERTA.


  • Não confundir a garantia de proposta com a garantia contratual. Esta não é vedada.

    Art. 56. A critério da autoridade competente, em cada caso, e desde que prevista no instrumento convocatório, poderá ser exigida prestação de garantia nas contratações de obras, serviços e compras.

  • Cuidado para não confundir a garantia de proposta com a garantia contratual. Esta não é vedada e é, em regra, de 5%. Exceção: 10% (grande complexidade e vulto)

    Art. 56. A critério da autoridade competente, em cada caso, e desde que prevista no instrumento convocatório, poderá ser exigida prestação de garantia nas contratações de obras, serviços e compras.



  • A administração pública não pode exigir do participante de licitação na modalidade pregão garantia de que a proposta por ele apresentada será cumprida. Assim, no pregão, portanto, são vedadas a exigência de garantia e a aquisição do edital pelos licitantes como condição para participação do certame, assim como também é vedado o pagamento de taxas e gratificações.


  • Muito bom

  • Lei de Pregão 10.520 de 2002

    Art. 5º É vedada a exigência de:

    I – garantia de proposta;

    II – aquisição do edital pelos licitantes, como condição para participação no certame; e

    III – pagamento de taxas e emolumentos, salvo os referentes a fornecimento do edital, que não serão superiores ao custo de sua reprodução gráfica, e aos custos de utilização de recursos de tecnologia da informação, quando for o caso.

  • Lei 10520

    Art 5o. É vedado a exigência:

    - garantia de proposta

    - pgto taxas, SALVO, custo de aquisição do edital e custos com tecnologia da informação 

    - aquisição do edital

  • A administração pública não pode exigir do participante de licitação na modalidade pregão garantia de que a proposta por ele apresentada será cumprida. Assim, no pregão, portanto, são vedadas a exigência de garantia e a aquisição do edital pelos licitantes como condição para participação do certame, assim como também é vedado o pagamento de taxas e gratificações.

  • A garantia contratual está prevista somente na Lei 8.666/93, não na Lei do pregão e se dá da seguinte forma:
    Art. 56. A critério da autoridade competente, em cada caso, e desde que prevista no instrumento convocatório, poderá ser exigida prestação de garantia nas contratações de obras, serviços e compras.

    § 1o Caberá ao contratado optar por uma das seguintes modalidades de garantia:

    I - caução em dinheiro ou em títulos da dívida pública, devendo estes ter sido emitidos sob a forma escritural, mediante registro em sistema centralizado de liquidação e de custódia autorizado pelo Banco Central do Brasil e avaliados pelos seus valores econômicos, conforme definido pelo Ministério da Fazenda;

    II - seguro-garantia;

    III - fiança bancária.

    § 2o A garantia a que se refere o caput deste artigo não excederá a cinco por cento do valor do contrato e terá seu valor atualizado nas mesmas condições daquele, ressalvado o previsto no parágrafo 3o deste artigo.

    § 3o Para obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, demonstrados através de parecer tecnicamente aprovado pela autoridade competente, o limite de garantia previsto no parágrafo anterior poderá ser elevado para até dez por cento do valor do contrato.


  • GABARITO: CERTO 

    VEDAÇÕES (LEI 10.520)

    1. Garantia de proposta.

    Não é possível exigir garantia oferecida pelos licitantes para participar do processo licitatório, como pode ocorrer nas modalidades comuns, na forma prevista no inciso III do art. 31 da Lei 8.666/1993. Todavia, é cabível a exigência de garantia do contratado, como estabelece o art. 56 da Lei 8.666/1993. Atenção para a regra, então: no pregão, veda-se garantia de proposta, mas não se veda garantia contratual

    2. A aquisição do edital pelos licitantes como condição para participação do certame.

    3. O pagamento de taxas e emolumentos superiores ao custo de recursos de tecnologia da informação, quando for o caso.

    Essa vedação complementa a anterior. Pergunta-se: a Administração pode exigir o pagamento de taxas? Obviamente que sim, o procedimento não é gratuito. O que se veda é a cobrança de taxas e de emolumentos acima do custo de reprodução do edital e de utilização de recursos de tecnologia da informação, quando for o caso.

    FONTE: MA

  • correto

    não sei especificamente qual instrumento legal 10.520 que institui o pregão ou decreto 3.555 que regulamenta o pregão

    mas há uma ressalva que proíbe que para participar do pregão:
    1) o contratante exija alguma forma de garantia da parte do contratado (seja ela caução em dinheiro, fiança bancária ou seguro-garantia);

    2) obrigatoriamente o licitante tem que ter acesso ao edital (isto é para apresentar a proposta o licitante deverá requerer o edital)

    3) o licitante tenha que pagar emolumentos referentes aos formulários adquiridos (no máximo pagará as cópias)

  • Art. 5º  É vedada a exigência de:

    I - garantia de proposta;

    II - aquisição do edital pelos licitantes, como condição para participação no certame; e

    III - pagamento de taxas e emolumentos, salvo os referentes a fornecimento do edital, que não serão superiores ao custo de sua reprodução gráfica, e aos custos de utilização de recursos de tecnologia da informação, quando for o caso.

  • Com relação ao regime diferenciado de contratações e à disciplina legal sobre o pregão, é correto afirmar que:  Entre outras proibições, veda-se, no pregão, a exigência de garantia de proposta bem como a exigência da aquisição do edital pelos licitantes como condição para participação no certame.


ID
1176475
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

No que se refere ao controle da administração pública, julgue o item  que se segue.

O controle judicial dos atos da administração ocorre depois que eles são produzidos e ingressam no mundo jurídico, não existindo margem, no ordenamento jurídico brasileiro, para que tal controle se dê a priori.

Alternativas
Comentários
  • Nem sempre o controle do Poder Judiciário será posterior à edição do ato. Cite-se como exemplo o mandado de segurança preventivo, a ação civil pública e a ação popular, cujo ajuizamento muitas vezes precede a edição do ato maculado de vício.

    Nos últimos tempos tanto o Supremo Tribunal Federal quanto o Superior Tribunal de Justiça, vêm admitindo que o controle jurisdicional dos atos emanados da Administração Pública não se restringe apenas à verificação dos pressupostos objetivos de legalidade e legitimidade, mas também com relação à própria essência dos atos administrativos.


    Por Rodrigo Binotto Grevetti

    http://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/4619/A-possibilidade-de-controle-judicial-do-ato-administrativo

  • Uma outra questão ajuda a responder, vejam: 

    Prova: CESPE - 2013 - Telebras - Técnico em Gestão de Telecomunicações – Assistente Administrativo

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Controle da administração pública; Controle administrativo, judicial e legislativo; 

    O controle judicial do ato administrativo pode ser exercido a priori ou a posteriori , mas deve, sempre, ser provocado pela parte interessada.

    GABARITO: CERTA.

  • controle judicial:promovido por meio das ações constitucionais perante o Poder Judiciário.O controle judicial pode ser exercido a priori a posteriori (via de regra), conforme se realize antes ou depois do ato con-trolado, respectivamente. O controle judicial sobre a atividade administrativa é sempre realizado mediante provocaçãoda parte interessada. Exemplo: mandado  de segurança e ação civil pública;

    fonte Manual dto Adm. Alexandre Mazza.

    falamos que o controle jurisdicional dos atos da Administração são, em regra, a posteriori. Entretanto, frisamos, também, a possibilidade de ajuizamento de mandados de segurança preventivos e de habeas corpipreventivos, típicos instrumentos de controle a priori
    https://pontodosconcursos.com.br/artigos3.asp?prof=567&art=11513&idpag=1
  • Cara Fabiana Silva. 

    O gabarito é: afirmativa ERRADA. 
    É possível, sim, o controle judicial prévio sobre os atos administrativos. 
    Basta pensar, por exemplo, em um mandado de segurança preventivo. 
    Abraço a todos e bons estudos!
  • RESUMEX

    O controle judicial pode ser repressivo (a posteriori) ou preventivo (a priori).

    (a posteriori) ==> Quando objetiva rever os atos já praticados.

    (a priori) ==> O  controle realizado de  modo preventivo, ou seja, antes do ato ser praticado.

  • Uma outra questão ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2013 - Telebras - Técnico em Gestão de Telecomunicações – Assistente Administrativo

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Controle da administração pública; Controle administrativo, judicial e legislativo; 

    O controle judicial do ato administrativo pode ser exercido a priori ou a posteriori , mas deve, sempre, ser provocado pela parte interessada.

    GABARITO: CERTA.


  • O controle jurisdicional a priori sobre um ato administrativo pode ser feito quando esse não apresenta um dos seus requisitos legais como: Competência, Finalidade, Forma, Motivo e Objeto.

    Logo, caso haja autoridade incompetente para expedir o ato, ou desvio de finalidade, o interessado pode acionar o Poder Judiciário para invalidar o ato administrativo que não chegou a se perfectibilizar no mundo jurídico.

    Bons estudos!

  • Ótimos os comentários do Alex Marques e Pedro Luiz.

    Adicionarei-os ao meu resumo.

    Obrigado.

  • O controle judicial administrativo pode ser exercido a priori ou a posteriori, mas deve, sempre, ser provocado pela parte interessada. O controle a priori sobre um ato administrativo pode ser feito quando este não apresenta um de seus requisitos legais, como: competência, finalidade, forma, motivo e objeto.

  • Exemplo de controle judicial a priori é o habeas corpus preventivo.

  • O controle Judicial do ato administrativo pode ser exercido a priori ou a posteriori, mas deve, sempre, ser provocado pela parte interessada. O controle a priori sobre um ato administrativo pode ser feito quando este não apresenta um de seus requisitos legais, como: compet~encia, finalidade, forma, motivo e objeto.

  • Olá pessoal (GABARITO ERRADO)

    O Controle Judicial  pode ocorrer tanto A PRIORI ( Prévio) como A POSTERIORE ( Posterior). Nesse contexto, se o Poder  Judiciário constatar que haverá PREJUÍZO DE DIFÍCIL OU INCERTA REPARAÇÃO ( periculum in mora= perigo na demora da decisão) tal controle será prévio para assegurar o direito tutelado. Cita-se como exemplo a demolição irregular de um imóvel pela Administração Pública. Neste caso, há de se assegurar que tal demolição não ocorra por meio de uma TUTELA ANTECIPADA, visto que assegura-se constitucionalmente que nem mesmo Lei excluirá da apreciação do Poder Judiciário " LESÃO " OU " AMEAÇA A DIREITO."

    Espero ter ajudado...

  • ERRADO

  • QUESTÃO ERRADA.

    CTRL C + CTRL V

    "O controle judicial pode ser repressivo (a posteriori) ou preventivo (a priori).

    (a posteriori) --> Quando objetiva rever os atos já praticados.

    (a priori) --> O  controle realizado de  modo preventivo, ou seja, antes do ato ser praticado."

  • ERRADO!

    ex. Mandado de Segurança Preventivo....

  • O judiciário só atua quado provocado. Ou seja, o controle judicial do ato administrativo pode ser a priori ou posteriori, devendo sempre ser provocado pela parte interessada.

  • Essa Márcio Canuto está em todos os comentários... e como sempre deixando muito claro qualquer dúvida que você tenha a respeito da questão. A título de curiosidade Márcio, você passou pra qual concurso? Não tem como não ter passado ainda... Bixu sabe "quase" tudo!

  • Eles podem ser exercidos anteriormente...

  • Exemplos de atuação a priori: ação civil pública, ação popular e mandado de segurança preventivo.

    É cada vez mais distante a idéia de que o judiciário só poderá adentrar a esfera administrativa quando provocado. Porém as ressalvas e os freios e contrapesos são cuidadosamente analisados antes de qualquer ultrapassagem.

    A proporcionalidade nos atos da Administração e a razoabilidade devem sim, mesmo quando se trate de atos discricionários, serem perseguidos pelo Judiciário, pois, como diz Celso Ant. Bandeira de Mello: No Brasil, ao contrário da maioria dos países europeus, vige a unidade da jurisdição. Nesse contexto, nenhuma lesão ou AMEAÇA de lesão deve pode ser excluída da apreciação do Poder Judiciário, conforme preceitua o art. 5º, XXXV da Constituição.


    Grifo ameaça para chamar atenção sobre o cuidado a priori.


    Abs

  • GAB. "ERRADO",

    Controle judicial das atividades administrativas somente pode ser realizado mediante provocação do interessado, podendo ser prévio ou posterior, somente no que tange aos aspectos de legalidade, não sendo admitido que o Poder Judiciário intervenha nos aspectos de oportunidade e conveniência que justificaram a prática dos atos administrativos.

    A doutrina brasileira aponta alguns limites ao controle jurisdicional, quais sejam a atividade política de Estado, a qual não se submete a controle judicial in abstratum, dada a ampla discricionariedade atribuída a esta função estatal e os atos interna corporis, que serão analisados em tópico apartado.

    Importa salientar que o Novo Código de Processo Civil prevê que, nas ações judiciais, deverá sempre ser estimulada a mediação, não somente por magistrados, mas também por advogados, defensores públicos e membros do Ministério Público

    FONTE: Matheus Carvalho.

  • De acordo com Maria Sylvia Zanella Di Pietro, graças a adoção do sistema da jurisdição una, fundamentado no artigo 5º, inciso XXXV da Constituição Federal, no direito brasileiro, o Poder Judiciário deverá apreciar qualquer lesão ou ameaça a direito, mesmo que o autor da lesão seja o poder público.

    Este tipo de controle é exercido, por via de regra, posteriormente. Ele tem como intuito unicamente a verificação da legalidade do ato, verificando a conformidade deste com a norma legal que o rege.

  • Sobre o controle...

    O controle judicial administrativo pode ser exercido a priori ou a posteriori, mas deve, sempre, ser provocado pela parte interessada. O controle a priori sobre um ato administrativo pode ser feito quando este não apresenta um de seus requisitos legais, como: competência, finalidade, forma, motivo e objeto. (((COMFIFORMOB)))

  • O controle judicial das atividades administrativas somente pode ser realizado mediante provocação do interessado, podendo ser prévio ou posterior, somente no que tange aos aspectos de legalidade, não sendo admitido que o Poder Judiciário intervenha nos aspectos de oportunidade e conveniência que justificaram a prática dos atos administrativos.

    Gab.. E

  • ERRADA

    [...] A qualquer instante uma matéria pode ser levada à apreciação judicial, ainda que já instaurado, ou já decidido, um processo administrativo.

    Cyonil Borges

  • O controle judicial pode ser exercido a priori ou a posteriori (antes ou depois).

  • O controle judicial dos atos administrativos, apesar de poder ser exercido previamente (ex.: mandado de segurança preventivo) é, via de regra, posterior.

    Fernando Baltar, Dir. Administrativo, sinopses para concursos - 5ª edição

  • A lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou AMEAÇA A LESÃO de direito.

  • Correto.  O comentario do Joel sinterizou bem a matéria! 

  • Mandado de segurança preventivo

  • Quanto a OPORTUNIDADE, o controle pode ser, PRÉVIO, POSTERIOR OU CONCOMITANTE. 

  • CF/88, Art.5º, XXXV:


    A lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário LESÃO (fato ocorrido-posteriori) ou AMEAÇA A DIREITO (fato não ocorrido-a priori).



    GABARITO ERRADO

  • Complementando...

     

    (CESPE/MPE-SE/Promotor de Justiça Substituto/2010) O controle judicial da administração é sempre posterior; somente depois que os atos administrativos são produzidos e ingressam no mundo jurídico é que o Poder Judiciário atua para, a pedido dos interessados, examinar a legalidade desses atos. E

     

    O professor José dos Santos Carvalho Filho afirma que “a regra geral é a de que o controle judicial é posterior (a posteriori). Depois que os atos administrativos são produzidos e ingressam no mundo jurídico é que o Judiciário atua para, a pedido dos interessados, examinar a legalidade, ou não, dos atos”. Todavia, informa o professor que há algumas “situações especiais que admitem um controle prévio do Judiciário (a priori). Esse controle, porém, não deve ser entendido como uma forma de o Judiciário fazer a averiguação prévia de tudo o que está a cargo da Administração, mas sim como o meio de evitar que direitos individuais ou coletivos sejam irreversivelmente ofendidos, vale dizer, sem que haja a possibilidade de o ofendido ver restaurada inteiramente a legalidade. O fundamento desse controle se encontra no próprio art. 5º, XXXV, da CF, que garante o indivíduo contra lesão ou ameaça de lesão a direito”. Assertiva incorreta.
     

  • e o MS preventivo, ta pôde ???

  • ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

     

    CF// Art. 5, XXXV - A LEI NÃO EXLUIRÁ DA APRECIAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO LESÃO[1] OU AMEAÇA A DIREITO[2].

     

    ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

     

    1º LESÃO -> FATO CONSUMADO; A POSTERIORI.

    2° AMEAÇA A DIREITO -> FATO NÃO CONSUMADO; PRIORI.

     

  • É só pensar no Lula "tentando" ser nomeado a ministro de Estado.

    kkkk...

  • Se liga no M.S Preventivo!

    Dica: COLE NO SEU QUARTO!

  • Errado

    E o Mandado de Segurança Preventivo, por exemplo?

  • TOTALMENTE INCORRETA

    Caro(a) estudante, lembre-se sempre do MANDADO DE SEGURANÇA PREVENTIVO.

     

     

    POW ! RUMO Á POSSE, %$##@@

  • MS preventivo ou HC preventivo são exemplos de controle judicial prévio!

  • Quanto ao MOMENTO DO CONTROLE JUDICIAL:

    Regra: Posterior.

    Exepcionalmente: A qualquer tempo.

  • O controle judicial é como REGRA posterior, podendo ser (exepcionalmente) a qualquer tempo.

  • E o mandado de Segurança preventivo? Kkkkk
  • O controle judicial administrativo pode ser exercido a priori ou a posteriori, mas deve, sempre, ser provocado pela parte interessada.

  • O controle judicial pode ser feito previamente. Um exemplo seria o Mandado de Segurança Preventivo.

    Gab: Errado.

  • Mandato de Segurança Preventivo é controle prévio do poder Judiciário

  • Errado.

    O controle judicial, em nosso ordenamento, é eminentemente repressivo (exercido posteriormente à prática do ato). No entanto, isso não quer dizer que tal controle não possa ser exercido preventivamente, situação que ocorre, por exemplo, com o mandado de segurança impetrado para prevenir uma lesão a um direito. Apenas salientando: o controle judicial, seja ele exercido preventivamente ou repressivamente, não pode ser exercido de ofício, mas apenas mediante provocação.

    Questão comentada pelo Prof. Diogo Surdi

  • O controle judicial do ato administrativo pode ser exercido a priori ou a posteriori , mas deve, sempre, ser provocado pela parte interessada.

  • mandado de segurança PREVENTIVO, controle prévio feito pelo poder judiciário!

  • O controle judicial dos atos da administração ocorre depois que eles são produzidos e ingressam no mundo jurídico, não existindo margem, no ordenamento jurídico brasileiro, para que tal controle se dê a priori.

    Errado. O controle prévio é também executado pelo Judiciário, por exemplo, no caso de mandado de segurança preventivo.

    Gabarito: ERRADO


ID
1176478
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Julgue o  item a seguir, relativo  à responsabilidade civil do Estado, aos serviços públicos e às organizações da sociedade civil de interesse público.

 

De acordo com o princípio da continuidade, os serviços públicos, compulsórios ou facultativos, devem ser prestados de forma contínua, não podendo ser interrompidos mesmo em casos de inadimplemento do usuário.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO.

    LEI 8987:Dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos

    Art. 6o Toda concessão ou permissão pressupõe a prestação de serviço adequado ao pleno atendimento dos usuários, conforme estabelecido nesta Lei, nas normas pertinentes e no respectivo contrato.

      § 3o Não se caracteriza como descontinuidade do serviço a sua interrupção em situação de emergência ou após prévio aviso, quando:

      I - motivada por razões de ordem técnica ou de segurança das instalações; e,

      II - por inadimplemento do usuário, considerado o interesse da coletividade.


  • A questão erra ao negar "não podendo ser interrompidos mesmo em casos de inadimplemento do usuário.", outra questão responde, vejam:


    Prova: CESPE - 2007 - TRT - 9ª REGIÃO (PR) - Técnico Judiciário - Área Administrativa

    Em regra, não viola o princípio da continuidade do serviço público a suspensão de um serviço, após aviso prévio, decorrente de falta ou atraso de pagamento.

    GABARITO: CERTA.

  • A Primeira Seção desta Corte firmou o entendimento de que a empresa concessionária do serviço poderá suspender o fornecimento de energia desde que precedido de aviso prévio, no caso de inadimplemento da conta. Precedentes: REsp 460.271/SP, Rel. Ministra Eliana Calmon, DJU 21.2.2005; REsp 591.692/RJ, Rel. Ministro Teori Albino Zavascki, DJU 14.3.2005; REsp 615.705/PR, Rel. Ministro Luiz Fux, DJU 13.12.2004.”

    Complementando o excelente comentário da Isabela:

    CESPE - 2013 - INPI - ANALISTA DE PLANEJAMENTO 

    Uma empresa concessionária do serviço de energia elétrica pode suspender o fornecimento de energia, desde que precedido de aviso prévio, no caso de inadimplemento da conta. CERTO

    Outra jurisprudência pertinente: 

    Conforme entendimento firmado neste Superior Tribunal de Justiça, é ilegítimo o corte de fornecimento de energia elétrica quando a inadimplência do consumidor decorrer de débitos pretéritos. (AgRg no REsp 1145884/RS, Rel. Ministro CESAR ASFOR ROCHA,SEGUNDA TURMA, julgado em 09/11/2010, DJe 17/11/2010). 

  • Outra questão considerada CORRETA pelo CESPE acerca da suspensão do serviço público em caso de inadimplemento do usuário:

    Texto associado à questão Ver texto associado à questão

    O princípio da continuidade dos serviços públicos pode ser relativizado na hipótese de falta de pagamento do serviço de água pelo particular, uma vez que o STF possui jurisprudência afirmando que a sua remuneração caracteriza-se como preço público ou tarifa, sem natureza tributária, razão pela qual o serviço seria suscetível de suspensão por falta de pagamento. CORRETA.

    Bons estudos!


  • QUESTÃO ERRADA.

    PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE

    Em regra, o serviço não pode ser paralisado, salvo:

    a) em caso de emergência, com fundamento na segurança das instalações ou reforma do serviço.

    b) pelo inadimplemento do particular, após prévio aviso, e desde que atenda ao interesse público.

  • Gabarito ERRADO

    O princípio da continuidade põe a salvo quando o a causa é INADIMPLEMENTO DO USUÁRIO.

    Lei 8987
    Art. 6 § 3o Não se caracteriza como descontinuidade do serviço a sua interrupção em situação de emergência ou após prévio aviso, quando:

                          I - motivada por razões de ordem técnica ou de segurança das instalações; e,

                          II - por inadimplemento do usuário, considerado o interesse da coletividade.


    Bons estudos
  • Questão errada, outra ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2007 - TRT - 9ª REGIÃO (PR) - Técnico Judiciário - Área Administrativa Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Serviços Públicos; Princípios;

     Em regra, não viola o princípio da continuidade do serviço público a suspensão de um serviço, após aviso prévio, decorrente de falta ou atraso de pagamento. 

    GABARITO: CERTA.

  • QUESTÃO ERRADA.

    PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE

    Em regra, o serviço não pode ser paralisado, salvo:

    a) em caso de emergência, com fundamento na segurança das instalações ou reforma do serviço.

    b) pelo inadimplemento do particular, após PRÉVIO AVISO, e desde que atenda ao interesse público.


  • Muito embora o conceito proposto, para o princípio da continuidade dos serviços públicos, esteja correto, a parte final da afirmativa revela-se incorreta, porquanto o inadimplemento do usuário, ao menos como regra geral, permite, sim, a interrupção no fornecimento do serviço (art. 6º, §3º, II, Lei 8.987/95). Registre-se, ainda, a forte doutrina de José dos Santos Carvalho Filho, para quem, em se tratando de serviço compulsório, o “corte” não se faz possível diante da falta de pagamento. Eis a lição do citado mestre: “Tratando-se, no entanto, de serviço compulsório, não será permitida a suspensão, e isso não somente porque o Estado o impôs coercitivamente, como também porque, sendo remunerado por taxa, tem a Fazenda mecanismos privilegiados para cobrança da dívida.” (Manual de Direito Administrativo, 26ª edição, 2013, p. 335). Ainda assim, de todo o modo, a assertiva permanece incorreta, porquanto afirmou ser inviável a interrupção, por falta de pagamento, também em relação aos serviços facultativos.


    Gabarito: Errado





  • Resposta: ERRADO.

    O princípio da continuidade do serviço público impõe, inicialmente, a não paralisação da prestação. Este princípio traz algumas consequências ao prestador de serviços; entre elas, a inaplicabilidade da exceptio non adimplenti contractus. CONTUDO, tal consequência vem sendo mitigada, sendo permitida, SIM, a interrupção no caso de inadimplemento (vide REsp 510.478-PB STJ. No mesmo sentido, a súmula n° 83 do TJ/RJ)

    Importante consignar a divisão feita por José dos Santos Carvalho Filho, o qual entende que se deve "distinguir os serviços compulsórios e facultativos. Se o serviço for facultativo, o Poder Público pode suspender-lhe a prestação no caso de não pagamento, o que guarda coerência com a facultatividade em sua obtenção.

    Tratando-se, no entanto de serviço compulsório, não será permitida a suspensão, e isso não somente porque o Estado o impôs coercitivamente, como também porque, sendo remunerado por taxa, tem a Fazenda mecanismos privilegiados para cobrança da dívida.

  • Paga a conta de energia não, pra ver...

  • Não confundir o teor da questão em tela com isso aqui:

    Q467395. Segundo o entendimento jurisprudencial dominante no STJ relativo ao princípio da continuidade dos serviços públicos, não é legítimo, ainda que cumpridos os requisitos legais, o corte de fornecimento de serviços públicos essenciais, em caso de estar inadimplente pessoa jurídica de direito público prestadora de serviços indispensáveis à população." CERTO

  • b.1) Compulsório: são serviços específicos e divisíveis cobrados mediante taxa, que é uma espécie de tributo. É compulsório porque pelo simples fato de o Estado disponibilizá-lo cobra uma taxa mínima por isso. Exemplos: água e energia elétrica. O Estado oferece energia elétrica e água e deixa a nossa disposição e mesmo que não utilizemos devemos pagar uma taxa mínima. Taxa é uma espécie de tributo específica de serviço público individual compulsório.

    Tributo: imposto, taxa, contribuição de melhoria

    b.2) Facultativo: diferentemente do serviço compulsório, é mantido por tarifa ou preço público. Isto quer dizer que o usuário só paga a tarifa de acordo com o uso, a utilização, do serviço público. Exemplos de serviços individuais facultativos: telefonia, correio, transporte coletivo.

    Observação: as concessionárias de serviços públicos só podem cobrar tarifa e jamais taxa.


    http://lauanybarbosa.blogspot.com.br/2012/03/direito-administrativo-aula-03-servicos.html


  • Mais uma questão semelhante.


     Q433002Prova: CESPE - 2014 - ANATEL - Conhecimentos Básicos - Cargos 13, 14 e 15

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Serviços Públicos; Princípios dos Serviços Públicos; 

    Julgue o item subsecutivo, concernentes aos serviços públicos.


    O princípio da continuidade do serviço público não impede a concessionária de energia elétrica de suspender o fornecimento de eletricidade no caso de inadimplemento do usuário.


    GABARITO: CERTO

  • serviços compulsórios e serviços não compulsórios. O que é serviço compulsório? Obrigatório. O cidadão é obrigado a usar o serviço. Acomodação do lixo no lugar certo para que o serviço de coleta venha buscar. Não se pode deixar de utilizar limpeza pública. Gera-se um problema sério para a sociedade por não utilizá-la. Assim como a questão da dengue. Não se pode recusar o serviço sanitário.

    serviços facultativos, que o cidadão utiliza se quiser, e é pago por tarifa ou por preço público. Telefonia e transporte coletivo são exemplos, em que pese serem serviços essenciais. Você se utiliza dele se quiser. A essencialidade dos serviços públicos sob determinadas óticas é um bom tema de monografia. Parques públicos, por exemplo. Podem ser graciosos ou não. Para usufruir, pague antes, ou depois, na conta. Se não pagar na conta, terá o serviço cortado.
  • Errado.



    A inadimplência do usuário, não caracteriza a paralisação do serviço público, pois está amparada por lei. 

  • Errado.


    No caso de inadimplência do USUÁRIO, pode ocorrer a paralisação.

  • Errado. Basta lembrar do fornecimento de energia elétrica. Havendo inadimplemento por parte do consumidor, a energia poderá ser cortada

  • Exceções ao princípio da continuidade dos serviços: razões técnicas, emergência e inadimplemento do usuário. 

  • gab-E

    Lei 8987


    § 3o Não se caracteriza como descontinuidade do serviço a sua interrupção em situação de emergência ou após prévio aviso, quando:

      I - motivada por razões de ordem técnica ou de segurança das instalações; e,

      II - por inadimplemento do usuário, considerado o interesse da coletividade.


    O inadimplemento e causa de interrupcao da prestacao de servico , desde que observada a necessidade de previo aviso .


    fonte- Manual de D.adm

  • caros colegas, acredito que o erro da questão esta na parte que diz: compulsórios ou facultativos. 

    sendo os compulsórios  aqueles serviços impostos aos administrados de forma não voluntária, por exemplo: coleta de lixo, esgoto. Esses, quando remunerados, são por taxa e o fornecimento não podem ser interrompido, independente de pagamento. 

    já os facultativos são colocados a disposição dos usuários; remunerados por tarifa ou preço e podem ser interrompidos por falta de pagamento.  

    foco, força e fé.

  • Creio que o erro da questão não é esse '''compulsórios ou facultativos' já que este é tarifa e aquele é taxa...'' 
    O erro deve ser esse finalzinho
    (qualquer erro, me avisem)

  • TAXA: PAGA EM PRESTAÇÃO DE UM SERVIÇO PÚBLICO OBRIGATÓRIO. EX: RECOLHIMENTO DE LIXO.

    TARIFA: PAGA EM PRESTAÇÃO A UM SERVIÇO PÚBLICO FACULTATIVO. EX: TELEFONIA.

     

     

     


    OBS.: VOCÊ QUE NÃO PAGA A CONTA DE LUZ NÃO... 


    GABARITO ERRADO

     

  • (E)
    outra questão que ajuda:

    Ano: 2014 Banca: CESPE  Órgão: ANATEL

    Julgue o item subsecutivo, concernentes aos serviços públicos.

    O princípio da continuidade do serviço público não impede a concessionária de energia elétrica de suspender o fornecimento de eletricidade no caso de inadimplemento do usuário.(C)


  • Se citassem apenas COMPULSORIO, a questão estaria correta !

  • Galera, acho que o conceito de serviço público obrigatório é um pouco mais amplo do que os colegas comentaram. Até onde eu sei, e por favor me corrijam se entenderem de outra forma, consideram-se serviços públicos obrigatórios aqueles remunerados por tributos (tanto imposto como taxa, e não somente taxa como vi em mais de um comentário), e facultativos aqueles remunerados através de tarifa.


    Além do mais, no caso dos serviços públicos facultativos, na inadimplência do usuário, a concessionária pode suspender a prestação de serviço. Já em relação aos serviços obrigatórios, como são cobrados de forma compulsória, através de tributos, não podem sofrer solução de continuidade, uma vez que não é possível relacionar o tributo devido ao serviço prestado, de modo que a cobrança do inadimplente deve ocorrer através do Poder Judiciário.


    Fonte: professor Erick Alves, Estratégia Concursos.

  • Errado. Três exceções em que os serviços públicos podem ser interrompidos:

    Em caso de emergência;

    Em caso reparos/ melhorias;

    Em caso de inadimplência .

  • EXCEÇÃO AO PRINCIPIO DA CONTINUIDADE DO SERVIÇO PÚBLICO : Art. 6 L8987  § 3o Não se caracteriza como descontinuidade do serviço a sua interrupção em situação de emergência ou após prévio aviso, quando:

    I - motivada por razões de ordem técnica ou de segurança das instalações; e,

    II - por inadimplemento do usuário, considerado o interesse da coletividade.

     

     

    GABARITO ERRADO

  • (Técnico Judiciário/TRT 21ª Região 2010/CESPE) O princípio da continuidade dos serviços públicos pode ser relativizado na hipótese de falta de pagamento do serviço de água pelo particular, uma vez que o STF possui jurisprudência afirmando que a sua remuneração caracteriza-se como preço público ou tarifa, sem
    natureza tributária, razão pela qual o serviço seria suscetível de suspensão por falta de pagamento. CORRETA
     

  • "De acordo com o princípio da continuidade, os serviços públicos, compulsórios ou facultativos, devem ser prestados de forma contínua,PODENDO ser interrompidos em casos de inadimplemento do usuário, MEDIANTE PRÉVIO AVISO."

    Não caracteriza a Descontinuidade:

    Inadimplemento do usuário (falta de pagamento)

    Interrupição em  Situações de Emergência

    Interrupção mediante prévio aviso: em razão de Ordem Técnica ou de Segurança das Instalações ou inadimplemento do usuário.

  • CESPE adora isso. Inadimplemento do usuário

  • LEI 8987:Dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos

    Art. 6o Toda concessão ou permissão pressupõe a prestação de serviço adequado ao pleno atendimento dos usuários, conforme estabelecido nesta Lei, nas normas pertinentes e no respectivo contrato.

      § 3o Não se caracteriza como descontinuidade do serviço a sua interrupção em situação de emergência ou após prévio aviso, quando:

      I - motivada por razões de ordem técnica ou de segurança das instalações; e,

      II - por inadimplemento do usuário, considerado o interesse da coletividade.

  • Inadimplemento do usuário (falta de pagamento)

    Interrupição em  Situações de Emergência Previo aviso

     Ordem Técnica ou de Segurança das Instalações ou inadimplemento do usuário. Previo aviso

  • imagine se você não pagasse (oque está fácil de acontecer pois está tudo caro) o serviço e a empresa não pudesse cortar o fornecimento. Nunca mais as pessoas pagariam...

  • Gabarito Errado

    O poupa tempo aqui do Rio de janeiro ficou sem luz por falta de pagamento, sendo assim não houve expediente nesses dias de interrupção.

     

     

    "Retroceder Nunca Render-se Jamais !"
    Força e Fé !
    Fortuna Audaces Sequitur !

  • * serviços compulsórios: não podem ser suspensos, já que são remunerados por taxa e, assim, a cobrança pela Fazenda Pública é facilitada.

     

    * serviços facultativos: podem ser suspensos, já que são remunerados por tarifa cobrada pelas concessionárias.

     

    exceção: suspensão do serviço decorrente de situação de emergência, ou, após prévio aviso, por razões técnicas ou de segurança nas instalações.

     

    praise be _/\_

  • Gabarito: Errada


    Princípio da Contininuidade/Permanência

    Proíbe a interrupção total do desempenho dos serviços prestados, exceto quando:

    -Decorrente de falta/atraso no pagamento - com aviso prévio ou;

    -Por razões técnicas ou de segurança.



  • Os serviços facultativos podem ensejar a interrupção. Mas há ressalvas.

    Fonte: Labuta nossa de cada dia.

  • Gabarito: ERRADO

    Deixe de pagar a fatura da água e faça o teste você mesmo

    rs rs

    Bons Estudos !!

