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Prova FCC - 2016 - AL-MS - Contador


ID
2293573
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Instituições e riscos

    Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização. Mas para conviver neste pequeno planeta, para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento. Orientados por tantos e tão diferentes interesses, premidos pelas mais diversas necessidades, organizamo-nos em associações, escolas, igrejas, sindicatos, corporações, clubes, empresas, assembleias, missões etc., confiando em que a força de um objetivo comum viabiliza a unificação de todos no corpo de uma instituição. É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições.

    Mas é preciso sempre alertar para o fato de que, criadas para permitir o convívio civilizado, as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares. A corrupção e a fraude podem tirar proveito do prestígio de uma instituição, alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo.

(Teobaldo de Carvalho, inédito)

A argumentação desenvolvida no texto pretende, essencialmente, demonstrar que as instituições humanas,

Alternativas
Comentários
  • "Mas é preciso sempre alertar para o fato de que, criadas para permitir o convívio civilizado, as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares.A corrupção e a fraude podem tirar proveito do prestígio de uma instituição, alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. "

  • Gabarito: Alternativa D.

  • Achei a "D" coerente com o texto, mas também achei o mesmo sobre a letra "E".

    Alguém pode me ajuda a entender o motivo pelo qual ela está errada? 

     

    Letra E: anda quando manipuladas por algum oportunismo, não devem estimular uma vigilância sem trégua.

     

    "Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo".


ID
2293576
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Instituições e riscos

    Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização. Mas para conviver neste pequeno planeta, para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento. Orientados por tantos e tão diferentes interesses, premidos pelas mais diversas necessidades, organizamo-nos em associações, escolas, igrejas, sindicatos, corporações, clubes, empresas, assembleias, missões etc., confiando em que a força de um objetivo comum viabiliza a unificação de todos no corpo de uma instituição. É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições.

    Mas é preciso sempre alertar para o fato de que, criadas para permitir o convívio civilizado, as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares. A corrupção e a fraude podem tirar proveito do prestígio de uma instituição, alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo.

(Teobaldo de Carvalho, inédito)

Atente para as seguintes afirmações:
I. A frase inicial Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização constitui uma premissa, a partir da qual se compreende que a criação das instituições humanas atende a uma simples imposição da natureza.
II. Costuma ocorrer, no interior de uma instituição, que a sua legitimidade repouse em princípios e regras de funcionamento, em vez de se apoiar na espontaneidade dos instintos humanos.
III. A relação estabelecida entre um parasita oportunista e um hospedeiro saudável ilustra, de modo figurado, a afirmação de que a vitalidade de uma boa instituição pode servir a propósitos alheios aos seus.
Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • Gabarito letra C

     

  • O erro da número I é só voltar ao texto para perceber: 

    Orientados por tantos e tão diferentes interesses, premidos pelas mais diversas necessidades, organizamo-nos em associações, => essa é a motivação, o que compreende a formação das instituições, e não uma simples imposição da natureza.

  • II-CERTO-Costuma ocorrer, no interior de uma instituição, que a sua legitimidade repouse em princípios e regras de funcionamento, em vez de se apoiar na espontaneidade dos instintos humanos.

    Baseado no trecho "...os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento..." "...É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições..."

    III- CERTO- A relação estabelecida entre um parasita oportunista e um hospedeiro saudável ilustra, de modo figurado, a afirmação de que a vitalidade de uma boa instituição pode servir a propósitos alheios aos seus.

    Baseado no trecho "...as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares..." e "...Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro..."

  • GABARITO C

    "Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização"

    O trecho nos leva ao erro pois dá a entender que o convívio é algo da natureza do ser humano.

     

    Mas o seguinte trecho pode justificar o gabarito: 

    "deixaremos que a necessidade original de convívio dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo."

    Concluindo que o texto afirma o egoísmo que é da natureza.
    Enquanto o convívio não é imposição da natureza e sim da sociedade, por isso é necessário para a vida e a civilização.

  • Errei a I (marquei como certa) por pensar assim:

    Sem convívio não há vida (conforme texto).

    Logo, para se ter vida, necessário se conviver. 

    Outrossim, para convivermos nós precisamos de regras,  de nos unirmos... etc, e, por isso, criamos instituições, agrupamentos, associações..

    Assim, por lógica, a criação das instituições humanas atende a uma simples imposição da natureza.

    A natureza impoe que sobrevivamos. Para sobreviver necessário conviver. E só se convive por meio de agrupamentos...

  • Completando, quanto à I, creio que o seguinte trecho é ainda mais explícito:

    É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições.

    Então não é uma simples imposição da natureza...


ID
2293579
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Instituições e riscos

    Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização. Mas para conviver neste pequeno planeta, para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento. Orientados por tantos e tão diferentes interesses, premidos pelas mais diversas necessidades, organizamo-nos em associações, escolas, igrejas, sindicatos, corporações, clubes, empresas, assembleias, missões etc., confiando em que a força de um objetivo comum viabiliza a unificação de todos no corpo de uma instituição. É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições.

    Mas é preciso sempre alertar para o fato de que, criadas para permitir o convívio civilizado, as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares. A corrupção e a fraude podem tirar proveito do prestígio de uma instituição, alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo.

(Teobaldo de Carvalho, inédito)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:

Alternativas
Comentários
  •  

    Significado de Dissuadir

    v.bit e v.pron.Induzir ou instigar alguém a mudar de opinião ou de intenção; fazer com que essa pessoa mude de ideia e desista de uma decisão anteriormente tomada: o padre dissuadiu-o de entrar para o seminário.(Etm. do latim: dissuadere)

    Sinônimos de Dissuadir

    Dissuadir é sinônimo de: despersuadir, afastar, demover, desabusar, desaconselhar

     

     

     

    “Continue andando. Haverá a chance de você ser barrado por um obstáculo, talvez por algo que você nem espere. Mas siga, até porque eu nunca ouvi falar de ninguém que foi barrado enquanto estava parado.”

     

    Excelentes estudos!

  • Coagir é  sinônimo de premer,duplo gabarito.

  • Creio que o erro da B não está na palavra premidos mas sim na palavra "diversas" que é diferente de "relevantes". Relevantes = importantes

    esse tipo de questão temos que comparar palavra por palavra.

  • a) para se afastar da barbárie (1º parágrafo) = para se redimir da violência

    * Redimir: readquirir, conquistar novamente, adquirir de novo. Redimir desenvolve outro sentido em relação a oração "para se afastar da barbárie"

    b)  premidos pelas mais diversas necessidades (1º parágrafo) = coagidos pelos mais relevantes propósitos .

    * A diferença agora está entre necessidades e propósitos. Ambas palavras possuem significados diferentes.

    c)  mascarar interesses particulares (2º parágrafo) = dissuadir intenções privadas

    * Dissuadir é convencer alguém a mudar de ideia e não "mascarar" algo.

    d) tirar proveito do prestígio (2º parágrafo) = obstar vantagem da boa fama

    * Obstar: criar obstáculo. Opor-se. Nada tem haver com o "tirar proveito"

    e) princípios do bem coletivo (2º parágrafo) = preceitos socialmente positivos

    * CERTA. Princípios vem de algo primário, causa primeira, preceitos também. O bem coletivo é algo socialmente positivo. Ambas orações tem a mesma tradução quanto ao sentido empregado a elas.

  • Sobre a alternativa "B":

     

     

     

    Necessidade é algo presente, do agora; ao passo que propósito remete ao futuro, ao que se busca.

  • Quem leu "obter" em vez de "obstar" na D, dá um joinha. 

  • Fiquei na dúvida ao termo "bem coletivo", que ao meu ver, pareceu ter a ver com patrimônio público.

  • GABARITO:  LETRA E

     

    Letra "A"-ERRADA:  para se afastar da barbárie  = para se redimir da violência

     "afastar" é ir para longe/"redimir" é fazer algo para se desculpar.


     

    Letra "B"-ERRADA:  premidos pelas mais diversas necessidades = coagidos pelos mais relevantes propósitos

     "premidos" e "coagidos" fazem parte de um mesmo campo semântico, significando "pressionados", "obrigados", "compelidos".

     "diversas necessidades" significa "variadas necessidades"/"mais relevantes propósitos" significa "mais importantes objetivos".

     

     

    Letra "C"-ERRADA:  mascarar interesses particulares = dissuadir intenções privadas

     "mascarar interesses particulares" significa "esconder interesses particulares"/"dissuadir intenções privadas" significa "induzir, instigar a mudança de intenções privadas".


     

    Letra "D"-ERRADA:  tirar proveito do prestígio  = obstar vantagem da boa fama

     "tirar proveito do prestígio" significa "usar o prestígio para ganhar algo com ele"/"obstar vantagem da boa fama" significa o contrário, ou seja, opor-se a tirar vantagem da boa fama, a proveito do prestígio".


     

    Letra "E"-CORRETA:  princípios do bem coletivo = preceitos socialmente positivos

     "princípios" e "preceitos" pertencem ao mesmo campo semântico, significando conjunto de mandamentos, de ensinamentos.

     "do bem coletivo" e socialmente positivos" também podem ser consideradas expressões que fazem parte de um mesmo campo semântico, significando algo que é bom, que é positivo para a coletividade.

     

    FONTE: Professora Andrea – TEC CONCURSOS


ID
2293582
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Instituições e riscos

    Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização. Mas para conviver neste pequeno planeta, para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento. Orientados por tantos e tão diferentes interesses, premidos pelas mais diversas necessidades, organizamo-nos em associações, escolas, igrejas, sindicatos, corporações, clubes, empresas, assembleias, missões etc., confiando em que a força de um objetivo comum viabiliza a unificação de todos no corpo de uma instituição. É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições.

    Mas é preciso sempre alertar para o fato de que, criadas para permitir o convívio civilizado, as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares. A corrupção e a fraude podem tirar proveito do prestígio de uma instituição, alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo.

(Teobaldo de Carvalho, inédito)

Está clara e correta a seguinte redação de um livre comentário sobre o texto:

Alternativas
Comentários
  • A) CORRETA

    B) O bom convívio social entre todos é o que deve orientar as instituições, de cuja legitimidade não se pode abrir brechas para qualquer dúvida.

    A locução verbal "pode abrir" não é regida pela preposição de,

    C) Para que se atenda as necessidades de um bom convívio, a criação de instituições saudáveis nem sempre conseguem evitar quem as deturpem.

    Sem clareza.

    D) Os fraudulentos regosijam-se quando podem se aproveitar da fragilidade das instituições, embora estas amparem o bemestar comum a que se destinam.

    Não se escreve junto, o correto é bem estar

    E) Há interesses egoístas naqueles que se valem de uma instituição legítima, em cuja se apoiam para perpretar atos indignos que só a desvirtuam.

     

  • Adicionando ao comentário do colega Alexandre Pino:

    d) o correto é regoZijam-se e não reogSijam-se

    regozijar: verbo & transitivo direto e pronominal
    causar regozijo a; alegrar(-se), contentar(-se).
    "uma bela música regozija o coração"

  • Achei que "bem estar" tinha sido erro de digitaçao do QC.

  • não tem crase em "atender às necessidades"?

  • Como o colega disse acima, o erro da alternativa D está na palavra "regosijam-se", cuja grafia correta é regozijam-se.

     

    Provavelmente houve um erro do QC, pois na prova a palavra bem-estar estava escrita corretamente.

  •  b) O bom convívio social entre todos é o que deve orientar as instituições, CUJA legitimidade não se pode abrir brechas para qualquer dúvida.

     

     c)Para que se atenda ÀS  necessidades de um bom convívio, a criação de instituições saudáveis nem sempre CONSEGUE evitar quem as deturpem.

     

     d)Os fraudulentos REGOZIJAM-SE quando podem se aproveitar da fragilidade das instituições, embora estas amparem o bem-estar comum a que se destinam.

     

     e)Há interesses egoístas naqueles que se valem de uma instituição legítima, NA QUAL se apoiam para perpretar atos indignos que só a desvirtuam.

  • Beatriz Bezerra, observe que verbo “atender” pode ser transitivo direto ou indireto:

     

    Atender
    No sentido de recepcionar, receber, acolher ou ouvir com atenção, use a construção direta para pessoas, e indireta, para objetos, coisas (chamadas, exigências, intimações, pedidos, reivindicações etc.):
    O prefeito atendeu a população.
    O médico atendeu o paciente.
    O prefeito atendeu aos clamores da população.
    As escolas públicas não atendem às necessidades dos jovens.

    (SIMÕES, Sérgio Lourenço. Regência nominal e verbal sem segredo. São Paulo : UNINOVE, 2009. (Série Palavra final,v. 2)

     

    Se fosse colocada crase, estaria correto, porém "necessidades" complementaria apenas o verbo atender. Como, no presente caso, necessidades está sem crase, ela está complementando os verbos representar e atender.

     

    (B) ERRADA. O correto seria: "O bom convívio social entre todos é o que deve orientar as instituições, em cuja legitimidade não se pode abrir brechas para qualquer dúvida."

     

    (C)  ERRADA. O correto seria: "Para que se atendam as necessidades (ou Para que se atenda às necessidades) de um bom convívio, a criação de instituições saudáveis nem sempre consegue evitar quem as deturpem. (ahm? frase sem nexo, falta clareza e coerência)

     

    (D)   ERRADA. O correto seria: "Os fraudulentos regozijam-se quando podem se aproveitar da fragilidade das instituições, embora estas amparem o bem-estar comum a que se destinam." (Bem-estar é com hífen mesmo. Quando tiverem dúvida, olhem no VOLP).


    (E) ERRADA. O correto seria: "Há interesses egoístas naqueles que se valem de uma instituição legítima, quando nela se apoiam para perpretar atos indignos que só a desvirtuam." (O uso do pronome “cujo” está erradíssimo, pois não existe qualquer relação de posse no período).

  • Para que se atenda as necessidades de um bom convívio, a criação de instituições saudáveis nem sempre conseguem evitar quem as deturpem.

    Quem deturpe as instituições.

    O certo não seria " quem as deturpe" ?

     

  • Coelgas, duvidas quanto a concordancia do verbo lograr na alternativa 'A'.Já que o sujeito da frase é "finalidade".

    Desde já agradeço. 

  • A letra E tem um erro de grafia da palavra "perpretar". Não existe no dicionário. A que existe é "perpetrar".

  • Com relação à letra "b", acredito que o erro se encontre na preposição "de" que antecede a palavra "cuja", pois é cediço que, quando o verbo é transitivo indireto, não se pode omitir a preposição, entretanto, os verbos da segunda parte da sentença (poder e abrir) são todos transitivos diretos, o que faz com que seja dispensável o uso da preposição antes do pronome.

  • Explicação do professor por favor!!!!!!

     

  • A finalidade das instituições legitima-se, de fato, quando, imunes a fraudes, logram bem representar e atender as necessidades coletivas.

     

    Se alguém puder explicar a concordância do Logram

  • Regência do verbo atender

    A regência do verbo atender é maioritariamente facultativa. Esse verbo atua como transitivo direto, sem a presença de uma preposição, e como transitivo indireto, com a presença da preposição a.  

    Verbo atender com regência facultativa 

    O uso da preposição a é facultativo quando o verbo atender assume os seguintes sentidos:

    Quando indica o ato de responder a um chamamento, sendo sinônimo de responder.

    Por que você não atende as chamadas?

    Por que você não atende às chamadas? (a + as = às)

    Quando indica o ato de prestar atenção, sendo sinônimo de escutar, ouvir, ver,...

    A estudante não atendeu a explicação dada no início do curso.

    A estudante não atendeu à explicação dada no início do curso. (a + a = à)

    Quando indica o ato de levar em consideração, sendo sinônimo de considerar, cuidar, satisfazer...

    O funcionário escolhido deverá atender as exigências do mercado.

    O funcionário escolhido deverá atender às exigências do mercado. (a + as = às)

    Quando indica o ato de acatar e obedecer, sendo sinônimo de respeitar, seguir,... 

    O menino não atendeu as ordens da mãe.

    O menino não atendeu às ordens da mãe. (a + as = às) 

    Quando indica o ato de prestar socorro, sendo sinônimo de socorrer, ajudar, acudir,...

    Os médicos atenderam os pacientes nos corredores do hospital.

    Os médicos atenderam às necessidades dos pacientes nos corredores do hospital.

    Quando indica o ato de dar despacho ou solução favorável, sendo sinônimo de deferir, aprovar, outorgar, resolver,...

    A direção atendeu os pedidos dos funcionários.

    A direção atendeu aos pedidos dos funcionários. (a + os = aos)

    Quando indica o ato de servir um cliente de forma atenciosa, sendo sinônimo de servir.

    Apenas atendo os meus clientes em horário laboral.

    Apenas atendo aos meus clientes em horário laboral. (a + os = aos)

    Fonte: https://www.conjugacao.com.br/regencia-do-verbo-atender/

  • A finalidade das instituições legitima-se, de fato, quando, (as instituições - Sujeito implícito) imunes a fraudes, logram bem representar e atender as necessidades coletivas.

  • Razô, Camila Matos! ;]

  • OBS.: (B) Em cujo, não se podem

     

    (C)  se atendam; quem as deturpe

     

     (D)   regozijam-se, perpetrar.

     

    (E) O uso do pronome “cujo” está erradíssimo, pois não existe qualquer relação de posse no período).

  • Verbos Transitivos Diretos ou Indiretos 

     

    admitem duas construções, uma transitiva direta, outra indireta, sem que isso implique modificações de sentido

     

    Abdicar

    Abdicou as vantagens do cargo. / Abdicou das vantagens do cargo.

     

    Acreditar

    Não acreditava a própria força. / Não acreditava na própria força.

     

    Almejar

    Almejamos a paz entre as nações. / Almejamos pela paz entre as nações.

     

    Ansiar

    Anseia respostas objetivas. / Anseia por respostas objetivas.

     

    Anteceder

    Sua partida antecedeu uma série de fatos estranhos. / Sua partida antecedeu a uma série de fatos estranhos.

     

    Atender

    Atendeu os meus pedidos. / Atendeu aos meus pedidos.

     

    Atentar

    Atente esta forma de digitar. / Atente nesta forma de digitar. / Atente para esta forma de digitar.

     

    Cogitar

    Cogitávamos uma nova estratégia. / Cogitávamos em uma nova estratégia.

     

    Consentir

    Os deputados consentiram a adoção de novas medidas econômicas. / Os deputados consentiram naadoção de novas medidas econômicas.

     

    Deparar

    Deparamos uma bela paisagem em nossa trilha. / Deparamos com uma bela paisagem em nossa trilha.

     

     

    Gozar

    Gozava boa saúde. / Gozava de boa saúde.

     

    Necessitar

    Necessitamos algumas horas para preparar a apresentação. / Necessitamos de algumas horas para preparar a apresentação.

     

    Preceder

                  Intensas manifestações precederam a mudança de regime./ Intensas manifestações precederam àmudança de regime.

     

    Presidir

    Ninguém presidia o encontro. / Ninguém presidia ao encontro.

     

    Renunciar

    Não renuncie o motivo de sua luta. / Não renuncie ao motivo de sua luta.

     

    Satisfazer

    Era difícil conseguir satisfazê-la. / Era difícil conseguir satisfazer-lhe.

     

    Versar

                 Sua palestra versou o estilo dos modernistas. / Sua palestra versou sobre o estilo dos modernistas.

     

     

  • Verbos Transitivos Diretos

     

    Os verbos transitivos diretos são complementados por objetos diretos. Isso significa que não exigem preposiçãopara o estabelecimento da relação de regência.

     

    Ao empregar esses verbos, devemos lembrar que os pronomes oblíquos o, a, os, as atuam como objetos diretos.

     

    Esses pronomes podem assumir as formas lo, los, la, las (após formas verbais terminadas em -r, -s ou -z) ou no, na, nos, nas (após formas verbais terminadas em sons nasais),

     

    enquanto lhe lhes são, quando complementos verbais, objetos indiretos.

     

     

    abandonar, abençoar, aborrecer, abraçar, acompanhar,

     

    acusar, admirar, adorar, alegrar, ameaçar, amolar,

     

    amparar, auxiliar, castigar, condenar, conhecer, conservar,convidar,

     

    defender, eleger, estimar, humilhar, namorar, ouvir, prejudicar,

     

    prezar, proteger, respeitar, socorrer, suportar, ver, visitar.

     

    Na língua culta, esses verbos funcionam ex

    atamente como o verbo amar:

    Amo aquele rapaz. / Amo-o.


    Amo aquela moça. / Amo-a.


    Amam aquele rapaz. / Amam-no.


    Ele deve amar aquela mulher. / Ele deve amá-la.

     

     

    Obs.: os pronomes lhe, lhes só acompanham esses verbos para indicar posse (caso em que atuam como adjuntos adnominais).

    Exemplos:

    Quero beijar-lhe o rosto. (= beijar seu rosto)


    Prejudicaram-lhe a carreira. (= prejudicaram sua carreira)

  • Vejam o comentário da Priscila Marques, na minha opinião é o mais coerente.

  • Obrigado, Maurício!!!

  • a) A finalidade das instituições legitima-se, de fato, quando, imunes a fraudes, logram bem representar e atender as necessidades coletivas. C

     

     b) O bom convívio social entre todos é o que deve orientar as instituições, de (EM) cuja legitimidade não se pode abrir brechas para qualquer dúvida. *Dica com cujo: procure o verbo e complete para achar a preposição adequada --> não se pode abrir brejas EM algo/ alguma coisa

     

     c) Para que se atenda (atendam) as necessidades de um bom convívio, a criação de instituições saudáveis nem sempre conseguem evitar quem as deturpem. * Sujeito: necessidades, verbo deveria estar no plural. 

     

     d) Os fraudulentos regosijam-se (regozijam-se) quando podem se aproveitar da fragilidade das instituições, embora estas amparem o bem-estar comum a que se destinam. * verbo: regozijar é com z, assim como gozar.

     

     e) Há interesses egoístas naqueles que se valem de uma instituição legítima, em cuja (na qual) se apoiam para perpretar atos indignos que só a desvirtuam. * não há uma relação de posse, logo não cabe o cujo/a. O que temos é um pronome demonstrativo utilizado para evitar a repetição do substantivo, na dúvida tente substituir por QUE, se der certo, é sinal de pronome demonstrativo.  Se valem de uma instituição, que/ na qual se apoiam para... (se apoiam em algo: na qual).

    *** Para não esquecer: EU ERREI ESTA QUESTÃO, A QUAL/ QUE NÃO ERRO MAIS. 

  • O enunciado fala de comentário livre que quer dizer:

    Para que você fique avisado que não há necessidade respeitar inteiramente o sentido original. Mas avaliar a gramática.

    Letra A está gramaticalmente correta.

    As demais alternativas tem desvio das normas gramaticais.

  • NÃO SERIA CASO DE CRASE EM>> IMUNES ÀS FRAUDES???

  • A legitimidade “logra “ , por isso , acho errado a letra A . Mas logra está concordando com instituições , ok . Então pq legítima está no singular ?
  • esse "quando" , solto, me quebrou k


ID
2293585
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Instituições e riscos

    Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização. Mas para conviver neste pequeno planeta, para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento. Orientados por tantos e tão diferentes interesses, premidos pelas mais diversas necessidades, organizamo-nos em associações, escolas, igrejas, sindicatos, corporações, clubes, empresas, assembleias, missões etc., confiando em que a força de um objetivo comum viabiliza a unificação de todos no corpo de uma instituição. É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições.

    Mas é preciso sempre alertar para o fato de que, criadas para permitir o convívio civilizado, as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares. A corrupção e a fraude podem tirar proveito do prestígio de uma instituição, alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo.

(Teobaldo de Carvalho, inédito)

Na transposição correta de uma voz verbal para outra resulta adequada a correlação entre tempos e modos em:

Alternativas
Comentários
  • Gab

    c) Se os interessados fundassem uma associação, poderiam pleitear outras vantagens = Se uma associação fosse fundada pelos interessados, outras vantagens poderiam ser pleiteadas.

     

    Fundassem: Pretérito imperfeito do subjuntivo

    Fosse: Pretérito imperfeito do subjuntivo

    Os interessados: Sujeito > Se transforma em agente da passiva

    Uma associação: OD > Se transforma em sujeito

  • Alguém pode dizer qual seria a transposição correta da letra A ?

  • Carlos Eduardo, a letra A ficaria assim:

    Os inescrupulosos manipularão as instituições para que estas satisfaçam seus interesses = As instituições serão manipuladas pelos inescrupulosos para que elas (as instituições) satisfaçam seus interesses (Favor me corrigirem se estiver incorreto! Na primeira frase - voz ativa- o sujeito é "os inescrupulosos" e o pronome "esta" se refere ao OD - "as instituições". Já na voz passiva, "as instituições"- que era OD- se torna sujeito da passiva, podendo também ser o sujeito de "satisfaçam"? )

  • Tupixiiiii

  • Alternativa correta: C. 

    Me corrijam se eu estiver errado:

    a) As instituições serão manipuladas pelos inescrupulosos para que estas satisfaçam seus interesses. 

    b) A energia do hospedeiro é retirada pelos parasitas sem que ele possa esboçar uma reação. 

    c) GABARITO. 

    d) As finalidades deste grupo serão deturpadas caso uma severa vigilância não seja exercida. 

    e) A criação de órgãos que nos protegem é imposta pela necessidade de convívio. 

  • DICA:  Só podem ser transpostos para a voz passiva os VTD e os VTDI.

    Faz a pergunta ao verbo.  

    ( O QUÊ) -   VTD    QUEM GRAVA, GRAVA O QUÊ?  Quem subsidia, subsidia o quê, ALGO?  Quem ATINGE...

    ( QUEM) -   VTDI

    - Quem compartilha, compartilha O QUÊ, ALGO ?     VTD

     

    VOZ ATIVA   Os revestimentos das paredes isolam o calor 

                                     Sujeito                          VTD        OD

     

     

                                                                           SER + PARTICÍPIO

     

    VOZ PASSIVA       O calor         é       +       isolado                         pelos revestimentos das paredes.

                                   Sujeito     VL          (locução verbal)                     Agente da passiva 

     

    ***  NÃO ADMITEM TRANSPOSIÇÃO PARA A VOZ PASSIVA

     

     

    1)       VTI -  Verbos Transitivos Indiretos (REGEM PREPOSIÇÃO).     Exceção:    OBEDECER e DESOBEDECER.  

     

                             Quem Protesta, Protesta Contra algo/alguém.

     

     

    2)          VI -    Verbos Intransitivos (não pedem complementos). Crescer, VIVER, ACESSA, FUNCIONA, caiu, comeu, morreu, chegou, acordou, moro, resido, situar-se

     

     

    3)          VL -    Verbos de Ligação       ( ser , estar , ficar, continuar, voltar, andar, parecer , permanecer...)     CUIDADO COM OS VERBOS AUXILIARES DA LOCUÇÃO VERBAL:   ESTAMOS FAZENDO (VTD)

     

     

         4)        Verbo IMPESSOAIS       (NÃO TEM SUJEITO):   HAVER (no sentido de existir) e verbos que expressem fenômenos da natureza.

     

  • O verbo haver apesar de ser VTD não admite voz passiva

    E o verbo possuir segundo o professor do focus

     

  • Nos comentários, vejo a moçada muito preocupada com a transposição de vozes e esquecendo dos verbos e seus respectivos modos.

    Vários dos erros dos itens estão também nos verbos que foram transpostos incorretamente.

  • A] As instituições serão manipuladas pelos inescrupulosos para que seus interesses sejam satisfeitos.

    B] A energia do hospedeiro é retirada pelos parasitas sem que uma reação possa ser esboçada.

    C] Se uma associação fosse fundada pelos interessados, outras vantagens poderiam ser pleiteadas.

    D] Caso uma severa vigilância não seja exercida, deturpar-se-ão as finalidades deste grupo.

    E] A criação de órgãos que nos protegem é imposta pela necessidade de convívio.

     

    Acho que é isso. Caso haja algum erro, corrijam-me por favor.

  • CORRELAÇÃO ENTRE TEMPOS E MODOS:

    FOSSE: Pretérito Imperfeito do Subjuntivo.

    PODERIAM: Futuro do Pretérito do Indicativo.

    Resposta correta: (C)

  • A questão propõe a transposição de frases que estão na voz ativa (sujeito pratica a ação verbal) para a voz passiva (sujeito sofre a ação verbal).

    Essa transposição segue sempre o mesmo passo a passo:

     

    1. Identificar o verbo: a frase só poderá ser transposta para a voz passiva se o verbo for transitivo direto ou transitivo direto e indireto.

     

    2. Identificar o tempo verbal: a voz passiva é composta por um verbo auxiliar (ser/estar) + verbo principal; o verbo auxiliar fica no mesmo tempo verbal que o verbo da voz ativa; o verbo principal (que é o verbo da voz ativa) fica no particípio.

     

    3. Identificar o sujeito da voz ativa. O sujeito da voz ativa é o agente da passiva, na voz passiva.

     

    4. Identificar o objeto direto da voz ativa. O objeto direto da voz ativa é o sujeito da voz passiva.

     

    Letra "A"-ERRADA:  Os inescrupulosos manipularão as instituições para que estas satisfaçam seus interesses = Os inescrupulosos terão manipulado as instituições para satisfazerem seus interesses.

     

    1. Verbos transitivos diretos: manipularão e satisfaçam.

    2. Os verbos estão, respectivamente, no futuro do presente do indicativo e no presente do subjuntivo. Esses deverão ser os tempos verbais dos verbos auxiliares (ser/estar), na voz passiva.

    3. Sujeito de manipularão: Os inescrupulosos. Sujeito de satisfaçam: "estas" (=as instituições). Ambos os sujeitos serão os agentes da passiva, na voz passiva.

    4. Objeto direto de manipularão: as instituições. Objeto direto de satisfaçam: seus interesses. Ambos os objetos diretos serão os sujeitos (pacientes), na voz passiva.

     

    Transposição: As instituições serão manipuladas pelos inescrupulosos para que seus interesses sejamsatisfeitos por estas.

     

    Letra "B"-ERRADA:  Os parasitas retiram energia do hospedeiro sem que este possa esboçar uma reação = A energia do hospedeiro foi retirada pelos parasitas sem que tivesse podido esboçar uma reação.

     

    1. Verbos transitivos diretos: retiram e esboçar.

    2. Os verbos estão, respectivamente, no presente do indicativo e no infinitivo. Esses deverão ser, respectivamente, o tempo e a forma dos verbos auxiliares (ser/estar), na voz passiva.

    3. Sujeito de retiram: Os parasitas. Sujeito de satisfaçam: "este" (=o hospedeiro). Ambos os sujeitos serão os agentes da passiva, na voz passiva.

    4. Objeto direto de retiram: energia do hospedeiro. Objeto direto de esboçar: uma reação. Ambos os objetos diretos serão os sujeitos (pacientes), na voz passiva.

     

    Transposição: Energia do hospedeiro é retirada pelos parasitas sem que uma reação possa seresboçada por aquele.

     

    (Continua...)

  • Letra "C"-CORRETA:  Se os interessados fundassem uma associação, poderiam pleitear outras vantagens = Se uma associação fosse fundada pelos interessados, outras vantagens poderiam serpleiteadas.

     

    1. Verbos transitivos diretos: fundassem e pleitear.

    2. Os verbos estão, respectivamente, no pretérito imperfeito do subjuntivo e no infinitivo. Esses deverão ser, respectivamente, o tempo e a forma dos verbos auxiliares (ser/estar), na voz passiva.

    3. Sujeito de fundassem e de pleitear: os interessados.  Esse sujeito será o agente da passiva, na voz passiva.

    4. Objeto direto de fundassem: uma associação. Objeto direto de pleitear: outras vantagens. Ambos os objetos diretos serão os sujeitos (pacientes), na voz passiva.

     

    Letra "D"-ERRADA:  Caso não exerçamos uma severa vigilância, as finalidades deste grupo serão deturpadas = Caso não se exercesse uma severa vigilância, terão sido deturpadas as finalidades deste grupo.

     

    1. Verbo transitivo direto: exerçamos. 

    O trecho "as finalidades deste grupo serão deturpadas" já está na voz passiva.

    2. O verbo está no presente do subjuntivo. Esse deverá ser o tempo verbal do verbo auxiliar (ser/estar), na voz passiva.

    3. Sujeito de exerçamos: nós. Esse sujeito será o agente da passiva, na voz passiva.

    4. Objeto direto de exerçamos: uma severa vigilância.  Esse objeto direto será o sujeito (paciente), na voz passiva.

    Transposição: Caso uma severa vigilância não seja exercida por nós, as finalidades desse grupo serão deturpadas.

     

    Letra "E"-ERRADA:  A necessidade de convívio impõe a criação de órgãos que nos protegem = A necessidade de convívio é imposta pela criação de órgãos pelos quais seremos protegidos.

     

    1. Verbos transitivos diretos: impõe e protegem.

    2. Os verbos estão no presente do indicativo. Esse deverá ser o tempo verbal do verbo auxiliar (ser/estar), na voz passiva.

    3. Sujeito de impõe: A necessidade de convívio. Sujeito de protegem: "que" (= órgãos). Ambos os sujeitos serão os agentes da passiva, na voz passiva.

    4. Objeto direto de impõe: a criação de órgãos. Objeto direto de protegem: nos. Ambos os objetos diretos serão os sujeitos (pacientes), na voz passiva.

     

    Transposição: A criação de órgãos pelos quais somos protegidos é imposta pela necessidade de convívio.

     

    Comentário Professora Andrea

  • Se os interessados fundassem uma associação, poderiam pleitear outras vantagens = Se uma associação fosse fundada (o que era OD passou aqui a ser sujeito) pelos interessados, outras vantagens poderiam ser pleiteadas.

  • a) Os inescrupulosos manipularão as instituições para que estas satisfaçam seus interesses = Os inescrupulosos terão manipulado as instituições para satisfazerem (terão manipulado para satisfazer/ afim de satisfazer) seus interesses.

     

     b) Os parasitas retiram energia do hospedeiro sem que este possa esboçar uma reação = A energia do hospedeiro foi retirada pelos parasitas sem que (faltou: sem que aqueles/ os parasitas) tivesse (tivessem) podido esboçar uma reação.

     

     c) Se os interessados fundassem uma associação, poderiam pleitear outras vantagens = Se uma associação fosse fundada pelos interessados, outras vantagens poderiam ser pleiteadas. CORRETO

     

     d) Caso não exerçamos uma severa vigilância, as finalidades deste grupo serão deturpadas = Caso não se exercesse uma severa vigilância, terão (teriam) sido deturpadas as finalidades deste grupo. (Outro exemplo: caso não estudasse, teria sido reprovado...)

     

     e) A necessidade de convívio impõe a criação de órgãos que nos protegem = A necessidade de convívio é imposta pela criação de órgãos pelos quais seremos protegidos. Inverteu a ordem, impõe está na ordem direta e o sujeto é ˜a necessidade˜, e não ˜a criação˜. Logo, no discurso indireto teríamos: A criação de (...) é imposta pela necessidade (...). 

  • A questão exige conhecimento sobre flexões do verbo, especificamente, voz ativa e voz passiva. Na voz ativa, o sujeito é o agente da ação verbal. Na voz passiva, o sujeito sofre a ação verbal.

    Uma breve recapitulação sobre a estrutura das vozes passivas:
    voz passiva sintética: verbo transitivo + pronome se + sujeito paciente
    voz passiva analítica: sujeito paciente + verbo auxiliar + particípio + preposição + agente da passiva

    A) Os inescrupulosos manipularão as instituições para que estas satisfaçam seus interesses = Os inescrupulosos terão manipulado as instituições para satisfazerem seus interesses.
    Incorreto. A primeira frase está na voz ativa (o sujeito é o agente da ação verbal e é representado aqui pelos termos "os inescrupulosos"). Sendo assim, a segunda frase deveria estar na voz passiva. 

    As instituições (sujeito paciente) serão (verbo auxiliar) manipuladas (verbo no particípio) pelos (preposição) inescrupulosos (agente da passiva) para que aquelas satisfaçam seus interesses.

    B) Os parasitas retiram energia do hospedeiro sem que este possa esboçar uma reação = A energia do hospedeiro foi retirada pelos parasitas sem que tivesse podido esboçar uma reação.
    Incorreto. A primeira frase está na voz ativa. A voz passiva está empregada seguindo a estrutura dessa voz verbal, contudo, os tempos verbais não correspondem à frase original (retiram / é retirada / possa / tivesse podido). 

    O correto seria: "A energia do hospedeiro (sujeito paciente) é (verbo auxiliar) retirada (verbo no particípio) pelos (preposição) parasitas (agente da passiva) sem que aquele possa esboçar uma reação".

    C) Se os interessados fundassem uma associação, poderiam pleitear outras vantagens = Se uma associação fosse fundada pelos interessados, outras vantagens poderiam ser pleiteadas.
    Correto. A primeira frase está na voz ativa e a segunda na voz passiva com a estrutura empregada corretamente. 

    Se uma associação (sujeito paciente) fosse (verbo auxiliar) fundada (verbo no particípio) pelos (preposição) interessados (agente da passiva), outras vantagens poderiam ser pleiteadas.

    Importante notar que há manutenção do tempo verbal na transposição. A forma verbal fundassem está no pretérito imperfeito do subjuntivo; na segunda frase, a locução verbal fosse fundada mantém o mesmo tempo verbal com o verbo auxiliar flexionado no pretérito imperfeito do subjuntivo - fosse - ao lado do verbo no particípio. 

    D) Caso não exerçamos uma severa vigilância, as finalidades deste grupo serão deturpadas = Caso não se exercesse uma severa vigilância, terão sido deturpadas as finalidades deste grupo.
    Incorreto. O sujeito paciente é “uma severa vigilância". Sendo assim, a transposição correta da voz verbal é: Caso uma severa vigilância (sujeito paciente)  não seja (verbo auxiliar) exercida (verbo no particípio) por (preposição) nós (agente da passiva), as finalidades deste grupo serão deturpadas. 

    E) A necessidade de convívio impõe a criação de órgãos que nos protegem = A necessidade de convívio é imposta pela criação de órgãos pelos quais seremos protegidos.
    Incorreto. A primeira frase está na voz ativa e seu sujeito é "a necessidade de convívio". Para passar para a voz passiva, é preciso transformar o sujeito no agente da passiva. A criação de órgãos (sujeito paciente) que nos protegem é (verbo auxiliar) imposta (verbo no particípio) pela (preposição) necessidade de convívio (agente da passiva).

    Gabarito da Professora: Letra C.

ID
2293588
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Instituições e riscos

    Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização. Mas para conviver neste pequeno planeta, para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento. Orientados por tantos e tão diferentes interesses, premidos pelas mais diversas necessidades, organizamo-nos em associações, escolas, igrejas, sindicatos, corporações, clubes, empresas, assembleias, missões etc., confiando em que a força de um objetivo comum viabiliza a unificação de todos no corpo de uma instituição. É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições.

    Mas é preciso sempre alertar para o fato de que, criadas para permitir o convívio civilizado, as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares. A corrupção e a fraude podem tirar proveito do prestígio de uma instituição, alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo.

(Teobaldo de Carvalho, inédito)

Estabelecem entre si uma relação de causa e consequência, nesta ordem, os seguintes segmentos:

Alternativas
Comentários
  • B) premidos pelas mais diversas necessidades / organizamo-nos em associações (1º parágrafo)

    Causa: Pressionados/coagidos por diversas necessidades 

    Consequência: Organizam-se em associações

  • LETRA B

     

    Macete : O FATO DE (CAUSA) FAZ COM QUE (CONSEQUÊNCIA)

     

    A - para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras,  ( A FIM DE SE AFASTAR = FINALIDADE)

     

    B - O FATO DE os homens estarem premidos das mais diversas necessidades FEZ COM QUE eles se organizassem em associações.

  • " Premidos pelas mais diversas necessidades (DE MODO QUE) organizamo-nos em associações " 

  •  

    "premidos pelas mais diversas necessidades / DE MODO QUE organizamo-nos em associações"

     

    Ou

     

    A causa de terem se organizado em associações foi por serem premidos pelas diversas necessidades.

     

    Consecutiva:

    - Tanto que

    - De modo que

    - De sorte que

     

  • Duplo like no comentário do Cassiano!!! 

    Valeu 

  • PREMIDO = APERTADO, COMPRIMIDO, IMPRENSADO, ESPREMIDO...

  • "Premidos pelas mais diversas necessidades" é uma oração subordinada causal reduzida de particípio. Desenvolvida, ele levará, no início uma conjunção causal (Uma vez que).

     

    https://portugues.uol.com.br/gramatica/oracoes-subordinadas-reduzidas-como-analisa-las.html

  • III _ Consecutivas – Introduzem uma oração que expressa consequência da principal.

    São elas : de sorte que , de modo que , de forma que , sem que (=que não ) , que ( tendo com antecedente na oração principal uma palavra como : Tal , tão , cada , tanto , tamanho )

    Ex : Estudo tanto durante a noite , /que dormiu na hora do exame

                          Causa                                      Efeito

     

     

    Ex : A dor era tanta  / que o ferido desmaiou

         Causa                                      Efeito

     

    Dica preciosa : ” QUE” toda vez que vier antecedido de TAO, TAL , CADA , TANTO , TAMANHO será Consecutiva

  • A corrupção e a fraude podem : ORAÇÃO PRINCIPAL

    tirar proveito do prestígio de uma instituição : ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA OBJETIVA DIRETA REDUZIDA DE INFINITIVO

    alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. : ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONCLUSIVA.

  • (TÃO) premidos pelas mais diversas necessidades / (QUE) organizamo-nos em associações 

    Relação de consequência:

    Tanto Que

    Tão Que

  • Questão faixa preta...

    Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização. Mas para conviver neste pequeno planeta, para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento. Orientados por tantos e tão diferentes interesses, organizamo-nos em associações, escolas, igrejas, sindicatos, corporações, clubes, empresas, assembleias, missões etc., visto que somos premidos pelas mais diversas necessidades, confiamos na força de um objetivo comum que viabiliza a unificação de todos no corpo de uma instituição. 

    organizamo-nos em ..... - ideia de efeito - consequência;

    premidos pelas ..... - ideia de causa (oração subordinada adverbial causal reduzida de particípio).

  • A consequência de eu tirar proveito de uma situação e me alimentar dessa instituição . Pra mim , cabe perfeitamente na letra E
  • Cola no macete do Rodrigo que não dá erro. Testei em várias questões ;)

ID
2293591
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Instituições e riscos

    Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização. Mas para conviver neste pequeno planeta, para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento. Orientados por tantos e tão diferentes interesses, premidos pelas mais diversas necessidades, organizamo-nos em associações, escolas, igrejas, sindicatos, corporações, clubes, empresas, assembleias, missões etc., confiando em que a força de um objetivo comum viabiliza a unificação de todos no corpo de uma instituição. É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições.

    Mas é preciso sempre alertar para o fato de que, criadas para permitir o convívio civilizado, as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares. A corrupção e a fraude podem tirar proveito do prestígio de uma instituição, alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo.

(Teobaldo de Carvalho, inédito)

Na frase alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável, o sentido do segmento sublinhado está formalmente correto e coerente nesta outra construção:

Alternativas
Comentários
  • Comparativas

    Indicam comparação. São utilizadas em orações subordinadas adverbiais comparativas.

    como, (tal) qual, assim como, (tanto) quanto, (mais ou menos) que, (tão)…quão, feito, que nem, qual, se, etc…

     

    a) conquanto - concessiva 

    b) não é conjunção

    c) correta. OBSERVE QUE PODEMOS COLOCAR O TAL QUAL na frase que indica comparação!

    d) assim  como - comparativa (o erro está no uso do se que obriga PRÓCLISE)

    e) à medida que - indica PROPORÇÃO

  • Observa-se que a questão em discursão o verbo esta no presente do indicativo (aproveita) e a única alternativa em que o verbo esta no presente do indicativo é a alternativa "c".

    TENHO DITO!

  • Na frase alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável, a oração apresentada depois da conjunção como tem valor de comparação. Portanto, a questão pede uma oração que possa substituí-la, mantendo sentido e correção. Vejamos:

     

     a) conquanto um oportunista parasita que se beneficiasse do seu saudável hóspede. Errado: como já dito pela colega acima, conquanto é conjunção com valor concessivo, portanto não pode seubstituir oração com valor comparativo;

     

     b) a exemplo da força de um hospedeiro saudável em que se aproveitasse um parasita. Errado: nesta construção há um erro de regência, embora seu valor seja de uma comparação. Para que houvesse correção neste item, ele deveria ser reescrito da seguinte forma:"...alimentando-se de sua força a exemplo da força de um hospedeiro saudável da qual se aproveitasse um parasita. (Entendem?! Quem se aproveita se aproveita de algo). 

     

     c) tal um oportunista parasita se vale da boa saúde do hospedeiro. Este é o item correto: a palavra tal  tem significado de semelhante. Portanto, a frase estabelece uma relação de comparação.

     

     

     d) assim como um parasita tem aproveitado-se da saúde do hospedeiro. Errado, embora a locução conjuntiva "assim como" no início da frase apresente uma oraçao com valor de comparação, há um erro na frase que é a colocação do pronome após o verbo no particípio. Tia Norminha proíbe a ênclise depois de particípio.

     

     e) à medida que um oportuno parasita venha a ter proveito ao saudável hospedeiro. Errado, em geral, a locução conjuntiva "à medida que" tem valor de proporcionalidade, além disso um parasita nunca pode ser oportuno; ele pode ser oportunista e é sempre inoportuno, portanto há erro de coerência. E por fim, mais um erro se encontra na regência da locução verbal "ter poveito"; quem tem proveito tem proveito de algo.  

  • A regra é clara: verbo no futuro e no particípio??? NÃO ADMITEM ÊNCLISE!!!! JAMAIS!!!!


ID
2293594
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Instituições e riscos

    Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização. Mas para conviver neste pequeno planeta, para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento. Orientados por tantos e tão diferentes interesses, premidos pelas mais diversas necessidades, organizamo-nos em associações, escolas, igrejas, sindicatos, corporações, clubes, empresas, assembleias, missões etc., confiando em que a força de um objetivo comum viabiliza a unificação de todos no corpo de uma instituição. É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições.

    Mas é preciso sempre alertar para o fato de que, criadas para permitir o convívio civilizado, as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares. A corrupção e a fraude podem tirar proveito do prestígio de uma instituição, alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo.

(Teobaldo de Carvalho, inédito)

Os dois últimos períodos do texto são introduzidos pelas expressões Por isso e Sem isso, que nesse contexto se referem, precisamente,

Alternativas
Comentários
  • Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo.

     

    1) Substituam o trecho segundo negrito, pelo o do primeiro negrito e leiam a nova frase formada e notem que ela terá sentido.

    2) Substituam o trecho segundo grifo, pelo o do primeiro grifo e leiam a nova frase formada e notem que ela terá sentido.

     

    "Isso" é um elemento anafórico, ou seja, retoma segmento mencionado anteriormente.

     

    GABARITO: d) a estes dois respectivos antecedentes: desvios do roteiro desejável e necessidade de vigilância.

  • "Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo."

     

  • Discordo do gabarito, pois acho que o "por isso" e o "sem isso" não se referem aos mesmos elementos.

     

    Na minha humilde análise o "Sem isso" pode corresponder tanto a:

    "Sem isso (sermos vigilantes no acompanhamento das organizações), deixaremos...

    ou

    "Sem isso ("os princípios do bem coletivo"), deixaremos...

     

    Questão confusa... sei lá. Alguém também achou confuso ou estou estudo muito? ou pouco? hehe

  • A banca exigiu termos sinônimos e não termos anteriores. A fcc subiu o nível de  português.

  • Confesso que tive o mesmo entendimento da Mimi Balboa, porém fui na menos errada, letra (d)

  • Nível Hard

  • VIDE        Q115179        Q728319       Q730777

     

    CONCLUSÃO:

                        

    POR CONSEGUINTE,        

    LOGO,        ASSIM

    PORTANTO,       

    ENFIM

    E  =       POR ISSO.    

     ENTÃO

  • Questão mais de interpretação de texto do que gramática. Leia o texto e identifique os elementos anafóricos:

    Sem isso = antecedente, vigilantes das instituições.
    Por isso = antecedentes, por causa das corrupções.

    Gabarito: D

  • Interpretação pura.

  • questão de nível altíssimo. Interpretação 100%

  • Não sou mestre, mas achei até de boa! De qualquer forma, sempre ler o parágrafo todo pra não ter dúvidas!


ID
2293597
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

A sociedade do espetáculo

    Num admirável e recente livro de ensaios, a escritora Susan Sontag afirmou que “vivemos numa sociedade do espetáculo”. Segundo ela, cada situação deve ser transformada em espetáculo para ser real, ou seja, interessante para o público. A realidade perdeu o prestígio. A realidade só aparece representada de modo espetacular na mídia. A consequência disso é que os cidadãos da modernidade, consumidores da violência como espetáculo, adeptos da proximidade sem risco, se tornaram pessoas instruídas no cinismo.

    Mas quem são os cínicos? Os espectadores, os documentaristas da mídia? Ou, quem sabe, os próprios críticos da mídia? Para estes, é cômodo denunciar as imagens da violência culpando-as pelo que retratam. Ganham, assim, a suposta superioridade de quem estaria desmascarando um falso espetáculo, um truque em que todos caem. Com isso, a violência real acaba sendo poupada de qualquer condenação.

(Baseado em: CALLIGARIS, Contardo. Terra de Ninguém. S. Paulo: Companhia das Letras, 2004, p. 343)

Um dos efeitos de estarmos vivendo numa sociedade do espetáculo é, segundo a linha de argumentação do texto,

Alternativas
Comentários
  • Letra E

     

  • A realidade perdeu o prestígio. A realidade aparece representada de modo espetacular na mídia.

  • ...Cada situação deve ser transformada em espetáculo para ser real, ou seja, interessante para o público...

    Outro ponto que corrobora  é quando retrata: ... deptos da proximidade sem risco, se tornaram pessoas instruídas no cinismo.

    TENHO DITO!

  • A consequência disso é que os cidadãos da modernidade, consumidores da violência como espetáculo, adeptos da proximidade sem risco.


ID
2293600
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

A sociedade do espetáculo

    Num admirável e recente livro de ensaios, a escritora Susan Sontag afirmou que “vivemos numa sociedade do espetáculo”. Segundo ela, cada situação deve ser transformada em espetáculo para ser real, ou seja, interessante para o público. A realidade perdeu o prestígio. A realidade só aparece representada de modo espetacular na mídia. A consequência disso é que os cidadãos da modernidade, consumidores da violência como espetáculo, adeptos da proximidade sem risco, se tornaram pessoas instruídas no cinismo.

