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Prova CESPE - 2018 - EBSERH - Analista Administrativo - Administração


ID
2675869
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

Acerca da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), julgue o item a seguir.


À EBSERH é assegurado o ressarcimento das despesas com o atendimento do consumidor de um plano privado de assistência à saúde, observados os valores de referência estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar.

Alternativas
Comentários
  • LEI Nº 12.550, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2011 -Autoriza o Poder Executivo a criar a empresa pública denominada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH;

     

     

    Art.3 § 3o  É assegurado à EBSERH o ressarcimento das despesas com o atendimento de consumidores e respectivos dependentes de planos privados de assistência à saúde, na forma estabelecida pelo art. 32 da Lei no 9.656, de 3 de junho de 1998, observados os valores de referência estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar. 

     

     

    CERTO

  • De acordo com o art. 3º § 3º É assegurado à EBSERH o ressarcimento das despesas com o atendimento de consumidores e respectivos dependentes de planos privados de assistência à saúde, na forma estabelecida pelo art. 32 da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, observados os valores de referência estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar.

  • GABARITO: CERTO

    § 3º É assegurado à EBSERH o ressarcimento das despesas com o atendimento de consumidores e respectivos dependentes de planos privados de assistência à saúde, na forma estabelecida pelo art. 32 da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, observados os valores de referência estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar.

    LEI Nº 12.550, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2011.

  • GABARITO: CERTO

    Art. 3º § 3º É assegurado à EBSERH o ressarcimento das despesas com o atendimento de consumidores e respectivos dependentes de planos privados de assistência à saúde, na forma estabelecida pelo art. 32 da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, observados os valores de referência estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar.

    FONTE: LEI Nº 12.550, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2011.

  • De acordo com o art. 3º § 3º É assegurado à EBSERH o ressarcimento das despesas com o atendimento de consumidores e respectivos dependentes de planos privados de assistência à saúde, na forma estabelecida pelo art. 32 da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, observados os valores de referência estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar.

    Font: Alfacon

    O homem mau, o homem iníquo tem a boca pervertida.

    Acena com os olhos, fala com os pés e faz sinais com os dedos.

    Há no seu coração perversidade, todo o tempo maquina mal; anda semeando contendas.

  • GABARITO: CERTO.


ID
2675872
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

Acerca da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), julgue o item a seguir.


Se um órgão público tiver interesse em contratar a EBSERH para realizar atividades relacionadas ao objeto social da empresa, a licitação será dispensada.

Alternativas
Comentários
  • LEI Nº 12.550, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2011.

    Art. 5o  É dispensada a licitação para a contratação da EBSERH pela administração pública para realizar atividades relacionadas ao seu objeto social. 

     

    GABARITO: CORRETO

  • ATENÇÃO: É dispensada a Licitação para a contratação da EBSERH pela Administração Publica.

    MAS, as aquisições e compras realizadas pela EBSERH estão sujeitas à Lei 8.666/93.

    Foco e fé!

  • Art. 5º É dispensada a licitação para a contratação da EBSERH pela administração pública para

    realizar atividades relacionadas ao seu objeto social.

  • GABARITO: CERTO

    Art. 5º É dispensada a licitação para a contratação da EBSERH pela administração pública para realizar atividades relacionadas ao seu objeto social.

    LEI Nº 12.550, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2011.

  • GABARITO: CERTO

    Art. 5º É dispensada a licitação para a contratação da EBSERH pela administração pública para realizar atividades relacionadas ao seu objeto social.

    FONTE: LEI Nº 12.550, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2011.

  • É DISPENSADA A NOSSA QUERIDA LICITAÇÃO


ID
2675875
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

No que se refere ao Estatuto Social da EBSERH, julgue o próximo item.


A EBSERH se sujeita ao regime jurídico próprio das empresas privadas quanto aos direitos civis, comerciais e trabalhistas, e ao regime jurídico de direito público quanto às obrigações tributárias.

Alternativas
Comentários
  • Errado. Art. 5o  A EBSERH sujeitar-se-á ao regime jurídico próprio das empresas privadas, inclusive quanto aos direitos e obrigações civis, comerciais, trabalhistas e tributários. 

    Art. 30.  Aplica-se ao pessoal da EBSERH o regime jurídico estabelecido pela legislação vigente para as relações de emprego privado. 

  • DECRETO 7.661 DE 28 DE DEZEMBRO DE 2011

    ART. 5º A EBSERH sujeitar-se-á ao regime jurídico próprio das empresas privadas, inclusive quanto aos direitos e obrigações civis, comerciais, trabalhistas e tributários. 

  • GABARITO: ERRADO

    CAPÍTULO I

    DA NATUREZA, FINALIDADE, SEDE E DURAÇÃO

    Art. 5º A EBSERH sujeitar-se-á ao regime jurídico próprio das empresas privadas, inclusive quanto aos direitos e obrigações civis, comerciais, trabalhistas e tributários.

    FONTE: DECRETO Nº 7.661, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2011.


ID
2675878
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

No que se refere ao Estatuto Social da EBSERH, julgue o próximo item.


A EBSERH é administrada por uma Diretoria Executiva, cujos integrantes são nomeados, por prazo determinado, pelo presidente da República, que pode destituí-los antes do término do mandato desde que haja deliberação do Conselho de Administração da empresa nesse sentido.

Alternativas
Comentários
  • Art. 15.  A EBSERH será administrada por uma Diretoria Executiva, composta pelo Presidente e até seis Diretores, todos nomeados e destituíveis, a qualquer tempo, pelo Presidente da República, por indicação do Ministro de Estado da Educação. 

  • GABARITO: ERRADO

    A EBSERH é administrada por uma Diretoria Executiva, cujos integrantes são nomeados, por prazo determinado, pelo presidente da República, que pode destituí-los antes do término do mandato desde que haja deliberação do Conselho de Administração da empresa nesse sentido.ERRADO. É POR INDICAÇÃO DO MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO.

    REGIMENTO INTERNO (3ª Revisão)

    Subseção II - Da Diretoria Executiva

    Artigo 10. A Ebserh será administrada por uma Diretoria Executiva, composta pelo Presidente e até seis Diretores, todos nomeados e destituíveis, a qualquer tempo, pelo Presidente da República, por indicação do Ministro de Estado da Educação.

    § 1º. Os membros da Diretoria Executiva são:

    I – o Presidente da Ebserh;

    II - o Diretor Vice-Presidente Executivo (DVPE);

    III – o Diretor de Atenção à Saúde (DAS);

    IV – o Diretor de Gestão de Pessoas (DGP);

    V – o Diretor de Administração e Infraestrutura (DAI);

    VI – o Diretor de Orçamento e Finanças (DOF); e

    VII – o Diretor de Gestão de Processos e Tecnologia da Informação (DGPTI). 

  • ERRADA.

    A EBSERH é administrada por uma Diretoria Executiva, cujos integrantes são nomeados, por prazo determinado, pelo presidente da República, que pode destituí-los antes do término do mandato desde que haja deliberação do Conselho de Administração da empresa nesse sentido.

    Não há necessidade de deliberação do Conselho de Administração da empresa, mas sim da indicação do Ministro de Estado da Educação.

    Art. 15 do Decreto 7.661/11:

    A EBSERH será administrada por uma Diretoria Executiva, composta pelo Presidente e até seis Diretores, todos nomeados e destituíveis, a qualquer tempo, pelo Presidente da República, por indicação do Ministro de Estado da Educação.

  • GABARITO: ERRADO

    CAPÍTULO VI

    DA DIRETORIA

    Art. 15. A EBSERH será administrada por uma Diretoria Executiva, composta pelo Presidente e até seis Diretores, todos nomeados e destituíveis, a qualquer tempo, pelo Presidente da República, por indicação do Ministro de Estado da Educação.

    FONTE: DECRETO Nº 7.661, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2011.

  • Bom. Pelo que eu vi e entendi no novo estatuto de 2018 os membros da diretoria executiva são eleitos (nomeados) e destituiveis pelo CONSELHO de ADM.

    E só complementando que os membros do Conselho administrativo são eleitos e destituiveis pela assembléia geral :Órgão Máximo da ebserh!

  • GABARITO: ERRADO

    DA DIRETORIA

    Art. 15. A EBSERH será administrada por uma Diretoria Executiva, composta pelo Presidente e até seis Diretores, todos nomeados e destituíveis, a qualquer tempo, pelo Presidente da República, por indicação do Ministro de Estado da Educação.

    § 1º A investidura dos membros da Diretoria far-se-á mediante assinatura em livro de termo de posse.

    § 2º O Presidente e Diretores da EBSERH serão nomeados dentre brasileiros que satisfaçam os seguintes requisitos:

    I - idoneidade moral e reputação ilibada;

    II - notórios conhecimentos na área de gestão, da atenção hospitalar e do ensino em saúde; e

    III - mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior.

    DECRETO Nº 7.661, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2011.

  • Tem pessoas ainda se baseando no Estatuto antigo. O novo é o de 2018 e traz alterações.

    A Ebserh será administrada pelo Conselho de Administração, como órgão de orientação superior das atividades da empresa, e pela Diretoria Executiva.

    A Assembléia Geral é o Órgão máximo da Ebserh.

  • ART 13º A EBSERH SERÁ ADMINISTRADA PELO CONSELHO ADMINISTRAÇÃO, COMO ÓRGÃO DE ORIENTAÇÃO SUPERIOR DAS ATIVIDADES DA EMPRESA, PELA DIRETORIA EXECUTIVA

    FONTE ESTATUTO FEDERAL , MODIFICAÇÃO 2018

  • R: ERRADO

    Novo (Estatuto Social 2018)

    Art 13A EBSERH será administrada pelo Conselho de Administração, como órgão de orientação superior das atividades da empresa, e pela Diretoria Executiva.

    Art. 49 - A Diretoria Executiva é composta pelo Presidente da Empresa e até 6 Diretores, todos eleitos pelo Conselho de Administração. ( não mais pelo presidente da República)

  • A Assembleia Geral é quem pode destituir seus Conselheiros a qualquer tempo.

  • R: ERRADO

    Novo (Estatuto Social 2018)

    Art 13 - A EBSERH será administrada pelo Conselho de Administração, como órgão de orientação superior das atividades da empresa, e pela Diretoria Executiva.

    Art. 49 - A Diretoria Executiva é composta pelo Presidente da Empresa e até 6 Diretores, todos eleitos pelo Conselho de Administração. ( não mais pelo presidente da República)


ID
2675881
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

Com relação ao Regimento Interno da EBSERH, julgue o item a seguir.


O Conselho Fiscal da EBSERH é órgão de administração da empresa, e seus membros devem ser dotados de notório saber.

Alternativas
Comentários
  • Errado. Art. 21.  O Conselho Fiscal, como órgão permanente da EBSERH, compõe-se de três membros efetivos e respectivos suplentes, nomeados pelo Ministro de Estado da Educação

  • O Conselho Fiscal é um órgão de fiscalização!!!!

    REGIMENTO INTERNO (3ª Revisão)

    1º São órgãos de fiscalização da Ebserh:

    I - Conselho Fiscal

    II - Auditoria Interna

    2º Órgãos de administração:

    I – Conselho de Administração;

    II – Diretoria Executiva;

    III – Conselho Consultivo. 

  • GABARITO: ERRADO

    SEÇÃO II - DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO

    Artigo 4º. Os órgãos de administração da Ebserh serão integrados por brasileiros, residentes no País, dotados de notório saber, inclusive sobre as melhores práticas de governança corporativa, experiência, idoneidade moral, reputação ilibada e capacidade técnica compatível com o cargo.

    Subseção II - Da Diretoria Executiva

    § 3º. O Presidente e os Diretores da Ebserh serão nomeados dentre brasileiros que satisfaçam os seguintes requisitos:

    I – idoneidade moral e reputação ilibada;

    II – notórios conhecimentos na área de gestão, de atenção hospitalar e de ensino em saúde;

    III – mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior.

    REGIMENTO INTERNO - 3º REVISÃO - 2016.

  • GABARITO: ERRADO

    Artigo 3º. Para cumprimento das suas competências legais, a Ebserh apresenta a seguinte estrutura de governança:

    § 1º Órgãos de administração:

    I – Conselho de Administração;

    II – Diretoria Executiva;

    III – Conselho Consultivo.

    § 2º Órgãos de fiscalização:

    I – Conselho Fiscal;

    II – Auditoria Interna

    FONTE: REGIMENTO INTERNO DA EBSERH - 3ª REVISÃO (2016).


ID
2675884
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

Com relação ao Regimento Interno da EBSERH, julgue o item a seguir.


Órgão da EBSERH responsável por receber denúncias que envolvam desvio de conduta de empregados, a Ouvidoria-Geral é obrigada a dar ciência aos denunciantes acerca das medidas adotadas em relação às denúncias.

Alternativas
Comentários
  • Errado não é obrigada!

  • Está errada, porque o órgão responsável em receber denuncias não é a ouvidoria, e sim a CORREGEDORIA GERAL.

    REGIMENTO INTERNO (3ª Revisão) 

    Artigo 44. Compete à Corregedoria-Geral:

    I – coordenar, orientar, controlar e avaliar as atividades de correição no âmbito da Sede, filiais e unidades descentralizadas, inclusive no que se refere às ações preventivas, objetivando a melhoria do padrão de qualidade no processo de gestão e, como consequência, na prestação de serviços à sociedade;

    II – estudar e propor a revisão de normas e procedimentos administrativos, quando constatadas fragilidades nas metodologias de fiscalização que poderiam possibilitar eventuais riscos e desvios de conduta funcional e irregularidades;

    III – apoiar, quando comprovada a necessidade, a realização de inspeções preventivas e a requisição de perícias e laudos periciais;

    IV – receber denúncias envolvendo desvio de conduta de empregados, lesão ou ameaça de lesão ao patrimônio público e adotar os procedimentos correcionais cabíveis, dando ciência das medidas adotadas aos agentes que as formularam;

    V – coordenar a adoção dos procedimentos correcionais, acompanhando o cumprimento de cronograma, prazos, decisões e aplicação de penalidades;

    VI – coordenar e acompanhar a realização dos trabalhos das Comissões Internas de Averiguação;

    VII – instruir processos disciplinares e de apuração que lhe forem encaminhados, bem como demais expedientes relativos ao assunto;

    VIII – orientar as filiais e unidades descentralizadas a formular e expedir instruções sobre procedimentos correcionais; e

    IX – executar outras atividades específicas, por decisão da Presidência, relacionadas ao processo de correição.

  • Gabarito ERRADA.

    REGIMENTO INTERNO (3ª Revisão) 

    Artigo 44. Compete à Corregedoria-Geral:

    IV – receber denúncias envolvendo desvio de conduta de empregados, lesão ou ameaça de lesão ao patrimônio público e adotar os procedimentos correcionais cabíveis, dando ciência das medidas adotadas aos agentes que as formularam;

    Cuidado para não confundir com a competência da Ouvidoria-Geral:

    Art. 42, I, do Regimento Interno:

    "registrar as manifestações recebidas da sociedade relacionadas à Sede, quem contenham sugestões, reclamações, denúncias, elogios, pedidos de informação e/ou esclarecimentos de dúvidas sobre quaisquer atos praticados ou de responsabilidade das unidades da Empresa."

  • GABARITO: ERRADO

    Artigo 44. Compete à Corregedoria-Geral:

    IV – receber denúncias envolvendo desvio de conduta de empregados, lesão ou ameaça de lesão ao patrimônio público e adotar os procedimentos correcionais cabíveis, dando ciência das medidas adotadas aos agentes que as formularam;

    FONTE: REGIMENTO INTERNO DA EBSERH - 3ª REVISÃO (2016).

  • GABARITO: ERRADO

    Artigo 44. Compete à Corregedoria-Geral:

    IV – receber denúncias envolvendo desvio de conduta de empregados, lesão ou ameaça de lesão ao patrimônio público e adotar os procedimentos correcionais cabíveis, dando ciência das medidas adotadas aos agentes que as formularam;

    REGIMENTO INTERNO - 3ª REVISÃO - 2016.

  • Esta questão trata do regimento interno, no entanto, o Estatuto Social de 2018 traz em seu art. 114 que:

    A Ouvidoria deverá dar encaminhamento aos procedimentos necessários para a solução dos problemas suscitados e fornecer meios suficientes para os interessados acompanharem as providências necessárias

  • O órgão responsável em receber denuncias não é a ouvidoria, e sim a CORREGEDORIA GERAL.


ID
2675887
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

À luz do Código de Ética e Conduta da EBSERH, julgue o item que se segue.


Serão assegurados total sigilo e confidencialidade das informações à pessoa que entrar em contato com a Comissão de Ética da EBSERH pelos canais de comunicação da Internet para relatar descumprimento de conduta ética dos empregados da empresa.

Alternativas
Comentários
  • Art. 18 – Compete à Comissão de Ética da Ebserh (CEE) a divulgação, implementação e atualização deste Código de Ética e Conduta, a resposta a consultas éticas, bem como a apuração de denúncias de descumprimento de conduta ética. Qualquer pessoa poderá entrar em contato com a CEE, pelos canais de comunicação indicados na intranet e internet, sendo assegurado total sigilo e confidencialidade das informações.

  • CERTO. Art. 18 - Compete à Comissão de Ética da Ebserh (CEE) a divulgação, implementação e atualização deste Código de Ética e Conduta, a resposta a consultas éticas, bem como apuração de denúncias de descumprimento de conduta ética. Qualquer pessoa poderá entrar em contato com a CEE pelos canais de comunicação indicados na intranet e internet, sendo assegurado total sigilo e confidencialidade das informações.

    Fonte: Código de Ética e Conduta da Ebserh. Princípios Éticos e Compromissos de Conduta. 1ª Edição 2017.

  • GABARITO: CERTO

    CAPÍTULO VI – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

    Art. 18 – Compete à Comissão de Ética da Ebserh (CEE) a divulgação, implementação e atualização deste Código de Ética e Conduta, a resposta a consultas éticas, bem como a apuração de denúncias de descumprimento de conduta ética. Qualquer pessoa poderá entrar em contato com a CEE, pelos canais de comunicação indicados na intranet e internet, sendo assegurado total sigilo e confidencialidade das informações.

    Código de Ética e Conduta da Ebserh Princípios Éticos e Com-promissos de Conduta 1ª edição – 2017.

  • GABARITO: CERTO

    Art. 18 – Compete à Comissão de Ética da Ebserh (CEE) a divulgação, implementação e atualização deste Código de Ética e Conduta, a resposta a consultas éticas, bem como a apuração de denúncias de descumprimento de conduta ética. Qualquer pessoa poderá entrar em contato com a CEE, pelos canais de comunicação indicados na intranet e internet, sendo assegurado total sigilo e confidencialidade das informações.

    FONTE: CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DA EBSERH - PRINCÍPIOS ÉTICOS E COMPROMISSOS DE CONDUTA - 1ª EDIÇÃO – 2017.

  • CERTO

    Art. 18 - Compete à Comissão de Ética da Ebserh (CEE) a divulgação, implementação e atualização deste Código de Ética e Conduta, a resposta a consultas éticas, bem como apuração de denúncias de descumprimento de conduta ética. Qualquer pessoa poderá entrar em contato com a CEE pelos canais de comunicação indicados na intranet e internet, sendo assegurado total sigilo e confidencialidade das informações.

  • GABARITO: CERTO.


ID
2675890
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

À luz do Código de Ética e Conduta da EBSERH, julgue o item que se segue.


Os agentes públicos que integrarem a Comissão de Ética da EBSERH, assim como seus suplentes, serão indicados pela presidência da empresa.

Alternativas
Comentários
  • Exatamente!

    P. 2° - A CEE será composta, na forma do seu regimento interno, por agentes públicos da Ebserh e respectivos suplentestodos indicados pelaPresidência da Empresa, contando com o apoio de representantes indicados pelos Colegiados Executivos nas filiais.

  • CERTO. A CEE (Comissão de Ética da Ebserh) será composta, na forma do seu regimento interno, por 3 agentes públicos da Ebserh e respectivos suplentes, todos indicados pela Presidência da Empresa, contando com apoio de representantes indicados pelos Colegiados Executivos nas filiais.

    Fonte: Código de Ética e Conduta da Ebserh - Princípios Éticos e Compromissos de Conduta. 1ª edição - 2017.

  • CÓDIGO DE ÉTICA 2017

    ART. 18

    Paragrafo 2º - A CEE será composta, na forma do seu regimento interno, por agentes públicos da Ebserh e respectivos suplentestodos indicados pelaPresidência da Empresa, contando com o apoio de representantes indicados pelos Colegiados Executivos nas filiais.

  • "indicados pela Presidências contando com o apoio..." questão mal elaborada. Ela traz um sentido não completo. Porque mesmo indicado pela Presidência precisa do apoio dos representantes dos C.E. das F. Sendo assim, a questão pareceu que o Presidente é o faz tudo só, mas o artigo que justifica a resposta não fala disso. Eu heim.

  • GABARITO: CERTO

    Art. 18 § 2o A CEE será composta, na forma do seu regimento interno, por 3 agentes públicos da Ebserh e respectivos suplentes, todos indicados pela Presidência da Empresa, contando com o apoio de representantes indicados pelos Colegiados Executivos nas filiais.

    FONTE: CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DA EBSERH - PRINCÍPIOS ÉTICOS E COMPROMISSOS DE CONDUTA - 1ª EDIÇÃO – 2017.

  • GABARITO: CERTO

    A CEE será composta, na forma do seu regimento interno, por agentes públicos da Ebserh e respectivos suplentes, todos indicados pelaPresidência da Empresa, contando com o apoio de representantes indicados pelos Colegiados Executivos nas filiais


ID
2675893
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Assuntos

Com base no disposto no Estatuto da Pessoa com Deficiência, julgue o item a seguir.


A pessoa com deficiência não poderá sofrer nenhuma espécie de discriminação pela sua condição, mas não será obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

Alternativas
Comentários
  • CORRETO

     

    ESTATUTO LEI Nº 13.146/2015

    Art. 4°  Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação.

    § 2° A pessoa com deficiência não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

     

    (MAS) sentido aditivo, e não adversativo.

  • Olá Pessoal.

     

    Ao conjugarmos a cabeça do art. 4 do Estatuto, com seu parágrafo segundo, obteremos a resposta, vejam:

     

    Art. 4o  Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação.

     

    § 2o  A pessoa com deficiência não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

     

    Para complemento, ações afirmativas são prestações positivas do estado para fomento e alcançe de direitos constitucionalmente programáticos. Exemplos clássicos: Política de cotas nas universidades e Passe Estudantil. 

     

    Bons Estudos. 

  • CERTO

     

    A pessoa com deficência não é obrigada a usufruir dos benefícios da lei, ela pode abrir mão dos direitos e prioridades asseguradas na lei. 

  • Cespe ainda mete um "mas" só para deixar o candidato loooucooo hahaha.

    Tudo vedado aí.

     

    GAB ERRADO

  • Art. 4o  Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação.

    § 1o  Considera-se discriminação em razão da deficiência toda forma de distinção, restrição ou exclusão, por ação ou omissão, que tenha o propósito ou o efeito de prejudicar, impedir ou anular o reconhecimento ou o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais de pessoa com deficiência, incluindo a recusa de adaptações razoáveis e de fornecimento de tecnologias assistivas.

    § 2o  A pessoa com deficiência não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

  • Galera, pra quem tiver interesse, elaborei um caderno de questões sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência. Atualmente já conta com mais de 340 questões. Aproveitem!

     

    https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/questoes?caderno_id=2034972&modo=1

  • certo

     

    13.146

     

    Art. 4o  Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação.

     

    § 2o  A pessoa com deficiência não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

     

     

     

    GOSTOU DO COMENTÁRIO???? SE SIM, SEGUE-ME NO QC!! !OBRIGADO

  • LEI Nº 13.146

     

    Art. 4o  Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação.

     

    § 1o  Considera-se discriminação em razão da deficiência toda forma de distinção, restrição ou exclusão, por ação ou omissão, que tenha o propósito ou o efeito de prejudicar, impedir ou anular o reconhecimento ou o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais de pessoa com deficiência, incluindo a recusa de adaptações razoáveis e de fornecimento de tecnologias assistivas.

     

    § 2o  A pessoa com deficiência não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

  • Ana #RUMOAOMPU,

     

    OBRIGADO POR COMPARTILHAR!

  • A pessoa com deficiência não poderá sofrer nenhuma espécie de discriminação pela sua condição, mas (e) não será obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

    Gab.: C

  • Lei 13.146/15:

    Art. 4o  Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação.

    § 1o  Considera-se discriminação em razão da deficiência toda forma de distinção, restrição ou exclusão, por ação ou omissão, que tenha o propósito ou o efeito de prejudicar, impedir ou anular o reconhecimento ou o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais de pessoa com deficiência, incluindo a recusa de adaptações razoáveis e de fornecimento de tecnologias assistivas.

    § 2o  A pessoa com deficiência não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

    Art. 5o  A pessoa com deficiência será protegida de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, tortura, crueldade, opressão e tratamento desumano ou degradante.

  • Questãozinha duplicada pelo QC.

  • GABARITO:C

     

    LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015

     

    Art. 2o  Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.  
     


    DA IGUALDADE E DA NÃO DISCRIMINAÇÃO


    Art. 4o  Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação.


    § 1o  Considera-se discriminação em razão da deficiência toda forma de distinção, restrição ou exclusão, por ação ou omissão, que tenha o propósito ou o efeito de prejudicar, impedir ou anular o reconhecimento ou o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais de pessoa com deficiência, incluindo a recusa de adaptações razoáveis e de fornecimento de tecnologias assistivas.

     

    § 2o  A pessoa com deficiência não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa. [GABARITO]


     

  • >> Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação.

    >>>>>> A pessoa com deificência não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa. 

  • Gabarito CERTO

    Até pq ninguém é obrigado a nada, né? 
     

    Art. 4°, § 2° A pessoa com deficiência não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

  • Gabarito: "Certo"

     

    Isso mesmo!  Aplicação do art. 4º, §2º do EPD:

     

    Art. 4º. Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação.

    §2º. A pessoa com deficiência não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

     

  • Pessoal, assistam essa aula:

    https://www.youtube.com/watch?v=iK6YElLwJsQ

  • Esse "Mas" ali é nada mais nada menos que tentar induzir o candidato ao erro, chega deu um bug na leitura.

  • Correto.

    Não será "obrigada" a "fruição"  (posse, usufruto) de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

  • Lei 13.146/2015, Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência:

    Art. 4º, § 1 Considera-se discriminação em razão da deficiência toda forma de distinção, restrição ou exclusão, por ação ou omissão, que tenha o propósito ou o efeito de prejudicar, impedir ou anular o reconhecimento ou o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais de pessoa com deficiência, incluindo a recusa de adaptações razoáveis e de fornecimento de tecnologias assistivas.

    § 2o  A pessoa com deficiência não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

    Art. 5º A pessoa com deficiência será protegida de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, tortura, crueldade, opressão e tratamento desumano ou degradante.

    - Ou seja, a pessoa com deficiência está protegida de todas as formas de discriminações, sejam elas negativas, nos casos de distinção, restrição ou exclusão, por ação ou omissão, que tenha o propósito ou o efeito de prejudicar, impedir ou anular o reconhecimento ou o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais, bem como, as discriminações positivas, como é o caso das ações afirmativas. A lei é clara, ela aceita SE QUISER.

  • Art. 5º CRFB/88

    (...)

    II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;

  • Questão idêntica em Q894437

    Existem dois preceitos normativos cobrados nesta questão: (1) a proibição à discriminação; e (2) a opção da PCD de usufruir ou não de ações afirmativas voltadas à PCD. Logo, a conjunção adversativa não me parece comprometer a compreensão da assertiva, que está correta à luz do entendimento geral do Estatuto e do texto do artigo 4º, parágrafo segundo, do Estatuto da Pessoa com Deficiência. 

  • GABARITO: CERTO

     

    Art. 4o  Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação.

    § 2o  A pessoa com deficiência não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

  • LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015.

    CAPÍTULO II

    DA IGUALDADE E DA NÃO DISCRIMINAÇÃO

     

    Art. 4o  Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação.

     

    § 1o  Considera-se discriminação em razão da deficiência toda forma de distinção, restrição ou exclusão, por ação ou omissão, que tenha o propósito ou o efeito de prejudicar, impedir ou anular o reconhecimento ou o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais de pessoa com deficiência, incluindo a recusa de adaptações razoáveis e de fornecimento de tecnologias assistivas.

     

    § 2o  A pessoa com deficiência não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

     

    Art. 5o  A pessoa com deficiência será protegida de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, tortura, crueldade, opressão e tratamento desumano ou degradante.

     

    Parágrafo único.  Para os fins da proteção mencionada no caput deste artigo, são considerados especialmente vulneráveis a criança, o adolescente, a mulher e o idoso, com deficiência.

  • Sinceramente, o CESPE pecando ali na negação. Negar duas vezes é o mesmo que afirmar! Não errei a questão, mas seria passível de anulação. 

  • Mauro Boi.. vc esta esquivocado.. questão sem problemas...certíssima.

  • Naõ vejo motivo para anular. Questão correta.

  • A dificuldade na questão é a identificação da conjunção adversativa "mas"

    exercendo um papel de conjunção acidentamente aditiva.

    Coloque no lugar de " mas" o "e" e leia novamente , e não terá dúvida do gabarito.

  • Art. 4o Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não
    sofrerá nenhuma espécie de discriminação.

    § 1o Considera-se discriminação em razão da deficiência toda forma de distinção, restrição ou exclusão, por ação
    ou omissão, que tenha o propósito ou o efeito de prejudicar, impedir ou anular o reconhecimento ou o exercício dos
    direitos e das liberdades fundamentais de pessoa com deficiência, incluindo a recusa de adaptações razoáveis e de
    fornecimento de tecnologias assistivas.
    § 2o A pessoa com deficiência não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

    Lei 13.146/2015

  • Cara.... esse povo viaaaaja nas questões. Não tem nada de errado com essa questão. O povo tem que aprender a interpretar texto.

  • Um exemplo bem claro disto é o caso da inscrição quanto a concursos e vestibulares.

    A pessoa com deficiência tem o total direito de se inscrever na ampla concorrência, as ações afirmativas têm o propósito dar igualdade, porém cabe ao portador de necessidade aceitar ou não.

    Art. 4° Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação.

    § 2° A pessoa com deficiência não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

  • e a descriminação positiva?

  • Resolução: 

    A pessoa com deficiência não poderá sofrer nenhuma espécie de discriminação e NEM será obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ações afirmativas.

     

    Gabarito: CERTA

  • GABARITO: CERTO.

  • Dividimos a assertiva em duas partes para verificar se ambas estão corretas:

    (Parte 1) A pessoa com deficiência não poderá sofrer nenhuma espécie de discriminação pela sua condição,

    Está em conformidade com o Art. 4º:

    Art. 4º Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e NÃO sofrerá NENHUMA espécie de discriminação.

    (Parte 2) mas não será obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

    Está em conformidade com o Art. 4º, § 2º

    § 2º A pessoa com deficiência não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

    Gab: Certo.

  • CESPE, a rainha dos enunciados capciosos.

  • Com base no disposto no Estatuto da Pessoa com Deficiência, é correto afirmar que: A pessoa com deficiência não poderá sofrer nenhuma espécie de discriminação pela sua condição, mas não será obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.

  • Essa cespe ai morreu faz tempo..


ID
2675896
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Assuntos

Com base no disposto no Estatuto da Pessoa com Deficiência, julgue o item a seguir.


Em processos seletivos para ingresso nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior, o candidato com deficiência terá direito à disponibilização de provas em formatos acessíveis à sua necessidade, sendo vedada a concessão de dilatação de tempo para a realização de tais provas.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO

     

    ESTATUTO LEI Nº 13.146/2015

    Art. 30.  Nos processos seletivos para ingresso e permanência nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profissional e tecnológica, públicas e privadas, devem ser adotadas as seguintes medidas:

     

    III - disponibilização de provas em formatos acessíveis para atendimento às necessidades específicas do candidato com deficiência;

     

    V - dilação de tempo, conforme demanda apresentada pelo candidato com deficiência, tanto na realização de exame para seleção quanto nas atividades acadêmicas, mediante prévia solicitação e comprovação da necessidade;

  • Olá Pessoal.

     

    O gabarito está Errado, a dilatação de tempo é prevista no Estatuto, segundo o art. 30, V:

    Art. 30.  Nos processos seletivos para ingresso e permanência nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profissional e tecnológica, públicas e privadas, devem ser adotadas as seguintes medidas:

     

    V - dilação de tempo, conforme demanda apresentada pelo candidato com deficiência, tanto na realização de exame para seleção quanto nas atividades acadêmicas, mediante prévia solicitação e comprovação da necessidade;

     

    Sob o fundamento da igualdade material, assim como em várias questões formuladas, o candidato chegaria ao gabarito, entretanto, o conhecimento literal, muitas vezes diferencia.

     

    Bons Estudos. 

     

     

  • Galera, pra quem tiver interesse, elaborei um caderno de questões sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência. Atualmente já conta com mais de 340 questões. Aproveitem!

     

    https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/questoes?caderno_id=2034972&modo=1

     

     

  • Errada,

     

    13.146

     

    Art. 30.  Nos processos seletivos para ingresso e permanência nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profissional e tecnológica, públicas e privadas, devem ser adotadas as seguintes medidas:

     

    V - dilação de tempo, conforme demanda apresentada pelo candidato com deficiência, tanto na realização de exame para seleção quanto nas atividades acadêmicas, mediante prévia solicitação e comprovação da necessidade;

     

     

    GOSTOU DO COMENTÁRIO???? SE SIM, SEGUE-ME NO QC!! !OBRIGADO

  • LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015.

    Art. 30.  Nos processos seletivos para ingresso e permanência nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profissional e tecnológica, públicas e privadas, devem ser adotadas as seguintes medidas:

    III - disponibilização de provas em formatos acessíveis para atendimento às necessidades específicas do candidato com deficiência;

    V - dilação de tempo, conforme demanda apresentada pelo candidato com deficiência, tanto na realização de exame para seleção quanto nas atividades acadêmicas, mediante prévia solicitação e comprovação da necessidade;

  • GABARITO:E

     

    LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015

     

    Art. 2o  Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.  
     


    DO DIREITO À EDUCAÇÃO

     

    Art. 30.  Nos processos seletivos para ingresso e permanência nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profissional e tecnológica, públicas e privadas, devem ser adotadas as seguintes medidas:

     

    I - atendimento preferencial à pessoa com deficiência nas dependências das Instituições de Ensino Superior (IES) e nos serviços;


    II - disponibilização de formulário de inscrição de exames com campos específicos para que o candidato com deficiência informe os recursos de acessibilidade e de tecnologia assistiva necessários para sua participação;


    III - disponibilização de provas em formatos acessíveis para atendimento às necessidades específicas do candidato com deficiência; [GABARITO]

     

    IV - disponibilização de recursos de acessibilidade e de tecnologia assistiva adequados, previamente solicitados e escolhidos pelo candidato com deficiência;

     

    V - dilação de tempo, conforme demanda apresentada pelo candidato com deficiência, tanto na realização de exame para seleção quanto nas atividades acadêmicas, mediante prévia solicitação e comprovação da necessidade; [GABARITO]


    VI - adoção de critérios de avaliação das provas escritas, discursivas ou de redação que considerem a singularidade linguística da pessoa com deficiência, no domínio da modalidade escrita da língua portuguesa;

     

    VII - tradução completa do edital e de suas retificações em Libras.

  • ERRADA

     

    PODE HAVER SIM A DILAÇÃO DO TEMPO.

  • Por que o QC repete questões????

  • Gabarito: "Errado"

     

    Em que pese a primeira parte da sentença estar correta (Em processos seletivos para ingresso nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior, o candidato com deficiência terá direito à disponibilização de provas em formatos acessíveis à sua necessidade), a segunda parte está errada (sendo vedada a concessão de dilatação de tempo para a realização de tais provas) uma vez que é permita a diatação de tempo.

     

    Aplicação do art. 30, III e V do EPD:

    Art. 30. Nos processos seletivos para ingresso e permanêcia nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profisisonal e tecnológica, públicas e privadas, devem ser adotadas as seguintes medidas:

    III - disponibilização de provas em formatos acessíveis para atendimento às necessidades específicas do candidato com deficiência;

    V - dilação de tempo, conforme demanda apresnetada pelo candidato com deficiência, tanto na realização de exame para selação quanto nas atividades acadêmicas, mediante prévia solicitação e comprovação da necessidade.

  • questao TRIplicada Q891962 , Q891963 e Q892082

     

  • GABARITO "ERRADO" 

     

    LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015.

    Art. 30.  Nos processos seletivos para ingresso e permanência nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profissional e tecnológica, públicas e privadas, devem ser adotadas as seguintes medidas:

    III - disponibilização de provas em formatos acessíveis para atendimento às necessidades específicas do candidato com deficiência;

    V - dilação de tempo, conforme demanda apresentada pelo candidato com deficiência, tanto na realização de exame para seleção quanto nas atividades acadêmicas, mediante prévia solicitação e comprovação da necessidade;

  • Art. 30.  Nos processos seletivos para ingresso e permanência nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profissional e tecnológica, públicas e privadas, devem ser adotadas as seguintes medidas:

    III - disponibilização de provas em formatos acessíveis para atendimento às necessidades específicas do candidato com deficiência;

    V - dilação de tempo, conforme demanda apresentada pelo candidato com deficiência, tanto na realização de exame para seleção quanto nas atividades acadêmicas, mediante prévia solicitação e comprovação da necessidade;

  • Com base no disposto no Estatuto da Pessoa com Deficiência, julgue o item a seguir.

    Em processos seletivos para ingresso nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior, o candidato com deficiência terá direito à disponibilização de provas em formatos acessíveis à sua necessidade, sendo vedada a concessão de dilatação de tempo para a realização de tais provas. - Errado

     

    ---

     

    lei 13.146/15

     

    Art. 30.  Nos processos seletivos para ingresso e permanência nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profissional e tecnológica, públicas e privadas, devem ser adotadas as seguintes medidas:

     

    I - atendimento preferencial à pessoa com deficiência nas dependências das Instituições de Ensino Superior (IES) e nos serviços;

     

    II - disponibilização de formulário de inscrição de exames com campos específicos para que o candidato com deficiência informe os recursos de acessibilidade e de tecnologia assistiva necessários para sua participação;

     

    III - disponibilização de provas em formatos acessíveis para atendimento às necessidades específicas do candidato com deficiência;

     

    IV - disponibilização de recursos de acessibilidade e de tecnologia assistiva adequados, previamente solicitados e escolhidos pelo candidato com deficiência;

     

    V - dilação de tempo, conforme demanda apresentada pelo candidato com deficiência, tanto na realização de exame para seleção quanto nas atividades acadêmicas, mediante prévia solicitação e comprovação da necessidade;

     

    VI - adoção de critérios de avaliação das provas escritas, discursivas ou de redação que considerem a singularidade linguística da pessoa com deficiência, no domínio da modalidade escrita da língua portuguesa;

     

    VII - tradução completa do edital e de suas retificações em Libras.

  • Questão errada

    LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015.

    Art. 30.  Nos processos seletivos para ingresso e permanência nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profissional e tecnológica, públicas e privadas, devem ser adotadas as seguintes medidas:

    V - dilação de tempo, conforme demanda apresentada pelo candidato com deficiência, tanto na realização de exame para seleção quanto nas atividades acadêmicas, mediante prévia solicitação e comprovação da necessidade;

  • ão errada

    LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015.

    Art. 30.  Nos processos seletivos para ingresso e permanência nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profissional e tecnológica, públicas e privadas, devem ser adotadas as seguintes medidas:

    V - dilação de tempo, conforme demanda apresentada pelo candidato com deficiência, tanto na realização de exame para seleção quanto nas atividades acadêmicas, mediante prévia solicitação e comprovação da necessidade;

     

    m base no disposto no Estatuto da Pessoa com Deficiência, julgue o item a seguir.

    Em processos seletivos para ingresso nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior, o candidato com deficiência terá direito à disponibilização de provas em formatos acessíveis à sua necessidade, sendo vedada a concessão de dilatação de tempo para a realização de tais provas. - Errado

     

    ---

     

    lei 13.146/15

     

    Art. 30.  Nos processos seletivos para ingresso e permanência nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profissional e tecnológica, públicas e privadas, devem ser adotadas as seguintes medidas:

     

    I - atendimento preferencial à pessoa com deficiência nas dependências das Instituições de Ensino Superior (IES) e nos serviços;

     

    II - disponibilização de formulário de inscrição de exames com campos específicos para que o candidato com deficiência informe os recursos de acessibilidade e de tecnologia assistiva necessários para sua participação;

     

    III - disponibilização de provas em formatos acessíveis para atendimento às necessidades específicas do candidato com deficiência;

     

    IV - disponibilização de recursos de acessibilidade e de tecnologia assistiva adequados, previamente solicitados e escolhidos pelo candidato com deficiência;

     

    V - dilação de tempo, conforme demanda apresentada pelo candidato com deficiência, tanto na realização de exame para seleção quanto nas atividades acadêmicas, mediante prévia solicitação e comprovação da necessidade;

     

    VI - adoção de critérios de avaliação das provas escritas, discursivas ou de redação q

  • Em processos seletivos para ingresso nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior, o candidato com deficiência terá direito à disponibilização de provas em formatos acessíveis à sua necessidade, sendo vedada a concessão de dilatação de tempo para a realização de tais provas.

  • GABARITO: ERRADO.


ID
2675899
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Sanitário
Assuntos

Acerca dos determinantes sociais da saúde, julgue o item que se segue.


Atualmente, o foco dos determinantes sociais da saúde está no mecanismo de produção das iniquidades.

Alternativas
Comentários
  • Redação da questão me gerou dúvida. 

     

    (...) 

    "Em março de 2005, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criou a Comissão sobre Determinantes Sociais da Saúde (Commission on Social Determinants of Health - CSDH), com o objetivo de promover, em âmbito internacional, uma tomada de consciência sobre a importância dos determinantes sociais na situação de saúde de indivíduos e populações e sobre a necessidade do combate às iniqüidades em saúde por eles geradas." 

    (...)

     

    Fonte: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/causas_sociais_iniquidades.pdf

  • GAB. CERTO

     

    ''Nas últimas décadas, tanto na literatura nacional, como internacional, observa-se um extraordinário avanço no estudo das relações entre a maneira como se organiza e se desenvolve uma determinada sociedade e a situação de saúde de sua população (ALMEIDA-FILHO, 2002).

    Esse avanço é particularmente marcante no estudo das iniqüidades em saúde, ou seja, daquelas desigualdades de saúde entre grupos populacionais que, além de sistemáticas e relevantes, são também evitáveis, injustas e desnecessárias (WHITEHEAD, 2000).''

     

    Fonte: http://www.uff.br/coletiva1/DETERMINANTES_SOCAIS_E_SAUDE.pdf

  • Gabarito "Certo"

     

    Os Determiantes Sociais da Saúde são Promotores da Iniquidades!

  • Certo

    Iniquidade social

    A iniquidade social acontece quando as normas e leis destinadas à sociedade, de um modo geral, não estão sendo cumpridas igualitariamente, seguindo os princípios dos Direitos Humanos, da moral e da ética. 

    No Brasil, por exemplo, existem vários casos de iniquidades sociais, praticados por instituições públicas e privadas, seja na área da educação escolar, sistema de saúde ou segurança pública. 

    A iniquidade na saúde é um dos grandes problemas do país, que enfrenta déficit de profissionais qualificados e equipamentos nos hospitais e centros de saúde, indo de encontro às leis que regem os Direitos Humanos Universais, que determinam que todo o ser humano deve ter o direito a uma assistência em saúde de qualidade e gratuita. 

     

    Fonte: https://www.significados.com.br/iniquidade/

  • Os DSS não são produtores de iniquidades, eles querem mostrar que a saúde é abrangente o suficiente a tal ponto de não existe saúde somente como ausência de doença. A ideia é entender esse processo para eliminar/ diminuir as iniquidades.

    A redação da questão deixou confusa, mas tentando interpretar melhor ( CESP também me ajude né):

    Atualmente, o foco dos determinantes sociais da saúde está no mecanismo de produção das iniquidades.

    = O foco dos DSS está em voltado para esses mecanismos que produzem as iniquidades ( será se é isso hahah)

    Acho que é isso

  • Os DSS não são produtores de iniquidades, eles querem mostrar que a saúde é abrangente o suficiente a tal ponto de não existe saúde somente como ausência de doença. A ideia é entender esse processo para eliminar/ diminuir as iniquidades.

    A redação da questão deixou confusa, mas tentando interpretar melhor ( CESP também me ajude né):

    Atualmente, o foco dos determinantes sociais da saúde está no mecanismo de produção das iniquidades.

    = O foco dos DSS está em voltado para esses mecanismos que produzem as iniquidades ( será se é isso hahah)

    Acho que é isso

  • ''Segundo Nancy Adler (2006), podemos identificar três gerações de estudos sobre as iniqüidades em saúde. [...] e a terceira e atual geração está dedicada principalmente aos estudos dos mecanismos de produção das iniqüidades ou, para usar a expressão de Adler, está dedicada a responder à pergunta: como a estratificação econômico-social consegue “entrar” no corpo humano? ''

    Fonte: Artigo : A Saúde e Seus Determinantes Sociais.'


ID
2675902
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Sanitário
Assuntos

Acerca dos determinantes sociais da saúde, julgue o item que se segue.


Conforme os estudos mais atuais sobre as iniquidades em saúde, há uma relação direta de causa e efeito entre os fatores gerais de natureza social, econômica e política e os indicadores de saúde de determinada população, de modo que países com alto PIB possuem, necessariamente, melhores indicadores de saúde do que países com baixo PIB.

Alternativas
Comentários
  • Há 2 erros:

    A Lei não compara Indicadores de Saúde à condição política de um país.

    O outro erro está em dizer que: necessariamente países com alto PIB tem melhores indicadores de saúde....

    Art. 3o  Os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do País, tendo a saúde como determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais. 

    A Lei não fala nada sobre o PIB e muito menos diz que necessariamente um acompanha o outro.

  • .Lucas Almeida, a questão não está falando da Lei 8.080/90, ela está falando de DSS. Esse não seria um erro da questão. O erro está somente na parte do "Necessariamente", pois pode haver países com elevado PIB que não investe em saúde. Além disso, a lei fala que os níveis de saúde da população de um país expressam o nível de organização social e econômica, o que quer dizer que um país pode ser pobre, mas se ele mantiver a sua população com cobertura elevada sobre os DSS, pode ser considerado um país organizado nesse aspecto.

  • QUESTÃO - Conforme os estudos mais atuais sobre as iniquidades em saúde, há uma relação direta de causa e efeito entre os fatores gerais de natureza social, econômica e política e os indicadores de saúde de determinada população, de modo que países com alto PIB possuem, necessariamente, melhores indicadores de saúde do que países com baixo PIB.

    _______________________________________________

    Justificativas:

    ''O principal desafio dos estudos sobre as relações entre determinantes sociais e saúde consiste em estabelecer uma hierarquia de determinações entre os fatores mais gerais de natureza social, econômica, política e as mediações através das quais esses fatores incidem sobre a situação de saúde de grupos e pessoas, já que a relação de determinação não é uma simples relação direta de causa-efeito''

    ''É através do conhecimento deste complexo de mediações que se pode entender, por exemplo, por que não há uma correlação constante entre os macroindicadores de riqueza de uma sociedade, como o PIB, com os indicadores de saúde''

    Fonte : Artigo ''A Saúde e Seus Determinantes Sociais '', disponível em :

  • A maioria das questões do cespe com o necessariamente está errada.


ID
2675905
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Sanitário
Assuntos

Acerca dos determinantes sociais da saúde, julgue o item que se segue.


Uma das formas de melhorar o nível de saúde de determinada população consiste em intervir sobre os mecanismos de estratificação social, mediante, por exemplo, políticas relacionadas a mercado de trabalho, educação e seguridade social.

Alternativas
Comentários
  • "Embora a intervenção sobre os mecanismos de estratificação social
    seja de responsabilidade de outros setores, ela é das mais cruciais para combater
    as iniqüidades de saúde. Aqui se incluem políticas que diminuam as diferenças
    sociais, como as relacionadas ao mercado de trabalho, educação e seguridade
    social, além de um sistemático acompanhamento de políticas econômicas e sociais
    para avaliar seu impacto e diminuir seus efeitos sobre a estratificação social."

    Artigo: A Saúde e seus Determinantes Sociais
    PAULO MARCHIORI BUSS 
    ALBERTO PELLEGRINI FILHO

  • certo

  • GABARITO: CERTO.


ID
2675908
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Sanitário
Assuntos

A respeito do Sistema Único de Saúde (SUS), julgue o próximo item.


Os conselhos de saúde constituem instância colegiada organizada a cada quatro anos para o exercício do controle social do SUS.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO

    Conferências:
    Periodicidade de quatro anos para a realização das Conferências de Saúde;
    Espaços destinados a analisar os avanços e retrocessos do SUS e a propor diretrizes para a formulação das políticas de saúde;
    Devem ser PARITÁRIAS, ou seja, ter igualdade na porcentagem de participantes.

     

    Conselhos:
    Caráter permanente e deliberativo;
    Verifica se a assistência à saúde prestada no estado ou no município está atendendo às necessidades da população;
    Órgão COLEGIADO composto por REPRESENTANTES DO GOVERNO, PRESTADORES DE SERVIÇO, PROFISSIONAIS DE SAÚDE E USUÁRIOS.

  • GABARITO: ERRADO

    Art. 1° O Sistema Único de Saúde (SUS), de que trata a Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990, contará, em cada esfera de governo, sem prejuízo das funções do Poder Legislativo, com as seguintes instâncias colegiadas:

    I - a Conferência de Saúde; e

    II - o Conselho de Saúde.

    § 1° A Conferência de Saúde reunir-se-á a cada quatro anos com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes, convocada pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, por esta ou pelo Conselho de Saúde.

    § 2° O Conselho de Saúde, em caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo.

    FONTE: LEI Nº 8.142, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1990.


ID
2675911
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Sanitário
Assuntos

A respeito do Sistema Único de Saúde (SUS), julgue o próximo item.


A composição de cada conselho de saúde obedece ao critério da paridade, cabendo o percentual de 25% do total de seus representantes a cada um dos seguintes grupos: entidades e movimentos representativos de usuários; entidades representativas dos trabalhadores da área de saúde; representantes de governo; prestadores de serviços privados conveniados.

Alternativas
Comentários
  • O Conselho de Saúde será composto por representantes de entidades, instituições e movimentos representativos de usuários, de entidades representativas de trabalhadores da área da saúde, do governo e de entidades representativas de prestadores de serviços de saúde, sendo o seu presidente eleito entre os membros do Conselho, em reunião plenária. II - Mantendo o que propôs as Resoluções nos 33/92 e 333/03 do CNS e consoante com as Recomendações da 10a e 11a Conferências Nacionais de Saúde, as vagas deverão ser distribuídas da seguinte forma: a)50% de entidades e movimentos representativos de usuários; b)25% de entidades representativas dos trabalhadores da área de saúde; c)25% de representação de governo e prestadores de serviços privados conveniados, ou sem fins lucrativos. Fonte: Resolução 453 de 2012
  • ERRADO

    50% representando usuários

    25% trabalhadores

    25% governo e serviços privados

  • GABARITO: ERRADO

    I - O número de conselheiros será definido pelos Conselhos de Saúde e constituído em lei.

    II - Mantendo o que propôs as Resoluções nos 33/92 e 333/03 do CNS e consoante com as Recomendações da 10a e 11a Conferências Nacionais de Saúde, as vagas deverão ser distribuídas da seguinte forma:

    a)50% de entidades e movimentos representativos de usuários;

    b)25% de entidades representativas dos trabalhadores da área de saúde;

    c)25% de representação de governo e prestadores de serviços privados conveniados, ou sem fins lucrativos.

    FONTE: RESOLUÇÃO Nº 453, DE 10 DE MAIO DE 2012


ID
2675914
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Sanitário
Assuntos

A respeito do Sistema Único de Saúde (SUS), julgue o próximo item.


A Lei n.° 8.080/1990 restringe o rol de instituições públicas federais, estaduais e municipais que fazem parte do SUS às instituições responsáveis pelo desenvolvimento direto de atividades fim em saúde, razão por que exclui desse rol as instituições de pesquisa e produção de equipamentos para saúde, por considerá-las desenvolvedoras de atividade meio.

Alternativas
Comentários
  • GAB. ERRADO

     

    LEI 8.080

     

    Art. 4º O conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da Administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, constitui o Sistema Único de Saúde (SUS).

     

    § 1º Estão incluídas no disposto neste artigo as instituições públicas federais, estaduais e municipais de controle de qualidade, pesquisa e produção de insumos, medicamentos, inclusive de sangue e hemoderivados, e de equipamentos para saúde.

  • GABARITO: ERRADO

    TÍTULO II

    DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

    DISPOSIÇÃO PRELIMINAR

    Art. 4º O conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da Administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, constitui o Sistema Único de Saúde (SUS).

    § 1º Estão incluídas no disposto neste artigo as instituições públicas federais, estaduais e municipais de controle de qualidade, pesquisa e produção de insumos, medicamentos, inclusive de sangue e hemoderivados, e de equipamentos para saúde.

    § 2º A iniciativa privada poderá participar do Sistema Único de Saúde (SUS), em caráter complementar.

    LEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990.

  • Art. 4º O conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da Administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, constitui o Sistema Único de Saúde (SUS).

    § 1º Estão incluídas no disposto neste artigo as instituições públicas federais, estaduais e municipais de controle de qualidade, pesquisa e produção de insumos, medicamentos, inclusive de sangue e hemoderivados, e de equipamentos para saúde.

  • GABARITO: ERRADO

    TÍTULO II

    DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

    DISPOSIÇÃO PRELIMINAR

    Art. 4º O conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da Administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, constitui o Sistema Único de Saúde (SUS).

    § 1º Estão incluídas no disposto neste artigo as instituições públicas federais, estaduais e municipais de controle de qualidade, pesquisa e produção de insumos, medicamentos, inclusive de sangue e hemoderivados, e de equipamentos para saúde.

    FONTE: LEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990.

  • Pessoal, ainda que você não conseguisse recordar a “letra da lei” não é difícil imaginar que o SUS jamais excluiria as instituições de pesquisa. Não existe essa diferenciação entre atividade fim e atividade meio. Vamos ver o que diz a LOS.

    Art. 4º O conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da Administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, constitui o Sistema Único de Saúde (SUS).

    § 1º Estão incluídas no disposto neste artigo as instituições públicas federais, estaduais e municipais de controle de qualidade, pesquisa e produção de insumos, medicamentos, inclusive de sangue e hemoderivados, e de equipamentos para saúde.

    RESPOSTA: ERRADO

  • GABARITO: ERRADO.

  • Art. 4º O conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da Administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, constitui o Sistema Único de Saúde (SUS).

    § 1º Estão incluídas no disposto neste artigo as instituições públicas federais, estaduais e municipais de controle de qualidade, pesquisa e produção de insumos, medicamentos, inclusive de sangue e hemoderivados, e de equipamentos para saúde.

    § 2º A iniciativa privada poderá participar do Sistema Único de Saúde (SUS), em caráter complementar.

  • Não exclui  instituições de pesquisa e produção de equipamentos para saúde. Ela INCLUI.


ID
2675917
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Sanitário
Assuntos

A respeito do Sistema Único de Saúde (SUS), julgue o próximo item.


Considerando-se que os níveis de saúde podem demonstrar a situação econômica e social da saúde, a atividade física foi incluída na Lei n.º 8.080/1990 como um dos determinantes de saúde.

Alternativas
Comentários
  • Art. 3o Os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do País, tendo a saúde como determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais. (Redação dada pela Lei nº 12.864, de 2013) Fonte: Lei 8.080 de 1990
  • CERTO

    Lei 8.080/1990

    Art. 3º Os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do País, tendo a saúde como determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais. ( alteração pela Lei nº 12.864, de 2013)

  • GABARITO: CERTO

    TÍTULO I

    DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

    Art. 3 Os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do País, tendo a saúde como determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais. (Redação dada pela Lei nº 12.864, de 2013).

    LEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990.

  • Deveria ter sido anulada. Expressam é diferente de podem demonstrar. Expressam não é uma possibilidade.

  • Vale ressaltar que a Atividade Física foi incluída na 8.080/90 em 2013, pela lei 12.864, ou seja, não surgiu com a Lei Orgânica da Saúde.

    Como sempre, deixamos as atividades físicas pra depois..

  • GABARITO: CERTO

    Art. 3  Os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do País, tendo a saúde como determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais.

    FONTE: LEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990.

  • De acordo com a Lei Orgânica da Saúde – nº 8080/90:

    Art. 3º - Os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do País, tendo a saúde como determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais.

    RESPOSTA: CERTODe acordo com a Lei Orgânica da Saúde – nº 8080/90:

    Art. 3º - Os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do País, tendo a saúde como determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais.

    RESPOSTA: CERTO

  • GABARITO: CERTO.

  • O artigo diz que os níveis de saúde expressam a situação social e econômica de um PAÍS , ai vem a CESPE e contextualiza dizendo que expressam os níveis sociais e econômicos de SAÚDE. Vai entender né.. , a questão deveria ser anulada, mal elaborada.


ID
2675920
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Sanitário
Assuntos

A respeito do Sistema Único de Saúde (SUS), julgue o próximo item.


As resoluções do pleno de um conselho de saúde, na respectiva esfera de governo, com a devida publicação oficial, devem ser homologadas em trinta dias.

Alternativas
Comentários
  • CORRETO

    As resoluções serão obrigatoriamente homologadas pelo chefe do poder constituído em cada esfera de governo, em um prazo de 30 (trinta) dias, dando-se-lhes publicidade oficial.

     

    http://blog.concursosdasaude.com.br/resolucao-453-de-2012-comentada-em-topicos-parte-3/

  • RESOLUÇÃO Nº 453, DE 10 DE MAIO DE 2012

    [...]

    As resoluções serão obrigatoriamente homologadas pelo chefe do poder constituído em cada esfera de governo, em um prazo de 30 (trinta) dias, dando-se-lhes publicidade oficial.

     

     

     

  • GABARITO: CERTO

    ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DOS CONSELHOS DE SAÚDE

    Quarta Diretriz:

    As resoluções serão obrigatoriamente homologadas pelo chefe do poder constituído em cada esfera de governo, em um prazo de 30 (trinta) dias, dando-se-lhes publicidade oficial. Decorrido o prazo mencionado e não sendo homologada a resolução e nem enviada justificativa pelo gestor ao Conselho de Saúde com proposta de alteração ou rejeição a ser apreciada na reunião seguinte, as entidades que integram o Conselho de Saúde podem buscar a validação das resoluções, recorrendo à justiça e ao Ministério Público, quando necessário.

    FONTE: RESOLUÇÃO Nº 453, DE 10 DE MAIO DE 2012

  • Realmente funciona. Testei no word 2020 agora.


ID
2675923
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Sanitário
Assuntos

A respeito do Sistema Único de Saúde (SUS), julgue o próximo item.


Historicamente, o Programa Nacional de Serviços Básicos de Saúde, que programou as ações multidisciplinares do Plano do Conselho Nacional de Administração da Saúde Previdenciária, voltado para atender à população rural, foi um marco no processo de descentralização da saúde.

Alternativas
Comentários
  • GAB: ERRADO.

  • Não estudo a história do SUS e do sanitarismo, mas acertei por um conhecimento geral: antes do SUS, as ações de saúde eram voltadas aos trabalhadores urbanos formais, que contribuíam para a previdência. Quando vi "voltado a atender a população rural", identifiquei um erro.

  • Resumo: Este objeto mostra como este movimento iniciou nas décadas 1960 e 1970, e de que buscava lutar por um novo modelo de saúde no país, comenta que em 1980 a proposta PREV-Saude criava postos de saúde e salários para médicos, e que em 1983 a proposta das AIS cria o SUDS e acaba com o INAMPS.


ID
2675926
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Sanitário
Assuntos

A respeito do Sistema Único de Saúde (SUS), julgue o próximo item.


O princípio da equidade no SUS refere-se ao tratamento desigual para que todos tenham, de acordo com suas necessidades, as demandas atendidas.

Alternativas
Comentários
  • Coisas do CESPE, pra mim essa definição está imcompleta...

    EQUIDADE consiste na adaptação da regra existente à situação concreta, observando-se os critérios de justiça. Pode-se dizer, então, que a equidade adapta a regra a um caso específico, a fim de deixá-la mais ADEQUADA. Ela é uma forma de se aplicar o Direito, mas sendo o mais próximo possível do justo para as duas partes, E NÃO ESSE LANCE DE "tratamento desigual" .

     

    Poderia falar tb em tratamento desigual aos desiguais, e não" tratamento desigual para que todos tenham, de acordo com suas necessidades, as demandas atendidas". FICOU MTO ESTRANHO

  • Mário, para a cespe incompleta = certa

    se a proposição estivesse errada, aí sim, seria errado.

  • EQUIDADE:

    Igualdade da atenção à saúde, sem privilégios ou preconceitos.

    O SUS deve disponibilizar recursos e serviços de forma justa, de acordo com as necessidades de cada um.

  • Pra mim também está incompleta, foi assim que eu entendi nas entrelinhas. No caso desigual pra mim se referia á MESMO ATENDIMENTO em uma MESMA SITUAÇÃO. Não vi sentido completo para que fosse completamente certa.. Coisas de cespe...

  • Pra mim também está incompleta, foi assim que eu entendi nas entrelinhas. No caso desigual pra mim se referia á MESMO ATENDIMENTO em uma MESMA SITUAÇÃO. Não vi sentido completo para que fosse completamente certa.. Coisas de cespe...

  • Tratar os desiguais na medida de suas desigualdades. (EQUIDADE)

  • GABARITO: CERTO

    Equidade: O objetivo da equidade é diminuir desigualdades. Mas isso não significa que a equidade seja sinônima de igualdade. Apesar de todos terem direito aos serviços, as pessoas não são iguais e por isso têm necessidades diferentes. Então, equidade é a garantia a todas as pessoas, em igualdade de condições, ao acesso às ações e serviços dos diferentes níveis de complexidade do sistema.

    O que determinará as ações será a prioridade epidemiológica e não o favorecimento, investindo mais onde a carência é maior. Sendo assim, todos terão as mesmas condições de acesso, more o cidadão onde morar, sem privilégios e sem barreiras. Todo cidadão é igual perante o SUS e será atendido conforme suas necessidades até o limite do que o sistema pode oferecer para todos.

    FONTE: https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/medicina/sus-principios-e-diretrizes/38572


ID
2675938
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

A respeito de lógica proposicional, julgue o item que se segue.


Se P, Q e R forem proposições simples e se ~R indicar a negação da proposição R, então, independentemente dos valores lógicos V = verdadeiro ou F = falso de P, Q e R, a proposição P→Q ∨(~R) será sempre V.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO E 

     

    Existe a possibilidade da proposição composta acima ser falsa, basta acontecer a seguinte situação:

     

    P = V

    Q = F

    R = V

     

    P→(Q ∨(~R))

    V → (F v F)

    V → F = F

     

  • Na valoração do Se então, temos: 

    V      V    =  V

    V       F   =  F  ( Caso da questão acima )

    F       V   =  V

    F       F  =   V

  • E - Não será sempre V como afirma.

    Único caso falso na CONDICIONAL é a  ERA    ICHER   É   F EIA .

  • Errado, nem sempre só basta que o Q e o ~R sejam falsos para dar V=>F=F. Bons estudos

  • Sempre que não repetir letra (só tem 1 de cada) não é contradição nem tautologia, precisa repetir pra ser, eu posso mudar à vontade.
    O fato de repetir não garante nada, mas não repetir garante que não é tautologia nem contradição.

  • 3a linha da tabela verdade é F. As demais são V.

  • Para uma condicional (A B)  ser FALSA é preciso que o A = V e B = F ( Regra). 

    Como o P terá valor verdadeiro, precisamos analisar se terá chance de [Q v (~R)] assumir o valor falso. Para uma disjunçao (v) ser falsa é preciso que o Q e ~R seja falso, e isso irá acontecer. Para ter certeza na hora da prova o melhor é construir a tabela verdade para não ter dúvidas.

    Tabela verdade:

     

    P    Q    R    ~R    Qv(~R)    P→Qv(~R)

    V    V    V      F         V                V

    V    V    F      V         V                V

    V    F    V      F         F                F             Nessa linha o resultado será falso.

    V    F    F      V         V                V

     

    Não precisa terminar a tabela verdade, porque a proposição P→Q ∨(~R) não será sempre verdadeiro. Portanto, questão está ERRADA.

  • Pessoal, procurem no youtube aula de raciocínio lógico do Professor Luis Telles (método Telles).

    Em menos de 1 minuto (até menos) dá para resolver essa questão.

     

    Todos sabemos que na condicional se vier Verdadeiro na frente a sentença será Falsa se o consequente for Falso. Não precisa fazer tabela verdade, só lembrar disso já é suficiente para resolver a questão.

  • ERRADO

     

    Existe a possibilidade da proposição composta acima ser falsa, basta acontecer a seguinte situação:

     

    P = V

    Q = F

    R = V

     

    P→(Q ∨(~R))

    V → (F v F)

    V → F = F

  • Nessa questão trata-se de uma proposição condicional,e a questão fala que independentemente dos valores lógicos V = verdadeiro ou F = falso de P, Q e R, a proposição P→Q ∨(~R) será sempre Verdade,está ERRADO pois na condicional depende se o primeiro for verdadeiro e o segundo falso a proposição será falsa.

     

  • ERRADOO. FORMA MAIS RAPIDA PARA RESOLVER A QUESTÃO É VALORAR COMO FALSA A PROPOSIÇÃO SE DE CERTO NÃO SERÁ TAUTOLOGIA. 

    Se P então Q v ( --R) = F                                                                                                                                                                                                             v             f         f                                                                                                                                                                                                                              f                 f.

     sabemos que no conectivo se então a única forma de dar falso é vera fisher ( V  entao F). já no ou, é quando há dois valores falsos ( F v F). vejamos  que deu certo a proposiçao ficou falsa, nao ocorreu erro, logo nao será sempre verdadeira a proposiçao acima.

       

  • ERRADO. Uma das senteças 

    P    Q    R    ~R    P->Qv(~R)
    V    V    V       F           V
    V    V    F       V           V
    V    F    V       F            F
    V    F    F       V           V
    F    V    V       F           V
    F    V    F       V           V
    F    F    V       F           V
    F    F    F       V           V
     

  • ERRADO --> Fazendo a tabela dá verdade nota-se que é uma contradição

  • Acredito que não precisa fazer nada.

    Somente atentar ao fato do comando da questão dizer, "independentemente dos valores lógicos...". portanto podemos ter todos os valores possíveis de uma condicional e há um caso onde ela é Falsa, então não será sempre V.

     

  • Olá pessoal,
     
    Vejam o vídeo com a resolução dessa questão no link abaixo
    https://youtu.be/dVMn0u4JrE8
     
    Professor Ivan Chagas
    Gostou? Doe: https://pag.ae/blxHLHy

  • Em exercícios como este procurem sempre o conectivo principal, ou seja, o que você resolverá por último !
    Achado o conectivo principal, analise quais situaçoes ele pode ser verdadeiro ou falso, no caso desse exercicio é o conectivo "OU" logo, para ser falso, ele precisaria de duas proposiçoes falsas  F V F  , por ser possível negar as duas proposiçoes neste caso, a resposta é ERRADA

  • A tabela do "José Maia" tá completa, tudo certinho. Veja que o resultado final é uma CONTINGÊNGIA.

     

    "Alef Dutra" o conectivo a ser feito por último é o "Se, Então (->)" e não o "OU" (^). CUIDADO!

  • Gabarito: ERRADO

    É só lembrar que no ou só é falso quando tudo for falso.

    Logo, quando P-->Q for falso + ~R( que é F) Temos: FvF = F

    Eu analisei assim

    bons estudos.

  • no  V (ou) necessariamente preciso de uma V (verdade) para que o resultado seja V 

  • A atriz VERA FISCHER É FALSA

  • vera fischer apreceu 1 vez, então não é tudo verdade.

  • V F F = VAMOS FAZER UM FILHO?

    Jamais!

  • Para complementar:

     

    Em proposições compostas, quando a frase está escrita em linguagem comum (e não há parênteses para indicar qual conectivo deve ser feito primeiro), seguimos a ordem de precedência indicada abaixo:
    1º: operador “não”
    2º: conectivo “e”
    3º: conectivo “ou”
    4º: conectivo “se então”

     

    É importante saber a ordem de precedência entre os conectivos para não errarmos questões simples e perdermos pontos valiosos na prova.

  • P    Q    R    ~R     P->Q    P->Qv(~R)
    V    V    V       F         V           V
    V    V    F       V         V           V
    V    F    V       F          F           F
    V    F    F       V          F          V
    F    V    V       F          V          V
    F    V    F       V          V          V
    F    F    V       F          V          V
    F    F    F       V          V          V


     

  • Errado. 

    O conectivo se então ---> será falso quando ocorrer Vera Fischer.

    Portanto não será sempre V como é afirmado na questão. 

  •  P→Q ∨(~R)  .

    Se jogar nessa fórmula, terá o valor falso.

    V ---> F v F  = F

     

    ..então Errado a questão.

  • Errado, totalmente de acordo com os comentários, o resultado tem um valor F...

  • Prezados,

    Sem perder muito tempo, basta forçar uma situação em que P seja VERDADEQ ∨(~R) seja FALSO. Se isso for possível, então o resultado será FALSO, logo a questão estará errada.

     

    Se: P= VERDADE; Q= FALSO e R= VERDADE

     

     

     P→Q ∨(~R)

    V → [ F v F] = V→F = FALSO//

     

    Gabarito: ERRADO

  • Temos que lembrar que  na Condcional  Vera Fisher = F, sem esquentar a cabeça. 

    Simples assim.

  • porque o R é verdadeiro???

    eu fiz ASSIM

    P→Q ∨(~R)

    P( V) --->Q(F) = F  v  (~R)= F

    F ou F =F

     

  • Sempre verdadeiro quer dizer o mesmo que TAUTOLOGIA.

    A questão está errada

    Caso o valor de P fosse "F", a proposição P→Q teria valor "F", assim se o valor de ~R fosse também "F", a frase seria valorada com "F", pois o conectivo é o "OU".

    P→Q ou ~R
      (F)    ou    (F)   =  F

  • VERA FISHER PAPAI. MAIS VELHA Q TODOS OS ANCIÕES MAS É UM MACETE PARA ACERTAR QUESTÕES RS

  • SENDO RÁPIDO E PRÁTICO:

    P->QV(~R) NESTA SITUAÇÃO NÃO TEM NADA QUE IMPEÇA DE SER FALSO, POIS A LETRAS SÃO DIFERENTES.

    (VÍDEO COM A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO)

    COMEÇA EM 13:55 MIN.

  • primeiro, pelo conectivo 'ou', há uma possibilidade de a proposição composta ser F, quando todas as simples forem falsas.

    e como há uma chance de a proposição que tem o conectivo' ---> ' ser falsa (quando os valores de PQ forem VF respectivamente) não podemos afirmar que não importa o valor das proposições pq sempre será verdadeiro, pois dependendo do valor, existe a possibilidade de ser FALSO sim

  • Consegue deixar a proposição falsa?

    Consegue!!!

    Não é tautologia

  • Se o valor de P for verdadeiro, o valor de Q for falso e o valor de R for verdadeiro, então teremos uma VERA FISHER, que deixa o resultado falso

  • A questão está perguntando se é uma tautologia, você pode provar isso fazendo a tabela verdade ou tentando provar o contrário de uma tautologia. Veja, se a questão tá perguntando se é uma tautologia deve-se tentar provar o contrário, deve-se tentar encontrar como a expressão por completo poderia ser falsa. Se você conseguir provar que é possível encontrar um resultado F, então a questão não é uma tautologia.

    Eu sempre começo de fora para dentro para tentar resolver esse tipo de questão.

    Você tem a expressão: PQ ∨(~R). Olhando de forma ampla vemos uma condicional, aí vc pensa, em que circunstância eu posso ter um resultado F na condicional? se V->F = F. Pronto! Então embaixo do P coloque um V e embaixo da expressão Q ∨(~R) coloque um F. Aí agora olhe pra expressão Q ∨(~R) e pense: em que circuntância eu terei resultado F na disjunção inclusiva? se FvF. Pronto, deu certo! se FvF = F e esse resultado F bateu com o F da condiconal que vc achou lá no começo, então, vc provou que é possível essa expressão ser FALSA, logo não será uma tautologia.

    Gente, espero que tenha dado para entender, se eu tiver errada em alguma coisa por favor me corrijam.

    Força guerreiros!!

  • Minha contribuição.

    Tautologia => Todos os resultados são verdadeiros.

    Contradição => Todos os resultados são falsos.

    Contingência => Há resultados verdadeiros e falsos.

    Abraço!!!

  • INDEPENDENTE DOS VALORES DE V ou F??? ERRADO

  • Nessas questões tentem desmentir quem fez a afirmação. Portanto, tentem deixar a proposição falsa.

    Condicional: V -> F

    Logo, P tendo valor lógico V, Qv(~R) tem que dar F. Portanto Q tem valor lógico F e ~R tem valor F, resltando em V -> F.

  • comentário de um colega em uma questão anterior :

    "PARA OCORRER UMA TAUTOLOGIA, É OBRIGATÓRIO QUE A PROPOSIÇÃO TENHA LETRAS REPETIDAS."

    como essa não tem já marquei direto E (ainda estou testando :D)

  • Tinha que ter uma opção pra retirar questões repetidas, terceira vez que faço essa questão em menos de 10min

    QUE PALHAÇADA

  • Para ser tautologia é obrigatório ter repetição.Dito isso já poderia marcar E e bora para próxima questão.

  • NEM SEMPRE O MACETE DE COLOCAR FALSO NAS PROPOSIÇÕES FUNCIONA.

    coloquei F em tudo e no final dá VERDADEIRO;

    mas se forçamos para que da condicional (->) resulte F + a disjunção (v) com resultado F = RESULTADO F

  • Resolução sem construir tabela-verdade, pois na prova sabemos que o tempo é precioso:

    Sabemos que uma condicional é falsa apenas em uma situação: V → F (famosa Vera Fisher)

    Assim sendo, caso eu consiga deixar a proposição P→Q ∨(~R) falsa, a questão estará errada, pois nem sempre será verdadeira

    P→Q ∨(~R)

    Como eu quero TENTAR deixar a proposição falsa, eu irei forçar para que isso aconteça

    Assim, irei atribuir o valor lógico V para "P", F para "Q" e F para "~R", já que eu quero vê se consigo deixar a proposição nos moldes da Vera Fischer

    P→Q ∨(~R)

    V → F ou F

    V → F

    F

    Desse modo, eu consegui deixar a proposição falsa, então a proposição nem sempre será verdadeira. Portanto, gabarito ERRADO.

    Espero ter ajudado.

  • Olá pessoal,

     

    Vejam o vídeo com a resolução dessa questão no link abaixo

    https://youtu.be/XE7ILbJtS5s

     

    Professor Ivan Chagas

    www.youtube.com/professorivanchagas

  • DICA: nem precisa fazer tabela pra gastar tempo!!

    Galera, o Se Então será falso no caso Vera Ficher né, ou seja V -> F

    vc tem um Se Então com 3 premissas numa questão , tipo:

    "A -> B e C"

    "X e Y -> Z"

    "G e H e J -> T e J e K"

    Qndo vc pode manipular os resultados assim individuais, pra poder dar V->F.... nunca vai ser tautologia.... caso as letrar se repitam de um lado e do outro, ou tem a negação... ai vc tem que verificar com mais atenção. Agora se os premissas são unicas, individuais e independentes de um lado e do outro.... nunca será tautologia...

    Ex: A v C v D v F-> B ^ E v G

    As letras não se repetem...

  • raciocínio lógico e invenção do diabo so pode! já estou ficando e louca e não aprendo
  • O concurseiro que está estudando e vai à festa se ferra! Ou seja, se Vai à Festa se Ferra. V → F = F

  • Uma maneira de se resolver é construindo a tabela verdade, mas a maneira mais fácil é identificar quando se trata de tautologia. Não é tautologia quando não há repetição de letras.

    • Se o conectivo "E" for o conectivo principal 'ultimo na ordem resolutiva', são será tautologia.
    • Se não tiver letras repetidas, não será tautologia.

    Fonte: Jhoni Zini

  • QUANDO HÁ NÃO HÁ REPETIÇÃO DE LETRAS NÃO HÁ TAUTOLOGIA

  • tenta deixar falso, usando a lendaria vera fisher. Fazer essa tabela dá muito trampo.

  • CONTRATEM O

    Professor Ivan Chagas

  • o método colocar tudo F falhou kkk

  • FOI POSSIVEL DEIXAR FALSA???---->ENTÃO NÃO TAUTOLOGIA.

    SEGUE O LINK DA DEMOSTRAÇÃO:http://sketchtoy.com/70297868


ID
2675941
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

A respeito de lógica proposicional, julgue o item que se segue.


A negação da proposição “Se o fogo for desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico, será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.” é equivalente à proposição “O fogo foi desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico e não será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.”

Alternativas
Comentários
  • 1. Proposição a - > b 

    2. Negação a ^ ~b 

  • CORRETO

    para negar o SE, ENTÃO = mantem a primeira E nega a segunda = P ^ ~Q

  • CERTO

     

    SE, ENTÃO = mantém a primeira E nega a segunda = P ^ ~Q

  • A-----> B

    Negação 

    A e ~B

     

     

  • Gabarito: "Certo"

     

    Isso mesmo! :)

     

    Comentários:

    A negação de “Se o fogo for desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico, então será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.” é  "O fogo foi desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico e não será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.”

     

    Portanto, tem-se que a a negação de (A -> B) é  (A ^ ~B).

  • É a regra do MANE:

    MAntem a primeira assertiva 

    e

    NEga a segunda

  • Se o fogo for desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico (P), será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma (Q).

    P ---> Q

     

    A negação da condicional é MANE (Mantém a 1ª E Nega a 2ª)

    P ^ ~Q

    A equivalência da conjunção (E - ^) é a proposta pela questão: “O fogo foi desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico (P) não será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma (Q).”

     

  • Decorar:

     

    Equivalência (se então)

     

    A --> B = ~B --> ~A = ~A v B

     

    Negação:

     

    A ^ ~B

     

  • Vamos complementar o comentário do colega Danilo:

     

    Equivalência do A -> B pela TEORIA DA INVOLUÇÃO = ~A v B

     

    Equivalência do A -> B pela CONTRAPOSITIVA = ~B -> ~A         Lembra só de CONTRAPOR = INVERTER

     

    vai que CESPE pede o nome da teoria né. Nunca se sabe.

     

  • é só lembrar que o único caso de falso é V ^ F. Então a negação é exatamente essa V^F. Pra quem acha que são duas coisas distintas, boa notícia, é só gravar quando condicional é falso que já gravou a negação.

  • De acordo com a Lei de Morgan:

    Para negar uma condicional, faz-se conjunção da primeira proprosição com a negação da segunda.

    Ou seja:  ~(P → Q) = P ^ ~Q

     

    P = O fogo for desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico

    Q= Será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma

     

    Aplicado a lei de morgan ficará:

    O fogo foi desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico e não será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.

     

    Assertiva está correta!

  • É a regra do MANE:

    MAntem a primeira 

    e ^

    NEga a segunda...

    Tiro e queda!

  • COPIA A 1ª E NEGA A 2ª

  • CORRETO

     

    Repete a primeira e nega a segunda.

     

    Lembrando que extintor de espuma nunca poderá ser usado em equipamentos de eletricidade, pois seu material é condutor de energia. Rsrsrs

  • A famosa regra do MANÉ  -> Mantém a primeira E Nega a segunda 

  • Uma das equivalências do "se...então" é "mantém a primeira E nega a segunda"; 

    P > Q EQUIVALENTE à P ^ ~Q

     

    GAB CERTO

  • Eu ia reclamar, mas percebi meu erro e, para aqueles que, como eu, erraram por pensar que o enunciado estava pedindo equivalência, olhem de novo. Ela está pedindo: A negação da proposição é... Errei por falta de atenção do enunciado.

  • Para ser falso em um CONDICIONAL BASTA QUE A PROPOSIÇÃO ESTEJA DE  V PARA F. LOGO O GABARITO ESTÁ CORRETO.

  • Regra da amante: Mantém a primeira e nega a segunda. Para negação do se, então!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Olá pessoal,
     
    Vejam o vídeo com a resolução dessa questão no link abaixo
    https://youtu.be/-zSxC_O1ovI
     
    Professor Ivan Chagas
    Gostou? Doe: https://pag.ae/blxHLHy

  • Gabarito: "Certo"

     

    P -> Q é equivalente a P ^ ~Q

     

    Se o fogo for desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico (P), então (->) será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma. (Q)

     

    O fogo foi desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico (P) e (^) não será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma. (~Q)

  • Vi muitos comentários informando que a equivalência da proposição: P--> Q é P^~Q, porém, acredito que esteja equivocado essa afirmação, pois isso seria a negação e não a equivalência, tanto que, na questão, pede-se a negaçaõ da proposição e não a equivalência. Por esse motivo a assertiva está correta.

     

    Verifiquem tbm o comentário do Danilo. Simples e esclarecedor.

     

    Se houver equívoco no meu comentário e alguém puder explicitar, agradeço muito!

  • Gab: Certo      ~(p--> q) = p e ~q

    A negação da proposição   .........  é equivalente à proposição  .....
    Pra que pedir só pra negar né, colocam a palavra equivalência no meio " pra ter mais graça pra eles"  SQN : ( !


    Engraçado mesmo são as frases que o pessoal cria pra decorar rs, ajuda bastante!

  • Negação de proposições compostas:

     

    Proposição: SE A ENTÃO B      A -> B

    Negação: MANTÉM O ANTECEDENTE E NEGA O CONSEQUENTE     A ^ ~B

  • Prestar atenção no que realmente a banca quer e não se deixar levar pela palavra "equivalente" que ela usa para expressar qual seria a proposição equivalente à negação.

     

  • NEGAÇÃO DE CONDIÇÃO, TEORIA DO MARIDO SAFADÃO: MANTÉM A PRIMEIRA E NEGA A SEGUNDA!

    ~ (p -> q) = p ^ ~q

    fogo for desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico: p

    será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma: q

     

  • CERTO

     

    Negação "se...então": 

     

    REPETE A 1ª

    NEGA A 2ª

    TROCA O "SE...ENTÃO" POR "E"

  • GABARITO CERTO

     

    A negação de se..., então é VF. (repete a primeira e nega a segunda)

  • Certo

    -famosa "Mantém a primeira e nega a segunda"
    Se o fogo for desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico, será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.

    se P ---> Q


    O fogo foi desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico e não será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.

    P ^ ~Q

     

  • Decorar:

     

    Equivalência (se então)

     

    A --> B = ~B --> ~A = ~A v B

     

    Negação:

     

    A ^ ~B

  • Negação do "Se, então"

    Macete: Mane

    Mantém a primeira, coloca a conjunção "e" e nega a segunda.

    A --> B = A ^ ¬B 

     

     

     

  • Negação do “se ... então”, macete dos bons, RENEGA, repete a primeira E nega a segunda

  •  é equivalente à proposição “...pensei que estava pedindo a equivalência uai, e não a negação..

  • Sempre que cai esse tipo de questão eu lembro da minha filha:

    - Filha, "se você cair, vai ficar chorando"!

    Daí minha filha cai, e responde toda imponente:

    - Tá vendo, pai..."caí, e nem chore-ei"!!! rs

  • a negação de P--->Q   é  P ^ ~Q

     

    GABARITO: CERTO

  • Pessoal, sempre quando a questão mecionar negação e equivalência, PREVALECE A NEGAÇÃO. A banca faz isso para confundir.

  • Gab. Correto

     

    Equivalência: lembra no NEyMa (nega ou mantém)

    Negação: lembra do MANÉ (mantém e nega)

     

    Espero ter ajudado.

     

  •   A questão quer NEGAÇÃO  ( ~  ,   ¨¬   )   do  SE ... ENTÃO    (  → )  , onde

       p  →  q 

     

     *  Frase  :  Se o fogo for desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico, será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.”

       

         Fica assim : 

     --- MANTÉM-SE A 1ª PARTE  ( p )   :  O fogo foi desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico 

     

     --- NEGA A 2ª PARTE  ( q ) e TROCA O  " SE ... ENTÃO "    P/    " E "  :  e não será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.

  • A negação do SE não pode ter outro Se. 

    Retira-se o SE e nega a segunda.

    Gabarito: Certo

  • a negação é equivalente a ....

    até quando, na pressa ,vou procurar a equivalência em vez da negação? :(

  • São três tipos equivalentes de negação do Se, Então... São elas: 

    Nega a primeira, troca o Se--então por OU, mantém a segunda; (~P v Q)

     

    Mantém a primeira, troca o Se--então por E, Nega a segunda; ( P ^ ~Q)

     

    Inverte a primera com a segunda e mantém o SE--então, Nega as duas. (~Q-->~P)

  • questão boa para pegar o desatento!!

  • CORRETO

    NEGAÇÃO:

    MANTÊM A 1° E MUDA A 2°

     

  • Na condicional: MANTÉM o antecedente e NEGA o consequente.

  • a negação de condicional entra o famoso MANÉ : MAntém a primeira e NEga a segunda

    Cuidado pra não confundi com equivalencia da condicional é o caso da contrapositiva que inverte as duas proposiçoes e nega ambas ou o caso do NEYMAR : Nega a primeira e Mantem a segunda 

    e segue o bonde :)

  • Ponto chave para resolver a questão é:

    A negação da proposição “Se o fogo for desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico, será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.” é equivalente à proposição “O fogo foi desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico e não será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.”

     

    A NEGAÇÃO do "Se, então" é: A ^ ~B

     

    - Errei por não me atentar a isso. Me atentei, erroneamente, a palavra equivalente.

    Bons estudos!

  • Negação da condicional (-->)


    p --> q


    Repete a primeiro (p), muda o conectivo (-->) por (^) e nega-se a segunda (q) que passa a ser (~q). Assim a negação ficará representada por:


    p ^ ~q

  • Mané.

  • Gab.: C

    MA NE

    Mantém-se a primeira proposição e nega-se a segunda usando o conectivo 'e'.

  • MANÉ

  • Negação do condicional --->
    Copia a primeira ^ nega a segunda

  • CESPE PERDEU A NOÇÃO DA SACANAGEM COLOCANDO A PALAVRA "EQUIVALÊNCIA"

  • È igual a traição ( para quem pratica )


    Matem a primeira e nega a segunda ....

  • Gab Certa

     

    Negação da Condicional é o MANÉ

     

    Mantém a primeira E nega a segunda

  • ESSA QUESTÃO TA TOTALMENTE EQUIVOCADA



    UMA COISA É ELA PEDIA A NEGAÇÃO OUTRA É ELA USAR O TERMO EQUIVALÊNCIA




  • A regra da Negação do SE ENTÃO é do homem casado que tem duas mulheres. Mantem a primeira e(^) nega a segunda.

  • O equivalente de A->B é ~A v B. Logo, a negação de ~A v B é A ^ ~B. Ou seja:

    1.Se o fogo for desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico, então será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma: A->B

    2. O fogo não foi desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico ou será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma: ~A v B

    3.NEGAÇÃO: O fogo foi desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico e não será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.: A ^ ~B.

  • Cuidado para não confundir EQUIVALÊNCIA com NEGAÇÃO.

    equivalência da proposição (P--->Q) ... ~P v Q (regra do NEyMA, NEGA A PRIMEIRA OU MANTEM A SEGUNDA)

    Negação da proposição (P--->Q)... P ^ ~Q (mantém a primeira e nega a segunda)

  • Tomem cuidado,pois muitas questões da CESPE pede apenas a negação e dentro da questão tem a palavra equivalência só para confundir o candidato.

  • Observações sobre o cespe:

    1º - Se a questão te pedir a equivalência e logo em seguida a negação, ela na verdade tá querendo a negação.

    2º Se a questão te pedir a equivalência e colocar o sinal de negação (~) antes da proposição, ela na verdade quer a negação!

    Preste atenção no que realmente a banca quer! Não se deixe levar pela palavra "equivalente"... ela usa para expressar qual seria a proposição equivalente à negação! 

    O enunciado não está pedindo equivalência, olhe de novo! Ele está pedindo a negação da proposição. Logo devemos utilizar a técnica do MANÉ, já que o conectivo é o SE ENTÃO. Item c

  • Gab.: CORRETA

  • EQUIVALÊNCIA LÓGICA: mudar a frase, sem mudar o sentido.

    REGRA 1: Sinônimos

    Se estudo, então passo

    Como estudo, passo

    Se estudo, passo

    REGRA 2:

    TODO --> Se... Então

    Todo aluno é bonito

    Se é aluno, então é bonito

    REGRA 3:

    Se... Então <---> Se... Então ( 1ª Inverte a Ordem; 2ª Nega tudo)

    P: trabalho

    Q: não ganho dinheiro

    Se trabalho, então ganho dinheiro

    Se não ganho dinheiro, então não trabalho

    REGRA 4:

    Se... Então <----> OU (1ª Negar o início; 2ª Manter o final)

    Se estudo, estudo canso

    Não estudo OU canso

    REGRA 5: APLICADA NA QUESTÃO

    Se... Então ---> Se... E não (1ª mantém a primeira; 2ª troca o conectivo ENTÃO POR E; 3ª nega a Segunda).

    Se Sônia é baixa, então Sônia pratica ginástica olímpica.

    Se Sônia é baixa e não Sônia pratica ginástica olímpica.

  • Eu sei que não tem a ver com o assunto de RL, mas acreditem...

    Marquei errado pela conjugação verbal. Não deveria ser "não FOI recomendável"?

    Temos ausência de paralelismo. Primeiro verbo FOI, segundo verbo SERÁ.

    Alguém pode me ajudar??

  • A negação da proposição “Se o fogo for desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico, será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.” é equivalente à proposição “O fogo foi desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico e não será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.”

  • Questão bastante simples:

    Negação do SE ENTÃO : Retira-se o SE ENTÃO conservar -se a Hipótese, coloca o conectivo E / nega-se a TESE.

  • Regra da AMANTE

    MANTÉM A PRIMEIRA E NEGA A SEGUNDA

  • conserva a primeira e nega a segunda :)

  • Famigerado MANÉ

  • Primeiro repete E segunda nega.

  • Negação: a regra do MANÉ

    Mantém a primeira e nega a segunda 

    Equivalência: neymar

    Nega a primeira Y mantém a segunda

  • CORRETO Copia a primeira E nega a segunda
  • Não foi dessa vez, Cespe!

  • MANÉ.

  • Questão simples mas maliciosa.. Quando se fala de equivalência e negação na mesma frase, prevalece a negação

    Equivalência + negação = Negação

    Alfartano!!

  • A negação da proposição é equivalente a...= a NEGAÇÃO da preposição é...

  • " SE ENTAO" vira "E" , mantém a 1 proposição e nega a segunda

  • Negação do condicional:

    P -> Q = ~Q -> ~P

    ( troca e nega)

    P -> Q = ~P v Q

    ( nega a primeira ou(v) mantém a segunda)

    NEGAÇÃO do ou(v) é o e(^)

    (LEIS DE MORGAN)

    Então:(~P v Q) é equivalente (P ^ ~Q)

    ou seja:

    "O Fogo foi desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico & NÃO será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma"

  • ou seja, a regrinha do MANE: mantém a primeira E nega a segunda parte.
  • Regra do Mané: repete ( e )nega

    Na negação o se então vira E

  • Tira o T do então, fica "e não". Mané. Mantém e nega.

  • Há duas formas de negar a proposição com conectivo "E": utilizando o "OU" e "Se...então"

    a) Trocando conectivo por OU P ^ Q ~P v ~ Q (nego tudo e troco o conectivo)

    B) Negar usando a condicional P ^ Q P --> ~Q (mantenho a primeira ENTAO nego a segunda)**

  • NEGAÇÃO DE CONDIÇÃO, TEORIA DO MARIDO SAFADÃO: MANTÉM A PRIMEIRA E NEGA A SEGUNDA!

    O ENUNCIADO N PEDE EQUIV.....!!!!

  • Gabarito "certo".

    Resumindo: a questão pediu uma NEGAÇÃO do Se... então – é a regra do MANÉ: mantém a primeira, nega a segunda e coloca um “e” entre elas.

  • A--->B = A e ~B 

  • GABARITO CERTO.

    --- > Negação da condicional p q = p ^ – q 

    ------------------------------------------------------

    “Se o fogo for desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico, será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.”

    P= o fogo for desencadeado por curto-circuito no sistema elétric

    Q= será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma

    ------------------------------------------------------

    A negação da proposição “Se o fogo for desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico, será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.” é equivalente à proposição “O fogo foi desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico e não será recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.”

    P --- > Q

    P ^ ~ Q

  • Olá pessoal,

     

    Vejam o vídeo com a resolução dessa questão no link abaixo

    https://youtu.be/bcCCoPmmjWE

     

    Professor Ivan Chagas

    www.youtube.com/professorivanchagas

  • BIZU!!

    TODA VEZ QUE PEDIR, NO MESMO ENUNCIADO, EQUIVALÊNCIA E NEGAÇÃO, DESCONSIDERE A EQUIVALÊNCIA.