  • FACULTATIVO

    GAB= ERRADO

  • É bom estudar direitinho esse tema porque cai demais!

  • Somente os essenciais ao serviço público que não podem ser cortados pelo inadimplemento.

  • Gabarito:Errado

    Principais Dicas de Serviços Públicos :

    • São serviços essenciais fornecidos a sociedade através do 1º setor (governo) de maneira direta ou indireta.
    • É uma atividade legal que deve abranger a todos.
    • É embasada em princípios: mocidade (barateza), cortesia (educação), eficiência, modernização e o principal - continuidade, os serviços públicos não podem parar, EXCETO em alguma situação de emergência ou por meio de um aviso prévio (ordem técnica ou inadimplemento, este que seria a falta de pagamento do serviço. Entretanto, existem exceções para este: danos irreversíveis ao usuário ou PJ de direito público (município por exemplo).
    • Podem ser UTI singuli (lembra da palavra UTI mesmo, isto é, são serviços específicos não delegados e pagos por meio de taxas por um usuário. Ex: conta de luz e água da tua casa) e UTI universi (Lembra da palavra UTI mesmo, isto é, serviços gerais podendo ser delegados e pagos por impostos pela população. Ex: Coleta de lixo, calçamento etc)

     

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ID
1176487
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Julgue o  item a seguir, relativo  à responsabilidade civil do Estado, aos serviços públicos e às organizações da sociedade civil de interesse público.

 

Compete ao Ministério da Justiça expedir certificado às entidades interessadas em obter qualificação como organização da sociedade civil de interesse público.

Alternativas
Comentários
  • certo.

    lei 9790

    Art. 6o Recebido o requerimento previsto no artigo anterior, o Ministério da Justiça decidirá, no prazo de trinta dias, deferindo ou não o pedido.

      § 1o No caso de deferimento, o Ministério da Justiça emitirá, no prazo de quinze dias da decisão, certificado de qualificação da requerente como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público.


  • Só acrescentando o comentário do colega Jessé:

    Ao preencher os requisitos previstos em lei para fazer jus à qualificação de organização da sociedade civil de interesse público, a autoridade competente, no caso o Ministro da Justiça, se encontrará obrigado a deferir o pedido por se tratar de ato vinculado.

    Bons estudos!


  • (Ano: 2014Banca: CESPEÓrgão: TJ-CEProva: Analista Judiciário - Área Administrativa) Compete ao Ministério da Justiça a qualificação de pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, como organizações da sociedade civil de interesse público.

    Gabarito: Correto. 

  • As organizações da sociedade civil de interesse público – Oscips – são pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, instituídas por iniciativa dos particulares, para desempenhar serviços não exclusivos do Estado, com fiscalização pelo Poder Público, formalizando a parceria com a Administração Pública por meio de termo de parceria.

    A outorga do título de Oscip é disciplinada pela Lei n. 9.790/99, regulamentada pelo Decreto n. 3.100/99, e permite a concessão de benefícios especiais, como a destinação de recursos públicos.
    O termo de parceria firmado entre o Poder Público federal e a Oscip discriminará direitos, responsabilidades e obrigações das partes signatárias, prevendo especialmente metas a serem alcançadas, prazo de duração, direitos e obrigações das partes e formas de fiscalização. Ao contrário das organizações sociais, a outorga do título de Oscip é decisão vinculada, podendo-se falar em direito adquirido à qualificação para todas as entidades que preencherem os requisitos exigidos na legislação.
    O requerimento de qualificação será formalizado perante o Ministro da Justiça que, analisando o preenchimento dos requisitos legais, decide sobre a outorga do título.


  • Galera, na minha opinião o erro da questão se atrela apenas ao fato dela se enquadrar em um ente PARAESTATAL e não ADMINISTRAÇÃO INDIRETA.

  • Entes de cooperação estão fora da administração, pertencem ao TERCEIRO SETOR, também chamados ENTES PARA-ESTATAIS. ONGs podem pertencer a esta categoria, mas não necessariamente. São PJ de direito privado que não podem ter fins lucrativos, apesar de poder acontecer incidentalmente.


  • Acrescentando o que o colega Jessé apresentou, vejam:

    Manutenção da certificação de entidades sociais com emissão de certidão de regularidade (OSCIP, UPF, OE)

    Ministério da Justiça- MJ

    Descrição

    Após serem certificadas pelo Ministério da Justiça, as entidades sociais (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP, Utilidade Pública Federal - UPF e Organizações Estrangeiras - OE) deverão apresentar anualmente seus relatórios de atividades, acompanhados das demonstrações financeiras, por meio do Cadastro Nacional de Entidades Sociais do Ministério da Justiça (CNES/MJ), a fim de obterem a certidão de regularidade.

    http://www.servicos.gov.br/repositorioServico/manutencao-da-certificacao-oscip-upf-oe-de-entidades-sociais-com-emissao-de-certidao-de-regularidade

  • O.S --> Contrato de Gestão --> Ato Discricionário do Ministro da área correspondente;


    OSCIP --> Termo de Parceria --> Ato Vinculado do Ministro da Justiça

  • as OSCIP são qualificadas pelo ministério da justiça, podendo assinar TERMOS DE PARCERIA com o Ministério Supervisor.

  •          OS                                                                                                                                                                             

    Celebra contrato de gestão.                                                                                                                

    Qualificada pelo Ministro de Estado da área de atividade correspondente ao objeto social.

    A lei prevê hipótese de licitação dispensável para que o poder público contrate os serviços prestados pela OS.

    Há previsão de cessão especial de servidor público para a OS.

    Os Estados a utilizam para substituir órgãos extintos ou para repassar ao privado a administração de um serviço público (como a administração de um hospital público)

    20% a 40% do Conselho de Administração é representante do poder público


              

               OSCIP

    Celebra termo de parceria.

    Qualificada pelo Ministro da Justiça.

    Não há previsão de dispensa de licitação para contratar uma OSCIP.

    Não há previsão de cessão de servidor público para a OSCIP.

    Cooperam com o Estado.

    Não há presença obrigatória do poder público na administração.


    Prof.Daniel Mesquita . :)


  • CORRETA !!!!

    Nos termos do Decreto 3 . 1 00/ 1 999, "o M inistério da Justiça, após o
    recebimento do requerimento, terá o prazo de trinta dias para deferir ou
    não o pedido de qualificação
    , ato que será publicado no Diário Oficial da
    União no prazo máximo de quinze dias da decisão" (art. 3 .0). Se deferir o
    pedido, o M inistério da Justiça emitirá, no prazo de quinze dias da decisão
    ,
    o certificado de organização da sociedade civi l de interesse público para a
    requerente. A pessoa jurídica sem fins lucrativos que tiver seu pedido de
    qualificação indeferido poderá reapresentá-lo a qualquer tempo.

    É IMPORTANTE SABER; É interessante observar que a qualificação de uma pessoa j u rídica como
    OSCIP dá-se por meio de um ato vinculado. Com efeito, a Lei 9.790/ 1 999
    explicita, no § 2.º do art. 1º e no § 3º do art. 6º, que o pedido só pode
    ser indeferido na hipótese de a pessoa jurídica requerente desatender
    a algum dos requisitos legais
    . Por outras palavras, a pessoa jurídica que
    satisfaça todas as exigências legais tem direito, caso requeira, de ser qualificada
    como OSCIP. FONTE ;( DIREITO ADMINISTRATIVO DESCOMPLICADO • Marcelo Alexandrino & Vicente Paulo )

  • CERTO

     

    ACERTEI A QUESTÃO POR CAUSA DESTA:

     

    (Banca: CESPE Ano: 2014  Órgão: TJ-CE Prova: Analista Judiciário - Área Administrativa)

     

    A propósito da organização administrativa, assinale a opção correta.

     

     a) Compete ao Ministério da Justiça a qualificação de pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, como organizações da sociedade civil de interesse público. (CERTO)

     

    '' Se o treino não for árduo, melhor nem treinar ''

  • Relativo à responsabilidade civil do Estado, aos serviços públicos e às organizações da sociedade civil de interesse público, é correto afirmar que: Compete ao Ministério da Justiça expedir certificado às entidades interessadas em obter qualificação como organização da sociedade civil de interesse público.


ID
1176856
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considere que, durante uma fiscalização, fiscais do DF tenham encontrado alimentos com prazo de validade expirado na geladeira de um restaurante. Diante da ocorrência, lavraram auto de infração,aplicaram multa e apreenderam esses alimentos. Com base na situação hipotética apresentada, julgue o item  subsecutivo.

 

A aplicação de multa ao estabelecimento comercial decorre do poder disciplinar da administração pública.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA, ISSO É PODER DE POLÍCIA E NÃO PODER DISCIPLINAR

    Poder de Polícia, segundo Hely Lopes Meirelles (1996, p. 115), é a faculdade de que dispõe a Administração Pública para condicionar e restringir o uso e gozo de bens, atividades e direitos individuais, em beneficio da coletividade ou do próprio Estado.

    Q361521   Prova: CESPE - 2014 - PGE-BA - Procurador

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Poderes da Administração; Poder de polícia; 

    Constitui exemplo de poder de polícia a interdição de restaurante pela autoridade administrativa de vigilância sanitária.

    GABARITO: CERTO


  • A questão está errada, na verdade é poder de polícia e não poder disciplinar como propõe a questão, vejam numa outra:

    Quando um servidor público do DF, no exercício de seu poder de polícia, aplica multa a determinado estabelecimento comercial, a multa arrecadada passa a constituir receita pública desse ente da Federação.

    GABARITO: CERTA.

  • Uma informação sobre Poder Disciplinar:

    Poder disciplinar é interno, ou seja, administração materializando a punição a um funcionário público. Importante ressaltar que algumas bancas já consideraram a punição de alunos de uma escola ou de detentos pelos superiores como poder disciplinar, o que foi muito questionado por diversos professores. Ainda sim, pode-se considerar que existe uma ligação entre eles, algo bem próximo a uma relação hierárquica, diferente do poder de polícia e do exemplo exemplo da questão onde não se vê um vínculo claro os fiscais e o restaurante.

  • Assertiva ERRADA. 


    - poder disciplinar: a administração punindo ela mesma ou particular com vínculo jurídico.
    - poder de polícia: a administração punindo o particular.

  • A aplicação de multa ao estabelecimento comercial decorre do poder de POLÍCIA da administração pública.

  • Poder de polícia

  • Poder de Polícia...

    Poder disciplinar como diz a questão só se aplica dentro do âmbito da administração, ou seja, para os servidores.


  • Poder disciplinar >> Pune INTERNAMENTE  

    _________________________________________________________________________________________________________
    Poder de Polícia >> Pune EXTERNAMENTE
    obs: Poder disciplinar pode punir externamente no caso de particulares com vínculo jurídico específico (contrato/licitação)
  • A questão erra ao falar "Poder Disciplinar", na verdade é Poder de Polícia, uma outra questão ajuda a responde, vejam:

    Caracteriza exercício de poder de polícia administrativa

    c) a aplicação de uma multa a restaurante que infringiu normas ligadas à proteção da saúde pública.
    GABARITO: LETRA "C".

  • Errado! Poder de Polícia.

    O poder de polícia destina-se assegurar o bem estar geral, impedindo, através de ordens, proibições e apreensões, o exercício anti-social dos direitos individuais, o uso abusivo da propriedade, ou a prática de atividades prejudiciais à coletividade.

  • Falso!! Poder de Polícia e nao Poder Disciplinar!

    O poder de polícia destina-se assegurar o bem estar geral, impedindo, através de ordens, proibições e apreensões, o exercício anti-social dos direitos individuais, o uso abusivo da propriedade, ou a prática de atividades prejudiciais à coletividade.

  • A aplicação da muta pela administração púbica decorre do poder de polícia. No entanto, a muta elencada na lei de licitações é uma exceção, pois decorre do poder disciplinar, uma vez que, neste caso á um vínculo contratual específico entre administração pública e contratado. Art. 86 lei 8.666/93.

  • Refere-se ao Poder de Polícia: instrumento que dispõe a Adm Pública para condicionar, restringir o uso, o gozo de bens, atividades e direitos individuais, em benefício da coletividade ou do próprio Estado.

  •  CTN:

    Art. 78. Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos. 

    Parágrafo único. Considera-se regular o exercício do poder de polícia quando desempenhado pelo órgão competente nos limites da lei aplicável, com observância do processo legal e, tratando-se de atividade que a lei tenha como discricionária, sem abuso ou desvio de poder. 

  • Decorre do poder de polícia.

    Porém, se o particular tivesse algum vínculo com a Administração, o poder aplicado seria o Disciplinar.

  • Gabarito: errado.

    A aplicação de multa pela administração pública decorre do poder DE POLÍCIA.

    O que é poder de polícia?

    "(...) o poder que dispõe a administração pública para, na forma da lei, condicionar ou restringir o uso de bens, o exercício de direitos e a prática de atividades privadas, visando a proteger os interesses gerais da coletividade." MA e VP - Direito Administrativo Descomplicado, 21ªed, pág. 242.

    Lembrando que se o estabelecimento comercial se recusar a pagar a multa, a Administração somente poderá obter o pagamento pela via judicial. A cobrança de multa não pode ser executada/cobrada diretamente pela Administração, ou seja, a cobrança é um ato administrativo que não possui o atributo da autoexecutoriedade.

    Portanto, "a imposição da multa decorrente do exercío do poder de polícia é efetuada pela administração pública sem necessidade de qualquer participação do Poder Judiciário. Entretanto, a cobrança forçada dessa multa não paga pelo administrado somente pode ser efetivada por meio de uma ação judicial de execução." Direito Administrativo Descomplicado, 21ªed, pág. 256.

    O que é autoexecutoriedade?

    "(...) consiste na possibilidade que certos atos administrativos ensejam de imediata e direta execução pela própria Administração, independentemente de ordem judicial." Hely Lopes Meirelles.

  • Questão errada.

    O Poder disciplinar só aplica sanções aos vinculados à administração. O poder de policia é que aplica sanções e limitações ao particular.

  •      Poder disciplinar é a faculdade de punir internamente as infrações funcionais praticadas pelos agentes da administração pública. Em regra, temos que o Poder de polícia é uma punição aplicada da administração pública frente ao particular, no caso do poder disciplinar, ocorrerá ou internamente na própria administração ou como exceção aos particulares que mantenham vínculo jurídico específico com a administração (vínculo especial), como os servidores públicos, os alunos de uma escola pública, os presos de um penitenciária, concessionárias, permissionárias, etc.

  • A questão está errada, na verdade é poder de polícia e não poder disciplinar como propõe a questão, vejam numa outra:

    Prova: CESPE - 2014 - TC-DF - Conhecimentos Básicos para os Cargos 1, 2, 3, 5, 6 e 7

    Quando um servidor público do DF, no exercício de seu poder de polícia, aplica multa a determinado estabelecimento comercial, a multa arrecadada passa a constituir receita pública desse ente da Federação.

    GABARITO: CERTA.


  • Aplicação de multa é PODER DE POLÍCIA, pois uma das áreas de atuação é exatamente na FISCALIZAÇÃO. 

  • ERRADO

    A aplicação de multa ao estabelecimento decorre do poder de polícia. Para ser mais específico, exerce um poder de polícia administrativo REPRESSIVO (fiscalizando atividades e bens, punindo ilícitos administrativos). Lembrando que o poder de polícia preventivo é aquele que a administração expede atos normativos (gerais e abstratos).

    Poder de Polícia = É a prerrogativa para condicionar e restringir o uso e gozo de bens, atividades e direitos dos PARTICULARES em benefício da coletividade.

            X

    Poder Disciplinar = É a prerrogativa de punir os ilícitos que seus agentes públicos ou aquelas pessoas que estão submetidas à disciplina INTERNA da Administração. Se não houver vínculo, eventual sanção decorrerá do poder de polícia.


    Questão Q393458 - Prova: CESPE - 2014 - TC-DF - Conhecimentos Básicos para os Cargos 1, 2, 3, 5, 6 e 7

    Quando um servidor público do DF, no exercício de seu poder de polícia, aplica multa a determinado estabelecimento comercial, a multa arrecadada passa a constituir receita pública desse ente da Federação. (CERTO)

  • A questão erra ao falar "Poder Disciplinar", na verdade é Poder de Polícia, uma outra questão ajuda a responde, vejam:

    Prova: CESPE - 2007 - TSE - Técnico Judiciário - Área Administrativa - TRE

    Caracteriza exercício de poder de polícia administrativa

    c) a aplicação de uma multa a restaurante que infringiu normas ligadas à proteção da saúde pública.

    GABARITO: LETRA "C".


  • Decorre do Poder de Polícia.

    O poder disciplinar é utilizado para punir os servidores da Adm. Pública e os particulares que tenham algum vínculo com a Administração.

  • Ciclo de polícia -> ordem de polícia,  o consentimento de polícia,  a fiscalização e a sanção. 

    Fases obrigatorias ordem de polícia e a fiscalização. 

    Poder de polícia age preventivamente // repressivamente ou omissivo // comissivo = Externo

    Poder disciplinar = age INTERNAMENTE.


    Gab errado

  • Decorre do Poder de Polícia

  • o Poder Disciplinar só existe mediante uma relação com a Administração, seja legal ou meramente contratual.

  • ERRADA

    Poder de Polícia Administrativa

    [...]

    Pelo atributo da autoexecutoriedade, a Administração compele materialmente o administrado, usando meios diretos de coação. Por exemplo, ela dissolve uma reunião, apreende mercadorias com prazo de validade expirado, interdita uma fábrica.

    Maria Sylvia Zanella di Pietro 27°
  • A aplicação de multa ao estabelecimento comercial decorre do poder de polícia da administração pública.


    Enquanto os campeões treinam, as pessoas comuns dormem.
  • Poder de polícia.

  • poder de policia


  • O segredo da questão é saber se tem vínculo, como não tem vínculo com ADM será Poder de Policia.

  • Poder de Policia

    Motivo - alimentos com prazo de validade expirado.

  • Poder de Polícia

  • Multa é do poder de polícia, sendo que é uma exigibilidade.
  • A aplicação de multa ao estabelecimento comercial decorre do poder de polícia

  • Poder de polícia

     

      O poder de polícia resume-se na prerrogativa conferida a administração pública para, na forma e nos limites legais, condiciona ou restringe o uso de bens, exercício de direitos e a prática de atividades privadas com o objetivo de proteger os interreses gerais da coletividade.

     

    Poder disciplinar 

      O  poder disciplinar consiste em punir internamente não só as infrações funcionais dos servidores, sendo indispensável a apuração regular da falta, mas também as infrações de todas as pessoas sujeitas à disciplina dos orgãos e serviços da administração. 

     

    Diferenças entre o Poder de polícia e o Poder disciplinar

      O poder de polícia consiste em punir  em qualquer lugar, inclusive empresas privadas. Já o poder disciplinar pune internamente, em um orgão público.

     

    Hold on...

  • Poder de polícia

    Interfere na esfera privada

    Sem vinculo específico com a administração pública

     

    Poder disciplinar

    Interfere na esfera pública

    Com vinculo especifico com a administração pública 

     

    #valeapena

  • Poder de polícia repressivo 

  • ERRADO

     

    "A aplicação de multa ao estabelecimento comercial decorre do poder disciplinar da administração pública."

     

    Decorre do PODER DE POLÍCIA

  • Gabarito Errado

    Poder de Polícia.

     

     

    "Retroceder Nunca Render-se Jamais !"
    Força e Fé !
    Fortuna Audaces Sequitur !

  • Gabarito Errado

     

    Errado é usado o poder de policia, caso fosse o poder disciplinar, o particular teria que ter algum vinculo com a administração pública para poder sofre alguma pena nesse tipo de poder.

  • Gabarito: "errado".

    Poder de Polícia: é o poder da administração de limitar ou restringir o exercício de direitos e atividades dos particulares, para a preservação dos interesses da coletividade. É o caso da questão da apreensão de produtos com prazo de validade vencido.

    Poder Disciplinar: é o poder conferido à administração para aplicação de sanções aos seus servidores pela prática de irregularidades a nível administrativo. O poder disciplinar refere-se só à esfera administrativa.

  • Não há relação contratual entre a administração e o particular em tela. Apenas relação de fiscalização.

    Assim, há poder de polícia.

  • Gab Errada

     

    A questão em nenhum momento diz em relação contratual, ou seja não há vínculo do restaurante com a administração. Portando a aplicação de penalidade decorre do Poder de Polícia. 

  • Pegadinha com Poder Disciplinar e Poder de Polícia.

  • ERRADA.

    ISSO É PODER DE POLÍCIA E NÃO PODER DISCIPLINAR

  • Decorre do poder de polícia

  • ERRADO

    Poder disciplinar: servidores + particulares com vínculo específico com a Administração ( por ex. aplicação de multas aos delegatários e concessionários).

  • Considera-se poder de polícia a atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos. Código Tributário Nacional - CTN, art 78

  • A aplicação de multa ao estabelecimento comercial decorre do PODER DE POLÍCIA da administração pública.

  • GAB: E

    É bom lembrar que a aplicação da multa decorre do poder de polícia, no entanto, a cobrança pelo pagamento não configura prerrogativa da administração pública, devendo der feita via judicial.

  • ADM Pública agindo sobre particular = Poder de polícia.

  • Hierárquico: escalonamento vertical, fundamenta a delegação VS Disciplinar: decorrência do hierárquico, fundamenta a punição. Também se sujeitam ao poder Disciplinar os particulares vinculados à administração, tais como alunos de instituições públicas, detentos, prestadores de serviços contratados, entre outros.

ID
1176859
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considere que, durante uma fiscalização, fiscais do DF tenham encontrado alimentos com prazo de validade expirado na geladeira de um restaurante. Diante da ocorrência, lavraram auto de infração,aplicaram multa e apreenderam esses alimentos. Com base na situação hipotética apresentada, julgue o item  subsecutivo.

 

 Se a aplicação da multa for indevida, a administração tem o poder de anulá-la, de ofício, independentemente de provocação do interessado.

Alternativas
Comentários
  • CERTA

    O princípio da autotutela administrativa aplica-se à Administração Pública, por isso que existe a possibilidade de revisão de seus atos, seja por vícios de ilegalidade, seja por motivos de conveniência e oportunidade, na forma da Súmula nº 473 do eg. STF, que assim dispõe: “A Administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial”.

    http://www.sintese.com/doutrina_integra.asp?id=1237

  • A questão está correta, uma outra pode ajudar a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2013 - TC-DF - Procurador

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Regime jurídico administrativo; Princípios - Proporcionalidade, Razoabilidade, Motivação, Autotutela e Outros Princípios; 

    Constitui exteriorização do princípio da autotutela a súmula do STF que enuncia que “A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados dos vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência e oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial”.

    GABARITO: CERTA.

  • Assertiva CORRETA. 


    A revogação não precisa se dar por provocação do poder judiciário, a própria administração pode perceber o erro e consertá-lo, sem que seja necessário decisão judicial a respeito. 
  • Luis Henrique, a questão não está falando em revogação, e sim em 'anulação'.

    Esta questão está muito mal formulada.

    A anulação ocorre quando há algum vício que torna o ato ilegal, conforme comentários anteriores.

    A questão somente diz que a multa é indevida, não faz referência a qual tipo de erro.

  • A leitura que fiz para considerar correta é que ao classificar a multa como indevida ela deve ter vício em algum dos elementos, por exemplo o objeto, tornando o ato passível de anulação e não de revogação.

  • O Principio da Autotutela permite que a administração, de oficio ou quando provocada, anule os atos ilegais e revogue os atos inconvenientes e inoportunos. Ora se uma multa foi aplicada de forma indevida (arbitrária) pelo agente público é lógico que a administração poderá e deverá anular tal ato, a anulação de tal ato independe de provocação, já que o principio da autotutela, diferentemente do principio da inércia que vigora para o poder judiciário, permite que a administração haja de oficio sem necessidade de provocação, daí a correção da assertiva.

     

     

    GABARITO: CORRETO

    QUE JESUS SEJA LOUVADO!!! 

  • Questão correta,  uma outra ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2013 - TC-DF - Procurador

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Regime jurídico administrativoPrincípios - Proporcionalidade, Razoabilidade, Motivação, Autotutela e Outros Princípios

    Constitui exteriorização do princípio da autotutela a súmula do STF que enuncia que “A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados dos vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência e oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial”.

    GABARITO: CERTA.

  • Só lembrando que se a anulação for em sede de controle de legalidade praticada pelo poder Judiciário, somente poderá ser por provocação externa àquele poder por terceiro...

    SCIENTIA SIT POTENTIA

  •  princípio da oficialidade - anular os atos administrativo por oficio (própria vontade)


  • Se a muta é indevida, a ilegalidade está nos motivos expostos no auto de infração para a pratica do ato. Significa dizer que os motivos para a prática do ato não condizem com a realidade e, por força da teoria dos motivos determinantes, o ato será anulado. 

  • Importante lembrar que cabe apreciação judicial, desde que o interessado provoque o Judiciário. Caso o examinador tivesse trocado a anulação por revogação, a questão estaria errada. Já que a multa foi indevida, ou seja, ilegal, não caberia revogação, mas sim, como traz a questão, ANULAÇÃO. Está certa!

  • Considerando a assertiva acima, a idéia tratada na questão faz referência ao Princípio da autotutela administrativa, visto que,

    na situação concreta em tela, a Administração que baseia a sua atuação com funcionamento no princípio da legalidade

    administrativa, que inclusive é tratada nas Súmulas 343 e 473 do STF.

    Conforme Jose dos Santos Carvalho, p.34, A Administração Pública não precisa ser provocada para rever os seus próprios atos

    podendo agir ex officio.

  • Gabarito: CERTO

    PINGOS NOS ÍS:

    Controle Administrativo: possui a prerrogativa de AUTOTUTELA, isto é, DE OFFICIO ou MEDIANTES PROVOCAÇÃO, realizar o controle de LEGALIDADE para ANULAR seus próprios atos ILEGAIS, ou realizar o controle de MÉRITO (oportunidade e conveniência) para REVOGAR seus próprios atos IRREGULARES. 

    Controle Judiciário: possui a prerrogativa de, somente MEDIANTES PROVOCAÇÃO, realizar o controle de LEGALIDADE, dos atos VINCULADOS e DISCRICIONÁRIOS, para ANULAR os atos ILEGAIS, seus e do Poder Executivo e Legislativo; Ou ainda, MEDIANTE PROVOCAÇÃO, realizar o controle de MÉRITO (oportunidade e conveniencia) para REVOGAR seus próprios atos IRREGULARES. 

    OBS: Quado os atos discricionários praticados pelos outros poderes (Executivo e legislativo) forem DESPROPORCIONAIS E DESRAZOADOS, terá o Poder Judiciário a prerrogativa de realizar o CONTROLE DE LEGALIDADE e não o de mérito.  

    OBS: As limitações ao controle emanam do SISTEMA DE FREIOS E CONTRAPESOS, isto é, do Princípio da Separação dos Poderes, visando evitar abusos. Neste sentido nasce a AUTOTUTELA, prerrogativa concedida pela CF ao dispor que , ´´são Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário`` (art.2º). Por fim, observa-se que, de forma harmônica, os Poderes exerceram FUNÇÕES TÍPICAS e ATÍPICAS (típicas dos outros). 

    Fiquem com Deus. FOCO, FÉ E DETERMINAÇÃO. 


  • Gabarito: certo.

    Com base no princípio da autotutela, que está caracterizado na Súmula 473 do Supremo Tribuna Federal: "A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial."

    Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo explicam: "A administração pública, no desempenho de suas múltiplas atividades, está sujeita a erros; nessas hipóteses, ela mesma pode (e deve) tomar a iniciativa de repará-los, a fim de restaurar a situação de regularidade e zelar pelo interesse público. Não precisa, portanto, a administração ser provocada para o fim de rever seus atos ilegais. Pode fazê-lo de ofício." - Direito Administrativo Descomplicado, 21ªed, pág. 214.

  • Princípio da autotutela do estado.

  • certo

    principio da autotutela

  • A questão está correta, uma outra pode ajudar a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2013 - TC-DF - Procurador

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Regime jurídico administrativoPrincípios - Proporcionalidade, Razoabilidade, Motivação, Autotutela e Outros Princípios

    Constitui exteriorização do princípio da autotutela a súmula do STF que enuncia que “A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados dos vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência e oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial”.

    GABARITO: CERTA.


  • A questão está correta, uma outra pode ajudar a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2013 - TC-DF - Procurador

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Regime jurídico administrativoPrincípios - Proporcionalidade, Razoabilidade, Motivação, Autotutela e Outros Princípios

    Constitui exteriorização do princípio da autotutela a súmula do STF que enuncia que “A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados dos vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência e oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial”.

    GABARITO: CERTA.


  • CERTA

    Súmula 473 - STF

    A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial.

  • Apenas o judiciário necessitará de ser provocado , visto que ele não anula atos de ofício. já a administração pode agir de ofício para revogar ou anular!

  • Discordo do gabarito quando a questão diz que a administração tem poder. Ela não tem poder, ela tem o DEVER de anular.

  • Edsano Dau, Ter o poder de anulá-la é diferente de poder anular. Neste há possibilidade, enquanto naquele há atribuição de competência, como explicou o comentário da Samira.

  • A ANULAÇÃO pode ser feita pela administração (autotutela), de ofício ou mediante provocação, ou pelo poder judiciário, mediante provocação.

  • A Anulação pode ser realizada pela administração - Princípio da autotutela (de ofício ou com provocação), ou pelo poder judiciário somente mediante provocação.

  • Quando se trata de um ato ilegal, há o poder-dever de a Adm. Pública ANULÁ-LO = AUTOTUTELA (Súm. 346 e 473 do STF)

     

    Adm, Pública = De ofício ou por provocação

     

    Judiciário = Só por provocação 

  • Então os termos "indevido" equivale a inválidos ou ilegais?

  • Considere que, durante uma fiscalização, fiscais do DF tenham encontrado alimentos com prazo de validade expirado na geladeira de um restaurante. Diante da ocorrência, lavraram auto de infração,aplicaram multa e apreenderam esses alimentos. Com base na situação hipotética apresentada,é correto afirmar que: Se a aplicação da multa for indevida, a administração tem o poder de anulá-la, de ofício, independentemente de provocação do interessado.

    _________________________________________________________

    O princípio da autotutela administrativa aplica-se à Administração Pública, por isso que existe a possibilidade de revisão de seus atos, seja por vícios de ilegalidade, seja por motivos de conveniência e oportunidade, na forma da Súmula nº 473 do eg. STF, que assim dispõe: 

    “A Administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial”.

  • Certo, decorre do princípio da autotutela.

  • Aplicação da multa: não possui autoexecutoriedade; Anulação da multa: pode ser ofício.

ID
1176874
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

No que diz respeito aos conceitos e princípios arquivísticos, julgue o  item que se segue.

 

A organicidade consiste, basicamente, em preservar os elementos que dão confiabilidade aos documentos.

Alternativas
Comentários
  • Acredito que outras questões ajudam a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2011 - TJ-ES - Analista Judiciário - Arquivologia - Específicos

    Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Principios; 

    A organicidade do documento arquivístico encontra-se no elo mantido com os demais documentos do órgão ou empresa e que refletem suas funções e atividades.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2011 - Correios - Analista de Correios - ArquivologiaDisciplina: Arquivologia | Assuntos: Conceitos Fundamentais; 

    A organicidade do arquivo se verifica na relação que os documentos mantêm entre si em decorrência das atividades do sujeito acumulador, seja ele pessoa física ou jurídica. 

    GABARITO: CERTA.

    "Fica aqui o meu apelo para a equipe do site “QUERO MINHA VERSÃO ANTIGA DO QC”

  • Complementando...

    a)  Princípio da Proveniência: Fixa a identidade do documento, relativamente a seu produtor. Por este princípio, os arquivos devem ser organizados em obediência à competência e às atividades da instituição ou pessoa legitimamente responsável pela produção, acumulação ou guarda dos documentos. Arquivos originários de uma instituição ou de uma pessoa devem manter a respectiva individualidade, dentro de seu contexto orgânico de produção, não devendo ser mesclados a outros de origem distinta.


    b) Princípio da Organicidade: As relações administrativas orgânicas se refletem nos conjuntos documentais. A organicidade é a qualidade segundo a qual os arquivos espelham a estrutura, funções e atividades da entidade produtora/acumuladora em suas relações internas e externas.

    c) Princípio da Unicidade: Não obstante, forma, gênero, tipo ou suporte, os documentos de arquivo conservam seu caráter único, em função do contexto em que foram produzidos.


    d) Princípio da Indivisibilidade ou integridade: Os fundos de arquivo devem ser preservados sem dispersão, mutilação, alienação, destruição não autorizada ou adição indevida.

    e) Princípio da Cumulatividade: O arquivo é uma formação progressiva, natural e orgânica

    Fonte: http://www.olhararquivistico.com.br/dica/?id=voce_conhece_os_principios_basicos_da_teoria_arquivistica

  • Os documentos de arquivo possuem cinco caracteristicas:

    1) Naturalidade ou organicidade - São acumulados naturalmente;
    2) Autenticidade - São compostos por elementos que dão autenticidade e confiabilidade aos documentos;
    3) Inter-relacionamento - Os documentos se relacionam entre eles e seus acumuladores; 
    4) Unidade - São únicos em sua finalidade, ou seja, conservam seu caráter único, em função do contexto em que foram produzidos;
    5) Integridade - Os fundos de arquivo devem ser preservados sem dispersão, mutilação, alienação, destruição não autorizada ou adição indevida.
  • Sem delongas! Organicidade é apenas a característica em um documento que você identificar um órgão, por exemplo, um boletim de ocorrência, a priori, este, provavelmente, só terá valor policial, de forma algum podemos indagar se um B.O pode vir de uma delegacia da Receita Federal.

  • Pra quem não assina, o gabarito é errado.

  • É muito comum, nas provas do CESPE, especificamente em provas específicas para arquivistas, essa manipulação dos conceitos. A pessoa começa a pensar que a questão poderia estar certa se isso ou aquilo (...). Balela. É importante não se deixar levar e ter os conceitos fixos em mente porque, principalmente quando se trata de arquivologia, os conceitos estão intrincados uns nos outros e podem nos confundir. 


    É só algo que venho percebendo e resolvi compartilhar.

  • Organicidade:

    » Os Arquivos de mesma proveniência (mesmo local de origem) devem conservar a organicidade estabelecida pela entidade. EX.: Se um arquivo foi transferido de uma instituição para outra, esta não pode alterar a organização e a ordem dos documentos, por mais que utilize uma organização diferente.

  • O correto seria:

    A autenticidade consiste, basicamente, em preservar os elementos que dão confiabilidade aos documentos.

  • A organicidade é um dos princípios fundamentais da Arquivologia, sendo mais do que um fator de confiabilidade da informação. Sua observação garante o próprio entendimento do conteúdo informacional do conjunto.

    A organização dos documentos permite compreender o conjunto em sua completude, pois os documentos de arquivo, como peças isoladas, não possuem todas as informações, e é necessário estudá-los juntos para uma perfeita compreensão dos mesmos. Isso não será possível se não for conhecida a ordenação dos documentos. Então a organicidade dos documentos é uma informação em si, ainda mais importante que as demais, pois não está registrada como elas, sendo mais frágil e tendo maior risco de perda.

    Portanto o item está incorreto.
  • Principio da Organicidade segundo Heloísa Bellotto "Os arquivos refletem a estrutura, as funções e as atividades da entidade produtora/acumuladora, em suas relações internas e externas.