    Mas quem são os cínicos? Os espectadores, os documentaristas da mídia? Ou, quem sabe, os próprios críticos da mídia? Para estes, é cômodo denunciar as imagens da violência culpando-as pelo que retratam. Ganham, assim, a suposta superioridade de quem estaria desmascarando um falso espetáculo, um truque em que todos caem. Com isso, a violência real acaba sendo poupada de qualquer condenação.

(Baseado em: CALLIGARIS, Contardo. Terra de Ninguém. S. Paulo: Companhia das Letras, 2004, p. 343)

No segundo parágrafo do texto, admite-se que os próprios críticos da mídia sejam cínicos, pelo fato de que

Alternativas
Comentários
  • próprios críticos da mídia? Para estes, é cômodo denunciar as imagens da violência culpando-as pelo que retratam. Ganham, assim, a suposta superioridade de quem estaria desmascarando um falso espetáculo, um truque em que todos caem. Com isso, a violência real acaba sendo poupada de qualquer condenação.

  • No segundo parágrafo do texto, admite-se que os próprios críticos da mídia sejam cínicos, pelo fato de que

     

    Mas quem são os cínicos? Os espectadores, os documentaristas da mídia? Ou, quem sabe, os próprios críticos da mídia? Para estes, é cômodo denunciar as imagens da violência culpando-as pelo que retratam. Ganham, assim, a suposta superioridade de quem estaria desmascarando um falso espetáculo, um truque em que todos caem. Com isso, a violência real acaba sendo poupada de qualquer condenação.

     

     d) se limitam a condenar a mídia sensacionalista, em lugar de denunciarem a violência real.


ID
2293603
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

A sociedade do espetáculo

    Num admirável e recente livro de ensaios, a escritora Susan Sontag afirmou que “vivemos numa sociedade do espetáculo”. Segundo ela, cada situação deve ser transformada em espetáculo para ser real, ou seja, interessante para o público. A realidade perdeu o prestígio. A realidade só aparece representada de modo espetacular na mídia. A consequência disso é que os cidadãos da modernidade, consumidores da violência como espetáculo, adeptos da proximidade sem risco, se tornaram pessoas instruídas no cinismo.

    Mas quem são os cínicos? Os espectadores, os documentaristas da mídia? Ou, quem sabe, os próprios críticos da mídia? Para estes, é cômodo denunciar as imagens da violência culpando-as pelo que retratam. Ganham, assim, a suposta superioridade de quem estaria desmascarando um falso espetáculo, um truque em que todos caem. Com isso, a violência real acaba sendo poupada de qualquer condenação.

(Baseado em: CALLIGARIS, Contardo. Terra de Ninguém. S. Paulo: Companhia das Letras, 2004, p. 343)

As frases do primeiro parágrafo A realidade perdeu o prestígio. e A realidade só aparece representada de modo espetacular na mídia. podem constituir coerentemente um único período, sem prejuízo para o sentido. Para isso, a conexão entre elas deve ser feita por meio da expressão

Alternativas
Comentários
  • A realidade perdeu o prestígio, dado que a realidade só aparece representada de modo espetacular na mídia

    Trata-se de uma relação de causa e consequência: “O fato de... é pelo fato que...”.

     

    a) ERRADO. Concessiva.

     

    b) ERRADO. Concessiva.

     

    c) CERTO. Causal.

    Conjunções Subordinativas Causais: porque, porquanto, visto que, como (=porque), desde que, pois, dado que, já que, uma vez que, que (=porque), visto como.

    http://www.silabas.com.br/conjuncao/

     

    d) ERRADO. Final.

     

    e) ERRADO. Proporcional.

  • Eliezer...não é uma condicional....é CAUSAL!
    Vão ao comentário do Arthur Camacho.

  • Pode ser resolvida por eliminação, ja que A e B são concesivas ( a ocorrência nas frases é causa e consequência), nem a alternativa C, pois dá ideia de finalidade.
  • CAUSAL/EXPLICATIVA:                PORQUANTO,  PORQUE, UMA VEZ QUE, POIS, JÁ QUE, DADO QUE

     

     

    QUE = JÁ QUE, PORQUE

     

    TRISTE QUE ESTAVA NÃO FOI PASSEAR      

     QUE:   se for possível substituir  a oração “porque motivo”

     

    COMO       =     PORQUE,  ANTES DA ORAÇÃO PRINCIPAL

  • Note que temos uma relação de explicação entre ambas orações.
    A realidade perdeu o prestígio porque só aparece representada de modo espetacular na mídia. Logo devemos procurar um conjunção explicativa:
    a) E. Ideia de concessão, quebra de expectativas.
    b) E. Ideia de concessão, quebra de expectativas.
    c) C
    d) E. Ideia de finalidade.
    e) E. Ideia de proporcionalidade.

  • Descordo do gabarito, pois vejo que a correlação se dá de forma concessiva. Vamos a explicação: ora, a realidade perdeu o prestígio, muito embora a mídia a coloque de forma espetacular. Como podemos dizer que ela perdeu o prestígio, se a própria mídia a coloca de forma explendorosa?

    Por isso, acredito que a relação é de concessão.

    TENHO DITO!

  • Alexandre, a sua discordância está equivocada. Não tem nada de concessão. Não é que a realidade perdeu o prestígio, muito embora seja apresentada de espetacular. Na verdade, ela perdeu o prestígio, pois (dado que) agora ela só aparece de forma espetacular na mídia. Antes a realidade tinha prestígio, os fatos eram apresentados respeitando a realidade. Hoje não, tudo agora é especular. Qualquer besteira é um fato espetacular.

     

    Antes as pessoas postavam fotos apenas de jantares românticos quando iam em um restaurante requintado em situações específicas ou quando comiam um prato diferente. Hoje, qualquer pão com ovo merece todo "estardalhaço", toda pizzaria merece uma super postagem mostrando até uma realidade que não existe.

     

    Resumindo: Essas situações não têm mais prestígio, dado que todo mundo agora posta qualquer coisa.

  • A alternativa "C" é a CORRETA.

     A questão parte do seguinte trecho do texto: "A realidade perdeu o prestígio. A realidade só aparece representada de modo espetacular na mídia."

    Devemos formar um único período com as orações acima, inserindo a expressão que faria a conexão correta, sem prejuízo para o sentido original. 

    Podemos perceber que há um sentido de CAUSA entre essas orações. A segunda frase indica a causa ou o motivo de a realidade ter perdido o prestígio. Assim, para conectar corretamente essas ideias, a expressão escolhida precisa ter sentido de CAUSA

     

    Entre as opções, a única locução causal está na alternativa "C"dado que. Essa locução é equivalente a "já que", "visto que", "porque", "uma vez que", etc. A frase ficaria assim:

    → A realidade perdeu o prestígio, dado que [a realidade] só aparece representada de modo espetacular na mídia.

     

    Assim, a alternativa "C" é a CORRETA.

      

    Vejamos as opções incorretas:

     

     Alternativa "A": muito embora

    A expressão acima tem sentido de concessão, ou seja, introduz uma ideia contrária, mas que não é suficiente para eliminar o que se afirma na oração principal. Vejamos um exemplo:

    Embora chovesse, fomos à praia. → Normalmente preferimos ir à praia num dia de sol. É natural que alguém desista de ir à praia ao ver o céu nublado, ou num dia chuvoso. As ideias de "estar chovendo" e de "ir à praia" são opostas, mas o fato de chover não foi suficiente para eliminar a ida à praia. Essa é a ideia da oração concessiva.

    O uso de uma expressão concessiva modificaria o sentido original de causa.

     

    Alternativa "B": mesmo quando

    Essa é mais uma expressão concessiva, portanto seu uso modificaria o sentido original do texto.

     

    Alternativa "D": a fim de que

    Essa é uma locução conjuntiva final, que indica finalidade. O uso dessa expressão modificaria o sentido original.

     

    Alternativa "E": ao passo que

    Essa é uma locução conjuntiva proporcional, equivalente a "à medida que" e "à proporção". O uso dessa expressão introduziria um sentido de proporção, alterando a ideia original.

     

     

    FONTE: Professora Denise Carneiro


ID
2293606
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

A sociedade do espetáculo

    Num admirável e recente livro de ensaios, a escritora Susan Sontag afirmou que “vivemos numa sociedade do espetáculo”. Segundo ela, cada situação deve ser transformada em espetáculo para ser real, ou seja, interessante para o público. A realidade perdeu o prestígio. A realidade só aparece representada de modo espetacular na mídia. A consequência disso é que os cidadãos da modernidade, consumidores da violência como espetáculo, adeptos da proximidade sem risco, se tornaram pessoas instruídas no cinismo.

    Mas quem são os cínicos? Os espectadores, os documentaristas da mídia? Ou, quem sabe, os próprios críticos da mídia? Para estes, é cômodo denunciar as imagens da violência culpando-as pelo que retratam. Ganham, assim, a suposta superioridade de quem estaria desmascarando um falso espetáculo, um truque em que todos caem. Com isso, a violência real acaba sendo poupada de qualquer condenação.

(Baseado em: CALLIGARIS, Contardo. Terra de Ninguém. S. Paulo: Companhia das Letras, 2004, p. 343)

Está clara, correta e coerente a redação deste livre comentário sobre o texto:

Alternativas
Comentários
  • GAbarito letra A

     

  • Ayonara, seus comentários são esclarecedores.

     

  • Quem SE ENTRETE, SE ENTRETE COM alguma coisa..!

    Os espectadores deverão se ENTRETER COM ESPATÁCULO ( Equivale COM O QUAL)

  • Qual o erro da letra "E"?

  • Gabarito letra a).

     

     

    a) É a preocupação com a audiência que leva a mídia a fazer da violência das ruas um espetáculo com o qual os espectadores deverão se entreter em casa. (CORRETA)

     

     

    b) A cada momento em que/ no qual a violência ganha força pelo tratamento que lhe dá a mídia, ela só faz crescer.

     

    * Na língua culta, escrita ou falada, "onde" deve ser limitado aos casos em que há indicação de lugar físico, espacial. Quando não houver essa indicação, deve-se preferir o uso de em queno qual (e suas flexões na qual, nos quais, nas quais) e nos casos da ideia de causa / efeito ou de conclusão. Logo, o uso de "onde", na frase acima, implica erro. O correto seria "em que" ou "no qual".

     

     

    c) Há cinismo em se naturalizarem as notícias da violência (SUJEITO PLURAL), em vez de usá-las como um espetáculo que se pudesse a todo custo evitar.

     

    * Na voz passiva sintética (SE), não há objeto direto, portanto "as notícias da violência" é o sujeito da oração. Recomendo a resolução da Q666395 (QUESTÃO SOBRE VOZ PASSIVA SINTÉTICA = SE) para complementar os estudos.

     

    ** Crase não pode (os principais) = "MISVIP":

    asculino

    ndefinidos

    ingular + Plural

    erbo

    guais (gota a gota, passo a passo)

    ronomes (maioria deles) {TODO}

     

    Segue um bom link para complementar os estudos: http://www.soportugues.com.br/secoes/sint/sint77.php

     

     

    d) Por mais que nos esforcemos, não é fácil deixarmos de nos atrair pelo que a mídia sabe emprestar de espetáculo a uma notícia violenta.

     

    * Quando o infinitivo pessoal está em uma locução verbal, não se flexiona o infinitivo, sendo este o verbo principal da locução verbal, quando em virtude da ordem dos termos da oração, sua ligação com o verbo auxiliar for nítida. (FLEXIONA SÓ O PRIMEIRO PARA O PLURAL)

     

    Ex: Nós acabamos (PRIMEIRO + VERBO AUXILIAR + FLEXIONA) de fazer (SEGUNDO + VERBO PRINCIPAL + NÃO FLEXIONA) os exercícios.

     

    Fonte: http://portugues.uol.com.br/gramatica/concordancia-verbal-.html

     

     

    e) Falando da mídia, Susan Sontag e Contardo Calligaris atribuem-lhe (OI) um papel e uma responsabilidade (OD) determinantes na representação da violência.

     

    * Verbo "atribuir", na oração acima, é transitivo direto e indireto. A alternativa está errada, pois, do modo como está construída, o verbo possui dois objetos diretos ("um papel e uma responsabilidade" e "na"). Logo, deve-se utilizar "lhe" para indicar a existência de um objeto indireto. Recomendo a resolução da Q585267 para complementar os estudos. Segue um resumo abaixo:

     

    o, a, os, as, lo, la, los, las, no, na, nos, nas = OBJETO DIRETO

     

    lhe = OBJETO INDIRETO

     

     

     

    => Meu Instagram para concursos: https://www.instagram.com/qdconcursos/


ID
2293609
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A forma de tratamento, o emprego de pronomes e a linguagem utilizada estão plenamente adequados no seguinte caso:

Alternativas
Comentários
  • Na "C" não é pôde?

  • :Na questão "C" o "pode" está conjugado no presente. Já o "pôde" é conjugado no passado.

  • Acho que o adequado é viemos na letra A ....
  • A respeito da linguagem, nas letras A e D, não se tratam de modos apropriados e tecnicamente corretos com o uso formal da língua os seguintes trechos: "que se dê um jeito na situação" e "Não é por nada não, chefia".

  • A) ERRADA: O certo seria "viemos".

    B) ERRADA: Pronomes de tratamento concordam com verbos na 3ª pessoa, na alternativa o verbo está na 2ª.

    C) CORRETA

    D) ERRADA: Essa alternativa está uma bagunça. Acho que não deveria ter o pronome NOS e o verbo estimar deveria estar flexionado de outro jeito.

    E) ERRADA: Houve uma mistura de 2ª pessoa do plural com 3ª nos verbos pretender e tomar.

  • "Não é por nada não, chefia" foi hilário kkkkkkkkkkk

    ----

    a) Vimos (o verbo vir está correto no presente do indicativo, nós vimos) respeitosamente à presença de Vossa Senhoria, chefe dos Recursos Humanos, solicitar que se dê uma solução à situação precária em que se acham os funcionários recém-admitidos.

     

    b) Senhor Governador: Vossa Excelência deve considerar que nossas demandas são justas, razão pela qual aqui as reexpomos.

     

    c) Correta

     

    d) Senhor chefe do Departamento "Tal", poderia nos conceder um tratamento mais cordial.... (é apenas uma ideia, rs)

     

    e) Senhores deputados, se não pretendem votar a emenda ainda hoje, tomamos a liberdade de lembrá-los que a próxima semana estará tomada por outra pauta.

     

    Me corrijam se houve alguma imprecisão.

     

    ----

    "Não me assustam os milhares que me cercam". Salmos 3:6.

     

  • O erro da alternativa a não é o verbo vir.

    Presente (Indicativo)

    eu venho

    tu vens

    ele/ela vem

    nós vimos

    vós vindes

    eles/elas vêm

    Pretérito Perfeito (Indicativo)

    eu vim

    tu vieste

    ele/ela veio

    nós viemos X

    vós viestes

    eles/elas vieram

     

  • Esse "seu" da letra c causa ambiguidade, mas é a menos errada.

  • a. "Vossa Excelência" não é usado para o chefe do RH.

    b. "Vossa Senhoria" é flexionado na 3ª do singular.

    d. Tá horrivel.

    e. O v. 'lembrar' é transitivo direto.

  • Quando se fala diretamente à pessoa tratada (pessoa com quem se fala), usa-se Vossa. Ex.: "Vossa Excelência, senhor Deputado, é muito corajoso" (fala-se com a autoridade).

     

    Quando se faz referência à pessoa tratada, mas se conversa com outrem (pessoa de quem se fala), emprega-se Sua. Ex.: "Sua Excelência o Deputado Araújo, de quem lhe falei há pouco, é muito corajoso" (fala-se da autoridade).

     

    http://www.migalhas.com.br/Gramatigalhas/10,MI62833,91041-Vossa+Excelencia+ou+Sua+Excelencia

  • Fizeram uma salada nos comentários e trocaram tudo!

     

    Esse tipo de questão trata apenas das formas de tratamento!

     

    A - CHEFE DE RECURSOS HUMANOS É TRATADO POR VOSSA SENHORIA

     

    B - GOVERNADOR VOSSA EXCELÊNCIA

     

    C - CORRETO ... SENADOR VOSSA EXCELÊNCIA 

     

    D - FORA DO PADRÃO DE TRATAMENTO

     

    E - DEPUTADO >> VOSSA EXCELÊNCIA

     

    APENAS PARA PROVAR A VERACIDADE DO COMENTÁRIO DEIXAREI UM LINK QUE ACHEI ACERCA DO ASSUNTO.

     

    http://pucrs.br/manualred/tratamento.php

  • Na D e na E, para mim, o erro consiste na falta de uniformidade dos pronomes, percebam:

    D)Não é por nada não, chefia, mas bem que PODIAS (TU - 2º PESSOA SINGULAR) honrar-nos a todos que O (3º PESSOA DO SINGULAR) estimamos com um atendimento mais cordial. 
    O correto seria: PODIAS e TE ou PODIA e O

     e) Caros deputados, se não PRETENDEIS (VÓS - 2º PESSOA PLURAL) votar a emenda ainda hoje, tomamos a liberdade de lembrar-LHES(3º PESSOA PLURAL) que a próxima semana estará tomada por outra pauta.
    O correto seria PRETENDEIS e VOS ou PRETENDEM e LHES.

  • Gab C

     

    VOSSA - 2ª pessoa (COM QUEM SE FALA)

    Vossa excelência discursou bem.

     

    SUA - 3ª pessoa (DE QUEM SE FALA)

    Como o Senador não pode comparecer, falará em seu lugar seu assessor imediato, que tão bem representa Sua Excelência.

  • a) Vimos (presente do indicativo - certo!) respeitosamente à (crase correta) presença de Vossa Excelência (o correto seria Vossa Senhoria - Chefe de repartição), chefe dos Recursos Humanos, solicitar que se dê um jeito na situação precária em que se acham os funcionários recém-admitidos.

     

    b) Senhor (o vocativo correto seria: Excelentíssimo Senhor) Governador: Vossa Senhoria (Vossa Excelência) deveis (deve) considerar que nossas demandas são justas, razão pela qual aqui as reexpomos.

     

    c) Como o Senador não pode comparecer, falará em seu lugar seu assessor imediato, que tão bem representa Sua Excelência (uso correto - designa a pessoa de quem se fala. No caso do Senador - Sua Excelência)CORRETA!

     

     d) Não é por nada não, chefia (uso inadequado), mas bem que podias honrar-nos a todos que o estimamos com um atendimento mais cordial.

     

     e) Caros (Excelentíssimos Senhores) deputados, se não pretendeis votar a emenda ainda hoje, tomamos a liberdade de lembrar-lhes que a próxima semana estará tomada por outra pauta.

     

    Me corrijam se estiver errada.

     

    "Não importa o quão devagar você vá, desde que você não pare." (Confúcio)

  • Acredito que na C, senador se escreve com letra minúscula, e não maiúscula.

  • nao tem nada errado na D, eu chamo chefia quem eu quiser, AINDA mais que a questao nem deixa implicito o cargo do infeliz..

  • Quanto à alternativa C, não está especificado se a ação de comparecer ao local já ocorreu ou não, por isso, não está errada.

     

    Abraço e bons estudos.

  • Decorei assim: 

    Vossa - fala com Você (diretamente com a pessoa) 

    Sua - Fala de outra pessoa 

     

  • Sou apaixonado por redação oficial!

    Vamos lá...

    VOSSA é quando estamos diante da autoridade, e SUA é quando nos referimos à ela.

    Mas a questão principal é o "excelência".

    Usamos Vossa/Sua Excelência quando nos referimos à autoridades militares e políticas, como Presidente da República, Senadores, Deputados, Embaixadores, Oficiais de Patente Superior à de Coronel, Juízes de Direito, Ministros, etc.

  • Andréa AP

    No caso da alternativa B, o vocativo está correto, pois o vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é  "Excelentíssimo Senhor", seguido do cargo respectivo:

    Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal

    Já as demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor, seguido do cargo respectivo:

    Senhor Senador,

    Senhor Juiz,

    Senhor Ministro,

    Senhor Governador

    O erro da alternativa B foi ter utilizado Vossa Senhoria no lugar de Vossa Excelência, além da flexão na 3ª do singular.

  • ALTERNATIVA A – ERRADA - Observemos a frase: Vimos respeitosamente à presença de Vossa Excelência, chefe dos Recursos Humanos, solicitar que se dê um jeito na situação precária em que se acham os funcionários recém admitidos. Está incorreto o emprego do tratamento “Vossa Excelência”, para se fazer menção ao chefe dos Recursos Humanos. Ora, tal pronome de tratamento se refere a autoridades políticas, o que não é o caso. Dessa forma, sugere-se o tratamento “Vossa Senhoria”. Além disso, a expressão “que se dê um jeito” soa coloquial. Seria oportuno substituir por “que se tome providência”.

    ALTERNATIVA B – ERRADA - Observemos a frase: Senhor Governador: Vossa Senhoria deveis considerar que nossas demandas são justas, razão pela qual aqui as reexpomos. Está incorreto o emprego do tratamento “Vossa Senhoria”, para se fazer menção ao Governador. Ora, autoridades políticas requerem o tratamento “Vossa Excelência”. Além disso, está incorreto o emprego da flexão “deveis” – 2ª pessoa do plural -, pois pronomes de tratamento, sejam eles de segunda ou terceira pessoas, requerem flexão verbal em 3ª pessoa. Deve-se, portanto, empregar a forma “deve”.

    ALTERNATIVA C – CERTA – O emprego da forma de 3ª pessoa “Sua Excelência” se deve, pois não está se falando com o Senador, mas sim está se falando dele.

    ALTERNATIVA D – ERRADA – A forma “Não é por nada não, chefia...” soa coloquial e contrasta com o restante da linguagem empregada no texto. Além disso, não se respeita a uniformidade no tratamento das pessoas. Observe que o sujeito de “podias” é uma 2ª pessoa do singular, ao passo que o oblíquo “o” – 3ª pessoa do singular - faz menção ao mesmo referente.

    ALTERNATIVA E – ERRADA – Observemos a frase: Caros deputados, se não pretendeis votar a emenda ainda hoje, tomamos a liberdade de lembrar-lhes que a próxima semana estará tomada por outra pauta. Note que se inicia tratando os deputados como uma 2ª pessoa do plural. Veja a flexão “pretendeis”. Posteriormente, utiliza-se o oblíquo átono “lhes”, 3ª pessoa do plural, para o mesmo referente. Não houve, portanto, uniformidade no tratamento das pessoas.

    Resposta: C 

  • Como o Senador não pode (poderá) comparecer, falará em seu lugar seu assessor imediato, que tão bem representa Sua Excelência.

    Só eu fiquei confuso em relação a essa alternativa! eu tinha a excluído quando cheguei no "pode"

  • a) Vimos respeitosamente à presença de Vossa Senhoria, Chefe dos Recursos Humanos, solicitar que se dê um jeito (coloquial) na situação precária em que se acham os funcionários recém-admitidos.

    b) Senhor Governador: Vossa Excelência deve considerar que nossas demandas são justas, razão pela qual aqui as reexpomos.

    c) Como o Senador não pode comparecer, falará em seu lugar seu assessor imediato, que tão bem representa Sua Excelência. (Está se falando DO Senador, e não COM ele). CORRETA

    d) Não é por nada não (coloquial), chefia, mas bem que podias honrar-nos a todos que o estimamos com um atendimento mais cordial.

    Comentário: Não se respeita a uniformidade no tratamento das pessoas. Observe que o sujeito de “podias” é uma 2ª pessoa do singular, ao passo que o oblíquo “o” – 3ª pessoa do singular - faz menção ao mesmo referente.

    e) Caros deputados, se não pretendeis votar a emenda ainda hoje, tomamos a liberdade de lembrar-lhes que a próxima semana estará tomada por outra pauta.

    Comentário: Inicia-se tratando os deputados como uma 2ª pessoa do plural. Veja a flexão “pretendeis”. Posteriormente, utiliza-se o oblíquo átono “lhes”, 3ª pessoa do plural, para o mesmo referente. Não houve, novamente, uniformidade no tratamento das pessoas.

    BONS ESTUDOS A TODOS!!!

  • José Maria | Direção Concursos

    06/11/2019 às 19:19

    ALTERNATIVA A – ERRADA - Observemos a frase: Vimos respeitosamente à presença de Vossa Excelência, chefe dos Recursos Humanos, solicitar que se dê um jeito na situação precária em que se acham os funcionários recém admitidos. Está incorreto o emprego do tratamento “Vossa Excelência”, para se fazer menção ao chefe dos Recursos Humanos. Ora, tal pronome de tratamento se refere a autoridades políticas, o que não é o caso. Dessa forma, sugere-se o tratamento “Vossa Senhoria”. Além disso, a expressão “que se dê um jeito” soa coloquial. Seria oportuno substituir por “que se tome providência”.

    ALTERNATIVA B – ERRADA - Observemos a frase: Senhor Governador: Vossa Senhoria deveis considerar que nossas demandas são justas, razão pela qual aqui as reexpomos. Está incorreto o emprego do tratamento “Vossa Senhoria”, para se fazer menção ao Governador. Ora, autoridades políticas requerem o tratamento “Vossa Excelência”. Além disso, está incorreto o emprego da flexão “deveis” – 2ª pessoa do plural -, pois pronomes de tratamento, sejam eles de segunda ou terceira pessoas, requerem flexão verbal em 3ª pessoa. Deve-se, portanto, empregar a forma “deve”.

    ALTERNATIVA C – CERTA – O emprego da forma de 3ª pessoa “Sua Excelência” se deve, pois não está se falando com o Senador, mas sim está se falando dele.

    ALTERNATIVA D – ERRADA – A forma “Não é por nada não, chefia...” soa coloquial e contrasta com o restante da linguagem empregada no texto. Além disso, não se respeita a uniformidade no tratamento das pessoas. Observe que o sujeito de “podias” é uma 2ª pessoa do singular, ao passo que o oblíquo “o” – 3ª pessoa do singular - faz menção ao mesmo referente.

    ALTERNATIVA E – ERRADA – Observemos a frase: Caros deputados, se não pretendeis votar a emenda ainda hoje, tomamos a liberdade de lembrar-lhes que a próxima semana estará tomada por outra pauta. Note que se inicia tratando os deputados como uma 2ª pessoa do plural. Veja a flexão “pretendeis”. Posteriormente, utiliza-se o oblíquo átono “lhes”, 3ª pessoa do plural, para o mesmo referente. Não houve, portanto, uniformidade no tratamento das pessoas.

    Resposta: C 

  • A questão avalia o conhecimento sobre pronomes, especificamente, o uso dos pronomes de tratamento. Uma recapitulação breve sobre alguns dos pronomes de tratamento é adequada.

    Vossa Excelência - altas autoridades do governo e oficiais generais das Forças Armadas
    Vossa Senhoria - Funcionários públicos graduados, oficiais até coronel

    Vejamos qual alternativa apresenta o emprego correto:

    A) Vimos respeitosamente à presença de Vossa Excelência, chefe dos Recursos Humanos, solicitar que se dê um jeito na situação precária em que se acham os funcionários recém-admitidos.
    Incorreto. O cargo de chefe de Recursos Humanos não se enquadra na categoria exigida para o uso dessa forma de tratamento. Uma opção mais adequada seria Vossa Senhoria.

    B) Senhor Governador: Vossa Senhoria deveis considerar que nossas demandas são justas, razão pela qual aqui as reexpomos.
    Incorreto. Como o cargo de Governador é um cargo de autoridade política, o sugerido é Vossa Excelência. A forma verbal (vós) deveis também está inadequada. Com pronomes de tratamento, o correto é utilizar a 3ª pessoa do singular (deve).

    C) Como o Senador não pode comparecer, falará em seu lugar seu assessor imediato, que tão bem representa Sua Excelência.
    Correto. O tratamento Sua Excelência está correto para alguém que ocupa o cargo de Senador. Nesse caso, o termo é empregado para fazer uma referência ao Senador. Note que o emprego é feito com Sua, já que a pessoa não está sendo diretamente interpelada.

    D) Não é por nada não, chefia, mas bem que podias honrar-nos a todos que o estimamos com um atendimento mais cordial.
    Incorreto. O termo chefia não é categorizado como pronome de tratamento. Além disso, é um termo bastante coloquial.

    E) Caros deputados, se não pretendeis votar a emenda ainda hoje, tomamos a liberdade de lembrar-lhes que a próxima semana estará tomada por outra pauta.
    Incorreto. O pronome de tratamento empregado para deputados é Vossa Excelência.

    Gabarito da Professora: Letra C.

ID
2293612
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A linguagem sintética e expressiva, característica dos provérbios e ditos populares, encontra adequada tradução de sentido, numa formulação conceitual, em:

Alternativas
Comentários
  • Diga-me como estudas, que te direis quem é cespe ! ( Mais ou menos isso)

  • Não é a FCC que conheço!

  • "Foram reclamar que ela só copiava e colava; agora ela cria codifica!" Mas acertei no chute.  

     

    Gabarito E.

     

    ----

    "Demora-se mais a aprender a estudar do que a passar em concurso". 

  • kkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • foram tirar onda da FCC ela tá botando pra torar kkkk

  • OII? KK

  • Alternativa "A": Um dia é da caça, outro é do caçador = Não há recompensa para quem não se esforça.

    INCORRETA. O dito popular acima indica que às vezes perdemos, mas às vezes ganhamos. As vitórias e derrotas misturam-se: nem sempre você ganha, nem sempre você perde. Não existe o sentido de que não há recompensa para quem não se esforça.

     

    Alternativa "B"O lobo perde os dentes, mas não o costume = O desafio de deixar um hábito é não ceder a outro.

    INCORRETA. O provérbio acima indica que os hábitos são difíceis de serem desconstruídos, mesmo que sejam prejudiciais. Temos a ideia de "desafio de deixar um hábito", mas não de "não ceder a outro".

     

    Alternativa "C"Quem não tem cão caça com gato = A improvisação rápida não supre uma necessidade duradoura.

    INCORRETA. O ditado popular acima refere-se à ideia de se adaptar às circunstâncias para suprir as necessidades. Existe, sim, a ideia de que a improvisação supre uma necessidade.

     

    Alternativa "D": Depois da tempestade vem a bonança = O adiamento das obrigações leva à ruína.

    INCORRETA. O provérbio acima indica que, depois de momentos difíceis, inicia-se uma fase de tranquilidade e felicidade. Não existe a ideia de adiamento de obrigações.

     

    Alternativa "E"Cachorro de muitos donos morre de fome = Compartilhar responsabilidade pode resultar em não assumi-la.

    CORRETA. Se o cachorro tem muitos donos, cada um deles vai deixando a responsabilidade de alimentar o animal para os demais, e assim o cachorro termina morrendo de fome. Essa metáfora indica que, quando muitas pessoas assumem uma mesma responsabilidade, a obrigação acaba não sendo realizada, já que existe essa tendência de deixá-la a cargo das demais pessoas que compartilham a responsabilidade. A alternativa está correta

     

    FONTE:Professora Denise carneiro


ID
2293615
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Estão inteiramente adequadas a flexão e a regência verbal na frase:

Alternativas
Comentários
  • a) ERRADO. Se requerêssemos um pouco mais de tempo lograríamos terminar a empreitada a qual nos comprometemos.

     

    b) ERRADO. Ainda que nos propuséssemos a ajudá-los, eles dispor-se-iam a nos retribuir, um dia?

     

    c) ERRADO. Ainda ontem reavemos a confiança do grupo, a mesma confiança de que desfrutávamos antes.

     

    d) ERRADO. Caso não o detivéssemos a tempo, quem sabe com que loucuras ele se deixaria assaltar?

     

    e) CERTO. Se não nos dispusermos a colaborar com eles, em quem mais haverão de confiar?

  • Na letra A, não seria o correto "empreitada com a qual nos comprometemos"?

  • D) Erros: Reouvemos e quem desfruta, desfruta DE.

  • Obrigada, Luiz Diego pela correção, confesso que me enganei, depois que fui consultar no conjugador vi que estava errada, mas já exclui meu comentário. Valeu.

  •  a) Se requiséssemos um pouco mais de tempo lograríamos terminar a empreitada da qual nos comprometêramos. ERRADO

    Se requerêssemos... comprometemos.

     

     b) Ainda que nos propôssemos a ajudá-los, eles disporiam-se a nos retribuir, um dia? ERRADO

    ... propuséssemos ... dispor-se-iam ...

     

     c) Ainda ontem reavemos a confiança do grupo, a mesma confiança em que desfrutávamos antes. ERRADO

    ...reavemos... de que desfrutávamos...

     

     d) Caso não o detêssemos a tempo, quem sabe com que loucuras ele se deixaria assaltar? ERRADO

    ... detivéssemos ...

     

     e) Se não nos dispusermos a colaborar com eles, em quem mais haverão de confiar? CERTO

     

  • Humberto, a regência do verbo comprometer é  " a ".

    Comprometer-se a alguma coisa.

    Porém acredito que a alternativa A o certo seria a substituição por " à qual ".

  • Muito bom Concurseira posse...

  • Regência do verbo comprometer

     

    No sentido de envolver-se, ligar-se afetivamente; diz-se: Comprometer-se com alguém

     

    No sentido de comprometer-se a fazer alguma coisa, obrigar-se; diz-se:  Comprometo-me a passar no concurso. 

     

    No sentido de envolver alguém em algo diz-se:  Comprometeu o pai no pagamento das suas dívidas de jogo. 

     

     

    Fonte: http://solinguagem.blogspot.com.br/2011/04/regencia-vebal.html

  • OK.

  • A letra 'c' tem dois erros: a preposição e a conjugação do verbo, que está no presente do indicativo, quando deveria estar no pretérito perfeito 'reouvemos'.

  • Em todos os casos em que houver a possibilidade de plural, pode-se utilizar haverão para a terceira pessoa do plural no futuro:

     

    Aquele homem houve de tudo.

    Aqueles homens haverão de tudo.

     

     

    O juiz o houve por inocente.

    Os juízes o haverão por inocente.

     

     

    Ele há de obter perdão.

    Eles haverão de obter perdão

  • Não pode ser "reavemos", deveria ser "REOUVEMOS" (pret.perfeito).

     

    Se foi ontem, tem que ser no pretérito. 

     

    A banca tentou confundir o candidato, pq geralmente na 1ª pessoa do plural a conjugação é a mesma no presente e no pretérito perfeito.

    Ex: Hoje nós pulamos (presente)

    Ex: Ontem nós pulamos (pretérito perfeito).

     

    Mas a conjugação do verbo REAVER é diferente:

    Ex: Hoje nós reavemos.

    Ex: Ontem nós reouvemos.

     

    Imagina você falando... Ontem nós temos.

    O correto seria... Ontem nós tivemos.

     

     

     

  • Ainda ontem reavemos a confiança do grupo, a mesma confiança de que desfrutávamos antes.

  • Odeio FCC.... Sou mais Cespe.

  • Cada um com seus gostos.

    Eu amo a FCC e a forma como a banca cobra a língua portuguesa, apesar de questões MUITO DIFÍCEIS.

  • Alernativa a) Se requerêssemos um pouco mais de tempo lograríamosterminar a empreitada à qual nos comprometêramos.

    Alternativa b) Ainda que nos propuséssemos a ajudá-los, eles se disporiam a nos retribuir, um dia?

    Alternativa c) Ainda ontem reouvemos confiança do grupo, a mesma confiança de que desfrutávamos antes.

    Alternativa d) Caso não o detivéssemos a tempo, quem sabe com que loucuras ele se deixaria assaltar?

    Alternativa e) Se não nos dispusermos a colaborar com eles, em quem mais haverão de confiar?

    Em verde e negrito as correções.

    SANGUE NOZÓIO,GARELA!

  • Ainda ontem reavemos a confiança do grupo, a mesma confiança em que desfrutávamos antes.

    Reavemos está no presente (perceba que a 1ª pessoa e 2º pessoa do plural do verbo reaver são conjugáveis. Não falamos "Eu reavo.. Tu reaves.. Ele reave" ).

    Podemos perceber também que a oração principal possui o advérbio de tempo "ontem" (então não podemos conjugar no presente)

    Perceba que o segundo verbo (na segunda oração) está conjugado no Pretérito Imperfeito do indicativo (verbo desfrutar = radical + VA). Desta feita, o verbo da oração principal (reouvemos) correlaciona-se muito bem com o verbo no pretérito imperfeito.

    DICA:

    O verbo da subordinada substantiva pode estar em TODOS os tempos verbais do indicativo quando o verbo da principal estiver nos tempos pretéritos do indicativo. São muitas as possiibilidades de correlação:

    "Ele soube/sabia/soubera que a escola defende/ defendera/ defenderá/ defenderia os alunos".

    Bons estudos!

  • Em 30/04/20 às 10:58, você respondeu a opção C. Você errou!

    Em 29/04/20 às 17:36, você respondeu a opção D. Você errou!

    Em 12/04/20 às 10:48, você respondeu a opção D. Você errou!

    Tá difícil pra mim! :(

  • Se ficou na dúvida entre a A e a E:

    Não poderia ser a A já que :

    a) Se requiséssemos um pouco mais de tempo lograríamos terminar a empreitada da qual nos comprometêramos.

    Quem se compromete, se compromete "a" e não "de", logo, apenas a letra E seria possível, ainda que menos usual.


ID
2293621
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Três números naturais diferentes são tais que o menor entre os dois menores é o segundo maior divisor positivo do outro. E o menor entre os dois maiores também é o segundo maior divisor positivo do outro. Sabendo que esses três números são pares, sobre eles é correto concluir que

Alternativas
Comentários
  • Correto Letra E

     

    → Todos são pares.

     

     → Vamos supor que o do meio seja 12

     

    → " o menor entre os dois menores é o segundo maior divisor positivo do outro. "



    → Se considerarmos que o maior divisor de um número é ele mesmo, então o segundo maior divisor positivo de 12 é 6.


    → " o menor entre os dois maiores também é o segundo maior divisor positivo do outro "


    → Da mesma forma, se 12 for o segundo maior divisor de um número, cujo primeiro maior divisor é ele mesmo, basta multiplicarmos 12 x 2 = 24

     

    → " o número intermediário é a metade do maior número. " → 24 ---- 12 ---- 6

     

     

     


     

  • escolhi de cara o menor número como sendo 2, então o outro só podia ser 4 e o outro 8. Acho que o que pegou na questão é saber o que é divisor.

    Divisor é número inteiro pelo qual outro se divide. Para saber os dividores de um número tem que fatorar usando os primos

  • Não esquecer que todo número é, antes de tudo, divisor inteiro dele mesmo!

     

    Desta forma, o maior divisor de um número é sempre o próprio número, que dividido por ele mesmo é igual a 1.

     

    Daí, o segundo maior divisor de um número par, será este número divido por 2, pois todo número par é obrigatoriamente divisível por 2.

     

    Sabendo isso, fica fácil resolver a questão, pois o que o enunciado diz, na verdade, é que os números são sequenciais multiplicados por 2, sendo o menor um número X, o seguinte será 2X, e o maior 4X.

  • Na dúvida de como fazer a questão, é melhor atribuir valores 

    Dica! notem que a alternativa A elimina a D e a B elimina a C, visto que são antagonicas

    Atribuindo sempre o dobro de casa número menor ficariamos 

    2, 4 , 8

     a)o maior é 50% a mais que o número intermediário.

    Errado. O maior é o dobro do intermediário e não 50%

     b)o menor é a quarta parte do número intermediário.

    Errado. O menor é a metade

     c)o número intermediário é o quádruplo do menor número.

    Errado. é o dobro

     d)o maior número é o dobro do menor número.

    Errado. é quatro vezes maior

     e)o número intermediário é a metade do maior número.

    Certo 

  • Todos são pares. O número intermediário será 'x'

    Eu sei que o menor número será o segundo maior divisor do número intermédiário. Para se achar o segundo maior divisor de um nú mero par basta dividí-lo por 2 (10 - 1,2,5,10; 14 1,2,7,14; 100 -  1, 2, 4, 5, 10, 20, 25, 50 e o 100) - o menor número será x/2.

    pela mesma refgra para se obter o maior número basta multiplicar o número do meio por 2 - 2x

    os números são: x/2 x e 2x

  • olhem a explicação do professor! 

  • Gab:. E

    Três números naturais diferentes são tais que o menor entre os dois menores é o segundo maior divisor positivo do outro.

    Pode ser qualquer valor par, mas, por exemplo, 2 é o segundo maior divisor positivo de 4 (Divisores: 4, 2, 1).

    E o menor entre os dois maiores também é o segundo maior divisor positivo do outro.

    Por exemplo, 4 é o segundo maior divisor de 8 (Divisores: 8, 4, 2, 1).

    Analisando as alternativas:

    A) o maior é 50% a mais que o número intermediário.

    ERRADO. 50% a mais que 4 é 6 (4 * 50% = 6)

    B) menor é a quarta parte do número intermediário.

    ERRADO. 2 é a metade de 4 e não 1/4.

    C) o número intermediário é o quádruplo do menor número.

    ERRADO. 4 é o dobro de 2 e não o quádruplo.

    D) o maior número é o dobro do menor número.

    ERRADO. 8 é o triplo de 2 e não o dobro (2 * 2 * 2 = 8)

    E) o número intermediário é a metade do maior número.

    CERTO. 8 / 4 = 2.


ID
2293624
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Saí de casa com a intenção de gastar exatamente 5/8 do dinheiro que tinha comigo. Não consegui. Superei a minha intenção de gastos em 50%. Em casa verifiquei que me havia sobrado R$ 37,00. A quantia que tinha ao sair de casa é um valor

Alternativas
Comentários
  • Correta: alternativa A

    Saí com a intenção de gastar 5/8, gastei 50% a mais = 7,5/8

    Restou R$ 37,00, que equivale a 0,5/8 ou 1/16. 

    Valor que saí de casa: R$ 37,00 x 16 = R$ 592,00.

     a) entre 500 e 600 reais.

     

  • 5x/8 - Valor inicial que ele pretendia gastar;

    50% de 5x/8 - Ele a mais que ele gastou sobre o inicial

    37,00 -O que sobrou

    Se somaar tudo isso, vamos ter o dinheiro que ele teria.

    5x/8 + 50% de 5x/8 + 37,00= Total de dinheiro que ele tinha 

  • GABARITO - A

     

    Resolução:

     

    100% = valor ao sair de casa

     

    Meta: gastar 5/8 do total.

     

    Gastou 50% além da meta *

    * A meta em questão terá por referente o numerador. Assim, 

     

    50% de 5/8 será 5 + (5 . 0,5) : 8 = 5 + 2,5 : 8 = 7,5 : 8 (ou 7,5/8)

     

    ---

     

    Por dedução, os R$ 37,00 restantes equivalem a 0,5/8. Desse modo:

     

    1 --- x
    0,5/8 --- 37

     

    0,5x/8 = 37
    0,5x = 37 . 8
    0,5x = 296
    x = 296 : 1/2 = 296 . 2 = 592

     

    ---

     

    500 < 592 < 600

  • Por favor!

    Alguém poderia explicar passo a passo essa questão... Estou começando os estudos de matemáticam sou meio lenta ! Obrigada

  • Letra A.

    5/8x + 50/100 * 5/8x + 37 = x

    5/8x + 25/80x + 37=x

    5/8x + 25/80x - x = -37

    50x + 25x - 80x= -37 (tirou o mmc)

    -5x/80 = -37    (multiplica cruzado)

    -5x = -2960 (*-1)

    x= 2960/5

    x= 592

     

     

     

    https://www.youtube.com/watch?v=s6JklPRMJkg

  • GAB:A

    Vamos ao cálculo:

    Se eu pretendia gastar 5/8 do valor que detinha, mas acabei gastando 50%(0,5, ou 50/100, que simplicicando fica 1/2) a mais... uma forma de representar este valor é =5/8x*1/2
    somado com o próprio valor que queria gastar= 5/8x
    somado com 37 reais= 37
    tudo isto igual ao valor total = x

    então:
    (5/8x*1/2) +(5/8x) + 37 = x

    primeiro vamos multiplicar 5/8x por 1/2:

    8/16x + 5/8x + 37 = x

    depois vamos tirar o MMC de 16 e 8, que é o próprio 16
    16, 8|2
    08,4 |2
    04,2| 2
    02,1|2
    01,1
    2*2*2*2=16
    aí colocamos o 16 em todos os denominadores, dividimos pelos denominadores anteriores e multiplicamos pelo numerador:

    o que era [8/16x + 5/8x + 37 = x; mesma coisa que 8/16x + 5/8x + 37/1 = x/1]
    fica assim:
    5x/16 + 10x/16 + 592/16 = 16x/16

    cortamos todos os denominadores, pois são comuns:
    5x + 10x + 592 = 16x
    15x + 592 = 16x
    15x - 16x = -592
    -x = -592; para sair deste impasse, multiplicamos tudo por (-1)
    x = 592 que é nossa resposta.

    Agora refazendo o cálculo sem explicação:

    5/8x*1/2 + 5/8x + 37 = x
    8/16x + 5/8x + 37 = x
    5x/16 + 10x/16 + 592/16 = 16x/16
    5x + 10x + 592 = 16x
    15x + 592 = 16x
    15x - 16x = -592
    -x = -592 *(-1)

    x = 592
     

     

  • PARA FACILITAR OS CALCULOS TRANSFORMA O 5/8 EM (%). ( 8 = 100%)         RESULTADO: (5/8 = 62,5%.)
                                                                                                     (5  =     x    )

    ELE GASTOU 50% A MAIS DO QUE PRETENDIA GASTAR.   ( 62,5 = 100% )        RESULTADO ( 50% de 62,5 é = 31,25%)
                                                                                                 (   X    = 50 %)

    LOGO ELE GASTOU: 62,5% +  31,25%  = ((93,75%))

    SABEMOS QUE O TOTAL GASTO POR ELE FOI DE 93,75% e sobrou 6,25%..
    SOBROU 37 REAIS QUE CORRESPONDE aos 6,25%

    AGORA É SO FAZER MEIO PELOS EXTREMOS.

    37  =  6,25 %
     X  =  100 %

    100% = 592 REAIS. . ALTERNATIVA CORRETA LETRA "A"

    Espero ter ajudado. 

    Boa Sorte.

  • Regra de três 

    X----100

    37----50      3700/50= 74  ------> 74 x 8 partes = 592 

     

    Ou 

    Da pra fazer assim tbm 

    Ela queria gastar 5/8 e acabou gastando 50% a mais, logo 

    50% de 5 é 2,5  ou seja no total ela gastou 7,5 partes de 8

    Se sobrou 37,00 entao 37 corresponde a metade (0,5) de uma parte . 

    Logo para achar uma parte inteira é só multiplicar 37x2=74 

    E para achar o total multiplica 74 x 8 = 592

     

  • x---tinha

    meta de gasto: 5/8x

    sobrou :37

    superei a meta do gasto em 50%, logo:  5/8x . 50% =  5/16x

    equação do 1° grau: 5/8x + 5/16x + 37 = x

    resolvendo: 8x = 4736

    x= 4736/ 8 =592

  • Iria gastar 5/8 gastou + 50%, então gastou 5/8 mais a metade de 5/8.

    Para saber a metade de 5/8 é só dividir por 2, 5/8÷2= 5/8x1/2 (na divisão de fração repete a primeira fração e inverte a segunda e multiplica as duas) então fica 5/16. Então, 5/16 é a metade de 5/8.

    Então ele gastou 5/8 + 5/16 (adição de frações faz o MMC), então o resultado é 15/16 (foi o que ele gastou). Entende-se assim: ele tinha 16 partes e gastou 15 partes. Como frações são partes iguais e sobrou 37,00, então 37,00 é uma parte de 16 partes. Então multiplica 37,00x16= 592,00. Portanto, entre 500,00 e 600,00. Alternativa letra A

  • Lígia, sua explicação foi precisa e clara, obg

  • X - (1,5 * 5/8 X)= 37

    X = 592

  • Gosto sempre de atribuir valores, ao invés de trabalhar com porcentagem ou fração.

     

    Imagina que ele tinha 80 reais. Ele queria gastar 5/8 disso, que é 50. Ele gastou na verdade 50% a mais disso, então gastou 75 (50% de 50).

    Assim, se ele gastou 75, sobraram 5 (80-75).

    Fazendo a regra de 3, acharemos a proporcionalidade para o valor que tenho (sobraram 37).

     

    75 (gasto)  -----   5 (sobra)

    x (gasto real)  -------- 37 (sobra real)

    X = 555.

    Assim, ele tinha: 555 (valor gasto real) + 37 (sobra real) = 592 (total)

  • Existem inúmeras formas de resolver essa questão. Primeiro vc aprende a mais didática possível e depois q tiver bem sedimentado na sua cabeça procura racionar de uma maneira q vc fuja dos cálculos enormes pra ganhar tempo. De todas as resoluções com ctz a do Pedro Acarahyba foi a mais rápida, vale a pena entender pq vc ganha muito tempo fazendo assim. Até mais simples q a do professor q disponibilizou o link.

     

  • Saí com a intenção de gastar 5/8gastei 50% a mais, ou seja= 5/8+ 5/8.1/2=     5/8+5/16= ( MMC 8 e16) logo, 15/16, esse foi o valor gasto.. ok

    ((sendo que sobrou 37,00)), SE  1/16 vale 37,00, então a cada uma parte vale 37,00.. podemos dizer que 15 partes das 16 gasta equivalem 15*37,00= 555,00+37,00 da parte que havia sobrado = 592,00

    Portanto gab A

    entre 500 e 600 reais.

     

     

  • Uma maneira parecida com a do Pedro, simplificada.

    1) Ele pretendeu gastar 5/8, mas acabou gastando 50% a mais.

    5/8 x 10 = 50/80 - 50% é 25/80

    2) Então ele gastou 50/80 + 25/80 = 75/80, simplificando = 15/16

    Logo 1/16 = 37 reais e 15x37 = 555,00 é o que ele gastou

    Portanto 555+37 = 592,00 (que ele tinha)
    Abraços!

  • Intenção= 5/8    gastou +50% =2,5      gastou= 7,5/8   transforma= 75/80 ( acrescenta "0" equivalentes a casas após a virgula)

     

    75/80=15/16 (simplifica por 5)    1/16 = 37,00          Como ele quer saber o total que saiu de casa = 16*37=592,00

     

    GABARITO A

     

  • Galera saca só, PRA QUEM TEM DIFICULDADE EM FRAÇÃO COMO EU, É SÓ SUBISTITUIR OS VALORES POR 100 REAIS!!