  • A questao disse exatamente isso:

    Perfeita questao. ~(P > Q) é equivalente (P^ ~Q)

    Percebam: Mantem a primeira e nega a segunda.

  • "A negação é equivalente a"

    Cespe sendo Cespe

  • Negação do Se..Então é : Mantem a 1 e Nega a 2. Regra do MA NE

    OBS : Marido infiel , mantem a 1 que é a sua esposa , e nega a 2 que é a amanate.

  • Peguei de um amigo aqui do QC:

    NEGAÇÃO DO SE ENTÃO: REGRA DO MARIDO INFIEL

    QUANDO O MARIDO É PEGO TRAINDO -> MANTÉM A PRIMEIRA (ESPOSA) E NEGA A SEGUNDA (AMANTE)

    ~(A->B) = A^(~B)

  • Gabarito''Certo''.

    Trata-se de uma proposição composta do tipo condicional (p → q), em que:

    p: o fogo foi desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico;

    q: é recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.

    negação de uma proposição condicional é dada por:

    ¬(p → q) = (p ∧ ¬q)

    Portanto, 

    ¬(p → q): O fogo foi desencadeado por curto-circuito no sistema elétrico e não é recomendável iniciar o combate às chamas com extintor à base de espuma.

    Não desista em dias ruins. Lute pelos seus sonhos!

    • "Se...,Então"

    Negação > Mane é quem mente: Mantém a 1° e nega a 2° e troca pela conjução.

    Equivalencia > Neymar: Dois modos >1° Nega a primeira e troca por OU e mantém a segunda.

    2° modo > Mantém o se...,então, inverte e nega tudo.

  • É o famoso RENEGA. Repete a mesma proposição E (conectivo) nega ( ~) a segunda.

    A então B = A ^ ~ B

  • Negação do se...então, regra do MANE.

    Mantem a 1° e nega a 2°

  • nunca a palavra " negação " pareceu tanto "equivalencia"

  • Quando se trata de negação de um proposição condicional: Mantém a primeira, troca por E e nega a segunda. E retira o Se do início.

    Ex: A ->B = A E ~B

  • ☠️ GABARITO CERTO ☠️

    Questão perfeita.

    Quando se trata de negação de um proposição condicionalMantém a primeira, troca por E e nega a segunda. E retira o Se do início.

    Ex: A ->B = A E ~B


ID
2679649
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

A respeito da evolução da administração pública brasileira, julgue o próximo item.


A nova administração pública se baseia na aplicação do poder racional-legal à gestão pública, seguindo parâmetros weberianos.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: E

    A nova administração pública, na verdade, foi baseada no modelo gerencial, embora tenha permanecido com algumas características adotadas pelo modelo weberiano (burocrático).

     A atual reforma está apoiada na proposta de administração pública gerencial, como uma resposta à grande crise do Estado dos anos 80 e à globalização da economia - dois fenômenos que estão impondo, em todo o mundo, a redefinição das funções do Estado e da sua burocracia.

    [...]

    O objetivo geral da reforma administrativa será transitar de uma administração pública burocrática para a gerencial. Esta mudança, entretanto, não poderá ser realizada de um dia para o outro. Nem deverá ocorrer com a mesma intensidade nos diversos setores. Na verdade a administração pública gerencial deve ser construída sobre a administração pública burocrática. Não se trata de fazer tábula rasa desta, mas aproveitar suas conquistas, os aspectos positivos que ela contém, ao mesmo tempo que se vai eliminando o que já não serve. Instituições burocráticas como a exigência de concurso ou de processo seletivo público, de um sistema universal de remuneração, de carreiras formalmente estruturadas, e de um sistema de treinamento devem ser conservadas e aperfeiçoadas, senão implantadas, visto que até hoje não o foram, apesar de toda a ideologia burocrática que tomou conta de Brasília entre 1985 e 1994. Nestes termos, é preciso e conveniente continuar os esforços no sentido da instalação de uma administração pública burocrática no país. Estas instituições, entretanto, devem ser suficientemente flexíveis para não conflitar com os princípios da administração pública gerencial.

    Fonte: http://www.bresserpereira.org.br/papers/1996/95.AdmPublicaBurocraticaAGerencial.pdf

  • Errado

     

    A atual administração pública baseia-se no modelo gerencial

    Esse modelo veio para substituir parte do modelo burocrático, visto que ainda existem pricípios burocráticos na administração pública, como é o caso da impessoalidade, entre outros.

  • A assertiva trata do tipo de dominação Racional-Legal, na qual a burocracia moderna se baseia.

     

    Sabemos que a modelo burocrático foi suplantada em parte pelo modelo gerencial, diante disso a afirmação está errada.

     

    GABARITO: ERRADO

  • A nova administração pública (gerencialismo)    /    se baseia na aplicação do poder racional-legal à gestão pública, seguindo parâmetros weberianos (burocracia). ERRADA 

     

    Weber + racional-legal = BUROCRACIA

    Nova Administração pública = GERENCIALISMO

  • A nova administração pública (gerencialismo):

    Originária dos EUA e Inglaterra.

    Incorporação das características do setor privado no setor público.

    Objetivos: Superar a crise fiscal - neoliberais, eficiência, impostos. 

    Superar a ideologia do formalismo e rigor técnico da burocracia clássica (desburocratizar)

    Dividida em 3 eras: gerencialismo puro (fiscal, eficiência, contribuinte), consumerismo (qualidade, efetividade, consumidor), PSO (Public service orientation) - Equidade, justiça, accountability, cliente.

     

    Anotações caderno Prof Rafael Barbosa- IMP

  • Obviamente que a questão está incorreta, pelos motivos já citados, visto que o Brasil tem executado o modelo gerencial. Mas é importante se ressalvar, e a faço porque não li aqui nos comentários, que temos o modelo burocrático presente no 'núcleo estratégico' da administração pública, conforme o PDRAE de 1995, que compreende basicamente a administração direta. Inclusive o núcleo estratégico e a única divisão da administração pública que se admite o modelo burocrático, que ainda assim é dividido com o modelo gerencial. Fonte: Aulas do Rafael Ravazzolo.
  • Racional-Legal: origina-se de regras, estatutos e leis sancionadas pela Sociedade ou Organização.

    Qual empresa formal não se baseia nisso para existir?

    item ambíguo ...

  • ERRADA

     

    ENTENDAM "NOVA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA"  COMO (GERENCIALISMO), O QUE NÃO TEM NADA HAVER COM OS SEGUIMENTOS DE WEBER.

     

    SUCESSO!

  • GABARITO: ERRADO

     

    O MODELO GERENCIAL é o modelo predominante vigente. É errado falar que o modelo gerencial é o único vigente. Ele é predominante. Ainda existem resquícios do modelo patrimonialista e burocrático.

     

    Racional-Legal: é uma forma de autoridade classificada por WEBBER. Origina-se de regras, estatutos e leis sancionadas pela Sociedade ou Organização que vem do MODELO BUROCRÁTICO. RACIONAL CONTROLE ...NORMAS...LEIS Tais regras definem a quem obedecer e até quando obedecer, tornando possível a aceitação, por parte dos subordinados, de um superior devido  a uma consciência de que este tem direito de dar ordens, ou seja, reconhecem que a Autoridade está no cargo ocupado e não na pessoa que o ocupa, que só pode exercer a Dominação dentro dos limites estabelecidos pelo cargo ocupado.

    Além do Racional Legal, Webber classifica autoridade em:

     

    Tradicional: tem como base de legitimação, e de escolha de quem a exercerá, as tradições e costumes de uma dada sociedade, personificando as instituições enraizadas no seio desta sociedade na figura do líder. Acredita na santidade das ordenações e dos poderes senhoriais, em um "estatuto" existente desde o princípio, com o poder emanando da dignidade própria, santificada pela tradição, do líder, de forma fiel.

    Neste tipo, quem ordena é o senhor e quem obedece são os súditos, as regras são determinadas pela tradição, é regida pela honra e a boa vontade do senhor, que é considerado justo, e há uma prevalência dos princípios de equidade material em detrimento dos formais na atividade administrativa. Exemplos: a dominação patriarcal (tipo mais puro dessa dominação), uma aldeia indígena, a monarquia, os despotismos, o Estado Feudal, etc. 

    Carismática: etimologicamente, é aquela apoiada na devoção a um senhor e a seus dotes sobrenaturais (carisma). A influência só é possível devido qualidades pessoais, tais como faculdades mágicas, revelações, heroísmo e poder intelectual ou de oratória, com depósito de confiança em alguém que é visto como um herói, santo, salvador ou exemplo de vida, extinguindo-se quando há perda de credibilidade ou quando as virtudes que geravam tal influência sofrem desgaste, em outras palavras, a Dominação só dura enquanto há carisma. Nesta, quem ordena é visto como líder e os dominados são considerados apóstolos, discípulos, pupilos, seguidores, fãs, etc.

  • Os princípios da buracracia são utilizados como pilares, bases e não como princípios norteadores.

  • ERRADO

     

    Nova administração pública: GERENCIAL.

     

    O poder racional legal e os parâmetros Weberianos pertencem à BUROCRACIA.

     

  • nova gestao publica está dentro do modelo gerencial.

  • Weberianos = Burocracia. questão errada

  • ERRADO

    A nova administração pública se baseia na aplicação do poder racional-legal à gestão pública, seguindo parâmetros weberianos. 

    A nova adm pública tem como características: controle nos resultados, cliente-cidadão, flexibilidade na estrutura (administração indireta). Quem se baseia no poder racional-legal é a burocracia. 

  • A nova administração pública se baseia na ( Parte ERRADA da questão)

    aplicação do poder racional-legal à gestão pública, seguindo parâmetros weberianos.  ( CORRETO, isso é o modelo burocrático)

    CUIDADO COM A CESPE - Misturando as coisas pra te pegar!

  • Errado

     

    Racional-Legal, Weber => Coisas da burocraciA

  • A questão refere-se a  BUROCRACIA- Max Weber

  • ERRADA

    O MODELO BUROCRÁTICO QUE SE BASEIA NO PARADIGMA RACIONAL-LEGAL.

  • Tem um cidadão ai copiando comentário dos outros e colocando link de propaganda. já reportei abuso.  

  • Errada

     

    A nova administração pública se baseia na aplicação do poder racional-legal à gestão pública, seguindo parâmetros weberianos. 

     

    O correto seria:

     

    O modelo burocrático se baseia na aplicação do poder racional-legal à gestão pública, seguindo parâmetros weberianos.

     

    Bons estudos!

  • O poder-racional-legal está ligado à burocracia;

     

    ·        O poder racional legal cria várias normas e regras, visando combater a corrupção e o nepotismo presentes no modelo Patrimonialista;

     

    Bons estudos

  • Se não se baseia no racional- legal se baseia em qual? No carismática.. No tradicional? A burocracia não foi abandonada...
  • Questão relaciona-se ao modelo burocrático, inspirada nos preceitos weberianos.

  • Embora existam princípos da burocracia, estes não são a base.

    A  NAP prioriza os resultados, dentre outros.

    Acertei a questão com esse raciocínio.

  • Poder racional-legal se refere a administração burocrática e não a NAP.

  • Questão errada.

    Weber era burocrático. 

  • NAP - Modelo gerencial

    Max Weber - Modelo burocrático

  • Gabarito Errado.

     

    *Modelo Gerencial/NGP

    A Administração Pública Gerencial foi criada na segunda metade do Século XX (por volta de 1960-1970) como resposta à expansão das funções econômicas e sociais do Estado e ao aprofundamento da globalização e desenvolvimento tecnológico ocorridos neste período

     

    >O foco deixa de ser o controle de processos e passa a ser o controle dos resultados.

     

    *Três modelos principais de administração pública emergem do modelo gerencial:

    1°o modelo gerencial puro: é voltado para economia e eficiência.

    2°o modelo com foco no consumidor (consumerism): é voltado para a qualidade dos serviços públicos e efetividade

    3° o modelo orientado ao serviço público(PSO): é voltado para a responsabilização, prestação de contas( accoutability) e qualidade

  • Nova ADM pública = Gerencial.

    Burocaria = Poder Racional Legal ( Weber)

     

    Errado.

  • lembrando q o nucleo estrategico continua sendo burocratico sim... moderno, mas ainda burocratico.

    segundo o próprio PDRAE

  • ERRADA.

    - Flexibilizou a gestão pública.

    - Foco na participaçao social (Democratização da informação).

    - Governança = Se traduz em governar aos interessados, no caso a sociedade civil ou os chamados "STAKEHOLDERS". Em síntese, aqueles que estão interessados nas futuras ações públicas.

    - Governabilidade = Envolve 2 eixos (Jurídico + Social). O primeiro do ponto de vista da legitimidade, ou seja, condições legais para exercer o poder, como exemplo, se foi eleito por via democrática. O segundo em relação às condições de exercer, ou seja, a base de SUSTENÇÃO, apoio da sociedade civil e de determinados setores da economia.

    Em relação à assertiva, está errada pois o poder-racional legal é compatível com WEBER mas não com Nova gestão pública, posto que poder-racional legal está associado ao modelo burocrático que introduzia a EFICIÊNCIA e a RACIONALIDADE.


  • GABARITO ERRADO

    A banca trocou. O certo seria modelo burocrático, inspirado em MAX WEBER.

    Espero ter ajudado!

  • Seria o modelo Burocrático, inspirado por Max Weber, que buscou aplicar o poder racional−legal, com o objetivo de combater o nepotismo e a corrupção. O que mata a questão seria a referência a Weber, pois este autor é associado ao modelo burocrático, não ao modelo gerencial (ou Nova Gestão Pública).

    Gabarito: errada

  • A QUESTÃO DÁ O CONCEITO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BUROCRÁTICA

  • A nova administração pública (Modelo gerencial) se baseia na aplicação do poder racional-legal (O mesmo que modelo burocratico) à gestão pública, seguindo parâmetros weberianos (Jamais, na verdade o modelo atual flexibiliza a burocracia).GAB ERRADO

  • Gabarito - Errado.

    A nova administração pública busca ir além do modelo racional-legal (burocrático).

  • Os parâmetros weberianos são adotados pelo modelo burocrático. A nova administração pública é vinculada ao modelo gerencial.

    Resposta: Errado

  • Os parâmetros weberianos são adotados pelo modelo burocrático. A nova administração pública é vinculada

    ao modelo gerencial.

    Gab: E

  • O gabarito mais comentado está errado , pois o gerencialismo não veio pra substituir o burocrático , mas para aperfeiçoa ló. Quem veio pra substituir foi o burocrático pelo patrimonialista . Achei a questao discutível , pois muitos métodos burocráticos ainda são usados amplamente hoje , visto que nem todos seu métodos são ruins .
  • O poder racional-legal tb fez parte do modelo burocrático (weberiano). Achei a questão ambígua. Me corrijam se eu estiver errada.

  • Interessante a questão pois trata de uma pegadinha. Também fiquei confuso e, inicialmente, me questionei sobre a questão ter duas respostas já que o modelo Gerencial não rompeu com o Burocrático, ou seja, aquele ainda possui características deste. No entanto, percebi a pegadinha da banca e ela se encontra na palavra "baseia". Se pensarmos no contexto histórico que evidenciou a Adm. Pública Gerencial perceberemos que ela é baseada na eficiência.

    O modelo gerencial surge na metade do séc. XX em meio à crise do bem-estar social e à crise fiscal dos Estados. Devido o exposto, a necessidade de reduzir custos e aumentar a qualidade dos serviços ofertados à sociedade (eficiência) se torna essencial.

    Além disso, o paradigma gerencial contemporâneo, fundamentado nos princípios da confiança (ainda que limitada) e da descentralização das decisões, exige formas flexíveis de gestão, horizontalização de estruturas, descentralização de funções e incentivos à criatividade. A administração pública deve eliminar processos desnecessários. Decisões descentralizadas são mais rápidas, e mais “acertadas”. 

    Por um viés mais curto e resumido: a banca coloca um conceito essencialmente burocrático como sendo a base do gerencialismo.

    Gabarito: ERRADO

  • A Nova Administração Pública (New Public Management) almeja aplicar princípios gerenciais utilizados em empresas privadas também no setor público.


ID
2679652
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

A respeito da evolução da administração pública brasileira, julgue o próximo item.


A profissionalização de cargos públicos foi adotada ainda no modelo de administração patrimonialista, ao final dos anos 90 do século XIX.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: E

    A profissionalização de cargos públicos foi adotada no modelo de administração burocrático, sendo que o modelo patrimonialista sequer tinha essa preocupação.

    A administração pública burocrática foi adotada para substituir a administração patrimonialista, que definiu as monarquias absolutas, na qual o patrimônio público e o privado eram confundidos. Nesse tipo de administração o Estado era entendido como propriedade do rei. O nepotismo e o empreguismo, senão a corrupção, eram a norma.

    Fonte: http://www.bresserpereira.org.br/papers/1996/95.AdmPublicaBurocraticaAGerencial.pdf

  • Errado

     

     

    Na administração patrimonial tudo era da alta classe, pouco  importava se tinha qualificação para ocupar o cargo. Seria colocado na função pública aquele  que contribuísse para os interesses do "poderoso chefão." 

    No modelo patrimonial, o que era público também era do rei, o povo não tinha vez.

     

    Buscando acabar com a "baixaria" que ocorria com a coisa pública, o modelo Weberiano trouxe como um dos seus pressupostos a especialização dos funcionários. A partir desse princípio todos os cargos deveriam ser ocupados por pessoas realmente qualificadas.

  • Modelos de administração pública brasileiro.

     

    Administração patrimonalista (até 1930)

    - Corrupção;

    - Nepotismo; e

    - não é possível identificar o patrimônio público do privado.

     

    Administração Burocrática 

    -  profissionalização dos cargos;

    - formalismo e impessoalidade;

     

    Administração gerencial

    - Orienta-se para resultados;

    - Foca o cidação;

     

    Vale lembrar que até hoje há indicios de administração patrimonial e burocrática.

     

    GABARITO: ERRADO

     

     

  •  

    Gabarito: Errado.

    Patrimonialismo>> Marcado pelo nepotismo e corrupção.
    Burocracia>> Década de 30 na Era Vargas. Em 1938 Varga cria o DASP surgiu para selecionar candidatos por meio do concurso público e teve as suas atividades encerradas na década de 80.
    Gerencial>> Década de 90 no governo FHC surgiu com implantação do PDRAE em 1995 buscando a eficiência na "nova administração pública gerencial".

  • A profissionalização de cargos públicos (burocracia - 1930 Era Vargas - Criação do DASP) 

    administração patrimonialista ( até a década de 1930/ fim da República Velha - patrimônio público misturado com o privado),

    anos 90 do século XIX ( Gerencialismo)

     

    A questão misturou os três modelos: Patrimonialismo. Burocratico e Gerencial, sabendo os principais pontos de cada um deles é fácil acertar a questão.

     

    Obs: Convivemos atualmente com características dos três modelos: patrimonial, burocrático e gerencial.

     

  • Foi na Burocracia.

  • Gabarito: E

     

    A profissionalização do trabalho no setor público foi uma inovação na teoria da burocracia de Weber, tal fundamento foi preservado nas teorias posteriores à burocracia. 

     

  • GABARITO: ERRADO

     

    O Profissionalismo foi adotado no MODELO BUROCRÁTICO.

     

    Palavras-chave das características burocráticas: PM FHI

    Profissionalismo

    Meritocracia

    Formalismo

    Hierarquia

    Impessoalidade

  • A profissionalização de cargos públicos foi adotada ainda no modelo de administração patrimonialista, ao final dos anos 90 do século XIX.

    A profissionalização de cargos públicos foi adotada ainda no modelo de administração burocrática, ao final dos anos 90 do século XIX.

  • burocrática

     

  • Modelo Burocrático

    ·         Separar público e o privado;

    ·         Procedimentos;

    ·         Formalidade racional-legal (autoridade, hierarquia, normas e regras);

    ·         Padronizado;

    ·         Impessoalidade;

    ·         Combater o nepotismo/corrupção;

    ·         Comunicação formalizada e oficial;

    ·         Competência técnica é valorizada através da meritocracia.

    ·         Superar o clientelismo devido ao modelo anterior – patrimonialismo.

     

     

    Vantagens: racionalidade dos objetivos, cargos e tarefas bem definidas, rapidez nas decisões, interpretação única e clara dos regulamentos e normas, uniformidade de procedimentos, manutenção da continuidade da organização, estabilidade das decisões (constância)

     

     

    GAB ERRADO

  • Errado

     

    A partir da década de 30, na administração BUROCRÁTICA

  • ERRADA

     

    BUROCRACIA = PROFISSIONALISMO + FORMALISMO + IMPESSOALIDADE.

     

    OBS> O MODELO PATRIMONIALISTA FOI ATÉ 1930.

     

    BONS ESTUDOS!!

  • Complementando: o modelo burocrático surgiu à partir de 1930, durante o governo de Getúlio Vargas, com o propósito de substituir o modelo patrimonialista, visando o formalismo e profissionalismo no serviço público. Hoje, apesar de ainda ser o modelo adotado, segundo a CF, o modelo gerencial é o predominante na adminstração pública e foi criado para dar flexibilidade ao burocrático. 

     

    Deveria ser tbm na prática.

  • CESPE 2018

    A profissionalização de cargos públicos foi adotada ainda no modelo de administração patrimonialista, ao final dos anos 90 do século XIX.

    GAB: ERRADO  ( A Profissionalizaçâo foi odotado no modelo BUROCRÀTICO)

     

    As três fases que a  Administração Pública, passou foram: Patrimonialista, Burocrática e Gerencial.

     

    PATRIMONIALISTA: este modelo é caracterizado pela não distinção entre o que é patrimônio público e o que é patrimônio privado. O PROFISSIONALISMO NÃO faz parte das característica deste, aqui predominava o nepotismo, corrupção, ineficiência, improviso, falta de profissionalismo, ausência de métodos de trabalho, falhas de planejamento, entre outras. 

     

    A BUROCRACIA: surgiu para coibir os excessos do patrimonialismo e melhorar a eficiência das organizações. Entre as principais características do modelo burocrático estão o PROFISSIONALISMO ( ligado a Meritocracia), a impessoalidade (os agentes deve seguir as normas e procedimentos) e o formalismo (diz respeito à utilização de formulários, rotinas padronizadas e comunicações por escrito).

     

    O GERENCIALISMO emergiu com o foco no controle voltado para os resultados, inovou ao aumentar a preocupação com os conceitos de eficácia e efetividade.

    Algumas das características do gerencialismo são:

    accountability: prestação de contas dos governantes sobre o seu próprio desempenho;

    transparência: clareza nos procedimentos adotados;

    participação popular / controle social;

    criação de regimes temporários de emprego;

    flexibilização do direito administrativo;

     

    https://www.adminconcursos.com.br

  • A profissionalização de cargos públicos foi adotada ainda no modelo de administração burocrático, em meados do século XX..

  • Questão Errada.

    Administração patrimonialista desembarcou no Brasil junto com a família real.

  • Foi na Burocracia, quando implantada no governo de G.Vargas em 1936.

    Exigia-se o PROFISSIONALISMO(meritocracia).

     

    GAB: ERRADO.

  • ERRADO.


    MODELO PATRIMONIAL


    CARACTERÍSTICAS:


    PERÍODO COLONIAL E REPÚBLICA VELHA ATÉ 1930.


    EXTENSÃO DO PODER SOBERANO


    SERVIDORES E AUXILIARES COM STATUS DE NOBREZA


    CRENÇA NA TRADIÇÃO E NA HEREDITARIEDADE


    PATRIARCALISMO/ PATERNALISMO


    CARGOS DE PROPRIEDADE DO SENHOR


    VONTADE DO LÍDER IMPERA SOBRE A VONTADE COLETIVA


    RECRUTAMENTO DE FUNCIONÁRIOS POR RELAÇÕES PESSOAIS


    CONSEQUÊNCIA = CORRUPÇÃO E NEPOTISMO


    PESSOALIDADE E DISCRICIONARIEDADE


    NÃO HÁ SALÁRIO E SIM PRÊMIOS = PREBENDAS E SINECURAS


    NÃO HÁ SEPARAÇÃO CLARA DE DINHEIRO PÚBLICO E PRIVADO


    MODELO DE MONARQUIAS EUROPEIAS


    PERÍODO PRÉ CAPITALISTA

  • No modelo patrimonialista há confusão entre cargos e pessoas, pois os cargos são passados hereditariamente. 

  • Vivi Araújo, o enunciado diz "anos 90 do século XIX", sua afirmação sobre gerencialismo se confunde com os anos 90 do século XX. 

  • Fala sério!

  • As três fases que a  Administração Pública, passou foram: PatrimonialistaBurocrática e Gerencial.

     

    PATRIMONIALISTA: este modelo é caracterizado pela não distinção entre o que é patrimônio público e o que é patrimônio privado. O PROFISSIONALISMO NÃO faz parte das característica deste, aqui predominava o nepotismo, corrupção, ineficiência, improviso, falta de profissionalismo, ausência de métodos de trabalho, falhas de planejamento, entre outras. 

     

    BUROCRACIA: surgiu para coibir os excessos do patrimonialismo e melhorar a eficiência das organizações. Entre as principais características do modelo burocrático estão o PROFISSIONALISMO ( ligado a Meritocracia), a impessoalidade (os agentes deve seguir as normas e procedimentos) e o formalismo (diz respeito à utilização de formulários, rotinas padronizadas e comunicações por escrito).

     

    GERENCIALISMO emergiu com o foco no controle voltado para os resultados, inovou ao aumentar a preocupação com os conceitos de eficácia e efetividade.

    Algumas das características do gerencialismo são:

    accountability: prestação de contas dos governantes sobre o seu próprio desempenho;

    transparência: clareza nos procedimentos adotados;

    participação popular / controle social;

    criação de regimes temporários de emprego;

    flexibilização do direito administrativo;

  • Errado! 

     

     

    LEMBRE-SE:

     

    Burocracia de Weber = FORMALIDADE, IMPESSOALIDADE e PROFISSIONALIZAÇÃO

     

    -

     

    Patrimonialismo = CLIENTELISMO, NEPOTISMO, PREBENDAS, SINECURAS, CORRUPÇÃO. 

  • Decada de 30 século XX

  • Só um adento ai... Vi uns comentários dizendo que se colocasse burocrática na questão ficaria correta, mas atenção pois anos 90 do século XIX é 1890 e, não 1990.. E a AP burocrática data da década de 30 do século XX.. Então, contém mais de um erro a questão!

  • Vamos supor que o aluno não estudou nada sobre Administração Pública Patrimonialista e Burocrática. Mesmo assim, ele.acertaria a questão por um detalhe na afirmativa "...final dos anos 90 no século XIX." Final dos anos 90 é século XX e não século XIX, o que torna, entre outros aspectos, a.afirmativa falsa.

  • No modelo patrimonialista não existe preocupação com a profissionalização. Esse é um princípio que surge dentro do modelo burocrático.

    Gabarito: ERRADO

  • esse época aí no final da questão bugou minha cabeça kkkk

  • O profissionalismo não é uma características do modelo patrimonialista. Na verdade, a profissionalização é

    vista a partir do modelo burocrático. No Brasil, temos o primeiro esforço de implantação do modelo

    burocrático durante o Governo de Getúlio Vargas na década de 1930 por meio do Departamento

    Administrativo do Serviço Público - DASP.

    Gab: E

  • GABARITO: ERRADO

    ACRESCENTANDO:

    Modelo Patrimonialista
    "O modelo patrimonialista foi introduzido no Brasil pela própria administração portuguesa quando ainda éramos uma colônia. Como Portugal era uma monarquia, todo o Estado era patrimônio da família real."

    "Neste sistema, existe uma confusão natural entre os bens públicos e particulares, pois o Rei (ou chefe político) não diferencia seu patrimônio particular do estatal. No patrimonialismo, segundo Weber, o senhor tem um relacionamento de “troca” com seus súditos, pois depende da boa vontade deles para manter sua capacidade de prestar serviços e manter seu poder político."

    "No patrimonialismo existe uma dificuldade deste senhor de diferenciar “esfera pública” da “esfera estatal”."

    FONTE: Estratégia Concursos - Profs. Sérgio Mendes e Rodrigo Rennó

  • Embora a república comece em 1891 , se eu não me engano. Ela não rompeu com a ligação ao patrimonialismo , ou seja , só falamos em burocracia a partir de 1930 mesmo

ID
2679655
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

A respeito da evolução da administração pública brasileira, julgue o próximo item.


Durante o governo de Getúlio Vargas, implementou-se a chamada reforma burocrática, que buscava fortalecer a meritocracia e a profissionalização na gestão pública.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Certo


    Na era Vargas, a partir da década de 1930, o Brasil passou a enfrentar um forte momento de industrialização e de intervenção do Estado no setor produtivo. Alguns pontos principais desta época que merecem destaque são:

    - tentativa de implantar estruturas gerenciais e de coordenação;

    - processo de racionalização;

    - surgimento das primeiras carreiras burocráticas;

    - tentativa de adoção do concurso como forma de acesso ao serviço público (meritocracia);

    - a reforma burocrática foi uma consequência da emergência de um capitalismo moderno;

    - mudanças na forma de gestão dos recursos humanos e orçamentários;

    - implantação de mecanismos de controle na burocracia para romper com o clientelismo e com o patrimonialismo.

    Fonte: http://www.adminconcursos.com.br/2014/12/reformas-administrativas-no-brasil-pos.html

  • Certo

     

     

    Vargas iniciou mudanças que tinham duas vertentes:

     

    1°- Promover a racionalização burocrática, que trazia princípios a serem aplicados à administração pública com objetivo de susbstituir as práticas patrimonialistas, são eles:  

             

            Impessoalidade ------> Os cargos seriam ocupados com base na competência para realizar a tarefa, não em preferência pessoais.         

            Profissionalismo -----> Fixa normas e regras para o desempenho do cargo.  

         

            Autoridade;

     

            Hierarquia e divisão do trabalho;

     

            Formalidade no atos e comunicações.

     

     

    2°-  Estabelecer mecanismos para controlar a crise e promover a alavancagem industrial.

                   

                                   

  • Gabarito: Certo

    Burocracia>>  A burocracia racional-legal é marcada pela meritocracia, profissionalismo, formalismo. 

    Implantada na década 30 na Era Vargas. Surgiu para combater o nepotismo e a corrupção e romper com o clientelismo marcas do patrimonialismo.

  • Durante o governo de Getúlio Vargas, implementou-se a chamada reforma burocrática, que buscava fortalecer a meritocracia e a profissionalização na gestão pública (CORRETO)

    Era Vargas de 1930

    Racional - legal: Seguir leis, normas e regulamentos

    Reforma burocrática (concretizada com a criação do DASP em 1938);

    Objetvo do DASP: implementar na administração pública brasileira os princípios da estrutura burocrática, dentre os quais se destacou a meritrocracia e o profissionalismo.

    Obs: Vale lembrar que nunca aplicamos o modelo 'puro' da burocracia de Weber.

  • Algumas mudanças introduzidas pelo modelo burocrativo no governo de Getúlio Vargas foram: racional - legal, limitação legal dos poderes, impessoalidade,MERITOCRACIA, CONCURSO PUBLICO, racionalização dos processos e reorganização da estrutura. 

    Anotações caderno Prof Rafael Barbosa - Espaço Campos.

  • A Modernização burocrática brasileira surge nos anos 1930 (governo de Getúlio Vargas), no contexto da aceleração da indústria nacional e com fortes influências da reforma norte-americana, constituindo um processo de racionalização da administração pública com referências à teoria da administração científica de Frederick W. Taylor e do modelo racional legal de Max Weber, na tentativa de combater a corrupção e o nepotismo patrimonialista. Preconizava, portanto, valores de eficiência, economia, racionalidade e neutralidade. Esta transição se deu por meio da Reforma Burocrática de 1936, que teve como principal agente o Departamento Administrativo de Serviço Público (DASP), poderoso órgão de assessoramento técnico da presidência. A medida instituiu a obrigatoriedade de concursos de admissão, critérios gerais e uniformes de classificação dos cargos, administração orçamentária, padronização das compras do Estado e racionalização geral de métodos. Era uma afirmação dos princípios centralizadores e hierárquicos da burocracia weberiana clássica contra os interesses privados, principalmente das velhas oligarquias que queriam manter seu poder na administração pública.

     

    http://www.anpad.org.br/admin/pdf/APB1352.pdf

  • De modo geral, as bancas costumam fazer pegadinhas com as características idealizadas pela Burocracia com as disfunções criadas pelas Burocracia. O que se ouve de negativo a respeito dela são suas disfunções.

  • ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

    PRIMEIRA FASE > DE 1930 a 1945

     

    SEGUNDA FASE > ATÉ A REFORMA GERENCIAL

     

    FONTE: PALUDO, 2015.

  • CORRETO

    Durante o governo de Getúlio Vargas, implementou-se a chamada reforma burocrática, que buscava fortalecer a meritocracia e a profissionalização na gestão pública.

    Por volta da década de 30, o modelo de Weber foi aplicado, trazendo a tona o poder racional-legal, a meritocracia/profissionalização, foco nos meios, entre outras características. O papel da era da burocracia, era acima de tudo, combater ao patrimonialismo e trazer a eficiência ao estado em sua administração. 

  • CERTO

     

    E apesar do modelo gerencial ser o predominante hoje, visando dar flexibilidade ao burocrático, o adotado pela CF é, ainda, o modelo burocrático de administração pública. 

     

    Vargas e Juscelino, os únicos presidentes que já prestaram até hoje e vai demorar muitos anos ainda para aparecerem outros parecidos. 

  • Boa tarde,guerreiros(as)!

    >>>Meu resumo sobre Era Vargas

    >Repressão política e autoritária

    >Direitos trabalhistas

    >Sistema de ensino público

    >Sufrágio universal

    >Estado bem-estar social

    >Reforma burocrática

     

    >>>Processo de burocratização que instituiu um modelo de gestão pública pautado no uso do poder racional-legal e na incorporação da racionalidade técnica e do profissional.

    OBJETIVO(CONCEITO CESPE DADO EM OUTRA QUESTÃO)

    >>Tornar Estado mais profissional e menos patrimonialista,ou seja,um Estado autoritário e burocrático.

    Caso esteja enganado,corrijam-me!

    Bons estudos a todos!

    #resista

     

  • CONTROLE A PRIORI- FOCO NAS TAREFAS

    ESTADO EXECUTOR

    TAMBÉM CONHECIDO COMO MODELO WEBERIANO/AUTORITÁRIO

    Não rompeu TOTALMENTE com o patrimonialismo: só lembrar que ainda temos corrução e nepotismo

  • A criação do Dasp/1938 pode ser considerada um importante marco para o início da profissionalização na adm. púb. brasileira em nível federal. Tinha a finalidade de implantar o modelo burocrático; combater as práticas patrimonialistas de gestão.

  • GAB:C

    DASP---> (reforma da década de 1930)

     

    # previsto desde 1936 - só foi efetivamente organizado em 1938, por meio do Decreto-Lei 579/1938.

     

    # uma das medidas iniciais desse órgão foi a implantação do sistema de mérito, para que pudesse haver igualdade de oportunidades, eficiência dos quadros do serviço público e neutralidade administrativa.

  • O que é Meritocracia. Conceito e Significado de MeritocraciaMeritocracia é um sistema ou modelo de hierarquização e premiação baseado nos méritos...

  • Gabarito Correto.

    *Evolução da Administração Pública no Brasil desde 1930/ Reformas Administrativas.

    *até a década de 1930 o Brasil não havia clara separação entre a propriedade pública e a propriedade privada dos governantes, sendo o modelo patrimonialista amplamente utilizado na pratica administrativa.

     

    *Na década de 1930, entretanto, o Brasil viveu um momento de transição: Getúlio Vargas implantou um regime autoritário no País, chamado de Estado Novo, e buscava fazer uma racionalização burocrático-administrativa no Brasil para que, centralizando as decisões, pudesse intervir mais fortemente no setor produtivo de bens e serviços para o mercado. Na verdade, a adoção de características burocráticas na administração pública é uma consequência clara da emergência de um capitalismo moderno no país (Bressser-Pereira,

    1995).

  • Correta! 

     

    DASP na década de 1930.

  • CERTO

     

    Características da burocracia:

    - Implementada na Era Vargas (1930)

    - Centralizada

    - Objetivo: Combater a corrupção e o nepostismo (característicos do patrimonialismo)

    - Ênfase nos processos (meios)

    - Fundamentada em meritocracia, normas, regulamentos, formalismo e profissionalismo

     

    PROFISSIONALISMO = O profissional é especialista nas tarefas que executa.

    MERITOCRACIA= O profissional é selecionado mediante concursos públicos. A promoção é por mérito e baseada no desempenho.

     

    FONTE: Aulas do profº José Wesley

     

     

  • Exatamente! A Reforma Administrativa de 1930 implantada durante o governo de Getúlio Vargas é um dos grandes marcos dentro do estudo de Administração Pública.

    Gabarito: CERTO

  • GABARITO: CERTO

    ACRESCENTANDO:

    Características da administração Burocrática

    ▪ Caráter legal das normas;

    ▪ Caráter formal das comunicações;

    ▪ Divisão do trabalho;

    ▪ Impessoalidade do relacionamento;

    ▪ Hierarquização da autoridade;

    ▪ Rotinas e procedimentos;

    ▪ Competência técnica e mérito;

    ▪ Especialização da administração;

    ▪ Profissionalização;

    ▪ Previsibilidade no funcionamento.

    Disfunções da Burocracia

    • Internalização das normas e exagerado apego aos regulamentos;

    • Excesso de formalismo e papelório;

    • Resistência a mudanças;

    • Despersonalização do relacionamento;

    • Categorização do processo decisório;

    • Super conformidade às rotinas e procedimentos;

    • Exibição de sinais de autoridade;

    • Dificuldades com clientes;

    FONTE: Prof. Heron Lemos

  • GAB C

    A criação do Departamento Administrativo do Serviço Público - DASP ocorreu pelo Decreto-lei nº 579, de 30 de julho de 1938, no Governo Getúlio Vargas.

    Foi a primeira tentativa de reforma adm no Brasil

    Foi implantado o sistema burocrático

    Foi criada no governo de Getúlio Vargas, em 1938.

    As principais realizações do DASP :

    Ingresso no serviço público por concurso (meritocracia).

    Critérios gerais e uniformes de classificação de cargos.

    Critérios de promoção por merecimento.

    Organização dos serviços de pessoal e de seu aperfeiçoamento sistemático.

    Administração orçamentária.

    Padronização das compras do Estado.

    Racionalização geral de métodos.

  • CERTO

    MODELO BUROCRÁTICO

    -Idealizado por Max Weber

    -Separação entre o público e o privado (público>>proteção do patrimônio público de interesses privados/ privado>> capitalismo, liberalismo, proteção da propriedade privada)

    -Combate à corrupção

    -Meritocracia:

    ·        Critério exclusivo de seleção de pessoas;

    ·        Impessoal;

    ·        Profissionalização>>criação de carreiras administrativas.

    ·        Separação entre pessoas e cargos

    ·        Os cargos deixam de ser vistos como bens pessoais.

    -Combate ao nepotismo

    -Modelo racional-legal:

    ·        Adequação dos meios aos fins em busca da máxima eficiência no alcance de resultados.

    ·        Legalidade

    ·        Limita os poderes do governante/estado

    ·        Previsibilidade do comportamento

    ·        Segurança jurídica

    -Padronização >>formalismo

    Obs. Centralização: Na burocracia os controles que visam combater à corrupção e ao nepotismo são realizados a priori (controle rígido dos processos e procedimentos>> meios).

    ********************************************************************************************************

    O DASP demarcou o início das práticas de burocratização do Estado Brasileiro. Foi a primeira tentativa de implantar o modelo burocrático no Brasil.

    Fonte: Aulas dos professores Rafael Barbosa e Stefan Fantini


ID
2679658
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

A respeito da evolução da administração pública brasileira, julgue o próximo item.


Entre os parâmetros norteadores da nova administração pública, destaca-se a adoção de indicadores de desempenho e de controle dos resultados.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Certo

    A nova administração pública, baseada no modelo de administração gerencial, preocupa-se com o controle dos resultados (controle a posteriori). Deve-se ressaltar, visando a evitar confusões, que o modelo burocrático preocupa-se com o controle preventivo (controle a priori), verificando se a atividade a ser cumprida segue as normas anteriormente definidas. Caso a atividade esteja em conformidade com as regras da organização, a sua execução será realizada.

    A administração pública gerencial é aquela onde suponhamos que o Estado funcione como uma empresa, cujos serviços são destinados aos cidadãos e que possui como principais característícas a eficiência no serviços, a avaliação de desempenho e o controle dos resultados.

    Fonte: http://www.portal-administracao.com/2014/05/administracao-publica-gerencial.html

  • Certo

    Administração gerencial implica que a administração pública deve focar nas demandas da sociedade, deve atuar de modo a buscar resultados. A partir do pressuposto de que práticas do setor privado podem ser aplicadas ao setor público tem-se a adoçao da avaliação de desempenho em lugar da "estabilidade" que a burocracia oferecia,  e controle dos resultados.

     

    Avaliação do desempeho:

    É um processo que serve para julgar ou sistematizar o valor, a excelência e as qualidades de uma pessoa, sobretudo, qual é a sua contribuição para a organização. 

    Controle dos resultados:

    Visa poder saber se a atuação administrativa está, de fato, cumprindo seu papel ou se há a necessidade de correções às ações tomadas, pensando sempre em trazer o melhor resultado ao cliente-cidadão.

       

  • Gabarito: Certo.

     

    As estratégias da administração pública gerencial são voltadas:

     

    a) para a definição precisa dos objetivos que o administrador público deverá atingir em sua unidade;

     

    b) para a garantia de autonomia do administrador na gestão dos recursos humanos, materiais e financeiros que lhe forem colocados à disposição para que possa atingir os objetivos contratados;

     

    c) para o controle posterior dos resultados;

  • Nova Administração = Gerencial

    Ênfase = Resultado

  • Ênfase:

    PROCESSOS (a priori) => burocracia

    RESULTADOS (a posteriori) => gerencialismo

  • Certo.

    Acrescentando...

    Indicadores de desempenho: eficiência, eficácia, efetividade, economicidade...

  • SOMENTE NA TEORIA, POIS, NA PRÁTICA.....

  • Indicadores de RESULTADOS - 3 EF

     

    EFciência - recursos

    EFicácia - atingir os objetivos

    EFetividade - Impacto dos resultados atingidos.

     

    Indicadores de ESFORÇO - 2 EX e 1 EC

     

    EXcelência - conformidade com os padrões

    EXecução - realização conforme o estabelecido.

    EConomicidade - menor custo possível 

  • Perfeito.

     

    Na Administração Gerencial, a administração pública deve focar nas necessidades da sociedade, atuando de modo a buscar resultados. Nesta nova administração, preocupa-se com o controle dos resultados (controle a posteriori), diferentemente do modelo burocrático cujo controle era a priori. A administração pública gerencial é aquela onde o Estado funciona como uma empresa, cujos serviços são destinados aos cidadãos e que possui como principais características a eficiência, a avaliação de desempenho e o controle dos resultados.

     

    Fonte: anotações do QC.

  • CERTO

    A administração pública gerencial é aquela onde suponhamos que o Estado funcione como uma empresa, cujos serviços são destinados aos cidadãos e que possui como principais característícas a eficiência no serviços, a avaliação de desempenho e o controle dos resultados.

  • CERTO

     

     

    Burocracia  → Controle dos processos (meio)

    Adm. Gerencial → Controle dos resultados (fins)

     

  • Características presentes, de fato, na Administração gerencial. Embora, na prática é como se não existisse o "controle de resultados" rs

     

    Bons estudos

  • CERTO

     

     

    VEJAM OUTRA PARECIDA:

     

     

    Ano: 2012 Banca: CESPE Órgão: TJ-AL Prova: Técnico Judiciário. 

    A administração pública gerencial é multifuncional, define indicadores, mede e analisa resultados, foca no cidadão e procura flexibilizar as relações de trabalho. (CERTO)

     

     

    '' Bons estudos !!!!!!!!!!! ''

  • Quando eu tenho como Caracteristica a : COMPETITIVIDADE

    Eu preciso ter Mecanismos de Controle , como :

    - Indicador de Desempenho .

    - E Controle de Resultados .

  • Além dessas características, vale citar que a  NÃO não objetiva extinguir com as práticas burócraticas e sim com as suas disfunções

  • cespe já cobrou q indicadores de desempenho nasceram na burocracia... cuidado

  • GABARITO C

    Diferença entre os modelos BUROCRÁTICOS e de GERENCIAL é a função de controle. Deixa de ser efetuado em relação PROCESSO/PROCEDIMENTOS "a priori" ou "ex-ante", e passar a ser efetuado com base nos RESULTADOS, "a posteriori" ou ex-post"

    Espero ter ajudado!

  • Administração Burocrática -> foco no controle dos processos (meios) ou "a priori"

    Nova Gestão Pública -> foco na finalidade, no resultado ou "a posteriori"

  • Dentro do modelo gerencial temos um controle baseado nos resultados. Para tanto, são utilizados indicadores de desempenho.

    Resposta: CERTO

  • Indicadores de desempenho : Eficiência , eficaz e efetividade .

  • CERTO


ID
2679661
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

A respeito da evolução da administração pública brasileira, julgue o próximo item.


As primeiras teorias da administração, a exemplo da administração científica, focavam em delimitar tarefas e garantir sua execução, enquanto abordagens mais complexas, a exemplo da contingência, focam em elementos ligados ao ambiente de atuação.

Alternativas
Comentários
  • A abordagem clássica da administração é dividida em:

     

    - Teoria Clássica (Fayol) - Foco na estrutura;

     

    - Administração Cientifíca (Taylor) - Foco nas tarefas;

     

    TEORIA DA CONTINGÊNCIA: Onde ocorreu o deslocamento da visualização de dentro para fora da organização. Tudo depende das características ambientais para a organização. Os sistemas culturais afetam as organizações.

     

    GABARITO: CERTO

  • Resumindo rápido:

     

    Administração científica                            Administração Clássica                     

    *Foco nas tarefas                                    * Foco na estrutura organizacional      

    *Visão de baixo para cima                        *Visão de cima para baixo

    *Ênfase operacional                                  *Objetivo mais produtividade e eficiência 

     

     

    Teoria Contingencial

    *Teoria situacional

    *Técnica administrativa empregada de acordo com a situação.

    *Estrutura baseiam-se: fatores humanos, ambiente, tecnologia, estratégia.

     *Abordagem mais complexa.

     

    Gabarito: Certo, pois a administração cientifica baseia numa estrutura mais simples como: tarefas e execução, já a teoria contingencial a estrutura é mais complexa.

    Fonte: Aula do prof. Rafael Barbosa. 

     

     

     

  • CORRETO

    As primeiras teorias da administração, a exemplo da administração científica, focavam em delimitar tarefas e garantir sua execução, enquanto abordagens mais complexas, a exemplo da contingência, focam em elementos ligados ao ambiente de atuação. 

    A teoria científica e clássica buscavam eficiência através do estilo mecanicista, foco na tarefa, estrutura, divisão do trabalho. Já as teorias mais recentes, como no caso da Contigencial, o foco está no ambiente, sendo a organização um sistema aberto. 

  • Mnemônico simples que pode ajudar:

     

    Administração cienTífica ----> Taylor -----> foco nas Tarefas

  • Perfeito! 

     

    RESUMÃO:: (ESCOLA/ ÊNFASE/ ABORDAGEM/HOMEM)

     

    ♥ Abordagem clássica➡ (tarefas e estruturas)➡ Prescritiva e Normativa➡ Homem Econômico

     

    ♥ Relações Humanas➡ (Pessoas) ➡ Prescritiva e normativa➡ Homem Social

     

    ♥ Teoria Neoclássica➡ (Tarefas, estrutura, pessoas) ➡ Prescritiva Normativa➡ Homem Organizacional

     

    ♥ Teoria da Burocracia ➡ (Estrutura)➡ Explicativa e Descritiva➡ Homem Organizacional

     

    ♥ Teoria estruturalista➡ (Estrutura, pessoas e ambiente) ➡Explicativa e Descritiva➡ Homem Organizacional

     

    ♥ Teoria Comportamental➡ (Pessoas e ambiente) ➡ Explicativa e descritiva.➡ Homem Administrativo

     

    ♥ Teoria do sistemas➡ (Sistemas e ambiente)➡ Explicativa e descritiva➡ Homem Funcional

     

    ♥ Teoria contigencial➡ (Ambiente, tecn. pessoas...)➡ Explicativa e Descritiva➡ Homem Complexo.

     

     

    https://drive.google.com/drive/folders/1PwzKZ2LrpTQ46LydqpvC_wx4HTW4Ghk1

  • Comentário da Professora Izabel Ataíde (TecConcursos)

     

    Gabarito: Certo.

     

    Certo. Quando as primeiras teorias da administração surgiram a produção industrial era muito simples sob o aspecto da diversidade de produtos, e a padronização atendia plenamente a demanda.

     

    Nesse contexto, a Administração Científica surgiu para otimizar a produção, encontrando a melhor maneira de realizar o trabalho e no menor tempo possível.

     

    Destacamos o trabalho realizado por Frederick Taylor que promoveu o estudo dos tempos e movimentos (linhas de produção em massa) que impulsionou a indústria automobilística.

     

    “A escola de administração científica tinha como ênfase a divisão do trabalho em tarefas elementares e praticamente indivisíveis e a especialização das pessoas na execução dessas tarefas, visando a obter ganhos de produtividade e oferecer incentivos financeiros para aumentar a produção.”

    (LACOMBE, Francisco José Masset e HEILBORN, Gilberto Luiz José. Administração: princípios e tendências. São Paulo: Saraiva. 2ª ed. 2006. P. 39)

     

    Com o surgimento de novas tecnologias e o desenvolvimento industrial, o mercado foi apresentando novas demandas de consumo e os produtos padronizados não mais atendiam às necessidades dos clientes.

     

    A Teoria da Contingência surge para mostrar que as organizações estão inseridas em ambientes onde ocorrem constantes mudanças e que sofrem influência externa a todo instante. Por isso, para terem um bom desempenho as organizações precisam levar em consideração os aspectos ambientais (internos e externos) e a tecnologia.

     

    “(...) teoria da contingência diz que não existe uma maneira certa de montar a estrutura organizacional; existe sempre várias alternativas, e a melhor depende de cada caso. (...) as condições do ambiente é que causam as transformações no interior das organizações e que não se consegue alto nível de sofisticação organizacional com a aplicação de um só modelo.

     

    A teoria da contingência está intimamente ligada à abordagem sistêmica. Ela diz que o melhor estilo gerencial e as melhores decisões dependem, em cada caso de muitos fatores: do ambiente em que se encontra a empresa, do seu pessoal e da sua situação específica.”

    (LACOMBE, Francisco José Masset e HEILBORN, Gilberto Luiz José. Op. Cit. P. 41).

  • Pense que Taylor era um cientista e associe à "Escola científica" aí você pega a primeira letra do seu nome "T" e associe à TAREFA (na letra L de seu nome pense em uma seta para cima e associará que é de baixo para cima)

     

    Já Fayol era um cara clássico, aí você associa à abordagem "clássica", no "L" de seu nom pense numa seta para baixo e associe que é "de cima para baixo" e ele focava na "estrutura"

     

    Já a abordagem contingencial já foi bem descrita pelos colegas e pela própria questão.

     

    Bons estudos

  • A administração científica estava focada nas tarefas, em aumentar a eficiência dos trabalhadores, através do estudo dos tempos e movimentos. Após os estudos dos tempos e movimentos, todos os empregados eram ensinados a trabalhar da mesma forma padronização e passavam a receber por produtividade.

    Já a Teoria Contingencial, por exemplo, postula que não existe uma melhor maneira de administrar, uma solução universal que possa ser utilizada por organizações de diversos tamanhos e áreas de atuação.

    De acordo com Carlisle,

    “Não há uma maneira melhor para planejar, não há maneira melhor de liderar, não há melhor maneira de organizar um grupo, não há melhor maneira de controlar as atividades de uma organização. O melhor conceito e técnica a ser selecionada é aquela feita após conhecer as circunstâncias que está enfrentando”.

    Deste modo, a frase está perfeita.

    Estratégia

  • Ênfase nas TAREFAS:

    Administração Científica

    Ênfase na ESTRUTURA:

    Teoria Clássica;

    Teoria da Burocracia;

    Teoria Estruturalista;

    Teoria Neoclássica.

    Ênfase nas PESSOAS:

    Teoria das Relações Humanas;

    Teoria Comportamental

    Ênfase no AMBIENTE:

    Teoria dos Sistemas;

    Teoria da Contigência.

  • Ótimo enunciado para fixação. De fato, a Administração Científica, primeira teoria administrativa, estava focada em aprimorar a forma como cada tarefa era realizada. As abordagens mais modernas, em especial a contingencial foca na adaptação da organização perante o ambiente que atua.

    Gabarito: CERTO


ID
2679664
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

A respeito da evolução da administração pública brasileira, julgue o próximo item.


A ênfase em estrutura organizacional é típica das teorias estruturalistas, neoestruturalistas e da contingência, que correspondem a abordagens teóricas desenvolvidas após a década de 70 do século passado.

Alternativas
Comentários
  • A ênfase em estrutura organizacional é tipica da TEORIA CLÁSSICA, na qual foi sendo desenvolvida.

     

    GABARITO: ERRADO

     

     

  • A ênfase em estrutura organizacional é tipica da teoria clássica,neoclássica e  estruturalista.

     

     ambiente e teconologia: teoria contingencial:

  • Ênfase nas TAREFAS:

    Administração Científica

    Ênfase na ESTRUTURA:

    Teoria Clássica;

    Teoria da Burocracia;

    Teoria Estruturalista;

    Teoria Neoclássica.

    Ênfase nas PESSOAS:

    Teoria das Relações Humanas;

    Teoria Comportamental

    Ênfase no AMBIENTE:

    Teoria dos Sistemas;

    Teoria da Contigência.

  • Ênfase na ESTRUTURA:

    Administração Clássica; (FAYOL: 1841-1925)

    Teoria da Burocracia;

    Teoria Estruturalista;

    Teoria Neoclássica.

    ----

    Ênfase nas TAREFAS:

    Administração CienTífica (TAYLOR: 1856 -1915 )

    --------

    Ênfase nas PESSOAS:

    Teoria das Relações Humanas;

    Teoria Comportamental

    ---------

    Ênfase no AMBIENTE:

    Teoria dos Sistemas;

    Teoria da Contigência.

  • ERRADO 

     

    Sendo bem RESUMISTA (rsrsrs)

    TEORIA ESTRUTURALISTA (Inaugurou, na década de 1950)

    TEORIA NEOESTRUTURALISTA (Final da década de 1980)

    TEORIA DA CONTINGÊNCIA (Durante decáda de 1960) = Já se iniciou pesquisas Modelos aplicados x Ambiente de industrias


     

  • O erro está em dizer que a teoria da contigência tem foco/ ênfase na estrutura, quando seu foco está no ambiente.

  • ERRADO

     

    RESUMÃO:: (ESCOLA/ ÊNFASE/ ABORDAGEM/HOMEM)

     

    ♥ Abordagem clássica➡ (tarefas e estruturas)➡ Prescritiva e Normativa➡ Homem Econômico

     

    ♥ Relações Humanas➡ (Pessoas) ➡ Prescritiva e normativa➡ Homem Social

     

    ♥ Teoria Neoclássica➡ (Tarefas, estrutura, pessoas) ➡ Prescritiva Normativa➡ Homem Organizacional

     

    ♥ Teoria da Burocracia ➡ (Estrutura)➡ Explicativa e Descritiva➡ Homem Organizacional

     

    ♥ Teoria estruturalista➡ (Estrutura, pessoas e ambiente) ➡Explicativa e Descritiva➡ Homem Organizacional

     

    ♥ Teoria Comportamental➡ (Pessoas e ambiente) ➡ Explicativa e descritiva.➡ Homem Administrativo

     

    ♥ Teoria do sistemas➡ (Sistemas e ambiente)➡ Explicativa e descritiva➡ Homem Funcional

     

    ♥ Teoria contigencial➡ (Ambiente, tecn. pessoas...)➡ Explicativa e Descritiva➡ Homem Complexo.

  • Teoria Estruturalista surgiu por volta da década de 50, como um desdobramento dos autores voltados para a Teoria da Burocracia que tentaram conciliar as teses propostas pela Teoria Clássica e pela Teoria das Relações Humanas.

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_estruturalista

     

  • Essa matéria é de Administração Geral, gente? 

  • Sim, Ildebrando.

  • Essa é para derrubar!

  • Teoria Estruturalistas: década de 50

  • Gab: ERRADO

    A Teoria Contingencial tem foco no ambiente, logo, errada!

  • A Abordagem Contingencial tem ênfase no ambiente na tecnologia, mas não despreza as pessoas, as tarefas e a estrutura.

     

    Gab: E

  • O erro da questão está em afirmar que todas elas foram desenvolvidas após a década de 70. Pois, a Teoria Estruturalista foi desenvolvida na década de 60.


ID
2679667
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Julgue o item que se segue, relativo ao processo administrativo e sua aplicação às organizações da administração pública.


Entre as atividades do processo administrativo, incluem-se o planejamento, a organização, a direção e o controle nos níveis estratégico, tático e operacional.

Alternativas
Comentários
  • CERTO

                                                              Funções do processo administrativo/ organizacioanal

    Planejamento
    ---> Orientado para ação, focando no futuro da organização.
    ---> É sistêmico, ou seja, aborda toda a organização.
    ---> Estabelece o caminho entre a situação atual e a almejada.

    Organização
    ---> Disposição de recursos na organização, podem ser humanos, tecnológicos, finaceiros, etc.
    ---> Estabelece qual a estrututa da organização, atividades a serem desenvolvidas.
    ---> Como será a relação de hierarquia, autoridade e competências.

    Direção
    ---> Refere-se à orientação dada às pessoas por meio da comunicação e habilidade de liderar e motivar;
    ---> Voltada para o gestor de pessoas.

    Controle
    ---> Estabelece padrões e medição de desempenho.
    ---> Compara o desempenho atingido com o almejado.
    ---> Age corretivamente em caso de discrepâncias entre o resultado atingido e o esperado.
    ---> É aplicado em todos os processos, e nos níveis estratégico, tático, operacional.

  • É a chamada função administrativa estratégica.
  • Abordagem neoclássica da administração: PODC

  • Gabarito Correto

     

    processo administrativo

     

    * processo administrativo: Conjunto das funções administrativas, consideradas como um todo integrado dá-se o nome de processo administrativo.

     

    I) Planejamento: é a função através da qual as atividades a serem realizadas são desenhadas e os resultados a serem obtidos são fixados.

    II) Organização: trata-se da função de estruturar os recursos disponíveis para que tudo aquilo que foi planejado possa ser executado.

    III) Direção: é a função de conduzir a execução dos trabalhos que foram planejados, para que os objetivos da organização possam ser atingidos.

    IV)Controle: trata-se da função administrativa na qual os resultados obtidos pela organização/direção são analisados em função daquilo que havia sido planejado.

  • O enunciado descreve corretamente as atividades do processo administrativo e os níveis organizacionais que existem.

    GABARITO: CERTO

  • Alô QC:

    Marquei o gabarito C de CORRETO e o site diz que está ERRADO!

  • Resposta: Certo

    O conjunto de funções administrativas, Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar correspondem ao Processo Organizacional que pode ser chamado também de Processo Administrativo.

    FONTE: APOSTILA DE ADMINISTRAÇÃO GERAL / PROF. GIOVANNA CARRANZA

  • CORRETO

    Uma das cooperações exteriorizadas por Jules Henri Fayol, um renomado engenheiro de minas francês e um dos teóricos clássicos da Ciência da Administração, foi o desenvolvimento do reconhecido processo administrativo ou gestão administrativa, pelo qual evidenciou tais teorias da administração favorecendo a difusão do conhecimento e colaborando com as iniciativas para formalização da profissão.

  • GABARITO: CERTO

    ACRESCENTANDO :

    • Planejamento: “planejar é o processo de definir objetivos, atividades e recursos”. (MAXIMIANO, 1995, p. 61)

    Podemos definir então planejamento como o processo de estudar e avaliar a situação atual, prever acontecimentos, definir objetivos e metas, definir como atingir objetivos, definir programas: quem vai fazer, o quê, como, quando e onde.

    • Organização: “organizar é o processo de definir o trabalho a ser realizado e as responsabilidades pela realização; é também o processo de distribuir os recursos disponíveis seguindo algum critério”. (MAXIMIANO, 1995, p. 61)

    Ou seja, organização é o mesmo que definir órgãos e funções, distribuir tarefas, definir autoridade e responsabilidade, colocar as pessoas certas nos lugares corretos, definir normas e regras, estabelecer fluxos de trabalho e definir linhas de comunicação.

    • Direção: “dirigir é o processo de mobilizar e acionar os recursos, especialmente as pessoas, para realizar as atividades que conduzirão aos objetivos”. (MAXIMIANO, 1995, p. 61)

    Pode-se afirmar que o processo de direção tende a envolver o pessoal com os objetivos adequados na hora certa, difundir entusiasmo, dar apoio e orientação, criar um clima produtivo e desenvolver o pessoal envolvido.

    • Controle: “controlar é o processo de assegurar a realização dos objetivos e de identificar a necessidade de modificá-los”. (MAXIMIANO, 1995, p. 61)

    Para se obter o controle de uma determinada situação, é necessário que exista algum comprometimento em acompanhar o andamento das atividades, avaliar resultados, e tomar medidas corretivas.

  • Nível Estratégico: há planejamento, organização, direção e controle

    Nível Tático: há planejamento, organização, direção e controle

    Nível Operacional: há planejamento, organização, direção e controle

    Dessa forma, as funções administrativas (PODC) existem em todos os níveis da empresa.

    Gabarito: CERTO

  • Ótimo para estudar por questões.

    Correto.

  • Dá medo de responder ...

  • GABARITO: CERTO

    Todas as funções administrativas ocorrem em todos os níveis organizacionais: estratégico, tático e operacional.


ID
2679670
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Julgue o item que se segue, relativo ao processo administrativo e sua aplicação às organizações da administração pública.


A atribuição de responsabilidades e de autoridade é uma tarefa típica da função administrativa de planejamento.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO

    Atribuir autoridade e responsabilidades é uma tarefa da funçao ORGANIZAÇÃO.

    [...]

    Organização
    ---> Disposição de recursos na organização, podem ser humanos, tecnológicos, finaceiros, etc.
    ---> Estabelece qual a estrututa da organização, atividades a serem desenvolvidas.
    ---> Como será a relação de hierarquia, autoridade e competências.

  • Função de ORGANIZAÇÃO.

  • Funções administrativas: planejar, organizar, dirigir e controlar.

    Organizar: alocar recursos organizacionais a fim de atingir o que foi definido no planejamento.

     

    Na função organização se define a estrutura organizacional. E esta envolve aspectos como a cadeira de comando, ou seja, a definição da linha de autoridade e responsabilidade que perpassa toda a estrutura hierárquica organizacional.

     

    Portanto, gabarito: errado.

  • Estrutura organizacional é o modo, a maneira como as atividades da organização são divididas, organizadas e coordenadas. 

     

    Fonte: Adm Geral e Pública, Giovanna Carranza. 

  • PROCESSO ADMINISTRATIVO (macete: pode crer)

     

    1- Planejamento

    estabelecimento de objetivos e metas

    definição do caminho para alcançá-las

     

    2- Organização

    definição da estrutura 

    atribuição de responsabilidades

    recursos

     

    3- Direção

    condução através da liderança e motivação

     

    4- Controle

    medição do desempenho organizacional

     

    Bons estudos!

  • A atribuição de responsabilidades e de autoridade é uma tarefa típica da função administrativa ORGANIZAÇÃO.

  • Quais são os aspectos tratados na estrutura organizacional? DARC

     

    Decisão

    Autoridade

    Responsabilidade

    Comunicação

     

     

    Palavras que eu costumo associar à função adm de ORGANIZAÇÃO:

     

     

    Estrutura organizacional (a questao fala em estrutura organizacional)

     

    Estruturas FORMAIS e INFORMAIS

     

    Departamentalização

     

    Organograma

     

    Alocar recursos (pessoal, material, financeiro, etc)

     

    Distribuir competências 

     

    Divisão de competências

     

  • Gab ERRADO

     

    A atribuição de responsabilidades e de autoridade é uma tarefa típica da função organização.

  • Gabarito Errado

     

    *A função “organização” é aquela que busca organizar, estruturar e integrar os recursos disponíveis para que as ações a serem realizadas possam atingir o sucesso.

     

    à Organizar: é Processo de alocar, pessoas e recursos, para atender aos objetivos estabelecidos.

     

    *Chiavenato (2007) chama a atenção para o fato de que a função organizar abrange necessariamente quatro componentes:

    1. Tarefas:

    2. Pessoas:

    3. Órgãos:

    4. Relações:

     

  • Para MAXIMIANO (2016), o processo de dividir o trabalho entre pessoas, para realizar objetivos, chama-se processo de ORGANIZAÇÃO. Nesse processo, ele destaca - entre outras etapas - a definição de responsabilidades para a realização do trabalho e a definição dos níveis de autoridade.
  • Organização = Alocar recursos e designar tarefas

  • Gab.: ERRADO.

    Correto seria--> ORGANIZAÇÃO

  • QUEM DISTRIBUI É QUEM ORGANIZA

  •  ATRIBUIÇÃO/DIVISÃO/DEFINIÇÃO de responsabilidades e de autoridade é uma tarefa típica da função administrativa de ORGANIZAÇÃO.

    CUIDADO: PROGRAMAÇÃO de responsabilidades é PLANEJAMENTO.

    ~>Disposição de recursos na organização, podem ser humanos, tecnológicos, finaceiros, etc.

    ~>Estabelece qual a estrututa da organização, atividades a serem desenvolvidas.

    ~>Como será a relação de hierarquia, autoridade e competências.

     

    Distribuir recursos, alocar, empregar, atribuir, formar, executar.. (segundo o critério do planejamento)

    (Coloco cada coisa no lugar)

    Estruturar/Reestruturar a empresa

  • Função ORGANIZAÇÃO:

    > dividir trabalho

    > designar atividades

    > agrupar atividades em órgãos e cargos

    > alocar recursos

    > definir autoridade e responsabilidade

  • Atribuição de responsabilidades e de autoridade são atividades típicas da função de organização.

    Gabarito: Errado

  • Atribuição de responsabilidades e de autoridade na estrutura ------>FUNÇÃO DE ORGANIZAÇÃO

    Atribuição de responsabilidades e de autoridade entre pessoas -------->FUNÇÃO DE DIREÇÃO

  • Organização

  • NÃO CONFUNDIR:

    ORGANIZAÇÃO- Define autoridades e responsabilidades

    DIREÇÃO- Utiliza autoridades e responsabilidades.

  • Errado

     Função administrativa de organizar.

    Organizar:

    -Estrutura;

    -Organograma;

    -Hierarquia;

    -Níveis de autoridade;

    -Responsabilidade...

  • A programação de como, onde e quem é do planejamento, mas a atribuição é da função Organização.
  • “organizar é o processo de definir o trabalho a ser realizado e as responsabilidades pela realização; é também o processo de distribuir os recursos disponíveis seguindo algum critério”. (MAXIMIANO, 1995, p. 61)

  • A atribuição de responsabilidades e de autoridade é uma tarefa típica da função administrativa de planejamento.

    Segundo Fred Alvim - prof do QC, o correto seria:

    A atribuição de responsabilidades e de autoridade é uma tarefa típica da função administrativa de DIREÇÃO

  • ERRADO

    A atribuição de responsabilidades e de autoridade é uma tarefa típica da função ORGANIZAÇÃO.

    ORGANIZAÇÃO

    Dividir o trabalho e atribuir as responsabilidades ( autoridade) para a realização do trabalho.

    Estabelecer os meios e os recursos necessários para se alcançar o objetivo proposto pelo planejamento.

    •Está relacionada à alocação de recursos para as equipes e departamentos e à atribuição de tarefas.

  • Atribuição de responsabilidades e de autoridade são atividades típicas da função de organização.

    Gabarito: Errado

  • Gabarito''Errado''.

    Essa questão trata do processo administrativo que é composto por: Planejamento, organização, direção e controle.

    Macete para ajudar a memorizar: Pode crer

    As atribuições de responsabilidades autoridade são tarefas da função administrativa de organização e não de planejamento, o que torna a assertiva incorreta.

    Não desista em dias ruins. Lute pelos seus sonhos!

  • Função Organização: Distribuir, alocar, empregar, atribuir.

  • A atribuição de responsabilidades e de autoridade é uma tarefa típica da função administrativa de planejamento. QUESTÃO ERRADA!

    • ● O CORRETO:

    Função administrativa de organização.

    • Planejamento x organização:

    A) PLANEJAMENTO:

    Para dar rumo à organização;

    Formula objetivos & meios para alcançá-los;

    Planos para alcançar objetivos/missões.

    B) ORGANIZAÇÃO:

    Vai distribuir tarefas & recursos;

    Atribuição de responsabilidades e de autoridade;

    Define a estrutura organizacional.

  • Vanessa Reis, a questão não deixou claro se a atribuição de responsabilidades e de autoridade é na ESTRUTURA ou ENTRE PESSOAS, portanto, é mais típico definir como processo organizacional.


ID
2679673
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Julgue o item que se segue, relativo ao processo administrativo e sua aplicação às organizações da administração pública.


A função administrativa de planejamento define objetivos, metas e a programação de quem fará o que, como e em que tempo.

Alternativas
Comentários
  • Tive dúvida quanto a essa questão, quem puder colaborar euu agradeço. Nas minhas anotações achei o seguinte,

    O planejamento estabelece a direção a ser seguida pela organização, formulando-se ações estratégicas para maior sinergia entre organização e ambiente. Também há orientação de gestores e funcionários, quanto às atividades que devem ser desenvolvidas.

     

    GABARITO: CERTO

  • Também fiquei na dúvida. "a  programação de quem fará o que, como e em que tempo." não seria função da Organização?

     

    Essa é a definição de Organização pelo próprio CESPE:

    "Organização como função administrativa é o processo administrativo em que se define a estrutura com divisão de trabalho adequada para atingir os objetivos traçados no planejamento."

  • "A função administrativa de planejamento define objetivos, metas e a programação de quem fará o que, como e em que tempo."

     

    "quem fará o que, como e em que tempo" está se referindo aos objetivos e metas.

     

     

     

     

  • Gerou dúvida e erro.

    Mas analisando depois, acredito que o que tenha deixado a questão CORRETA foi a palavra "programação" em "programação de quem fará o quecomo e em que tempo.". Na etapa de Planejamento, essa programação realmente é feita.

    O que ocorre na etapa da Organização é a definição de quem fará o que, como e eu que tempo. Considerando todas as premissas que já foram programadas anteriormente.

     

    Questão boa! Exige muita atenção.

  • Planejamento: Define objetivos e decide sobre os rescursos e tarefas necessários para alcançá-los adequadamente. 

     

    Fonte: Adm Geral e Pública - Giovanna Carranza 

  • GABARITO: CERTO

     

    Uma das dimensões do planejamento é aquela que define PLANEJAMENTO como uma função técnico-administrativa, isto é, um sistema de trabalho que responde a perguntas como: "Como?", "O quê?", "Quanto?", "Quem?", "Quando?" etc.

    HAIL irmãos!

     

     

  • Errei pelo fato de ter confundido "programação" com a "distribuição", então achei que fosse a organização... 

  • Existem diferenças entre as funções administrativas e processos administrativos?

  • ERIVANALDO, EXISTE SIM, POIS O PROCESSO ADMINISTRATIVO É BEM AMPLO. ELE ENGLOBA AS FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS.

     

    SE ALGUÉM PUDER CORROBORAR...

  • Segundo Chiavenato, a função planejamento envolve as seguintes atividades:

    *Definir a missão;

    *Formular objetivos;

    *Definir planos para alcançá-los;

    *Programar as atividades.

  • Gabarito:Correto

    É importante ressaltar que em todos os três niveis organizacionais. (estratégico, tatíco, operacional) tem-se as funções Planejamento, Organização, Direção e Controle. Logo, fica claro quando se pensa no nivel operacional onde vai definir quem vai executar tal tarefa.

  • Gabarito Correto

    O Planejamento pode ser definido como um processo desenvolvido para o alcance de uma situação futura desejada, de um modo mais eficiente, eficaz e efetivo, com a melhor concentração de esforços e recursos pela empresa ou organização.

     

    --> O planejamento é desdobrado em três tipos comumente cobrados em concursos: estratégico, tático e operacional. Atenção: o estratégico se desdobra em tático e este se desdobra no operacional.

    I) Planejamento estratégico: é elaborado pelo nível institucional da organização (presidência/diretores), englobando a organização como um todo e sua interação com o ambiente.  Ele é projetado para o longo prazo; envolve a organização como um todo; é definido pela cúpula organizacional; é voltado para a “eficácia” e “efetividade; é voltado para as relações com os clientes.

    II) Planejamento tático: realizado pela gerência intermediária e consiste em um desdobramento do planejamento estratégico aplicado a cada departamento específico da organização, sendo conduzido pela gerência intermediária. Voltado para o médio prazo; envolve cada departamento de maneira específica; é conduzido pelo nível intermediário; é voltado para a integração de atividades de cada área.

    III)Planejamento operacional: é conduzido pelos níveis mais baixos da gerência/supervisão operacional, buscando formalizar As metodologias a serem aplicadas no dia a dia dos funcionários e como será a operacionalização dos trabalhos corriqueiros. É voltado para o curto prazo; envolve cada tarefa ou atividade isoladamente; é voltado para a eficiência. (Mais analítico)

  • GAB. CERTO

     

    Apesar de estar um pouco confusa o Cespe utilizou o conceito de planejamento menos usual.

     

    Segue a doutrina de Lacombe:

     

    '' Planejamento é a determinação da direção a ser seguida para se alcançar um resultado desejado. É a determinação consciente de cursos de ação e engloba decisões com base em objetivos, em fatos e na estimativa do que ocorreria em cada alternativa disponível. Planejar é, portanto, decidir antecipadamente o que fazer, de que maneira fazer, quando fazer e quem deve fazer. ''

     

    Veja outros conceitos de planejamento, como função administrativa, descritos no livro do Chiavenato.

     

    planejar: é o processo de determinar como o sistema administrativo deverá alcançar os seus objetivos . Em outras palavras, é determinar como a organização deverá ir para onde ela deseja chegar (Certo4) .

     

    planejar: é o ato de determinar os objetivos da organização e os meios para alcançá­los (Daft) .

     

    ∞ planejar: é decidir antecipadamente aquilo que deve ser feito, como fazer, quando fazer e quem deve fazer (Koontz et al . ) .

     

    planejar: é o processo de estabelecer objetivos e de determinar o que deve ser feito para alcançá­los (Schermerhorn) .

     

    Fontes: Francisco Lacombe, Administração, Princípios e Tendências. Chiavenato, Administração dos Novos Tempos.

     

  • NEEEEEMMM FUDEEEEENNNDDDDOo

    isso é organização

     

    2018

    É o processo de identificar, dividir e alocar o trabalho. Isso envolve identificar, dividir e agrupar o trabalho a ser realizado; de definir responsabilidades e autoridades e estabelecer as relações entre os grupos, de modo a possibilitar que as pessoas trabalhem eficazmente para atingir os objetivos. (LACOMBE, 2009)

     

    Das funções do administrador, de acordo com o texto acima, estamos falando de:

     a) Planejar

     b) Organizar

     c) Dirigir

     d) Controlar

     e) Coordenar




     

    2018

    A atribuição de responsabilidades e de autoridade é uma tarefa típica da função administrativa de planejamento.

    errada ==> ORGANIZACAO

     

  • Gabarito CERTO.

    Tem gente que não colabora. 

  • Q911103

    O planejamento consiste basicamente em estabelecer o que fazer, quando, como e em que sequência, além de determinar quem irá fazer. CERTO.

    O CESPE REAFIRMOU O CONCEITO.

     

  • CORRETO.

    _______________________________________

    → DIMENSÕES necessárias ao planejamento.

     

    • Racional: Trata-se da racionalidade, criatividade e reflexão necessárias à sua realização.

    • Política: Trata-se do poder de decisão envolvido em um planejamento.

    • Téc-Adm: Trata-se do sistema de trabalho estruturado através do planejamento, respondendo a perguntas como "o quê ? quanto ? quem ? quando ?"

    • Valorativa: Trata-se da avalliação de valor sobre os benefícios e prejuízos que aquilo que está sendo planejado pode trazer.

    _______________________________________

    FONTE: Carlos Xavier, Estratégia Concursos (Material para técnico do MPU).

  • Tem toda razão Artur Ferreira. 

    Tive a mesma dúvida que a sua e lendo seu comentário, de fato o planejamento PROGRAMA, sendo a definição feita pela função ORGANIZAÇÃO.

  • Desculpem a sinceridade, mas, para mim, nesse contexto, programação e definição são exatamente a mesma coisa. Se eu programo alguém para fazer alguma coisa, estou definindo que essa pessoa vai fazer tal coisa. Agora, se isso é planejamento ou organização, aí fica a critério da banca. A doutrina Cespe pode adotar o que ela quiser.

  • eternamente vou achar que  COMO FÁRA O QUE é organização

  • A questão está corretíssima! Vejamos:

     

    A função administrativa de planejamento define objetivos, metas¹ e a programação de quem fará o que, como e em que tempo²

    ___________________________________________________________________________________________________________

    ¹ Conforme os administrativistas, definir objetivos e metas constitui etapa do planejamento estratégico. Mas, acredito que a dúvida não paira aqui.

    ² A programação é um dos quatro tipos de classificação do planejamento operacional,que são : procedimentos, orçamentos, programas (programação) e regulamentos. A programação constitui planos operacionais relacionados com o tempo, conforme ensina Chiavenato. Em suas palavras, o planejamento operacional de forma genérica: ''  [...] Preocupa-se com “o que fazer” e com o "como fazer” as atividades quotidianas da organização [...]'' 

     

    Fonte: Administração geral e pública, Idalberto Chiavenato.

    ___________________________________________________________________

     

    função administrativa é cada parte do processo, ou seja, planejar é uma função, organizar é uma função, direcionar é uma função e controlar é uma função... mas, quando consideradas em conjunto, formam o PROCESSO administrativo.

     

    ↠ Em poucas palavras, as funções integram o processo administrativo. =O

  • Queria ver só essa professora comentando uma questão dessas antes de sair o gabarito oficial...kkkkk

  • Entendam que não adianta espernear, típica questão do CESPE que o gabarito vai de acordo com a vontade do examinador não da lógica.

    Se desse o gabarito como ERRADO, teria justificativas também. Questão vaga com esse propósito.

  • Errei porque acredito que "fará o que, como e em que tempo" = organização;

  • A função administrativa de planejamento define objetivos, metas e a programação de quem fará o que, como e em que tempo. 

     

    Programar as atividades (função do planejamento) é diferente de Definir as atividades (função Organizar).

     

    Segundo Chiavenato, a função planejamento envolve as seguintes atividades:

    *Definir a missão;

    *Formular objetivos;

    *Definir planos para alcançá-los;

    *Programar as atividades.

     

  • CERTO.

     

    Questão f***. (CESPE sempre inventado, o candidato tem que 'correr atrás', 'cavocar' nos conteúdos pra acertar)

    Tem que analisar só o PLANEJAMENTO em si (planejamento como um todo; tudo que ele abrange)

     

    Planejar é o procedimento de analisar a organização e o ambiente, determinar os objetivos e traçar os planos (o que deve ser feito, quem fará, quando, onde, por que, como e quanto gastará).

     

    Tem que lembrar que o Planejamento (planejamento como um todo) se divide:

    - Planejamento Estratégico: processo dinâmico, responsabilidade da alta administração e visa à definição de objetivos amplos e de longo prazo.

    - Planejamento Tático: desdobramento do plano estratégico em cada unidade, área, departamento, divisão (estratégias funcionais).

    - Planejamento Operacional: Planos operacionais especificam atividades e recursos que são necessários para a realização dos objetivos. 

     

    Ou seja, Planejamento define objetivos, metas e a programação de quem fará o que, como e em que tempo. 

  • GAB.: CERTO.

    A função administrativa de planejamento define objetivos, metas e a programação de quem fará o que, como e em que tempo

  • Nesse concurso houve uma questão que foi anulada pelo Cespe. Que expoe o planejamento englobaria a ideia de quem irá fazer as tarefas. Há questões que expoem essa questão como organização. Assim passei a considerar que questões como essa tanto caberia a função organização como a função planejamento.

  • Como o enunciado não especificou o tipo de planejamento, está correto. 

    A função administrativa de planejamento define objetivos, metas (plan. estratégico) e a programação (plan. operacional) de quem fará o que, como e em que tempo. 

  • Planejamento: estabelecer missão,

                                      visão,

                                      objetivos (metas),

                                      procedimentos e processos (metodologias) necessárias para atingir os   resultados.

    CERTO

  • A função administrativa de planejamento pode ser conceituada como a definição dos objetivos e dos meios para alcançá-los.

    O planejamento pode ser classificado de acordo com o nível organizacional em: planejamento estratégico, planejamento tático e planejamento operacional.

    Dentre as espécies mais frequentes de planos operacionais temos as programações. As programações consistem em planos operacionais que associam atividades a serem realizada em relação ao tempo (horário) de execução.

    Deixando isso de maneira mais clara: imagine as atividades de limpeza e arrumação de um hotel. Para esse tipo de empreendimento, é necessário que se façam programações do trabalho. A programação, nesse exemplo, seria algo como:

    Data: Sábado. Cargo: Auxiliar de Serviços Gerais – Empregado(a): José da Silva. Quartos: 301 a 311.

    Perceba que as programações servem para organizar as atividades do hotel. Do exemplo, percebemos que José da Silva irá no Sábado realizar a limpeza dos quartos 301 a 311. Como qualquer plano operacional, as programações possuem alcance de curto prazo e são bem detalhadas.

    Destaca-se que a elaboração de uma programação (função de planejamento) não se confunde com a atividade de distribuição das atividades ao longo da estrutura organizacional, que é uma atividade inerente à função de organização.

    Quando o hotel, por exemplo, está criando cargos, definhando as atribuições de cada cargo e alocando esses cargos nos diferentes departamentos estamos realizando a função administrativa de organização.

    Gabarito: CERTO

  • Gente! Esse quem fará o que me pegou. Entendi que já era parte de ORGANIZAR. Já fiz questoes assim. Minha cabeça ta dando um nó.

  • Gab: CERTO

    Também confundi, pois fixei que definir responsabilidades (quem fará o quê, como está na questão), seria da função organização. Enfim!

  • GAB. CERTO

    A função administrativa de planejamento define objetivos, metas e a programação de quem fará o que, como e em que tempo.

    A função administrativa de planejamento define objetivos, metas e a programação de quem fará o que, como e em que tempo (a programação faz parte da estratégia definida no planejamento que servirá de base para a administração atingir seus objetivos e metas).

  • Quando não é pegadinha, a gente vê pegadinha. Quando é, a gente não vê! Porém da pra ser certa e errada ao meu ver. Sigamos!
  • • Planejamento: “planejar é o processo de definir objetivos, atividades e recursos”. (MAXIMIANO, 1995, p. 61).

  • A PROGRAMAÇÃO DE QUEM FARÁ O QUE E EM QUE TEMPO, realmente é uma atribuição do processo de planejamento, já se fosse a palavra DEFINIÇÃO a questão estaria errada, pois quem faz isso é a função administrativa ORGANIZAÇÃO.

  • além dessas funções básicas, a função planejamento define a programação de realização dos trabalhos e realiza a análise situacional para diagnóstico estratégico.

  • A função administrativa de planejamento define objetivos, metas e a programação de quem fará o que, como e em que tempo.

    Planejamento define a programação de quem fará o quê, já a Organização define quem fará o que (as pessoas que farão o quê)

  • por isso não gosto de administração geral, há variados autores tratando de formas diferentes o mesmo assunto, o que gera certa confusão na definição de conceitos

  • A função administrativa de planejamento define objetivos, metas e a programação de quem fará o que, como e em que tempo.

    Explicação: Fácil demais, não da pra errar isso, primeira coisa a se observar é que a função planejar tem olhar MACRO tendo em si a função de definir todos os objetivos e todas as metas da organização, segundo, definir a PROGRAMAÇÃO DE quem fará oq não tem nada haver com a função organizar, quem organiza algo que não foi previamente programado ???? Quem fará o que dentro de cada núcleo organizacional é definido no planejamento, já a sua distribuição executiva, a alocação necessária, os canais de comunicação é a organização, por fim quem PROGRAMA TUDO EM UMA EMPRESA OBSERVANDO FATORES INTERNOS E EXTERNOS? Planejamento, E QUEM ESCALONA INTERNAMENTE OS SERVIÇOS, PESSOAL, E COMUNICAÇÃO? Organização

  • #Respondi errado!!!


ID
2679676
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Julgue o item que se segue, relativo ao processo administrativo e sua aplicação às organizações da administração pública.


O planejamento tático envolve desenho departamental em nível de gerência, enquanto o planejamento operacional envolve desenho de cargos e tarefas em nível de supervisão.

Alternativas
Comentários
  • O planejamento estratégico envolve a organização como um todo (a nível dos CEO). O planejamento tático, por sua vez, envolve o departamento, uma unidade organizacional ou setor (gerência). O planejamento operacional é orientado também para o futuro, só que para curto prazo. Abarca cada uma das tarefas ou operações de maneira detalhada, minuciosa, e está relacionado com as atividas diárias da organização (supervisão).

     

    FONTE: LIVRO DA GIOVANNA CARRANZA

     

    GABARITO: CERTO

  • CERTO

    "O planejamento tático envolve desenho departamental em nível de gerência (de setores), enquanto o planejamento operacional envolve desenho de cargos e tarefas em nível de supervisão (de tarefas)." 

     

    #erreiaquestão

    #entendendoabanca

  • Gab "CERTO"

     

    PLANEJ. ESTRATÉGICO                                  PLANEJ. TÁTICO                                          PLANEJ. OPERACIONAL

     

    - Presidência + Diretores                                  - Gerência intermediária                               - Gerência/ Supervisão operacional

    - Longo prazo                                                 - Médio prazo                                               - Curto prazo

    - Envolve a organização como um todo             - Envolve cada departamento                         - Envolve cada tarefa/ atividade isoladamente

     

  • Sempre associei supervisão ao nível tático, errei por isso. Ótima questão.

  • Planejamento Estratégico

    O planejamento estratégico é o começo de tudo, é a visão do futuro da organização, que se estrutura nos fatores ambientais externos, e nos fatores internos, onde definimos os valores, visões e missão da organização.

    Planejamento Tático

    Enquanto o planejamento estratégico se desdobra para toda a organização, o planejamento tático tem um envolvimento mais limitado, a nível departamental, envolvendo às vezes apenas um processo de ponta a ponta.

    Planejamento Operacional

    O planejamento operacional é de onde saem as ações e metas traçadas pelo nível tático para atingir os objetivos das decisões estratégicas.

    Neste planejamento os envolvidos são aqueles que executam as ações que são aplicadas em curto prazo, geralmente no período de 3 a 6 meses.

  • GAB.: CERTO

     

    Planejamento Estratégico -> Cùpula (presidência + diretores)

    Planejamento Tático -> Gerência (nível Intermediário)

    Planejamento Operacional -> Supervisão (nível operacional)

     

    HAIL!

  • Planejamento Estratégico 

    Prazo - Longo, futuro. 

    Amplitude - Toda a organização / Genérico/ Sintético/ Global/ Holístico/ Produz sinergia.

    Riscos - Maiores 

    Nível hierárquico - alta cúpula (diretores)

    Flexibilidade - Menor 

    Atividades - Fins e meios 

    Foco de atuação - Orientação externa

    Característica - Processo de adaptação ao ambiente mutável, turbulento e caótico; Permanente, contínuo e coordenado; Visa lidar com a incerteza e a imprevisibilidade; Utiliza a criatividade e a inovação; É compreensico e consensual; Processo de aprendizagem; Sistema aberto. 

    Tipos de planos - Missão, objetivos de longo prazo, valores, visão, diagnóstico externo e interno, macropolíticas e estratégias. 

     

    Planejamento Tático 

    Prazo - Médio 

    Amplitude - Uma unidade, departamento, área ou setor

    Riscos - Intermediários

    Nível hierárquico - Média administração (gerência)

    Flexibilidade - Intermediária 

    Atividades - Meios 

    Foco de atuação - Articulação interna 

    Característica - Visa a utilização eficiente dos recursos; Define políticas; 

    Tipos de planos - Funcionais: mercadólogico (marketing), financeiro, recursos humanos e produção. 

     

    Planejamento Operacional 

    Prazo - Curto, presente

    Amplitude - Uma atividade, tarefa, operação. Detalhado, analítico, específico. 

    Riscos - Menores 

    Nível hierárquico - Baixa administração (supervisores)

    Flexibilidade - Maior 

    Atividades - Meios 

    Foco de atuação - Orientação interna

    Característica - Voltada para a certeza, regularidade, eficiência, sistema fechado.

    Tipos de planos - Procedimentos, orçamentos, programas, regras e regulamentos. 

     

    Fonte: Elisabeth de Abreu e Lima Moreira, Administração Geral e Pública, Editora juspodivm, 2018, págiina 359. 

  • Nível operacional envolve desenho de cargos?

  • Errei a questão. Fiz a associação imediata de "desenho departamental" e "desenho de cargos" com a Organizão. 

  • Segundo Chiavenato (2010), em geral, o planejamento estratégico é desdobrado em planos táticos que, por sua vez, são desdobrados em planos operacionais:

     

    Planejamento estratégico: refere-se à organização como uma totalidade e indica como a estratégia global deverá ser formulada e executada. Suas principais características são:
    ■ é holístico e sistêmico, envolve o todo organizacional em relação ao contexto ambiental
    ■ seu horizonte temporal é de longo prazo

     

    Planejamento tático: refere-se ao meio de campo da organização para cada unidade organizacional ou departamento da empresa. Suas características são:
    ■ indica a participação de cada unidade no planejamento global. Refere-se a cada área ou departamento da empresa.
    ■ seu horizonte temporal é de médio prazo, geralmente um ano

     

    Planejamento operacional: refere-se à base da organização envolvendo cada tarefa ou atividade da empresa. Suas características são:
    ■ indica como cada tarefa, operação ou atividade deverá contribuir para o planejamento tático da unidade.
    ■ seu horizonte temporal é de curto prazo, geralmente um mês.

     

    ------------------- 

    Gabarito: Certo

  • Organização no nível departamental:  É a organização que abrange cada departamento da empresa. É o chamado desenho departamental ou simplesmente departamentalização. 


    Organização no nível das tarefas e operações: É a organização que focaliza cada tarefa, atividade ou operação especificamente. É o chamado desenho dos cargos ou tarefas. É feita por meio da descrição e análise dos cargos.

     

    (CHIAVENATO)
     

  • Planejamento --> Institucional


    Tático --> Gerência


    Operacional --> Supervisão


  • NÍVEIS ---- HABILIDADES ----- HIERARQUIA ------- FOCOS DE ATUAÇÃO -----------PRAZOS
    Estratégico ---------conceitual -------------- Direção -----------------em toda a empresa ---------------- longo
    Tático --------------- humanas----------------Gerência -----------------em departamentos ---------------- médio
    Operacional -------- Técnicas ----------- ----Supervisão -------------- em tarefas --------------------------curto

     

                                                                   Estratégico    → CONHECIMENTOS

     COMPETÊNCIAS GERENCIAIS            Tático              → HABILIDADES       

                                                                  Operacional    → ATITUDES               

     

     

  • PRESIDENTE - DIRETOR = NÍVEL ESTRATÉGICO 

     

    GERENTE = NÍVEL TÁTICO - GERENCIAL 

     

    SUPERVISOR = NÍVEL OPERACIONAL 

     

  • Gabarito MUITO questionável , pois a questão cita atividades relacionadadas ao processo de ORGANIZAR e não PLANEJAR. 

     

    No nível tático , os resultados do planejamento são os planos táticos. CHIAVENATO diz que são planos táticos Planos de produção / Planos financeiros / Planos de marketing / Planos de recursos humanos / Políticas

     

    No nível operacional , CHIAVENATO cita como exemplos de planos operacionais:  Procedimentos /  Orçamentos / Programas /  Regulamentos

     

    próprio estilo de cobrança da banca já nos ensino a pensar desse jeito:

     

    Q912384 A definição dos negócios e mercados em que se pretende atuar, o estabelecimento de objetivos de curto e longo prazos e a criação de canais de comunicação com colaboradores para estimular seu envolvimento nas ações organizacionais são ações típicas do planejamento organizacional.

    > FALSO. Definir negócios e mercados certamente são planejamento (nível estratégico) , estabelecer objetivos também. Entretanto , criar canais de comunicação é uma ação organizacional do processo de DIREÇÃO. 

     

    Fica difícil fazer prova assim... uma hora é para passar o "pente fino" , outra hora vale tudo kkkkkkkk     BOLA PRA FRENTE

     

    Em tempo , sobre as nomenclaturas , a banca usou a do DJALMA 

    1- Nível  Estratégico / INSTITUCIONAL DIREÇÃO

    2- Nível Tático / Intermediário / gerencial / funcional / departamental / ORGANIZACIONAL / GERÊNCIA

    3- Operacional / SUPERVISÃO

     

     

  • Uai.... qstao doida.