    Princípio da Ordem Original postula que devem ser mantidas as relações que os documentos têm com outros documentos originados das mesmas funções e atividades.

  • Organicidade: demonstra a relação orgânica entre o tipo de documento produzido e

    a entidade. O Superior Tribunal Militar produz documentos relacionados à Justiça

    Militar e não à Justiça do trabalho, pois é orgânico a ele este tipo de documentação.

  • ERRADO

    Segundo Heloísa Bellotto os arquivos refletem a estrutura, as funções e as atividades da entidade produtora/acumuladora, em suas relações internas e externas.

     

  • a organicidade é uma característica muito importante dos arquivos. É através dela que a estrutura, as funções e as atividades da entidade são refletivas em suas relações internas e externas. Essa é a definição correta e não a apresentada na questão. O conceito de confiabilidade será estudado em um outro momento.

  • a organicidade é uma característica muito importante dos arquivos. É através dela que a estrutura, as funções e as atividades da entidade são refletivas em suas relações internas e externas. Essa é a definição correta e não a apresentada na questão. O conceito de confiabilidade será estudado em um outro momento.


ID
1176877
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

No que diz respeito aos conceitos e princípios arquivísticos, julgue o  item  que se segue.

 

O princípio da ordem original postula que devem ser mantidas as relações que os documentos têm com outros documentos originados das mesmas funções e atividades.

Alternativas
Comentários
  • Correto.

    Princípios arquivísticos

      Além do princípio da Proveniência, existem outros princípios da Arquivo­logia. Destacaremos, de forma resumida, os mais importantes, que são:

      a) Princípio da organicidade – as relações administrativas espelham-se nos conjuntos documentais.

      b) Princípio da unicidade – os documentos de arquivo preservam seu caráter único, em função de seu contexto de produção.

      c) Princípio da indivisibilidade ou integridade arquivística – os fundos devem ser preservados sem dispersão, mutilação, alienação, destruição não autorizada ou acréscimo indevido.

      d) Princípio da cumulatividade – o arquivo é uma formação progressiva, natural e orgânica.

      e) Princípio do respeito à ordem original – o arquivo deve conservar o arranjo dado pela entidade produtora.

      (Fonte: BELLOTTO, Arquivos permanentes: tratamento documenta


  • Princípio do respeito pela ordem original – Os arquivos de uma mesma proveniência devem conservar a organização estabelecida pela entidade produtora, a fim de se preservar as relações entre os documentos como testemunho do funcionamento daquela entidade.

  • Tenho uma dúvida: O princípio da ordem original também pode ser chamado de princípio da organicidade ?

    Se não souber, por favor, não invente!

  • Princípio da Organicidade - Sinônimos:

    Ordem original;

    Ordem primitiva;

    Ordem Estrutural.


  • Discordo do gabarito da questão, pois o Princípio da Ordem Original e o da Organicidade são completamente diferentes.

    O da ordem original diz respeito a conservação da ordem/arranjo dado pla entidade aos seus documentos de arquivo.

    Já o da Organicidade é que trata da relação natural (elo) dos documentos com o órgão.

    Inclusive o CESPE tem esse posicionamento na questão abaixo! Portanto, essa questão está com gabarito errado.

    Prova: CESPE - 2011 - TJ-ES - Analista Judiciário - Arquivologia - Específicos 
    Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Principios; 
    A organicidade do documento arquivístico encontra-se no elo mantido com os demais documentos do órgão ou empresa e que refletem suas funções e atividades. 
    GABARITO: CERTA.

  • O princípio da ordem original consiste em manter o arranjo original dado pela entidade produtora, como próprio nome diz: ordem "original", primitiva. Embora mantenha relação,  não deve ser confundido com o princípio da organicidade ou da proveniência. 

  • ao meu ver é princípios da organicidade que está sendo exposto em questão.

  •  Princípio da Organicidade:
    A organicidade é a qualidade segundo a qual os arquivos espelham a estrutura, funções e atividades da entidade produtora/acumuladora em suas relações internas e externas. Relação natural entre documentos de um arquivo em decorrência das atividades da entidade produtor.

    Princípio da Oridem Original: Obedecer a ordem original não está ligada ao respeito à ordem estrita que os documentos receberam na repartição de origem e, sim, o respeito à organicidade, isto é, a observância do fluxo natural e orgânico com que foram produzidos e não propriamente dos detalhes ordenatórios de seu primeiro arquivamento. O conceito não orienta, simplesmente, manter o acervo da forma como é recebido, afinal pode estar desorganizado, não ser integral ou, mesmo, não ser perceptível qualquer regra efetiva de organização. O ideal é buscar a organicidade e o contexto dos documentos de modo a permitir sua utilização como prova da execução das atividades.
     

  • O princípio da Ordem Original determina que sejam mantidas as relações e a organização que o conjunto de documentos recebeu enquanto estava mantido nos setores de trabalho.

    Isso por que "o todo é maior do que a soma das partes", ou seja, os documentos possuem muito mais informações do que apenas a que está registrada em seu corpo. Esta informação "extra" é encontrada na inter-relação entre os documentos, uma vez que nenhum documento como peça isolada pode trazer a informação em sua completude.

    Portanto o item está correto.
  • Obedecer a ordem original não está ligada ao respeito à ordem estrita que os documentos receberam na repartição de origem e, sim, o respeito à organicidade, isto é, a observância do fluxo natural e orgânico com que foram produzidos e não propriamente dos detalhes ordenatórios de seu primeiro arquivamento.

     

    Belloto 2007.

  • Gabarito (c)

    Segundo Marilena Leite Paes, o princípio do respeito à ordem original significa que os documentos devem ser mantidos no arquivo na mesma ordem que lhe foi atribuída nos setores que os criaram.

  • O princípio da ordem original é o de que se mantenham os documentos na ordem que lhes foi imposta durante a fase corrente.

    O arquivista deve preservar a ordem dada às séries durante a fase corrente, e aos itens dentro daquelas, caso se trate de seqüência que lhe permita localizar as peças quando requeridas ou que possibilite a descrição efetiva dos documentos.

  • Organicidade, não?

  • KELLY MARTINS TAMBÉM TIVE DÚVIDAS

  • aos que comentaram, principio da organicidade é o mesmo que principio da ordem original

  • Gab. C

    Galera, o significado do verbo "postular" é fundamental para respondermos a questão. No contexto do enunciado, ele possui possui o significado de "aceitar como postulado" ou "ponto a partir do qual se dá início a um raciocínio; premissa". Dessa maneira, o arquivista, ao ordenar internamente o fundo, em obediência ao princípio da ordem original, deve respeitar o princípio da organicidade, pois é considerado uma "premissa", "axioma".

    A questão não está fazendo uma equivalência de princípios, mas, antes, dizendo que a ordem original se fundamenta, ou melhor, segue os preceitos da organicidade: é sua razão de ser; é um axioma; é um postulado.

    O elaborador quis apenas complicar a pobre vida do concurseiro e a redação poderia inteligivelmente ser reescrita da seguinte maneira: o princípio da ordem original [parte da premissa] que devem ser mantidas as relações que os documentos têm com outros documentos originados das mesmas funções e atividades.

    -----------------------------------------------------------------------------

    Ano: 2014 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: MDIC Prova: CESPE - 2014 - MDIC - Agente Administrativo

    Com relação a conceitos fundamentais de arquivologia, julgue os seguintes itens.

    Um princípio fundamental da arquivologia é o respeito à ordem original, que, quando aplicado, preserva a organicidade dos documentos. Resp.: Certa.

  • Gab: CERTO

    ORDEM ORIGINAL: determina que os conjuntos de documentos devem manter a mesma organização que tinham quando estavam nos setores de trabalho, pois esta organização é também uma informação que deve ser preservada.

    ------------

    FONTE: Meu resumo de Arquivologia - 2021. pág. 17.

    OBS: Vendo meu resumo de ARQ. Baixe aqui sua amostra: Liktr.ee/soresumo

  • Confundi com o da organicidade que tem a ver com a organização dos docs de acordo com as funções e atividades q cada um desempenha dentro de uma instituição...


ID
1176880
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

No que diz respeito aos conceitos e princípios arquivísticos, julgue o  item  que se segue.

 

Para a definição de um documento como de arquivo, são determinantes sua origem e seu emprego, e não o suporte sobre o qual está fixada a informação.

Alternativas
Comentários
  • Acredito que outras questões ajudam a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2010 - AGU - Agente Administrativo

    Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Conceitos Fundamentais; 

    O arquivo de um órgão é o conjunto de documentos recebidos ou expedidos por esse órgão no exercício de suas atividades. Esse conjunto de documentos pode ser formado por qualquer espécie documental.

    GABARITO: CERTA.




    Prova: CESPE - 2014 - Polícia Federal - Agente Administrativo

    Disciplina: Arquivologia

    Um conjunto de documentos em suporte papel produzidos e(ou) recebidos por determinado órgão, durante o desenvolvimento de suas atividades específicas ou atividades de suporte, consiste em um arquivo.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2012 - ANAC - Técnico Administrativo

    Disciplina: Noções de Arquivologia | Assuntos: Princípios Arquivístivos; 

    Nas organizações, os arquivos compõem-se dos documentos acumulados no desenvolvimento de suas atividades, independentemente de terem sido produzidos e(ou) recebidos pela atividade fim ou pela atividade meio e do suporte material da informação.

    GABARITO: CERTA.

    "Fica aqui o meu apelo para a equipe do site “QUERO MINHA VERSÃO ANTIGA DO QC”

  • Dado: a menor unidade do conhecimento.

    Informação: processamento e organização de dados que representam um acréscimo ao conhecimento.

    Suporte: meio físico no qual a informação é registrada.

    _____________________________________________________

    Documento: qualquer informação registrada em um suporte.

    Documento de arquivo, ou arquivístico: documento que surge com propósito exclusivamente funcional, isto é, para atender às necessidades de uma pessoas ou instituição (em sentido amplo);

  • GAB: CERTO

  • Para ser "de arquivo" o documento precisa cumprir dois requisitos. O primeiro deles é ser produzido ou recebido como consequência de uma ação administrativa. Seja atividade fim ou meio, o que importa é que toda ação executada pela instituição para alcançar seus objetivos vai gerar um documento. O segundo é que esse documento deve ser capaz de provar que a referida ação administrativa ocorreu como foi registrado, e ainda trazer informações sobre ela e sobre a instituição produtora. O documento de arquivo é reflexo do funcionamento institucional, é a sua memória.

    Então é necessário considerar apenas a origem (ação que produziu o documento, instituição produtora, etc.) e emprego (sua utilização e finalidade para a qual foi produzido), não importando o suporte da informação, seu gênero, espécie ou natureza do assunto.

    Portanto o item está correto.
  • Gabarito Certo

     

    O suporte não importa e sim o que está dentro dele. E se atende ao que reza a doutrina e/ou lei, basta. A função precípua (principal) dos arquivos é permitir o acesso aos documentos pelos usuários. Se eles estão gravados em uma pedra ou em um microfilme (suportes), tanto faz, desde que cumpram o seu papel. O documento de arquivo é aquele que, produzido ou recebido por uma instituição pública ou privada, no exercício de suas atividades, constitua elemento de prova ou de informação. 

     

    Fonte: Estratégia Concursos/Noções de Arquivologia/Prof.Ronaldo Fonseca.

  • São relevantes a sua origem (se decorre ou não das atividades da instituição) e a sua função.

    Já o suporte é irrelevante.

    Grave esse conceito para arquivo: aglomeração natural de documentos, produzidos ou recebidos em decorrência de atividades específicas de pessoa física ou jurídica, independentemente do suporte físico da informação, criada originariamente com fins administrativos e que pode adquirir ou não importância histórica.

  • Para ser "de arquivo" o documento precisa cumprir dois requisitos. O primeiro deles é ser produzido ou recebido como consequência de uma ação administrativa. Seja atividade fim ou meio, o que importa é que toda ação executada pela instituição para alcançar seus objetivos vai gerar um documento. O segundo é que esse documento deve ser capaz de provar que a referida ação administrativa ocorreu como foi registrado, e ainda trazer informações sobre ela e sobre a instituição produtora. O documento de arquivo é reflexo do funcionamento institucional, é a sua memória.

    Então é necessário considerar apenas a origem (ação que produziu o documento, instituição produtora, etc.) e emprego (sua utilização e finalidade para a qual foi produzido), não importando o suporte da informação, seu gênero, espécie ou natureza do assunto.


    Portanto o item está correto.

     

    Por: Mayko Gomes

  • Ótimo comentário, Fabiana Sanchez!

  • CERTO 

    O que importa são os dados ou informações que estão dentro suporte./Informação que está registrada no suporte.

    Documento: Registro de uma informação independentemente da natureza do suporte que a contém.

    Dessa forma, qualquer informação registrada em um suporte material que possibilite consultas, provas, estudos, pesquisa é um documento, pois comprova fatos, fenômenos e pensamentos do homem em determinado momento histórico.

     


    SUPORTE + INFORMAÇÕES (ou dados) = DOCUMENTO

    Informação : Elemento referencial, noção,ideia ou  mensagem contidos em um documento

    Suporte: é o material no qual são registradas as informações.

    Documento: Registro de uma informação independentemente da natureza do suporte que a contém.

  • O suporte não importa e sim o que está dentro dele, ou seja, os dados ou informações

    que estão fixadas no suporte é que interessam. A função precípua (principal) dos

    arquivos é permitir o acesso aos documentos pelos usuários. Se eles estão gravados

    em uma pedra ou em um microfilme (suportes), tanto faz, desde que cumpram o seu

    papel. O documento de arquivo é aquele que, produzido ou recebido por uma

    instituição pública ou privada, no exercício de suas atividades, constitui elemento de

    prova ou de informação. fonte= Ronaldo Fonseca


  • Resolução: a função precípua (principal) dos arquivos é permitir o acesso aos documentos pelos usuários. Se eles estão gravados em uma pedra ou em um microfilme (suportes), tanto faz, desde que cumpram o seu papel. O documento de arquivo é aquele que, produzido ou recebido por uma instituição pública ou privada, no exercício de suas atividades, constitua elemento de prova ou de informação, independente do suporte.

    Resposta: certa

  • O conceito de arquivo independe do suporte.

    Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística:

    arquivo:

    1 Conjunto de documentos produzidos e acumulados por uma entidade coletiva, pública ou privada, pessoa ou família, no desempenho de suas atividades, independentemente da natureza do suporte.

    Fonte: http://www.arquivonacional.gov.br/images/pdf/Dicion_Term_Arquiv.pdf (pág 27)


ID
1176883
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

No que diz respeito aos conceitos e princípios arquivísticos, julgue o  item  que se segue.

 

O arquivo é um órgão colecionador cujos conjuntos documentais estão reunidos segundo a sua origem e função.

Alternativas
Comentários
  • A questão está errada, é comum em questões do cespe o examinador tentar confundir o o conceito de arquivo de biblioteca com o conceito  de documentos de arquivos, outras questões podem ajudar a clarear o assunto, vejam:

    Prova: CESPE - 2012 - TJ-RR - Auxiliar AdministrativoDisciplina: Noções de Arquivologia | Assuntos: Princípios Arquivístivos; 

    O arquivo caracteriza-se por ser um conjunto orgânico, resultado das atividades de uma pessoa física ou jurídica, e não uma coleção de documentos de diversas fontes.

    GABARITO: CERTA.

    Prova: CESPE - 2010 - AGU - Agente AdministrativoDisciplina: Arquivologia | Assuntos: Conceitos Fundamentais; 

    O arquivo de um órgão é o conjunto de documentos recebidos ou expedidos por esse órgão no exercício de suas atividades. Esse conjunto de documentos pode ser formado por qualquer espécie documental.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2013 - ANP - Analista Administrativo - Área 1

    Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Conceitos Fundamentais; 

    A biblioteca é um órgão colecionador, enquanto o arquivo é um órgão receptor. 

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2013 - ANP - Analista Administrativo - Área 1

    Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Conceitos Fundamentais; 

    As finalidades da biblioteca e do museu são didáticas, culturais, técnicas ou científicas. 

    GABARITO: CERTA.

    "Fica aqui o meu apelo para a equipe do site “QUERO MINHA VERSÃO ANTIGA DO QC”

  • Arquivo # biblioteca.
    Biblioteca -> órgão colecionador, finalidade pesquisa, aquisição mediante doação, diversos exemplares.
    Arquivo -> orgânico, um único exemplar, finalidade servir à administração

    GAB ERRADO

  • O arquivo nunca vai ser um coleção, pois seus objetivos são funcionais. Seus documentos originam-se de suas atividades administrativas.

    Já a biblioteca ou o museu colecionam documentos, porém de forma diferente é a aquisição de seus documentos. Os livros ou objetos que possuem surgem por meio diferentes de suas atividades administrativas, tais como compra, doação, permita etc. Eles sim formam coleções 

    ERRADO

  • Errado ARQUIVO - É a acumulação ordenada dos documentos, em sua maioria textuais, criados por uma instituição ou pessoa, no curso de sua atividade, e preservados para a consecução de seus objetivos, visando à utilidade que poderão oferecer no futuro.

  • ERRADA

    Os documentos de arquivos são ACUMULADOS e não colecionados...

    O arquivo é um órgão acumulador...

  • ERRADO. 

    Quem coleciona são as bibliotecas

    Como o nosso amigo Phillipe neerd disse kk : "Arquivo é órgão acumulador".

  • “Consideram-se ARQUIVOS, para fins desta lei, os conjuntos de documentos produzidos e recebidos por órgãos públicos, instituições de caráter público e entidades privadas, em decorrência do exercício de atividades específicas, bem como por pessoa física, qualquer que seja o suporte da informação ou a natureza dos documentos”. (art. 2º da Lei nº 8.159/91)

     

    “É a acumulação ordenada dos documentos, em sua maioria textuais, criados por uma instituição ou pessoa, no curso de sua atividade, e preservados para a consecução dos seus objetivos, visando à utilidade que poderão oferecer no futuro. ” (PAES, Marilena Leite, 1986).
     

  • Falou em coleção, colecionados relacionado a arquivos nem precisa ler o resto, ERRADO

  • Ano: 2014 Banca: CESPE Órgão: MDIC

    Com relação a conceitos fundamentais de arquivologia, julgue os seguintes itens. 

    Diferentemente da biblioteca, o arquivo não é uma coleção de documentos, mas uma acumulação natural de documentos. CORRETO

  • O arquivo não é um órgão colecionador de documentos, e, sim, a biblioteca.

    errada!
     

  •  O arquivo é órgão receptor (recolhe naturalmente o que produz a administração pública ou privada à qual serve) e em seu acervo os conjuntos documentais estão reunidos segundo sua origem e função, isto é, suas divisões correspondem ao organograma da respectiva administração.

     

    Arquivo tem caráter orgânico,pois nasce das nossas atividades.

  • Biblioteca - colecionador 

  • arquivo é um  orgão colecionador....   ( próxima questão) rs...

  • ERRADO

    Arquivo não coleciona nada de nada :)

  • Gabarito: Errado

    As bibliotecas colecionam o seu material, tendo diversas fontes de aquisição. Enquanto os arquivos acumulam (recebem/produzem) os seus materiais em função das atividades da instituição.

    Fonte: Schellenberg, T.R. Arquivos Modernos. Paes, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e Prática

    Instagram: Mundo da Arquivologia - materiais de arquivologia para concursos públicos.

  • GABARITO: ERRADO

    ARQUIVO                                                                    BIBLIOTECA

    ___________________________________________________________________________________________________________________

    OBJETIVO             -        |FUNCIONAL                                                  | CULTURAL

    QNT. DE EXEMPLARES - |UM EXEMPLAR OU Nº LIMITADO DE CÓPIAS | VÁRIOS

    FORMAS DE INGRESSO - |PRODUÇÃO OU RECEBIMENTO  | COMPRA, DOAÇÃO E PERMUTA

    ACUMULAÇÃO DE DOCUMENTOS - |ORGÂNICA                          | COLEÇÃO

    CLASSIFICAÇÃO    -    |VARIA                                                             | PADRONIZADA

    Gostei

    (0)

    Respostas

    (0)

  • Prezados, questão incorreta. Mas destaco uma parte que, sim, está correta.

    "cujos conjuntos documentais estão reunidos segundo a sua origem e função"

    Bons estudos!!!!

  • O arquivo é um órgão ACUMULADOR cujos conjuntos documentais estão reunidos segundo a sua origem e função.

    Arquivo → Acumulação Orgânica

    Biblioteca → Coleção

    Fonte: Arial Black

    Brinks: Xailenberg, Maricleide Leite - Manual do Não sei O que Lá.


ID
1176886
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

No que diz respeito aos conceitos e princípios arquivísticos, julgue o  item  que se segue.

 

O princípio de respeito aos fundos ou o princípio da proveniência postula que não devem ser misturados documentos produzidos por entidades diferentes.

Alternativas
Comentários
  • Questão correta, outra ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2010 - ABIN - Agente Técnico de Inteligência - Área de AdministraçãoDisciplina: Noções de Arquivologia | Assuntos: Natureza dos documentos; Princípios Arquivístivos; 

    De acordo com o princípio da proveniência, ou de respeito aos fundos, os documentos acumulados por diferentes pessoas jurídicas devem ser mantidos separados, pois não podem ser misturados.

    GABARITO: CERTA.

    "Fica aqui o meu apelo para a equipe do site “QUERO MINHA VERSÃO ANTIGA DO QC”

  • Um vocábulo que deixaria o candidato em dúvida na hora — entidade —, mas que está correto. 

    princípio da proveniência

    Princípio básico da arquivologia segundo o qual o arquivo(1) produzido por uma entidade coletiva, pessoa ou família não deve ser misturado aos de outras entidades produtorasTambém chamado princípio do respeito aos fundos. 


    FONTE: Dicionário Arquivístico — Arquivo Nacional 

  • Vanessa - IPD  creio que entidade se for mesmo a título de duvidas pode ser interpretado como sentido amplo. Organização, órgão, entidade, instituição.

    Princípio dos fundos -> basilar da arquivologia, respeito aos fundos arquivísticos.

    GAB CERTO

  • essa definição tambem caberia o principio da organicidade... fiquei com duvida

  • Certíssimo!!! Princípio de respeito aos fundos significa que o arquivo produzido por uma entidade coletiva, pessoa ou família não deve ser misturado ao de outras entidades produtoras. o" principio fundamental  da arquivologia" é o da Proveniência.

  • Não caberia, colega Seremos PF's.

     

    A característica (e não princípio) da organicidade quer dizer que os documentos são produzidos no decorrer das atividades das instituições e nada tem a ver com a questão de não misturar os documentos de diferentes fundos. 

     

    Espero ter ajudado. ;)

     

  • O princípio de respeito aos fundos ou o princípio da proveniência diz que os fundos não podem ser misturados a outros fundos, ou seja, devem ser organizados pela origem dos arquivos.

  • Tipo o primeiro mandamento que Deus colocou na tábua.

  • Certo 

    Princípio de respeito aos fundos ou o princípio da proveniência :

     

    respeito aos fundos consiste em manter os arquivos agrupados, sem misturá-los aos outros provenientes de uma administração, instituição ou de uma pessoa física ou jurídica. É fundamental o respeito à origem dos documentos.

  • O PRINCÍPIO DA PROVENIÊNCIA DETERMINA QUE OS DOCUMENTOS PRODUZIDOS POR UMA ENTIDADE NÃO DEVEM SER MISTURADOS AOS DOCUMENTOS PROVENIENTES DE OUTRA ENTIDADE.

     

     

    GABARITO: CERTO

  • PRINCIPIOS ARQUIVÍSTICOS 

    - PROVENIÊNCIA : NÃO DEVE MISTURAR OS FUNDOS DOS ARQUIVOS " MÃE DOS PRINCÍPIOS¨

    ORGANICIDADE : OS DOCUMENTOS DEVEM REFLETIR A ESTRUTURA EM SUAS RELAÇÕES INTERNAS E EXTERNAS

    - INDIVISIBILIDADE ou integridade: : NÃO SE DEVE DIVIDIR, MUTILAR OS DOCUMENTOS

    UNICIDADE: CADA DOCUMENTO É ÚNICO NO CONTEXTO EM QUE FOI PRODUZIDO

    CUMULATIVIDADE : OS DOCUMENTOS DE ARQUIVO SÃO UMA FORMAÇÃO PROGRESSIVA, ORGÂNICA E NATURAL

    TERRITORIALIDADE: OS ARQUIVOS, EM REGRA, DEVEM SER ARQUIVADOS NO LUGAR ONDE FORAM PROGREDIDAS

    PERTINÊNCIA: LEVAR EM CONSIDERAÇÃO APENAS O ASSUNTO, DESCONSIDERANDO A PROVIDÊNCIA ¨DESUSO¨

    REVERSIBILIDADE : AS AÇÕES NOS ARQUIVOS PODEM SER REVERTIDOS, CASO NECESSÁRIO.

    - Ordem primitiva/ ordem original: Os documentos devem ser mantidos segundo a ordem original/SEQUÊNCIA RIGOROSA dada pelo produtor.

  •  PROVENIÊNCIA : NÃO DEVE MISTURAR OS FUNDOS DOS ARQUIVOS 

  • princípio de respeito aos fundos ou o princípio da proveniência diz que um fundo não pode ser misturado a outros fundos. Por exemplo: o fundo arquivístico da ANTAQ não pode ser misturado com o fundo arquivístico do TCDF.


ID
1176889
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com relação à legislação arquivística, julgue o  próximo  item.

 

Os documentos acumulados pelas instituições públicas e pelas entidades privadas encarregadas de serviços públicos não são considerados documentos públicos, de acordo com a legislação em vigor.

Alternativas
Comentários
  • Lei 8.159/91

    Art. 7º - Os arquivos públicos são os conjuntos de documentos produzidos e recebidos, no exercício de suas atividades, por órgãos públicos de âmbito federal, estadual, do Distrito Federal e municipal em decorrência de suas funções administrativas, legislativas e judiciárias.

    § 1º - São também públicos os conjuntos de documentos produzidos e recebidos por instituições de caráter público, por entidades privadas encarregadas da gestão de serviços públicos no exercício de suas atividades.


    "Fica aqui o meu apelo para a equipe do site “QUERO MINHA VERSÃO ANTIGA DO QC”
  • Apenas para complementar, uma outra questão ajudaria responder, vejam:

    Entre os documentos que a legislação considera como arquivos públicos estão aqueles produzidos e recebidos por órgãos e entidades públicas federais, estaduais, do DF e municipais, em decorrência de suas funções; por agentes do poder público, no exercício de seu cargo ou função; pelas empresas públicas; pelas sociedades de economia mista; por entidades privadas encarregadas da gestão de serviços públicos.

    GABARITO: CERTA.

  • Os arquivos públicos englobam tanto os públicos quanto as entidades privadas que prestem serviços públicos.
    GAB ERRADO

  • Entidades privadas encarregadas da gestão de serviços públicos também são documentos públicos.

  • Fica aqui o meu apelo para a equipe do site “QUERO O EMOJI DO PALHAÇO QC"

  • Direto ao ponto!

    erro = vermelho

    correto = azul

    Os documentos acumulados pelas instituições públicas e pelas entidades privadas encarregadas de serviços públicos não são considerados documentos públicos, de acordo com a legislação em vigor.

    GABARITO: ERRADO


ID
1176892
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

 

Com relação à legislação arquivística, julgue o  próximo  item.

 

A Lei de Acesso à Informação é aplicável a todas as esferas da administração pública brasileira.

Alternativas
Comentários
  • Lei 12.527/11

    Art. 1o  Esta Lei dispõe sobre os procedimentos a serem observados pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, com o fim de garantir o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5o, no inciso II do § 3º do art. 37 e no § 2º do art. 216 da Constituição Federal. 

    Parágrafo único.  Subordinam-se ao regime desta Lei: 

    I - os órgãos públicos integrantes da administração direta dos Poderes Executivo, Legislativo, incluindo as Cortes de Contas, e Judiciário e do Ministério Público; 

    II - as autarquias, as fundações públicas, as empresas públicas, as sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. 

    Art. 2o  Aplicam-se as disposições desta Lei, no que couber, às entidades privadas sem fins lucrativos que recebam, para realização de ações de interesse público, recursos públicos diretamente do orçamento ou mediante subvenções sociais, contrato de gestão, termo de parceria, convênios, acordo, ajustes ou outros instrumentos congêneres. 

    Parágrafo único.  A publicidade a que estão submetidas as entidades citadas no caput refere-se à parcela dos recursos públicos recebidos e à sua destinação, sem prejuízo das prestações de contas a que estejam legalmente obrigadas. 

    "Fica aqui o meu apelo para a equipe do site “QUERO MINHA VERSÃO ANTIGA DO QC”

  • A LAI deve ser cumprida por todos os órgãos e entidades da administração direta e indireta.

  • A lei, sim.

    Já o decreto que a regulamenta é aplicado apenas no âmbito do Pod. Executivo Federal.

  • Art. 1o  Parágrafo único.  Subordinam-se ao regime desta Lei: 
    II - as
    autarquias
    , as fundações públicas, as empresas públicas, as sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios.
    I - os órgãos públicos integrantes da
    administração direta dos Poderes Executivo, Legislativo, incluindo as Cortes de Contas, e Judiciário e do Ministério Público

     

  • Lei de caráter nacional

  • Resolução: Parágrafo único. Subordinam-se ao regime desta Lei:

    I - os órgãos públicos integrantes da administração direta dos Poderes Executivo, Legislativo, incluindo as Cortes de Contas, e Judiciário e do Ministério Público;

    Resposta: certa

  • CERTO

    As regras previstas na Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011 - LAI) alcançam todos os entes da federação (União, estados, Distrito Federal e municípios), sendo, portanto, chamada de norma de caráter nacional. 

    Em todos os entes federativos, subordinam-se ao regramento da LAI a administração direta de todos os poderes (Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Tribunais de Contas), a administração indireta (autarquias, fundações públicas, empresas públicas, sociedades de economia mista) e entidades controladas pelo poder público (direta ou indiretamente)

    #FORÇAHONRA

  • SUBORDINAM-SE AO REGIME DESTA LEI:

    > ÓRGÃOS DA ADM DIRETA DOS PODERES : EXECUTIVO, LEGISLATIVO, AS CORTES DE CONTAS, JUDICIÁRIO E MP

    > AUTARQUIAS

    > FUNDAÇÕES PÚBLICAS

    > EMPRESAS PÚBLICAS

    > SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA

    > DEMAIS ENTIDADES CONTROLADAS DIRETA OU INDIRETAMENTE PELA UNIÃO, ESTADOS, DF e MUNICÍPIOS.


ID
1176895
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com relação à legislação arquivística, julgue o  próximo  item.

 

No Brasil, o maior prazo de restrição de acesso à informação é de 15 anos.

Alternativas
Comentários
  • Lei 12.527/11

    Art. 24.  A informação em poder dos órgãos e entidades públicas, observado o seu teor e em razão de sua imprescindibilidade à segurança da sociedade ou do Estado, poderá ser classificada como ultrassecreta, secreta ou reservada. 

    § 1o  Os prazos máximos de restrição de acesso à informação, conforme a classificação prevista no caput, vigoram a partir da data de sua produção e são os seguintes: 

    I - ultrassecreta: 25 (vinte e cinco) anos; 

    II - secreta: 15 (quinze) anos; e 

    III - reservada: 5 (cinco) anos. 

    "Fica aqui o meu apelo para a equipe do site “QUERO MINHA VERSÃO ANTIGA DO QC”

  • Lembrando que o prazo da informação ULTRASSECRETA pode ser prorrogado uma ÚNICA vez por ATÉ 25 anos pela CMRI (Comissão Mista de Reavaliação de Informações). 

    Obs: o prazo é contado da data de criação do documento.

    fonte: professor Darlan Eterno
  • Sem firula.....

    Ultrassecreto = 25 anos

    Secreto = 15

    Reservado = 5

    Ressalvado, o Presidente dá República, pois não será violado até o término do seu mandato, acrescentando salvo condições de reeleição.


    Bizu, vai na soma de 10 - 5+10 = 15 + 10 = 25.



  • Art. 31

    Parag. 1º As informações pessoais, a que se refere este artigo, relativas à intimidade, vida privada, honra e imagem:

    I - terão seu acesso restrito, independentemente de classificação de sigilo e pelo prazo máximo de 100 anos...


    Como na questão ele não fala o tipo de informação, além dos prazos destacados pelos colegas, a lei também faz menção ao prazo de restrição das informações pessoais.

  • O cabra estudar e errar essa aí, tá morto.rs

  • Isabela, também estou sofrendo com essa atualiação. =/

  • Informações pessoais: prazo até 100 anos.
  • Art. 31. O tratamento das informações pessoais deve ser feito de forma transparente e com respeito à intimidade, vida privada, honra e imagem das pessoas, bem como às liberdades e garantias individuais.

    § 1o As informações pessoais, a que se refere este artigo, relativas à intimidade, vida privada, honra e imagem:

    I - terão seu acesso restrito, INDEPENDENTEMENTE de classificação de sigilo e pelo prazo máximo de 100 ANOS a contar da sua data de produção, a agentes públicos legalmente autorizados e à pessoa a que elas se referirem; e

    ERRADA!

  • Resolução: o prazo máximo de restrição e acesso é de 25 anos, no grau ultrassecreto.

    Resposta: errada

  • Reservada - 5 anos;

    Secreta - 15;

    ultrassecreta- 25 anos.

  • O prazo máximo na legislação brasileira para a restrição de acesso é de 100 anos, visto o que expressa o artigo 31 da Lei 12.527/2011 (LAI), relativo à intimidade, vida privada, honra e imagem das pessoas, bem como às liberdades e garantias individuais, no qual terão seu acesso restrito independentemente de classificação de sigilo.

    Já a classificação de sigilo:

    • RESERVADA: 5 ANOS
    • SECRETA: 15 ANOS
    • ULTRASSECRETA: 25 ANOS


ID
1176898
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com relação à legislação arquivística, julgue o  próximo  item.

 

Os órgãos do poder público brasileiro devem garantir a proteção da informação sigilosa e a da informação pessoal, observada a sua disponibilidade, autenticidade, integridade e eventual restrição de acesso.

Alternativas
Comentários
  • Lei 12.527/11

    CAPÍTULO II - DO ACESSO A INFORMAÇÕES E DA SUA DIVULGAÇÃO

    Art. 6o  Cabe aos órgãos e entidades do poder público, observadas as normas e procedimentos específicos aplicáveis, assegurar a: 

    I - gestão transparente da informação, propiciando amplo acesso a ela e sua divulgação; 

    II - proteção da informação, garantindo-se sua disponibilidade, autenticidade e integridade; e 

    III - proteção da informação sigilosa e da informação pessoal, observada a sua disponibilidade, autenticidade, integridade e eventual restrição de acesso. 

  • Correto. 

    Art. 6o  Cabe aos órgãos e entidades do poder público, observadas as normas e procedimentos específicos aplicáveis, assegurar a: 

    I - gestão transparente da informação, propiciando amplo acesso a ela e sua divulgação; 

    II - proteção da informação, garantindo-se sua disponibilidade, autenticidade e integridade; e 

    III - proteção da informação sigilosa e da informação pessoal, observada a sua disponibilidade, autenticidade, integridade e eventual restrição de acesso. 


    Fonte: Lei de Acesso à Informação

  • Segundo a Lei nº 12.527/11, esta é uma função dos órgãos do Poder Público, conforme determinação a seguir: 

    Art. 6o  Cabe aos órgãos e entidades do poder público, observadas as normas e procedimentos específicos aplicáveis, assegurar a:
     
    (...)