    100/8 = 12,5
    5*12,5=62,50
    LOGO 5/8= 62,50/100
    GASTOU 50% A MAIS DO QUE PRETENDIA
    50% DE 62,50 = 31,25
    62,50+31,25=93,75
    1% DE 100$ É 1$ LOGO O QUE RESTA É 6,25%
    OU SEJA O 37,00 É IGUAL A 6,25% DO VALOR TOTAL

    AI É SÓ JOGAR OS VALORES QUE ELE DEU!!

    37,00/6,25 = 5,92$$ = 1%
    5,92X100= 592$ GAB A

  • Consegui entender com clareza pelo raciocínio do Luciano Braz. Obg.

  • Consegui entender com clareza pelo raciocínio do Luciano Braz. Obg.

  • O dinheiro que ele saiu S é igual a soma do que ele gastou G mais o que sobrou, o enunciado falou que ele gastou 50% a mais do que aquilo que havia pretendido gastar, logo ele gastou G = (15/10)*(5/8)S

    Escrevendo a equação e simplificando as frações (corta o 5 com o dez e multiplica):

    S = (15/16)S + 37

    passando o S para o outro lado, e isolando os S fica

    S(1 - 15/16) = 37

    O que dá 1/16S = 37

    S = 37*16 = 592


ID
2293627
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

O preço de um produto em uma embalagem cuja capacidade é de 1,2 L é R$ 35,00. O mesmo produto, vendido em uma embalagem cuja capacidade é de 250 mL, custa R$ 7,00. Para que o preço desse produto, vendido na embalagem de 1,2 L, seja proporcional ao preço do produto vendido na embalagem menor é necessário

Alternativas
Comentários
  • Correto Letra C

     

    Quando o problema diz " proporcional ao preço do produto vendido na embalagem menor " indica uma regra de três relacionada com os valores da embalagem menor. 

     

    0,25 L ------- $ 7

    1,2   L -------  X

     

    0,25x = 7*1,2  → 0,25x = 8,4 → x = 8,4 / 0,25 = 33,6

     

    Se fosse proporcional ao preço da embalagem menor, a embalagem maior custaria $ 33,6. Portanto, basta subtrairmos o valor atual da embalagem maior pelo valor que encontramos:

     

    35,00 - 33,60 = 1,40

  • Eu fiz assim:

    1,2 L = 35,00

    250 ml = 7,00

    250ml * 4 = 28,00 (1L)

    250         7,00

    200            X

    X=5,60

    28,00 + 5,60 = 33,60

    35,00 - 33,60 = 1,40

    Alternativa: C

  • Transforme tudo para a mesma unidade de medida primeiro.

    1.2L x 1000 = 1.200mL -> R$ 35,00.

    Agora faça uma regra de 3, onde 250mL do produto da embalagem equivalem a 7 reais, quanto este mesmo produto equivaleria na quantidade de 1.200mL?

    250 ----------- 7

    1200 ----------- x

    250x = 1200 . 7

    250x = 8.400

    X = 8.400/250

    X = 33.6

    Ou seja, o produto na embalagem de 1.200mL para ser vendido no mesmo preço do outro produto, precisaria reduzir o valor em R$ 1,40.

    Gabarito: C

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ID
2293630
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

O planejamento de uma excursão mostra que há mantimento suficiente para que 21 excursionistas façam 3 refeições diárias durante 48 dias. Após um último encontro de planejamento, decidiram que o regime de alimentação dos excursionistas seria de apenas 2 refeições diárias. Com essa alteração no número de refeições diárias foram admitidos mais 7 excursionistas para a viagem. Dessa maneira, a duração máxima da excursão, sem faltar mantimento, poderá ser

Alternativas
Comentários
  • Fiz da seguinte maneira:

    1) Encontra-se o número total de refeições na excursão: 21 pessoas, comendo 3x, por 48 dias = 21x3x48 = 3024 refeições.

    2) Teve o aumento de 7 excursionistas, totalizando agora 28 pessoas, comendo 2x por dia = 28x2 = 56 refeições por dia.

    3) Para saber quantos dias haverá refeição, divide-se 3024 (refeições totais) por 56 (refeições consumidas por dia) = 54 dias.

    4) Resposta aumentou de 48 dias para 54 dias, ou seja, aumentou 6 dias. Resposta letra D.

  • 48/x = 21/28 . 3/2 (o número de refeições e números de pessoas é inversamente proporcional a duração da excursao, dai inverte)

    48/x = 28/21 . 2/3

    x = 54

    Aumentou 6 dias

  • DIca: acha o total de suprimentos e divide pelo novo numero de excursionistas e nº de refeições.  

  • Eu fiz assim:

    21 x 3 x 48 = 28 x 2 x Y

    Porque o número de refeições deve ser igual. Iguala tudo e acha o Y, que no caso deu 54. Aí é só subtrair 48.

  • FÓRMULA

    21 x 3 x 48 = (21 + 3) x 2

    63 x 48 = 28 x 2

    3024 = 56

    3024 / 56

    54

     

    AUMENTO:

    54 - 48 = 6

    Gabarito Letra D

  • LETRA D

     

    PESSOAS                       REFEIÇÃO                    DIAS

    21                                      3                                   48

    28                                      2                                    X

    inverte                           inverte                           direto

     

    Simplificando por 7:

    48/X = 4/3 * 3/2

    48/X = 8/9

    X= 54 

     

    54 - 48 = 6 dias

     

     

  • Gabarito:D

    Principais Dicas:

    • Simples: Separa as duas variáveis e faz uma análise de quem é diretamente (quando uma sobe, a outra sobe na mesma proporcionalidade) ou inversa (quando uma sobe, a outra decresce na mesma proporcionalidade). Se for direta = meio pelos extremos e se for inversa multiplica em forma de linha.
    • Composta: Separa as três variáveis ou mais. Fez isso? Coloca a variável que possui o "X" de um lado e depois separa por uma igualdade e coloca o símbolo de multiplicação. Posteriormente, toda a análise é feita com base nela e aplica a regra da setinha. Quer descobrir mais? Ver a dica abaixo.

     

    FICA A DICA: Pessoal, querem gabaritar todas as questões de RLM? Acessem tinyurl.com/DuarteRLM .Lá vocês encontraram materiais produzidos por mim para auxiliar nos seus estudos. Inclusive, acessem meu perfil e me sigam lá pois tem diversos cadernos de questões para outras matérias. Vamos em busca juntos da nossa aprovação juntos !!


ID
2293633
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo − IPCA fechou o ano de 2015 com uma alta acumulada de 10,67%, contra um avanço de 6,41% aferido no ano anterior, 2014. Em 2013, esse mesmo índice foi de 5,91%. Para cálculos, nesta questão, utilize nas porcentagens aproximações para o inteiro mais próximo. Um produto, cujo preço acompanha esse índice, sofreu de forma acumulada nesses três anos um reajuste de, aproximadamente,

Alternativas
Comentários
  • Correto Letra B

     

    O problema diz que precisamos arredondar as porcentagens para o inteiro mais próximo. Para encontrarmos o inteiro mais próximo, a não ser que seja dito diferente, adota-se como "mais próximo" o inteiro que, entre dos inteiros consecutivos, esteja à menor distância do decimal em análise. Por exemplo:

     

    Qual o inteiro mais próximo de 4,51?

    R: 5  (5 está à 0,49 de distância de 4,51, enquanto 4 está à 0,51 de distância)

     

    Qual o inteiro mais próximo de 4,49?

    R: 4  (exatamente o inverso da situação anterior)

     

    E se estiver no meio, exatamente 4,5, qual valor adotar?

    R: De início, qualquer valor pode servir nesse caso, tanto 4 quanto 5, já que ambos estão à mesma distância um do outro. Entretanto, você pode ter que fazer testes com 4 e 5 para ver qual serve (na verdade, obrigar você a fazer o teste pode ser a exata intenção do examinador).

     

    Arredondando as porcentagens do problema

    10,67% ► 11,00% (mais próximo de 11 que de 10)  → em 2015

    → 6,41% ► 6,00% (mais próximo de 6 que de 7)  → em 2014

    → 5,91% ► 6,00% (mais próximo de 6 que de 5) → em 2013

     

    Supondo que em 2013 o produto custasse 100:

     

    2013 → alta de 6% sobre 100 → 100 x 1,06 = 106

    2014 → alta de 6% sobre 106 → 106 x 1,06 = 112,36

    2015 → alta de 11% sobre 112,36 → 112,36 x 1,11 = 124,71

     

    A alta percentual acumulada entre 2013 e 2015 (a pergunta do problema) é dada pela razão (divisão) do valor em 2015 e 2013:

     

    124,71 / 100 = 24,71% → arredondando → 25%

     

  • valeu David... já tinha desistido dessa pensando que tinha que ter conhecimentos de economia.... Excelente explicação, muito objetiva e simplificada!

    Esse calculo estaria ligado a variação percentual também???

     

  • Olá, Harold! Eu acho que depende. No caso desse problema, acredito que a banca tenha pedido para desconsiderar a parte decimal a fim de facilitar os cálculos. Se num problema de variação percentual a parte decimal for importante, e isso vc vai saber observando as alternativas (por exemplo, se vc tiver uma alternativa 4,8%, outra 4,95%, outra 5,5%, outra 6% e outra 7%, é certo que é preciso fazer os cálculos sem arredondamentos), execute o cálculo utlizando todas as casas decimais, sem arredondamentos. Entretanto, como vi num comentário em outra questão, a FCC, geralmente, não cobra cálculos tão "braçais".

    Bons estudos!

  • 10,67 = 1,1067

    6,41 = 1,0641

    5,91 = 1,0591

     

    1,1067 x 1,0641 x 1,0591 = 1,2472

    1,2472 =

    0,2472 =

    24,72%

     

    aproximadamente = 25%

  • Letra B.

     

    Antes do comentário do David= roxa igual berinjela

    Depois do comentário do David= :-) :-) :-) :-) :-) :-)

     

    2013 ---> 100 x 1,06 = 106

    2014 ---> 106 x 1,06 = 112,36

    2015 ---> 112,36 x 1,11 = 124,7196

     

    24,71% está mais aproximado de 25%

  • GAB:B

     

    Poderíamos responder pela fórmula: J = (CIT)/100
    mas para ganhar tempo podemos fazer assim:
    primeiro julgamos que o valor inicial era R$ 100 (valor de 2013), e ele representa 100% do valor inicial:

    R$........................%   
    100.....................100
    x...........................5,91

    Cruzando dá R$ 5,91 (5,91 * 100 / 100)
    aí somamos este valor aos 100 originais(2013): 100 + 5,91 = 105,91

    -
    Aplicando o método à taxa de 2014, temos
    R$........................%   
    105,91.....................100
    x...........................6,41
    Cruzando dá R$ 6,79 (6,41 * 105,91 / 100)
    aí somando este valor aos R$ 105,91, fica 105,91 + 6,79 = R$ 112,70
    -
    Aplicando o método à taxa de 2015, temos
    R$........................%   
    112,70.....................100
    x...........................10,67
    Cruzando dá R$ 12,02 (10,67 * 112,70 / 100)
    aí somando este valor aos R$ 112,70 fica 112,70 + 12,02 = 124,72..
    Temos então 24,72% de aumento, pois a relação foi com os R$ 100,00 (2013) inicial
     

  • Tava braba esta prova, só conta longa!

  • iac = Vi x (1 + i1) * (1 + i2) * (1 + i3)

     

    iac = taxa acumulada

    Vi = valor inicial

    in = taxa

  • Joga 100 e seja feliz.

  • OBRIGADO DAVID!!!!!

  • GABARITO B

     

    Que confusão povo faz. Era só pegar e multiplicar Os aumentos sucessivos

       1,0591 (aumento 5,91%)

    x 1,0641 (aumento 6,41%)

    x 1,1067 (aumento de 10,67%)

    _______

    1,2472 (aumento de 24,7 %)  ==> 25% , pois questão pede para arredondar.

  • Ótima dica: https://www.youtube.com/watch?v=u8NM_ALMhlU


ID
2293636
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Quanto a dominar as habilidades A, B, C, D e E é sabido que há quem domine apenas uma dessas habilidades e isso acontece com as habilidades A, C e D. Há quem domine exatamente duas dessas habilidades e isso acontece com as habilidades, A e B, A e C, C e D, D e E. Dominar exatamente três dessas habilidades só acontece com as habilidades A e B e C. Não há quem domine mais do que três dessas habilidades. A partir dessas informações, é correto concluir que

Alternativas
Comentários
  • Essa, melhor desenhar tabela:

    Habilidades: A, B, C, D, E

    Pessoas que as possuem: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 (só fui saber o número conforme fui montando a tabela).

    Legenda: possui a habilidade = O; Não possui = X   

        A B C D E

    1. O X X X X (é sabido que há quem domine apenas uma dessas habilidades e isso acontece com as habilidades A, C e D.)

    2. X X O X X (idem)

    3. X X X O X (idem)

    4. O O X X X (Há quem domine exatamente duas dessas habilidades e isso acontece com as habilidades, A e B, A e C, C e D, D e E.

    5. O X O X X (idem)

    6. X X O O X (idem)

    7. X X X O O (idem)

    8. O O O X X ( Dominar exatamente três dessas habilidades só acontece com as habilidades A e B e C. Não há quem domine mais do que três dessas habilidades.)

     

    Agora, analisando as opções, com a tabela pronta, comparem cada uma com o que consta na tabela. Será possível eliminar as erradas e saber que a correta só pode ser a "D": "não há quem domine B e C que não domine A".

    Seria a pessoa número 8 da tabela (8. O O O X X).

  • Questão linda!!!!! 

    Eu resolvi pelo diagrama de Venn. TIve que fazer ajustes para descobrir a ordem dos grupos A, B, C, D e E e resolveu perfeitamente. Pena que não dá pra desenhar aqui.

  • Eu entendi o jeito do Luiz Herique de resolver mas nao entendo como poderia ser resolvido pelo diagrama de Venn. Vou acompanhar os comentarios caso alguém saiba como fazer. 

  • Melhor maneira é desenhando os balões...
    Demora mais tempo montando a questão do que analisando as opções

  • Oi!

    Dá uma olha nesse diagrama já pronto na internet.

    (com 5 "balões")

    Legende os os "balões" com A, B, C, D, e E. 

    Começe a preencher todas informações que dará certo.

    http://www.andsol.org/portugues/mat/venn.html

     

  • LETRA D 

    realizei dessa maneira 

    onde: 

    1 habilidade = A B D 

    2 habilidades = A e B/ A e C/ Ce D/ D e E

    3 habilidades =  A B C 

    assim, a habilidade A é dominada por todos, então letra d (não há quem domine B e C que não domine A)

  • questao leprosa!

     

  • Conforme a questão, existem as seguintes possibilidades:

    A/C/D/AB/AC/CD/DE/ABC

    Testando as alternativas:

     a) "qualquer um que domine a habilidade B também domina a habilidade C". Incorreta, porque existe AB.

     b) "há quem domine a habilidade E e também a habilidade C". Incorreta, porque existe somente DE.

     c) "todos os que dominam a habilidade A também dominam a habilidade B". Incorreta, existem A e AC.

     d) "não há quem domine B e C que não domine A". CORRETA, existe somente ABC.

     e) "poucos dominam exatamente as duas habilidades B e E". Incorreta. Não existe BE.

  • Eu resolvi o diagrama: ABC tem interseção; D tem interseção apenas com 'c' e 'E'. 'E', por sua vez, possui interseção apenas com 'D' 

  • indiquem professores no youtube comentndo a questão,ela é um pouco trabalhosa!

  • Encontrei a resposta fazendo CONJUNTOS. Quando estiver com os conjuntos prontos, leia as alternativas e compare com eles, e não esqueçam do enunciado, a parte importante está: AS PESSOAS QUE DOMINAM APENAS UMA HABILIDADE, DOMINAM AS "A, C e D".

    Observem quem apesar de existirem pessoas que dominam apenas a habilidade A, também existem quem domina ela (A) junto com a habilidade C e a habilidade B.

    Dessa forma, quem domina B e quem domina C, também domina A.

  • Façam o diagrama de venn... Simples assim!

  • Desenhei. Se restar dúvidas, é só olhar nos comentários já feitos pelos colegas.

     

    http://sketchtoy.com/68620941

  • Só com diagrama de venn mesmo. Sem desenhar é impossível!!!

  • Diagrama de Venn, sempre fazer de trás para frente, pois facilita a montagem.

    Aula explicativa rádipa e objetiva. https://www.youtube.com/watch?v=HVskOh3YpJk

     

  • Eu acho que eu não tenho habilidade manual para desenhar um diagrama de 5 conjuntos não...

  • Resolvi sem o diagrama mesmo, só por ele falar que quem domina B e C domina também A.
  • https://sketchtoy.com/68684667

  • Dominar A, B, C, D... é fácil... quero ver dominar é F C C, coração peludo, como dizem os colegas do QC.

     

    Como já disseram... Faça o diagrama de Venn, Vai, Foco força e fé...

     

  • http://sketchtoy.com/68786618

  • Fiz de direto, de cabeça, sem fazer rascunhos!

  • Galera, não precisa ficar quebrando a cabeça desenhando 5 círculos. Bastava apenas analisar a letra D que diz o seguinte "não há quem domine B e C que não domine A."


    Sabemos que em raciocínio lógico, quando há dois "nãos" em uma mesma frase, um anula o outro, então ficaria assim:


    D) há quem domine B e C que domine A. Ora, sabemos que é verdade, visto que ele dá a seguinte afirmativa: "Dominar exatamente três dessas habilidades só acontece com as habilidades A e B e C".

  • DIFÍCIL DOMINAR A FCC

    #PAS

    "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará."

    João 8:32

  • Não recomendo a dica do Islan Gomes.

  • FAZENDO AS OBSERVAÇÕES ABAIXO SE CHEGA NA RESPOSTA POR EXCLUSÃO. PORÉM A RESPOSTA PODE SER INTERPRETADA COMO NÃO HÁ PESSOA QUE DOMINE B E C E NÃO DOMINE A, POIS QUEM DOMINA B E C NECESSARIAMENTE DOMINA A TAMBÉM. VEJA QUE DOMINAR B E C SÓ APARECE NO CASO DE DOMINAR 3 HABILIDADES: A E B E C

    apenas 1:

    A - C - D

    apenas 2:

    A e B - A e C - C e D - D e E

    apenas 3:

    A e B e C

    não há quem domine B e C que não domine A.


ID
2293639
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Se João canta ou Maria sorri, então Josefa chora e Luiza não grita. Do ponto de vista lógico, uma afirmação equivalente a afirmação anterior é

Alternativas
Comentários
  • Se João canta ou Maria sorri, então Josefa chora e Luiza não grita.

    Na equivalência do "SE...ENTÃO"  inverte a posição das  proposições e nega as duas,ou seja, 

    (A -> B ) passa a ficar assim : ( ~B -> ~A )

    Dessa forma ficaria :

    Se Josefa não chora ou Luiza grita, então João não canta e Maria não sorri.

    PS: lembrando que na negação do "ou" troca por "e" , assim como na negação do "e" troca por "ou".

    LETRA A .

  • GAB: LETRA A

    (Se Luiza grita ou Josefa não chora), então João não canta e Maria não sorri.

    Quando se tratar de conjunção ou disjunção trocar as proposições de lugar não ira influenciar, e mais uma forma que a FCC usa para tentar confundir!

    Forma mais "correta" seria: Se Josefa não chora ou Luiza grita, então João não canta e Maria não sorri.

  • E como ficaria a negação por favor?

  • Essa demorei mais, mas e letra A ;)

  • otima questao... com a pratica fica rapido!

  • amei pai!

  • Se João canta ou Maria sorri, então Josefa chora e Luiza não grita.

     

    Se Luiza grita ou Josefa não chora, então João não canta e Maria não sorri.

     

    Para achar uma proposição equivalente ao "SE...ENTÃO" eu devo inverter a ordem das proposições, negá-las, trocando os seus conectivos de "ou" para "e" e de "e" para "ou", mantendo o conectivo "se...então". Se quisséssimos fazer uma negação de toda essa proposição, teriamos que retirar o "se...então" 

  • Gabarito letra a).

     

    Antes de resolver a questão, é necessário saber a seguinte passagem:

     

    1) A -> B

     

    2) ~ (A -> B) = A ^ ~B ("MANTÉM O PRIMEIRO E NEGA O SEGUNDO")

     

    3) ~ (A ^ ~B) = ~A v B

     

    "A NEGAÇÃO DE UMA NEGAÇÃO É IGUAL A UMA AFIRMAÇÃO". LOGO, OS NÚMEROS "1" E "3" SÃO EQUIVALENTES E O NÚMERO "2" É A NEGAÇÃO DELES.

     

    * EXISTE A CONTRA-POSITIVA DA CONDICIONAL QUE TAMBÉM É EQUIVALENTE À CONDICIONAL ("NEGAR DE TRÁS PRA FRENTE"). EXPLICAÇÃO ABAIXO:

     

    A -> B <=> ~B -> ~A

     

    É possível comprovar o descrito acima com a utilização das tabelas-verdade abaixo:

     

    * Observações:

     

    1) A operação conjunção ("e") só é verdadeira quando as duas proposições são verdadeiras.

     

    2) A operação disjunção ("ou") só é falsa quando as duas proposições são falsas, ou seja, basta uma ser verdadeira para a sáida ser verdadeira.

     

    3) Na condicional, a saída só sera falsa se a condição suficiente for verdadeira e a condição necessária falsa. Se der V seta F, então saída falsa.

     

    DICA: SE DER "VERA FISCHER", ENTÃO SAÍDA É FALSA.

     

     

    A         B          ~A         ~B        A -> B            A ^ ~B            ~A v B           ~B -> ~A

    F          F            V           V             V                     F                                            V

    F          V            V           F             V                     F                                            V

    V         F             F           V             F                     V                                             F

    V         V             F           F             V                     F                                            V

     

    * EQUIVALENTES EM NEGRITO.

     

     

    QUESTÃO

     

    "Se João canta ou Maria sorri, então Josefa chora e Luiza não grita"

     

    A = João canta

     

    B = Maria sorri

     

    C = Josefa chora

     

    ~D = Luiza não grita

     

    Utilizando os passos acima:

     

    1° Equivalente é a contra-positiva:

     

    1) (A v B) -> (C ^ ~D);

     

    * A negação de uma conjunção (^) é uma disjunção (v), e vice-versa.

     

    2) ~(C ^ ~D) -> ~(A v B) = (~C v D) -> (~A ~B) ("NEGA DE TRÁS PRA FRENTE")

     

    Portanto: Se João canta ou Maria sorri, então Josefa chora e Luiza não grita <=> Se Luiza grita ou Josefa não chora, então João não canta e Maria não sorri.

     

     

    2° Equivalente são os "3 passos":

     

    1) (A v B) -> (C ^ ~D);

     

    2) (A v B) ~(C ^ ~D) = (A v B) ^ (~C v D) ("MANTÉM O PRIMEIRO E NEGA O SEGUNDO");

     

    3) ~{(A v B) ^ (~C v D)} = (~A ^ ~B) v (C ^ ~D) (NEGA DE NOVO, POIS "A NEGAÇÃO DE UMA NEGAÇÃO É IGUAL A UMA AFIRMAÇÃO").

     

    Portanto: Se João canta ou Maria sorri, então Josefa chora e Luiza não grita <=> João não canta e Maria não sorri ou Josefa chora e Luiza não grita.

     

    Olhando as alternativas, conclui-se que a letra "a" é a única que traz uma equivalente possível.

     

     

    * DICA: OUTRA OPÇÃO É MONTAR TODAS AS TABELAS-VERDADE DAS ALTERNATIVAS E DO ENUNCIADO E VERIFICAR QUAIS SÃO IGUAIS. DEMORA MAIS, MAS GARANTE A QUESTÃO.

     

     

     

    => Meu Instagram para concursos: https://www.instagram.com/qdconcursos/

  • Nega tudo e inverte! 

    ~ Q -> ~ P 

  • Gabarito LETRA A

    Usou equivalência do Condicional: Inverte TUDO e NEGA.

     

    Particularidade da FCC => Quando se trata de Disjunção ou Conjunção ela pode inverter a ordem das preposições como foi a caso da letra A. Por se tratar de (e/ou) essa mudança não interfere. No entanto se fosse uma Condicional estaria errado.

  • Sabemos que P -> Q é equivalente a ~ Q -> ~ P. Logo, 

     

    (P v Q) -> (R ^ ~ S)

    = ~ (R ^ ~ S) -> ~ (P v Q)

    = ~ R v S -> ~ P ^ ~ Q

    Ademais, sabemos também que ~ R v S é o mesmo que S v ~R. Portanto, 

     

    S v ~R -> ~ P ^ ~ Q = Se Luiza grita ou Josefa não chora, então João não canta e Maria não sorri.

     

    Letra A

     

     

  • A = João canta
    B = Maria sorri
    C = Josefa chora
    D = Luiza não grita
    Logo:
    Se João canta ou Maria sorri, então Josefa chora e Luiza não grita  = (A v B) -> (C^D)
    duas afirmações que são equivalentes:
    1° - volta negando: (~D v ~C) -> (~A ^ ~B ) NOTA: negação de um sentença p v q é ~p ^ ~q e vice versa
    2° - nega só o primeiro e troca o "Se... então" por "ou": (~A ^ ~B) v (C^D) OU SEJA: João não canta e Maria não sorri ou Josefa chora e Luiza não grita. <--- Como não temos nenhuma afirmação igual a essa a resposta só pode ser a letra A

  • LETRA A 

     (~Q -> ~P) ou (~P ou Q)

  • Gabarito letra A

     

    Foi usado a equivalência conhecida como nega, nega troca troca. ( nega as duas proposições, mantém o conectivo se então e inverte a ordem do antecedente com o consequente); 

     

    Lembrando que há outra forma de equivalência com o conectivo se então,  o conhecido NEOUMAR (nega o antecedente, troca o conectivo por ou e mantém o consequente) .

     

     

    Se João canta ou Maria sorri, então Josefa chora e Luiza não grita

    Com essa equivvalência ficaria: João não canta e Maria não sorri OU Josefa chora e Luiza não Grita. 

  • MASSA.

  • Parece coisa de maluco, mas para encontrar a equivalência, nesse caso (Se...Então), você deve inverter a ordem, negar as duas e colocar um "então" no meio. (Memorizei assim).

    .

    Outra forma seria: Negar a primeira + ou + manter a segunda (quase não é cobrado dessa forma).

  • Equivalência da contrapositiva, letra a.

  • Se João canta ou Maria sorri, então Josefa chora e Luiza não grita. 

    Só voltar a proposição negando...

    Se Luiza grita ou Josefa não chora, então João não canta e Maria não sorri.

     

  • nega nega inverte

  • NEGA,NEGA............TROCA,TROCA

  • P = João Canta

    Q = Maria sorri

    R = Josefa chora

    ~S = Luiza não grita

    Original (P v Q) --> (R ^ ~S)

    Equivalências para essa proposição

    (~P ^ ~Q) v (R ^ ~S) [neymar]

    ou

    (~R v S) --> (~P ^ ~Q) [inverte negando mantendo o sinal]

    Em qualquer uma dessas duas equivalências ele poderia inverter a ordem do que está entre parênteses, mas o examinador fez isso na segunda equivalência e somente na primeira parte da sentença, que ficou:

    (S v ~R) --> (~P ^ ~Q)

  • Gab.: A - dois métodos para matar a questão

    P: Se João canta ou Maria sorri

    Q: Josefa chora e Luiza não grita

    P → Q: Se João canta ou Maria sorri, então Josefa chora e Luiza não grita.

    1) DECORAR AS EQUIVALÊNCIAS

    P → Q é equivalente a:

    ~Q → ~P: Se Josefa não chora ou Luiza grita então João não canta ou Maria não sorri.

    ~P v Q: João não canta ou Maria sorri.

    2) TABELA VERDADE

    P-------Q-------~P-------~Q

    V-------V-------F----------F

    V-------F-------F----------V

    F-------V-------V----------F

    F-------F-------V----------V

    P → Q = V, F, V, V

    ~Q → ~P = V, F, V, V

    ~P v Q = V, F, V, V

  • Inverte e nega, fiz raciocinio correto esqueci do detalhe de inverter, de 1 fui para 100. Mais focado

  • Pensem na amante...nega nega nega que vc tenha amante e inverte a conversa kkkkkkkkkkkk

  • Regra do: troca, nega.


ID
2293642
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Para a sequência de números naturais 8336; 4168; 4170; 1390; 1392; 348; 350; . . . foi criada um padrão que alterna divisão e adição sucessivamente. A sequência é ilimitada e a soma entre os 8º, 10º e 13º termos é igual a

Alternativas
Comentários
  • 8336 / 2 = 4168 + 2 = 4170 / 3 = 1390 + 2 = 1392 / 4 = 348 + 2 = 350 / 5 = 70 (Oitavo) + 2 = 72 / 6 = 12 (Décimo) + 2 = 14 / 7 = 2 + 2 = 4 (Décimo Terceiro)

     

    70 + 12 + 4 = 86

     

    Gab. E

     

    "Tudo Posso Naquele Que Me Fortalece"

  • A relação entre o primeiro termo e o segundo é uma divisão por 2; do segundo termo em relação ao terceiro soma 2; do terceiro em relação ao quarto divide por 3; do quarto em relação ao quinto soma 2; do quinto em relação ao sexto divide por 4; do sexto em relação ao sétimo soma 2; e assim sucessivamente. Ou seja, a cada ciclo de 2 termos aumenta 1 no divisor do próximo termo e soma 2 ao subsequente:

     

    1º termo: 8336 / 2 = 4168

    2º termo: 4168 + 2 = 4170

    3º termo: 4170 / 3 = 1390

    4º termo: 1390 + 2 = 1392

    5º termo: 1392 / 4 = 348

    6º termo: 348 + 2 = 350

    7º termo: 350 / 5 = 70 

    8º termo: 70 + 2 = 72

    9º termo: 72 / 6 = 12

    10º termo: 12 + 2 = 14

    11º termo: 14 / 7 = 2

    12º termo: 2 + 2 = 4

    13º termo: 4

     

    Visto de um modo mais didático:

     

     1º T        2º T         3º T         4º T         5º T        6º T        7º T       8º T       9º T     10º T     11º T     12º T      13º T

    8336        4168        4170        1390        1392        348         350        70         72         12         14           2           4

              / 2          + 2           / 3           + 2           / 4         + 2          / 5        + 2         / 6        +2         / 7         +2

     

    Agora, é só somar os 8º, 10º e 13º termos solicitados na questão: 70 + 12 + 4 = 86 (gabarito: E)

  • a sequencia está:

    Dividindo e em segida somando.

    Dividindo por 2;3;4;5;6;7 ....sucessivamente e alternando com a soma fixa de +2

  • 8336 / 2

    4168 + 2

    4170 / 3

    1390 + 2

    1390 / 4

    348 + 2

    350 / 5

    70 + 2

    72 / 6

    12 + 2

    14 / 7

    2 + 2

    4

  • LETRA E

    1- 8336/2=4168

    2- 4168+2=4170

    3- 4170/3=1390

    4- 1390+2=1392

    5- 1392/4=348

    6- 348+2=350

    7- 350/5=70

    8- 70+2=72

    9- 72/6=12

    10- 12+2=14

    11- 14/7=2

    12- 2+2=4

    13- 4

    ASSIM, 70+12+4=86

  • A sequência lógica que se alternava era: divisão de números crescentes a partir de 2 (2,3,4,5,6,7) e a soma contínua de 2.

    divisão por 2;

    + 2;

    divisão por 3 ;

    + 2;

     divisão por 4;

    +2;

    divisão por 5;

    +2 ( secessivamente).


ID
2293645
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Considere as afirmações e seus respectivos valores lógicos.
I. André não é analista ou Bruno é biblioteconomista. Afirmação VERDADEIRA.
II. Se Carlos não é cerimonialista, então Dorival é contador. Afirmação FALSA.
III. André não é analista e Dorival não é contador. Afirmação FALSA.
IV. Se Bruno é biblioteconomista, então Ernani é economista. Afirmação VERDADEIRA.
A partir dessas afirmações, é correto concluir que

Alternativas
Comentários
  • - Começando pela proposição II: para que ela seja falsa, temos que ter a combinação V F, de modo que:

    Carlos não é cerimonialista: V

    Dorival é contador: F

     

    - Proposição III: já sabemos que Dorival não é contador é uma afirmação verdadeira. Para que a proposição seja falsa, teremos que ter a combinação FV, de modo que:

    André não é analista: F

    Dorival não é contador: V

     

    - Proposição I: como já sabemos que André não é analista é falso, para que ela seja verdadeira, Bruno só poderá ser biblioteconomista. Isso porque nas disjunções inclusivas, a proposição será verdadeira se p, q ou ambas forem verdadeiras.

    André não é analista: F

    Bruno é biblioteconomista: V

     

    - Por fim, a proposição IV: como as condicionais não são verdadeiras na forma VF e já sabemos que Bruno é biblioteconomista, Ernani só poderá ser economista.

    Se Bruno é biblioteconomista: V

    Ernani é economista: V

     

    A partir disso, a única alternativa correta será a letra E.

  • Alguém pode me explicar? In box.

     

    Minha dúvida: Afirmação verdadeira significa o quÊ?

  • Os itens II e III são falsos, então temos que fazer a NEGAÇÃO para torná-los verdadeiros. Então:

    I) ~A v B  (V)

    II) ~C --> D  (F) => NEGAÇÃO: ~C ^ ~D (V)

    III) ~A ^ ~D  (F) => NEGAÇÃO: A v D (V)

    IV) B --> E  (V)

     

    A (V)        B (V)       C (F)         D (F)         E (V)

     

    a) E --> ~A  =>  V --> F  (F)

    b) ~C ^ ~B => V ^ F  (F)

    c) C ^ E => F ^ V (F)

    d) ~A v D => F ^ F  (F)

    e) ~B v ~D => F v V  (V)  RESPOSTA 

     

  • gente cuidado aí com os comentários, li que:

     a operação da conjunção liga duas ou mais proposições simples pelo conectivo “e”

    Conjunção : E

     disjunção inclusiva liga duas ou mais proposições simples pelo conectivo “ou”.

    Disjunção: OU

  • Primeira que acertooo... kkk :D

  • Gabarito letra e).

     

    Antes de resolver a questão, deve-se saber os operadores lógicos e suas respectivas tabelas-verdade.

     

     

    OPERADORES

     

    Conjunção = "^" = P "e" Q

     

    Ex: Thiago é médico João é Engenheiro

     

     

    Disjunção Inclusiva = "v" = P "ou" Q

     

    Ex: Thiago é médico ou João é Engenheiro

     

     

    Condicional = "->" = "Se" P"então" Q 

     

    Nessa estrutura, vale destacar os termos suficiente e necessário.

     

    Observe que:

    Se nasci em Salvador suficientemente sou Baiano ,

    Agora, se sou Baiano necessariamente nasci em Salvador

     

    Regra: O que está à esquerda da seta é sempre condição suficiente e o que está à direita é sempre condição necessária.

     

    Ex: Se Thiago é Médico, então João é Engenheiro

     

     

    * Observações:

     

    1) A operação conjunção ("e") só é verdadeira quando as duas proposições são verdadeiras. Nos demais casos, sua saída é falsa.

     

    2) A operação disjunção ("ou") só é falsa quando as duas proposições são falsas, ou seja, basta uma proposição ser verdadeira para a sáida ser verdadeira.

     

    3) Na condicional, a saída só sera falsa se a condição suficiente for verdadeira e a condição necessária falsa. Se der V seta F, então saída falsa.

     

    DICA: SE DER "VERA FISCHER", ENTÃO SAÍDA É FALSA.

     

    * OLHAR A Q754299 PARA SABER AS TABELAS-VERDADE DOS OPERADORES.

     

     

    QUESTÃO

     

    Considerar:

     

    André é analista = A

     

    Bruno é biblioteconomista = B

     

    Carlos é cerimonialista = C

     

    Dorival é contador = D

     

    Ernani é economista = E

     

    Item "II": Se Carlos não é cerimonialista, então Dorival é contador (~C -> D). Afirmação FALSA.

     

    Para que uma condicional seja falsa, sua proposição suficiente deve ser verdadeira e sua proposição necessária ser falsa (V -> F). Logo, ~C = V e D = F.

     

    Item "III": André não é analista e Dorival não é contador (~A ^ ~D). Afirmação FALSA.

     

    Para que uma conjunção seja falsa, pelo menos uma das proposições ou as duas proposições devem ser falsas. Se ~D = V (D = F), então ~A deve ser falso para que a saída seja falsa. Logo, ~A = F.

     

    Item "I": André não é analista ou Bruno é biblioteconomista (~A v B). Afirmação VERDADEIRA.

     

    Para que uma disjunção seja verdadeira, pelo menos uma das proposições ou as duas proposições devem ser verdadeiras. Se ~A = F, então B deve ser verdadeiro para que a saída seja verdadeira. Logo, B = V.

     

    Item "IV": Se Bruno é biblioteconomista, então Ernani é economista (B -> E). Afirmação VERDADEIRA.

     

    Para que uma condicional seja verdadeira, pode ser utilizada qualquer combinação, exceto a combinação na qual sua proposição suficiente é verdadeira e sua proposição necessária é falsa (item "I"). Se B = V, então E deve ser verdadeiro para que a saída seja verdadeira. Logo, E = V.

     

     

    ANALISANDO AS ALTERNATIVAS:

     

    A partir do desenvolvido acima, conclui-se que: A = V, ~A = F, B = V, ~B = F, C = F, ~C = V, D = F, ~D = V, E = V, ~E = F.

     

    a) E -> ~A = V -> F = F (Letra "a" errada);

     

    b) ~C ~B = V F = F (Letra "b" errada);

     

    c) C ^ E = F ^ V = F (Letra "c" errada);

     

    d) ~A v D = F v F = F (Letra "d" errada);

     

    e) ~B v ~D = F v V = V (GABARITO).

  • I. André não é analista (pode ser V ou F) ou Bruno é biblioteconomista (pode ser V ou F). Afirmação VERDADEIRA.

    II. Se Carlos não é cerimonialista (só pode ser V), então Dorival é contador (só pode ser F). Afirmação FALSA.
    A condicional (->) só é falsa quando a primeira proposição simples é verdadeira e a segunda é falsa. Logo, como a proposição composta é falsa, só podemos ter a primeira como verdadeira e a segunda como falsa. Essa é a única proposição em que temos certeza do resultado.

    III. André não é analista (pode ser V ou F)  e Dorival não é contador (pode ser V ou F). Afirmação FALSA.

    IV. Se Bruno é biblioteconomista (pode ser V ou F), então Ernani é economista(pode ser V ou F). Afirmação VERDADEIRA.

    Eu resolvi sem correlacionar as afirmativas, e nem precisava para chegar à resposta, pois a única possível era a E.
     

    a) Se Ernani é economista, então André não é analista.
    Não temos como afirmar isso

     b) Carlos não é cerimonialista e Bruno não é biblioteconomista.
    Não temos como afirmar isso

     c) Carlos é cerimonialista e Ernani é economista.
    Não temos como afirmar isso

     d)André não é analista ou Dorival é contador.
    Não temos como afirmar isso

     e) Bruno não é biblioteconomista ou Dorival não é contador.
    Podemos afirmar isso, pois:
    - "Bruno não é biblioteconomista" pode ser V ou F
    - "Dorival não é contador" só pode ser V, pois a negação de F é V.
    Logo, ficaria V/F v V
    Lembremos que na disjunção inclusiva (ou), as seguintes sequências sempre formarão uma proposição verdadeira:
    VF/ VV/ FV
    E na disjunção inclusiva, a única sequência que forma uma proposição falsa é:
    FF

    Logo, a única resposta possível é a E.

     

  • Excelente comentário Michelle Mendes! Obrigada

  • I - NÃO A ou B = V ( não A é F e B é V)

    II- NÃO C -> DC = F(não C é V e DC é F)

    III- NÃO A ^ NÃO DC = F( não A é F e NÃO DC é V)

    IV- B -> E = V ( B é V e E é V)

    concluindo que :

    A é V, B é V, não C é V, não DC é V, E é V. logo será a alternativa E

  • ¬A v B = V 

    ¬C → D = F (única linha da tabela verdade possível  V  F  = F)

    ¬A ^ ¬D = F (única linha da tabela verdade possível F  V  =  F)

    B → E = V 

  •  I -   FALSO OUUU VERDADEIRO = VERDADEIRO

     

    II -  SE VERDADEIRO  ENTÃO  FALSO = FALSO

     

    III - FALSO   EEE   VERDADEIRO = FALSO   

      

    IV - SE VERDADEIRO  ENTÃO VERDADEIRO = VERDADEIRO

     

     

    e)  CORRETO - (F   v    V) =  V

     

     

    GABARITO - E

     

     

    Bons estudos!!!

  • Questão meio confusa, pois com base em ARGUMENTAÇÃO não se pode CONCLUIR nada.
    Veja:

       f    v

    ~A v B (V)

       v      f

    ~C -> D (F)  Começo por aqui pois só existe essa maneira de ser falso.

       f        v

    ~A ^  ~D (F)

     v      v

    B -> E (V)

    A única maneira de concluir algo seria ver a EQUIVALÊNCIA das questões com os valores das informações:

    A) Se Ernani é economista, então André não é analista.  

    V  --> F = FALSO

    B) Carlos não é cerimonialista e Bruno não é biblioteconomista.

    V ^ F = FALSO

    C) Carlos é cerimonialista e Ernani é economista.

    F ^ V = FALSO

    D) André não é analista ou Dorival é contador.

    F v  F= FALSO

    E) Bruno não é biblioteconomista ou Dorival não é contador.

    F v V = VERDADEIRO.

  • Questão fácil!!!!

    VC não precisa de usar  tabela da verdade  !!!!

    1 - DISJUNÇÃO SIMPLES(ou) : A condição para que o conectivo OU SEJA verdadeiro é que pelo menos uma das duas proposições seja verdadeira.

    obs : virgula depois do (ou)  é o simples ou 

    2- DISJUNÇÃO EXCLUSIVA : A condição para que o conetivo  OU seja verdadeiro  é  que uma das proposições seja verdadeira e a  outra seja falsa.

    obs : a resposta sempre sera falsa e a virgula antes do ou ( duplo ou  que é ocaso da disjução exclusiva)

    3 - negação da disjunção simples : negam-se as duas proposições e trocando o conectivo (OU) pelo (E)

    4- CONJUNÇÃO SIMPLES (E) :A condição para que o Conectivo (E)  seja verdadeiro é que as duas proposiçoes sejam verdadeira.

    obs: a proposição  simples sempre sera verdadeira e nao existe resposta completa

    5- Se ... Então / se hiposete entao Tese : A condição para que o  SE ENTAO SEJA FALSO É QUE ( A hipotese seja verdadeira e a tese seja falsa)

    6- A negação do SE... ENTAO : VC  RETIRA O SE..... ENTAO / CONSERVANDO A HIPOTESE /NEGA A TESE E COLOCA O CONECTIVO (e)

    EX: SE choveu  ENTAO  irei à praia

    negando : Choveu  E não fui  à praia 

     

    EM QUESTOES DE LOGICA EU NAO USO A TABELA DA VERDADE!!! 

    TEMOS QUE GANHAR TEMPO NA PROVA !!!!!

     

     

     

  • Letra E!

    Acertei, mas perdi um tempo que considero longo. Comecei a estudar lógica hoje, mas a questão serviu para mostrar que estou construindo um raciocío lógico.

     

  • -
    palmas Jeremias..estudo RLM há 1 ano e fico empurrando com a barriga
    achando que dá pra passar em concurso sem saber nada ¬¬


    [ pura enganação. Eis-me aqui mais um dia tentando aprender] 

  • Questão muito boa de ser feita, mas perdi um tempo considerável nela (acho que mais de 5 minutos). É preciso fazer a tabela da disjunção inclusiva, condicional e conjunção. Depois é só ir vendo o que fala o enunciado e cada alternativa. Não desistam e sigam os estudos, isso parecia grego pra mim há poucas semanas.

  • Para responder a questão, você tem que montar a tabela-verdade da dijunção simples \/, condicional → e conjunção ^.

    O único item que dá precisão na resposta é o II, pois para o resultado da proposição p →q ser FALSO, a proposição p teria de ser VERDADEIRA e a q FALSA, ou seja, 
    -Carlos não é cerimonialista e 
    -Dorival não é contador.

    Posteriormente, analisa o item III, cujo resultado da proposição p^q dá FALSO, ora, se já descobriu-se que Dorival não é contador a proposição q é VERDADEIRA, logo para que se tenha um resultado falso, é necessário que haja outra proposição falsa, concluindo que, 
    -André é analista.

    Em seguida, retoma o item I, já que o IV ainda é inconclusivo, então partindo da premissa que André é analista e a proposição p diz o contrário, logo, esta é falsa; e para que o resultado de p\/q seja VERDADEIRO, uma das proposições tem de ser verdadeira, a proposição p é, portanto, VERDADEIRA, 
    -Bruno é biblioteconomista.

    Por fim, ao conferir o item IV, onde a proposição p →q é VERDADEIRO, sendo a afirmação de Bruno como biblioteconomista VERDADEIRA, necessariamente a proposição q precisa ser VERDADEIRA, tendo que 
    -Ernani é economista.

    ERRADA: a) Se Ernani é economista, então André não é analista. (condicional, V→F=F) 
    ERRADA: b) Carlos não é cerimonialista e Bruno não é biblioteconomista. (conjunção, V^F=F) 
    ERRADA: c) Carlos é cerimonialista e Ernani é economista. (conjunção, F^V=F) 
    ERRADA: d) André não é analista ou Dorival é contador. (dijunção, F\/F=F) 
    CORRETA: e) Bruno não é biblioteconomista ou Dorival não é contador. (dijunção simples, F\/V=V) apenas uma da proposições precisa ser verdadeira para que o resultado seja verdadeiro.

  • pra que não comecei pela última, pouparia um tempo...

  • Essa questão poderia ser feita com apenas 30 segundos, pois o condicional apresentado na opção II só fica FALSO de V para F. Sabendo disso temos: ~Cc=V e Dc=F, logo, Cc=F. Assim indo direto para a alternativa E, como estamos diante do "ou", que a disjunção inclusiva, temos: ~Bb V ~Cc...já sabemos que ~Cc=V, então a letra E já é a verdadeira, pois na disjunção inclusiva, basta um V para estarmos diante de uma proposição Verdadeira. Espero que o comentário tenha sido claro e possa ajudar.

  • Essa questão deveria ser anulada!!!

    A pergunta é a seguinte: Podemos começar tanto pela proposição II como pela III? Sim, pois a duas só tem uma maneira de serem falsas.

    II - ~CC  -->  DC  =  F            III - ~AA  ^  ~DC  =  F

             V  -->     F    = F                      F   ^     F     = F   

    Se começarmos pela II, como muitos o fizeram dará tudo certo, a resposta sera a letra E.

    Mas se começarmos pela III, invalida a proposição II, vejamos:

    III - ~AA  ^  ~DC  =  F                   II  -  ~CC  -->  DC =  F

             F    ^     F    =  F                                    -->  V   =  V, será verdadeira pra qualquer valoração que usarmos.

    Ora, o comando da questão afirma que as proposições II e III são falsas!          

  • em poucos segundos resolve a questão, e só precisa desta afirmação:

    II. Se Carlos não é cerimonialista, então Dorival é contador. Afirmação FALSA.

    Se, então (V F = F)

    A partir dessa afirmação, é correto concluir que

     e)

    Bruno não é biblioteconomista ou Dorival não é contador.

  • Cor vermelha para falso e verde para verdadeiro. 
     I. André não é analista ou Bruno é biblioteconomista. Afirmação VERDADEIRA. Para ser falso todos tem que ser falsas, essa é a frase do conectivo OU. 
    II. Se Carlos não é cerimonialista, então Dorival é contador. Afirmação FALSA. Vera Ficher é Falsa. Essa é a frase do conectivo Se... então... A partir dessa segunda afirmativo é que vc conseguirá descobrir o valor individual das próximas proposições. 
    III. André não é analista e Dorival não é contador. Afirmação FALSA. Para ser verdadeiro todos tem que ser verdadeiros, essa é a frase do conectivo E. 
    IV. Se Bruno é biblioteconomista, então Ernani é economista. Afirmação VERDADEIRA.
    Analisando as alternativas: Lembre-se que quando a questão não diz que as alternativas são verdadeiras ou falsas, necessariamente, elas terão valor lógico final verdadeiro. 
    a)    Frase do conectivo Se... então... é: Vera Ficher é Falsa. Mas, a primeira é verdadeira, a segunda proposição é falsa, mas o valor lógico final da questão está como verdadeira. Logo, essa questão está errada. 
    b)    Somente será verdadeiro se todas foram verdadeiras, frase do conectivo E. A primeira proposição é verdadeira, mas a segunda é falsa, logo não pode ter valor lógico final verdadeiro. Alternativa errada. 
    c)    Somente será verdadeiro se todas foram verdadeiras, frase do conectivo E. A primeira proposição é falsa, então não pode ter valor lógico final verdadeiro, não sendo, portanto, necessário continuar análise da segunda proposição, porque essa alternativa está incorreta. 
    d)    Somente será falsa se todas as proposições forem falsas, frase do conectivo OU. A primeira proposição é falsa, assim como a segunda, mas o valor lógico final da questão é verdadeira. Então, essa alternativa é falsa, porque não tem como duas proposições com o conectivo OU serem falsas com valor lógico final verdadeira. 
    e)    Somente será falsa se todas as proposições forem falsas, frase do conectivo OU. A primeira proposição é falsa, mas a segunda é verdadeira, então o valor lógico final será  verdadeiro. Logo, essa é a alternativa que deve ser assinalada. 
     

  • I. André não é analista (F) ou Bruno é biblioteconomista (v). Afirmação VERDADEIRA.  FvV=V

    II. Se Carlos não é cerimonialista (v), então Dorival é contador (f). Afirmação FALSA.  V-->F=F

    III. André não é analista  (F) e Dorival não é contador (v). Afirmação FALSA.   F^V=F

    IV. Se Bruno é biblioteconomista (v), então Ernani é economista (v). Afirmação VERDADEIRA. V-->V=V

     

     

    a) Se Ernani é economista (v), então André não é analista (F).  V-->F=F

    b) Carlos não é cerimonialista (v) e Bruno não é biblioteconomista (F). V^F=F

    c) Carlos é cerimonialista (F) e Ernani é economista (v). F^V=F

    d) André não é analista (F) ou Dorival é contador (F).  FvF=F

    e) Bruno não é biblioteconomista (F) ou Dorival não é contador (v). FvV=V GABARITO

  • Questão simples, só ter calma para seguir o caminho das pedras. Início pela premissa II - V F (FALSA)

    Lembrando que se não tivesse facilado colocando qual é verdeira ou falsa, poderia resolver a questão pelo método

    do corte e também da para resolver pela conclusão falsa.