  • planejamento tático:

    nível gerencial/departamental

    ex: produção; financeiros; marketing; recursos humanos.

    voltado para medio prazo

    conduzido pelo nível intermediário 

    planejamento operacional:

    nível de supervisão.

    ex: procedimentos; orçamento; programas e regulamentos (comportamento das pessoas)

    foco nas tarefas e operações

    voltado para curto prazo

    cada tarefa ou atividade isoladamente

    objetivo na eficiência 

  • ▸PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO - Processo administrativo que proporciona sustentação metodológica para se estabelecer a melhor direção a ser seguida pela empresa, visando ao otimizado grau de interação com os fatores externos - não controláveis - e atuando de forma inovadora e diferenciada. De responsabilidade dos níveis mais altos da empresa, diz respeito tanto à formulação de objetivos quanto à seleção de cursos de ação a serem seguidos para sua consecução, levando em conta as condições externas e internas à empresa e sua evolução esperada. Também considera as premissas básicas que a empresa, como um todo, deve respeitar para que o processo estratégico tenha coerência e sustentação decisória. O resultado do processo é um plano que serve para guiar a ação organizacional por um prazo de três a cinco anos (longo prazo).

    ▸PLANEJAMENTO TÁTICO - Enquanto o planejamento estratégico envolve toda a organização, o planejamento tático envolve uma determinada unidade organizacional: um departamento ou divisão. É a metodologia administrativa que tem por finalidade otimizar determinada área de resultado e não a empresa como um todo. Portanto, trabalha com decomposições dos objetivos, estratégias e políticas estabelecidos no planejamento estratégico. É desenvolvido pelos níveis organizacionais intermediários, tendo como principal finalidade a utilização eficiente dos recursos disponíveis para consecução dos objetivos previamente fixados, segundo uma estratégia predeterminada, bem como as políticas orientativas para o processo decisório da empresa.

    ▸PLANEJAMENTO OPERACIONAL - É elaborado pelos níveis organizacionais inferiores para o curto prazo, com foco nas atividades do dia a dia da empresa. Preocupa-se com "o que fazer" e com o "como fazer" as atividades cotidianas da organização. Os planos operacionais cuidam da administração da rotina para assegurar que todos executem as tarefas de acordo com os procedimentos estabelecidos pela organização a fim de que esta possa alcançar os seus objetivos.

    Fonte: Prof. Heron Lemos - Estudo Dirigido para UFC - Vol.03

  • Níveis Organizacionais:

    Estratégico (longo prazo): Cúpula - foco em toda a empresa;

    Tático (médio prazo): Gerência - foco em um departamento;

    Operacional (curto prazo): Supervisores - foco nas tarefas.

  • "...o planejamento operacional envolve desenho de cargos e tarefas em nível de supervisão."

     PLANEJAMENTO operacional - SUPERVISÃO de tarefas/operações e cargos.

    Depois de errar duas vezes a questão, entendi que o planejamento operacional é um planejamento voltado para tarefas/operações e cargos, e não as próprias tarefas/operações e cargos.

    Né isso?

  • O planejamento estratégico é abrangente, sendo elaborado pela cúpula da organização. O planejamento tático refere-se ao meio de campo e é realizado no âmbito de cada unidade organizacional (nível de gerência). Por fim, o planejamento operacional é feito pela base da organização (nível de supervisão) e envolve o desenho ao nível de tarefa, operação ou atividade.

    Gabarito: Certo

  • Gab: CERTO

    Estratégico: Institucional, topo da empresa - Longo prazo.

    Tático: Departamental, diretoria - Médio prazo.

    Operacional: Setorial, supervisores - Curto prazo.

  • Nível Operacional não envolve desenho de cargo nenhum!

  • Planejamento - Tipos.

    Estratégico:

    • Prazo - Longo
    • Amplitude - Toda a organização.
    • Nível responsável - Alta direção (Cúpula organizacional)
    • Grau de incertezas e riscos - Alto
    • Nível de detalhamento - Baixo
    • Grau de flexibilidade - Menos flexível

    Tático:

    • Prazo - Médio
    • Amplitude - Setor ou departamento
    • Nível responsável - Gerências (nível intermediário)
    • Grau de incertezas e riscos - Médio
    • Nível de detalhamento - Médio
    • Grau de flexibilidade - Flexível

    Operacional:

    • Prazo - Curto
    • Amplitude - Atividades e tarefas
    • Nível responsável - Supervisores
    • Grau de incertezas e riscos - Baixo
    • Nível de detalhamento - Alto (Analítico)
    • Grau de flexibilidade - Mais flexível.


ID
2679679
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Julgue o item que se segue, relativo ao processo administrativo e sua aplicação às organizações da administração pública.


A organização que, para seu funcionamento, cria departamentos de marketing, finanças e gestão de pessoas adota o critério de departamentalização por processos.

Alternativas
Comentários
  • A assertiva trata da departamentalização funcionaL, na qual as unidade organizacionais são definidas com base na especialização e tarefas comuns aos diversos setores, como financeiros. Assim, coloca-se no mesmo órgão todas as atividades relacionadas às finanças, em outro todas as relacionadas a pessoal, em outro todas as relacionadas com marketing, produção, recursos humanos e assim por diante.

     

    Já a departamentalização por processo: onde pessoas e recursos são alocadas de acordo com o fluxo de trabalho. Exemplo: departamento de corte...

     

    GABARITO: ERRADO

  • Departamentalização funcional. 

  • essa pegadinha está aí desde 2011

    2011

    A estrutura de uma organização centrada em processos reflete os seus departamentos.

    Errada

     

     

    2018

    Entre os diferentes tipos de estrutura organizacional pode-se citar a estrutura funcional, que possui como característica

     a) a apuração de lucros ou prejuízos para cada unidade ou região da organização, de forma descentralizada.

     b) a departamentalização segundo as funções de produção, comercialização, finanças e administração.

     c) a existência de centros de resultados, que se apresentam como estruturas individualizadas e com autonomia gerencial.

     d) o foco em projetos, com órgãos ou unidades cuja existência está atrelada apenas ao prazo de duração do projeto correspondente.

     e) a flexibilidade estrutural, sem departamentalização ou segregação de atividade, buscando maior eficácia no alcance de resultados.

     

  • Departamentalização por funções.

  • ERRADO

    Estamos diante da funcional !!!

  • ERRADO .

    Divisão lógica de acordo com as funções a serem desempenhadas, se trata de departamentalização por função(funcional).

  • GAB:E

    A questão trata da departamentalização funcional e não da por processos.

     

    Departamentalização funcional:" consiste no agrupamento das atividades e tarefas de acordo com as funções principais desenvolvidas dentro da empresa."
     

     

    Departamentalização por Processo: 
    "Também denominada departamentalização por
    fases do processo, por processamento ou ainda
    por equipamento. É freqüentemente utilizada nas
    empresas industriais nos níveis mais baixos da estrutura organizacional das áreas produtivas ou de
    operações
    . A diferenciação e o agrupamento se fazem por meio de seqüência do processo produtivo ou operacional ou, ainda, por meio do arranjo e disposição racional do equipamento utilizado."

     

    -IDALBERTO CHIAVENATO

  • GAB.: ERRADO

     

    Departamentalização funcional --> organizado por funções.

     

    HAIL!

  • GAB. ERRADO

     

    DEPARTAMENTALIZAÇÃO FUNCIONAL 

     

    O segundo modo mais simples de departamentalização é o que se baseia no critério funcional, que tanto pode ser usado pelas organizações de grande como de pequeno porte.

     

    A departamentalização funcional consiste em atribuir a cada uma das unida- des de trabalho a responsabilidade por uma função organizacional – operações, marketing, finanças, recursos humanos e assim por diante.

     

    DEPARTAMENTALIZAÇÃO POR PROCESSOS 

     

    A administração por processos (ou organização por processos) consiste em administrar as funções permanentes da organização como elos de uma corrente – ou processos interligados – e não como departamentos isolados uns dos outros.

     

    O resultado é uma estrutura horizontal, em lugar da estrutura vertical criada pela cadeia de comando. A horizontalização reformula o modo de administrar as funções, direcionando-as para o atendimento das necessidades dos clientes.

     

    As atividades são agrupadas de acordo com as etapas do processo de trabalho ou atividades realizadas, segundo seus processos chaves.

     

    Fonte: Chiavenato

  • ERRADO

     

    A organização que, para seu funcionamento, cria departamentos de marketing, finanças e gestão de pessoas adota o critério de departamentalização FUNCIONAL.

    _______________________________________________________________________________________________________________________

    Departamentalização por Processo

    Nesse tipo, as atividades e os recursos são agrupados em torno de processos chave específicos da empresa. Em uma montadora de automóveis, por exemplo, poderíamos ter os setores de pintura e montagem. Dessa maneira, dividimos o trabalho de acordo com as atividades principais que ocorrem dentro de uma organização.

     

     

    FONTE: Rodrigo Rennó, 2013.

  • GABARITO ERRADO: 

    Departamentalização Funcional -  Diz respeitos as funções de uma empresa, funcão técnica, função contábil, função de recursos humanos, financeira, de marketing etc..

     Departamentalização por Processos  - LIgada intimamente a are de logistica e produção, Ex em uma montadora de carros: Processo de montagem, processo de acabamento, pintura.

     

  • A organização que, para seu funcionamento, cria departamentos de marketing, finanças e gestão de pessoas adota o critério de departamentalização FUNCIONAL

  • Quando vem uma questão dessa eu fico até emocionado.. kkkkk.. Objetividade em questões nessa matéria é raro!!!

     

    GABARITO ERRADO 

    A questão aborda a Departamentalização FUNCIONAL ou POR FUNÇÕES

     

  • Errado, funcional seria a correta.

  • Departamentalização funcional


    Nesse critério, as unidades organizacionais são definidas com base na especialização e tarefas comuns aos diversos setores, como financeiro, engenharia, e produção. Assim, colocam-se no mesmo órgão todas as atividades relacionadas às finanças, em outro todas as relacionadas a pessoal, em outro todas as relacionadas com marketing, produção, recursos humanos e assim por diante.


  • ERRADO

     

    >> ESSE É FUNCIONAL

     

     

    DEPATARMENTO FUNCIONAL   

     

                     X

     

    DEPARTAMENTO DIVIDICIONAL

     

    >>> DIVISIONAL: GRUPOS/DEPARTAMENTOS INDEPENDENTES. ---> POR PRODUTO/SERVIÇO

     

    >>> FUNCIONAL: GRUPOS/DEPARTAMENTOS ESPECIALIZADOS. ---> POR HABILIDADES

     

     

    Departamentalização funcional: ocorre quando as ATIVIDADES

    são organizadas de acordo com asFUNÇÕES desempenhadas,

    como marketing, VENDAS, COMPRAS etc. Em diferentes

    organizações essa departamentalização pode assumir diferentes

    contornos, como departamento de pesquisa, cirurgia, terapia,

    contabilidade, etc. (em um hospital); ou departamento de

    treinamento, fisioterapia, imóveis, atletas, etc. (em um time de

    futebol). Sua principal vantagem é a especialização do trabalho,

    sendo mais propícia a ser utilizada em ambientes seguros e

    sem mudanças. Possui como principal desvantagem a tendência

    de descumprimento de prazos e orçamentos, pois o foco estará

    em cada função, e não na organização como um todo.

     

     

    Departamentalização divisional: acontece quando se divide

    GRANDE ORGANIZAÇÕES em DIFERENTES DIVISÕES para cada área de

    negócios em que ela atua, dando a cada uma delas autonomia

    para definição de suas estratégias. Abaixo de cada divisão as

    funções administrativas são repetidas, fazendo com que cada

    divisão pareça com uma empresa por si só. Tipicamente fala-se

    em divisão por processos e por produtos. É aplicável a

    ambientes mutáveis e instáveis, pois faz com que cada divisão

    da organização passe a lidar com uma parte específica do

    ambiente externo. Tem a desvantagem de aumentar o custo da

    organização por incorrer em repetição de funções.

     

     

  • Para Elisabete Moreira (2016, p. 332) a departamentalização funcional consiste no agrupamento do trabalho de acordo com a similaridade das tarefas, habilidades, conhecimento e uso de recursos, baseado na especialização.

    A departamentalização por funções é o critério mais utilizado para organizar atividades empresariais. É a divisão lógica de acordo com as funções (especializações) a serem desempenhadas, ou seja, é a divisão departamental que segue o princípio da especialização.

    O principal ponto forte da departamentalização funcional é o agrupamento de especialistas ao mesmo tempo em que permite o compartilhamento dos recursos especializados entre os diversos produtos. Seu principal ponto fraco é a dificuldade de coordenação das tarefas dos diversos especialistas funcionais, possuindo um alto grau de diferenciação, de modo que as atividades sejam concluídas dentro do orçamento e prazos.

     

    Fonte: Prof. Heron Lemos - Estudo Dirigido para UFC - Vol. 03 (Adm. Geral)

  • Divisão de Funções

    Especialistas em Marketing

    Especialistas em Finanças

    Especialistas em Gestão de pessoas

  • Gab E Funcional.

    É o tipo de estrutura que mais é utilizada na atualidade. É baseada no conceito de especialização.

    Sua aplicabilidade é muito intuitiva, pois é dividida de acordo com as tarefas e funções

    organizacionais, como finanças, marketing, recursos humanos, etc.

  • A organização que, para seu funcionamento, cria departamentos de marketing, finanças e gestão de pessoas adota o critério de departamentalização por processos.

    Errado, adota a departamentalização por FUNÇÃO.

  • Gabarito: ERRADO

    A organização que, para seu funcionamento, cria departamentos de marketing, finanças e gestão de pessoas adota o critério de departamentalização por processos.

    ADOTA O CRITÉRIO POR FUNÇÕES/FUNCIONAL.

  • Por função

  • Departamentalização por Processo

    Nesse tipo, as atividades e os recursos são agrupados em torno de processos chave específicos da empresa. Em uma montadora de automóveis, por exemplo, poderíamos ter os setores de pintura e montagem. Dessa maneira, dividimos o trabalho de acordo com as atividades principais que ocorrem dentro de uma organização.

    A administração por processos (ou organização por processos) consiste em administrar as funções permanentes da organização como elos de uma corrente – ou processos interligados – 

    e não como departamentos isolados uns dos outros.

    As atividades são agrupadas de acordo com as etapas do processo de trabalho ou atividades realizadas, segundo seus processos chaves.


ID
2679682
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Julgue o item que se segue, relativo ao processo administrativo e sua aplicação às organizações da administração pública.


Entre as vantagens da departamentalização por produtos, inclui-se a flexibilidade para crescimento dos departamentos com base em flutuações de demanda por um produto e facilidade na coordenação interdepartamental com base no produto.

Alternativas
Comentários
  • Departamentalização por produto ou serviço:

    São organizadas em unidades independentes, responsáveis por um grande produto ou uma linha de produtos.

     

    Vantagens:

    - inovação e criatividade;

    - facilita a coordenação interdepartamental;

    - melhorias na qualidade;

    - permite flexibilidade; 

    - as tomadas de decisão são mais independentes;

    - a administração torna-se mais ampla;

     

    Desvantagens:

     

    - elevados custos operacionais em organizações com poucos produtos diferentes ou linhas reduzidas de produtos;

    - redução nas oportunidades de carreira;

    - dificulta o estabelecimento de políticas gerais da empresa (não otimiza a coordenação geral);

    - não permite a visão do todo da empresa;

    - aumenta os cursos devido à duplicidade de atividades.

     

    GABARITO: CERTO

  • Entre as vantagens da departamentalização por produtos, inclui-se a flexibilidade para crescimento dos departamentos com base em flutuações de demanda por um produto ( correto -  o foco é o produto e não a estrutura, assim as divisões podem ser maior ou menores conforme a necessidade, sem ter que alterar toda a estrutura)  e facilidade na coordenação interdepartamental ( correto - o foco é o produto e não as especialidades, assim todos os departamentos da divisão se unem em torno do produto) com base no produto.

     

    Cuidado para não confundir facilidade na coordenação interdepartamental com dificuldade na coordenação em relação aos objetivos gerais da empresa (de todas as divisões).

  •  

    Vantagens da departamentalização por produtos segundo chiavenato:

     

    1. Fixa a responsabilidade dos departamentos para um produto ou linha de produto ou serviço .O departamento é avaliado pelo sucesso do produto ou serviço.

     

    2.Facilita a coordenação interdepartamentaluma vez que a preocupação básica é o produto e as diversas atividades departamentais tornam-se secundárias e precisam sujeitar-se ao objetivo principal que é o produto.

     

    3. Facilita a inovação, que requer cooperação e comunicação de vários grupos contribuintes para o produto.
     

    4. Indicada para circunstâncias externas e mutáveis, pois induz à cooperação entre especialistas e à coordenação de seus esforços para um melhor desempenho do produto.

    5. Permite flexibilidade, pois as unidades de produção podem ser maiores ou menores, conforme as mudanças de condições, sem interferir na estrutura organizacional como um todo.
     

  • Departamentalização por Produtos/ Serviços

     

    Forma de agrupamento -

    Agrupamento por produtos/ serviço, diferenciação para resultados; 

     

    Vantagens -

    Permite uma intensificação de esforços e coordenação dos resultados;

    Maior inovação, criatividade e flexibilidade para o produto;

    Facilita a coordenação interdepartamental dentro de cada divisão;

    Indicada para situações externas mutáveis; 

     

    Desvantagens -

    Enfraquece a especialização;

    Aumento de custos;

    Dificuldade de coordenação das políticas gerais da empresa;  

     

    Fonte: Elisabeth de abreu e lima moreira, adm geral e pública, editora juspodivm, 2018, página 450

  • CERTO

    Vantagens da departamentalização por produtos

    -Fixa a responsabilidade dos departamentos para um produto ou linha de produto ou serviço.

    -O departamento é avaliado pelo sucesso do produto ou serviço. O executivo maior de cada departamento é orientado para todos os aspectos básicos de seu produto, como comercialização,desenvolvimento, custo, lucratividade e desempenho, etc.

    -Facilita a coordenação interdepartamental, uma vez que a preocupação básica é o produto, e as diversas atividades departamentais tornam-se secundárias e precisam sujeitar-se ao objetivo principal.

    -Facilita a inovação, que requer cooperação e comunicação de vários grupos contribuintes para o produto. A estratégia de crescimento de muitas empresas levou-as a abandonar a departamentalização funcional para adotar a estrutura de departamentos de produtos.

    -É indicada para circunstâncias externas e mutáveis, pois induz à cooperação entre especialistas e à coordenação de seus esforços para melhor desempenho do produto.

    -Permite flexibilidade, pois as unidades de produção podem ser maiores ou menores, conforme as mudanças de condições, sem interferir na estrutura organizacional como um todo. O enfoque da organização é predominante sobre os produtos, e não sobre a sua estrutura organizacional interna.

     

    INTRODUÇÃO À TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO - CHIAVENATO 2014.

  • CERTO

     

    Inclui-se a flexibilidade para crescimento dos departamentos com base em flutuações de demanda por um produto

    Sim, o foco é o produto/serviço. Se a demanda aumenta é importante aumentar ou tornar os departamentos mais eficientes para atendê-la.

     

    Facilidade na coordenação interdepartamental com base no produto​

    A departamentalização por produto/serviço facilita a coordenação interdepartamental, pois os departamentos possuem um objetivo em comum (produto/seviço). Na departamentalização funcional isso não ocorre (perda da noção do todo), pois cada integrante da organização está interessado nas atividades ligadas à sua área de atuação.

  • Departamentalização por produto -> agrupadas por tipo de produto ou serviço; cada administrador está mais capacitado a focar nos aspectos importantes de cada setor, facilitando o processo de gestão e inovação das linhas de produtos/serviços; aumenta a coordenação entre os diversos departamentos de cada divisão, inovação/criatividade.


    GAB CERTO

  • GAB: CERTO.

    DEPARTAMENTALIZAÇÃO POR PRODUTO

    VANTAGENS

    - Facilita coordenação interdepartamental;

    - Maior capacidade inovação e flexibilidade.

    DESVANTAGENS

    - Enfraquece especialização;

    - Duplicação custos.

    @adm.mapeada

    Mapeando os principais temas de Administração abordados em Concursos Públicos.

    Sigam e aproveitem!

  • CORRETA

     

    É IMPORTANTE TERMOS EM MENTE QUAIS SÃO OS TIPOS DE ESTRUTURAS FLEXÍVEIS E RÍGIDAS.

     

    RÍGIDAS:

    - LINEAR

    - FUNCIONAL

    - PROCESSOS

    - LINHA-STAFF

     

    FLEXÍVEIS:

    - PRODUTOS

    - CLIENTES.

    - GEOGRÁFICA.

     

    BONS ESTUDOS!!!!

  • O enunciado descreve corretamente duas vantagens da departamentalização por produtos:

    As principais vantagens da departamentalização por produtos:

    § Facilita a coordenação dos resultados esperados de cada grupo de produtos ou serviços, pois cada um desses grupos funciona como uma unidade de resultados;

    § Propicia a alocação de capital e de conhecimento especializado para cada um dos grupos de produtos ou serviços;

    § Permite maior flexibilidade, inovação e criatividade, postos que temos diversos departamentos direcionados para um tipo de produtos ou serviço;

    § Indicada para situações externas mutáveis.

    Gabarito: CERTO

  • Resposta:Certo

    A departamentalização por produtos e serviços ocorre geralmente na indústria de bens de consumo, pois gera uma facilidade maior para a criação de novos produtos, além de facilitar a coordenação dos resultados individuais dos produtos e serviços da empresa.

    FONTE: APOSTILA DE ADMINISTRAÇÃO GERAL / PROF. GIOVANNA CARRANZA

  • Gab: CERTO

    DEPARTAMENTALIZAÇÃO POR PRODUTO:

    VANTAGENS: Facilita a coordenação INTERdepartamental, uma vez que a preocupação básica é o produto e as diversas atividades departamentais tornam-se secundárias; permite flexibilidade, pois as unidades de produção podem ser maiores ou menores, conforme as condições mudem, sem interferir na estrutura organizacional como um todo.

    Giovanna Carranza - Administração Geral e Pública, 3° Ed. pág 137.

    Erros, mandem mensagem :)

  • Perfeito. Dentre as vantagens da departamentalização por produtos estão a flexibilidade (as unidades departamentais podem ajustar-se de acordo com as condições; ou seja, poderão aumentar de tamanho ou reduzir de tamanho, de acordo com as necessidades, sem interferir na estrutura da organização) e a facilidade de coordenação interdepartamental baseada no produto.

    Gabarito: correta

    Estrategia Concursos

  • Galera, sabemos que vocês querem mostrar que manjam do assunto e tal, mas não precisam postar um comentário dando uma aula sobre o que é o assunto. Apenas comentem a questão!

  • Imagine um departamento farmacêutico que é subdividido em analgésicos, antibióticos, xaropes.

    Temos especialistas dispersos nos departamentos (do contrário da funcional que tem o critério da especialização). Por serem especialistas, há uma cooperação e coordenação de esforços interdepartamental.

    Como cada departamento tem sua autonomia, de acordo com a demanda podem aumentar ou diminuir (flexibilidade).


ID
2679685
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Gestão de Pessoas
Assuntos

Julgue o item a seguir, referente à gestão de pessoas e à gestão da qualidade em organizações.


O trabalho conjunto, a comunicação aberta e o relacionamento interpessoal intensivo entre os membros são características que contribuem para a obtenção de desempenho elevado em equipes.

Alternativas
Comentários
  • Depende....

  • CORRETA

    A questão fala que são algumas características e não todas.

    Equipes de desempenho elevado desenvolvem suas relações através de uma comunicação aberta, fortalecem a confiança e o respeito mútuo entre seus membros, a liderança é compartilhada, seus procedimentos são eficazes, criam e inovam a partir das diferenças individuais.

    Prof.Giovanna carranza

  • Achei esse "intensivo" incisivo demais, mas...

  • Essas matérias de adm são muito subjetivas. Poderia estar certo ou errado, dependendo do viés que eu coloco.

    O ''INTENSIVO'' foi pra tirar ponto do cara que estudou.

  • "Relacionamento interpessoal INTENSIVO = desempenho elevado!" Aí é forçar muito a barra. Onde está escrito na explicação da professora Giovanna Carranza que ela concorda com esse "intensivo" aí?

  • Gab. CERTO

    Pessoal, mesmo com a palavra "intensivo", sei que realmente causa dúvida, mas não invalida a questão.

    A questão está colocando algumas características que contribuem e sim, elas contribuem para a obtenção de desempenho elevado em equipes.

  • Se pensar demais, erra.

  • Questão fácil para resolver fora do ambiente real de prova, mas difícil no dia 'D'.

  • Pra mim uma situação que é INTENSIVO , tende a atrapalhar ..! Enfim

     

  • Certa

    Equipes de alta perfomance: são equipes autonomas ou autogerenciadas, com habilidades multifuncionais. Dentre seus atributos,

    a) participação: todos comprometidos com o ewpowermet e a autoajuda

    b) responsabilidade

    c) clareza

    d) interação: comunicação em clima aberto e confiável

    e) flexibilidade

    f) foco

    g) criatividade

    h) rapidez

  • Equipes; (toda equipe é um grupo)


    Resultados- coletivos

    Sinergia

    Coesão

    Desempenho-individual e coletivo

    Objetivo- é comum

    Competência complementares- técnicas e interpessoal

  • Pessoal do copia e cola e concorda sem contestar, onde está explicado o relacionamento pessoal intensivo?

  • A palavrinha mágica desta questão é "contribuem". Com ela, é possível fazer inferências. É um rol exemplificativo.

  • O enunciado descreve corretamente algumas das características de um bom trabalho em equipe, por isso está correto.

    O trabalho conjunto corresponde àquele realizado de maneira integrada e compartilhada em uma equipe. Comunicação aberta corresponde àquela realizada de maneira franca, com retroação e livre de ruídos. Por fim, o relacionamento interpessoal intensivo consiste na característica de uma equipe em que os membros interagem muito e participam das discussões.

    Por fim, vale registrar que o enunciado foi elaborado a partir da obra de Idalberto Chiavenato. Segundo esse autor, uma equipe de elevado desempenho deve possuir as seguintes características:

    1. Compromisso e engajamento: em relação ao objetivo a ser alcançado e às alternativas adequadas para superá-lo. O objetivo da equipe é um objetivo de todos e deve ser claro para que todos saibam aonde chegar e as expectativas a respeito do trabalho da equipe também sejam claras para que se produza identidade, isto é, a capacidade de cada um portar-se como membro da equipe.

    2. Intenso relacionamento interpessoal entre os membros: na busca do consenso em relação às decisões tomadas e ao trabalho a ser feito.

    3. Comunicação aberta e intensa: entre os membros no sentido de incrementar o trabalho conjunto.

    4. Colaboração e ajuda mútua e recíproca: cada membro é um cliente interno para os demais e que precisa ser bem tratado e atendido.

    5. Respeito e confiança entre os membros: amizade e confiabilidade são indispensáveis para o trabalho em equipe.

    6. Competências pessoais necessárias ao objetivo a alcançar: a equipe deve ser um conjunto integrado de diferentes competências individuais que complementam o acervo de competências distintivas que tornam a equipe bem-sucedida. A qualificação dos membros é importante para que a equipe receba todas as contribuições possíveis de que necessita para alcançar seus objetivos.

    7. Clima democrático e participativo: as opiniões e divergências são discutidas abertamente, em um clima aberto e sincero na busca do consenso.

    8. Trabalho conjunto e coletivo: ao contrário do trabalho individualizado, segregado e isolado típico dos cargos definidos pelo modelo burocrático, o trabalho conjunto rende mais, produz melhores resultados e dá maior satisfação. A união faz a força.

    9. Autoavaliação: a equipe deve fazer autoanálises constantes e contínuas de seu desempenho, não apenas no sentido de corrigir falhas internas, mas, sobretudo, para encontrar meios alternativos de se desenvolver cada vez mais.

    10. Equipe como um meio e não como uma finalidade: a equipe deve ser entendida como uma entidade fluida, flexível, mutável e dinâmica sujeita a mudanças para poder acompanhar, adequadamente, as mudanças no mundo dos negócios. Na medida em que a empresa muda a equipe, também precisa mudar na composição, nas competências e até nos seus objetivos.

    Gabarito: Certo

  • Schermerhor Jr. elenca algumas características que as equipes de alto desempenho possuem:

    Participação: os membros se comprometem com empowerment e autoajuda.

    Responsabilidade: os membros são responsáveis pelos resultados.

    Clareza: os membros compreendem e apoiam os objetivos da equipe.

    Interação: todos os membros se comunicam em um clima aberto e confiável.

    Flexibilidade: os membros querem mudar e melhorar o desempenho.

    Focalização: os membros dedicam-se a alcançar as expectativas do trabalho.

    Criatividade: os talentos e as ideias são usados para beneficiar a equipe.

    Nesse sentido, a assertiva elencou, corretamente, algumas das características que contribuem para o alto desempenho das equipes.

    Fonte: Estratégia Concursos

  • Eu deixaria em branco no dia da prova. Não vou arriscar perder uma certa.


ID
2679688
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Gestão de Pessoas
Assuntos

Julgue o item a seguir, referente à gestão de pessoas e à gestão da qualidade em organizações.


Entre os desafios contemporâneos na gestão de pessoas, destaca-se a necessidade de gerenciar mudanças, o que exige manter comunicação contínua de nível pessoal e sensibilizar as pessoas para que se comprometam com as mudanças.

Alternativas
Comentários
  • Comunicaçao continua de nível pessoal... soa um tanto quanto não profissional, voltado aos objetivos da organização, ambígua

  • CERTO. 

    Nível pessoal, não nível organizacional.

    Acredito que essa expressão foi utilizada para não repetir demais a palavra pessoas,

  • CERTO

     

    "Essa comunicação contínua de nível pessoal" me confundiu...

     

    É comum que nas organizações a mudança seja vista como algo ruim. Assim, a primeira barreira que os gestores encontram é a resistência dos funcionários. Abaixo, Rodrigo Rennó cita os principais modos de se encarar uma resistência:

     

    Ø Educação e comunicação – para facilitar a compreensão dos funcionários sobre os planos de mudança e sua importância.
    Ø Participação e envolvimento – para incluir sugestões dos funcionários e aumentar seu comprometimento.
    Ø Facilitação e suporte – envolve treinamento e incentivos para que os funcionários se sintam compreendidos em suas dificuldades.
    Ø Negociação – oferta de vantagens e incentivos materiais em troca da aceitação das mudanças.
    Ø Manipulação – tentar influenciar os funcionários através da manipulação da informação.
    Ø Coerção – Quando nada funciona, pode ser o caso de ameaçar os funcionários resistentes para que eles cumpram as ordens e implementem as mudanças.

  • Básica e trivial, extremamente intuitiva.

    CERTO.

  • Errei a questão! Froídes!!

    Para melhor compreensão refiz a frase:

    Entre os desafios contemporâneos na gestão de pessoas destaca-se a necessidade de gerenciar mudanças. O que exige manter comunicação contínua de nível pessoal e sensibilizar as pessoas para que se comprometam com as mudanças.

    O gestor de pessoal para sensibilizar as pessoas para as mundanças pretendidas precisa ter comunicação continua a nível pessoal.

  • as pessoas erram muito porque se atrelam muito aos conceitos objetivo e pouco se relacionam com a subjetividade.  

  • Quando eu ler uma questão desse tipo, vou marcar o contrário do que eu tô pensando.

  • Gestão de Pessoas nunca se sabe o que o examinador quer, o que esta pedindo, ou que se passa na cabeça dele...questões sem tecnicas e muito subjetiva pode ser qualquer coisa, muito complicada esta materia

  • CERTO

    Questão subjetiva e para responder parte do bom senso do candidato.

    Complicado.

  • Errei por causa do SENSIBILIZAR.

    "sensibilizar as pessoas para que se comprometam com as mudanças. "

    Pensei assim: se ele quer mudanças ele tem que sensibilizar os que são rígidos e não os já sensíveis a mudanças...

    pensei errado...rs

  • Sério galera que vocês vão continuar teimando em fazer juízo de valor nas questões?

     

    O comando fala de comunicação contínua, nível pessoal, sensibilização como ferramentas da gestão de pessoas moderna, aquela que se afasta do Taylorismo, do DP burocrático, trata de problemas de mudança, adaptação às condições do mercado, numa visão sitêmica, época de liderança e motivação... e o candidato se presta a pensar: Pera aí, mas o cara que está liderando pode fazer mal essa comunicação pessoal, então depende.............

    A ferramenta é útil para gestão adaptativa a constantes mudanças? Sim!

    O moço que a realiza é competente? Irrelevante para a questão.

  • Fiquei em duvida na parte que diz: comunicação contínua de nível pessoal, mas acredito que o examinador usou essa palavra em sinonimo de feedback, troca direta de inforções..

  • O pessoal me derrubou também. Dá a enteder que é necessário manter uma comunicão íntima com a pessoa, sendo que o mais correto seria algo como uma comunicação profissional. 

  • Fiquei com dúvida sobre o termo ''comunicação contínua de nível pessoal'' e fui pesquisar. Achei essa explicação bem interessante e me fez entender o gabarito:

     

    "Uma comunicação eficaz no cenário organizacional pode ser entendida como aquela que transforma e muda a atitude das pessoas. Se a comunicação apenas muda suas ideias, mas não provoca nenhuma atitude, então  ela não atingiu seu resultado. E, como bem sabemos, a boa comunicação no mundo organizacional é bastante dinâmica. Ela não é apenas realizada em telefonemas e reuniões. A comunicação está presente desde a pausa do café até a emissão de documentos importantes. Até mesmo nas tomadas de decisões, a comunicação se faz presente."

     

    Fonte: https://www.ibccoaching.com.br/portal/rh-gestao-pessoas/importancia-comunicacao-eficaz-organizacoes/

  • CONCORDO COM O OMAR, E ACRESCENTO... ALÉM DESSE ASPECTO DE ALGO MAIS "INTIMO", DÁ A ENTENDER QUE SOMENTE A SIM VAO SE COMPROMETER COM A MUDANÇA. MAS NA VERDADE EXISTE OUTROS ASPECTOS QUE LEVAM O COMPROMETIMENTO COM A MUDANÇA. ASPECTOS RELEVANTES COMO OS ASPECTOS MOTIVACIONAIS. EXTRINSICOS E INTRISECOS (TEORIA DE HERZBERG). 

    PENSE BEM... SE O AMBIENTE NAO FOR FAVORAVEL, NAO É UMA CONVERSINHA MERDA QUE ME DEIXARÁ COMPROMETIDO COM A CAUSA.

  • A COMUNICAÇÃO TEM QUE SER PESSOAL PRA SER EFICIENTE DE VERDADE, AFINAL, NELA SÃO DADAS MUITO MAIS INFORMAÇÕES, ALÉM DE PROPICIAREM FEEDBACK SIMULTÂNEO.

  • A gestão de pessoas contemporânea se relaciona muito com a gestão da mudança organizacional.

  • Comunicação pessoal soou como "intima"


ID
2679691
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Gestão de Pessoas
Assuntos

Julgue o item a seguir, referente à gestão de pessoas e à gestão da qualidade em organizações.


No recrutamento de pessoas, a literatura contemporânea recomenda que a apresentação de informações para os candidatos se limite às consideradas desejáveis, como as vantagens e os benefícios associados ao cargo.

Alternativas
Comentários
  • Se a descrição da vaga não passa corretamente as informações, restrições, exigências e o que de fato se espera do candidato, é pouco provável que se consiga muitos deles com o perfil realmente desejado.

    Algumas informações precisam estar claras e colocadas de forma objetiva e direta, como:

    *cargo a ser preenchido pelo candidato escolhido;

    *condições mínimas para concorrer à vaga, dentre elas formações específicas, residência em determinado local, experiências anteriores e exigências formais, como registros de classe ou certificações diversas;

    *breve listagem das incumbências que esse profissional terá dentro da empresa, de preferência em formato de lista, com itens curtos e rápidos. O objetivo é permitir que o candidato julgue se possui a experiência e as habilidades necessárias para cumprir com tais tarefas e, também, se elas são algo que ele realmente gostaria e quer fazer;

    *localização da empresa e detalhes a respeito do ambiente de trabalho. Muitos candidatos hoje, especialmente aqueles com melhor formação, valorizam características de conforto, ergonomia, bem-estar e saúde no serviço.

    Fonte http://www.solides.com.br/dicas-de-recrutamento-e-selecao/ 

  • Gabarito ERRADO

  • O recrutamento de pessoas comunica e mostra as oportunidades de emprego ao mesmo tempo em que atrai candidatos para o processo seletivo.

     

  • "se limite", deconfie! A CESPE costuma "entregar as suas más intenções".kkkkk, desconfie sempre!

    ERRADO.

  • eu ainda achei essa questão palha, porque o assunto tem que ser pertinnente ao cargo, não pode ser qualquer coisa, então deveria se limitar a isso, achieos comentários muito vagos a respeito disso.

  • Muitos critérios são levados em consideração no processo de R&S. Desde competências técnicas e comportamentais, até a compatibilidade com a cultura organizacional.

  • Mesmo que a Organização se limitasse a passar as informações desejáveis aos candidatos, estas não seriam referentes às vantagens e benefícios associados ao cargo, pois para a empresa, tais informações se relacionam com as competências (conhecimentos, habilidades e atitudes) que o futuro empregado deve possuir para exercer as atribuições do cargo, conforme a descrição do mesmo.

     

    Lembrem-se que essas informações têm a ver com a ANÁLISE DO CARGO (habilidades necessárias para desempenhar as atribuições estabelecidas na descrição do cargo), à qual está relacionada com a DESCRIÇÃO DO CARGO (Atribuições, responsabilidades e tarefas desempenhadas)

     

    Apenas por isso, a questão já estaria errada. Além disso, é óbvio que a empresa não deve divulgar apenas essas informações, pois os candidatos devem e querem saber informações a respeito dos benefícios que terão direito, entre outras.

  • O correto é que informe o máximo possível sobre a vaga, com clareza e concisão. O recrutamento é o ato de chamar, convidar, atrair pessoas para o processo seletivo, e se essas pessoas não tiverem as informações completas sobre o que a organização busca, isso influenciará na quantidade e qualidade dos recrutados. Então, deve-se informar: Vatagens e benefício, mas também, e crucial, as atividades que serão executadas, carga horária, dias de trabalho, se é temporário, efetivo, etc.

     

    Olhe como organização e não como empregado: Você tem uma vaga e quer o melhor indivíduo do mercado para assumi-la, então faça a melhor propaganda dela pra seduzir os melhores e maiores potenciais. Venda seu produto. rs

     

     

     

  • se for olhar como a organização eu ia falar so isso q a questão colocou.. kkkk nunca q eu ia falar:  Tem dia q vc vai sair mais tarde kkkkkkk 

  •  A QUESTÃO FALA EM RECRUTAMENTO= PROCESSO UTILIZAO PARA ATRAIR PESSOAS. AINDA NESSE PROCESSO NÃO HÁ EM QUE SE FALAR NOS DETALHES MINIMALISTAS DO CARGO.

  • Errado. (a questão erra ao mencionar a limitação)

     

    Outra questão ajuda a responder, vejam:

     

    Q900507 Gestão de Pessoas Agregando Pessoas,  Recrutamento e Seleção

    Ano: 2018 Banca: CESPE Órgão: EBSERH Prova: Enfermeiro - Administração Hospitalar

     

    A respeito de recrutamento de pessoal, julgue o item a seguir.

     

    É importante que se defina o perfil profissional do cargo a ser ocupado: ele fornece informações sobre as competências que sugerem os requisitos mentais, físicos e as responsabilidades requeridas pelo cargo.

     

    CERTO.

  • Gabarito Errado.

     

    A função do recrutamento é de demonstra que a empresa necessita de novos insumos, ou seja, novos candidatos. Mesmo que ela possa descrever os aspectos que necessita para a empresa, não irá demonstrando colocando os benefícios que o candidato irá ter e sim, para a busca de suas necessidades da empresa.

     

    Recrutamento

    * O Recrutamento de pessoal consiste no processo de atração de candidatos do mercado de recursos humanos para que a organização possa utilizar como insumo no processo de seleção de pessoal.

     

    --- > Conceito de recrutamento inclui dois aspectos principais

    1) a comunicação da existência de vagas na organização;

    2) a atração dos candidatos do MRH para se submeterem ao processo seletivo da organização, que constitui sua função principal.

    *Ele se inicia quando a organização detecta a necessidade de pessoal, emitindo um documento chamado de “requisição de pessoal”, e é finalizado quando uma relação de candidatos que cumprem os requisitos é entregue para a realização de um processo seletivo

  • Complementando...

     

    Recrutamento: comunicar a vaga e atrair pessoas.

         Que poderá ser:

              Interno: dentro da própria organização.

              Externo: busca de novos talentos

     

    Seleção: é selecionar o melhor perfil.

  • Galera, vão lá para o filtro de português porque aqui vcs já estão manjando bem!!!

  • Informações desejáveis e indesejáveis.
  • As organizações devem primar pela TRANSPARÊNCIA, e por isso não devem sonegar informações.

  • ERRADO

     

    As informações não se limitam a vantagens e benefícios !

    Também são divulgados:  exigências para o cargo, atividades, jornada de trabalho e etc..... Vejam esse exemplo:

     

    Resumo da vaga

     Auxiliar de Saúde Bucal

    Empresa CEODONTO

    Nível hierárquico: Auxiliar

    Local de trabalho: Taguatinga - DF 

    Jornada: Período Integral

    Tipo de contrato: Efetivo – CLT

    Instrução: Ensino médio completo - cursos: Auxiliar de saúde bucal (asb) ou técnico em saúde bucal. - experiência : (recepcionista e/ou asb) - competências técnicas: Noções básicas de materiais e instrumentos odontológicos, informática intermediária (pacote office - word e excel), atendimento ao público, cálculo matemático simples. - competências comportamentais: Trabalho em equipe, pró-atividade, habilidade de comunicação, organização, empatia e organização. Insalubridade 20%

     

    https://www.infojobs.com.br/vaga-de-auxiliar-saude-bucal-em-distrito-federal__6073002.aspx?OrigenVisita=196&xtor=AL-2871&utm_source=adzuna&utm_medium=adzuna

  • Vantagens e beneficios serão as últimas coisas que eles irão te dizer ...

  • Concurso é um tipo de recrutamento e ele fala da discrição dos cargos e salários, então, essa não tá totalmente errada, por isso errei de novo

  • PRIMEIRO... VC VAI SE QUEBRAR... SEGUNDO... VC VAI SE FERRAR... TERCEIRO... DECIMO... VC VAI GANHAR UM SALARIO MINIMO. MORRA FELIZ. :)

  • No recrutamento de pessoas, a literatura contemporânea recomenda que a apresentação de informações para os candidatos se limite às consideradas desejáveis, como as vantagens e os benefícios associados ao cargo. 

     

    Não se pode limitar somente nas desejáveis, como vantagens e benefícios do cargo, existem outros aspectos a serem analisados que possam ser indesejáveis, mas passarão pelo crivo. 

  • O ideal é que se divulguem todas as informações; direitos e deveres, por exemplo.

  • A cara das empresas privadas fazer isso kkk

  • A apresentação das vagas não deve se limitar aos aspectos considerados desejáveis, mas de todos os aspectos relevantes (vantagens e desvantagens) do cargo, por isso o enunciado está errado. Em termos mais simples, a empresa não deve fingir uma vaga perfeita para os candidatos, pois isso causaria problemas posteriores de retenção de empregados recém-contratados, os quais, naturalmente, ficariam frustrados com a realidade.

    Gabarito: Errado

  • "Recrutamento (atrair candidatos. Sem exigência prévia)": na especificação deve constar, segundo doutrina majoritária, os benefícios e vantagens, a descrição do cargo, os deveres ... É desinteressante para uma empresa colocar apenas os benefícios, pois assim qualquer um ficaria interessado, a contrário senso, se é posto os deveres funcionais então muitos que realmente simpatizam terão interesse em prejuízo de quem busca apenas salário! 


ID
2679694
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Gestão de Pessoas
Assuntos

Julgue o item a seguir, referente à gestão de pessoas e à gestão da qualidade em organizações.


Na avaliação de desempenho de pessoas, é correto utilizarem-se métodos de características de personalidade, que possuam baixa subjetividade, ou abordagens orientadas para resultados, que medem as contribuições dos funcionários para as organizações.

Alternativas
Comentários
  • Métodos de características de personalidade -> Alta subjetividade.

     

    Gab. Errado

  • Quando o enunciado fala em 'Métodos de características de personalidade, automaticamente está tratando de método que está sujeito à subjetividade. Portanto, a questão erra exatamente em deixar como possível a compatibilização de tal método e um nível baixo de subjetividade. 

  • ERRADO

     

    1) Os métodos que avaliam personalidade são subjetivos.

    2) São usados na SELEÇÃO e não na avaliação de desempenho.

     

     

    FONTE: Anotações das aulas da profª Kátia Lima.

     

     

  • A subjetividade é um elemento importante em processos de interpretação, criatividade etc.

    Mesmo sem consultar a literatura específica, já ficamos desconfiados do erro.

    ERRADO.

  • As  medidas  subjetivas  são  costumeiramente  utilizadas  quando medimos os comportamentos dos funcionários. Já as medidas objetivas são mais utilizadas ao medir os resultados dos colaboradores. 

    Subjetivo = comportamento

    Objetivo = resultado.

     

  • O CESPE SE REPETINDO.

     

    Entre os critérios de avaliação de desempenho comportamental incluem-se a produtividade no trabalho, o conhecimento de métodos e de técnicas inerentes ao cargo, o trabalho em equipe e o comprometimento com o trabalho.

     

    GAB ERRADA. Segundo Robbins, os critérios mais comuns a serem analisados nas avaliações são os resultados de tarefas individuais, os comportamentos dos avaliados e seus traços individuais de personalidade. Nesse caso, os resultados de tarefas são mais indicados por proporcionarem fatores objetivos, enquanto os comportamentos e traços estão ligados a fatores subjetivos.

  • Errei por pensar que toda avaliação precisa ser objetiiva, mas lendo os comentários dos colegas, percebo que, de fato, não há que se falar em objetividade, quando se fala em comportamento humano, nisso trata até mesmo o direito administrativo quando se refere a responsabilidade SUBJETIVA para atos praticados pelo agente público.

     

    Enfim, dizem que aprendemos mais com os erros, sendo assim, não podemos desanimar, pois, pouco a pouco, estamos desenvolvendo mais e mais conhecimentos e cada vez mais próximos da vitória!

     

    Bons estudos, hermanos!!

  • Na avaliação de desempenho de pessoas, é correto utilizarem-se métodos de características de personalidade, que possuam baixa subjetividade, ou abordagens orientadas para resultados, que medem as contribuições dos funcionários para as organizações. 

    E

  • Complementando ....


    Como os testes de personalidade são mais caros, somente são utilizados em casos especiais ou em cargos da alta direção.


    Fonte: Rodrigo Rennó

  • Foco da Gestão de Desempenho: Comportamento e Resultados dos colaboradores.

     

    Comportamento -> Indicador Qualitativo - SUBJETIVO

    Resultados -> Indicador Quantitativo - OBJETIVO

     

    Fonte: Ribas.

  • Os testes de personalidades, ou psicológicos, fazem parte das técnicas de seleção, para mensurar o nível de equilíbrio e adequação emocional dos candidatos em uma situação específica. 

  • Os métodos de avaliação de desempenho apenas se concentram em medidas e indicadores de comportamento e de resultados no trabalhonão abordando outros fatores que originam o desempenho, como a motivação e o contexto psicossocial e técnico de trabalho.

     

    Esses aspectos tendem a ser abordados apenas em pesquisas correlatas de clima, satisfação etc, que podem ser usados para interpretações mais apuradas dos escores de desempenho obtidos pela aplicação dos métodos tradicionais. Dessa forma, gestão de desempenho é atribuição básica da área de recursos humanos.

     

    Chiavenato...

     

    Bons estudos

  • Respondi pela lógica não sei se tive o pensamento correto

    Mas se o avaliado vai avaliar com base no comportamento do funcionário, ele não vai ter baixa subjetividade

    Comportamento está inerente ao sujeito e cada um tem o seu comportamento, olhando por este prima, a subjetividade é alta

    So com esta análise deu pra acertar a questão 

  • Para responder essa questão segui o raciocínio: 

    Não existe um método correto a ser utilizado para avaliar o desempenho. A avaliação da cultura organizacional será uma diretriz para a escolha do método que seja mais adequado para a organização. Por exemplo, uma organização com uma cultura muito rígida e hierarquizada terá dificuldades em utilizar o método 360º...

    Quando a questão diz:

    Na avaliação de desempenho de pessoas, é correto utilizarem-se métodos de características de personalidade, já torna a assertiva ERRADA.

     

     

  • Nota mental após essa questão de GP: estudar mais as orações subordinadas adjetivas restritivas e explicativas!

  • características de personalidade? Para o meu entender a questão pecou nessa hora.

  • NÃO EXISTEM MÉTODOS DE PERSONALIDADE QUE NÃO SEJAM SUBJETIVOS, OU QUE SEJAM POUCO SUBJETIVOS

  • Sintetizado pra ti.

    Pra ficar certo basta colocar "desempenho individual" no lugar de "personalidades".

  • personalidade = subjetivos

    resultados = objetivos

  • Errado.

    Hoje, a tendência no setor público aponta para as abordagens orientadas para resultado; ex.: avaliação por resultados e avaliação 360º graus. Esta, embora não baseada em resultados, está voltada para a competência, que envolve o direcionamento a resultados. Quanto a características de personalidade, é possível avaliá-las em uma seleção para cargos de alta complexidade ou afetos à segurança pública, por exemplo. O desempenho envolve competência, motivação, contexto organizacional, mas não características de personalidade. 

    Questão comentada pelo Profª. Kátia Lima

  • A avaliação de desempenho não avalia a personalidade do indivíduo. Ela avalia a capacidade de entrega de resultados.

  • A que se espera de uma avaliação de desempenho moderna é que ela não seja focada em características da personalidade, e sim no alcance de metas e objetivos, trazendo resultados para a organização, como eu falei para vocês na questão anterior. Ademais, um método baseado em características de personalidade possui um alto grau de subjetividade, pois um avaliador pode gostar do jeito de um indivíduo, mas outro avaliador não. Logo, afirmativa incorreta.

    Gabarito: E

  • Gab: ERRADO

    As características de Personalidade são extremamente subjetivas. Portanto, gabarito errado.


ID
2679697
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Julgue o item a seguir, referente à gestão de pessoas e à gestão da qualidade em organizações.


Em sua concepção inicial, no início do século XX, o objetivo da gestão da qualidade era garantir a uniformidade e, em sua concepção contemporânea, ele se refere ao atendimento das expectativas dos clientes.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Certo.

    Era da Inspeção: inspecionar os bens e serviços que recebiam em uma relação de troca. Não se produzia qualidade, apenas encontrava-se produtos defeituosos na razão direta da intensidade da inspeção, ou seja, a qualidade era baseada na uniformidade.

    Era da Gestão da Qualidade Total: a qualidade deixou de ser um aspecto do produto e responsabilidade apenas de departamento específico, e passou a ser um problema da empresa, abrangendo, como tal, todos os aspectos de sua operação.

    A gestão da qualidade busca atender as expectativas se o consumidor estiver satisfeito com o produto, ele tem qualidade.

    Fonte: Aula da prof.( Katia Lima)

     

  • ✅CORRETA.

    Ano: 2017 Banca: Quadrix Órgão: CFO-DF Prova: Técnico Administrativo

    Acerca de gestão de processos, gestão da qualidade e gestão de projetos, julgue o próximo item. 

    O conceito de qualidade foi primeiramente associado à visão da satisfação do cliente e, posteriormente, evoluiu para a definição de conformidade às especificações. ERRADA.

  • No início a qualidade era vista sob a ótica da inspeção, na qual, através de instrumentos de medição, tentava-se alcançar a uniformidade do produto; num outro momento, buscava-se através de instrumentos e técnicas estatísticas conseguir um controle estatístico da qualidade; na etapa seguinte, a qualidade está mais preocupada com a sua própria garantia. Atualmente, o controle da qualidade é voltado para o gerenciamento estratégico da qualidade no qual a preocupação maior é poder concorrer no mercado, buscando tanto satisfazer as necessidades do cliente como a do próprio mercado. A qualidade deve satisfazer as necessidades e superar as expectativas do cliente.

    .

    Machado, Simone Silva: Gestão da qualidade / Simone Silva Machado. – – Inhumas: IFG; Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, 2012.

  • CERTO

     

    Antes o foco era inspecionar os produtos para encontrar defeitos. Hoje, a gestão da qualidade preza pela prevenção das falhas e o atendimento da necessidades dos clientes.

     

     

    Fonte: Aulas do profº José Wesley.

     

  • Em sua concepção inicial, no início do século XX, o objetivo da gestão da qualidade era garantir a uniformidade e, em sua concepção contemporânea, ele se refere ao atendimento das expectativas dos clientes. Resposta: Certo.

     

    Comentário: a concepção inicial da gestão da qualidade era inspecionar produtos ou serviços prestados para encontrar defeitos no processo produtivo (uniformidade quanto às especificações).

  • Era da inspeção- FOCO NOS DEFEITOS

    Era da qualidade total- FOCO NA PREVENÇÃO e SATISFAÇÃO DOS CLIENTES

     

                                                     SEJA FORTE,NÃO DESISTA!!!

  • Entendi que o foco seria na "superação" das expectativas dos clientes...

  • No início do século XX, predominavam as organizações mecanicistas, com ênfase na divisão do trabalho em tarefas simples e repetitivas.

    O mercado apresentava produtos padronizados e, portanto, não era exigido uma variação tecnológica para a sua produção.

    Diante desse cenário, em termos de gestão da qualidade, o esperado era que a execução das tarefas ocorresse no menor tempo possível com o maior grau de produtividade.

    Com o surgimento de novas tecnologias e o desenvolvimento industrial, o mercado foi apresentando novas demandas de consumo e os produtos padronizados não mais atendiam às necessidades dos clientes.

     A partir disso, a Gestão da Qualidade precisou ser reformulada, e foi então que surgiu a Gestão da Qualidade mudando o foco da produção para a satisfação das necessidades e expectativas do cliente.

    fonte: TEC Concursos


ID
2679700
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Julgue o item a seguir, referente à gestão de pessoas e à gestão da qualidade em organizações.


Na gestão da qualidade, o nível máximo de desempenho possível é conhecido como atendimento de conformidade.

Alternativas
Comentários
  •  O nível máximo de desempenho refere-se ao atendimento das expectativas dos clientes.

     CESPE( FUB)A conformidade das características do produto ou serviço com as expectativas do cliente é que vai garantir sua satisfação. (CERTO)

  • Gabarito: Errado.

     Assim como nos CCQs, a melhoria contínua é centrada nas pessoas e visa uma qualidade contínua dos produtos e serviços da organização, sob uma perspectiva de longo prazo.

  • excelência: nível máximo de desempenho.

  • satisfação dos clientes

  • De acordo com uma recente questão do Cespe(STJ2018), o nível máximo de desempenho é a excelência:

     

    Excelência é uma medida de desempenho associada à qualidade de um serviço e, no âmbito do serviço público, se refere ao nível máximo de desempenho que se pode alcançar.(Certo)

  • Seria a excelência  ou a satisfação dos clientes  ou ainda ambas?

  • nivel máximo=excelencia

  • Excelência: nivel máximo de desempenho, o melhor que se pode fazer

     

    Valor: Qualidade como luxo, apreciação feita pelo indivíduo

     

    Especificações: Descrição do produto, qualidade planejada, definição de como o produto deve ser

     

    Conformidade: grau de identidade entre produto e especificações, qualidade real

     

    Regularidade: uniformidade, redução de variação

     

    Adequação ao uso: perspectiva do cliente, qualidade de projeto e ausência de deficiências

     

    http://www.portal-administracao.com/2015/11/gestao-da-qualidade-fundamentos.html 

  • Ou paga aqui ou não faz nada na prova, boa sorte a todos.

  • ERRADO

     

    O nível máximo de desempenho é a excelência. 

    A "conformidade" é a comparação entre o que foi planejado e o produto/serviço final. 

     

    Conformidade: reflete o grau em que um projeto e as características de um produto ou serviço estão de acordo com padrões préestabelecidos, com sua especificação.

     

     

    http://www.joinville.udesc.br/portal/professores/alan/materiais/2_Dimens_es_da_Qualidade.pdf

  • Colega que posta nos comentários questões relacionadas ao assunto nem é gente. É anjo : )

  • QUALIDADE DE CONFORMAÇÃO

     

    -Avalia se o produto atende à determinação da faixa de mercado;
    -Elemento básico de avaliação: satisfação do consumidor;

    QUALIDADE DE PROJETO

    -Avalia se o produto está perfeitamente adequado ao projeto;
    -Elemento básico de avaliação: compatibilidade entre o projeto e o produto;

  • Conformidade é estar de acordo com os requisitos estabelecidos. Fazer o melhor possível é o conceito da abordagem transcendental, ou seja, da excelência.

  • Atendimento de conformidade: atender conforme uma lei ou uma norma.

    Excelência: atender com máximo de desempenho.

  • Questão Cespe) Na gestão da qualidade, o nível máximo de desempenho possível é conhecido como atendimento de conformidade

    Se no lugar do ATENDIMENTO DE CONFORMIDADE, estivesse EXCELENCIA OU ABORDAGEM TRANSCENDENTAL a questão estaria certa.

    ABORDAGEM TRANSCENDENTAL : qualidade é o mesmo que EXCELENCIA, significa fazer o melhor que se pode fazer

  •  Q893230  Em sua concepção inicial, no início do século XX, o objetivo da gestão da qualidade era garantir a uniformidade e, em sua concepção contemporânea, ele se refere ao atendimento das expectativas dos clientes. (certo) 

  • Gabarito - Errado.

    Conformidade é estar de acordo com os requisitos estabelecidos.

    Fazer o melhor possível é o conceito da abordagem transcendental, ou seja, da excelência.

  • Respondi a questão porque lembrei que P. Crosby endentende qualidade como conformidade às especificações.

    O conceito não tem nada a ver com nível máximo de desempenho.

  • O nível máximo de desempenho da gestão da qualidade é o atendimento às necessidades de mercado e do cliente.

    Gabarito: Errado

  • O NÍVEL MÁXIMO DE QUALIDADE É A EXCELÊNCIA.

    GAB: e

    ~~~*~~~

    OUTRAS QUESTÕES QUE AJUDAM A RESPONDER

    Q1061929

    Na gestão da qualidade, é possível alcançar o nível de excelência, que se refere ao melhor que a organização é capaz de fazer. CERTA

    Q949567

    Ao buscar a melhoria na prestação de serviços, pode-se estabelecer como meta o nível máximo de qualidade considerando-se os limites da própria capacidade organizacional, o que corresponde ao conceito de EXCELÊNCIA. CERTA

  • Errado

    O conceito do enunciado refere-se à Excelência.

    Errei em uma prova e nunca mais esqueci, a banca utiliza vários jogos de palavras, dizendo que excelência é o nível mínimo, desejável, adequado de desempenho, mas o correto é o Nível Máximo...

    CESPE - 2018 - STJ - Técnico Judiciário - Administrativa

    Excelência é uma medida de desempenho associada à qualidade de um serviço e, no âmbito do serviço público, se refere ao nível máximo de desempenho que se pode alcançar. Certo

    CESPE - 2018 - STM - Analista Judiciário - Área Administrativa

    Julgue o item que se segue, relativo à prática de gestão pública adotadas no Brasil.

    Excelência nos serviços públicos é uma premissa associada à gestão da qualidade, que a admite como o nível mínimo de qualidade aceito pelo cliente- Errado


ID
2679703
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Julgue o item a seguir, referente à gestão de pessoas e à gestão da qualidade em organizações.


Na gestão da qualidade, destaca-se a técnica da qualidade total, que admite que a qualidade de um serviço seja estabelecida pela organização e garantida para o cliente em todas as suas interações, seja antes, seja após a prestação do serviço.

Alternativas
Comentários
  • "... em todas as suas interações, seja antes, seja após a prestação do serviço. ... "

     

    Acredito que o erro está em não citar a fase da prestação do serviço em si, ou seja, durante a prestação.. Ficando correta a seguinte redação:

     

    "... em todas as suas interações, seja antes, durante ou após a prestação do serviço. ... "

     

    Bons estudos.

  • quem define a qualidade é o cliente.

  • no TQM, quem dita os parâmetros de qualidade é o cliente e não a organização.

  • CERTO

    Era da Gestão e Garantia da Qualidade: após a segunda guerra mundial, surgiu nos
    EUA a primeira associação de profissionais da área de qualidade, atualmente a ASQ
    (American Society for Quality). Juran lançou um modelo que envolvia planejamento
    e apuração dos custos de qualidade. Feigenbaurn foi o primeiro a tratar qualidade
    de forma sistêmica, formulando o sistema de Controle da Qualidade Total (TQC), que
    influenciou o modelo proposto pela lnternational Or3anization for Standardization
    (ISO). Crosby lançou os elementos para o programa Zero Defeito. Também, por volta
    da década de 50, Deming, no Japão, a convite da ]USE (Japonese Union of Scientists
    and En3ineers), alavancou o processo de qualidade, criando o prêmio Deming3• Junto
    com ele, em 1954, Juran, introduziu essa nova era, na qual o controle da qualidade
    deixou de ser um processo tecnológico para envolver todos os aspectos das organizações,
    holístico e global. A TQC (toca/ qualit:,i contrai) passou a abordar todas as fases
    de um projeto, incluindo os aspectos funcionais e de desempenho, envolvendo todos
    os funcionários, inclusive o fornecedor. Os compradores passaram a exigir a garantia
    da qualidade, realizando auditorias no sistema de qualidade dos fornecedores, em
    vez de fazer inspeção de produtos na hora da entrega. Quatro elementos distintos
    passaram a fazer parte: quantificação dos custos da qualidade; controle total da qualidade,
    engenharia da confiabilidade e zero defeito

     

    Fonte: Elisabete Moreira e Lima de Abreu. 

  • ❌ERRADA.

    GESTÃO DA QUALIDADE:

    - BUSCA A AUSÊNCIA DE DEFICIÊNCIAS.

    - FUNDAMENTAL PARA O SUCESSO DA ORGANIZAÇÃO.

    - O CLIENTE É QUEM DEFINE O NÍVEL DE QUALIDADE.

  • Da era de Taylor até a era da Gestão da Qualidade Total (TQM) ocorreram inúmeras evpluções. Ante o produto era "empurrado" para o cliente de qualquer maneira, tal como a organização estabelecia. Já nessa nova era (TQM) o produto que melhor atenderá a necessidade do cliente dependerá de uma série de fatores. Assim, a qualidade é garantida ao ouvir o cliente e saber o que ele deseja.  Logo, o ITEM está ERRADO, pois enfatizou que a técnica da qualidade total, ou seja, a qualidade dos produtos é definida pela empresa. Quando na verdade é ditada pelas necessidades e expectativas dos clientes.

    Para complementar a ideia: a responsabilidade pela definição de estratégias da qualidade pertence à alta gerencia empresarial. E as empresas que incorporam essa nova forma de administração (TQM), a qualidade dos produtos possui grande potencial competitivo, na medida em que suas ações são orientadas pela satisfação do cliente

  • 1) Quem define é o cliente e não a empresa;

    2) A qualidade precisa estar antes, DURANTE e após a prestação do serviço.

     

    gabarito errado.

  • A gestão da qualidade total é uma opção para a reorientação gerencial das organizações. Tem como pontos básicos: foco no cliente, trabalho em equipe permeando toda a organização, decisões baseadas em fatos e dados, busca constante da solução de problemas e da diminuição de erros.
    A GQT valoriza o ser humano no âmbito das organizações, reconhecendo sua capacidade de resolver problemas no local e no momento em que ocorrem, e buscando permanentemente a perfeição.

    Por qualidade total entende-se que a qualidade não deve estar presente somente no produto, mas em toda a empresa: nas pessoas, nos departamentos, nos sistemas, na venda, no atendimento e na assistência pós-venda.

    .

    Machado, Simone Silva: Gestão da qualidade / Simone Silva Machado. – – Inhumas: IFG; Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, 2012.

  • 70% de erro nisso? krlh

  • ERRADO

     

    O cliente define o que é qualidade. Não é a empresa que estabelece isso.

    Notem que as organizações vão se adequando conforme às exigências do mercado para satisfazer as necessidades dos clientes. Por isso a definição do que é qualidade vem sofrendo tantas variações ao longo do tempo.

     

    PRINCÍPIOS DA QUALIDADE, SEGUNDO GIOVANNA CARRANZA:


    • quem define qualidade é o cliente;
    • a qualidade deve ser um compromisso de toda a organização;
    • o controle deve ser feito de forma descentralizada e por equipes;
    • a qualidade deve ser buscada continuamente;
    • custos menores e eliminação de desperdício.

  • GESTÃO DE QUALIDADE TOTAL

    Trabalha o conceito de qualidade além dos muros da organização.

    Aqui se busca a qualidade ANTES(fornecedores) Durante (colaboradores) DEPOIS com a satisfação dos clientes.

     

  • Gabarito: ERRADO

     

    Gestão de Qualidade Total não é uma técnica.

     

     

    Na gestão da qualidade, destaca-se a técnica da qualidade total, que admite que a qualidade de um serviço seja estabelecida pela organização e garantida para o cliente em todas as suas interações, seja antes, seja após a prestação do serviço.

  • Na gestão da qualidade, destaca-se a técnica da qualidade total, que admite que a qualidade de um serviço seja estabelecida pela organização e garantida para o cliente em todas as suas interações, seja antes, seja após a prestação do serviço. Resposta: Errado.

     

    Comentário: a qualidade não é estabelecida pela organização, mas buscada por essa para a satisfação do cliente.

  • As três eras da história da qualidade:


    1. Era da inspeção

     Produtos são verificados um a um.

     Cliente participa da inspeção.

     Inspeção encontra defeitos, mas não produz qualidade.



    2. Era do controle estatístico:

     Produtos são verificados por amostragem.

     Departamento especializado faz controle da qualidade.

     Ênfase na localização de defeitos.



    3. Era da qualidade total:

     Processo produtivo é controlado.

     Toda a empresa é responsável.

     Ênfase na prevenção de defeitos.

     Qualidade assegurada; sistema de administração da qualidade.

  • Até quando eu vou errar questão de qualidade?

     

    "A qualidade de um serviço NÃO é estabelecida pela organização, mas buscada por essa para a satisfação do cliente."

  • A QUALIDADE DE UM SERVIÇO NÃO É ESTABELECIDA PELA ORGANIZAÇÃO

  • Gab: ERRADO

    O cliente define a qualidade e a empresa garante o suporte antes e depois do serviço.

  • O erro está em dizer que a qualidade será garantida em todas as interações. Isso nem sempre é possível. Ademais, o cliente não determina a qualidade. Quem determina a quantidade é o centro de qualidade da empresa, que possui laboratórios próprios de qualidade e usam meios científicos e tecnológicos para tal. O cliente é desprovido disso. Não há sentido dizer que o cliente é responsável pela qualidade. 

  • Quem estabelece a qualidade é o Cliente..

    Não Deixe o Cespe te Enrolar!

    E

  • "...a qualidade de um serviço seja estabelecida pela organização e garantida para o cliente..."

    Não é a organização que vai estabelecer a qualidade.

    A organização oferece o produto/serviço, e o consumidor/cliente que adquiri, avalia.

  • CLIENTE QUE MANDAAAAAA NA  QUALIDADE

    CLIENTE QUE MANDAAAAAA NA  QUALIDADE

    CLIENTE QUE MANDAAAAAA NA  QUALIDADE

    CLIENTE QUE MANDAAAAAA NA  QUALIDADE

    CLIENTE QUE MANDAAAAAA NA  QUALIDADE

     

    Se na questão falar que a organização vai garantir ou vai fazer o possível para garantir a qualidade estará ERRADOO!!!

    Quem decide sobre a qualidade SEMPRE será o CLIENTE

  • O cliente é quem define, estabelece o nível de qualidade.

  • Gabarito - Errado.

    Na gestão da qualidade, destaca-se a técnica da qualidade total, que admite que a qualidade de um serviço seja estabelecida pela organização e garantida para o cliente em todas as suas interações, seja antes, seja após a prestação do serviço.

    Qualidade - Cliente que define.

  • É cilada Bino! A qualidade de um serviço, dentro da perspectiva da qualidade total, é estabelecida pelo cliente (foco no cliente) e não pela organização.

    Gabarito: ERRADO

  • Nada disso! Esse não é o conceito de qualidade total.

    O TQM é um programa de melhoria contínua que tem por objetivo, além da satisfação dos

    clientes, gerenciar a relação entre todos envolvidos com a organização. Ou seja, de acordo com o

    conceito de qualidade total, a qualidade é responsabilidade de todos os envolvidos com a

    organização (operários, gestores, alta cúpula, clientes, fornecedores, etc.)

    Prof, Stefan Fantini (Estratégia)


ID
2679706
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

A respeito da gestão de projetos e processos e da sua aplicação às organizações públicas, julgue o item subsequente.


De acordo com a norma ISO 9000:2000, especificações se referem aos documentos que estabelecem requisitos para a gestão da qualidade.

Alternativas
Comentários
  • A série de normas ISO, foram criadas pela Organização Internacional de Padronização (ISO), com o objetivo de melhorar a qualidade de produtos e serviços. A ISO, é uma das maiores organizações que desenvolve normas no mundo, e foi criada a partir da união da International Federation of the National Standardizing Associations (ISA) e a United Nations Standards Coordinating Committee (UNSCC). Assim, a ISO começou a funcionar oficialmente no ano de 1947.

    http://gestao-de-qualidade.info/normas-iso.html

  • NBR ISO 9000 Sistemas de gestão da qualidade

    2. Fundamentos de sistemas de gestão da qualidade

    2.7 Documentação

    2.7.2 Tipos de documentos usados em sistemas de gestão da qualidade

    Os seguintes tipos de documentos são usados em sistemas de gestão da qualidade:

    a) documentos que fornecem informações consistentes, tanto internamente como externamente, sobre o sistema de gestão da qualidade da organização; tais documentos são referidos como manuais da qualidade;

    b) documentos que descrevem como o sistema de gestão da qualidade é aplicado em um projeto, contrato ou produto específico; tais documentos são referidos como planos da qualidade;

    c) documentos que estabelecem requisitos; tais documentos são referidos como especificações;

    d) documentos que estabelecem recomendações ou sugestões; tais documentos são referidos como diretrizes;

    e) documentos que fornecem informações sobre como realizar atividades e processos de forma consistente; tais documentos podem incluir procedimentos documentados, instruções de trabalho e desenhos;

    f) documentos que fornecem evidência objetiva de atividades realizadas ou de resultados alcançados; tais documentos são referidos como registros.

  • C

  • cesto

  • Cara de pegadinha, sqn...

  • As normas ISO 9000 foram disponibilizadas em 1987 e tinham como alvo a denição de padrões para a garantia da qualidade nas empresas. Em 2000, foi lançada uma atualização, a ISO 9000:2000. Conforme a norma editada pela ABNT, existem oito princípios de gestão da qualidade que devem ser seguidos pelos gestores para melhorar o desempenho:

     

    Ø Foco no cliente

    Ø Liderança

    Ø Envolvimento de pessoas

    Ø Abordagem de processo

    Ø Abordagem sistêmica para a gestão

    Ø Melhoria contínua

    Ø Abordagem factual para tomada de decisão

    Ø Benefícios mútuos nas relações com os fornecedores.

     

    A versão 2000 trouxe um foco maior nos processos. De acordo com Zacharias, os itens mais importantes são:

     

    Ø satisfação do cliente;

    Ø melhoria contínua;

    Ø processos.

     

    Fonte: Adm Geral para Concursos, Renno

  • Especificações não se referem a documentos, no máximo se referem ao conteúdo destes.

  • ainda bem que é para administrador. Estou fora.

  • CERTO.

  • 3.8.7

    especificação : documento que estabelece requisitos .

    EXEMPLO Manual da qualidade


ID
2679709
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

A respeito da gestão de projetos e processos e da sua aplicação às organizações públicas, julgue o item subsequente.


Em sistemas de gestão da qualidade que utilizam a norma ISO 9000:2000, são realizadas auditorias de segunda parte, pela própria organização, e de primeira parte, pelos clientes.

Alternativas
Comentários
  • Onde eu trabalho tem a certificação da ISO, porem primeiro eles realizam uma auditoria interna, pra ver se ta tudo sendo feito como exige as normas, e depois eles realizam a auditoria externa, com um auditor da ISO.Essa semana mesmo, tivemos auditoria com o pessoal da ISO.

  • NBR ISO 9000 Sistemas de gestão da qualidade

    2 Fundamentos de sistemas de gestão da qualidade

    2.8 Avaliação de sistemas de gestão da qualidade

    2.8.2 Auditoria do sistema de gestão da qualidade

    Auditorias são usadas para determinar em que grau os requisitos do sistema de gestão da qualidade foram atendidos. As constatações da auditoria são usadas para avaliar a eficácia do sistema de gestão da qualidade e para identificar oportunidades de melhoria.

    Auditorias de primeira parte são realizadas pela própria organização ou em seu nome, para propósitos internos, e podem formar a base para uma autodeclaração da conformidade da organização.

    Auditorias de segunda parte são realizadas pelos clientes da organização, ou por outras pessoas em nome do cliente.

    Auditorias de terceira parte são realizadas por organizações externas independentes. Tais organizações, normalmente credenciadas, fornecem certificações ou registro de conformidade com requisitos tais como aqueles da NBR ISO 9001.

  • Me ajuda a achar esses conceitos @brunolima.

  • I. Auditoria Interna – muitas vezes chamada de auditoria de primeira parte;

    Quem pode realizar: A própria organização, através dos seus colaboradores devidamente treinados e/ou outra organização (em nome da empresa) para realizar a análise crítica da direção e outros propósitos internos.

    II. Auditoria no fornecedor – algumas vezes chamada de auditoria de segunda parte; e

    Quem pode realizar: Realizadas por partes que têm um interesse na organização, como clientes, ou por outras pessoas em seu nome.

    III. Auditoria de terceira parte – para fins de certificação para propósitos legais, regulamentares e similares.

    Quem pode realizar: Organismos de Certificação Credenciados independentes, que serão contratado pelo organismo que deseja obter a certificação em uma norma específica.

     

  • Coloquem o gabarito nos comentários

  •  

    Auditoria da Qualidade de Primeira Parte: Esta é uma auditoria realizada por uma organização sobre si mesma. É realizada para benefício da administração daquela organização que utilizará as informações obtidas durante a auditoria.

     

    Auditoria da Qualidade de Segunda Parte: Estas são auditorias conduzidas por uma organização sobre uma outra para os fins e objetivos da organização que realizou a auditoria. Este tipo inclui auditorias realizadas por clientes em seus atuais ou potenciais fornecedores.

     

    Auditoria da Qualidade de Terceira Parte: Estas são auditorias realizadas por uma terceira parte independente que não tem interesse direto nos resultados das auditorias. Tipicamente estas são auditorias de certificação, auditorias para prêmios de qualidade, etc

     

     

    Gabarito: Errado

    http://marcioqualy.blogspot.com/2012/07/tipos-de-auditoria-da-qualidade.html

  • GABARITO: ERRADO.

  • Auditoria da Qualidade de Primeira Parte ---> realizada por uma organização sobre si mesma.

     

    Auditoria da Qualidade de Segunda Parte---conduzidas por uma organização sobre uma outra;  inclui auditorias realizadas por clientes

     

    Auditoria da Qualidade de Terceira Parte  ---realizadas por uma terceira parte independente que não tem interesse direto nos resultados das auditorias.

     

    Fonte: Comentário da Tatiana Oliveira, que buscou no site: http://marcioqualy.blogspot.com/2012/07/tipos-de-auditoria-da-qualidade.html 

     

  • Gabarito: ERRADO.

    Auditorias de primeira parte são feitas pela própria organização.

    Auditorias de segunda parte são feitas pelos próprios clientes.


ID
2679712
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

A respeito da gestão de projetos e processos e da sua aplicação às organizações públicas, julgue o item subsequente.


A gestão de projetos ocorre em três níveis organizacionais: estratégico, com foco em definição de indicadores estratégicos de desempenho; organizacional, com gerenciamento de programas; e operacional, com uso de técnicas e ferramentas de gestão.

Alternativas
Comentários
  • CORRETO

    Os projetos são desenvolvidos em todos os níveis da organização.

    Pode-se citar como exemplos de projetos: · Desenvolver um novo produto ou serviço · Implementar uma mudança organizacional a nível de estrutura, de pessoas ou de estilo gerencial · Planejar um novo veículo de transporte · Desenvolver ou adquirir um sistema de informação novo ou modificado · Construir um prédio ou instalações · Levar a cabo uma campanha política · Implementar um novo processo ou procedimento organizacional

    http://www.jcoltro.com.br/project2000/pmbok.pdf

    Quem puder acrescentar algo... 

  • "Muitas estruturas organizacionais incluem níveis estratégicos, de média gerência (organizacional) e operacionais. O gerente de projetos pode interagir com todos os três níveis..."

     

    Fonte: PMBOK - V5ª - pag 26.

     

    Go ahead!!!

     

  • Por que não não usaram "Estratégico", "Tático" e "Operacional" ? :/

  • Certa.

    Comentário: Um projeto pode ser empreendido em todos os níveis organizacionais, podendo envolver um indivíduo ou um grupo, uma organização ou várias unidades da organização.

    Fonte: Administração Geral e Pública - Elizabete de Abreu e Lima Moreira. Pag: 253

  • Breno Luna, talvez a ideia era confundir mesmo.

    Quest certa!

  • A questão foi maldosa na palavra "Organizacional", como estamos habituados a ouvir sempre "Tático" a tentação ficou grande para marcar "Errado", ô Cebraspe sem vergonha!
  • Organizacional não é o mesmo que estratégico? Afinal, tático é departamental...

  • Na verdade, atualmente tem se considerado que enquanto o ambiente estratégico tem um foco externo à Organização, o ambiente organizacional foca o espaço interno da Organização. Aquela definição tradicional de Estratégico, Tático e Operacional continua vigente, porém tem sido bem comum a cobrança desse tal "espaço organizacional" de atuação da empresa.

     

    Portanto, é bom ficar atento quando cair, pois é bom ter em mente:

     

    PLANEJAMENTO/AMBIENTE ESTRATÉGICO - FOCO EXTERNO;

    PLANEJAMENTO/AMBIENTE ORGANIZACIONAL - FOCO INTERNO.

  • CERTO

    Gostaria de ter a mesma sorte ao chutar questões na prova, como tenho aqui.

    Questão que deixa vc na dúvida.

  • Certa!!

     

    Essa você não me pegou, Cespe maldito! 

  • SUA MAE PLANEJA(COMO VAI SER) PARA VC ORGANIZAR(QUERO ASSIM) O QUARTO. E VC  ARRUMA (OPERACIONAL) .

  • Questão para eliminar 80.000 candidatos!

  • Excelente questão!

  • Primeira vez que vejo "Organizacional" como sinônimo de tático e não de estratégico

  • O estratégico - gerenciamento de portfólio. O organizacional (tático) - gerenciamento de programas. O operacional - gerenciamento de projetos.

  •  “Estratégico, com foco em definição de indicadores estratégicos de desempenho”: Correto. No nível estratégico temos a gestão de portfólio que tem como escopo os objetivos estratégicos da organização, os quais são acompanhados por meio de indicadores estratégicos de desempenho.

    “Organizacional, com gerenciamento de programas”: Considerado Correto. O gerenciamento de programas ocorre no nível tático (intermediário). O enunciado utilizou o termo “organizacional”, que é, na maior parte das vezes, utilizado para se referir ao nível estratégico. Ao meu ver a questão deveria ser considerada errada ou anulada.

    “Operacional, com uso de técnicas e ferramentas de gestão.”: Correto. No nível operacional temos a gestão de projetos que se utiliza de várias ferramentas e técnicas de gestão.

    Gabarito: CERTO

  • Já vi o Cespe falar em nível organizacional para se referir à alta cúpula, ao nível estratégico, e agora usou o mesmo termo para se referir ao nível tático. Valha-me Deus!

  • Para a nossa querida e amada Cespe, organizacional (quando a questão versar sobre estrutura) é sinônimo de TÁTICO.

    Depois dizem que a vida de concurseiro é fácil...

  • Para a nossa querida e amada Cespe, organizacional (quando a questão versar sobre estrutura) é sinônimo de TÁTICO.

    Depois dizem que a vida de concurseiro é fácil...


ID
2679715
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

A respeito da gestão de projetos e processos e da sua aplicação às organizações públicas, julgue o item subsequente.


A adoção da gestão por processos é típica de organizações com estrutura preponderantemente horizontalizada, com muitos departamentos sob o mesmo nível hierárquico.

Alternativas
Comentários
  • gestão por processos---> estrutura horizontal--->cada unidade representa uma etapa do processo produtivo.

  • CERTO

     

    Organizações tradicionais = as áreas ou setores trabalhavam isolados uns dos outros. Havia pouca interação e a coordenação dos trabalhos era mais difícil.

     

    Organizações orientadas por processos = eliminação de barreiras departamentais,visualização da organização como um todo e maior inter-relação entre os diferentes agentes da cadeia de valor (cliente, fornecedor, executores do processo).

     

     

    Fonte: Rodrigo Rennó, 2013

  • A organização contemporânea deve ser focada numa perspectiva horizontal, como correm os processos, e não numa abordagem vertical, como uma hierarquia de funções, como sempre vimos fazendo, desde os primórdios da revolução industrial.

    Fonte: Prof. Antônio Reis

    GAB:CERTO

  •  

    A adoção da gestão por processos é típica de organizações com estrutura preponderantemente horizontalizada, com muitos departamentos sob o mesmo nível hierárquico.

     

    GESTÃO POR PROCESSOS

    Visão horizontalizada, integrada, do todo, global, sistêmica e contingencial, que permite a elimicação de barreiras departamentais e possibilite a visualização e inteligação não só interna, mas, sobretudo, externa, com o ambiente. 

    Rede de relações, multifuncionais, interfuncionais, interdependentes e interconexas. 

    Interfuncionalidade - característica dos principais processos, mesmo que sejam realizados em uma única unidade funcional. 

  • Resposta: Certa

    Comentário: A busca de vantagem competitiva fez com que a abordagem funcional, Taylorista, de visão fragmentada, hierárquica e verticalizada produzisse barreiras de troca de energia e de comunicação, que dificultaram o atendimento dos resultados organizacionais. Passou-se a construir uma visão horizontalizada, integrada, do todo, global, sistêmica e contingencial, que permitisse a visualização e interligação não só interna, mas sobretudo, externa, com o ambiente.

  • ''A respeito da gestão de projetos e processos e da sua aplicação às organizações públicas, julgue o item subsequente.

    A adoção da gestão por processos é típica de organizações com estrutura preponderantemente horizontalizada, com muitos departamentos sob o mesmo nível hierárquico.''
    Certa

     


    Comentário à resposta: ''A gestão por processos consiste em administrar as funções permanentes como elso de uma corrente e não como departamentos isolados uns dos outros. O resultado é uma cadeia horizontal de processos, em lugar da estrutura vertical da cadeia de comando. A horizontalização reformula o modo de administrar as operações , integrando todas as funções envolvidas na solução de um problema'' Administração geral e pública, pág. 292, 5ª edição, Editora Juspodvim

  • GAB: CERTO.  CRIAÇÃO DE DEPARTAMENTOS EM EXAGERO NÃO É SINÔNIMO DE HIERARQUIA.

  • A GESTÃO POR PROCESSOS HORIZONTALIZAR A ORGANIZAÇÃO, OU SEJA ENCADEAR AS ATIVIDADES.

  • Gestão POR processos interliga atividades interdepartamentais, logo, visualiza-se uma estrutura horizontal.

  • Gab.: CERTO

     

    A gestão por processos consiste em administrar as funções permanentes como elos de uma corrente e não como departamentos isolados uns dos outros. 0 resultado é uma cadeia horizontal de processos, em lugar da estrutura vertical da cadeia de comando. A horizontalização reformula o modo de administrar as operações, integrando todas as funções envolvidas na solução de um problema.

  • Da um like ai quem errou essa questão de novo, assim como eu. aff

  • Gabarito Correto.

     

    Sabemos que existe dois tipos a gestão de processos e gestão por processos.

     

    *Diferença de Gestão de processo e gestão por processo.

     

    --- >gestão de processo, estamos nos referindo ao gerenciamento de um processo específico, ou seja, a análise e melhoria de um fluxo de trabalho.

    Exemplo: um atendimento de uma loja de roupas.

    --- >Gestão por processos É uma forma diferente de gerenciarmos uma empresa ou instituição. Neste modelo, não ficamos focados nas necessidades de cada departamento, mas nas interdependências entre eles e nos fluxos de trabalho (os processos).

    Dicas!

    --- >Gestão de processo--- >é mais limitado --- >foca apenas em um departamento.

    --- >Gestão por processo é mais amplo:- -- >visa a empresa como um todo.--- >faz interligações com os departamentos e trabalhos.

  • GAB:C

     

    Na abordagem de processos, os profissionais envolvidos em um processo devem trabalhar juntos e conhecer as demandas e problemas de cada área. Esta seria uma visão horizontal da instituição, que olha para seus fluxos de trabalho e não apenas para as “caixinhas” ou departamentos.
     

    CARLOS XAVIER

  • Diferença entre gestão DE processos e gestão POR processos:
    • Gestão de processos: trata-se da maneira com que os processos existentes são gerenciados. É usada tanto em organizações verticalizadas, quanto nas horizontalizadas.
    • Gestão por processos: refere-se à organização em que toda a gestão é estruturada em função dos processos. É própria das organizações horizontalizadas.

  • Comentário do Isaac C. fecha a questão. Excelente!

    Gestão de processos foca no processo. Tanto faz ser horizontal ou vertical. É mais limitada.

    Gestão por processo. O foco é na gestão. É na horizontal e foca na empresa como um todo.

  • Rapaz, as perguntas da CESPE sao muito ligadas ao ponto de vista da banca...voce tem que responder pelo que ela pensa...isso é muito chato.

  • Não basta as milhares de jurisprudencia e sumulas Cesperianas, temos que aprender, decorar e aceitar os seus pormenores e entendimento inerente somente a ela.

    (My God!)

    Gestão de processos (limitada) x Gestão por processo(ambragente/ gestão de toda empresa)

  • Parabéns para mim que li ''VERTICALIZADA'' :( 

  • Parabéns para mim que li ''VERTICALIZADA'' :( 

  • Eu errei.. realmente não entendi, mais é bom ver os comentários de vcs. Agora sim, eu entendi do que se trata.

  • Eu entendi como Gestão de Processos...

  • CERTA

    ABIN 2018 ()caiu exatamente a mesma questão! olha ai a importância de fazer inúmeras questões

    A gestão por processos é tipicamente empregada nas organizações que adotam o desenho horizontalizado, com múltiplos departamentos.

  • GABARITO : CERTO

    Outra questão que trata do mesmo assunto: Q874818

    CESPE/ABIN/2018

    A gestão por processos é tipicamente empregada nas organizações que adotam o desenho horizontalizado, com múltiplos departamentos. (CERTO)

  • A explicação do prof no vídeo aqui foi perfeita.

  • mas não haverá culpabilidade tbm

  • Gabarito: Certo 

    De fato, a gestão por processos é baseada em uma visão horizontal da organização, na qual o trabalho acontece “lado a lado”, e não “verticalizado” na estrutura organizacional.

    Bons estudos!

    ==============

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ID
2679718
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

A respeito da gestão de projetos e processos e da sua aplicação às organizações públicas, julgue o item subsequente.


A gestão por projetos é recomendada para gerenciar atividades rotineiras e repetitivas nas organizações.

Alternativas
Comentários
  • Errado

     

    Gestão de projetos é recomendada  para gerenciar atividades que objetivam criar um produto exclusivo. Nota-se que não é para atividades rotineiras, mas inéditas. 

     

    Gestão de processo, sim, visa gerenciar atividades repetitivas nas organizações e geram sempre o mesmo prodututo.

  • Gabarito: Errado.

     

    Diferença:

     

    Projeto: Inovador (esforço temporário)

     

    Processo: Repetitivo/ rotineiro (contínuo).

     

  • Errado.

    Recomenda-se Gestão por Processos.

  • Gestão por projetos = temporário.

     

    Possuem natureza temporária e tem data de início e fim definido.

     

  • A gestão por processos é recomendada para gerenciar atividades rotineiras e repetitivas nas organizações.

  • Gestão por projetos são atividades dinamicas e em constante mudanças 

  • Projeto tem começo, meio e fim.

    Processo é cíclico, não acaba, é rotineiro.

  • OO VEM UMA DESSA NA MINHA PROVA PAPAIII

  • processo: é cíclico (rotineiro)

    projeto: tem um fim

  • Seletivamente apenas alguns princípios, porém na sua amplitude não se aplica. Neste caso, caberia a gestão por processos, como já mencionado.

  • Comentários:

    Estão vendo com tal conceito básico despenca em prova! A gestão de projetos não é recomendada

    para tal! Isso é gestão de processos... operações... rotina! Projeto é um esforço temporário

    empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo e possuem natureza temporária

    e têm datas de início e fim definidas

  • Quem são rotineiros são os processos. Os projetos são temporários (mesmo que sua execução seja longa).

  • Projetos são esforços temporários, assim, as técnicas e ferramentas de gestão de projetos não se destinam a atividades rotineiras e repetitivas. 

    Gabarito: ERRADO


ID
2679721
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A respeito da gestão de projetos e processos e da sua aplicação às organizações públicas, julgue o item subsequente.


Para realizar aquisições internacionais ou contratações de grande vulto, a modalidade licitatória mais recomendada é a tomada de preços.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO

    Para a realização de licitações internacionais de grande vulto o poder público deve usar a modalidade concorrência.

    Apesar de poder ser usado para licitações iternacionais, a tomada de preços e o convite devem respeitar os seus limites de valor definidos pela lei 8.666.

          A tomada de preços ainda exige que o órgão tenha um cadastro internacional de fornecedores.

          E para o convite, além do respeito ao valor, é necessário que não haja fornecedor no país.

  • Art. 6º (...)

    V - Obras, serviços e compras de grande vulto - aquelas cujo valor estimado seja superior a 25 (vinte e cinco) vezes o limite estabelecido na alínea "c" do inciso I do art. 23 desta Lei; (25 x 1.500.000)

  • ERRADO

     

    Lei 8.666/93

    Art. 6º  Para os fins desta Lei, considera-se:

    V - Obras, serviços e compras de grande vulto - aquelas cujo valor estimado seja superior a 25 (vinte e cinco) vezes o limite estabelecido na alínea "c" do inciso I do art. 23 desta Lei;

     

    Art. 23.  As modalidades de licitação a que se referem os incisos I a III do artigo anterior serão determinadas em função dos seguintes limites, tendo em vista o valor estimado da contratação:

    I - para obras e serviços de engenharia:  

    c) concorrência: acima de R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais);

  • Grande vulto é concorrência, mas os valores vão alterar no dia 18 de julho de 2018, visto que hoje está no período de "vacatio legis" (ainda que decreto não tenha vacatio legis)

     

     - para obras e serviços de engenharia:

     

    a) na modalidade convite - até R$ 330.000,00 (trezentos e trinta mil reais);

     

    b) na modalidade tomada de preços - até R$ 3.300.000,00 (três milhões e trezentos mil reais);

     

     c) na modalidade concorrência - acima de R$ 3.300.000,00 (três milhões e trezentos mil reais);

     

    e II - para compras e serviços não incluídos no inciso I: a) na modalidade convite - até R$ 176.000,00 (cento e setenta e seis mil reais);

     

    b) na modalidade tomada de preços - até R$ 1.430.000,00 (um milhão, quatrocentos e trinta mil reais); e

     

    c) na modalidade concorrência - acima de 1.430.000,00 (um milhão, quatrocentos e trinta mil reais).

     

    Fonte: Decreto 9412/2018

  • Complementando o comentário dos colegas:

     

    Art. 23, § 3º.  A concorrência é a modalidade de licitação cabível, qualquer que seja o valor de seu objeto, tanto na compra ou alienação de bens imóveis, ressalvado o disposto no art. 19, como nas concessões de direito real de uso e nas licitações internacionais, admitindo-se neste último caso, observados os limites deste artigo, a tomada de preços, quando o órgão ou entidade dispuser de cadastro internacional de fornecedores ou o convite, quando não houver fornecedor do bem ou serviço no País.

  • UM MACETE QUE APRENDI COM UM PROFESSOR SOBRE OS NOVOS VALORES: MULTIPLIQUE POR 2.2.

  • Para realizar aquisições internacionais ou contratações de grande vulto, a modalidade licitatória mais recomendada é a Concorrência.

     

    Art. 23

    § 3o  A concorrência é a modalidade de licitação cabível, qualquer que seja o valor de seu objeto, tanto na compra ou alienação de bens imóveis, ressalvado o disposto no art. 19, como nas concessões de direito real de uso e nas licitações internacionais, admitindo-se neste último caso, observados os limites deste artigo, a tomada de preços, quando o órgão ou entidade dispuser de cadastro internacional de fornecedores ou o convite, quando não houver fornecedor do bem ou serviço no País.  

    Ou seja,

     

    Em regra:

    Concorrência

     

    Exceção: 

    Tomada de preço - Se houver cadastro internacional de fornecedores; ou

    Convite - Se não houver fornecedores no país.

     

    Lembrando: Nos casos em que couber convite, a Administração poderá utilizar a tomada de preços e, em qualquer caso, a concorrência.

  • Quando a questão falar "grandes vultos" lembre-se da modalidade concorrência.

  • Errado.