    III - proteção da informação sigilosa e da informação pessoal, observada a sua disponibilidade, autenticidade, integridade e eventual restrição de acesso.

    Gabarito do professor: Certo
  • Art. 6o  Cabe aos ÓRGÃOS e ENTIDADES DO PODER PÚBLICO, observadas as normas e procedimentos específicos aplicáveis, assegurar a: 
    III - proteção da
    informação sigilosa e da informação pessoal, observada a sua disponibilidade, autenticidade, integridade e eventual restrição de acesso

    CERTA!

  • Resolução: Art. 6o Cabe aos órgãos e entidades do poder público, observadas as normas e procedimentos específicos aplicáveis, assegurar a:

    III - proteção da informação sigilosa e da informação pessoal, observada a sua disponibilidade, autenticidade, integridade e eventual restrição de acesso.

    Resposta: certa 


ID
1176901
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com relação à legislação arquivística, julgue o  próximo  item.

 

A violação do sigilo dos documentos garante o direito de indenização à vítima por dano material ou moral.

Alternativas
Comentários
  • Resposta: Certo

    Justificativa: Lei 1859/91. Art. 6º - Fica resguardado o direito de indenização pelo dano material ou moral decorrente da violação do sigilo, sem prejuízo das ações penal, civil e administrativa.

  • A lei citada pela colega Ana Caldas é:

    Lei nº 8.159, de 08 de janeiro de 1991

    Dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e dá outras providências.

    Decreto nº 4.073, de 03.01.02, regulamenta a Lei 8.159/91

      O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:


      Art. 6º Fica resguardado o direito de indenização pelo dano material ou moral decorrente da violação do sigilo, sem prejuízo das ações penal, civil e administrativa.

  • Sem delongas!

    Vítima = Direito à indenização por danos morais e materiais.


    Servidor público = Responsabilidade na esfera civil, penal e administrativa, dependendo do caso demissão a bem do serviço público.


ID
1176904
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Acerca das normas nacionais e internacionais de arquivo, julgue o  item subsecutivo.

A descrição de funções de entidades coletivas associadas à produção e manutenção de arquivos foi objeto de uma norma internacional e tem como objetivo servir de base para o arranjo, a classificação e descrição de documentos.

Alternativas
Comentários
  • Referência do CESPE à ISDF (Norma Internacional para Descrição de Funções), elaborada em 2007, na Alemanha, pelo Comitê de Boas Práticas e Normas.

    "1 ÂMBITO E OBJETIVO

    1.1 Esta norma dá diretivas para a preparação de descrições de funções de entidades coletivas

    associadas à produção e manutenção de arquivos".


    fonte: http://www.arquivonacional.gov.br/media/ISDF%20ATUAL.pdf


  • CERTO

  • CERTO.

    A análise das funções de entidades coletivas é importante como base para muitas atividades de arquivamento. Funções são reconhecidas, geralmente, como mais estáveis que estruturas, que são freqüentemente mescladas ou transferidas quando ocorre reestruturação. Em conseqüência disso, funções são apropriadas para servir como

    - uma base para o arranjo, classificação e descrição de documentos

    - uma base para a avaliação de documentos; 

    - uma ferramenta para a recuperação e análise de documentos.

    Fonte: ISDF: Norma internacional para descrição de funções, p. 11.

    http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/media/ISDF.pdf 

  • As entidades coletivas que produzem e mantêm arquivos devem ser descritas segundo os padrões da Norma Internacional de Registro de Autoridade Arquivística para Entidades Coletivas - ISAAR (CPF), que é uma norma internacional elaborada pelo Conselho Internacional de Arquivos - CIA.

    Seu objetivo é padronizar minimamente o arranjo, a classificação e a descrição de documentos, para facilitar a comunicação do arquivo e do usuário em qualquer lugar e tempo.

    Gabarito do professor: Certo
  • As entidades coletivas que produzem e mantêm arquivos devem ser descritas segundo os padrões da Norma Internacional de Registro de Autoridade Arquivística para Entidades Coletivas - ISAAR (CPF), que é uma norma internacional elaborada pelo Conselho Internacional de Arquivos - CIA.

    Seu objetivo é padronizar minimamente o arranjo, a classificação e a descrição de documentos, para facilitar a comunicação do arquivo e do usuário em qualquer lugar e tempo.


    Gabarito do professor: Certo

     

    Por: Mayko Gomes

  • Cespe já cobrou isso outras vezes...

    Q547652 - FUB 2015

    A análise das funções de arquivo serve como fundamento para o arranjo, a classificação e a descrição de documentos. (Gab: certo)

    Q103426 - TJ/ES 2011

    A análise das funções de órgãos e empresas é importante como base para muitas atividades arquivísticas. As funções são apropriadas para servir, por exemplo, como uma base para o arranjo, classificação e descrição de documentos. (Gab: certo)


ID
1176907
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Acerca das normas nacionais e internacionais de arquivo, julgue o  item  subsecutivo.

Segundo a norma internacional, a história administrativa, a data tópica e o identificador são os campos obrigatórios para a descrição de instituições com acervo arquivístico.

Alternativas
Comentários
  • Todos os 26 elementos abrangidos por estas regras gerais podem ser utilizados, mas somente um conjunto deles precisa sê-lo numa dada descrição. Apenas alguns elementos são considerados essenciais para o intercâmbio internacional de informação descritiva:


    a)código de referência;

    b)título;

    c)produtor;

    d)data(s);

    e)dimensão da unidade de descrição; e

    f)nível de descrição.

    Fonte: Conarq

  • Olá, Alisson. Acredito que a norma com 26 elementos que você utilizou no comentário seja a ISAD(G). Entretanto a questão versa acerca de norma internacional para descrição de instituições com acervo arquístico. A norma que aborda esse tipo de instituição é a ISDIAH.

    Na página 15 da norma está escrito:

    4.7 Todos os elementos abrangidos por estas regras estão disponíveis para uso, mas os seguintes

    são obrigatórios:

    - Identificador (elemento 5.1.1);

    - Forma(s) autorizada(s) do nome (elemento 5.1.2);

    - Endereço(s) (elemento 5.2.1).


    ISDIAH:

    http://www.academia.org.br/abl/media/Norma%20Internacional%20para%20Descri%C3%A7%C3%A3o%20de%20Institui%C3%A7%C3%B5es%20com%20Acervo%20Arquiv%C3%ADstico.pdf


  • A norma internacional em questão é a Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística - ISAD (G). Segundo esta norma, os elementos obrigatórios em uma descrição são: código de referência; título; produtor; data(s); dimensão da unidade de descrição; e nível de descrição.

    Gabarito do professor: Errado
  • Nem sabia todos os requisitos obrigatórios. Só que "história administrativa" não é requisito obrigatório de nenhuma norma. Aí matei a questão :)


ID
1176910
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Acerca das normas nacionais e internacionais de arquivo, julgue o  item  subsecutivo.

A forma autorizada do nome, combinada com outros elementos de informação que identificam e descrevem a entidade nomeada, caracteriza o registro de autoridade.

Alternativas
Comentários
  • "Registro de autoridade (authority record). Forma autorizada do nome combinada com outros elementos de informação que identificam e descrevem a entidade nomeada e pode remeter para outros registros de autoridade relacionados. "


    Fonte: http://www.arquivonacional.gov.br/Media/ISAAR%20Brasil%20final.pdf


  • Segundo a ISAAR (CPF), a forma autorizada do nome combinada com outros elementos de informação que identificam e descrevem a entidade nomeada e pode remeter para outros registros de autoridade relacionados é a definição de registro de autoridade.

    Gabarito do professor: Certo
  • Outras questões da banca cespe sobre Registro de Autoridade:

    ( STM/2011) A ISAAR (CPF) é a norma internacional de registro de autoridade arquivística para entidades coletivas, pessoas e famílias. Os registros de autoridade fornecem descrições de entidades ou pessoas relacionadas à produção e manutenção de arquivos. CERTO

    ( TRT 17/ 2013) A Norma Internacional de Registro de Autoridade Arquivística e a Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística são normas congêneres. CERTO

    ( TRE-ES/ 2011) Os registros de autoridade arquivística podem ser usados para a descrição de entidade coletiva, pessoa ou família como unidades dentro de um sistema de descrição arquivístico. CERTO


ID
1176913
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A respeito de planejamento, construção, organização e administração de arquivos, julgue o  item subsecutivo.

 

De acordo com o Arquivo Nacional, a construção subterrânea de arquivos é recomendada, visto que a umidade existente nessas condições equilibra a umidade relativa do ar.

Alternativas
Comentários
  • Construções subterrâneas são perigosas para os documentos pela possibilidade dealagamentos e enchentes.

  • Áreas de Depósito

    Nas áreas de depósito, os cuidados devem ser dirigidos a:

    evitar, principalmente, os subsolos e porões, em razão do grande risco de inundações, dando preferência a terrenos mais elevados, distanciados do lençol freático. No caso de depósitos em andares térreos, prever pisos mais elevados em relação ao solo e com boas condições de drenagem deste, pelas mesmas razões.

    RECOMENDAÇÕES PARA A PRODUÇÃO E O ARMAZENAMENTO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO 

    http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/publicacoes/recomendaes_para_a_produo.pdf

  • A construção subterrânea não é recomendada, em princípio, pelas condições de umidade que geralmente apresentam nossos solos. Ela gera inúmeros riscos relacionados a infiltrações e infestações de térmitas. Além disso, a manutenção e os custos de condicionamento de ar são muito elevados quando há excessiva umidade.
    fonte: http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/publicacoes/recomendaes_para_construo_de_arquivos.pdf

    Foi justamente o meu pensamento.
    GAB ERRADO


  • A umidade não equilibrada coisa nenhuma!!! muito pelo contrário.

  • Áreas Externas
     

    A localização de um depósito de arquivo deve prever facilidades de acesso e de segurança contra perigos iminentes, evitando-se, por exemplo:
     

    - áreas de risco de vendavais e outras intempéries, e de inundações, como margens de rios e subsolos;

    - áreas de risco de incêndios, próximas a postos de combustíveis, depósitos e distribuidoras de gases, e construções irregulares;

    - áreas próximas a indústrias pesadas com altos índices de poluição atmosférica, como refinarias de petróleo;

    - áreas próximas a instalações estratégicas, como indústrias e depósitos de munições, de material bélico e aeroportos.

     

    ARQUIVO NACIONAL

  • Gabarito errado.

    Já trabalhei no fórum de minha cidade e lá havia um arquivo subterrâneo. O cheiro é muito estranho, cheiro de mofo, além de ser bem frio lá em baixo!!!!

  • Ande num metrô sem arcondicionado e/ ou ventilador que você entenderá essa questão. 

  • A CONSTRUÇÃO SUBTERRÂNEA NÃO É RECOMENDADA, pois as condições de umidade que, geralmente, apresentam os solos não são adequadas para a guarda de documentos.

     

    Gab.: ERRADO


ID
1176916
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

 

A respeito de planejamento, construção, organização e administração de arquivos, julgue o  item subsecutivo.

 

A estrutura dos depósitos de arquivo pode ser feita por armação de metal autoportante ou por estrutura de concreto.

Alternativas
Comentários
  • Existem dois sistemas para estrutura de depósitos, a armação de metal autoportante ou a estrutura

    em concreto. A primeira, sustenta as estantes e os pisos intermediários. No segundo caso, as

    colunas e os pisos são construídos em concreto, formando a própria estrutura do prédio. 

  • A fonte da resposta dada pelo Jardailson está:

    http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/publicacoes/recomendaes_para_construo_de_arquivos.pdf

    página 8. "Recomendações para construção de arquivos"

  • Para quem não é assinante.

    Gabarito: Certo

  • Os depósitos merecem atenção especial quanto às condições ambientais, de acordo com a natureza do suporte físico dos documentos ali armazenados. Eles possuem especificações técnicas especiais de resistência estrutural e de carga, de compartimentação e pé direito, além de iluminação e de condicionamento do ar. Há ainda recomendações especiais para segurança, proteção contra sinistros, atos de roubo e vandalismo. Existem dois sistemas para estrutura de depósitos, a armação de metal autoportante ou a estrutura em concreto. A primeira, sustenta as estantes e os pisos intermediários. No segundo caso, as colunas e os pisos são construídos em concreto, formando a própria estrutura do prédio. Os depósitos devem estar separados entre si e do restante do prédio por paredes, pisos e portas especiais, conforme especificado no item 8. Tubulações de água ou de outros líquidos devem ser evitadas nesses ambientes.

  • Autoportante

    diz-se de qualquer estrutura cuja estabilidade é assegurada com o apoio em uma única extremidade


ID
1176919
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

 

A respeito de planejamento, construção, organização e administração de arquivos, julgue o  item subsecutivo.

 

O armazenamento de documentos fotográficos, filmográficos, sonoros e eletrônicos é feito nas mesmas condições e com os requisitos arquitetônicos próprios dos depósitos de documentos em outros suportes tradicionais.

Alternativas
Comentários
  • Não entendi esse gabarito. 

    Fotográfico e filmográfico - check. E ainda tem o lance do brometo prata. 


    sonoros e eletrônicos - aí o bicho pega! 


    Alguém pode explicar?

  • O material fotográfico deve ser mantido em condições especiais de temperatura e umidade.

  • Acredito que outras questões ajudam a responder, vejam:


    Prova: CESPE - 2010 - ANEEL - Analista Administrativo - Área 4 - Arquivologia

    Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Conservação; Preservação; 

    Os depósitos de arquivo devem prever locais específicos para armazenamento de cada tipo de suporte, de acordo com suas especificidades.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2013 - Polícia Federal - Escrivão da Polícia Federal

    Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Preservação; 

    Deve ser previsto espaço para o armazenamento separado dos diversos suportes documentais nas áreas de depósito de documentos de arquivo.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2012 - TRE-RJ - Técnico Judiciário - Área Administrativa

    Disciplina: Noções de Arquivologia | Assuntos: Conservação documental; 

    As condições de armazenamento de documentos em papel distinguem-se das de documentos fotográficos, como o eslaide, o negativo e o papel fotográfico, dadas as diferenças de suporte, em especial as relativas às propriedades físicas dos materiais.

    GABARITO: CERTA.

  • Não sei se foi isso, mas fui do ponto é feito nas mesmas condições, pensei são gêneros diferentes, assim tratados de uma forma diferente, acondicionados e armazenados de forma não iguais.

    GAB ERRADO

  • O armazenamento de documentos fotográficos, (imagens estáticas)

     filmográficos, (imagens em movimento)

    sonoros, (som gravado)

     e eletrônicos (precisa de algum equipamento eletrônico para ser acessível)

     é feito nas mesmas(erro!!) condições e com os requisitos arquitetônicos próprios dos depósitos de documentos em outros(erro!!) suportes tradicionais.

    Fonte:

    "6.1.1. Depósitos especiais 

    Para o armazenamento de fotografias, filmes, discos, registros eletrônicos, fitas de áudio e videomagnéticas são necessárias condições especiais de armazenamento, que irão influir nos requisitos arquitetônicos relativos à termo-estabilidade, luminosidade e estática."

    http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/publicacoes/recomendaes_para_construo_de_arquivos.pdf

  • Para cada tipo diferente de suporte ---> um diferente tipo de acondicionamento ----> e um diferente tipo de armanezamento!

     

    O trabalho do arquivista tem como um de seus objetivos o conhecimento das necessidades ou especificações de cada tipo de suporte para seu adequado arquivamento.

     

    Bons estudos!

  • Cada tipo de material requer um tipo de ambiente específIco para seu armazenamento.

    errada!
     

  • Suplementando:

    • (CESPE/POLÍCIA FEDERAL/2004) No quadro de arranjo, os documentos fotográficos deverão constituir séries distintas das séries de documentos textuais, tendo em vista as especificidades de preservação dos diferentes suportes. (ERRADO)

    No quadro de arranjo, leva-se em consideração a proveniência, não o suporte.

    Ou seja, vejam, o arquivamento, que é atividade física, sendo o acondicionamento do arquivo em embalagem idônea mais o seu armazenamento em local devido, leva em consideração o suporte documental, porque fatores físicos influenciam na preservação de documento. Por outro lado, na classificação/arranjo, que é um esforço intelectual, o que se leva em consideração, precipuamente, é a função/atividade, proveniência.

    Lembremos que arranjo é sinônimo de classificação; acontece que no ambiente arquivístico nacional se adotou que aquele classifica documentos de arquivo em fase permanente enquanto esse classifica em fase de valor administrativo.


ID
1176922
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A respeito de planejamento, construção, organização e administração de arquivos, julgue o  item subsecutivo.

 

Na instalação de arquivos, deve-se evitar depósitos com pé-direito alto.

Alternativas
Comentários
  • Errei e como não havia ainda nenhum comentário, fui atrás.

    Áreas de Depósito

    Nas áreas de depósito, os cuidados devem ser dirigidos a:

    evitar, principalmente, os subsolos e porões, em razão do grande risco de inundações, dando preferência a terrenos mais elevados, distanciados do lençol freático. No caso de depósitos em andares térreos, prever pisos mais elevados em relação ao solo e com boas condições de drenagem deste, pelas mesmas razões.


    RECOMENDAÇÕES PARA A PRODUÇÃO E O ARMAZENAMENTO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO 

    http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/publicacoes/recomendaes_para_a_produo.pdf

  • "A altura do pé direito não deve exceder ao estabelecido pela regulamentação local. Nas construções especificamente projetadas para arquivos, por exemplo, um pé direito com a altura em torno de 2,70 m cria um espaço equivalente a 0,50 m acima da estante, por onde passam os dutos de ventilação e ar condicionado. Quanto maior o espaço excedente, maior será a despesa com energia para climatização e, em caso de fogo, mais fácil será o alastramento das chamas.

    Em construções especificamente projetadas para prédios de arquivos, a altura do pé direito não deve exceder o mínimo exigido pela regulamentação local."

    Fonte: http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/publicacoes/recomendaes_para_construo_de_arquivos.pdf

    Apesar da pergunta excessivamente aberta e mal formulada, acho que a questão deveria estar certa, não?! Talvez tenha faltado alguém fazer o recurso.

  • Não concordo com o gabarito. Conforme recomendações para produção e armazenamento de documentos de arquivo da CONARQ:


    6.1. Depósitos

    A altura do pé direito não deve exceder ao estabelecido pela regulamentação local. Nas construções especificamente projetadas para arquivos, por exemplo, um pé direito com a altura em torno de 2,70 m cria um espaço equivalente a 0,50 m acima da estante, por onde passam os dutos de ventilação e ar condicionado. Quanto maior o espaço excedente, maior será a despesa com energia para climatização e, em caso de fogo, mais fácil será o alastramento das chamas. Em construções especificamente projetadas para prédios de arquivos, a altura do pé direito não deve exceder o mínimo exigido pela regulamentação local.


    A própria CONARQ nas suas recomendações indica explicitamente que: i) quanto maior o espaço excedente, maior será a despesa com energia para climatização e, em caso de fogo, mais fácil será o alastramento das chamas; ii) em construções especificamente projetadas para prédios de arquivos, a altura do pé direito não deve exceder o mínimo exigido pela regulamentação local. Ora, é evidente que, partindo do exposto, deve-se evitar depósitos com pé-direito alto.


    RECOMENDAÇÕES PARA A PRODUÇÃO E O ARMAZENAMENTO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO 

    http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/publicacoes/recomendaes_para_a_produo.pdf

  • ii) em construções especificamente projetadas para prédios de arquivos, a altura do pé direito não deve exceder o mínimo exigido pela regulamentação local.

    A respeito de 'exceder o mínimo exigido', entendi que não pode ser menor do que a altura estabelecida. Portanto, eles devem ser altos sim (e não evitados, como diz a questão), inclusive com altura mínima. Não seria isso, Breno?
  • Para quem não é assinante.

    Gabarito: Errado

  • Concordo com o gabarito. 


    O pé direito, ainda que não exceda o mínimo exigido pela regulamentação local, é alto. Só não pode ser tão alto a ponto de fomentar as despesas e o risco de desastres, como o próprio Conarq exemplifica. 


    Acho que a elaboração da questão peca no sentido de que o que é alto pra mim pode não ser alto pra você. De toda forma, como arquivista sei que o pé direito deve manter uma distância proporcional para que os documentos armazenados não fiquem em contato com o concreto e isso é totalmente contrário ao que diz a questão. Não existe mistério. 

  • Significado de Pé-direito

    s.m.

    [Arquitetura] A distância ou altura que vai do chão ao teto.

    https://www.dicio.com.br/pe-direito/


    Ilustração:

    https://arquiteturaempauta.files.wordpress.com/2013/08/pe-direito-ilustrac3a7c3a3o-mod.jpg

  • Pé direito alto implica em estrutura mais resistente.

  • Pergunta mais sem noção. Na teoria diz que quanto maior o pé direito mais energia e cia consome. Depois vem a questão e diz que está errado. Depois a Serenna diz que o que pode ser alto pra mim não pode ser alto para o estabelecimento (????). Caracas, estou ficando com as faculdades mentais abaladas...

    Mas tudo bem... a questão está, pelo gabarito, ERRADA. (Vai entender...)

  • ERRADO

     

     

    Pé direito, na construção civil, significa simplesmente a altura compreendida entre o piso e o teto

     

    Em um depósito, um pé direito alto é muito bem vindo, pois permite maior capacidade de armazenamento, além de maior ventilação

  • Pé-direito é um termo da Arquitetura que significa distância entre piso e teto em uma edificação.

    Então, quanto maior esta distância, maior será a capacidade volumétrica de armazenamento do depósito. Contudo, deve haver o cuidado para que a estrutura não fique comprometida ou que demande recursos em demasiado (como aparelhos condicionadores de ar, instalações elétricas e hidráulicas, etc).

    Portanto não se devem evitar os depósitos com pé-direito alto, mas sim preferi-los, desde que atendam aos requisitos acima.

    Gabarito do professor: Errado
  • what???

  • ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh que bom tem gente falando what fuck? e agora posso fazer como vários que eu vi por ai.. "sabe quando eu comecei meu curso na faculdade me ensinaram que o -pé direito - é a altura do piso até o teto. Sério mesmo? Usar termos técnicos vai medir quem? 

  • Autor: Mayko Gomes , Professor de Arquivologia

    Pé-direito é um termo da Arquitetura que significa distância entre piso e teto em uma edificação.

    Então, quanto maior esta distância, maior será a capacidade volumétrica de armazenamento do depósito. Contudo, deve haver o cuidado para que a estrutura não fique comprometida ou que demande recursos em demasiado (como aparelhos condicionadores de ar, instalações elétricas e hidráulicas, etc).

    Portanto não se devem evitar os depósitos com pé-direito alto, mas sim preferi-los, desde que atendam aos requisitos acima.

    Gabarito do professor: Errado

  • Eu estudei arquitetura, sei o que é um "pé direito", li as recomendações do conarq e achei o gabarito um absurdo. Como consider 2,70 + 0,5m = 3,20 m um pé direito ALTO??? Minha gente, isso é altura para pé direito residencial...

  • "A altura do pé direito não deve exceder ao estabelecido pela regulamentação local. Nas construções especificamente projetadas para arquivos, por exemplo, um pé direito com a altura em torno de 2,70 m cria um espaço equivalente a 0,50 m acima da estante, por onde passam os dutos de ventilação e ar condicionado.

    Quanto maior o espaço excedente, maior será a despesa com energia para climatização e, em caso de fogo, mais fácil será o alastramento das chamas."

    Quer dizer: não se deve evitar pé direito alto mesmo que a recomendação diga que quanto maior o vão acima do depósito, mais gasto com energia e mais fácil será o alastramento das chamas? Tá difícil entender a banca.

    Fonte: http://conarq.arquivonacional.gov.br/images/publicacoes_textos/recomendaes_para_construo_de_arquivos.pdf

  • Gab: Errado

    A questão se torna errada justamente por afirmar que se deve evitar depósitos com pé direito alto, pois isso é muito relativo já que cada tipo de depósito tem as suas especificações (podendo a altura entre o piso e o teto ser alta ou não).

    A altura do pé direito não deve exceder ao estabelecido pela regulamentação local. Nas construções especificamente projetadas para arquivos, por exemplo, um pé direito com a altura em torno de 2,70 m cria um espaço equivalente a 0,50 m acima da estante, por onde passam os dutos de ventilação e ar condicionado. Quanto maior o espaço excedente, maior será a despesa com energia para climatização e, em caso de fogo, mais fácil será o alastramento das chamas. Em construções especificamente projetadas para prédios de arquivos, a altura do pé direito não deve exceder o mínimo exigido pela regulamentação local.

    .

    O laboratório de microfilmagem deve incluir salas para preparo, filmagem, processamento, duplicação e controle de qualidade, cópias em papel e montagem. Câmaras planetárias e ampliadores podem ter até 3,20 metros de altura, o que torna necessária a elevação do pé direito no local das instalações.

    Fonte: http://conarq.arquivonacional.gov.br/images/publicacoes_textos/recomendaes_para_construo_de_arquivos.pdf

    Percebam que não necessariamente eu vou evitar depósito com pé direito alto, apenas vou seguir a regulamentação para cada tipo de depósito (podendo ser alto ou não).

  • Pé direito alto já pensei q era manco


ID
1176925
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

 

A respeito de planejamento, construção, organização e administração de arquivos, julgue o  item subsecutivo.

 

Um arquivo deve oferecer três áreas específicas: uma, reservada ao processamento técnico e aos depósitos; outra, de caráter administrativo; e a última, destinada ao público.

Alternativas
Comentários
  • "(...)Para essas atividades, três áreas específicas devem ser planejadas:

    · área reservada ao trabalho técnico e aos depósitos, totalmente vedada ao público;

    · área administrativa, parcialmente vedada ao público e;

    · área pública."

    Fonte: http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/publicacoes/recomendaes_para_construo_de_arquivos.pdf

  • Mais especificamente: 60% para os depósitos, 15% para trabalhos técnicos e administrativos e 25% para o público com previsão de ampliação.

    Fonte: http://www.siarq.unicamp.br/siarq/images/siarq/arquivos_setoriais/construcao_de_arquivos.pdf

  • Gabarito: Certo.

  • Um ARQUIVO deve possui 3 ÁREAS:

     

    - 60% para depósito.

    - 15% para os trabalhos técnicos e administrativos

    - 25% para o público. 

  • Gente, só eu que achei erro na questão? Utiizando o comentário dos colegas:

    Um ARQUIVO deve possui 3 ÁREAS:

    - 60% para depósito.

    - 15% para os trabalhos técnicos e administrativos

    - 25% para o público. 

    Sendo assim, a questão fala em três áreas, sendo a primeira delas correspondente ao depósito e trabalhos técnicos. Ora, como pode estar isso certo se os "trabalhos técnicos" estarão na segunda área, destina também aos trablhos administrativos? 

    Fica o questionamento...

  • No edifício para arquivo, com vários serviços, a área destinada aos depósitos deve ser em torno de 60% da área construída. Da área restante, 15% deverão ser destinados aos trabalhos técnicos e administrativos e 25% para o público.

     

    Gab.: CERTO


ID
1176928
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com base em gestão de documentos, julgue o  seguinte item.

Se os arquivos correntes do TCDF e o arquivo intermediário seguirem as mesmas orientações técnicas e administrativas, emanadas por uma unidade político-administrativa desse órgão, estará configurada uma rede de arquivos do TCDF.

Alternativas
Comentários
  • as mesmas orientações técnicas e administrativas
    Será???

    Se alguém puder, me esclareça. No aguardo,

  • Considerei errado, pois não acho que esteja configurada uma rede de arquivos.

    Se alguém puder esclarecer melhor, agradeço.

  • GAB. E - Se não estiver enganado essa questão ultrapassa a barreira do subjetivismo da banca,

  • A banca está cobrando a aplicação dos conceitos de Sistema x Rede

    Em resumo, sistema é centralizado e hierarquizado, assim as ordens emanam de um único ator, rede é distribuída, cada instituição, ator, integrante tem autonomia.

    Assim se uma única unidade determina regras para as outras, temos um sistema, não uma rede.

  • O erro está em dizer que a orientação tecnica e administrativa são emanadas por uma unidade política-administrativa do órgão!!

  • SISTEMA DE ARQUIVO - Conjunto de arquivos(2) que, independentemente da posição que ocupam nas respectivas estruturas administrativas, funcionam de modo integrado e articulado na persecução de objetivos comuns (Dicionario de Terminologia Arquivistica).

    Conjunto organizado de políticas, procedimentos, pessoas, equipamentos e programas computacionais que produzem, processam, armazenam e proveem acesso à informação proveniente de fontes internas e externas para apoiar o desempenho das atividades de um órgão ou entidade (CESPE);

    REDE DE ARQUIVO - rede é um conjunto de produtores de informações independentes e autônomos que criam vinculo para a promoção da troca de experiências e informações

    Sistema de Arquivos é centralizado e hierarquizado, a rede de arquivos cada integrante ou ator tem autonomia;


  • De acordo com o CESPE, a rede de arquivos constitui um modelo de agrupamento de arquivos que respeita a autonomia de seus componentes. No caso do TCDF, se seguirmos as orientações da questão, estaria configurado um sistema de arquivos o qual prevê que os conjuntos de arquivos de uma mesma entidade funcionam de modo integrado no desenvolvimento de suas atividades seguindo as orientações técnicas de um órgão central. 


    Mas concordo com o Rafael Rosa quando chama atenção para a confusão de conceitos em relação aos arquivos centrais e gerais.

  • Se os arquivos correntes e o arquivo intermediário seguirem as mesmas orientações técnicas e administrativas de uma mesma unidade político-administrativa, estará configurado um sistema de arquivos.

    Uma rede de arquivos é uma aglomeração de instituições que colaboram entre si, com o objetivo de prover melhores e mais eficientes métodos, ferramentas e técnicas de acesso à informação. As instituições se unem com o objetivo comum de compartilhar experiências e conhecimentos sobre seus arquivos, mas mantendo cada uma sua autonomia.

    A questão define um sistema de arquivo, onde há um responsável por definir e orientar as atividades dos demais arquivos. Neste caso, um sistema interno, uma vez que os arquivos setoriais não ultrapassam os limites da instituição. Pode haver também um "macro sistema", formado por mais instituições.  

    Um bom exemplo de macro sistema de arquivo é o SIGA, implantado pelo Decreto nº 4.915/03. Seu funcionamento é determinado tendo como órgão central (a instituição orientadora) o Arquivo Nacional, e composto por todos os arquivos dos órgãos e entidades do Poder Executivo Federal (na prática, o Arquivo Nacional determina as diretrizes que todos os demais deverão seguir).
    Resposta: ERRADO 




  • Se os arquivos correntes e o arquivo intermediário seguirem as mesmas orientações técnicas e administrativas de uma mesma unidade político-administrativa, estará configurado um sistema de arquivos.

  • Se os arquivos correntes e o arquivo intermediário seguirem as mesmas orientações técnicas e administrativas de uma mesma unidade político-administrativa, estará configurado um sistema de arquivos.

    Uma rede de arquivos é uma aglomeração de instituições que colaboram entre si, com o objetivo de prover melhores e mais eficientes métodos, ferramentas e técnicas de acesso à informação. As instituições se unem com o objetivo comum de compartilhar experiências e conhecimentos sobre seus arquivos, mas mantendo cada uma sua autonomia.

     

    Gab.: ERRADO

  • RESPOSTA DO PROFESSOR:

    Se os arquivos correntes e o arquivo intermediário seguirem as mesmas orientações técnicas e administrativas de uma mesma unidade político-administrativa, estará configurado um sistema de arquivos.

    Uma rede de arquivos é uma aglomeração de instituições que colaboram entre si, com o objetivo de prover melhores e mais eficientes métodos, ferramentas e técnicas de acesso à informação. As instituições se unem com o objetivo comum de compartilhar experiências e conhecimentos sobre seus arquivos, mas mantendo cada uma sua autonomia.

    A questão define um sistema de arquivo, onde há um responsável por definir e orientar as atividades dos demais arquivos. Neste caso, um sistema interno, uma vez que os arquivos setoriais não ultrapassam os limites da instituição. Pode haver também um "macro sistema", formado por mais instituições.  

    Um bom exemplo de macro sistema de arquivo é o SIGA, implantado pelo Decreto nº 4.915/03. Seu funcionamento é determinado tendo como órgão central (a instituição orientadora) o Arquivo Nacional, e composto por todos os arquivos dos órgãos e entidades do Poder Executivo Federal (na prática, o Arquivo Nacional determina as diretrizes que todos os demais deverão seguir).
    Resposta: ERRADO 
     

  • mesmo órgão = sistema

    E

  • SISTEMAS: Os sistemas funcionam de modo integrado, mas existe um órgão central que conduz os trabalhos do grupo. Exemplo: o Conarq é o órgão central do SINAR.

    REDES: Seu objetivo é estabelecer vínculos de cooperação entre as partes.

    Errado.

  • Gabarito: errado

    Rede de arquivos --> autonomia , arquivos de diferentes órgãos (VÁRIOS), SEM centralização, sem hierarquia

    Sistema de arquivo --> 1 só órgão central 

  • Uma unidade não configura rede.

    A rede irá existir em cooperação com outras unidades diferentes gerando uma descentralização.


ID
1176931
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com base em gestão de documentos, julgue o seguinte item.

A gestão de documentos prescinde da política arquivística para ser executada.

Alternativas
Comentários
  • Acredito que outras questões ajudam a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2014 - Polícia Federal - Arquivista

    Disciplina: Arquivologia

    A existência de um conjunto de normas voltadas à gestão de documentos identifica a política arquivística de uma organização, apesar de essa política não se resumir meramente ao aspecto normativo. 

    GABARITO: CERTA.




    Prova: CESPE - 2010 - TRT - 21ª Região (RN) - Analista Judiciário - Arquivologia

    Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Gestao documental

    A gestão de documentos compreende a definição de uma política arquivística, a designação de responsabilidades e o planejamento do programa de gestão.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2011 - Correios - Analista de Correios - Arquivologia

    Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Gestao documental

    O programa de gestão de documentos deve ter como base uma política arquivística e a designação de responsabilidades, além de estar alinhado com a missão institucional e a legislação arquivística em vigor. 

    GABARITO: CERTA.

  • Creio que conhecer o significado da palavra prescindir é importante para acertar a questão PRESCINDIR = DISPENSAR

    A gestão de documentos tem como base a definição de uma política arquivística. 

    gabarito: errado

  • A gestão de documentos imprescinde da política arquivística para ser executada.
    Imprescindível -> algo fundamental, que precisa
    Prescindível -> não precisa, não é necessário.

    GAB ERRADO

  • Uma política arquivística pode ser entendida, em síntese, como o estabelecimento de um conjunto de princípios, diretrizes e metas de um programa de gestão documental. 

    Fonte: Arquivologia Facilitada- João Tiago e Leonardo Reis, 2ª edição

  • De acordo com o e-ARQ Brasil, página 19: 


    "Órgãos e entidades devem definir uma política de gestão arquivística de documentos que tenha por objetivo produzir, manter e preservar documentos confiáveis, autênticos, acessíveis e compreensíveis, de maneira a apoiar suas funções e atividades. Essa política é iniciada com uma declaração oficial de intenções que especifica, de forma resumida, como será realizada a gestão no órgão ou entidade."

  • Cespe ama a palavra "prescinde". 