    Gab.E

  • Em 28/02/2018, às 15:42:32, você respondeu a opção E.Certa!

    Em 04/04/2017, às 20:33:36, você respondeu a opção E.Certa!

     

    Obrigada professor Nelson Carnaval pelo conhecimento adquirido, que quase 1 ano depois sem estudar a disciplina, continuo no caminho certo!

  • As aulas do professor Renato Oliveira também são muito boas! 

  • Nesse cenário, percebe-se que, para resolver uma questão como essa, mister se faz a presença de paciencia e técnica quando da resolução. 

    Ademais, salienta-se que com o VERA FISHER já dava de tirar algumas alternativas, aumentando a possibilidade de acertar a questao.

    Abraços.

  • Acertei mas os créditos são todos do prof. Jhoni Zini!!! kkkkkk

  • Ao meu entender:bruno ser biblioteconomista pode ser verdadeiro ou falso e dorival não é contador é vdd,então a proposição vai ser verdadeiro ja que na disjunção só é falsa quando ambas são falsas.estou errada pessoal?

  • Enunciado

    ~A v B - Verdadeiro

    ~C -> D - Falso (Pra ser falso, o primeiro precisa ser verdadeiro e segundo falso)

    ~A ^ ~D - Falso

    B -> E - Verdadeiro (Pra ser falso, o primeiro precisa ser verdadeiro e segundo falso)

     

    É isso o que diz o enunciado. Portanto...

    ~A (F) v B (V) - Verdadeiro

    ~C (V) -> D (F)- Falso

    ~A (F) ^ ~D (V) - Falso

    B (V) -> E (V) - Verdadeiro 

     

    Itens

    a) E (V) -> A (F) = Falso

    b) ~C (V) ^ ~B (F) = Falso

    c) C (F) ^ E (V) = Falso

    d) ~A (F) v D (F) = Falso

    e) ~B (F) v ~D (V) = Verdadeiro

  • Questão trabalhosa, pois exige que se faça com cuidado.

    Passo a passo:

    1- Passar as proposições pra linguagem lógica (Assim fica mais fácil de analisar) 

       p > André analista

    ~ p > NÃO André analista

    ~ q > Bruno biblioteconomista

       q > Não Bruno biblioteconomista

       r > Carlos cerimonialista

    ~ r > NÃO carlos cerimonialista

      s > Dorival contador

    ~ s > NÃO Dorival contador

       t > Ernani economista

    ~ t > NÃO Ernani economista

    2 - Escrever as assertivas do enunciado em linguagem lógica e o valor lógico de cada uma dessas assertivas ao lado entre parênteses:

    I - ~ p v q ( V )

    II - ~r ---> s ( F )

    III - ~ p ^ ~s ( F )

    IV - q ---> t  ( V )

    3 - Fazer com que as assertivas assumam o valor lógico do parêntese

    I - ~ p v q ( V )

    II - ~r ---> s ( F ) Começar pela condicional com valor F. Sabe-se que a condicional apresenta valor F quando os valores das proposições são v ---> f

    III - ~ p ^ ~s ( F )

    IV - q ---> t  ( V )

    A partir daí vai descobrindo os valores lógicos das proposições p, q, r, s, t e suas negações.

    4 - Por fim, escrever as alternativas em linguagem lógica e analisar a partir dos valores das proposições p, q, r, s, t e suas negações.

    a) t ---> ~p ERRADA

    b) ~r ----> s ERRADA

    c) r ^ t ERRADA

    d) ~p v s ERRADA

    e) ~q v ~s CERTA

     

  • Dica,; comece pelo conectivo'' ---->'' pois só tem um jeito de ser falsa  V-->F

     

    I.André não é analista F ou Bruno é biblioteconomista V . Afirmação VERDADEIRA.

    II. Se Carlos não é cerimonialista V, então Dorival é contador F.   Afirmação FALSA.

    III. André não é analista F e Dorival não é contador V.   Afirmação FALSA.

    IV. Se Bruno é biblioteconomista V, então Ernani é economista V. Afirmação VERDADEIRA.

     

    Já sei que;

    -Carlos não é cerimonialista

    -Dorival não é contador

    -André é analista

    -Bruno é biblioteconomista

    -Ernani é economista

     

    Gab ''E''   Bruno não é biblioteconomista F ou  V Dorival não é contador.

  • QUESTÃO TOP DAS TOP

    Se todas os comentários dos professores fossem em vídeo assim...

  • Tô ficando bom nisso!

    Obrigado galera do QC pelos comentários construtivos.

  • No método Telles seria só olhar a preposição nº 2, perceber que "Se.. Então" para ser Falso, a primeira preposição tem que ser verdadeira (Carlos não é cerimonialista), e a segunda falsa("Carlos é contador", logo Carlos não pode ser contador, para ela ser falsa.

    Após isso correr para as opções, olhando as opções com "ou", você percebe que basta que uma das opções seja verdadeira.

  • Que estatística mentirosa, a maioria errou, tenho convicção... eu acertei, mas deu trabalho! Talvez na hora da prova não teria chance.

  • Primeiro passo para responder a questão:

    1 - Assistir Vídeo Aula sobre a tabela de verdade.

    2 - Responder a questão rsrs

    Pois bem.

    Começando pela preposição II - a questão fala que a preposição é FALSA. Ou seja, aquela "frase", tecnicamente, é falsa.

    Pela tabela da verdade (SE ENTÃO) só pode ser falsa quando P for (V) e o Q (F) - resultado da preposição (frase) é (F).

    Equação: P (V) + Q (F) = (F) FALSO.

    Aplicando na preposição.

    P (V) + Q (F) = (F) FALSO.

    II. Se Carlos não é cerimonialista, então Dorival é contador. Afirmação FALSA

    Conclui-se que: Carlos não é cerimonialista e Dorival não é contador.

  • 1º MANTER AS VERDADEIRAS E FAZER A OPOSIÇÃO DAS FALSAS

    I. André não é analista ou Bruno é biblioteconomista. Afirmação VERDADEIRA.

    II. Se Carlos não é cerimonialista, então Dorival é contador. Afirmação FALSA. -> A^~B

    Carlos não é cerimonialista e Dorival não é contador

    III. André não é analista e Dorival não é contador. Afirmação FALSA. -> ~Av~B

    André é analista ou Dorival é contador

    IV. Se Bruno é biblioteconomista, então Ernani é economista. Afirmação VERDADEIRA. 

    .

    2º NOSSAS CERTEZAS:

    André não é analista (F) ou Bruno é biblioteconomista (V)

    Carlos não é cerimonialista (V) e Dorival não é contador (V)

    André é analista (V) ou Dorival é contador (F)

    Se Bruno é biblioteconomista (V), então Ernani é economista (V)

    .

    3º AS ALTERNATIVAS:

    A Se Ernani é economista (V), então André não é analista (F).

    B Carlos não é cerimonialista (F) e Bruno não é biblioteconomista (V).

    C Carlos é cerimonialista (F) e Ernani é economista (V).

    D André não é analista (F) ou Dorival é contador (F).

    E Bruno não é biblioteconomista (F) ou Dorival não é contador (V).

  • eu consegui acertar porém precisa de muita calma e lembrar muito bem do estudo. o candidato que estudou "mais ou menos" nunca vai acertar isso, até mesmo pq geralmente estudamos com todas as premissas verdadeiras.

  • Só sei que nada sei...

  • 3. (FCC 2016/AL-MS):

    Considere as afirmações e seus respectivos valores lógicos.

    I. André não é analista ou Bruno é biblioteconomista. Afirmação VERDADEIRA. (tudo F dá F)

    II. Se Carlos não é cerimonialista (V) então Dorival é contador(F). Afirmação FALSA. (Vera Fischer= Falsa)

    III. André não é analista e Dorival não é contador. Afirmação FALSA. (tudo V dá V)

    IV. Se Bruno é biblioteconomista, então Ernani é economista. Afirmação VERDADEIRA. (Vera Fischer= Falsa)

    A partir dessas afirmações, é correto concluir que:

    (A) Se Ernani é economista, então André não é analista.

    (B) Carlos não é cerimonialista e Bruno não é biblioteconomista.

    (C) Carlos é cerimonialista e Ernani é economista.

    (D) André não é analista ou Dorival é contador.

    (E) Bruno não é biblioteconomista ou Dorival não é contador.

    Observe que a sentença II é composta pelo “se..., então...” e é falsa. A condicional só pode ser falsa quando ocorre VF.

    Assim, já podemos concluir que “Carlos não é cerimonialista” e que “Dorival não é contador”.

    Com isso, já poderíamos marcar a resposta na alternativa E. Observe:

    (E) Bruno não é biblioteconomista ou Dorival não é contador.

               Temos aqui na alternativa E uma proposição composta pelo conectivo “ou”. Não sabemos o valor lógico do primeiro componente, mas sabemos que o segundo componente “Dorival não é contador” é verdade. A composta do “ou” é verdade se pelo menos um componente é V. Como já temos um componente V, o resultado será V.

  • Eu sou o exemplo de pessoa que olhava pra isso e só pensava em uma coisa: chutar kkkkkk... pelo menos este assunto faço ''brincando'' hoje em dia!

    Então não desistam, dificuldades estão aí para serem vencidas!

    Aguardo vocês na posse! Abraços!


ID
2293648
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Mariana é brasileira e tem 66 anos; Pedro é chileno e tem 19 anos; Benedita é brasileira e tem 16 anos; João é brasileiro, tem 18 anos e está prestando o serviço militar obrigatório; Ana é brasileira, tem 22 anos e é analfabeta. Considerando que todos fixaram domicílio no Brasil, a soberania popular mediante plebiscito de caráter nacional será exercida obrigatoriamente por

Alternativas
Comentários
  • Letra A

     

    CF/88, art. 14 - A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:
    I - plebiscito;
    II - referendo;
    III - iniciativa popular.
    § 1º O alistamento eleitoral e o voto são:
    I - obrigatórios para os maiores de dezoito anos; (Mariana)
    II - facultativos para:
    a) os analfabetos; (Ana)
    b) os maiores de setenta anos;
    c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. (Benedita)
    § 2º Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros (Pedro) e, durante o período do serviço militar obrigatório, os conscritos. (João)

     

    Bons estudos!

  • Gabarito: letra A

    Mariana: com idade inferior a 70 anos, seu voto permanece obrigatório. (art. 14, §1º, I e II, b, CF/88)

    Pedro: a capacidade de votar e ser votado no Brasil é restrita aos brasileiros. (art. 14, § 2º, CF/88)

    Benedita: o voto é facultativo entre as idades de 16 e 18 anos (art. 14, §1º, II, c, CF/88)

    João: os conscritos, ou seja, aqueles que estão prestando o serviço militar obrigatório não podem votar durante este período (art. 14, §2º, CF/88)

    Ana: em relação aos analfabetos, o voto é facultativo (art. 14, II, a, CF/88)

  • Fiz uma tabela e sai marcando, senão troca kkkk

     

    bons estudos

  • GABARITO ITEM A

     

     

    RESUMO MEU E ACRESCENTEI O NOME DA GALERA AÍ

     

    OBRIGATÓRITO  -->  + 18 ANOS     (MARIANA)

     

     

    FACULTATIVO:      

    ANALFABETO           (BENEDITA)

    +16 E - 18 ANOS        (ANA)

    +70 ANOS

     

     

    PROIBIDO:

    -ESTRANGEIRO            (PEDRO CHILENO)

    -CONSCRITOS(SERV. MILITAR OBRIG.)      (JOÃO)

  •  Murilo TRT, o resumo ficou ótimo. Valeu!

  • MARI - tem menos de 70 anos, portanto, seu voto ainda é obrigatório;

    PEDRO - é estrangeiro, não pode votar (inalistável);

    BENEDITA - voto é facultativo para maiores de 16 e menores de 18 anos;

    JOÃO - é conscrito, não pode alistar-se como eleitor durante o período militar obrigatório;

    ANA - voto é facultativo para analfabetos.

     

     

     

  •     VIDE    Q621322

     

    O analfabeto, embora possua o direito facultativo ao voto, não poderá ser eleito para o exercício de nenhum mandato eletivo previsto na CF

     

     

    VEJA a MALDADE NA            Q773703

     

    Os analfabetos são inalistáveis e inelegíveis. (errada)

     

    São INELEGÍVEIS:

     

    - os inalistáveis

     

    - analfabetos

     

  • Obrigatório - Mariana (Mariana é brasileira e tem 66 anos).

    Facultativo - Benedita (Benedita é brasileira e tem 16 anos), Ana (Ana é brasileira, tem 22 anos e é analfabeta)

    Não! - Pedro (Pedro é chileno e tem 19 anos), João (João é brasileiro, tem 18 anos e está prestando o serviço militar obrigatório)

  • 1-Mariana ainda é obrigada, pois ainda não chegou aos 70 anos

    2- Pedro não pode, pois é estrangeiro

    3- Benedita é facultativa, pois ela tem 16 anos

    4- João não pode, porque é conscrito, está a serviço militar obrigatório

    5-Ana é facultativa, porque é analfabeta.

  • Mariana é brasileira e tem 66 anos; [OBRIGATÓRIO] 

    Pedro é chileno e tem 19 anos;  [VEDADO]

    Benedita é brasileira e tem 16 anos; [FACULTATIVO]

    João é brasileiro, tem 18 anos e está prestando o serviço militar obrigatório; [VEDADO] 

    Ana é brasileira, tem 22 anos e é analfabeta. [FACULTATIVO]

  • A

  • Voto  é obrigatório para Maiores de 18 anos até 70.

    -Logo Maria que é brasileira com 66 anos é obrigada a votar.

    Os estrangeiros  e conscritos não podem votar.

    -Logo, Pedro  e João nãoo votam.

    O voto é Facultativo para maiores de 16 e menores de 18, analfaetos e maiores de 70anos.

    - Logo, Benedia não é obrigada a votar.

  • GABARITO: A

    Art. 14 - A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:

    I - plebiscito;

    II - referendo;

    III - iniciativa popular.

    § 1º O alistamento eleitoral e o voto são:

    I - obrigatórios para os maiores de dezoito anos;

    II - facultativos para:

    a) os analfabetos;

    b) os maiores de setenta anos;

    c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos.

    § 2º Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e, durante o período do serviço militar obrigatório, os conscritos. 

  • basta tomar o plebiscito como os mesmos princípios do voto

  • GABARITO LETRA A

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 14. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:

     

    I - plebiscito;

    II - referendo;

    III - iniciativa popular.

     

    § 1º O alistamento eleitoral e o voto são:

     

    I - obrigatórios para os maiores de dezoito anos; (MARIANA)

     

    II - facultativos para:

     

    a) os analfabetos; (ANA)

    b) os maiores de setenta anos;

    c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. (BENEDITA)

     

    § 2º Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e, durante o período do serviço militar obrigatório, os conscritos. (JOÃO & PEDRO)
     


ID
2293651
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Membros do Senado Federal pretendem propor emenda constitucional para abolir o sigilo do voto nas eleições municipais, sob a justificativa de que a Constituição Federal assegura a livre manifestação do pensamento. Nesse caso, a Constituição Federal

Alternativas
Comentários
  • Letra C

     

    CF/88, art. 60, § 4º - Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir:
    I - a forma federativa de Estado;
    II - o voto direto, secreto, universal e periódico;
    III - a separação dos Poderes;
    IV - os direitos e garantias individuais.

     

    Bons estudos!

  • GABARITO:   C

    ______________________________________________________________________

     

    1)    A CF PODERÁ SER EMENDADA MEDIANTE PROPOSTA DE QUEM ?

    I - de um terço, no mínimo, dos membros da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal;

    II - do Presidente da República;

    III - de mais da metade das Assembléias Legislativas das unidades da Federação, manifestando-se, cada uma delas, pela maioria relativa de seus membros.

     

    2) QUAIS AS PROPOSTAS QUE NÃO PODERÃO SER OBJETO DE DELIBERAÇÃO TENDENTES A ABOLIR?

    I - a forma federativa de Estado;

    II - o voto direto, secreto, universal e periódico;

    III - a separação dos Poderes;

    IV - os direitos e garantias individuais.

     

    bons estudos!

     

     

  • Importante ressaltar que a obrigatoriedade do voto não é cláusula pétrea. No que se refere ao voto, o artigo 60, § 4º, da CF, apenas disciplinou como cláusula pétrea o voto direto, secreto, universal e periódico, excluindo o voto obrigatório da lista das cláusulas pétreas. Sendo assim, é cabível emenda constitucional que torne o voto facultativo para todos os eleitores.
     

  • Conheço muitos colegas que na ora de fazer o exame de ordem, querem discutir com a banca aí erra a questão, o melhor não discutir, a letra c esta claro

  • Membros do Senado Federal pretendem propor emenda constitucional para abolir o sigilo do voto nas eleições municipais, sob a justificativa de que a Constituição Federal assegura a livre manifestação do pensamento. Nesse caso, a Constituição Federal

     a)poderá ser emendada mediante proposta do Presidente da República, que deverá ser discutida e votada em cada casa do Congresso Nacional, em dois turnos?

    2º A proposta será discutida e votada em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, considerando-se aprovada se obtiver, em ambos, três quintos dos votos dos respectivos membros

     

     b)poderá ser emendada mediante proposta de um terço, no mínimo, dos membros do Senado Federal?

    Art. 60. A Constituição poderá ser emendada mediante proposta:

    I – de um terço, no mínimo, dos membros da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal;

    II – do Presidente da República;

    III – de mais da metade das Assembleias Legislativas das unidades da Federação, manifestando-se, cada uma delas, pela maioria relativa dos seus membros

     c)não poderá ser emendada, pois não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir o voto secreto?

    Não será objeto de deliberação proposta de emenda tendente a abolir:

    I – a forma federativa de Estado;

    II – o voto direto, secreto, universal e periódico;

    III – a separação dos Poderes;

    IV – os direitos e garantias individuais

     

     

     d)poderá ser emendada mediante proposta de mais da metade das Assembleias Legislativas das unidades da Federação, manifestando-se, cada uma delas, pela maioria relativa de seus membros.

     e)poderá ser emendada apenas na vigência de intervenção federal, já que se trata de um direito fundamental, devendo ser a proposta discutida e votada em cada casa do Congresso Nacional, em dois turnos? ERRADO. A CONSTITUIÇÃO FEDERAL NÃO PODERÁ SER EMENDADA CONSTÂNCIA DO ESTADO DE SÍTIO OU DE INTERVENÇÃO FEDERAL.

  • Art. 60, § 4º - Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir:

    I - a forma federativa de Estado;

    II - o voto direto, secreto, universal e periódico;

    III - a separação dos Poderes;

    IV - os direitos e garantias individuais.

    Só reler o Art. 60.

    Vamos nessa!!

  • Um mnemônico para ficar mais fácil.

    Art. 60, § 4º - Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir:
    I - a forma federativa de Estado;
    II - o voto direto, secreto, universal e periódico;
    III - a separação dos Poderes;
    IV - os direitos e garantias individuais. 

    ou melhor,

     

    FO DI VO SE

    FO: forma federativa de Estado

    DI: direitos e garantias individuais

    VO: voto direto, secreto, universal e periódico

    SE: separação dos poderes.

  • Gabarito:"C"

     

    Art. 60. A Constituição poderá ser emendada mediante proposta:

     

    § 4º NÃO será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir:

     

    I - a forma federativa de Estado;

     

    II - o voto direto, secreto, universal e periódico;

     

    III - a separação dos Poderes;

     

    IV - os direitos e garantias individuais

  • LETRA C CORRETA 

    CF/88

    ART. 60 

    § 4º Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir:

    I - a forma federativa de Estado;

    II - o voto direto, secreto, universal e periódico;

    III - a separação dos Poderes;

    IV - os direitos e garantias individuais.

  • DiGa Vose Se Pode ir a Festa

     

    DiGadireitos e garantias individuais

     

    Vose- voto direto, secreto, universal e periódico;

     

    Se Podeseparação dos Poderes

     

    ir a

     

    Festa- forma federativa de Estado

  • 16. Q764497

    A Constituição Federal estabelece que NÃO poderá ser objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir o voto 

     a) indireto, universal, periódico e facultativo.  

     b) direto, universal, periódico e secreto.  CORRETO.

     c) direto, restritivo, periódico e facultativo. 

     d) indireto, restritivo, obrigatório e secreto. 

     e) direto, restritivo, obrigatório e secreto. 

  • Bastava saber que o Poder Constituinte Reformador traz,além de outras, a limitação material, ou seja, as cláusulas pétreas. 

    Art. 60. A Constituição poderá ser emendada mediante proposta:

    § 4º NÃO será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir:

    II - o voto direto, secreto, universal e periódico;

    Acrescenta-se que a obrigatoriedade do voto pode ser abolida, pois não está no rol do art. 60 CF.

     

  • Mneumônico  FODI VOSE 

     

    FO -  Forma Federativa

    DI -  DIreitos e Garantias Individuais

     

    VO - VOto secreto (aqui cabe outro bizu: o voto é :SUP Secreto, Universal e Periódico) obrigatório não é claúsula Pétrea. Pode vir a ser                                                                                                         abolido. Atenção!!!

     

    SE - SEparação dos poderes 

     

    Fonte: colegas QC

  • GABARITO LETRA C

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

    ARTIGO 60. A Constituição poderá ser emendada mediante proposta:

    § 4º Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir:

    I - a forma federativa de Estado;

    II - o voto direto, secreto, universal e periódico;

    III - a separação dos Poderes;

    IV - os direitos e garantias individuais.

  • O artigo abaixo responde todas as alternativas:

    Art. 60, § 4º Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir:

    I - a forma federativa de Estado;

    II - o voto direto, secreto, universal e periódico;

    III - a separação dos Poderes;

    IV - os direitos e garantias individuais.

    GABARITO: C

    Art 60, I da CF; art 60§2º da CF e art 60§4,II, da CF. 

    ATENÇÃO :

    A proposta é inconstitucional, porque a Constituição não poderá ser emendada por um terço das Assembleias Legislativas das unidades da Federação e não se pode abolir o voto secreto, por ser cláusula pétrea.


ID
2293654
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Bernardo é ministro do Supremo Tribunal Federal; Fátima é ministra do Tribunal Superior do Trabalho e Cícero é membro do Conselho Nacional de Justiça. É correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • Letra B. 

    De acordo com o art. 103-B da Constituição Federal 

    Art. 103-B. O Conselho Nacional de Justiça compõe-se de 15 (quinze) membros com mandato de 2 (dois) anos, admitida 1 (uma) recondução, sendo:

            I -  o Presidente do Supremo Tribunal Federal;

            II -  um Ministro do Superior Tribunal de Justiça, indicado pelo respectivo tribunal;

            III -  um Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, indicado pelo respectivo tribunal;

            IV -  um desembargador de Tribunal de Justiça, indicado pelo Supremo Tribunal Federal;

            V -  um juiz estadual, indicado pelo Supremo Tribunal Federal;

            VI -  um juiz federal de Tribunal Regional Federal, indicado pelo Superior Tribunal de Justiça;

            VII -  um juiz federal, indicado pelo Superior Tribunal de Justiça;

            VIII -  um juiz de Tribunal Regional do Trabalho, indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho;

            IX -  um juiz do trabalho, indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho;

            X -  um membro do Ministério Público da União, indicado pelo Procurador-Geral da República;

            XI -  um membro do Ministério Público estadual, escolhido pelo Procurador-Geral da República dentre os nomes indicados pelo órgão competente de cada instituição estadual;

            XII -  dois advogados, indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;

            XIII -  dois cidadãos, de notável saber jurídico e reputação ilibada, indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal.

     

    Logo, observa-se que os membros do CNJ além da maioria pertencer ao Poder Judiciário, também tem membros do Ministerio Públio, OAB e cidadãos indicados pelo poder legislativo, mas não pertencentes a esse poder. 

  • Art 92. São órgãos do Poder judiciário:

    I-A O Conselho Nacional de Justiça.

     

    Obs:. O CNJ é órgão do poder judiciário que não tem jurisdição.

  • Art. 92. São órgãos do Poder Judiciário:

     

    I - o Supremo Tribunal Federal;

    I-A o Conselho Nacional de Justiça;           (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

    II - o Superior Tribunal de Justiça;

    II-A - o Tribunal Superior do Trabalho;           (Incluído pela Emenda Constitucional nº 92, de 2016)

    III - os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais;

    IV - os Tribunais e Juízes do Trabalho;

    V - os Tribunais e Juízes Eleitorais;

    VI - os Tribunais e Juízes Militares;

    VII - os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios.

     

    § 1º O Supremo Tribunal Federal, o Conselho Nacional de Justiça e os Tribunais Superiores têm sede na Capital Federal.          (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

    § 2º O Supremo Tribunal Federal e os Tribunais Superiores têm jurisdição em todo o território nacional.           (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

     

    GABA  B

  • Art. 92. São órgãos do Poder Judiciário:

    I - o Supremo Tribunal Federal;

    I-A o Conselho Nacional de Justiça; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

    II - o Superior Tribunal de Justiça;

    II-A - o Tribunal Superior do Trabalho;           (Incluído pela Emenda Constitucional nº 92, de 2016)

    III - os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais;

    IV - os Tribunais e Juízes do Trabalho;

    V - os Tribunais e Juízes Eleitorais;

    VI - os Tribunais e Juízes Militares;

    VII - os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios

     

    focoforçafé#@

  • Gabarito letra b).

     

    CF, Art. 92. São órgãos do Poder Judiciário:

     

    I - o Supremo Tribunal Federal;

     

    I-A o Conselho Nacional de Justiça; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004) (SEM FUNÇÃO JURISDICIONAL)

     

    II - o Superior Tribunal de Justiça;

     

    II-A - o Tribunal Superior do Trabalho; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 92, de 2016). ATENÇÃO: ADICIONADO ANO PASSADO.

     

    III - os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais;

     

    IV - os Tribunais e Juízes do Trabalho;

     

    V - os Tribunais e Juízes Eleitorais;

     

    VI - os Tribunais e Juízes Militares;

     

    VII - os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios.

     

     

    *OBS. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Tribunal Marítimo e o Tribunal de Contas da União, dos Estados, do Município e dos Municípios não são orgãos do Poder Judiciário, apesar de seus respctivos nomes.

     

     

    ** Ministério Público (Art. 127), Advocacia Pública (Art. 131), Advocacia (Bancas usam a expressão Advocacia Privada e também está correto. Art. 133) e Defensoria Pública (Art. 134) = FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA.

     

    DICA: RESOLVER A Q339131

     

     

     

    => Meu Instagram para concursos: https://www.instagram.com/qdconcursos/

  • OLÁ MEUS QUERIDOS, VITORIA NA GUERRA.

    O CNJ É ORGÃO DO JUDICIÁRIO. TODAVIA ELE NÃO TEM JURISDIÇÃO, PARA MEMORIZAR NÃO SE ESQUEÇA DA FORMA MNEMÔNICA: 

    CORNO

    NUNCA

    JULGA

    OBS O NÚMERO DE LETRAS É = AO NÚMERO DE MEMBROS DO CNJ. 

    RESPOSTA: B

     

  • Darcos, mano HAHAHAAHAHAHAHAHAH

  • RESPOSTA: B

     

    Para que não restem eventuais dúvidas quanto ao CNJ:

     

    ~> Órgão do Judiciário

    ~> Submete-se apenas ao controle STF

    ~> Controle interno

    ~> Desprovido de jurisdição

    ~> Fiscalização administrativa e financeira

    ~> Órgão correicional

    ~> NÃO pode fiscalizar o STF

  • GABARITO: "B"

    ART. 92, CF/88: São órgãos do Poder Judiciário:

    I - o Supremo Tribunal Federal;

    I-A o Conselho Nacional de Justiça

    II - o Superior Tribunal de Justiça;

    II-A - o Tribunal Superior do Trabalho;           

    III - os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais;

    IV - os Tribunais e Juízes do Trabalho;

    V - os Tribunais e Juízes Eleitorais;

    VI - os Tribunais e Juízes Militares;

    VII - os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios.

  • Mamão com açucar... essa!rsrs

  •  

    Art. 92.   São órgãos do Poder Judiciário:

     -      Supremo Tribunal Federal -         STF

    -      Conselho Nacional de Justiça       -     CNJ

     -      Superior Tribunal de Justiça    -         STJ

     -       Tribunal Superior do Trabalho      -      TST          

    ................................

     -       Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais   -       TRF     -     JF

    -        Tribunais e Juízes do Trabalho -       TRT     -   JT

    -         Tribunais e Juízes Eleitorais -         TRE      -   JE

    -        Tribunais e Juízes Militares -           TM      -      JM

               -        Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios

     

     

    § 1º O Supremo Tribunal Federal, o Conselho Nacional de Justiça e os Tribunais Superiores têm sede na CAPITAL FEDERAL.

     

    § 2º O Supremo Tribunal Federal e os Tribunais Superiores TÊM jurisdição em todo o território nacional.

    Q798473

    A competência do STF para processar e julgar demanda contra o CNJ restringe-se às ações tipicamente constitucionais.

     

    Conforme entendimento do STF, sua competência originária contra atos do CNJ deve ser interpretada de forma restrita e se limita às ações tipicamente constitucionais. 

     

     

    15         CNJ  =  NÃO SE APLICA AO STF !!!

    O Conselho Nacional de Justiça compõe-se de 15 (quinze) membros, com mandato de 2 (dois) anos, admitida 1 (uma) recondução.

    O STF é o órgão de cúpula do Poder Judiciário e, portanto, não se sujeita ao CNJ.

     

    CESPE:  Embora a CF o insira entre os órgãos jurisdicionais, o Conselho Nacional de Justiça possui atribuições EXCLUSIVAMENTE ADMINISTRATIVAS E DISCIPLINARES e submete-se ao controle do Supremo Tribunal Federal.

    O CNJ não tem nenhuma competência sobre o STF e seus ministros, sendo esse o órgão máximo do Poder Judiciário nacional, a que aquele está sujeito.” (ADI 3.367,

     

    CNJ: exerce o controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes.

    ·        As atribuições constitucionais do CNJ NÃO são exaustivas. O Estatuto da Magistratura PODE criar novas atribuições para o Conselho.

     

    ·        NÃO poderá o CNJ examinar os efeitos de ato de conteúdo jurisdicional emanado do Poder Judiciário

    O CNJ é o órgão de controle interno.  CNJ é um órgão administrativo

    O CNJ  NÃO exerce função jurisdicional.

    Compõe-se de 15 (QUINZE) MEMBROS com mandato de 2 (dois) anos, admitida uma recondução.

    É presidido pelo Presidente do STF e, nas suas ausências e impedimentos, pelo Vice-Presidente do STF.

    Observe que o VICE-PRESIDENTE do STF NÃO é membro do CNJ. Todavia, ele irá presidir o Conselho nas ausências e impedimentos do Presidente do STF.

    Nas ausências e impedimentos do Presidente do CNJ, este será presidido pelo Vice-Presidente do Supremo Tribunal Federal. Além disso, o Ministro-Corregedor será sempre o Ministro do STJ.

  • Essa é pra rir...

  • Estranha!!!! Até pensei que fosse uma pegadinha, na moral!

  • Só para treinar, órgãos do PJ:

    - STF
    - STJ
    - CNJ
    - TRF's e juízes federais
    - Tribunais e juízes do trabalho
    - Tribunais e juízes militares
    - Tribunais e juízes eleitorais
    - Tribunais e juízes dos Estados, DF e territórios



    Atenção! Nova Emenda Constitucional acabou de adicionar o TST como um órgão do PJ (meio que em separado, pq antes acredito que entrava em "tribunais e juízes do trabalho"):

    "II-A - o Tribunal Superior do Trabalho;           (Incluído pela Emenda Constitucional nº 92, de 2016)
    "

  • O CNJ ESTÁ ABAIXO DO STF.

    STF

    CNJ

    STJ

  • LETRA B

     

  • Boa Noite, amigos..

    Gabarito: B

    O CNJ NÃO EXERCE JURISDIÇÃO PORÉM INTEGRA A ESTRUTURA DO PODER JUDICIÁRIO, NA CONDIÇÃO DE ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO DESSE PODER.

    FONTE: apostilas da Profa. Nádia Carolina / Prof. Ricardo Vale

  • Essa tava difício, viu kkk

  • ô questãozinha du meu sonhu.É muita melodia. 

  • Questão tão fácil que dispensa comentários sobre si.

    Afonso Pena, não me imite rapaz kkkkkkkkk

     É muita alegria! É muita melodiiiiiiiiiia!

  • Pensem bem...no inicio de sua preparação vcs acertariam essa questão? Como a gente evolui né
  • eh nois

  • questão jardim de infância kkkk

  • SÃO ÓRGÃOS DO PODER JUDICIÁRIOS:

    STF - 11-SELEÇÃO.

    TST 27 =30 SEM 3 =27.

    CNJ-  15. CORNO NUNCA JULGA.

  • Pessoal,

    Talvez meu conselho seja útil: por mais simplória que seja a questão, devemos sempre tratá-la com respeito na hora da prova. O fator nervosismo pode levar a um erro "infantil". Naturalmente que uma questão como essa não cairá para Analista, mas vai que a banca queira confundir o candidato pela simplicidade em outras questões do gênero? Nunca desprezar uma questão de concurso! 

  • GABARITO B

     

    São órgãos do Poder Judiciario:

     

    - STF
    - STJ
    - CNJ
    - TRF's e juízes federais
    - Tribunais e juízes do trabalho
    - Tribunais e juízes militares
    - Tribunais e juízes eleitorais
    - Tribunais e juízes dos Estados, DF e territórios

  • Mas ser membro do CNJ significa trabalhar no judiciário? Temos vagas pra 2 cidadãos no conselho! Ou será que a banca quis dizer que ser membro do conselho significa trabalhar no mesmo, e sendo este órgão do judiciário então trabalha-se no judiciário?
  • Dispenso esse tipo de questão que "Não fede, nem cheira".

  • O CNJ é órgão do Poder Judiciário. Realiza, portanto, controle interno.

  • O CNJ ESTÁ ABAIXO DO STF.

    STF

    CNJ

    STJ

  • A única confusão que se pode fazer é com TCU, que não é judiciário

  • São órgãos do Poder Judiciario:

     

    - STF

    - STJ

    - CNJ

    - TRF's e juízes federais

    - Tribunais e juízes do trabalho

    - Tribunais e juízes militares

    - Tribunais e juízes eleitorais

    - Tribunais e juízes dos Estados, DF e territórios


ID
2293657
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considere a seguinte situação hipotética: verificando-se o impedimento do Presidente e do Vice-Presidente da República, o Presidente da Mesa do Congresso Nacional entende que deve assumir o exercício dessas funções. Nessa situação, ele

Alternativas
Comentários
  • Letra E

     

    CF/1988

     

    Art. 80. Em caso de impedimento do Presidente e do Vice-Presidente, ou vacância dos respectivos cargos, serão sucessivamente chamados ao exercício da Presidência o Presidente da Câmara dos Deputados, o do Senado Federal e o do Supremo Tribunal Federal.

  • Ressaltando que, o presidente do Congresso Nacional é o presidente do Senado.

  •  

    Art. 80. Em caso de impedimento do Presidente e do Vice-Presidente, ou vacância dos respectivos cargos, serão sucessivamente chamados ao exercício da Presidência o Presidente da Câmara dos Deputados, o do Senado Federal e o do Supremo Tribunal Federal.

     

    PR

    VICE-PRES.

    PRES. DA CÂMARA

    PRES. DO SENADO

    PRES. DO STF

     

     

    Vale ressaltas que para termos técnicos algumas provas cobra a diferença entre suceder e substituir. A substituição é para casos de impedimento (temporrário, como por exemplo: ferias, licenças médicas, viagens, etc), já a sucessão é para casos de vacância (definitivos, como por exemplo: falecimento, impeachment, etc).

  • Cunha - Renan - Barbosa

  • GABARITO ITEM E

     

    IMPEDIMENTO DO PRES.DA REPÚBLICA E DO VICE

    SUCESSIVAMENTE CHAMADOS:

     

    -PRES. DA CÂMARA

    -PRES. SENADO

    -PRES. STF

  • Art. 80. Em caso de impedimento do Presidente e do Vice-Presidente, ou vacância dos respectivos cargos, serão sucessivamente chamados ao exercício da Presidência o Presidente da Câmara dos Deputados, o do Senado Federal e o do Supremo Tribunal Federal.

    LEMBRANDO QUE O PRESIDENTE DA MESA DO CONGRESSO NACIONAL É O PRESIDENTE DO SENADO E O VICE É O VICE PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS.

  • O presidente do Senado é o presidente do Congresso Nacional (acumula ambas funções)

    OUTRAS FUNÇÕES DA MESA DO CN:

    CD: Câmara dos Deputados

    SF: Senado Federal

    1º VICE----------------------- 1º VICE  da CD

    2º VICE------------------------2º VICE- do SF

    1º SECRETÁRIO-------1º SECRETÁRIO- da CD

    2º SECRETÁRIO--------2º SECRETÁRIO do SF

    3º SECRETÁRIO-------3º SECRETÁRIO da CD

    4º SECRETÁRIO-------4º SECRETÁRIO do SF

    Devido à atribuição Constitucional de ser o o primeiro na linha de sucessão, em caso de impedimento ou vacância dos cargos de PR e VP, o presidente da CD  NÃO participa da mesa do CN.  

  • É NA ORDEM.

  • De acordo com o art. 80, da CF/88, em caso de impedimento do Presidente e do Vice-Presidente, ou vacância dos respectivos cargos, serão sucessivamente chamados ao exercício da Presidência o Presidente da Câmara dos Deputados, o do Senado Federal e o do Supremo Tribunal Federal. Correta a afirmativa E.


    Gabarito do professor: Letra E

  • Depois de todo bafafa de Impeachment, qqr um que assistiu jornal nacional ta sabendo isso! hahahahahahah

  • LINHA SUCESSÓRIA CASO HAJA VACÂNCIA

     

    VICE  PRESIDENTE -- CÂMARA DOS DEPUTADOS -- SENADO FEDERAL -- SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL 

     caráter definitivo           caráter temporário                caráter temporário                 caráter temporário    

  • A linha sucessória é como o abecedário, na respectiva ordem: mara, Senado e Supremo.

     

    Resposta E

     

     

  • PARA NÃO ERRAR NUNCA MAIS !

    VIDE  Q433045

     

    V     C    S   S

     

    -       Vice-Presidente

     

    -       Presidente da CÂMARA DOS DEPUTADOS

     

    -       Presidente do SENADO FEDERAL

     

    -       Presidente do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

     

  • Gab. E

    Linha Sucessória:

    Macete: CaSeSu= Câmara,Senado e Supremo.

     

     

     

  • Linha sucessória do Presidente da República em caso de vacância:

    1 - Vice-Presidente > 2 - Presidente da Câmara dos Deputados > 3 - Presidente do Senado Federal > 4 - Presidente do STF.

    Gabarito: E

  • Logo, o presidente do Congresso está fumado...

  • DICA: os cargos que estão na linha sucessória do Presidente da República devem ser ocupados EXCLUSIVAMENTE por brasileiros NATOS.

     

    Tenha calma, a sua vez está chegando... sempre chega, basta não desistir!!

  • VACÂNCIA

    (1) Não comparecimento dentro de 10 dias p/ posse

    (2) Morte / Renúncia / Perda ou Suspensão dos direitos políticos.

    (3) Condenação por crime de responsabilidade ou crime comum 

    (4) Ausência por 15 dias sem autorização do CN

     

     

      (1) Vice Presidente      (2)  Pres. CD                (3)  Pres. SF               (4)  Pres. STF

    ________/_________________/_________________/__________________/________>>>

     sucede em caráter      caráter temporário      caráter temporário      caráter temporário

            definitivo

     

     

    GAB.E

  • Lembrar que o Presidente do Congresso Nacional é o Presidente do Senado Federal, logo, ele não é o primeiro na linha sucessória.

  • Linha de sucessão na presidência:

    1º Presidente

    2º Vice Presidente

    3º Presidente da Câmara

    4º Presidente do Senado (que também é do Congresso)

    5º Presidente do STF (Supremo Tribunal Federal)

  • Art. 80. Em caso de impedimento do Presidente e do Vice-Presidente, ou vacância dos respectivos cargos, serão sucessivamente chamados ao exercício da Presidência o Presidente da Câmara dos Deputados, o do Senado Federal e o do Supremo Tribunal Federal.

    Reportar abuso

  • Gente é só colocar na ordem alfabética:

    1º)MARA DOS DEPUTADOS 

    2º) SENADO FEDERAL 

    3º) SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL 

  • GABARITO: LETRA E

    DO PRESIDENTE E DO VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA

    Art. 80. Em caso de impedimento do Presidente e do Vice-Presidente, ou vacância dos respectivos cargos, serão sucessivamente chamados ao exercício da Presidência o Presidente da Câmara dos Deputados, o do Senado Federal e o do Supremo Tribunal Federal.

    FONTE: CF 1988

  • GABARITO LETRA E

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

    ARTIGO 80. Em caso de impedimento do Presidente e do Vice-Presidente, ou vacância dos respectivos cargos, serão sucessivamente chamados ao exercício da Presidência o Presidente da Câmara dos Deputados, o do Senado Federal e o do Supremo Tribunal Federal.


ID
2293660
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Alfredo deseja se candidatar a Deputado Estadual no Mato Grosso do Sul e, para avaliar suas chances, deseja saber qual o número de Deputados da Assembleia Legislativa do referido Estado. Sabendo que a Câmara dos Deputados é composta por oito Deputados Federais, conclui que o número de Deputados à Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul será de

Alternativas
Comentários
  • Letra D. 

    De acordo com o art. 27 da Constituição.

    Art. 27. O número de Deputados à Assembleia Legislativa corresponderá ao triplo da representação do Estado na Câmara dos Deputados e, atingido o número de trinta e seis, será acrescido de tantos quantos forem os Deputados Federais acima de doze.

  • CF/88, art. 27. O número de Deputados à Assembléia Legislativa corresponderá ao triplo da representação do Estado na Câmara dos Deputados e, atingido o número de trinta e seis, será acrescido de tantos quantos forem os Deputados Federais acima de doze

     

    O número de Deputados Federais varia entre 8 e 70
    Em um Estado da federação que o número de Deputados Federais não passar de 12 (ou seja, de 8 a 12 deputados federais), multiplica-se por 3. Por outro lado, se variar entre 13 e 70, soma-se com 24.

  • CD = 8

    AL = 8X3 = 24

     

    Ex: CD = 12      AL = 12X3 = 36

          CD = 13      AL = 36 + 1 = 37

          CD = 14      AL = 36 + 2 = 38

  • CF/88, art. 27 (Nº de Dept. Estaduais):

     

    Regra: 3x nº Dept. Federais

     

    Exceção: [(36 + nº Dept. Federais) - 12]

    Ex.: Imagine o Estado de São Paulo = 70 deputados federais. Logo, o número de deputados estaduais do Estado é 94, ou seja [(36 + 70) - 12] = 94 deputados estaduais.

  • Até 12 deputados federais --> multipica-se o nº de dep. federais por 3 (Ex.: Estado X possui 10 dep. federais; logo, terá 30 dep. estaduais)

    Acima de 12 deputados federais --> nº de dep. federais + 24 (Ex.: Estado X possui 15 dep. federais; logo, terá 39 dep. estaduais). 

  • Até 12 deputados federais --> multipica-se o nº de dep. federais por 3 (Ex.: Estado X possui 10 dep. federais; logo, terá 30 dep. estaduais)

    Acima de 12 deputados federais --> nº de dep. federais + 24 (Ex.: Estado X possui 15 dep. federais; logo, terá 39 dep. estaduais). 

  • De acordo com o art. 27. O número de Deputados à Assembléia Legislativa corresponderá ao triplo da representação do Estado na Câmara dos Deputados e, atingido o número de trinta e seis, será acrescido de tantos quantos forem os Deputados Federais acima de doze. Portanto, correta a alternativa D.


    Gabarito do professor: Letra D



  • SEGUE O PADRÃO 12 (x 3) = 36

     

    QUANDO PASSAR DE 12 VAI AUMENTANDO DE UM EM UM (NÃO É MAIS O TRIPLO)

     

    8 PASSOU QUANTO DE 12?  0

     

    COMO NÃO PASSOU DE 12, VALE A REGRA GERAL : 8 X 3 = 24

     

    Artigo 27 da CF - O número de Deputados à Assembleia Legislativa corresponderá ao triplo da representação do Estado na Câmara dos Deputados e, atingido o número de trinta e seis, será acrescido de tantos quantos forem os Deputados Federais acima de 12.

  • DESCOMPLICANDO. COLA NA PAREDE:

     

    Q51999   Q778032   
     

    Art. 27. O número de Deputados à Assembléia Legislativa corresponderá ao triplo da representação do Estado na Câmara dos Deputados e, atingido o número de trinta e seis, será acrescido de tantos quantos forem os Deputados Federais acima de doze."

    Para simplificar a questão:
     


    -      ATÉ   o número de 12 deputados federais  =        MULTIPLICA  por   x    3
    ex:        

                    8    x 3     =   24

                    12 x 3 =     36


    -      A partir de 13 (ou seja, qualquer numero acima de 12     =   SOMA-SE      +     24


    ex:        ...  13   +     24          =      37

                 ... 50     +      24        =     74

     

     

  • + DE 12 DEP FEDERAIS SOMA 24

    - DE 12 DEP FEDERAIS  MULTIPLICA POR 3 O Nº DE DEP FEDERAIS 

     

     

    MACETE DO QC 

  • Nº DEP. FED.  ======> Nº DEP. EST.

     

        MÍN.8         == X3 ==>       24

           |                                           |

          12             == X3 ==>       36

     

          13            == +24 ==>      37 

           |                                           |

      MÁX. 70      == +24 ==>      94      

         

    Foi?

  • O número de deputados estaduais pode ser dado por:

    Y = 3x

    Y = número de deputados estaduais

    x = número de deputados federais

    Logo corresponde sempre ao triplo do número de deputados federais. Na questão fica:

    Y = 3*8

    Y = 24

     

    Cuidado!  Se o número de deputados federais for igual a 36 ou maior usemos outra forma:

    Y = 36 + (x - 12)

    Gabarito: D

  • Nossa, tantas fórmulas, tantas dicas, quando acho que o mais fácil é simplesmente seguir a lógica do texto legal e calcular.

     

    Exemplo: se forem 15 deputados federais. Até 12, multiplica por 3, ok: 3x12 = 36. O que passar, é 1 pra 1, logo, é só somar a 36. Neste caso, passou em 3. Logo, 36+3 = 39.

     

    Enfim, cada um aprende da sua maneira, o importante é não perder a questão rs

  • lETRA D

    quando tiver até 12 DF- multiplica vezes 3 o número de deputados federais

    ex da questão: São 8 dep federais ( x 3) = 24 DE


    se for acima de 12 DF- é o número de DF + 24  

    ex: se fossem 15 DF , somaria 15 +24= 39

  • Podemos resumir isso em uma fórmula matemática:

    Seja "x" o número de dep. da Assembleia Leg. e "y" o número de deputados na Camara dos Dep., dessa forma

     

    se y < 12 ou y = 12, usa-se  x= 3y

    se y > 12, usa-se x = y + 24

     

    Hehehe a matemática está em tudo!!!! 

  • Regra pra saber o número de Deputados Estaduais em cada Assembleia Legislativa:

     

    Número de Deputados Federais MENOR que 12 = MULTIPLICA POR 3

     

    Número de Deputados Federais MAIOR que 12 = ADICIONE 24

  • GABA D

     

    O número de deputados estaduais depende do número de deputados federais daquele estado:  

    se for até 12 = multiplica por 3

    se for > a 12= soma com 24

  • Gab. D

     

    Puta merda, tá parecendo questão de RLM. kkkkk

     

    O negócio é o seguinte: até 12 você multiplica por 3, passou disso, conta de um a um. Se o estado-membro for muito grande, o número de deputados não pode superar 70. 

     

     

    Abraço e bons estudos.

  • Mais que 12 deputados federais:

     

    nº de deputados estaduais = nº de deputados federais + 24

     

    Menos que 12 deputados federais:

     

    nº de deputados estaduais = 3 X nº de deputados federais.

  • Só acertei pq fiz uma agorinha e copiei a fórmula! Mas nunca nem tinha lido esse artigo kkkkkk

  • LETRA D

    de 8 a 12 Deputados multiplica por 3

    de 13 as 70 Deputados soma mais 24

    Simples, bons estudos. Dica da Prof. Nathalia Masson.

  • GABARITO LETRA D

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

    ARTIGO 27. O número de Deputados à Assembléia Legislativa corresponderá ao triplo da representação do Estado na Câmara dos Deputados e, atingido o número de trinta e seis, será acrescido de tantos quantos forem os Deputados Federais acima de doze.

  • Gab.: D

    Art. 27. O número de Deputados à Assembléia Legislativa corresponderá ao triplo da representação do Estado na Câmara dos Deputados e, atingido o número de trinta e seis, será acrescido de tantos quantos forem os Deputados Federais acima de doze.

    traduzindo:

    até 12 DF: multiplica por três

    +12 DF: soma 24

    exemplos:

    -> 8 deputados federais (como na questão) x3: 24 deputados estaduais

    -> 50 deputados federais +24: 74 deputados estaduais

  • Macete pessoal:

    Menos de 12 Deputados Federais = Multiplica por 3

    Mais de 12 Deputados Federais = Soma o Número de Deputados Federais + 24

  • Piauí tem 10 deputados federais. Multiplica por 3 = 30 deputados estaduais.

    Mais de 12 dep. federais soma com 24

    Menos ou igual a 12, multiplica por 3.

  • De 8 até 12 deputados federais, multiplica por 3. No caso, 8x3 = 24, sendo 24 o número mínimo de deputados estaduais.