     

    CONCORRÊNCIA.

  • CONCORRÊNCIA - ART. 23, PARAGRAFO TERCEIRO

  • errado

    concorrência

    porém nada impede que seja por tomada de preço, desde que atendidas as especificações da lei.

     

    Deus no comando !

  • Essa é fácil: concorrência - Art. 23, paragrafo terceiro

  • ERRADO 

    LEI 8.666

    ART 23 § 3o  A concorrência é a modalidade de licitação cabível, qualquer que seja o valor de seu objeto, tanto na compra ou alienação de bens imóveis, ressalvado o disposto no art. 19, como nas concessões de direito real de uso e nas licitações internacionais, admitindo-se neste último caso, observados os limites deste artigo, a tomada de preços, quando o órgão ou entidade dispuser de cadastro internacional de fornecedores ou o convite, quando não houver fornecedor do bem ou serviço no País.      

  • Gabarito: questão errada.

     

    Lei 8.666: "[...] Art. 22.  São modalidades de licitação: I - concorrência; II - tomada de preços; III - convite; IV - concurso; V - leilão. § 1o  Concorrência é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase inicial de habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital para execução de seu objeto. § 2o  Tomada de preços é a modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação. § 3o  Convite é a modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3 (três) pela unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da apresentação das propostas. § 4o  Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias. § 5o  Leilão é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda de bens móveis inservíveis para a administração ou de produtos legalmente apreendidos ou penhorados, ou para a alienação de bens imóveis prevista no art. 19, a quem oferecer o maior lance, igual ou superior ao valor da avaliação. § 6o  Na hipótese do § 3o deste artigo, existindo na praça mais de 3 (três) possíveis interessados, a cada novo convite, realizado para objeto idêntico ou assemelhado, é obrigatório o convite a, no mínimo, mais um interessado, enquanto existirem cadastrados não convidados nas últimas licitações. § 7o  Quando, por limitações do mercado ou manifesto desinteresse dos convidados, for impossível a obtenção do número mínimo de licitantes exigidos no § 3o deste artigo, essas circunstâncias deverão ser devidamente justificadas no processo, sob pena de repetição do convite. § 8o  É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo. § 9o  Na hipótese do parágrafo 2o deste artigo, a administração somente poderá exigir do licitante não cadastrado os documentos previstos nos arts. 27 a 31, que comprovem  habilitação compatível com o objeto da licitação, nos termos do edital. [...]." 

  • Gabarito: questão errada:

     

    Lei 8.666: "[...] § 3o  A concorrência é a modalidade de licitação cabível, qualquer que seja o valor de seu objeto, tanto na compra ou alienação de bens imóveis, ressalvado o disposto no art. 19, como nas concessões de direito real de uso e nas licitações internacionais, admitindo-se neste último caso, observados os limites deste artigo, a tomada de preços, quando o órgão ou entidade dispuser de cadastro internacional de fornecedores ou o convite, quando não houver fornecedor do bem ou serviço no País. § 4o  Nos casos em que couber convite, a Administração poderá utilizar a tomada de preços e, em qualquer caso, a concorrência. § 5o  É vedada a utilização da modalidade "convite" ou "tomada de preços", conforme o caso, para parcelas de uma mesma obra ou serviço, ou ainda para obras e serviços da mesma natureza e no mesmo local que possam ser realizadas conjunta e concomitantemente, sempre que o somatório de seus valores caracterizar o caso de "tomada de preços" ou "concorrência", respectivamente, nos termos deste artigo, exceto para as parcelas de natureza específica que possam ser executadas por pessoas ou empresas de especialidade diversa daquela do executor da obra ou serviço. § 6o  As organizações industriais da Administração Federal direta, em face de suas peculiaridades, obedecerão aos limites estabelecidos no inciso I deste artigo também para suas compras e serviços em geral, desde que para a aquisição de materiais aplicados exclusivamente na manutenção, reparo ou fabricação de meios operacionais bélicos pertencentes à União. § 7o Na compra de bens de natureza divisível e desde que não haja prejuízo para o conjunto ou complexo, é permitida a cotação de quantidade inferior à demandada na licitação, com vistas a ampliação da competitividade, podendo o edital fixar quantitativo mínimo para preservar a economia de escala. § 8o No caso de consórcios públicos, aplicar-se-á o dobro dos valores mencionados no caput deste artigo quando formado por até 3 (três) entes da Federação, e o triplo, quando formado por maior número. [...]."

  • Para a realização de licitações internacionais de grande vulto o poder público deve usar a modalidade concorrência.

     

     

    Apesar de poder ser usado para licitações iternacionais, a tomada de preços e o convite devem respeitar os seus limites de valor definidos pela lei 8.666. 

     

          A tomada de preços ainda exige que o órgão tenha um cadastro internacional de fornecedores.

          E o convite, além do respeito ao valor, é necessário que não haja fornecedor no país.

  • concorrência: art. 22, 1º

    contratos de grande valor

    entre quaisquer interessados

    casos que será obrigatória, independentemente do valor:

    compra ou alienação de bens imóveis: pode ser concorrência ou leilão (art. 19. III)

    concessões de direito real de uso art. 23, 3º

    contratos PPP

    licitações internacionais

    registro de preços art. 15, 3º

  • Cabe tomada de preços se o orgão com o qual vai se licitar tiver cadastro intenacional

    cabe convite quando não houver fornecedor do bem ou serviço no país. 

  • Errado

    Nos termos do art. 22, $1o, da Lei 8.666/93 ,Concorrência é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase inicial de habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital para execução de seu objeto.

    Igualmente, o disposto no Art. 23, $ 3o, da Lei 8.666/93 - A concorrência é a modalidade de licitação cabível, qualquer que seja o valor de seu objeto, tanto na compra ou alienação de bens imóveis, ressalvado o disposto no art. 19, como nas concessões de direito real de uso e nas licitações internacionais, admitindo-se neste último caso, observados os limites deste artigo, a tomada de preços, quando o órgão ou entidade dispuser de cadastro internacional de fornecedores ou o convite, quando não houver fornecedor do bem ou serviço no País

  • Concorrência.

  • GRANDE VULTO: CONCORRÊNCIA.

    PEQUENO PAGAMENTO: CONVITE.


    PM AL 2019.

    Avante, guerreiros.

  • O art. 23, § 3o , da Lei 8.666/93, estabelece que "A concorrência é a modalidade de licitação cabível, qualquer que seja o valor de seu objeto, tanto na compra ou alienação de bens imóveis, ressalvado o disposto no art. 19, como nas concessões de direito real de uso e nas licitações internacionais, admitindo-se neste último caso, observados os limites deste artigo, a tomada de preços, quando o órgão ou entidade dispuser de cadastro internacional de fornecedores ou o convite, quando não houver fornecedor do bem ou serviço no País".
    Portanto, a concorrência é a modalidade de licitação recomendada para aquisições internacionais ou contratações de grande vulto. Todavia, admite-se a adoção da tomada de preços e do convite quando ocorrerem as especiais hipóteses de cabimento previstas no dispositivo mencionado acima.
    Gabarito do Professor: Errado
  • gabarito: errado

    O art. 23, § 3o , da Lei 8.666/93, estabelece que "concorrência é a modalidade de licitação cabível, qualquer que seja o valor de seu objeto, tanto na compra ou alienação de bens imóveis, ressalvado o disposto no art. 19, como nas concessões de direito real de uso e nas licitações internacionais, admitindo-se neste último caso, observados os limites deste artigo, a tomada de preços, quando o órgão ou entidade dispuser de cadastro internacional de fornecedores ou o convite, quando não houver fornecedor do bem ou serviço no País".

    Portanto, a concorrência é a modalidade de licitação recomendada para aquisições internacionais ou contratações de grande vulto. Todavia, admite-se a adoção da tomada de preços e do convite quando ocorrerem as especiais hipóteses de cabimento previstas no dispositivo mencionado acima.

  • A concorrência, a tomada de preços e o convite são modalidades que, em regra, são definidas conforme o valores estimado da contratação, mas a concorrência é a modalidade mais ampla e de maior vulto.

  • Gab: ERRADO

    CONCORRÊNCIA --> Licitações INTERNACIONAIS!

    Art. 23, § 3º da Lei 8.666/93: A concorrência é a modalidade de licitação cabível, qualquer que seja o valor de seu objeto, tanto na compra ou alienação de bens imóveis, ressalvado o disposto no art. 19, como nas concessões de direito real de uso e nas licitações internacionais, admitindo-se neste último caso, observados os limites deste artigo, a tomada de preços, quando o órgão ou entidade dispuser de cadastro internacional de fornecedores ou o convite, quando não houver fornecedor do bem ou serviço no País.

    Erros, mandem mensagem :)

  • Gabarito: ERRADO!

    Para realizar aquisições internacionais ou contratações de grande vulto, a modalidade licitatória mais recomendada é a CONCORRÊNCIA.

  • Art 23, paragrafo 3 da lei de licitações, CONCORRÊNCIA é a modalidade para licitações internacionais.

    R: ERRADO

  • Concorrência
  • Concorrência é mais recomendável.

ID
2679724
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Julgue o item seguinte, relativo ao regime dos servidores públicos federais e à ética no serviço público.


Em caso de licença por motivo de doença de enteado de servidor público em estágio probatório, este ficará suspenso, sendo retomado ao término do período da licença.

Alternativas
Comentários
  • Correto. Lei nº 8112/90. Art. 20.  Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os seguinte fatores:

    § 5o  O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1o, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento.  

  • O estágio ficará suspenso nas licenças: por doença em pessoa da família; pelo afastamento do cônjuge; para atividade política; para participar de curso de formação; para servir em organismo internacional.

     

    O servidor em estágio ñ poderá tirar licença: capacitação, para assuntos particulares e para mandato classista, nem afastamento para pós - graduação.

  • ...o parentesco com o "enteado" seria por afinidade, nessa caso não sei se enquadra como "familia" . A interpretação dessa questão deixa uma certa dúvida. 

  • LEI 8.112/1990, Art. 20, § 5o  O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1o, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento. (Incluído pela Lei nº 9.527, de 10.12.97)

    Da Licença por Motivo de Doença em Pessoa da Família

    Art. 83.  Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por perícia médica oficial. (Redação dada pela Lei nº 11.907, de 2009)

  • CERTO

     

    LEI 8.112/1990:

    Art. 20, § 5o  O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1o, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento. (Incluído pela Lei nº 9.527, de 10.12.97)

    Da Licença por Motivo de Doença em Pessoa da Família

    Art. 83.  Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por perícia médica oficial. (Redação dada pela Lei nº 11.907, de 2009)

  • ERREI, PQ PENSEI MAIS QUE A QUESTÃO 

  • A redação dessa questão não está muito clara.

  • Em caso de licença por motivo de doença de enteado de servidor público em estágio probatório, este ficará suspenso, sendo retomado ao término do período da licença.

     

    Licenças e afastamentos

    Estágio probatório

     

    Poderá ser concedido durante o estágio probatório:

    (Art 20, §4º)

    I - Licença por motivo de doença em pessoa da família

    II - Licença por motivo de afastamento do cônjuge ou acompanheiro

    III - Licença para atividade política

    IV - Licença para o serviço militar

    ....

     

    O estágio probatório ficará suspenso durante:

    (Art 20, § 5º)

    I - Licença por motivo de doença em pessoa da família

    II - Licença por motivo de afastamento do cônjuge ou acompanheiro

    III - Licença para atividade política

    ...

     

  • O § 5º do art. 20 da Lei 8.112/1990 assevera que o estágio probatório ficará suspenso em razão das seguintes licenças ou afastamentos:

    1) licença por motivo de doença em pessoa da família;

    2) licença por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro;

    3) licença para atividade política;

    4) afastamento para servir em organismo internacional;

    5) afastamento para participar de curso de formação decorrente de aprovação em concurso para outro cargo na administração pública federal.

    O estágio não será suspenso nos seguintes casos:

    1) licença para o serviço militar;

    2) afastamento para exercício de mandato eletivo;

    3) afastamento para estudo ou missão no exterior.

  • Letra da Lei 8.112/90.

    SUSPENSÃO DO ESTÁGIO PROBATÓRIO - art. 20, §5º: O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1o, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento. 

    ·         art. 83 - licença - doença

    a)    do cônjuge ou companheiro,

    b)   dos pais,

    c)    dos filhos,

    d)   do padrasto ou madrasta e enteado,

    e)   dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional,

    - mediante comprovação por perícia médica oficial

    - até 60 (sessenta) dias, consecutivos ou não, mantida a remuneração do servidor; e

    - até 90 (noventa) dias, consecutivos ou não, sem remuneração

     

     

     

     

  • CERTO

     

    O que suspende o estágio probatório ?

     

    *** POLÍTICA FORMA ORGANISMO COM DOENÇA ! ***

     

    - Atividade política

    - Curso de formação

    - Servir organismo internacional

    - Acompanhar cônjuge ou companheiro

    - Licença para tratar de doença

     

     

    8.112, art. 20, §5º

  • Art. 83.  Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por perícia médica oficial. (Redação dada pela Lei nº 11.907, de 2009)

     

    art 20.

     

    § 5o  O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1o, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento.                        (Incluído pela Lei nº 9.527, de 10.12.97)

     

    Foco @##

  • Outro BIZU pra ajudar a decorar:

     

    SUSPENDE O ESTÁGIO PROBATÓRIO:

     

    FAMÍLIA do CÔNJUGE com CURSO DE FORMAÇÃO e ATIV. POLÍTICA SERVE em ORGANISMO INTERNACIONAL.

     

    Doença em pessoa da FAMÍLIA

    Afastamento do CÔNJUGE

    Participar de CURSO DE FORMAÇÃO

    ATIV. POLÍTICA

    SERVir em ORGANISMO INTERNACIONAL.

     

    COLE NO SEU QUARTOOOOOO

    Bons estudos :))

     

  • Licenças:

    1) Por motivo de doença em pessoa da família; -> SUSPENDE o estágio probatório.
    2) Por motivo de afastamento do cônjuge/companheiro; -> SUSPENDE o estágio probatório.
    3) Para serviço militar; 
    4) Para atividade política; -> SUSPENDE o estágio probatório.
    5) Para capacitação; -> NÃO PODE em estágio probatório.
    6) Para tratar de interesse particular; -> NÃO PODE em estágio probatório.
    7) Para desempenho de mandato classista. -> NÃO PODE em estágio probatório.

       
      
    Obs: o Afastamento para Estudo ou Missão no Exterior também SUSPENDE o estágio probatório.

    Macete para saber quais licenças o servidor não pode usufruir em estágio probatório: servidor em estágio probatório não pode abrir a MATRACA: MAndato classista;
                       TRatar de interesse particular;
                       CApacitação.



    Sua aprovação só depende de você, continue firme!

  • Pra revisar:

     

     

    Quais sãos as licenças PROIBIDAS ao servidor em estágio probatório?

     

    Lá vai o macete:  o servido em estágio probatório, é proibido abrir a MA TRA CA!

     

    MAndato classista;

    TRAtar de interesse particular;

    CApacitação.

     

    Em relação às licenças "MATRACA", a banca poderá jogar uma casca de banana dizendo que elas  NÃO SUSPENDEM o estágio probatório, mas  na verdade elas são é proibidas! E já que elas são proíbidas, não há nem o que se falar em suspensão de estágio probatório.

     

     

     

    Porém, alguns afastamentos são PERMITIDOS ao servidor em estágio probatório!

     

     

    São permitidos, porém...    SUSPENDEM o estágio probatório!!!

     

     

     

    Quais afastamentos  SUSPENDEM o estágio probatório?

     

    a FAMÍLIA e o CÔNJUGE com CURSO DE FORMAÇÃO em ORG INTERNACIONAL e com ATIV. POLÍTICA

     

     

    -Doença em pessoa da FAMÍLIA

    -Afastamento do CÔNJUGE

    -Participar de CURSO DE FORMAÇÃO

    -SERVIR em ORGANISMO INTERNACIONAL.

    -ATIV. POLÍTICA

     

    ********************************************************************************************************

     

    Obs.: Não adianta de nada saber o mnêmonico se vc não souber assóciá-lo! Para esse caso específico, pense assim: 

     

     

    Pense no cara que mal entrou no serviço público e já precisa se afastar! Além da "mamata" de poder se afastar em pleno o estágio, não seria coerente que o tempo continuasse contando, né? como se ele estivesse em serviço...

     

    Portanto, as licenças QUE SAO PERMITIDAS (pq algumas, no caso da MATRACA, nem permitidas são) durante o estágio probatório, suspendem o estágio!!!

     

     

    E quais sao essas licenças?

     

    Agora vc associa assim: pra entrar de licença em pleno estágio, não é qualquer um! é somente  a FAMÍLIA e o CÔNJUGE com CURSO DE FORMAÇÃO em ORG INTERNACIONAL e com ATIV. POLÍTICA 

     

  • Simples...

    A única licença que não suspende o E.P. é a licença para o serviço militar....

  • perdão aos colegas concurseiros. Comentando só para guardar a questão.

    força, foco e fé na luz, pois ela nos guiará e nos iluminará o caminho para o sucesso.

  • O estágio ficará suspenso durante as seguintes licenças e os afastamentos:

     

    A esposa doente deslocou-se para outro território e quis ser vereadora do organismo internacional

     

    ·        Acompanhar pessoa com doença na família

    ·        Acompanhar cônjuge deslocado para outro território

    ·        Licença para atividade política

    ·        Servir em organismo internacional

  • Atilla e seus mnemônicos matadores!!!!    +1 pra conta  TMJ :D

  • Artigo interessante para quem se interessar sobre o assunto:

     

    https://jus.com.br/artigos/59319/legalidade-da-suspensao-do-estagio-probatorio-de-servidor-licenciado-para-tratamento-de-sua-saude-a-luz-do-principio-da-proporcionalidade

  • o melhor são os mnemônios! Obrigada! :*

  • CORRETA. A única hipótese que o EP não fica suspenso é o serviço militar.

  • Temos de extrair todas as informações que a banca nos deu, organizando-as de modo que consigamos chegar à resposta.

     

    Em caso de licença por motivo de doença de enteado de servidor público em estágio probatório, este ficará suspenso, sendo retomado ao término do período da licença.

     

     

     

     

    Agora analisando as informaçõs contidas no enunciado:

     

    - O servidor em estágio probatório tem direito a licença? SIM

     

    Não todas, mas somente algumas licenças. As licenças concedidas ao servidor em estágio probatório estão inseridas no artigo 81, incisos I a IV, e nos artigos 94, 95 e 96. Aqui nos comentários tem vários mnemônicos para decorar quais são as licenças concedidas em estágio probatório.

     

     

    - Doença em pessoas da familia é uma das  licenças as quais  o servidor em estágio probatório tem direito? SIM

     

    A licença por motivo de doença em pessoa da familia é concedida ao servidor em estágio probatório e está prevista no artigo 81,inciso I

         

     

     

    - O enteado esta no roll de pessoas da familia? SIM

     

    Art. 83.  Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por perícia médica oficial. 

     

     

     

    - Doença em pessoas da familia é uma licença que SUSPENDE o estágio probatório? SIM

     

    Art. 20, § 5o - O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1o, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento. (Incluído pela Lei nº 9.527, de 10.12.97)

     

  • Atenção para a interpretação desta questão.

    Acredito que um possível erro (como no meu caso) possa não ter sido por falta do conteúdo, e sim devivo ao pronome "este" que para mim deu a entender que o servidor ficaria suspenso e não o estágio probatório. 

  • A única licença que não suspende o estágio probatório é a licença para o serviço militar.

  • Vi todos falando das licenças que são suspenas. Segue abaixo as que não sao suspensas!

     

     

    LICENÇAS DO ESTÁGIO PROBATÓRIO: NÃO SUSPENDE
    MANDADO = Mandato eletivo
    MISSÃO = Missão ou estudo no exterior
    MILITAR = Serviço militar
    GESTANTE, ADOÇÃO, PARTERNIDADE
    SAÚDE = Tratamento de saúde
    ACIDENTE= acidente em serviço

  • LETRA SECA DE LEI, POIS VÍ COMENTÁRIOS EQUIVOCADOS.

    ========================================

    Art. 20.  Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os seguinte fatores:

     § 5o  O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1o, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento.

    =========================================

      Art. 83.  Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por perícia médica oficial.

    Art. 84.  Poderá ser concedida licença ao servidor para acompanhar cônjuge ou companheiro que foi deslocado para outro ponto do território nacional, para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo.

            § 1o  A licença será por prazo indeterminado e sem remuneração.

    Art. 86.  O servidor terá direito a licença, sem remuneração, durante o período que mediar entre a sua escolha em convenção partidária, como candidato a cargo eletivo, e a véspera do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral.

            Art. 96.  O afastamento de servidor para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere dar-se-á com perda total da remuneração. 

    ==================================================

    POLÍTICA FORMA ORGANISMO CON DOENÇA

  • CORRETA. Única licença onde não há suspensão do período probatório pra aquisição de estabilidade é a licença pra serviço militar.

  • SUSPENDEM O ESTÁGIO PROBATÓRIO:

    C apacitação

    P olítica 

    D oença (família)

    FO- formação

    I- organismo Internacional 

  •   Art. 81.  LICENÇAS PERMITIDAS DURANTE O E.P.:

            I - por motivo de doença em pessoa da família;

            II - por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro;

            III - para o serviço militar;

            IV - para atividade política;

    ->>>>> O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1o, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento.    

    Art. 83.: por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva a suas expensas

     

     

  • Estágio Probatório: art. 20 da Lei 8.112/90  Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os seguinte fatores:I - assiduidade; II - disciplina; III - capacidade de iniciativa; IV - produtividade;V- responsabilidade.


    Suspenderá o estágio probatório, conforme o §5, art.20 da mesma lei, durante as licenças e afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1o, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação.

  • adorei o minemonico do Nelinaldo

  • Cuidado com o comentário da Camila S, dizendo que a interpretação da questão deixava Dúvidas. 

     

    Ao contrário, a interpretação da questão não deixa nenhuma dúvida afinal está explicito na lei. 

     

    Art. 83.  Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por perícia médica oficial. 

  • Cuidado com comentários equivocados! A única licença que NÃO SUSPENDE o estágio probatório é a licença para o serviço militar.
  • MÊS Nãosuspende o estágio probatório: mandato eletivo Estudo ou missão exterior Serviço militar.
  • licença para o serviço militar NÃO é a única licença que não suspende como mencionaram.

    A LICENÇA MATERNIDADE também NÃO suspende o estágio probatório.

  • SUSPENDEM O ESTÁGIO PROBATÓRIO: DA PAZ(S)

    - (D)oença em pessoa da FAMÍLIA

    - (A)fastamento do CÔNJUGE

    - (P)articipar de CURSO DE FORMAÇÃO

    - (A)TIV. POLÍTICA                                                                                                                                                                    

    - (S)ERVIR em ORGANISMO INTERNACIONAL.

     


  •  PODEM ser concedidas no estágio probatório, mas SUSPENDEM a contagem do estágio:

     

     ---> liçença por motivo de doença familiar
     ---> liçença por motivo de afastamento do cônjuge
     ---> liçença para exercício de atividade política
     ---> para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere, com perda total da remuneração
     ---> para participar de curso de formação decorrente de aprovação em concurso para outro cargo na Adm. Púb. Federal


    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


     PODE ser concedida no estágio probatório e NÃO suspende a contagem do estágio:

     

     ---> licença para prestação do serviço militar


    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


     NÃO pode ser concedida no estágio probatório: (MA TRA CA)

     

     ---> licença por motivo de interesse particular
     ---> licença para capacitação
     ---> licença para desempenho de mandato classista
    -------------------------------------------------------------------------------------

  • FIZ UMA MACETE TB USANDO UNS QUE OS COLEGAS JÁ USARAM AÍ MAS, COMPLETANDO:

    Pode suspender tá D-A-P-A-S, MILITAR suspende não, M-A-T-R-A-C-A, não concede. 

                                                   (Z)                                            

     

    SUSPENDEM O ESTÁGIO PROBATÓRIO: DAPAZ(S) - DIREITOS AUTORAIS DVD OLIVEIRA

    (D)oença em pessoa da FAMÍLIA

    (A)fastamento do CÔNJUGE

    (P)articipar de CURSO DE FORMAÇÃO

    (A)TIV. POLÍTICA                                                                                                                                                                    

    (S)ERVIR em ORGANISMO INTERNACIONAL.

     

    PODE ser concedida no estágio probatório e NÃO SUSPENDE a contagem do estágio:

     ---> licença para prestação do serviço MILITAR

     

    NÃO CONCEDE - no estágio probatório: MA TRA CA :

    MANDATO CLASSISTA

    TRATAR INTERESSE PARTICULAR 

    CAPACITAÇÃO.

     
     

  • Adendo:

    O estágio probatório não protege o funcionário contra extinção do cargo.

  • Art. 20, §5º e art. 83 da lei 8.112/90.

  • ESTE (o estágio probatório); não é o servidor ! 

    interpretação é de suma importância para todas as matérias =]

    Gabarito: Certo !

     

    Deus no comando ! 

  • Português também derruba aqui kkk


    Certo

  • CERTO.

    Lei 8.112/90.

    Art. 83.  Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por perícia médica oficial. 

    Art. 20. § 5o  O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1o, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento.                        

  • Suspende o Estágio Probatório:

    Cônjuge é uma Pessoa especial, Pós acompanha a sua Formação Política.

     

    1 - Afastamento do Conjuge/Companheiro

    2 - Doença em Pessoa da Família 

    3 - Pós-graduação Strictu Sensu no País 

    4 - Curso de Formação 

    5 - Atividade Política

     

     

  • Eli Carlos com todos respeito, mas estágio probatório não é interrompido e sim suspenso.

  • Ficará suspenso:

    Em licenças por doença em pessoa da família

    Afastamento do cônjuge para atiidade política

    Curso de formação

    Atuar em organismo internacional

  • Art. 20. § 5oO estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1o, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento.


    Art. 83. Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos,

    do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional,

    mediante comprovação por perícia médica oficial


    Art. 84. Poderá ser concedida licença ao servidor para acompanhar cônjuge ou companheiro que foi deslocado

    para outro ponto do território nacional, para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e

    Legislativo.

    § 1o A licença será por prazo indeterminado e sem remuneração


    Art. 86. O servidor terá direito a licença, sem remuneração, durante o período que mediar entre a sua escolha em

    convenção partidária, como candidato a cargo eletivo, e a véspera do registro de sua candidatura perante a Justiça

    Eleitoral.

    Art. 96. O afastamento de servidor para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o

    qual coopere dar-se-á com perda total da remuneração.


  • De forma simples : 

     

    Licenças e afastamentos que SUSPENDEM o estágio probatório:

     

     → Doença em Pessoa da Família

     → Afastamento do Cônjuge

    → Atividade Política

    → Estudo ou Missão no Exterior

    CURSO DE FORMAÇÃO 

     

     

  • GABARITO: CERTO

     

    LEI 8.112

    Art. 83.  Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por perícia médica oficial. 

     

    Art. 20.  § 5o  O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1o, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento.  

  • Suspendem o estágio probatório:

    -Licença por motivo de doenca em pessoa da família; Sem Remuneração 

    -Licença por motivo de afastamento do conjuge; Sem Remuneração 

    -Licença para atividade política;Sem Remuneração 

    -Afastamento de servidor para servir em organismo Internacional  de que o Brasil participe ou com o qual coopera dar-se-a com perda total de remuneração. 

  • o estágio probátorio foi SUSPENSO, pois foi uma 

    doença FAmília

    mISsão no ext

    afastamento de Cônjuge 

    Atv política

  • 1)      Servidor em estágio probatório pode gozar quais licenças / afastamentos?

    DICA: COPAS MEM

    ·        Curso de formação;

    ·        Organismo internacional; SEM REMUNERAÇÃO.

    ·        Política;

    ·        Afastamento familiar

    ·        Saúde

    ·        Militar

    ·        Estudo no exterior

    ·        Mandato eletivo


    2)     Em quais hipóteses o estágio probatório será suspenso?

    ·        Curso de formação

    ·        Organismo internacional

    ·        Política

    ·        Afastamento familiar

    ·        Saúde


  • LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA EM PESSOA DA FAMÍLIA (art. 83 Lei 8.112/90): CPF DE PM

    Cônjuge/companheiro
    Pais
    Filhos

    Dependente
    Enteado


    Padrasto
    Madrasta

  • No estágio probatório o servidor recebe M E S A D A S

    ANDATO ELETIVO (afastamento)

    E STUDO OU MISSÃO NO EXTERIOR (afastamento)

    S ERVIÇO MILITAR (licença)

    (ñ suspendem o EP)

    A TIVIDADE POLÍTICA (licença)

    D OENÇA EM PESSOA DA FAMÍLIA (licença)

    A FASTAMENTO DO CONJÛGUE OU COMPANHEIRO (licença)

    S ERVIR EM ORGANISMO INTERNACIONAL (afastamento)

    (suspende o EP)

     

    Prof Lucas neto

  • NÃO SUSPENDE : 

    MESS 

    MANDATO ELETIVO 
    ESTUDO E MISSAO NO  EXTERIOR 
    SERVICO MILITAR 
    SERVICO EM OUTR ÓRGÃO 
     

  • Eu gravo assim ---- > CPI FOFA suspende


    C --- > Conjuge

    P ----> Ativi política

    I--->organismo internacional


    FO -->Curso de formação

    FA -- > Doença da pesssoa da família

  • Adoro esses bizus que os colegas colocam aqui, me ajuda muito. Obrigada!!!

  • O art. 20,  § 5o , da Lei 8.112/90, estabelece que "O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1o, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento".            

    Ressalte-se que o art. 83 da mencionada lei prevê a concessão de  licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional.

    Portanto, a assertiva está correta.


    Gabarito do Professor: Certo


  • Desde qdo enteado é familia?

  • Jean, enteado é parente por afinidade. Relativamente ao grau de parentesco por afinidade em linha reta, prescreve o doutrinador Carlos Roberto Gonçalves (2007:270/271):

     

    "Cada cônjuge ou companheiro torna-se parente por afinidade dos parentes do outro (CC, art. 1.595). Mesmo não existindo, in casu, tronco ancestral comum, contam-se os graus por analogia com o parentesco consanguíneo. Se um dos cônjuges ou companheiros tem parentes em linha reta (pais, filhos), estes se tornam parentes por afinidade em linha reta do outro cônjuge ou companheiro. Essa afinidade em linha reta pode ser ascendente (sogro, sogra, padrasto e madrasta, que são afins em 1° grau) e descendente (genro, nora, enteado e enteada, no mesmo grau de filho, portanto afins em 1° grau)."

     

    GONÇALVES. Carlos Roberto. Direito Civil Brasileiro. Volume VI. Direito de Família. Editora Saraiva. 3° edição revista e atualizada. 2007.

  • MISSÃO = Missão ou estudo no exterior (não suspende) é # de servir em organismo internacional (suspende)

  • SUSPENDEM o Estágio Probatório:

     

     

    FORÇA DOI: FOR.C.A D.OI

     

     

    FORmação (curso de formação)

    Cônjuge (Afastamento do cônjuge)

    Atividade Política

    Doença Pessoa da Família

    Organismo Internacional (Servir)

  • Certo

    O art. 20,  § 5o , da Lei 8.112/90, estabelece que "O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1o, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento".             

    Ressalte-se que o art. 83 da mencionada lei prevê a concessão de licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional.

  • O §4, do art.20 especifica as licenças e os afastamentos que PODERÃO ser concedidos ao servidor em ESTÁGIO PROBATÓRIO. É só lembrar:MESADAS!

    M – mandato eletivo (Afastamento);

    E – Estudo ou Missão no Exterior (Afastamento);

    S – Servir em organismo internacional (Afastamento);

    - Atividade Política (Licença);

    D – Doença em pessoa da família (Licença);

    - Afastamento do cônjuge ou companheiro (Licença); e

    S – Serviço Militar (Licença)

    A parte do MES trata dos afastamentos que não suspendem

    o prazo de contagem do estágio probatório.

    Lembrado que o servidor em estágio probatório NÃO pode abrir a MATRACA!

    Licenças que NÃO poderão ser concedidas ao servidor em estágio probatório.

    MA - Mandato classista;

    TRA - Tratar de assunto particular; e

    CA – Capacitação.

    Bons estudos!

    fonte: blog do espaço jurídico.

  • O estágio probatório se suspende no período de licença, voltando a correr com o retorno do servidor.

  • DURANTE O ESTAGIO PROBATORIO NÃO PODERA ABRIR A MATRACA:

    MANDATO Classista (Sindical)

    TRATAR de interesses particulares

    CApacitação

  • >>>>>>>>licenças proibidas ao servidor em Estágio Probatório:

    MAndato Classista

    TRAtar de Assuntos particulares

    CApacitação   

    >>>>>>>>Conceder-se-á ao servidor em Estágio Probatório as seguintes LICENÇAS (Art. 81):

    I - Por motivo de doença em pessoa da família; --> Suspende

    II - Por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; --> Suspende

    III - serviço militar --> Não suspende o Estágio Probatório (serviço em outro órgão tb não suspende estágio probatório até pq é interesse da adm)

    IV - Atividade política; --> Suspende

    >>>>>>>>Bem como os seguintes AFASTAMENTOS:

    I - Para Exercício de Mandato Eletivo, Art. 94 --> Não suspende o Estágio Probatório

    II- Estudo ou Missão no Exterior, Art. 95 --> Não suspende o Estágio Probatório

    III- servir em organismo internacional que o Brasil participe ou com o qual coopere dar-se-á com perda total da remuneração art. 96 --> Suspende

    IV - Participar De Curso De Formação decorrente de aprovação em concurso para outro cargo na Administração Pública Federal. --> Suspende

  • Art. 20

    § 5  O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento.

    Art. 83. Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por perícia médica oficial.

    Art. 84.  Poderá ser concedida licença ao servidor para acompanhar cônjuge ou companheiro que foi deslocado para outro ponto do território nacional, para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo. § 1  A licença será por prazo indeterminado e sem remuneração.

    Art. 86.  O servidor terá direito a licença, sem remuneração, durante o período que mediar entre a sua escolha em convenção partidária, como candidato a cargo eletivo, e a véspera do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral.

    Art. 96.  O afastamento de servidor para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere dar-se-á com perda total da remuneração.

  • Bico total!!!!CERTA

  • Essa questão foi bem capciosa, pura interpretação onde o português fez a diferença. Algumas pessoas podem ter errado a questão lendo rápido a palavra suspenso, quado na verdade foi usado um consctivo ANAFORICO que retomava a palavra estágio probatorio.

    QUESTÃO; Em caso de licença por motivo de doença de enteado de servidor público em estágio probatório, ESTE ficará suspenso, sendo retomado ao término do período da licença.

    CORRETO.

  • Gravem 4 licenças:

    PODE e NÃO SUSPENDE:

    1) SERVIÇO MILITAR

    NÃO PODE: abrir a MATRACA

    2) MAndato classista;

    3) TRAtar de interesse particular;

    4) CApacitação.

    O RESTANTE PODE E SUSPENDE!

  • SUSPENDEM O ESTÁGIO PROBATÓRIO:

    >>Por motivo de doença em pessoa da família;

    >>Por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro;

    >>Atividade política;

    >>Servir em organismo internacional que o Brasil participe ou com o qual coopere;

    >>Participar de Curso de Formação.

  • O estágio probatório ficará suspenso, portanto, correta.

  • Quase erro a questão por passar batido nesse elemento catafórico (este) 

    O Estágio probatório ficará suspenso. 
    Questão correta. 

  • GABARITO CORRETO

    Lei 8.112/90: Art. 20,  § 5º - O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1º, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento".  

    Art.83 - Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por perícia médica oficial.    

  • O que me confundiu e me fez colocar errado foi simplesmente esta parte "este ficará suspenso", suspenso?

  • Sim, ficará suspenso e o retorno do agente inicia a contagem do prazo do estágio probatório do exato dia em que parou. Não se computa para o estagio probatório o período da suspensão.

  • Estágio Probatório

    Não pode gozar de LICENÇA:

    MA- mandato classista

    CA- capacitação

    TRA- tratar de assuntos particulares

    Não pode gozar de AFASTAMENTO:

    Cessão para outro órgão ou entidade

    Pós-graduação stricto sensu no país

     

    PODE, mas o estágio probatório fica SUSPENSO:

    Servir organismo internacional

    Participar de curso de formação

    Doença na família, afastamento do conjuge ou companheiro

    Atividade politica

    Pode e não suspende:

    Mandato eletivo

    Estudo ou missão no exterior

    Serviço militar

    OBS: por favor, se eu estiver errada, me mandem inbox!

  • Confundi suspensão com interrupção ...

  • Minha contribuição.

    8112/90

    Suspende o Estágio Probatório:

    => Licença por motivo de doença em pessoa da família;

    => Licença por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro;

    => Licença para atividade política;

    => Afastamento para servir em organismo internacional;

    => Afastamento para participar de curso de formação;

    Obs.: Nesses casos, o estágio será retomado a partir do término do impedimento.

    Abraço!!!

  • Direto ao ponto:

    Gab. CERTO

    8112 - Art.20 - §5  O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83 (Da licença por motivo de Doença em pessoa da família), 84, § 1, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento.  

  • Tem como avaliar alguém que não está presente ?

    NÃO ! logo, não existe a possibilidade de continuar com a avaliação de desempenho enquanto o servidor não estiver presente na repartição.

  • O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1o, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento.

    I - DOENÇA EM PESSOA DA FAMÍLIA;

    II - MANDATO ELETIVO;

    III - ATIVIDADE POLÍTICA;

    IX - AFASTAMENTO DO CÔNJUGE OU COMPANHEIRO.

  • Minha contribuição.

    O estágio probatório ficará suspenso durante as seguintes licenças e afastamentos:

    => Licença por motivo de doença em pessoa da família;

    => Licença por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro;

    => Licença para atividade política;

    => Afastamento para servir em organismo internacional;

    => Afastamento para participar de curso de formação.

    Obs.: Nesses casos, o estágio probatório será retomado a partir do término do impedimento.

    Fonte: Resumos

    Abraço!!!

  • Gab CERTO

    Faz o simples pessoal.

    Servidor em estágio probatório não pode abrir a MATRACA

    Mandado Classista, Tratar de interesse particular, Licença de capaticação.

    TODAS as outras regalias são permitidas e suspendem o estágio probatório.

    #PERTENCEREMOS

    Insta: @_concurseiroprf

  • Gab Certa

    Suspensão do Estágio Probatório:

    Licença para tratar de saúde familiar

    Afastamento do cônjuge

    Desempenho de atividade política.

    Afastamento para pós graduação

    Em caso de curso de formação.

  • Eu entendi que o termo "ESTE" está se referindo ao servidor em estágio probatório e não somente a o termo "Estágio Probatório". Marquei errado

  • Isso que dá querer ler rápido demais kkkkk

  • Gabarito Certo

    O estágio probatório fica suspenso:

    Licença: Doença familiar, afastamento do cônjuge ou atividade politica.

    Afastamento: Participação em pós graduação (no pais) ou curso de formação de um concurso que o agente foi aprovado.

    Bons Estudos!

  • Art. 20, § 5º, Lei 8.112/90:

    § 5  O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento.

    Art. 83. Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por perícia médica oficial.   

  • Art. 20, § 5º, 8.112/90: O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento.

    Ou seja,

    O tempo de estágio probatório será suspenso no CURSO DE FORMAÇÃO: COPODORLANDOart.20, §5º da 8.112/90

    CURSO DE FORMAÇÃO: Participação em curso de formação (art.20, §5º)

    CO: Afastamento de njuge (art.84)

    PO: Licença para atividade POlítica (art.86)

    DO: Licença por motivo de DOença em pessoa da família (art.83)

    ORLANDO: Afastamento para servir em organismo INTERNACIONAL (art.96)

  • O §4, do art.20 especifica as licenças e os afastamentos que PODERÃO ser concedidos ao servidor em ESTÁGIO PROBATÓRIO. É só lembrar: MESADAS!

    M – mandato eletivo (Afastamento);

    E – Estudo ou Missão no Exterior (Afastamento);

    S – Servir em organismo internacional (Afastamento);

    - Atividade Política (Licença);

    D – Doença em pessoa da família (Licença);

    - Afastamento do cônjuge ou companheiro (Licença); e

    S – Serviço Militar (Licença)

    A parte do MES trata dos afastamentos que não suspendem o prazo de contagem do estágio probatório.

    Lembrado que o servidor em estágio probatório NÃO pode abrir a MATRACA!

    Licenças que NÃO poderão ser concedidas ao servidor em estágio probatório.

    MA - Mandato classista;

    TRA - Tratar de assunto particular; e

    CA – Capacitação.

    Fonte: https://www.espacojuridico.com/blog/tag/lei-8112/

  • A questão é melodramática, mas a lei é severa:

    Art. 20, p. § 5   O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1 , 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento.

    8.112/97 - Dura lex, sed lex.

  • SUSPENDE O ESTÁGIO PROBATÓRIO:

     

    FAMÍLIA do CÔNJUGE com CURSO DE FORMAÇÃO e ATIV. POLÍTICA SERVE em ORGANISMO INTERNACIONAL.

     

    Doença em pessoa da FAMÍLIA

    Afastamento do CÔNJUGE

    Participar de CURSO DE FORMAÇÃO

    ATIV. POLÍTICA

    SERVir em ORGANISMO INTERNACIONAL.

  • O §4, do art.20 especifica as licenças e os afastamentos que PODERÃO ser concedidos ao servidor em ESTÁGIO PROBATÓRIO. É só lembrar: MESADAS!

    M – mandato eletivo (Afastamento);

    E – Estudo ou Missão no Exterior (Afastamento);

    S – Servir em organismo internacional (Afastamento);

    - Atividade Política (Licença);

    D – Doença em pessoa da família (Licença);

    - Afastamento do cônjuge ou companheiro (Licença); e

    S – Serviço Militar (Licença)

    A parte do MES trata dos afastamentos que não suspendemo prazo de contagem do estágio probatório.

    Lembrado que o servidor em estágio probatório NÃO pode abrir a MATRACA!

    Licenças que NÃO poderão ser concedidas ao servidor em estágio probatório.

    MA - Mandato classista;

    TRA - Tratar de assunto particular; e

    CA – Capacitação.

  • Enteado é família?

  • Certo.

    Se efetivo, até 60 dias é com remuneração, de 90 pra cima é sem remuneração.

  • Outro macete que aprendi no QC: MC CaTra

    Mandato classista

    Capacitação

    Tratar de interesse particular

  • A única situação que o estágio probatório não é interrompido, é no caso da prestação de serviço militar obrigatório,

  • Se trabalhar no MES não suspende o probatório!

    • Mandato eletivo
    • Estudo ou missão no exterior
    • Serviço militar
  • Licenças e afastamento que suspendem o estágio probatório DAPAS:

    Doença em pessoa da família

    Afastamento do cônjuge

    Participar de curso de formação

    Atividade política

    Servir em organismo internacional

  • Os cinco casos que suspendem o estágio probatório são:

    FAMÍLIA do CÔNJUGE com CURSO DE FORMAÇÃO e ATIV. POLÍTICA SERVE em ORGANISMO INTERNACIONAL.

     

    Doença em pessoa da FAMÍLIA

    Afastamento do CÔNJUGE

    Participar de CURSO DE FORMAÇÃO

    ATIV. POLÍTICA

    SERVir em ORGANISMO INTERNACIONAL.

  • Macete para saber quais licenças o servidor não pode usufruir em estágio probatório: servidor em estágio probatório não pode abrir a MATRACAMAndato classista;

              TRatar de interesse particular;

              CApacitação.

  • C A S A DO SUSPENDE ESTÁGIO:

    CURSO DE FORMAÇÃO;

    ATIVIDADE POLÍTICA;

    SERVIR ORG. INTERNACIONAL;

    AFASTAMENTO DO CONJUGE;

    DOENÇA EM PESSOA DA FAMÍLIA.

  • Suspende o estágio probatório:

    Doença em pessoa da família

    Afastamento do cônjuge

    Participar de curso de formação

    Atividade política

    Servir em organismo internacional

  • GAB. CERTO.

    NA LICENÇA, durante o estágio probatório, fica este SUSPENSO, salvo para Serviço Militar.

    > PODE SER CONCEDIDA - SUSPENDE O ESTÁGIO PROBATÓRIO:

    — Por motivo de doença em pessoa da família;

    — Por motivo de afastamento do cônjuge/companheiro;

    — Para atividade política;

    Servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere, com perda total da remuneração.

    Participar de curso de formação decorrente de aprovação em concurso para outro cargo na Administração Pública Federal.

    > PODE SER CONSEDIDA - NÃO SUSPENDE O ESTÁGIO PROBATÓRIO:

    — Para serviço militar; 

    > NÃO PODE SER CONCEDIDA:

    MAndato classista;

    TRAtar de interesse particular;

    CApacitação.

    Tenham FÉ. DEUS jamais desampara um filho.

  • para quem estuda a Lei 840 , isso tbm é verdade

    Art. 27. Fica suspensa a contagem do tempo de estágio probatório quando ocorrer:

    I – se afastar para participar de curso de formação que seja etapa do concurso .

    II – licença remunerada por motivo de doença em pessoa da família do servidor

  • O servidor em ESTÁGIO PROBATÓRIO recebe MESADAS - Mandado Eletivo - Estudo no Exterior - Servir em Organismo Internacional - Atividade Política Doença na família - Serviço Militar MES - são considerados AFASTAMENTOS, logo NÃO SUSPENDEM O ESTAGIO ADAS - são consideradas LICENÇAS, logo, SUSPENDEM O ESTAGIO
  • SUSPENDE O ESTÁGIO PROBATÓRIO:

     

    FAMÍLIA do CÔNJUGE com CURSO DE FORMAÇÃO e ATIV. POLÍTICA SERVE em ORGANISMO INTERNACIONAL.

     

    Doença em pessoa da FAMÍLIA

    Afastamento do CÔNJUGE

    Participar de CURSO DE FORMAÇÃO

    ATIV. POLÍTICA

    SERVir em ORGANISMO INTERNACIONAL.


ID
2679727
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Julgue o item seguinte, relativo ao regime dos servidores públicos federais e à ética no serviço público.


A demissão será a penalidade disciplinar cabível para o servidor que se recusar a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente.

Alternativas
Comentários
  • Errado. 

      Art. 129.  A advertência será aplicada por escrito, nos casos de violação de proibição constante do art. 117, incisos I a VIII e XIX, e de inobservância de dever funcional previsto em lei, regulamentação ou norma interna, que não justifique imposição de penalidade mais grave.                       (Redação dada pela Lei nº 9.527, de 10.12.97)

     § 1o  Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

  • Errado

    Será punido com suspensão (Art. 130, §1º da Lei 8112/90).

  • Art. 130. A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão, não podendo exceder de 90 (noventa) dias.
    § 1º Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

  • Suspensão até 15 dias!

  • ERRADO.

     

    SUSPENSÃO DE ATÉ 15 DIAS, CESSANDO OS EFEITOS DA PENALIDADE UMA VEZ CUMPRIDA A DETERMINAÇÃO.

     

    AVANTE!!! " VOCÊ É O QUE VOCÊ PENSA, É O SR DO SEU DESTINO."

  • Suspensão de até 15 dias 

  • Art. 130 - § 1o  Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

    GABARITO - ERRADA

     

  • recusa inspeção médica - SUSPENSÃO em até 15 DIAS.

  • RECUSA P/ ATUALIZAR DADOS CADASTRAIS -> ADVERTÊNCIA

    RECUSAR-SE A SER SUBMETIDO A INSPEÇÃO MÉDICA -> SUSPENSÃO (15d)

  • ERRADO

     

    Suspensão de até 15 dias.

  • ERRADO 

    LEI 8.112

       Art. 130.  A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão, não podendo exceder de 90 (noventa) dias.

            § 1o  Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

  • Gab: ERRADO

     

    Haverá SUSPENSÃO de até 15 dias.

    --> Um caso de punição com demissão seria o Art.13, § 3° da Lei nº 8.429/92 - Será punido com a pena de demissão, a bem do serviço público, sem prejuízo de outras sanções cabíveis, o agente público que se recusar a prestar declaração dos bens, dentro do prazo determinado, ou que a prestar falsa.

     

    Fonte: Lei 8.429/92 - minhas anotações!

  • ERRADO

     

    Recusa a inspeção médica = Suspensão 

     

    Art. 129

    § 1º  Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

  • ERRADO

    Suspensão de até 15 dias.

  • Pessoal, a resposta está no art. 130 da Lei 8.112/90, e não no art. 129 como informado em comentário anterior:

      Art. 130.  A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão, não podendo exceder de 90 (noventa) dias.

    § 1o  Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

  • Pessoal, por muito tempo fiquei apanhando para diferenciar as hipóteses de ADVERTÊNCIA, SUSPENSÃO e DEMISSÃO previstos na lei 8.112/90, não tem como eu colocar aqui todo o meu resumo, pois tomará muito tempo, mas fica uma dica minha que fez com que eu decorasse de vez essas hipóteses. Decore primeiro as hipóteses de SUSPENSÃO, pois são poucas, ou seja, são apenas quatro, de forma breve:

     

    - Quando for reincidente em advertência

    - Cometer a outro servidor atribuções suas...

    - Exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo

    - Recusar-se inspensão médica (que inclusive foi o caso da questão)

     

    Desta forma, diferenciar ADVERTÊNCIA com DEMISSÃO é fácil, pois são hipóteses muito distantes uma das outras. Caso confunda um hipótese ou outra coloque-as no caderno e passa a lê-la, vc nunca mais vai esquecer.

    Essa foi a minha dica, quem puder enriquecê-la fique a vontade.

    Abraços colegas guerreiros.

  • Resumo:

    Exitem apenas 4 hitpóteses de Suspensão na Lei 8.112

    I) Reicidência de faltas punidas com advertência;

    II) Recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autorida competente (máximo 15 dias);

    III) Cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa;

    IV) Exercer quaisquer atividades incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com horário de trabalho;

  • Penalidades:

     

    Advertência

    Suspensão

    Demissão

    Cassação

    Destituição

     

     

    Suspensão (art 130 da lei) é a sanção disciplinar na qual se proíbe o servidor de execer suas funções por até 90 dias, com a pena da remuneração pelos dias respectivos.

    A suspensão poderá ser convertida em multa, em 50% por dia de vencimento ou remuneração, ficando o servidor obrigado a permanecer em serviço - Ato discricionário.

     

    Infrações disciplinares puníveis com suspensão:

    I - Reincidência das faltas punidas com advertência

    II - Recusa, injustificada, a se submeter a inspeção médica (suspensão de até 15 dias)

    OBS - O cumprimento da determinação cessa os ofeitos da penalidade.

    III - Cometer a outro SERVIDOR atribuições estranhas ao cargo que ocupa.

    Exceto em situações de emergência e transitórias

    IV - Exercer quaisquer atividade que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho.

     

     

  • Suspensão

  • QUESTÃO - A demissão será a penalidade disciplinar cabível para o servidor que se recusar a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente.

     

     

    A penalidade adequada é a SUSPENSÃO

    - Prazo máximo de 15 dias

    - Encerra quando for feito a inspeção médica

  • O servidor que recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente será punido com :

    SUSPENSÃO DE ATÉ QUINZE DIAS , OU, POR CONVENIÊNCIA PARA O SERVIÇO, A PENALIDADE PODERÁ SER CONVERTIDA EM MULTA, NA BASE DE CINQUENTA POR CENTO POR DIA DE VENCIMENTO OU REMUNERAÇÃO, FICANDO O SERVIDOR OBRIGADO A PERMANECER EM SERVIÇO.

  • Errado!!! 

    - Nesse caso é suspenção de até 15 dias.
    Se houver conveniência, a penalidade pode ser convertida em multa de 50% por dia de vencimento ou remuneração, obrigado permanecer em serviço. 

  •    § 1o  Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

  • ü  Suspensão

       v  Caso reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições

          è  não exceder de 90 dias

          è  suspensão de até 15 D recusar inspeção medica, cessando uma vez cumprida

          è  poderá ser convertida em multa, na base de 50% P/ dia

       v  atribuições estranhas ao cargo, exceto emergência e transitória

       v  atividades incompatíveis com o horário de trabalho

       v  registro cancelado após 3 e 5 anos de efetivo exercício, salvo praticado nova infração disciplinar.

          è  O cancelamento Ñ surtirá efeitos retroativos

  • SUSPENSÃO DE 15 DIAS!

  • Errado.

     

    § 1º Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

     

     

  • ERRADO!

     

    Realmente a demissão é uma  penalidade disciplinar, no entanto, ela NÃO É CABÍVEL para o servidor que se recusar a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente. Nesse caso, a penalidade cabível é a SUSPENSÃO.

     

    Penalidades:

     

    Advertência

    Suspensão

    Demissão

    Cassação

    Destituição

     

     

    Entre as infrações disciplinares puníveis com suspensão, está a recusa, injustificada, a se submeter a inspeção médica (suspensão de até 15 dias)

     

     

  • GABARITO: ERRADO

     

    Não confundir:

    Recusar a atualizar dados cadastrais: Advertência  X  Recusar a inspeção médica: Suspensão até 15 dias (Se cumprir a determinação cessa a penalidade)

     

     

    Acometer a pessoa estranha à repartição suas atividadesAdvertência  X  Acometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargoSuspensão

  • ERRADO.

     

    Nos casos de demissão, suspensão e advertência, faça o seguinte: decore apenas os casos de suspensão (que são aqueles que poderiam te deixar na dúvida). Os de demissão (os mais graves) e os de advertência (os menos graves), você descobriria pela eliminação.

     

    Mnemônico dos casos de suspensão:

     

    "O outro servidor, reincidente em atividade incompatível, recusou inspeção médica".

     

    Reincidência em penalidade de advertência

    Recusar a passar por inspeção médica 

    Cometeer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa

    Exercer atividade incompatível com o exercício do cargo ou fu�nção que ocupa e com o horário de trabalho

  • SUSPENSÃO ;

    Art. 130. A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão, não podendo exceder de 90 (noventa) dias.

     

     § 1o Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

     

    § 2o Quando houver conveniência para o serviço, a penalidade de suspensão poderá ser convertida em multa, na base de 50% (cinquenta por cento) por dia de vencimento ou remuneração, ficando o servidor obrigado a permanecer em serviço.

     

    Resumidamente, a suspensão tem caráter residual, pois conforme constatamos na redação do art. 130, ela será aplicada quando não puder ser aplicada a advertência ou a demissão, ou seja, nas seguintes hipóteses:

     

     ü Reincidência das faltas punidas com advertência; ü Caso o servidor injustificadamente se recuse a ser submetido à inspeção médica determinada pela autoridade competente (máximo 15 dias);

     

    ü Violação das seguintes proibições: o Cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa, exceto em situações de emergência e transitórias; o Exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho. O SERVIDOR OCUPANTE DE CARGO EM COMISSÃO NÃO PODE SER SUSPENSO, ELE DEVE SER DESTITUÍDO DO CARGO.

  • ERRADO, Penalidade de SUSPENSÃO por no MÁXIMO 15 dias quem se nega a se submeter a inspeção médica.
     

     

    Ronnye Concurseiro 

    Hipóteses de advertência, suspensão e demisão eu fiz igual a  você, porém só decorei as hipóteses de suspensão, pois depois que tu lê a lei algumas vezes e pega o "espírito" da lei, quando tu vê que uma hipótese é muito grave ela por uma questão lógica é penalidade de demissão, se for uma falta mais leve, aplica-se a advertência, como a suspensão é intermediária e tem poucas hipóteses de aplicação, vale a pena decora-la. E só ficar atento pra não confundir COMETER A UM ESTRANHO ATRIBUIÇÕES SUAS - ADVERTÊNCIA X COMETER A OUTRO SERVIDOR ATRIBUIÇÕES SUAS - SUSPENSÃO. Pela lógica parece que pra um estranho parece ser algo mais grave, mas  pela lei essa lógica é invertida. 

  • Pessoal, tem uma aula do Alfacon no youtube sobre a lei 8.112, podem dá uma olhada que ele ensina direito as partes importantes dela.

    Inclusive acertei essa questão agora por motivo que assistir a aula.

  • SUSPENSÃO ATÉ 15 DIAS.

  • SUSPENSÃO

  • Suspensão 

  • ERRADO

    LEI 8.112/90

    Art. 130 A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita à penalidade de demissão, não podendo exceder de 90 dias.

    §1ºSerá punido com suspensão de até 15 dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido à inspeção médica determinada pela autoridade competente cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

  • Cuidado como o RECURSAR-SE A - Nas duas primeiras ocorrências trata-se apenas de proibição ao servidor. Na terceira ocorrência a lei prevê punição de SUSPENSÃO. Essa expressão ocorre apenas três vezes na Lei 8.112/1990, são elas: 

     

    No artigo 117- Ao servidor é proibido

            III - recusar fé a documentos públicos;

            XIX - recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado.

    No artigo  Art. 130.  A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão, não podendo exceder de 90 (noventa) dias.

            § 1o  Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

     

    Força e Honra!

     

  • DEMISSÃO

    1.      Infrações penalizadas com demissão:

    a.      Crime contra a administração pública;

    b.      Abandono de cargo

    c.       Inassiduidade habitual;

    d.      Improbidade administrativa;

    e.       Conduta escandalosa;

    f.        Insubordinação grave;

    g.      Ofensa física;

    h.      Aplicação irregular de dinheiro público

    i.        Revelação de segredo

    j.        Lesão aos cofres;

    k.      Corrupção;

    l.        Acumulação ilegal de cargos, funções ou empregos.

  • ALOka pcdf, Demissão é punição.

     O que não é punição e EXONERAÇÃO!

  • REVEJA SEUS CONCEITOS ALOKa pcdf.

  • ALOKa tá ouvindo muito ALOK e estudando pouco.

  • NÃO FEZ EXAME MÉDICO, SUSPENSÃO DE ATÉ 15 DIAS QUE CESSA QUANDO O CARA FAZ O EXAME...

    OU SEJA, FAZ O EXAME E VOLTA A TRABALHAR.

  • kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Aloka tá doidona! 

    Acho que ela quis dizer, EXONERAÇÃO. 

  • Gente, já vi vários perfis que nem o desse "Aloka" por aqui... Acho que eles colocam comentários errados para prejudicar quem não é assinante do site. Se for isso mesmo, é muita maldade, nossa! =/


  • ERRADO


    Art. 130. 

         


      § 1o  Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

  • Errado! 

    A pena não é de demissão e sim de SUSPENSÃO!

  • SUSPENSÃO

  • Suspensão por até 15 dias.

    Ps: Caso o servidor após ser penalisado realize a inspeção medica, sua suspensão é cessada e ele retorna às atividades normalmente.

     

    Gabrito: Errado

    BONS ESTUDOS

  • SUSPIONALDO, O FOLGADO.
    Preguiçoso, fica mandando os outros fazerem seu trabalho,
    enquanto joga paciência na repartição.
    Eu já adverti ele, mas ele repete repete repete.
    Vou suspender ele na porrada, até 90 dias de cama.
    Ou chamo alguém mais fraco pra não machucar muito

    Dar uma Juntada nele, fica no hospital por até uns 15 dias.

  • Art. 130. A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão, não podendo exceder de 90 (noventa) dias.
    § 1º Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação

  • O aloka Pcdf disse que demissão não é punição! kkkk 

    Ainda tem 2 idiotas que curtiram isso. PQP

     

  • Suspensão 

  • Gabarito: questão errada.

     

    Lei 8.112, 90: "[...]  Art. 129.  A advertência será aplicada por escrito, nos casos de violação de proibição constante do art. 117, incisos I a VIII e XIX, e de inobservância de dever funcional previsto em lei, regulamentação ou norma interna, que não justifique imposição de penalidade mais grave. Art. 130.  A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão, não podendo exceder de 90 (noventa) dias. § 1o  Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação. § 2o  Quando houver conveniência para o serviço, a penalidade de suspensão poderá ser convertida em multa, na base de 50% (cinqüenta por cento) por dia de vencimento ou remuneração, ficando o servidor obrigado a permanecer em serviço. Art. 131.  As penalidades de advertência e de suspensão terão seus registros cancelados, após o decurso de 3 (três) e 5 (cinco) anos de efetivo exercício, respectivamente, se o servidor não houver, nesse período, praticado nova infração disciplinar. Parágrafo único.  O cancelamento da penalidade não surtirá efeitos retroativos. Art. 132.  A demissão será aplicada nos seguintes casos: I - crime contra a administração pública; II - abandono de cargo; III - inassiduidade habitual; IV - improbidade administrativa; V - incontinência pública e conduta escandalosa, na repartição; VI - insubordinação grave em serviço; VII - ofensa física, em serviço, a servidor ou a particular, salvo em legítima defesa própria ou de outrem; VIII - aplicação irregular de dinheiros públicos; IX - revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo; X - lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional; XI - corrupção; XII - acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas; XIII - transgressão dos incisos IX a XVI do art. 117. [...]."

  • Art. 130. A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão, não podendo exceder de 90 (noventa) dias.


    § 1º Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

  • Art. 130. A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão, não podendo exceder de 90 (noventa) dias.
    § 1º Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação. Resposta ERRADA

  • ERRADO! O servidor será suspenso por até 15 dias.

  • RECUSA P/ ATUALIZAR DaDos caDastrais -> aDvertência

    RECUSAR-SE A SER SUBMETIDO A inSpeção médica -> Suspensão (15d)

     


     

  • SUSPENSÃO  DE 15 DIAS, Caso o servidor cumprir a determinação CESSA os efeitos da penalidade.

    O registro  será CANCELADO  APÓS O DECURSO DE 3 a 5 anos de efetivo de serviço se o servidor nesse periodo  NÃO houver praticado NOVA  infração disciplinar.

  • GABARITO: ERRADO

     

    LEI 8.112

    Art. 130.   § 1o  Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

  • Nesse caso, a penalidade a ser aplicada é a de suspensão, e não de demissão.

     

    Art. 130, § 1º

     

    Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

     

    by neto..

  • ERRADO

     

     

    MECETE:

     

     

    recuSou inSpeçÃO médica = SuspensÃO

     

     

    Bons estudos !!!!!!

  • SUSPENSÃO POR 15 DIAS E SE REALIZAR A INSPEÇÃO, CESSAM OS EFEITOS DA PENA.

  • NÃO SUBMISSÃO À INSPEÇÃO= SUSPENSÃO

    liga essa rima

  • O art. 130, § 1o, da Lei 8.112/90, estabelece que "Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação".

    Portanto, para a hipótese descrita na assertiva a penalidade cabível é a suspensão.

    Gabarito do Professor: Errado
  • O caboclo não se submete à inspeção médica e ainda "ganha" 15 dias sem trabalhar.

    SUSPENSÃO, não demissão.

    Tá certo isso, Arnaldo?


    Grife lá, Art. 130, §1º, da 8.112.

  • SUSPENSÃO !


    Reincidência em penalidade de advertência

    Recusar a passar por inspeção médica 

    Cometeer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa

    Exercer atividade incompatível com o exercício do cargo ou função que ocupa e com o horário de trabalho

  • É SUSPENSÃO ATÉ 15 DIAS

  • Art. 130 Lei 8.112

    Macete, peguei aqui no QC

    CORRE que lá vem a SUSPENSÃO KKKKK

    COmeter a outro SERVIDOR atribuições que são suas.

    Reincidência de advertência.

    Recusa a inspeção médica oficial(até 15 dias)

    Exercer qualquer atividade incompatível com o cargo/ função/ horário de trabalho.

  • Gab: Errado!! É suspensão de 15 dias pra vc filhote!
  • Gab: Errado. É suspensão de ATÉ 15 dias.

  • Opções para suspensão

    - reincidência de advertência

    - recusa à inspeção médica oficial (até 15 dias)

    cometer a outro SERVIDOR atribuições que são suas

    exercer qualquer atividade incompatível com o cargo/função/horário de trabalho.

  • Errado

    O art. 130, § 1o, da Lei 8.112/90, estabelece que "Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação".

    Portanto, para a hipótese descrita na assertiva a penalidade cabível é a suspensão.

  • ART. 130, 8112/90:

    A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão, não podendo exceder de 90 (noventa) dias.

    § 1º Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

  • Suspensão de até 15 dias.

  • Suspensão de até 15 dias.
  • Os casos de SUSPENSÃO: APENAS ESSES QUATRO.

    ·        Reincidência de advertência;

    ·        Recusa à inspeção médica oficial (até 15 dias);

    ·        Cometer a outro servidor atribuições que são suas;

    ·        Exercer qualquer atividade incompatível com o cargo/função/horário de trabalho.

  • ERRADO

    Art. 130.

    § 1º Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

  • Art. 130.

    § 1º Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

  • § 1   Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

  • casos de SUSPENSÃO: APENAS ESSES QUATRO.

    ·        Reincidência de advertência;

    ·        Recusa à inspeção médica oficial (até 15 dias);

    ·        Cometer a outro servidor atribuições que são suas;

    ·        Exercer qualquer atividade incompatível com o cargo/função/horário de trabalho.

  • casos de SUSPENSÃO: APENAS ESSES QUATRO.

    ·        Reincidência de advertência;

    ·        Recusa à inspeção médica oficial (até 15 dias);

    ·        Cometer a outro servidor atribuições que são suas;

    ·        Exercer qualquer atividade incompatível com o cargo/função/horário de trabalho.

  • GABARITO: ERRADO

    O art. 130, § 1o, da Lei 8.112/90, estabelece que "Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação".

  • ERRADO

    Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

  • Art. 130, parágrafo primeiro, dispõe que será punido com suspensão de até 15 dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

    Logo o gabarito da questão é errado.

  • Errado!!

    Suspensão!!!

    Macete abaixo é crédito de uma colega aqui do QC que não me lembro:

    Vamos decorar, pois são poucos os casos. O que NÃO for suspensão, analise a gravidade, pois será ADVERTÊNCIA ou DEMISSÃO.

    MACETE: CORRE que lá vem suspensão

    - COmeter a outro SERVIDOR

    - Reincidência de advertência

    - Recusa à inspeção médica oficial (até 15 dias)

    - Exercer qualquer atividade incompatível com o cargo/função/horário de trabalho.

    Obs: COmeter a pessoa estranha: ADVERTÊNCIA

  • CORRE que lá vem suspensão

    COmeter a outro SERVIDOR atribuições que são suas

    Reincidência de advertência

    Recusa à inspeção médica oficial (até 15 dias)

    Exercer qualquer atividade incompatível com o cargo/função/horário de trabalho.

  • MNEMÔNICO para gravar as penalidades de suspensão:

    CORRE que lá vem suspensão!

    COmeter a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa, exceto sem situações de emergência e transitórias.

    Reincidência de falta punida com advertência.

    Recusa injustificada a se submeter à inspeção médica (até 15 dias), 'cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.'

    Exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo e com o horário de trabalho.

  • hipótese de suspensão

  • CORRE que lá vem suspensão

         COmeter a outro SERVIDOR atribuições que são suas

         Reincidência de advertência

         Recusa à inspeção médica oficial (até 15 dias)

         Exercer qualquer atividade incompatível com o cargo/função/horário de trabalho.

  • Suspensão de 15 dias!!

     

    Gab. ERRADO!!

  • GABARITO ERRADO

    LEI 8.112/90: Art. 130, § 1º - Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

    "A repetição com correção até a exaustão leva a perfeição". 

  • Na verdade há dois erros:

    1 - É caso de suspensão, não demissão; e

    2 - Não é qualquer recusa que enseja à suspensão. É importante ter em mente que são apenas recusas injustificadas, galera!

  • Macete para ajudar os demais colegas

    CORRE que lá vem SUSPENSÃO (limitada até 90 dias)

    Cometer a outro SERVIDOR atribuições que são suas.

    Reincidência de advertência.

    Recusa à inspeção médica oficial (até 15 dias).

    Exercer qualquer atividade incompatível com o cargo/função/horário de trabalho.

  • Em resumo, as hipóteses de demissão do servidor público estabelecidas pela Lei 8.112/90 são as seguintes:

    • Demissão por cometimento de crimes contra a Administração Pública
    • Demissão por abandono de Cargo ou inassiduidade
    • Improbidade Administrativa
    • Demissão por incontinência pública e conduta escandalosa, na repartição
    • Insubordinação grave em serviço
    • Ofensa física, em serviço, a servidor ou a particular, salvo em legítima defesa própria ou de terceiro
    • Aplicação irregular de dinheiros públicos
    • Revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo
    • Lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional
    • Corrupção Passiva e Ativa
    • Acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas
    • valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública;
    • participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada, exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário;
    • atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau, e de cônjuge ou companheiro;
    • receber propina, comissão, presente ou vantagem de qualquer espécie, em razão de suas atribuições;
    • aceitar comissão, emprego ou pensão de estado estrangeiro;
    • praticar usura sob qualquer de suas formas (emprestar dinheiro a juros);
    • proceder de forma desidiosa (falta de zelo com as obrigações);
    • utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares;

    créditos Jennifer Marinho

  • LEI 8.112/90 Art. 130, § 1º - Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

  • Artigo 13 da Lei nº 8.429 de 02 de Junho de 1992

    § 3º Será punido com a pena de demissão, a bem do serviço público, sem prejuízo de outras sanções cabíveis, o agente público que se recusar a prestar declaração dos bens, dentro do prazo determinado, ou que a prestar falsa.

    Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais.

    Art. 130. A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão, não podendo exceder de 90 (noventa) dias.

  • ERRADA

    ·        Não se submeter à inspeção médica: até 15 dias de SUSPENSÃO

    Obs:

    •  Não recebe salário durante a suspensão.
    • Pode se dar através de sindicância (suspensão até 30 dias)

  • Caso de suspensão.

  •  • Penas de SUSPENSÃO – lá vem o chefe, CORRE!

    COmeter a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa

    Reincidência em advertência

    Recusar a inspeção médica

    Exercer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho 

  • suspensão de até 15 (quinze) dias.

  •  a penalidade cabível é a suspensão

    Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.

    ERRADO

  • suspensão de até 15 dias.

  • CORRE que a suspensão vem ai!!  (Não pode exceder 90 dias)

    COmeter a outro servidor atribuições que são suas ou estranha ao cargo

    Reincidência de advertência

    Recusa à inspeção médica oficial (até 15 dias)

    Exercer qualquer atividade incompatível com o cargo/função/horário de trabalho

    fonte: amigos do qc.

  • ERRADO.

    Suspensão de até 15 dias.

  • A SUSPENSÃO DE ATÉ 15 DIAS será a penalidade disciplinar cabível para o servidor que se recusar a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente.


ID
2679730
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Ética na Administração Pública
Assuntos

Julgue o item seguinte, relativo ao regime dos servidores públicos federais e à ética no serviço público.


É dever do servidor público respeitar a hierarquia, respeito esse que veda a ele representar contra comprometimentos da estrutura do poder estatal.

Alternativas
Comentários
  • Errado

     

    Ninguém está acima da lei

     

    O servidor deve sim obedecer aos seus superiores, mas sua obediêcia deve ser primeiramente às leis que regem a sua funçao pública.

     

    Dessa forma, jamais deve obedecer a uma ordem manifesta ilegal, independente de quem emita a ordem

  • LEI 8112

    Art. 116.  São deveres do servidor:

     

    (...)

     

     XII - representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder.

     

     

    DL 1.171

     

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

     

    (...)

     

    i) resistir a todas as pressões de superiores hierárquicos, de contratantes, interessados e outros que visem obter quaisquer favores, benesses ou vantagens indevidas em decorrência de ações imorais, ilegais ou aéticas e denunciá-las;

     

    GABARITO: ERRADO

  • ERRADO.

     

    Art. 116.  São deveres do servidor:

     

    XII - representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder.

     

    AVANTE!!! " VOCÊ É O QUE VOCÊ PENSA, É O SR DO SEU DESTINO."

  • questão de bom senso!

  • Respeitar a hierarquia não quer dizer que o servidor tenha de ser conivente com quaisquer irregularidades.

  • ERRADO

     

    LEI 8112

    Art. 116.  São deveres do servidor:

    (...)

     XII - representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder.

  • ERRADO

     

    O servidor deve respeitar a hierarquia, porém é sua obrigação representar contra omissões, ilegalidades ou abuso de poder.

     

    Lei 8.112, art. 116.

     

  • Lei 8.112/90, art. 116: São deveres do servidor:

    XII - representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder.

    Parágrafo único.  A representação de que trata o inciso XII será encaminhada pela via hierárquica e apreciada pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada, assegurando-se ao representando ampla defesa.

  • É dever do servidor público respeitar a hierarquia, respeito esse que veda a ele representar contra comprometimentos da estrutura do poder estatal.

     

    LEI 8112

    Art. 116.  São deveres do servidor:

    (...)

     XII - representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder.

  • errado. 
    Ele deve representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder. 

  • - É dever do servidor público respeitar a hierarquia: submetendo-se à ordem de seus superiores, que não sejam ilegais;

    - respeito esse que veda a ele representar contra comprometimentos da estrutura do poder estatal: uma questão de ética. 

     

    EM TODOS OS CASOS O SERVIDOR POSSUI A OBRIGAÇÃO DE REPRESENTAR CONTRA ILEGALIDADES OU ABUSOS DE PODER COMETIDOS NO ÂMBITO DE SEU ÓRGÃO/ENTIDADE. (na teoria, pq na prática...)

     

  • Errada

    8112/90

    Art116°-  São deveres do servidor

    XII- Representar contra ilegalidade, omissão ou abuso do Poder. 

  • Erradíssimo.

     

    No código de ética do servidor está assim descrito:

     

    h) ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal;

     

    Ou seja, mesmo com temor eu tenho que representar, pelo fato de ser um dever do Servidor.  

  • É dever do servidor público respeitar a hierarquia, respeito esse que veda a ele representar contra comprometimentos da estrutura do poder estatal. ERRADO.

     

    Lei 8.112

    art. 116 São deveres do servidor:

    IV - cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais;

    XII - representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder.

                             >.<

    Decreto  nº 1.171/1994

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    h) ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal;

  • ERRADO

    Não só pode como deve representar contra atos ilícitos de que se tenha conhecimento, sob pena de ser responsabilizado por omissão, inclusive contra superiores, sendo garantido ainda a não imputação penal ou administrativa, o ato de denunciar algo que ao servidor lhe pareça suspeito.

  • É dever do servidor público respeitar a hierarquia, respeito esse que veda a ele representar contra comprometimentos da estrutura do poder estatal.

    Em um país que proclame o regime Ditatorial, esta assertiva estaria correta. rsrrsrs

    Viva a Democracia.

  • Art. 116.  São deveres do servidor:

            I - exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo;

            II - ser leal às instituições a que servir;

            III - observar as normas legais e regulamentares;

            IV - cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais;

            V - atender com presteza:

                a) ao público em geral, prestando as informações requeridas, ressalvadas as protegidas por sigilo;

                b) à expedição de certidões requeridas para defesa de direito ou esclarecimento de situações de interesse pessoal;

                c) às requisições para a defesa da Fazenda Pública.

           VI - levar as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ao conhecimento da autoridade superior ou, quando houver suspeita de envolvimento desta, ao conhecimento de outra autoridade competente para apuração;                    

            VII - zelar pela economia do material e a conservação do patrimônio público;

            VIII - guardar sigilo sobre assunto da repartição;

            IX - manter conduta compatível com a moralidade administrativa;

            X - ser assíduo e pontual ao serviço;

            XI - tratar com urbanidade as pessoas;

            XII - representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder.

     

            Parágrafo único.  A representação de que trata o inciso XII será encaminhada pela via hierárquica e apreciada pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada, assegurando-se ao representando ampla defesa.

  • PODE REPRESENTAR, CUMPRIR NÃO. ART.116 , IV L8112

  • ESSA DÁ PRA IR PELO PRINCÍPIO DA MORALIDADE, SÓ POR ANALOGIA!

  • O servidor deve respeitar a hierarquia, porém é sua obrigação representar contra omissões, ilegalidades ou abuso de poder.

     

    Lei 8.112, art. 116.

  • Questão  : 

     

    É dever do servidor público :

     

    Respeitar a hierarquia ( respeito esse que veda (PROIBE) a ele representar contra comprometimentos da estrutura do poder estatal ).

     

    GABARITO  : ERRADO 

     

    ARGUMENTAÇÃO  :

     

    É DEVER do SERVIDOR : Respeitar a hierarquia ( normas do chefe sem nenhum temor de representar contra atitudes indevidas ( ímprobas , ilícitas , ilegais..) ... portanto é OBRIGAÇÃO do SERVIDOR : SER CONTRA E DENUNCIAR ESSES ATOS/FATOS ( Ñ É PROIBIDO QUE O SERVIDOR DENUNCIE ESSES ATOS E FATOS Q NÃO ESTEJAM SENDO CUMPRIDOS CONFORME PERMITIDO EM LEI ) .

  • ERRADO.

    Lei 8.112/90.

    Art. 116.  São deveres do servidor:

    XII - representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder.

  • Gabarito: questão errada.

     

    Lei 8.112, 90: "[...] Art. 116.  São deveres do servidor: I - exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo; II - ser leal às instituições a que servir; III - observar as normas legais e regulamentares; IV - cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais; V - atender com presteza: a) ao público em geral, prestando as informações requeridas, ressalvadas as protegidas por sigilo; b) à expedição de certidões requeridas para defesa de direito ou esclarecimento de situações de interesse pessoal; c) às requisições para a defesa da Fazenda Pública. VI - levar as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ao conhecimento da autoridade superior ou, quando houver suspeita de envolvimento desta, ao conhecimento de outra autoridade competente para apuração; VII - zelar pela economia do material e a conservação do patrimônio público;  VIII - guardar sigilo sobre assunto da repartição; IX - manter conduta compatível com a moralidade administrativa; X - ser assíduo e pontual ao serviço; XI - tratar com urbanidade as pessoas; XII - representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder. Parágrafo único.  A representação de que trata o inciso XII será encaminhada pela via hierárquica e apreciada pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada, assegurando-se ao representando ampla defesa. [...]."

  • Decreto  nº 1.171/1994

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    h) ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal;

  • ERRADO

    De acordo com o DECRETO 1.171/1994

    Seção II

    Dos Principais Deveres do Servidor Público:

    h) ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal;

    É até passar!

     

  • Dos Principais Deveres do Servidor Público:

    h) ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal;

     

    Logo, assertativa errada....

     

    #estudaquepassa

  • h) ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal;

  • Se está errado, boca no trombone!

  • DECRETO Nº 1.171/1994

     

    XIV – São deveres fundamentais do servidor público:

     

    h) ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal;

     

    Observem que o referido Código determina que o servidor respeite a hierarquia, mas isso não significa que o servidor deva ser conivente com faltas éticas ou se sujeite à vontade dos superiores que possam implicar o comprometimento ético de sua conduta. Os elementos ético, probo, moral e legal estão acima da hierarquia. Portanto, o servidor, diante de comprometimentos da estrutura do poder estatal, deverá representar contra tais comprometimentos.

     

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    ------------------- 

    Gabarito: Errado

  • Gabarito''Errado''.

    Lei 8.112, art. 116.

    =>O servidor deve respeitar a hierarquia, porém é sua obrigação representar contra omissões, ilegalidades ou abuso de poder.

    Estudar é o caminho para o sucesso.

  • Gabarito: Errado

    XIV – São deveres fundamentais do servidor público:

     

    h) ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal;

  • O servidor não pode colocar a hierarquia acima do bem comum.

  • o comprometimento sem o INDEVIDO me deu uma avoadora com os dois pés e rodando ainda kkkkk

  • h) ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal;

    GABARITO: ERRADO

  • Decreto 1.171/94 - Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal.

    Seção II - Dos Principais Deveres do Servidor Público.

    h) ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal;

  • Com a Reforma quero ver algum ir contra o chefe!! Só Jesus!

  • Queria achar Rlm e Informática fácil que nem eu acho ética kkkkkkkkk. Já fiz umas 300 questões e errei 1

  • Ter respeito a hierarquia, sim!

    porem sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido.

  • Hierarquia sem temor!

  • O respeito hierárquico não se sobrepõe ao bem comum nem as regras deontológicas.

    >>> O bem comum é o preceito moral maior da Adm. Pública, por isso deve ser preservado pela atuação digna, zelosa, proba, eficaz e consciente acerca dos princípios morais por parte do servidor público.

  • O Decreto n.° 1.171, de 22 de junho de 1994, aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal.

    Para responder a questão o aluno precisa saber Dos Principais Deveres do Servidor Público previstos na Seção II do Capítulo I do referido código.

    De acordo com o referido decreto, um dos deveres fundamentais do servidor público é "ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal".


    Gabarito do Professor: ERRADO.
  • É dever do servidor público respeitar a hierarquia, sem nenhum temor de representar contra comprometimentos da estrutura do poder estatal.


ID
2679733
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Ética na Administração Pública
Assuntos

Julgue o item seguinte, relativo ao regime dos servidores públicos federais e à ética no serviço público.


Comissões de ética são obrigatórias para todos os órgãos da administração pública federal direta, sendo facultativas para entidades da administração indireta.

Alternativas
Comentários
  • CAPÍTULO II

    DAS COMISSÕES DE ÉTICA

     

    XVI - Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura.

     

    GABARITO: ERRADO

  • DECRETO Nº 1.171, DE 22 DE JUNHO DE 1994

    Art. 2° Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta e indireta implementarão, em sessenta dias, as providências necessárias à plena vigência do Código de Ética, inclusive mediante a Constituição da respectiva Comissão de Ética, integrada por três servidores ou empregados titulares de cargo efetivo ou emprego permanente.

    XVI - Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura.

  • DECRETO Nº 1.171/ 1994 - Aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal.

    Art. 2° Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta e indireta implementarão, em sessenta dias, as providências necessárias à plena vigência do Código de Ética, inclusive mediante a Constituição da respectiva Comissão de Ética, integrada por três servidores ou empregados titulares de cargo efetivo ou emprego permanente.

    CAPÍTULO II - DAS COMISSÕES DE ÉTICA

    XVI - Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura.

     

    GABARITO - ERRADO. 

  • GAB- ERRADO!!

    XVI - Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura.

  • Ano: 2012   Banca: CESPE   Órgão: MPE-PI   Prova: Analista Ministerial - Área Administrativa

    Considerando a ética no serviço público, julgue os itens subsecutivos.

    A instituição de comissão de ética é obrigatória em todos os órgãos da administração direta do Poder Executivo federal, sendo facultativa nos órgãos da administração indireta.

    Gabarito: Errado

     

    Questão já cobrada anos atrás. Essa é a importância de fazer questões, as bancas não tem mais o que inventar e acabam copiando questões antigas, principalmente na matéria de ética :D

  • GABARITO E

    XVI - Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética (...).

  • Errado.

    Questões semelhantes:

    Q898254 Ano: 2018 Banca: Quadrix Órgão: CRM-DF Prova: Assistente Administrativo


    Acerca do Decreto n.º 1.171/1994, julgue o item: nas entidades que exerçam atribuições delegadas pelo Poder Público, também deverá ser criada Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional. CERTO.

    Ano: 2012 Banca: CESPE Órgão: MPE-PI Prova: Analista Ministerial - Área Administrativa


    A instituição de comissão de ética é obrigatória em todos os órgãos da administração direta do Poder Executivo federal, sendo facultativa nos órgãos da administração indireta. ERRADO.

  • é obrigatória a comissão de ética, tanto na administraçao direta quanto indireta.

  • É OBRIGATÓRIO !

     

  • CAPÍTULO II

    DAS COMISSÕES DE ÉTICA

     

    XVI - Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura.

     

    Haverá Comissão de Ética:

     

    1) Administração Pública Federal direta

    2) Administração Pública Federal indireta autárquica e fundacional

    3) qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público

     

    Bons estudos.

  • Não seria falta de ética ficar repetindo os mesmos comentários?

    No mínimo, sem lógica.

  • ERRADO

     

    A comissão de ética é obrigatória para:

     

    - Administração direta

    - Administração indireta

    - Órgãos/entidades que exercem atribuições delegadas pelo poder público.

     

     

    FONTE: DECRETO Nº 1.171, ART. 2º, XVI

  • Haverá comissão de ética:

    1) Administração pública federal direta;

    2) Administração pública federal indireta autárquica e fundacional;

    3) Qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público.

  • CAPÍTULO II

    DAS COMISSÕES DE ÉTICA

     

    XVI - Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura.

  • Gabarito: ERRADO

    Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal

    CAPÍTULO II

    DAS COMISSÕES DE ÉTICA

    XVI - Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura.

     

  • Gabarito: "Errado"

     

    Aplicação do Decreo 1.171/94

    Art. 2° Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta e indireta implementarão, em sessenta dias, as providências necessárias à plena vigência do Código de Ética, inclusive mediante a Constituição da respectiva Comissão de Ética, integrada por três servidores ou empregados titulares de cargo efetivo ou emprego permanente.

     

    XVI - Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura.

     

  • Gabarito: questão errada.

     

    Decreto 1.171, 94: "[...] Art. 1° Fica aprovado o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, que com este baixa. Art. 2° Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta e indireta implementarão, em sessenta dias, as providências necessárias à plena vigência do Código de Ética, inclusive mediante a Constituição da respectiva Comissão de Ética, integrada por três servidores ou empregados titulares de cargo efetivo ou emprego permanente. Parágrafo único. A constituição da Comissão de Ética será comunicada à Secretaria da Administração Federal da Presidência da República, com a indicação dos respectivos membros titulares e suplentes.[...]."

  • Errado. É aplicada no âmbito do Poder Executivo Federal 

  • ERRADO

    Conforme o DECRETO 1.171/1994:

    Capítulo II

    XVI. Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta, autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, DEVERÁ SER CRIADA UMA COMISSÃO DE ÉTICA,...

    É até passar!

     

  • órgãos da adm direta e indireta do poder executivo FEDERAL. Todos são obrigador a ter comissões de ética!

  • Meeewww,  essa karla é muito chata, afff!   

  • ADM DIRETA E INDIRETA

  • Errei de bobeira, fui responder rápido e nem perccebi a maldade da questão.

    A afirmativa está errada porque uma coisa é ser obrigado a criar uma Comissão Ética, outra coisa é ser obrigado a seguir o Código de Etica.

    Seguir, todo servidor (em sentido amplo - D 1171, XXIV) tem que seguir.

    Entretanto, não há obrigação para as Empresas Pública e para as Sociedades de Economia Mista de criar a Comissão Ética.

    Então, quem precisa ter Comissão de Ética?

    Precisam ter Comissão de Ética a Administração Direta e, na Administração Indireta, apenas as Autarquia e Fundações.

  • XXIV - Para fins de apuração do comprometimento ético, entende-se por servidor público todo aquele que, por força de lei, contrato ou de qualquer ato jurídico, preste serviços de natureza permanente, temporária ou excepcional, ainda que sem retribuição financeira, desde que ligado direta ou indiretamente a qualquer órgão do poder estatal, como as autarquias, as fundações públicas, as entidades paraestatais, as empresas públicas e as sociedades de economia mista, ou em qualquer setor onde prevaleça o interesse do Estado.

  • CAPÍTULO II
    Das Comissões de Ética


    XVI – Em todos os órgãos e entidades da Administração
    Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou
    em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições
    delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma
    Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar
    sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as
    pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe
    conhecer concretamente de imputação ou de procedimento
    susceptível de censura.

     

    #estudaquepassa

  • QUESTÃO - Comissões de ética são obrigatórias para todos os órgãos da administração pública federal direta, sendo facultativas para entidades da administração indireta.


    A criação de comissões é obrigatória. Não tem conversa!

    GAB: ERRADO

  • Direta, indireta ou até mesmo em órgãos que exerçam atribuições delegadas pelo poder público

  • COMISSÃO DE ÉTICA

    ==>> Em toda a Administração Pública Federal direta, indireta, ou qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público

    ==>> Constituída por 3 servidores ou empregados titulares de cargo efetivo ou emprego permanente

    ==>> será encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público

    ==>> competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura.

  • Das Comissões de Ética



    XVI – Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou


    em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de


    Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o


    patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura.


    Ok!!


    Mas se a questão vier falando sobre as Empresas Públicas e as S.E.M??? Eu sigo a lei ou que as mesmas não tem obrigação de criar comissões????


    Alguém me ajude!!! Grata!

  • Pra quem tem dúvida a respeito da criação de comissão de ética em SEM, é sim obrigatória. Segue uma questão da própria banca CESPE:

    Ano: 2013 Banca:  Órgão:  Prova: 

    Com base no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, julgue o item a seguir.

    Com objetivo de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, bem como aplicar sanções disciplinares a servidores, deverão ser criadas comissões de ética em todos os órgãos e entidade da administração pública federal direta e indireta, exceto nas sociedades de economia mista.

    Gabarito: ERRADO.

    Ou seja, devem ser criadas comissões de ética em todos os órgãos e entidades da administração direta e indireta.

    Espero ter ajudado!

  • 2018

    A criação de comissão de ética com a finalidade de orientar o servidor é facultativa às entidades que exerçam atribuições delegadas pelo poder público.

    errada

  • Adendo:

    Lembrando que a atuação no âmbito da CEP

    não enseja qualquer tipo de REMUNERAÇÃO

    para seus membros. Os trabalhos são prestações

    de relevante serviço público.

  • Decreto 1171/94:

     

    XVI - Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura.

  • São obrigatórias para a Administração Pública Federal Direta e Indireta.

  • DECRETO Nº 1.171/1994

     

    XVI – Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura.

     

    Logo, não se trata de uma faculdade, mas de uma obrigação. O termo "deverá" não deixa margem para quaisquer dúvidas.

     

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    ------------------- 

    Gabarito: Errado

  • Gabarito''Errado''.

    COMISSÕES DE ÉTICA

    XVI - Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética.

    Estudar é o caminho para o sucesso.

  • Direta União, Estados DF e Municípios. Indireta FASE Fundação, Autarquia, Sociedade de Economia Mista e Empresa Publica. Todas possuem comissão de ética.
  • Gabarito: Errado

    XVI – Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura.

     

  • Obrigatório para ambos.

  • XVI. Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta, autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, DEVERÁ SER CRIADA UMA COMISSÃO DE ÉTICA,...

    GABARITO: ERRADO

  • Em todos os órgãos e entidades da administração pública federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada Comissão de Ética,…

    ♦ As comissões de ética não são instituídas em todos os órgãos e entidades da Administração Pública,

    apenas no PODER EXECUTIVO FEDERAL, ou seja, não são instituídas nos Poderes Legislativo e Judiciário.

    ◘ é um decreto

    ◘ não são comitês, são comissões

  • Comissão de ética: deverá ser criada uma Comissão de Ética em todos os órgãos e entidades da Adm. Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público.

  • Só um adendo: o art. em questão não fala em Sociedades de Economia Mista e Empresas Públicas, restringindo às autarquias e fundações.

  • O Decreto n.° 1.171, de 22 de junho de 1994, aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal.


    Para responder a questão o candidato precisa saber aspectos gerais das Comissões de Ética (Capítulo II), descritas no referido código.


    De acordo com o decreto, em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura". (grifo nosso.)



    Gabarito do Professor: ERRADO.

  • XVI. Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta, autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, DEVERÁ SER CRIADA UMA COMISSÃO DE ÉTICA

  • XVI - Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura

  • Item errado. As comissões de ética são obrigatórias para todos os órgãos da administração pública federal direta e indireta.


ID
2679736
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Ética na Administração Pública
Assuntos

Julgue o item seguinte, relativo ao regime dos servidores públicos federais e à ética no serviço público.


É dever do servidor público facilitar a fiscalização de serviço público cuja prestação esteja sob sua responsabilidade.

Alternativas
Comentários
  • Correto. Art. 116.  São deveres do servidor:

      III - observar as normas legais e regulamentares;

  • DL 1.171

     

    Dos Principais Deveres do Servidor Público

     

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito;

     

    GABARITO: CERTO

  • DECRETO Nº 1.171/ 1994 - Código de Ética

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito;

     

    LEI 8.118 - regime jurídico dos servidores públicos civis da União

    Art. 116.  São deveres do servidor:

    III - observar as normas legais e regulamentares;

     

    GABARITO  - CERTO

  • CERTO

     

    DL 1.171

    Dos Principais Deveres do Servidor Público

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito;

  • Como marcar errado em um bebezinho desses!

  • Ê boiada! Essa é pra alegrar o caboclo! :)

  • É isso mesmo! 

    Gab: Certo

  • Comissões de Ética

    XVI – Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e como o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura.

  • CERTO.

    Decreto 1171 - Seção II, XIV, s. "Facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito."

  • Decreto 1.171/94: Deveres do servidor (inciso XIV) - Facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito.

  • Gabarito: CERTO

    Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal

    Seção II

    Dos Principais Deveres do Servidor Público

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito;

  • Gabarito: "Certo"

     

    Aplicação do Decreto n. 1.171/94:

     

    Seção II

    Dos Principais Deveres do Servidor Público

     

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito;

  • Está tão fácil que dá até medo de responder! juro que fiquei procurando uma pegadinha da cespe kkkkk

  • É dever do servidor público facilitar a fiscalização de serviço público cuja prestação esteja sob sua responsabilidade.

    A pegadinha está aí, a frase está limitando o alcance do dever de facilitar a fiscalização, por que a alinea diz "todos atos ou serviços" e não somente os que estiverem sob sua responsabilidade.

    Dos Principais Deves do Servidor Público

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito;

  • Ano: 2012 Banca: CESPE Órgão: ANCINE Prova: Técnico em Regulação

    No que se refere à ética no serviço público, julgue o  próximo  item.