  • (CESPE/TRE-MG/TÉCNICO JUDICIÁRIO/ADMINISTRATIVA/2009) A política arquivística brasileira reconhece a gestão de documentos como um dos principais instrumentos de apoio á administração, à cultura e ao desenvolvimento científico. C

  • prescindivel = dispensavel

    imprescindivel = indispensavel

  • a gestão de documentos está intimamente ligada com a política arquivística.

    Resposta: errada

  • e-arq Brasil:

    A gestão arquivística de documentos compreende:

    - definição da política arquivística;

    - designação de responsabilidades;

    - planejamento do programa de gestão;

    - implantação do programa de gestão.

    Fonte: http://conarq.gov.br/images/publicacoes_textos/earqbrasil_model_requisitos_2009.pdf (pág 18)


ID
1176934
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com base em gestão de documentos, julgue o seguinte item.

Cabe ao programa de gestão de documentos reter os documentos somente pelo período estabelecido na tabela de temporalidade e destinação.

Alternativas
Comentários
  • Somente? Não teríamos aqui o prazo precaucional? Acho que o enunciado generalizou a assertiva. 

  • Foi o que eu pensei. Esse somente, me fez colocar errado.

  • Um programa de gestão arquivística de documentos deverá cumprir uma série de requisitos, tais como, o ciclo de vida dos documentos, garantir a acessibilidade dos documentos, manterem os documentos em ambiente seguro, reter os documentos somente pelo período estabelecido na tabela de temporalidade e destinação, implementar estratégias de preservação dos documentos desde a sua produção pelo tempo que for necessário, garantir as seguintes qualidades de um documento arquivístico: organicidade, unicidade, confiabilidade, autenticidade e acessibilidade. 

    FONTE: http://www.marilia.unesp.br/Home/Instituicao/Docentes/EdbertoFerneda/k---artigo-03.pdf



  • Questão para o candidato deslizar mesmo. A banca simplesmente copiou uma parte do artigo em que contém o termo "somente", para confundir. Essa CESPE, só Deus na causa.

  • BOA NOITE,

    A fonte dessa questão é uma cópia do E-Arq, p. 21.
    O prazo precaucional já está incluso no prazo total de guarda definido pela tabela de temporalidade, conforme consta, no vol. 1, série como fazer, p. 22:
    Tabela de temporalidade: Instrumento aprovado por autoridade competente que regula a destinação final dos documentos (eliminação ou guarda permanente), define prazos para sua guarda temporária (vigência, prescrição, precaução), em função de seus valores administrativos, legais, fiscais etc. e determina prazos para sua transferência, recolhimento ou eliminação.
    VamoqVamo!!!
  • Sim, somente nesse dois mesmo!!! A retenção do documento  só se refere quanto à tabela de temporalidade ou à destinação de guarda permanente!!! VQV!!!

  • gab : certo

  • Gab: CERTO

    É, né. Se não não faria sentido estabelecer um prazo de guarda e realizar a análise elaborando um plano de destinação dos documentos, se os gestores não fossem segui-lo.


ID
1176937
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com base em gestão de documentos, julgue o  seguinte  item.

Para potencializar os resultados do diagnóstico da situação arquivística, é necessário que se desenvolva esse diagnóstico na fase de produção/criação de documentos do programa de gestão de documentos.

Alternativas
Comentários
  • Outras questões respondem, vejam:

    Prova: CESPE - 2013 - CNJ - Analista Judiciário - Arquivologia

    Disciplina: Arquivologia

    O diagnóstico da situação arquivística, intitulado levantamento das necessidades, antecede a implementação dos elementos do programa de gestão de documentos. 

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2014 - Polícia Federal - Agente Administrativo

    Disciplina: Arquivologia

    O ponto de partida de toda ação arquivística em uma organização, inclusive para a elaboração dos instrumentos de gestão arquivística, é o diagnóstico da situação dos arquivos.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2014 - MTE - Agente Administrativo

    Disciplina: Arquivologia

    Para a formulação do programa de gestão de documentos, é necessário o respaldo do diagnóstico da situação arquivística.

    GABARITO: CERTA.

    "Fica aqui o meu apelo para a equipe do site “QUERO MINHA VERSÃO ANTIGA DO QC”

  • As questões que a colega Isabela gentilmente nos disponibilizou deixa claro que o diagnóstico é feito antes da formulação de um programa de gestão arquivística de documentos e que, inclusive, o subsidia. 


    É só pensarmos assim: como seria possível elaborar um diagnóstico na fase de produção/criação de um documento sendo que nessa fase há "a confecção de formulários, preparação de gestão de correspondência, gestão de informes e diretrizes, fomento de sistemas de gestão da informação e aplicação de tecnologias modernas a esses processos" (James Rhoads)?


    Reparem que nessa fase bem como na fase de utilização/conservação e destinação que Rhoads fala, só existem procedimentos de ação, de resolução, de confecção, de organização, ou seja, NÃO SÃO PROCEDIMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO SITUACIONAL característicos do diagnóstico e, portanto, essa atividade só pode ser realizada antes da instalação de um programa de gestão arquivística.


    Espero que não tenha ficado muito confuso. 

  • Analisando a questão:

    A fase de produção/criação da gestão de documentos é aquela em que se desenvolvem estudos, planejamentos, métodos e técnicas para implantar os arquivos, as políticas e diretrizes documentais, bem como o sistema de fluxo de documentos. É a fase em que há o estudo de legislação, de histórico, evolução e estrutura da instituição, e até de tipos e gêneros documentais que serão produzido, bem como seus usuários e finalidades. 

    O diagnóstico em arquivos, assim como em qualquer outra área, é uma verificação realizada no sistema, neste caso sistema de arquivos, para identificar falhas, reais ou potenciais, ou mesmo oportunidades de melhoria. Uma análise no funcionamento dos arquivos pode identificar, por exemplo, uma falha na preservação de documentos (documentos extraviados), podendo ter como causa a grande quantidade de produção e a falta de controle de acesso e utilização dos mesmos; ou ainda pode identificar a possibilidade de mudança em um determinado procedimento que pode reduzir custos, como tempo.

    Ao analisarmos os conceitos acima, concluímos que o diagnóstico deve ocorrer quando o sistema está em funcionamento! Ou seja, não é possível analisar algo que não existe. Seria o mesmo que fazer um exame médico em uma pessoa que não existe. Caso uma empresa não tenha um arquivo, realiza um diagnóstico, que não está analisando o seu arquivo, mas sim os problemas que a empresa enfrenta por não ter um arquivo. Então, não há como fazer diagnóstico de um arquivo que não existe, como é o caso da fase de produção/criação de documentos.

    O diagnóstico pode ser efetuado a partir da fase de utilização de documentos, sendo que neste caso os sistemas de arquivo já estão implantados e em pleno funcionamento.

    Sendo assim, a questão está incorreta.

    RESPOSTA: ERRADO.

  •  diagnóstico antes mesmo do documento ser produzido? --'

  • Serenna vc está de parabéns, obrigada pelos comentários. ;)

  • Diagnóstico da situação arquivísitica vem antes da elaboração dos documentos e da existencia do arquivos, sendo a primeira ação arquivística de toda a organização. Fazendo uma analogia à admnistração, imagine voce começar a executar suas atividades sem antes ter realizado o diagnóstico estratégico de todas as variáveis que estão a sua volta, seria minima a chance de sucesso nao concordam? desculpem pela escrita, mas esse teclado nao colabora.

  •  o diagnóstico deve ocorrer quando o sistema está em funcionamento! Ou seja, não é possível analisar algo que não existe

  • Analisando a questão:
     

    A fase de produção/criação da gestão de documentos é aquela em que se desenvolvem estudos, planejamentos, métodos e técnicas para implantar os arquivos, as políticas e diretrizes documentais, bem como o sistema de fluxo de documentos. É a fase em que há o estudo de legislação, de histórico, evolução e estrutura da instituição, e até de tipos e gêneros documentais que serão produzido, bem como seus usuários e finalidades. 

    O diagnóstico em arquivos, assim como em qualquer outra área, é uma verificação realizada no sistema, neste caso sistema de arquivos, para identificar falhas, reais ou potenciais, ou mesmo oportunidades de melhoria. Uma análise no funcionamento dos arquivos pode identificar, por exemplo, uma falha na preservação de documentos (documentos extraviados), podendo ter como causa a grande quantidade de produção e a falta de controle de acesso e utilização dos mesmos; ou ainda pode identificar a possibilidade de mudança em um determinado procedimento que pode reduzir custos, como tempo.

    Ao analisarmos os conceitos acima, concluímos que o diagnóstico deve ocorrer quando o sistema está em funcionamento! Ou seja, não é possível analisar algo que não existe. Seria o mesmo que fazer um exame médico em uma pessoa que não existe. Caso uma empresa não tenha um arquivo, realiza um diagnóstico, que não está analisando o seu arquivo, mas sim os problemas que a empresa enfrenta por não ter um arquivo. Então, não há como fazer diagnóstico de um arquivo que não existe, como é o caso da fase de produção/criação de documentos.

    O diagnóstico pode ser efetuado a partir da fase de utilização de documentos, sendo que neste caso os sistemas de arquivo já estão implantados e em pleno funcionamento.
     

    Sendo assim, a questão está incorreta.

    RESPOSTA: ERRADO.

     

    Por: Mayko Gomes

  • Para potencializar os resultados do diagnóstico da situação arquivística, é necessário que se desenvolva esse diagnóstico na fase de produção/criação de documentos do programa de gestão de documentos. Resposta: Errado.

     

    Comentário: o diagnóstico é realizado concomitante.

  • O professor disse que é feito na fase de utilização, mas de acordo com a questão do Cespe que a Isabela colocou o diagnóstico é feito antes mesmo da da implementação do programa de gestão.
  • Servidora 2021, sem demérito algum ao trabalho do docente, mas não é a primeira vez que vejo o professor Mayko dando respostas que não condizem com a teoria; em questões de arquivologia sempre procuro comentários da, atual professora, Serenna. Infelizmente é comum esse comportamento dele, muito recorrente mesmo, portanto cuidado.

  • Gab: ERRADO

    Errei a questão e acredito que o Cespe foi bem infeliz.

    Entendi que ele considerou como errado porque o diagnóstico pode ser desenvolvido ANTES, CONCOMITANTE e APÓS as fases de gestão de documentos e não apenas NA fase de produção. Mas enfim, essa é uma das hipóteses.

  • Uma outra forma de pensar...

    O diagnóstico está dentro da fase de produção da gestão de documentos? Eu nunca vi...

    A banca conseguiu enganar a gente bonito kkkk mas a verdade é que o diagnóstico é uma fase prévia.

    "Por meio do Ramp/PGI, a Unesco procurou também abordar o tema conforme trabalho de James Rhoads. A função da gestão de documentos e arquivos nos sistemas nacionais de informação, segundo o qual um programa geral de gestão de documentos, para alcançar economia e eficácia, envolve as seguintes fases:

    • produção: concepção e gestão de formulários, preparação e gestão de correspondência, gestão de informes e diretrizes, fomento de sistemas de gestão da informação e aplicação de tecnologias modernas a esses processos;

    • utilização e conservação

    • destinação"

    Fonte: https://simagestao.com.br/wp-content/uploads/2016/02/O-Conceito-e-a-Pratica-de-Gestao-de-Documentos.pdf


ID
1176940
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com base em gestão de documentos, julgue o  seguinte  item.

Uma exposição de fotografias relativas à trajetória do TCDF, que tenham sido selecionadas do acervo arquivístico desse órgão, configura uma ação tanto de difusão quanto de marketing.

Alternativas
Comentários
  • Questão correta, apenas para complementar o conceito de difusão em outras questões:

    Prova: CESPE - 2013 - TCE-ES - Analista Administrativo - Arquivologia

    Disciplina: Arquivologia

    As atividades de difusão dos documentos incluem a

     c) exposição de documentos.

    GABARITO: LETRA "C".


    Prova: CESPE - 2009 - ANTAQ - Analista Administrativo - Arquivologia

    Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Definições; 

    A difusão tem no guia um instrumento importante para as ações culturais e educativas de uma instituição arquivística.

    GABARITO: CERTA.


  • Corroborando:

     

    (CESPE - 2010 - TRT - 21ª Região (RN) - Analista Judiciário - Arquivologia)

    A difusão dos arquivos concretiza-se por meio da promoção de eventos como exposições,

    palestras e visitas guiadas, que têm como público-alvo o cidadão.

     

    GABARITO: CERTA.


ID
1176943
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Julgue o  próximo  item, referente ao protocolo.

A definição de um protocolo central ou setorial cabe a cada órgão, que deve analisar as condições existentes e eleger o modelo de configuração mais adequado para sua realidade.

Alternativas
Comentários
  • A definição ???
    Me gerou duvidas, o restante pode está certo, mas a definição?
    Acho que é um padrão o que é protocolo central ou setorial, não?

    GAB CERTO

  • Definição de ter um protocolo central ou setorial....


    Isso se dá de acordo com cada órgão, suas atividades e necessidades, não sendo um padrão em todos os órgãos e entidades. 
  • Continuei sem entender. Dei uma pesquisada, mas também não achei nada que explicasse melhor.

  • Protocolo central: [em um sistema descentralizado de arquivos correntes] recebe e expede toda a documentação do órgão.
    protocolo setorial: [só existe em sistema descentralizado] localizado junto aos setores específicos do órgãos ou entidades, encarregado de dar suporte às atividades de recebimento e expedição de documentos no âmbito da área a qual se vincula.
  • O que me deixou em dúvida foi a parte: "eleger o modelo de configuração mais adequado para sua realidade".

  • Central = Centralizar - Todos os setores terão vista de seus documentos, somente, em um local.

    Setorial = Descentralizado - Todos os setores terão vista de seus documentos em cada local reservado.

  • Colega Tiago Pereira, vou tentar responder:

    Você acha que uma empresa/organização/instituição com 10 funcionários, 2 setores, ou seja, uma organização pequena tem as mesmas necessidades que uma organização com 1000 funcionários, 15 setores, desconcentração de atividades....? A resposta é não. Por terem finalidades diferentes, portes diferentes, características diferentes essas organizações devem definir qual o melhor tipo de modelo de configuração deve ser adotado. Penso assim. :)


    Colega Juarez Júnior, vou tentar responder:

    Quando a questão diz "A definição de um protocolo central ou setorial cabe a cada órgão..." ela não está querendo falar sobre o conceito semântico de protocolo central e setorial. Está dizendo que para se definir/escolher/apontar/manifestar preferência por um órgão central ou setorial é necessário que cada órgão avalie as necessidades, entende? Pelo que eu entendi o seu questionamento só confundiu a semântica da questão. Espero ter ajudado. 



    Colega Ellen Muniz, não entendi o que você não entendeu. Se colocar talvez eu ou outra pessoa possamos contribuir com algo. :) 

  • sim, cada órgão possui uma realidade, tudo é diferente. Os objetivos, a quantidade de documentos, a estrutura organizacional, os tipos de processos e documentos... tudo isso vai definir a necessidade de manutenção dos documentos centralizada ou descentralizada.

    Resposta: certa


ID
1176946
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Julgue o próximo item, referente ao protocolo.

Correspondências oficiais encaminhadas a um órgão devem ser registradas e, em seguida, distribuídas aos setores por meio do protocolo.

Alternativas
Comentários
  • Correto.


    (TRE/ES/2011 – UnB/Cespe) Julgue o item que se segue, relativo à gestão de documentos.

      Os documentos ostensivos que chegam ao protocolo não podem ser abertos, devendo, apenas, ser distribuídos aos destinatários.

      Resposta: ERRADO.

      A correspondência oficial (relacionada com as atividades da instituição) ostensiva (de livre acesso) deve ser aberta, enquanto que a correspondência sigilosa (acesso restrito) não poderá ser aberta. Esta será encaminhada ao respectivo destinatário


    RENATO VALENTINI, 69.

  • Outras questões respondem, vejam:

    Prova: CESPE - 2012 - ANAC - Técnico Administrativo

    Disciplina: Noções de Arquivologia | Assuntos: Protocolo

    As rotinas de protocolo compreendem o recebimento do documento, o registro do documento no sistema e a distribuição do documento ao(s) destinatário(s), não sendo estendidas essas rotinas aos documentos de caráter particular.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2012 - TRE-RJ - Técnico Judiciário - Área Administrativa

    Disciplina: Noções de Arquivologia | Assuntos: Protocolo
    O recebimento de documentos em um setor de protocolo compreende a separação da correspondência oficial da particular e a separação da correspondência oficial de caráter ostensivo da de caráter sigiloso.

    GABARITO: CERTA.

  • Fiquei em dúvida nessa questão por conta da ordem das fases do protocolo, pois após o registro dos documentos, vem a fase de Autuação e não a de Movimentação que compreende a distribuição. Viajei? 

  • Pensei a mesma coisa que o Felipe Vale. Pelo que entendo nas fases do protocolo, apos o registro vem a classificação ai depois sim a distribuição. A questão está pedindo apenas as principais fases?

  • Distribuição - A primeira entregar de documento, ao passo que há saída é do setor de protocolo para outro setor, diga-se de passagem o termo "a primeira entregar" significar quando um documento vem de outro órgão para um destinatário, e este fara jus - setor de protocolo - para ir a outro setor do mesmo órgão.
  • Colegas Felipe Vale e Hellen Muniz, entendi o questionamento de vocês mas acho que essa questão, ao contrário de diversas outras, não está focada na ordem exata dos procedimentos, entendem? Está falando somente que os procedimentos são esses, sem excluir a participação de outros. Simplificou tanto que acabou nos confundindo. Coisas do CESPE. 


    Espero ter ajudado.

  • Esse "em seguida" quebra as pernas de qualquer um. Não vejo óbice para ser certa, pois se tais correspondências não forem particulares obedeceram ao trâmite normal do protocolo, passando por todas as fases, inclusive a autuação, classificação depois do registro, agora se for correspondência particular, aí sim, concordo, não passará por todas as etapas do protocolo, pois a mesma é de cunho sigiloso, sendo entregue ao destinatário certo.
     

  • Pensei que deveriam ser primeiramente recebidas

  •  

    Mas não existem as correspondências oficiais de carater sigiloso ? Pelo que sei, elas não serão registradas, somente distribuidas aos seus destinatários.

    A questão não generalizou isso ? 

    Uma questão que pode ajudar . 

    Prova: CESPE - 2012 - ANAC - Técnico AdministrativoDisciplina: Noções de Arquivologia | Assuntos: Protocolo; 

    As rotinas de protocolo compreendem o recebimento do documento, o registro do documento no sistema e a distribuição do documento ao(s) destinatário(s), não sendo estendidas essas rotinas aos documentos de caráter particular.

    GABARITO: CERTA.

  • Terceira questão que eu respondo do Cespe que ele considera da seguinte maneira:

    Regra: Correspondências encaminhadas a um órgão devem ser registradas e, em seguida, distribuídas aos setores por meio do protocolo.

    Exceção: As correspondências de caráter sigiloso e as particulares.

    Gabarito: Certo

  • Ora vc segue a ordem correta do procolo e vc acerta, ora vc segue a ordem correta do procolo vc erra. Vai entender esse cesp viu. 

     

  • O SEGREDO DA QUESTÃO È: elas n devem ser classificadas 

  • daquelas que você pula e sai fora.... pqqqq puuuutz.

    Cespe e suas cespices. Não entra nem no caderninho de lambanças.

    Que meleca de questão.

  • há relatividade no termo "em seguida" poderia dizer que não é logo após. o lápiso temporal é indefenido. é coerente dizer que a resposta é: certo.

    estilo da banca.

  • VC SE QUEBRA PRA ESTUDAR PRA ERRAR NA PROVA

  • Correspondência oficial é diferente de correspondência particular. 

    Correspondência oficial deve ser aberta pelo setor de protocolo.

    Correspondência particular NÃO DEVER SER ABERTA pelo setor de protocolo e encaminhada para o seu destinatário.

  • RECEBIMENTO -> Solicitação p/ dar entrada no processo

    REGISTRO -> Formalização do Recebimento

    Rotina de Protocolo:

    Distribuição -> Setor de AUTUAÇÃO -> Distribuição -> Setor de CLASSIFICAÇÃO -> Distribuição -> SETOR DE EXPEDIÇÃO

    Gabarito: CERTO


ID
1176949
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Julgue o próximo item, referente ao protocolo.

Correspondências particulares recebidas pelos setores de protocolo devem ser registradas nos sistemas existentes e devolvidas ao remetente.

Alternativas
Comentários
  • O erro está no registro.  

    (TRE/ES/2011 – UnB/Cespe) Julgue o item que se segue, relativo à gestão de documentos.

      Os documentos ostensivos que chegam ao protocolo não podem ser abertos, devendo, apenas, ser distribuídos aos destinatários.

      Resposta: ERRADO.

      A correspondência oficial (relacionada com as atividades da instituição) ostensiva (de livre acesso) deve ser aberta, enquanto que a correspondência sigilosa (acesso restrito) não poderá ser aberta. Esta será encaminhada ao respectivo destinatário


    FONTE: VALENTINI, RENATO.  PÁG. 69

  • Uma outra questão pode ajudar a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2012 - ANAC - Técnico Administrativo

    Disciplina: Noções de Arquivologia | Assuntos: Protocolo

    As rotinas de protocolo compreendem o recebimento do documento, o registro do documento no sistema e a distribuição do documento ao(s) destinatário(s), não sendo estendidas essas rotinas aos documentos de caráter particular.

    GABARITO: CERTA.


  • Os documentos recebidos serão separados em Oficial e Particular. Os documentos de caráter oficial sigiloso e os particulares serão encaminhados diretamente ao destinatário, não passando, portanto, pelas demais fase do protocolo (como no caso do Registro).

  • A correspondência de caráter particular recebida pelas unidades de protocolo central ou setorial deverá ser encaminhada diretamente ao destinatário.
    http://www.comprasgovernamentais.gov.br/arquivos/outros_normas/portaria-normativa-no-5-de-19-de-dezembro-de-2002.pdf

  • Correspondências oficias - Registradas e Recepcionadas.

    Correspondências particulares - Não são registradas e são devolvidas aos particulares.
  • CORRESPONDÊNCIAS PARTICULARES NÃO SÃO REGISTRADAS, APENAS RECEBIDAS E ENVIADAS AO RESPECTIVOS DESTINATÁRIOS.


  • Os documentos de natureza ostensiva (nem sigilosos nem particulares) deverão ser abertos e analisados, classificando-os de acordo com o assunto tratado, antes de serem encaminhados aos seus destinatários.

    Os documentos particulares e sigilosos deverão ser encaminhados diretamente aos respectivos destinatários, sem a necessidade de serem classificados, pois têm acesso restrito.
    Apenas os destinatários poderão abrir estes documentos.

  • Por exemplo, caso chegue uma conta de telefone em nome do João que trabalha NO INSS, ela não será registrada, mas somente encaminhada ao João :D

  • ERRADO

    As correspondências destinadas a particulares NÃO são registradas, apesar de serem distribuídas a seus destinatários.

     

  • Se chegou e é de alguém, dá pra ele, ué.

  • Não deve ser aberta e muito menos registrada.

  • JOAS PODE SER ABERTOS SIM VIU CARA, O Q NAO PODE SER ABERTOS SAO OS CONSIDERADOS SIGILOSOS!

  • o protocolo deve distribuir as cartas a particulares, mas não deve fazer o registro

  • As correspondências particulares não serão registradas, mas devem ser distribuídas ao seu destinatário.

    Lembrem-se também que elas não podem ser expedidas pelo protocolo.

  • Direto ao Ponto!

    Correspondências particulares recebidas pelos setores de protocolo (NÃO DEVEM) devem ser registradas nos sistemas existentes e devolvidas ao remetente.

    GABARITO: ERRADO

  • O protocolo não possui competência para expedir/distribuir/registrar documento particular, mas, tão somente, encaminha-los diretamente ao destinatário.


ID
1176952
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

No que se refere às funções arquivísticas, julgue o item a seguir.

 

A difusão de documentos de arquivo é uma função regulada por normas internacionais.

Alternativas
Comentários
  • O que seria "difusão de documentos" exatamente?

  • Acredito que difusão está no sentido de disseminação.

  • A palavra difusão, no caso, tem o sentido de disseminação, divulgação. Na minha opinião, é a o acesso destes, vinculados à tabela de temporalidade e também à Lei 12.527/11 que assegura o direito fundamental de acesso à informação.

  • internacional NÃO,pois o Brasil tem sua própria legislação que é bem abrangente e eficaz.

  • Eu considerei o item correto, mas a interpretação do examinador foi o contrário.. A questão não falou "A difusão de documentos de arquivo é uma função regulada APENAS por normas internacionais." Já vi questões do Cespe considerar item genérico, incompleto como corretos.  



  • Difusão é uma atividade secundária desempenhada pelas instituições arquivísticas que consiste em serviços editoriais, de difusão cultural e de assistência educativa.

    Até o momento, não há normas para a difusão, apenas para DESCRIÇÃO.

  • Há 7 funções arquivísticas: produção, aquisição, classificação, conservação, avaliação, descrição e difusão.

    No caso, a difusão não é regulada por normas nacionais ou internacionais, mas sim por políticas internas dos arquivos permanentes. Houve intenção de confundir com a DESCRIÇÃO, regulada por normas nacionais e internacionais.

  • Colega Roberta Brito, acredito que sua interpretação sobre a questão esteja equivocada. Veja bem: não é o caso da difusão, como explicou muito bem nosso colega Rafael Rosa, mas as atividades arquivísticas brasileiras utilizam e muito as normas internacionais -total ou como base - no desenvolvimento de suas atividades. É caso da NOBRADE (brasileira) que é baseada na ISAD (G) (internacional). Espero ter ajudado. :)


    Colega Vanessa Gomes, eu entendi o seu raciocínio mas nesse caso, se o examinador tivesse utilizado o "apenas" não ajudaria em nada porque a difusão não é, de fato, pautada em normas internacionais. É apenas uma atividade realizada nos arquivos permanentes, como os colegas explicaram. :) 

  • A difusão de documentos é função arquivística ligada à promoção dos mesmos junto à sociedade. É atividade típica dos arquivos permanentes, que é onde se encontram os documentos que são fonte de pesquisa.

    Embora haja orientações e trabalhos internacionais nesta área, não há normas para a realização dessas atividades. Cada instituição a realiza conforme seus próprios critérios, considerando a cultura local, os recursos disponíveis e os interesses administrativos do arquivo, entre outros fatores.

    Gabarito do professor: Errado
  • A difusão é regulada por políticas internas dos arquivos permanentes


ID
1176955
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

No que se refere às funções arquivísticas, julgue o item a seguir.

 

O objetivo principal do processo de avaliação de documentos de arquivo é a preservação dos documentos que possuem valor para a sociedade.

Alternativas
Comentários
  • Questão correta, outra semelhante ajuda a responder, vejam:

    A avaliação tem como finalidade a preservação dos documentos considerados de valor histórico e permanente.

    GABARITO: CERTA.

  • que questãozinha eim...

  • "A avaliação constitui-se em atividade essencial do ciclo de vida documental arquivístico, na medida em que define quais documentos serão preservados para fins administrativos ou de pesquisa e em que momento poderão ser eliminados ou destinados aos arquivos intermediário e permanente, segundo o valor e o potencial de uso que apresentam para a administração que os gerou e para a sociedade. "

    funte: http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/resolucao_14.pdf

  • Erraria com a certeza de estar acertando, esperando que devesse estar explícito que o documento pode, em alguns casos, ser eliminado.

    Questãozinha sacana!

  • Questãozinha sacana em...a priori, esta indicava ser meios de preservação, por isso confundi.

  • É bom lembrar que, além do notório objetivo de destinar os documentos, a avaliação permite tanto a preservação dos documentos a quem interessar - valor cultural (compactuando com a questão) - quanto reflete as atividades da instituição a partir dos valores probatórios e informativos. Não é um objetivo tão claro como a destinação mas são consequências da destinação (tratanto-se de recolhimento) e foi isso que a questão buscou confundir. 

  • Questão errada, outra ajuda, vejam:

    Prova: Analista de Administração Pública - Arquivologia; Ano: 2014; Banca: CESPE; Órgão: TC-DF – Arquivologia - Gestão de Documentos / Arquivos Corrente e Intermediário,  Avaliação de Documentos,  Conservação e Preservação

    O objetivo principal do processo de avaliação de documentos de arquivo é a preservação dos documentos que possuem valor para a sociedade.Parte superior do formulário

    GABARITO: CERTA.

  • A avaliação tem como finalidade a preservação dos documentos considerados de valor histórico e permanente.

    (GAB CERTO)

  • Eu acho complicado quando colocam "objetivo principal". Mas vamos lá:

    Em "Como avaliar documentos de arquivo":

    AVALIAÇÃO DE DOCUMENTOS:

    OBJETIVOS

    √ Redução da massa documental

    √ Agilidade na recuperação dos documentos e das informações

    √ Eficiência administrativa

    √ Melhor conservação dos documentos de guarda permanente

    √ Racionalização da produção e do fluxo de documentos (trâmite)

    √ Liberação de espaço físico

    √ Incremento à pesquisa

    Fonte: https://www.arqsp.org.br/arquivos/oficinas_colecao_como_fazer/cf1.pdf (pág 15)

    OBS: Se o cespe falar que o objetivo da avaliação é a eliminação de documentos, está errado! Muito cuidado com isso

  • Gab: CERTO

    Também acho complicado quando a banca coloca "objetivo principal", há muitas questões que ela julga errada exatamente por isso. No entanto, no caso da assertiva em tela, acredito que dê para julgarmos como certa pela expressão "que possuem valor para a sociedade", visto que os documentos permanentes possuem esse objetivo. Assim, numa avaliação documental, o principal objetivo é recolher o documento de valor social ou histórico e eliminar aqueles desnecessários.


ID
1176958
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

No que se refere às funções arquivísticas, julgue o item a seguir.

 

A classificação e o arranjo são duas operações distintas. A classificação é elaborada com base nas funções e atividades do órgão que tenha acumulado os documentos, ao passo que o arranjo deve levar em consideração o uso que os pesquisadores e historiadores fazem dos documentos.

Alternativas
Comentários
  • Outras questões ajudam, vejam:


    Prova: CESPE - 2012 - MPE-PI - Analista Ministerial - Documentação - Cargo 4

    Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Classificação de arquivos; Classificação de documentos; 

    A classificação é uma atividade lógica, realizada, nos arquivos, na fase corrente e na permanente; quando realizada nesta última, é também denominada arranjo documental.

    GABARITO: CERTA.


    Prova: CESPE - 2013 - CNJ - Analista Judiciário - Arquivologia

    Disciplina: Arquivologia

    Classificação e arranjo são sinônimos de uma mesma atividade: o agrupamento lógico dos documentos de arquivo.

    GABARITO: CERTA.

  • Marcinha Azevedo, "classificação" e "arranjo"não são instrumentos de classificação; são operações lógicas de agrupamento documental com base em critérios pré-estabelecidos.

    São instrumentos de classificação o Plano/Código de Classificação  e o Quadro de arranjo, respectivamente.Abç.
  • são funções complementares.

  • ERRADO

     

     

    Gonçalves (1998, p.11; apud SOUSA et al, 2006) diz que, no meio arquivístico brasileiro, essa distinção foi consagrada. Dessa forma, a classificação “corresponderia às operações técnicas destinadas a organizar a documentação de caráter corrente, a partir da análise das funções e atividades do organismo produtor de arquivos”. Enquanto o arranjo “englobaria as operações técnicas destinadas a organizar a documentação de caráter permanente”. Entretanto, a autora reconhece que nos dois casos o procedimento é o mesmo

     

    Excelente artigo, que ajuda bastante a elucidar dúvidas sobre classificação: http://basessibi.c3sl.ufpr.br/brapci/index.php/article/download/10720

  • Tanto a classificação quanto o arranjo são operações de organização lógica dos documentos, ou seja, são ferramentas que demonstram as relações que os documentos possuem uns com os outros, com o conjunto em que está inserido, e com a instituição produtora. Assim, ambos podem ser do tipo funcional (elaborados com base nas funções e atividades institucionais) ou estruturais (elaborados com base na estrutura organizacional institucional).

    Sendo assim, tanto o arranjo quanto a classificação devem elaborados com base nas funções e atividades do órgão que tenha acumulado os documentos, muito embora o arranjo possa adotar o modelo (qualquer dos dois) que melhor atenda aos doadores (e não ser elaborado com base no uso que os pesquisadores fazem).

    Gabarito do professor: Errado
  • Tanto a classificação quanto o arranjo são operações de organização lógica dos documentos, ou seja, são ferramentas que demonstram as relações que os documentos possuem uns com os outros, com o conjunto em que está inserido, e com a instituição produtora. Assim, ambos podem ser do tipo funcional (elaborados com base nas funções e atividades institucionais) ou estruturais (elaborados com base na estrutura organizacional institucional).

    Sendo assim, tanto o arranjo quanto a classificação devem elaborados com base nas funções e atividades do órgão que tenha acumulado os documentos, muito embora o arranjo possa adotar o modelo (qualquer dos dois) que melhor atenda aos doadores (e não ser elaborado com base no uso que os pesquisadores fazem)
    .

    Gabarito do professor: Errado

     

    Por: Mayko Gomes

  • Para Bellotto é tudo a mesma coisa:

    "O perigo de que os que se iniciam nos estudos arquivísticos pudessem deduzir que arranjo e classificação são operações distintas levou os estudiosos da terminologia arquivística brasileira a considerar que o termo "classificação" deve ser usado para documentos tanto em idade corrente quanto em idade permanente. Entretanto, na prática arquivística brasileira, tem permanecido o uso do vocábulo "arranjo" para designar a organização dos documentos nos arquivos de terceira idade. O importante é que o princípio que norteia a classificação no âmbito dos arquivos correntes - a obediência às atividades e às funções do órgão produtor - não se perca. Mesmo havendo as naturais lacunas decorrentes da aplicação das tabelas de temporalidade, o arranjo deve respeitar a classificação de origem, apenas admitindo-se algumas adaptações no caso dos documentos recolhidos sistematicamente."

    Fonte: Livro Arquivos Permanentes (ed 4, pág 135)


ID
1176961
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

No que se refere às funções arquivísticas, julgue o item a seguir.

 

A elaboração do plano ou código de classificação antecede a elaboração da tabela de temporalidade

Alternativas
Comentários
  • Questão correta, outras ajudam a entender, vejam:

    Prova: CESPE - 2012 - TRE-RJ - Técnico Judiciário - Área AdministrativaDisciplina: Noções de Arquivologia | Assuntos: Classificação; 

    A classificação do documento de arquivo é feita a partir de um código ou plano de classificação e efetivada mediante a anotação desse código no próprio documento. 

    GABARITO: CERTA.


    Prova: CESPE - 2011 - EBC - Analista - Acervo e PesquisaDisciplina: Arquivologia | Assuntos: Avaliação de documentos; 

    A avaliação de documentos é operacionalizada mediante a aplicação da tabela de temporalidade de documentos, que se fundamenta no conceito das três idades documentais. Por meio dessa tabela, são gerenciados os prazos de guarda e definida a destinação final dos documentos.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2013 - SERPRO - Técnico - Suporte AdministrativoDisciplina: Arquivologia | Assuntos: Classificação de documentos; Funções arquivísticas; 

    A classificação é uma atividade que antecede a avaliação de documentos.

    GABARITO: CERTA.


    Prova: CESPE - 2013 - CNJ - Analista Judiciário - Arquivologia

    Disciplina: Arquivologia

    A classificação é uma função que antecede a descrição e a avaliação.