ID
2293663
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Carlos é servidor público, integrante do quadro de servidores de autarquia municipal, responsável pelo serviço de limpeza urbana. Em diversos dias do mês de dezembro de 2015, porém fora do horário de expediente, Carlos utilizou-se de trator pertencente à autarquia, empregando-o em obra de sua fazenda, situada próxima ao endereço da autarquia. O Ministério Público Estadual, após a respectiva investigação, ajuizou ação de improbidade administrativa contra Carlos. Desde que preenchidos os requisitos legais, o ato ímprobo praticado por Carlos

Alternativas
Comentários
  • Letra A

     

    CF/1988

     

    Art. 37 - § 4º Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível.

  • Lei 8.429/92

     

    Art. 7° Quando o ato de improbidade causar lesão ao patrimônio público ou ensejar enriquecimento ilícito, caberá a autoridade administrativa responsável pelo inquérito representar ao Ministério Público, para a indisponibilidade dos bens do indiciado.

    Parágrafo único. A indisponibilidade a que se refere o caput deste artigo recairá sobre bens que assegurem o integral ressarcimento do dano, ou sobre o acréscimo patrimonial resultante do enriquecimento ilícito.

    Art. 9° Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art. 1° desta lei, e notadamente:

    IV - utilizar, em obra ou serviço particular, veículos, máquinas, equipamentos ou material de qualquer natureza, de propriedade ou à disposição de qualquer das entidades mencionadas no art. 1° desta lei, bem como o trabalho de servidores públicos, empregados ou terceiros contratados por essas entidades;

  • ARTIGO 9, INCISO IV, DA LEI 8.429/1993 - UTILIZAR EM OBRA OU SERVIÇO PARTICULAR, VEÍCULOS E MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS OU MATERIAL DE QUALQUER NATUREZA, DE PROPRIEDADE OU À DISPOSIÇÃO DE QUALQUER DAS ENTIDADES MENCIONADAS NO ARTIGO 1° DESTA LEI (ENRIQUECIMENTO ILÍCITO)

     

    ARTIGO 7° DA LEI 8429 - QUANDO O ATO DE IMPROBIDADE CAUSAR LESÃO AO PATRIMÔNIO OU ENSEJAR ENRIQUECIMENTO ILÍCITO, CABERÁ A AUTORIDADE ADMINSITRATIVA RESPONSÁVEL PELO INQUÉRITO REPRESENTAR AO MP, PARA A INDISPONIBILIDADE DOS BENS DO INDICIADO.

  • Art. 9° Lei 8429/92: Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art. 1° desta lei, e notadamente:

    XII - usar, em proveito próprio, bens, rendas, verbas ou valores integrantes do acervo patrimonial das entidades mencionadas no art. 1° desta lei.

    Art. 7° Lei 8429/92: Quando o ato de improbidade causar lesão ao patrimônio público ou ensejar enriquecimento ilícito, caberá a autoridade administrativa responsável pelo inquérito representar ao Ministério Público, para a indisponibilidade dos bens do indiciado.

    Parágrafo único. A indisponibilidade a que se refere o caput deste artigo recairá sobre bens que assegurem o integral ressarcimento do dano, ou sobre o acréscimo patrimonial resultante do enriquecimento ilícito.

     

                                   Enriquecimento                 Prejuízo ao                Lesão a
                                      Ilícito                                  erário                         princípios

    Suspensão dos
    direitos Políticos       8 a 10 anos                        5 a 8 anos                    3 a 5 anos


    Multa civil                       3X                                       2X                               100X valor de sua remuneração


    Proibição de                 10 anos                              5 anos                           3 anos

    contratar

     

    GABARITO: a) está sujeito à medida de indisponibilidade de bens.

  • GABARITO A 

     

    Trata-se de enriquecimento ilícito conforme art. 9, IV da LIA 

     

    Sobre o enriquecimento ilícito:

     

    Modalidade: dolosa

    suspensão dos dts políticos: de 8 a 10 anos 

    perda do cargo ou função: sim

    ressarcimento do dano: sim

    multa: até 3x o valor do patrimonio acrescido

    proibição de contratar e receber beneficios e incentivos da Adm: 10 anos

    exigem preju ao erário: conforme a LEI, NÃO - Conforme juris do STJ, SIM 

  • VIDE     Q777841

     

    A medida de indisponibilidade de bens é cabível, no entanto, recairá somente sobre o acréscimo patrimonial resultante do enriquecimento ilícito.

    A indisponibilidade a que se refere o caput deste artigo recairá sobre bens que assegurem o integral ressarcimento do dano, ou sobre o acréscimo patrimonial resultante do enriquecimento ilícito.

     

     

     

    TRATA-SE DE ENRIQUECIMENTO ÍLICITO (ART. 9º)

     

     

    1-          ENRIQUECIMENTO  ILÍCITO:    

     

     ♪ ♫ ♩ ♫  CANTE:   SÓ DOLO, SÓ DOLO ♪ ♫ ♩ ♫

     

    -   INDEPENDENTE DE DANO,     SALVO nos casos de ressarcimento.

                    -    Tudo que é para mim, EU UTILIZO  = ENRIQUECIMENTO

                   *****     Adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, USAR CARRO

     

    ATENÇÃO:     NO  ENRIQUECIMENTO  ILÍCITO  NÃO PRECISA HAVER DANO,   Art 12  c/c Art 9º   SALVO nos casos de ressarcimento integral do ano, quando houver. 

     

     

            2-    PREJUÍZO AO ERÁRIO     (EXIGE O DANO)            LESÃO   =   DANO AO ERÁRIO

     

        DOLO ou CULPA =      LOGO, DOLO é DISPENSÁVEL /   PRESCINDE DE DOLO

     

                         EXIGE O DANO.     *** Não confundir dolo com DANO

    *** FRUSTAR OU DISPENSAR LICITAÇÃO

     

                                                     IMPRESCÍNDIVEL a ocorrência do DANO

                  

                 - Tudo que eu FACILITO para alguém, FACILITAR, PERMITE, EMPRESTOU  =  Prejuízo ao Erário

             

                 **** Ordenar ou permitir a realização de despesas não autorizadas em lei ou regulamento

     

    2.1    GERRA FISCAL  iss 2% Art. 10-A.  Constitui ato de improbidade administrativa qualquer ação ou omissão para conceder, aplicar ou manter benefício financeiro ou tributário contrário ao que dispõem o caput e o § 1º do art. 8º-A da Lei Complementar nº 116, de 31 de julho de 2003.  

     Na hipótese prevista no art. 10-A, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de 5 (cinco) a 8 (oito) anos e multa civil de até 3 (três) vezes o valor do benefício financeiro ou tributário concedido.

     

    3-      LESÃO A PRINCÍPIO:         

              ♫ ♩ ♫      SÓ DOLO, SÓ DOLO   ♪ ♫ ♩ ♫

                 -        INDEPENDENTE DE DANO ou lesão

    ***     DEIXAR DE CUMPRIR A EXIGÊNCIA DE REQUISITOS DE ACESSIBILIDADE PREVISTOS NA LEGISLAÇÃO  

               -     FRUSTAR CONCURSO PÚBLICO      

                -   REVELAR SEGREDO, DEIXAR DE PRESTAR CONTAS

     

     

    Enriquecimento                                            Prejuízo ao                      Lesão a
         Ilícito                                                              erário  
    (58)                            princípios   (35)

     

     

    Suspensão dos
    direitos Políticos           8 a 10 anos                        5 a 8 anos                    3 a 5 anos

     


    Multa civil                       3x                                     2x                              100x

     


    Proibição de                 10 anos                              5 anos                           3 anos

    contratar

     

    Guerra fiscal ISS 2%         5 a 8 anos               Até 3x  o benefício ilegal
     

  • Art. 9° Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art. 1° desta lei, e notadamente:

    IV - utilizar, em obra ou serviço particular, veículos, máquinas, equipamentos ou material de qualquer natureza, de propriedade ou à disposição de qualquer das entidades mencionadas no art. 1° desta lei, bem como o trabalho de servidores públicos, empregados ou terceiros contratados por essas entidades;

    Art. 7° Quando o ato de improbidade causar lesão ao patrimônio público ou ensejar enriquecimento ilícito, caberá a autoridade administrativa responsável pelo inquérito representar ao Ministério Público, para a indisponibilidade dos bens do indiciado.

    CF - art. 37, § 4º - Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível.

    a) correto

     

    b) está sujeito, dentre outras sanções, à suspensão dos direitos políticos por oito a dez anos

     

    c) o transito em julgado só é exigido nas sanções de perda da função pública e suspensão dos direitos políticos

     

    Art. 20. A perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos só se efetivam com o trânsito em julgado da sentença condenatória.


    d) ato ímprobo que enseje enriquecimento ilícito não admite modalidade culposa. 

     

    e) está sujeito, dentre outras sanções, à proibição de contratar com o Poder Público pelo prazo de dez anos

     

    robertoborba.blogspot.com.br

  • c) exige o trânsito em julgado para a exigibilidade de todas as sanções cabíveis. (ERRADO)

    ==>  Art. 20. A perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos só se efetivam com o trânsito em julgado da sentença condenatória.

     

  • UTILIZAR... ENRIQUECIMENTO ILÍCITO

    PERMITIR....PREJUIZO AO ERÁRIO

  • acertei a questão, mas achei a alternativa C

    exige o trânsito em julgado para a exigibilidade de todas as sanções cabíveis.

    Extremamente mal redigida, levando a uma ambiguidade.

    Nela é possível duas interpretações:

    a) que para cada uma das punições, em separado, seria necessário o transito em julgado.

    b) e que para que se fosse aplicadas a totalidades das punições, seria preciso o transito em julgado.

    visto que algumas demandam tal requisito, logo para a aplicação de TODAS como um conjunto, seria

    preciso haver o transito em julgado.

    Caso o candidato interpreta-se a questão por esse segundo sentido, a questão teria por fim duas respostas corretas.

  • Essa é a que mais tem pegadinha! Mas fiquei com dó do povo dessa área social hem kkkkk! Tão pegando pesado com quem nem da área do Direito é!

  • A questão exige do candidato conhecimentos sobre a lei de improbidade administrativa.

    A lei definiu os atos de improbidade administrativa como aqueles que, possuindo natureza civil e  devidamente tipificados em lei federal, ferem direta ou indiretamente os princípios constitucionais e legais da Administração Pública, independentemente de importarem enriquecimento ilícito ou de causarem prejuízo material ao erário. Além disso, delimitou causas, sujeitos ativo e passivo, punições e regras processuais para responsabilização dos autores de improbidade Administrativa. Tudo isso, na Lei federal nº. 8.429/1992. Neste sentido, faz-se um importante instrumento para a responsabilização e significou um grande avanço na moralização administrativa no Brasil.

    Para fins desta questão o candidato deveria ser capaz de identificar a qual tipo de ato de improbidade de enquadra a conduta (atentatório contra os princípios da Administração, que causa prejuízo ao erário ou enriquecimento ilícito) e as penas para cada um dos ilícitos.
    Uma dica para identificar o tipo de ato de improbidade:

    Atos que causam enriquecimento ilícito - nesses casos o agente administrativo tem algum proveito/ganho.

    Atos de causam prejuízo ao erário - há um dano ao erário, mas aqui o benefício é de terceiros e não do agente.

    Atos atentatórios contra os princípios da Administração Pública - aqui pode até haver alguma lesão ao erário, mas foco não voltado para danos financeiros/patrimoniais.

    Exemplo:
    Art. 11. (...) 
    XII - praticar, no âmbito da administração pública e com recursos do erário, ato de publicidade que contrarie o disposto no §1º do art. 37 da Constituição Federal, de forma a promover inequívoco enaltecimento do agente público e personalização de atos, de programas, de obras, de serviços ou de campanhas dos órgãos públicos.  (Notem que vai haver o dano ao erário, mas o foco aqui é a utilização da máquina pública para promoção pessoal)

    Logo de início é importante frisar que a lei de improbidade administrativa, lei nº. 8.429/1990, foi modificada recentemente pela lei nº. 14.230/2021, com isso algumas significativas alterações ocorreram e é importante dar uma conferida nela integralmente antes de uma prova de concurso. Para fins desta questão as modificações não impossibilitarão a resolução.
    Primeira coisa que já sabemos pelo descrito no texto é que Carlos está cometendo um ato de improbidade e obtendo proveito próprio com isso. Logo se trata de ato que importa em enriquecimento ilícito. Segue abaixo transcritos tais atos:
    Art. 9º Constitui ato de improbidade administrativa importando em enriquecimento ilícito auferir, mediante a prática de ato doloso, qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, de mandato, de função, de emprego ou de atividade nas entidades referidas no art. 1º desta Lei, e notadamente:     
       
    I - receber, para si ou para outrem, dinheiro, bem móvel ou imóvel, ou qualquer outra vantagem econômica, direta ou indireta, a título de comissão, percentagem, gratificação ou presente de quem tenha interesse, direto ou indireto, que possa ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente das atribuições do agente público;

    II - perceber vantagem econômica, direta ou indireta, para facilitar a aquisição, permuta ou locação de bem móvel ou imóvel, ou a contratação de serviços pelas entidades referidas no art. 1° por preço superior ao valor de mercado;

    III - perceber vantagem econômica, direta ou indireta, para facilitar a alienação, permuta ou locação de bem público ou o fornecimento de serviço por ente estatal por preço inferior ao valor de mercado;

    IV - utilizar, em obra ou serviço particular, qualquer bem móvel, de propriedade ou à disposição de qualquer das entidades referidas no art. 1º desta Lei, bem como o trabalho de servidores, de empregados ou de terceiros contratados por essas entidades;     

    V - receber vantagem econômica de qualquer natureza, direta ou indireta, para tolerar a exploração ou a prática de jogos de azar, de lenocínio, de narcotráfico, de contrabando, de usura ou de qualquer outra atividade ilícita, ou aceitar promessa de tal vantagem;

    VI - receber vantagem econômica de qualquer natureza, direta ou indireta, para fazer declaração falsa sobre qualquer dado técnico que envolva obras públicas ou qualquer outro serviço ou sobre quantidade, peso, medida, qualidade ou característica de mercadorias ou bens fornecidos a qualquer das entidades referidas no art. 1º desta Lei;   

    VII - adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, de cargo, de emprego ou de função pública, e em razão deles, bens de qualquer natureza, decorrentes dos atos descritos no caput deste artigo, cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público, assegurada a demonstração pelo agente da licitude da origem dessa evolução;     

    VIII - aceitar emprego, comissão ou exercer atividade de consultoria ou assessoramento para pessoa física ou jurídica que tenha interesse suscetível de ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente das atribuições do agente público, durante a atividade;

    IX - perceber vantagem econômica para intermediar a liberação ou aplicação de verba pública de qualquer natureza;

    X - receber vantagem econômica de qualquer natureza, direta ou indiretamente, para omitir ato de ofício, providência ou declaração a que esteja obrigado;

    XI - incorporar, por qualquer forma, ao seu patrimônio bens, rendas, verbas ou valores integrantes do acervo patrimonial das entidades mencionadas no art. 1° desta lei;

    XII - usar, em proveito próprio, bens, rendas, verbas ou valores integrantes do acervo patrimonial das entidades mencionadas no art. 1° desta lei.

    A conduta descrita no enunciado se amolda ao inciso XII, cabe-nos agora identificar as punições cabíveis, e elas estão no art. 12. 
    (IMPORTANTE: o artigo 12, referente as sanções teve sua redação integralmente definida pela lei 14.230/2021, por isso, quem já estava acostumado com a redação antiga, muita atenção para não confundir)



    Art. 12. Independentemente do ressarcimento integral do dano patrimonial, se efetivo, e das sanções penais comuns e de responsabilidade, civis e administrativas previstas na legislação específica, está o responsável pelo ato de improbidade sujeito às seguintes cominações, que podem ser aplicadas isolada ou cumulativamente, de acordo com a gravidade do fato:     
    I - na hipótese do art. 9º desta Lei, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos até 14 (catorze) anos, pagamento de multa civil equivalente ao valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar com o poder público ou de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo não superior a 14 (catorze) anos;         
    II - na hipótese do art. 10 desta Lei, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, se concorrer esta circunstância, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos até 12 (doze) anos, pagamento de multa civil equivalente ao valor do dano e proibição de contratar com o poder público ou de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo não superior a 12 (doze) anos;        
    III - na hipótese do art. 11 desta Lei, pagamento de multa civil de até 24 (vinte e quatro) vezes o valor da remuneração percebida pelo agente e proibição de contratar com o poder público ou de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo não superior a 4 (quatro) anos; 

    Feita esta introdução, vamos a análise das alternativas e explicação do que mais for necessário:


    A) CORRETA** - o pedido de indisponibilidade de bens poderá ser feito para garantir a integral recomposição do dano ou do acréscimo patrimonial obtido ilicitamente Nos temos do art. 16:

    Art. 16. Na ação por improbidade administrativa poderá ser formulado, em caráter antecedente ou incidente, pedido de indisponibilidade de bens dos réus, a fim de garantir a integral recomposição do erário ou do acréscimo patrimonial resultante de enriquecimento ilícito.  

    B) ERRADA -  a suspensão dos direitos políticos pode durar até 14 anos. (art. 12, I).

    C) ERRADA** - antes da alteração legislativa somente a perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos que dependia do trânsito em julgado para se efetivar, portanto, antes de 2021 essa alternativa estava errada.

    Art. 20. A perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos só se efetivam com o trânsito em julgado da sentença condenatória.

    Contudo, o art. 12, acima transcrito, estabelece as sanções, e o seu §9º estabelece que elas so podem ser executadas com o trânsito em julgado. Logo, todas as sanções dependem do trânsito em julgado, e a resposta estaria correta.

    § 9º As sanções previstas neste artigo somente poderão ser executadas após o trânsito em julgado da sentença condenatória.

    D) ERRADA - exige conduta dolosa. Inclusive, com a alteração TODOS o atos de improbidade exigem o elemento subjetivo dolo, e nenhuma modalidade culposa se manteve na lei.

    E) ERRADA - o impedimento de contratar vai até 14 anos. ( art. 12, I)

    Gabarito do Professor: Letra A (atenção com a letra C, na época estava errada, mas atualmente, pela mudança legislativa, está correta)

ID
2293666
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Em determinado processo administrativo de âmbito federal, durante a fase de instrução, constatou-se que a matéria nele versada envolvia assunto de interesse geral. Assim, o órgão competente, mediante despacho motivado, abriu período de consulta pública. Nos termos da Lei nº 9.784/1999,

Alternativas
Comentários
  • Letra D

     

    Lei nº 9.784/1999

     

    Art. 31. Quando a matéria do processo envolver assunto de interesse geral, o órgão competente poderá, mediante despacho motivado, abrir período de consulta pública para manifestação de terceiros, antes da decisão do pedido, se não houver prejuízo para a parte interessada.

     

    § 1o A abertura da consulta pública será objeto de divulgação pelos meios oficiais, a fim de que pessoas físicas ou jurídicas possam examinar os autos, fixando-se prazo para oferecimento de alegações escritas.

     

    § 2o O comparecimento à consulta pública não confere, por si, a condição de interessado do processo, mas confere o direito de obter da Administração resposta fundamentada, que poderá ser comum a todas as alegações substancialmente iguais.

  • GABARITO D 

     

    O comparecimento à consulta pública NÃO CONFERE, por si, a condição de interessado do processo, mas confere o direito de obter da Adm. resposta fundamentada, que poderá ser comum a todas as alegações substancialmente iguais.

  • ATENÇÃO:           PRINCÍPIO DA PARTICIPAÇÃO POPULAR    -   Existe  PAD com CONSULTA  e AUDIÊNCIA PÚBLICA     

     

    (NÃO é obrigatório, FACULTATIVO =     "PODERÁ").

     

    VIDE   Q755793

     

    ART. 31 - INTERESSE GERAL --> CONSULTA PÚBLICA, se não houver prejuízo para a parte interessada.

     

    ART. 32 - RELEVÂNCIA DA QUESTÃO --> AUDIÂNCIA PÚBLICA

     

     

  • Complementando...

     

    A Lei 9.784/1999 faculta a abertura de consulta pública, mediante despacho motivado do órgão competente, quando a matéria objeto do processo envolver assunto de interesse geral.( art. 31).

    Nessa hipótese, terceiros - não enquadrados na definição de interessado vazada no art. 9.º da lei - poderão examinar os autos e oferecer alegações escritas. A administração é obrigada a responder fundamentadamente às alegações, mas pode ser dada uma resposta comum a todas as alegações substancialmente iguais.( art. 31, §2.º).

     

    FONTE: ALEXANDRINO, Marcelo; PAULO, Vicente. Direito Administrativo Descomplicado. 24ª. edição. São Paulo: Método, 2016. p.1027

     

    bons estudos

     

  •  Art. 31. Quando a matéria do processo envolver assunto de interesse geral, o órgão competente poderá, mediante despacho motivado, abrir período de consulta pública para manifestação de terceiros, antes da decisão do pedido, se não houver prejuízo para a parte interessada.

     

    § 1o A abertura da consulta pública será objeto de divulgação pelos meios oficiais, a fim de que pessoas físicas ou jurídicas possam examinar os autos, fixando-se prazo para oferecimento de alegações escritas.

     

    § 2o O comparecimento à consulta pública não confere, por si, a condição de interessado do processo, mas confere o direito de obter da Administração resposta fundamentada, que poderá ser comum a todas as alegações substancialmente iguais.

  •  a) Nos processos em que houver período de consulta pública não será cabível audiência pública - ERRADO. Consulta pública e audiência pública são mecanismos que se complementam no processo de participação social no processo normativo da Administração Pública.

     

     b) A consulta pública não se destina a pessoas jurídicas, mas sim, às pessoas físicas, as quais poderão examinar os autos e apresentar alegações escritas - ERRADO. Lei 9784, art 31, § 1o A abertura da consulta pública será objeto de divulgação pelos meios oficiais, a fim de que pessoas físicas ou jurídicas possam examinar os autos, fixando-se prazo para oferecimento de alegações escritas.

     

     c) O comparecimento à consulta pública confere, por si só, a condição de interessado do processO - ERRADO. Lei 9784, art 31, § 2o O comparecimento à consulta pública não confere, por si, a condição de interessado do processo, mas confere o direito de obter da Administração resposta fundamentada, que poderá ser comum a todas as alegações substancialmente iguais.

     

     d) O comparecimento à consulta pública confere o direito de obter da Administração resposta fundamentada - CERTO. Lei 9784, art 31, § 2o O comparecimento à consulta pública não confere, por si, a condição de interessado do processo, mas confere o direito de obter da Administração resposta fundamentada, que poderá ser comum a todas as alegações substancialmente iguais.

     

     e) As respostas proferidas por ocasião da consulta pública não podem ser comuns, ainda que existam alegações substancialmente iguais, pois cada administrado tem o direito de obter resposta individualizada - ERRADO. Lei 9784, "Art. 34. Os resultados da consulta e audiência pública e de outros meios de participação de administrados deverão ser apresentados com a indicação do procedimento adotado."Ou seja, a lei 9784 não fala em uma resposta individual para cada situação, e sim, em resultados implicitamente genéricos da consulta e audiência pública. 

  • Ano: 2016 Banca: CESPE Órgão: FUB Prova: Conhecimentos Básicos - Cargos de 1 a 7

    A respeito do processo administrativo, julgue o item subsequente.

    Quando a matéria do processo envolver assunto de interesse geral, poderá ser aberto período de consulta pública para a manifestação de terceiros, se não houver prejuízo para a parte interessada. CERTO

     

  • INTERESSE GERAL  -----> CONSULTA PÚBLICA

     

    RELEVÂNCIA DA QUESTÃO ----> AUDIÊNCIA PÚBLICA

  • Apenas complementando os comentários dos colegas

     

     a) nos processos em que houver período de consulta pública não será cabível audiência pública.

    ERRADA - Art. 32. Antes da tomada de decisão, a juízo da autoridade, diante da relevância da questão, poderá ser realizada audiência pública para debates sobre a matéria do processo.

     

     b) a consulta pública não se destina a pessoas jurídicas, mas sim, às pessoas físicas, as quais poderão examinar os autos e apresentar alegações escritas.

    ERRADA - Art. 31, § 1o A abertura da consulta pública será objeto de divulgação pelos meios oficiais, a fim de que pessoas físicas ou jurídicas possam examinar os autos, fixando-se prazo para oferecimento de alegações escritas.

     

     c) o comparecimento à consulta pública confere, por si só, a condição de interessado do processo.

    ERRADA - Art. 31, § 2o O comparecimento à consulta pública não confere, por si, a condição de interessado do processo...

     

     d) o comparecimento à consulta pública confere o direito de obter da Administração resposta fundamentada.

    GABARITO - Art. 31, § 2o O comparecimento à consulta pública não confere, por si, a condição de interessado do processo, mas confere o direito de obter da Administração resposta fundamentada...

     

     e) as respostas proferidas por ocasião da consulta pública não podem ser comuns, ainda que existam alegações substancialmente iguais, pois cada administrado tem o direito de obter resposta individualizada.

    ERRADA - Art. 31, § 2o O comparecimento à consulta pública não confere, por si, a condição de interessado do processo, mas confere o direito de obter da Administração resposta fundamentada, que poderá ser comum a todas as alegações substancialmente iguais.

  • LEI Nº 9.784

     

     

    Art. 31. Quando a matéria do processo envolver assunto de interesse geral, o órgão competente poderá, mediante despacho motivado, abrir período de consulta pública para manifestação de terceiros, antes da decisão do pedido, se não houver prejuízo para a parte interessada.

     

    § 1o A abertura da consulta pública será objeto de divulgação pelos meios oficiais, a fim de que pessoas físicas OU jurídicas possam examinar os autos, fixando-se prazo para oferecimento de alegações escritas.

     

    § 2o O comparecimento à consulta pública NÃO confere, por si, a condição de interessado do processo, MAS confere o direito de obter da Administração resposta fundamentada, que poderá ser comum a todas as alegações substancialmente iguais.

     

     

    O comparecimento à consulta pública: 

     

    --> NÃO confere, por si, a condição de interessado do processo

     

    --> Confere o direito de obter da Administração resposta fundamentada

     

    --> Dada resposta poderá ser comum a todas as alegações substancialmente iguais.

     

  •  Art. 31. Quando a matéria do processo envolver assunto de interesse geral, o órgão competente poderá, mediante despacho motivado, abrir período de consulta pública para manifestação de terceiros, antes da decisão do pedido, se não houver prejuízo para a parte interessada.

    § 1o A abertura da consulta pública será objeto de divulgação pelos meios oficiais, a fim de que pessoas físicas ou jurídicas possam examinar os autos, fixando-se prazo para oferecimento de alegações escritas.

    § 2o O comparecimento à consulta pública não confere, por si, a condição de interessado do processo, mas confere o direito de obter da Administração resposta fundamentada, que poderá ser comum a todas as alegações substancialmente iguais.

  • Tanto a consulta pública quanto a audiência pública são formas de participação dos administrados. 

  • Gab.: D

    Artº 29 § 2  O comparecimento à consulta pública não confere, por si, a condição de interessado do processo, mas confere o direito de obter da Administração resposta fundamentada, que poderá ser comum a todas as alegações substancialmente iguais.

  • Tem umas dicas ai que forçam demais a barra.. 

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

     

  • CONSULTA PÚBLICA ou ENQUETE (art. 31)

    # MANIFESTAÇÃO / ALEGAÇÃO ESCRITA = NÃO PRESENCIAL

    # INTERESSE GERAL + SEM PREJUÍZO DO INTERESSADO

    # COMPARECIMENTO NÃO CONFERE CONDIÇÃO DE INTERESSADO

    # DIREITO DE OBTER RESPOSTA FUNDAMENTADA COMUM

    AUDIÊNCIA PÚBLICA (art. 32)

    # DEBATE = PRESENCIAL

    # QUESTÃO RELEVANTE

    ____________________

     Art. 31. Quando a matéria do processo envolver assunto de interesse geral, o órgão competente poderá, mediante despacho motivado, abrir período de consulta pública para manifestação de terceiros, antes da decisão do pedido, se não houver prejuízo para a parte interessada.

    § 1 A abertura da consulta pública será objeto de divulgação pelos meios oficiais, a fim de que pessoas físicas ou jurídicas possam examinar os autos, fixando-se prazo para oferecimento de alegações escritas.

    § 2 O comparecimento à consulta pública não confere, por si, a condição de interessado do processo, mas confere o direito de obter da Administração resposta fundamentada, que poderá ser comum a todas as alegações substancialmente iguais.

     Art. 32. Antes da tomada de decisão, a juízo da autoridade, diante da relevância da questão, poderá ser realizada audiência pública para debates sobre a matéria do processo.

    _____________________

    Dentre as normas integrantes do capítulo destinado à instrução do processo, duas merecem destaque: a audiência pública (art. 32) e a consulta pública (art. 31). Pela consulta pública, a Administração procura obter a opinião pública de pessoas e entidades sobre determinado assunto de relevância discutido no processo, formalizando-se as manifestações através de peças formais instrutórias. Já a audiência pública (que, em última instância, é também forma de consulta) se destina a obter manifestações orais e provocar debates em sessão pública especificamente designada para o debate acerca de determinada matéria. Ambas retratam, na verdade, instrumentos de participação das comunidades na tomada de decisões administrativas. É correto, pois, afirmar que de sua realização emanam efeitos significativos: um deles é o de influenciar a vontade estatal; outro é o de reclamar que a Administração (ou o juiz) apresente argumentação convincente no caso de optar por caminho contrário ao que foi sugerido na consulta ou na sessão da audiência pública

    Carvalho Filho, José dos Santos Manual de direito administrativo / José dos Santos Carvalho Filho. – 34. ed. – São Paulo: Atlas, 2020.

  • A questão exige do candidato conhecimentos sobre a Lei nº. 9.784/1999.


    A consulta pública está prevista no art. 31 da lei federal nº. 9.784/1999. Através da consulta pública a Administração submete um projeto de lei, pacote de medidas ou decreto, à manifestação de qualquer pessoa. A finalidade é obter elementos para subsidiar uma decisão do Poder Público. As manifestações na consulta pública não vinculam a Administração.

    Feita esta introdução e como a questão aborda diversos aspectos sobre a consulta publica regulamentada pela lei nº. 9.784/1999, vamos a análise das alternativas e explicação do conteúdo.

    A) ERRADA - não existe tal vedação na legislação. Havendo relevância da questão, a autoridade poderá realizar audiência pública.

    Art. 32. Antes da tomada de decisão, a juízo da autoridade, diante da relevância da questão, poderá ser realizada audiência pública para debates sobre a matéria do processo.


    B) ERRADA -  destina tanto às pessoas físicas quanto jurídicas.

     Art. 31. Quando a matéria do processo envolver assunto de interesse geral, o órgão competente poderá, mediante despacho motivado, abrir período de consulta pública para manifestação de terceiros, antes da decisão do pedido, se não houver prejuízo para a parte interessada.
    § 1o A abertura da consulta pública será objeto de divulgação pelos meios oficiais, a fim de que pessoas físicas ou jurídicas possam examinar os autos, fixando-se prazo para oferecimento de alegações escritas.

    C) ERRADA - não confere a condição de interessado.

     Art. 31. Quando a matéria do processo envolver assunto de interesse geral, o órgão competente poderá, mediante despacho motivado, abrir período de consulta pública para manifestação de terceiros, antes da decisão do pedido, se não houver prejuízo para a parte interessada.
    (...)
    § 2o O comparecimento à consulta pública não confere, por si, a condição de interessado do processo, mas confere o direito de obter da Administração resposta fundamentada, que poderá ser comum a todas as alegações substancialmente iguais.

    D) CORRETA - é que preceitua o art. 31, §2º.

    Art. 31. Quando a matéria do processo envolver assunto de interesse geral, o órgão competente poderá, mediante despacho motivado, abrir período de consulta pública para manifestação de terceiros, antes da decisão do pedido, se não houver prejuízo para a parte interessada.
    (...)
    § 2o O comparecimento à consulta pública não confere, por si, a condição de interessado do processo, mas confere o direito de obter da Administração resposta fundamentada, que poderá ser comum a todas as alegações substancialmente iguais.

    E) ERRADA - nos termos do art. 31, §2º, parte final, podem ser respostas comuns à todas as alegações substancialmente iguais.

    Gabarito do Professor: Letra D

ID
2293669
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considere os dois itens a seguir, a fim de responder adequadamente a questão:
I. Examinada a proposta classificada em primeiro lugar, quanto ao objeto e valor, caberá ao pregoeiro decidir motivadamente a respeito da sua aceitabilidade.
II. Se a oferta não for aceitável ou se o licitante desatender às exigências habilitatórias, o pregoeiro examinará as ofertas subsequentes e a qualificação dos licitantes, na ordem de classificação, e assim sucessivamente, até a apuração de uma que atenda ao edital, sendo o respectivo licitante declarado vencedor.
Em determinado pregão, o pregoeiro passou a negociar diretamente com o proponente para obter melhor preço. Nos termos da Lei nº 10.520/2002, tal prática

Alternativas
Comentários
  • Letra E

     

    Lei nº 10.520/2002 - Art. 4

     

    XI - examinada a proposta classificada em primeiro lugar, quanto ao objeto e valor, caberá ao pregoeiro decidir motivadamente a respeito da sua aceitabilidade;

    --------------------------------------------

    XVI - se a oferta não for aceitável ou se o licitante desatender às exigências habilitatórias, o pregoeiro examinará as ofertas subseqüentes e a qualificação dos licitantes, na ordem de classificação, e assim sucessivamente, até a apuração de uma que atenda ao edital, sendo o respectivo licitante declarado vencedor;

    --------------------------------------------

    XVII - nas situações previstas nos incisos XI e XVI, o pregoeiro poderá negociar diretamente com o proponente para que seja obtido preço melhor;

  • Pra ser um bom pregoeiro tem que ser um bom pechinchador.

  •                                   TRATA-SE DA FASE EXTERNA DO PREGÃO:

     

    Art. 4º  A fase externa do pregão será iniciada com a convocação dos interessados e observará as seguintes regras:

     

                                   A fase PREPARATÓRIA do pregão observará o seguinte:

     

    O OBJETO DO CERTAME, AS EXIGÊNCIAS DE HABILITAÇÃO, OS CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO das propostas, as sanções por inadimplemento e as cláusulas do contrato, inclusive com fixação dos prazos para fornecimento;

     

    II -      a definição do objeto deverá ser precisa, suficiente e clara, VEDADAS ESPECIFICAÇÕES que, por excessivas, irrelevantes ou desnecessárias, limitem a competição;

     

    III -    dos autos do procedimento constarão a justificativa das definições referidas no inciso I deste artigo e os indispensáveis ELEMENTOS TÉCNICOS sobre os quais estiverem apoiados, bem como o ORÇAMENTO,

     

    IV - a autoridade competente designará, dentre os servidores do órgão ou entidade promotora da licitação, o pregoeiro e respectiva equipe de apoio, cuja atribuição inclui, dentre outras, o recebimento das propostas e lances, a análise de sua aceitabilidade e sua classificação, bem como a habilitação e a adjudicação do objeto do certame ao licitante vencedor

  • Boa Emerson!

     

    Letra E

     

    Lei nº 10.520/2002 - Art. 4º

     

    XI - examinada a proposta classificada em primeiro lugar, quanto ao objeto e valor, caberá ao pregoeiro decidir motivadamente a respeito da sua aceitabilidade;

    --------------------------------------------

    XVI - se a oferta não for aceitável ou se o licitante desatender às exigências habilitatórias, o pregoeiro examinará as ofertas subseqüentes e a qualificação dos licitantes, na ordem de classificação, e assim sucessivamente, até a apuração de uma que atenda ao edital, sendo o respectivo licitante declarado vencedor;

    --------------------------------------------

    XVII - nas situações previstas nos incisos XI e XVI, o pregoeiro poderá negociar diretamente com o proponente para que seja obtido preço melhor;

  • Se a galera tá habilitada, teve a melhor proposta, seguiu o rito correto, e o objetivo do pregão é o melhor preço, na lógica claro que vai ser de interesse público que o pregoeiro faça uma outra pechincha pra baixar mais o preço.

  • GABARITO: E

    Art. 4º. XI - examinada a proposta classificada em primeiro lugar, quanto ao objeto e valor, caberá ao pregoeiro decidir motivadamente a respeito da sua aceitabilidade;

    XVI - se a oferta não for aceitável ou se o licitante desatender às exigências habilitatórias, o pregoeiro examinará as ofertas subseqüentes e a qualificação dos licitantes, na ordem de classificação, e assim sucessivamente, até a apuração de uma que atenda ao edital, sendo o respectivo licitante declarado vencedor;

    XVII - nas situações previstas nos incisos XI e XVI, o pregoeiro poderá negociar diretamente com o proponente para que seja obtido preço melhor;

  • A administração vai chorar até não querer mais...Mas na hora de gastar com algo desnecessário, libera a verba com extrema facilidade!


ID
2293672
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Em determinada licitação promovida pela União Federal, o citado ente licitante, findo o procedimento licitatório, decidiu, imotivadamente, não adjudicar o objeto da licitação ao vencedor, revogando o certame e abrindo nova licitação. A propósito desses fatos,

Alternativas
Comentários
  • Letra A

     

    "A adjudicação ao vencedor é obrigatória salvo se este desistir expressamente do contrato ou se não o firmar no prazo prefixado, a menos que comprove justo motivo."

     

    MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro.

  • ADMINISTRATIVO – LICITAÇÃO – MODALIDADE PREGÃO ELETRÔNICO – REVOGAÇÃO – CONTRADITÓRIO.
    1. Licitação obstada pela revogação por razões de interesse público.
    2. Avaliação, pelo Judiciário, dos motivos de conveniência e oportunidade do administrador, dentro de um procedimento essencialmente vinculado.
    3. Falta de competitividade que se vislumbra pela só participação de duas empresas, com ofertas em valor bem aproximado ao limite máximo estabelecido.
    4. A revogação da licitação, quando antecedente da homologação e adjudicação, é perfeitamente pertinente e não enseja contraditório.
    5. Só há contraditório antecedendo a revogação quando há direito adquirido das empresas concorrentes, o que só ocorre após a homologação e adjudicação do serviço licitado.

    6. O mero titular de uma expectativa de direito não goza da garantia do contraditório.
    7. Recurso ordinário não provido.
    (RMS 23.402/PR, Rel. Ministra ELIANA CALMON, SEGUNDA TURMA, julgado em 18/03/2008, DJe 02/04/2008)

  • Princípio da licitação: Adjudicação COMPULSÓRIA ao vencedor.

    > O que não é o mesmo que contratação compulsória.

    > Exceção: Motivo superveniente justificado

  • Art. 49 Lei 8666/93: A autoridade competente para a aprovação do procedimento somente poderá revogar a licitação por razões de interesse público decorrente de fato superveniente devidamente comprovado, pertinente e suficiente para justificar tal conduta, devendo anulá-la por ilegalidade, de ofício ou por provocação de terceiros, mediante parecer escrito e devidamente fundamentado.

     

    a) CERTO. houve violação ao princípio da adjudicação compulsória, que somente inexistiria caso houvesse justo motivo para a revogação do certame.

     

    b) ERRADO. é ilícita a conduta do ente licitante, pois a revogação do certame pode ocorrer em qualquer momento, dependentemente de motivação.

     

    c) ERRADO. não houve violação tanto ao princípio do julgamento objetivo (o enunciado não menciona irregularidades até a fase de homologação), mas houve quanto ao princípio da adjudicação compulsória.

     

    d) ERRADO. é ilícita a conduta do ente licitante (não houve justificação plausível para tal ato, sendo esse, requisito essencial), no entanto, caso tivesse adjudicado o objeto ao vencedor, estaria o ente público obrigado a celebrar o respectivo contrato administrativo.

     

    e) ERRADO. houve violação ao princípio da adjudicação compulsória.

  • Gabarito letra A

     

    Para acrescentar:

     

    Lei 8666/93

    Art. 49.  A autoridade competente para a aprovação do procedimento somente poderá revogar a licitação por razões de interesse público decorrente de fato superveniente devidamente comprovado, pertinente e suficiente para justificar tal conduta, devendo anulá-la por ilegalidade, de ofício ou por provocação de terceiros, mediante parecer escrito e devidamente fundamentado.

  • GABARITO A 

     

    Sobre o p. da adjudicação compulsória:

     

    - Adjudicar = declarar quem venceu o certame

     

    - O princípio da adjudicação compulsória é ato vinculado 

     

    - A Adm. NÃO é obrigada a assim com quem venceu o certame, é mera expectativa de direito

     

    - se o licitante vencedor for chamado dentro do prazo de 60 dias após a entrega da proposta e não se apresentar, será punido

     

    - após 60 dias da entrega das propostas, sem convocação para contratação, os licitantes estão liberados

     

    - se chamar após o 60º dia, o licitante atende se quiser  e não será punido caso não se apresente

     

    - se o 1º licitante não comparecer a Adm. poderá chamar o 2º, sempre nas condições da primeira oferta

     

    - os licitantes remanescentes não estão obrigados a contratar

     

    - não pode chamar quem não participou da licitação

     

    - punição apenas para o primeiro licitante 

  • LETRA A

     

    A revogação de uma licitação somente é possível em duas hipóteses:

     

    I. Por motivo de interesse público decorrente de fato superveniente devidamente COMPROVADO, pertinente e suficiente para justificar tal conduta, mediante parecer escrito e devidamente fundamentado (art. 49).

    II. A critério da administração, quando o adjudicatário, tendo sido por ela convocado, no prazo e condições estabelecidos no edital, para assinar o termo de contrato ou aceitar ou retirar o instrumento equivalente, recusar-se a fazê-lo, ou simplesmente não comparece (art. 64, §2º).~

    Cabe ainda recurso administrativo, no prazo de cinco dias úteis a contar da intimação do ato, nos casos de anulação ou revogação da licitação (art. 109, I, c).

     

    Fonte: Direito Administrativo Descomplicado de Marcelo Alexandrino.

  • * Anulação x revogação do procedimento licitatório

     

     

    ANULAÇÃO: se dá por razões de ilegalidade, podendo ocorrer após a assinatura do contrato (gera a nulidade do contrato). Deve ser precedida de contraditório e ampla defesa. É possível anular todo o procedimento ou apenas determinado ato, com a consequente nulidade dos atos posteriores.

     

     

    REVOGAÇÃO: duas hipóteses - i) fato superveniente; ou ii) adjucatário não comparece para assinar o contrato. NÃO pode ser feita após a assinatura do contrato. Contraditório e ampla defesa só são necessários após a homologação e a adjudicação, de acordo com a jurisprudência. A revogação é sempre total, de todo o procedimento, jamais parcial. 

     

     

    Lei n. 8.666/93 esquematizada - Estratégia.

  • Di Pietro: Com relação ao princípio da adjudicação compulsória, significa, segundo Hely Lopes Meirelles (2003 : 267) , que a Administração não pode, concluído o procedimento, atribuir o objeto da licitação a outrem que não o vencedor. A compulsoriedade veda também que se abra nova licitação enquanto válida a adjudicação anterior. o direito do vencedor limita-se à adjudicação, ou seja, à atribuição a ele do objeto da licitação, e não ao contrato imediato. E assim é porque a Administração pode, licitamente, revogar ou anular o procedimento ou, ainda, adiar o contrato, quando ocorram motivos para essas condutas . O que não se lhe permite é contratar com outrem, enquanto válida a adjudicação, nem revogar o procedimento ou protelar indefinidamente a adjudicação ou a assinatura do contrato sem justa causa.

  • GABARITO (A).

    Ajudicação Compulsória - é a garantia assegurada ao licitante vencedor pela administração para que a não revogue e contrate com outro sem prévio motivo fundamentado.

    Houve violação ao princípio da adjudicação compulsória, que somente inexistiria caso houvesse justo motivo para a revogação do certame.

  • GABARITO LETRA A

     

    LEI Nº 8666/1993 (REGULAMENTA O ART. 37, INCISO XXI, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, INSTITUI NORMAS PARA LICITAÇÕES E CONTRATOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS)

     

    ARTIGO 49.  A autoridade competente para a aprovação do procedimento somente poderá revogar a licitação por razões de interesse público decorrente de fato superveniente devidamente comprovado, pertinente e suficiente para justificar tal conduta, devendo anulá-la por ilegalidade, de ofício ou por provocação de terceiros, mediante parecer escrito e devidamente fundamentado.


ID
2293675
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Manoel é servidor público do Estado de Mato Grosso do Sul, sendo-lhe suspensa a qualidade de segurado, em razão de ter deixado de contribuir para o MSPrev por quatro meses consecutivos. Cumpre salientar que a suspensão já perdura por dez meses. Caso Manoel venha a falecer, seus dependentes

Alternativas
Comentários
  • Lei Estadual n. 3150/2005:

    Art. 10. A inscrição do segurado no MSPREV decorre automaticamente do seu ingresso no serviço público estadual.

    Art. 11. Suspende-se a qualidade de segurado até a:

    I - quitação, a inscrição e o direito ao benefício do segurado que deixar de contribuir para o MSPREV por mais de três meses consecutivos ou seis meses intercalados;

    II - regularização, o pagamento do benefício do aposentado ou pensionista que não atualizar o seu cadastro ou que não se submeter ao recenseamento previdenciário.

    Parágrafo único. Ocorrendo o óbito do segurado cujos direitos estiverem suspensos, por período de até doze meses, os benefícios devidos aos seus dependentes serão deferidos, desde que requeridos na forma e nos prazos estabelecidos em regulamento, após o recolhimento das quantias em atraso, atualizadas monetariamente e acrescidas de juros de mora.


ID
2293678
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Legislação Estadual

Um servidor da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul foi incumbido de revisar uma minuta de manual de orientações para recém empossados. Ao final dos trabalhos, fez as seguintes correções com o objetivo de adequação ao previsto no Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul:
I. A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul tem sua sede no Palácio Guaicurus, localizado no Parque dos Poderes, em Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul, sendo vedada a reunião em outro local.
II. A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul reunir-se-á na Capital do Estado anualmente, por convocação obrigatória, de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1º de agosto a 22 de dezembro, quando se encerrará a Sessão Legislativa.
III. A Sessão Legislativa ordinária não será interrompida sem a aprovação do projeto de Lei Orçamentária Anual.
IV. A Sessão Legislativa poderá ser prorrogada mediante proposta de um terço dos membros da Assembleia.
V. As sessões ordinárias do período prorrogado observarão o rito do período comum.
Está efetivamente de acordo com o Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul, o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • III. A Sessão Legislativa ordinária não será interrompida sem a aprovação do projeto de Lei Orçamentária Anual.

    Falso, não tem nenhuma obrigação de completar o PLOA, só para dar uma visão melhor cabe o chefe do executivo coordenar esforços para esse resultado.

    V. As sessões ordinárias do período prorrogado observarão o rito do período comum.

    Verdadeiro, sessão ordinária são sessões "comum" então ela segue o período comum

    Com essas 2 informações da para eliminar a A C D

    I. A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul tem sua sede no Palácio Guaicurus, localizado no Parque dos Poderes, em Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul, sendo vedada a reunião em outro local

    E muito difícil essa afirmação ser verdadeiro, pois e uma vedação absoluta, comumente quando veda tem exceções.

    Então da para chutar e E com relativa tranquilidade


ID
2293681
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Legislação Estadual

Nos termos do Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul, a direção dos trabalhos legislativos e dos serviços administrativos compete à Presidência e à Secretaria. Esses órgãos são constituídos pelo

Alternativas

ID
2293684
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Legislação Estadual

A Lei Estadual nº 4.090/2011 regula o desenvolvimento nas carreiras dos servidores na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul. A forma prevista para esse desenvolvimento é

Alternativas

ID
2293687
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Legislação Estadual

A Lei Estadual nº 4.091/2011 regula as formas de vacância na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul. Segundo esse regramento legal, a vacância ocorrerá, entre outras hipóteses, no caso de

Alternativas
Comentários
  • Vacância - Faderpp

    Falecimento

    Aposentadoria

    Demissão

    Exoneração

    Readaptação

    Promoção

    Posse em outro cargo inacumulável

    Provimento e Vacância - Proreadapt

    Promoção

    Readaptação


ID
2293690
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Nos termos definidos pela Constituição do Estado de Mato Grosso do Sul a respeito do Poder Legislativo Estadual,

Alternativas
Comentários
  • Art. 53 - A Assembléia Legislativa reunir-se-á em sessão ordinária na capital do Estado, independentemente de convocação, de quinze de fevereiro a trinta de junho, e de primeiro de 16 agosto a quinze de dezembro de cada ano.

    § 1º - Quando caírem em sábados, domingos ou feriados, as reuniões previstas para as datas fixadas neste artigo serão transferidas para o primeiro dia útil subseqüente.

    § 2º - A sessão legislativa ordinária não será interrompida sem a aprovação do projeto de lei de diretrizes orçamentárias.

    § 3º - No início de cada legislatura haverá, a partir de primeiro de fevereiro, reuniões preparatórias com a finalidade de:

    I - dar posse aos Deputados diplomados;

    II - eleger a Mesa que dirigirá os trabalhos nas duas sessões legislativas


ID
2302546
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

O Patrimônio Líquido de uma empresa em 31/12/2014 era R$ 500.000,00, constituído somente pelo Capital Social. Durante o ano de 2015, ocorreram os seguintes eventos:
1. Lucro líquido apurado em 2015: R$ 200.000,00.
2. Destinação do lucro líquido em decorrência do que estabelece a Lei das Sociedades por Ações e o estatuto social da empresa:
− Reserva Legal: constituída nos termos da Lei nº 6.404/76.
− Constituição de Reserva Estatutária no valor de R$ 7.000,00.
− Reserva para Expansão: saldo remanescente.
Sabe-se que R$ 30.000,00 do Lucro Líquido foram decorrentes de subvenções governamentais recebidas pela empresa e esta, para não tributar este ganho, reteve-o na forma de Reserva de Incentivos Fiscais, utilizando a possibilidade estabelecida na Lei no 6.404/76 referente aos dividendos. O Estatuto Social da empresa prevê um Dividendo Mínimo Obrigatório no valor de 25% do Lucro Líquido ajustado também nos termos da Lei no 6.404/76. Com base nestas informações, os valores apresentados no Balanço Patrimonial de 31/12/2015 como Dividendos a Pagar e Patrimônio Líquido, respectivamente, foram, em reais,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra C

    O estatuto define o dividendo em 25% nos termos da lei 6.404, entao será essa a formula que calcularemos o dividendo
    Reserva legal = 200.000x0,05 = 10.000 (Art. 193)
    Reserva de Incentivos Fiscais = 30.000 (Art. 195-A)

    BC do dividendo: (Art. 202)
    LL                     200.000
    Reserva Legal    (10.000)
    RIF                    (30.000)
    BC do div            160.000
    % do div                x 0,25
    Div a pagar          40.000

    PL da empresa = PL inicial +/- LL ou Prej +/- fatos modificativos do pl (Ex: Dividendos)
    500.000 + 200.000 - 40.000 = 660.000 de PL

    As destinações para reservas são fatos permutativos do PL, o que nao afetará o saldo total dessa conta.

    bons estudos

  • - Ajuste para cálculo do Dividendo obrigatório conforme a  Lei 6404/76 :
    Lucro líquido = 200.000

    (+) reversão da reserva para contingências = não há
    (-) reserva legal = (10.000)
    (+) constituição da reserva para contingências = não há
    (-) a empresa poderá deduzir da base de cálculo dos dividendos a reserva para incentivos fiscais = (30.000)

    = Base de cálculo dos dividendos obrigatórios = 160.000
    (-) Dividendos obrigatórios ( 160.000 x 0,25% ) = 40.000 

  • Interessante é que no art 195 A da LSA diz que a reserva de incetivos poderá ser excluída da base de cálculo do dividendo obrigatório. A questão diz " utilizando a possibilidade...". Há duas possibilidades: abater ou não abater.