     

    O servidor público tem o dever de facilitar a fiscalização de atos e serviços quando assim lhe for solicitado. CERTO

     

    Ano: 2012 Banca: CESPE Órgão: TRE-RJ Prova: Cargos de Nível Superior

     

    É vedado ao servidor público facilitar a fiscalização de todos os seus atos. ERRADO

  • Errei por não ter a parte “por quem de direito”
  • Decreto 1.171

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público

    s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito;

  • CERTO.

     

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito;

  • Certo


    DL 1.171

     

    Dos Principais Deveres do Servidor Público

     

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito;

  • DECRETO Nº 1.171/1994

     

    XIV – São deveres fundamentais do servidor público:

    s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito;

     

    Apenas atentem ao fato de que o referido código não limita a fiscalização aos serviços cuja prestação esteja sob responsabilidade do servidor, mas abrange todos os atos e serviços, desde que sejam fiscalizados por quem de direito. Trata-se de uma condição sine qua non. Como a redação da questão não determinou quem iria fiscalizar, a assertiva está correta, pois a fiscalização dos atos e serviços deve, de fato, ser facilitada pelo servidor.

     

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    ------------------- 

    Gabarito: Certo

  • Gabarito''Certo''.

    DECRETO Nº 1.171/ 1994 -Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal,

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito.

    Estudar é o caminho para o sucesso.

  • Pra que atrapalhar a fiscalização? Questão correta!
  • Gabarito: Certo

    XIV – São deveres fundamentais do servidor público:

    s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito;

     

  • XIV - São deveres fundamentais do servidor público: s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito;

    GABARITO: CERTO

  • O servidor NÃO pode usar qualquer artifício para obstruir o exercício de um direito nem obstaculizar a fiscalização dos atos ou serviços que são praticados no âmbito dos órgãos públicos.

  • XIV - São deveres fundamentais do servidor público: s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito;

    GABARITO: CERTO

  • Decreto n.º 1.171, de 22 de junho de 1994, aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal.

    Para responder a questão o candidato precisa saber os principais deveres do servidor público previstos na Seção II do Capítulo I do referido código.

    “XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    ...

    s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito". (grifo nosso.)


    Gabarito do Professor: CERTO.

ID
2679739
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Acerca dos conceitos básicos de orçamento público, julgue o item a seguir.


Intervenção governamental direta é medida apropriada para solucionar problema de depressão por insuficiência de demanda de determinado sistema econômico.

Alternativas
Comentários
  • CF/88 Art. 174. Como agente normativo e regulador da atividade econômica, o Estado exercerá, na forma da lei, as funções de fiscalização, incentivo e planejamento, sendo este determinante para o setor público e indicativo para o setor privado.

     

    imaginei quando as vendas de carros caem drasticamente e a industria está  abarrotada de veículos para vender, daí o governo concede benefícios fiscais para reverter o quadro.

  • Imagino que a questão esteja dizendo, de maneira indireta, sobre a função estabilizadora. Corrijam-me caso esteja errado.

  • Intervenção governamental direta  

    É aquele caso em que o governo compra ou vende suas reservas de dólares para controlar o preço da moeda e regular a economia.

  • Achei essa questão bem específica e elucida o posicionamento da banca, vou tentar embasar para ajudá-los, achei a temática abordada interessante para uma prova discursiva

     

    PARTE 1- aspecto econômico

    Essa ideia de intervenção governamental no caso de insuficiência de demanda é Keynesiana, a chamada "mão invisível do Estado" (defendida por Adam Smith).  

    -O governo pode e deve tomar medidas para combater esta insuficiência.

    -Em uma depressão, os preceitos para se bem administrar as finanças públicas cedem lugar a esta necessidade.  Ou seja, o Estado não deve só administrar, mas agora sim pode atuar diretamente na economia como forma de defesa da livre iniciativa.

    -A intervenção governamental na economia quando a mesma se encontrar na condição de elevado nível de desemprego involuntário e de insuficiência crônica de demanda efetiva, como forma de retomar uma nova etapa de crescimento, reaquecendo uma economia estagnada ou em recessão,por meio dos mecanismos auto reguladores do mercado.

     

    PARTE 2- nossa legislação

    INTERVENÇÃO GOVERNAMENTAL DIRETA -  essa aplicação ocorre de forma subsidiária (situações de necessidade), ela é "contrária ao modelo capitalista"

    1- apenas quando houver ameaça à segurança nacional ou ao interesse coletivo atendendo a condições essenciais

    2- Quanto à prestação dos serviços de educação e saúde, regulamentados nos artigos 205 e 209, 196 e 199 da Constituição respectivamente, quando prestados por particular, o Estado pode cobrar pela prestação destes serviços, uma vez que a iniciativa privada está suplementando um serviço que, originalmente, é de dever estatal.

    3 - O Estado pode seguir dois modelos: Regulador/Absorção ou de  Executor/ Participação.

      3.1 Regulador/Participação segundo José dos Santos Carvalho Filho, elabora-se normas, reprime abusos, interfere na iniciativa privada e regula preços e abastecimento. o Estado impõe normas e mecanismos com o intuito de punir e/ou prevenir condutas abusivas que possam vir a prejudicar a harmonia social. Aqui o Estado ATUA no domínio econômico.  O Estado assume, em regime de monopólio, um determinado setor da economia, impondo, mediante a promulgação de uma norma, a exclusividade da exploração. Dessa forma, nenhum agente econômico privado poderá competir com o poder estatal.

      3.2 Executor/ Participação: o Estado exerce atividade econômica. Há uma intervenção direta na economia na qualidade de Estado Empresário. Enquanto executor o Estado realiza atividades econômicas (estritamente) ou presta algum serviço público. O Estado desempenha atividade típica de agentes econômicos privados, com eles competindo em igualdade de condições, sem que haja barreiras legais à entrada de novos competidores naquele setor da economia impostas pelo governo. Incluem-se também, na atuação por participação, as atividades que o Estado desenvolve em parceria com o setor privado, detendo ações ou quotas de sociedades comerciais.

     

     

     

  • Segundo o professor Giovani Clark (2001):

    A intervenção direta é realizada quando o Estado cria as chamadas empresas estatais (empresas públicas e sociedades de economia mista) para atuarem no domínio econômico, como agentes, concorrendo com os particulares ou detendo o monopólio; ou, ainda, quando o Estado cria as agências reguladoras para regularem e fiscalizarem serviços e atividades econômicas. Essa modalidade de intervenção pode ser também denominada Direito Institucional Econômico.” (CLARK, 2001, p. 33)

     

    O Estado só pode intervir diretamente quando houver ameaça à segurança nacional ou ao interesse coletivo e precisa atender a algumas condições essenciais, dentre as quais se destacam:

     

    a) Não deve haver forma empresarial específica para o Estado, devendo-se observar aquelas previstas em lei (art. 173, § 1º, CR/88);

     

    b) As empresas estatais só podem assumir duas formas, a de empresa pública ou a de sociedade de economia mista;

     

    c) O Estado, atuando como empresa pública ou sociedade de economia mista, não pode ter benefícios fiscais que não tenham sido concedidos ao setor privado concorrente (art. 173, § 2º, CR/88);

     

    d) Como sociedade de economia mista, o Estado deve necessariamente abrir seu capital.

     

    Ao versar sobre a intervenção direta no domínio econômico, é possível verificar que o estado pode seguir dois modelos de atuação: o de Regulador e o de Executor.

     

    Estado Regulador

    Quando o Estado age como Regulador, segundo José dos Santos Carvalho Filho, ele elabora normas, reprime abusos, interfere na iniciativa privada e regula preços e abastecimento.

    Como foi mencionado anteriormente, o Estado pode intervir de forma direta na ordem econômica, só podendo fazê-lo em nome da segurança nacional e do interesse coletivo para que não venha a ferir princípios constitucionais como o da liberdade de iniciativa. Atuando como regulador o Estado impõe normas e mecanismos com o intuito de punir e/ou prevenir condutas abusivas que possam vir a prejudicar a harmonia social.

     

    Estado Executor

    Ao atuar como executor o Estado exerce atividade econômica. Há uma intervenção direta na economia na qualidade de Estado Empresário. Enquanto executor o Estado realiza atividades econômicas (estritamente) ou presta algum serviço público, comprometendo-se plenamente com alguma forma de atividade dentro das duas categorias apresentadas.

  • Eu também entendi como função estabilizadora do Estado!

     

    Segundo Paludo

     

    Para atingir esses obetivos-estabilidade,crescimento e correção das falhas de mercado_,o Governo intervém na economia,utilizando-se do Orçamento Público e das funções orçamentárias.

     

    A Função Estabilizadora:é a aplicação das diversas políticas econômico-financeiras a fim de ajustar o nível geral de preços,melhorar o nível de emprego,estabilizar a moeda e promover o crescimento econômico,mediante instrumentos de política monetária,cambial e fiscal,ou outras medidas de intervenção econômica(controle por leis,limitação etc.)

     

    Gabarito: Certo

     

    Se eu estiver errada,por favor,alguém me avisa e corrija.

  • Bastiat, Hayek, Friedman e Rothbard se reviram no túmulo ao ler essa afirmativa como correta. 

     

    As bancas não deveriam fazer questões ideológicas assim. Esse assunto é polêmico mesmo perante os economistas. Não deveria ser questão de prova.


    Quando a banca diz "é medida apropriada" e não "pode ser uma medida apropriada", ela está dando uma de economista. Existem trocentos estudos contra isso, e outros trocentos a favor. Como é que saberemos a posição do examinador?

  • Mises mandou um abraço
  • É duro saber que algo está errado, mas ter que responder certo.affff

  • Intervenção governamental direta é medida apropriada para solucionar problema de depressão por insuficiência de demanda de determinado sistema econômico. Resposta: Certo.

     

    Comentário: apesar de ter errado por interpretar a intervenção com relação àquelas contidas na CF/88, Art. 35 (motivos de intervenção da União/Estados), percebi que a questão cobrou funções do estado na economia ("... sistema econômico") relativamente à função estabilizadora (equilibrar o mercado “... insuficiência de demanda”).

  • Puta sacanagem essa questão.

  • Eu pensei de forma simples, se o Estado não dinheiro pra suprir suas demandas, ou seja esta com insuficiencia de determinado sistema economico, faz se necessario a intervençao governamental

    Questão correta

  • O gabarito depende se o examinador é liberal clássico ou keynesianista... Amo questão com 2 gabaritos...

  • Pessoal

     

    O Art. 74 da CF/88 que alguns citaram aqui trata da intervenção INDIRETA do Estado e não da Direta.

     

    Olhos atentos aí!

     

    Sempre em frente!

  • Só um comentário simples para essa questão: HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

  • Quando eu li pensei no caso das subvenções econômicas que são repasses diretos  de recursos públicos para cobrir déficits de manutenção das empresas públicas, de natureza autárquica ou não, e incluídas em despesas correntes da União, do Estado, do Município ou do Distrito Federal

  • Gabarito: Certo

     

    CF. Art. 34. A União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal, exceto para:

    V - reorganizar as finanças da unidade da Federação que:

    a) suspender o pagamento da dívida fundada por mais de dois anos consecutivos, salvo motivo de força maior;

    b) deixar de entregar aos Municípios receitas tributárias fixadas nesta Constituição, dentro dos prazos estabelecidos em lei;

  • O problema de falta de demanda só é solucionado pela criação de demanda. O Estado não tem recursos ilimitados, logo, não pode gerar demanda por tempo indeterminado. Por mais que uma intervenção financeira ou extrafiscal consiga incentivar o aumento da demanda, pode não resolver o problema. Talvez, se eu nunca tivesse estudado nada de economia na vida, eu teria acertado essa questão =( 

  • Acertei aqui, mas na prova queria ter culhões para responder!  

  • Eu também não comprei o barulho desta questão.. demanda pode ser qualquer coisa.

     

    Como vc vai julgar um questionamento se a pessoa não diz do que se trata. 

     

    Enfim, estou com os não deram conta de advinhar o que se passa na cabeça do examinador - indicada pra comentário.

  • Essas questões de AFO estão parecendo com Administração meio que cara ou coroa, pqp.

     

    #AVANTE

  • Deus me ajude!!!!!!!!!!!

  • Questão ideológica do CESPE, que é esquerdista.

  • GALERA É UMA INTERVENÇAO DE AUXILIO PO. FINACEIRAMENTE.

  • Gab. C

     

    A CF só admite intervenção do Estado para coibir abusos e preservar a livre concorrência de quaisquer interferências, quer do próprio Estado, quer da formação de monopólios ou abuso de poder econômico, sempre na defesa da livre-iniciativa, porque esta é fundamento da República e princípio norteador da ordem econômica brasileira, tendo, como subprincípios, os princípios da abstenção e da subsidiariedade. Neste caso, o Estado cria as chamadas empresas estatais para atuarem no domínio econômico, como agentes, concorrendo com os particulares ou detendo o monopólio; ou, ainda, quando o Estado cria as agências reguladoras para regularem e fiscalizarem serviços e atividades econômicas. O Estado só pode intervir diretamente quando houver ameaça à segurança nacional ou ao interesse coletivo.

  • Só chamo atenção para o fato de que a alternativa diz que Intervenção governamental direta é medida apropriada e não que é a medida apropriada para solucionar problema de depressão por insuficiência de demanda de determinado sistema econômico.

  • Questão que basicamente te cobra ser a favor do aspecto de político de esquerda. Keynesianismo está certo e acabou (cabeça da Cespe).

  • Em determinadas situações, o Estado intervém na economia com o objetivo de fomentar o desenvolvimento econômico. Para tanto, segundo Richard Murgrave, o Governo dispõe de 3 funções básicas: função alocativa, função distributiva e função estabilizadora.

     

    A função alocativa visa promover correções na alocação dos recursos públicos. Quando a iniciativa privada não provê bens e serviços relevantes para a sociedade, seja por não dispor do aparato necessário, seja por não vislumbrar vantagem econômica na provisão de tais bens e serviços, o Estado atua na produção direta ou propicia incentivos para que a iniciativa privada os produza. Exemplos: transporte, saneamento básico, energia e telecomunicações.

     

    Já a função distributiva promove ajustamentos com relação à distribuição de renda. Um instrumento bastante utilizado por esta função é o tributo. Cita-se como exemplo de emprego da função distributiva o imposto de renda progressivo, cujas receitas são empregadas em programas sociais de alimentação, transporte e moradia populares, como o Programa Fome Zero, Bolsa Família e Minha Casa, Minha Vida.

     

    Por fim, a função estabilizadora tem por objetivo manter a estabilidade econômica, utilizando para tal objetivo instrumentos de política fiscal e monetária. O principal mecanismo de atuação da função estabilizadora é a intervenção governamental direta sobre a demanda agregada, aumentando-a ou reduzindo-a conforme a necessidade econômica. O principal objetivo da função estabilizadora é manter um elevado nível de emprego e de estabilidade nos preços.

     

    Isso posto, temos que a assertiva é verdadeira, pois, de fato, a intervenção governamental direta é uma medida apropriada no combate à depressão por insuficiência de demanda de determinado sistema econômico. Neste caso, está sendo empregada a função estabilizadora do Governo, visando a manutenção da estabilidade econômica.

     

    Gabarito: CERTO.

    Tecconcursos.

  • Que porcaria de filtro é esse? Isso não é AFO, é Políticas Públicas, Gestão Governamental, Economia... menos AFO! 

    Pelo amor de Deus!!!!!

  • A  função estabilizadora tem por objetivo manter a estabilidade econômica, utilizando para tal objetivo instrumentos de política fiscal e monetária. O principal mecanismo de atuação da função estabilizadora é a intervenção governamental direta sobre a demanda agregada, aumentando-a ou reduzindo-a conforme a necessidade econômica. O principal objetivo da função estabilizadora é manter um elevado nível de emprego e de estabilidade nos preços.

  • Pessoal que tá citando liberais pra justificar um possível equívoco no gabarito da banca, leiam o enunciado novamente:

    Acerca dos conceitos básicos de orçamento público, julgue o item a seguir.

     

    A questão não quer saber o que você acha de intervencionismo estatal. A questão quer saber se você conhece a lei e a CF. E, conforme consta na CF, o Estado pode SIM intervir na economia, direta ou indiretamente.

     

    Parem de ver ideologia em tudo. Vocês vão tomar pau desse jeito.

    Na vida e no concurso.

  • ERREI, MAS ENTENDI:

     

    UM EXEMPLO PRÁTICO SERIA A ISENÇÃO PARA O SETOR HOTELEIRO EM ÉPOCA DE BAIXA TEMPORADA EM UMA CIDADE QUE VIVE, BASICAMENTE, DO TURISMO.

  • Deus me free

  • Segundo Paludo:

     

    Funções orçamentárias

     

    1- Função alocativa

     

    2- Função distributiva

     

    3- Função estabilizadora - é a aplicação das diversas políticas econômico-financeiras a fim de ajustar o nível geral de preços, melhorar o nível de emprego, estabilizar a moeda e promover o crescimento econômico, mediante instnlmentos de política monetária, cambial e fiscal, ou outras medidas de intervenção econômica que afetam o nível da demanda agregada (controles por leis, limitação etc.

     

     

  • Intervenção governamental direta é medida apropriada para solucionar problema de depressão por insuficiência de demanda de determinado sistema econômico.

    Certo. O instrumento propriamente dito de intervenção governamental é a função estabilizadora que trata do ajustamento do nível geral de preços, do emprego, da demanda, da estabilidade da moeda mediante instrumentos de política monetária, cambial e creditícia (segundo Paludo).

  • Acertei conhecendo Keynes. (teoria keynesiana). É uma assunto básico de Finanças Públicas.

  • Comentário do professor no TEC:

    Em determinadas situações, o Estado intervém na economia com o objetivo de fomentar o desenvolvimento econômico. Para tanto, segundo Richard Murgrave, o Governo dispõe de 3 funções básicas: função alocativa, função distributiva e função estabilizadora.

     

    A função alocativa visa promover correções na alocação dos recursos públicos. Quando a iniciativa privada não provê bens e serviços relevantes para a sociedade, seja por não dispor do aparato necessário, seja por não vislumbrar vantagem econômica na provisão de tais bens e serviços, o Estado atua na produção direta ou propicia incentivos para que a iniciativa privada os produza. Exemplos: transporte, saneamento básico, energia e telecomunicações.

     

    Já a função distributiva promove ajustamentos com relação à distribuição de renda. Um instrumento bastante utilizado por esta função é o tributo. Cita-se como exemplo de emprego da função distributiva o imposto de renda progressivo, cujas receitas são empregadas em programas sociais de alimentação, transporte e moradia populares, como o Programa Fome Zero, Bolsa Família e Minha Casa, Minha Vida.

     

    Por fim, a função estabilizadora tem por objetivo manter a estabilidade econômica, utilizando para tal objetivo instrumentos de política fiscal e monetária. O principal mecanismo de atuação da função estabilizadora é a intervenção governamental direta sobre a demanda agregada, aumentando-a ou reduzindo-a conforme a necessidade econômica. O principal objetivo da função estabilizadora é manter um elevado nível de emprego e de estabilidade nos preços.

     

    Isso posto, temos que a assertiva é verdadeira, pois, de fato, a intervenção governamental direta é uma medida apropriada no combate à depressão por insuficiência de demanda de determinado sistema econômico. Neste caso, está sendo empregada a função estabilizadora do Governo, visando a manutenção da estabilidade econômica.

  • errei porque confundi sistema econômico com setor econômico...

  • Segundo os mestres do Estratégia:

    De acordo com a doutrina, intervenção governamental direta por meio da função estabilizadora é medida apropriada para solucionar problema de depressão por insuficiência de demanda de determinado sistema econômico.

  • Fala pessoal! Tudo bem? Prof. Jetro Coutinho aqui!

    Esta questão cobra os conceitos propostos por Keynes para a intervenção governamental na Economia.

    Até 1929 vigoravam os ensinamentos dos economistas Clássicos. Os Clássicos consideravam a chamada "Lei de Say", que estabelece que a oferta cria sua própria demanda. Assim, se a Economia aumentasse a Oferta Agregada (OA), a Demanda Agregada (DA) seguiria. Portanto, em casos de depressão econômica, bastaria um aumento na Oferta Agregada que a Demanda Agregada subiria, o que levaria a Economia do país a um novo ciclo de crescimento. 

    Além da Lei de Say, os clássicos também consideram que o mercado é auto ajustável, como se houvesse uma "mão invisível" no mercado que automaticamente faria com que a oferta fosse igual a demanda. E aí, segundo os clássicos, não faria sentido nenhum o governo intervir na Economia, já que o mercado solucionaria seus próprios problemas.

    Assim, de acordo com os clássicos, se a Economia de um país estivesse passando por uma depressão, o próprio mercado cuidaria de se auto ajustar. 

    No entanto, a crise da grande depressão ocorrida após a quebra da Bolsa de Nova Iorque em 1929 ocasionou novas teorias econômicas, tendo como destaque a teoria proposta pelo economista inglês John Maynard Keynes. 

    A crise de 29 foi uma crise gerada pela superprodução (incentivada pela Lei de Say) e os pressupostos clássicos da época não conseguiam explicar o que estava acontecendo. Keynes propôs uma inversão do pensamento dominante: uma nova lei, a Lei da Demanda Efetiva, em que a demanda cria sua própria oferta.

    Ou seja, para Keynes, as crises ocorriam não por causa da OA, mas sim pela insuficiência da Demanda Agregada na Economia. E, assim, para que a Economia saísse da depressão seria necessário um aumento da Demanda Agregada. Como a Demanda cria sua própria oferta, um aumento na DA aumentaria a OA e tiraria o país da depressão. Mas, em um cenário de depressão, quem seria o agente responsável por esse aumento na DA?

    A Demanda Agregada é composta por Consumo (C) , Investimentos (I) , Gastos do Governo (G) , Exportações (X) e Importações (M) na seguinte expressão: DA = C + I + G + X - M. 

    Keynes propôs que, em um período de crise, as famílias teriam menor renda e, portanto, consumiriam menos. O setor privado estaria cauteloso e, portanto, não investiria. As transações com outros países também ficariam prejudicadas (X e M prejudicados). Portanto, só sobraria o Governo. 

    Assim, segundo Keynes, caberia ao Governo estimular a demanda agregada aumentando os gastos públicos. Portanto, segundo Keynes, a intervenção direta do governo aumentado seus gastos (aumentando G), aumentaria a DA o que, no final, terminaria por estimular a Economia, pondo fim a depressão. 

    Gabarito do professor: CERTO.
  • A questão deveria ser anulada por não ser possível um julgamento objetivo. Na economia existem correntes diversificadas, que possuem avaliação diferentes para os instrumentos de gestão financeira e econômica disponível. A questão apresenta a visão Keynesiana, mas essa informação não foi indicada, o que permite o julgamento da questão como certa ou errada, se for adotadas teorias divergentes como fundamentação.


ID
2679742
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Acerca dos conceitos básicos de orçamento público, julgue o item a seguir.


A função estabilizadora do orçamento público diz respeito à capacidade do governo de combater os desequilíbrios regionais e sociais por meio dos gastos públicos.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO

    Das funções clássicas do orçamento, a estabilizadora é a única que não tem como foco o gasto.

    São funções clássicas do orçamento:

    • Alocativa: o Estado atua diretamente na produção de bens e serviços necessários, mas que não são ofertados pela iniciativa privada.

    • Distributiva: visa ajustar a renda, surge em razão da necessidade de corrigir de falhas de mercado. Isso leva a que o governo se utilize do Orçamento para promover políticas de distribuição de recursos públicos como forma de tentar resolver tais tipos de problemas.

    • Estabilizadora: visa manter a estabilidade econômica, diferencia-se das demais funções por NÃO TER COMO FOCO A DESTINAÇÃO DE RECURSOS. Seu campo de atuação é na manutenção do elevado nível de emprego e estabilidade de preços Age na demanda, de forma a aumentá-la ou diminuí-la.
  • ERRADA

    Questão totalmente doutrinária e bem elaborada. Na verdade, trata-se da função DISTRIBUTIVA e não estabilizadora. Segundo MOTA (2009), o orçamento público traz os aspectos técnico, jurídico, econômico e político procurando atender à sua função alocativa, quando da utilização de recursos da econômica, incluindo a oferta de bens públicos, podendo criar incentivos para desenvolver certos setores, distributiva, com o intuito de combater os desequilíbrios regionais e sociais, promovendo o desenvolvimento das regiões e classes menos favorecidas e, estabilizadora, a fim de ajustar o nível geral de preços, nível de emprego, estabilizar a moeda, mediante instrumentos de política monetária, cambial e fiscal, ou outras medidas de intervenção econômica. A função distributiva objetiva promover ajustamentos (correções) na distribuição de renda devido às falhas de mercado (desigualdades sociais, monopólios empresariais, etc.), inerentes ao sistema econômico capitalista. É uma função que busca tornar a sociedade menos desigual em termos de renda e riqueza, por meio da tributação e de transferências financeiras, subsídios, incentivos fiscais, alocação de recursos em camadas mais pobres da população etc. (ex.: Fome Zero, Bolsa Família, destinação de recursos para o SUS, que é utilizado por indivíduos de menor renda). Assim, o governo tributa e arrecada de quem pode pagar e os distribui (ou redistribui) a quem tem pouco ou nada tem, através de programas sociais.

  • função alocativa diz respeito a promover ajustamentos na alocação de recursos, justifica-se quando o funcionamento do mecanismo de mercado (sistema de ação privada) não garante a necessária eficiência na utilização desses recursos. Portanto, a utilização desse instrumento de atuação se efetiva em situações de “falha de mercado”, como, por exemplo, na presença de externalidades ou de bens públicos.

    função distributiva, por sua vez, diz respeito a promover ajustamentos na distribuição de renda. Justifica-se seu emprego nos casos em que o resultado distributivo do mecanismo de ação privada não for considerado socialmente justificável ou desejado. Mais uma vez a justificativa está ligada à correção das falhas de mercado.

    função estabilizadora, por fim, está associada à manutenção da estabilidade econômica, justificada como meio de atenuar o impacto social e econômico na presença de inflação ou depressão. Portanto, seu emprego gera estabilidade dos níveis de preço (combate às pressões inflacionárias), diminui os potenciais efeitos da depressão e mantém o nível de emprego (combate ao desemprego).

     

    Fonte: Prof. ​Gilmar Possati

  • Função estabilizadora: Trata do ajustamento do nível geral de preços, do emprego, da demanda e da estabiludade da moeda mediante instrumentos da política monetária cambial e fiscal, ou outras medidas de intervenção econômica (controle por leis, limites,etc). Para o exercício da função estabilizadora, o governo tem à disposição dois principais instrumentos macroeconômicos: a política fiscal e a política monetária. 

    Dica: É uma função mais ligada à intervenção do Estado na economia. Palavras chaves: economia,demanda,agregada, políticas fiscal, monetária ou cambial. 

    Apostila Anderson Ferreira - IMP

  • Gab: Errado

     

    Resumidamente:

    Falou em "combater desequilíbrios", já vamos associar à função distributiva.

  • Funções do governo: um governo possui funções alocativas, distributivas e estabilizadoras.

     

    função alocativa: relaciona-se à alocação de recursos por parte do governo a fim de oferecer bens públicos (ex. rodovias, segurança), bens semi-públicos ou meritórios (ex. educação e saúde), desenvolvimento (ex. construção de usinas), etc.;

     

    função distributiva: é a redistribuição de rendas realizada através das transferências, dos impostos e dos subsídios governamentais. Um bom exemplo é a destinação de parte dos recursos provenientes de tributação ao serviço público de saúde, serviço o qual é mais utilizado por indivíduos de menor renda.

     

    função estabilizadora: é a aplicação das diversas políticas econômicas a fim de promover o emprego, o desenvolvimento e a estabilidade, diante da incapacidade do mercado em assegurar o atingimento de tais objetivos.

  • função alocativa:   bens públicos

    função distributiva: combater os desequilíbrios regionais e sociais

    função estabilizadora:  estabilidade financeira

  • ERRADO

    Palavras-chave:

    ALOCATIVA: ajustes na alocação de recursos.

    DISTRIBUTIVA: ajustamento na distribuição de renda.

    ESTABILIZADORA: manter a estabilidade econômica.

  • função alocativa: relaciona-se à alocação de recursos por parte do governo a fim de oferecer bens públicos (ex. rodovias, segurança), bens semi-públicos ou meritórios (ex. educação e saúde), desenvolvimento (ex. construção de usinas), etc.;

    função distributiva: é a redistribuição de rendas realizada através das transferências, dos impostos e dos subsídios governamentais. Um bom exemplo é a destinação de parte dos recursos provenientes de tributação ao serviço público de saúde, serviço o qual é mais utilizado por indivíduos de menor renda.

    função estabilizadora: é a aplicação das diversas políticas econômicas a fim de promover o emprego, o desenvolvimento e a estabilidade, diante da incapacidade do mercado em assegurar o atingimento de tais objetivos.

    Fonte: http://www.economiabr.net/economia/7_tfp.html

     

  • Errado, a questão trata da função função distributiva e não da função estabilizadora. 
    A função estabilizadora trata do ajustamento do nível geral dos preços, do emprego, da demanda e da estabilidade da moeda mediante instrumentos como a política fiscal, monetária e cambial, ou outras medidas de intervenção econômica (controle por leis, limites, etc). 
    A função distributiva visa ajustar a renda buscando diminuir as desigualdades sociais.

  • Função estabilizadora: 

    voltada para a manutenção da estabilidade econômica, diferenciando-se das outras funções por não ter como objetivo a destinação de recursos.

    O campo de atuação dessa função está principalmente na manutenção do pleno emprego e a estabilidade nos níveis de preços, ou seja, garantir o poder de compra da moeda. 

  • As funções do Setor Público estão classificadas em: alocativa, distributiva, estabilizadora e reguladora.

    1-Função alocativa é a política de estabelecer o rol e a quantidade de bens públicos a ser oferecida à população.

    2-Função distributiva se refere à tão discutida distribuição de renda. Em outras palavras, é a política de distribuição do Produto Interno Bruto. As transferências ocorrem através da aplicação, por um lado, de impostos maiores sobre as camadas de maior renda e, por outro lado, de serviços públicos e subsídios às camadas mais pobres da população.

    3- Função estabilizadora tem por objetivos otimizar o nível de emprego, buscar a estabilidade de preços e promover o crescimento econômico (e, conseqüentemente, a renda per capita). Os instrumentos típicos para execução da função estabilizadora são classificados em fiscais e monetários:

    3.1-Instrumentos fiscais (política fiscal): compras e vendas governamentais, política tributária.

    3.2-Instrumentos monetários (política monetária): controle da oferta de papel-moeda, depósitos compulsórios do setor financeiro, taxa de juros.

    4- Função reguladora tem por objetivo regular a atividade econômica mediante leis e disposições administrativas (estabelecimento de controle de preços, regulação dos mercados, proteção dos consumidores, e outros). Essa função vem se tornando mais importante a partir das privatizações exercidas nos anos 1990, fazendo com que o Estado passa-se de produtor para regulador do mercado.

    ERRADO A questão refere-se à Função distributiva

  • errada

    Funções Econômicas do Estado

    Distributiva: reduzir desigualdades

    Alocativa: oferecer bens e serviços à sociedade

    Estabilizadora: concede estabilidade às condições macroeconômicas

    Regulamentadora: estabelece normas para a atividade econômica

  • A assertiva diz respeito ao combate de desequilibrio regional (diferença de riqueza entre as regiões do país) e social (distribuição da riqueza entre aspessoas) por meio dos gastos públicos (infraestrutura, saúde, educação) afirmando ser essa a função estabilizadora. No enntanto a função que tem por objetivo a redução das desigualdades por meio de gastos maiores em regiões ou camadas sociais com menor renda é a distributiva e não estabilizadora.

  • Questão errada.

     

    Função estabilizadora: é a aplicação das diversas políticas econômico-financeiras a fim de ajustar o nível geral de preços, melhorar o nível de emprego, estabilizar a moeda e promover o crescimento econômico, mediante instrumentos de política monetária, cambial e fiscal, ou outras medidas de intervenção econômica que afetam o nível da demanda agregada (controles por leis, limitação etc.).

     

    Augustinho Vicente Paludo - Orçamento Público, AFO e LRF - Série Provas e Concursos - 7ª ed.

  • Errada. Está definição refere-se a função distributiva.

  • GAB:E

    "A função DISTRIBUTIVA do orçamento público diz respeito à capacidade do governo de combater os desequilíbrios regionais e sociais por meio dos gastos públicos.

     

     

    A função distributiva do orçamento visa á interveção do governo na economia, com o objetivo de diminuir as desigualdades sociais no que se
    refere ao acesso a renda, bens e serviços publicos e beneficios da vida em sociedade.
     

  • A função distributiva visa à promoção de ajustamentos na distribuição de renda. Surge em virtude da necessidade de correções das falhas de mercado, contrabalanceando equidade e eficiência. Os instrumentos mais usados para o ajustamento são os sistemas de tributos e as transferências. Cita-se como exemplo de medida distributiva o imposto de renda progressivo, realocando as receitas para programas de alimentação, transporte e moradia populares.

     

    Função Estabilizadora: visa manter a estabilidade econômica, diferencia-se das outras por não ter como objetivo a destinação de recursos.

     

    (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) A função do orçamento público que visa melhorar a posição de algumas pessoas em detrimento de outras e, com isso, corrigir falhas do mercado é denominada função distributiva.

    A função distributiva visa à promoção de ajustamentos na distribuição de renda. Surge em virtude da necessidade de correções das falhas de mercado, inerentes ao sistema capitalista, contrabalanceando equidade e eficiência.
    Resposta: Certa
     

    Prof. Sérgio Mendes

     

    bons estudos
     

     


     

  • ERRADA.

     

    "   São três as funções clássicas do governo: estabilizadora, alocativa e distributiva.

     

        A função estabilizadora tem por objetivo minimizar (estabilizar) as oscilações bruscas nos níveis de emprego, produção, renda e preços, decorrentes dos ciclos econômicos. Ou seja: o governo utiliza instrumentos de política fiscal (gastos públicos e política tributária) e de política monetária (oferta de moeda, nível de juros) para editar medidas de caráter anticíclico, estabilizando a economia.

     

         A função alocativa utiliza uma parte dos recursos econômicos arrecadados para prover bens e serviços públicos, como saúde, transporte e outras atividades onde a intervenção do governo seja importante (infraestrutura, energia etc.).

     

         A função distributiva [...] busca melhorar a distribuição de renda, como o Programa Bolsa Família. Integra a função distributiva o investimento em regiões mais carentes do país, com o objetivo de diminuir as desigualdades regionais, redistribuindo a riqueza nacionalmente." (Fonte: Revisaço: Tribunais de Contas.)

     

    DistRibutiva → Desigualdades Regionais

  • A função alocativa DISTRIBUTIVA do orçamento visa à intervenção do governo na economia, com o objetivo de diminuir as desigualdades sociais no que se refere ao acesso a renda, bens e serviços públicos e benefícios da vida em sociedade GAB ERRADO.

     

    GAB ERRADO.

  • ERRADO

     

     

    Trata-se da função distributiva. VEJAM OUTRAS:

     

     

    (Ano: 2013 Banca: CESPE Órgão: SEGER-ES Prova: Analista Executivo - Administração)

     

    A função distributiva do Estado decorre do reconhecimento de ser o mercado incapaz de conduzir a sociedade a uma estrutura de distribuição de renda que seja considerada justa ou equitativa. (CERTO)

     

     

    _____________

     

     

     

    (Ano: 2013 Banca: CESPE Órgão: MI Prova: Administrador)


    A função estabilizadora do Estado consiste na intervenção do governo na economia, mediante políticas fiscal e monetária, para protegê-la de flutuações bruscas, caracterizadas por desemprego em alta ou por inflação em alta. (CERTO)

     

     

    Bons estudos !!!!!

  • A função estabilizadora trabalha com uma visão macro, do mercado em geral, as questões específicas (regionais e sociais) são trabalhadas pela função distributiva.

  • Visa manter a estabilidade econômica, diferencia-se das demais funções por NÃO TER COMO FOCO A DESTINAÇÃO DE RECURSOS.

    Seu campo de atuação é na manutenção do elevado nível de emprego e estabilidade de preços

    Age na demanda, de forma a aumentá-la ou diminuí-la.

  • gab.:E

     

     

     

                       *Funções Econômicas do Estado*

    Distributiva: reduzir desigualdades

    Alocativa: oferecer bens e serviços à sociedade

    Estabilizadora: concede estabilidade às condições macroeconômicas

    Regulamentadora: estabelece normas para a atividade econômica

  • Questão que seleciona.

  • Função alocativa: O Estado atua diretamente na produção de bens. Não tem como foco o gasto.

    Ex.: Alocação de recursos por parte do governo a fim de oferecer bens públicos (ex. rodovias, segurança), bens semi-públicos ou meritórios (ex. educação e saúde), desenvolvimento (ex. construção de usinas), etc.

     

    Função distributiva: é a redistribuição de rendas realizada através das transferências, dos impostos e dos subsídios governamentais, a fim de promover a eficiência e a justiça social. São socialmente determináveis, com juízo político e foco no gasto.

    Ex.: a destinação de parte dos recursos provenientes de tributação ao serviço público de saúde, serviço o qual é mais utilizado por indivíduos de menor renda.

     

    Função estabilizadora: é a aplicação das diversas políticas econômicas a fim de promover o emprego, o desenvolvimento e a estabilidade, diante da incapacidade do mercado em assegurar o atingimento de tais objetivos. Relaciona-se à estabilidade financeira. São socialmente determináveis, com juízo político e sem foco no gasto.

  • A questão trata da função distributiva. 

    A função estabilizadora visa manter a estabilidade econômica e não tem como objetivo a destinação de recursos. Essa função atua na estabilidade dos níveis de preço e a busca de uma razoável taxa de crescimento econômico. 

     

    Fonte: Livro de AFO do João Leles 

  • Errado! Pois o governo faz a estabilização (= equilibrio) distribuindo recursos aos menos favorecidos, através de programas do governo como é o caso do bolsa familia.

  • Função distributiva - combate desequilibrios regionais

    Função estabilizadora - estabiliza a economia, promove a estabilidade financeira.

  • A função estabilizadora tem por objetivo manter a estabilidade econômica, utilizando para tal objetivo instrumentos de política fiscal e monetária. O principal mecanismo de atuação da função estabilizadora é a intervenção governamental direta sobre a demanda agregada, aumentando-a ou reduzindo-a conforme a necessidade econômica. O principal objetivo da função estabilizadora é manter um elevado nível de emprego e de estabilidade nos preços.

  • FUNÇÕES CLÁSSICAS DO ORÇAMENTO:

    FUNÇÃO ALOCATIVA:
    *Visa à promoção de ajustamento na alocação de recursos;
    *É o Estado oferecendo determinados bens e serviços necessários e desejados pela sociedade, porém que não são providos pela iniciativa privada;
    *Se o Estado não oferecer os bens e serviços, oferecerá condições para que o setor privado atue.
     

    FUNÇÃO DISTRIBUTIVA:
    *Visa à promoção de ajustamento na distribuição de renda;
    *Sistemas de tributos e as transferências -> (Instrumentos mais utilizados)

     

    FUNÇÃO ESTABILIZADORA
    *Visa manter a estabilidade econômica;
    *Diferente das outras, não tem finalidade a destinação de recursos;
    *Campo de atuação, geralmente:
            - manter elevado nível de emprego;
            -manter estabilidade nos níveis de preços.
    *Combate à inflação.
     

  • Função estabilizadora significa não deixar a inflação pipocar ou os empregos evaporarem. Apesar de isso ser importante, quando o orçamento combate os desequilíbrios regionais e sociais por meio dos gastos públicos ele está exercendo a sua função distributiva - como recolher mais impostos de ricos (engordando as receitas) e efetuando gastos em áreas carentes (injetando dinheiro via despesas).


    Resposta: Errada.

  • ERRADA

     

    FUNÇÃO ALOCATIVA = PRODUÇÃO DE BENS E SERVIÇOS NECESSÁRIOS QUE NÃO SÃO OFERTADOS PELA INICIATIVA PRIVADA.

     

    FUNÇÃO DISTRIBUTIVA = COMBATER AS DESIGUALDADES SOCIAIS, OS DESEQUILÍBRIOS.

     

    FUNÇÃO ESTABILIZADORA = VISA MANTER A ESTABILIDADE ECONÔMICA.

     

    BONS ESTUDOS!!! NÃO DESISTAM, POIS DEUS JÁ SABE QUAL SERÁ O TEU.

  • Distributiva = Desequilibrio = Desigualdade social

  •   DISTRIBUTIVA = COMBATER AS DESIGUALDADES SOCIAIS

  • Distributiva

  • Por acaso eu comentei alguma coisa sobre “combater os desequilíbrios regionais e sociais” na parte de função estabilizadora? Não, né?

    A função estabilizadora está preocupada na estabilidade econômica, utilizando para tal objetivo, principalmente, instrumentos de política fiscal e monetária, atuando sobre a demanda agregada.

    Portanto, a questão não está falando da função estabilizadora. Está falando é da função distributiva. Essa sim está relacionada à distribuição de renda e combate a desequilíbrios regionais e sociais.

    Você verá muitas questões que tentam confundir o candidato trocando as características e conceitos das funções econômicas do Estado. Por exemplo: a questão vai descrever a função alocativa e dizer que se trata da função distributiva. São questões fáceis pro examinador elaborar. É só trocar uma palavra e a questão está pronta.

    Gabarito: Errado

  • errada

    Funções Econômicas do Estado

    Distributiva: reduzir desigualdades

    Alocativa: oferecer bens e serviços à sociedade

    Estabilizadora: concede estabilidade às condições macroeconômicas

    Regulamentadora: estabelece normas para a atividade econômica

  • Estabilizadora - ela utiliza instrumentos de política monetária, cambial e fiscal, ou outras medidas de intervenção econômica (controles por leis, limitação ).

  • A questão trata das FUNÇÕES CLÁSSICAS DO ORÇAMENTO.

    As funções clássicas do orçamento, segundo a doutrina, dividem-se da seguinte forma:

    1) Função Alocativa (promover o ajustamento na alocação de recursos)

    2) Função Distributiva (promover o ajustamento na distribuição de renda)

    3) Função Estabilizadora (manter a estabilidade econômica)

    1) Função Alocativa (características)

    - Não há eficiência do setor privado (sistema de mercado).

    - Setor privado não consegue suprir as necessidades da população, por isso o Estado oferta bens e serviços para a sociedade.

    Situações que o Estado oferece bens e serviços para a sociedade:

    a) Investimentos na infraestrutura econômica

    b) Provisão de bens públicos e bens meritórios

    2) Função Distributiva (características)

    - Promover ajustamentos na distribuição de renda, corrigindo as falhas de mercado (desigualdades sociais, monopólios empresariais, etc.) inerentes ao sistema econômico capitalista. Há uma separação das classes sociais.

    - Apropriação da renda e da riqueza de forma diferenciada na sociedade. Retira de uma parcela população e transfere para outra. Torna menos desigual possível.

    Exemplos:

    a) Utilização do Imposto Progressivo

    b) Concessão de Subsídios

    c) Transferências Diretas

    3) Função Estabilizadora (características)

    - É a mais moderna das 3 funções

    - Manter a estabilidade econômica, através de instrumentos macroeconômicos.

    - Estabilizar o valor da moeda.

    - Assegurar o nível de emprego.

    - Estabilizar os preços.

    - Estabelecer Política Monetária

    - Estabelecer Política Fiscal (mexer nas receitas e despesas)

    - Atua sobre a demanda agregada (disposição de gastar dos consumidores, das famílias, dos capitalistas ou de qualquer outro comprador).

    - Se a demanda for superior a capacidade de produção, os preços tendem a subir. Já se for inferior, os preços tendem a baixar e, consequentemente, haverá desemprego.

    - Mecanismo de política de estabilização: Estado atuando sobre a demanda agregada, aumentando ou reduzindo, conforme as necessidades.


    Portanto, a questão aborda a “capacidade do governo de combater os desequilíbrios regionais e sociais por meio dos gastos públicos". Essa situação encontra-se no contexto da Função DISTRIBUTIVA.

     Gabarito do professor: ERRADO.

  • Por acaso a gente comentou alguma coisa sobre “combater os desequilíbrios regionais e sociais” na parte de função estabilizadora? Não, né?

    A função estabilizadora está preocupada na estabilidade econômica, utilizando para tal objetivo, principalmente, instrumentos de política fiscal e monetária, atuando sobre a demanda agregada.

    Portanto, a questão não está falando da função estabilizadora. Está falando é da função distributiva. Essa sim está relacionada à distribuição de renda e combate a desequilíbrios regionais e sociais.

    Você verá muitas questões que tentam confundir o candidato trocando as características e conceitos das funções econômicas do Estado. Por exemplo: a questão vai descrever a função alocativa e dizer que se trata da função distributiva. São questões fáceis pro examinador elaborar. É só trocar uma palavra e a questão está pronta.

    Gabarito: Errado

    Fonte: Sérgio Machado | Direção Concursos

  • A função estabilizadora do orçamento público diz respeito à capacidade do governo de combater os desequilíbrios regionais e sociais por meio dos gastos públicos. GAB E

    A assertiva estaria correta se "estabilizadora" fosse substituída por "distributiva".

  • Gabarito Errado.

    Essa é a função distributiva.

    Função estabilizadora visa a manutenção da estabilidade econômica, baixos níveis de inflação e a manutenção do nível de empregos

  • A função distributiva é responsável por combater as desigualdades sociais, seja por meio de politicas publicas ou por politicas tributarias, sendo assim ela é a função correta. E não a estabilizadora, que busca estabilizar a macroeconomia, por meio da inflação.

  • Gabarito: Alternativa - Errado

    Função estabilizadora - é a aplicação das diversas políticas econômico-financeiras a fim de ajustar o nível geral de preços, melhorar o nível de emprego, estabilizar a moeda, mediante instrumentos de política monetária, cambial e fiscal, ou outras medidas de intervenção econômica (controles por leis, limitação, etc.).

    Fonte: PALUDO, Augustinho Vicente. Orçamento Público e Administração Financeira e Orçamentária. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. pág. 3.

  • Sérgio Machado | Direção Concursos

    13/12/2019 às 08:53

    Por acaso eu comentei alguma coisa sobre “combater os desequilíbrios regionais e sociais” na parte de função estabilizadora? Não, né?

    A função estabilizadora está preocupada na estabilidade econômica, utilizando para tal objetivo, principalmente, instrumentos de política fiscal e monetária, atuando sobre a demanda agregada.

    Portanto, a questão não está falando da função estabilizadora. Está falando é da função distributiva. Essa sim está relacionada à distribuição de renda e combate a desequilíbrios regionais e sociais.

    Você verá muitas questões que tentam confundir o candidato trocando as características e conceitos das funções econômicas do Estado. Por exemplo: a questão vai descrever a função alocativa e dizer que se trata da função distributiva. São questões fáceis pro examinador elaborar. É só trocar uma palavra e a questão está pronta.

    Gabarito: Errado


ID
2679745
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Acerca dos conceitos básicos de orçamento público, julgue o item a seguir.


O objetivo principal dos orçamentos públicos modernos é mostrar à sociedade a natureza do gasto governamental.

Alternativas
Comentários
  •  orçamento-programa está diretamente relacionado ao planejamento e aos objetivos que o governo pretende alcançar. É expresso por um conjunto de ações a serem realizadas e pela identificação dos recursos necessários.

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: ERRADA

    O conceito tradicional/clássico de orçamento destaca a lei orçamentária como a lei que abrange a previsão da receita e a fixação de despesa para determinado período de tempo. Nesse conceito, não há preocupação com o planejamento, com a intervenção na economia ou com as necessidades da população - o orçamento é apenas um ato que aprova previamente as receitas e despesas públicas. Numa visão moderna, o orçamento é um programa de governo proposto pelo Executivo à aprovação do Legislativo. É um plano político de ação governamental para o exercício seguinte. É um espaço de debate e decisão em que os atores envolvidos revelam seu poder, suas preferências, definem as realizações pretendidas e reservam os recursos para a execução. Quem se preocupava em demonstrar a  natureza do gasto eram as técnicas tradicionais (orçamento tradicional), que era um documento de previsão de receitas e autorização de despesas com ênfase no gasto, no que se comprava. É um processo orçamentário em que apenas uma dimensão do orçamento é explicitada, qual seja, o objeto de gasto (natureza do gasto). Esse orçamento refletia apenas os meios que o Estado dispunha para executar suas tarefas. O Orçamento Programa representa uma evolução do Orçamento Tradicional e de desempenho, vinculando-o ao planejamento. Possibilita melhor controle da execução dos programas de trabalho, identificação dos gastos, das funções, da situação, das soluções, dos objetivos, recursos etc.

  • Orçamento programa (ou moderno)

    Consiste em um método de orçamentação por meio do qual as despesas públicas são fixadas a partir da previsão das receitas e da identificação das necessidades públicas. Essas necessidades (despesas) são realizadas por meio de ações do governo (gastos planejados em projetos, atividades ou operações esoeciais). As ações são postas dentro se um programa (Campo em que se desenvolvem ações homogêneas que visam ao mesmo resultado/objetivo).

    Fonte: Apostila Anderson Ferreira - IMP

  • Gab. (Errado)

     

    Essa é a definição do Orçamento Clássico ou Tradicional, que era como que um documento de previsão de receita e autorização de despesas, cujo enfoque principal era o gasto. Também conhecido por “lei de meios”, já que não observava o planejamento e às reais necessidades da população, ou seja, é um mero inventário de “meios” com o qual a administração realizaria suas tarefas, daí a denominação de “Lei de meios” para o orçamento tradicional.

     

    bons estudos

     

  • ERRADA (VALE A PENA APRENDER) 

     

    ENTENDAM (...)

     

    O orçamento clássico ou tradicional tinha como principal objetivo a ideia de accountabily, ou seja, dever de prestar contas a sociedade. Essa arquitetura vigeu com mais latência até o final do século XIX.

    A principal preocupação do modelo clássico era mostrar como, e com o que está sendo gasto os recursos públicos.

     

    Por sua vez...

     

    O orçamento-programa ou moderno tem uma visão distina, ele chega no final do século supracitado, e tem como principal objetivo o PLANEJAMENTO, POR MAIS QUE SIRVA PARA PRESTAR CONTAS, ESTE NÃO É SEU PRINCIPAL OBJETIVO.

     

    FAZ-SE MISTER ESCLARECER QUE O PENSAMENTO DO ORÇAMENTO TRADICIONAL NÃO FOI ELIMINADO POR COMPLETO, UM EXEMPLO CLÁSSICO SÃO AS DESPESAS DE PESSOAL. ESSE TIPO DE ORÇAMENTO SE PRENDE AO PASSADO PARA PODER TER UMA VISÃO DE FUTURO.

     

     

    AVANTE GUERREIROS!

  • Gab: errado.



    orçamento programa:


    1) integração planejamento e orçamento;

    2) acompanhamento físico- financeiro;

    3) avaliação de resultados e gerencia por objetivos;

    4) quantificação de objetivos e metas;



    fonte: meus resumos. bons estudos!

  •  

    O objetivo principal do orçamento TRADICIONAL é mostrar à sociedade a natureza do gasto governamental.

  • O  "orçamento desempenho/funcional" é uma das priemiras modalidades  de orçamentação moderna (comparando com o tradicional), porém não havia vincunlo com o planejamento. Já o orçamento programa contém vinculo com os intrumentos de planejamento (PPA, LDO e LOA).

    Caracteristicas comuns: Enfâse naquilo que se faz (Realização/Função) e Foco nos objetivos (fim).

     

     

  • Tipos de orçamento

    1.    Orçamento Programa

    ·         Ênfase voltada mais às realizações de um governo do que às suas aquisições;

    ·         O orçamento-programa detalha as despesas e as atividades programáticas de um ente estatal, incluindo minimamente os objetivos e propósitos da instituição em questão, os programas necessários para o atingimento desses objetivos, os custos programáticos e as medidas de desempenho.

     

    2.    Orçamento Tradicional

    ·         Falta de planejamento da ação governamental;

    ·         Baseia-se no orçamento do exercício anterior;

    ·         Demonstra uma despreocupação do gestor público com o atendimento das necessidades da população;

    ·         Importa-se apenas com as necessidades financeiras dos órgãos públicos para realização das suas tarefas, sem questionamentos sobre objetivos e metas.

    ·         Ênfase nos aspectos contábeis;

    ·         documento de previsão de receita e autorização de despesas com ênfase no gasto (Augustino Paludo);

    ·         Ênfase nas unidades administrativas;

     

    3.    Orçamento base zero

    * Exige que todas as despesas de cada repartição pública sejam justificadas detalhadamente como se cada item programático se tratasse de uma nova iniciativa.

    * Todo o conhecimento prévio acerca das execuções em exercícios anteriores seria desconsiderado.

    * Não gera direito adquirido sobre despesas anteriormente autorizadas.

    * Envolve um processo moroso e oneroso.

    * Desvinculado de Planejamento.

    * Decisões voltadas para a maximização da eficiência na alocação dos recursos públicos.

    * Avaliação e a Tomada de decisão ocupam papel primário

    * Formato (apresentação e organização) ocupa papel secundário.

  • "De acordo com Abrúcio e Loureiro, “o orçamento é um instrumento
    fundamental de governo, seu principal documento de políticas públicas.
    Através dele os governantes selecionam prioridades, decidindo como gastar os
    recursos extraídos da sociedade e como distribuí-los entre diferentes grupos
    sociais, conforme seu peso ou força política. Portanto, nas decisões
    orçamentárias os problemas centrais de uma ordem democrática como
    representação e accountability estão presentes. (...)"

     

    Fonte: Prof. Sérgio Mendes - Curso Estratégia

  • Segundo conceituação das Organizações das Nações Unidas (ONU – 1959), o Orçamento-programa é um sistema que enfoca com maior atenção aquilo que o governo realiza em relação ao que o governo adquire. Assinale a alternativa que não corresponde a uma característica do orçamento-programa.

     e) A alocação dos recursos visa à aquisição dos meios que o governo emprega para o cumprimento de suas funções.


    Segundo James Giacomoni, são elementos essenciais do orçamento-programa:

    a) os objetivos e propósitos perseguidos pela instituição e para cuja consecução são utilizados os recursos orçamentários; b) os programas, isto é, os instrumentos de integração dos esforços governamentais no sentido da concretização dos objetivos; c) os custos dos programas medidos através da identificação dos meios ou insumos (pessoal, material, equipamentos, serviços etc.) necessários para a obtenção dos resultados; e d) medidas de desempenho com a finalidade de medir as realizações(produto final) e os esforços despendidos na execução dos programas.


    Segundo Valdecir Pascoal (2002, p.15), a palavra programa revela uma qualidade do orçamento moderno, pois, trata-se de instrumento do planejamento que permite identificar os programas, os projetos e as atividades a serem realizadas pelo governo, dispondo ainda sobre o estabelecimento de objetivos, metas, custos e resultados esperados, oferecendo maior transparência na execução dos gastos públicos.


    Cabe salientar a sensível diferença expressa pelo autor Giacomoni nos custos dos programas e com o gabarito de alocação dos recursos dos meios. 

  • Errado. O objetivo principal do orçamento público é estimar RECEITAS e fixar DESPESAS.  Estabelecendo desta forma as ações prioritárias para o atendimento das demandas da sociedade, devido a escassez de recursos. Ou seja, nessa lei, o governo procede a previsão de quanto vai receber e define quanto vai gastar. O orçamento público é uma ferramenta de planejamento e evitar que o governo gaste mais do que recebe.

  • O Orçamento público é o instrumento de gestão de maior relevância e provavelmente o mais antigo da administração pública. É um instrumento que os governos usam para organizar os seus recursos financeiros. Partindo da intenção inicial de controle, o orçamento público tem evoluído e vem incorporando novas instrumentalidades.

     

    Fonte:http://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/2170/1/Or%C3%A7amento%20P%C3%BAblico%20Conceitos%20B%C3%A1sicos%20-%20M%C3%B3dulo%20%20%281%29.pdf

  • o orçamento-programa visa mostrar a finalidade do gasto , não de onde vem o gasto.

  • Errado.

    O orçamento moderno se preocupa com o que o Governo realiza, não com o que compra, e  pode ser entendido como um plano de trabalho, um instrumento de planejamento da ação do governo, através da identificação dos seus programas de trabalho, projetos e atividades, além do estabelecimento de objetivos e metas a serem implementados, bem como a previsão dos custos relacionados.

  • Isso é característica do tradicional.

     

    Orçamento tradicional/clássico:
    - apenas uma dimensão é explicitada, o objeto do gasto
    -
    origem na Inglaterra no ano de 1822, surgiu como uma forma de controle político
    - dissolução entre planejamento/orçamento;
    - funções alocativas, distributivas e estabilizadora tinham funções secundárias;
    - visa à aquisição de meios;
    - necessidades financeiras das unidades;
    - ênfase nos aspectos contábeis;
    - classificação por unidades administrativas e por objetos/item de despesa
    - controle da legalidade e honestidade do gestor público;
    - peça contábil financeira
    ** predomina o incrementalismo.

     

    orçamento-programa (final da década de 50 nos EUA):
    - sob a denominação de PBS (planning programming budgeting system)
    - ficou explícito no DEC 200/67; realidade decreto 2829/98;
    - integração entre planejamento e orçamento;
    - quantificação de objetivos e fixação de metas;
    - relação insumo-produto;
    - alternativas programáticas.
    - acompanhamento físico-financeiro;
    - classificação FUNCIONAL E PROGRAMÁTICA – programas, ações e subtítulos;
    - indicadores para acompanhamento e aferição de resultados;
    - visa EFICIÊNCIA, EFICÁCIA E EFETIVIDADE.
    - gerência por objetivos.


     


    GAB ERRADO.

  • Acerca dos conceitos básicos de orçamento público, julgue o item a seguir.

     

    O objetivo principal dos orçamentos públicos modernos é mostrar à sociedade a natureza do gasto governamental.

     

    AFIRMATIVA INCORRETA, ERRADA.

     

    Na verdade os orçamentos públicos modernos têm vários outros objetivos mais importantes do que simplemente mostrar a natureza do gasto governamental, nos orçamentos modernos não se relega o orçamento a mera peça contábil, mas diz-se que sua importância (importância dos orçamentos públicos modernos) reside em ser um verdadeiro orçamento programa em que há o estabelecimento de objetivos e metas a serem perseguidos pela administração pública, destaca-se ainda o forte elo entre o planejamento e o orçamento.

     

     

    Segue lá @juniortelesoficial

  • O objetivo principal do orçamento público é estimar RECEITAS e fixar DESPESAS.

  • Errada!

    Orçamento TRADICIONAL: Mostra a natureza dos gastos, era um mero instrumento contábil.

    Orçamento Programa:(utilizado hoje/moderno): Foco no planejamento, estratégico, mostra os RESULTADOS.

  • Orçamento-programa tem sua ênfase nas realizações e avaliação dos resultados,abrange a eficácia (alcance das metas) e a efetividade (análise do impacto).

     

    Visão moderna

     

    Visão ampla

     

    Entendido como um plano de trablaho

     

    Instrumento de planejamento da ação do governo...

     

     

  • Gabarito: ERRADO

     

    Em um sentido instrumental, pode - se definir orçamento público como um instrumento pelo qual o Governo elabora, expressa, executa, controla e avalia o cumprimento de suas atividades em cada período de gestão, refletindo as escolhas ideológicas feitas pelo partido polítco ou pelo grupo político que se encontra no poder.

     

    Um dos principais objetivos do orçamento público é colaborar com atendimento das necessidades da sociedade e a melhora da satisfação popular.

     

    Além disso, o Governo talves não consiga realizar tudo que planejou, mas não poderá fazer o que não planejou.

     

    Prof. Marcelo Adriano (Focus Concursos)

  • Um dos objetivos do orçamento moderno é realmente a transparência da gestão. No entanto, o orçamento está muito complexo para ter como objetivo principal a transparência da arrecadação da receita e realização de despesas.

     

    Irei citar alguns objetivos do orçamento moderno:

    (a) planejamento e programação (plano de governo);
    (b) instrumento de participação democrática nas decisões de governo;
    (c) ordenação e coordenação dos meios (receitas e despesas);
    (d) instrumento hábil para influir na economia e na sociedade;
    (e) permite o controle e a fiscalização no uso dos recursos;

     

    Gabarito, portanto, ERRADA
     

  • ERRADO.

    O objetivo principal é o planejamento.

  • Orçamento Clássico/Tradicional: apenas se preocupa com aspecto jurídico para controle político, prevendo receitas e fixando despesas. Sua principal preocupação era mostrar como e com o que está sendo gasto os recursos públicos.

     

    Orçamento-Programa/Moderno: Instrumento de planejamento do governo. Ênfase nas realizações, portanto na efetividade. Elo entre planejamento, orçamento e gestão. Objetiva o planejamento e por mais que sirva para prestar contas, este não é o seu objetivo.

     

    Orçamento Base Zero: ênfase na eficiência - considerando que as despesas são novas a cada ano, tendo todas elas que ser justificadas e exigindo, assim, maior comprometimento e chances em atingir objetivos e metas. Parte-se do zero a cada ano.

     

    Orçamento Funcional/Desempenhoênfase na eficácia pois considera duas dimensões do orçamento: objeto gasto e ações desenvolvidas. Considerado instrumento de gerenciamento.

     

    Orçamento IncrementalAumenta o percentual a cada ano, sem considerar soluções alternativas. Foca nos itens de despesa. Esse modelo adota os valores anteriores e incrementa novos. Ainda é utilizado no Brasil. 

     

    Orçamento ParticipativoParticipação real da população nos processos, democratizando a relação Estado e Sociedade; ocorre perda de flexibilidade. Maior rigidez na programação de investimentos. A legalidade e o Legislativo não deixam de ter sua participação.

  • Gabarito: ERRADO

     

    Objetivo do orçamento público

     

    O Orçamento Público pode ser definido como o ato legal que estabelece um conjunto de ações a serem realizadas durante um período de tempo determinado, estimando o montante de recursos a serem arrecadados e fixando o montante dos recursos a serem aplicados a fim de manter ou ampliar os serviços públicos e a realização de obras que atendam às necessidades da população.

     

    Programas temáticos: retratam no PPA a agenda de governo organizada pelos Temas das Políticas Públicas e orienta a ação governamental. Sua abrangência deve ser a necessária para representar os desafios e organizar a gestão, o monitoramento, a avaliação, as transversalidades, as multissetorialidades e a territorialidade. O programa temático se desdobra em objetivos e iniciativas.

     

    1) Objetivos: expressam o que deve ser feito, refletindo as situações a serem alteradas pela implementação de um conjunto de iniciativas, com desdobramento no território.

     

    2)  Iniciativas: declaram as entregas à sociedade de bens e serviços, resultantes da coordenação de ações orçamentárias e outras: ações institucionais e normativas, bem como da pactuação entre entes federados, entre Estado e sociedade e da integração de políticas públicas.

     

    No caso da Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO, tem como a principal finalidade orientar a elaboração dos orçamentos fiscal e da seguridade social e de investimento do Poder Público, incluindo os poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e as empresas públicas e autarquias.

  • Complementando

    Orçamento Tradicional
    Processo orçamentário em que apenas uma dimensão do orçamento é explicitada, qual seja, o objeto de gasto. Também é conhecido como Orçamento Clássico.

    Orçamento de Desempenho
    Processo orçamentário que se caracteriza por apresentar duas dimensões do orçamento: o objeto de gasto e um programa de trabalho, contendo as ações desenvolvidas. Toda a ênfase reside no desempenho organizacional, sendo também conhecido como orçamento funcional.

    Orçamento Programa
    Originalmente, sistema de planejamento, programação e orçamentação, introduzido nos Estados Unidos da América , no final da década de 50, sob a denominação de PPBS ( Planning Programning Budgeting System). Principais características: integração, planejamento, orçamento; quantificação de objetivos e fixação de metas; relações insumo-produto; alternativas programáticas; acompanhamento físico-financeiro; avaliação de resultados; e gerência por objetivos.

    Orçamento Base-Zero
    Abordagem orçamentária desenvolvida nos Estados Unidos da América, pela Texas Instruments Inc., durante o ano de 1969. Foi adotada pelo estado de Geórgia (gov. Jimmy Carter) com vistas ao ano fiscal de 1973. Principais características: análise, revisão e avaliação de todas as despesas propostas e não apenas das solicitações que ultrapassam o nível de gasto já existente; todos os programas devem ser justificados cada vez que se inicia um novo ciclo orçamentário.

    Orçamento Incremental
    Orçamento feito através de ajustes marginais nos seus itens de receita e despesa.


    Fonte: http://www.tesouro.gov.br/pt/-/glossario

  • Segue outra:

    QUESTÃO CERTA: A adoção do orçamento moderno está associada à concepção do modelo de Estado que, desde antes do final do século XIX, deixa de caracterizar-se por mera postura de neutralidade, própria do laissez-faire, e passa a ser mais intervencionista, no sentido de corrigir as imperfeições do mercado e promover o desenvolvimento econômico.

    Resposta: Errado.

  • O orçamento moderno tem como objetivo principal o PLANEJAMENTO.

  • O objetivo principal dos orçamentos públicos modernos é mostrar à sociedade a natureza do gasto governamental.


    Errado, o objetivo principal do orçamento público moderno (=orçamento programa) não é demonstrar a natureza do gasto, mas sim a qualidade do gasto que é especificada no elemento da despesa, este por sua vez indica o objeto do gasto.

  • orçamentos modernos: visa mostrar os programas de governo e ter transparência com a sociedade

  • 2018

    A modalidade orçamentária atualmente em uso pelos entes públicos brasileiros é uma evolução do orçamento de desempenho.

    certa

    2013

    O orçamento-programa

    deve expressar o produto final que, quantificado como meta, representa o objetivo da ação pública, ainda que a perspectiva do programa seja

    plurianual.

    Errada

  • O objetivo principal do orçamento público é a viabilização do planejamento governamental e a realização de políticas públicas organizadas em programas.

  • Objetivo do Orçamento é OPERACIONALIZAR a atividade financeira do Estado, via percepção de receitas e aplicação das mesmas de modo a arcar com despesas publicas

  • Objetivo do Orçamento é OPERACIONALIZAR a atividade financeira do Estado, via percepção de receitas e aplicação das mesmas de modo a arcar com despesas publicas

  • Orçamento-programa: Uma das suas principais diferenças em relação às outras concepções orçamentárias está no fato de o orçamento programa se configurar como um efetivo elo entre o planejamento e as ações executivas da Administração Pública, cuja ênfase é a consecução de objetivos e metas onde são considerados os custos dos programas de ação e classificados a partir do ponto de vista funcional-programático.

    Uma das principais características do orçamento-programa, em em contraposição com os orçamentos tradicionais, é a ênfase no objetivo, e não no objeto do gasto.

    FONTE: Livro de Administração Financeira e Orçamentária para os concursos de técnico e analista.

  • O OBJETIVO É O PLANEJAMENTO.

  • ORÇAMENTO TRADICIONAL:

    No orçamento TRADICIONAL, o aspecto jurídico do orçamento sobrepõe-se ao aspecto econômico.

    => VISA À AQUISIÇÃO DE MEIOS;

    => CONSIDERAM-SE AS NECESSIDADES FINANCEIRAS DAS UNIDADES;

    => ÊNFASE NOS ASPECTOS CONTÁBEIS;

    => CLASSIFICAÇÃO PRINCIPAL POR UNIDADES ADMINISTRATIVAS E ELEMENTOS;

    => ACOMPANHAMENTO E AFERIÇÃO DE RESULTADOS PRATICAMENTE INEXISTENTES;

    => CONTROLE DA LEGALIDADE E HONESTIDADE DO GESTOR PÚBLICO;

    => DISSOCIAÇÃO ENTRE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO.

    ORÇAMENTO DE DESEMPENHO(POR REALIZAÇÕES):

    => ENFATIZA O RESULTADO DOS GASTOS E NÃO APENAS OS GASTOS EM SI;

    => HÁ DOIS QUESITOS: O OBJETO DO GASTO (SECUNDÁRIO) E UM PROGRAMA DE TRABALHO CONTENDO AS AÇÕES DESENVOLVIDAS;

    => DEFICIÊNCIA: DESVINCULAÇÃO ENTRE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO.

    ORÇAMENTO POR ESTRATÉGIA( DE BASE ZERO):

    => DETERMINA O DETALHAMENTO JUSTIFICADO DE TODAS AS DESPESAS PÚBLICAS A CADA ANO, COMO SE CADA ITEM DA DESPESA FOSSE UMA NOVA INICIATIVA DO GOVERNO;

    => No orçamento base zero tudo é zerado, não se leva em consideração os gastos do exercício anterior, sem exceções.

    => AS AÇÕES DEVEM SER IDENTIFICADAS E CLASSIFICADAS EM ORDEM DE IMPORTÂNCIA POR MEIO DE UMA ANÁLISE SISTEMÁTICA PARA QUE OS PACOTES DE DECISÃO SEJAM PREPARADOS;

    => PODE SER CONSIDERADO UMA TÉCNICA DO ORÇAMENTO PROGRAMA;

    => TEM POR DESVANTAGENS A DIFICULDADE, A LENTIDÃO E O ALTO CUSTO DA ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO.

    ORÇAMENTO PROGRAMA:

    => INTEGRAÇÃO ENTRE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO;

    => VISA A OBJETIVOS E METAS;

    => CONSIDERAM-SE AS ANÁLISES DAS ALTERNATIVAS DISPONÍVEIS E TODOS OS CUSTOS;

    => ÊNFASE NOS ASPECTOS ADMINISTRATIVOS E DE PLANEJAMENTO;

    => CLASSIFICAÇÕES PRINCIPAIS: FUNCIONAL E PROGRAMÁTICA;

    => UTILIZAÇÃO SISTEMÁTICA DE INDICADORES PARA ACOMPANHAMENTO E AFERIÇÃO DOS RESULTADOS;

    => O CONTROLE VISA A EFICIÊNCIA, EFICÁCIA E EFETIVIDADE.

    ORÇAMENTO PARTICIPATIVO:

    => OBJETIVA A PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO NA ALOCAÇÃO DOS RECURSOS PÚBLICOS;

    => NÃO SE OPÕE AO ORÇAMENTO PROGRAMA E NÃO POSSUI UMA METODOLOGIA ÚNICA;

    => NÃO HÁ PERDA DE PARTICIPAÇÃO DO LEGISLATIVO E NEM DIRETAMENTE DE LEGITIMIDADE;

    => SEGUNDO A LRF, DEVE SER INCENTIVADA A PARTICIPAÇÃO POPULAR E A REALIZAÇÃO DE AUDIÊNCIAS PÚBLICAS DURANTE OS PROCESSOS DE ELABORAÇÃO DAS LEIS ORÇAMENTÁRIAS;

    => SEGUNDA A CFRB/88, A INICIATIVA DAS LEIS ORÇAMENTÁRIAS PERTENCE AO PODER EXECUTIVO;

    => DESVANTAGENS: PERDA DA FLEXIBILIDADE E MAIOR RIGIDEZ NA PROGRAMAÇÃO DE INVESTIMENTOS.

  • O principal objetivo orçamento moderno é mostrar a natureza do gasto governamental? Simplesmente mostrar com que o dinheiro público foi gasto?

    Claro que não! Esse é o objetivo do orçamento tradicional, cuja ênfase era nos meios (no que se compra) e utilizava a classificação por unidades administrativas e por elementos de despesa (objeto do gasto). Por isso, a questão ficou errada.

    O orçamento evoluiu, de forma que o orçamento moderno é muito mais do que uma simples previsão da receita ou estimativa de despesa. O orçamento moderno é um instrumento da Administração Pública, um instrumento de planejamento das ações governamentais.

    Gabarito: Errado

  • O objetivo principal do orçamento público é estimar RECEITAS e fixar DESPESAS.  Estabelecendo desta forma as ações prioritárias para o atendimento das demandas da sociedade, devido a escassez de recursos. Ou seja, nessa lei, o governo procede a previsão de quanto vai receber e define quanto vai gastar. O orçamento público é uma ferramenta de planejamento e evitar que o governo gaste mais do que recebe.

  • a partir de 2012, o PPA ficou mais estratégico.

  • O objetivo principal do (orçamento tradicional) é mostrar à sociedade a natureza do gasto governamental. 

  • Gab: ERRADO

    O principal objetivo do Orçamento Moderno é o planejamento, por outro lado, o do Tradicional, é a prestação de contas.

    Entretanto, isso não quer dizer que o orçamento moderno não tenha como objetivo a prestação de contas, tem sim, mas o principal é elaborar uma política planejada, responsável, clara e com resultados. Dentre outros...

  • O Orçamento Programa é um plano de trabalho que integra – numa concepção gerencial –

    planejamento e orçamento com objetivos e metas a alcançar. A ênfase do orçamento programa é nas realizações e a avaliação de resultados abrange a eficácia (alcance das

    metas) e a efetividade (análise do impacto final das ações).

  • Tem horas que Prof Barata deixa a gente desbaratinada com sua explicões !!!

  • Orçamento tradicional

    No orçamento tradicional/clássico as projeções de gastos eram estabelecidas considerando-se os orçamentos dos anos anteriores, isto é, baseia-se em dados históricos, sendo essa uma disfunção que pode perpetuar os erros do passado. Esse tipo de orçamento tem como ênfase o que a instituição gasta, e não no que realiza.

     

    Nesse modelo de orçamento, há uma preocupação exagerada com o controle contábil do gasto, refletida no obsessivo detalhamento da despesa. Outra característica dessa técnica é a elaboração orçamentária com viés inercial (ou incremental), preocupando-se a fazer apenas pequenos ajustes nas receitas e despesas a cada exercício, sem a preocupação de exercer as funções clássicas do orçamento moderno, quais sejam alocativa, distributiva e estabilizadora.

     

    Vamos fixar isso!

     

    1. (CESPE/ANALISTA/SAD-PE/2010) O orçamento clássico ou tradicional tem ênfase naquilo que a instituição realiza, não no que ela gasta.

     

    Comentários:

     

    É exatamente o contrário, como dissemos o orçamento clássico ou tradicional tem ênfase naquilo que a instituição gasta, não no que realiza. ERRADO

     

    2. (CESPE/OFICIAL/ABIN/2010) De acordo com a concepção tradicional, o orçamento público é caracterizado como mero inventário dos meios com os quais o Estado conta para cumprir suas tarefas, sendo as funções de alocação, distribuição e estabilização relegadas a segundo plano.

     

    Comentários:

     

    O orçamento clássico era uma peça simples e modesta sem a preocupação de exercer as funções clássicas do orçamento moderno, quais sejam, alocação, distribuição e estabilização da economia. CERTO

    3. (CESPE/CONTADOR/DPU/2010) O orçamento tradicional tinha como foco o controle, para que o Poder Legislativo não extrapolasse a proposta do Poder Executivo.

     

    Comentários:

     

    Cuidado! Tem uma pegadinha nessa questão. A questão está certa quando afirma que o orçamento tradicional tinha como foco o controle, pois isso ocorre desde os primórdios, pois o orçamento surgiu como forma de controle do parlamento sobre o executivo patrimonialista. O erro está no controle sobre o Poder Legislativo (parlamento). ERRADO.

     

    4. (CESPE/TÉCNICO/MPU/2010) O orçamento tradicional tinha como função principal a de possibilitar ao parlamento discutir com o órgão de execução as formas de planejamento relacionadas aos programas de governo, visando ao melhor aproveitamento dos recursos, com base nos aspectos relativos a custo/benefício. 

     

    Comentários:

     

    Como já expomos, o orçamento clássico ou tradicional era uma peça simples e modesta sem a preocupação de exercer as funções clássicas do orçamento moderno, relacionadas ao planejamento e aos programas de governo. ERRADO

     

    5. (CESPE/CONTADOR/DPU/2010) Uma das virtudes do orçamento tradicional era a de se programar excedentes orçamentários para o financiamento dos investimentos pretendidos.

     

    Comentários:

     

    O orçamento clássico ou tradicional não tinha qualquer perfil de     programação para investimentos. ERRADO

  • GAB: ERRADO

    Complementando!

    Fonte: Sérgio Mendes - Estratégia

    Um dos objetivos principais dos orçamentos públicos modernos é mostrar à sociedade a finalidade do gasto governamental. A natureza, com o foco no objeto do gasto, era um dos objetivos do orçamento clássico.

  • Sérgio Machado | Direção Concursos

    12/12/2019 às 14:49

    O principal objetivo orçamento moderno é mostrar a natureza do gasto governamental? Simplesmente mostrar com que o dinheiro público foi gasto?

    Claro que não! Esse é o objetivo do orçamento tradicional, cuja ênfase era nos meios (no que se compra) e utilizava a classificação por unidades administrativas e por elementos de despesa (objeto do gasto). Por isso, a questão ficou errada.

    O orçamento evoluiu, de forma que o orçamento moderno é muito mais do que uma simples previsão da receita ou estimativa de despesa. O orçamento moderno é um instrumento da Administração Pública, um instrumento de planejamento das ações governamentais.

    Gabarito: Errado


ID
2679748
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Acerca dos conceitos básicos de orçamento público, julgue o item a seguir.


Os recursos financeiros obtidos por determinado órgão da administração pública na exploração de atividade econômica são considerados receitas originárias.

Alternativas
Comentários
  • A receita pode ser classificada em:

     

    Derivada: deriva do poder coercitivo do Estado, sendo oriunda do patrimônio da sociedade. Ex.: Receita tributária.

     

    Originária: origina-se do patrimônio público, ou seja, o patrimônio público passa a gerar receita em virtude de sua gestão. É subdividida em:

     

    Patrimoniais: provêm das rendas geradas pelo patrmônio do próprio Estado, tais como as rendas de aluguéis, títulos públicos...

     

    Empresariais: são aquelas provenientes das atividades empresariais realizadas pelo Estado, seja no âmbito comercial, industrial ou de prestação de serviços.

     

    A assertiva está correta, pois trata de uma receita originária do tipo empresarial.

     

    GABARITO: CERTO

  • GABARITO: CERTO

     

    Receitas Originárias

    Compreendem as receitas arrecadadas por meio da exploração de atividades econômicas pela Administração Pública. Resultam, principalmente, de rendas do patrimônio mobiliário e imobiliário do Estado (receita de aluguel), de preços públicos, de prestação de serviços comerciais e de venda de produtos industriais ou agropecuários. 

     

    Fonte: MCASP 7a edição

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: CERTA

    Questão tranquila. De fato, as receitas originárias são arrecadadas por meio da exploração de atividades econômicas pela Administração Pública. É a receita efetiva oriunda das rendas produzidas pelos ativos do Poder Público, pela cessão remunerada de bens e valores (aluguéis e ganhos em aplicações financeiras), ou aplicação em atividades econômicas (produção, comércio ou serviços). As receitas originárias são provenientes do patrimônio público (bens e direitos). O Estado obtém essas receitas colocando parte do seu patrimônio à disposição da sociedade, que paga pela sua utilização. São formadas por receitas correntes e também são denominadas receitas de economia privada. Já as Receitas Derivadas - são as receitas efetivas obtidas pelo Estado em função de sua soberania, por meio de tributos, penalidades, indenizações e restituições. As receitas derivadas são formadas por receitas correntes, segundo a classificação da receita por categoria econômica. Ex.: receita tributária, receita de contribuições etc. São receitas obtidas pelo Estado mediante sua autoridade coercitiva. O Estado exerce a sua competência, o seu poder, e tributa os rendimentos e o patrimônio das pessoas e das empresas, exigindo compulsoriamente que o particular entregue determinada quantia na forma de tributos. Essa receita é derivada porque deriva do patrimônio dos particulares, da sociedade em geral. Embora utilizada no meio acadêmico, a diferenciação originária X derivada não é utilizada como classificação oficial da receita pelo Poder Público.

  • Questão de assunto recorrente. Complementando os colegas com exemplos:

     

    a) Receitas originárias : também chamadas de receitas não tributárias, são as que decorrem da exploração do bem público

    *atividades do Estado submetidas ao direito privado (contratos, herança vacante, doações etc.),

    *a exploração do patrimônio do Estado (vias públicas, mercados, espaços em aeroportos etc.)

    *em decorrência de serviços públicos prestados por concessionário (preço público).

     

    b) Receitas derivadas "deriva do poder do Estado": são as que provêm da imposição (constrangimento/coreção) sobre o patrimônio particular. "deriva do poder do Estado"

    os tributos (com exceção dos empréstimos compulsórios, pois estes constituem entradas provisórias)

    * as penalidades (pecuniárias - multa - ou não - perdimento e apreensão de bens etc.).

     

    c) Receitas transferidas . São aquelas decorrentes da transferência entre os entes da Federação.

    * repartição da arrecadação tributária, realizada nos termos dos artigos 157 a 162 da CF.  A despeito de ser uma receita cuja origem é o pagamento de tributos, trata-se de receita transferida, pois não decorre da competência tributária da entidade política que a recebe.

     

     

  • Originárias ~> Correspondem àquelas  que provêm  do próprio  patrimônio do Estado.

     

    Resultantes  da venda  de produtos  ou serviços  colocados  à disposição  dos usuários  ou da cessão remunerada  de bens  e valores.

     

    Fonte:Sergio Mendes

  • CERTO


    Receitas Originárias: são aquelas que nascem do patrimônio do Estado;

    Receitas Derivadas: nascem do poder coercitivo do Estado.


    Fonte: Prof. José Wesley.

  • As receitas públicas classificam-se em:

    1. Quanto ao aspecto contábil: 

    a) Receitas correntes: são aquelas receitas públicas que se esgotam dentro do período anual, como os casos das receitas e impostos que se extinguem no decurso da execução orçamentária. Compreendem as receitas tributárias, patrimoniais, industriais, entre outras. São as receitas destinadas a cobrir as despesas orçamentárias que visam à manutenção das atividades governamentais.

    b) Receitas de capital: são aquelas receitas públicas que alteram o patrimônio duradouro do Estado, como os produtos de empréstimo contraídos pelo Estado a longo prazo. Compreendem, assim, a constituição de dívidas, a conversão em espécie de bens e direitos, dentre outros.

    2. Quanto à periodicidade:

    a) Receitas ordinárias: são aquelas receitas públicas recebidas com regularidade no movimento normal das atividades do ente federativo, como a arrecadação de tributos.

    b) Receitas extraordinárias: são aquelas receitas públicas não permanentes/usuais que ocorrem, por exemplo, no caso de guerra e doações.

    3. Quanto à origem:

    a) Receitas originárias: são aquelas receitas públicas que decorrem da exploração da própria atividade econômica do ente federativo. Decorrem dos próprios bem do ente federativo. São exemplos, o preço público; alienação ou aluguel de bens; indenizações, arrecadação da loteria; dentre outros.

    b) Receitas derivadas: são aquelas receitas públicas que decorrem do patrimônio do particular ou do pagamento por este feito em contraprestação de serviços públicos prestados. Sendo compulsórias quando o comportamento previsto em lei assim estabelecer, como nos casos de tributos e multas tributárias. Temos por exemplo o auferimento de renda que implica na obrigação de pagar imposto de renda, enquanto ter um bem imóvel implica na obrigação de pagar IPTU.

    c) Receitas transferidas obrigatórias (artigos 157 a 162 da CF/88): são aquelas receitas públicas que foram arrecadas por um ente federativo, em razão de a este ter sido dada a competência tributária, mas que, por determinação legal, devem ser repassadas a outro ente federativo na totalidade ou em parte.Por exemplo, aos estados compete cobrar o IPVA, mas devem passar 50% das receitas arrecadas aos municípios.

     

    ITEM CERTO. Receitas originárias: são aquelas receitas públicas que decorrem da exploração da própria atividade econômica do ente federativo.

  • Derivada -  Deriva do poder coercitivo do estado!

  • Receitas Originárias e Receitas Derivadas
    A doutrina classifica as receitas públicas, quanto à procedência, em originárias e derivadas. Essa classificação possui uso
    acadêmico e não é normatizada; portanto, não é utilizada como classificador oficial da receita pelo poder público.
    Receitas públicas originárias, segundo a doutrina, são as arrecadadas por meio da exploração de atividades econômicas
    pela Administração Pública. Resultam, principalmente, de rendas do patrimônio mobiliário e imobiliário do Estado (receita de
    aluguel), de preços públicos, de prestação de serviços comerciais e de venda de produtos industriais ou agropecuários.
    Receitas públicas derivadas, segundo a doutrina, são as obtidas pelo poder público por meio da soberania estatal. Decorrem
    de norma constitucional ou legal e, por isso, são auferidas de forma impositiva, como, por exemplo, as receitas tributárias e
    as de contribuições especiais.
    OBS.: Preço público e tarifa são sinônimos.

  • CORRETA.

     

         Segundo o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP), 7ª Edição, p.36-37, disponível no site Secretaria do Tesouro Nacional, a doutrina classifica as receitas públicas, quanto à procedência em Originárias e Derivadas. Essa classificação possui uso acadêmico e não é normatizada; portanto, não é utilizada como classificador oficial da receita pelo Poder Público.

     

         Receitas Públicas Originárias, segundo a doutrina, seriam aquelas arrecadadas por meio da exploração de atividades econômicas pela Administração Pública. Resultariam, principalmente, de rendas do patrimônio mobiliário e imobiliário do Estado (receita de aluguel), de preços públicos, de prestação de serviços comerciais e de venda de produtos industriais ou agropecuários.

     
         Receitas Públicas Derivadas, segundo a doutrina, seria a receita obtida pelo poder público por meio da soberania estatal. Decorreriam de imposição constitucional ou legal e, por isso, auferidas de forma impositiva, como, por exemplo, as receitas tributárias e as de contribuições especiais.

  • Edmir Dantes e Eduardo Oshida são dois fanfarroes! pqp

  • Receitas Originárias e Receitas Derivadas: A doutrina classifica as receitas públicas, quanto à procedência, em originárias e derivadas. Essa classificação possui uso acadêmico e não é normatizada; portanto, não é utilizada como classificador oficial da receita pelo poder público.

    Receitas públicas originárias, segundo a doutrina, são as arrecadadas por meio da exploração de atividades econômicas pela Administração Pública. Resultam, principalmente, de rendas do patrimônio mobiliário e imobiliário do Estado (receita de aluguel), de preços públicos, de prestação de serviços comerciais e de venda de produtos industriais ou agropecuários.

     

    Receitas públicas derivadas, segundo a doutrina, são as obtidas pelo poder público por meio da soberania estatal. Decorrem de norma constitucional ou legal e, por isso, são auferidas de forma impositiva, como, por exemplo, as receitas tributárias e as de contribuições especiais.

     

    Fonte: MTO 2018, p. 16

  • Certa!

    As receitas podem ser classificadas quanto a origem em 

    originarias e derivadas.

    No Brasil, a maior receita vem das derivadas: impostos, taxas, etc  

  • As Receitas Públicas podem ser classificadas:

    a) Quanto à origem (de onde vem):

    Originárias: Obtidas pelo ente público a partir do próprio patrimônio público. Ex.: Bens ou serviços vendidos pelo Estado. (Pagamento NÃO É OBRIGATÓRIO)
    Derivados:Obtidas a partir do patrimônio privado. Ex.: Tributos, multas de trânsito, etc. (Pagamento OBRIGATÓRIO)

    GABARITO: CERTO

     

     

  • https://www.youtube.com/watch?v=eua-t9aDaQE

     

    https://www.youtube.com/watch?v=4hIsFIZM2Cs

     

    Rceitas derivadas e originarias.

  • VÍDEOS MUITOOOOO BONS Frank Ferreira

  • Gab: CERTO

     

    Derivada = deriva do patrimônio privado (se vc pagar multa, por ex.) - aqui, o Estado retira do seu bolso.

    Originário = se origina do próprio patrimônio público (venda em leilão de bens públicos) - aqui, ele retira do próprio bolso.

  • Receitas Originárias e Receitas Derivadas


    A doutrina classifica as receitas públicas, quanto à procedência, em originárias e derivadas. Essa classificação possui uso acadêmico e não é normatizada; portanto, não é utilizada como classificador oficial da receita pelo poder público.


    Receitas públicas originárias, segundo a doutrina, são as arrecadadas por meio da exploração de atividades econômicas pela Administração Pública. Resultam, principalmente, de rendas do patrimônio mobiliário e imobiliário do Estado (receita de aluguel), de preços públicos, de prestação de serviços comerciais e de venda de produtos industriais ou agropecuários.

     


    Receitas públicas derivadas, segundo a doutrina, são as obtidas pelo poder público por meio da soberania estatal. Decorrem de norma constitucional ou legal e, por isso, são auferidas de forma impositiva, como, por exemplo, as receitas tributárias e as de contribuições especiais.

     


    OBS.: Preço público e tarifa são sinônimos.
     

    Fonte de consulta: MTO 2019.

     

     

    Pessoal, estou divulgando por meio do Instagram dicas, macetes, resumos e leis esquematizadas.

     

     https://www.instagram.com/leis_esquematizadas_questoes/

     

    Bons estudos!

     

  • GABARITO: CERTO

  • Eu não tava por dentro desse termo. Sabia que era patrimonial, mas pensava ser pegadinha. kkkkkkk

    Bom saber que tem essa classificação mais genérica.

  • Receita originária: Arrecadadas por meio da exploração de atividades econômicas pela adm. pública.

    Receita derivada: Obtidas pelo poder público por meio da soberania estatal.

  • Receita Originária: é a receita efeitva oriunda das rendas produzidas pelos ativos do Poder Público, pela cessão remunerada de bens e valores (aluguéis e ganhos em aplicações financeiras) ou aplicação em atividades econômicas (produção, comércio ou serviços)

    As receitas originárias são provenientes do patrimônio público (bens e direitos). O Estado obtém essas receitas colocando parte do seu patrimônio à disposição da sociedade, que paga pela sua utilização.

    São formadas receitas correntes e também denominadas de receitas de economia privada.

    I- Patrimoniais: provém de rendas geradas pelo patrimônio do próprio Estado (mobiliário e imobiliário). Ex: receita de aluguéis, venda de bes, operações de crédito, pagamento de royalties pela exploração do seu patrimônio por concessionários e permissionários.

    II- Empresariais: atividades do Estado como empresário, no âmbito comercial, industrial ou prestação de serviços.

    PALUDO

  • RECEITAS PÚBLICAS ORIGINÁRIAS=> receitas que provém do próprio PATRIMÔNIO DO ESTADO.

    RECEITAS PÚBLICAS DERIVADAS=> são receitas obtidas pelo ESTADO mediante sua autoridade COECERTIVA.

    exemplo: receitas de impostos. (receitas derivadas)

  • RECEITAS PÚBLICAS (QUANTO A ORIGEM)

    ORIGINÁRIAS : Aquelas obtidas a partir do própio patrimônio público (aluguel ,venda)

    DERIVADAS : Obtidas do estado mediante sua autoridade coercitiva (tributos,multas)

  • Quando você acha que sabe do assunto, e vem o Cespe e te mostra que não sabe nada.

  • Classificação doutrinária citada no MCASP!

    Receitas Públicas Derivadas derivam da imposição legal do Estado;

    Receitas Públicas Originárias originam da participação em atividades econômicas pelo Estado.

  • Lida a questão, vamos para a resolução.


    A questão trata de RECEITA PÚBLICA, de acordo com o Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público (MCASP).

    Observe o item 3.2, pág. 33 do MCASP: “A doutrina classifica as receitas públicas, quanto à procedência, em Originárias e Derivadas. Essa classificação possui uso acadêmico e não é normatizada; portanto, não é utilizada como classificador oficial da receita pelo Poder Público.

    Receitas Públicas Originárias, segundo a doutrina, seriam aquelas arrecadadas por meio da exploração de atividades econômicas pela Administração Pública. Resultariam, principalmente, de rendas do patrimônio mobiliário e imobiliário do Estado (receita de aluguel), de preços públicos, de prestação de serviços comerciais e de venda de produtos industriais ou agropecuários.

    Receitas Públicas Derivadas, segundo a doutrina, seriam as receitas obtidas pelo poder público por meio da soberania estatal. Decorreriam de imposição constitucional ou legal e, por isso, auferidas de forma impositiva, como, por exemplo, as receitas tributárias e as de contribuições especiais".


    Portanto, os recursos arrecadados por meio da exploração de atividades econômicas pela Administração Pública são denominados receitas originárias.



    Gabarito do Professor: CERTO.

  • Receitas Originárias: denominadas também de receitas de economia privada ou de direito privado. Correspondem àquelas que provêm do próprio patrimônio do Estado. São resultantes da venda de produtos ou serviços colocados à disposição dos usuários ou da cessão remunerada de bens e valores.

    Fonte: Estratégia Concursos - Sérgio Mendes

    Gabarito: Certo

  • MTO 2021:

    Receitas públicas originárias, segundo a doutrina, são as arrecadadas por meio da exploração de atividades econômicas pela Administração Pública. Resultam, principalmente, de rendas do patrimônio mobiliário e imobiliário do Estado (receita de aluguel), de preços públicos, de prestação de serviços comerciais e de venda de produtos industriais ou agropecuários.

    Receitas públicas derivadas, segundo a doutrina, são as obtidas pelo poder público por meio da soberania estatal. Decorrem de norma constitucional ou legal e, por isso, são auferidas de forma impositiva, como, por exemplo, as receitas tributárias e as de contribuições especiais.


ID
2679751
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Acerca dos conceitos básicos de orçamento público, julgue o item a seguir.


Em obediência ao princípio orçamentário da universalidade, os ingressos de recursos no tesouro do Estado devem ser classificados como receitas orçamentárias, independentemente de sua natureza ou finalidade.