    GABARITO: CERTA.

  • É só usar a lógica: como conseguiríamos atribuir uma temporalidade a um documento se esse documento não está contemplado em alguma classe? Essa classe daria o entendimento sobre a importância daquele documento para a organização e sem esse entendimento não seria possível que se atribuísse os prazos de vigência em cada fase. Por isso que para se destinar é preciso que o documento esteja classificado e para se elaborar uma tabela de temporalidade é preciso que se tenha um código de classificação.

  • Ordem:

    1_ classificação (organizar)

    2- tabela de temporariedade (prazo de guarda)

    3- destinação (eliminação ou guarda permanente)

  • Tanto o código de classificação quanto a tabela de temporalidade são ferramentas básicas da gestão de documentos, elaboradas durante o processo de avaliação documental.

    Sendo assim, são ferramentas complementares, uma funcionando em função da outra. Mais especificamente, a tabela funciona em razão do código, devendo então este ser o primeiro a ser elaborado.

    O plano de classificação determina os prazos de guarda e a destinação dos documentos com base nos assunto de que eles tratam, ou nas funções e atividades que os geraram; e tanto os assuntos quanto as atividades institucionais são estruturadas e evidenciadas no código de classificação.

    Gabarito do professor: Certo
  • Tanto o código de classificação quanto a tabela de temporalidade são ferramentas básicas da gestão de documentos, elaboradas durante o processo de avaliação documental.

    Sendo assim, são ferramentas complementares, uma funcionando em função da outra. Mais especificamente, a tabela funciona em razão do código, devendo então este ser o primeiro a ser elaborado.

    O plano de classificação determina os prazos de guarda e a destinação dos documentos com base nos assunto de que eles tratam, ou nas funções e atividades que os geraram; e tanto os assuntos quanto as atividades institucionais são estruturadas e evidenciadas no código de classificação.

    Gabarito do professor: Certo

     

    Por: Mayko Gomes

  • N da pra entender esse professor, tem questões que é simultâneo, tem questões que é depois...
  • Matheus, como eu já comentei em outras questões, o professor em questão não tem muito apreço pelas respostas; ele responde o que convém ao gabarito de determinada questão e pronto. Infelizmente não dá para confiar em seus ensinamentos, deve haver uma filtragem da gente em suas respostas, mas aí se começa a inverter o papel das coisas; enfim, é triste :[

  • Gab CERTO

    Pessoal, a Classificação é quando o protocolo abre o documento e o analisa para depois classificá-lo da forma correta e direcioná-lo ao destinatário correto. Assim, é evidente que o Plano de Classificação, que está diretamente e proporcionalmente relacionado à Classificação, seja realizado ANTES da Tabela, pois a Tab.Temp. é executada na fase de Destinação e Avaliação do documento!!

    • Como poderemos avaliar um documento sem nem saber sua classificação!? Isso geraria uma massa documental, é por isso que há o Programa Básico de Gestão de Documentos - PUD - Produção, Utilização (Pan.Class) e Destinação (Tab.Temp). Não há contradição da banca nesse aspecto.

ID
1176964
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A cerca da análise tipológica dos documentos de arquivo, julgue o  item  subsecutivo.

 

A análise tipológica tem sido amplamente utilizada no Brasil de maneira original na difusão de documentos de arquivo.

Alternativas
Comentários
  • Qual é o erro? De maneira original?

  • Vanessa, no meu entendimento, a análise tipológica não é utilizada na difusão de documentos de arquivo, já que a difusão seria feita já nos arquivos permanentes, os quais são formados pelo seu valor informativo ou histórico, sendo a tipologia irrelevante na análise. Bons estudos!

  • Acredito que o erro seja na parte que diz "de maneira original".

  • "Amplamente utilizada no Brasil..." Cespe enfatizou demais a utilização da tipologia documental. Questão Errada.

  • A análise tipológica tem sido amplamente utilizada no Brasil de maneira original(erro! começou na Espanha!!!) na difusão(erro! não é citada dentre as aplicações!) de documentos de arquivo

    FONTE - CF 8, PÁGINAS 93 e 94:       http://www.arqsp.org.br/arquivos/oficinas_colecao_como_fazer/cf8.pdf

  • A análise tipológica, que é a busca pela associação da espécie documental à função que lhe é pretendida ao emitir o documento, é utilizada para: classificação/arranjo de documentos, descrição de documentos, serviços ao usuário, e na avaliação de documentos.

    Não há uma relação direta entre a análise tipológica e a difusão de documentos, muito embora ela contribua para a descrição de documentos, que por sua vez, contribui para a elaboração de instrumentos de pesquisa.

    A difusão de documentos é uma função arquivística que está intimamente ligada ao arquivo permanente, sendo executada de forma programada e constante.

    Ainda, há de destacar que a questão afirma que é amplamente utilizada no Brasil, o que é um erro. Também, de maneira original, os estudos de tipologia documental iniciaram em Madri, a partir da Diplomática, que estuda as espécies documentais.

    Errada a afirmativa.





  • A análise tipológica, que é a busca pela associação da espécie documental à função que lhe é pretendida ao emitir o documento, é utilizada para: classificação/arranjo de documentos, descrição de documentos, serviços ao usuário, e na avaliação de documentos.

    Não há uma relação direta entre a análise tipológica e a difusão de documentos, muito embora ela contribua para a descrição de documentos, que por sua vez, contribui para a elaboração de instrumentos de pesquisa.

    A difusão de documentos é uma função arquivística que está intimamente ligada ao arquivo permanente, sendo executada de forma programada e constante.

    Ainda, há de destacar que a questão afirma que é amplamente utilizada no Brasil, o que é um erro. Também, de maneira original, os estudos de tipologia documental iniciaram em Madri, a partir da Diplomática, que estuda as espécies documentais.


    Errada a afirmativa.

    Por: Mayko Gomes

  • Resolução:

    Assim como disposto no Manual “Como fazer”. A análise tipológica produz os seguintes benefícios, segundo esse Manual:

    1)         na classificação/arranjo, por facilitar o entendimento da composição das séries;

    2)        na descrição, esclarecendo que os conteúdos veiculados em determinado formato jurídico têm certos dados que são fixos e outros variáveis, e que este conteúdo liga-se de forma obrigatória à espécie que o veicula;

    3)         no serviço aos usuários, pois a identificação dos tipos documentais traz informações antecedentes e exteriores ao próprio conteúdo do documento, fundamentais para sua compreensão dentro do conteúdo jurídico-administrativo de produção;

    4)        na avaliação, porque as tabelas de temporalidade partem da identificação das funções refletidas nas séries documentais que se quer avaliar para estabelecer o destino dos documentos.”

    Resposta: errada

  • Assim como disposto no Manual “Como fazer”. A análise tipológica produz os seguintes benefícios, segundo esse Manual:

    1)         na classificação/arranjo, por facilitar o entendimento da composição das séries;

    2)        na descrição, esclarecendo que os conteúdos veiculados em determinado formato jurídico têm certos dados que são fixos e outros variáveis, e que este conteúdo liga-se de forma obrigatória à espécie que o veicula;

    3)         no serviço aos usuários, pois a identificação dos tipos documentais traz informações antecedentes e exteriores ao próprio conteúdo do documento, fundamentais para sua compreensão dentro do conteúdo jurídico-administrativo de produção;

    4)        na avaliação, porque as tabelas de temporalidade partem da identificação das funções refletidas nas séries documentais que se quer avaliar para estabelecer o destino dos documentos.”

    Resposta: errada

    Serenna Alves | Direção Concursos

  • Os estudos tipológicos vêm-se mostrando vantajosos nos vários segmentos do processamento documental como:

     

    > Na CLASSIFICAÇÃO/ARRANJO, por facilitar o entendimento da composição das séries;

     

    > Na DESCRIÇÃO

     

    > No SERVIÇO AOS USUÁRIOS

     

    > Na AVALIAÇÃO DOCUMENTAL

     

    Não tem difusão ! e também não é usado de forma original no Brasil pois não foi o este país quem criou ela.


ID
1176967
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A cerca da análise tipológica dos documentos de arquivo, julgue o item subsecutivo.

 

Um relatório de atividades, uma ata de reunião de diretoria e um processo de compra de material são exemplos de tipos documentais.

Alternativas
Comentários
  • Correto.


    • Tipo – “configuração que assume a espécie documental de acordo com a atividade que a gerou”.    Assim sendo, um relatório é exemplo de “espécie documental”. Quando especificamos a espécie (relatório financeiro, relatório de recursos humanos), temos a caracterização de “tipos documentais”.

      Logo, podemos exemplificar:   Contrato, Edital e Certidão são espécies documentais. 

      Contrato de Prestação de Serviços, Edital de Concurso Público e Certidão de Nascimento são tipos documentais.

      Portanto, podemos concluir que o tipo documental é a espécie mais a sua atividade ou razão funcional


    FONTE: RENATO VALENTINI

  • Denomina-se espécie de um documento o seu aspecto formal, ou seja, a aparência que assume a partir das informações nele contidas.
    Ex: Ofícios, memorandos, atas, declarações, avisos etc

    Quando se une determinada espécie à função ou atividade que o documento irá exercer, cria-se uma tipologia documental.
    Ex: Contrato de prestação de serviços, Alvará de funcionamento, Memorando de Posse
    Arquivologia para Concursos - Elvis Miranda

    Conforme o macete abaixo, 1 palavra = espécie, 2 palavras = tipo.

    GAB CERTO

  • Questão correta, outra com o conceito de tipo documental ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2011 - TJ-ES - Analista Judiciário - Arquivologia - Específicos Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Tipologia documental;

    A transformação da espécie documental em tipo documental acontece quando é agregada à espécie documental a atividade/função/razão funcional que gerou o documento.

    GABARITO: CERTA.

  • Dica prática!

    Sem preposição: Espécie

    Com preposição: Tipo

    Abs.

  • Correta. 

    Complementando...

    Alguns exemplos de espécie e tipologia documental:


    Contratos (espécie)

    Contrato de prestação de serviços (tipologia documental)

    Contrato de locação (tipologia documental)


    Declaração (espécie)

    Declaração de imposto de renda (tipologia documental)

    Declaração de bens (tipologia documental)


    Alvará (espécie)

    Alvará de funcionamento (tipologia documental)

    Alvará de construção (tipologia documental)

  • BOA DICA DO COLEGA DANIEL NEIVA, ADOREI ! 

  • Tipo = doc.+ função (pra quê?)

  • Tipo documental é a configuração que assume a espécie documental de acordo com a atividade que a gerou. Ou seja, o tipo documental é formado quando agregamos à espécie documental as atividades, funções e competências da entidade produtora/acumuladora de documentos.

     

    Gab.: CERTO

  • Questão super parecida:

    Q769876 - SEDF 2017

    Relatórios de atividades, processos de compra de material de consumo e formulário de solicitação de férias são exemplos de tipos documentais. (gab: certo)

  • O único conteúdo que tenho segurança em arquivologia. A arrogância tá como: https://youtu.be/6WiM4vCrCuY


ID
1176970
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A cerca da análise tipológica dos documentos de arquivo, julgue o item subsecutivo.

 

Verifica-se, na análise tipológica, se o conjunto homogêneo de atos está expresso em um conjunto homogêneo de documentos.

Alternativas
Comentários
  • Questão correta, outras semelhantes ajudam a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2011 - Correios - Analista de Correios - Arquivologia

    Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Tipologia documental; 

    Verifica-se, por meio da análise tipológica de documentos — que parte do princípio da proveniência —, se um conjunto homogêneo de atos está expresso em um conjunto homogêneo de documentos. 

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2009 - TRT - 17ª Região (ES) - Analista Judiciário - Arquivologia Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Tipologia documental; 

    A análise tipológica no âmbito da arquivística parte do princípio da proveniência, e essa análise verifica, entre outras possibilidades, se o conjunto homogêneo de atos está expresso em um conjunto homogêneo de documentos.

    GABARITO: CERTA.

  • Ainda bem que é área de Arquivologia, armaria.

    Quando reunimos determinada espécie à função ou atividade que o documento irá exercer, criamos uma tipologia documental. Dessa forma, a tipologia documental resulta da soma da espécie do documento com sua atividade. 

    A meu ver, se tratando de um só documento, homogêneo. Seria isso?
    GAB CERTO

  • Juarez, a fonte é da Bellotto:

    "Na análise tipológica a partir da Arquivística, parte-se do princípio da proveniência e, portanto, a análise vai verificar se: 1) o conjunto homogêneo de atos está expresso em um conjunto homogêneo de documentos;(...)"

    http://www.arqsp.org.br/arquivos/oficinas_colecao_como_fazer/cf8.pdf

  • Lembrando que esse "conjunto homogêneo de documentos" é considerado como série documental. A banca já cobrou isso e tentou confundir o candidato.

    Q592253 - STJ 2015

    A análise tipológica parte do princípio da proveniência, ou seja, verifica se o conjunto homogêneo de atos está expresso em uma série documental. (gab: certo)


ID
1176973
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A cerca da análise tipológica dos documentos de arquivo, julgue o item subsecutivo.

 

Os estudos tipológicos podem ser usados em várias etapas do processamento arquivístico, incluindo a fase de classificação/arranjo.

Alternativas
Comentários
  • Acredito que outras questões ajudariam a responder, vejam:
    Prova: CESPE - 2009 - FUB - ArquivistaDisciplina: Arquivologia

    A análise tipológica oferece informações fundamentais para a execução de várias atividades arquivísticas, como a classificação, a avaliação e a descrição. Uma vez que cada tipo documental prova a existência de função e de atividade a ele relacionadas, a identificação das tipologias documentais permite verificar se as funções e atividades correspondentes foram identificadas durante o estudo da organização.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2014 - Polícia Federal - ArquivistaDisciplina: Arquivologia

    A análise tipológica é utilizada na elaboração do plano de classificação de documentos e da tabela de temporalidade.

    GABARITO: CERTA.

  • Segundo Bellotto, os estudos tipológicos vêm-se mostrando vantajosos nos vários segmentos do processamento documental, como: a) na classificação/arranjo, por facilitar o entendimento da composição das séries;

    Fonte: Bellotto, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. Editora FGV, 2005. Pág. 62


  • Só para complementar o comentário da colega Tatiana transcrevo os pontos levantados pela Bellotto sobre os estudos tipológicos: 


    "Os estudos tipológicos vêm-se mostrando vantajoso nos vários seguimentos do processamento documental, como: a) na classificação/arranjo, por facilitar o entendimento da composição das séries; b) na descrição, por esclarecer que os conteúdos veiculados em determinado formato jurídico têm certos dados que são fixos e outros variáveis e que este conteúdo liga-se de forma obrigatória à espécie que o veicula; c) no serviço aos usuários, pois a identificação dos tipos documentais traz informações que são antecedentes e exteriores ao próprio conteúdo do documento, sendo fundamentais para a sua compreensão dentro do conteúdo jurídico-administrativo de produção; d) na avaliação, porque as tabelas de temporalidade partem da identificação das funções refletidas nas séries documentais que se quer avaliar para estabelecer a destinação de documentos. "


    Heloísa Liberalli Bellotto - Arquivos permanentes: tratamento documental - página 62

  • Valeu meninas pela contribuição de vocês nessa disciplina. 

  • Pra quem não tem o livro da Bellotto, a resposta também pode ser encontrada no "Como fazer análise diplomática e análise tipológica de documento de arquivo":

    O emprego da Tipologia Documental no que-fazer-arquivístico é recente, pois foi iniciado, em meados da década de 1980, pelo Grupo de Trabalho dos Arquivistas Municipais de Madri. Tem-se mostrado vantajoso nos vários segmentos do processamento documental, tais como:

    1) na classificação/arranjo, por facilitar o entendimento da composição das séries;

    2) na descrição, esclarecendo que os conteúdos veiculados em determinado formato jurídico têm certos dados que são fixos e outros variáveis, e que este conteúdo liga-se de forma obrigatória à espécie que o veicula;

    3) no serviço aos usuários, pois a identificação dos tipos documentais traz informações antecedentes e exteriores ao próprio conteúdo do documento, fundamentais para sua compreensão dentro do conteúdo jurídico-administrativo de produção;

    4) na avaliação, porque as tabelas de temporalidade partem da identificação das funções refletidas nas séries documentais que se quer avaliar para estabelecer o destino dos documentos.

    Fonte: http://www.arqsp.org.br/arquivos/oficinas_colecao_como_fazer/cf8.pdf (págs 93-94)

  • Gab: CERTO

    A Tipologia beneficia a classificação/ arranjo no que diz respeito ao conteúdo da atividade ou função do documento, ao que ele oferece de informação e à sua especificação, isto é, a Tipologia permite verificar se as funções e atividades que correspondem ao documento foram identificadas durante o estudo da organização, ainda que na fase Permanente.


ID
1176976
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Em relação às políticas de acesso aos documentos de arquivo, julgue o item que se segue.

 

A Lei de Acesso à Informação no Brasil definiu a classificação de sigilo dos documentos de arquivo.

Alternativas
Comentários
  • CERTO.

    A Lei Nº 12.527 de 18 de novembro de 2011, Lei de Acesso a Informação, em seu art. 24 refere-se classificação da informação quanto ao grau e prazos de sigilo:
    Ultrassecreto: Excepcional grau de segurança. 25 anos.

    Secreto: Alto grau de segurança. 15 anos.

    Reservado: Não deve ser do conhecimento do público em geral. 5 anos.


  • GABARITO: CERTO 

    Ultrassecreto: Excepcional grau de segurança.-25 anos.

    Secreto: Alto grau de segurança-15 anos.

    Reservado: Não deve ser do conhecimento do público em geral- 5 anos.

  • Obviamente eu concordo com o gabarito mas a Lei de Acesso à Informação não foi a primeira a definir os prazos de sigilo de documentos e quando a questão diz "definiu" dá a impressão de que nunca houve antes. Eu já vi esse gabarito ser dado como errado em outra questão justamente por esse motivo. Só para alertar. ;)

  • Pergunta curinga...

     

  • Concordo com a Serenna Alves.

    A classificação de sigilo já existia. A Lei de Acesso à Informação REdefiniu essa classificação.

  • Art. 24.  A informação em poder dos órgãos e entidades públicas, observado o seu teor e em razão de sua imprescindibilidade à segurança da sociedade ou do Estado, poderá ser classificada como ultrassecreta, secreta ou reservada. 

    § 1o  Os prazos máximos de restrição de acesso à informação, conforme a classificação prevista no caput, vigoram a partir da data de sua produção e são os seguintes: 

    I - ultrassecreta: 25 (vinte e cinco) anos; 

    II - secreta: 15 (quinze) anos; e 

    III - reservada: 5 (cinco) anos. 

    § 2o  As informações que puderem colocar em risco a segurança do Presidente e Vice-Presidente da República e respectivos cônjuges e filhos(as) serão classificadas como reservadas e ficarão sob sigilo até o término do mandato em exercício ou do último mandato, em caso de reeleição. 

    § 3o  Alternativamente aos prazos previstos no § 1o, poderá ser estabelecida como termo final de restrição de acesso a ocorrência de determinado evento, desde que este ocorra antes do transcurso do prazo máximo de classificação. 

    § 4o  Transcorrido o prazo de classificação ou consumado o evento que defina o seu termo final, a informação tornar-se-á, automaticamente, de acesso público. 

    § 5o  Para a classificação da informação em determinado grau de sigilo, deverá ser observado o interesse público da informação e utilizado o critério menos restritivo possível, considerados: 

    I - a gravidade do risco ou dano à segurança da sociedade e do Estado; e 

    II - o prazo máximo de restrição de acesso ou o evento que defina seu termo final. 

  • Art. 24. A informação em poder dos órgãos e entidades públicas, observado o seu teor e em razão de sua imprescindibilidade à segurança da sociedade ou do Estado, poderá ser classificada como ULTRASSECRETA, SECRETA ou RESERVADA.

    § 1o Os PRAZOS MÁXIMOS de restrição de acesso à informação, conforme a classificação prevista no caput, vigoram a partir da data de sua produção e são os seguintes:
    I - ULTRASSECRETA:
    25 ANOS;
    II - SECRETA: 15 ANOS; e
    III - RESERVADA:
    5 ANOS.

    CERTA!

  • Questão que caberia recurso: a LAI não definiu a classificaçao de sigilo! Ela redimensionou o quadro anterior quanto ao sigilo, deixando claro que a regra agora é dar acesso, e não restringir. Quem definiu primeiramente sobre o tema foi a Lei 8.159/1991, Lei de Arquivos, em seus artigos 22 ao 24 (revogados), corroborada pelo Decreto 2.134/1997 (revogado).

  • Resolução: sim, apesar de termos legislação anterior que definia os prazos de sigilo.

    Resposta: certa

  • LAI, Art. 7º, II.

    Art. 7º O acesso à informação de que trata esta Lei compreende, entre outros, os direitos de obter:

    II - informação contida em registros ou documentos, produzidos ou acumulados por seus órgãos ou entidades, recolhidos ou não a arquivos públicos.

  • Responda o que a banca quer ouvir e seja feliz.


ID
1176979
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Em relação às políticas de acesso aos documentos de arquivo, julgue o item que se segue.

 

O acesso rápido e seguro à informação demandada, incluindo aquela classificada como reservada, deve ser buscado em qualquer situação.

Alternativas
Comentários
  • Gab: ERRADA

    Não se tem acesso às informações reservadas.

  • Não pode ser de acesso rápido se possui sigilo por 5 anos.

    Reservado: Não deve ser do conhecimento do público em geral. 5 anos. 

  • A própria questão responde a pergunta. Se o documento está classificado como reservado não há o que fazer a não ser esperar que o prazo seja suspenso. Pra fazer essa questão nem precisaria entender de Lei 12.527/2011, prazos de sigilo e nem nada... é só uma questão de interpretação. 

  • A informação classificada como reservada deve permanecer indisponível por 5 anos, logo, não há como haver acesso rápido, como diz a questão. Nem rápido, nem lento, afinal, é informação reservada.

  • Segundo a Lei nº 12.527/11, o acesso rápido e seguro à informação solicitada deve ser buscado sempre, como atendimento ao principio da eficiência, exceto nos casos de informação sigilosa, que tenha restrição de acesso.

    As informações sigilosas podem ser classificadas nos graus ultrassecreto, secreto ou reservado, a depender de cada caso; e seu acesso é restrito a pessoas legalmente autorizadas, que ficam responsáveis pela manutenção de seu sigilo.

    Portanto o acesso rápido e seguro somente deve ser observado às informações ostensivas.

    Gabarito do professor: Errado
  • ERRADO

     

    É como os outros colegas já falaram, se a informação está classificada como reservada, ela tem acesso restrito. Logo ficará indisponível durante 5 anos. 

  • Art. 24. A informação em poder dos órgãos e entidades públicas, observado o seu teor e em razão de sua imprescindibilidade à segurança da sociedade ou do Estado, poderá ser classificada como ULTRASSECRETA, SECRETA ou RESERVADA.

    § 1o Os PRAZOS MÁXIMOS de restrição de acesso à informação, conforme a classificação prevista no caput, vigoram a partir da data de sua produção e são os seguintes:
    I - ULTRASSECRETA:
    25 ANOS;
    II - SECRETA: 15 ANOS; e
    III - RESERVADA:
    5 ANOS.

    *****§ 2o As informações que puderem colocar em risco a segurança do PRESIDENTE e VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA e respectivos cônjuges e filhos(as) serão classificadas como RESERVADAS e ficarão sob sigilo até o término do mandato em exercício ou do último mandato, em caso de reeleição.

    ERRADA!

  • Segundo a Lei nº 12.527/11, o acesso rápido e seguro à informação solicitada deve ser buscado sempre, como atendimento ao principio da eficiência, exceto nos casos de informação sigilosa, que tenha restrição de acesso.

    As informações sigilosas podem ser classificadas nos graus ultrassecreto, secreto ou reservado, a depender de cada caso; e seu acesso é restrito a pessoas legalmente autorizadas, que ficam responsáveis pela manutenção de seu sigilo.

    Portanto o acesso rápido e seguro somente deve ser observado às informações ostensivas.


    Gabarito do professor: Errado

     

    Por: Mayko Gomes

  • ERRADO

     

    A informação classificada como RESERVADA  deve permanecer indisponível por 5 anos.

    É um direito ter acesso à informação, ressalvando-se os casos de sigilo (graus ultrassecreto, secreto e reservado).

     

    LEI Nº 12.527/11

    Art. 24.  A informação em poder dos órgãos e entidades públicas, observado o seu teor e em razão de sua imprescindibilidade à segurança da sociedade ou do Estado, poderá ser classificada como ultrassecreta, secreta ou reservada. 

     

    § 1° Os prazos máximos de restrição de acesso à informação, conforme a classificação prevista no caput, vigoram a partir da data de sua produção e são os seguintes:
    I - ultrassecreta: 25 (vinte e cinco) anos;
    II - secreta: 15 (quinze) anos; e
    III - reservada: 5 (cinco) anos.

  • Resolução: o acesso às informações reservadas é limitado devido à restrição de, no máximo, 5 anos.

    Resposta: errada

  • Eu viajei um pouco nessa questão kkk

    Pensei. Bom... se a regra é o acesso, logo, mesmo ela sendo reservada, eu tenho que ter essa informação de que ela é sigilosa. Mas a questão quis dizer que a informação em si, o conteúdo mesmo da informação, que deverá estar disponível, o que realmente é errado, já que ela é reservada. kkkk. Enfim, errei. Não viaje, vai no simples ;)

  • INFORMAÇÃO RESERVADA FICARÁ SOB SIGILO DURANTE CINCO ANOS, LOGO O ACESSO NÃO SERÁ IMEDIATO.


ID
1176982
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Em relação às políticas de acesso aos documentos de arquivo, julgue o item que se segue.

 

O estabelecimento de políticas de acesso aos documentos de arquivo é realizado regularmente ainda que não haja instrumentos de pesquisa ou de classificação.

Alternativas
Comentários
  • GAB: ERRADA

    É necessário que haja instrumentos de pesquisa ou classificação.


  • ITEM ERRADO. 

    Não é possível estabelecer uma politica de acesso sem a utilização de instrumentos, pois as condições de acesso aplicadas aos documentos são declaradas nos próprios instrumentos de pesquisa, de acordo com as regras estabelecidas pela norma de descrição.


    Fonte: Princípios de Acesso aos Arquivos: orientação técnica para gestão de arquivos com restrições (Conselho Internacional de Arquivos). 


  • Qual seria a finalidade de ter uma política de acesso se isso não pudesse ser instrumentalizado de alguma forma?

    Seria uma política de acesso pra nada.

     

    Gabarito: Errado

  • Estabelecer uma política significa elabora diretrizes, orientações, normas e padrões, que deverão ser observados durante a implementação de algum projeto ou execução de alguma atividade.

    O acesso no arquivo permanente é realizado mediante a existência dos instrumentos de pesquisa. Ou seja, sem essas ferramentas, será inviável, senão impossível, ao usuário localizar o documento ou informação de que precisa.

    Em resumo, uma política de acesso depende da existência de instrumentos de pesquisa, pois sem estes, não há acesso.

    Gabarito do professor: Errado
  • Estabelecer uma política significa elabora diretrizes, orientações, normas e padrões, que deverão ser observados durante a implementação de algum projeto ou execução de alguma atividade.

    O acesso no arquivo permanente é realizado mediante a existência dos instrumentos de pesquisa. Ou seja, sem essas ferramentas, será inviável, senão impossível, ao usuário localizar o documento ou informação de que precisa.

    Em resumo, uma política de acesso depende da existência de instrumentos de pesquisa, pois sem estes, não há acesso.

    Gabarito do professor: Errado

     

     

    Por: Mayko Gomes

  • Direto ao Ponto!

    O estabelecimento de políticas de acesso aos documentos de arquivo é realizado regularmente ainda que não haja instrumentos de pesquisa ou de classificação.

    Justificativa: Vai pesquisar/encontrar com o quê? Telepatia, tarô, adivinhação, búzios... ÓBVIO QUE PRECISA de instrumentos

    GABARITO: ERRADO

  • Gab: ERRADO

    • Art. 5° da Lei 8.159/91 - A Administração Pública FRANQUEARÁ (liberará, concederá, disponibilizará) A CONSULTA aos documentos públicos na forma desta Lei.

    Assim, pelo que se extrai da lei, é imprescindível que uma Política de Acesso traga suporte ao ingresso da informação para que ela seja efetivamente disponibilizada e não apenas como letra morta e sem prática na legislação. Com isso, gabarito errado!

    ------------

    FONTE: Meu resumo de Arquivologia - 2021. pág. 30.

    OBS: Vendo meu resumo de ARQ. Interessados, solicitem amostra: Soresumo.com.br@gmail.com


ID
1176985
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Em relação às políticas de acesso aos documentos de arquivo, julgue o item que se segue.

 

As funções arquivísticas que se vinculam diretamente ao acesso aos documentos de arquivo são a criação e a aquisição.

Alternativas
Comentários
  • Acredito que outra questão ajuda a responder, vejam:

    A função arquivística que se relaciona diretamente ao acesso a documentos é a função de

     a) descrição.

    GABARITO: LETRA "A".

  • gab. e - depois de uma fileira de resposta errada o que me ajudou a responder essa foi a palavra AQUISIÇÃO no fim da questão, já que os documentos são orgânica e naturalmente concebidos e não dessa forma.

  • Achei que a função seria Referência e não Descrição, como traz a questão do Cespe postada pela Isabela. Alguém sabe explicar?

  • A função ligada diretamente ao acesso de arquivos são: a classificação, a difusão e a descrição.

    Indiretamente: Criação, Aquisição, Avaliação e Conservação.


    Rac Corrêa a função aquisição remete ao modo como os documentos entram no arquivo, como pela transferência.

  • Colega RaC's Corrêa, a aquisição é sim um dos modos pelos quais os documentos se inserem nos arquivos (como o colega Rafael Rosa disse). Inclusive (para contribuir) é uma das 7 funções arquivísticas (propostas por Rousseau e Couture): produção, classificação, avaliação, descrição, difusão, conservação e aquisição.


    Eu não achei nenhuma fonte que fizesse essa relação entre as funções e o acesso mas analisando eu consigo pensar assim:


    Produção/criação: o momento de produção é aquele em que as ações estão voltadas para os procedimentos de criação dos documentos, observando sua essencialidade para a instituição, seu trâmite, o controle de formulários, normas... essas coisas. Eu diria que está ligada indiretamente ao acesso. ( o que já tornaria a questão errada)


    Classificação: abrange a elaboração, a aplicação e o controle de aplicação do Plano de Classificação. Acho que está ligado indiretamente também porque sem a classificação não seria possível estabelecer as classes, consequentemente não seria possível identificar a temporalidade MAS o usuário não está ligando diretamente à essa função. O acesso será facultado, ainda que seja totalmente capenga. Posso estar pensando um pouco em como funciona na prática e não sei se isso se aplica na teoria. Se um dia eu achar alguma fonte  ou se alguém souber... por favor me avise. 


    Avaliação: envolve processos de destinação e todas as ações que o baseia. O usuário é afetado indiretamente com toda a certeza.


    Descrição: essa função é totalmente ligada ao usuário porque permite, através dos instrumentos de pesquisa/vocabulários controlados/índices que o conteúdo informacional seja disponibilizado de modo a facilitar o entendimento para o usuário do que existe naquele arquivo e se realmente interessa para ele. Corrobora com a questão postada pela colega Isabela. ;)


    Difusão: essa função é totalmente ligada ao usuário porque é por meio dela que o elo entre arquivos/informações e usuários/interessados se materializa. 


    Conservação: obviamente a integridade física está relacionada à acessibilidade do documento. Entretanto, acho que podemos pensar que é uma função ligada indiretamente ao usuário porque, apesar de interessá-lo, é um problema de suporte informacional que não cabe a ele resolver.


    Aquisição: é um modo de inserção dos documentos no arquivo e não vejo nenhuma relação com acesso a não ser o fato de que quando elas são inseridas devem ser avaliadas e disponibilizadas de acordo com seu valor. 


    Pessoal, isso é o que eu penso, muito simploriamente, sobre a relação entre acesso e as funções. Posso estar errada e se alguém pensar diferente eu vou ficar grata pela contribuição. Espero ter ajudado. :)

  • É a  função de DESCRIÇÃO arquivística que tem esse objetivo de propiciar o acesso aos documentos. Não vamos nos guiar pela CESPE, quem é ela? É apenas uma banca cruel que deseja deixar nós Arquivistas loucos! ESSA QUESTÃO DEVERIA SER ANULADA.

  • questão ERRADA, a resposta vem de outra questão

     

    Q662810 Ano: 2013 Banca: CESPE Órgão: FUB Prova: Arquivista

    A classificação, a descrição e a difusão são funções diretamente vinculadas às políticas de acesso aos documentos de arquivo. (Certo)

  • De acordo com outras questões do cespe, pude concluir que:

    Acesso --> classificação, descrição e difusão

    Aquisição --> transferência e recolhimento

  • ( CESPE/2013 ) As funções criação e aquisição são aquelas diretamente vinculadas à política de acesso aos documentos de arquivo.

    ...

    Errado

  • o ACESSO está ligado às funções de DESCRIÇÃO e DIFUSÃO

    Se eu DESCREVO, eu produzo instrumentos de pesquisa e promovo o acesso.

    Se eu promovo ações de DIFUSÃO, eu diminuo a distância entre o cidadão e a informação.

  • DESCRIÇÃO E DIFUSÃO


ID
1176988
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A respeito dos sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos (SIGAD), julgue o  próximo  item.

 

A captura, o armazenamento, a indexação e a recuperação de todos os tipos de documentos arquivísticos são requisitos que caracterizam um SIGAD.

Alternativas
Comentários
  • ABRANGÊNCIA DE UM SIGAD 

    • documentos arquivísticos convencionais (analógicos), 
    • documentos arquivísticos digitais (convencionais ou dinâmicos, inclusive bancos de dados e páginas web). 

    AÇÕES BÁSICAS DE UM SIGAD

    • o registro das referências dos documentos convencionais, podendo incluir imagens digitalizadas,
    • a captura, armazenamento e promoção do acesso aos documentos digitais.

    ALGUMAS CARACTERÍSTICAS ARQUIVÍSTICAS IMPORTANTES DE UM SIGAD 

    • captura, armazenamento, indexação e recuperação de todos os tipos de documentos arquivísticos e de todos os componentes digitais do documento arquivístico, como,por exemplo, um relatório com os anexos em diferentes arquivos; 
    • integração entre documentos digitais e não digitais;
    • gestão dos documentos a partir do plano de classificação;

    fonte: http://www.ufjf.br/siarqsis/files/2009/06/oqehsigad.pdf

    GAB CERTO


  • Um Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos - SIGAD - é um software que foi "... desenvolvido para produzir, receber, armazenar, dar acesso e destinar documentos arquivísticos." Um SIGAD pode ser composto por software único ou vários softwares integrados, adquiridos ou encomendados. Entretanto, seu sucesso dependerá da implantação prévia de um programa de Gestão Arquivística de Documentos. 

  • Requisitos arquivísticos que caracterizam um sigad:

    captura, armazenamento, indexação e recuperação de todos os tipos de documentos arquivísticos;

    FONTE: E-ARQ BRASIL, Arquivo Nacional, 2011. Pág. 11

  • CONARQ Manda, ao passo que, SIGAD obedece.