  • Primeira regra: eliminar as opções cuja soma não dá R$ 700.000,00 (PL + Lucro Líquido), para não correr o risco de errar por afobação. Daí sobram duas opções.

  • Bruna Guimarães, o ajuste dos dividendos são:

     

    Div = X% (LL - ResLeg - PrejAcum +-ResCont +-Rif +- Rle)

     

    Eu escrevi bem grande no meu resumo: NÃO EXCLUI RESERVAS ESTATUTÁRIAS

     

     

    Sempre Reprovado, existem duas possibilidades, porem a questão é bem clara em dizer  "para não tributar este ganho, reteve-o na forma de Reserva de Incentivos Fiscais", se a Rif é utilizada da maneira correta sobre ela não incide o imposto e também não é distribuida como dividendos.

  • Bruna Guimarães, porque não podem restringir o pagamento de dividendo obrigatório! 

    Lei 6.404/76

     Art. 198. A destinação dos lucros para constituição das reservas de que trata o artigo 194 e a retenção nos termos do artigo 196 não poderão ser aprovadas, em cada exercício, em prejuízo da distribuição do dividendo obrigatório (artigo 202).

    Espero ter ajuado.

    Deus te abençoe!

  • LLE R$ 200.000,00

     

    Reserva legal (5% do lucro líquido)
    Reserva legal = 200.000,00*0,05
    Reserva legal R$ 10.000,00

     

    BC Dividendos obrigatórios 
    LLE R$ 200.000,00
    (-) Reserva legal R$ 10.000,00
    (-) Reserva de incentivos fiscais R$ 30.000,00
    BC Dividendos obrigatórios R$ 160.000,00
    Dividendos obrigatórios R$ 40.000,00

     

    Patrimônio Líquido R$ 500.000,00
    (+) LLE R$ 200.000,00
    (-) Dividendos obrigatórios R$ 40.000,00
    -----------------------------------------
    (=) Patrimônio Líquido R$ 660.000,00

  • Renato me tira uma duvida, e a reserva estatutária não diminui?

  • Roseli, nao para fins do cálculo do Lucro Liquido Ajustado para calcular depois o dividendo minimo obrigatorio. O que impacta é reserva legal, reserva de contingencia e reserva de incentivo fiscal.

    Uma coisa que vi no caso de faltar tempo para a resolver a questao: só da conta PL 2015 + LL - Dividendos = PL 2016, as únicas alternativas que fazem sentido são as letras B e C. Então, em questao de 15 segundos, você já subiu sua chance de chute de 20% para 50%...

  • Roseli, reserva estatutária é conta do PL, portanto um fato permutativo.

     

    D - lucros acumulado (PL)

    C - reserva estatutária (PL)

  • Gab:C
     

    Dividendos= 25% x (LL - R.legal - R.Contig. + Rev.Contigência - Prej acum +/- R.I F +/- RLE )
            percentual dado pela questão ( no caso é o mínimo estipulado)

     Quando as subvenções não forem destinadas para RIF ou RLE serão somadas, no caso da questão foram destinadas para RIF, sendo assim serão subtraídas.

     

  • BORINHA!!!!!

  • Distribuições do lucro:

    Lucro líquido apurado = 200.000,00

    Limite Reserva Legal (20% do CS) = 500.000,00 x 20% = 100.000,00

    a) Dado que a questão não forneceu o saldo inicial da reserva legal, temos Constituição da Reserva Legal = Lucro Líquido x 5% = 200.000,00 0 x 5% = R$ 10.000,00;

    b) Constituição de Reserva Estatutária: 7.000,000

    c) Reserva de Incentivos Fiscais : 30.000,00

    d) Reserva para Expansão: saldo remanescente= 200.000,00 - R$ 10.000,00 - 7.000,000 - 30.000,00= 53.000,00

    Base de cálculo dos dividendos ajustada: 25% x [Lucro líquido – Reserva legal – Reserva para contingências + Reversão de reserva para contingências – Reserva de incentivos fiscais (facultativo) – Reserva de prêmio na emissão de debêntures (facultativo)].

    Base de cálculo dos dividendos ajustada: 25% x [ 200.000,00 – 10.000,00 – 30.000) = 40.000,00

    Ficamos entre A e C. Ainda falta encontrar o valor apresentado no Balanço Patrimonial de 31/12/2015 como Patrimônio Líquido:

    PL Inicial 500.000,00

    (+) Lucro Líquido 200.000,00

    (-) Dividendos (40.000,00)

    (=) PL Final 660.000,00

    Gabarito: C


ID
2302549
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

A Cia. Só Ativos possuía, em 30/06/2016, uma patente classificada como ativo Intangível com vida útil indefinida cujo valor contábil era R$ 1.300.000,00, o qual era composto por:

Custo de aquisição ............................................................................................. R$ 1.500.000,00.

Perda por desvalorização (reconhecida em junho 2015) ................................................ R$ 200.000,00.

Em junho de 2016, a Cia. realizou o Teste de Recuperabilidade do Ativo e obteve as seguintes informações:

Valor em uso .......................................................................................... R$ 1.550.000,00.

Valor justo líquido das despesas de venda .............................................................. R$ 1.280.000,00. 

Complementarmente, as evidências indicaram que a vida útil desse ativo continuava indefinida. Com base nestas informações, a Cia. Só Ativos, em junho de 2016,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra C

    Questão sobre CPC01 - Teste de imparidade
    Teste de imparidade ocorre ao se comprar valor recuperável com valor contábil
    Valor recuperável = MAIOR entre valor de uso e valor justo líquido de despesas de venda
    Valor contábil = Custo de aquisição menos Depreciação/amortização/exaustão e imparment acumulado

    Resultado da comparação
    Valor Recuperável = Valor Contábil: nenhum ajuste
    Valor Recuperável > Valor Contábil: apenas reverte a perda acumulada de imparment pela diferença, se houver, observado a totalidade acumulada, como receita. (Item 119)
    Valor Recuperável < Valor Contábil: Reconhece uma perda de imparmento pela diferença

    Caso da questão
    VC = 1300
    VR = 1550 (valor em uso)

    Veja que VR>VC, logo: reverte-se a perda acumulada de imparment pela diferença (250), se houver, observado a totalidade acumulada (200), como receita
    Como esse ativo só tem 200.000 de perda reconhecida, este será o valor revertido como receita.

    bons estudos

  • Só retificando o comentário do grande Renato, o gabarito é letra D.

  • gabarito letra D

  • Lembrando que nos casos de ágio por expectativa de rentabilidade futura, a perda anterior não é revertida.

  • vide comments.

  • A primeira coisa que devemos saber é que o valor recuperável de um intangível é o maior valor entre o  valor de uso e valor justo líquido de despesas de venda. 

    Diante disso, temos que 1550 é o valor recuperável do intangível (maior entre 1550 e 1280).

    Foi registrado, inicialmente, uma perda por desvalorização no valor de 200, mas essa perda não se confirmou porque vimos que, com o teste de recuperabilidade, o valor recuperável foi de 1550. Então, devemos reverter o que havia sido previsto para perda; que é o valor de 200. Vale ressaltar que poderíamos reverter até o limite do valor recuperável, ou seja, até chegar a 1500 (de 1300 até 1550) = 250; mas só temos 200 para recuperar. 

    Gabarito: LETRA "D"

  • Em questões desse assunto (impairmet test) há, em regra, três tipos de possibilidades de se cobrar questão. Assim, decorem:

     

    - ATIVO INTANGÍVEL COM VIDA ÚTIL INDEFINIDA --> REVERTE PERDA SE VALOR RECUPERÁVEL > VALOR CONTÁBIL

    - BEM DO IMOBILIZADO --> NÃO REVERTE VALOR ALGUM SE VALOR RECUPERÁVEL > VALOR CONTÁBIL (DEIXA O VALOR CONTÁBIL)

    - GOODWILL --> NÃO REVERTE PERDA, NEM RECONHECE NADA SE O VALOR RECUPERÁVEL > VALOR CONTÁBIL


ID
2302552
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

A Cia. Molha & Seca adquiriu, em 31/05/2016, mercadorias para serem revendidas. Em função de sua situação financeira, a Cia. adquiriu estas mercadorias por R$ 500.000,00 para serem pagos em 30/09/2017. Se a Cia. tivesse adquirido estes produtos à vista teria pagado R$ 400.000,00. Em 10/06/2016, a Cia. vendeu 70% desses produtos por R$ 600.000,00 para serem recebidos integralmente em 01/08/2017. Sabe-se que a Cia. concede, normalmente, um prazo de 40 dias para seus clientes e que o valor da venda se tivesse sido feita à vista seria R$ 510.000,00. Com base nestas informações, na data da venda, a Cia. Molha & Seca reconheceu Receita de Vendas de

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra C

    Questão sobre o CPC12 - AVP

    Lançamento da compra do Estoque
    D Estoque  400.000 Ativo
    D Ajuste a valor presente 100.000 Retifica fornecedores no passivo
    C Fornecedores  500.000 Passivo

    Lançamento da venda
    D Clientes 600.000 ativo
    C Ajuste a valor presente 90.000 Retifica cliente no ativo
    C Receita de vendas 510.000  Resultado

    CMV
    70% x 400.000 = 280.000
    D CMV 280.000   despesa
    C Estoque 280.000

    bons estudos

  • O CPC 16 - Estoques ajuda a resolver essa questão.

    Na compra, os estoques devem ser contabilizados pelo valor de R$ 400.000,00 (custo de aquisição), pois os R$ 100.000,00 restantes se refere a despesa de juros (ver item 18 do CPC 16)

    18. A entidade geralmente compra estoques com condição para pagamento A PRAZO. A negociação pode efetivamente conter um elemento de financiamento, como, por exemplo, uma diferença entre o preço de aquisição em condição normal de pagamento e o valor pago; essa diferença deve ser reconhecida como DESPESA DE JUROS durante o período do financiamento.

    Assim, como as mercadorias estão contabilizadas pelo seu custo de aquisição (R$ 400.000,00), o CMV será:

    400.000

     X 70%

    280.000

    Com isso, já eliminaríamos duas alternativas...mas ainda falta a receita de vendas

    A lógica seria a mesma, reconhecendo a receita de vendas (R$ 510.000,00) e a receita de juros (R$ 90.000,00). 

    Portanto, temos:

    RECEITA DE VENDAS: R$ 510.000,00

    CMV: R$ 280.000,00

    Gabarito: LETRA C

  • A questão pede o valor reconhecido como Receita de Vendas na DRE , na data da venda.

    - 31/05/16 – aquisição de mercadorias = 500.000
    (-) ajuste a valor presente =(100.000)
    = Valor da mercadoria lançada no AC/Estoques = 400.000 

    - 10/06/16 = venda de 70% das mercadoria.
    CMV = 400.000 x 70% = 280.000
    D – DRE – CMV = 280.000 
    C – AC/ Estoques = 280.000 

    - Receita bruta de vendas = 600.000
    (-) ajuste a valor presente = (90.000)
    - Receita líquida de vendas = 510.000 

    (-) CMV = (280.000)
    - Lucro Bruto ou RCM = 230.000

    Gabarito = (C) R$ 510.000,00 e Custo das Mercadorias Vendidas de R$ 280.000,00.

  • Alguém pode me explicar como eu apropriaria essa despesa de juros de R$ 90.000,00? Obg!

  • Cuidado, pois o Ajuste a Valor Presente só pode ser utilizado no CURTO PRAZO se a transação for RELEVANTE para a Cia. Como a questão não menciona, não utilizaria o termo Ajuste a Valor Presente, nem como referência.

     

    Thiago Ferreira,

    A venda fica assim:

    D - Contas a Receber R$ 600.000 (AC)

    C - Juros Ativos a Apropriar R$ 90.000 (AC - Retificadora)

    C - Receita de Vendas R$ 510.000 (Resultado)

     

    Veja como ficaria a apropriação no primeiro mês:

     

    D - Despesa de Juros a Apropriar (AC)

    C - Receitas de Juros R$ 45.000 (Conta de Resultado)

    OBS: Arredondei a apropriação em 2 meses para facilitar as contas, desse modo, ficaria R$ 45.000 por mês. O correto seria contar os juros proporcionais, pois a venda foi realizada no dia 10 do mês.

  • Os elementos integrantes do ativo e do passivo decorrentes de operações de longo prazo, ou de
    curto prazo quando houver efeito relevante, devem ser ajustados a valor presente com base em
    taxas de desconto que reflitam as melhores avaliações do mercado quanto ao valor do dinheiro no
    tempo e os riscos específicos do ativo e do passivo em suas datas originais.

     


ID
2302558
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em 02/01/2015, a Cia. Verde & Rosa adquiriu 10% da Cia. Colorida por R$ 200.000,00 à vista. A Cia. Verde & Rosa adquiriu apenas ações preferenciais e não possui influência na Administração da Cia. Colorida. Durante 2015, a Cia. Colorida obteve lucro líquido de R$ 150.000,00 e, em 31/12/2015, distribuiu e pagou dividendos no valor de R$ 50.000,00. Com base nessas informações, o valor do investimento apresentado no Balanço Patrimonial da Cia. Verde & Rosa, em 31/12/2015, e o resultado reconhecido em 2015 pela Cia. Verde & Rosa referente a este investimento foram, respectivamente, em reais,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra A

    Houve aquisição de 10% de ações PREFERENCIAIS, e não ordinárias (sem direito a voto), não tem controle e nem influência significativa. Nesse caso, essa participação será avaliada pelo CUSTO.

    Características do método de custo de participações permanentes:
    Lucro/prejuízo da investida = não contabilizo nada na investidora
    Dividendo distribuído pela investida  = reconheço receita de dividendo na investidora

    Aquisição
    D Investimento - Participação 200.000
    C Caixa

    Dividendo
    D Dividendo a receber  5.000
    C Receita de dividendos

    bons estudos

  • Alguém poderia explicar de uma outra forma?!  Por favor! 

  • Brenda Marco,

     

    A CIA Verde e Rosa comprou 10% das ações preferencias da CIA Colorida, mas não tem controle e nem influência na CIA Colorida.

     

    Dessa Forma, o investimento NÃO será avaliado pelo Método da Equivalência Patrimonial (MEP).

     

    Assim, o valor do investimento reconhecido no BP foi apenas o valor pago por ele: R$ 200.000,00

    E o valor reconhecido no resultado foi o valor da receita de dividendos a qual a CIA tem direito: R$ 5.000,00

     

    Os cálculos desses valores foram apresentados pelo colega Renato.

  •  

    De acordo com a explicação do Rodrigo Paiva, o gabarito é A então??

     

  • Galera gabarito correto é letra A, conforme já explicado pelos colegas Renato e Rodrigo Paiva. Houve apenas confusão quanto as alternativas.

     

    As ações adquiridas foram PN (Preferenciais, sem direito a voto), motivo pelo qual não avaliamos pelo MEP e sim pelo método do CUSTO.

  • MEP, Método do Valor Justo ou Método do Custo?

    R: Avaliações (na sequência que segue):

    1) Não é coligada ou controlada ---> Não é pelo MEP

    2) Não possui cotação de mercado ----> Não é pelo Valor Justo

    3) O investimento será avaliado pelo Método do Custo

     

    Método do Custo

    1) Registro inicial -> Custo de aquisição.

    2) O investimento foi adquirido antes de 6 meses da distribuição dos dividendos realizada pela Investida?

    R: Sim (Aquisição em Janeiro / Dividendos em Dezembro). Então não será aplicada a regra do RIR, que diz: "quando uma investida avaliada pelo método do custo paga dividendos em período inferior a 6 meses da data de aquisição da participação pela investidora, o crédito não deve ser considerado como receita de dividendos, mas sim redução do valor do investimento".

    Em outras palavras, o dividendo pago pela Investida não irá reduzir o investimento (pois o tempo de aquisição é superior a 6 meses dessa distribuição), mas deve ser contabilizado como receita de dividendos no resultado da Investidora.

     

    Lucro ou Prejuízo da Investida no Método do Custo -> Nada a fazer no registro inicial da Investidora.

    Variações patrimoniais (+ou- PL) da Investida no Método do Custo -> Nada a fazer no registro inicial da Investidora.

    Distribuição de dividendos pela Investida -> Avaliar a regra do RIR e calcular o resultado para a Investidora (é o caso) ou a redução do registro inicial do investimento (não se aplica ao caso, explicação do RIR acima).

     

    Resultado na Investidora: dividendos divulgados ou pagos pela investida devem ser registrados como receita de dividendos no resultado em contrapartida ao Ativo Circulante, "Dividendos a Receber" ou "BCM/Caixa etc", respectivamente. 

     

    10% x Dividendos Divulgados = 5.000

     

    Lançamento na Investidora

    D - BCM 5.000 (AC)

    C - Receita de Dividendos 5.000 (Resultado)

  • Amigos, estamos diante do MÉTODO DE CUSTO (10% das ações  e não possui influência da administração), logo:

    Aquisição

    R$ 200.000,00 --- corresponde a 10%

    D - Investimento (ativo)

    C - Caixa (ativo) 200.000

     

    LLE de R$ 150.000,00, mas distribuindo apenas R$ 50.000,00

    50.000 x 10% = 5.000

  • MEP, Método do Valor Justo ou Método do Custo?

    R: Avaliações (na sequência que segue):

    1) Não é coligada ou controlada ---> Não é pelo MEP

    2) Não possui cotação de mercado ----> Não é pelo Valor Justo

    3) O investimento será avaliado pelo Método do Custo

     

    Método do Custo

    1) Registro inicial -> Custo de aquisição.

    2) O investimento foi adquirido antes de 6 meses da distribuição dos dividendos realizada pela Investida?

    R: Sim (Aquisição em Janeiro / Dividendos em Dezembro). Então não será aplicada a regra do RIR, que diz: "quando uma investida avaliada pelo método do custo paga dividendos em período inferior a 6 meses da data de aquisição da participação pela investidora, o crédito não deve ser considerado como receita de dividendos, mas sim redução do valor do investimento".

    Em outras palavras, o dividendo pago pela Investida não irá reduzir o investimento (pois o tempo de aquisição é superior a 6 meses dessa distribuição), mas deve ser contabilizado como receita de dividendos no resultado da Investidora.

     

    Lucro ou Prejuízo da Investida no Método do Custo -> Nada a fazer no registro inicial da Investidora.

    Variações patrimoniais (+ou- PL) da Investida no Método do Custo -> Nada a fazer no registro inicial da Investidora.

    Distribuição de dividendos pela Investida -> Avaliar a regra do RIR e calcular o resultado para a Investidora (é o caso) ou a redução do registro inicial do investimento (não se aplica ao caso, explicação do RIR acima).

     

    Resultado na Investidora: dividendos divulgados ou pagos pela investida devem ser registrados como receita de dividendos no resultado em contrapartida ao Ativo Circulante, "Dividendos a Receber" ou "BCM/Caixa etc", respectivamente. 

     

    10% x Dividendos Divulgados = 5.000

     

    Lançamento na Investidora

    D - BCM 5.000 (AC)

    C - Receita de Dividendos 5.000 (Resultado)

  • Houve aquisição de 10% de ações PREFERENCIAIS, e não ordinárias (sem direito a voto), não tem controle e nem influência significativa. Nesse caso, essa participação será avaliada pelo CUSTO.

    Características do método de custo de participações permanentes:

    Lucro/prejuízo da investida = não contabilizo nada na investidora

    Dividendo distribuído pela investida  = reconheço receita de dividendo na investidora

    Aquisição

    D Investimento - Participação 200.000

    C Caixa

    Dividendo

    D Dividendo a receber 5.000

    C Receita de dividendos

  • A apuração do Lucro e distribuição de dividendos não altera o valor do investimento, visto que a avaliação é pelo método de custo. Portanto, no balanço patrimonial da Cia. Verde & Rosa, o investimento na Cia. Colorida continua avaliado por R$ 200.000,00.

    Ficamos entre A e B.

    Método de Custo x Distribuição de Dividendos:

    Dividendos Recebidos após 6 meses:

    D - Disponível (Caixa/Bancos) ou Dividendos a Receber (Ativo Circulante) 10% de 50.000= 5.000

    C – Receita de Dividendos (Resultado – Receita)

    Gabarito: A


ID
2302561
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em 10/05/2016, a Cia. Brasileira realizou uma venda a prazo no valor total de US$ 200.000,00. Sabendo que a taxa de câmbio em 10/05/2016 era R$ 3,50/US$, em 30/05/2016 era R$ 3,30/US$ e a taxa de câmbio média do mês de maio de 2016 foi R$ 3,40/US$, a Cia. Brasileira reconheceu, no mês de maio de 2016, Receita de Vendas de

Alternativas
Comentários
  • Questões referentes à taxa de câmbio:

    1º registra com a taxa no momento da transação;

    2º calcula a despesa/receita financeira comparando as taxas da aquisição e do fechamento.

     

  • Aquisição (taxa 3,50)

    200.000 x 3,5 = 700.000

     

    Redução da taxa (3,30)

    200.000 x 3,3 = 660.000

     

    700.000 - 660.000 = 40.000

     

    O principal sofreu uma desvalorização em vista a variação da taxa. Logo, no mês de maio haverá uma receita de 700.000 e uma despesa de 40.000

     

    “Quem quiser ser o primeiro  aprenda,  primeiro, a servir o seu irmão” Mateus 20:26

  • Resumo básico:

    Primeiramente, vamos dividir o assunto em 2 grupos, que seguirão regras próprias:

    1 - Apresentação de TRANSAÇÕES feitas em moeda estrangeira (compra de estoque, de máquina);

    2 – Conversão de uma DEMONSTRAÇÃO contábil (BP e DRE) de uma moeda para outra.

     

    CONVERSÃO DE OPERAÇÕES/TRANSAÇÕES em moeda estrangeira:

    - uma operação/transação em moeda estrangeira deve ser reconhecida inicialmente pela taxa de câmbio NA DATA DA TRANSAÇÃO.

    Ao término da cada período de reporte, fazer ajustes:

    -dos itens monetários: pela TAXA DE CAMBIO DE FECHAMENTO;

    -dos itens não monetários pela TAXA DA DATA DA TRANSAÇÃO (mantém) ou DATA DO VALOR JUSTO, se mensurado a VJ.

    Esses AJUSTES VÃO PARA RESULTADO: VARIAÇÕES CAMBIAIS ATIVAS E PASSIVAS (DRE)

     

    CONVERSÃO DAS DEMONSTRAÇÕES em moeda estrangeira:

    1)      - itens do Ativo e Passivo – utiliza a taxa de câmbio do FECHAMENTO - DATA DO BALANÇO (31/12)

     

    2)      - itens de Receitas e Despesas da DRE são convertidos pela taxa de câmbio NA DATA DA TRANSAÇÃO ou, se na DRE (valor acumulado) usa a TAXA MÉDIA DO PERÍODO.

     

    3)      - itens do PL:

    a) capital e reservas = valores do último balanço em R$ (já convertido); se for o 1º balanço da empresa usa a taxa de câmbio HISTÓRICA DA DATA DA INTEGRALIZAÇÃO DE CAPITAL;

    b) lucro do exercícionão usa taxa de conversão; esse valor vem direto do somatório da DRE que foi convertida linha a linha: subtraindo as Despesas das Receitas convertidas nas respectivas datas de transação.

    Nas questões de concurso, quando a conversão é do valor acumulado de transações na DRE, utilizar a TAXA MÉDIA DO PERÍODO.

     

    4)      Devido à utilização de diferentes taxas durante a conversão, o Balanço final em Reais não vai fechar; essa diferença vai compor a conta AJUSTE DE CONVERSÃO CAMBIAL (ou ajuste acumulado de conversão).

    Essa conta fica no PL da Demonstração em reais e integra a DRA (outros resultados abrangentes).

     

    5)      Nos casos em que a Demonstração convertida para reais é a demonstração de uma empresa investida (explo: balanço de uma subsidiária no exterior), a investidora vai necessitar calcular o REP (resultado da equivalência patrimonial), isto é, o REP é calculado depois de se efetuar a conversão da demonstração da investida conforme regras acima. O REP é calculado normalmente, ou seja, % de participação x o lucro da investida em reais.

     

    6)      No caso de cálculo de REP, há ainda mais um último passo: calcular a parte que cabe à investidora do ganho (ou perda) cambial apontada na conta AJUSTE DE CONVERSÃO CAMBIAL no Balanço da investida. Aplica-se o % de participação da investidora sobre o saldo dessa conta:

    D – Investimentos no Exterior (ANC)

    C – Ajuste Acumulado de Conversão (conta de mesmo nome no Balanço da Investidora)

     

    adaptação minha da FONTE consultada: Contabilidade Avançada - Ricardo J. Ferreira - 7ª edição

  • Ajuste Acumulado de Conversão

    o  Ativos: Taxa de câmbio de fechamento;

    ·        Itens monetáriosTaxa de fechamento;

    ·        Itens não monetários mensurados pelo custo históricoTaxa vigente na data da transação;

    ·        Itens não monetários mensurados pelo valor justoTaxa vigente na data da mensuração do valor justo.

    o  Passivos: Taxa de câmbio de fechamento;

    o  Receitas e Despesas: Taxa de câmbio em vigor na data da transação ou média;

    o  Patrimônio Líquido: taxa histórica;

    CPC 02

    o  Reconhecimento Inicial

    ·        Uma transação em moeda estrangeira deve ser reconhecida contabilmente, no momento inicial, pela moeda funcional, mediante aplicação da taxa de câmbio à vista entre a moeda funcional e a moeda estrangeira, na data da transação, sobre o montante em moeda estrangeira.

    § A data da transação é a data a partir da qual a transação se qualifica para fins de reconhecimento, de acordo com as práticas adotadas no brasil. Por motivos práticos, a taxa de câmbio que se aproxima da taxa vigente da data da transação é usualmente adotada, como, por exemplo, a taxa de câmbio média semanal ou mensal que pode ser aplicada a todas as transações, ocorridas durante o período.

    Atenção: se as taxas flutuarem significativamente, a adoção da taxa de câmbio média não é apropriada.

    o  Reconhecimento ao Término de Período de Reporte Subsequente

    ·        Itens monetáriosTaxa de fechamento;

    ·        Itens não monetários mensurados pelo custo históricoTaxa vigente na data da transação;

    ·        Itens não monetários mensurados pelo valor justoTaxa vigente na data da mensuração do valor justo.

  • Os itens de receita são reconhecidos inicialmente pela taxa na data da operação, ou seja:

    Receita de Vendas = US$ 200.000 x 3,50 = R$ 700.000,

    Posteriormente, usaremos a taxa de fechamento para verificarmos se houve variação cambial positiva ou negativa:

    Fechamento = US$ 200.000 x 3,30 = R$ 660.000

    Percebam que a empresa deve reconhecer a variação cambial negativa de 660.000 – 700.000 = (40.000). 

    O gabarito é letra e.

    Fonte: prof Júlio Cardoso.


ID
2302564
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

A Cia. Importadora adquiriu, em 31/12/2014, um equipamento para utilizar em suas operações, cuja vida útil econômica estimada era 10 anos. O equipamento foi adquirido por meio de arrendamento mercantil financeiro para ser pago em 4 presta- ções anuais, iguais e consecutivas de R$ 55.098,00, com taxa efetiva de juros de 4% a.a., vencendo a primeira prestação em 31/12/2015. Sabendo-se que, no dia da aquisição, o valor justo do equipamento era R$ 202.000,00, o valor presente das prestações era R$ 200.000,00 e que a Cia. pretende ficar com o equipamento no final do contrato, a Cia. Importadora reconheceu

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra B

    Reconhecimento inicial do arrendamento no ANC = o MENOR valor entre o valor justo e o valor presente
    VJ = 202.000
    VP = 200.000

    Valor do arrendamento será de 200.000

    Lançamento inicial
    D Arrendamento mercantil  200.000
    D Juros passivos a apropriar 20392  (retifica arrendamento a pagar no passivo)
    C Arrendamento a pagar 220.392

    Dessa forma, o ativo e o passivo serão de 200.000

    bons estudos

  • letra e)

    O juros do período (despesa financeira) será:

    200.000*4% = 8.000,00

     

    Corrijam-me se estiver errada.

  • Srta. auditora o equipamento foi adquirido em 31/12/2014. Portanto, não há juros a serem apropriados no mês de dez/14.

  • PQ NÃO É A LETRA E?

  • Não é a letra E, pois os juros são compostos, ou seja, 4% a.a., logo, como explicou a colega Srta. auditora, no ano de 2015, serão reconhecidos 8.000 de juros (200.000*0,04).

    Observação: seria a letra E, se os juros fossem simples, pois pegaríamos o total dos juros, qual seja 20.392, e dividiríamos pelo tempo de 4 anos.

    Bons estudos.


ID
2302567
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

A Cia. Industrial adquiriu, em 31/12/2013, uma máquina por R$ 300.000,00 à vista. Na data de aquisição, a vida útil econômica estimada da máquina era 20 anos e o valor residual R$ 20.000,00. Em 31/12/2014, após o reconhecimento da despesa de depreciação referente ao ano de 2014, a empresa reavaliou a vida útil da máquina e estimou que a vida útil remanescente era 15 anos e o valor residual R$ 16.000,00. Sabendo que a Cia. Industrial utiliza o método das cotas constantes para cálculo da despesa de depreciação, o valor da depreciação acumulada evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2015 foi, em reais,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra E

    Depreciação método das cotas constantes = (Custo de aquisição - valor residual)/tempo

    31/12/2013 té 31/12/2014 = 1 ano
    = (300.000-20.000)/20
    = 14.000 de depreciação

    Depreciação acumulada = 14.000
    Valor contábil = 286.000

    31/12/2014 até 31/12/2015 = 1 ano
    = (286.000-16.000)/15
    = 18.000 de depreciação

    Depreciação acumulada = 14.000+18.000 = 32.000
    Valor contábil = 268.000

    bons estudos


ID
2302570
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Determinada empresa obteve, em 30/06/2016, um empréstimo de R$ 200.000,00 para a expansão de suas atividades, cujo critério de mensuração é o custo amortizado. No dia da liberação (30/06/2016), foram descontados pela instituição financeira R$ 3.000,00 referentes a tarifas e taxas cobradas para a realização da operação. Este empréstimo será pago em 30/06/2017 e o valor será R$ 215.000,00. Ao reconhecer esta operação, em 30/06/2016, a empresa realizou o seguinte lançamento contábil:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra E

    Reconhecimento inicial de empréstimo pelo custo amortizado

    Débito − Disponível R$ 197.000,00.

    Débito − Juros e Encargos a Transcorrer R$ 3.000,00. (Retifica empréstimos a pagar no passivo)

    Crédito − Empréstimos a Pagar R$ 200.000,00.

    Custo amortizado de ativo ou de passivo financeiro é o montante pelo qual o ativo ou o passivo financeiro é mensurado em seu reconhecimento inicial, menos as amortizações de principal, mais ou menos juros acumulados calculados com base no método da taxa de juros efetiva menos qualquer redução (direta ou por meio de conta de provisão) por ajuste ao valor recuperável ou impossibilidade de recebimento.

    bons estudos

  • não entendi o porquê não apareceu o juros passivos a transcorrer de 15.000 retificando o passivo...

  • tentei entender, mas não deu jeito. Tive que indicar para comentário. 

     

    Quem puder, por favor, indique também.

  • Ok, vamos ver se ajuda ao próximo. Como a despesa financeira de R$ 3.000,00 foi descontada do montante em 30/06/2016 (ocorrência do fato gerador - necessidade de lançamento) e não foi recurso oriundo da empresa e o valor só será pago em 30/06/2017, a banca considerou que a conta correta para lançamento seria a juros e encargos a transcorrer. Os R$ 15.000,00 de juros só serão lançados na ocorrência de seu fato gerador, que será na ocorrência do pagamento, em 30/06/2017. Espero ter contribuído.

  • Obrigado, Érica Ribeiro!

  • a FCC fez a mesma questão na seguinte prova:

    Ano: 2016

    Banca: FCC

    Órgão: PGE-MT

    :

     

    No dia 31/10/2016, a empresa Endividada S.A. obteve um empréstimo no valor de R$ 200.000,00, junto ao Banco Crédito Bom S.A., com vencimento em 6 meses e taxa de juros compostos de 3% a.m.. Os custos de transação pagos, em 31/10/2016, para o obtenção desse empréstimo foram R$ 3.000,00. Em 31/10/2016, ao reconhecer o empréstimo contratado, a empresa debitou a conta Bancos em :

    gabarito:

    R$ 197.000,00, debitou a conta Juros a Transcorrer (Passivo) em R$ 3.000,00 e creditou a conta Empréstimos em R$ 200.000,00. 

     

  • Utiliza-se a conta Juros a Apropriar ou transcorrer (redutora de passivo) quando os juros são pagos antecipadamente; é o caso de desconto de duplicatas; o saldo dessa conta é apropriado (lançado para resultado) conforme o regime de competência. Nos empréstimos, os juros somente são calculados e registrado após transcorrido o período de competência.

  • D - Disponível (ativo) --- 197.000

    D - Juros a Transcorrer (Red. Passivo) --- 3.000

    C - Empréstimos (Passivo) --- 200.000

  • A questão diz que o valor será de R$ 215.000,00. Não entendi...

  • A conta de empréstimo a pagar será acrescida de 15.000 ao longo dos 12 meses em razão da apropriação mensal dos juros:

    (15.000 / 12 meses = 1.250,00)

    D - Despesa Financeira

    C - Empréstimos a pagar ------------------------1.250,00

    Portanto, em 30/06/2016 o saldo da conta de empréstimos a pagar será de 200.000 (questão E correta). 

    Já em 30/06/2017, o saldo dessa conta será de 215.000 pois terá acumulado os juros apropriados mensalmente conforme lançamento acima.

     

    OBS.: Haverá também a apropriação mensal dos encargos financeiros. Contudo, esse valor já estava incluso nos 200.000,00 e, portanto, não irá alterar o valor a pagar.

    (3000 / 12 meses = 250)

    D - Despesa Financeira

    C -  Juros a Transcorrer ------------------------- 250

  • Cláudio Alves já!

  • 215.000 - 200.000 = 15.000

    Será lançado na conta Despesa Financeiras! E na questão vc não precisa fazer esse lançamento, só uma dica para quem ficou com essa dúvida.

  • Gabarito letra E.


    Porém, no Passivo deveriam ser reconhecidos os juros no valor de 18000 sendo retificador dos Empréstimos a pagar de acordo com a regra do ajuste a valor presente.


    D- Disponibilidades 197.000

    D- Juros a transcorrer 18.000 (retificadora do Passivo)

    C- Empréstimos a pagar 215.000


    Bons Estudos!!

  • GABARITO LETRA E.

    Interpretando a questão:

    Data: 30/06/2016

    Emprestimo contratado, valor principal: $ 200.000

    Taxa/tarifas: $ 3.000

    Data: 30/06/2017

    Pgto do Empréstimo: $ 215.000

    ------------------------------

    Na da data da contratação do empréstimo:

    Data: 30/06/2016

    D Banco conta movimento/Disponibilidade: $ 197.000

    D Juros e encargos a transcorrer (PC - Conta retificadora): 3.000

    C Empréstimos a pagar (PC): 200.000


ID
2302573
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

A Cia. Pedras Belas, ao adquirir mercadorias para revenda, pagou os seguintes valores:

Mercadorias .............................................................................. R$ 80.000,00 (líquido de tributos)

Frete para transporte das mercadorias até a empresa .................. R$ 5.000,00 (líquido de tributos)

Seguro para transporte das mercadorias até a empresa ......................................... R$ 3.000,00

Tributos recuperáveis ................................................................................................. R$ 15.000,00

Tributos não recuperáveis ....................................................................................... R$ 10.000,00 

Com base nessas informações, o valor dos estoques da Cia. Pedras Belas foi aumentado, em reais,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra B

    CPC 16 - Estoques

    Custos de aquisição

    11.   O custo de aquisição dos estoques compreende o preço de compra, os impostos de importação e outros tributos (exceto os recuperáveis perante o fisco), bem como os custos de transporte, seguro, manuseio e outros diretamente atribuíveis à aquisição de produtos acabados, materiais e serviços. Descontos comerciais, abatimentos e outros itens semelhantes devem ser deduzidos na determinação do custo de aquisição
     

    Mercadorias .............................................................................. R$ 80.000,00

    Frete para transporte das mercadorias até a empresa .................. R$ 5.000,00

    Seguro para transporte das mercadorias até a empresa ................. R$ 3.000,00

    Tributos não recuperáveis ......................................................... R$ 10.000,00 
    TOTAL.......................................................................................98.000,00

    bons estudos


ID
2302576
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

A despesa de aluguel do imóvel onde está instalado o almoxarifado central de determinada entidade pública, do mês de dezembro de 2015, foi empenhada e liquidada no referido mês e o pagamento ocorreu em 20 de janeiro de 2016. A entidade ao reconhecer a despesa no exercício de 2015, sob a perspectiva do setor público, atende ao princípio de contabilidade da

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra D

    Resolução 1.111 CFC

    Princípio da competência
    : Perspectivas do Setor Público

    O Princípio da Competência é aquele que reconhece as transações e os eventos na ocorrência dos respectivos fatos geradores, independentemente do seu pagamento ou recebimento, aplicando-se integralmente ao Setor Público.

    Os atos e os fatos que afetam o patrimônio público devem ser contabilizados por competência, e os seus efeitos devem ser evidenciados nas Demonstrações Contábeis do exercício financeiro com o qual se relacionam, complementarmente ao registro orçamentário das receitas e das despesas públicas.

    bons estudos

  • Excelente questão! Ao mesmo tempo que aborda matéria de Direito Financeiro, relaciona a cobrança com a Contabilidade.

    Alternativa correta: letra "d".

  • Questão sobre os princípios fundamentais de contabilidade aplicados ao setor público.

    No contexto das ciências em geral, podemos dizer que princípios são um conjunto de valores e pressupostos básicos, que no caso dos princípios contábeis são válidos para a matéria contábil. Podem ser extraídos da legislação (ex.: NBC TG) ou da própria doutrina contábil.

    Nesse contexto, a antiga Resolução CFC n.º 750/93, tratava dos princípios fundamentais de contabilidade, que representavam a essência das doutrinas e teorias no Brasil relativas à ciência da Contabilidade na época. Entre eles estavam expressamente detalhados o princípio da entidade, da continuidade, da oportunidade, do registro pelo valor original, da competência, entre outros, muito cobrados em prova.

    Atenção! Apesar da resolução ter sido revogada pela NBC TSP EC, isso não significa que os princípios contábeis nela inseridos foram extintos. Existem princípios que ainda são mencionados na nova Estrutura Conceitual (ex.: prudência) e outros que continuam sendo princípios doutrinários válidos e aceitos, ainda que não positivados na norma técnica. Por isso, existem questões recentes de concurso que ainda utilizam a norma revogada como referência – assim como citado na questão.

    Dica! Vejamos um resumo com os princípios fundamentais da contabilidade inseridos na Resolução CFC n.º 750/93. Grave que CFC tem CCROPE:

    Competência
    Continuidade
    Registro pelo valor original
    Oportunidade
    Prudência
    Entidade

    Voltando para a questão, agora podemos analisar especificamente o princípio da competência, cujas características são mencionadas no comando da questão. O princípio da competência sustenta o que chamamos atualmente de regime de competência.

    De forma geral, existem dois regimes na contabilização de receitas e despesas, que são utilizados para registrarmos os fatos contábeis referentes a entidade. Ou seja, dois critérios podem ser utilizados para atestar a existência de uma receita e uma despesa: caixa ou competência.

    No regime de caixa, se considera a existência de uma receita, quando a entidade recebe um valor e de uma despesa quando a entidade paga um valor. Neste regime de contabilização o que interessa é a efetiva entrada de recursos, no que diz respeito às receitas, e o efetivo pagamento ou saída de recursos, no que diz respeito às despesas.

    Já no regime de competência, consagrado na NBC TG EC (CPC 00) e na legislação societária, as receitas e despesas são geradas em função da ocorrência do fato gerador (ex.: prestação de um serviço). Em outras palavras, receitas são consideradas ganhas quando uma mercadoria ou produto ou serviço são prestados, independentemente de o valor ter sido recebido, e as despesas, como incorridas para fins de registro, quando concretizadas, independentemente de terem sido pagas.

    Atenção! No setor público, sob o enfoque orçamentário, a Lei n.º 4.320/1964 adota um regime contábil misto para a escrituração das receitas e despesas, com o regime de caixa para as receitas (arrecadação) e o regime de competência para as despesas (empenho).

    Feita toda a revisão do assunto, já podemos analisar as alternativas:

    A) Errada. Transparência é um princípio orçamentário, não é considerado majoritariamente um princípio de contabilidade.

    B) Errada. Anualidade é um princípio orçamentário, não é um princípio de contabilidade.

    C) Errada. Programação é um princípio orçamentário, não é um princípio de contabilidade.

    D) Certa. Ao reconhecer a despesa no exercício de 2015 a entidade atende ao princípio de contabilidade da competência, pois a transação é reconhecida no período a que se refere, independentemente do pagamento em 2016.

    Para arrematar, veja a disposição da antiga Resolução CFC n.º 750/93:

    "Art. 9º O Princípio da Competência determina que os efeitos das transações e outros eventos sejam reconhecidos nos períodos a que se referem, independentemente do recebimento ou pagamento.

    Parágrafo único. O Princípio da Competência pressupõe a simultaneidade da confrontação de receitas e de despesas correlatas. (Redação dada pela Resolução CFC n.º 1.282/10.)"

    E) Errada. Segundo a NBC TSP EC, fidedignidade é uma característica da informação contábil, não é princípio.


    Gabarito do Professor: Letra D.

ID
2302579
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Segundo o Plano de Contas Aplicado ao Setor Público, o registro contábil da arrecadação da receita de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços − ICMS, concomitante com o fato gerador, no subsistema de informações patrimoniais, será realizado mediante débito e crédito, respectivamente, nos títulos de contas

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra A

    Observe que a questão nos limitou ao subsistema patrimonial, dessa forma, Letra E errada por mostrar conta do subsistema orçamentário
    Letra B errada por mostrar incorretamente o  nome da conta do subsistema orçamentário, cujo lançamento é "receita a realizar, receita realizada".

    Se a arrecadação do imposto coincidiu com o FG então não há para o Estado um direito a receber ( Crédito tributário a receber ), por esse motivo, Letras C errada.

    Por fim, o ICMS não incide sobre a renda (incide IR), como propõe a Letra D, que está errada também.

    Lançamento correto no subsistema patrimonial:
    D Caixa e equivalentes de caixa em moeda nacional
    C Impostos sobre a produção e a circulação − ICMS

    bons estudos

  • Renato,

     

    Você é funcionário do QC? Se sim, parabéns ao QC pela excelente contratação. Se não, uma pena, pois suas contribuições (desde 2015, pelo menos) são de EXTREMA IMPORTÂNCIA e ajudam muitos alunos (como o que vos fala) a alcançar o tão sonhado cargo público.

     

    Mais uma vez, meus parabéns pelos comentários!

  • Só tenho uma ponderação a fazer.

     

    Sendo bem rigoroso, a assertiva fala em ARRECADAÇÃO e não RECOLHIMENTO, se formos levar em conta o estágio da receita pública. Assim, podemos entender que há ainda um direito a receber registrado na contabilidade da entidade tendo em vista que o valor arrecadado ainda não se encontra no CAIXA da entidade e sim junto AOS AGENTES ARRECADADORES (Instituições Financeiras). 

     

    Por isso podemos contabilizar a receita pública da seguinte forma:

     

    ARRECADAÇÃO concomitante ao fato gerador:

    D - Crédito Tributário a Receber

    C - ICMS (VPA)

     

    RECOLHIMENTO quando o agente arrecadador repassa aos cofres públicos a receita tributária

    D - Caixa

    C - Crédito Tributário a Receber.

     

     

    Assim, sustento que, a rigor, a ALTERNATIVA C está correta.

  • Gabarito Letra "A"

     

    REGISTRO CONTÁBIL

     

    Arrecadação da Receita concomitante com o Fato Gerador:


    Natureza da Informação > Patrimonial

    D - 1.1.1.x.x.xx.xx - Caixa e Equivalente de Caixa

    C - 4.1.x.x.x.xx.xx - VPA - Impostos

     

     


ID
2302582
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Determinado Estado da região Central do Brasil, no exercício de 2015, repassou à Assembleia Legislativa, a título de duodé- cimos, o total de R$ 90.178.000,00, para execução orçamentária. Os duodécimos recebidos pela Assembleia Legislativa deverão ser demonstrados, no Balanço Financeiro, como

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra C

    Transferências Financeiras Recebidas e Concedidas

    Refletem as movimentações de recursos financeiros entre órgãos e entidades da administração direta e indireta. Podem ser orçamentárias ou extraorçamentárias. Aquelas efetuadas em cumprimento à execução do Orçamento são as cotas, repasses e sub-repasses. Aquelas que não se relacionam com o Orçamento em geral decorrem da transferência de recursos relativos aos restos a pagar. Esses valores, quando observados os demonstrativos consolidados, são compensados pelas transferências financeiras concedidas

    fonte: MCASP 7ED
    bons estudos

  • As Transferências Intergovernamentais compreendem a entrega de recursos, correntes ou de capital, de um ente (chamado “transferidor”) a outro (chamado “beneficiário”, ou “recebedor”). Podem ser voluntárias, nesse caso destinadas à cooperação, auxílio ou assistência, ou decorrentes de determinação constitucional ou legal.  Ainda sobre o conceito de transferência intergovernamental, é importante destacar que, como seu próprio nome indica, essas transferências ocorrem entre esferas distintas de governo, não guardando relação, portanto, com as operações intraorçamentárias ocorridas no âmbito do orçamento de cada ente.

     

    Transferências Voluntárias - Conforme o art. 25 da Lei Complementar nº 101/2000, entende-se por transferência voluntária a entrega de recursos correntes ou de capital a outro ente da Federação, a título de cooperação, auxílio ou assistência financeira, que não decorra de determinação constitucional, legal ou os destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS).

    fonte: MCASP 7ED

     

     

  • RESOLUÇÃO

    Note que os duodécimos nada mais são que transferências que saem de um ente da federação para outro. Vejamos o que diz o MCASP sobre as transferências que são registradas no Balanço Financeiro:

    Transferências Financeiras Recebidas e Concedidas

    Refletem as movimentações de recursos financeiros entre órgãos e entidades da administração direta e indireta. Podem ser orçamentárias ou extraorçamentárias. Aquelas efetuadas em cumprimento à execução do Orçamento são as cotas, repasses e sub-repasses. Aquelas que não se relacionam com o Orçamento em geral decorrem da transferência de recursos relativos aos restos a pagar. Esses valores, quando observados os demonstrativos consolidados, são compensados pelas transferências financeiras concedidas.

    Assim, a alternativa certa é a letra C).

    Gabarito: LETRA C


ID
2302585
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere as seguintes informações:

O Presidente da Assembleia Legislativa de determinado Estado autorizou a contratação de empresa para fornecimento de vale refeição aos servidores públicos da Assembleia Legislativa, no valor mensal de R$ 90.000,00, pelo prazo de 12 meses (01/05/2015 a 30/04/2016).

A despesa com vale refeição, segundo a Lei Federal nº 4.320/1964, deve ser empenhada no elemento de despesa

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra E

    Elemento da despesa 39 – Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica


    Despesas orçamentárias decorrentes da prestação de serviços por pessoas jurídicas para órgãos públicos, tais como: assinaturas de jornais e periódicos; tarifas de energia elétrica, gás, água e esgoto; serviços de comunicação (telefone, telex, correios, etc.); fretes e carretos; locação de imóveis (inclusive despesas de condomínio e tributos à conta do locatário, quando previstos no contrato de locação); locação de equipamentos e materiais permanentes; software; conservação e adaptação de bens imóveis; seguros em geral (exceto os decorrentes de obrigação patronal); serviços de asseio e higiene; serviços de divulgação, impressão, encadernação e emolduramento; serviços funerários; despesas com congressos, simpósios, conferências ou exposições; vale-refeição; auxílio-creche (exclusive a indenização a servidor); habilitação de telefonia fixa e móvel celular; e outros congêneres, bem como os encargos resultantes do pagamento com atraso das obrigações não tributárias

    fonte: MCASP 7ED
    bons estudos

  • 5 – Como proceder para identificar o elemento de despesa com contratação de serviços (36 – Outros
    Serviços de Terceiros Pessoa Física; 37 – Locação de mão de obra; 39 – Outros Serviços de Terceiros
    Pessoa Jurídica)?