Alternativas
Comentários
  • Princípio da Universalidade: deve conter todas as receitas e despesas.

     

    Nem todo ingresso de recurso financeiro ao tesouro do Estado deve ser classificado como receita orçamentária, há outro tipo de classificação, a saber: extraorçamentária.

     

    Receita orçamentária: ingressos de recursos financeiros que se incorporam definitivamente ao patrimônio público.

     

    Receita extraorçamentária: são ingressos de recursos financeiros que não se incorporam definitivamente ao patrimônio.

     

    GABARITO: ERRADO

     

  • ERRADO

    Apesar de o princípio universalidade preconizar que o orçamento deve conter todas as receitas e despesas, ele não infere que elas não devam respeitar sua devida classificação quanto à forma de ingressar nos cofres públicos.

     As receitas públicas poder ser:

    • ORÇAMENTÁRIAS: Recursos que se incorporam ao patrimônio público.

    • EXTRAORÇAMENTÁRIAS: Recursos que não se incorporam ao patrimônio, não integram o orçamento público.
  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: ERRADA

    O princípio da universalidade Estabelecido, de forma expressa, pelo caput do art. 2º da Lei nº 4.320/ 1964, recepcionado e normatizado pelo § 5º do art. 165 da Constituição Federal, determina que a LOA de cada ente federado deverá conter todas as receitas e despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. Ele determina que o orçamento deve considerar todas as receitas e todas as despesas, e nenhuma instituição governamental deve ficar afastada do orçamento. Nada tem a ver com se dizer que todos os ingressos de recursos no tesouro do Estado devam ser classificados como receitas orçamentárias

  • ITEM ERRADO !!!

    As receitas podem ser  : ORÇAMENTÁRIAS ou EXTRAORÇAMENTÁRIAS .

    Ao contrário do que aborda a questão, o que as distinguem são justamente a forma que ocorreu o seu ingresso, finalidade  e sua natureza.

  • ERRADO

    Princípio da Universalidade do Orçamento: a lei orçamentária deve compreender todas as receitas e todas as despesas pelos seus totais.

    As receitas podem ser: ORÇAMENTÁRIAS ou EXTRAORÇAMENTÁRIAS 

     

  • PRINCÍPIO DA UNIVERSALIDADE: A LOA deve conter todas as receitas e despesas referentes aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta.

  • "Estudar preciso", creio que a expressão "pelos seus totais" se refira ao princípio do Orçamento Bruto.

  • Marquei ERRADO porque pensei: ué, mas e se esse recurso que entrou foi um recurso extraorçamentário, tipo uma cauçãozinha básica?

  • As receitas extraorçamentárias não integram o orçamento público e constituem passivos exigíveis do ente, de tal forma que o seu pagamento não está sujeito à autorização legislativa. Isso ocorre porque possuem caráter temporário, não se incorporando ao patrimônio público. Se não se incorporam ao patrimônio público, não há variação do saldo patrimonial. São chamadas de ingressos extraorçamentários. São exemplos de receitas extraorçamentárias: depósito em caução, antecipação de receitas orçamentárias – ARO, consignações diversas, cancelamento de restos a pagar, emissão de moeda e outras entradas compensatórias no ativo e passivo financeiros.

    As despesas extraorçamentárias não são consignadas no orçamento ou nas leis de créditos adicionais. Correspondem à devolução de recursos transitórios que foram obtidos como receitas extraorçamentárias, ou seja, pertencem a terceiros e não aos órgãos públicos.

    Depósitos e cauções recebidos para garantir participação em licitações promovidas pelo ente público são receitas extraorçamentárias.

    Os restos a pagar são despesas extraorçamentárias. As demais são orçamentárias.

    Os gastos com a aquisição de imóveis já em utilização são despesas com inversões financeiras.
    Os ingressos financeiros provenientes dos depósitos em garantia efetuados por fornecedores, visando à participação num procedimento licitatório, são classificados como receitas extraorçamentárias.

    Princípio da Universalidade: deve conter todas as receitas e despesas. ERRADA.

  • ERRADO.


    De acordo com o princípio da ESPECIALIZAÇÂO (ESPECIALIDADE OU DISCRIMINAÇÃO) o orçamento deve ser o MAIS DETALHADO POSSÍVEL.

    É por este motivo que se classificam os tipos de RECEITAS. Entre as classificações, temos as classificações quanto a natureza (identificação da origem do recurso de acordo quanto ao fato gerador) e quanto a finalidade.

    OBS: existe de fato o princípio da UNIVERSALIDADE< que diz que todas as receitas e despesas devem estar presentes no orçamento, porém, ela não limita as classificações.

     

  • Receitas são ingressos Financeiros no Patrimônio Público, mas nem todos ingressos nos cofres públicos são receita pública orçamentárias. Alguns são "meras entradas" sujeitas a Posterior devolução.


    Augusto Paludo

  • Apesar de o princípio universalidade preconizar que o orçamento deve conter todas as receitas e despesas, ele não infere que elas não devam respeitar sua devida classificação quanto à forma de ingressar nos cofres públicos.

    E de acordo com o princípio da ESPECIALIZAÇÃO (ESPECIALIDADE OU DISCRIMINAÇÃO) o orçamento deve ser o MAIS DETALHADO POSSÍVEL.

  • O PRINCÍPIO DA UNIVERSALIDADE  CONTÉM TODAS AS RECEITAS E DESPESAS, MAS PORÉM ELAS SÃO CLASSIFICADAS EM RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS E RECEITAS EXTRAORÇAMENTÁRIAS. 

  • Em obediência ao princípio orçamentário da universalidade, os ingressos de recursos no tesouro do Estado devem ser classificados como receitas orçamentárias, independentemente de sua natureza ou finalidade.

    Existem as receitas que são chamadas de extraorçamentárias

  • UNIVERSO TEM HAVER COM O TODO

    TODA RECEITA 

    TODA DESPESA

  • Princípio da Universalidade: deve conter todas as receitas e despesas.

    Nem todo ingresso de recurso financeiro ao tesouro do Estado deve ser classificado como receita orçamentária, há outro tipo de classificação, a saber: extraorçamentária.

    Receita orçamentária: ingressos de recursos financeiros que se incorporam definitivamente ao patrimônio público.

    Receita extraorçamentária: são ingressos de recursos financeiros que não se incorporam definitivamente ao patrimônio.

  • Errada; Nem todo ingresso será receita orçamentária.

    Alguns ingressos não se  incorporam ao patrimônio, eles terão que ser

    compensados, geram um passivo, são receitas EXTRAORÇAMENTÁRIAS.

    Ex: Restos a pagar, caução, emissão de papel moeda, ARO.

  • Princípio da Universalidade


    Todas as receitas e despesas (ORÇAMENTÁRIAS) devem estar previstas no orçamento público, ou seja, devem incorporar ao patrimônio público.

    Exceto >> RECEITAS E DESPESAS EXTRAORÇAMENTÁRIAS não incorporam.

  • Erro independente de sua natureza. Classificação em orçamentária e extraorçamentária é feita justamente quanto à NATUREZA.
  • Não são todos ingresso de recurso financeiro que devem ser classificados como: Receita orçamentária ao tesouro do Estado.

    Como as receitas extraorçamentária ---------------------------------------------------> são aquelas que não fazem parte do orçamento público.

    Exemplos temos as cauções, fianças, depósitos para garantia, consignações em folha de pagamento, retenções na fonte, salários não reclamados, operações de crédito por antecipação de receita (ARO) e outras operações assemelhadas. Receita pública – Wikipédia, a enciclopédia livre

     

    Princípio da Universalidade ---> Deve conter todas as receitas e despesas.---> Receita orçamentária --->  ingressos de recursos financeiros que se incorporam definitivamente ao patrimônio público.

     

  • Art. 3º A Lei de Orçamentos compreenderá tôdas as receitas, INCLUSIVE AS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO AUTORIZADAS EM LEI.(não se incluem o crédito de ARO)

    Parágrafo único. NÃO SE CONSIDERAM PARA OS FINS DESTE ARTIGO as operações de credito por antecipação da receita, as emissões de papel-moeda e outras entradas compensatórias, no ativo e passivo financeiros.          

  • Para fins de prova, receita pública  em sentido estrito é apenas a orçamentária, ou seja, as receitas que entram nos cofres públicos  que não tem carater devolutivo, tais como os tributos. Diferentemente das extraorçamentárias,   receita devolutiva que apenas transita pelo orçamento público, mas que deve ser devolvido, a ex. dos depósitos em garanatia.

  • LEI No 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964.

     

    Art. 4º A Lei de Orçamento compreenderá todas as despesas próprias dos órgãos do Governo e da administração centralizada, ou que, por intermédio deles se devam realizar, observado o disposto no artigo 2°. -> PRINCÍPIO DA UNIVERSALIDADE

     

    BIZU: TODAS AS ESTRELAS DO UNIVERSO

  • TODAS AS ESTRELAS DO UNIVERSO

     

    Anotado!

  • Tem tbm as extraorçamentarias. 

    Por isso a questão fica Errada.

  • LEI No 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964.

     

    Art. 4º A Lei de Orçamento compreenderá todas as despesas próprias dos órgãos do Governo e da administração centralizada, ou que, por intermédio deles se devam realizar, observado o disposto no artigo 2°. -> PRINCÍPIO DA UNIVERSALIDADE

     

    BIZU: TODAS AS ESTRELAS DO UNIVERSO

  • Existem as receitas extraorçamentárias!

  • LEI No 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964.

     

    Art. 4º A Lei de Orçamento compreenderá todas as despesas próprias dos órgãos do Governo e da administração centralizada, ou que, por intermédio deles se devam realizar, observado o disposto no artigo 2°. -> PRINCÍPIO DA UNIVERSALIDADE

     

  • (ERRADO)

    Independentemente de sua natureza ou finalidade?

    Bela baderna misturar receitas e despesas orçamentárias às EXTRAorçamentárias.

  • Princípio Universalidade

    orçamento deve conter todas as receitas e despesas do Estado.

    Exceções (são no tocante às previsões de receitas)

    Créditos Adicionais; Tributo instituído por Lei após a aprovação da LOA; Receitas e

    despesas operacionais das empresas públicas e SEM, consideradas estatais

    independentes; Receitas extraorçamentária (art. 3 Lei 6404/64): ARO, emissões de papel-moeda e entradas compensatórias no ativo e no passivo financeiro

  • Nem todo ingresso de recurso financeiro ao tesouro do Estado deve ser classificado como receita orçamentária, há outro tipo de classificação, a extraorçamentária.

    Receita orçamentária: incorporam definitivamente ao patrimônio público.

    Receita extraorçamentária: não se incorporam definitivamente ao patrimônio.

  • RESOLUÇÃO:

             Ora, sabemos que nem todos os ingressos de recursos são receitas orçamentárias, não é mesmo? Existem também os ingressos extraorçamentários, que são entradas compensatórias no ativo e passivo financeiros, tais como cauções, fianças, depósitos judiciais. Logo, essa questão está errada.

    Gabarito: ERRADO

  • ERRADO

  • MTO-2020 PAG. 16

    GABARITO ERRADO

    O orçamento é instrumento de planejamento de qualquer entidade, seja pública ou privada, e representa o fluxo previsto dos ingressos e das aplicações de recursos em determinado período.

    A matéria pertinente à receita é disciplinada, em linhas gerais, pelos arts. 2º, 3º, 6º, 9º, 11, 35, 56 e 57 da Lei nº 4.320, de 1964.

    INGRESSOS ORÇAMENTÁRIOS

    Em sentido amplo, receitas públicas são ingressos de recursos financeiros nos cofres do Estado, que se desdobram em receitas orçamentárias, quando representam disponibilidades de recursos financeiros para o erário, e ingressos extraorçamentários, quando representam apenas entradas compensatórias.

    Em sentido estrito, são públicas apenas as receitas orçamentárias.

    INGRESSOS EXTRAORÇAMENTÁRIOS

    Recursos financeiros que apresentam caráter temporário e não integram a LOA. O Estado é mero depositário desses recursos, que constituem passivos exigíveis e cujas restituições não se sujeitam à autorização legislativa. Exemplos: Depósitos em Caução, Fianças, Operações de Crédito por ARO, emissão de moeda e outras entradas compensatórias no ativo e passivo financeiros.

  • ERRADA

    Art. 57. Ressalvado o disposto no parágrafo único do artigo 3º desta lei serão classificadas como receita orçamentária, sob as rubricas próprias, todas as receitas arrecadadas, inclusive as provenientes de operações de crédito, ainda que não previstas no Orçamento

    Art. 3º. Parágrafo único. Não se consideram para os fins deste artigo as operações de credito por antecipação da receita, as emissões de papel-moeda e outras entradas compensatórias, no ativo e passivo financeiros.

  • RECURSOS DESTINADOS A FINANCIAR DESPESAS PÚBLICAS -> Orçamentários

    RECURSOS DESTINADOS A FINANCIAR DESPESAS EXTRAORÇAMENTÁRIAS -> Extraorçamentários

    Gabarito: ERRADO

  • Apesar do princípio da universalidade dizer que no orçamento deve ter todas as receitas e todas as despesas, os ingressos nos cofres públicos nem sempre são orçamentários. existem também os extra orçamentários

  • Existem receitas e despesas, podendo ser classificadas como orçamentárias ou extraorçamentárias.


ID
2679754
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Julgue o item seguinte, relativo ao instrumento e ao processo de orçamentação.


Se o presidente da República vetar determinada dotação orçamentária, os recursos correspondentes a essa dotação poderão servir de fonte para a abertura de créditos especiais.

Alternativas
Comentários
  • CERTO

    FONTES PARA ABERTURA DE CRÉDITOS ADICIONAIS: SE ORAR

    • Superávit financeiro calculado no Balanço Patrimonial do exercício anterior.
    • Excesso de arrecadação ---> do exercício corrente
    • Operações de crédito
    • Reserva de contingência.
    • Anulação parcial/total de dotações orçamentárias ou créditos adicionais, autorizados em lei.
    • Recursos decorrentes de veto, emenda ou rejeição de dotação orçamentária que ficarem sem despesa correspondente.  

    Fonte: lei 4320/ 64

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: CERTA

    Questão simples. Letra fria da Constituição Federal e que aborda créditos adicionais e suas respectivas fontes de abertura. Conforme o art. 166, da CF, temos:

    § 8º Os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual, ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados, conforme o caso, mediante créditos especiais ou suplementares, com prévia e específica autorização legislativa.

  • CF 88

     

     

    Art. 166. Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos adicionais serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, na forma do regimento comum.

     

    § 8º Os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual, ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados, conforme o caso, mediante créditos especiais ou suplementares, com prévia e específica autorização legislativa.

  • Caro amigo Reinaldo, creio que a fonte não seja essa (anulação). Mas sim, 'Recurso sem despesa correspondente advinda de veto, emenda ou rejeição na PLOA'. Bons estudos!

  • De onde vem os recursos de créditos suplementares e especiais ?

    1) do excesso de areecadação após tirar os créditos extraordinários abertos no exercício.

    2) operações de crédito

    3) anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais (inclusive reserva de contingências)

    4) veto, emenda ou rejeição dos projetos de LOA que geram recursos sem despesas correspondentes (é preciso prévia e específica autorização legislativa)

    5) superávit financeiro apurado no balanço patrimonial do exercício anterior

    SF = AF (ativo financeiro) - PF (passivo financeiro) + saldo de créditos adicionais transferidos com as operações a ele vinculadas

    Assim, genericamente falando, o veto de uma dotação orçamentária apresentada em um projeto de LOA pode servir de fonte para créditos suplementares ou especiais.

     

    Fonte - aulas do prof. Fábio Furtado

  • CERTO!! O referido art. 166, §8º, da Constituição Federal, prevê expressamente a possibilidade de rejeição da lei orçamentária anual, nos seguintes termos:

    "§ 8º - Os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual, ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados, conforme o caso, mediante créditos especiais ou suplementares, com prévia e específica autorização legislativa".

  • certa

    LEI No 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964.

    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa. (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    § 1º Consideram-se recursos para o fim deste artigo, desde que não comprometidos:   (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    I - o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;   (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    II - os provenientes de excesso de arrecadação;   (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    III - os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em Lei;   (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    IV - o produto de operações de credito autorizadas, em forma que juridicamente possibilite ao poder executivo realiza-las.   (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    § 2º Entende-se por superávit financeiro a diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro, conjugando-se, ainda, os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de credito a eles vinculadas.   (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    § 3º Entende-se por excesso de arrecadação, para os fins deste artigo, o saldo positivo das diferenças acumuladas mês a mês entre a arrecadação prevista e a realizada, considerando-se, ainda, a tendência do exercício.   (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

  • Fontes para a abertura de créditos adicionais:
    - superávit financeiro apurado em BALANÇO PATRIMONIAL DO EXERCÍCIO ANTERIOR (DIFERENÇA POSITIVA ENTRE ATIVO x PASSIVO) conjugando ainda os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de crédito a eles vinculadas; NÃO É BALANÇO FINANCEIRO
    - excesso de arrecadação APURADA NO EXERCÍCIO CORRENTE
    (Excesso de arrecadação é o saldo positivo das diferenças acumuladas mês a mês entre a arrecadação prevista e a realizada)
    deduzir os créditos extraordinários.
    - operações de créditos (receita de capital).

    - anulação parcial/total de dotações orçamentárias/créditos adicionais;
    - recursos sem despesas correspondentes
    (art. 166 § 8º) decorrência de veto, emenda ou rejeição da LOA = ESPECIAIS e SUPLEMENTARES + autorização legislativa PRÉVIA.

    - reserva de contingência desde que definida na LDO.


    GAB CERTO

  • Para mim funciona assim: fontes para abertura de créditos adicionais>

    S E R O B A > Superávit Financeiro; Excesso de arrecadação; Reserva de contingência; Operações de crédito; Buraco no orçamento (recursos sem despesas correspondentes); Anulação total ou parcial de dotações. 

    Boa noite a todos.

    Fé na missão!

     

  • Julgue o item seguinte, relativo ao instrumento e ao processo de orçamentação.

     

    Se o presidente da República vetar determinada dotação orçamentária, os recursos correspondentes a essa dotação poderão servir de fonte para a abertura de créditos especiais.

     

    AFIRMATIVA CORRETA, CERTA.

     

    Na CF temos:

     

    art. 166. Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos adicionais serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, na forma do regimento comum.

     

    [...]

     

    §8º Os recursos que em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual, ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados, conforme o caso, mediante créditos especiais ou suplementares, com prévia e específica autorização legislativa.

     

     

    Portanto, caso o presidente da República vete determinada dotação orçamentária, os recursos correspondentes a essa dotação poderão servir de fonte para a abertura de créditos especiais ou suplementares.

     

     

    @juniortelesoficial           no       insta

  • CERTO

     

    Os créditos adicionais (gênero) possuem três espécies (suplementares, especiais e extraordinários) e somente para os suplementares e especiais há a necessidade de recurso/fonte disponível para a sua abertura, a saber:

     

    Superávit financeiro

    Excesso de arrecadação

    Recursos sem despesas correspondentes

    Reserva de contingência

    Anulação total ou parcial de dotações orçamentárias ou créditos adicionais

    Operações de crédito

  • LETRA DE LEI

    Conforme o art. 166, da CF, temos:

    § 8º Os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual, ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados, conforme o caso, mediante créditos especiais ou suplementares, com prévia e específica autorização legislativa.

  • CERTO

     

     

    VEJAM OUTRA PARECIDA:

     

     

    Ano: 2015 Banca: CESPE Órgão: DEPEN Prova: Agente Penitenciário Federal - Área 1

    Se uma dotação orçamentária for cancelada em decorrência de emenda parlamentar, e o valor da referida dotação for destinado para uma despesa vetada pelo chefe do Poder Executivo, esse valor poderá ser empregado para abertura de crédito especial durante o exercício de vigência da lei que tenha sofrido o veto.(C)

     

     

    Bons estudos !!!!!!!

  • cf/88: art. 166, § 8º Os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual, ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados, conforme o caso, mediante créditos especiais ou suplementares, com prévia e específica autorização legislativa.

    Lei 4320:

    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa.         (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    § 1º Consideram-se recursos para o fim deste artigo, desde que não comprometidos:        (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    I - o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;          (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    II - os provenientes de excesso de arrecadação;         (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    III - os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em Lei         (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    IV o produto de operações de credito autorizadas, em forma que juridicamente possibilite ao poder executivo realiza-las

  • Resumão raiz:

    Fonte de recursos

    a)      Superávit financeiro;

                                    I.            Apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;

                                  II.            Diferença positiva entre ativo e passivo, acrescentando o saldos dos créditos adicionais transferidos (os reabertos) e operações de créditos vinculadas: SF=(AtivoFfinanceiro-PassivoFfinanceiro)-(CréditosAdicionaisReabertos)+(OperaçõesCréditosVinculados) (OS DADOS VEM DO EXERCÍCIO ANTERIOR)

    b)      Excesso de arrecadação;

                                    I.            Receita arrecadada > maior que previsto, acumulado mês a mês, inclui a tendência negativa

                                  II.            EArrecada= (RA – REstimada) – T – CAext – sem indicação da fonte

    c)       Operações de créditos;

    d)      Anulação de dotações.

                                    I.            Resultado de anulação de dotação e créditos adicionais autorizados em lei;

    e)      Fonte da CF: Recurso que, por causa de veto, emenda ou rejeição do projeto ficam sem despesas correspondentes poderão ser utilizados conforme o caso, mediante créditos especiais ou suplementares, com prévia e especifica autorização legislativa.

    O ato que abrir indicará importância, espécie e natureza do mesmo.

  • GAB: CERTO

    Fontes para créditos adicionais - CORRES

    Cancelamento de dotação

    Operações de créditos

    Reserva contingencial

    Recursos sem destinação

    Excesso de arrecadação

    Superávit financeiro ano anterior

  • QUESTÃO CORRETA!! Aprendi uma vez esse mnemônico e nunca mais me esqueci:

     

    Fonte de recursos para abertura de créditos adicionais suplementares e especiais:

     

    EXCESSO DE SARRO

     

    EXCESSO DE ARRECADAÇÃO

    SUPERÁVIT FINANCEIRO

    ANULAÇÃO PARCIAL DE DOTAÇÕES

    RESERVA DE CONTINGÊNCIA

    RECURSOS QUE FICARAM SEM DESPESA

    OPERAÇÕES DE CRÉDITO

  •  Fontes para a abertura de créditos adicionais

     

    ·         Superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;

    ·         Provenientes de excesso de arrecadação;

    ·         Resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em Lei;

    ·         Produtos de operações de créditos autorizados, em forma que juridicamente possibilite ao poder executivo realizam-las. 

     

  • Lembrem de uma serra grande, um SERRÃO, como fontes de abertura de créditos adicionais (suplementares, especiais ou extraordinários)

     

    SUPERÁVIT FINANCEIRO

    EXCESSO DE ARRECADAÇÃO

    RESERVA DE CONTINGÊNCIA

    RECURSOS QUE FICARAM SEM DESPESA

    ANULAÇÃO PARCIAL DE DOTAÇÕES

    OPERAÇÕES DE CRÉDITO

  • Quase que um óleo de peroba...


    São fontes para a abertura de créditos especiais (Lei 4320):


    Superávit financeiro (ativo finan. - passivo finan. + saldos de créditos adici. com operações de crédito vinculadas)

    Excesso de arrecadação (receita arrecada - receita prevista; sobrou bufunfa)

    Reserva de contingência (para situações inesperadas)

    Operações de crédito (apenas se juridicamente for possível ao poder executivo realiza-las) .  

    Buraco no orçamento (receitas sem despesas porque estas foram vetadas)

    Anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em Lei


    Resposta: Certo.

  • CORRETA

     

    UMA QUESTÃO DO MESMO ANO APRA AJUDAR.

     

    Ano: 2018 Banca: CESPE Órgão: MPU Prova: Técnico do MPU - Administração

     

    A respeito dos instrumentos de planejamento da gestão pública, julgue o item a seguir.

    Se determinado recurso ficar sem a despesa correspondente em decorrência de veto parcial ao projeto de lei orçamentária anual, será vedada a utilização do referido recurso ainda que na forma de fonte para a abertura de créditos adicionais. ERRADA

  • LEI No 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964.

    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa. (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    § 1º Consideram-se recursos para o fim deste artigo, desde que não comprometidos:   (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    I - o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;   (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    II - os provenientes de excesso de arrecadação;   (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    III - os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em Lei;   (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    IV o produto de operações de credito autorizadas, em forma que juridicamente possibilite ao poder executivo realiza-las.   (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    § 2º Entende-se por superávit financeiro a diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro, conjugando-se, ainda, os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de credito a eles vinculadas.   (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    § 3º Entende-se por excesso de arrecadação, para os fins deste artigo, o saldo positivo das diferenças acumuladas mês a mês entre a arrecadação prevista e a realizada, considerando-se, ainda, a tendência do exercício.   (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    Reportar abuso

  • CERTO

    FONTES PARA ABERTURA DE CRÉDITOS ADICIONAIS

    -superavit financeiro

    -excesso de arrecadação

    -recursos resultantes de anulação parcial ou total de dotações ou créditos adicionais

    -recursos decorrentes de veto, emenda ou rejeição

    -produto de operações de crédito

    -reserva de contingência

    ** Aulas de AFO - Profº José Wesley.

  • Os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual, ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados, conforme o caso, mediante créditos especiais ou suplementares, com prévia e específica autorização legislativa (art. 166, § 8º, da CF/1988).

    Resposta: Certa

    Professor Sérgio Mendes - Estratégia

  • SEM ENROLAÇÃO!

    EMENDA

    VETO

    OU

    REJEIÇÃO.

    UMA DAS FONTES PARA OS CREDITOS ESPECIAIS E SUPLEMENTARES.

  • Lida a questão, vamos para a resolução.


    A questão trata do assunto CRÉDITOS ORÇAMENTÁRIOS E ADICIONAIS. Está disciplinada no Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP) e na Lei nº 4.320/64.


    Observe o item 4.3, pág. 94 do MCASP:

    “A autorização legislativa para a realização da despesa constitui crédito orçamentário, que poderá ser inicial ou adicional. Por crédito orçamentário inicial, entende-se aquele aprovado pela lei orçamentária anual, constante dos orçamentos fiscal, da seguridade social e de investimento das empresas estatais não dependentes".


    Já na pág. 95:

    “O orçamento anual pode ser alterado por meio de créditos adicionais. Por crédito adicional, entendem-se as autorizações de despesas não computadas ou insuficientemente dotadas na Lei Orçamentária.

    Conforme o art. 41 da Lei nº 4.320/1964, os créditos adicionais são classificados em:

    I – suplementares, os destinados a reforço de dotação orçamentária;

    II – especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;

    III – extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública".


    A Constituição Federal de 1988, no §8º do art. 166, estabelece que os recursos objeto de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária que ficarem sem destinação podem ser utilizados como fonte hábil para abertura de créditos especiais e suplementares, mediante autorização legislativa.


    Portanto, se houver recurso vetado no projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA), poderá ser utilizado com fonte para abertura de créditos adicionais especiais.



    Gabarito do Professor: CERTO.

  • Segue a letra da lei:

    Art. 166 §8º CF/88 Os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual, ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados, conforme o caso, mediante créditos especiais ou suplementares, com prévia e específica autorização legislativa.

    Percebam que os recursos vetados só poderão ser usados para abertura de créditos especiais ou suplementares, excluindo-se assim os créditos extraordinários.

    Assertiva CERTA.

    Questão semelhante:

    Q942037 | CESPE | MPU | 2018

    Se determinado recurso ficar sem a despesa correspondente em decorrência de veto parcial ao projeto de lei orçamentária anual, será vedada a utilização do referido recurso ainda que na forma de fonte para a abertura de créditos adicionais. (ERRADA)


ID
2679757
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Julgue o item seguinte, relativo ao instrumento e ao processo de orçamentação.


Alterações quantitativas no orçamento devem ser feitas, obrigatoriamente, com a utilização do crédito especial.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO

    Os créditos adicionais representam alterações qualitativas e quantitativas

     QUANTITATIVAS---------------SUPLEMENTARES

    •  Alteram as dotações fixadas na LOA

       QUALITATIVAS----------------ESPECIAIS e EXTRAODINÁRIOS

    • Não alteram as dotações fixadas na LOA,
  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: ERRADA

    Olha o MTO 2019 sendo cobrado, meu povo! Alterações orçamentárias qualitativas. Nos casos de abertura de créditos especiais ou extraordinários, em que há necessidade de criação de um novo programa de trabalho, deve-se proceder à solicitação de uma alteração orçamentária qualitativa. Tal alteração implica a criação de uma nova ação com todos os seus atributos, ou no desdobramento de uma ação existente em novo subtítulo. A solicitação de alteração qualitativa pode partir da UO, do órgão setorial ou mesmo da SOF. Ao identificar a necessidade de criação de programa de trabalho para créditos especiais ou extraordinários, a UO, ou o órgão setorial, deve fazer a solicitação por meio do módulo qualitativo do SIOP.

    As alterações na modalidade de aplicação, identificador de resultado primário (RP), identificador de uso (IU) e fonte de recursos (FR) podem ser realizadas, desde que haja autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Conforme o MCASP 7ª edição, na União, as alterações dos atributos do crédito orçamentário, constantes da Lei Orçamentária da União, tais como modalidade de aplicação, identificador de resultado primário (RP), identificador de uso (IU) e fonte de recursos (FR) não são caracterizadas como créditos adicionais por não alterarem o valor das dotações. Essas alterações são denominadas “outras alterações orçamentárias” e são realizadas por meio de atos infra legais, observadas as  autorizações constantes da Lei de Diretrizes Orçamentárias do exercício financeiro correspondente.

    Resumindo: quando quantitativas não precisam, necessariamente, se darem por meio de créditos adicionais especiais.

  • Gab: Errado

     

    As alterações podem ser:

    1) Qualitativas: Créditos especiais e extraordinários

    2) Quantitativas: Crédtitos suplementares

  • Macete que criei e que, geralmente, não erro mais esse tipo de questão: 

    "Manteiga QUALI é EXTRA ESPECIAL"

    Alterações QUALItativas --> EXTRAordinária e ESPECIAL

    Alterações Quantitativas --> Suplementar. 

     

     

  • ERRADA

    As alterações podem ser de 2 tipos:

    Qualitativas: Créditos especiais e extraordinários

    Quantitativas: Créditos suplementares

  • LEI No 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964.

     

    TÍTULO V

     

    Dos Créditos Adicionais

     

    Art. 40. São créditos adicionais, as autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente dotadas na Lei de Orçamento.

     

    Art. 41. Os créditos adicionais classificam-se em:

     I - suplementares, os destinados a refôrço de dotação orçamentária;

    II - especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;

    III - extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.

  • QualitEtivEs - Especiais e Extraordinários (EE)



    QuantitativaS - Suplementares (S)

  • Alterações quantitativas no orçamento devem ser feitas, obrigatoriamente, com a utilização do crédito suplementar.

  • Só lembrar que SUPLEMENTAR é usado para REFORÇAR uma dotação, ou seja, aumentar uma dotação. Se aumenta uma dotação é QUANTITATIVA. 

     

    QUALITATIVA refere-se a ESPECIAL E EXTRAORDINÁRIO

  • E qual é a diferença de alteração quantitativa e qualitativa nesse caso?

  • errada

    CRÉDITOS ADICIONAIS são mecanismos retificadores de Orçamento - São chamadas de créditos adicionais as alterações qualitativas e quantitativas feitas no orçamento, com três finalidades principais:

    a) reforçar (aumentar, suplementar) uma dotação existente;

    b) criar um crédito orçamentário para atender a despesas não previstas no orçamento;

    c) Atender a despesas imprevisíveis e urgentes.

     

    Os créditos adicionais são classificados - de acordo com a sua finalidade - em:

    a) suplementares: são os destinados a reforço de dotação orçamentária; (Suplementares: Já existe dotação (tinha + acabou))

    b) especiais: são os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica; (Especiais: Não tinha + precisou)

    c) extraordinários: são os destinados a despesas urgentes e imprevisíveis, como as em caso de guerra, comoção interna ou calamidade pública. (Extraordinárias: Urgentes e imprevistas)

     

    fonte: minhas anotações

  • Macete do Fábio Dourado é SENSACIONAL ...GÊNIO!!!

  • QUALITATIVAS ( ESPECIAIS E EXTRAORDINÁRIOS) - NECESSITAM A CRIAÇÃO DE UM NOVO PROGRAMA DE TRABALHO

    QUANTITATIVAS (SUPLEMENTARES) - QUANDO NECESSÁRIAS, VIABILIZAM A REALIZAÇÃO DOS PROGRAMAS MEDIANTE A ALOCAÇÃO DE RECURSOS PARA AS AÇÕES ORÇAMENTÁRIAS.

  • ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS QUALITATIVAS

    Nos casos de abertura de créditos especiais ou extraordinários, em que há necessidade de criação de um novo programa de trabalho, deve-se proceder à solicitação de uma alteração orçamentária qualitativa. Tal alteração implica a criação de uma nova ação com todos os seus atributos, ou no desdobramento de uma ação existente em novo subtítulo. A solicitação de alteração qualitativa pode partir da UO, do órgão setorial ou mesmo da SOF.
    Ao identificar a necessidade de criação de programa de trabalho para créditos especiais ou extraordinários, a UO, ou o órgão setorial, deve fazer a solicitação por meio do módulo qualitativo do SIOP.
    A UO solicitante, ou o órgão setorial, deve prestar informações claras e precisas para o entendimento e a análise do pedido.

     

    ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS QUANTITATIVAS

    As alterações quantitativas do orçamento, quando necessárias, viabilizam a realização anual dos programas, mediante a alocação de recursos para as ações orçamentárias, e são de responsabilidade conjunta dos órgãos central e setoriais e das UOs.
    A necessidade de alteração orçamentária pode ser identificada pela UO ou pelo órgão setorial. Em qualquer caso, a solicitação de alteração deverá ser elaborada de forma a atender as condições dispostas nas portarias editadas pela SOF.
    As solicitações que tiverem início nas UOs deverão ser elaboradas mediante acesso ao SIOP, no momento específico para as UOs, as quais, em seguida, deverão encaminhá-las para o respectivo órgão setorial. O órgão setorial correspondente procederá a uma avaliação global da necessidade dos créditos solicitados e das possibilidades de oferecer recursos compensatórios. Após a verificação do crédito e aprovação da sua consistência, os órgãos setoriais deverão encaminhar à SOF as solicitações de créditos adicionais de suas unidades.
    As solicitações que tiverem início nos órgãos setoriais também deverão ser elaboradas mediante acesso ao SIOP, no momento específico para o órgão setorial e nos prazos estabelecidos pela portaria da SOF. Em seguida, deverão encaminhá-las à SOF para análise.
    Ao recebê-las, a SOF, por meio de uma análise criteriosa, decidirá por atendê-las ou não. Caso sejam aprovadas, serão preparados os atos legais necessários à formalização das respectivas alterações no orçamento.

  • Gab. ERRADO.

     

    Acresce-se:


    Q586792 - Se houver necessidade de alteração orçamentária qualitativa, os instrumentos que devem ser utilizados para essa finalidade são os créditos especiais e os extraordinários. CORRETO.

  • Juntei a ideia do amigo Fábio com a minha!

    MANTEIRA QUALI É EXTRA ESPECIAL
    Alterações Qualitativas - > Extraoficiais e Especiais 

    HOMEM CRESCE O BÍCEPS PRA PEGAR MAIS MULHER 
    Alterações Quantitativas - > Suplementar 
                                                     (que é obrigatório a utilização do crédito suplementar)

    obs.: exemplo meramente ilustrativo kkkk 

  • macete da manteiga é top.... sempre me salva kkk

  • Eu penso assim: O crédido Suplementar altera o orçamento que ja possui QUANTIdade definida.

     

  • Acertei pois lembrei do macete da manteiga do Fábio Dourado!

  • QUALY É ESPECIAL!!!

     

  • Julgue o item seguinte, relativo ao instrumento e ao processo de orçamentação.

     

    Alterações quantitativas no orçamento devem ser feitas, obrigatoriamente, com a utilização do crédito especial.

     

    AFIRMATIVA INCORRETA, ERRADA.

     

     

    Vou colacionar dois trechos do MTO 2019, após, passo a explicar.

     

    Alterações orçamentárias qualitativas
    Nos casos de abertura de créditos especiais ou extraordinários, em que há necessidade de criação de um novo programa de trabalho, deve-se proceder à solicitação de uma alteração orçamentária qualitativa.

     

    Alterações orçamentárias quantitativas
    As alterações quantitativas do orçamento, quando necessárias, viabilizam a realização anual dos programas, mediante a alocação de recursos para as ações orçamentárias, e são de responsabilidade conjunta dos órgãos central e setoriais e das UOs.


    A necessidade de alteração orçamentária pode ser identificada pela UO ou pelo órgão setorial. Em qualquer caso, a solicitação de alteração deverá ser elaborada de forma a atender as condições dispostas nas portarias editadas pela SOF.


    As solicitações que tiverem início nas UOs deverão ser elaboradas mediante acesso ao SIOP, no momento específico para as UOs, as quais, em seguida, deverão encaminhá-las para o respectivo órgão setorial.

     

    O órgão setorial correspondente procederá a uma avaliação global da necessidade dos créditos solicitados e das possibilidades de oferecer recursos compensatórios. Após a verificação do crédito e aprovação da sua consistência, os órgãos setoriais deverão encaminhar à SOF as solicitações de créditos adicionais de suas unidades.


    As solicitações que tiverem início nos órgãos setoriais também deverão ser elaboradas mediante acesso ao SIOP, no momento específico para o órgão setorial e nos prazos estabelecidos pela portaria da SOF. Em seguida, deverão encaminhálas à SOF para análise.


     

    Passo a explicar.

     

    Meu caros, esse tipo de questão é daquelas que, caso não se aprenda, tem-se que criar o macete. E o macete é pessoal, procurem criar um macete com suas lembranças e/ou suas sensações pessoais. Eu, por exemplo, passei a criar um macete na minha cabeça que foi o seguinte (parto do pressuporto que você já tem sólidos os conceitos dos créditos adicionais): no suplementar haverá tão somente uma alteração para suplementar, portanto, quantitativa; já nos especiais e extraordinários haverão alterações na qualidade da coisa, serão pensados do zero. Espero que tenham entendido. O bizu é louco. A parada e sinistra. Vamos que vamos. Sumplementar é para sumplementar, portanto, quantitativa; demais soca na qualidade.

     

    @juniortelesoficial

  • Copiando Fábio Dourado

    Macete que criei e que, geralmente, não erro mais esse tipo de questão: 

    "Manteiga QUALI é EXTRA ESPECIAL"

    Alterações QUALItativas --> EXTRAordinária e ESPECIAL. 

    Alterações Quantitativas --> Suplementar.

  • crédito extraordinario e especial=qualitativa

    credito suplementar=quantitativa(grave esse)

  • Apenas um detalhe não citado pelos colegas:

    Créditos Adicionais Quantitativos: Todos!

    Créditos Adicionais Qualitativos: Apenas os especiais e extraordinários. Qualitativo significa criar ATRIBUTO.

     

  • Quantitativo = Acrescentar valor a algo JÁ EXISTENTE. Logo,só pode ser reforço de dotação = Crédito suplementar.

    Qualitativo = Criar um NOVO atributo. Logo, só pode ser para algo que não existia = Crédito especial ou extraordinário.

  • GAB.: E

     

    Manteiga QUALI é EXTRA ESPECIAL

    A alterção QUALItativa somente para abertura de crédito EXTRAordinário ou ESPECIAL 

  • quantiTAtiva - suplemenTAr

  • Gabarito: ERRADO

    Créditos suplementares foram criados para suprir orçamentos insuficientes, ou seja, quando o dinheiro não foi o bastante para cobrir a despesa eu coloco mais um pouquinho, em outras palavras, suplemento a QUANTIDADE de grana.

    Assim sendo: Créditos suplementares, refere-se a alterações QUANTITATIVAS.

     

  • CRÉDITOS ESPECIAIS NÃO É UTILIZADO PARA PREVISÕES NO ORÇAMENTO.  TODA VEZ QUE A QUESTÃO FIZER ESSA MISTURA, ESTARÁ ERRADA!! TRATE ISSO COMO UMA ESTRATÉGIA PARA RESPONDER.

  • Nos casos de abertura de créditos especiais ou extraordinários, em que há necessidade de criação de um novo programa de trabalho, deve-se proceder à solicitação de uma alteração orçamentária qualitativa.Tal alteração implica a criação de uma nova ação com todos os seus atributos, ou no desdobramento de uma ação existente em novo subtítulo. A solicitação de alteração qualitativa pode partir da UO, do órgão setorial ou mesmo da SOF.

    As alterações quantitativas do orçamento, quando necessárias, viabilizam a realização anual dos programas, mediante a alocação de recursos para as ações orçamentárias, e são de responsabilidade conjunta dos órgãos central e setoriais e das UOs.

    MTO.

     

    Qualitativa : especial e extraordinário

    Quantitativas suplementar 

  • GAB:ERRADO

     

    Alterações quantitativas (QUALITATIVAS) no orçamento devem ser feitas, obrigatoriamente, com a utilização do crédito especial OU EXTRAORDINÁRIO..

    ERRO EM VERMELHO.

  • créditos especiais: destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica, devendo ser autorizados por lei. Alterações qualitativas.

    Alterações orçamentárias qualitativas

    Nos casos de abertura de créditos especiais ou extraordinários, em que há necessidade de criação de um novo programa de trabalho, deve-se proceder à solicitação de uma alteração orçamentária qualitativa. Tal alteração implica a criação de uma nova ação com todos os seus atributos, ou no desdobramento de uma ação existente em novo subtítulo. A solicitação de alteração qualitativa pode partir da UO, do órgão setorial ou mesmo da SOF.

    Alterações orçamentárias quantitativas

    As alterações quantitativas do orçamento, quando necessárias, viabilizam a realização anual dos programas, mediante a alocação de recursos para as ações orçamentárias, e são de responsabilidade conjunta dos órgãos central e setoriais e das UOs.

  • Créditos Adicionais Suplementares => Quantitativo

    Créditos Adicionais Especiais e Extraordinários => Qualitativo

  • As alterações quantitativas são feitas através dos créditos suplementares, em contrapartida, as alterações qualitativas são feitas através dos créditos extraordinários e especiais

  • "Manteiga QUALI é EXTRA ESPECIAL"

    Alterações QUALItativas --> EXTRAordinária e ESPECIAL

    Alterações Quantitativas --> Suplementar. 

    Fonte: Prof. Gustavo Muzy - alfacon

    Essa foi minha fonte para o bizu.... 

  • O macete do Fábio Dourado tem salvado a vida nessas questões, mas vi o prof João Leles mencionar que:

    CREDITOS ESPECIAL E EXTRAORDINÁRIO: QUALITATIVA(cria coisas novas na LOA) + (em seguida)QUANTITATIVA(r$)

    CRÉDITO SUPLEMENTAR: ALTERAÇÃO QUANTITATIVA( r$)

    obs: qualitativa tb chamada de atributo

    Vai que o Cespe vai além...fiquemos atentos! 

    Ainda estou me adaptando à matéria, espero ter ajudado :)

    aula: ARMADILHA DE QUESTÕES

    Q.2 TEMPO>7:15

    https://www.youtube.com/watch?v=X9yvMVzCtdQ

     

     

  • Suplementar - Apenas a quantitativa

     

    Extraordinário e Especial - Qualitativa + quantitativa.

     

    Ou seja:

     

    Quantitativa: os três fazem.

    Qualitativa: apenas extraordinário e especial.

  • - É PARA REFORÇAR (QUANTITATIVO) DOTAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS! -> SUPLA = SUPLEMENTARES

  • Pessoal, os créditos especiais e os extraordinários também fazem alterações quantitativas, o erro da questão é afirmar que deve ser feito obrigatoriamente por créditos especiais.

  • Créditos:

    - Quantitativos: Suplementares.

    - Qualitativos: Especiais e Extraordinários.

  • E ainda existem as emendas de redação para correção de erros ou omissões.

  • "Manteiga Quali é extra especial."

    Depois disso nunca mais errei questões assim.

  • Certos mnemônicos mais atrapalham do que ajudam, apesar da boa intenção dos colegas em ajudar.

     

    Imaginem "forçar" o cérebro a lembrar de 300 mnemônicos?

     

    Devemos ficar atentos a isso para não confundir a matéria.

    ---------------------------- XxXxXxX -----------------------

    Alteração quaLitativa: trata-se de previsão não contida na LOA, sendo necessária criação de nova dotação para atender demanda imprevista ou decorrente de anormalidades. (Crédito especial e extraordinário)

     

    Alteração quanTitativa: Há previsão na LOA e a alteração se resume à quantidade, ao valor (Crédito suplementar)

  • Quantos Super-heróis têm Qualidades Extraordinárias e Especiais

     

    Quantitativas = Suplementar

    Qualitativas = Extraordinárias e Especiais

  • A QUALY é extraordinária...é especial (macete que inventei agora, kkk...). Mas convenhamos que a margarina qualy é mesmo..a QUALY tativa extraordinária, especial. 

  • QUALITATIVA: QUALÉÉ

  • Alterações quantitativas (qualitativas)no orçamento devem ser feitas, obrigatoriamente, com a utilização do crédito especial.

     

    Errado:

    "Manteiga Quali é Extraordinária e Especial!"

  • Alterações quantitativas = Créditos suplementares

    Alterações qualitativas = Créditos especiais e extraordinários

  • Se liga na hora do nervosismo na prova heheh

    Não confundir...

    Crédito SUPLEMENTAR >>> QUANTITATIVO. >>> serve pra REFORÇAR.

    Créditos ESPECIAIS e EXTRAORDINÁRIOS >>> São QUALITATIVOS.

  • errado,

    o orçamento é alterado quantitativamente apenas por créditos suplementares.

  • ERRADO

    Crédito suplementar--------------------------------alteração quantitativa

    Crédito especial--------------------------------------alteração qualitativa

    Crédito extraordinário------------------------------alteração qualitativa

    Fonte: aulas do profº José Wesley.

  • As alterações orçamentárias podem ser classificadas como:

    • Alterações qualitativas;

    • Alterações quantitativas.

    Alterações qualitativas ocorrem quando alteramos a qualidade, o conteúdo, do orçamento. Essas alterações implicam a criação de uma nova ação com todos os seus atributos, ou no desdobramento de uma ação existente em novo subtítulo. Por isso, ocorrem nos casos de abertura de créditos especiais ou extraordinários.

    Já as alterações quantitativas, ocorrem quando alteramos a quantidade (numérica) do orçamento, ou seja, vamos somente modificar o total de crédito constante na Lei Orçamentária Anual (LOA), acrescentar um valor a algo já existente.

    De acordo com o MTO 2020, “as alterações quantitativas do orçamento, quando necessárias, viabilizam a realização anual dos programas, mediante a alocação de recursos para as ações orçamentárias, e são de responsabilidade conjunta dos órgãos central e setoriais e das Unidades Orçamentárias”.

    Por isso, as alterações quantitativas ocorrem nos casos de abertura de créditos suplementares, pois estes apenas reforçam (e alteram) a dotação de um crédito orçamentário, enquanto os créditos especiais ou extraordinários exigem a criação de um novo programa de trabalho. 

    Observação: créditos extraordinários até podem funcionar como crédito suplementar, reforçando uma dotação já existente.

    Lembrando que, de acordo com a Lei 4.320/64:

    Art. 41. Os créditos adicionais classificam-se em:

    I - suplementares, os destinados a reforço de dotação orçamentária;

    II - especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;

    III - extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.

    Por isso, é errado dizer que “alterações quantitativas no orçamento devem ser feitas, obrigatoriamente, com a utilização do crédito especial”.

    Resumindo: 

    • Alterações qualitativas: créditos especiais e extraordinários.

    • Alterações quantitativas: créditos suplementares.

    Para fixar isso, lembre-se da manteiga QUALI: Manteiga QUALI é EXTRA ESPECIAL.

    Gabarito do professor: ERRADO

  • Os créditos suplementares provocam alterações quantitativas (mais do mesmo).

    Os créditos especiais e extraordinários provocam alterações qualitativas, pois criam despesas novas.

    Professor Anderson Ferreira - Grancursos Online

  • As alterações quantitativas são aquelas que alteram a dotação orçamentária. Os créditos suplementares são os destinados a reforço de dotação orçamentária. Logo, alterações quantitativas podem ser feitas por créditos suplementares.

    Créditos suplementares - Alteração Orçamentária Quantitativa

    Créditos Especiais - Alteração Orçamentária Qualitativa

    Créditos extraordinários - Alteração Orçamentária Qualitativa

    Professor Sérgio Mendes, Estratégia

    Gabarito Errado.

  • Fiquem atentos, pois eu já vi o CESPE cobrando que Créditos Especiais e Extraordinários apesar de serem alterações qualitativas, também são alterações quantitativas. Só não lembro a questão :(

  • As alterações orçamentárias podem ser classificadas como:

    • Alterações qualitativas;

    • Alterações quantitativas.

    Alterações qualitativas ocorrem quando alteramos a qualidade, o conteúdo, do orçamento. Essas alterações implicam a criação de uma nova ação com todos os seus atributos, ou no desdobramento de uma ação existente em novo subtítulo. Por isso, ocorrem nos casos de abertura de créditos especiais ou extraordinários.

    Já as alterações quantitativas, ocorrem quando alteramos a quantidade (numérica) do orçamento, ou seja, vamos somente modificar o total de crédito constante na Lei Orçamentária Anual (LOA), acrescentar um valor a algo já existente.

    De acordo com o MTO 2020, “as alterações quantitativas do orçamento, quando necessárias, viabilizam a realização anual dos programas, mediante a alocação de recursos para as ações orçamentárias, e são de responsabilidade conjunta dos órgãos central e setoriais e das Unidades Orçamentárias".

    Por isso, as alterações quantitativas ocorrem nos casos de abertura de créditos suplementares, pois estes apenas reforçam (e alteram) a dotação de um crédito orçamentário, enquanto os créditos especiais ou extraordinários exigem a criação de um novo programa de trabalho. 

    Observação: créditos extraordinários até podem funcionar como crédito suplementar, reforçando uma dotação já existente.

    Lembrando que, de acordo com a Lei 4.320/64:

    Art. 41. Os créditos adicionais classificam-se em:

    I - suplementares, os destinados a reforço de dotação orçamentária;

    II - especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;

    III - extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.


    Por isso, é errado dizer que “alterações quantitativas no orçamento devem ser feitas, obrigatoriamente, com a utilização do crédito especial".

    Resumindo: 

    • Alterações qualitativas: créditos especiais e extraordinários.

    • Alterações quantitativas: créditos suplementares.

    Gabarito do professor: ERRADO.
  • Gab: ERRADO

    • O crédito SUPLEMENTAR é quanTITAtivo;
    • Os créditos ESPECIAIS e EXTRAORDINÁRIOS são quaLITAtivos.

    ----> A questão erra por dizer que o especial é quantitativo e condicioná-lo de forma obrigatória.

    Erros, mandem mensagem :)

  • • Alterações qualitativas: créditos especiais e extraordinários.

    • Alterações quantitativas: créditos suplementares.

    Gabarito do professor: ERRADO

  • Alteração quantitativa

    1. Crédito suplementar

    Alteração qualitativa (EE)

    1. Crédito especial
    2. Crédito extraordinário

    Assertiva ERRADA.

  • Alterações quantitativas: suplementar

    Alterações qualitativas: especial e extraordinário

  • Não sabia.

  • Suplementar

  • Quando o examinador se referir às alterações de programa de trabalho ou programação orçamentária na LOA;

    Alterações QUALITATIVAS: crédito Especial e Extraordinário;

    Alterações QUANTITATIVAS: crédito Suplementar.

    Quando o examinador se referir às alterações de valor na LOA (atenção às fontes);

    Alterações QUALITATIVAS: reserva de contingência, anulação de despesa e recursos decorrentes de veto, emenda ou rejeição a projeto orçamentário;

    Alterações QUANTITATIVAS: operação de crédito, salvo se já constar na LOA, excesso de arrecadação e superávit financeiro.

    Fonte: Professor Paulo Lacerda

  • CRÉDITOS ADICIONAIS

    • Lei 4.320/64, Art. 40 : são créditos adicionais as autorizações de despesas não computadas ou que foram insuficientes na LOA; Art. 41: os tipos de créditos adicionais são: suplementares, especiais ou extraordinários;

    • As alterações orçamentárias podem ser qualitativas ou quantitativas;

    Alterações Quantitativas: ocorrem quando são alteradas a quantidade (numérica) do orçamento, ou seja, há somente modificação no total de crédito constante na LOA, com acréscimo de um valor a algo já existente; coisas que os créditos suplementares fazem;

    • Os créditos suplementares NÃO criam um novo programa de trabalho; quando necessárias, essas alterações quantitativas viabilizam a realização anual dos programas mediante a alocação de recursos para as ações orçamentárias;


ID
2679760
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Julgue o item seguinte, relativo ao instrumento e ao processo de orçamentação.


A dimensão tática do plano plurianual define os caminhos exequíveis para as transformações da realidade que estão anunciadas nas diretrizes estratégicas, considerando as variáveis inerentes à política pública.

Alternativas
Comentários
  • O Plano Plurianual - PPA, é um planejamento estratégico de médio prazo.

     

    § 1º A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

     

    GABARITO: CERTO

  • PPA - ESTRATEGICO

    LDO -  TATICO

    LOA - OPERACIONAL

  • desde 2012 o PPA tem 3 dimensões:

     

    dimensão estratégica: macrodesafios e visão de longo prazo

     

    dimensão tática: define caminhos exequíveis para o alcance de objetivos. Essa dimensão vincula os programas tematicos para consecução dos objetivos.

     

    dimensão operacional: desempenho da ação governamental no nível da eficiência e tratatada no orçamento. Busca a otimização na aplicação dos recursos disponíveis e a qualidade dos produtos entregues.

     

    Fonte: Paludo.

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: CERTA

    Mais uma questão bem elaborada e pesada. Esses conceitos se encontram na minha apostila (pág.76). Cespe buscando conceitos do próprio manual “Orientações para Elaboração do Plano Plurianual 2016-2019”.

    Conforme o manual:

    Dimensão Tática: define caminhos exequíveis para as transformações da realidade que estão anunciadas nas Diretrizes Estratégicas, considerando as variáveis inerentes à política pública e reforçando a apropriação, pelo PPA, das principais agendas de governo e dos planos setoriais para os próximos quatro anos. A Dimensão Tática do PPA 2016-2019 é expressa nos Programas Temáticos e nos Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado. Esta dimensão aborda as entregas de bens e serviços pelo Estado à sociedade.

  • Iria marcar certa a questão, mas com a dúvida, fui atrás da definição e adivinha? errei a questão.

    inexequível

    z...qü/

    adjetivo de dois gêneros

    que não pode ser executado, realizado ou cumprido; irrealizável.

    "um plano, um trabalho i."

    impossível de ser tocado, interpretado.

  • De acordo com o livro de AFO do Prof. Giovanni Pacelli (Ed. Juspodium), o PPA federal vigente tem 2 níveis: o estratégico e o tático. O nível operacional corresponde à LOA.

     

    PPA -> nível estratégico e tático

    nível estratégico = visão de futuro: contém 4 eixos estratégicos e 28 diretrizes estratégicas

    nível tático = programas temáticos + programas de gestão 

    - 54 programas temáticos: que, por sua vez, contêm objetivos, indicadores, valor global e valor de referência 

    - programas de gestão, manutenção e serviços

     

    Por sua vez, os objetivos descritos nos programas temáticos do PPA contêm iniciativas e metas, e, nesse ponto, se vinculam à LOA (nível operacional), pois cabe à LOA trazer as ações dos programas temáticos, bem como as ações dos programas de gestão, operações especiais e suas ações. 

  • O Plano Plurianual estrutura-se nas seguintes dimensões:

    Dimensão Estratégica: precede e orienta a elaboração dos Programas Temáticos. É composta por uma Visão de Futuro, Eixos e Diretrizes Estratégicas.

    Dimensão Tática: define caminhos exequíveis para as transformações da realidade que estão anunciadas nas Diretrizes Estratégicas, considerando as variáveis inerentes à política pública e reforçando a apropriação, pelo PPA, das principais agendas de governo e dos planos setoriais para os próximos quatro anos. A Dimensão Tática do PPA 2016-2019 é expressa nos Programas Temáticos e nos Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado. Esta dimensão aborda as entregas de bens e serviços pelo Estado à sociedade.

    Dimensão Operacional: relaciona-se com a otimização na aplicação dos recursos disponíveis e a qualidade dos produtos entregues, sendo especialmente tratada no Orçamento.

     

    FONTE: ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO PLURIANUAL 2016-2019.

  • Conceitos e Estrutura do PPA 2016-2019

     

     

     

    • Dimensão Estratégica: precede e orienta a elaboração dos Programas Temáticos. É composta por uma Visão de Futuro, Eixos e Diretrizes Estratégicas. 

     

     

    • Dimensão Tática: define caminhos exequíveis para as transformações da realidade que estão anunciadas nas Diretrizes Estratégicas, considerando as variáveis inerentes à política pública e reforçando a apropriação, pelo PPA, das principais agendas de governo e dos planos setoriais para os próximos quatro anos.

     

    A Dimensão Tática do PPA 2016-2019 é expressa nos Programas Temáticos e nos Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado. Esta dimensão aborda as entregas de bens e serviços pelo Estado à sociedade. 

     

     

    • Dimensão Operacional: relaciona-se com a otimização na aplicação dos recursos disponíveis e a qualidade dos produtos entregues, sendo especialmente tratada no Orçamento.

     

    Fonte: http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/Arquivos/ppa-2016/orientacoes_elaboracao_ppa_2016_2019_02.pdf

     

  • A dimensão tática do plano plurianual define os caminhos exequíveis para as transformações da realidade que estão anunciadas nas diretrizes estratégicas, considerando as variáveis inerentes à política pública. CERTO.

     

    Plano Plurianual, suas dimensões: 

     

    > Dimensão estratégica - Definição da visão de futuro, eixos e diretrizes estratégicas.

     

    > Dimensão tática - Define caminhos exequíveis (possíveis) para as transformações da realidade que estão anunciadas nas Diretrizes Estratégicas, considerando as variáveis inerentes à política pública e reforçando a apropriação, pelo PPA, das principais agendas de governo e dos planos setoriais para os próximos quatro anos.

     

    > Dimensão Operacional - Relaciona-se com a otimização na aplicação dos recursos disponíveis e a qualidade dos produtos entregues, sendo especialmente tratada no Orçamento.

     

     

                                                                            Obs: Para ficar melhor a compreensão:

     

    Se no planejamento estratégico foi estabelecido a visão de futuro, eixos e diretrizes, na dimensão tática iremos criar as metas e condições possíveis para que as ações estabelecidas no planejamento estratégico sejam atingidas, e no operacional iremos levar os planos a execução.

  • Pra mim, estaria errada porque resolvi outra questão que dizia que os objetivos expressam as escolhas de políticas públicas para a transformação de determinada realidade e não as diretrizes. Porém, olhando as orientações para a elaboração do PPA 2016-2019 é fácil notar que foi um ctrl c + ctrl v.

    Gabarito Certo.

  • Cespe é foooooda. viu. Olha isso questão dentro do PPA. francamente. Até que pontos AFO vai chegar.

  • Dimensões do PPA 2016-2019:

    Estratégica: precede e orienta a elaboração dos Programas Temáticos. É composta por uma Visão de Futuro, Eixos e Diretrizes Estratégicas.

     

    Tática: define caminhos exequíveis para as transformações da realidade que estão anunciadas nas Diretrizes Estratégicas considerando as variáveis inerentes à política pública...

     

    Operacional: relaciona-se com a otimização na aplicação dos recursos disponíveis e a qualidade dos produtos entregues, sendo
    especialmente tratada no Orçamento.

    Fonte:http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/Arquivos/ppa-2016/orientacoes_elaboracao_ppa_2016_2019_02.pdf      pg 5

     

                                                                  SEJA FORTE,NÃO DESISTA!!!

  • Quem não entendeu o que a questão quis dizer mas marcou certo porque tava bonitinha dá um joinha aqui.

  • Fabricio  eu marquei certo justamente por estar muito bonitinha..kkkkkkkkkkkk

  • É LINDA DEMAIS PRA SER MENTIRA. KKK

  • Conforme previsto na Mensagem Presidencial que encaminhou o PPA 2016-2019, sua estrutura é dividida em dois grandes blocos: a dimensão estratégica e a dimensão tática ou programática

    A dimensão estratégica é subdividida em visão de futuro, eixos e diretrizes estratégicas.

    A dimensão tática/programática compreende os programas temáticos e os programas de gestão, manutenção e serviços ao Estado.

    Fonte: http://www.planejamento.gov.br/noticias/abertura-do-monitoramento-tematico-do-ppa-2017

  • Dimensão Tática - Define caminhos exequíveis para as transformações da realidade que estã anunciadas nas Diretrizes Estratégicas, considerando as variáveis inerentes à política pública e reforçando a apropriação, pelo PPA, das principais agendas de governo e dos planos setoriais. É expressa nos Programas Temáticos e nos Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado.

     

    Dimensão Estratégica - A Dimensão Estratégica precede e orienta a elaboração dos Programas Temáticos. É composta por uma Visão de Futuro, Eixos e Diretrizes Estratégicas - A Visão de Futuro deve ser entendida como a declaração de um desejo coletivo, factível, claro, que oriente o planejamento do destino da Nação, no geral, e da ação governamental em particular.

     

    Dimensão Operacional - relaciona-se com a otimização na aplicação dos recursos disponíveis e a qualidade dos produtos entregues, sendo especialmente tratada no Orçamento.

  • A questão seria cabível de recurso, pois é estratégico e não tático.
  • É incrivel, desrespeitoso e até inceitável, colegas vir aqui, após ótimos comentários fundamentados, dizer que discorda do gabarito e dar opinião erroneamente distorcida.

     

  • Cândido Costa, antes de abrir os comentários, tinha pensado o mesmo... kkk

  • comentários exelentes, só gostaria de saber onde está qualquer coisa referente á este assunto na lei de responsabilidade fiscal.

  • interpretando a questão:

    a dimensão tática mostra os caminhos, ou seja, como deve ser realizado pela dimensão operacional (que seria a concretização da realidade) o que está determinado de acordo com as políticas, ou seja, com o que está no planejamento em si.

    foi como consegui responder esta questão, Cespe sendo interpretativa quase sempre :)

  • O que isso tem a ver com LFR minha gente?

  • GAB: CERTO.

    Estudar Administração ajudou a compreender um pouco essa parte. kkkkk

  • ENTENDA TRÊS COISAS

    1-DIMENSÃO ESTRATÉGICA DEFINE UM PLANO 

    2-DIMENÇÃO TÁTICA DEFINE OS MEIOS PARA ESSE PLANO SE REALIZAR ;OU SEJA, OS CAMINHOS EXEQUÍVEIS BLÁBLÁ BLÁ

    COMO A BANCA FALOU 

    3-OPERACIONAL É REALMENTE COLOCAR A MÃO NA MASSA FAZER ACONTECER.

    GABARITO:CORRETO

    "GUERREIRO NÃO RECLAMA ACHA UM JEITO DE VENCER"SEGUE O @CONCURSEIRORAMBO NO INTAGRAN.

  • O filtro aqui do QC na matéria de AFO tá horrível!!!

  • CORRETA!!

    Esqueminha do meu caderno de AFO do Flávio Assis (um professor que realmente passa a matéria de modo completo):

     

    Dimensão estratégica do PPA: ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA. A base dela são os MACRODESAFIOS. Visão de longo prazo.

     

    >>Dimensão tática do PPA: DEFINE OS CAMINHOS para o alcance de OBJETIVOS. Vincula os programas temáticos para a consecução dos objetivos assumidos.<<

     

    Dimensão operacional do PPA: DESEMPENHO DA AÇÃO governamental. Busca a otimização dos recursos.

  • Conceitos e Estrutura do PPA 2016-2019

     

    Estratégico: precede e orienta a elaboração dos Programas Temáticos. É composta por uma Visão de Futuro, Eixos e Diretrizes Estratégicas.

    Tático: define caminhos exequíveis para as transformações da realidade que estão anunciadas nas Diretrizes Estratégicas.

    Operacional: relaciona-se com a otimização na aplicação dos recursos disponíveis e a qualidade dos produtos entregues, sendo especialmente tratada no Orçamento.

     

    https://contas.tcu.gov.br/etcu/ObterDocumentoSisdocseAbrirDocNoBrowser=true&codArqCatalogado=9225263&codPapelTramitavel=53262344

  • CORRETA

     

    O PPA TEM TRÊS DIMENSÕES:

     

    1° DIMENSÃO ESTRATÉGICA: ORIENTA A ELABORAÇÃO DOS PROGRAMAS TEMÁTICOS, COMPOSTA POR UMA VISÃO DO FUTUTO, EIXOS E DIRETRIZES ESTRATÉGICAS.

     

    2° DIMENSÃO TÁTICA: DEFINE CAMINHOS EXEQUÍVEIS PARA AS TRANSFORMAÇÕES DA REALIDADE.

     

    3° DIMENSÃO OPERACIONAL:  OTIMIZAÇÃO NA APLICAÇÃO DOS RECURSOS DISPONÍVEIS E A QUALIDADE DOS PROGRAMAS ENTREGUES. 

     

    BONS ESTUDOS!!! NÃO DESISTAM.

  • So lembrar da pirâmide : Estratégico, Tático e Operacional.

    A questão informa que o tático define os caminhos para realizar os planos Estratégicos, no qual o Operacional realiza.

  • PÁGINA 5 - ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO PLURIANUAL 2016-2019.

    Dimensão Tática:

    define caminhos exequíveis para as transformações da realidade que estão anunciadas nas Diretrizes Estratégicas, considerando as variáveis inerentes à política pública e reforçando a apropriação, pelo PPA, das principais agendas de governo e dos planos setoriais para os próximos quatro anos

  •  

    dimensão estratégica: macrodesafios e visão de longo prazo

     

    dimensão tática: define caminhos exequíveis para o alcance de objetivos. Essa dimensão vincula os programas tematicos para consecução dos objetivos.

     

    dimensão operacional: desempenho da ação governamental no nível da eficiência e tratatada no orçamento. Busca a otimização na aplicação dos recursos disponíveis e a qualidade dos produtos entregues.

     

    Fonte: Paludo.

  • O PPA 2020-2023 – na condição de estratégia global do governo federal – inova ao apresentar apenas 2 dimensões principais – estratégica e tática. Por sua vez, a dimensão operacional estará associada ao planejamento estratégico de cada ministério. Assim, o PPA 2020-2023 atuará como mecanismo facilitador das decisões estratégicas de cada ministério, ancorando-as por meio de seus programas.

    Dimensão Estratégica. A dimensão estratégica reflete a agenda de governo que o chefe do Poder Executivo, por meio dos seus ministros, pretende implementar. São as prioridades definidas pela cúpula de governo, e representam tradução dos compromissos do presidente eleito para o País.

    Dimensão Tática. A dimensão tática consiste dos programas, com seus objetivos, metas e indicadores. Nessa etapa, as “Diretrizes” e os “Temas” são desdobrados em “Programas”. Estima-se que cada Diretriz ou Tema poderá ser desdobrado em 4 ou 5 Programas. Dessa forma, espera-se que o PPA 2020-2023 contenha em torno de 60 Programas.

    Dimensão Operacional. A dimensão operacional compreende o conjunto de ações orçamentárias incluídas na Lei Orçamentária Anual (LOA), bem como ações não orçamentárias. Em relação às ações orçamentárias, maiores informações poderão ser

    obtidas mediante consulta ao Manual Técnico de Orçamento (MTO) (MTO, 2020).

  • nao esqueçam de ler o ppa , ldo , loa ajuda muito a arrematar a compreensão do assunto

  • MTO 2020-2023

    4.5 ESTRUTURA PROGRAMÁTICA 4.5.1 PROGRAMA O Plano Plurianual (PPA) que vigerá no período de 2020-2023 apresenta 4 (quatro) pilares em sua construção, quais sejam: simplificação metodológica; realismo fiscal; integração entre planejamento e avaliação; e, visão estratégica e foco em resultados. Conforme a figura abaixo, a metodologia do PPA 2020-2023 compreende 3 dimensões: a Dimensão Estratégica, composta pelos eixos da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Endes), as diretrizes do PPA e os Temas; a Dimensão Tática, composta pelos Programas e seus objetivos, meta e indicador de resultado e a Dimensão Operacional, onde estão as ações orçamentárias e não-orçamentárias.


ID
2679763
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Julgue o item seguinte, relativo ao instrumento e ao processo de orçamentação.


No caso de frustração da receita orçamentária, os critérios e a forma de limitação de empenho devem ser instituídos pelo titular de cada poder ou órgão.

Alternativas
Comentários
  • LC 101/00 (Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF):

    Art. 9º Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subseqüentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias.
    § 1º No caso de restabelecimento da receita prevista, ainda que parcial, a recomposição das dotações cujos empenhos foram limitados dar-se-á de forma proporcional às reduções efetivadas.
    § 2º Não serão objeto de limitação as despesas que constituam obrigações constitucionais e legais do ente, inclusive aquelas destinadas ao pagamento do serviço da dívida, e as ressalvadas pela lei de diretrizes orçamentárias.
    § 3º No caso de os Poderes Legislativo e Judiciário e o Ministério Público não promoverem a limitação no prazo estabelecido no caput, é o Poder Executivo autorizado a limitar os valores financeiros segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias.

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: ERRADA

    Os critérios e formas de limitação são serão dispostos pela LDO e não pelo titular de cada poder ou órgão, conforme a própria LRF traz em seu texto, a saber:

    Art. 4º A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2o do art. 165 da Constituição e: I - disporá também sobre: b) critérios e forma de limitação de empenho, (...)

  • Limitação de empenho é matéria da LDO!!!

     

  • LIMITAÇÃO DE EMPRENHO = LDO.

     

    gabarito ''ERRADO''

  • Dois erros.

     

    1º Não é qualquer frustração de receita que ocasiona limitação de empenho, mas aquela frustração que interfere no cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais.

     

    2º Critérios e formas de limitação de empenho e movimentação financeira estão dispostos na LDO.

  • Questão errada

    De acordo com a LRF 

    Art. 9o Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subseqüentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias

  • Limites de empenhos são definidos na LDO, imaginemos a bagunça que seria cada chefe do executivo limitando.

     

    GAB ERRADO.

  • ERRADO

     

    A LRF atribuiu à LDO a responsabilidade de tratar de outras matérias, tais como:

     

    - fixação de critérios para limitação de empenho e movimentação financeira

     

    FONTE: MTO

  • GABARITO ERRADO

     

    1-- Os critérios e formas de limitação de empenho estão dispostos na LDO, conforme a LRF traz em seu texto.

     

    2-- Nem toda frustação de receita será motivo de limitação de empenho, ( LRF - Art. 9, § 2o - Não serão objeto de limitação as despesas que constituam obrigações constitucionais e legais do ente, inclusive aquelas destinadas ao pagamento do serviço da dívida, e as ressalvadas pela lei de diretrizes orçamentárias).

  • Julgue o item seguinte, relativo ao instrumento e ao processo de orçamentação.

     

    No caso de frustração da receita orçamentária, os critérios e a forma de limitação de empenho devem ser instituídos pelo titular de cada poder ou órgão.

     

    AFIRMATIVA ERRADA, INCORRETA.

     

    Colaciono abaixo o erro em vermelho e negrito.

     

    No caso de frustração da receita orçamentária, os critérios e a forma de limitação de empenho devem ser instituídos pelo titular de cada poder ou órgão.

     

    Vejamos o que diz a LRF:

    art. 9º Se verificado, ao final de cada bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subsequentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias.

     

     

    Portanto, a LRF atribui aos poderes e ao MP a competência para fazer o contigenciamento E NÃO qualquer ORGÃO como também enumera a questão. Ademais, o MTO 2019 assim aduz "A limitação dos gastos públicos é feita por decreto do Poder Executivo e por ato próprio dos demais Poderes, de acordo com as regras fixadas pela LDO 2019 (arts. 58 e 59). No âmbito do Poder Executivo, esse decreto ficou conhecido como Decreto
    de Contingenciamento, que, normalmente, é
    detalhado por portaria interministerial (MP e MF), evidenciados os valores autorizados para movimentação e empenho e para pagamentos no decorrer do exercício.". Dessa forma, arremato meu comentário dizendo que ORGÃO NÃO TEM COMPETÊNCIA PARA FAZER CONTIGENCIAMENTO, mas tão somente o poder ao qual está submetido determinado orgão. 

     

    Meus (minhas) amigos(as), sigamos firmes nos estudos, pode ser que uma dia, consigamos passar em algo.

     

    Quem quiser, segue lá @juniortelesoficial

     

     

  • Os critérios e formas de limitação são serão dispostos pela LDO e não pelo titular de cada poder ou órgão, embora cada um destes deva limitar seu próprio empenho - preservando a separação dos Poderes.

  • NA LRF, LDO:
    - Equilíbrio entre receita e despesa;
    - Critérios e forma de limitação de empenho e movimentação financeira;
    - Normas relativas ao controle de custos e avaliação dos resultados dos programas financiados com recursos dos orçamentos;
    - Demais condições e exigências para transferência de recursos a entidades públicas e privadas
    - demonstrativo da estimativa e compreensão da renúncia de receita;
    - anexo de metas fiscais;
    - anexo de riscos fiscais -> riscos orçamentários, riscos da dívida, passivo contingente).
    - anexo específico – mensagem

     

    LRF Art. 9º Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subseqüentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias.

     

    GAB ERRADO.

  • ERRADO.

    São instituídos pela LDO.

  • Errado

     

    Os critérios e formas de limitação serão dispostos pela LDO e não pelo titular de cada poder ou órgão, conforme a própria LRF traz em seu texto

  • PELA LDO!!!

      Art. 4o A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2o do art. 165 da Constituição e:

            I - disporá também sobre:

          ​        b) critérios e forma de limitação de empenho, a ser efetivada nas hipóteses previstas na alínea b do inciso II deste artigo, no art. 9o e no inciso II do § 1o do art. 31;

  • Não! Será pela LDO!

  • LDO extrapola exercício financ. / impõe limites / equilíbrio

  • Não! Será pela LDO!

  • Em ato próprio de cada poder deverá ser feito a limitação de empenho (PORÉM) os CRITÉRIOS serão estabelecidos pela LDO.

  • Em caso de frustração da receita orçamentária, para promover o atingimento das metas de resultado primário e nominal, os Poderes e o Ministério Público promoverão a limitação de empenho e movimentação financeira. 

    Mas quais serão os critérios que serão utilizados para decidir isso? E de que forma isso acontecerá?

    Quem vai definir isso é a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), olha só:

    Art. 4º A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2º do art. 165 da Constituição e:

    I - disporá também sobre: (...) 

    b) critérios e forma de limitação de empenho, a ser efetivada nas hipóteses previstas na alínea b do inciso II deste artigo, no art. 9º e no inciso II do § 1º do art. 31;

    Art. 9º Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subsequentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias. 

    Portanto, os critérios e a forma de limitação de empenho serão instituídos pela LDO (e não pelo titular de cada poder ou órgão).

    Gabarito: Errado

  • 1) Nem toda frustração de receita orçamentária resulta em limitação de empenho e movimentação financeira, mas somente as frustrações que não comportem o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais.

     

    2) Os critérios e formas de limitação de empenho são fixados pela Lei de Diretrizes Orçamentárias, e não pelos poderes. Estes, por seu turno, promovem a limitação de empenho e movimentação financeira em si.

    Tais afirmações tomam como fulcro o artigo 9º da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF – Lei Complementar 101/2000):

     

    Art. 9o Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subsequentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias.

     

    Em face do exposto, temos que a assertiva está incorreta.

  • DE ACORDO COM A LRF

    A LDO deverá dispor sobre: critérios e limitação de empenho

  • É incrível como o examinador adora o art. 4o, 5o, 8o e art. 9o da LRF. PQP!

  • No caso de frustração da receita orçamentária que interfere no cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidos no Anexo de Metas Fiscais , os critérios e a forma de limitação de empenho º

    A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2o do art. 165 da Constituição e: I - disporá também sobre: b) critérios e forma de limitação de empenho, (...)

  • Gab: ERRADO

    A questão está errada porque os critérios e a forma de limitação de empenho são definidos pela LDO, já os poderes e o MP irão promover, por ato próprio, caso vitrifiquem ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar as metas do AMF fixados na LDO.

    Perceba que tudo é a LDO. Fixação de regras, receitas e despesas, AMF, ARF, Programação financeira, cronograma mensal, etc. A LDO define o que poderá e como será feito, a LOA, por sua vez, realiza!

  • Para mim o erro esta no fato de; a questão dizer que chefes de órgão podem limitar o empenho. A lei não menciona chefe de órgãos, o único órgão com legitimidade para limitar empenho é o MP

    LC 101/00 (Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF):

    Art. 9º Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subseqüentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias.

  • Portanto, os critérios e a forma de limitação de empenho serão instituídos pela LDO (e não pelo titular de cada poder ou órgão).

    gabarito Errado

  • LRF

     Art. 9 Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subsequentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias.

  • LDO disporá sobre critérios e forma de limitação de empenho,caso não seja cumprida as metas previstas.

  • A frustração de receita orçamentária é motivo para a limitação de empenho e movimentação financeira, prevista no artigo 9º da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

    Mas...

    Quais gastos serão contingenciados? Quais serão os critérios que serão utilizados para decidir isso? E de que forma isso acontecerá?

    Quem vai definir os critérios e a forma dessa limitação de empenho e movimentação financeira é a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Perceba que o finalzinho do artigo 9º da LRF diz isso (“segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias") e o artigo 4º da LRF (que nós já vimos) também:

    Art. 9º Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subsequentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias.

    Art. 4º A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2º do art. 165 da Constituição e:

    I - disporá também sobre:

    a) equilíbrio entre receitas e despesas;

    b) critérios e forma de limitação de empenho, a ser efetivada nas hipóteses previstas na alínea b do inciso II deste artigo, no art. 9º e no inciso II do § 1º do art. 31;


    Portanto, corrigindo a questão: no caso de frustração da receita orçamentária, os critérios e a forma de limitação de empenho devem ser fixados pela LDO.

     
    Gabarito do professor: ERRADO.
  • Aqui nos comentários parece que todo mundo sabe, mas sabemos que no material da a entender que é cada poder sim que faz essa limitação (tendo ou não sentido) . Veja: ...''Essa limitação precisa ser feita por cada um dos Poderes, por ato próprio, e respeitar critérios ditados pela mesma lei de diretrizes (que pode prever corte linear ou elencar ações prioritárias e imunes ao corte).''

    Foi por isso que errei, tem q saber interpretar. Acredito q não foi só eu pq o nível de erros está alto na estatística dessa questão aqui no QC.

  • Art. 4º A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2º do art. 165 da Constituição e:

    I - disporá também sobre: (...) 

    b) critérios e forma de limitação de empenho, a ser efetivada nas hipóteses previstas na alínea b do inciso II deste artigo, no art. 9º e no inciso II do § 1º do art. 31;

    Art. 9º Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subsequentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias. 

  • Frustração de Receita:

    Limitação → ato próprio de cada poder;

    Critérios → estabelecidos na LDO

    Gab. ERRADO

    Obs: A recomposição das dotações será feita de forma proporcional.

  • ERRADO

  • QUESTÃO ERRADA !!

    Lembrar que a LDO é a cartilha que ensina o que deve ser feito.....

    Se cada titular de cada órgão tivesse que fazer suas limitações de empenho seria uma bagunça!

    Já pensaram? Eles iriam limitar o empenho daqueles que não gostam ou apreciam... os protegidos" seriam mais protegidos ainda.

  • Art. 9º Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subsequentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias. 

  • Gab: ERRADO

    A questão está errada porque os CRITÉRIOS e a FORMA de limitação são INSTITUÍDOS pela LDO e não por cada titular, estes apenas emitirão ato próprio para dizer em que parcela irão limitar, mas não podemos afirmar que são eles quem definem. Portanto, gabarito errado.

    Erros, mandem mensagem :)

  • No caso de frustração da receita orçamentária, os critérios e a forma de limitação de empenho devem ser instituídos pelo titular de cada poder ou órgão. (ERRADO)

    OS CRITÉRIO SERÃO FIXADOS PELA LDO.

    Art. 9º Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subsequentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias.

  • Quem limita é o MP + os poderes, segundo os critérios da LDO.

  • Gab. E

    Considerando que a LDO é matéria privativa do Poder executivo, em última análise, cada chefe do executivo estabelece critérios e a formas de limitação de empenho, por meio da Lei de Diretrizes Orçamentárias.

    Se porventura houver frustação de receita, os titulares dos poderes, observando os critérios e formas de limitação de empenho da LDO, por ato próprio, fazem a limitação de empenho e movimentação financeira.

  • Atenção Atualizando.

    § 2 Não serão objeto de limitação as despesas que constituam obrigações constitucionais e legais do ente, inclusive aquelas destinadas ao pagamento do serviço da dívida, e as ressalvadas pela lei de diretrizes orçamentárias. (redação antiga)

    § 2º Não serão objeto de limitação as despesas que constituam obrigações constitucionais e legais do ente, inclusive aquelas destinadas ao pagamento do serviço da dívida, as relativas à inovação e ao desenvolvimento científico e tecnológico custeadas por fundo criado para tal finalidade e as ressalvadas pela lei de diretrizes orçamentárias.  ( Redação da Lei Complementar 177. de 2021)

  • -A limitação de movimentação e empenho é definida por ato de cada Poder.

    -Porém, as formas e critérios para essa limitação estão na LDO.

  • Errado.

    Na verdade, nem toda frustração de receita orçamentária resulta em limitação de empenho e movimentação financeira, mas somente as frustrações que não comportem o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais.

    Além disso, os critérios e formas de limitação de empenho são fixados pela Lei de Diretrizes Orçamentárias, e não pelos poderes.

    Gran Cursos.

  • Sérgio Machado | Direção Concursos

    12/12/2019 às 02:20

    Em caso de frustração da receita orçamentária, para promover o atingimento das metas de resultado primário e nominal, os Poderes e o Ministério Público promoverão a limitação de empenho e movimentação financeira. 

    Mas quais serão os critérios que serão utilizados para decidir isso? E de que forma isso acontecerá?

    Quem vai definir isso é a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), olha só:

    Art. 4º A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2º do art. 165 da Constituição e:

    I - disporá também sobre: (...) 

    b) critérios e forma de limitação de empenho, a ser efetivada nas hipóteses previstas na alínea b do inciso II deste artigo, no art. 9º e no inciso II do § 1º do art. 31;

    Art. 9º Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subsequentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias. 

    Portanto, os critérios e a forma de limitação de empenho serão instituídos pela LDO (e não pelo titular de cada poder ou órgão).

    Gabarito: Errado


ID
2679766
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Julgue o item seguinte, relativo ao instrumento e ao processo de orçamentação.


A reserva de contingência destina-se ao pagamento de restos a pagar que excederem as disponibilidades de caixa ao final do exercício.

Alternativas
Comentários
  • Reserva de contigência é uma dotação global genérica destinada a quitar passivos contigentes, tais como:

     

    - Demanda judicial de uma empresa estatal dependente; e

    - calamidade pública.

     

    É uma exceção ao princípio orçamentário da especificação.

     

    GABARITO: ERRADO

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: ERRADA

    A reserva de contingência, que é uma dotação global para atender a passivos contingentes e outras despesas imprevistas, não se destina somente ao pagamento de restos a pagar, como diz o enunciado. Segundo o art. 91 do DL 200/67, sob a denominação de Reserva de Contingência, o orçamento anual poderá conter dotação global não especificamente destinada a determinado órgão, unidade orçamentária, programa ou categoria econômica, cujos recursos serão utilizados para abertura de créditos adicionais. Além disso, conforme a LRF:

    Art. 5º O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:

    III - conterá reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, destinada ao:

    a) (VETADO)

    b) atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.

    Os Passivos Contingentes correspondem às demandas judiciais de grande impacto que se encontram pendentes de julgamento pelos tribunais superiores como STJ e STF; dívidas em geral que se encontram em processo de reconhecimento; e operações de garantias e aval dados pelo Poder Público. Os outros riscos são comumente classificados em riscos orçamentários e riscos de dívida. Os riscos Orçamentários encontram-se relacionados à possibilidade de estimativas de receitas e montante de despesas fixadas na Lei Orçamentária Anual não se confirmarem na execução dos orçamentos. A estimativa das receitas está atrelada a variáveis macroeconômicas que influenciam no montante de recursos arrecadados, por exemplo: o nível de atividade econômica, as taxas de inflação, juros e câmbio. Assim, uma queda no Produto Interno Bruto – PIB provoca queda na arrecadação de tributos em todos os entes da Federação. Os restos a pagar não se enquadram nesses conceitos!

  • "LRF, Art. 5o O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:

            III - conterá reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, destinada ao:

            b) atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos."

  • reserva de contingência é uma das fontes para créditos adicionais - que não gera aumento no valor global do orçamento.

    os demais são:

    -- anulação total ou parcial de dotação

    --recursos sem despesas correspondentes

  • Reserva de contingência -> é definida na LDO com base na Receita Corrente Líquida. Compreende o volume de recursos destinados ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos, bem como eventos fiscais imprevistos.

    GAB ERRADO.

  • Reserva de contigência É uma dotação para imprevistos.

  • Reserva de contingência não tem destino certo, é para imprevistos

  • GAB:E

     

    A LRF, no art. 5o,estabelece a obrigatoriedade da LOA conter Reserva de Contingência, cuja forma de utilização e montante são estabelecidos na LDO, com base na receita corrente líquida.
     

  • Reserva de Contingência é uma ferramenta (artifício) orçamentário/contábil, que permite a reserva de recursos orçamentários livres para que a administração possa dispor a qualquer momento para situações imprevistas do ponto de vista do planejamento orçamentário, mediante créditos adicionais e, suplementações.

    Fonte: https://jus.com.br/noticias/.../o-cumprimento-das-metas-fiscais-e-o-contingenciamento

  • Julgue o item seguinte, relativo ao instrumento e ao processo de orçamentação.

     

    A reserva de contingência destina-se ao pagamento de restos a pagar que excederem as disponibilidades de caixa ao final do exercício.

     

    AFIRMATIVA ERRADA.

     

    Na LRF assim está disposto: art. 5º O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar: 

    [...]

    III - conterá reserva de contigência, cuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, destinada ao: 

    a) VETADA;

    b) atendimento de passivos contigentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.

     

     

    Portanto, A reserva de contingência destina-se ao atendimento de passivos contigentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos. A reserva de contigência NÃO SE DESTINA ao pagamento de restos a pagar que excederem as disponibilidades de caixa ao final do exercício.

  • ERRADO

     

    Ano: 2015 Banca: CESPE Órgão: Telebras Prova: Analista Superior - Administrativo

    A reserva de contingência é uma dotação global não especificamente destinada a determinado órgão, unidade orçamentária, programa ou categoria econômica cujos recursos serão utilizados para abertura de créditos adicionais. Certo.

  • O que é a reserva para contingências? A reserva para contingência é uma dotação orçamentária não especificada e não destinada a órgão, fundo ou despesa. Deverá estar prevista na LOA e sua forma de utilização e montante serão definidos com base na receita corrente líquida.

  • Errado!

    Decreto 200/67

     Art. 91.Sob a denominação de Reserva de Contingência, o orçamento anual poderá conter dotação global não especificamente destinada a determinado órgão, unidade orçamentária, programa ou categoria econômica, cujos recursos serão utilizados para abertura de créditos adicionais. 

  • A reserva de contingência funciona como fonte de recursos para créditos adicionais:

    Decreto 200/67

     Art. 91.Sob a denominação de Reserva de Contingência, o orçamento anual poderá conter dotação global não especificamente destinada a determinado órgão, unidade orçamentária, programa ou categoria econômica, cujos recursos serão utilizados para abertura de créditos adicionais. 

    -->A LOA conterá reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, será estabelecida na LDO, destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.

                       --->Utilizada para abertura de créditos adicionais.

                       ---> A RPPS também poderá ser utilizada durante o exercício, caso necessário, para a abertura de créditos adicionais com o objetivo de atender a compromissos desse regime.

                                                                     ---->Fonte específica para atender à RPPS.

  • questão errada!

    Restos a pagar são despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de desembro distiguindo-se as processadas das não processadas.

    Lei LRF:

      Art. 5o O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:

     III - conterá reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, destinada ao:

            (reserva de contingência será usada para) :b) atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.

  • A Reserva de Contingência é uma dotação global utilizada para imprevistos e também poder ser ultilizada para abertura de créditos adcionais.

    Fonte: Meu Resumo rsrsrs

    O corpo alcança o que a mente acredita...pense nisso!

  • Reserva de Contingência serve para atender gastos/situações imprevistas.É uma espécie de poupança para amortecer possíveis desequilíbrios.

    Fonte: Prof. Anderson F.

    Questão errada!

  • Reserva de Contingência

    Dotação global não especificamente destinada a determinado órgão, unidade orçamentária, programa ou categoria econômica, cujos recursos serão utilizados para abertura de créditos adicionais.

  • Gab: ERRADO

     

    Reserva de contingência não é vinculada a nada!

  • Reserva de Contigência-----------> Passivo Contingente

  • A Reserva de Contingência pode ser usada como fonte de recursos para Créditos Adicionais, com espeque no art. 5o, III, da LRF.

  • A reserva de contingência compreende o volume de recursos destinados ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos, bem como eventos fiscais imprevistos. Os Passivos Contingentes são representados por demandas judiciais, dívidas em processo de reconhecimento e operações de aval e garantias dadas pelo Poder Público. Não há previsão de destinação para restos a pagar.

  • A classificação da Reserva de Contingência, bem como a Reserva do RPPS, são destinadas ao atendimento de passivos

    contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos, inclusive para a abertura de créditos adicionais, quanto à

    natureza da despesa orçamentária.

    Fonte: MTO, 2019.

  • Caberá a LDO dispor sobre a reserva de contingência...

  • Nada disso! A Reserva de contingência é destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos (LRF, art. 5º, III, b).

    Lembrando que a reserva de contingência é uma dotação global não especificamente destinada a determinado órgão, unidade orçamentária, programa ou categoria econômica, cujos recursos serão utilizados para abertura de créditos adicionais (DL 200/67). Por isso, ela é considerada uma exceção ao princípio da especificação (especialização ou discriminação).

    Gabarito: Errado

  • Restos a pagar não é despesa IMPREVISTA no final do exercício, logo não pode usar a reserva de contingência.

    reserva de contingência compreende o volume de recursos destinados ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos, bem como eventos fiscais imprevistos.

    GAB) E

  • ERRADO

  • Lida a questão, vamos para a resolução.


    A questão trata da RESERVA DE CONTINGÊNCIA, especificamente na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF – LC n° 101/2000).


    Observe o art. 4, §3º, LRF:

    § 3º - A lei de diretrizes orçamentárias conterá Anexo de Riscos Fiscais, onde serão avaliados os passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas, informando as providências a serem tomadas, caso se concretizem".


    Agora, o art. 5, III, b, LRF:

    “Art. 5 - O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:

     III - conterá reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, destinada ao:

    b) atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos".


    Portanto, a reserva de contingência (exceção ao Princípio da Especificação) é definida com base na RCL, conteúdo na LOA e a forma de utilização e montante (cálculo) na LDO, sendo avaliados os passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais no Anexo de Riscos Fiscais.



    Gabarito do Professor: ERRADO.

  • O que é a reserva para contingências? A reserva para contingência é uma dotação orçamentária não especificada e não destinada a órgão, fundo ou despesa. Deverá estar prevista na LOA e sua forma de utilização e montante serão definidos com base na receita corrente líquida.

  • Excedeu? Cancela o excedido.


ID
2679769
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Julgue o item seguinte, relativo ao instrumento e ao processo de orçamentação.


As políticas e diretrizes gerais para a atuação das empresas estatais são estabelecidas pelas unidades responsáveis pelas atividades planejamento.

Alternativas
Comentários
  • Lei 10180/01

     

    Art. 7o Compete às unidades responsáveis pelas atividades de planejamento:

     

    VIII - estabelecer políticas e diretrizes gerais para a atuação das empresas estatais.

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: CERTA

    Questão mais elaborada! A cada prova que passa temos a plena convicção de que o examinador ama a Lei 10.180/01. Conforme esta lei:

    Do Planejamento Federal

    Art. 7º Compete às unidades responsáveis pelas atividades de planejamento:

    VIII - estabelecer políticas e diretrizes gerais para a atuação das empresas estatais.

    Parágrafo único. Consideram-se empresas estatais, para efeito do disposto no inciso VIII, as empresas públicas, as sociedades de economia mista, suas subsidiárias e controladas e demais empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.

  • Pág. 325 Livro AFO, prof. Giovanni Pacelli.

  • Lei 10180

    Do Planejamento Federal

    Art. 7o Compete às unidades responsáveis pelas atividades de planejamento:

    VIII - estabelecer políticas e diretrizes gerais para a atuação das empresas estatais.

  • As políticas e diretrizes gerais para a atuação das empresas estatais são estabelecidas pelas unidades responsáveis pelas atividades planejamento. Resposta: Certo.

     

    Comentário: conforme a Lei nº 10.180/01, Art. 7º, VIII, compete às unidades de planejamento o estabelecimento de políticas e diretrizes gerais para atuação das empresas estatais.