  • Requisitos arquivísticos que caracterizam um SIGAD:


    a) captura, armazenamento, indexação e recuperação de todos os tipos de documentos arquivísticos;

    b) captura, armazenamento, indexação e recuperação de todos os componentes digitais do documento arquivístico como uma unidade complexa;

    c) gestão de documentos a partir do plano de classificação, para manter a relação orgânica entre os documentos;

    d) implementação de metadados associados aos documentos (jurídico-administrativo, de proveniência, de procedimentos, documental e tecnológico);

    e) integração entre os documentos digitais e convencionais;

    f) foco na manutenção da autenticidade dos documentos;

    g) avaliação e seleção dos documentos para recolhimento e preservação daqueles considerados de valor permanente;

    h) aplicação da tabela de temporalidade e destinação de documentos;

    i) transferência e recolhimento de documentos por meio de uma função de exportação;

    j) gestão de preservação de documentos.


    Fonte: e-Arq Brasil, página 11.

  • CORRETA.

    SIGAD (Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos): é um conjunto de procedimentos e operações técnicas, características do sistema de gestão arquivística de documentos, processados por um computador. Pode compreender um software particular, um determinado número de softwares integrados, adquiridos ou desenvolvidos por encomenda ou uma combinação desses. 

     

    Felipe Petrachini

  • Segundo o grupo que elaborou o Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Aquivística de Documentos, conhecido como e-ARQ Brasil, os requisitos mínimos que caracterizam um Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documento (SIGAD) são: 

    a) captura, armazenamento, indexação e recuperação de todos os tipos de documentos arquivísticos;

    b) ptura, armazenamento, indexação e recuperação de todos os componentes digitais do documento arquivístico como uma unidade complexa;

    c) gestão de documentos a partir do plano de classificação para manter a relação orgânica entre os documentos;

    c) implementação de metadados associados aos documentos para descrever os contextos desses documentos.

  • CERTO

    Um SIGAD contempla funcionalidades, tais como: gestão e aplicação do plano e código de classificação; captura; avaliação e destinação (aplicação da tabela de temporalidade); pesquisa, localização e apresentação; segurança; armazenamento e preservação. Pode incluir ainda outras funcionalidades, como tramitação e fluxo de trabalho, e características, como usabilidade; interoperabilidade; disponibilidade; e desempenho e escalabilidade.

  • Olhem aí a banca repetindo questões...

    Q474124 - MPU 2013

    A captura, o armazenamento, a indexação e a recuperação de todos os tipos de documentos de arquivo são requisitos arquivísticos que caracterizam um sistema informatizado de gestão arquivística de documentos. (gab: certo)

    Q592264 - STJ 2015

    A captura, o armazenamento, a indexação e a recuperação de todos os tipos de documentos de arquivo são requisitos arquivísticos que caracterizam um SIGAD. (gab: certo)

  • RICA

    Recuperação

    Indexação

    Captura

    Armazenamento


ID
1176991
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A respeito dos sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos (SIGAD), julgue o  próximo  item.

 

A integração de documentos digitais com os documentos convencionais constitui um dos objetivos do SIGAD.

Alternativas
Comentários
  • ABRANGÊNCIA DE UM SIGAD 

    • documentos arquivísticos convencionais (analógicos), 
    • documentos arquivísticos digitais (convencionais ou dinâmicos, inclusive bancos de dados e páginas web). 

    fonte: http://www.ufjf.br/siarqsis/files/2009/06/oqehsigad.pdf

    GAB CERTO

  • Objetivos de um Sigad:

    Orientar a implantação da gestão arquivística de documentos arquivísticos digitais e não digitais;

    Fonte: e-Arq Brasil 2011, Arquivo Nacional. Pág. 12

  • Dúvida:

    No E-Arq Brasil, página, 11, "A integração de documentos digitais com os documentos convencionais", é um requisito arquivístico que caracteriza um Sigad, e não objetivo , como diz a questão. 

    A página 12 do E-Arq cita como objetivos:

    • Orientar a implantação da gestão arquivística de documentos arquivísticos digitais e não digitais;
    • Fornecer especificações técnicas e funcionais, além de metadados, para orientar a aquisição e/ou a
    especificação e desenvolvimento de sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos.

    Ou seja, oitem teoricamente deveria ser gabaritado como ERRADO, 

     

  • Não entendi o porquê que o gabarito é certo. São objetivos de um SIGAD:

    - Orientar a implantação da gestão arquivística de documentos arquivísticos digitais e não digitais;
    - Fornecer especificações técnicas e funcionais, além de metadados, para orientar a aquisição e/ou a
    especificação e desenvolvimento de sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos.

    A integração é um requisito. Concordo com a colega Alana. 

  • GABARITO: CERTO

    REQUISITOS ARQUIVÍSTICOS QUE CARACTERIZAM UM SIGAD

    Captura, armazenamento, indexação e recuperação de todos os tipos de documentos arquivísticos;

    ecuperação

    I ndexação

    aptura

    rmazenamento

    Captura, Armazenamento, Indexação e Recuperação de todos os componentes digitais do documento arquivístico como uma unidade complexa(*);

    (*) Um documento arquivístico digital pode ser constituído por vários componentes digitais, como, por exemplo, um relatório acompanhado de planilhas, fotografias ou plantas, armazenados em diversos arquivos digitais.

    Além disso, há que se considerar a relação orgânica dos documentos arquivísticos.

    Gestão dos documentos a partir do plano de classificação para manter a relação orgânica entre os documentos;

    Implementação de metadados associados aos documentos para descrever os contextos desses mesmos documentos (jurídico-administrativo, de proveniência, de procedimentos, documental e tecnológico);

    Integração entre documentos digitais e convencionais;

    Autenticidade: Qualidade da informação que tenha sido produzida, expedida, recebida ou modificada por determinado indivíduo, equipamento ou sistema.

    Avaliação e seleção dos documentos para recolhimento e preservação daqueles considerados de valor permanente;

    Aplicação de tabela de temporalidade e destinação de documentos;

    Transferência e recolhimento dos documentos por meio de uma função de exportação;

    Gestão de preservação dos documentos.

    GED X SIGAD

    Um GED trata os documentos de maneira compartimentada, enquanto o SIGAD o faz a partir de uma concepção orgânica, ou seja, os documentos possuem uma inter-relação que reflete as atividades da instituição que os criou. Além disso, diferentemente do SIGAD, o GED nem sempre incorpora o conceito arquivístico de ciclo de vida dos documentos;

    RESUMO DA AULA DO GRAN CURSOS - PROF ÉLVIS MIRANDA.


ID
1176994
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A respeito dos sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos (SIGAD), julgue o  próximo  item.

 

Os softwares de gestão eletrônica de documentos (GED) ou de gestão de documentos eletrônicos são caracterizados como SIGAD.

Alternativas
Comentários
  • Errado. De acordo com Renato Valentini (2013) —  O gerenciamento eletrônico dos documentos funciona com softwares e hardwares específicos e usa, geralmente, as mídias ópticas para armazenamento. A sua finalidade é otimizar e racionalizar a gestão documental.

      Os documentos são preparados, no GED, para serem digitalizados em “escâners especiais”. Depois de digitalizados, eles são conferidos e gravados em meios magnéticos ou discos ópticos.

      No GED, podemos listar as seguintes tecnologias relacionadas com a Arquivologia:

      • Document Management – DM (Gerenciamento de documentos)

      É a tecnologia que permite gerenciar a produção, revisão, aprovação e eliminação de documentos eletrônicos. O setor de protocolo se beneficiou bastante com ela.

      • Document Imaging – DI (Gerenciamento da imagem dos documentos)

      É a tecnologia mais divulgada do GED. Converte papel em imagem (meio físico para o digital), através do processo de digitalização, com o uso de scanners.

      • Record and Information Management – RIM

      É o gerenciamento do ciclo vital de um documento, não importando a mídia em que ele se insira.

      • Workflow (Gestão do fluxo de trabalho)

      Controla e gerencia processos dentro de uma organização, garantindo que as tarefas sejam executadas por pessoas capacitadas, e no espaço de tempo previsto.

  • Diferentemente do GED, o doc de um SIGAD reflete as atividades da instituição criadora e respeita o ciclo de vida dos docs.

    Fonte:

    "Um GED trata os documentos de maneira compartimentada, enquanto o SIGAD parte de uma concepção orgânica, qual seja, a de que os documentos possuem uma inter-relação que reflete as atividades da instituição que os criou. Além disso, diferentemente do SIGAD, o GED nem sempre incorpora o conceito arquivístico de ciclo de vida dos documentos;"

    e-ARQ Brasil, p. 11 (http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/media/publicacoes/earq/conarq_earqbrasil_model_requisitos_2009.pdf)


  • O e-ARQ Brasil estabelece requisitos mínimos para um Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos - SIGAD- independente da plataforma tecnológica em que for desenvolvido e/ou implantado.


    http://www.documentoseletronicos.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=32&sid=5

    O que é GED: A sigla GED significa Gerenciamento Eletrônico de Documentos ou Gestão Eletrônica de Documentos. Em linhas gerais, podemos descrever GED como um conjunto de tecnologias que permite a uma empresa gerenciar seus documentos em forma digital. Esses documentos podem ser das mais diversas origens, tais como papel, microfilme, imagem, som, planilhas eletrônicas, arquivos de texto etc.

    http://www.tiespecialistas.com.br/2013/09/o-que-e-ged-gestao-eletronica-documentos/
  • O GED é um conjunto de tecnologias utilizadas para organização da informação não estruturada, dividido nas seguintes funcionalidades: captura, gerenciamento, armazenamento e distribuição. Informação não estruturada aquela que não está armazenada em banco de dados (email, planilha Excel, arquivo de áudio, etc).

    O SIGAD é um conjunto de procedimentos e operações técnicas que visam o controle do ciclo de vida dos documentos, desde a produção até a destinação final, seguindo os princípios da gestão arquivística de documentos e apoiado em um sistema informatizado.

    Em termos leigos, enquanto um GED se compara uma atividade de gestão de documentos (ao protocolo, por exemplo) um SIGAD é a própria gestão de documentos, sendo auxiliada por sistemas informatizados. Então um GED está inserido em um SIGAD, mas não pode ser confundido com este, pois o SIGAD é muito maior.

    Gabarito do professor: Errado
  •  

    O que é o Gerenciamento eletrônico de documentos (GED)?


    Conjunto de tecnologias utilizadas para organização da informação não estruturada de um órgão ou entidade, que pode ser dividido nas seguintes funcionalidades: captura, gerenciamento, armazenamento e distribuição. Entende-se por informação não estruturada aquela que não está armazenada em banco de dados, como mensagem de correio eletrônico, arquivo de texto, imagem ou som, planilha etc.  Esto é, Documentos digitalizados. Fonte: E-ARQ Brasil

     

    O que é Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos SIGAD?

     


    É um conjunto de procedimentos e operações técnicas, característico do sistema de gestão arquivística de documentos, processado por computador. Pode compreender um software particular, um determinado número de softwares integrados, adquiridos ou desenvolvidos por encomenda, ou uma combinação destes. Isto é, Documentos digitais, Convencionais e Híbridos.  Fonte: E-ARQ Brasil. 

     

    O que é o Gestão de Documentos Eletrônicos - GDE? 

     

    GDE é a criação, uso e trâmite de documentos, processos e informações geradas nas atividades de uma empresa ou instituição através de ferramentas digitais, como intranets, portais e ferramentas de workflow, por exemplo. Isto é,  DOCUMENTOS NATO-DIGITAIS

    Fonte: https://www.arquivista.net/2012/08/21/diferencas_ged_gde/

     

     

    BIZU:

     

     GED (Documentos digitalizados)  + GDE ( Documentos Nato-Digitais)  =  SIGAD ( Documentos digitais, Convencionais e Híbridos) 

     

     

    SIGAD É A VERSÃO MELHORADA DO GED E DO GDE . 

     

     

     



  • A banca tentou enganar!! GED não é um SIGAD. Existem diferenças bem marcantes entre eles, que o cespe adora cobrar. De forma resumida:

    GED --> maneira compartimentada

    SIGAD --> concepção orgânica

    O que significa isso??

    O SIGAD parte da ideia de que os documentos possuem relações que refletem as atividades do órgão. Além disso, trabalha sempre com a ideia de ciclo documental. Coisa que o GED nem sempre faz.

  • Pão pão queijo queijo

    Pão com queijo

    Sem lactose


ID
1176997
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A respeito dos sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos (SIGAD), julgue o  próximo  item.

 

O SIGAD abrange os documentos armazenados nos arquivos permanentes.

Alternativas
Comentários
  • ALGUMAS CARACTERÍSTICAS ARQUIVÍSTICAS IMPORTANTES DE UM SIGAD 

    • captura, armazenamento, indexação e recuperação de todos os tipos de documentos arquivísticos e de todos os componentes digitais do documento arquivístico, como,por exemplo, um relatório com os anexos em diferentes arquivos;
    • integração entre documentos digitais e não digitais;
    • gestão dos documentos a partir do plano de classificação;
    • avaliação dos documentos e aplicação da tabela de temporalidade e destinação para recolhimento e preservação dos que tenham valor permanente;

    GAB ERRADO

    ABRANGÊNCIA DE UM SIGAD 

    • documentos arquivísticos convencionais (analógicos), 
    • documentos arquivísticos digitais (convencionais ou dinâmicos, inclusive bancos de dados e páginas web). 





  • Nao entendi pq na questão 392328 fala que são TODOS os docs... :( alguem poderia me esclarecer? Obg!

  • De acordo com a Orientação Técnica n.º 1, Abril / 2011, do CONARQ:

    o SIGAD abrange as fases corrente e intermediária da gestão de documentos e apoia procedimentos de preservação. Porém,  não compreende as funcionalidades necessárias para a guarda de documentos permanentes, isto é, não tem por objetivo implementar todos os procedimentos de preservação digital necessários aos documentos de guarda permanente. 


  • GABARITO: ERRADO

    SIGAD – SISTEMA DE GESTÃO ARQUIVÍSTICA DE DOCUMENTOS

    É um conjunto de procedimentos e operações técnicas que visam o controle do ciclo de vida dos documentos, desde a produção até a destinação final, (CORRENTE - INTERMEDIÁRIA) seguindo os princípios da gestão arquivística de documentos e apoiado em um sistema informatizado.

    E-Arq Brasil.

  • Resposta: não, porque um SIGAD é um sistema de gestão e sistemas de gestão, assim como a gestão convencional, só é aplicada nas fases corrente e intermediária.

    Resposta: errada

  • Lembra da Gestão de documentos? (conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes a sua produção, tramitação, utilização, avaliação e arquivamento nas fases correntes e intermediarias, visando sua destinação, famoso PUTAA) Então, basicamente é a mesma coisa no meio informático.


ID
1177000
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

No que se refere aos documentos digitais, julgue o item subsequente.

 

Planilhas eletrônicas, mensagens de correio eletrônico, sítios na Internet, bases de dados e de textos, imagens fixas e em movimento, gravações sonoras são exemplos de documentos arquivísticos digitais.

Alternativas
Comentários
  • Errei por pensar que imagens fixas e em movimento -> iconográfico, filmográfico
    Gravações sonoras -> sônoro : som + áudio Ex: discurso em fita, escuta telefônica

    GAB CERTO
    Gênero informático/digitais ( meio digital): documentos gravados em meio digital e que, por isso, necessitam de equipamentos eletrônicos para serem lidos.
    mesmo não concordando.

  • Errei pelo mesmo motivo...não entendo como imagem fixa só pode ser vista por meio digital

  • Boa tarde, gente a questão é simples:

    Planilhas eletrônicas (ok, excel, calc, já está explícito),

    mensagens de correio eletrônico (como outra correspondência, mas enviada por email, a resolução n 36 do CONARQ deixa claro), sítios na Internet (de forma geral são considerados documentos arquivísticos),

    bases de dados e de textos (idem ao anterior),

    imagens fixas (fotos, gravuras, etc) e

    [imagens] em movimento (qualquer filme),

    gravações sonoras (exclusivamente som) são exemplos de

    documentos arquivísticos digitais (documentos gravados em dígitos binários, quaisquer dos citados acima podem estar em dígitos binários e alguns são exclusivamente digitais).

  • Pessoal, 

    Segundo João Tiago e Leonardo Reis em Arquivologia Facilitada 2ªed. "Estas categorias classificatórias podem ocorrer simultaneamente em alguns casos quando, em um determinado documento, existirem características peculiares tanto a um gênero quanto a outro. Em uma fotografia, por exemplo, pode-se afirmar que ela é, ao mesmo tempo, tanto um documento iconográfico —porque é uma imagem estática — quanto um documento informático — porque é um arquivo constituído por uma estrutura digital, manipulado e lido por computador.

  • Colega Stella e Juarez, 


    não sei se entendi o questionamento de vocês mas a questão não afirma que imagens fixas só podem ser vistas por meio digital, ou seja, o conceito não é limitado.  Quanto ao seu questionamento, colega Juarez,  a questão fala que os documentos destacados são documentos arquivísticos digitais e isso independe de gênero. 

  • Pessoal, essa questão foi extraída literalmente do E-arq Brasil. Esse é um tipo de questão de memorização. Se ficarmos indagando a respeito se é ou não documento digital, provavelmente erraremos sempre que nos depararmos com questões desse tipo.

     

    E-arq Brasil: http://www.documentoseletronicos.arquivonacional.gov.br/media/e-arq-brasil-2011-corrigido.pdf  página 11

     

    "No caso dos documentos digitais, um SIGAD deve abranger todos os tipos de documentos arquivísticos digitais do órgão ou entidade, ou seja, textos, imagens fixas e em movimento, gravações sonoras, mensagens de correio eletrônico, páginas web, bases de dados."

     

    Existem questões que só de bater o olho dá pra saber que é um Ctrl B Ctrl V. Nesse caso, mesmo que não faça muito sentido, geralmente marcamos certo porque foi retirada de uma bibliografia de referência da área.

  • Colega Serenna,

    Obrigado, mas só se for ver a título de arquivos digitais ao pé da letra, informáticos etc. Aí sim, posso tentar concordar.

  • Se o gabarito fosse "ERRADO", todos estariam justificando o porquê do erro.

     

  • Resolução: pessoal, esses exemplos foram retirados do Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística Documentos, o e-ARQ Brasil. Ele diz que "No caso dos documentos digitais, um SIGAD(adendo meu: que é um Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos) deve abranger todos os tipos de documentos arquivísticos digitais do órgão ou entidade, ou seja, textos, imagens fixas e em movimento, gravações sonoras, mensagens de correio eletrônico, páginas web, bases de dados."

    Então, sim, todos os exemplos referem-se aos documentos arquivísticos digitais.

    Resposta: certa

  • Deveria ser considerada como errada. Nem toda planilha, correio eletrônico e sítio da internet são documentos arquivísticos digitais. Podem ser Documentos digitais, mas para ser Arquivístico tem que deixar claro na questão a organicidade (Produção no decorrer das atividades da entidade). Ou seja, questão passível de recurso.

  • Em nenhum momento a assertiva mencionou a relação orgânica. São exemplos de documentos digitais. E para serem considerados documentos arquivísticos digitais, conforme a redação do E-arq, como muitos mencionaram, deveria ao menos mencionar a palavra ORGÃO/ENTIDADE.

  • Marquei como errado porque a questão não falou que esses documentos foram produzidos ou recebidos no decorrer das atividades de uma instituição ou orgão. Em outras questões essa distinção entre documentos digitais e documentos arquivísticos digitais já foi feita.

  • Questão retirada da Resolução CONARQ n° 20:

     §2º Considera-se documento arquivístico digital o documento arquivístico codificado em dígitos binários, produzido, tramitado e armazenado por sistema computacional. São exemplos de documentos arquivísticos digitais: planilhas eletrônicas, mensagens de correio eletrônico, sítios na internet, bases de dados e também textos, imagens fixas, imagens em movimento e gravações sonoras, dentre outras possibilidades, em formato digital.

  • O item não diz que o documento foi produzido ou recebido em razão das suas funções, isto é, que o documento é orgânico. Logo, de acordo com o que a professora tem ensinado, esse item deveria ser errado.


ID
1177003
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

No que se refere aos documentos digitais, julgue o item subsequente.

 

A instituição arquivística pública que recebe documentos arquivísticos digitais deve possuir uma política de preservação digital com sustentação legal.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: C

    > Legislação e Normas > Resoluções CONARQResolução CONARQ n° 24, de 3 de agosto de 2006

    Art. 3º A instituição arquivística pública, na sua esfera de competência, deverá atender aos seguintes requisitos para o recebimento dos documentos arquivísticos digitais:

    a) estabelecer política de preservação digital com sustentação legal, de maneira a possuir infra-estrutura organizacional, incluindo recursos humanos, tecnológicos e financeiros adequados, para receber, descrever, preservar e dar acesso aos documentos arquivísticos digitais sob sua guarda, garantindo o armazenamento e segurança de longo prazo....

    Bons Estudos

  • Só para complementar o que a colega mostrou, já que o cespe cobrou isso outras vezes. São 2 requisitos:

    a) estabelecer política de preservação digital com sustentação legal, de maneira a possuir infra-estrutura organizacional, incluindo recursos humanos, tecnológicos e financeiros adequados, para receber, descrever, preservar e dar acesso aos documentos arquivísticos digitais sob sua guarda, garantindo o armazenamento e segurança de longo prazo, e

    b) garantir a manutenção e atualização do ambiente tecnológico responsável pela preservação e acesso dos documentos arquivísticos digitais sob sua custódia, como softwares, hardwares, formatos de arquivo e mídias de armazenamento digital.


ID
1177006
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

No que se refere aos documentos digitais, julgue o item subsequente.

 

O surgimento do documento arquivístico digital acarretou a elaboração do sistema informatizado de gestão arquivística de documentos (SIGAD).

Alternativas
Comentários
  • Juarez, sua explicação não responde a questão citada.

    O eARQ Brasil, na página 11 diz:

    "A produção de documentos digitais levou à criação de sistemas informatizados de gerenciamento de documentos. Entretanto, para se assegurar que documentos arquivísticos digitais sejam confiáveis e autênticos e possam ser preservados com essas características, é fundamental que os sistemas acima referidos incorporem os conceitos arquivísticos e suas implicações no gerenciamento dos documentos digitais". 

    No trecho em negrito, o texto está se referindo ao SIGAD, pois a principal diferença entre GED E SIGAD é que o GED não inclui necessariamente os princípios arquivísticos em seu sistema. Já o SIGAD, inclui os conceitos arquivísticos, partindo de uma concepção orgânica e inter-relacionada.

    Fonte: http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=510&sid=11 

  • Aqui está a passagem onde é dito exatamente a assertiva da prova:

    A produção de documentos digitais levou à criação de sistemas informatizados de gerenciamento de documentos (SIGAD). Entretanto, para se assegurar que documentos arquivísticos digitais sejam confiáveis e autênticos e possam ser preservados com essas características, é fundamental que os sistemas acima referidos incorporem os conceitos arquivísticos e suas implicações no gerenciamento dos documentos digitais.

    fonte: E-ARQ BRASIL http://www.documentoseletronicos.arquivonacional.gov.br/media/e-arq-brasil-2011-corrigido.pdf


ID
1177009
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

No que se refere aos documentos digitais, julgue o item subsequente.

 

Os documentos arquivísticos digitais considerados de guarda permanente podem ser mantidos nos órgãos públicos federais.

Alternativas
Comentários
  • Art. 18 - Compete ao Arquivo Nacional a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Executivo Federal, bem como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda, e acompanhar e implementar a política nacional de arquivos.


    Lei 8.159

  • Questão incorreta.


  • Pra mim caberia recurso, por que o Arquivo Nacional é um órgão público federal.

  • Colega Pedro Triunfo,  de fato o Arquivo Nacional é um órgão da administração pública federal. Entretanto, o questionamento do examinador é sobre o recolhimento dos documentos no âmbito dos órgãos públicos federais. Cada esfera tem o dever de recolher os documentos de valor secundário e a instituição que faz isso, em âmbito federal, é o Arquivo Nacional. 

    Lei nº 8.159/91

    Art. 18 - Compete ao Arquivo Nacional a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Executivo Federal, bem como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda, e acompanhar e implementar a política nacional de arquivos.
    Art. 19 - Competem aos arquivos do Poder Legislativo Federal a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Legislativo Federal no exercício das suas funções, bem como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda.
    Art. 20 - Competem aos arquivos do Poder Judiciário Federal a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Judiciário Federal no exercício de suas funções, tramitados em juízo e oriundos de cartórios e secretarias, bem como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda.
  •  A resposta dessa questão encontra-se na:

    RESOLUÇÃO Nº 24, DE 3 DE AGOSTO DE 2006

        Art. 6º O órgão ou entidade que transfere ou recolhe documentos arquivísticos digitais manterá uma cópia, até que a instituição arquivística pública emita atestado de validação aprovando o processo de transferência ou recolhimento. 
      Parágrafo único. A cópia a que se refere este artigo deverá ser eliminada de forma irreversível e por método seguro e comprovado.


    Comentário: A questão afirma que os documentos digitais "podem " ser mantidos nos órgãos públicos federais, quando na verdade eles devem eliminar as cópias dos documentos digitais quando forem recolhidos. 

  • De fato é errada. O suporte da informação é digital, independente disso, se for do Executivo Federal compete o recolhimento ao Arquivo Nacional. Se for do Legislativo Federal cabe o recolhimento ao Poder Legislativo Federal. Se for o Judiciário Federal cabe o recolhimento ao Poder Judiciário Federal.

  • DEVEM SER MANTIDOS

     

    A palavra "podem" dá a possibilidade de não serem mantidos. E docs permanentes NUNCA poderão ser eliminados.

  • Os documentos arquivístico digitais avaliados como permanentes, assim como todos os demais, devem ser recolhidos à instituição arquivística pública na respectiva esfera de competência.

    No caso específico do TCDF, os seus documentos digitais permanentes devem ser recolhidos ao Arquivo Público do Distrito Federal - ArPDF, que é a instituição arquivística pública responsável por gerir e recolher os documentos produzidos pelos órgãos e entidades do Poder Público do DF.

    Importante mencionar que não deve haver diferenciação no tratamento entre documentos digitais ou tradicionais, além daqueles relativos à sua natureza específica, para fins de conservação e preservação.

    Gabarito do professor: Errado
  • Do arts 18 ao 20 se fala em RECOLHIMENTO = guarda de arquivos permanentes. E os arquivos permanentes devem ser guardados pelos respecitvos poderes.. E não "PODEM", como afirma a questão.

    Lei nº 8.159/91
    Art. 18 - Compete ao Arquivo Nacional a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Executivo Federal, bem como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda, e acompanhar e implementar a política nacional de arquivos.
    Art. 19 - Competem aos arquivos do Poder Legislativo Federal a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Legislativo Federal no exercício das suas funções, bem como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda.
    Art. 20 - Competem aos arquivos do Poder Judiciário Federal a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Judiciário Federal no exercício de suas funções, tramitados em juízo e oriundos de cartórios e secretarias, bem como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda.

  • Arquivo Nacional: Gestão dos documentos do Poder Executivo Federal.

    Da leitura dos arts. 19 e 20 (L 8.159/91), depreende-se que o recolhimento e tratamento dos documentos aquivísticos dos Poderes Legislativo e Judiciário são de competência desses respectivos Poderes.

  • Comentário do Professor QC


    Os documentos arquivístico digitais avaliados como permanentes, assim como todos os demais, devem ser recolhidos à instituição arquivística pública na respectiva esfera de competência.


    No caso específico do TCDF, os seus documentos digitais permanentes devem ser recolhidos ao Arquivo Público do Distrito Federal - ArPDF, que é a instituição arquivística pública responsável por gerir e recolher os documentos produzidos pelos órgãos e entidades do Poder Público do DF.


    Importante mencionar que não deve haver diferenciação no tratamento entre documentos digitais ou tradicionais, além daqueles relativos à sua natureza específica, para fins de conservação e preservação.

  • O QUE VALE É A REGRA PEDRO , A ECESSAO É SO QUANDO A QUESTAO DEIXA MARGEM PARA PARA ESSA INTERPRETACAO

  • Os Arquivos digital permanentes devem ser recolhidos à instituição arquivística pública na respectiva esfera de competência.

    NO caso do TCDF→ Ao Arquivo Público do Distrito Federal - ArPDF



  • ?

    (CESPE/TRT - 17ª Região/2013/Analista - Arquivologia) A guarda e o acesso aos documentos de valor permanente é atribuição dos membros do SINAR. (Certo)

  • Mas o Arquivo Nacional é um órgão federal, WHAT?

  • Gab: ERRADO

    Discordo dos colegas! Para mim a questão é bem clara!!!

    • Entendi que os documentos de Valor Permanente poderiam ficar guardados/ arquivados NOS órgãos, ou seja, na estrutura física de cada órgão público, o que realmente é incorreto, visto que o documento permanente deixaria de ficar recolhido no Órgão competente para tratar desse assunto e passaria a ser guardado em cada órgão, como se fosse de responsabilidade de cada instituição essa guarda!

    Erros, mandem mensagem :)


ID
1177012
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com relação aos requisitos dos sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos (SIGAD) e aos metadados, julgue o  seguinte  item.

 

A tramitação é um elemento de metadado vinculado à entidade documento.

Alternativas
Comentários
  • Questão errada, vejam o conceito correto de tramitação em outras questões:

    Prova: CESPE - 2011 - TRE-ES - Analista - Arquivologia - Específicos

    Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Protocolo

    O curso de um documento, desde a sua produção ou recepção até o cumprimento de sua função administrativa, denomina-se tramitação.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2011 - TJ-ES - Analista Judiciário - Arquivologia - Específicos

    Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Protocolo

    A tramitação de um documento deve ocorrer nos setores que possuam permissão para tomar uma decisão sobre esse documento.

    GABARITO: CERTA.

  • Tramitação é uma das fases do protocolo. 
    Os metadados são dados dos dados, ou seja dados dos documentos.

    Os metadados são imprescindíveis para assegurar autenticidade, compreensão e uso dos documentos digitais; descrevem como a informação foi registrada (hardware, software, formato, linguagem, estrutura de dados) e identificam o documento (autor, data(s), assunto, hora de transmissão, código de classificação, etc.). 


    GAB ERRADO

  • A questão está errada, pois a tramitação é um elemento de metadado vinculado à entidade evento de gestão. 

    E- arq Brasil 2011
    Página 92
    Foram definidos metadados para as entidades: documento, evento de gestão, classe, agente, componente digital e evento de preservação. Evento de gestão refere - se ás ações de gestão que ocorrem com os documentos arquivísticos ao longo de seu ciclo de vida, como captura, tramitação, abertura e encerramento de processo/dossiê, classificação, desclassificação, eliminação, transferência, recolhimento, entre outros.
    Página 94 Os elementos de metadados estão reunidos de acordo com a estrutura a seguir: 2 Evento de gestão 2.1 Captura 2.2 Tramitação
    Sugestão: Favor analisar melhor o conteúdo das questões antes de escrever os comentários, pois tenho visto alguns comentários com informação incorreta.
  • A explicação correta é a da Tatiana Nunes. O arquivo de onde ela extraiu está neste link: www.documentoseletronicos.arquivonacional.gov.br/media/e-arq-brasil-2011-corrigido.pdf

  • Só para ficar mais claro: a TRAMITAÇÃO é um metadado vinculado ao EVENTO DE GESTÃO e não ao DOCUMENTO como a questão aborda. 

    Os metadados possuem as seguintes estruturas:

    1 Documento 1.1 Identificador do documento 1.2 Número do documento 1.3 Número do protocolo 1.4 Identificador do processo/dossiê 1.5 Número do processo/dossiê 1.6 Identificador do volume 1.7 Número do volume 1.8 Tipo de meio 1.9 Status 1.10 Identificador de versão 1.11 Título 1.12 Descrição 1.13 Assunto 1.14 Autor 1.15 Destinatário 1.16 O riginador 1.17 Redator 1.18 Interessado 1.19 Procedência 1.20 Identificador do componente digital 1.21 Gênero 1.22 Espécie 1.23 Tipo 1.24 Idioman 1.25 Quantidade de folhas/página 1.26 Numeração sequencial dos documentos 1.27 Indicação de anexos 1.28 Relação com outros documentos 1.29 Níveis de acesso 1.30 Data de produção 1.31 Classe 1.32 Destinação prevista 1.33 Prazo de guarda 1.34 L ocalização 


    2 Evento de gestão 2.1 Captura 2.2 Tramitação 2.3 Transferência 2.4 Recolhimento 2.5 Eliminação 2.6 Abertura_processo/dossiê 2.7 Encerramento_processo/dossiê 2.8 Reabertura_processo/dossiê 2.9 Abertura_volume 2.10 Encerramento_volume 2.11 Juntada_anexação 2.12 Juntada_apensação 2.13 Desapensação 2.14 Desentranhamento 2.15 Desmembramento 2.16 Classificação_sigilo 2.17 Desclassificação_sigilo 2.18 Reclassificação_sigilo


    3 Classe 3.1 Descrição de classe 3.1.1 Classe_nome 3.1.2 Classe_código 3.1.3 Classe_subordinação 3.1.4 Registro de abertura 3.1.5 Registro de desativação 3.1.6 Reativação de classe 3.1.7 Registro de mudança de nome de classe 3.1.8 Registro de deslocamento de classe 3.1.9 Registro de extinção 3.1.10 Indicador de classe ativa/inativa 3.2 Temporalidade associada à classe 3.2.1 Classe_código 3.2.2 Prazo de guarda na fase corrente 3.2.3 Evento que determina a contagem do prazo de guarda na fase corrente 3.2.4 Prazo de guarda na fase intermediária 3.2.5 Evento que determina a contagem do prazo de guarda na fase intermediária 3.2.6 Destinação final 3.2.7 Registro de alteração 3.2.8 Observações


    4 Agente 4.1 Nome 4.2 Identificador 4.3 Autorização de acesso 4.4 Credenciais de autenticação 4.5 Relação 4.6 Status do agente


    5 Componente digital 5.1 Identificador do componente digital 5.2 Nome original 5.3 Características técnicas 5.4 Formato de arquivo 5.5 Armazenamento 5.6 Ambiente de software 5.7 Ambiente de hardware5.8 Dependência 5.9 Relação com outros componentes digitais 5.10 F ixidade 6 Evento de preservação 6.1 Compressão 6.2 Decifração 6.3 Validação de assinatura digital 6.4 Verificação de fixidade 6.5 Cálculo hash 6.6 Migração 6.7 Replicação 6.8 Verificação de vírus 6.9 Validação.


    Fonte: e-Arq Brasil - páginas 93, 94, 95.
  • Segundo o E-arq Brasil. a tramitação é um elemento de metadado vinculado à entidade "evento de gestão'.

    A entidade "documento" possui os seguintes metadados: Identificador do documento, Número do documento, Número do protocolo, Identificador do processo/dossiê, Número do processo/dossiê, Identificador do volume, Número do volume, Tipo de meio, Status, Identificador de versão, Título, Descrição, Assunto, Autor, Destinatário, Originador, Redator, Interessado, Procedência, Identificador do componente digital, Gênero, Espécie, Tipo, Idioma, Quantidade de folhas/página, Numeração sequencial dos documentos, Indicação de anexos, Relação com outros documentos, Níveis de acesso, Data de produção, Classe, Destinação prevista, Prazo de guarda, e Localização.

    Gabarito do professor: Errado
  • Direto ao ponto! Muito textão, que loucura!

    A tramitação é um elemento de metadado vinculado à entidade documento (EVENTO DE GESTÃO).