    Quando um órgão contrata o serviço de uma pessoa física (autônomo) deve registrar a despesa
    no elemento 36 – Outros Serviços de Terceiros Pessoa Física, mas se a contratação da
    prestação de serviço for com uma pessoa jurídica, pode ser classificada, via de regra, em um
    dos elementos abaixo:
    • 37 – Locação de Mão de obra – despesas com prestação de serviços por pessoas
    jurídicas para órgãos públicos, tais como limpeza e higiene, vigilância ostensiva e
    outros, nos casos em que o contrato especifique o quantitativo físico do pessoal a ser
    utilizado; ou
    • 39 – Despesas orçamentárias decorrentes da prestação de serviços por pessoas
    jurídicas para órgãos públicos, tais como
    :
    assinaturas de jornais e periódicos; tarifas de
    energia elétrica, gás, água e esgoto; serviços de comunicação (telefone, telex, correios,
    etc.); fretes e carretos; locação de imóveis (inclusive despesas de condomínio e
    tributos à conta do locatário, quando previstos no contrato de locação); locação de
    equipamentos e materiais permanentes; software; conservação e adaptação de bens
    imóveis; seguros em geral (exceto os decorrentes de obrigação patronal); serviços de
    asseio e higiene; serviços de divulgação, impressão, encadernação e emolduramento;
    serviços funerários; despesas com congressos, simpósios, conferências ou exposições;
    vale-refeição; auxílio-creche (exclusive a indenização a servidor); habilitação de
    telefonia fixa e móvel celular; e outros congêneres, bem como os encargos resultantes
    do pagamento com atraso das obrigações de que trata este elemento de despesa.
    Portanto, se um determinado órgão contratar uma empresa para prestar serviço de limpeza, o
    elemento a ser utilizado será o 39 – Outros Serviços de Terceiros Pessoa Jurídica, mas se esse
    órgão contratar uma empresa para prestar o serviço de limpeza e no contrato estiver
    estipulado o quantitativo de dez funcionários na limpeza, por exemplo, o elemento será o 37 –
    Locação de Mão de obra

    Fonte: MCASP 6ED Perguntas e Respostas
     

  • "segundo a Lei Federal nº 4.320/1964". Alguém achou algo na 4.320?

  • fcc tem essa mania de citar lei 4320 quando na verdade é no MCASP que encontramos a informação.

  • GABARITO LETRA E.

     

    As vezes é chato ler a "LEI SECA", mas é ela que dá uma cobertura para resolver esse tipo de questão que não é puramente decobera, mas os conceitos do Manual acabam entrando como "osmose" na nossa mente.

     

    Nos encontramos na posse ;)

  • Para conhecimento: MCASP (2018)

    letra a)

     42 – Auxílios

    Despesas orçamentárias destinadas a atender a despesas de investimentos ou inversões financeiras de outras esferas de governo ou de entidades privadas sem fins lucrativos, observado, respectivamente, o disposto nos arts. 25 e 26 da Lei Complementar nº 101/2000.

  • É só lembrar da tabela que tem na lei 4320/64. Pelo enunciado identifica-se que trata-se de uma despesa corrente. Dentre as alternativas a que mais se encaixa com uma opção de Despesa Corrente dada pela lei, é alternativa E.


    DESPESAS CORRENTES Despesas de Custeio Pessoa Civil Pessoal Militar Material de Consumo Serviços de Terceiros Encargos Diversos


  • Até agora, a maioria das questões da FCC sobre a lei 4.320/1994 estão sendo tiradas do MCASP.


ID
2302588
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere as seguintes informações:

O Presidente da Assembleia Legislativa de determinado Estado autorizou a contratação de empresa para fornecimento de vale refeição aos servidores públicos da Assembleia Legislativa, no valor mensal de R$ 90.000,00, pelo prazo de 12 meses (01/05/2015 a 30/04/2016).

Do total da despesa empenhada para o exercício de 2015, foi inscrito em restos a pagar o valor de R$ 90.000,00. Nestas condições, o valor da despesa paga no exercício de 2015 foi, em reais,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra D

    Resto a pagar
    : toda despesa empenhada mas nao paga.

    01/05/2015 a 30/04/2016 = 8 meses
    8x90.000 = 720.000 de despesa empenhada

    A questão diz que 90 foi inscrito como RP, dessa forma quer dizer que 630.000 foi pago no mesmo exercício do empenho (720.000-90.000).

    bons estudos

  • Despesa empenhada no exercício de 2015:

    01/05/2015 a 31/12/2015 = 8 meses

    Despesas pagas no exercício de 2015:

    07 meses, pois o mês de Dezembro, de 1º a 31/12/15, foi inscrito em restos a pagar, para pagamento no exercício seguinte.

     

    Sendo assim, 7 meses x R$ 90.000,00 = R$ 630.000,00

    Gabarito: D

    “Se você quer ser bem sucedido, precisa ter dedicação total, buscar seu último limite e dar o melhor de si.” 
     

  • Na minha opinião, nessa questão cabia recurso! Ela não fala se o valor do aluguel foi totalmente empenhado ou não. 

    Para aluguel, a orientação, contida no próprio MCASP 7 (pág. 100), é o empenho é do tipo global:

    Global: é o tipo de empenho utilizado para despesas contratuais ou outras de valor determinado, sujeitas a parcelamento, como, por exemplo, os compromissos decorrentes de aluguéis.

    Além disso, por ser uma despesa de 2015, consumirá recursos do orçamento de 2015, não podendo ser empenhada em 2016, a menos que o seja como Despesa de Exercícios Anteriores. 

    Assim, entendo que deveria ser empenhado todo o valor da despesa com o aluguel em 2015, ou seja: R$ 90.000 x 12 = R$ 1.080.000.

    Como foi inscrito o valor de R$ 90.000 em Restos a Pagar, a resposta seria R$ 990.000 (R$ 1.080.000 - R$ 90.000), alternativa B.

  • Os dois primeiros comentários foram muito bons para me ajudar a desenvolver a questao , porém achei uma maneira muito mais facil de responder,

    Veja :  Despesa empenhada no exercicio de 2015 :

               01/05/2015 a 30/12/2015 = é 8  mêses

    entao você pega : 8 x 90,000= 720,000 

    as despesas pagas no exercicio de 2015 é :

    90,000 - 720,000 = 630,000                       

  • São 8 x 90.000,00 = 720.000,00, => " Despesa Empenhada" -  Inscrições em restos a pagar = o total de despesas pagas 

     

    Gabarito d ) 630.000,00

  • Período de execução da despesa de 01/05/2015 a 30/04/2016 (12 meses) 

     

    Valor mensal da despesa: R$ 90.000,00

     

    Despesa empenhada no exercício de 2015: de maio a dezembro de 2015, correspondente a 8 meses

     

    Quanto ao período de 8 meses para o qual foi emitida a nota de empenho, deve-se observar o art.27 do Decreto  nº 93.872/1986, de acordo com o qual "As despesas relativas a contratos, convênios, acordos ou ajustes de vigência plurianual, serão empenhadas em cada exercício financeiro pela parte nele a ser executada.

     

    Em outras palavras, empenhou-se a despesa apenas para o exercício financeiro de 2015, ficando o empenho de janeiro a abril de 2016 para a LOA de 2016 (e depois do decreto de programação financeira), se houver ainda a execução do contrato.

     

    Total da despesa empenhada no exercício de 2015: (R$ 90.000,00 * 8) = R$ 720.000,00 

     

    RAP = Total da despesa empenhada - Total da despesa paga 

     

    Total da despesa paga = Total da despesa empenhada - RAP 

     

    Total da despesa paga = R$ 720.000,00 - R$ 90.000,00 

     

    Total da despesa paga = R$ 630.000,00

     

    Gabarito oficial: letra D.


ID
2302591
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

As demonstrações contábeis do exercício de 2015 do Estado do Rio Negro foram publicadas no Diário Oficial do Estado em 31/03/2016. O demonstrativo contábil que evidencia a movimentação financeira das entidades do setor público, demonstrando a receita orçamentária realizada e a despesa orçamentária executada, por fonte e destinação de recurso, discriminando as ordinárias e as vinculadas, é

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra A

    O Balanço Financeiro (BF) evidencia as receitas e despesas orçamentárias, bem como os ingressos e dispêndios extraorçamentários, conjugados com os saldos de caixa do exercício anterior e os que se transferem para o início do exercício seguinte.

    O Balanço Financeiro é composto por um único quadro que evidencia a movimentação financeira das entidades do setor público, demonstrando:
    1. a receita orçamentária realizada e a despesa orçamentária executada, por fonte / destinação de recurso, discriminando as ordinárias e as vinculadas;
    2. os recebimentos e os pagamentos extraorçamentários;
    3. as transferências financeiras recebidas e concedidas, decorrentes ou independentes da execução orçamentária, destacando os aportes de recursos para o RPPS; e
    4. o saldo em espécie do exercício anterior e para o exercício seguinte.

    Lei nº 4.320/1964
    Art. 103. O Balanço Financeiro demonstrará a receita e a despesa orçamentárias bem como os recebimentos e os pagamentos de natureza extra-orçamentária, conjugados com os saldos em espécie provenientes do exercício anterior, e os que se transferem para o exercício seguinte.


    fonte: MCASP 7ED
    bons estudos

  • Balanço Financeiro: receitas ORDINÁRIAS e VINCULADAS;

    DFC: receitas ORIGINÁRIAS e DERIVADAS.


ID
2302594
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

No mês de setembro de 2016, os descontos efetuados por determinada entidade do setor público na folha de salários dos servidores a título de contribuição previdenciária foi de R$ 280.500,00. As contribuições previdenciárias retidas dos salários dos servidores pelo ente público, segundo a Lei Federal nº 4.320/1964, devem ser classificadas como

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra B

    Ingressos extraorçamentários são recursos financeiros de caráter temporário, do qual o Estado é mero agente depositário. Sua devolução não se sujeita a autorização legislativa, portanto, não integram a Lei Orçamentária Anual (LOA). Por serem constituídos por ativos e passivos exigíveis, os ingressos extraorçamentários em geral não têm reflexos no Patrimônio Líquido da Entidade.
    São exemplos de ingressos extraorçamentários: os depósitos em caução, as fianças, as operações de crédito por antecipação de receita orçamentária (ARO), a emissão de moeda, e outras entradas compensatórias no ativo e passivo financeiros.

    fonte: MCASP 7ED
    bons estudos

  • ENTRAM EM CARATER TEMPORÁRIO.

    SUJEITO A DEVOLUÇÃO

  • A FCC COLOCA NAS QUESTÕES "SEGUNDO A LEI 4.320", sendo que a maioria das respostas não consta na letra da lei... Eles comem merda?

  • Ingressos Extraorçamentarios -  Representam entradas compensatórias, temporárias. 

    Estado enquanto mero depositário.

    Em geral, não tem reflexos no Patrimonio Líquido.

  • "segundo a Lei Federal nº 4.320/1964". Alguém encontrou algo na 4.320?

  • GABARITO LETRA B.

     

    DESPESA EXTRAORÇAMENTÁRIA – são aqueles decorrentes de:


    Saídas compensatórias no ativo e no passivo financeiro – representam desembolsos de recursos de terceiros em poder do ente público, tais como:


    Devolução dos valores de terceiros (cauções/depósitos) – a caução em dinheiro constitui uma garantia fornecida pelo contratado e tem como objetivo assegurar a execução do contrato celebrado com o poder público. Ao término do contrato, se o contratado cumpriu com todas as obrigações, o valor será devolvido pela administração pública. Caso haja execução da garantia contratual, para ressarcimento da Administração pelos valores das multas e indenizações a ela  devidos, será registrada a baixa do passivo financeiro em contrapartida a receita
    orçamentária. 


    Recolhimento de Consignações / Retenções – são recolhimentos de valores anteriormente retidos na folha de salários de pessoal ou nos pagamentos de serviços de terceiros;  


    Pagamento das operações de crédito por antecipação de receita orçamentária (ARO) – conforme determina a LRF, as antecipações de receitas orçamentárias para atender a insuficiência de caixa deverão ser quitadas até o dia 10 de dezembro de cada ano. Tais pagamentos não necessitam de autorização orçamentária para que sejam efetuados; 

     

    Pagamentos de Salário-Família, Salário-Maternidade e Auxílio-Natalidade – os benefícios da Previdência Social adiantados pelo empregador, por força de lei, têm natureza extraorçamentária e, posteriormente, serão objeto de compensação ou restituição. 

     

    Pagamento de restos a pagar – são as saídas para pagamentos de despesas empenhadas em exercícios anteriores. Ou seja, pertencem a exercícios anteriores, de acordo com seu respectivo empenho, de forma que nos seguintes serão consideradas extraorçamentárias.

     

    FONTE: MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO 7ª Edição

  • Gabarito B

    Despesa Extraorçamentário – são aqueles decorrentes de:

    i. Saídas compensatórias no ativo e no passivo financeiro – representam desembolsos de recursos de terceiros em poder do ente público, tais como:

    ▪ Devolução dos valores de terceiros (cauções/depósitos) – a caução em dinheiro constitui uma garantia fornecida pelo contratado e tem como objetivo assegurar a execução do contrato celebrado com o poder público. Ao término do contrato, se o contratado cumpriu com todas as obrigações, o valor será devolvido pela administração pública. Caso haja execução da garantia contratual, para ressarcimento da Administração pelos valores das multas e indenizações a ela devidos, será registrada a baixa do passivo financeiro em contrapartida a receita orçamentária.

    Recolhimento de Consignações / Retenções – são recolhimentos de valores anteriormente retidos na folha de salários de pessoal ou nos pagamentos de serviços de terceiros; (Se é uma despesa extraorçamentária, concomitantemente, consideramos uma receita extraorçamentária.)

    ▪ Pagamento das operações de crédito por antecipação de receita orçamentária (ARO) – conforme determina a LRF, as antecipações de receitas orçamentárias para atender a insuficiência de caixa deverão ser quitadas até o dia 10 de dezembro de cada ano. Tais pagamentos não necessitam de autorização orçamentária para que sejam efetuados;

    ▪ Pagamentos de Salário-Família, Salário-Maternidade e Auxílio-Natalidade – os benefícios da Previdência Social adiantados pelo empregador, por força de lei, têm natureza extraorçamentária e, posteriormente, serão objeto de compensação ou restituição.

    ii. Pagamento de restos a pagar – são as saídas para pagamentos de despesas empenhadas em exercícios anteriores. Ou seja, pertencem a exercícios anteriores, de acordo com seu respectivo empenho, de forma que nos seguintes serão consideradas extraorçamentárias.


ID
2302597
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere os ingressos de receitas e desembolsos de despesas referentes à execução orçamentária de determinada entidade do setor público no exercício de 2015. (valores em reais)

Ingressos de Recursos Financeiros
− Impostos ................................................................................................................... 290.000,00
− Contribuições de Melhoria ................................................................................................ 65.000,00
− Alienação de Bens Imóveis ............................................................................................ 110.000,00
− Taxas de Limpeza Pública .............................................................................................. 25.000,00
− Contribuições Econômicas (Custeio de Iluminação Pública) ............................................. 35.000,00
− Rendimentos de Aplicações Financeiras ............................................................................. 15.000,00
− Operações de Crédito ....................................................................................................... 70.000,00
− Quota Parte do ICMS e do IPVA ........................................................................................ 130.000,00

Desembolsos de Recursos Financeiros
− Pessoal e Encargos Sociais ........................................................................................ 290.000,00
− Amortização da Dívida de Longo Prazo ........................................................................ 85.000,00
− Coleta de Lixo nos Hospitais Públicos .............................................................................. 35.000,00
− Água, Luz e Telefone ...................................................................................................... 20.000,00
− Aquisição de Veículos ................................................................................................ 55.000,00
− Conservação e Manutenção de Imóveis Públicos ..................................................... 45.000,00
− Locação de Mão de Obra ................................................................................................ 30.000,00
− Juros e Encargos da Dívida ............................................................................................. 25.000,00
− Aquisição de Imóveis ................................................................................................ 115.000,00 

A entidade, com base nos ingressos e desembolsos dos recursos financeiros, elaborou a Demonstração dos Fluxos de Caixa do exercício de 2015. O fluxo de caixa líquido das atividades operacionais totaliza, em reais,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra C

    ingressos operacionais = 560.000

    − Impostos ................................................................................................................... 290.000,00

    − Contribuições de Melhoria ................................................................................................ 65.000,00

    − Taxas de Limpeza Pública .............................................................................................. 25.000,00

    − Contribuições Econômicas (Custeio de Iluminação Pública) ............................................. 35.000,00

    − Rendimentos de Aplicações Financeiras ............................................................................. 15.000,00

    − Quota Parte do ICMS e do IPVA ........................................................................................ 130.000,00


    Despesas operacionais = 445.000

    − Pessoal e Encargos Sociais ........................................................................................ 290.000,00

    − Coleta de Lixo nos Hospitais Públicos .............................................................................. 35.000,00

    − Água, Luz e Telefone ...................................................................................................... 20.000,00

    − Conservação e Manutenção de Imóveis Públicos ..................................................... 45.000,00

    − Locação de Mão de Obra ................................................................................................ 30.000,00

    − Juros e Encargos da Dívida ............................................................................................. 25.000,00

    560.000 - 445.000 = 115.000

    bons estudos

  • Isso não entraria em FAI?

    Rendimentos de Aplicações Financeiras ............................................................................. 15.000,00

  • Antonia, segundo o MCASP 7 Rendimentos fazem parte do FAO:

     

    FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES
    OPERACIONAIS
    Ingressos
    Receitas derivadas e originárias
    Transferências correntes recebidas
    Desembolsos
    Pessoal e demais despesas
    Juros e encargos da dívida
    Transferências concedidas
     

    RECEITAS DERIVADAS E ORIGINÁRIAS
    Receita Tributária
    Receita de Contribuições
    Receita Patrimonial
    Receita Agropecuária
    Receita Industrial
    Receita de Serviços
    Remuneração das Disponibilidades
    Outras Receitas Derivadas e Originárias
     

  • Antonia, complementando o comentário do Le Lendário,

    "Rendimento de aplicação financeira" é Receita Corrente Patrimonial. E Receita Corrente serve para custear as despesas correntes, que estão relacionadas às atividades operacionais do poder público. 


ID
2302600
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere os ingressos de receitas e desembolsos de despesas referentes à execução orçamentária de determinada entidade do setor público no exercício de 2015. (valores em reais)

Ingressos de Recursos Financeiros
− Impostos ................................................................................................................... 290.000,00
− Contribuições de Melhoria ................................................................................................ 65.000,00
− Alienação de Bens Imóveis ............................................................................................ 110.000,00
− Taxas de Limpeza Pública .............................................................................................. 25.000,00
− Contribuições Econômicas (Custeio de Iluminação Pública) ............................................. 35.000,00
− Rendimentos de Aplicações Financeiras ............................................................................. 15.000,00
− Operações de Crédito ....................................................................................................... 70.000,00
− Quota Parte do ICMS e do IPVA ........................................................................................ 130.000,00

Desembolsos de Recursos Financeiros
− Pessoal e Encargos Sociais ........................................................................................ 290.000,00
− Amortização da Dívida de Longo Prazo ........................................................................ 85.000,00
− Coleta de Lixo nos Hospitais Públicos .............................................................................. 35.000,00
− Água, Luz e Telefone ...................................................................................................... 20.000,00
− Aquisição de Veículos ................................................................................................ 55.000,00
− Conservação e Manutenção de Imóveis Públicos ..................................................... 45.000,00
− Locação de Mão de Obra ................................................................................................ 30.000,00
− Juros e Encargos da Dívida ............................................................................................. 25.000,00
− Aquisição de Imóveis ................................................................................................ 115.000,00 

Os desembolsos de recursos financeiros, no exercício de 2015, que alteram a composição dos elementos patrimoniais, sem afetar o patrimônio líquido da entidade, totalizam, em reais,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra A

    Total de desembolsos permutativos ou não-efetivo
    (nao afeta o PL):

    − Amortização da Dívida de Longo Prazo ........................................................................ 85.000,00

    − Aquisição de Veículos ................................................................................................ 55.000,00

    − Aquisição de Imóveis ................................................................................................ 115.000,00 

    TOTAL = 255.000

    bons estudos

  • Alguém poderia explicar como se dá a permutação no desembolso "Amortização da Dívida"?

  • Anderson Lopes a permuta acontece como um pagamento da dívida de longo Prazo, saindo dinheiro do ativo e diminuindo a dívida do passivo. Os lançamentos seriam os seguintes:

    D- Amortização da Dívida (Passivo)

    C- Banco (Ativo)

    Bons estudos!

  • A parcela de uma dívida é composta por capital + juros. O capital amortiza a dívida e não sensibiliza o PL (diminui o ativo e o passivo na mesma proporção). Já os juros são despesas financeiras e sensibiliza o PL (diminui o ativo como contrapartida de pagamento de uma despesa, diminuindo assim o PL).

  • Despesa orçamentária não efetiva: no momento da sua realização, não reduz a situação líquida patrimonial da entidade e constitui fato contábil permutativo. Exemplo: despesas de capital, exceto as transferências de capital que causam decréscimo patrimonial e, assim, são efetivas.

    Despesa orçamentária efetiva: aquela que, no momento da sua realização, reduz a situação líquida patrimonial da entidade. Exemplos: despesas correntes, exceto aquisição de materiais para estoque e a despesa com adiantamento, que representam fatos permutativos e, assim, são não efetivas.

    Fonte: Sérgio Mendes

  • GAB: LETRA A

    Complementando!

    Fonte: Prof. Sérgio Mendes

    Os desembolsos que não afetam o patrimônio líquido correspondem às despesas não efetivas

    • A  despesa  orçamentária  não  efetiva  ou  por  mutação  patrimonial  é  aquela  que,  no  momento  da  sua realização,  não  reduz  a  situação  líquida  patrimonial  da  entidade  e  constitui  fato  contábil  permutativo. 

    Exemplo: despesas de capital, exceto as transferências de capital que causam decréscimo patrimonial  e, assim, são efetivas. 

    Despesas não efetivas: 

    • Amortização da dívida de longo prazo ➠ 85.000 
    • Aquisição de veículos ➠ 55.000 
    • Aquisição de imóveis ➠ 115.000 
    • Total = 255.000,00. 

  • GABARITO A

    Desembolsos que não afetam o patrimônio líquido ------ > despesas não efetivas --->despesas de capital, exceto as transferências de capital que causam decréscimo patrimonial e, assim, são efetivas.

    Despesas não efetivas: Capital

    Amortização da dívida de longo prazo 85.000

    Aquisição de veículos 55.000

    Aquisição de imóveis 115.000

    Total = 255.000,00.

    ------ >Despesa Orçamentária Não Efetiva ou por Mutação Patrimonial: aquela que, no momento da sua realização, não reduz a situação líquida patrimonial da entidade e constitui fato contábil permutativo. Exemplo: despesas de capital, exceto as transferências de capital que causam decréscimo patrimonial e, assim, são efetivas


ID
2302603
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

A despesa total de pessoal do Poder Legislativo incluindo o Tribunal de Contas do Estado referente ao terceiro quadrimestre de 2015 cumpriu o limite estabelecido na Lei Complementar nº 101/2000. De acordo com esta lei, considerando que no Estado não há Tribunal de Contas dos Municípios, o limite estabelecido para o Poder Legislativo incluído o Tribunal de Contas do Estado não poderá exceder, em cada período de apuração, o percentual máximo de

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra D

    Limites da LRF com gastos com pessoal

    União 50%

    1.Executivo = 40,9%
    2.Legislativo e TC = 2,5%
    3.Judiciário = 6%
    4.MP = 0,6%

    Estados 60%
    1.Executivo = 49%
    2.Legislativo e TC = 3%
    3.Judiciário = 6%
    4.MP = 2%

    Municípios 60%
    1.Executivo = 54%
    2.Legislativo = 6%

    bons estudos

  • Complementando: Art. 20 LRF:

    § 4o Nos Estados em que houver Tribunal de Contas dos Municípios, os percentuais definidos nas alíneas a e c do inciso II do caput serão, respectivamente, acrescidos e reduzidos em 0,4% (quatro décimos por cento).

    Ou seja: RETIRA DO EXECUTIVO (0,4 décimos) E ADICIONA NO LEGISLATIVO

     

    Fica assim:

    Estados 60%
    1.Executivo = 48,6%
    2.Legislativo e TC = 3,4%
    3.Judiciário = 6%
    4.MP = 2%

    Estados em que há Tribunal de Contas dos Municípios do Estado (órgão estadual): Bahia, Ceará, Goias e Pará.

    (Há dois Tribunais de Contas do Município (órgão municipal): São Paulo e Rio de Janeiro - A LRF não está se referindo a estes dois casos, salvo melhor juízo).

    Fonte: própria LRF.

  • Art. 19. Para os fins do disposto no caput do art. 169 da Constituição, a despesa total com pessoal, em cada período de apuração e em cada ente da Federação, não poderá exceder os percentuais da receita corrente líquida, a seguir discriminados:

     

    I União: 50% (cinqüenta por cento);

     

    II Estados: 60% (sessenta por cento);

     

    III Municípios: 60% (sessenta por cento).

     

    Art. 20. A repartição dos limites globais do art. 19 não poderá exceder os seguintes percentuais:

    II na esfera estadual:

     

    a) 3% (três por cento) para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas do Estado;

    b) 6% (seis por cento) para o Judiciário;

    c) 49% (quarenta e nove por cento) para o Executivo;

    d) 2% (dois por cento) para o Ministério Público dos Estados;

     

    § 4º Nos Estados em que houver Tribunal de Contas dos Municípios, os percentuais definidos nas alíneas a e c do inciso II do caput serão, respectivamente, acrescidos e reduzidos em 0,4% (quatro décimos por cento).

     

    Conforme determinado pelo artigo 19, os limites para despesas com pessoal são percentuais relativos à Receita Corrente Líquida. Já o art. 20 repartiu os limites de cada ente por Poder, determinando que 3% seja o limite máximo para o Legislativo e Tribunais de Contas do Estado.

    Apesar de não ser a situação da questão, devemos ter em mente o § 4º do art. 20 que determina que os Estados que possuam Tribunal de Contas dos Municípios terão os limites alterados, sendo 0,4% retirado do limite do executivo e somado ao limite do Legislativo. 

     

    Diante do exposto, o limite máximo do Poder Legislativo incluído o Tribunal de Contas do Estado não poderá exceder 3% da Receita Corrente Líquida.

     

    Gabarito: Letra D

     

    Comentário Felipe Reis

  • REPARTIÇÃO DE LIMITES

     

                                                                  UNIÃO                   ESTADOS            MUNICIPIOS

     

                                                                   50%                       60%                       60%

     

    LEGISLATIVO  ----------------------------       2,5%                      3%                        6%

     

    JUDICIÁRIO    -----------------------------      6%                       6%

     

    EXECUTIVO ------------------------------         40,9%                   49%                      54%

     

    RECEITA CORRENTE LIQUIDA

  • O difícil é saber um dos %, quiçá todos. Foda heeein!!

  • Artigo 20, inciso ll, a): 3% (três por cento) para o Legislativo, incluido o Tribunal de Contas do Estado.

     § 1o Nos Poderes Legislativo e Judiciário de cada esfera, os limites serão repartidos entre seus órgãos de forma proporcional à média das despesas com pessoal, em percentual da receita corrente líquida, verificadas nos três exercícios financeiros imediatamente anteriores ao da publicação desta Lei Complementar.

     

  • Obrigado, Carla! Eu nunca havia entendido essa lógica dos Tribunais de Contas dos Municípios porque eu sempre interpretei como órgãos municipais (exatamente esses que as capitais do RJ e SP têm) e, por isso, não fazia sentido o limite ser estadual. Mas agora, sabendo que trata-se de um órgão estadual para julgar as contas dos municípios do respectivo Estado, faz todo o sentido! :D

  • Questão sobre limites para os gastos com pessoal estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

    A competência da LRF para tratar dos limites para as despesas com pessoal está amparada no art. 169 da CF/1988:

    “Art. 169. A despesa com pessoal ativo e inativo e pensionistas da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios não pode exceder os limites estabelecidos em lei complementar. (Redação dada pela Emenda Constitucional n.º 109, de 2021.)"

    Nesse contexto, a LRF amparada no caput no art. 169 da CF/1988 estabeleceu os limites globais em % da Receita Corrente Líquida (RCL) para cada ente e os repartiu por poder (incluindo o Ministério Público):

    “Art. 19. Para os fins do disposto no caput do art. 169 da Constituição, a despesa total com pessoal, em cada período de apuração e em cada ente da Federação, não poderá exceder os percentuais da receita corrente líquida, a seguir discriminados:

    I. União: 50% (cinquenta por cento);
    II. Estados: 60% (sessenta por cento);
    III. Municípios: 60% (sessenta por cento).

    Art. 20. A repartição dos limites globais do art. 19 não poderá exceder os seguintes percentuais:

    (...)

    II. na esfera estadual:

    a) 3% (três por cento) para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas do Estado;
    b) 6% (seis por cento) para o Judiciário;
    c) 49% (quarenta e nove por cento) para o Executivo;
    d) 2% (dois por cento) para o Ministério Público dos Estados;"

    Vou esquematizar uma versão simplificada dos limites que já é suficiente para a resolução da maior parte das questões sobre o assunto:


    Atenção! Conforme art. 20 da LRF, nos Estados em que houver Tribunal de Contas dos Municípios, os percentuais definidos do Poder Legislativo e do Poder Executivo serão, respectivamente, acrescidos e reduzidos em 0,4% (quatro décimos por cento).

    Feita toda a revisão, já podemos identificar o percentual máximo pedido na questão. Para isso, precisamos extrair as seguintes informações do enunciado:

    - Poder Legislativo.
    - Determinado estado da federação.
    - Não há Tribunal de Contas dos Municípios.

    Nesse caso, conforme quadro-resumo, o limite estabelecido não poderá exceder o percentual máximo de 3% − aplicado sobre a receita corrente líquida.


    Gabarito do Professor: Letra D.

ID
2302606
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

No Balanço Patrimonial, os ativos e passivos são segregados em circulante e não circulante. De acordo com a codificação das contas contábeis relacionadas no Plano de Contas Aplicado ao Setor Público, as contas 1.1.9.1.0.00.00 − Prêmios de Seguros Apropriar e 2.2.1.4.0.00.00 − Encargos Sociais a Pagar devem ser classificadas, respectivamente, no ativo

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra A

    No PCASP, as contas tem alguns números as identificam, lá tem o seguinte:
    1.ativo
    1.1 Ativo circulante
    1.2. Ativo nao circulante

    2.Passivo
    2.1.passivo circulante
    2.2.passivo nao circulante
    2.3 Patrimonio Líquido

    agora só checar as contas:
    1.1.9.1.0.00.00 − Prêmios de Seguros Apropriar (AC)
    2.2.1.4.0.00.00 − Encargos Sociais a Pagar (PNC)

    bons estudos

  • PCASP

    1.1 ATIVO CIRCULANTE

    1.2 ATIVO NÃO CIRCULANTE

    2.1 PASSIVO CIRCULANTE

    2.2 PASSIVO NÃO CIRCULANTE

    2.3 PATRIMONIO LÍQUIDO

  • Esse Renato é top! 


  • Parabéns Renato, Mito do QC

  • Boa Renato!

    Uma falta de atenção simples pode custar pontos essenciais à provação. hehe

    Ainda bem que o momento de errar é agora! 

  • Renato uma pergunta... Tu tem vida social?


    kkkkkkkkkkkkkkkkk.... Brincadeira Irmão. Parabéns pelos brilhantes comentários.

  • Renato sumiu...deve ser juiz hahaha

  • Pra quem não sabe, Renato passou para o cargo de Auditor Fiscal da SEFIN-RO em 2018.

  • Para resolver essa questão, precisamos nos lembrar da codificação de classe e grupo relativa às classes 1 (Ativo) e 2 (Passivo e Patrimônio Líquido). Vejamos:

    Assim, percebemos que a conta 1.1.9.1.0.00.00 está no Ativo Circulante, por conta dos dois primeiros dígitos (1.1) e a conta 2.2.1.4.0.00.00 está no Passivo Não Circulante, também por conta dos dois primeiros dígitos.

    Assim, a alternativa correta é a letra A).

    Gabarito: LETRA A

  • 2.2.1.4.0.00.00 − Encargos Sociais a Pagar

    2.1.1.4.0.00.00 − Encargos Sociais a Pagar

    Se pode dificultar, por que facilitar?

    Tinha que ser FCC...


ID
2302609
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Considere:

− A Autarquia Hospitalar Estadual Dom Joaquim II alienou, no mês de janeiro de 2016, um veículo pelo valor de R$ 35.000,00

− Valor da aquisição do veículo ..................................................................................... R$ 40.000,00

− Depreciação acumulada ......................................................................................... R$ 8.000,00 

Neste caso,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra B
     

    a) a receita de capital foi de R$ 32.000,00.
    Errado, foi de 35.000
     

    b) o ganho com alienação do imobilizado foi de R$ 3.000,00.
    CERTO: 35000-(40.000-8.000) = 3.000 de ganho de capital
     

    c) a variação patrimonial diminutiva foi de R$ 5.000,00.
    Houve variação patrimonial aumentativa de 3.000
     

    d) a receita de capital foi de 40.000,00.
    Errado, a receita de capital totalizou 35.000
     

    e) a receita corrente foi de R$ 3.000,00.
    Alienação de bens imóveis não é receita corrente nos termos da lei 4320

    bons estudos

  • valor da aquisição --- 40.000

    Deprec. Acumulada --- (8.000)

    Valor Contábil --- 32.000

     

    Valor de alienação (valor justo) --- 35.000

     

    35.000 - 32.000 = 3.000 -> ganho com alienação do imobilizado (o veículo fazia parte do imobilizado do Hospital).

  • Pessoal,

    alguém sabe me tirar essa dúvida?

    Foi 35.000,00 de receita de capital, porém o lançamento seria:

    D- Caixa (se à vista)....................... 35.000,00

    C- Receita Alienação de Imóveis...... 32.000,00

    C - VPA ........................................3.000,00

    Essa VPA (ganho na alienação) seria independente da execução, certo?

  • Srta. Auditora.

    Sim!

    É uma VPA, independente da execução orçamentária, ou seja, um acréscimo patrimonial.


ID
2302612
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere o balancete do subsistema de informações patrimoniais do mês de novembro de 2015 de uma entidade do setor público (valores em reais).

Grupo de Contas do Balancete Patrimonial (30/11/2015)
− Ativo Circulante ...................................................................................................................... 32.000,00
− Ativo não Circulante ............................................................................................................ 26.000,00
− Passivo Circulante ................................................................................................................... 7.000,00
− Passivo não Circulante ....................................................................................................... 9.000,00
− Patrimônio Líquido ................................................................................................................ 5.000,00
− Variações Patrimoniais Diminutivas ............................................................................. 35.000,00
− Variações Patrimoniais Aumentativas ............................................................................... 72.000,00

Durante o mês de dezembro de 2015, a entidade realizou as seguintes transações:

− Arrecadação de receitas correntes, concomitante ao fato gerador ................................... 18.000,00
− Doação de computadores a entidades sem fins lucrativos ................................................... 4.000,00
− Arrecadação de receitas de operações de crédito de longo prazo ................................. 10.000,00
− Empenho e pagamento de despesa de aluguel ................................................................. 2.000,00
− Abertura de crédito adicional por excesso de arrecadação de receitas ................................ 5.000,00
− Pagamento (devolução) de caução à empresa participante de licitação ................................... 1.000,00 

Após as transações realizadas pela entidade, o saldo do Ativo Circulante é, em reais,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra E
     

    − Arrecadação de receitas correntes, concomitante ao fato gerador ................................... 18.000,00
    D caixa (AC)
    C receita de imposto, taxa e contribuições de melhoria (Rec)
     

    − Doação de computadores a entidades sem fins lucrativos ................................................... 4.000,00
    D Despesa de doação (Desp)
    C móveis e utensílios (ANC)
     

    − Arrecadação de receitas de operações de crédito de longo prazo ................................. 10.000,00
    D Caixa (AC)
    C Operação de crédito (PNC)
     

    − Empenho e pagamento de despesa de aluguel ................................................................. 2.000,00
    D Despesa de aluguel (Desp)
    C Caixa (AC)
     

    − Abertura de crédito adicional por excesso de arrecadação de receitas ................................ 5.000,00
    Não há lançamento no subsistema patrimonial
     

    − Pagamento (devolução) de caução à empresa participante de licitação ................................... 1.000,00 
    D Caução (PC)
    C Caixa (AC)

    Total AC:
    32.000+18.000+10.000-2.000-1.000 = 57.000

    bons estudos

  • Aumentos no ativo circulante = 18.000,00+ 10.000,00= 28.000,00

    Diminuição do Ativo circulante = 2.000,00 + 1.000,00= 3.000,00

    Resutado do período= aumentos - diminuições= 25.000,00

    Saldo do Ativo Circulante= Saldo inicial + resultado do período= 32.000,00+ 25.000,00= 57.000,00

  • Não entendi pq o Empenho e pagamento de despesa de aluguel não são considerados apenas despesas.
    Alguém poderia me ajudar?

  • Devemos lembrar que a Conta Caixa fica no Ativo Circulante. Dessa maneira, ao empenhar e pagar uma despesa, necessariamente sairá dinheiro da Conta Caixa. 

  • Kid Rapper, pelo método das partidas dobradas, algo nunca vai poder ser considerado apenas despesa. Vai ter que haver uma contrapartida, no caso, a saída de dinheiro do caixa.

  • Colegas, por gentileza, gostaria de saber por que "Arrecadação de receitas de operações de crédito de longo prazo" é ativo circulante. Pensei que fosse ativo não circulante (1.2.1.1.0.00.00 - CRÉDITOS A LONGO PRAZO).

  • Rflg Maia, é computado pois essa receita foi arrecadada neste momento, ela apenas diz respeito a alguma atividade que foi realizada anteriormente, acho que seria isso.

  • Guilherme Conte, obrigado!

  • Essa questão versa sobre elementos patrimoniais e, mais especificamente, do ativo circulante.

    Vejamos sua definição:


    Fonte: elaboração própria baseada no MCASP.

    Agora resta identificar, dentre os lançamentos realizados, quais deles afetam o ativo circulante, o qual no início do fim de novembro era R$ 32.000,00.

    − Arrecadação de receitas correntes, concomitante ao fato gerador: aqui há um acréscimo do ativo circulante (caixa) sem contrapartida no passivo, elevando o ativo circulante em R$ 18.000,00.
    − Doação de computadores a entidades sem fins lucrativos: aqui há um decréscimo do ativo imobilizado sem contrapartida no passivo, diminuindo o ativo circulante em R$ 4.000,00.
    − Arrecadação de receitas de operações de crédito de longo prazo: aqui há um acréscimo do ativo circulante (caixa) e um acréscimo do passivo em contrapartida no valor de R$ 10.000,00.
    − Empenho e pagamento de despesa de aluguel: aqui há um decréscimo do ativo circulante (caixa) em contrapartida a um decréscimo do passivo no valor de R$ 2.000,00.
    − Abertura de crédito adicional por excesso de arrecadação de receitas: aqui não há impacto no ativo e/ou no passivo.
    − Pagamento (devolução) de caução à empresa participante de licitação: aqui há um decréscimo no ativo circulante em contrapartida com o passivo circulante no valor de R$ 1.000,00.

    Alteração líquida do ativo circulante: 18.000,00 + 10.000,00 - 2.000,00 - 1.000,00 = 25.000,00

    Logo, o ativo circulante ao final de dezembro é 32.000,00 + 25.000,00 = 57.000,00, o que corresponde à Letra E.


    Gabarito do Professor: Letra E.

ID
2302615
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere o balancete do subsistema de informações patrimoniais do mês de novembro de 2015 de uma entidade do setor público (valores em reais).

Grupo de Contas do Balancete Patrimonial (30/11/2015)
− Ativo Circulante ...................................................................................................................... 32.000,00
− Ativo não Circulante ............................................................................................................ 26.000,00
− Passivo Circulante ................................................................................................................... 7.000,00
− Passivo não Circulante ....................................................................................................... 9.000,00
− Patrimônio Líquido ................................................................................................................ 5.000,00
− Variações Patrimoniais Diminutivas ............................................................................. 35.000,00
− Variações Patrimoniais Aumentativas ............................................................................... 72.000,00

Durante o mês de dezembro de 2015, a entidade realizou as seguintes transações:

− Arrecadação de receitas correntes, concomitante ao fato gerador ................................... 18.000,00
− Doação de computadores a entidades sem fins lucrativos ................................................... 4.000,00
− Arrecadação de receitas de operações de crédito de longo prazo ................................. 10.000,00
− Empenho e pagamento de despesa de aluguel ................................................................. 2.000,00
− Abertura de crédito adicional por excesso de arrecadação de receitas ................................ 5.000,00
− Pagamento (devolução) de caução à empresa participante de licitação ................................... 1.000,00 

O valor do Passivo não Circulante é, em reais,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra A
     

    − Arrecadação de receitas correntes, concomitante ao fato gerador ................................... 18.000,00
    D caixa (AC)
    C receita de imposto, taxa e contribuições de melhoria (Rec)
     

    − Doação de computadores a entidades sem fins lucrativos ................................................... 4.000,00
    D Despesa de doação (Desp)
    C móveis e utensílios (ANC)
     

    − Arrecadação de receitas de operações de crédito de longo prazo ................................. 10.000,00
    D Caixa (AC)
    C Operação de crédito (PNC)
     

    − Empenho e pagamento de despesa de aluguel ................................................................. 2.000,00
    D Despesa de aluguel (Desp)
    C Caixa (AC)
     

    − Abertura de crédito adicional por excesso de arrecadação de receitas ................................ 5.000,00
    Não há lançamento no subsistema patrimonial
     

    − Pagamento (devolução) de caução à empresa participante de licitação ................................... 1.000,00 
    D Caução (PC)
    C Caixa (AC)

    Total PNC
    9.000+10.000 = 19.000

    bons estudos

  • A única operação que gerou aumento no passivo não circulante foi: a Arrecadação de receita por operação de crédito a longo prazo, que representa uma obrigação de longo prazo no valor de R$ 10.000,00

    PNC= SI + transação= 9.000,00  + 10.000,00= R$ 19.000,00


ID
2302618
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere o balancete do subsistema de informações patrimoniais do mês de novembro de 2015 de uma entidade do setor público (valores em reais).

Grupo de Contas do Balancete Patrimonial (30/11/2015)
− Ativo Circulante ...................................................................................................................... 32.000,00
− Ativo não Circulante ............................................................................................................ 26.000,00
− Passivo Circulante ................................................................................................................... 7.000,00
− Passivo não Circulante ....................................................................................................... 9.000,00
− Patrimônio Líquido ................................................................................................................ 5.000,00
− Variações Patrimoniais Diminutivas ............................................................................. 35.000,00
− Variações Patrimoniais Aumentativas ............................................................................... 72.000,00

Durante o mês de dezembro de 2015, a entidade realizou as seguintes transações:

− Arrecadação de receitas correntes, concomitante ao fato gerador ................................... 18.000,00
− Doação de computadores a entidades sem fins lucrativos ................................................... 4.000,00
− Arrecadação de receitas de operações de crédito de longo prazo ................................. 10.000,00
− Empenho e pagamento de despesa de aluguel ................................................................. 2.000,00
− Abertura de crédito adicional por excesso de arrecadação de receitas ................................ 5.000,00
− Pagamento (devolução) de caução à empresa participante de licitação ................................... 1.000,00 

O Resultado Patrimonial do exercício é, em reais,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra D
     

    − Arrecadação de receitas correntes, concomitante ao fato gerador ................................... 18.000,00
    D caixa (AC)
    C receita de imposto, taxa e contribuições de melhoria (Rec)
     

    − Doação de computadores a entidades sem fins lucrativos ................................................... 4.000,00
    D Despesa de doação (Desp)
    C móveis e utensílios (ANC)
     

    − Arrecadação de receitas de operações de crédito de longo prazo ................................. 10.000,00
    D Caixa (AC)
    C Operação de crédito (PNC)
     

    − Empenho e pagamento de despesa de aluguel ................................................................. 2.000,00
    D Despesa de aluguel (Desp)
    C Caixa (AC)
     

    − Abertura de crédito adicional por excesso de arrecadação de receitas ................................ 5.000,00
    Não há lançamento no subsistema patrimonial
     

    − Pagamento (devolução) de caução à empresa participante de licitação ................................... 1.000,00 
    D Caução (PC)
    C Caixa (AC)

    Resultado patrimonial do exercício
    72.000 (VPA) - 35.000 (VPD) + 18.000 - 4.000 - 2.000 = 49.000

    bons estudos

  • Fonte: MCASP 7

    Subsistema Patrimonial : - Ativo

                                             - Passivo

                                             - VPD

                                             - VPA

     

    Resultado Patrimonial: VPA - VPD

    "O resultado patrimonial corresponde à diferença entre o valor total das VPA e o valor total das VPD, apurado na Demonstração das Variações Patrimoniais do período. Caso o total das VPA sejam superiores ao total das VPD, diz-se que o resultado patrimonial foi superavitário ou que houve um superávit patrimonial. Caso contrário, diz-se que o resultado patrimonial foi deficitário ou que houve um déficit patrimonial." (MCASP 7, p. 154)

     

    Contabilização nos 3 subsistemas: Patrimonial, Orçamentário e Controle

    Arrecadação de receitas correntes, concomitante ao fato gerador ................................... 18.000,00

    Substema Patrimonial

    D. Caixa e equivalente de caixa

    C, Receita corrente (discriminada)

    Substema Orçamentário

    D. Receita a Realizar

    C. Receita Realizada

    Subsistema de Controle

    D. Controle da Disponibilidade de Recursos

    C. Execução da Disponibilidade de Recursos - Dispon. por DR

     

    Doação de computadores a entidades sem fins lucrativos ................................................... 4.000,00

    Substema Patrimonial

    D. Transferência a instituição privada

    C. Bens móveis

     

    Arrecadação de receitas de operações de crédito de longo prazo ................................. 10.000,00

    Subsistema Patrimonial

    D. Caixa e equivalente de caixa

    C. Empréstimos Longo Prazo

    Subsistema Orçamentário

    D. Receita a Realizar

    C. Receita Realizada

    Subsistema de Controle

    D. Controle da Disponibilidade de Recursos

    C. Execução da Disponibilidade de Recursos - Dispon. por DR

     

    Empenho e pagamento de despesa de aluguel ................................................................. 2.000,00

    No momento no empenho

    Subsistema Orçamentário

    D. Crédito disponível

    C. Crédito empenhado a liquidar

    Subistema de Controle

    D. Execução da DR- Dispon. por DR

    C. Execução da DR- DDR comprometida por empenho

     

    Abertura de crédito adicional por excesso de arrecadação de receitas ................................ 5.000,00

     

    Pagamento (devolução) de caução à empresa participante de licitação ................................... 1.000,00

    Subsistema

    D. Garantias

    C. Depósitos restituíveis e valores vinc.

    Subsistema de controle

    D. Execução da DR- Disponibilidade da Destinação de Recursoso comprometido por liq. e ent. comp.

    C. Execução da DR- DDR utilizada

  • Questão interessante para treinarmos. Vamos lembrar que o Resultado Patrimonial é dado pela seguinte diferença:

    Resultado Patrimonial = Total das VPA – Total das VPD

                   Notem que já temos o total das VPA e das VPD até novembro, logo só precisamos identificar dentre os lançamentos de dezembro quais transações são VPA e quais são VPD. Vamos ver:

    Agora, basta tomarmos a diferença das VPA e VPD no ano:

                   Resultado Patrimonial = VPA (até novembro + dezembro) – VPD (até novembro + dezembro) =

    Resultado patrimonial = (72.000 + 18.000) – (35.000 + 4.000 + 2.000) = 

    Resultado patrimonial = 90.000 – 41.000 = 49.000

    Portanto, a alternativa certa é a letra D).

    Gabarito: LETRA D

  • Fiz da seguinte maneira:

    VPA-VPD

    72-35=37

    +18

    -4

    -2

    =49

    Utilizei apenas as receitas e despesas que afetam o Patrimônio


ID
2302621
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

O Secretário de Orçamento e Planejamento de determinado Estado, visando a melhorar a transparência e o controle dos gastos públicos, propõe para o exercício de 2017 uma lei orçamentária anual específica para cada um dos Poderes e para o Ministério Público. De acordo com as regras que norteiam a elaboração do orçamento anual, o princípio orçamentário que NÃO será atendido é o da

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra E
     

     a) universalidade:Estabelecido, de forma expressa, pelo caput do art. 2º da Lei nº 4.320/ 1964, recepcionado e normatizado pelo §5º do art. 165 da Constituição Federal, determina que a LOA de cada ente federado deverá conter todas as receitas e despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.
     

     b) exclusividade:Previsto no § 8º do art. 165 da Constituição Federal, estabelece que a LOA não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. Ressalvam-se dessa proibição a autorização para abertura de crédito suplementar e a contratação de operações de crédito, nos termos da lei
     

     c) uniformidade:Determina que o orçamento deve apresentar e conservar ao longo dos diversos exercícios financeiros uma estrutura que permita comparações entre os sucessivos mandatos. É um elemento importante para que as informações contidas na peça orçamentária possam ser devidamente compreendidas e analisadas pelas partes interessadas (artigo 22, inciso III, da Lei nº 4.320/1964)
     

     d) transparência:Aplica-se também ao orçamento público, pelas disposições contidas nos arts. 48, 48-A e 49 da LRF, que determinam ao governo, por exemplo: divulgar o orçamento público de forma ampla à sociedade; publicar relatórios sobre a execução orçamentária e a gestão fiscal; disponibilizar, para qualquer pessoa, informações sobre a arrecadaçãomda receita e a execução da despesa
     

     e) unidade ou totalidade:Previsto, de forma expressa, pelo caput do art. 2º da Lei nº 4.320/1964, determina existência de orçamento único para cada um dos entes federados – União, estados, Distrito Federal e municípios – com a finalidade de se evitarem múltiplos orçamentos paralelos dentro da mesma pessoa política.
    Dessa forma, todas as receitas previstas e despesas fixadas, em cada exercício financeiro, devem integrar um único documento legal dentro de cada esfera federativa: a Lei Orçamentária Anual

    bons estudos

  • Resposta: PRINCÍPIO DA UNIDADE/TOTALIDADE.

    Preza a agregação das receitas e despesas do Estado NUMA SÓ PEÇA, favorecendo a atividade de controle.

    “O orçamento público deve ser uno, uma só peça”.

    O art. 2º, da Lei 4.320/64, estabelece que: “A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios de unidade, universalidade e anualidade.”

    Art. 165, § 5º - A lei orçamentária anual compreenderá:

    I - o orçamento FISCAL referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público;

    II - o orçamento DE INVESTIMENTO das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;

    III - o orçamento DA SEGURIDADE SOCIAL, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.

    Assim, a própria Constituição estabeleceu três sub-orçamentos diferentes. É dessa evolução que a doutrina instituiu o “Princípio da TOTALIDADE”, como uma “atualização” da unidade.