  • Lei 10.180

    Art. 7°Compete às unidades responsáveis pelas atividades de planejamento:

     

    I - elaborar e supervisionar a execução de planos e programas nacionais e setoriais de desenvolvimento econômico e social;

     

    II - coordenar a elaboração dos projetos de lei do plano plurianual e o item, metas e prioridades da Administração Pública Federal, integrantes do projeto de lei de diretrizes orçamentárias, bem como de suas alterações, compatibilizando as propostas de todos os Poderes, órgãos e entidades integrantes da Administração Pública Federal com os objetivos governamentais e os recursos disponíveis;

     

    III - acompanhar física e financeiramente os planos e programas referidos nos incisos I e II deste artigo, bem como avaliá-los, quanto à eficácia e efetividade, com vistas a subsidiar o processo de alocação de recursos públicos, a política de gastos e a coordenação das ações do governo;

     

    IV - assegurar que as unidades administrativas responsáveis pela execução dos programas, projetos e atividades da Administração Pública Federal mantenham rotinas de acompanhamento e avaliação da sua programação;

     

    V - manter sistema de informações relacionados a indicadores econômicos e sociais, assim como mecanismos para desenvolver previsões e informação estratégica sobre tendências e mudanças no âmbito nacional e internacional;

     

    VI - identificar, analisar e avaliar os investimentos estratégicos do Governo, suas fontes de financiamento e sua articulação com os investimentos privados, bem como prestar o apoio gerencial e institucional à sua implementação;

     

    VII - realizar estudos e pesquisas sócio-econômicas e análises de políticas públicas;

     

    VIII - estabelecer políticas e diretrizes gerais para a atuação das empresas estatais.

     

    Parágrafo único. Consideram-se empresas estatais, para efeito do disposto no inciso VIII, as empresas públicas, as sociedades de economia mista, suas subsidiárias e controladas e demais empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.

  • GABARITO CERTO

  • GAB: CERTO.

     

    Samuel Santos,deixa de ser ignorante cara,nem todos são assinantes. O gabarito é para ajudar a quem não dispõe.

  • Valeu Lucas Ferreira!!

  • E esse NETO JQN só quer ser o Entendedorzão da Porra toda . 

    Oferecido !

  • errei pq não tinha o "DE ", pois não estava assim: atividades de planejamento:

    kkkkk

  • Questão sobre o Sistema de Planejamento e Orçamento Federal (SPOF), conforme a Lei nº 10.180/01.

    Dica! Ainda que a Lei nº 10.180/01, que organiza e disciplina os diversos Sistemas da administração pública federal, não venha expressa no seu edital, recomendo estuda-la brevemente em AFO, pois o SPOF é o maestro principal do processo de orçamentação. Não é à toa que o Manual Técnico de Orçamento (MTO) começa por ele.

    A organização por sistemas é estabelecida na administração pública federal desde o decreto-lei 200/67:
    Art. 30. Serão organizadas sob a forma de sistema as atividades de pessoal, orçamento, estatística, administração financeira, contabilidade e auditoria, e serviços gerais, além de outras atividades auxiliares comuns a todos os órgãos da Administração que, a critério do Poder Executivo, necessitem de coordenação central. 

    No contexto de AFO, o SPOF compreende as atividades de elaboração, acompanhamento e avaliação de planos, programas e orçamentos. A Lei nº 10.180/01 estabelece os órgãos e unidades que integram esse sistema, bem como a finalidade do SPOF:
    Art. 2º O Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal tem por finalidade:
    I - formular o planejamento estratégico nacional;
    II - formular planos nacionais, setoriais e regionais de desenvolvimento econômico e social;
    III - formular o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais;
    IV - gerenciar o processo de planejamento e orçamento federal;
    V - promover a articulação com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, visando a compatibilização de normas e tarefas afins aos diversos Sistemas, nos planos federal, estadual, distrital e municipal.


    Nesse contexto, a Lei nº 10.180/01 definiu quais são as atividades que competem as unidades responsáveis pelas atividades de planejamento (elaborar planos e programas de desenvolvimento, coordenar a elaboração dos projetos de lei do PPA, etc) e quais são as atividades de orçamento (coordenar a os projetos de lei orçamentária e diretrizes orçamentárias, aperfeiçoar o processo orçamentário, etc.)

    Por fim, chegamos no dispositivo que é cobrado na questão, tratando especificamente de uma atividade de planejamento, realizada pelas unidades responsáveis:
    Art. 7o Compete às unidades responsáveis pelas atividades de planejamento:
    (...)
    VIII - estabelecer políticas e diretrizes gerais para a atuação das empresas estatais.


    Dessa forma, já podemos identificar a correção da afirmativa:
    As políticas e diretrizes gerais para a atuação das empresas estatais são estabelecidas pelas unidades responsáveis pelas atividades planejamento.

    Gabarito do Professor: Certo.

    ¹ Paludo, Augustinho Vicente Orçamento público, administração financeira e orçamentária e LRF I Augustinho Vicente Paludo. - 7. ed. rev. e atual.- Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: MÉTODO: 2017.
  • CERTO

  • ÓRGÃO CENTRAL - Ministério da Economia

    ÓRGÃOS SETORIAIS - AVC de Mãe (AGU, Vice-Presidência da República, Casa Civil e Ministérios)

    ÓRGÃOS ESPECÍFICOS - SOF (Secretaria de Orçamento Federal) SEST (Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais) Seplan (Secretaria de Planejamento e Assuntos Econômicos)

    Gabarito: CERTO

  • Lei 10.180/2001

    Art. 7°Compete às unidades responsáveis pelas atividades de planejamento:

    VIII - estabelecer políticas e diretrizes gerais para a atuação das empresas estatais.

  • Lei 10.180/200:

    Art. 7  Compete às unidades responsáveis pelas atividades de planejamento:

    VIII - estabelecer políticas e diretrizes gerais para a atuação das empresas estatais.

  • Além de estabelecer políticas e diretrizes gerais para a atuação das empresas estatais, as unidades responsáveis pelas atividades de planejamento são competentes para realizar estudos e pesquisas socioeconômicas e análise de políticas públicas:

    Ano: 2018 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: EBSERH Prova: CESPE - 2018 - EBSERH - Tecnólogo em Gestão Pública

    Cabe às unidades responsáveis pelas atividades de planejamento realizar estudos e pesquisas socioeconômicas. (CERTO)

  • Gente só pra acrescentar. No concurso do CFT p/ Analista

    técnico júnior parte de AFO cobraram essa tema identificando que são essas estatais.

  • Dentro do Art. 7º a maioria das competências envolvem núcleos de elaboração, supervisão, coordenação, analise, avaliação, etc. Duas em especial não seguem essa lógica merecem uma atenção. São elas:

    VII - realizar estudos e pesquisas sócio-econômicas e análises de políticas públicas;

    VIII - estabelecer políticas e diretrizes gerais para a atuação das empresas estatais.


ID
2679772
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Acerca das técnicas empregadas na elaboração e execução do orçamento público, julgue o item que se segue.


Determinado recurso público deve ser destinado pela lei orçamentária anual aos investimentos de empresa estatal não dependente por meio da classificação por esfera orçamentária.

Alternativas
Comentários
  • classificação por esfera: em que orçamento?

     

    1) fiscal: estatais dependentes...

     

    2) Investimentos : regra: estatais não dependentes; pode haver estatais dependentes...

     

    3) seguridade social: estatais dependentes...

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: CERTA

    Capciosa! A classificação por esfera orçamentária tem por finalidade identificar se a receita pertence ao Orçamento Fiscal, da Seguridade Social ou de Investimento das Empresas Estatais, conforme distingue o § 5º do art. 165 da CF. Repare no que diz o Art. 165, § 5ª, II da Constituição Federal:

    A lei orçamentária anual compreenderá: (...)

    II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;  

    No caso do orçamento de investimento, a Constituição faz referência às empresas estatais como um todo, sem fazer distinção entre as dependentes e as independentes; então, teoricamente, o montante de investimentos de uma estatal dependente PODE constar, também, no orçamento de investimento. Ainda conforme o MTO 2019 [minha apostila na pág. 130], temos:

    Receitas do Orçamento de Investimento das Empresas Estatais: referem-se aos recursos das empresas estatais não dependentes [não enquadradas no art. 2º, inciso III, da LRF] em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.

  • CERTA

    Um pouco de notícia para entender a prática  por trás dessa questão :

    “O Orçamento de Investimento das estatais, feito pelo governo federal, tem como objetivo dar transparência à formação de capital nas estatais não dependentes do governo, explicou à Reuters o secretário de Empresas Estatais, Fernando Antonio Ribeiro Soares.”

     

    “Governo autoriza ajuste bilionário ao Orçamento de Investimento da Petrobras”

    Fonte: 

    https://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN1JP336-OBRBS

  • Sem recordar o tema da questão, levei em consideração a palavra-chave ESFERA, ou seja, classificação em níveis ou espferas distintas, logo, estatais não dependentes poderia pertencer a uma determinada esfera.

     

    Após ler os comentários,  essa linha de raciocínio fez sentido, pois temos as seguintes esferas orçamentárias, segundo nossa colega Simone Vieira:

     

    1) fiscal: estatais dependentes...

    2) Investimentos : regra: estatais não dependentes; pode haver estatais dependentes...

    3) seguridade social: estatais dependentes...

     

     

  • Gabarito: CERTO

     

    Desabafo:

    Que "provinha" terrível, misericódia, Senhor!

    Quem poderá nos defender?

  • É para decorar!!!!


    LOA >> Despesa Pública >> Programação Qualitativa >> Classificação por Esfera Orçamentária :

    10 - Orçamento Fiscal (estatais dependentes)

    20 - Orçamento da Seguridade Social (estatais dependentes)

    30 - Orçamento de Investimento das Estatais (estatais não dependentes )


    Determinado recurso público deve ser destinado pela lei orçamentária anual aos investimentos de empresa estatal não dependente por meio da classificação por esfera orçamentária.

    resposta: certa!

  • ESFERA ORÇAMENTÁRIA - ORÇAMENTO FISCAL, ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO, ORÇAMENTO SEGURIDADE SOCIAL.

    EMPRESAS ESTATAIS NÃO DEPENDENTES: ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO.

  • Esfera Orçamentária

    Classificação de uma determinada despesa que tem por finalidade identificar se está inserida no orçamento fiscal (F), da seguridade social (S) ou de investimento das empresas estatais (I), conforme discriminado no § 5º do art. 165 da Constituição.

     

    O orçamento fiscal: refere-se aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.

     

    O orçamento de investimento é o orçamento que registra os investimentos (aquisição de bens componentes do ativo imobilizado) das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.

     

    O orçamento da seguridade social: abrange todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público, nas despesas relacionadas à saúde, previdência e assistência social, nos termos do § 2º do art. 195 da Constituição.

     

    https://www12.senado.leg.br/orcamento/glossario/esfera-orcamentaria

  • 1.      Qual o orçamento? Esfera- xx (fiscal, seguridade, investimento)

    2.      Quem é o responsável? Institucional – XX.XXX (poder executivo, poder legislativo, poder judiciário, fundo especial)

    3.      Em que área será realizada? Funcional XX.XX

    4.      Qual a finalidade? Programática – XXXX.XXXX.XXXX

    5.      O que será adquirido e qual será o efeito? Natureza

  • CERTO

     

    A classificação por esfera orçamentária tem por finalidade identificar se a receita pertence ao Orçamento Fiscal, da Seguridade Social ou de Investimento das Empresas Estatais, conforme distingue o § 5o do art. 165 da CF.

     

    FONTE: MTO

  • CERTO

     

     

    VEJAM OUTRAS:

     

     

    Ano: 2016 Banca: CESPE Órgão: TCE-SC Prova: Auditor Fiscal de Controle Externo - Contabilidade

    O objetivo da classificação da receita pública por esfera orçamentária é identificar se o item a ser classificado pertence ao orçamento fiscal, ao orçamento da seguridade social ou ao orçamento de investimento das empresas estatais. (CERTO)

     

    -------------                ----------------

     

    Ano: 2013 Banca: CESPE Órgão: MME Prova: Assistente Financeiro

    A respeito da classificação da despesa por esfera orçamentária, assinale a opção correta.

    d) Na LOA, a esfera tem por finalidade identificar se a despesa pertence ao orçamento fiscal, tanto da seguridade social quanto dos investimentos em empresas estatais.

     

     

     

    '' Pra cima delessssss '''

  • Mariana Batista, o seu comentário esclareceu minha dúvida, simples e objetivo, obrigadooo!

  • Acerca das técnicas empregadas na elaboração e execução do orçamento público, julgue o item que se segue.

     

    Determinado recurso público deve ser destinado pela lei orçamentária anual aos investimentos de empresa estatal não dependente por meio da classificação por esfera orçamentária.

     

    AFIRMATIVA CERTA.

     

    Dispõe o MTO 2019 que:

     

    "CLASSIFICAÇÃO POR ESFERA ORÇAMENTÁRIA

     

    A classificação por esfera orçamentária tem por finalidade identificar se a receita pertence ao Orçamento Fiscal, da Seguridade Social ou de Investimento das Empresas Estatais, conforme dispõe o §5º do art. 165 da CF.

     

    Além das características comuns à classificação da despesa por esfera orçamentária [vide item 4.2 do MTO 2019], vale destacar os seguintes pontos:
    - Receitas do Orçamento Fiscal: Referem-se às receitas arrecadadas pelos Poderes da União, seus órgãos, entidades fundos e fundações, inclusive pelas empresas estatais dependentes [vide art. 2º, inciso III, da LRF], excluídas as receitas vinculadas à Seguridade Social e as receitas das Empresas Estatais não dependentes que compõe o Orçamento de Investimento.
    - Receitas do Orçamento da Seguridade Social: abrangem as Contribuições Sociais destinadas por lei à Seguridade Social e as receitas de todos os órgãos, entidades, fundos e fundações vinculados à Seguridade Social, ou seja, às áreas de Saúde, Previdência Social e Assistência Social.


    No caso do Orçamento da Seguridade Social, a complementação dos recursos para financiar a totalidade das despesas de seguridade provém de transferências do Orçamento Fiscal.


    - Receitas do Orçamento de Investimento das Empresas Estatais: referem-se aos recursos das empresas estatais não dependentes [não enquadradas no art. 2º, inciso III, da LRF] em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.".

     

    Portanto, determinado recurso público deve ser destinado pela lei orçamentária anual aos investimentos de empresa estatal não dependente por meio da classificação por esfera orçamentária.

  • Certo.

    "A classificação por esfera orçamentária tem por finalidade identificar se a receita pertence ao Orçamento Fiscal, da Seguridade Social ou de Investimento das Empresas Estatais"

    MTO 2019, Página 18.

  • CLASSIFICAÇÃO DA RECEITA           (COE Do TIo)

                   1. Categoria Econômica: Receita Corrente, de Capital, Correntes Intraorçamentária, Capital Intraorçamentária.

                   2. Origem: Receita Tributária, de Contribuições, Patrimonial, Agropecuária, Industrial, Serviços.

                   3. Espécie: Impostos

      4, 5, 6 e 7. Desdobramentos para identificação de peculiaridades da receita

                   8. Tipo: Imposto sem a propriedade predial.

  • Segundo o MTO a despesa possui a seguinte classificação:

    Programação Qualitativa: Classificação por esfera, Classificação institucional, funcional, estrutura programatica, informações prinecipais do programa e informações princicpais da Ação.

    classificação por esfera: Orçamento fiscal , orcamento da seguridade social, orcamento de investimento.

    Orcamento Fiscal: referente aos poderes da união, seus fundos, órgão e entidades da adminsitração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público;

    Orc. Seg Social: abrange todas as entidades e orgão a ela vinculados ....

    Orc. Investimento: Orçamento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.

    Portanto: Determinado recurso público deve ser destinado pela lei orçamentária anual aos investimentos de empresa estatal não dependente por meio da classificação por esfera orçamentária. ( correta)

     

  • Em 13/10/2018, às 16:33:27, você respondeu a opção E.Errada!

    Em 09/10/2018, às 22:53:20, você respondeu a opção E.Errada!

    Em 09/10/2018, às 10:03:06, você respondeu a opção E.Errada!

    Em 06/10/2018, às 12:31:43, você respondeu a opção E.Errada!

    Em 15/09/2018, às 13:03:58, você respondeu a opção C.Certa!

    Em 13/09/2018, às 18:41:03, você respondeu a opção E.Errada!

     

    Credo

  • caralho jurei q essa porra tava errada pqp

  • Gab CERTO

    esfera orçamentária = fiscal, seguridade e de investimento.

    orçamento de investimento = orçamento das empresas estatais não dependentes.

  • Em 19/10/2018, às 16:39:16, você respondeu a opção E.Errada!

    Em 18/10/2018, às 22:55:49, você respondeu a opção E.Errada!

    Em 29/09/2018, às 06:58:09, você respondeu a opção E.Errada!

  • Empresa estatal não dependente = Empresa estatal Independente, empresa esta que recebe investimento por meio da classificação por esfera orçamentária:

     

    CF/88

    § 5º A lei orçamentária anual compreenderá:

    I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público;

    II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente (Empresas independentes, porém controladas) , detenha a maioria do capital social com direito a voto;

    III - o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.

     

    LRF

    Art. 2o Para os efeitos desta Lei Complementar, entende-se como:

            II - empresa controlada: sociedade cuja maioria do capital social com direito a voto pertença, direta ou indiretamente, a ente da Federação;

            III - empresa estatal dependente: empresa controlada que receba do ente controlador recursos financeiros para pagamento de despesas com pessoal ou de custeio em geral ou de capital, excluídos, no último caso, aqueles provenientes de aumento de participação acionária;

  • Be, é nós. Uma hora a gente acerta essa bagaça.

     

    Mortais, fé na missão.
    Senhores ,rumo à NOMEAÇÃO!

  • CLASSIFICAÇÃO POR ESFERA ORÇAMENTÁRIA

    Em qual orçamento (fiscal, investimentos ou seguridade social) será alocado a despesa. É composto de dois dígitos e será associado à ação orçamentária:


    10 - Orçamento Fiscal;

    20 - Orçamento da Seguridade Social;

    30 - Orçamento de Investimentos.

  • Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:

    I - o plano plurianual; (DOM)

    II - as diretrizes orçamentárias; (PRIME)

    III - os orçamentos anuais. (Execução)

    § 5º A lei orçamentária anual compreenderá:

    I - O orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público; (Empresas Estatais dependentes).

    II - O orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto; (Empresas Estatais independentes).

    III - O orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculadas, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.

  • Eu não acredito que errei essa questão por má interpretação de texto. pqp kkkkkkkkkkkkk aff

  • Por esfera é FIS:

    Fiscal, Investimento e Seguridade social

  • CESPE é assim, galera. Não adianta chorar, devemos nos atentar ao comando da questão :)

  • - Receitas do Orçamento de Investimento das Empresas Estatais: referem-se aos recursos das empresas estatais não dependentes [não enquadradas no art. 2o, inciso III, da LRF] em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.

     

    Em face do exposto, temos que a assertiva está correta, pois, de fato, por meio da classificação por esfera orçamentária que se identifica e destina determinado recurso público ao Orçamento de Investimento das Empresas Estatais.

  • MALDADE...

    LEITURA... LEITURA... LEITURA...

  • A questão trata de CLASSIFICAÇÃO DA RECEITA, conforme Manual Técnico do Orçamento (MTO).

    Segue item 3.2.4 do MTO:

    3.2.4. CLASSIFICAÇÃO POR ESFERA ORÇAMENTÁRIA

    A classificação por esfera orçamentária tem por finalidade identificar se a receita pertence ao Orçamento Fiscal, da Seguridade Social ou de Investimento das Empresas Estatais, conforme distingue o § 5º do art. 165 da CF.

    Além das características comuns à classificação da despesa por esfera orçamentária [vide item 4.2], vale destacar os seguintes pontos:

    - Receitas do Orçamento Fiscal: Referem-se às receitas arrecadadas pelos Poderes da União, seus órgãos, entidades fundos e fundações, inclusive pelas empresas estatais dependentes [vide art. 2º, inciso III, da LRF], excluídas as receitas vinculadas à Seguridade Social e as receitas das Empresas Estatais não dependentes que compõe o Orçamento de Investimento.

    - Receitas do Orçamento da Seguridade Social: abrangem as Contribuições Sociais destinadas por lei à Seguridade Social e as receitas de todos os órgãos, entidades, fundos e fundações vinculados à Seguridade Social, ou seja, às áreas de Saúde, Previdência Social e Assistência Social.

    No caso do Orçamento da Seguridade Social, a complementação dos recursos para financiar a totalidade das despesas de seguridade provém de transferências do Orçamento Fiscal.

    - Receitas do Orçamento de Investimento das Empresas Estatais: referem-se aos recursos das empresas estatais não dependentes [não enquadradas no art. 2º, inciso III, da LRF] em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.".

    Portanto, os recursos para os investimentos das empresas estatais não dependentes constam na LOA, dentro do Orçamento de Investimento das Empresas Estatais. A Classificação por Esfera tem a finalidade de identificar a qual orçamento, dentro da LOA, pertence a receita.

     Resposta: CERTO.

  • Comentário da colega Regina:

    Gab CERTO

    Esfera orçamentária = Fiscal, seguridade e de investimento.

    Orçamento de investimento = Orçamento das empresas estatais não dependentes.

  • Correta

    Classificação por ESFERA = Em qual orçamento? O Fiscal, Investimento e Seguridade Social.

    Fiscal = Estatais Dependentes.

    Investimento = Estatais Independentes.

    Seguridade Social = Estatais Dependentes.

  • Se é uma empresa estatal independente, logo ela é uma empresa controlada.

    As empresas dependentes recebem recursos para: Pessoal, custeio geral, de capital. (Orçamento fiscal ou orçamento de seguridade social)

    As empresas independentes recebem recursos para: Participação acionária.(Orçamento de investimento)

  • CERTO

  • Gab: CERTO

    Veja o peguinha, dizer que a empresa estatal é Não-Dependente é o mesmo de dizer que ela é INdependente. Sendo assim, ela deverá sim vir na LOA por meio da classificação por esfera orçamentária, pois é esta que identifica se a receita/ despesa pertence ao orçamento Fiscal, da Seguridade social ou de INvestimento. Portanto, gabarito perfeito!

    Erros, mandem mensagem :)

  • A classificação por esfera orçamentária tem por finalidade identificar se a receita pertence ao Orçamento Fiscal, da

    Seguridade Social ou de Investimento das Empresas Estatais, conforme distingue o § 5º do art. 165 da CF.

    - Receitas do Orçamento Fiscal: Referem-se às receitas arrecadadas pelos Poderes da União, seus órgãos, entidades fundos e fundações, inclusive pelas empresas estatais dependentes, excluídas as receitas vinculadas à Seguridade Social e as receitas das Empresas Estatais não dependentes que compõe o Orçamento de Investimento.

    - Receitas do Orçamento da Seguridade Social: abrangem as Contribuições Sociais destinadas por lei à Seguridade Social e as receitas de todos os órgãos, entidades, fundos e fundações vinculados à Seguridade Social, ou seja, às áreas de Saúde, Previdência Social e Assistência Social. No caso do Orçamento da Seguridade Social, a complementação dos recursos para financiar a totalidade das despesas de seguridade provém de transferências do Orçamento Fiscal.

    - Receitas do Orçamento de Investimento das Empresas Estatais: referem-se aos recursos das empresas estatais não

    dependentes em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.

    MTO 2021.

  • Estrutura da programação orçamentária

    Qualitativa

    por esfera

    em qual orçamento a despesa está? fiscal (estatais dependentes), seguridade social (estatais dependentes) ou investimento (regra: E. dependente, exceção: não dependente)

    ➯1 nível; 2 dígitos

    Institucional

    ➯Identifica o responsável pelo gasto

    ➯2 níveis (orgão); 5 dígitos( unidade orçamentária)

    Funcional

    ➯ 2 níveis (função); 5 dígitos (SubFunção)

    ➯Em que área de despesa a ação será realizada

    Estrutura programática

    ➯ definida no PPA de cada ente

    ➯ o que se pretende alcançar com a implementação da política pública

  • Fiscal 10 Seguridade 20 Investimento 30 Dígitos que correspondem à classificação por Esfera.

  • Orçamento de INvestimentos = estatais INdependentes.


ID
2679775
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Acerca das técnicas empregadas na elaboração e execução do orçamento público, julgue o item que se segue.


Os programas temáticos são constituídos por determinados grupos de dotações orçamentárias que expressam e orientam as ações governamentais para a entrega de bens e serviços à sociedade.

Alternativas
Comentários
  • MTO 2018

     

    Programa Temático: aquele que expressa e orienta a ação governamental para a entrega de bens e serviços à sociedade.


    Programa de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado: aquele que expressa e orienta as ações destinadas ao apoio, à gestão e à manutenção da atuação governamental.

  • a partir do programa são identificadas as ações:

     

    atividade: vigilância sanitária ( manutenção)

     

    projeto: construir rodovia( expansão ou aperfeiçoamento)

     

    operações especiais: cumprimento de sentença judicial.

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: CERTA

    E tome MTO 2019, gente!!!! IEEYYYY! É farofa que a CESPE quer?! kkkk A Lei do PPA 2016-2019 foi elaborada como um instrumento mais estratégico, no qual seja possível ver com clareza as principais diretrizes de governo e a relação destas com os Objetivos a serem alcançados nos Programas Temáticos. Com base nessas diretrizes, o PPA 2016-2019 contempla os Programas Temáticos e os de Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado:

    Programa Temático: aquele que expressa e orienta a ação governamental para a entrega de bens e serviços à sociedade; Programa de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado: aquele que expressa e orienta as ações destinadas ao apoio, à gestão e à manutenção da atuação governamental.

  • Programa temático: organizado por recortes selecionados de políticas públicas, expressa e orienta a ação governamental para a entrega de bens e serviços à sociedade;

    Ex: educação de qualidade  para todos; fortalecimento do Sistema Único de Saúde, inclusão social por meio do Bolsa Família, Moradia Digna, etc.

    Fonte: Apostila Anderson Ferreira - IMP

  • GA. C

    MTO/2019

    A Lei do PPA 2016-2019 foi elaborada como um instrumento mais estratégico, no qual seja possível ver com clareza as principais diretrizes de governo e a relação destas com os Objetivos a serem alcançados nos Programas Temáticos. Com base nessas diretrizes, o PPA 2016-2019 contempla os Programas Temáticos e os de Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado:

    ● Programa Temático: aquele que expressa e orienta a ação governamental para a entrega de bens e serviços à sociedade;

  • "O PPA 2012-2015 inaugurou um novo modelo de estrutura e conceitos para o Plano Plurianual [...] permitiu elevar o Plano a um nível mais estratégico, com a criação dos Programas Temáticos que retratam a agenda de governo organizada pelos temas de políticas públicas. Além disso, possibilitou a qualificação da comunicação com a sociedade. [...] O PPA 2016-2019 mantém a estrutura do PPA 2012-2015 e incorpora correções relativas a questões identificadas durante a gestão do Plano vigente. Como, por exemplo, a aproximação entre a Orientação Estratégica e os Programas Temáticos."

    Programas Temáticos x Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado

    "Programa Temático: aquele que expressa e orienta a ação governamental para a entrega de bens e serviços à sociedade;

    Programa de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado: aquele que expressa e orienta as ações destinadas ao apoio, à gestão e à manutenção da atuação governamental."

    FONTES:

    Orientações para elaboração do Plano Plurianual 2016-2019 - MPOG, 2015.

    MTO 2018 https://www1.siop.planejamento.gov.br/siopdoc/lib/exe/fetch.php/mto:pdf:mto_atual.pdf


  • Programa Temático: organizado por recortes selecionados de políticas públicas, expressa e orienta a ação governamental para a entrega de bens e serviços à sociedade;

  • GABARITO: CERTO

     

    O PROGRAMA TEMÁTICO se desdobra em objetivos e iniciativas.

    • O Objetivo expressa o que deve ser feito, refletindo as situações a serem alteradas pela implementação de um conjunto de Iniciativas, com desdobramento no território.

    • A Iniciativa declara as entregas à sociedade de bens e serviços, resultantes da coordenação de ações orçamentárias e outras decorrentes de ações institucionais e normativas, bem como da pactuação entre entes federados, entre Estado e sociedade e da integração de políticas públicas.

  • Art. 5º O PPA 2016-2019 reflete as políticas públicas e organiza a atuação governamental por meio de Programas Temáticos e de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado, assim definidos:

    I - Programa Temático: que expressa e orienta a ação governamental para a entrega de bens e serviços à sociedade; e

    II - Programa de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado: que expressa e orienta as ações destinadas ao apoio, à gestão e à manutenção da atuação governamental.

    Parágrafo único. Não integram o PPA 2016-2019 os programas destinados exclusivamente a operações especiais.

     

    GAB CERTO

  • GAB:C

     

     

    Segundo o MTO  2018:


    O PPA 2016-2019 contempla os Programas Temáticos e os de Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado :

    - Programa Temático: aquele que expressa e orienta a ação governamental para a entrega de bens e serviços à sociedade;


    - Programa de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado: aquele que expressa e orienta as ações destinadas ao apoio, à gestão e à manutenção da atuação governamental.

  • Acerca das técnicas empregadas na elaboração e execução do orçamento público, julgue o item que se segue.

     

    Os programas temáticos são constituídos por determinados grupos de dotações orçamentárias que expressam e orientam as ações governamentais para a entrega de bens e serviços à sociedade.

     

    AFIRMATIVA CERTA.

     

    O MTO 2019 dispõe que: "Programa Temático: [é] aquele que expressa e orienta a ação governamental para a entrega de bens e serviços à sociedade".

     

    Ademais, sabe-se das lições básicas que os programas temáticas são constituidos por determinados grupos de dotações orçamentárias.

     

     

    Portanto, os programas temáticos são constituídos por determinados grupos de dotações orçamentárias que expressam e orientam as ações governamentais para a entrega de bens e serviços à sociedade.

     

     

  • Gab: CERTO

     

    Programa Temático é aquele que expressa e orienta as ações do governo para a entrega de bens e serviços à sociedade.

    Ex: energia elétrica, programa educação de qualidade para todos. (observem que a sociedade recebe diretamente os serviços, usufruem).

     

    Programa de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado: expressa e orienta as ações destinadas ao apoio, à gestão e à manutenção da atuação governamental. Ou seja, são programas que o Estado usufrui.

    Ex: Manutenção e aprimoramento do STJ, programa de gestão e manutenção do Ministério da Saúde.

     

    Outra questão que ajuda!

    Ano:2014- SUFRAMA (Analista técnico administrativo).

    Uma ação orçamentária que tenha por objetivo a entrega de bens e serviços à sociedade deverá ser incluída em um programa de gestão, manutenção e serviços ao Estado. Gab: ERRADO

     

    *DICA: sugiro que leiam os grifos diretamente, facilita a compreensão, pois são palavras-chave para diferenciá-los. 

    ;)

  • CORRETA!!

     

    O programa temático retrata no PPA a agenda de governo. O Programa temático se desdobra em Objetivos e Iniciativas:

     

    >>Objetivos: Expressa o que deve ser feito;

     

    >>Iniciativa: Declara as entregas ( resultado) à sociedade de bens e serviços.

     

    Então cuidado se a questão for aprofundar mais; pois é a INICIATIVA que declara resultado de bens e serviços.

     

    Exemplo "grosso modo" toscão para se lembrar: FOME ZERO

    Objetivo: "Dar dinheiro para o povo não passar fome" (o que deve ser feito)

    Iniciativa: "Pessoal com barriguinha cheia" (Resultado)

  • MTO pagina 36 em diante...

    em relação a estrutura programática da despesa, toda a ação do governo está estruturado em programas orientados para a realização de objetivos estratégicos definidos para o período do PPA. O PPA 2016 - 2019 contempla os programas tematicos e os de gestão, manutenção e Serviços ao Estado:

    Programa Temático: aquele que expressa e orienta a ação governamental para a entrega de bens e serviços a sociedade;

    Programa de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado: aquele que expressa e orienta as ações destinadas ao apoio, à gestão e à manutenção da atuação governamental.

  • CERTO

    Copia e cola do Manual Técnico de Orçamento (MTO) 2018:

    - Programa Temático: aquele que expressa e orienta a ação governamental para a entrega de bens e serviços à sociedade; 

  • Programa Temático: aquele que expressa e orienta a ação governamental para a entrega de bens serviços à sociedade.

  • atenção p/ o PPA 2020 - 2023: No lugar do programa Temático, entrou o programa Finalístico.

  • No MTO 2020 não consta mais o programa temático e Programa de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado.

  • ATENÇÃO: Agora passa a ser o FINALISTICO.

  • Os programas finalísticos, com seus objetivos, metas e indicadores de resultados, assim como os de gestão, que representam, em termos orçamentários, as atividades administrativas das estatais federais e dos poderes de Estado (Judiciário, Legislativo, Executivo, Ministério Público e Defensoria Pública), compõem a dimensão tática.

    Esta advém do desdobramento das diretrizes e temas contidos na dimensão estratégica, os quais, por sua vez, estão conectados aos 5 (cinco) eixos de longo prazo e à estratégia de defesa. A estrutura programática finalística e de gestão é desdobrada na dimensão operacional, que contém as ações orçamentárias e não-orçamentárias, que se interliga aos planejamentos estratégicos de cada um dos ministérios. O encadeamento entre as três dimensões – estratégica, tática e operacional - do PPA tende a se efetivar ao longo do processo de execução, de monitoramento e de avaliação.

    PPA 2020

  • CERTO

  • Programas são os elos de união entre o planejamento e o orçamento. De acordo com o MCASP 8ª edição: programa é o instrumento de organização da atuação governamental que articula um conjunto de ações que concorrem para a concretização de um objetivo comum preestabelecido, visando à solução de um problema ou ao atendimento de determinada necessidade. E tem mais: eles são mensurados por indicadores estabelecidos no Plano Plurianual (PPA).

    Já de acordo com a Lei 13.971/19, que institui o PPA da União para o período de 2020 a 2023, programa é o conjunto de políticas públicas financiadas por ações orçamentárias e não orçamentárias. De acordo com a referida lei, os programas podem ser:

    • Finalísticos; ou 

    • De gestão.

    “Certo, e cadê os programas temáticos aí, professor?"

    Boa pergunta. Observe o ano de aplicação da prova: 2018. Neste ano, vigorava o PPA 2016-2019, instituído pela Lei 13.249/16. E, de acordo com esse PPA: 

    Art. 5º O PPA 2016-2019 reflete as políticas públicas e orienta a atuação governamental por meio de Programas Temáticos e de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado, assim definidos:

    I - Programa Temático: organizado por recortes selecionados de políticas públicas, expressa e orienta a ação governamental para a entrega de bens e serviços à sociedade; e

    II - Programa de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado: expressa e orienta as ações destinadas ao apoio, à gestão e à manutenção da atuação governamental.


    Portanto, à época da aplicação da questão, os programas temáticos existiam e eles eram constituídos por determinados grupos de dotações orçamentárias que expressam e orientam as ações governamentais para a entrega de bens e serviços à sociedade.

    Observação: não acredito que a questão esteja desatualizada, pois trata-se de legislação vigente à época. Temos um novo PPA a cada 4 anos. E nada impede que a banca exija conhecimentos de um PPA anterior. Embora muito improvável, é possível que apareça uma questão dizendo: “De acordo com o PPA 2016-2019, programas temáticos consistiam em (...). Já no PPA 2020-2023, (...)". 
    Além disso, é importante saber que os programas temáticos e de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado deram lugar aos programas finalísticos e de gestão. Isso, inclusive, é abordado no meu curso.

    Gabarito do professor: CERTO.
  • Lembrando que pela mudança do PPA 2020 a 2023, o Programa Temático passou a se chamar Programa Finalístico.


ID
2679778
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Acerca das técnicas empregadas na elaboração e execução do orçamento público, julgue o item que se segue.


Para que determinado crédito especial seja aprovado, são suficientes a autorização legislativa e a indicação da fonte de recursos.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO

    Para os créditos especiais serem aprovados é preciso:

    • INDICAÇÃO DE RECURSOS;
    • EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS QUE JUSTIIQUE SUA ABERTURA;
    • AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA.

    * Autorizados por uma lei especial, que não seja a LOA, e abertos por decreto do poder executivo.

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: ERRADA

    Que questão maldosa! Faltou um pequeno detalhe: a exposição de justificativa! Assim espero que o examinador tenha pensado, pois a própria Lei 4320/64 abaixo transcreve:

    Art. 42. Os créditos suplementares e especiais serão autorizados por lei e abertos por decreto executivo.

    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa. Complementando com a CF:

    Art. 167. São vedados:

    V - a abertura de crédito suplementar ou especial sem prévia autorização legislativa e sem indicação dos recursos correspondentes;

    Ou seja, além da autorização legislativa e da fonte de recursos, temos que ter uma exposição justificativa. Qualquer que seja a despesa objeto do crédito especial, de acordo com o art. 46, II, da Lei nº 4.320/1964, necessita de justificativa e de fonte de recursos correspondentes, visto que, se não há recursos disponíveis, não há que se falar em abertura de crédito adicional especial, pois geralmente esses créditos também não possuem caráter de urgência. Quanto à classificação orçamentária da despesa (art. 46 da Lei nº 4.320/1964) contida no crédito especial, irá variar segundo a finalidade a que se destine. Logo, não são suficientes, mas sim, necessários, uma vez que não elencou a supracitada exposição da justificativa.

  • Créditos Especiais:

    Finalidade: despesa não prevista na LOA

    É uma despesa não prevista: Alteração Quanlitativa

    Autorização legislativa é necessário  –  lei especifica

    Abertura por decreto

    Indicar de recursos é necessário para o equilíbrio  

    Vigência: exercício em que for aberto - Exceção: pode ser aberto no exercício subsequente, tem que está previsto na CF e tiver saldo.

     

     

     

     

  • ERRADA

     

    CRÉDITOS ESPECIAIS:

    - DESTINADOS A DESPESAS PARA AS QUAIS NÃO HAJA DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA ESPECÍFICA.

    - AUTORIZADOS POR LEI.

    - ABERTOS POR DECRETO DO PODER EXECUTIVO

    - EXCEÇÃO AO PRINCÍPIO DA ANUALIDADE

    - INDICAÇÃO OBRIGATÓRIA DAS FONTES DE RECURSOS

    - DEVE HAVER EXPOSIÇÃO DOS MOTIVOS DA ABERTURA.

    - PODE TER SUA VIGÊNCIA PRORROGADA PARA O EXERCÍCIO FINANCEIRO SUBSEQUENTE. 

     

    OBS> A REGRA É QUE SUA VIGÊNCIA SEJA LIMITADA AO EXERCÍCIO FINANCEIRO.

  • Faltou a exposição de motivos.

     

  • errada

    LEI No 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964.

    Art. 42. Os créditos suplementares e especiais serão autorizados por lei e abertos por decreto executivo.

    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa.         (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

  • ACREDITO QUE O ERRO DA QUESTÃO ESTÁ EM NÃO MENCIONAR A ABERTURA POR DECRETO, SÓ MENCIONA AUTORIZAÇÃO E A FONTE, nNO ENTANTO, QUESTÕES DO CESPE GERALMENTE SÃO CONSIDERADAS CERTAS QUANDO INCOMPLETAS, VAI ENTENDER.

  • Para que determinado crédito especial seja aprovado, são suficientes a autorização legislativa e a indicação da fonte de recursos.

     

    Esquematizando:

     

    1º - Serão AUTORIZADOS por LEI

                             E

    2º - ABERTOS por DECRETO EXECUTIVO.

     

    3º - A ABERTURA DEPENDE da EXISTÊNCIA de recursos DISPONÍVEIS para ocorrer a despesa e será PRECEDIDA de EXPOSIÇÃO JUSTIFICATIVA.

     

    Obs.: O mesmo ocorre com os créditos suplementares!

    Fonte: arts 42 e 43 da Lei 4.320/64

  • Necessita de existência de recursos, exposição que a justifique e autorização.

  • Para que determinado crédito especial seja aprovado, são suficientes a autorização legislativa,  EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS QUE JUSTIIQUE SUA ABERTURA e a indicação da fonte de recursos.

  • Acerca das técnicas empregadas na elaboração e execução do orçamento público, julgue o item que se segue.

     

    Para que determinado crédito especial seja aprovado, são suficientes a autorização legislativa e a indicação da fonte de recursos.

     

    AFIRMATIVA FALSA, ERRADA, INCORRETA.

     

    Para que determinado crédito especial seja aprovado é necessário AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA + INDICAÇÃO DA FONTE DE RECURSOS + ESPOSIÇÃO QUE O JUSTIFIQUE.

     

    Vou apontar a porra dos requisitos na 4.320/64.

     

    Lei 4.320/64. Art. 42. Os créditos suplementares e especiais serão autorizados por lei e abertos por decreto executivo. Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa.  

     

    Portanto, os requisitos para a abertura de créditos suplementares ou especiais são: autorização legislativa, existência de recursos (ou indicação da fonte de recursos) e exposição de motivos.

     

     

    @juniortelesoficial      no         insta

  • ERRADO

     

    A condição necessária e suficiente para a abertura de créditos suplementares e especiais:

    *  EXISTÊNCIA DE RECURSOS DISPONÍVEIS PARA FAZEREM FACE À DESPESA

    *  PREVIA AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA

    *  EXPOSIÇÃO JUSTIFICATIVA (ART. 167, V CF/88)

     

    COMENT: QC (Thiago Ximenes) - Q369369

  • Errada!

    Faltou a exposição dos motivos.

  • Faltou a abertura por decreto.

  • Questão errada!

    A reengenharia é um sistema administrativo utilizado pelas organizações para se manterem competitivas no mercado e alcançarem as suas metas, reformulando o seu modo de fazer negócios, redesenhando suas atividades e processos.

    Esta abordagem implica colocar em "xeque" toda a forma de trabalhar da empresa, começar de novo, com a redefinição total dos processos num corte claro com o passado, por isso nada pode ser considerado sagrado ou inviolável.

  • "Para que determinado crédito especial seja aprovado, são suficientes a autorização legislativa e a indicação da fonte de recursos."

    Errado!

    Támbém depende da existência de recursos disponiveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa.

    (Lei 4.320/64 Art. 43.)

  • 4320/1964

    Art. 42. Os créditos suplementares e especiais serão autorizados por lei e abertos por decreto executivo. 

    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa.

  • A abertura de créditos suplementares e especiais depende da ERA

     

    Exposição justificativa

     

    Recursos disponíveis

     

    Autorização legislativa

  • EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS + INDICAÇÃO DA FONTE DE RECURSOS + AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA + DECRETO DO EXECUTIVO

  • É AQUELE NÃO PREVISTO, QUE SURGIU DE REPENTE E NÃO HÁ DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA ESPECÍFICA.

    - PRECISA DE RECURSOS DISPONÍVEIS + EXPOSIÇÃO JUSTIFICATIVA.;

    - DEPENDE DE AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA.

  • Somente uma observação: abertura dos Créditos Extraordinários não necessita de indicação da fonte de recursos e nem de autorização legislativa

  • Cristiane Martins


    A autorização eh posteriori e a indicação da fonte também

    ou seja, precisa sim, porem pode ser depois da abertura do credito

  • Cristiane Martins


    A autorização eh posteriori e a indicação da fonte também

    ou seja, precisa sim, porem pode ser depois da abertura do credito

  • Jane Martins o quê que isso tem a ver? 

  • Autorizado por lei e aberto por decreto executivo. A questão se torna incorreta quando diz que apenas essas duas coisas são o suficiente. Faltou o "aberto por decreto executivo"
  • Requisitos para abertura de créditos ESPECIAIS



    autorização legislativa e abertura por DECRETO do Poder Executivo

    justificativa

    indicação da fonte de recursos

  • Art. 42. Os créditos suplementares e especiais serão autorizados por lei e abertos por decreto executivo.

    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para

    ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa.


    LEI No 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964.

  • Questão incompleta no cespe não é correta???agora bugou

  • Fiscal2020. O erro da questão esta em: SÃO SUFICIENTES.

  • errado,

    somente poderá ser aberto crédito especial com a devida justificativa, identificação da fonte de recursos e a autorização em lei especial.

  • ERRADO

    O QUE É NECESSÁRIO PARA A ABERTURA DE CRÉDITOS ESPECIAIS?

    Justificativa + autorização prévia por lei específica + indicação da fonte de recursos + decreto de abertura.

    Obs: Segundo o profº Sérgio Mendes, na União são considerados autorizados e abertos com a sanção e publicação da respectiva lei.

    (ou seja, não precisa de decreto)

    Fonte: anotações - aulas do profº José Wesley.

  • Art. 42. Os créditos suplementares e especiais serão autorizados por lei e abertos por decreto executivo.

    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa.  

  • Art. 42. Os créditos suplementares e especiais serão autorizados por lei e abertos por decreto executivo.

    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa.  

  • Será que é só disso mesmo que precisamos para abrir um crédito especial? Autorização legislativa e indicação da fonte de recursos é suficiente?

    Vamos ver o que diz a nossa querida Lei 4.320/64:

    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa.

    Percebeu? A questão “esqueceu” de mencionar que a abertura dos créditos especiais (e suplementares) será precedida de exposição justificativa, ou seja, é necessário justificar a abertura desses créditos. Repare que os créditos extraordinários prescindem de justificativa, afinal estamos diante de despesas imprevisíveis e urgentes!

    Portanto, ao contrário do que afirma a questão, a autorização legislativa e a indicação da fonte de recursos não são suficientes.

    Gabarito: Errado

  • Precisa de:

    •Autorização legislativa (lei específica)

    •Indicação de fonte de $

    •Justificativa

    Gab: Errado

  • Os créditos especiais são autorizados por lei e sua abertura depende da existência de recursos disponíveis. Entretanto, é também necessária exposição de motivos que justifique a abertura.

    Resposta: Errada

    Professor Sérgio Mendes - Estratégia

  • Para que seja aprovado!!! nada fala de abertura

    questão pnc

  • Crédito Especial: Indicação de recursos - exposição de motivos que justifique sua abertura e autorização legislativa.

  • ERRADA

    LEI 4.320/64

    Art. 41. Os créditos adicionais classificam-se em:

    II - especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;

    Art. 42. Os créditos suplementares e especiais serão autorizados por lei e abertos por decreto executivo.

    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa.   

    Art. 45. Os créditos adicionais terão vigência adstrita ao exercício financeiro em que forem abertos, salvo expressa disposição legal em contrário, quanto aos especiais e extraordinários.

    MTO 2020 (páginas 108 e 109)

    8.4.2.1.2 Créditos especiais

    São destinados à viabilização e atendimento de programas e despesas orçamentárias para as quais não haja dotação

    orçamentária específica na Lei Orçamentária Anual.

    Devem ter aprovação legislativa prévia por meio de lei específica. A abertura do crédito se dará, no caso da União, com a

    publicação da lei aprovada e sancionada.

    Como é necessária a existência de recursos disponíveis para que ocorra a despesa, a indicação de fontes de recursos, nos termos da Lei 4.320/64, é obrigatória, devendo constar das proposições e atos de abertura, sendo precedida de exposição justificada.

    A vigência dos créditos se esgota com o exercício financeiro em que foram abertos. Contudo, é permitida a reabertura dos saldos para o exercício seguinte, desde que autorizados em um dos últimos quatro meses do exercício financeiro, caso em que serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente.

    RESUMO CRÉDITOS ESPECIAIS

    1-destinados caso não haja dotação orçamentária específica;

    2-autorizados por lei;

    3-abertos por decreto executivo;

    4-depende da existência de recursos disponíveis;

    5-precedida de exposição justificativa;

    6-vigência se esgota com o exercício financeiro em que foram abertos;

    7-caso abertos nos últimos 4 meses do exercício financeiro, é permitida a reabertura dos saldos no exercício seguinte.

  • Questão sobre os créditos adicionais, importantes mecanismos retificadores do orçamento que proporcionam certa flexibilidade, ajustando o orçamento aprovado à realidade enfrentada na execução do orçamento.

    Conforme Paludo¹, o processo orçamentário se inicia logo no começo de cada ano, para dar tempo da SOF/Ministério da Economia consolidar todas as propostas e por fim, o Presidente da República enviar o Projeto de Lei até 31 de agosto. Aprovado pelo Congresso Nacional, sua vigência terá início a partir do exercício financeiro subsequente. Veja que um período longo de tempo corre entre a elaboração e o início da execução do orçamento, sendo necessário adequá-lo de acordo com a realidade.

    Para conciliar essa situação a Lei 4320/64 permite os créditos adicionais, que são autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente dotadas na Lei de Orçamento. De acordo com o art. 41 da respectiva lei, os créditos adicionais dividem-se em três:

    (1) suplementares, destinados a reforço de dotação orçamentária – “suplementam" a dotação existente.
    (2) especiais, destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica.
    (3) extraordinários, destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.

    Além da autorização da autorização legislativa, que pode ser concedida na própria LOA (no caso dos créditos suplementares) ou em lei específica, a aprovação dos créditos (1) e (2) dependem de dois outros requisitos, que são elencados no art. 43 da Lei 4320/64:
    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa

    Atenção! Repare que a exposição justificativa da abertura é essencial, segundo a lei. Exemplos de justificativas: Reforço de dotação em face da alta de preços de insumos, reforço para Obras tendo em vista aditamento do contrato por interesse da Administração, etc.

    Dica! Repare que créditos (3) extraordinários não seguem esse regime específico, exatamente por tratarem de situações urgentes e inadiáveis. A própria Constituição Federal, art. 167, V, estabelece que: são vedados: a abertura de crédito suplementar ou especial sem prévia autorização legislativa e sem indicação dos recursos correspondentes.

    Feita a revisão, já podemos identificar o ERRO da afirmativa:
    Para que determinado crédito especial seja aprovado, são suficientes a autorização legislativa e a indicação da fonte de recursos.

    Autorização legislativa e indicação de fontes são requisitos necessários, porém não suficientes. É necessário também a exposição de motivos que justifique a abertura.

    Gabarito do Professor: Errado.

    ¹ Paludo, Augustinho Vicente Orçamento público, administração financeira e orçamentária e LRF I Augustinho Vicente Paludo. - 7. ed. rev. e atual.- Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: MÉTODO: 2017.

  • "São suficientes" matou a questão.

  • São necessários:

    *autorização legislativa;

    *existência de recursos disponíveis; e

    *exposição de justificativa, o motivo que justifique a abertura.

  • ERRADO

    Além da autorização da autorização legislativa, que pode ser concedida na própria LOA (no caso dos créditos suplementares) ou em lei específica, a aprovação dos créditos dependem de dois outros requisitos, que são elencados no art. 43 da Lei 4320/64:

    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa

    Atenção! Repare que a exposição justificativa da abertura é essencial, segundo a lei. Exemplos de justificativas: Reforço de dotação em face da alta de preços de insumos, reforço para Obras tendo em vista aditamento do contrato por interesse da Administração, etc.

    Dica! Repare que créditos (3) extraordinários não seguem esse regime específico, exatamente por tratarem de situações urgentes e inadiáveis. A própria Constituição Federal, art. 167, V, estabelece que: são vedados: a abertura de crédito suplementar ou especial sem prévia autorização legislativa e sem indicação dos recursos correspondentes.

    Fonte: Prof. QC

  • ERRADO

    Abertura de Créditos SUPLEMENTARES e ESPECIAIS dependem do ERA :

    EXPOSIÇÃO JUSTIFICATIVA

    RECURSOS DISPONÍVEIS

    AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA

  • (p salvar)Abertura de Créditos SUPLEMENTARES ESPECIAIS dependem do ERA :

    EXPOSIÇÃO JUSTIFICATIVA

    RECURSOS DISPONÍVEIS

    AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA


ID
2679781
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Acerca das técnicas empregadas na elaboração e execução do orçamento público, julgue o item que se segue.


Caso determinado órgão público descentralize parcela de seu orçamento a outro órgão por meio de destaque, a classificação funcional e a estrutura programática da despesa não serão alteradas.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: CERTA

    Essa questão já está batida! Somente em 2018, esta já caiu mais de 4 vezes. Quem possui o meu material sabe que repito essa informação em 3 capítulos distintos. As descentralizações de créditos orçamentários ocorrem quando for efetuada movimentação de parte do orçamento, mantidas as classificações institucional, funcional, programática e econômica, para que outras unidades administrativas possam executar a despesa orçamentária. As descentralizações de créditos orçamentários não se confundem com transferências e transposição, pois:

    • Não modificam a programação ou o valor de suas dotações orçamentárias (créditos adicionais); e

    • Não alteram a unidade orçamentária (classificação institucional) detentora do crédito orçamentário aprovado na lei orçamentária ou em créditos adicionais. 

    Na descentralização, as dotações serão empregadas obrigatória e integralmente na consecução do objetivo previsto pelo programa de trabalho pertinente, respeitadas fielmente a classificação funcional e a estrutura programática.

  • GABARITO: CERTO

     

    "Na descentralização, as dotações serão empregadas obrigatória e integralmente na consecução do objetivo previsto pelo programa de trabalho pertinente, respeitadas fielmente a classificação funcional e a estrutura programática. Portanto, a única diferença é que a execução da despesa orçamentária será realizada por outro órgão ou entidade."

     

    Fonte: MCASP 7a edição

  • Minha dúvida surgiu ao ler os comentários dos demais colegas, pois na questão trás a palavra "destaque" para a 'transferência de recursos' ao órgão descentralizado, no entanto, nos comentários e na Lei diz "Dotações", o que seria o certo?
  • Descentralizações de Créditos Orçamentários

     


    As descentralizações de créditos orçamentários ocorrem quando for efetuada movimentação de parte do orçamento, mantidas as classificações institucional, funcional, programática e econômica, para que outras unidades administrativas possam executar a despesa orçamentária.

     

    Não se confundem com transferências e transposição

     

    2DP 

     

    --> Dotação: Unidade central de programação orçamentária para Orgãos Setoriais

     

    --> Provisão: Envolver unidades gestoras de um mesmo órgão ( descentralização "I"nterna )

     

    --> Destaque: Ocorrer entre unidades gestoras de "órgãos ou entidades" de estrutura diferente ( descentralização "E"xterna )

     

  • As descentralizações de créditos orçamentários ocorrem quando for efetuada movimentação de parte do orçamento, mantidas as classificações institucional, funcional, programática e econômica, para que outras unidades administrativas possam executar a despesa orçamentária.

     

    Quando a descentralização ocorrer da unidade central de programação orçamentária para órgãos setoriais contemplados diretamente no orçamento, tem-se a figura da dotação.

     

    Quando envolver unidades gestoras de um mesmo órgão tem-se a descentralização interna, também chamada de provisão.

     

    Se, porventura, ocorrer entre unidades gestoras de órgãos ou entidades de estrutura diferente, ter-se-á uma descentralização externa, também denominada de destaque.


    Na descentralização, as dotações serão empregadas obrigatória e integralmente na consecução do objetivo previsto pelo programa de trabalho pertinente, respeitadas fielmente a classificação funcional e a estrutura programática.

     

    Portanto, a única diferença é que a execução da despesa orçamentária será realizada por outro órgão ou entidade.

     

    fonte: mcasp

  • Acabei de criar um BIZU, conteúdo confuso demais:

     

    Descentração ORÇAMENTÁRIA

    Crédito (Dotação) : dEXTaque (EXTerno) = Estruturas Organizacionais diferentes.

    Crédito (Dotação) : provINsão (INterno) = mesma estrutura organizacional.

     

    Descentralização FINANCEIRA ($$$$$$)

    Recurso (Cota): rEXpasse (EXterno)

    Recurso (Cota): SubIN repasse (INterno)

  • Associando com futebol facilita a memorização galera.

     

    Quando um jogador é SUB (repasse) ou PRO (visão) - ele joga no mercado INTERNO

    Quando um jogador é DESTAQUE o REPASSE é sempre pro mercado EXTERNO

     

    Bons Estudos!

  • Segundo o MCASP: As descentralizações de créditos orçamentários ocorrem quando for efetuada movimentação de parte do orçamento, mantidas as classificações institucional, funcional, programática e econômica, para que outras unidades administrativas possam executar a despesa orçamentária. As descentralizações de créditos orçamentários não se confundem com transferências e transposição, pois: − não modificam o valor da programação ou de suas dotações orçamentárias (créditos adicionais); − não alteram a unidade orçamentária (classificação institucional) detentora do crédito orçamentário aprovado na lei orçamentária ou em créditos adicionais (transferência/transposição); − na descentralização, as dotações serão empregadas obrigatória e integralmente na consecução do objetivo previsto pelo programa de trabalho pertinente, respeitada fielmente a classificação funcional e a estrutura programática. Portanto, a única diferença é que a execução da despesa orçamentária será realizada por outro órgão ou entidade.

  • Quando a Descentralização for orçamentária (Crédito) por DDP (Dotação, Destaque [externo], Provisão [interno]) a classificação FIEP não modifica:

     

    Funcional

    Institucional

    Econômica

    Programática

     

    As descentralizações de créditos orçamentários por DDP ocorrem quando for efetuada movimentação de parte do orçamento, mantidas as classificações funcional, institucional, econômica e programática, para que outras unidades administrativas possam executar a despesa orçamentária;

     

    Bons estudos

  • Acerca das técnicas empregadas na elaboração e execução do orçamento público, julgue o item que se segue.

     

    Caso determinado órgão público descentralize parcela de seu orçamento a outro órgão por meio de destaque, a classificação funcional e a estrutura programática da despesa não serão alteradas.

     

    AFIRMATIVA CERTA.

     

    O Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público assim dispõe:

     

    "Descentralizações de Créditos Orçamentários

     

    As descentralizações de créditos orçamentários ocorrem quanto efetuada movimentação de parte do orçamento, mantidas as classificações institucional, funcional, programática e econômica, para que outras unidades administrativas possam executar a despesa orçamentária.

     

    As descentralizações de créditos orçamentários não se confudem com transferências e transposição, pois:

     

    a. Não modificam a programação ou o valor de suas dotações orçamentárias ( créditos adicionais); e

    b. Não alteram a unidade orçamentária (classificação institucional) detentora do crédito orçamentário aprovado na lei orçamentária ou em créditos adicionais.

     

    Quando a descentralização ocorrer da unidade central de programação orçamentária para órgãos setoriais contemplados diretamente no orçamento, tem-se a figura da dotação. Quando envolver unidades gestoras de um mesmo órgão tem-se a descentralização interna, também chamada de provisão. Se, porventura, ocorrer entre unidades gestoras de órgãos ou entidades de estrutura diferente, ter-se-á uma descentralização externa, também chamada de destaque.

     

    Na descentralização, as dotações serão empregadas obrigatória e integralmente na consecução do objetivo previsto pelo programa de trabalho pertinente, respeitadas fielmente a classificação funcional e a estrutura programática. Portanto, a única diferença é que a execução da despesa orçamentária será realizada por outro órgão ou entidade.".

     

     

    Portanto, caso determinado órgão público descentralize parcela de seu orçamento a outro órgão, seja por meio de destaque, dotação ou provisão, a classificação funcional e a estrutura programática da despesa não serão alteradas.

  • Quero agradecer ao Junior Oficial, otima explicaçao e exclarecedora, valeu mesmo ! Bons estudos

  • DESCENTRALIZAÇÃO ORÇAMENTÁRIA:

    Dotação:

    Órgão setorial --> Órgão setorial: destaque

    Órgão setorial --> Unidade Gestora: provisão

  • Caso determinado órgão público descentralize parcela de seu orçamento a outro órgão por meio de destaque, a classificação funcional e a estrutura programática da despesa não serão alteradas. Correta!

    As descentralizações de crédito ocorrem quando for efetuada movimentação de parte do orçamento, MANTIDAS as classificações intitucional, funcional, programatica e econômica, para que outras unidades administrativas possam executar a despesa orçamentária.

  • Descentralização:

    Crédito Orçamentário

    Dotação, Destaque (outro órgão), Provisão (mesmo órgão)  (Mn: Orçamento com 2 Dedos de PROsa)

                                   

    Recurso Financeiro

    Cota, Repasse (outro órgão), Sub-repasse (mesmo órgão)   (MnCORSU)

  • DESCENTRALIZOU P/ OUTRO ÓRGÃO DESTACOUUUUUUUUUU......

  • “Na descentralização, as dotações serão empregadas obrigatória e integralmente na consecução do objetivo previsto pelo programa de trabalho pertinente, respeitadas fielmente a classificação funcional e a estrutura programática. Portanto, a única diferença é que a execução da despesa orçamentária será realizada por outro órgão ou entidade” (Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público 2019 – 8ª edição - p. 97).

  • RESOLUÇÃO:

    Exatamente como prevê o MCASP, 8ª ed. (Parte I, item 4.4.1.2, pg. 99). Vejamos: 

    Na descentralização, as dotações serão empregadas obrigatória e integralmente na consecução do objetivo previsto pelo programa de trabalho pertinente, 

    respeitadas fielmente a classificação funcional e a estrutura programática.

    Portanto, a única diferença é que a execução da despesa orçamentária será realizada por outro órgão ou entidade

    Gabarito: 

    CERTO

  • antes de afo estava em administrativo. Quando vi descentralização + orgão já julguei errado kkk

    Loucura Loucura

  • São mantidas as classificações institucional, funcional, programática e econômica.

  • Gab: CERTO

    Destaque é externa (a outro órgão). Provisão é interna (mesmo órgão)!

    Descentralização de créditos orçamentários ocorre quando for efetuada MOVIMENTAÇÃO de parte do orçamento sendo mantidas as classificações INSTITUCIONAL, FUNCIONAL, PROGRAMÁTICA e ECONÔMICA, para que outras unidades administrativas possam executar a despesa.

    OBS: as descentralizações de créditos NÃO SE CONFUNDEM com as transferências e transposições, uma vez que não modificam a programação ou o valor das dotações e não alteram a unidade orçamentária (classificação institucional).

    Prof. Marcel Guimarães-IMP. Minhas anotações.

  • Quando um jogador é SUB (repasse) ou PRO (visão) - ele joga no mercado INTERNO

    Quando um jogador é DESTAQUE o REPASSE é sempre pro mercado EXTERNO

  • Gabarito- certo

    Na descentralização, as dotações serão empregadas obrigatória e integralmente na consecução do objetivo previsto pelo programa de trabalho pertinente, respeitadas fielmente a classificação funcional e a estrutura programática.

    Fonte: MCASP 8° edição, pg 97

  • Na descentralização, as dotações serão empregadas obrigatória e integralmente na consecução do objetivo previsto pelo programa de trabalho pertinente, respeitadas fielmente a classificação funcional e a estrutura programática. Portanto, a única diferença é que a execução da despesa orçamentária será realizada por outro órgão ou entidade.

    MCASP 8º edição.

  • Gab: CERTO

    Descentralização é a Transferência, por uma unidade orçamentária ou administrativa para outra unidade, do poder de UTILIZAR os CRÉDITOS que lhes foram dotados ou àquelas transferidos.

    A descentralização de créditos ocorre quando for efetuada movimentação de parte do orçamento, mantidas as classificações Institucional, Funcional, Programática e Econômica, para que outras unidades administrativas possam executar a despesa orçamentária.

    Meus resumos.

    Erros, mandem mensagem :)

  • por que o som não funciona?

  •     

    Questão que cobra conhecimentos sobre descentralização de créditos orçamentários, que é uma espécie de movimentação de parte do orçamento para outras unidades administrativas, mantendo-se as classificações institucional, funcional, programática e econômica.

     

    descentralização interna, também chamada de provisão, envolve unidades gestoras de um mesmo órgão. Já a descentralização externa, também chamada de destaque, envolve unidades gestoras de órgãos diferentes. Em ambos os casos, a classificação funcional e a estrutura programática da despesa não são alteradas. Veja o que o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP) – 7ª Edição diz a respeito:

    Na descentralização, as dotações serão empregadas obrigatória e integralmente na consecução do objetivo previsto pelo programa de trabalho pertinente, respeitadas fielmente a classificação funcional e a estrutura programática. Portanto, a única diferença é que a execução da despesa orçamentária será realizada por outro órgão ou entidade.

    Em face do exposto, temos que a assertiva está correta, pois, de fato, tanto no destaque, quanto na provisão, a classificação funcional e a estrutura programática da despesa não são alteradas.

     

    Gabarito: CERTO.

    Excelentes estudos !!!


ID
2679784
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Acerca das técnicas empregadas na elaboração e execução do orçamento público, julgue o item que se segue.


Os objetivos do decreto de limitação de empenho e movimentação financeira incluem cumprir com a legislação orçamentária e assegurar o equilíbrio entre receitas e despesas.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: CERTA

    Olha o MTO 2019 sendo cobrado mais uma vez, meu povo! Na minha apostila (pág. 193). A verificação do cumprimento das metas fiscais durante o exercício financeiro depende da programação financeira. Conforme o MTO 2019: No âmbito do Poder Executivo, esse decreto ficou conhecido como Decreto de Contingenciamento, que, normalmente, é detalhado por portaria interministerial (MP e MF), evidenciados os valores autorizados para movimentação e empenho e para pagamentos no decorrer do exercício.

    Em resumo, os objetivos desse mecanismo são:

    a) estabelecer normas específicas de execução orçamentária e financeira para o exercício;

    b) estabelecer um cronograma de compromissos (empenhos) e de liberação (pagamento) dos recursos financeiros para o Governo;

    c) cumprir a legislação orçamentária (LRF, LDO etc.);

    d) assegurar o equilíbrio entre receitas e despesas ao longo do exercício financeiro e proporcionar o cumprimento da meta de resultado primário.

  • Link no MTO 2019 novinho em folha rs

     

    https://www1.siop.planejamento.gov.br/mto/lib/exe/fetch.php/mto.pdf

     

    Bons estudos

  • Página 87 do MTO 19

    Em resumo, os objetivos desse mecanismo são:

    3. cumprir a legislação orçamentária (LRF, LDO etc.); e
    4. assegurar o equilíbrio entre receitas e despesas ao longo do exercício financeiro e proporcionar o cumprimento da meta
    de resultado primário.
     

  • No MTO 2018, pg 92.

    A limitação dos gastos públicos é feita por decreto do Poder Executivo e por ato próprio dos demais Poderes, de acordo com as regras a serem fixadas pela PLDO 2018 (arts. 50 e 51 do PLDO-2018). No âmbito do Poder Executivo, esse decreto ficou conhecido como Decreto de Contingenciamento, que, normalmente, é detalhado por portaria interministerial (MP e MF), evidenciados os valores autorizados para movimentação e empenho e para pagamentos no decorrer do exercício. Em resumo, os objetivos desse mecanismo são:
    a) estabelecer normas específicas de execução orçamentária e financeira para o exercício;
    b) estabelecer um cronograma de compromissos (empenhos) e de liberação (pagamento) dos recursos financeiros para o Governo;
    c) cumprir a legislação orçamentária (LRF, LDO etc.); e
    d) assegurar o equilíbrio entre receitas e despesas ao longo do exercício financeiro e proporcionar o cumprimento da meta de resultado primário. 

  • Decreto de Programação Orçamentária e Financeira
    Logo após a sanção presidencial à Lei Orçamentária aprovada pelo Congresso Nacional, o Poder Executivo, mediante decreto, estabelece em até 30 dias a programação financeira e o cronograma de desembolso mensal por órgãos, observados as metas de resultados fiscais dispostas na LDO (OU SEJA, decreto de contingenciamento)

     

    GAB CERTA.

  • A finalidade básica do decreto de programação orçamentária e financeira e de limitação de empenho e movimentação financeira é garantir que a parcela do plano plurianual prevista para o exercício em curso seja efetivamente realizada. ERRADA. Não é finalidade ou objetivo do referido decreto garantir que a parcela do PPA para o exercício seja efetivamente realizada.

     

    A programação financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso devem ser estabelecidos até 30 dias após a publicação dos orçamentos, nos termos em que dispuser a lei de diretrizes orçamentárias. (art. 8 da LRF) CERTA.

     

    A programação financeira deve ser realizada em conjunto com a elaboração do plano plurianual, quando são realizadas estimativas do fluxo de recursos financeiros para os próximos quatro anos. ERRADA, segundo o art. 8 da LRF, até trinta dias após a publicação dos orçamentos, nos termos em que dispuser a lei de diretrizes orçamentárias, o Poder Executivo estabelecerá a programação financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso. Logo, não é realizada em conjunto com a elaboração do plano plurianual.

  • MTO 2018 - PG 91

    A limitação dos gastos públicos é feita por decreto do Poder Executivo e por ato próprio
    dos demais Poderes, de acordo com as regras a serem fixadas pela PLDO 2018 (arts. 50 e 51 do
    PLDO-2018). No âmbito do Poder Executivo, esse decreto ficou conhecido como Decreto de
    Contingenciamento, que, normalmente, é detalhado por portaria interministerial (MP e MF),
    evidenciados os valores autorizados para movimentação e empenho e para pagamentos no
    decorrer do exercício. Em resumo, os objetivos desse mecanismo são:
     

    d) assegurar o equilíbrio entre receitas e despesas ao longo do exercício financeiro e 
    proporcionar o cumprimento da meta de resultado primário.
     

     

    FORÇA GUERREIROS!!

  • exigir-se do candidato conhecimento técnico do MTO 2019 e Manual Técnico para Elaboração do PPA SEM previsão em edital é realmente acima do esperado em qualquer prova. Absurdo! 

  • GAB:C

    Na vdd., colega;

     

    O art. 9o da LRF estabelece que:
    Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subsequentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela Lei de Diretrizes Orçamentárias.
     

    O que é claro, é feito buscando o EQUILIBRIO ORÇAMENTÁRIO! 

  • Acerca das técnicas empregadas na elaboração e execução do orçamento público, julgue o item que se segue.

     

    Os objetivos do decreto de limitação de empenho e movimentação financeira incluem cumprir com a legislação orçamentária e assegurar o equilíbrio entre receitas e despesas. 

     

    AFIRMATIVA CERTA.

     

    Está no MTO assim disposto:

     

    "A limitação dos gastos públicos é feita por decreto do Poder Executivo e por ato dos demais Poderes, de acordo com regras fixadas pela LDO 2019. No âmbito do Poder Executivo, esse decreto ficou conhecido como Decreto de Contingenciamento, que, normalmente, é detalhado por portaria interministerial (MP e MF), evidenciados os valores autorizados para movimentação e empenho e para pagamentos no decorrer do exercício.

     

    Em resumo, os objetivos desse mecanismo são:

     

    1. estabelecer normas específicas de execução orçamentária e financeira para o exercício; 2. estabelecer um cronograma de compromisso (empenhos) e de liberação (pagamentos) dos recursos financeiros para o Governo; 3. cumprir a legislação orçamentária; e 4. assegurar o equilíbrio entre receitas e despesas ao longo do exercício financeiro e proporcionar o cumprimento da meta de resultado primário.".

     

    Portanto, os objetivos do decreto de limitação de empenho e movimentação financeira incluem cumprir com a legislação orçamentária e assegurar o equilíbrio entre receitas e despesas. 

     

  • Errei por causa desse ASSEGURAR, ja que o equilibrio é buscado, mas não é garantido!

  •     LRF:   Art. 9o Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subseqüentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias.

  • CERTO

  • Cuidado com esse comentário mais curtido do tal do Ravyelle.

    O amigo confunde decreto de programação financeira orçamentária (aquele publicado 30 d após a LOA para equilibrar despesas e arrecadação, que não é o de que a questão fala) com decreto de limitação de empenho e movimentação financeira (é desse que a questão fala, ele é o publicado pelo chefe do executivo, e que será também acompanhado por ato de cada poder em seu âmbito quando o RREO indicar possibilidade de não cumprimento das metas fiscais). São dois mecanismos completamente distintos, embora sejam ambos "decretos" não têm o mesmo nome e nem o mesmo papel.

    Felicidades.

  • GAB: CERTO

    Complementando!

    Fonte:  Prof. Sérgio Mendes

    BASE LEGAL

    • Lei 4320/64 Cotas Trimestrais
    • LRF Decreto, metas, equilíbrio e transparência
    • LDO de cada ano Base contingenciável

    OBJETIVOS DO DECRETO DE PROGRAMAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA 

    • Estabelecer normas específicas de execução orçamentária e financeira para o exercício; 
    • Estabelecer um cronograma de compromissos (empenhos) e de liberação (pagamento) dos recursos financeiros para o governo federal; 
    • Cumprir a legislação orçamentária (Lei 4.320/1964 e LRF); e 
    • Assegurar  o  equilíbrio  entre  receitas  e  despesas  ao  longo  do  exercício  financeiro  e proporcionar o cumprimento da meta de resultado primário. 

  • DECRETO DE CONTINGENCIAMENTO

    • Limita os gastos públicos seguindo regramentos constantes na LDO;
    • Aplicado no âmbito do Poder Executivo;

    Objetivos:

    • Estabelecimento de normas específicas de execução orçamentária e financeira para o exercício;
    • Estabelecimento de um cronograma de compromissos (EMPENHOS) e de liberação (PAGAMENTO) dos recursos financeiros para o Governo;
    • Cumprimento da legislação orçamentária (LRF, LDO, etc);
    • Assegura o equilíbrio entre receitas e despesas ao longo do exercício financeiro;
    • Proporciona o cumprimento da meta de resultado primário;

ID
2679787
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Julgue o próximo item, a respeito de receita pública.


Operação de arrendamento mercantil feita por determinado órgão público para a aquisição de bens deve ser excluída do conjunto de receitas orçamentárias.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: ERRADA

    Negativo! Segundo o MCASP 7ª edição, o arrendamento mercantil, conforme definido na legislação brasileira, em especial pela NBC TG 06 (R2) – Arrendamento Mercantil, do CFC, corresponde à operação de crédito contratual internacionalmente conhecida como leasing. O registro da receita orçamentária deve ser feito mesmo que não haja ingressos efetivos. Transações como aquisições financiadas de bens e arrendamento mercantil financeiro são registradas como receita orçamentária e despesa orçamentária, pois são consideradas operação de crédito pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, são adotadas as seguintes definições: III - operação de crédito: compromisso financeiro assumido em razão de mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado de valores provenientes da venda a termo de bens e serviços, arrendamento mercantil e outras operações assemelhadas, inclusive com o uso de derivativos financeiros;

    Lembro a vocês que esta questão já é batida na banca CESPE. Vejamos:

    A aquisição, por determinado órgão público, de veículos por meio de contrato de arrendamento mercantil financeiro deve ser registrada como receita orçamentária. CERTO

    Além disso, conforme o próprio MTO 2019, na classificação da receita publicada para a União, classificação válida para a Esfera Federal: Anexo da Portaria SOF nº 45, de 26 de agosto de 2015 e atualizações posteriores até a Portaria SOF nº 3, de 27 de março de 2017, temos:

    1.3.0.0.00.0.0 Receita Patrimonial

    1.3.1.0.00.0.0 Exploração do Patrimônio Imobiliário do Estado 

    1.3.1.0.01.0.0 Aluguéis, Arrendamentos, Foros, Laudêmios, Tarifas de Ocupação

    1.3.1.0.01.1.0 Aluguéis e Arrendamentos

  • LEI COMPLEMENTAR Nº 101 

    Para os efeitos desta Lei Complementar,

    Art. 29. III - operação de crédito: compromisso financeiro assumido em razão de mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado de valores provenientes da venda a termo de bens e serviços, arrendamento mercantil e outras operações assemelhadas, inclusive com o uso de derivativos financeiros;

     

    Obs: toda receita de operação de crédito é considerada orçamentária ainda que não conste previsão na loa. 

     

  • As operações de crédito tradicionais são aquelas relativas aos contratos de financiamento, empréstimo ou mútuo. A legislação englobou no mesmo conceito, ainda, as operações assemelhadas, tais como a compra financiada de bens ou serviços, o arrendamento mercantil e as operações de derivativos financeiros, inclusive operações dessas categorias realizadas com instituição não financeira.

     

    Fonte: https://conteudo.tesouro.gov.br/manuais/mip/67-4-tipos-de-operacoes-de-credito/22-4-1-tipos-de-operacoes-de-credito

     

    OBS: a. A operação de crédito é o compromisso financeiro assumido pelo ente público em razão de mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, etc., devendo o ente apontar de onde sairão os recursos que custearão esta nova despesa e tem como finalidade atender ao desequilíbrio orçamentário ou financiar investimentos. Será considerada receita orçamentária e, portanto, depende de autorização legislativa.

    b.A operação de crédito por antecipação de receita destina-se a atender insuficiência de caixa durante o exercício financeiro, devendo ser liquidada, com juros e outros encargos incidentes, até o dia dez de dezembro de cada ano, sendo proibida enquanto existir operação anterior da mesma natureza não integralmente resgatada, além de outros requisitos previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal, podendo o ente dar em garantia a receita dos impostos de sua competência tributária. Será considerada receita extraorçamentária e, portanto, independe de autorização legislativa.

  • As mais importantes para efeito de prova são as receitas patrimoniais oriundas da  Exploração  do  Patrimônio  Imobiliario  do  Estado:  Aluguéis, Arrendamentos,  Foros,  LaudÍmios,  Tarifas  de  Ocupação;  Concessão, Permissão, Autorização ou Cessão do Direito de Uso de Bens Imóveis públicos. 

    As  receitas  de  arrendamentos  surgem  quando  se  arrenda  os terrenos  da  União,  ou  seja,  o  Poder  Público  concede  á  outra  parte  o  gozo tempor·rio de um terreno mediante retribuição. Tal retribuição se torna receita patrimonial. 

  • 38 - Arrendamento Mercantil

    Despesas orçamentárias com contratos de arrendamento mercantil, com opção ou não de compra do bem de propriedade do arrendador. PAG. 72 MTO 2018

  • Julgue o próximo item, a respeito de receita pública. 

     

    Operação de arrendamento mercantil feita por determinado órgão público para a aquisição de bens deve ser excluída do conjunto de receitas orçamentárias.

     

    AFIRMATIVA ERRADA.

     

    Primeiro cabe colacionar a LRF, "art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, são adotadas as seguintes definições: [...] III - operação de crédito: compromisso financeiro assumido em razão de mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado de valores provenientes da venda a termo de bens e serviços, arrendamento mercantil e outras operações assemelhadas, inclusive com o uso de derivativos financeiros;".

     

    Ademais, a lei 4.320/64 diz que: "Art. 57. Ressalvado o disposto no parágrafo único do artigo 3º desta lei serão classificadas como receita orçamentária, sob as rubricas próprias, tôdas as receitas arrecadadas, inclusive as provenientes de operações de crédito, ainda que não previstas no Orçamento.".

     

    Portanto, tendo em vista que arrendamento mercantil é operação de crédito e que toda operação de crédito deverá constar como receita orçamentária, é verdadeiro dizer que operação de arrendamento mercantil feita por determinado órgão público para a aquisição de bens deve ser incluída no conjunto de receitas orçamentárias. Para arrematar é falso a assertiva que diz que operação de arrendamento mercantil feita por determinado órgão público para a aquisição de bens deve ser excluída do conjunto de receitas orçamentárias.

     

     

  • Lei 4320, Art. 57. - ...  serão classificadas como receita orçamentária, sob as rubricas próprias, tôdas as receitas arrecadadas, inclusive as provenientes de operações de crédito, o ainda que não previstas no Orçamento.   

    LRF:

          III - operação de crédito: compromisso financeiro assumido em razão de mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado de valores provenientes da venda a termo de bens e serviços, arrendamento mercantil e outras operações assemelhadas, inclusive com o uso de derivativos financeiros;

  • ERRADA

    OPERAÇÕES DE CRÉDITO = RECEITA ORÇAMENTÁRIA

    OPERAÇÕES DE CRÉDITOS POR ARO = RECEITA EXTRAORÇAMENTÁRIA.

  • Nesse contexto, embora haja obrigatoriedade de a LOA registrar a previsão de arrecadação das receitas, a mera ausência

    formal desse registro não lhes retira o caráter orçamentário, haja vista o art. 57 da Lei nº 4.320, de 1964,classificar como

    receita orçamentária toda receita arrecadada que represente ingresso financeiro orçamentário, inclusive a proveniente de

    operações de crédito, com exceção das operações de crédito por ARO, conforme citado no item 3.1.1.

    MTO 2019, pág. 9

  • São consideradas Receitas Orçamentárias:

    . Operações de crédito

    -Mútuo

    -Abertura de crédito

    -Emissão e aceite de título

    -Aquisição financiada de bens

    -Recebimento antecipado de r$ relativos à Venda

    -Arrendamento mercantil

    . Depende de autorização

    Receitas EXTRAorçamentárias: 

    . Operações de crédito por antecipação de receita

    . INdepende de autorização

  • OPERAÇÕES DE CRÉDITO

    ->>> COMPROMISSO FINANCEIRO (inclusive uso derivativos financeiros)

    São consideradas Op. de Crédito:

    • Mútuo

    • Abertura de Crédito

    • Emissão/Aceite de Título

    • Compra Financiada

    • Recebimento antecipado $ venda a termo

    Arrendamento mercantil

    Equipara-se às op. de crédito: assunção, reconhecimento ou confissão de dívidas

    Gabarito: ERRADO

  • Arrendamento Mercantil é uma receita Patrimonial ou uma operação de crédito ?

  • Acreano, conforme o colega Ramon bem colocou, é equivalente a OPERAÇÃO DE CRÉDITO.

    É uma operação de crédito que é classificada como receita de CAPITAL.

    Receitas de capital são comumente receitas provenientes de constituição de dívidas, assim como o arrendamento mercantil que gera uma contraprestação para o estado pagar.

    Além do mais, operação de crédito, exceto por antecipação de receita, é receita ORÇAMENTÁRIA.

    GAB) E

  • Arrendamento mercantil financeiro são registradas como receita orçamentária e despesa orçamentária, pois são consideradas operação de crédito pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Fonte: Manual da Receita Nacional, Portaria Conjunta STN/SOF n.º 3, de 2008, pág. 21

  • ENTENDO QUE ENVOLVE UMA VISÃO " MAIS MACRO " DO ASSUNTO...

    PELA LC 101 O ARRENDAMENTO MERCANTIL É UMA DAS ESPÉCIES DE OP. DE CRÉDITO... ( NÃO É TAXATIVO EM DIZER OU NÃO SE É POR ARO )

    DAÍ QUE OS MANUAIS DIZEM QUE OP. DE CRÉDITO ( GENERICAMENTE ) É REC ORÇAMENTÁRIA. PREVISTA OU NÃO...

    AI FAZ SENTIDO O GABARITO. OU SEJA, POR QUE EXCLUIR ?

    GAB.: ERRADO

  • Grave essas Receitas Patrimoniais

    - Aluguel, foro, arrendamento, laudêmio e tarifa de ocupação;

    - Concessão, permissão, autorização ou cessão do direito de uso de bens imóveis públicos.

  • “Arrendamento mercantil, professor? O que é isso?"

    Arrendamento mercantil, de acordo com o CPC 06 (já revogado, mas ainda podemos aproveitar esta definição), é um acordo pelo qual o arrendador transmite ao arrendatário em troca de um pagamento ou série de pagamentos o direito de usar um ativo por um período de tempo acordado. Também é conhecido como leasing. Enfim, é uma forma de financiamento de bens de capital.

    Certo. Mas o que você realmente tinha que saber é que arrendamento mercantil é uma operação de crédito, tanto que ela é mencionada na definição de operação de crédito dada pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), olha só:

    Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, são adotadas as seguintes definições: (...)

    III - operação de crédito: compromisso financeiro assumido em razão de mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado de valores provenientes da venda a termo de bens e serviços, arrendamento mercantil e outras operações assemelhadas, inclusive com o uso de derivativos financeiros;


    Ok. E se o arrendamento mercantil é uma operação de crédito, então ela é uma receita de capital, porque operação de crédito é uma das origens da categoria econômica receitas de capital, de acordo com a classificação da receita por sua natureza. E se ela é uma receita de capital, então ela é receita orçamentária. Se ela é classificada, então é receita orçamentária: as receitas extraorçamentárias não são classificadas; a única classificação que elas recebem é esta: extraorçamentária. Confira aqui neste quadro:




     

    Fonte: MCASP, 8ª edição.

    Portanto, operação de arrendamento mercantil feita por determinado órgão público para a aquisição de bens não deve ser excluída do conjunto de receitas orçamentárias. Deve ser incluída!

    A banca até já cobrou isso no concurso para Administrador da Polícia Federal, em 2014: 

    A aquisição, por determinado órgão público, de veículos por meio de contrato de arrendamento mercantil financeiro deve ser registrada como receita orçamentária. Gabarito: CERTO.

    Então, lembre-se: arrendamento mercantil -> operação de crédito -> receita de capital -> receita orçamentária.

    Gabarito do professor: ERRADO.
  • Arrendamento mercantil -> operação de crédito -> receita de capital -> receita orçamentária!

  • Lei 4.320, Art. 3º A Lei de Orçamentos compreenderá tôdas as receitas, inclusive as de operações de crédito autorizadas em lei.

    LRF Art 29., III - operação de crédito: compromisso financeiro assumido em razão de mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado de valores provenientes da venda a termo de bens e serviços, arrendamento mercantil e outras operações assemelhadas, inclusive com o uso de derivativos financeiros;

    Gabarito: ERRADO

  • GAB: ERRADO

    Complementando!

    Fonte: Sérgio Mendes - Estratégia

    Serão classificadas como receita orçamentária, sob as rubricas próprias, todas as receitas arrecadadas, inclusive as provenientes de operações de crédito (como o arrendamento mercantil), ainda que não previstas no orçamento (exceto as classificadas como extraorçamentárias). 

  • ERRADO

    Arrendamento mercantil, de acordo com o CPC 06 (já revogado, mas ainda podemos aproveitar esta definição), é um acordo pelo qual o arrendador transmite ao arrendatário em troca de um pagamento ou série de pagamentos o direito de usar um ativo por um período de tempo acordado. Também é conhecido como leasing. Enfim, é uma forma de financiamento de bens de capital.

    Mas o que você realmente tinha que saber é que arrendamento mercantil é uma operação de crédito, tanto que ela é mencionada na definição de operação de crédito dada pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), olha só:

    Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, são adotadas as seguintes definições: (...)

    III - operação de crédito: compromisso financeiro assumido em razão de mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado de valores provenientes da venda a termo de bens e serviços, arrendamento mercantil e outras operações assemelhadas, inclusive com o uso de derivativos financeiros;

    E se o arrendamento mercantil é uma operação de crédito, então ela é uma receita de capital, porque operação de crédito é uma das origens da categoria econômica receitas de capital, de acordo com a classificação da receita por sua natureza.

    E se ela é uma receita de capital, então ela é receita orçamentária portanto não deve ser excluída do conjunto de receitas orçamentárias.

  • ARRENDAMENTO MERCANTIL

    • Corresponde à operação de crédito contratual interncionalmente conhecida como leasing;
    • As partes desse contrato são denominadas "arrendador" e "arrendatário";
    • Em relação às partes: de um lado, um banco ou sociedade de arrendamento mercantil; de outro, o cliente;
    • O objeto do contrato é a aquisição, por parte do arrendador, de bem escolhido pelo arrendatário para sua utilização;
    • O arrendador é, a priori, o proprietário do bem, sendo que a posse e o usufruto, durante a vigência do contrato, são do ARRENDATÁRIO;
    • O contrato de arrendamento mercantil pode prever, ou não, a OPÇÃO DE COMPRA, pelo arrendatário, do bem de propriedade do arrendador;

    -----

    • O arrendamento mercantil é um tipo de OPERAÇÃO DE CRÉDITO;
    • O leasing é um tipo de operação de crédito, Receita Orçamentária de Capital oriunda da colocação de títulos públicos ou da contratação de empréstimos obtidas junto a entidades públicas ou privadas, internas ou externas;
    • SE o arrendamento mercantil é uma RECEITA ORÇAMENTÁRIA DE CAPITAL, logo, o leasing feita por um órgão público para aquisição de bens NÃO DEVE ser excluída do conjunto de receitas orçamentárias;

ID
2679790
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Julgue o próximo item, a respeito de receita pública.


A execução financeira constitui um dos estágios da receita pública.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO

                                                                                Estágios da receita pública

    Previsão -------------------------> Estima a arrecadação.

    Lançamento --------------------> Verifica a procedência do crédito fiscal, identifica a pessoa que é devedora e inscreve o débito desta.

    Arrecadação -------------------->  Os agentes da arrecadação são autorizados para receberem os recursos.

    Recolhimento -------------------> Transferência dos recursos arrecadados à conta tesouro.

     

    Fonte: Sérgio Mendes. p310

     

     

  • não confundir FASES com ETAPAS da receita orçamentária

     

    FASES = PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO da receita

    Fase de planejamento

    etapa:

    - previsão de receitas

    Fase de execução

    etapas:

    - lançamento

    - arrecadação

    - recolhimento

     

    GAB E

  • Gabarito: ERRADA

    Seria FASE! Questão passível de recurso, a depender de como o examinador tratou os assuntos, ou seja, fases ou etapas. Mas acredito que o gabarito aponte conforme a maioria da doutrina e o próprio MTO 2019, ou seja, na FASE (ESTÁGIO) de planejamento, a receita inicia-se com a ETAPA de previsão. Em seguida, na FASE (ESTÁGIO) de execução, seguimos com a etapa do lançamento, arrecadação e recolhimento. As etapas da receita seguem a ordem de ocorrência dos fenômenos econômicos, levando-se em consideração o modelo de orçamento existente no País. Dessa forma, a ordem sistemática inicia-se com a etapa de previsão e termina com a de recolhimento.

  • Receitas: PLAR (previsão - lançamento - arrecadação - recolhimento)
    Despesas: FELP (fixação |doutrinário| - empenho - liquidação - pagamento)

     

    Bons estudos

  • Execução é uma fase da receita orçamentária e da despesa orçamentária. 

     

    A execução financeira constitui um dos estágios da receita pública. Errada, execução é uma fase/etapa que se desdobra em estágios.

     

    Então fica assim:

     

    Etapas da receita orçamentária :

    Planejamento > Execução > Controle e Avaliação

    Planejamento > previsão

    Execução > lançamento, arrecadação e recolhimento

    Controle e Avalição > fiscalização

    *****************************************************

    Etapas da despesa orçamentária :

    Planejamento > Execução > Controle e Avaliação

    Planejamento > fixação ou programação

    Execução > empenho, liquidação e pagamento

    Controle e Avalição > fiscalização

     

  •  

    Mnemônico: PREVI um LAR PRO ELIPA

    Estágios da Receita:

    PREVIsão

    Lançamento

    Arrecadação

    Recolhimento

    Estágios da Despesa:

    PROgramação

    Empenho

    LIquidação

    PAgamento

  • ERRADA

     

    ESTÁGIOS DA RECEITA:

     

    PREVISÃO-------------> LANÇAMENTO-----------------> ARRECADAÇÃO---------------> RECOLHIMENTO

     

     

    OBS: NEM TODAS AS RECEITAS PERCORRERÃO O ESTÁGIO DE LANÇAMENTO.

  • Previsão de Receitas e Fixação de Despesas - estão na etapa do planejamento.


    Receitas - lançamento, Arrecadação, Recolhimento e controle - estão na etapa de Execução.

    Despesas - Empenho, Liquidação, Pagamento e controle - estão na etapa de Execução.

  • 3 ETAPAS  e 4 ESTAGIOS

     

     PLANEJAMENTO(Etapa)                   EXECUÇÃO (Etapa)                               AVALIAÇÃO E CONTROLE (Etapa)

     PREVISAO (Estágio)                          LANÇAMENTO(Estágio)

                                                             ARRECADAÇAO(Estágio)              

                                                             RECOLHIMENTO(Estágio)​

     

     

     

  • A gestão da receita orçamentária pode ser dividida em 3 (três) ETAPAS, já os ESTÁGIOS ( ou FASES ) da receita estão compreendidos nas ETAPAS, e compreendem 4 (quatro) estágios/fases.

                 

                 ETAPAS                                                          ESTÁGIOS/FASES

     

    1ª) PLANEJAMENTO --------- compreende a -------->     (1) PREVISÃO

     

    2ª) EXECUÇÃO ----------------compreende ------------>     (2) o LANÇAMENTO,(3) a ARRECADAÇÃO e o (4) RECOLHIMENTO

     

    3ª) CONTROLE e  AVALIAÇÃO 

     

    Assim, a execução financeira  constitui uma das ETAPAS da receita pública.

  • Até abri os comentários para saber se o cespe, em pleno 2018, ainda faz essa pegadinha. E sim ele faz.

    ETAPAS são diferentes de estágios. Estes estão dentro do conjunto da execução.

     

    GAB ERRADO

  • ETAPAS DA RECEITA: PLECA / ESTÁGIOS : PLAR

  • Julgue o próximo item, a respeito de receita pública. 

     

    A execução financeira constitui um dos estágios da receita pública.

     

    AFIRMATIVA ERRADA.

     

    Os estágios ou etapas da receita orçamentária são: 1. previsão; 2. lançamento; 3. arrecadação; e 4. recolhimento.

     

    A execução financeira não consta do rol de estágios ou etapas da receita orçamentária.

     

    Execução financeira, na verdade, representa o fluxo de recursos financeiros necessários à realização efetiva dos gastos dos recursos públicos para a realização dos programas de trabalho definidos.

     

     

    @juniortelesoficial

  • GABARITO ERRADO

     

    RECEITA -- PLAR

    Previsão

    Lançamento

    Arrecadação

    Recolhimento

     

    DESPESA -- FELP

    Fixação

    Empenho

    Liquidação

    Pagamento

  • gab.: E

    Etapas da receita: Planejar, lançar, arrecadar e recolher.

  • Não sei o que seria de mim sem o comentário de meus colegas, obrigado pelos esclarecimentos rss

  •  

           Etapas: Previsão , lançamento , arrecadação e recolhimento.