    Justificativa: Tramitação é justamente a gestão do documento desde a sua entrada/criação -> guarda ou eliminação.

    GABARITO: ERRADO

  • Eu acho essa parte de metadados bem difícil. Quase toda prova tem um item sobre isso :(

    Q1038390 - TJ/AM 2019

    No eArq Brasil, o modelo de metadados foi definido para seis entidades que possuem relacionamentos entre si. O evento de gestão, por exemplo, se refere às ações de gestão que ocorrem com os documentos arquivísticos ao longo de seu ciclo de vida, como a captura, a tramitação e a abertura de processo. (gab: certo)


ID
1177015
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com relação aos requisitos dos sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos (SIGAD) e aos metadados, julgue o  seguinte  item.

 

Um SIGAD pode operar sem um plano ou um código de classificação, visto que a indexação permite o acesso aos documentos.

Alternativas
Comentários
  • Um SIGAD inclui operações como: captura de documentos, aplicação do plano de classificação, controle de versões, controle sobre os prazos de guarda e destinação, armazenamento seguro e procedimentos que garantam o acesso e a preservação a médio e longo prazo de documentos arquivísticos digitais e não digitais confiáveis e autênticos. 

    Requisitos arquivísticos que caracterizam um SIGAD:
    ● captura, armazenamento, indexação e recuperação de todos os tipos de documentos arquivísticos; 
    ● captura, armazenamento, indexação e recuperação de todos os componentes digitais do documento arquivístico como uma unidade complexa;
     ● gestão dos documentos a partir do plano de classificação para manter a relação orgânica entre os documentos; 
    ● implementação de metadados associados aos documentos para descrever os contextos desses mesmos documentos (jurídico-administrativo, de proveniência, de procedimentos, documental e tecnológico)


    GAB ERRADO


  • o Plano ou código de classificação de é o núcleo de um SIGAD. É esse Plano que vai estabelecer a relação orgânica e hierarquia dos documentos, o que fica claro nas unidades de arquivamento, ou seja, como o documento é considerado para fins de classificação, arranjo, armazenamento e notação. E, por isso, um SIGAD não pode operar sem ele.

    Resolução: errada

  • GABARITO: ERRADO

    REQUISITOS ARQUIVÍSTICOS QUE CARACTERIZAM UM SIGAD

    Captura, armazenamento, indexação e recuperação de todos os tipos de documentos arquivísticos;

    ecuperação

    I ndexação

    aptura

    rmazenamento

    Captura, Armazenamento, Indexação e Recuperação de todos os componentes digitais do documento arquivístico como uma unidade complexa(*);

    (*) Um documento arquivístico digital pode ser constituído por vários componentes digitais, como, por exemplo, um relatório acompanhado de planilhas, fotografias ou plantas, armazenados em diversos arquivos digitais.

    Além disso, há que se considerar a relação orgânica dos documentos arquivísticos.

    Gestão dos documentos a partir do plano de classificação para manter a relação orgânica entre os documentos;

    Implementação de metadados associados aos documentos para descrever os contextos desses mesmos documentos (jurídico-administrativo, de proveniência, de procedimentos, documental e tecnológico);

    Integração entre documentos digitais e convencionais;

    Autenticidade: Qualidade da informação que tenha sido produzida, expedida, recebida ou modificada por determinado indivíduo, equipamento ou sistema.

    Avaliação e seleção dos documentos para recolhimento e preservação daqueles considerados de valor permanente;

    Aplicação de tabela de temporalidade e destinação de documentos;

    Transferência e recolhimento dos documentos por meio de uma função de exportação;

    Gestão de preservação dos documentos.

    GED X SIGAD

    Um GED trata os documentos de maneira compartimentada, enquanto o SIGAD o faz a partir de uma concepção orgânica, ou seja, os documentos possuem uma inter-relação que reflete as atividades da instituição que os criou. Além disso, diferentemente do SIGAD, o GED nem sempre incorpora o conceito arquivístico de ciclo de vida dos documentos;

    RESUMO DA AULA DO GRAN CURSOS - PROF ÉLVIS MIRANDA.

  • Errado! O SIGAD precisa do plano de classificação. Alguns trechos do e-arq Brasil:

    Pág 11:

    Um SIGAD inclui operações como: captura de documentos, aplicação do plano de classificação, controle de versões, controle sobre os prazos de guarda e destinação, armazenamento seguro e procedimentos que garantam o acesso e a preservação a médio e longo prazo de documentos arquivísticos digitais e não digitais confiáveis e autênticos.

    Pág 36:

    É necessário o desenvolvimento de uma série de instrumentos para apoiar os procedimentos e operações técnicas de gestão arquivística de documentos.

    Instrumentos principais:

    - plano de classificação, codificado ou não, baseado nas funções e atividades do órgão ou entidade;

    - tabela de temporalidade e destinação;

    - manual de gestão arquivística de documentos;

    - esquema de classificação referente à segurança e ao acesso aos documentos.

    Instrumentos adicionais:

    - glossário;

    - vocabulário controlado;

    - tesauro.

    Fonte: http://conarq.gov.br/images/publicacoes_textos/earqbrasil_model_requisitos_2009.pdf


ID
1177018
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com relação aos requisitos dos sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos (SIGAD) e aos metadados, julgue o  seguinte  item.

 

É dispensável a associação de metadados às unidades de arquivamento em um SIGAD.

Alternativas
Comentários
  • Q206700 Arquivologia Disciplina - Assunto  SIGAD Ano: 2011 Banca: CESPE Órgão: EBC Prova: Analista - Arquivologia

    Um requisito obrigatório em um SIGAD é permitir a associação de metadados às unidades de arquivamento.

    Questão CORRETA.

  • e-Arq, requisito obrigatório 1.2.4 "Um SIGAD tem que permitir a associação de metadados às unidades de arquivamento e deve restringir a inclusão e alteração desses metadados a usuários autorizados."

  • Um dos objetivos do SIGAD, afim de descrever o contexto dos documentos, é a implementação de metadados. Ou seja, são os metadados que irão registrar o histórico de acesso(usuário/data do último acesso/ modificação...etc.). Portanto seria o equivalente à: tramitação!

  • GABARITO: ERRADO

    REQUISITOS ARQUIVÍSTICOS QUE CARACTERIZAM UM SIGAD

    Captura, armazenamento, indexação e recuperação de todos os tipos de documentos arquivísticos;

    ecuperação

    I ndexação

    aptura

    rmazenamento

    Captura, Armazenamento, Indexação e Recuperação de todos os componentes digitais do documento arquivístico como uma unidade complexa(*);

    (*) Um documento arquivístico digital pode ser constituído por vários componentes digitais, como, por exemplo, um relatório acompanhado de planilhas, fotografias ou plantas, armazenados em diversos arquivos digitais.

    Além disso, há que se considerar a relação orgânica dos documentos arquivísticos.

    Gestão dos documentos a partir do plano de classificação para manter a relação orgânica entre os documentos;

    Implementação de metadados associados aos documentos para descrever os contextos desses mesmos documentos (jurídico-administrativo, de proveniência, de procedimentos, documental e tecnológico);

    Integração entre documentos digitais e convencionais;

    Autenticidade: Qualidade da informação que tenha sido produzida, expedida, recebida ou modificada por determinado indivíduo, equipamento ou sistema.

    Avaliação e seleção dos documentos para recolhimento e preservação daqueles considerados de valor permanente;

    Aplicação de tabela de temporalidade e destinação de documentos;

    Transferência e recolhimento dos documentos por meio de uma função de exportação;

    Gestão de preservação dos documentos.

    GED X SIGAD

    Um GED trata os documentos de maneira compartimentada, enquanto o SIGAD o faz a partir de uma concepção orgânica, ou seja, os documentos possuem uma inter-relação que reflete as atividades da instituição que os criou. Além disso, diferentemente do SIGAD, o GED nem sempre incorpora o conceito arquivístico de ciclo de vida dos documentos;

    RESUMO DA AULA DO GRAN CURSOS - PROF ÉLVIS MIRANDA.

  • É dispensável (CORRETO: indispensável) a associação de metadados às unidades de arquivamento em um SIGAD.

  • Ano: 2013 Banca:  Órgão:  Prova: 

    Julgue o próximo item, acerca do Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documento (SIGAD).

    Os metadados são as informações necessárias à operação do SIGAD.

     Resposta: Errado

    Interpretei mal ou as duas questões tem gabaritos diversos sobre os metadados do sigad?

    Podem me ajudar?


ID
1177021
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com relação aos requisitos dos sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos (SIGAD) e aos metadados, julgue o  seguinte  item.

 

O registro nos metadados da data de abertura e de encerramento de um processo é um requisito obrigatório do SIGAD.

Alternativas
Comentários
  • Consta no e-arq Brasil que:

    Um recurso de fluxo de trabalho de um SIGAD tem que fornecer um histórico de movimentação dos documentos.
    O histórico de movimentação corresponde a um conjunto de metadados de datas de entrada e saída, nomes de responsáveis, título do documento, providências etc.

  • Questão correta
    E-arq Brasil 2011, pág. 42

    1.3.1 Um Sigad tem que registrar nos metadados as datas de abertura e de encerramento do dossiê/processo. ( Requisito obrigatório)
  • Pra quem sabia que esse requisito é realmente obrigatório, essa questão foi fácil. Acho que a pegadinha é que nos VOLUMES o SIGAD coloca como altamente desejável (AD) a inserção de metadados correspondentes às datas de abertura e encerramento. Daí cabe a distinção entre processo/dossiê/volume. Nos processos é obrigatório enquanto que nos volumes é altamente desejável. 

    É importante fazer essas comparações porque são muitos requisitos e dá para confundir. Espero ter ajudado

  • Complementando...

     

    (Ano: 2014 Banca: CESPE Órgão: TC-DF Prova: Analista de Administração Pública - Arquivologia) É dispensável a associação de metadados às unidades de arquivamento em um SIGAD. E *Indispensável

     

    (Ano: 2011 Banca: CESPE Órgão: EBC Prova: Analista - Arquivologia) Um requisito obrigatório em um SIGAD é permitir a associação de metadados às unidades de arquivamento. C

  • Pág. 112 e 113 - E-Arq Brasil:

    2.6 e 2.7 (Obrigatório)

  • Que diachos são metadados ? kkkk :)


ID
1177024
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com relação aos requisitos dos sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos (SIGAD) e aos metadados, julgue o  seguinte  item.

 

A captura é um processo que agrupa um conjunto de requisitos para o SIGAD.

Alternativas
Comentários
  • Questão correta, vejam outra:

    Prova: CESPE - 2010 - ANEEL - Analista Administrativo - Área 4 - Arquivologia Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Automação aplicada aos documentos de arquivos; 

    A captura, como um dos procedimentos e uma das operações técnicas do sistema informatizado de gestão arquivística de documento, envolve o registro, a classificação, a indexação, a atribuição de restrição de acesso e o arquivamento dos documentos.

    GABARITO: CERTA.

  • Requisitos arquivísticos que caracterizam um SIGAD
     •  captura,  armazenamento,  indexação  e  recuperação  de  todos  os  tipos  de documentos arquivísticos; 

    •  captura,  armazenamento,  indexação  e recuperação  de todos os componentes digitais do documento arquivístico como uma unidade complexa; 

    •gestãodosdocumentosapartirdoplanodeclassificaçãoparamantera relação orgânica entre os documentos;

     •  implementação  de  metadados  associados  aos  documentos  para  descrever os  contextos  desses  mesmos  documentos  (jurídico-administrativo,  de proveniência, de procedimentos, documental e tecnológico);

    RESOLUÇÃO Nº 32, DE 17 DE MAIO DE 2010, PDF página 11.

  • Eu não achei nenhuma fonte que evidenciasse claramente a afirmação dessa questão mas ela está correta porque a captura nada mais é do que um instrumento que permite decretar um documento como sendo um documento arquivístico. Nesse sentindo, se o documento é considerado um documento arquivístico e é inserido no sistema, consequentemente deverá conter os requisitos que caracterizam um SIGAD. 

    Pensei desse jeito. 

  • CORRETA!

    Captura:

    Consiste em declarar um documento como sendo um documento arquivístico, incorporando-ao sistema de gestão arquivística.

     

    A captura dividi-se em: 

     

    Registro: consiste em formalizar o documento capturado arquivístico dentro do sistema de gestão arquivística, por meio de um número identificador e uma descrição normativa. 

    Dentro do registro há o metadado: que são dados codificados e estruturados, que descrevem e permite acessar, gerenciar, compreender e/ou preservar outros dados ao longo do tempo. 

     

    Classificação: é o ato ou efeito de anallisar e identificar o conteúdo dos documentos arquivísticos e de selecionar a classe sob a qual serão recuperados.

     

    Indexação: permite associar determinados documentos a determinados parâmentos de pesquisa.

    Sempre que procurarmos o indexador, localizaremos os documentos vinculados àquele indexador. 

    Ex: se possuo uma certidão de tempo de serviço digitalizado, posso adicionar os descritores (indexadores) "Uriam Mota", "Certidão", "Registro Funcional xxxxxx" e mais tantos outros, conforme a necessidade do órgão.


ID
1177027
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com base em microfilmagem e digitalização de documentos de arquivo, julgue o  item  subsecutivo.

 

Para o armazenamento de documentos digitais de acervos de grandes dimensões que envolvam grande quantidade de dados, recomenda-se a utilização de datawares privados, que são mais seguros. 

Alternativas
Comentários
  • Outras questões podem ajudar, vejam:

    O uso simultâneo de microfilmagem e digitalização consiste em solução viável para o arquivamento de grandes massas documentais com longos prazos de guarda. A microfilmagem contempla o aspecto de comprovação legal, e a digitalização possibilita acesso rápido e múltiplo aos documentos.

    GABARITO: CERTA.


    A microfilmagem, técnica de custo elevado, deve ser realizada em grandes volumes documentais cujo prazo de guarda seja longo.

    GABARITO: CERTA.



    "Por favor, corrijam-me se estiver equivocada. "

  • Olá Vanessa, acredito que é importante mostrar o quanto as questões se repetem, por isso comento questões com outras questões, quando a questão acima diz  "Para o armazenamento de documentos digitais de acervos de grandes dimensões que envolvam grande quantidade de dados" associei ao conceito de microfilmagem que ao meu ver seria mais adequando do que o proposto pela questão " recomenda-se a utilização de datawares privados, que são mais seguros.".

     Não coloquei toda essa explicação no meu comentário por que acredito que como  a maioria das questões do Cespe essa é mais uma de interpretação em relação a questão perguntada e a que eu dei como resposta, é o meu modo de ver o raciocínio da banca.  Se não entendeu meu comentário poderia ter deixado um recado lá no meu perfil, não me importaria em ajudar. 


  • Isabela, MUITO OBRIGADA pelos seus comentários!!!!! Deus abençoe sua generosidade!!!

  • Isabel, parabéns ! A forma que vc usa para comentar as questões sem a menor sombra de dúvida é mais didático e objetiva . Concurso nao é para quem sabe mais e sim para quem melhor usa os mecanismos de chegar mais rápido sem deixar de ser eficiente e eficaz . 

  • Isabela, acho que nessa questão vc comentou de maneira equivocada. As questões que você colocou não fazem sentido relacionadas a esta. A questão não trata nada de microfilmagem e nem se pode fazer um paralelo. A questão é somente sobre digitalização. 


    A justificativa para o gabarito ser errado é essa:

    "ARMAZENAMENTO 

    Para o armazenamento de representantes digitais de acervos de grandes dimensões e que envolvam grande quantidade de dados e portanto maiores dimensões de volume em bytes recomenda-se preferencialmente a utilização de memórias secundárias e terciárias. O mercado apresenta soluções de hardware específicos para armazenamento de massa (data storage / mass storage). "

    Fonte:

    http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/media/publicacoes/recomenda/recomendaes_para_digitalizao.pdf

  • Não cuspa no seu prato "vanessa"

  • gab. e - Virou modinha não mais é só vê quantas curtidas têm as postagens da Isabela em várias questões e quantas tem na sua reclamando.

    ISABELA CONTINUE ASSIM VOCÊ AJUDA 90% DOS USUÁRIOS.

  • Bom dia, 

    Isabela, amo seus comentários!
    para os que querem estudar às custas dos outros e que acham que isso é obrigação dos colegas,creio que não é bem assim, eheh 
  • BOM, vamos a resposta:

    Para o armazenamento (=arquivamento no corrente/e guarda em depósito no intermediário, isto para documentos analógicos/tradicionais) 

    de documentos digitais (ATENÇÃO! o cespe sempre tenta confundir. Com exceção da preservação e do suporte, na maioria dos casos, o tratamento de doc. digital e convencional é igual) 

    de acervos de grandes dimensões que envolvam grande quantidade de dados, recomenda-se a utilização de datawares 

    privados (ERRO! Trata-se de uma forma de armazenamento/ depósito, o qual segundo o Conarq NÃO pode ser TERCEIRIZADO, embora a questão não tenha falado isso claramente), 

    que são mais seguros (ERRO! o fato de ser "privado" em si não torna a guarda mais segura).

      Art. 2º A guarda dos documentos públicos é exclusiva dos órgãos e entidades do Poder Público [NÃO PODE SER TERCEIRIZADA], visando garantir o acesso e a democratização da informação, sem ônus, para a administração e para o cidadão.

    http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=57&sid=46

  • Acredito que o objetivo do site seja ajudar os candidatos, quando disponibiliza um campo próprio para podermos discutir as questões e agregarmos conhecimento, não importando o método escolhido por cada um.

  • Modinha é no facebook, Vanessa Brito. O que temos aqui é um instrumento de estudo e a colega Isabela nos ajuda imensamente com as questões relacionadas. Nem sei como agradecer, Isabela. Obrigada mesmo! 


    Eu indiquei essa questão para comentários do professor. Li alguns textos, conceitos, os comentários de vocês e ainda não ficou claro. Se alguém puder comentar ou ajudar a indicar essa questão para comentários seria ótimo. :D


  • Perfeito ponto de vista Isabella, obrigado.

  • ERRADA. 

    Recomenda-se a utilização da microfilmagem.

    A microfilmagem é o resultado do processo de reprodução em filme de documento, dados e imagens fotográficos ou eletrônicos, em diferentes graus de redução. Ou seja, o objetivo do microfilme é "a redução dos espaços utilizados pelos documentos".

  • Perfeito, Sgualdo Netto. A Isabela tentou ajudar, mas de fato, se equivocou, natural. Avante, estamos aqui para somar!

  • Só para completar:

     

    data warehouse serve para recolher informações de uma empresa para que essa possa controlar melhor um determinado processo, disponibilizando uma maior flexibilidade nas pesquisas e nas informações que necessitam.

     

    Fonte: https://www.significados.com.br/data-warehouse/

  • Os datawares, ou armazéns de dados, são grandes depósitos de informações. Considerando que os datawares armazenam e processam grandes volumes de informações, eles as organizam em forma de banco de dados, para facilitar a emissão de relatórios e possibilitar a tomada de decisão.

    Como se trata de um sistema informatizado, sua eficiência operacional vai depender da modo e dos recursos utilizados em seu desenvolvimento. Sendo assim, pouco importa, para esta conclusão, se os datawares são públicos ou privados, mas tão somente o modo como é desenvolvido e utilizado.

    Portanto o item está incorreto.
  • ISABELA TOP, SALVA-ME EM MUITAS QUESTÕES


ID
1177030
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com base em microfilmagem e digitalização de documentos de arquivo, julgue o  item  subsecutivo.

 

A microfilmagem é mais adequada para ser aplicada em conjuntos documentais muito acessados que exigem muita rapidez na recuperação dos documentos e em conjuntos documentais com prazos de guarda curtos.

Alternativas
Comentários
  • Errado

     Microfilmagem

      Microfilme é o resultado do processo de reprodução em filme, de documentos, dados e imagens, por meios fotográficos ou eletrônicos, em diferentes graus de redução (Decreto no 1.799/1996 – regulamenta a lei da microfilmagem).

      O microfilme reduz os espaços em aproximadamente 98%, em relação ao documento original. Com isso, há um domínio maior da massa documental, implicando a busca mais eficiente da informação.

      A microfilmagem não elimina o prévio tratamento da documentação.

      1.1. Objetivos

      • reduzir o volume documental;

      • garantir a sua durabilidade (expectativa de vida: 500 anos).

      1.2. Vantagens

      • validade legal (confere ao microfilme o mesmo valor do documento original);

      • economia de espaço;

      • redução do volume de papéis e documentos;

      • segurança na conservação dos documentos vitais da empresa;

      • facilidade de consulta a documentos arquivados;

      • durabilidade do suporte;

      • complementação de acervos;

      • reprodução fiel e exata do documento microfilmado (às vezes, um documento encontra-se em mau estado de conservação, já tendo inclusive ocorrido perda da informação. Ele pode ser microfilmado, mas a imagem não será a reprodução exata do documento original, e sim do documento microfilmado). Portanto, a leitura do documento não ocorrerá de forma tão fácil. Haverá um pouco de dificuldade, nesses casos específicos.

      • preservação dos documentos originais;

      • favorece o sigilo documental


    FONTE: Renato Valentini — Arquivologia

  • A questão erra ao falar "prazos de guarda curtos.", outras questões ajudam a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2012 - Polícia Federal - Papiloscopista da Polícia Federal

    Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Microfilmagem e ao uso das novas tecnologias; 

    O uso simultâneo de microfilmagem e digitalização consiste em solução viável para o arquivamento de grandes massas documentais com longos prazos de guarda. A microfilmagem contempla o aspecto de comprovação legal, e a digitalização possibilita acesso rápido e múltiplo aos documentos.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2014 - TC-DF - Técnico de Administração Pública

    Disciplina: Arquivologia | Assuntos: Microfilmagem e ao uso das novas tecnologias; 

    A microfilmagem, técnica de custo elevado, deve ser realizada em grandes volumes documentais cujo prazo de guarda seja longo.

    GABARITO: CERTA.


  • :( Prazo de guarda curto

  • A microfilmagem deve ser utilizada para grandes volumes documentais, cujo prazo de guarda seja longo. 

    Microfilmagem: Unidades Isoladas e Processo Lento
    Digitalização: Conjunto e Processo Rápido.


    ERRADA

  • Vejo vários erros nessa questão.

    A microfilmagem é mais adequada para ser aplicada em conjuntos documentais muito acessados (esse "muito acessados" é bem abrangente e seria melhor utilizar "documentos com valor secundário muito acessados/prazos de guarda longo) que exigem muita rapidez na recuperação dos documentos (não! o manuseio é lento!) e em conjuntos documentais com prazos de guarda curtos (não! só se microfilma documentos com prazos de guarda longos ou de valor secundário).

  • Errada.

    A microfilmagem deve ser utilizada para grandes volumes documentais e que a sua guarda seja de longo prazo. Pois, esse processo é custoso.


ID
1177033
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Com base em microfilmagem e digitalização de documentos de arquivo, julgue o  item  subsecutivo.

 

Uma das vantagens da digitalização de documentos é preservar o original do manuseio intenso.

Alternativas
Comentários
  • Questão correta, outra ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2013 - Telebras - Técnico em Gestão de Telecomunicações – Assistente Administrativo Disciplina: Arquivologia

    No arquivo permanente, a alteração do suporte da informação, devido à microfilmagem ou digitalização, pode ser utilizada como medida para a preservação do acervo, pois possibilita a redução do manuseio dos documentos originais. No entanto, de acordo com a legislação, esses documentos não podem ser eliminados, mesmo após terem sido digitalizados ou microfilmados.

    GABARITO: CERTA.

  • Relativamente à digitalização, o acesso na microfilmagem ocorre de forma menos eficiente. Isto porque, na microfilmagem tradicional, o acesso é realizado de modo individual, e na digitalização o acesso é mais dinâmico e veloz devido às redes de computadores, que permitem acesso multiusuário. Isto significa que, na digitalização, um documento pode ser acessado ao mesmo tempo, de locais distintos, por várias pessoas. Para solucionar tal deficiência da microfilmagem, a instituição pode adotar uma estratégia de digitalização de microfilmes, no sentido de ampliar o acesso a tais documentos

    FONTE: João Tiago e Leonardo Reis, Arquivologia Facilitada 2ªEd

  • Correta.

    Complementando...

    É o que se denomina de Microfilmagem de preservação

    O documento com valor permanente jamais será eliminado, servindo o microfilme respectivo como forma de consulta. Ex: Pesquisadores interessados nas informações constantes do documento poderão acessar o microfilme, enquanto o original fica distante dos dedos gordurosos.


    Felipe Petrachini.

  • A afirmação é tão óbvia que tive medo de marcar CERTO. =D

  • Comentário:

     

    Perfeito! Agora todos interessados terão acesso à informação
    (posto que microfilmada) ao mesmo tempo em que deixarão de manusear o
    documento físico (evitando seu desgaste).
    Isto se chama microfilmagem de preservação, é uma das grandes vantagens
    do método.

     

    Item Certo.

     

    Prof. Felipe Cepkauskas Petrachini www.estrategiaconcursos.com.br Página 71 de 94
     

  • A finalidade principal da digitalização não é a eliminação, e sim facilitar a disseminação e o acesso, além de evitar o manuseio do original, contribuindo para a sua preservação. 

    (Fonte: http://conarq.arquivonacional.gov.br/documentos-eletronicos-ctde/perguntas-mais-frequentes.html)

     

    GAB: CERTO


ID
1177036
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Acerca do modelo de requisitos para sistemas informatizados de gestão de processos e documentos do judiciário brasileiro (Moreq-Jus), julgue os itens a seguir.

 

O programa de gestão documental, que fundamenta o Moreq-Jus, deve conter alguns instrumentos, tais como: plano de classificação, tabela de temporalidade, vocabulário controlado, tesauro e tabela unificada de assuntos.

Alternativas
Comentários
  • boa noite,

    Segundo o Moreq-jus:

    "1.4.2 Instrumentos utilizados na gestão de processos e documentos/  Os instrumentos utilizados na gestão de processos e documentos sistematizam a gestão dos documentos produzidos e recebidos pelo Judiciário no exercício de suas atividades, com vistas a uniformizar o tratamento da documentação, agilizando a recuperação da informação. 

     Para o programa de gestão documental alguns instrumentos devem ser desenvolvidos, tais como: - plano de classificação, tabela de temporalidade e destinação de documentos baseado nas funções e atividades do órgão ou entidade; - tabela unificada de assuntos; - manual de gestão de documentos institucionais (arquivísticos); - vocabulário controlado e tesauro; - outros instrumentos aplicáveis.  



ID
1177039
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Acerca do modelo de requisitos para sistemas informatizados de gestão de processos e documentos do judiciário brasileiro (Moreq-Jus), julgue os itens a seguir.

 

É um requisito obrigatório para o Moreq-Jus a indicação do gênero do documento.

Alternativas
Comentários
  • O Moreq-Jus faz uma única menção a gênero em "Formato (gênero / espécie / tipo)" como exemplo de metadados obrigatórios e optativos em procedimentos gerais para captura. Permitir a inserção de metadados é obrigatório, mas não especifica quais metadados, necessariamente, são obrigatórios ou optativos.

    "RCA3.1.7 Obrigatoriedade: O (Obrigatório) — O requisito é imprescindível.

    Permitir a inserção de todos os metadados, obrigatórios e optativos, definidos em sua configuração e garantir que se mantenham associados ao documento.

    São exemplos de metadados:

    ...

    Formato (gênero / espécie / tipo)."

    "Em alguns ambientes não é possível identificar antecipadamente todas os formatos de arquivo e estruturas possíveis dos documentos, já que alguns são recebidos de fontes externas."

    Moreq-Jus:

    http://www.cnj.jus.br/images/stories/docs_cnj/resolucao/manualmoreq.pdf

  • A obrigatoriedade consiste na permissão para a "inserção de todos os metadados, obrigatórios e optativos, definidos em sua configuração e garantir que se mantenham associados ao documento" e não na inserção em si do metadado que indique o gênero. 

ID
1177042
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Acerca do modelo de requisitos para sistemas informatizados de gestão de processos e documentos do judiciário brasileiro (Moreq-Jus), julgue os itens a seguir.

 

O Moreq-Jus define qual software deverá ser utilizado para gerenciar o processo eletrônico na justiça brasileira.

Alternativas
Comentários
  • O Moreq-Jus estabelece condições a serem cumpridas na produção, tramitação, guarda, armazenamento, preservação, arquivamento ou no recebimento de documentos. Estabelece processo de requisitos independente da plataforma tecnológica.
    Não é definido qual software usar.

  • Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão de Processos e Documentos do Judiciário Brasileiro - MoReq-Jus estabelece processos e requisitos mínimos para um Sistema Informatizado de Gestão de Processos e Documentos (GestãoDoc), independentemente da plataforma tecnológica em que for desenvolvido e implantado.

    Em outras palavras, este documento apenas informa quais os critérios ou requisitos que o sistema deve cumprir, minimamente, para operar com os processos judiciais. Não importa qual a plataforma ou software escolhido, desde que o mesmo cumpra todos os critérios do MoReq-Jus.

    Gabarito do professor: Errado
  • Só pra acrescentar informação... o e-arq Brasil também não define software.


ID
1177045
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Em relação à indexação, julgue o  próximo  item.

 

Por trocar as palavras encontradas por termos da linguagem controlada, a indexação por palavras é a mais adequada para se usar em documentos de arquivo.

Alternativas
Comentários
  • Na minha opnião, o erro da questão está em "Por trocar as palavras encontradas por termos da linguagem controlada"

    A Indexação é um processo subjetivo que visa à recuperação da informação. A partir dela é possível a elaboração de índices. Para Rubi e Fujita  (2003):  o indexador tem a função primordial de compreender a leitura ao realizar uma análise conceitual que represente, adequadamente, o conteúdo de um documento para que ocorra correspondência com o assunto pesquisado pelo usuário.


  • Não é a mais adequada, pois apresenta certa subjetividade.

  • Boa noite,

    Acho que o cespe foi bem malicioso:

    Quis dizer que "indexação por palavras" (este tipo de indexação não existe!! Neste caso seria indexação controlada) = "trocar as palavras encontradas por termos da linguagem controlada"

  • Eu concordo com a colega Hellen C. 


    Acho que quando o examinador disse "por trocar as palavras encontradas por termos da linguagem controlada" ele limitou a atividade do indexador e retirou a importância do desenvolvimento da atividade de análise conceitual que permite que o documento seja representado corretamente. 

  • Existem dois fundamentos para indexar documentos:

    Indexação por palavras: utiliza os termos empregados pelo próprio autor em suas ideias. São as palavras presentes no texto ou títulos.

    Indexação por conceitos: utiliza uma linguagem apropriada, estabelecida após a leitura e analise do conteúdo do documento.

    A indexação por palavras tem a falha de ser realizada em linguagem natural, ou seja, no sentido real dos termos, o que pode causar conflitos. Por exemplo, como indexar um texto com título "arroz, feijão e carne", sendo que a ideia central é "comida típica brasileira"?

    Neste sentido, a indexação por conceitos é a mais indicada, pois é ela quem troca as palavras encontradas por termos controlados da linguagem documentário, enquanto a indexação por palavras não tem essa preocupação.

    Gabarito do professor: Errado
  • Existem dois fundamentos para indexar documentos:

    Indexação por palavras: utiliza os termos empregados pelo próprio autor em suas ideias. São as palavras presentes no texto ou títulos.

    Indexação por conceitos: utiliza uma linguagem apropriada, estabelecida após a leitura e analise do conteúdo do documento.

    A indexação por palavras tem a falha de ser realizada em linguagem natural, ou seja, no sentido real dos termos, o que pode causar conflitos. Por exemplo, como indexar um texto com título "arroz, feijão e carne", sendo que a ideia central é "comida típica brasileira"?

    Neste sentido, a indexação por conceitos é a mais indicada, pois é ela quem troca as palavras encontradas por termos controlados da linguagem documentário, enquanto a indexação por palavras não tem essa preocupação.

    Gabarito do professor: Errado

     

    Por: Mayko Gomes

  • Gab: ERRADO

    A mais indicada é a Indexação por conceitos.

    Erros, mandem mensagem :)


ID
1177048
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Em relação à indexação, julgue o  próximo  item.

 

Na indexação, estão presentes a análise conceitual e a tradução.

Alternativas
Comentários
  • A indexação de assuntos envolve duas etapas principais: a análise conceitual e a tradução


    A análise conceitual é a atividade de definição dos assuntos que são tratados no documento, e a tradução corresponde à atividade de conversão dos conceitos identificados na análise para uma linguagem de indexação

  • O processo de indexação envolve 3 etapas:

    -ANÁLISE: Leitura e análise do texto para identificar a seleção de conceitos.

    -SÍNTESE: Elaboração do texto documetário com os conceitos selecionados.

    -REPRESENTAÇÃO/TRADUÇÃO: Representação ou tradução do documento indexado por meio de linguagens documentárias.

     

    Gab.: CERTO

  • indexação

     

              Processo pelo qual documentos ou informações são representados  por  termos, palavras-chave ou

              descritores,  propiciando  a  recuperação  da  informação.

  • Gab: CERTO

    Conceito Indexação: Processo pelo qual documentos ou informações São representados por termos, palavras-chave ou descritores, propiciando a recuperação da informação.

    Fonte: DBTA, pág. 107.

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ID
1177051
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TC-DF
Ano
2014
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Em relação à indexação, julgue o  próximo  item.

 

Os descritores constituem os elementos indicadores do conteúdo do documento, e não a sua representação, visto que a representação somente pode ser feita pelo próprio

Alternativas
Comentários
  • Não existe um conceito nas normas legais sobre REPRESENTAÇÃO, logo podemos observar a interação entre esse termo e o processo de levantamento de descritores ao analisarmos questões recentes do CESPE:


    Teoria: Para Rubi e Fujita  (2003): o indexador tem a função primordial de compreender a leitura ao realizar uma análise conceitual que represente, adequadamente, o conteúdo de um documento para que ocorra correspondência com o assunto pesquisado pelo usuário.


    (CESPE/ENAP-MP/2015) O processo de indexação refere-se à tradução de um documento em termos descritores (representação) ou em cabeçalhos de assunto para expressar o conteúdo do documento (Certo).


    (CESPE/ENAP-MP/2015) O processo de indexação independe do conceito de representação (Errado).


    DESCRITOR - Palavra ou grupo de palavras que, em indexação e tesauro, designa um conceito ou um assunto preciso, excluindo outros sentidos e significados (Dicionário de Terminologia Arquivística).

  • O descritor é a palavra ou grupo de palavras que, em indexação e tesauro, designa um conceito ou um assunto preciso, excluindo outros sentidos e significados.

    Em termos leigos, um descritor é um elemento que aponta qual sentido dos termos devem ser considerados para a leitura do documento, a fim de dar melhor entendimento ao seu conteúdo.

    Sendo assim, um descritor não representa o conteúdo do documento, mas apenas aponta o caminho para sua correta compreensão.

    Gabarito do professor: Certo
  • O descritor é a palavra ou grupo de palavras que, em indexação e tesauro, designa um conceito ou um assunto preciso, excluindo outros sentidos e significados.

    Em termos leigos, um descritor é um elemento que aponta qual sentido dos termos devem ser considerados para a leitura do documento, a fim de dar melhor entendimento ao seu conteúdo.

    Sendo assim, um descritor não representa o conteúdo do documento, mas apenas aponta o caminho para sua correta compreensão.

    Gabarito do professor: Certo

    Por: Mayko Gomes