    Segundo o professor James Giacomoni, pelo Princípio da TOTALIDADE, é possível a coexistência de orçamentos variados, desde que estejam consolidados numa peça, de forma que continue sendo possível uma visão geral das finanças públicas.

    Dessa forma, os três orçamentos instituídos pela CF/88 respeitam o princípio da unidade/totalidade, já que, como diz o § 5º do art. 165, eles compõem uma só peça: a Lei Orçamentária Anual.

  • O Secretário de Orçamento e Planejamento de determinado Estado, visando a melhorar a transparência e o controle dos gastos públicos, propõe para o exercício de 2017 uma lei orçamentária anual específica para cada um dos Poderes e para o Ministério Público. De acordo com as regras que norteiam a elaboração do orçamento anual, o princípio orçamentário que NÃO será atendido é o da

     

    PRONTO MATEI A QUESTAO

     

     

     unidade ou totalidade: determina existência de orçamento único para cada um dos entes federados 

  • O Princípio da Unidade ou Totalidade é aquele em que cada ente federativo, União, Estadado, Distrito Federal e Municípios, deverá elaborar um único orçamento.

    O erro da questão está em falar que o Secretário visar criar um orçamento anual para cada Poder e para o Ministério Público.

  • Letra E
     

     a) universalidade: determina que a LOA de cada ente federado deverá conter todas as receitas e despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.

     

     b) exclusividade: estabelece que a LOA não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. Ressalvam-se dessa proibição a autorização para abertura de crédito suplementar e a contratação de operações de crédito, nos termos da lei


     

     c) uniformidade: O orçamento é UNO, ou seja todas as receitas e despesas devem estar contidas numa só Lei.

     

     d) transparência: Determina que o projeto de lei orçamentária deve ser acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia, de molde a possibilitar, no futuro, a fiscalização e o controle interno e externo da execução orçamentária.

     

     e) unidade ou totalidade: Expressa que a lei orçamentária deve ser uma peça só, isto é, todas as receitas e despesas devem integrar um único documento legal

  • Princípio da Unidade ou Totalidade: É um princípio legalista.

     

    Princípio orçamentário clássico, segundo o qual o orçamento de cada pessoa jurídica de direito público, de cada esfera de governo (União, Estados ou Municípios), deve ser elaborado com base numa mesma política orçamentária, estruturado de modo uniforme e contido num só documento, condenáveis todas as formas de orçamentos paralelos. Proíbe múltiplos orçamentos em determinado ente da federação.

     

    Essa regra é absoluta, não comportando exceção alguma.

     

  • UNIDADE --- UM ORÇAMENTO PARA CADA ENTE FEDERATIVO

  • GABARITO: LETRA E

    UNIDADE OU TOTALIDADE Previsto, de forma expressa, pelo caput do art. 2º da Lei no 4.320/1964, determina existência de orçamento único para cada um dos entes federados – União, estados, Distrito Federal e municípios –com a finalidade de se evitarem múltiplos orçamentos paralelos dentro da mesma pessoa política. Dessa forma, todas as receitas previstas e despesas fixadas, em cada exercício financeiro, devem integrar um único documento legal dentro de cada esfera federativa: a Lei Orçamentária Anual .

    FONTE: Afo e LRF,Augustinho Paludo.

  • Questão sobre princípios orçamentários.

    De acordo com o Manual Técnico do Orçamento, os princípios orçamentários visam estabelecer regras básicas, a fim de conferir racionalidade, eficiência e transparência aos processos de elaboração, execução e controle do orçamento público. Válidos para todos os Poderes e para todos os entes federativos, são estabelecidos e disciplinados tanto por normas constitucionais e infraconstitucionais quanto pela doutrina, sendo consolidados nos manuais técnicos.

    Dica! Um bom mnemônico para decorar os princípios orçamentários mais importantes para fins de prova é: Para EUA Para União Europeia PECUS!

    Programação
    Exclusividade
    Universalidade
    Anualidade
    Participação
    Unidade
    Equilíbrio
    Publicidade
    Especificação
    Clareza
    Uniformidade
    Simplicidade

    Feita a revisão sobre os princípios, podemos analisar as alternativas procurando por uma alternativa que corresponda ao que é pedido no comando da questão:

    A) Errada. O princípio da universalidade determina que o orçamento deve considerar todas as receitas e despesas do Estado, não tem a ver com leis específicas para cada Poder.

    B) Errada. O princípio da exclusividade dispõe que o orçamento não conterá dispositivo estranho à previsão de receitas e fixação de despesas, ressalvados os casos previstos na própria Constituição Federal.

    C) Errada. O princípio da uniformidade ou consistência dispõe que o orçamento deve manter uma mínima padronização quanto à apresentação de seus dados, de forma a permitir que os usuários realizem comparações entre os períodos.

    D) Errada. O princípio da transparência que as receitas e despesas que formam o orçamento sejam disponibilizadas de maneira facilmente compreensível para todos, sobretudo para os cidadão e órgãos de controle e fiscalização.

    E) Certa. Segundo a doutrina, o princípio da totalidade é uma concepção mais moderna do princípio da unidade. Apesar do orçamento ser integrado por três partes (orçamento fiscal, orçamento da seguridade social e orçamento de investimentos das estatais) ele é consolidado em uma só lei, que contribui para a visão geral das finanças públicas.

    Ao propor para o exercício uma LOA específica para cada um dos Poderes e para o Ministério público, o princípio orçamentário da unidade ou totalidade é violado.

    Atenção! Apesar de apresentar significado próprio, o princípio da totalidade ainda é utilizado como sinônimo do princípio da unidade por parte da doutrina e nos manuais técnicos (ex.: MTO e MCASP). Por isso, tenha muita atenção ao contexto da questão! Por vezes eles poderão ser tratados como termos equivalentes, como nessa alternativa.

    Dica! Quando for necessário distinguir os dois princípios, guarde que o foco da unidade está na unidade documental enquanto que o foco da totalidade está na consolidação, na unidade da visão geral.


    Gabarito do Professor: Letra E.

ID
2302624
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

A execução orçamentária do exercício inicia-se em 1º de janeiro e termina em 31 de dezembro de cada ano. Segundo a Lei Complementar nº 101/2000, o relatório resumido da execução orçamentária de cada exercício será

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra B

    CF
    Art. 165 § 3º O Poder Executivo publicará, até trinta dias após o encerramento de cada bimestre, relatório resumido da execução orçamentária.

    LRF
    Art. 52. O relatório a que se refere o § 3o do art. 165 da Constituição abrangerá todos os Poderes e o Ministério Público, será publicado até trinta dias após o encerramento de cada bimestre e composto de:

    I - balanço orçamentário, que especificará, por categoria econômica, as:

            a) receitas por fonte, informando as realizadas e a realizar, bem como a previsão atualizada;

            b) despesas por grupo de natureza, discriminando a dotação para o exercício, a despesa liquidada e o saldo;

    II - demonstrativos da execução das:

            a) receitas, por categoria econômica e fonte, especificando a previsão inicial, a previsão atualizada para o exercício, a receita realizada no bimestre, a realizada no exercício e a previsão a realizar;

            b) despesas, por categoria econômica e grupo de natureza da despesa, discriminando dotação inicial, dotação para o exercício, despesas empenhada e liquidada, no bimestre e no exercício;

            c) despesas, por função e subfunção.

    bons estudos

  • O RREO é bimestral e composto por:

     

    Balanço orçamentário, que especificará, por categoria econômica, as receitas por fonte, informando as realizadas e a realizar, bem como a previsão atualizada; as despesas por grupo de natureza, discriminando a dotação para o exercício, a despesa liquidada e o saldo;


    Demonstrativos da execução das receitas, por categoria econômica e fonte, especificando a previsão inicial, a previsão atualizada para o exercício, a receita realizada no bimestre, a realizada no exercício e a previsão a realizar; e das despesas, por categoria econômica e grupo de natureza da despesa, discriminando dotação inicial, dotação para o exercício, despesas empenhada e liquidada, no bimestre e no exercício;


    Despesas, por função e subfunção.

     

     

    Acompanharão o RREO demonstrativos relativos a:


    Apuração da RCL e sua evolução, assim como a previsão de seu desempenho até o final do exercício;


    Receitas e despesas previdenciárias;

     

    Resultados nominal e primário;

     

    Despesas com juros;

     

    Restos a Pagar, detalhando, por Poder e órgão, os valores inscritos, os pagamentos realizados e o montante a pagar.

     

    Fonte: Material Estratégia.

  • Erro da letra D: O RREO é composto pelo Balanço Orçamentário, que especificará, por categoria econômica, as receitas realizadas e a realizar e a despesa liquidada.

    Art. 52. O relatório a que se refere o  abrangerá todos os Poderes e o Ministério Público, será publicado até trinta dias após o encerramento de cada bimestre e composto de:

    I - balanço orçamentário, que especificará, por categoria econômica, as:

    a) receitas por fonte, informando as realizadas e a realizar, bem como a previsão atualizada;

    b) despesas por grupo de natureza, discriminando a dotação para o exercício, a despesa liquidada e o saldo;

    II - demonstrativos da execução das:

    a) receitas, por categoria econômica e fonte, especificando a previsão inicial, a previsão atualizada para o exercício, a receita realizada no bimestre, a realizada no exercício e a previsão a realizar;

    b) despesas, por categoria econômica e grupo de natureza da despesa, discriminando dotação inicial, dotação para o exercício, despesas empenhada e liquidada, no bimestre e no exercício

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp101.htm


ID
2302627
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Suponha que o Governador do Estado pretenda realizar determinada despesa e o saldo da dotação seja insuficiente, ou que não haja dotação orçamentária específica. Segundo a Lei Federal nº 4.320/1964, deverá ser aberto crédito adicional

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra D

    Lei 4320

    Art. 41. Os créditos adicionais classificam-se em:

     I - suplementares, os destinados a refôrço de dotação orçamentária;

    II - especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;

    III - extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.

    Questão disse "saldo da dotação seja insuficiente, ou que não haja dotação orçamentária específica", portanto nao poderia ser crédito extraordinário (Letra A, B e C Erradas).
    Por fim, Letra E está incorreta já que trouxe a descrição incorreta do crédito suplementar, com o objeto do crédito extraordinário.

    bons estudos

  • SUPLEMENTAR=REFORÇO

    ESPECIAL=NOVA DOTAÇÃO

    EXTRAORDINÁRIO=CALAMIDADE PUBLICA, GUERRA...

  • Art. 40. São créditos adicionais, as autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente dotadas na Lei de Orçamento.

    Art. 41. Os créditos adicionais classificam-se em:

     I - suplementares, os destinados a reforço de dotação orçamentária;

    II - especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;

    III - extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.

    Letra D

  • SuplementAR → reforçAR (já existe dotação)

    ESPECIais → não haja dotação ESPECIfica [NOVO]

    extraordinário → urgente e imprevisível


ID
2302630
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Acerca das etapas das receitas orçamentárias, a previsão implica planejar e estimar a arrecadação que constará da proposta orçamentária. Na execução, a realização da receita se dá em três estágios

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra A

    A realização da receita se dá em três estágios: o lançamento, a arrecadação e o recolhimento

    Lançamento: O art. 53 da Lei nº 4.320/1964, define o lançamento como ato da repartição competente, que verifica a procedência do crédito fiscal e a pessoa que lhe é devedora e inscreve o débito desta. Por sua vez, para o art. 142 do CTN, lançamento é o procedimento administrativo que verifica a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente, determina a matéria tributável, calcula o montante do tributo devido, identifica o sujeito passivo e, sendo o caso, propõe a aplicação da penalidade cabível. Uma vez ocorrido o fato gerador, procede-se ao registro contábil do crédito tributário em favor da fazenda pública em contrapartida a uma variação patrimonial aumentativa

    Arrecadação: Corresponde à entrega dos recursos devidos ao Tesouro pelos contribuintes ou devedores, por meio dos agentes arrecadadores ou instituições financeiras autorizadas pelo ente. Vale destacar que, segundo o art. 35 da Lei nº 4.320/1964, pertencem ao exercício financeiro as receitas nele arrecadadas, o que representa a adoção do regime de caixa para o ingresso das receitas públicas

    Recolhimento: É a transferência dos valores arrecadados à conta específica do Tesouro, responsável pela administração e controle da arrecadação e programação financeira, observando-se o princípio da unidade de tesouraria ou de caixa, conforme determina o art. 56 da Lei nº 4.320, de 1964

    FONTE: MCASP 7Ed
    bons estudos

  • Estágios da RECEITA: P.L.A.R

    - Previsão - Planejamento

    - Lançamento - Execução

    - Arrecadação - Execução

    - Recolhimento - Execução

     

    Estágios da DESPESA: F.E.LI.PA.

    - Fixação - Planejamento

    - Empenho - Execução

    - Liquidação - Execução

    - Pagamento - Execução

  • lançamento, a arrecadação e o recolhimento.

  • Questão sobre os estágios da execução da receita pública.

    De acordo com o MCASP, as etapas da receita pública orçamentária podem ser resumidas em: previsão, lançamento, arrecadação e recolhimento.

    Dica! Embora a nomenclatura utilizada no MCASP seja etapas da receita. Existem doutrinadores que tratam etapas, estágios e fases da receita como termos equivalentes. É importante ficar ligado sempre no texto e no contexto da questão!

    Vamos aproveitar a questão para revisar cada uma dessas etapas:

    (1) a previsão da receita antecede a fixação da despesa. Nessa fase de planejamento ocorre a estimativa de arrecadação da receita, que resulta da projeção orientada pelo art. 12 da LRF. Busca-se planejar as receitas orçamentárias que constarão na proposta orçamentária do ano respectivo, tendo como base variáveis que afetam o comportamento da receita (ex.: índice de preços, alterações na legislação, crescimento econômico, etc.).

    Exemplo: Previsão de arrecadação de R$ 1 trilhão de IR no próximo ano.

    (2) o lançamento é definido no art. 53 da Lei n.º 4.320/1964. É ato da repartição competente, que verifica a procedência do crédito fiscal e a pessoa que lhe é devedora e inscreve o débito desta.

    Atenção! De outro lado, o art. 142 do CTN, define lançamento como procedimento administrativo que verifica a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente, determina a matéria tributável, calcula o montante do tributo devido, identifica o sujeito passivo e, sendo o caso, propõe a aplicação da penalidade cabível. É importante saber a diferença dos dois significados que o termo pode assumir.

    Exemplo: Lançamento do Imposto de Renda pela autoridade administrativa (auditor fiscal da RFB).

    (3) a arrecadação corresponde ao momento em que o devedor efetua o pagamento da obrigação. Segundo a STN, arrecadação configura a entrega, de forma direta ou indireta, realizada pelos contribuintes ou devedores, aos agentes arrecadadores ou bancos autorizados pelo ente, dos recursos devidos ao Tesouro.

    Exemplo: Pagamento do IR pelo contribuinte via DARF, ou de forma indireta, quando empresas diversas retêm o IR do salário dos empregados para depois recolher à Receita Federal.

    (4) o recolhimento é a transferência dos valores já arrecadados à conta específica do Tesouro, que é o responsável pela administração e programação financeira.

    Atenção! Nessa etapa, observa-se o princípio da unidade de caixa. Aqui temos o controle centralizado (unificado) dos recursos arrecadados em cada ente federado.

    Exemplo: No pagamento realizado pelo contribuinte via DARF, do exemplo anterior, o recolhimento ocorre quando os bancos finalmente repassam os recursos ao Tesouro.

    Feita toda a revisão, já podemos analisar as alternativas:

    A) Certa. No planejamento se dá a previsão das receitas. Na execução, a realização da receita se dá em três estágios: o lançamento, a arrecadação e o recolhimento.

    B) Errada. Aprovação e contabilização não são estágios formais da receita.

    C) Errada. Aplicação não é estágio da receita.

    D) Errada. Aprovação não é estágio da receita.

    E) Errada. Recebimento pode ser tratado como sinônimo da arrecadação a depender do contexto, mas contabilização não é estágio da receita.


    Gabarito do Professor: Letra A.

ID
2302633
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere a classificação das despesas orçamentárias, que serão incluídas na proposta orçamentária da Assembleia Legislativa de determinado Estado, para o exercício de 2017 (valores em reais).
− Aquisição de dez computadores novos ............................................................................. 25.000,00
− Locação de imóvel onde está instalado almoxarifado ....................................................... 60.000,00
− Aquisição de material de expediente ................................................................................... 15.000,00
− Locação de mão de obra ....................................................................................... 20.000,00
− Aquisição de gêneros de alimentação ...................................................................... 5.000,00
− Contribuição para o Instituto de Previdência ............................................................ 190.000,00
− Aquisição de dois veículos novos ................................................................................... 180.000,00
− Construção do prédio para instalação do restaurante da Assembleia .......................... 350.000,00
− Aquisição de material de construção para reparos em imóveis ......................................... 30.000,00
− Fundo de Garantia por Tempo de Serviço ..................................................................... 150.000,00
− Serviços de manutenção nos elevadores ..................................................................... 40.000,00
− Aquisição de gasolina para a frota de veículos ............................................................... 90.000,00 

As despesas classificadas no elemento de despesa Obrigações Patronais somam, em reais,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra A

    Elemento da despesa 13 – Obrigações Patronais

    Despesas orçamentárias com encargos que a administração tem pela sua condição de empregadora, e resultantes de pagamento de pessoal ativo, inativo e pensionistas, tais como Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e contribuições para Institutos de Previdência, inclusive a alíquota de contribuição suplementar para cobertura do déficit atuarial, bem como os encargos resultantes do pagamento com atraso das contribuições de que trata este elemento de despesa.
     

    − Contribuição para o Instituto de Previdência ............................................................ 190.000,00

    − Fundo de Garantia por Tempo de Serviço ..................................................................... 150.000,00
    TOTAL = 340.000

    FONTE: MCASP 7ED
    bons estudos

  • Pensei "contabilmente", quais são as obrigações PATRONAIS ? (INSS-parte empregador + FGTS).

    Bons estudos.


ID
2302636
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere a classificação das despesas orçamentárias, que serão incluídas na proposta orçamentária da Assembleia Legislativa de determinado Estado, para o exercício de 2017 (valores em reais).
− Aquisição de dez computadores novos ............................................................................. 25.000,00
− Locação de imóvel onde está instalado almoxarifado ....................................................... 60.000,00
− Aquisição de material de expediente ................................................................................... 15.000,00
− Locação de mão de obra ....................................................................................... 20.000,00
− Aquisição de gêneros de alimentação ...................................................................... 5.000,00
− Contribuição para o Instituto de Previdência ............................................................ 190.000,00
− Aquisição de dois veículos novos ................................................................................... 180.000,00
− Construção do prédio para instalação do restaurante da Assembleia .......................... 350.000,00
− Aquisição de material de construção para reparos em imóveis ......................................... 30.000,00
− Fundo de Garantia por Tempo de Serviço ..................................................................... 150.000,00
− Serviços de manutenção nos elevadores ..................................................................... 40.000,00
− Aquisição de gasolina para a frota de veículos ............................................................... 90.000,00 

As despesas classificadas no elemento de despesa Material de Consumo somam, em reais,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra D

    Elemento da despesa 30 – Material de Consumo

    Despesas orçamentárias com álcool automotivo; gasolina automotiva; diesel automotivo; lubrificantes automotivos; combustível e lubrificantes de aviação; gás engarrafado; outros combustíveis e lubrificantes; material biológico, farmacológico e laboratorial; animais para estudo, corte ou abate; alimentos para animais; material de coudelaria ou de uso zootécnico; sementes e mudas de plantas; gêneros de alimentação; material de construção para reparos em imóveis; material de manobra e patrulhamento; material de proteção, segurança, socorro e sobrevivência; material de expediente; material de cama e mesa, copa e cozinha, e produtos de higienização; material gráfico e de processamento de dados; aquisição de disquete; material para esportes e diversões; material para fotografia e filmagem; material para instalação elétrica e eletrônica; material para manutenção, reposição e aplicação; material odontológico, hospitalar e ambulatorial; material químico; material para telecomunicações; vestuário, uniformes, fardamento, tecidos e aviamentos; material de acondicionamento e embalagem; suprimento de proteção ao vôo; suprimento de aviação; sobressalentes de máquinas e motores de navios e esquadra; explosivos e munições; bandeiras, flâmulas e insígnias e outros materiais de uso não duradouro.
     

    − Aquisição de material de expediente ................................................................................... 15.000,00

    − Aquisição de gêneros de alimentação ...................................................................... 5.000,00

    − Aquisição de material de construção para reparos em imóveis ......................................... 30.000,00

    − Aquisição de gasolina para a frota de veículos ............................................................... 90.000,00 
    TOTAL = 140.000

    FONTE: MCASP 7ED
    bons estudos


ID
2302639
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, considere a classificação das despesas orçamentárias, que serão incluídas na proposta orçamentária da Assembleia Legislativa de determinado Estado, para o exercício de 2017 (valores em reais).
− Aquisição de dez computadores novos ............................................................................. 25.000,00
− Locação de imóvel onde está instalado almoxarifado ....................................................... 60.000,00
− Aquisição de material de expediente ................................................................................... 15.000,00
− Locação de mão de obra ....................................................................................... 20.000,00
− Aquisição de gêneros de alimentação ...................................................................... 5.000,00
− Contribuição para o Instituto de Previdência ............................................................ 190.000,00
− Aquisição de dois veículos novos ................................................................................... 180.000,00
− Construção do prédio para instalação do restaurante da Assembleia .......................... 350.000,00
− Aquisição de material de construção para reparos em imóveis ......................................... 30.000,00
− Fundo de Garantia por Tempo de Serviço ..................................................................... 150.000,00
− Serviços de manutenção nos elevadores ..................................................................... 40.000,00
− Aquisição de gasolina para a frota de veículos ............................................................... 90.000,00 

O total das despesas de capital soma, em reais,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra B

    • 3 – Despesas Correntes: Classificam-se nessa categoria todas as despesas que não contribuem, diretamente, para a formação ou aquisição de um bem de capital.
    • 4 – Despesas de Capital: Classificam-se nessa categoria aquelas despesas que contribuem, diretamente, para a formação ou aquisição de um bem de capital.
     

    − Aquisição de dez computadores novos ............................................................................. 25.000,00

    − Aquisição de dois veículos novos ................................................................................... 180.000,00

    − Construção do prédio para instalação do restaurante da Assembleia .......................... 350.000,00
    TOTAL = 555.000


    bons estudos

  • classificando todas as despesas, conforme art. 13, lei 4.320/64:

    DESPESAS CORRENTES:

    Despesas de custeio

    − Locação de imóvel onde está instalado almoxarifado ....................................................... 60.000,00

    Material de consumo

    − Aquisição de material de expediente ................................................................................... 15.000,00

    − Aquisição de gêneros de alimentação ...................................................................... 5.000,00

    − Aquisição de material de construção para reparos em imóveis ......................................... 30.000,00

    − Aquisição de gasolina para a frota de veículos ............................................................... 90.000,00

    Transferências correntes

    − Contribuição para o Instituto de Previdência ............................................................ 190.000,00

    − Fundo de Garantia por Tempo de Serviço ..................................................................... 150.000,00

    Serviços de terceiros

    − Locação de mão de obra ....................................................................................... 20.000,00

    − Serviços de manutenção nos elevadores ..................................................................... 40.000,00

    Total: R$ 600.000,00

     

    DESPESAS DE CAPITAL

    Material permanente:

    − Aquisição de dois veículos novos ................................................................................... 180.000,00

    Aquisição de dez computadores novos ............................................................................. 25.000,00

    Obras públicas

    − Construção do prédio para instalação do restaurante da Assembleia .......................... 350.000,00

    Total: R$ 555.000,00

     

     

     

     


ID
2302642
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Financeiro
Assuntos

A Lei Orçamentária Anual do Estado do Himalaia do Sul promulgada pelo governador para o exercício de 2015 orçou a receita e fixou a despesa em R$ 2.978.880.000,00, compreendendo, nos termos da Constituição Federal,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra A

    CF
    Art. 165 § 5º A lei orçamentária anual compreenderá:

    I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público;

    II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;

    III - o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.

    PPA = DOM (diretriz objetivos e metas)
    LDO = MP (metas e prioridades)
    LOA = FIS (fiscal, investimento e seguridade social)

    bons estudos

  • Vontade de entrar com recurso alegando que o Estado de Himalaia do Sul não é parte das unidades federativas do Brasil, logo não deve seguir a Lei 4.320 ou a Constituição brasileira. hu3BR!

  • Gabarito: LETRA A

     

    Art. 165. § 5º A lei orçamentária anual compreenderá:

    I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público;

    II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;

    III - o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.

  • letra a

    A lei orçamentária anual compreenderá: o orçamento da seguridade social, o orçamento de investimento e o  o orçamento fiscal

  • Art. 165 § 5º A lei orçamentária anual compreenderá:

    I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público;

    II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;

    III - o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.

    PPA = DOM (diretriz objetivos e metas)
    LDO = MP (metas e prioridades)
    LOA = FIS (fiscal, investimento e seguridade social)

  • Só não entendi porque inventar o nome de um estado nesta questão. É um pouco de preciosismo, mas, no meu entendimento, a questão podia ser anulada por este motivo:

     

    Como o Brasil não tem um estado com este nome, a Constituição Federal a que a questão se refere não poderia ser a brasileira. Na verdade, sendo este um estado ficticio de uma nação ficticia, sua Constituição fictícia poderia dizer qualquer coisa a respeito da lei orçamentária anual.

     

    Enfim, a questão era relativamente fácil e era melhor acertar do que brigar com a banca, mas acho que a banca arriscou uma anulação sem necessidade.

  • Tá puxado heim, Rodrido Colet!

  • Art. 165 da CF § 5º A lei orçamentária anual compreenderá:

    I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público;

    II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;

    III - o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.

  • Art. 165 da CF/88:

     

    § 5º A lei orçamentária anual compreenderá:;

     

    I - o orçamento fiscal [...];

     

    II - o orçamento de investimento das empresas [...];

     

    III - o orçamento da seguridade social [...].

  • São estruturas da L.O.A a FiscalDe investimento  e da Seguridade Social

    Orçamento da Seguridade cobre: Saúde, Previdência Social e Assistência Social.

    Orçamento investimento se relaciona com empresas estatais, com maior parte do capital votante pelo Estado.

    A fiscal fica subdividida em:

    Fiscal e Investimentos, com o objetivo de reduzir desigualdades, em demandas inter regionais e com critérios populacionais.

    Fiscal e seguridade social, cobrindo déficts de empresas, fundos e fundações, sem necessidade de prévia autorização legislativa.

     

  • Restos a Apagar foi engraçado!
  • Gostaria de saber o erro da alternativa B. É que não consta da CF88 o anexo de metas fiscais?

  • gab: A

  • Carlos Eduardo Gaspar Junior, o Anexo de Metas Fiscais faz parte da LDO e está previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal.

  • Carlos Eduardo Gaspar Junior, o Anexo de Metas Fiscais faz parte da LDO e está previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal.

  • Embora a indicação de valores no enunciado possa ter confundido o candidato, a resposta demanda conhecimento apenas do teor do art. 165, §5º, da Constituição Federal:

    CF, Art. 165, § 5º A lei orçamentária anual compreenderá:
    I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público;
    II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;
    III - o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.
    Sem mais delongas, a alternativa A) responde adequadamente ao enunciado.

    Analisemos os erros das demais alternativas:

    B) ERRADO. O anexo de metas fiscais integra a LDO (art. 4º, §1º, da LRF).

    C) ERRADO. As metas bimestrais de arrecadação serão desdobradas após a publicação do orçamento, em até 30 dias (Arts. 8º e 13 da LRF).

    D) ERRADO. O cronograma de execução mensal de desembolso só será estabelecido posteriormente a publicação do orçamento, também em até 30 dias (Art. 8º da LRF).

    E) ERRADO. O demonstrativo dos restos a apagar, detalhado por Poder e órgão, acompanhará o Relatório Resumido de Execução Orçamentária (art. 53, V, da LRF), publicado até trinta dias após o encerramento de cada bimestre (art. 52 da LRF).

     

    Gabarito do Professor: A

ID
2302645
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

No exercício de 2017, o Estado pretende contrair um empréstimo de longo prazo, no valor de R$ 6.500.000,00, para construir dois hospitais em determinado município do interior. Na proposta orçamentária que será encaminhada à Assembleia Legislativa, a receita decorrente do empréstimo será classificada como

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra C

    Receitas de capital na lei 4320
    : OPERA ALI AMOR TRANS OU

    - Operações de crédito

    - Alienação de bens

    - Amortização de empréstimos

    - Transferências de capital

    - Outras receitas de capital

    bons estudos

  • EMPRÉSTIMO=OPERAÇÃO DE CRÉDITO

  • Apenas para acrescentar:

    As operações de crédito tradicionais são aquelas relativas aos contratos de financiamento, empréstimo ou mútuo. A legislação englobou no mesmo conceito, ainda, as operações assemelhadas, tais como a compra financiada de bens ou serviços, o arrendamento mercantil e as operações de derivativos financeiros, inclusive operações dessas categorias realizadas com instituição não financeira.

    FONTE:https://conteudo.tesouro.gov.br/manuais/mip/67-4-tipos-de-operacoes-de-credito/22-4-1-tipos-de-operacoes-de-credito

     

  • 4º - A classificação da receita obedecerá ao seguinte esquema:                  

    RECEITAS CORRENTES (TRIBUTA CON PAIS TRANS OU)

    RECEITA TRIBUTÁRIA

    Impostos.Taxas.Contribuições de Melhoria.

    RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES

    RECEITA PATRIMONIAL

    RECEITA AGROPECUÁRIA

    RECEITA INDUSTRIAL

    RECEITA DE SERVIÇOS

    TRANSFERÊNCIAS CORRENTES

    OUTRAS RECEITAS CORRENTES

    RECEITAS DE CAPITAL (OPERA ALI AMOR TRANS OU)


ID
2302648
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e da despesa de forma a evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo. Segundo a Portaria Interministerial nº 163/2001, a discriminação da despesa, quanto à sua natureza, far-se-á, no mínimo, por

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra E
     

    Classificação por Natureza da Despesa (Por Categorias)
     

    Anexo II da Portaria Interministerial SOF/STN 163/2001

    Na LOA, a discriminação da despesa, quanto à sua natureza, far-se-á, no mínimo, por categoria econômica, grupo de natureza de despesa e modalidade de aplicação. Logo:

    -  P.I SOF/STN 163/2001 = Classificação obrigatória até “Modalidade de aplicação”.

    -  Lei 4320 = Classificação obrigatória até “Elementos” (Aproxima-se da classificação de GND)

    bons estudos

  • Questão sobre a classificação da despesa orçamentária segundo a sua natureza.

    Dentre as diversas classificações da despesa pública, essa é uma das mais importantes e antigas. Segundo a doutrina, é uma classificação da despesa sob o ponto de vista econômico, que auxilia o gestor público no acompanhamento dos índices econômicos, por exemplo, da formação bruta de capital fixos do país.

    Conforme o MCASP e de acordo com o art. 5º da Portaria Interministerial STN/SOF n.º 163/2001, a estrutura da natureza da despesa a ser observada na execução orçamentária de todas as esferas de governo será “c.g.mm.ee.dd", onde:

    a. “c" representa a categoria econômica;
    b. “g" o grupo de natureza da despesa;
    c. “mm" a modalidade de aplicação;
    d. “ee" o elemento de despesa; e
    e. “dd" o desdobramento, facultativo, do elemento de despesa.

    Pois bem, voltando a questão, ela pede especificamente a disposição da Portaria Interministerial n.º 163/2001 que trata sobre a discriminação da despesa, quanto à sua natureza:

    “Art. 6º Na lei orçamentária, a discriminação da despesa, quanto à sua natureza, far-se-á, no mínimo, por categoria econômica, grupo de natureza de despesa e modalidade de aplicação."

    Atenção! Não confunda essa disposição com aquela da Lei n.º 4.320/64 que dispõe sobre a discriminação mínima por elementos, são termos técnicos e contextos diferentes:

    “Art. 15. Na Lei de Orçamento a discriminação da despesa far-se-á no mínimo por elementos."

    Feita a revisão, já podemos analisar as alternativas:

    A) Errada. A discriminação da despesa não se faz por “despesa corrente e de capital" (espécies) e sim por categoria economia (gênero).

    B) Errada. Entidade, programa, subprograma não tem a ver com a classificação da despesa quanto à sua natureza.

    C) Errada. Investimento e custeio são novamente espécies de despesas de capital e despesa corrente, respectivamente.

    D) Errada. Poder, programa, projeto e atividade não têm a ver com a classificação da despesa quanto à sua natureza.

    E) Certa. Conforme art. 6º da Portaria Interministerial n.º 163/2001, a discriminação da despesa, quanto à sua natureza, far-se-á, no mínimo, por categoria econômica, grupo de natureza de despesa e modalidade de aplicação.


    Gabarito do Professor: Letra E.

ID
2302651
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Auditoria Governamental
Assuntos

A empresa pública de transportes intermunicipais do Estado contratou a firma Tradição e Consultoria para realizar auditoria das demonstrações contábeis do exercício de 2015. Concluído os trabalhos de auditoria, a opinião do auditor trata de determinar se

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra B

    NBC TA 200

    Auditoria de demonstrações contábeis

    3. O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável. No caso da maioria das estruturas conceituais para fins gerais, essa opinião expressa se as demonstrações contábeis estão apresentadas adequadamente, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro. A auditoria conduzida em conformidade com as normas de auditoria e exigências éticas relevantes capacita o auditor a formar essa opinião

    bons estudos

  • Clássico questionamento sobre as responsabilidades do auditor e da auditoria. Auditor opina sobre as DC’ e nada mais. Pode até prestar outros serviços, mas aí não seria auditoria. Quando um auditor executa um trabalho de asseguração razoável (auditoria), seu objetivo é:

    NBC TA 200,3

    O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável. No caso da maioria das estruturas conceituais para fins gerais, essa opinião expressa se as demonstrações contábeis estão apresentadas adequadamente, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro. A auditoria conduzida em conformidade com as normas de auditoria e exigências éticas relevantes capacita o auditor a formar essa opinião.

  • Gab. Letra B

    Tipos de Auditoria:

     

    Auditoria financeira (contábil) foca em determinar se a informação financeira de uma entidade é apresentada em conformidade com a estrutura de relatório financeiro e o marco regulatório aplicável. Isso é alcançado obtendo-se evidência de auditoria suficiente e apropriada para permitir o auditor expressar uma opinião quanto a estarem as informações financeiras livres de distorções relevantes devido a fraude ou erro. Consiste na obtenção e avaliação de evidências para emissão de uma opinião com relação à adequação das demonstrações contábeis de uma entidade.

    Auditoria operacional (desempenho ou gestão) foca em determinar se intervenções, programas e instituições estão operando em conformidade com os princípios de economicidade, eficiência e efetividade, bem como se há espaço para aperfeiçoamento. O desempenho é examinado segundo critérios adequados, e as causas de desvios desses critérios ou outros problemas são analisados. O objetivo é responder a questões-chave de auditoria e apresentar recomendações para aperfeiçoamento.

    Auditoria de conformidade (compliance, regularidade ou de asseguração) foca em determinar se um particular objeto está em conformidade com normas identificadas como critérios. A auditoria de conformidade é realizada para avaliar se atividades, transações financeiras e informações cumprem, em todos os aspectos relevantes, as normas que regem a entidade auditada. Essas normas podem incluir regras, leis, regulamentos, resoluções orçamentárias, políticas, códigos estabelecidos, acordos ou os princípios gerais que regem a gestão financeira responsável do setor público e a conduta dos agentes públicos. “Medir a aderência dos fatos encontrados com as normas aplicáveis.”

  • Fala Pessoal! Professor Jetro Coutinho na área, para comentar esta questão sobre os objetivos do auditor independente. 

    Apesar de essa questão não mencionar, ela está baseada na NBC TA 200, que assim afirma:

    "3. O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável."

    Portanto, ao final dos trabalhos, o que o auditor determinará é se as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro aplicável.

    Dessa forma, o gabarito é a letra B.


    Gabarito do Professor: Letra B.

ID
2302654
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Controle Externo

A fiscalização, no âmbito do Estado do Mato Grosso do Sul e das entidades da Administração direta e indireta, será exercida pela Assembleia Legislativa, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder. O controle externo será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas, ao qual NÃO compete

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra E

    A função de julgar as contas do chefe do poder executivo percente ao respectivo poder legislativo, no caso Estadual, julgar as contas do Governador do Estado cabe à Assembleia Legislativa, e não TCE.

    CF
    Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:

    IX - julgar anualmente as contas prestadas pelo Presidente da República e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de governo;
     

    Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:

    I - apreciar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da República, mediante parecer prévio que deverá ser elaborado em sessenta dias a contar de seu recebimento

    Demais itens: (Princípio da simetria)
    Art. 71 (...)
    A) IV - realizar, por iniciativa própria, da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, de Comissão técnica ou de inquérito, inspeções e auditorias de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, nas unidades administrativas dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, e demais entidades referidas no inciso II;

    B) V - fiscalizar as contas nacionais das empresas supranacionais de cujo capital social a União participe, de forma direta ou indireta, nos termos do tratado constitutivo;

    C) XI - representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados.

    D) VIII - aplicar aos responsáveis, em caso de ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas, as sanções previstas em lei, que estabelecerá, entre outras cominações, multa proporcional ao dano causado ao erário;

    bons estudos

  • GABARITO E

     

    Pegadinha clássica de questões de Controle Externo.

     

    Os Tribunais de Contas NÃO TÊM COMPETÊNCIA para JULGAR as contas dos chefes do Poder Executivo, mas tão somente apreciá-las. A tarefa de julgamento das contas pertence ao Poder Legislativo.

  • Tribunais de contas não julgam as contas dos respectivos chefes do Poder Executivo. Apenas as apreciam mediante parecer prévio.

  • Repita comigo até entrar no cérebro:

    Quem julga as contas do chefe do poder executivo é o poder legislativo!!!

    Quem julga as contas do chefe do poder executivo é o poder legislativo!!!

    Quem julga as contas do chefe do poder executivo é o poder legislativo!!!

    Quem julga as contas do chefe do poder executivo é o poder legislativo!!!

    Quem julga as contas do chefe do poder executivo é o poder legislativo!!!

    Quem julga as contas do chefe do poder executivo é o poder legislativo!!!

    Quem julga as contas do chefe do poder executivo é o poder legislativo!!!

    Quem julga as contas do chefe do poder executivo é o poder legislativo!!!


ID
2302657
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

O cumprimento das normas da Lei Complementar nº 101/2000 será fiscalizado pelo controle externo de cada ente da federação. No que tange à fiscalização da escrituração das contas públicas, serão observadas se o ente público cumpre, entre outras, as seguintes normas da Lei Complementar nº 101/2000:
I. A demonstração das variações patrimoniais dará destaque à origem e ao destino dos recursos provenientes da alienação de ativos.
II. As operações de crédito, avais e garantias, bem como os direitos e haveres do ente público, serão registrados em contas orçamentárias.
III. As receitas e despesas previdenciárias serão apresentadas em demonstrativos financeiros e orçamentários específicos.
IV. As alienações e as aquisições de ativos somente serão realizadas quando incluídas no plano plurianual ou em lei que autorizar sua inclusão.
V. A disponibilidade de caixa constará de registro próprio, de modo que os recursos vinculados a órgão, fundo ou despesa obrigatória fiquem identificados e escriturados de forma individualizada.
Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra D

    Copia e cola do seguinte artigo da LRF:
     

    Art. 50. Além de obedecer às demais normas de contabilidade pública, a escrituração das contas públicas observará as seguintes:

            I - a disponibilidade de caixa constará de registro próprio, de modo que os recursos vinculados a órgão, fundo ou despesa obrigatória fiquem identificados e escriturados de forma individualizada; (Item V)

            II - a despesa e a assunção de compromisso serão registradas segundo o regime de competência, apurando-se, em caráter complementar, o resultado dos fluxos financeiros pelo regime de caixa;

            III - as demonstrações contábeis compreenderão, isolada e conjuntamente, as transações e operações de cada órgão, fundo ou entidade da administração direta, autárquica e fundacional, inclusive empresa estatal dependente;

            IV - as receitas e despesas previdenciárias serão apresentadas em demonstrativos financeiros e orçamentários específicos; (Item III)

            V - as operações de crédito, as inscrições em Restos a Pagar e as demais formas de financiamento ou assunção de compromissos junto a terceiros, deverão ser escrituradas de modo a evidenciar o montante e a variação da dívida pública no período, detalhando, pelo menos, a natureza e o tipo de credor;

            VI - a demonstração das variações patrimoniais dará destaque à origem e ao destino dos recursos provenientes da alienação de ativos. (Item I)

    bons estudos

  • Item II." As operações de crédito, avais e garantias, bem como os direitos e haveres do ente público, serão registrados em contas orçamentárias". O ítem trata do controle interno do Poderes , verificado no art. 74, CF

  • Queria tanto conseguir decorar esse artigo 50, mas eu mal consigo entede-lo. Assim, fica impossível decorar! :(

  • Vejamos os itens, um a um:

    I. Correto. Isso mesmo:

    Art. 50. Além de obedecer às demais normas de contabilidade pública, a escrituração das

    contas públicas observará as seguintes:

    VI - a demonstração das variações patrimoniais dará destaque à origem e ao destino dos

    recursos provenientes da alienação de ativos.

    II. Errado. Isso é competência do controle interno! Quer ver?

    Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema

    de controle interno com a finalidade de: (...)

    III - exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como dos direitos

    e haveres da União;

    E essa não é uma das regras de escrituração das contas públicas (que estão no artigo 50 da

    LRF).

    III. Correto. Essa sim está lá no artigo 50, inciso IV da LRF:

    IV - as receitas e despesas previdenciárias serão apresentadas em demonstrativos

    financeiros e orçamentários específicos;

    IV. Errado. Alienação e aquisições de ativos autorizados pelo PPA? Que viagem! Essa regra

    não existe!

    V. Correto. Vamos ver a literalidade da lei:

    I - a disponibilidade de caixa constará de registro próprio, de modo que os recursos

    vinculados a órgão, fundo ou despesa obrigatória fiquem identificados e escriturados de

    forma individualizada;

    Esquematizando:

    Disponibilidade de caixa: registro próprio;

    Recursos vinculados: escriturados de forma individualizada (para destacá-los).

    Gabarito: D

  • Questão sobre algumas regras estabelecidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para a escrituração das contas públicas.

    A essência da LRF é a responsabilidade na gestão fiscal. Nesse contexto, a Lei Complementar estabelece uma série de regras e vedações com vistas a fomentar o crescimento da receita e a controlar o montante da despesa pública.

    Além disso, a LRF reserva toda uma Seção para tratar da escrituração e consolidação das contas, conferindo maior transparência as contas públicas. Tendo esse contexto em mente, vamos analisar cada uma das afirmativas:

    I. Certa. Conforme art. 50 da LRF:

    “Art. 50. Além de obedecer às demais normas de contabilidade pública, a escrituração das contas públicas observará as seguintes:

    (...)

    VI a demonstração das variações patrimoniais dará destaque à origem e ao destino dos recursos provenientes da alienação de ativos."

    II. Errada. Essa alternativa tem vários erros.

    1º não encontra respaldo na LRF.

    2º os fatos contábeis descritos não precisam ser necessariamente registrados em contas orçamentárias, poderão ser registrados em outros tipos de contas como por exemplo: patrimoniais e de controle.

    3º não encontra respaldo na legislação aplicável.

    Acredito que o examinador quis confundir o candidato trazendo uma das finalidades do controle interno, de acordo com a CF88:

    “Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de:

    (...)

    III - exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como dos direitos e haveres da União;"

    III. Certa. Conforme art. 50 da LRF:

    Art. 50. Além de obedecer às demais normas de contabilidade pública, a escrituração das contas públicas observará as seguintes:

    (...)

    IV as receitas e despesas previdenciárias serão apresentadas em demonstrativos financeiros e orçamentários específicos;"

    IV. Errada. A disposição correlata da LRF se refere a investimento e não a alienações e aquisições de ativos, conforme art. 50 da LRF:

    “Art. 5º  § 5º A lei orçamentária não consignará dotação para investimento com duração superior a um exercício financeiro que não esteja previsto no plano plurianual ou em lei que autorize a sua inclusão, conforme disposto no § 1º do art. 167 da Constituição."

    V. Certa. Conforme art. 50 da LRF:

    “Art. 50. Além de obedecer às demais normas de contabilidade pública, a escrituração das contas públicas observará as seguintes:

    I. a disponibilidade de caixa constará de registro próprio, de modo que os recursos vinculados a órgão, fundo ou despesa obrigatória fiquem identificados e escriturados de forma individualizada;"

    Está correto o que se afirma APENAS em I, III e V.


    Gabarito do Professor: Letra D.

ID
2302660
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Concluída a auditoria das demonstrações contábeis, caso o auditor não esteja convencido de que a entidade elaborou as demonstrações contábeis de acordo com as normas de auditoria aplicável, na emissão do relatório deverá expressar uma opinião modificada. Segundo a NBC TA 705, a opinião modificada compreende:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra A

    NBC TA 705
    2.Esta norma estabelece três tipos de opiniões modificadas, a saber: “Opinião com ressalva”, “Opinião adversa” e “Abstenção de opinião”.
     

    Tipos de relatório:

    Opinião sem ressalva/ não modificada

    Opinião em que o auditor conclui que as DC estão:

    · De acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável

    · Livre de distorções relevantes
     

    Opinião com ressalva.

    Com evidência (distorções relevantes) + não generalizadas

    Sem evidência (distorções não detectadas) + não generalizadas
     

    Opinião adversa.

    Com evidência (distorções relevantes) + generalizadas
     

    Opinião com abstenção de opinião.

    Sem evidência + generalizadas

    Incertezas que não permitam expressar uma opinião.

    bons estudos

  • Letra (a)

    Opinião sem ressalva/ não modificada

    Opinião em que o auditor conclui que as DC estão:

    De acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável

    Livre de distorções relevantes

    Opinião com ressalva.

    Com evidência (distorções relevantes) + não generalizadas

    Sem evidência (distorções não detectadas) + não generalizadas

    Opinião adversa.

    Com evidência (distorções relevantes) + generalizadas

    Opinião com abstenção de opinião.

    Sem evidência + generalizadas

    Incertezas que não permitam expressar uma opinião.

  • Os tipos de opinião são:

    1-Modificada: com ressalva, adversa, abstenção de opinião.

    2-Não modificada: sem ressalvas.

    Na questão, temos situação que revela distorção, logo incabível a opinião não modificada (sem ressalvas).

    Resposta A


ID
2302663
Banca
FCC
Órgão
AL-MS
Ano
2016
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

No âmbito do Estado de Mato Grosso do Sul, compete ao Sistema de Controle Interno do Poder Executivo

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra A

    LRF

    Art. 59. O Poder Legislativo, diretamente ou com o auxílio dos Tribunais de Contas, e o sistema de controle interno de cada Poder e do Ministério Público, fiscalizarão o cumprimento das normas desta Lei Complementar, com ênfase no que se refere a:

            I - atingimento das metas estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias;

            II - limites e condições para realização de operações de crédito e inscrição em Restos a Pagar;

            III - medidas adotadas para o retorno da despesa total com pessoal ao respectivo limite, nos termos dos arts. 22 e 23;

            IV - providências tomadas, conforme o disposto no art. 31, para recondução dos montantes das dívidas consolidada e mobiliária aos respectivos limites;

            V - destinação de recursos obtidos com a alienação de ativos, tendo em vista as restrições constitucionais e as desta Lei Complementar;

            VI - cumprimento do limite de gastos totais dos legislativos municipais, quando houver.

    Previsão semelhante: Art. 74 CF

    bons estudos

  • Alternativa B seria estabelecido na LDO e nao na LOA?

  • Errei porque confundi com o sistema de controle interno previsto na CF art.74. (Acho que cai exatamente na pegadinha).

    Art. 74. CF- Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de:

    I - avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União;

    Porém......na LRF o controle interno fiscaliza o atingimento das metas estabelecidas na LDO.

     Art. 59. LRFO Poder Legislativo, diretamente ou com o auxílio dos Tribunais de Contas, e o sistema de controle interno de cada Poder e do Ministério Público, fiscalizarão o cumprimento das normas desta Lei Complementar, com ênfase no que se refere a:

            I - atingimento das metas estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias;

     

  • (Erros grifados e em negrito)

     

    b) verificar a observância dos limites e das condições para realização de operações de crédito e inscrição em restos a pagar, estabelecidos na Lei Orçamentária Anual.

    O parâmetro correto é a LRF.

     

    c) realizar auditoria nas demonstrações contábeis das empresas contratadas pelo Estado para a execução de obras públicas.

    O correto seria controladas ao invés de contratadas.

     

    d) determinar a demissão de pessoal, quando a despesa ultrapassar o limite máximo permitido na Lei Complementar Federal nº 101/2000. O correto seria verificar e avaliar a adoção de medidas para o retorno da despesa total com pessoal ao limite.

     

    e) avaliar o cumprimento das metas de arrecadação de receitas e de realização de despesas, conforme estabelecidas no Plano Plurianual. O correto seria avaliar o cumprimento das metas estabelecidas no Plano Plurianual, sem especificar arrecadação de receitas e de realização de despesas.

     

    Portanto, alternativa correta é A.

  • LRF

    Art. 59. O Poder Legislativo, diretamente ou com o auxílio dos Tribunais de Contas, e o sistema de controle interno de cada Poder e do Ministério Público, fiscalizarão o cumprimento das normas desta Lei Complementar, com ênfase no que se refere a:
    I atingimento das metas estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias;

    GAB: LETRA A

  • Você não precisava conhecer o Sistema de Controle Interno do Poder Executivo do Estado de

    Mato Grosso do Sul. Mas você precisava conhecer o artigo 59 da LRF!

    E, de acordo com esse artigo, essa é uma competência do sistema de controle interno sim!

    Tire a prova aqui:

    Art. 59. O Poder Legislativo, diretamente ou com o auxílio dos Tribunais de Contas, e o

    sistema de controle interno de cada Poder e do Ministério Público, fiscalizarão o

    cumprimento das normas desta Lei Complementar, com ênfase no que se refere a:

    I - atingimento das metas estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias;

    Repare também que essas metas estão estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias

    (LDO), ok? Não é no Plano Plurianual (PPA) e muito menos na Lei Orçamentária Anual (LOA).

    São as metas da LDO!

    Gabarito: Certo