  • Estágios da Receita é o LAR

    Lançamento

    Arrecadação 

    Recolhimento

  • ERRADA!!

     

    Gente, eu tenho um bizu tosco (que novidade) :

     

    RECEITA DA PILAR. Às vezes a banca tenta confundir os estágios da despesa com a receita, por isso é bom lembrar dessa "senhorinha, a Pilar". kkkk

    P revisão

    L ançamento

    A arrecadação

    R ecolhimento

  • Ver comentário da Joziane Pinheiro

  • Quando você vai ao shopping e executa literalmente seu salário, você está executanto a despesa. Pondo o pobre coitado na forca.

  • A CESPE TROCOU A EXECUÇÃO DA RECEITA PELA EXECUÇÃO FINANCEIRA. SE LIGA PESSOAL NAS PEGADINHAS DO CESPE! COISAS DIFERENTES.


  • Ciclo orçamentário:
    elaboração/planejamento
    discussão/aprovação
    execução
    avaliação/controle

    Receita pública:
    previsão
    lançamento
    arrecadação
    recolhimento

    Despesa pública:
    fixação
    empenho
    liquidação
    pagamento

  • Quando se  fala em estágios da receita, eu lembro do professor de português do QC Alexandre que dava aula no curso

    Previsão

    Lançamento

    Arrecadação

    Recolhimento

  • Estágios.... Receita: PLAR..... Despesa: FELP. . RECEITA: Previsão, Lançamento, Arrecadação, Recolhimento. . DESPESA: Fixação, Empenho, Liquidação, Pagamento
  • Gab: ERRADO

     

    Não confundam as ETAPAS com os ESTÁGIOS das receitas.

     

    Etapas: Planejamento, Execução, Controle e Avaliação - PECA

     

    Estágios: Previsão, Lançamento, Arrecadação e Recolhimento. PLAR

  • Execução é etapa da receita.


    Estágios são Previsão, Lançamento, Arrecadação e Recolhimento.

  •  ETAPAS 

  • Receitas

    Etapas: Planejamento e Execução

    Estágios: P L A R

    Previsão (Planejamento)

    Lançamento (Execução)

    Arrecadação (Execução)

    Recolhimento (Execução)

  • Etapas de Receitas:

    Previsão: Faz parte da etapa de planejamento. Ou seja, estimar quanto vamos receber de impostos.

    Lançamento: Faz parte da etapa de execução. Ato da repartição fazendária que identifica o devedor, valor devido e as penalidades, quando for o caso. Tipos de lançamento: Ofício: efetuado pela própria administração; homologação: efetuado pelo contribuinte e misto.

    Arrecadação: Faz parte da etapa de execução. Estágio onde o contribuinte liquida sua obrigação junto aos agentes arrecadadores ( bancos credenciados). Pertencem ao exercício as receitas nele arrecadadas. Ex: Receita lançada em dez.14 e arrecada/recolhida em jan.15 pertencem ao exercício de 2015.

    Recolhimento: Faz parte da etapa de execução. È o ato pelo qual os agentes arrecadadores transferem o montante arrecado para o CUT-Conta única do Tesouro no BACEN. Encerra a etapa de execução. 

  • errado,

    a execução financeira COMPREENDE os estágios da receita. O pagamento, por exemplo, é considerado na programação financeiro, é a entrega de recursos que extingue a obrigação do estado para com o credor.

    Parágrafo único. Exclusivamente para efeito de controle da programação financeira, a unidade gestora deverá estimar o prazo do vencimento da obrigação de pagamento objeto do empenho(...) (Fonte: decreto 93872, art. 26.)

  • Errado

    Etapas - planejamento,execução, controle/avaliação

    Estágios: PLAR

  • Estágios da receita

    Previsão

    Lançamento

    Arrecadação

    Recolhimento

    Etapas da Receita

    Planejamento e Execução

  • ERRADO

    ETAPAS da receita orçamentária: (PECA)

    1. Planejamento → Previsão
    2. Execução → Lançamento, Arrecadação e Recolhimento
    3. Controle e Avaliação → compreende a fiscalização realizada pela própria administração, pelos órgãos e pela própria sociedade.

    Execução constitui uma ETAPA da receita e não um estágio.

    Lembrando que os estágios da receita são: Previsão - Lançamento - Arrecadação - Recolhimento.

  • Estágios da Receita "PLAR'

    Planejamos/Prevemos -> Lançamos -> Arrecadamos -> Recolhemos;

    Estágios da Despesa "FELP"

    Fixamos -> Empenhamos -> Liquidamos -> Pagamos.

    ʕ•́ᴥ•̀ʔっ INSS 2020/21.

  • Patrícia PLAR gosta de RECEITA e o FELP gosta de DESPESA.

  • A execução financeira não constitui um dos estágios da receita pública. É uma das fases do ciclo

    orçamentário.

    Fonte: Estratégia Concursos

  • .................. ETAPAS E ESTÁGIOS DA RECEITA..............

    ETAPAS | PLANEJAMENTO | EXECUÇÃO | CONTROLE

    Estágios | Previsão............. |.Lançamento.|........................

    ................|............................ |.Arrecadação.|........................

    ................|............................ |.Recolhimento.|........................

  • Vamos analisar a questão:

    Conforme o MCASP 8, as etapas/estágios da receita orçamentária podem ser resumidas em: previsão, lançamento, arrecadação e recolhimento. O MCASP usa indefinidamente os termos etapas e estágios. O MTO usa a expressão etapa.

    A execução financeira representa o fluxo de recursos financeiros necessários à realização efetiva dos gastos dos recursos públicos para a realização dos programas de trabalho definidos. 


    Gabarito: Errado.
  • ERRADO

  • Gab. E

    Questão bem interessante.

    Galera, a execução financeira, representando a utilização dos recursos financeiros com a finalidade de atender à realização dos projetos e atividades atribuídos a cada unidade, é própria da programação orçamentária e financeira.

    A programação orçamentária e financeira, por sua vez, é um dos ESTÁGIOS da DESPESA PÚBLICA; sendo mais específico, é um estágio da etapa Planejamento da despesa orçamentária.

    Portanto,

    REESCRITA CORRETA: A execução financeira constitui um dos estágios da DESPESA PÚBLICA.

    -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    4.4. ETAPAS DA DESPESA ORÇAMENTÁRIA

    4.4.1. Planejamento - A ETAPA do planejamento abrange, de modo geral, toda a análise para a formulação do plano e ações governamentais que servirão de base para a fixação da despesa orçamentária, a descentralização/movimentação de créditos, a programação orçamentária e financeira, e o processo de licitação e contratação

    4.4.1.3. Programação Orçamentária e Financeira consiste na compatibilização do fluxo dos pagamentos com o fluxo dos recebimentos, visando ao ajuste da despesa fixada às novas projeções de resultados e da arrecadação. 

    Apostila ENAP:

    • Execução orçamentária como sendo a utilização dos CRÉDITOS consignados no orçamento.
    • Execução financeira, por outro lado, representa a utilização dos RECURSOS financeiros, visando atender à realização dos projetos e atividades atribuídos a cada unidade.

    Fonte: Mcasp. 8º. Ed. ENAP, Gestão Orçamentária e Financeira.

  • Os estágios ou etapas da receita pública orçamentária são:

    1. previsão;

    2. lançamento;

    3. arrecadação;

    4. recolhimento.


ID
2679793
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Julgue o próximo item, a respeito de receita pública.


Dívida ativa é uma fonte potencial de fluxos de caixa, com impacto positivo no patrimônio público pela recuperação de valores, espelhando créditos a receber.

Alternativas
Comentários
  • Certo

    Dívida ativa ---------> Créditos a favor da fazenda pública.

    É, portanto, uma fonte potencial de fluxos de caixa, com impacto positivo pela recuperação de valores, espelhando créditos a receber, sendo contabilmente alocada no ativo.

     

     

    Dívida pública --------> Obrigações da administração pública com terceiros

     

    Fonte: Afo,Sérgio Mendes. 

  • INSCRIÇÃO em dívida ativa é fato de natureza extraorçamentária e sob enfoque patrimonial provoca aumento no patrimonio liquido representado por uma conta de variação patrimonial aumentativa.

  • Gabarito: CERTA

    A CESPE ama esse conceito de dívida ativa. Foi cobrada, inclusive, várias vezes nos próprios enunciados da banca. A Dívida Ativa, regulamentada a partir da legislação pertinente, abrange os créditos a favor da Fazenda Pública, cuja certeza e liquidez foram apuradas, por não terem sido efetivamente recebidos nas datas aprazadas. É, portanto, uma fonte potencial de fluxos de caixa, com impacto positivo pela recuperação de valores, espelhando créditos a receber, sendo contabilmente alocada no Ativo. Em observância aos dispositivos legais pertinentes, mais uma vez repito, os créditos classificáveis em Dívida Ativa devem ser inicialmente registrados no Ativo de Longo Prazo, considerando a incerteza intrínseca de sua condição.

    Com relação à redação do item, de fato, "É uma fonte potencial de fluxos de caixa e é reconhecida contabilmente no ativo. (MTO)", mas forçou em dizer com "impacto positivo no patrimônio". Poderia ter parado no "impacto positivo", pq é positivo no órgão que inscreve e baixa no órgão de origem, sendo permutativo pro ENTE. É aquele tipo de questão CESPE que peca numa palavra!

  • CESPE copiou e colou da pag 234 do livro ADM FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA - Teoria e Questões (6 edição) do prof. Sérgio Mendes!

    "A dívida atíva abrange os créditos a favor da Fazenda Pública, cuja certeza e liquidez foram apuradas, por não terem sido efetivamente recebidos nas datas aprazadas. É, portanto, uma fonte potencial de fluxos de caixa, com impacto positivo pela recuperação de valores, espelhando créditos a receber, sendo contabilmente alocada no ativo".

    Resposta: certa.

     

  • Não entendi direito. 

    A dívida ativa não é classificada como não efetiva (nada acrescenta ao patrimônio público), apesar de ser receita corrente?!

    Socorro kkkk

  • Ana Costa, de fato  a incrição do crédito em dívida ativa configura fato permutativo, pois não altera o valor do PL do ente público. No entanto a questão trata do momento do recebimento desses créditos, e nesse caso, o recebimento de dívida ativa corresponde a uma receita sob a ótica orçamentária, com a simutânea baixa do credito registrado anteriormente no ativo contra as contas de disponibilidades sob a ótima patrimonial.

     

    Registro da receita orçamentária referente ao recebimento da dívida ativa Natureza da informação: orçamentária

    D 6.2.1.1.x.xx.xx Receita a Realizar

    C 6.2.1.2.x.xx.xx Receita Realizada

     

    Registro da baixa do crédito a receber inscrito em dívida ativa Natureza da informação: patrimonial

    D 1.1.1.1.1.xx.xx Caixa e Equivalentes de Caixa em Moeda Nacional (F)

    C 1.x.x.x.x.xx.xx Créditos a Receber – Dívida Ativa

  • Obrigada, Lívia Reis.

    Foi bem esclarecedor :D 

    Irei até adicionar seu comentário nas minhas anotações de AFO.

  • CERTO

    Dívida ativa é o conjunto de créditos tributários e não tributários em favor da Fazenda Pública, não recebidos no prazo para pagamento definido em lei ou em decisão proferida em processo regular, inscrito pelo órgão ou entidade competente, após apuração de certeza e liquidez. É uma fonte potencial de fluxos de caixa e é reconhecida contabilmente no ativo. Não se confunde com a dívida pública, uma vez que esta representa as obrigações do ente público com terceiros e é reconhecida contabilmente no passivo.

    MCASP 7ª edição Pag. 311

  • Questão passível de anulação.

     

    Dívida ativa é uma fonte potencial de fluxos de caixa, com impacto positivo no patrimônio público pela recuperação de valores, espelhando créditos a receber.

     

    Recebimento de dívida ativa é fato permutativo!

  • Concordo com o L Pedrosa abaixo de mim. Questão passível de anulação.

     

    Não sei da onde a banca tirou isso (ok, do livro do Sérgio Mendes, mas não sei da onde ele tirou isso). Contabilmente falando (MCASP), a dívida ativa é uma VPQ, ou seja, fato permutativo. Não altera o patrimônio. A VPA aconteceu no lançamento do tributo.

     

    Do MCASP 7ª Edição:

     

    "A inscrição do crédito em dívida ativa configura fato contábil permutativo, pois não altera o valor do patrimônio líquido do ente público. (...) Dessa forma, considerando-se o ente como um todo, há apenas a troca do crédito a receber não inscrito pelo crédito inscrito em dívida ativa, sem alteração do valor do patrimônio líquido."

     

    __________________________________

     

    Entre o MCASP e o Sérgio Mendes, fico com o MCASP, por mais que o Sérgio Mendes seja um ótimo professor.

  • "Quando o critério de análise é o exercício financeiro, tem-se que as receitas lançadas, embora não arrecadadas, pertencem ao exercício, figurando, quando não recebidas,como dívida ativa."( Harrison Leite, pag.178, Manual de Direito Financeiro, 4ª edição)

     

    "Na dívida ativa são lançados os créditos a favor dos entes públicos, de natureza tributária ou não, oriundos de valores a eles devidos, cuja certeza e liquidez foram apuradas, valores esses não recebidos nas datas aprazadas." (  Harrison Leite, pag.178, Manual de Direito Financeiro, 4ª edição)

  • Dívida ativa é o conjunto de créditos tributários e não tributários em favor da Fazenda Pública,
    não recebidos no prazo para pagamento definido em lei ou em decisão proferida em processo regular,
    inscrito pelo órgão ou entidade competente, após apuração de certeza e liquidez. É uma fonte potencial
    de fluxos de caixa e é reconhecida contabilmente no ativo.
    Não se confunde com a dívida pública, uma
    vez que esta representa as obrigações do ente público com terceiros e é reconhecida contabilmente no
    passivo. MCASP 7º EDIÇÃO

  • "com impacto positivo no patrimônio público pela recuperação de valores"

     

    Sim, a inscrição é um fato contábil permutativo, mas a questão trata do recebimento dos valores.

  • Para o pessoal que estuda contabilidade o conceito pode confundir, mas para não haver erro é necessário entender que o registro contábil é diferente do orçamentário.

    Ou seja, um fato permutativo pode ser considerado como receita com impacto positivo para o direito financeiro.

  • Vi isso em contabilidade Pública, por incrível que pareça , "dívida ativa" , é coisa boua para Administração  . Reflete um ganho , um valor que está a receber . kkkkk

  • O ente espera receber

    C

  • Dívida ATIVA - Quando o Estado é o CREDOR (tem direito a receber). Dividi-se ainda em: Tributária e Não Tributária


    Dívida PASSIVA - Quando o Estado é o DEVEDOR (tem a obrigação de pagar). Divide-se ainda em:

    Fundada/Consolidada (Longo prazo)

    Flutuante/Não Consolidada (Curto prazo)


  • Essa questao está errada, pois não há impacto positivo no patrimônio público. Quando ele fala em patrimônio público, podemos levar pelo lado da contabilidade geral/patrimonial e no caso pode até ser uma receita no âmbito orçamentário (outras receitas correntes), mas no enfoque patrimonial não, pois não há um aumento no PL, sendo somente um fato permutativo
  • O "espelhando créditos a receber" a meu ver só faz sentido dentro da perspectiva contábil, ou seja, sem variação patrimonial ¯\_(ツ)_/¯
  • O "espelhando créditos a receber" a meu ver só faz sentido dentro da perspectiva contábil, ou seja, sem variação patrimonial ¯\_(ツ)_/¯
  • Discordo TOTALMENTE!!!!!!!!!!!!!!!!

    A definição doutrinária majoritária diz que a dívida ativa, apesar de ser receita corrente, não causa impacto no patrimônio líquido:

    Afetação Patrimonial:
     Efetivas: contribuem para o aumento do patrimônio líquido, sem correspondência no passivo, ou seja, são aquelas cujos  ingressos de recursos não foram precedidos de registro de reconhecimento de algum direito. São efetivas todas as receitas correntes, com exceção do recebimento de dívida ativa, que representa fato permutativo e, assim, é não efetiva.

     

    Administração Financeira e Orçamentária p/ CGM Niterói (Analista e Auditor) Com videoaulas 
    Professor: Sérgio Mendes

    Mesmo que haja impacto positivo no FLUXO DE CAIXA, acredito que a banca tenha sido infeliz ao colocar impacto positivo no PATRIMÔNIO, porque isso não ocorre! O professor Sérgio Mendes, em momento algum, citou essa palavra quando definiu dívida ativa: 

    "A dívida atíva abrange os créditos a favor da Fazenda Pública, cuja certeza e liquidez foram apuradas, por não terem sido efetivamente recebidos nas datas aprazadas. É, portanto, uma fonte potencial de fluxos de caixacom impacto positivo pela recuperação de valores, espelhando créditos a receber, sendo contabilmente alocada no ativo".

    Isso é óbvio, por isso, é considerada receita orçamentária corrente, e não extraorçamentária ou receita de capital! Mas ela é axceção, por isso, a banca deveria ter mais atenção com a questão. Não pode simplesmente prejudicar o candidato com a colocação de uma palavra COMPLETAMENTE ERRADA!

     

  • Atenção! Para fins de concurso, considere que a inscrição de créditos em dívida ativa irá produzir os seguintes efeitos patrimoniais:

     
    - No órgão originário do crédito um fato modificativo diminutivo, pois com o envio do crédito para inscrição o patrimônio líquido irá reduzir. Haverá uma variação passiva extraorçamentária ou simplesmente uma variação diminutiva. 


    - No órgão que inscreve o crédito um fato modificativo aumentativo, pois com o ingresso do crédito o patrimônio líquido irá aumentar. Haverá uma variação ativa extraorçamentária ou simplesmente uma variação aumentativa.

     
    - No ente da Federação um fato permutativo. Não haverá alteração no patrimônio líquido, pois na consolidação das contas públicas, ocorrerá simultaneamente um acréscimo e um decréscimo patrimonial.

     

    Acredito que a questão foi mal elaborada, prejudicando e muito a galera que estuda.

    Só Cespe sendo Cespe. 

     

    Vida que segue!

  • Uma dessas é melhor deixar em branco, pode-se encontrar justificativa tanto para considerá-la certa quanto errada, como não sabemos qual justificativa a banca vai utilizar, melhor deixar em branco e não correr o risco de perder pontos.

  • Patrimônio Público é diferente de Patrimônio Líquido. Cuidado aí galereee...

  • Dívida ativa: È o direito de crédito em favor da fazenda pública, cujo recebimento não ocorreu no prazo legal, ou seja são créditos reconhecidos e não pagos. Eles podem ser de natureza tributária ou não tributária. Devem ser contabilmente distinguidos dos demais créditos. Representam contabilmente um fato permutativo (não altera o patrimônio líquido. Serão escriturados como receita do exercício em que foram escriturados. Compreende o principal e os acessórios que incidem sobre ele.

    Um fato administrativo pode ser:

    Permutativo: Não altera o patrimônio liquido; (qualitativo)

    Modificativo: Altera o patrimônio liquido; ( quantitativo)

    Misto: ocorrência simultânea dos fatos.

                             certo

  • Dívida Ativa

    Estado CREDOR

    Abrange todos os créditos da Fazenda Pública, cuja certeza e liquidez foram apuradas, por não terem sigo pagos nas datas em que venceram.

    São créditos a receber classificados no ativo e representam uma fonte potencial de fluxo de caixa.

    Divide-se em:

    . Tributária: oriunda de impostos, taxas e contribuições.

    . Não tributárias: oriunda dos demais direitos a receber

    Ambas incluem juros, multas e atualizações, que formarão o valor principal.

    As receitas oriundas da dívida ativa incluem, além do valor principal, a atualização monetária, a multa e os juros de mora.

    Dívida Passiva

    Obrigação do ente público para com terceiros

    Estado DEVEDOR

  • Também errei diversas vezes essa questão, mas analisando hoje a definição de patrimônio público e patrimônio líquido são diferentes.

    O patrimônio líquido é a diferença entre o ativo e o passivo da organização, ou seja, entre os bens e direitos que ela possui e suas obrigações. Já patrimônio público de acordo com a Lei nº 4.717/65, que regula a ação popular, define o patrimônio público como bens e direitos de valor econômico, artístico, estético, histórico e até mesmo turístico.

    Porém no MCASP, é utilizada diversas vezes a expressão patrimônio público, com sentido de patrimônio líquido. Questão bem complicada, onde a banca poderia dá qualquer gabarito. :/

  • Errei por não ler até o fim, a dívida ativa é um fato contábil permutativo, porém a questão está se referindo a recuperação dos valores, e isso altera o patrimônio líquido.

    Gab: certo.

  • Outras questões para ajudar:

    (CESPE/CADE/ANALISTA-CARGO1/2014) A dívida ativa, por ser uma fonte potencial de fluxos de caixa com impacto positivo gerado pela recuperação de valores, espelha créditos a receber, portanto deve ser contabilmente reconhecida no ativo.

    CERTO.

    (CESPE/2012/MPE-PI) A inscrição de créditos na dívida ativa representa contabilmente um fato modificativo que tem como resultado um acréscimo patrimonial no órgão ou unidade competente para inscrição em dívida ativa e um decréscimo patrimonial no órgão ou entidade originadora do crédito.

    CERTO.

    Colarei aqui os comentários de uma colega dessa questão:

    "A dívida ativa abrange todos os créditos da Fazenda Pública, cuja certeza e liquidez foram apuradas, por não terem sido pagos nas datas em que venceram. São créditos a receber classificados no ativo e representam um fonte POTENCIAL de fluxo de caixa.

    Com relação ao ente publico resta configurado um FATO PERMUTATIVO (resultante de um fato aumentativo e outro diminutivo dentro do mesmo ente), mas no contexto de cada Órgão o fato é modificativo aumentativo para o Órgão competente para a INSCRIÇÃO e modificativo diminutivo para o Órgão de origem do CRÉDITO A RECEBER."

  • -Divida ativa: Aquilo que o ente publico ira receber.

    -Divida publica (passiva): Aquilo que o ente publico tem que pagar.

  • O comentário da Larissa Schietti é perfeito e preciso

  • Leiam o comentário da Laura Lafayette.

    Patrimônio público não é o mesmo que patrimônio líquido. Um exemplo que encerra o debate é que uma despesa de capital aumenta o patrimônio público, mas mantém inalterado o patrimônio líquido.

  • Para mim o crédito que é inscrito em dívida ativa não aumenta o patrimônio, visto que houve o aumento do patrimônio apenas no lançamento do imposto originário e não na sua transferência para Dívida Ativa, mas fazer o que, o jeito é aceitar esse entendimento aí.

  • " com impacto positivo no patrimônio público pela recuperação de valores".. não se fala em inscrição em divida ativa mas na recuperação!!!

    Impacta positivamente patrimonialmente SIM qualitativamente, não na quantidade que é permutativo.

    Melhor ter valores em caixa ou em credito a receber???

  • GAB CERTO

    A Dívida ativa abrange os créditos a favor da Fazenda Pública, cuja certeza e liquidez foram apuradas, por não terem sido efetivamente recebidos nas datas aprazadas. É, portanto, uma fonte potencial de fluxos de caixa, com impacto positivo pela recuperação de valores, espelhando créditos a receber, sendo contabilmente alocada no ativo.

    A Dívida Ativa não se confunde com a Dívida Passiva, que representa as obrigações do Ente Público para com terceiros. A Dívida Ativa abrange os créditos a favor da Fazenda Pública, cuja certeza e liquidez foram apuradas, por não terem sido efetivamente recebidos nas datas aprazadas.

    1. Dívida Ativa Um crédito a receber, é uma dívida de terceiros com o Estado, pode ser tributária ou não tributária.
    2. Dívida Passiva Obrigações do Estado com terceiros. Pode ser flutuante ou consolidada/ fundada.

    FONTE: MEUS RESUMOS + LEI 4.320/64 + Lei 6.830/80

    OBS: VENDO MEUS RESUMOS (Whatsapp: 87996271319)


ID
2679796
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Com relação a despesa pública, julgue o item subsequente.


Independentemente do ente federativo, para fins de escrituração contábil e controle da execução orçamentária, é obrigatório o desdobramento dos elementos de despesa em níveis menores de classificação.

Alternativas
Comentários
  • Manual Técnico do Orçamento, 2018:

     

    "A classificação da receita orçamentária, a exemplo do que ocorre na despesa, é de utilização obrigatória por todos os entes da Federação, sendo facultado o seu desdobramento para atendimento das respectivas necessidades.

     

    meu instagram @agpconcursos

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: ERRADA

    Conforme o MCASP 7ª edição, o Elemento de Despesa Orçamentária Tem por finalidade identificar os objetos de gasto, tais como vencimentos e vantagens fixas, juros, diárias, material de consumo, serviços de terceiros prestados sob qualquer forma, subvenções sociais, obras e instalações, equipamentos e material permanente, auxílios, amortização e outros que a administração pública utiliza para a consecução de seus fins. A descrição dos elementos pode não contemplar todas as despesas a eles inerentes, sendo, em alguns casos, exemplificativa. Com relação ao desdobramento do Elemento da Despesa, conforme as necessidades de escrituração contábil e controle da execução orçamentária fica facultado por parte de cada ente o desdobramento dos elementos de despesa.

  • Independentemente do ente federativo, para fins de escrituração contábil e controle da execução orçamentária, é obrigatório o desdobramento dos elementos de despesa em níveis menores de classificação.

     

    Errada -> O elemento de despesa é o quarto nível, e tem por finalidade identificar os objetos do gasto (exemplo -> 41 contribuições, 42 auxílios, 43 subvenções sociais, 45 subvenções econômicas).  Agora, para fins de escrituração contábil e controle da execução orçamentária, fica facultado por parte de cada ente o desdobramento dos elementos de despesa.

  • classificação da receita orçamentária é OBRIGATÓRIA, no entanto seu desdobramento é FACULTATIVO. 

     

  • Conforme as necessidades de escrituração contábil e controle da execução orçamentária, fica facultado por parte de cada ente o desdobramento dos elementos de despesa.

     

    Sérgio Mendes

  • ERRADA

    É facultado o desdobramento suplementar dos elementos de despesa para atendimento das necessidades de escrituração contábil e controle da execução orçamentária.

    FONTE: PROFESSOR ANDERSON - IMP

  • ERRADO

     

    Foram reservados 4 dígitos para desdobramentos com a finalidade de identificar peculiaridades de cada receita, caso seja necessário. Desse modo, esses dígitos podem ou não ser utilizados conforme a necessidade de especificação do recurso.

  • Independentemente do ente federativo, para fins de escrituração contábil e controle da execução orçamentária, é obrigatório o desdobramento dos elementos de despesa em níveis menores de classificação.

     

    O ERRO DA QUESTÃO ESTÁ NESSE OBRIGATÓRIAMENTE QUANDO NA VERDADE É FACULTATIVO.

    "AFO NÃO É DE DEUS"

     

  • A classificação é obrigatória até o elemento da despesa. O seu desdobramento (subelemento) não o é.

    1° dígito - natureza econômica

    2° dígito - grupo de natureza da despesa

    3° e 4° dígitos - modalidade de aplicação

    5° e 6° dígitos - elemento da despesa

    7° e 8° dígitos - subelemento

  • CLASSIFICAÇÃO DA DESPESA POR NATUREZA  (CGMED)

    Categoria econômica

    Grupo de natureza da despesa (GND)

    Modalidade de aplicação

    Elemento da despesa

    Desdobramento FACULTATIVO do Elemento da Despesa. (Não é obrigatório)

  • daquelas bonitinhas né? Pois é, aqui nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaao.
    A classificação da receita orçamentária, a exemplo do que ocorre na despesa, é de utilização obrigatória por todos os entes da Federação, sendo facultado o seu desdobramento para atendimento das respectivas necessidades. Sobre o assunto, as receitas orçamentárias são classificadas segundo os seguintes critérios:
    1. natureza de receita;
    2. indicador de resultado primário;
    3. fonte/destinação de recursos; e
    4. esfera orçamentária.

     

    MTO 2018

     

    GAB ERRADO

  • Na LOA, a discriminação da despesa, quanto à sua natureza, far-se-á, no mínimo, por categoria econômica, grupo de natureza de despesa e modalidade de aplicação.

     

    -Prof. Sérgio Mendes

  • DESDOBRAMENTO É FACULTATIVO.

    GABARITO:ERRADO

    "É ERRANDO QUE SE APRENDE A NÃO ERRAR MAIS"

    SEGUE O @CONCURSEIRORAMBO NO INSTAGRAN

  • MTO PAGINA 17

    A classificação da receita orçamentária, a exemplo do que ocorre com a despesa, é de utilização obrigatória por todos os ntes da federação, sendo facultado o seu desdobramento para atendimento das respectivas necessidades.

  • Gabarito: ERRADO

    A classificação da receita orçamentária é OBRIGATÓRIA, mas seu desdobramento é facultativo

    Para dicas de concurso, questões comentadas, notícias, meu dia a dia: me siga no instagram @pedroconcurso ou instagram.com/pedroconcurso

  • Lei 4320/64, Art. 15. Na Lei de Orçamento a discriminação da despesa far-se-á no mínimo por

    elementos.

  • Independentemente do ente federativo, para fins de escrituração contábil e controle da execução orçamentária, é obrigatório o desdobramento dos elementos de despesa em níveis menores de classificação. Resposta: Errado.


    Comentário: MTO/2018, Item 5.6.2.1, diz que na base de dados do sistema de orçamento, o campo referente à natureza da despesa contém um código composto por oito algarismos, sendo o 1º dígito representativo da categoria econômica, o 2º dígito do grupo de natureza da despesa, o 3º e o 4º dígitos representam a modalidade de aplicação, o 5º e o 6º o elemento de despesa, e o 7º e o 8º dígito representativo do desdobramento facultativo do elemento de despesa (subelemento).

  • Os comentários mais curtidos falam de receita e a questão fala de despesa. Nossa!

  • Errado.

    De acordo com as necessidades de escrituração contábil e controle da execução orçamentária, fica

    facultado por parte de cada ente o desdobramento dos elementos de despesa

  • Classificação financeira por elemento de despesa

    Tem por finalidade identificar os objetos de gasto (diárias, material de consumo, juros, vencimentos, equipamentos, materiais, obras e instalações, locações, auxílios, e outros)

    Responde a pergunta "O QUE está sendo adiquirido?'

    Ela classifica as aquisições independentemente da finalidade a que se destine (ex material de consumo utilizado na Saúde, Transporte, Judiciário, Legislativo, etc... será sempre classificada no elemento X)

    É vedada a utilização em projetos e atividades dos elementos de despesa: 41 – Contribuições, 42 – Auxílios e 43 – SubvençõesSociais, o que pode ocorrer apenas em operações especiais. Por outro lado, é vedada a utilização de elementos de despesas que representem gastos efetivos em operações especiais,

    ATENÇÃO::::::: É FACULTADO a cada Ente da Federação o desdobramento dos elementos de despesas a fim de atender às necessidades específicas de escrituração contábil.

  • Classificação por Natureza da Despesa

    Categoria Econômica

    Grupo de Natureza de Despesa

    Modalidade de Aplicação

    Elemento de Despesa

    Desdobramento FACULTATIVO do Elemento

    Conforme as necessidades de escrituração contábi e controle da execução orçamentária, fica FACULTADO por parte de cada ente o desdobramento dos elementos de despesa.

  • (ERRADO)

    Subelemento é FACULTATIVO

  • ERRADO

    O desdobramento é facultativo !

    VEJAM:

    (Sefaz-RJ/2013) "O desdobramento suplementar dos elementos de despesa, para atendimento das necessidades de escrituração contábil e controle da execução orçamentária, será feito de forma:

    GAB: d) facultativa.

  • Além dos comentários citados pelos colegas, há outra dica:

    Se explícito na questão, as palavras: -> "Elaboração", "Projeto", "Proposta" e "Planejamento", é Suficiente detalhar apenas até o 3º nível: "Modalidade de Aplicação, ficando, neste caso, facultados: "Elemento de Despesa" e o "Desdobramento do Elemento da Despesa".

  • o DESDOBRAMENTO é FACULTATIVO

  • É CIRCUNSTANCIAL.

    QUANDO FOR O CASO DE SE IDENTIFICAR A LOCALIZAÇÃO, USA-SE O DESDOBRAMENTO, QUE FICA CONSIGNADO A CADA SUBDIVISÃO DA AÇÃO.

    ABC

  • ERRADO

    MCASP 8 EDIÇÃO (página 92)

    4.2.4.6. Desdobramento Facultativo do Elemento da Despesa

    Conforme as necessidades de escrituração contábil e controle da execução orçamentária fica facultado por parte de cada ente o desdobramento dos elementos de despesa.

  • Portaria interministerial  163/2001

    Art. 3,  § 5o É facultado o desdobramento suplementar ( SUB ELEMENTO) dos elementos de despesa para atendimento das necessidades de escrituração contábil e controle da execução orçamentária.

  • ERRADO

  • Nem de receita essa questão ta falando, como os dois comentários mais curtidos utilizaram a receita como embasamento? Credo galera.

  • Primeiramente, o elemento de despesa é uma das subdivisões da classificação da despesa pública segundo sua natureza.

    Desdobramento Facultativo do Elemento da Despesa

    Conforme as necessidades de escrituração contábil e controle da execução orçamentária fica facultado por parte de cada ente o desdobramento dos elementos de despesa. 

  • Portaria SOF/STN 163/2001

    Art. 3o A classificação da despesa, segundo a sua natureza, compõe-se de:

    I - categoria econômica;

    II - grupo de natureza da despesa;

    III - elemento de despesa; 

    § 5o É facultado o desdobramento suplementar dos elementos de despesa para atendimento das necessidades de escrituração contábil e controle da execução orçamentária. 

    Gabarito: ERRADO

  • ERRADO

    Desdobramento facultativo do elemento da despesa/ou subelemento

    Fica facultado por parte de cada ente o desdobramento dos elementos de despesa.


ID
2679799
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Com relação a despesa pública, julgue o item subsequente.


As disponibilidades da dotação orçamentária correspondente a determinada despesa regularmente empenhada são reduzidas em montante equivalente ao da despesa no momento do empenho.

Alternativas
Comentários
  • art 61 da lei 4320/64:

     

    Para cada empenho será extraído um documento denominado "nota de empenho" que indicará o nome do credor, a representação e a importância da despesa bem como a dedução desta do saldo da dotação própria.

     

    meu instagram @agpconcursos

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: CERTA

    O empenho consiste na reserva de dotação orçamentária para um fim específico. Conforme o MCASP, 7ª edição, o passivo financeiro é calculado a partir das contas crédito empenhado a liquidar e contas do passivo que representem obrigações independentes de autorização orçamentária para serem realizadas. Ao se iniciar o processo de execução da despesa orçamentária, caso se tenha ciência da ocorrência do fato gerador, a conta crédito empenhado a liquidar deve ser debitada em contrapartida da conta crédito empenhado em liquidação no montante correspondente à obrigação já existente no passivo.Além disso, para cada empenho será extraído um documento denominado nota de empenho que indicará o nome do credor, a representação e a importância da despesa bem como a dedução desta do saldo da dotação própria.

  • Não tem pancada...é simples, se a despesa foi empenhada, significa dizer que o montante, necessário para liquidar a despesa futuramente, foi reservado  (deduzido) no orçamento.

  • Também não entendi como pancada.

     

    Ex: se a dotação é de um milhão e foi realizado o serviço equivalente a quinhentos mil, será emitido empenho nesse valor (de quinhentos mil) e este deduzirá o valor total da dotação, que é de um milhão. 

    Fala pessoal, no intuito de ajudar os colegas, eu criei um insta só com questões de Adm. Geral e Pública para compartilhar um pouco da minha experiência na área.

    @bizuadm

    Caso alguém ache será de alguma valia, será bem-vindo. Um grande abraço.

    (Caso discorde de algum comentário, discutiremos e aprenderemos juntos)

  • Gab: Certo

     

    Vamos utilizar um exemplo para facilitar o entendimento:

    Imagine que determinado órgão possui uma dotação de 100 mil reais para utilizar com diárias ao longo de um ano. Imagine que no mês de janeiro desse mesmo ano o órgão realizou um evento e precisou gastar 5 mil reais em diárias, assim, no momento do empenho desses 5 mil, a dotação total (100 mil) foi abatida desses 5 mil, restando apenas 95 mil. 

     

    Portanto, no momento do empenho o valor que será utilizado já é abatido da dotação total disponível.

  • Até 30 dias após a publicação dos orçamentos, o poder executivo estabelecerá a programação financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso. As receitas previstas serão desdobradas em metas bimestrais ... tais metas são utilizadas como parâmetros para a limitação de empenho e movimentação financeira prevista no art 9 da LRF.

    Lembre-se também do RREO (relatório resumido da execução orçamentária) e do art 61 da 4320, que validam a questão como correta.

  • Exato. No orçamento, enquanto as receitas são contabilizadas em regime de caixa (ou seja, são contabilizadas no momento da arrecadação), as despesas são contabilizadas pelo regime de competência (ou seja, são contabilizadas quando empenhadas, e não quando forem desembolsadas).

  • Gabarito: CERTO.

     

    Lei 4.320/64: Art. 59 O empenho da despesa não poderá exceder o limite dos créditos concedidos.

     

    Isso significa que as despesas empenhadas deverão guardar conformidade com o limite de créditos orçamentários inicialmente definido para elas.

  • D-6.2...Dotação inicial

    C-6.2...credito empenhado a liquidar

    Logo o valor da dotação é diminuida no subsistema orçamentario

  • Não tem segredo, caso não o fosse, haveria duplicidade da despesa.

  • Empenho -"... Importa deduzir seu valor de dotação adequada à despesa a realizar, por força do compromisso assumido"(Lei 4.320/1964). Por esse motivo questão CERTA.

  • O MAIS COMPLICADO  DESSA QUESTÃO É ENTENDER QUE A DOTAÇÃO É REDUZIDA NO MOMENTO DO EMPENHO.

    GABA: CERTO.

    ''QUE DEUS NOS AJUDE A AMAR ESSA MATÉRIA, POIS; ESTÁ DIFÍCL "

  • Pensei assim; meu crédito fica menor no momento em que passo meu cartão, sim fica e no mesmo valor da compra.

  •  

    GAB:C

    Arts. 25 e 26 do Decreto no 93.872/1986, que regulamenta a Lei no 4.320/1964:


    Art. 25. O empenho importa deduzir seu valor de dotação adequada à despesa a realizar, por força do compromisso assumido.

     

  • Galera a questão é bem mais simples do que aparenta. Porém muitos dos comentário tornam a questão mais dificil ainda.

    O empenho da despesa não poderá exceder o limite dos créditos concedidos.

    QUESTÃO - As disponibilidades da dotação orçamentária correspondente a determinada despesa regularmente empenhada são reduzidas em montante equivalente ao da despesa no momento do empenho

    As despesas só podem ser empenhadas até o limite dos créditos orçamentários iniciais e dos créditos orçamentários adicionais, e, de acordo com o cronograma de desembolso da unidade gestora, devidamente aprovado.

    Fonte: Estratégia Concurso - Sergio Mendes
     


     

  • interpretação total

  • Pensei que seria no momento do empenho, pois a despesa tanto pelo enfoque orçamentário quanto patrimonial é pelo regime de competência. O regime de competência é aquele em que a despesa é contabilizada no momento em que são comprometidas (fato gerador da despesa).

    Aulas do estratégia - Sérgio Mendes

     

    Alguém poderia ajudar se tem algo correto no meu pensamento com a questão ou fiz confusão hehehe?

    Obrigada

  • Gab Certo

    Minha interpretação ---> Ex: Eu tinha dotação de 100 para uma certa despesa prevista, quando a despesa foi empenhada definitivamente, por algum motivo, ela pode ter custado 90, e o valor que eu tinha de 100 foi para 90.

    ----> Fiz essa interpretação depois de ver algumas aulas do Prof Marcelo Adriano que explicava com exemplos do dia-a-dia; se eu estiver equivocada me corrijam, pois, farei a retratação do meu comentário. Obrigada!

  • Regime de Competêcia para as despesas! 

  • GABARITO: CERTO

    As despesas serão consideradas no momento do empenho e no momento em que são consideradas são reduzidos da dotação orçamentária

    Para dicas de concurso, questões comentadas, notícias, meu dia a dia: me siga no instagram @pedroconcurso ou instagram.com/pedroconcurso

  • Empenho = despesa orçamentária (aquele crédito do empenho já foi reservado a um credor)

    Liquidação = despesa patrimonial (conferência do objeto contratado -serviço ou bem patrimonial)

    Pagamento = despesa financeira (precisa explicar ? )

  • Entendo que essa questão é conflituosa. Pois o Prof. Augustinho Paludo cita no seu livro o que Lei 4320/64 diz: "Pertencem ao exercício financeiro: [...] II- as despesas nele legalmente empenhadas. Em seguida, o Prof. Augustinho, coloca ressalvas à essa definição. Diz ele: "A simples emissão de Nota de Empenho não constitui passivo para a Administração Pública, pois ainda não ocorreu o fornecimento do material, a entrega do bem ou a prestação do serviço contratado. Enquanto não ocorrer a efetiva entrega do bem, material ou servico, a Nota de Empenho poderá ser cancelada, visto que ainda não ocorreu a fase de liquidação - que gera para o ente público a obrigação de pagar".

    Para o Prof. Paludo, o reconhecimento da despesa é no momento da liquidação.

    No entanto, ele não considera que a lei esteja errada, apenas que está tratando de casos específicos como por exemplo, ele cita:

    1-Para fins se cálculo do superávit financeiro consideram-se despesa e passivo financeiro o momento da emissão de empenho;

    2-Para fins de inscrição em restos a pagar consideram-se despesa e passivo financeiro-orçamentário o momento da emissão de empenho.

    No caso em questão o CESPE seguiu a letra fria da lei, sem contestá-la. Ou seja, para o CESPE o reconhecimento da despesa ocorre no momento do empenho.

  • Na verdade Carlos, a despesa ela pode ser reconhecida em vários momentos. Tudo vai depender do regime que estamos analisando. Se o regime for patrimonial a despesa será reconhecida no momento da VPD ou seja na ocorrência do fato gerador (que pode ou não ser o empenho). A ocorrência do empenho por si só não afeta esse regime. Já no regime orçamentário, que é o regime abordado na questão, a despesa se dá no momento do empenho independentemente se o pagamento for efetuado a posteriori.

  • correto,

    Loa fixa as despesas, isto é, os montantes que poderão ser comprometidos com determinadas despesas. Por sua vez, o empenho é a reserva/comprometimento de créditos para determinado fim, que "faz reduzir montante equivalente ao da despesa".

    Fonte: Art . 25. O empenho importa deduzir seu valor de dotação adequada à despesa a realizar, por força do compromisso assumido. (Decreto 93.872)

  • O empenho é, essencialmente, uma reserva de dotação orçamentária para um fim específico. É uma garantia que se dá ao fornecedor ou prestador de serviços, com base em autorização e dedução da dotação respectiva, de que o fornecimento ou o serviço contratado lhe será pago, desde que observadas as cláusulas contratuais.

    À medida que a Administração realiza os empenhos, a dotação orçamentária daquele crédito orçamentário vai sendo reduzido. Assim:

    Portanto, realmente quando uma determinada despesa é regularmente empenhada, as disponibilidades da dotação orçamentária para ela são reduzidas em montante equivalente ao da despesa no momento do empenho.

    Gabarito: Certo

  • Quando um empenho é emitido, gera-se um documento denominado “nota de empenho”, o qual indica o valor da despesa e a dedução desta do saldo da dotação orçamentária correspondente, conforme ditames do artigo 61 da Lei 4.320/1964:

     

    Art. 61. Para cada empenho será extraído um documento denominado "nota de empenho" que indicará o nome do credor, a representação e a importância da despesa bem como a dedução desta do saldo da dotação própria.

  • Certo, basta lembrar que dotação orçamentária é a descentralização de crédito e não de recurso, portanto no empenho o crédito fica "reservado" para a despesa.

  • Lei 4.320/64

    Art. 61. Para cada empenho será extraído um documento denominado "nota de empenho" que indicará o nome do credor, a representação e a importância da despesa bem como a dedução desta do saldo da dotação própria.

  • À primeira vista a questão pode parecer complicada, mas leia com calma.

    Você vai perceber que ela não está dizendo nada demais! 

    O empenho é, essencialmente, uma reserva de dotação orçamentária para um fim específico. É uma garantia que se dá ao fornecedor ou prestador de serviços, com base em autorização e dedução da dotação respectiva, de que o fornecimento ou o serviço contratado lhe será pago, desde que observadas as cláusulas contratuais.

    À medida que a Administração realiza os empenhos, a dotação orçamentária daquele crédito orçamentário vai sendo reduzido. Assim:

     


    Fonte: imagem cedida pelo professor.

    E é exatamente isso que a questão está dizendo. Se a Administração empenhar uma despesa no valor de R$ 1.000,00, as disponibilidades da dotação orçamentária correspondente a essa despesa serão reduzidas em montante equivalente ao da despesa (R$ 1.000,00) no momento do empenho.

    Gabarito do professor: CERTO.
  • Digamos que você possui um cartão de crédito de R$ 1000,00 , ou seja, você tem uma disponibilidade de R$ 1000,00 .

    Você compra um produto equivalente a R$ 200,00 , ou seja, neste momento você empenha R$ 200,00 deste crédito de R$ 1000,00.

    Digamos que agora, compre mais algo de R$ 500,00, ou seja, empenha mais R$ 500,00, mas agora você só tem disponibilidade de R$ 800,00 do que foi disponibilizado inicialmente, haja vista você já ter empenhado os primeiros R$ 200,00. Sendo assim, no 1º empenho foi utilizado R$ 200,00 e no 2º empenho R$ 500,00; dessa forma, foram empenhados no total dos dois empenhos R$ 700,00.

    =

    Da primeira disponibilidade, nos restam quantos para serem empenhados ? Disponibilidade : R$ 1000,00 (-) R$ 200,00 (-) R$ 500,00 => Disponibilidade final : R$1000,00 (-) R$ 700 = R$ 300,00.

    Com números fica mais fácil de ver. Devemos lembrar que o empenho, é o momento em que assumimos o compromisso. Quando se faz compras em um cartão de crédito, você pagará o valor combinado em uma data determinada. Mas só irá pagar se houver realmente o quê ? A liquidação! Isso mesmo. Ou você compra alguma coisa e paga mesmo sem recebe-la ? Claro que não. Se você compra algo pela internet, assume o compromisso de pagar e o objeto não chega, o que fazemos ? Ou exigimos a entrega, ou cancelamos o compromisso por falta da entrega ( liquidação). É maisomeno isso, espero ter ajudado.

  • CERTO

  • decifrando a frase: a dotação que tá lá disponível para uma despesa (ex: reservei 1000 para comprar cadeiras) é reduzida no mesmo montante da despesa no empenho (sim, eu planejei gastar 1000 em cadeiras, então será o mesmo montante e É REDUZIDO NO EMPENHO), LEMBRE-SE QUE NÃO É NO PAGAMENTO QUE DEDUZ E SIM NO EMPENHO!

  • Alternativa: As disponibilidades da dotação orçamentária correspondente a determinada despesa regularmente empenhada são reduzidas em montante equivalente ao da despesa no momento do empenho.

    (CERTO)

    Art. 61. Para cada empenho será extraído um documento denominado "nota de empenho" que indicará o nome do credor, a representação e a importância da despesa bem como a dedução desta do saldo da dotação própria.


ID
2679802
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Com relação a despesa pública, julgue o item subsequente.


Na inscrição dos restos a pagar, é vedado o registro de beneficiários específicos.

Alternativas
Comentários
  • Errada

     

    Os restos a pagar são regisrados por exercício e credor.

     

    Restos a pagar-------------> Despesas empenhadas, mas não pagas.

        Processados: Despesa Empenhada e Liquidada ------> Pronta para pagamento;

        Não processados:Despesa Empenhada -----------------> Empenhos ainda em execução

     

     

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: ERRADA

    Como sabemos, o registro dos Restos a Pagar far-se-á por exercício e por credor, conforme o Decreto 93.872/86 e a Lei 4320/64.

  • Art. 92. A dívida flutuante compreende:

    I - os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;

    II - os serviços da dívida a pagar;

    III - os depósitos;

    IV - os débitos de tesouraria.

    Parágrafo único. O registro dos restos a pagar far-se-á por exercício e por credor distinguindo-se as despesas processadas das não processadas

  • Art. 90 A contabilidade deverá evidenciar, em seus registros, o montante dos créditos orçamentários vigentes, a despesa empenhada e a despesa realizada, à conta dos mesmos créditos, e as dotações disponíveis.

    Art. 91. O registro contábil da receita e da despesa far-se-á de acôrdo com as especificações constantes da Lei de Orçamento e dos créditos adicionais.

    Art. 92. A dívida flutuante compreende:

    I - os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;

    II - os serviços da dívida a pagar;

    III - os depósitos;

    IV - os débitos de tesouraria.

    Parágrafo único. O registro dos restos a pagar far-se-á por exercício e por credor distinguindo-se as despesas processadas das não processadas.

    Genero restos a pagar

    Espécie : restos a pagar processados e não processados

    Restos a pagar processados: passaram pela etapa de (empenho e liquidação), é concluso para pagar.

    Não processado: etapas (empenho), ou seja não percorreu a liquidação.

  • ERRADA! 

     

    Os Restos a Pagar (também chamados de RESÍDUOS PASSIVOS) são as despesas empenhadas, mas não pagas dentro do exercício financeiro.

     

    Seu registro é feito por EXERCÍCIO e por CREDOR

     

     

  • ERRADO

    Consideram-se Restos a Pagar ou resíduos passivos as despesas empenhadas, mas não pagas dentro do exercício financeiro;

     

    O Registro dos restos a pagar far-se-á por exercício e por  credor, distinguindo-se:

    Despesas Processadas (Empenhados, liquidados e não pagos)

    Despesas Não processadas(Empenhados, não liquidados e não pagos).

     

  • Se ficou algo a pagar de um exercício para outro, é porque tem alguém para receber, seja porque:

    1  Prestou o serviço e o pagamento ainda não foi feito porque não foi verificado a satisfatoriedade do serviço/produto (Despesas Não  Processadas e não pagas),

    2 Houve algum inconveniente com o pagamento, e não foi possível efetivá-lo dentro do exercício (Despesas Processadas e não pagas)

  • Talvez a assertiva quisesse confundir os conceitos de RESTOS A PAGAR com PRECATÓRIOS. Naqueles o CREDOR deve ser especificado (4.320/64, art. 92, parágrafo único); nestes é PROIBIDA a designação de casos ou de pessoas nas dotações orçamentárias ou nos créditos adicionais abertos para este fim (CF/88, art. 100).

  • ERRADO

    O registro dos restos a pagar far-se-á por exercício e por credor distinguindo-se as despesas processadas das não processadas. Prescreve em cinco anos a dívida passiva relativa aos Restos a Pagar.

  • ERRADO

    O registro dos restos a pagar far-se-á por exercício e por credor distinguindo-se as despesas processadas das não processadas. Prescreve em cinco anos a dívida passiva relativa aos Restos a Pagar.

  • Se você não saber quem entregou tal bem ou serviço, como irá pagar?

  • Registro do Restos a Pagar/Resíduos Passivos

    ->> por exercício (regime de competência) + credor (quem vai receber $$)

    Gabarito: ERRADO

  • O CRÉDITO DO TERCEIRO E NOMINAL... INDENTIFICADO.

    NO ATO DO REGISTRO DO R.P. CONSIDERA-SE O CREDOR... LOGO, TEM BENEFICIÁRIO...

    ART. 92 / 4320

    E

  • CREDOR que ou aquele que é beneficiário em vantagens, compensações, considerações.

    Lei nº 4.320/1964

    Art. 92. A dívida flutuante compreende:

    I - os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;

    II - os serviços da dívida a pagar;

    III - os depósitos;

    IV - os débitos de tesouraria.

    Parágrafo único. O registro dos restos a pagar far-se-á por EXERCÍCIO e por CREDOR distinguindo-se as despesas processadas das não processadas

  • Tem que saber pra quem se deve!

  • Parágrafo único. O registro dos restos a pagar far-se-á por exercício e por credor distinguindo-se as despesas processadas das não processadas.

    lei 4.320/64 art. 92

  • Quis confundir com o Pagamento de Precatórios...

  • ERRADO

  • fara registro em exercício ou credor

  • Restos a pagar: registra por exercício e por credor

    Precatórios: vedado o registro de beneficiários específicos.

    Gabarito: ERRADO

  • Me diz porque seria proibido kkkkk ... meio lógico....


ID
2679805
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Com relação a despesa pública, julgue o item subsequente.


O resultado da operação de crédito por antecipação da receita orçamentária feito por determinado órgão público deve ser incluído no montante da dívida fundada.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO

    As operações de créditos por antecipação de receita orçamentária serão inclusos na dívida pública flutuante, não na dívida fundada.

    Art. 115 do Decreto 93872/86

    § 1º A dívida flutuante compreende os compromissos exigíveis, cujo pagamento independe de autorização orçamentária, assim entendidos:

    a) os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida (a pagar, conforme a lei 4.320/64, artigo 92, inciso II);

    b) os serviços da dívida;

    c) os depósitos, inclusive consignações em folha;

    d) as operações de crédito por antecipação de receita;

    e) o papel-moeda ou moeda fiduciária.

  • complementando...

    operação de crédito : dívida pública consolidada ou fundada

    operação de crédito por antecipação de receita (ARO): dívida flutuante.

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: ERRADA

    Questão que trouxe um enunciado robusto mas que trata simplesmente do que compõe ou não a dívida fundada. Segundo a Lei 4320/64:

    Art. 92. A dívida flutuante compreende:

    I - os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;

    II - os serviços da dívida a pagar;

    III - os depósitos;

    IV - os débitos de tesouraria.

    Débito de tesouraria é um item da dívida flutuante oriundo de operações de crédito por antecipação da receita orçamentária, também denominado de ARO, logo, compõe a dívida flutuante e não fundada.

  • O resultado da operação de crédito por antecipação da receita orçamentária (ARO) feito por determinado órgão público deve ser incluído no montante da dívida flutuante.

     

    Sobre a ARO, vamos decorar o seguinte:

    É um nome bonito para endividamento público, ou seja, o governo não tem grana e vai precisar pegar emprestado.

    * Na lei 4.320/64 -> pode ser realizada em qualquer mês, para cobrir insuficiência de caixa (art 7).

    * Na LRF -> só pode ser realizda a partir do décimo dia do inicío do exercício (e deve ser quitada, até o dia dez de dezembro de cada ano); não será autorizada se cobrarem outros encargos (só pode cobrar o juros da operação, que deve ser prefixada/indexada) e enquanto tiver ARO não resgatada não poderá se pegar outra. Ah, e claro, não pode fazer ARO no último mandato do presidente, governados ou prefeito. (art 38)

    * ARO é divida flutuante e não compõe dívida fundada do ente (não entra no limite de endividamento público)

    * ARO não é computada na regra de ouro (desde liquidadas até 10 de dezembro de cada ano)

    * Estados ou municípios fazem ARO quando abrem um crédito junto a instituição financeira vencedora em processo eletrônico (feito no BACEN).

    * ARO somente pode serrealizada através de leilão eletrônico (BACEN).

    * O  BACEN acompanha e controla o crédito aberto e, no caso de inobservância dos limites, aplica sanções à instituição financeira credora.

     

    Fonte:  meus resumos com base nos livros do Sérgio Mendes e do Augustinho Paludo

  • Dívida pública consolidada ou fundada: (Consta na LOA)

    *Dependem de autorização legislativa para amortização ou resgate.

     

     

    --> Operações de crédito, para amortização em prazo superior a doze meses;

    --> Operações de crédito de prazo inferior a doze meses cujas receitas tenham constado do orçamento.

     

    *****************************************************************************************************************

     

    Dívida flutuante: (Não constam na LOA) 

    * O pagamento independe de autorização orçamentária

     

    -->  Operações de crédito por antecipação de receita; (ARO)

     

  • ARO é dívida flutuante.

     

    Resposta: ERRADO.

  • GAB:E

     

    Dívida flutuante:


    A dívida flutuante corresponde aos passivos financeiros exigíveis em prazo inferior a 12 meses, que não necessitam de autorização orçamentária para o seu pagamento, porque já foram autorizados pelo Poder Legislativo e resta apenas o seu pagamento, ou porque referem-se a dispêndios extraorçamentários.


    De acordo com o art. 92 da Lei no 4.320/1964, a dívida flutuante compreende:
    I – os Restos a Pagar, excluídos os serviços da dívida;    (despesas empenhadas e não pagas no exercício financeiro)

     

     

    II – os serviços da dívida a pagar;(valores referentes à amortização do principal, juros, correção monetária (se houver), bem como outros encargos oriundos da dívida pública de longo prazo)

     

    III – os depósitos

     

    IV – os débitos de Tesouraria. (Os débitos de Tesouraria são as obrigações oriundas de Antecipações de Receitas Orçamentárias (ARO), realizadas com a finalidade de cobrir as necessidades financeiras de caixa.) CASO DA QUESTÃO!!!
     

  • EXCELENTE O COMENTARIO DA DANIELA RFB

  • Daniela RFB, obrigada! O seu comentário foi tão bom que foi para os meus resumos. CRTL+C - CTRL+V. 

    Ah, espero que não faça o concurso para o qual estou estudando. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Atentar à LRF:


    Art. 29, § 3o Também integram a dívida pública consolidada as operações de crédito de prazo

    inferior a doze meses cujas receitas tenham constado do orçamento.

  • Dívida flutuante é a dívida de curto prazo.

    Dívida fundada é a dívida de longo prazo (sempre necessita de autorização legislativa).

  • Art. 98. A divida fundada compreende os compromissos de exigibilidade superior a doze meses, contraídos para atender a desequilíbrio orçamentário ou a financeiro de obras e serviços públicos.

    Art. 92. A dívida flutuante compreende:

    I - os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;

    II - os serviços da dívida a pagar;

    III - os depósitos;

    IV - os débitos de tesouraria.

    Parágrafo único. O registro dos restos a pagar far-se-á por exercício e por credor distinguindo-se as despesas processadas das não processadas.

    Dívida Fundada : Valores que o Ente Público tem que pagar depois de 12 meses

    Dívida Flutuante : Valores que o Ente Público tem que pagar em menos de 12 meses

  • O resultado da operação de crédito por antecipação da receita orçamentária feito por determinado órgão público deve ser incluído no montante da dívida FLUTUANTE (Art. 115, § único, "d" ----> Decreto 93872/86)

  • ARO=curto prazo=flutuante

  • Gab: ERRADO

    Ótimo Comentário da Simone Vieira. Acrescento ainda...

    Operação de Crédito: dívida pública Consolidada / Fundada. Inferior ou superior à 12 meses, precisa de autorização legislativa.

    Operação de Crédito por ARO: dívida Flutuante. Inferior à 12 meses, não precisa de autorização para pagamento.

  • ERRADO

    As operações de crédito por antecipação de receita orçamentária (ARO) devem ser quitadas no mesmo exercício financeiro, sendo assim incluídas em dívida flutuante.

    Abaixo deixo as fontes do meu comentário.

    LEI 4.320/64

    Art. 7° A Lei de Orçamento poderá conter autorização ao Executivo para:

    II - Realizar em qualquer mês do exercício financeiro, operações de crédito por antecipação da receita, para atender a insuficiências de caixa.

    Art. 92. A dívida flutuante compreende:

    I - os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;

    II - os serviços da dívida a pagar;

    III - os depósitos;

    IV - os débitos de tesouraria.

    Parágrafo único. O registro dos restos a pagar far-se-á por exercício e por credor distinguindo-se as despesas processadas das não processadas.

    Art. 98. A divida fundada compreende os compromissos de exigibilidade superior a doze meses, contraídos para atender a desequilíbrio orçamentário ou a financeiro de obras e serviços públicos.  

    MCASP 8 EDIÇÃO (página 93)

    ▪ Pagamento das operações de crédito por antecipação de receita orçamentária (ARO) – conforme determina a LRF, as antecipações de receitas orçamentárias para atender a insuficiência de caixa deverão ser quitadas até o dia 10 de dezembro de cada ano. Tais pagamentos não necessitam de autorização orçamentária para que sejam efetuados;

  • Há dois erros na questão a primeira sobre a dívida ser fundada, pois sabemos que é flutuante e a segunda seria ENTE e não órgão... será que estou certa!

  • Gab: ERRADO

    A questão erra ao dizer que ARO é dívida FUNDADA (que é o mesmo que CONSOLIDADA), o correto seria FLUTUANTE.

    1. A dívida FUNDADA compreende a dívida: (superiores a 12 meses).
    • Contratual;
    • Mobiliária;
    • Precatórios vencidos e Ñ pagos;
    • Operações de créditos.

    --------

    1. Por outro lado, a dívida FLUTUANTE compreende a dívida: (INferior a 12 meses).
    • Restos a pagar  
    • Serviço da dívida a pagar 
    • Depósitos
    • Débito de tesouraria

    FONTE: Meu resumo de AFO. Amostras disponíveis no --> https://linktr.ee/soresumo


ID
2679808
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Com relação a despesa pública, julgue o item subsequente.


A tomada de contas de suprimento de fundo concedido é automática, e será realizada tão logo cessem os motivos da concessão.

Alternativas
Comentários
  • Errado

    A tomada automática de contas de suprimento de fundos só ocorre se o servidor não apresentá-las dentro do prazo estabelecido pela autoridade ordenadora.

     

    Na prestação de conta deverão ser observados os seguintes procedimentos:

    ---> O servidor que receber Suprimento de Fundos é obrigado a prestar contas de sua aplicação.

    ---> Se não o fizer no prazo assinalado pelo Ordenador de Despesa,  procede-se, automaticamente, a tomada de contas.

     

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: ERRADA

    Questão difícil! Vamos primeiramente ao Decreto 93.872/86:

    Art . 45. Excepcionalmente, a critério do ordenador de despesa e sob sua inteira responsabilidade, poderá ser concedido suprimento de fundos a servidor, sempre precedido do empenho na dotação própria às despesas a realizar, e que não possam subordinar-se ao processo normal de aplicação, nos seguintes casos (Lei nº 4.320/64, art. 68 e Decreto-lei nº 200/67, § 3º do art. 74):

    § 2º O servidor que receber suprimento de fundos, na forma deste artigo, é obrigado a prestar contas de sua aplicação, procedendo-se, automaticamente, à tomada de contas se não o fizer no prazo assinalado pelo ordenador da despesa, sem prejuízo das providências administrativas para a apuração das responsabilidades e imposição, das penalidades cabíveis (Decreto-lei nº 200/67, parágrafo único do art. 81 e § 3º do art. 80).

    Art . 148. Está sujeito à tomada de contas especial todo aquele que deixar de prestar contas da utilização de recursos públicos, no prazo e forma estabelecidos, ou que cometer ou der causa a desfalque, desvio de bens ou praticar qualquer irregularidade de que resulte prejuízo para a Fazenda Nacional. Observem que a tomada de contas será feita automaticamente se o servidor que recebeu o suprimento não prestar contas no prazo!

    Aqui está o erro do enunciado ao afirmar que a tomada de contas será automaticamente realizada após cessar os motivos da concessão.

  • Lembrando que para a prestação de contas do Suprimento de Fundos, o prazo é de até 30 ( trinta) dias, contado a partir do término do prazo de aplicação.

  • ERRADA

    TOMADA DE CONTAS = PRESTAÇÃO DE CONTAS

    APLICAÇÃO = ATÉ 90 DIAS A CONTAR DO ATO DE CONCESSÃO.

    PRESTAÇÃO DE CONTAS = ATÉ 30 DIAS.

    Fonte: Prof: Anderson Ferreira.

  • Suprimentos de fundos:

     

    Prestação de contas será automática se o servidor não apresentá-las dentro do pz de 30d contados do término do pz de aplicação (90d)

  • Caso o prazo para prestação de contas ocorre em 31 de dezembro terá 15 dias para a prestação.

  • Suprimento de Fundos é uma espécie de adiantamento de valores a servidor público para futura prestação de contas. Vejamos o que estabelece o artigo 45 do Decreto 93.872/1986:

     

    Art. 45. Excepcionalmente, a critério do ordenador de despesa e sob sua inteira responsabilidade, poderá ser concedido suprimento de fundos a servidor, sempre precedido do empenho na dotação própria às despesas a realizar, e que não possam subordinar-se ao processo normal de aplicação, nos seguintes casos:

     

    I – para atender despesas eventuais, inclusive em viagens e com serviços especiais, que exijam pronto pagamento;

     

    II – quando a despesa deva ser feita em caráter sigiloso, conforme se classificar em regulamento; e

     

    III – para atender despesas de pequeno vulto, assim entendidas aquelas cujo valor, em cada caso, não ultrapassar limite estabelecido em Portaria do Ministro da Fazenda.

     

    § 1º O suprimento de fundos será contabilizado e incluído nas contas do ordenador como despesa realizada; as restituições, por falta de aplicação, parcial ou total, ou aplicação indevida, constituirão anulação de despesa, ou receita orçamentária, se recolhidas após o encerramento do exercício.

     

    § 2º O servidor que receber suprimento de fundos, na forma deste artigo, é obrigado a prestar contas de sua aplicação, procedendo-se, automaticamente, à tomada de contas se não o fizer no prazo assinalado pelo ordenador da despesa, sem prejuízo das providências administrativas para a apuração das responsabilidades e imposição, das penalidades cabíveis.

     

    A resposta para o enunciado encontra-se no § 2º supramencionado. Observe que a tomada de contas automática de suprimento de fundos somente ocorre caso o servidor não a apresente dentro do prazo estabelecido pelo ordenador de despesas.

     

    Ou seja, a assertiva está incorreta, visto que a tomada de contas automática de suprimento de fundo não ocorrerá assim que cessarem os motivos da concessão, mas somente quando o servidor responsável pelo suprimento não apresentar a prestação de contas dentro do prazo estabelecido pelo ordenador de despesas.

     

    Em face do exposto, temos que a assertiva está incorreta.
     

    Gabarito: ERRADO.

  • Colaborando:

    =========

    Prestação de contas (iniciativa do órgão/servidor) É DIFERENTE de Tomada de contas (iniciativa é do Órgão de controle).

    Bons estudos,

  • § 2º O servidor que receber suprimento de fundos, na forma deste artigo, é obrigado a prestar contas de sua aplicação, procedendo-se, automaticamente, à tomada de contas se não o fizer no prazo assinalado pelo ordenador da despesa, sem prejuízo das providências administrativas para a apuração das responsabilidades e imposição, das penalidades cabíveis.

    A resposta para o enunciado encontra-se no § 2º supramencionado. Observe que a tomada de contas automática de suprimento de fundos somente ocorre caso o servidor não a apresente dentro do prazo estabelecido pelo ordenador de despesas.

  • O prazo é de até 30 dias do término da aplicação, se não prestar conta nessa prazo, procede-se AUTOMATICAMENTE.

  • Aprendendo o jogo do CESPE!!!

    SUPRIMENTO DE FUNDOS:

    PRAZOS:

    Tomada de contas será automática se o servidor não as apresentar dentro do prazo de 30 dias contados do término do prazo de aplicação 90 dias.

    1) Prestação de Contas: Até 30 DIAS subsequentes do término do período de aplicação.

    (CESPE/EBSERH/2018) A tomada de contas de suprimento de fundo concedido é automática, e será realizada tão logo cessem os motivos da concessão.(ERRADO)

    (CESPE/SEDF/2017) O suprimento de fundos implica a realização de tomada de contas imediatamente após a execução da despesa.(ERRADO)

    (CESPE/TRT 10ª/2013) No ato em que autorizar a concessão de suprimento, a autoridade ordenadora fixará o prazo da prestação de contas, que deverá ser apresentada dentro dos trinta dias subsequentes do término do período de aplicação.(CERTO)

    2) O prazo máximo para aplicação do suprimento de fundos será de até 90 (noventa) dias a contar da data do ato de concessão do suprimento de fundos, e não ultrapassará o término do exercício financeiro.

    (CESPE/TRT 10ª/2013) O prazo máximo para aplicação do suprimento de fundos será de até sessenta dias, a contar da data do ato de concessão do suprimento de fundos, e não ultrapassará, em hipótese alguma, o término do exercício financeiro.(ERRADO)

    (CESPE/TRE-BA/2017) O regime de adiantamento denominado de suprimento de fundos consiste na entrega de numerário a servidor, sempre precedida de empenho na dotação própria, para o fim de realizar despesas que, pela excepcionalidade, a critério do ordenador de despesa e sob sua inteira responsabilidade, não possam subordinar-se ao processo normal de aplicação. O prazo máximo para aplicação do suprimento de fundos será de até noventa dias a contar da data do ato de concessão do suprimento de fundos, não podendo ultrapassar o término do exercício financeiro.(CERTO)

    3) Atenção!!! Caso o prazo para prestação de contas ocorra até 31 de dezembro terá até 15 de janeiro do ano subsequente para a prestação. Ou seja, não é mais 30 dias, e sim 15. Decreto 93872/86, Art. 46. Parágrafo único. A importância aplicada até 31 de dezembro será comprovada até 15 de janeiro seguinte.

    (CESPE/FUB/2013) O suprido terá até o final do exercício seguinte para comprovar a importância aplicada até trinta e um de dezembro.(ERRADO)

    (CESPE/TCE-AC/2009) A importância aplicada até 31 de dezembro deve ser comprovada até 31 de março do exercício financeiro subsequente.(ERRADO)

    (CESPE/TCE-MG/2018) A comprovação dos saldos de suprimento de fundos aplicados até o dia 31 de dezembro do exercício financeiro anterior deve ser feita até 31 de janeiro do exercício financeiro corrente.(ERRADO)

    Gabarito: Errado.

    "Precisamos manter o otimismo e a esperança, ouvir um ‘você consegue’ quando as coisas estão difíceis, fazem maravilhas com nosso ânimo! E vamos em frente, sempre!"

  • Gab: ERRADO

    A tomada de contas automática ocorre apenas se o agente responsável pelo suprimento não a fizer no prazo determinado.

    Erros, mandem mensagem :)


ID
2679811
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Em relação às disposições da Lei de Responsabilidade Fiscal, julgue o item subsecutivo.


As regras de responsabilidade fiscal vigentes para estados e municípios são igualmente aplicáveis para as empresas estatais dependentes.

Alternativas
Comentários
  • CERTO

    A LRF idealiza responsabilidade na gestão fiscal de toda a administração pública. 

    Pressupõe a ação planejada e transparente, em que se previnem riscos e corrigem desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas, mediante o cumprimento de metas de resultados entre receitas e despesas e a obediência a limites... 

     

    As disposiçoes da LRF obrigam a quem?

    Aos entes federados --------> União, Estados, DF e municípios.

    Compreendidos:

          Os 3 poderes, Ministério público e tribunais de contas. 

               ---> E suas administrações diretas, fundos, autarquias, fundaçoes e empresas estatais dependentes.

     

    Fonte: LRF

          

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: CERTA

    Questão que aborda a abrangência de aplicação da LRF. Nas referências à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, estão compreendidos o Poder Executivo, o Poder Legislativo, neste abrangidos os Tribunais de Contas, o Poder Judiciário e o Ministério Público; bem como as respectivas administrações diretas, fundos, autarquias, fundações e empresas estatais dependentes. Logo, aplicam-se também às regras atinentes da LRF às estatais dependentes.

  • GAB. CERTO

     

    Para complementar vale uma observação.

     

    '' A empresa estatal não dependente (ou independente) não faz parte do campo de aplicação da LRF.

     

    Consoante a LRF, empresa estatal dependente é uma empresa controlada, mas que recebe do ente controlador recursos financeiros para pagamento de despesas com pessoal ou de custeio em geral ou de capital, excluídos, no último caso, aqueles provenientes de aumento de participação acionária

     

    Não há previsão de uma lei no âmbito de qualquer ente que venha a sobrepor a LRF. A LRF é lei federal, porém com efeitos gerais ou nacionais, de tal sorte que inexiste necessidade de outra lei para dar aplicabilidade a seus dispositivos.''

     

    Fonte: Sérgio Mendes

  • Certo

    Art. 1º § 3o Nas referências: I - à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, estão compreendidos:

    a) o Poder Executivo, o Poder Legislativo, neste abrangidos os Tribunais de Contas, o Poder Judiciário e o Ministério Público;

    b) as respectivas administrações diretas, fundos, autarquias, fundações e empresas estatais dependentes;

    Art. 2o Para os efeitos desta Lei Complementar, entende-se como:

    III - EMPRESA ESTATAL DEPENDENTE: empresa controlada que receba do ente controlador recursos financeiros para pagamento de despesas com pessoal ou de custeio em geral ou de capital, excluídos, no último caso, aqueles provenientes de aumento de participação acionária;

    LRF

  • Certo.

     

    Art. 1º da Lei Complementar 101/00: “§ 2º As disposições desta Lei Complementar obrigam a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.

    § 3º Nas referências:

    I - à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, estão compreendidos:

    b) as respectivas administrações diretas, fundos, autarquias, fundações e empresas estatais dependentes”.

  • Adendo:

    Municípios com menos de 50 mil habitantes

    poderão facultativamente publicar os DEMONSTRATIVOS

    do RREO semestralmente

  • Certo!

    Complementando: Empresa estatal dependente é aquela que não possui

    recursos próprios para custeio geral e de pessoal.

  • Empresas estatais dependentes se submetem à LRF.

    Empresas estatais INdependentes NÃO se submetem à LRF.

  •  Art. 1o Esta Lei Complementar estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal, com amparo no Capítulo II do Título VI da Constituição.

     

            § 1o A responsabilidade na gestão fiscal pressupõe a ação planejada e transparente, em que se previnem riscos e corrigem desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas, mediante o cumprimento de metas de resultados entre receitas e despesas e a obediência a limites e condições no que tange a renúncia de receita, geração de despesas com pessoal, da seguridade social e outras, dívidas consolidada e mobiliária, operações de crédito, inclusive por antecipação de receita, concessão de garantia e inscrição em Restos a Pagar.

     

     

    I - à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, estão compreendidos:

            a) o Poder Executivo, o Poder Legislativo, neste abrangidos os Tribunais de Contas, o Poder Judiciário e o Ministério Público;

            b) as respectivas administrações diretas, fundos, autarquias, fundações e empresas estatais dependentes;

  • São submetidos à LC 101 (LRF):

      - U / E / DF /M                                                Suas  respectivas adm. diretas, autarquias,                                                                             - EXECUTIVO                                                      fundações e estatais dependentes.                             

    - LEGISLATIVO - TCs (TCU/TCE/TCM)        

    - JUDICIÁRIO                                            

    - MINISTÉRIO PÚBLICO                               





  • Considera-se uma estatal dependente quando ela necessita de recursos da União para cobrir suas despesas de pessoal, custeio e de capital, excluindo-se, nesse último caso, os recursos provenientes de participação acionária.

    Portanto, as estatais dependentes não geram recursos suficientes para financiar suas despesas, necessitando da ajuda financeira da União.

  • Meu único concorrente é a banca! Fé no pai que a nomeação sai!!!!  

     

    LRF

    § 2o As disposições desta Lei Complementar obrigam a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.

     

            § 3o Nas referências:

     

            I - à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, estão compreendidos:

            a) o Poder Executivo, o Poder Legislativo, neste abrangidos os Tribunais de Contas, o Poder Judiciário e o Ministério Público;

            b) as respectivas administrações diretas, fundos, autarquias, fundações e empresas estatais dependentes.

  •  § 2 As disposições desta Lei Complementar obrigam a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.

            § 3 Nas referências:

            I - à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, estão compreendidos:

            a) o Poder Executivo, o Poder Legislativo, neste abrangidos os Tribunais de Contas, o Poder Judiciário e o Ministério Público;

            b) as respectivas administrações diretas, fundos, autarquias, fundações e empresas estatais dependentes;

     III - empresa estatal dependente: empresa controlada que receba do ente controlador recursos financeiros para pagamento de despesas com pessoal ou de custeio em geral ou de capital, excluídos, no último caso, aqueles provenientes de aumento de participação acionária;

  • Uma empresa estatal dependente é aquela que recebe recursos financeiros para pagamento de pessoal, custeio em geral ou de capital, uma empresa estatal dependente além de depender dos recursos da União, ela também é uma empresa controlada 50%+1 dos votos!

    Bons estudos futuros servidores Públicos _/\_

  • É importante destacar que todos os entes políticos devem observar as regras constantes na LRF: União, Estados, Distrito Federal e Municípios, abrangendo o Ministério Público, Tribunal de Contas e Defensoria Pública. Além da Administração Direta, algumas entidades administrativas da Administração Indireta também estão no escopo da LRF: Autarquias, Fundações Públicas e Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista Dependentes.

    Um empresa estatal dependente é uma empresa controlada, mas que recebe do ente controlador recursos financeiros para pagamento de despesas com pessoal ou de custeio em geral ou de capital, excluídos, no último caso, aqueles provenientes de aumento de participação acionária.

    Já a empresa estatal não dependente é autossustentável e não faz parte do campo de aplicação da LRF, porém, seus investimentos integram a LOA por lidar com o dinheiro público. Isso ocorre para que a empresa tenha liberdade de atuação e, ao mesmo tempo, o Poder Público tenha controle sobre os investimentos dela.

  • O ponto principal da questões é a cobrança das abrangências em seu Art. 2º

     I - ente da Federação: a União, cada Estado, o Distrito Federal e cada Município;

            II - empresa controlada: sociedade cuja maioria do capital social com direito a voto pertença, direta ou indiretamente, a ente da Federação;

            III - empresa estatal dependente: empresa controlada que receba do ente controlador recursos financeiros para pagamento de despesas com pessoal ou de custeio em geral ou de capital, excluídos, no último caso, aqueles provenientes de aumento de participação acionária;

    Eu encaro as Empresas Controladas como se fosse o gênero que se divide em suas especies: Dependente ou Independente.

    Q 872034 essa questão trabalha os conceitos das duas.

  • CORRETA

    LRF

    Art. 1o

    § 2o As disposições desta Lei Complementar obrigam a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.

    § 3o Nas referências:

    I - à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, estão compreendidos:

    a) o Poder Executivo, o Poder Legislativo, neste abrangidos os Tribunais de Contas, o Poder Judiciário e o Ministério Público;

    b) as respectivas administrações diretas, fundos, autarquias, fundações e empresas estatais dependentes;

    II - a Estados entende-se considerado o Distrito Federal;

    III - a Tribunais de Contas estão incluídos: Tribunal de Contas da União, Tribunal de Contas do Estado e, quando houver, Tribunal de Contas dos Municípios e Tribunal de Contas do Município.

  • Errei porque entendi que a questão estava afirmando que as mesmas regras aplicadas aos estados e municípios valiam para as estatais dependentes. Devido as palavras REGRAS IGUALMENTE APLICÁVEIS.
  • As estatais INDEPENDENTES INDEPENDEM da LRF.

  • Gab: CERTO

    Cuidado com a diferença entre Empresa Estatal Dependente e Empresa Estatal CONTROLADA!

  • pensar demais erra.. isso é fato.

    mas creio que o "são igualmente aplicáveis" = também vale para estados/municípios. Aplicáveis, digamos.

  • Empresa estatal dependente:

    1. empresa controlada que receba do ente controlador recursos financeiros para pagamento de despesas com pessoal ou de custeio em geral ou de capital, excluídos, no último caso, aqueles provenientes de aumento de participação acionária;
  • ABRANGÊNCIA LRF (art. 1º, §3º)

    -> Legislativo, Executivo, Ministério Público e Judiciário; União, Estados/DF e Municípios

    Administração Direta

    Autarquias

    Fundações Públicas

    Tribunais de Contas

    Estatais -> DEPENDENTES (independentes estão FORA da aplicação da LRF)

    Gabarito: CERTO

  • Se tem dinheiro público para continuidade e manutenção das atividades primárias, então se submete à LRF!!!


ID
2679814
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Em relação às disposições da Lei de Responsabilidade Fiscal, julgue o item subsecutivo.


O projeto de lei orçamentária deve demonstrar, em anexo próprio, o cumprimento das metas fiscais estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias.

Alternativas
Comentários
  • LRF 

     

    Art. 5o O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:

     

            I - conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes do documento de que trata o § 1o do art. 4o (metas fiscais, LDO) ;

     

    GABARITO: CERTO

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: CERTA

    Questão simples e que trata puramente de artigos específicos da LRF. Conforme a LRF:

    Art. 5º O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar: I - conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes do documento de que trata o § 1º do art. 4º;

    Art. 4º § 1º Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.

  • Peraí colegas...

    Demonstrar que está compatível com a LDO é diferente de demosntrar que faticamente cumpriu suas metas...

  • Concordo com o Bulldog Estudante, até porque o cumprimento das metas fiscais de cada quadrimestre será demonstrado ao final dos meses de maio, setembro e fevereiro pelo Poder Executivo em audiência pública (Art. 9°, §4°, LRF), o que é um pouco diferente de constar no PLOA.

  • "O projeto de lei orçamentária deve demonstrar, em anexo próprio, o cumprimento das metas fiscais estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias".

     

    Gabarito preliminar: CERTO (Discordo do gabarito).

     

    A banca examinadora afirma que o PLOA deverá demonstrar, em anexo próprio, o cumprimento das metas fiscais estabelecidas na LDO.

     

    O que a LRF preconiza, em verdade, é que o PLOA conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes no Anexo de Metas Fiscais integrante da LDO.

     

    A LRF não afirma que o PLOA deve demonstrar o cumprimento das metas fiscais, mas, sim, se o PLOA é compatível com as metas estipuladas no AMF. É até incoerente se não for assim, já que o cumprimento das metas fiscais deve ser acompanhado ao longo do exercício.

     

    Como o gestor irá providenciar um relatório demonstrando o cumprimento de alguma meta se ele está apresentando um projeto, que ainda nem foi executado?  Fica a reflexão...

     

  • Concordo com o Edson Borges. Essas bancas mudam algumas palavras e para quem é detalhista fica difícil acertar a interpretação. Neste caso, já que a banca não elabora uma questão de raciocínio, é melhor fazer como a fcc (copiar e colar) que alterar palavras que podem mudar o sentido da legislação.

  • A impressão que eu tive é que foram invertidas. É a LDO, em anexo (Anexo de Metas Fiscais), que deve demonstrar que foram cumpridas as metas do ano anterior.

     

    § 1o Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.

     

    § 2o O Anexo conterá, ainda:

     

    I - avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior;

  • .. deve demonstrar, ..., o cumprimento das metas fiscais.... 

     

    dá a entender que já há LOA aprovada e já está em execução...

  • LDO (AMF, ARF)

  • Antes de estudar a LRF eu tinha acertado essa questão.

    Depois que estudei errei :(

    Agora não sei se estou aprendendo msm a matéria

     ou estão fazendo jogos cmg.

     

    Editando: (Repetição com correção até a exaustão  leva a perfeição)

    É preciso ler a LRF várias vezes pra entender essa lindeza.

     

    Em 20/09/2018, às 09:39:18, você respondeu a opção C.Certa!

    Em 15/09/2018, às 17:03:19, você respondeu a opção C.Certa!

    Em 15/09/2018, às 17:03:18, você respondeu a opção C.Certa!

    Em 09/09/2018, às 17:51:07, você respondeu a opção C.Certa!

    Em 03/09/2018, às 23:29:52, você respondeu a opção C.Certa!

    Em 02/09/2018, às 12:23:07, você respondeu a opção C.Certa!

    Em 01/09/2018, às 15:52:59, você respondeu a opção E.Errada!

    Em 20/08/2018, às 01:29:23, você respondeu a opção C.Certa!

  • Art.5º: O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o PPA, com a LDO e com as normas desta lei complementar:

    I - conterá, em anexo, demonstrativo de compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes do anexo de metas fiscais.

    .

    Gabarito: Certo.

  • O SEGREDO É NAO CHORAR. LRF É FODA

  • Art. 5o O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:

    I - conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes do documento de que trata o § 1o do art. 4o

  • Pelo que eu saiba isso está errado. É O RREO que bimestralmente irá demonstrar o cumprimento das metas da LDO.

     

    Ora , como você vai demonstrar cumprimento de meta da LDO ANTES MESMO de começar o exercício ?  (Pelo o que a questão diz , seria demonstrar cumprimento de meta quando da elaboração do PLOA   (????????))

     

    WTF !

     

    Art. 53. ACOMPANHARÃO o Relatório Resumido DEMONSTRATIVOS relativos

    III - resultados nominal e primário;

  • Gab: CERTO

    AFO já é questão de detalhes e com a CESPE sendo dúbia em vários tipos de questões complica mais. Há momentos em que devemos ter muita interpretação e momentos que não devemos interpretar tanto... difícil é saber em quais!

  • De acordo com a LRF?

    Art. 5o O PLOA

    COMO DEVE SER ELABORADO? 

    DEVE ser elaborado de forma compatível com o PPA , com a LDO e com as normas da LRF.

    O QUE CONTERÁ?

            I - conterá, em anexo, DEMONSTRATIVO DA COMPATIBILIDADE DA PROGRAMAÇÃO DOS ORÇAMENTOS

          com os OBJETIVOS E METAS constantes na LDO;...

  • Uma coisa é demonstrar a compatibilidade do orçamento com as metas fiscais, outra é demonstrar o cumprimento dessas metas. Gabarito, na realidade, é E (embora a banca diga que é C).

  • A banca, pra variar, tentou mudar as palavras da Lei pra confundir o candidato e terminou por dizer uma coisa que não está lá. A assertiva está errada, mas para o CESPE no momento, ele só escreveu a letra de lei com outras palavras. Os organizadores dessa prova de AFO deveriam responder mais as provas de Português da banca antes de querer inventar moda...

  • Quanto mais estudamos, mais erramos. Tem questões que é mais fácil quem nunca abriu a lei na vida acertar que quem comeu a lei noite e dia!

  • Camila Betini eu também não sei a matéria, mas para a prova eu entendi que o anexo tem que estar na LDO.

     =)

  • Professores que concordam com a banca sempre :/

    O anexo da LOA não demonstra o cumprimento das metas, como os colegas mencionaram. Se alguém demonstra cumprimento de alguma meta, esse anexo é o de metas fiscais:

    LRF:

    "§ 1o Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.      

    § 2o O Anexo conterá, ainda:

    I - avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior;

  • ART.9 LRF

    § 4o Até o final dos meses de maio, setembro e fevereiro, o Poder Executivo demonstrará e avaliará o cumprimento das metas fiscais de cada quadrimestre, em audiência pública na comissão referida no § 1 o

    do art. 166 da Constituição ou equivalente nas Casas Legislativas estaduais e municipais

  • INDICAR PARA COMENTÁRIO DO PROF!!!

  • Gente, pela Lei essa questão está flagrantemente errada. Infelizmente nem sempre o povo do cespe tem bom censo para dar o braço a torcer. Mas não tem perigo de essa afirmação ser correta.

     

    LEI COMPLEMENTAR Nº 101, DE 4 DE MAIO DE 2000

     

    Seção II

    Da Lei de Diretrizes Orçamentárias

      Art. 4o A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2o do art. 165 da Constituição e:

      § 1o Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.

     § 2o O Anexo conterá, ainda:

      I - avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior;

     

     

    Seção III

    Da Lei Orçamentária Anual

            Art. 5o O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:

            I - conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes do documento de que trata o § 1o do art. 4o; (Art. 4o A lei de diretrizes orçamentárias ...:   § 1o Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.)

     

    Repeti o artigo 4º, § 1º só pra não esquecermos de nenhum detalhe.

     

    Assim, o projeto de lei orçamentária anual, conterá, em anexo próprio, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes no Anexo de Metas Fiscais.

    É preciso observar que demonstrar a compatibilização com as metas é diferente de demonstrar o cumprimento dessas metas.

     

    Não adianta brigar com a banca, mas é triste ver uma questão dessa, pois quem estudou a lei sabe que está errada e pode ter perdido a questão, e uma questão faz sim muita diferença na aprovação.

     

  • LRF- Lc n°101 de 04 de Maio de 2000

    Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências.

    Art. 5o O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:

    I - conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes do documento de que trata o § 1o do art. 4o;

    CERTO

  • correto,

    Consoante a lei complementar 101/2000, em seu art 5º, "o projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas dessa lei complementar: I - conterá, em anexo, demonstrativo de compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas de que trata o "parágrafo" 1º do art. 4". Isto é, deverá demonstrar a compatibilidade do orçamento com os objetivos e metas constantes no anexo de metas fiscais da LDO.

  • Como sempre essas bancas cometendo absurdos linguísticos!! Demonstrar compatibilidade é GROSSEIRAMENTE diferente de demonstrar cumprimento de metas.

  • Concordo plenamente com o comentário do colega Edson Borges.

    Realmente são coisas completamente distintas "demonstrar a compatibilidade" e "demonstrar o cumprimento"

  • Gente eu li e reli e cheguei a conclusão: ESTÁ CERTA MESMO :( porém tem que olhar de uma forma diferente para o significado da palavra "cumprimento", observe:

    Na primeira vez eu li assim:

    "O projeto de lei orçamentária deve demonstrar, em anexo próprio, o cumprimento das metas fiscais estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias."

    E pensei: a lei só diz "compatiblidade com objetivos e metas do anexo de metas fiscais", não tem nada disso na LOA, a loa não tem que mostrar que está cumprindo, mostra a compatibilidade.

    Ai eu li novamente e esse cumprimento quer dizer que está seguindo certinho o que o o anexo de metas fiscais da LDO pediu, está cumprindo, está compatível.

    É difícil perceber assim mas segue o baile pq a banca não cedeu.

  • Pessoal, a assertiva está correta. Vejam a comparação que faço da assertiva cespe com a LRF:

    Assertiva: O projeto de lei orçamentária deve demonstrar, em anexo próprio, o cumprimento das metas fiscais estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias.

    LRF

    Da Lei Orçamentária Anual

    Art. 5o O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:

    I - conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes do documento de que trata o § 1o do art. 4o;

    Da Lei de Diretrizes Orçamentárias

    Art. 4o A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2o do art. 165 da Constituição e:

    § 1o Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.

  • Cara... Gostaria de entender de quem está justificando e considerando "demonstrar compatibilidade" igual a "demonstrar cumprimento".

    Não consigo entender como um projeto de lei vai demonstrar o cumprimento de algo que ocorrerá no ano seguinte.

  • Vamos chegar às conclusões após a leitura do dispositivo legal, a LRF, nos artigos e parágrafos que tratam da LOA e da LDO. Vejamos:


    LDO
    Art. 4º A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2º do art. 165 da Constituição e: 
    ...
    § 1º Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes. 
    § 2º O Anexo conterá, ainda:
    I - avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior; 

    LOA
    Art. 5º O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:
    I - conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes do documento de que trata o § 1o do art. 4o; 
    II - será acompanhado do documento a que se refere o § 6o do art. 165 da Constituição, bem como das medidas de compensação a renúncias de receita e ao aumento de despesas obrigatórias de caráter continuado; I
    II - conterá reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, destinada ao: 
    a) (VETADO)
    b) atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos. 

    Bem confuso o enunciado, mas entendo que esteja certo. Explico: o anexo de metas fiscais é um documento da LDO, e a avaliação do seu cumprimento, no ano anterior, faz parte deste anexo. Entretanto, a compatibilidade/cumprimento das metas é anexo também da LOA, conforme o art. 5º, I (que remete ao art. 4º, § 1º). A questão foi infeliz em trazer a palavra "cumprimento", mas em momento algum faz referência ao Anexo de Metas Fiscais (uso o termo "anexo próprio") e ao "ano anterior".

    Questão escorregadia, mas concordo com o gabarito.


    Gabarito do professor: Certo.
  • Não entendi esse gabarito. Se cair outra igual eu vou errar de novo.

    Pois a cumprimento das metas é um demonstrativo do Anexo de Metas Fiscais que acompanha a LDO e não a LOA.

    Art. 4º 

    § 1º Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.

    § 2º O Anexo conterá, ainda:

    I - avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior

    Veja esta questão que o CESPE deu como ERRADA.

    (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa – TRE/PI – 2016) O anexo no qual consta a avaliação

    do cumprimento das metas relativas ao exercício anterior acompanha a LOA.

  • Art. 5 O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:

    I - conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes do documento de que trata o § 1 do art. 4;

    Art. 4   A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no   e:

    § 1  Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes

  • Discordo do gabarito. Não existe essa previsão na LRF. O que a lei diz é:

    " Art. 5 O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:

    I - conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes do documento de que trata o § 1 do art. 4º".

    Demonstrar compatibilidade NÃO é demonstrar cumprimento de metas.

    Somado a isso, como um PROJETO de LOA vai demonstrar cumprimento de metas que nem podem ser verificadas ainda, visto que a execução da LOA nem começou??

    Questão extremamente mal elaborada. Gabarito deveria ter sido errado.


ID
2679817
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Em relação às disposições da Lei de Responsabilidade Fiscal, julgue o item subsecutivo.


O município que deixar de arrecadar parcela do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana ficará proibido de receber transferências voluntárias da União.

Alternativas
Comentários
  • LRF

    Art. 11. Constituem requisitos essenciais da responsabilidade na gestão fiscal a instituição, previsão e efetiva arrecadação de todos os tributos da competência constitucional do ente da Federação.

    Parágrafo único. É vedada a realização de transferências voluntárias para o ente que não observe o disposto no caput, no que se refere aos impostos.

  • Certo

     

    Os entes devem instituir, prever e arrecadar todos os tributos devidos da sua competência constitucional.

     

    Devem cumprir esses requisitos, pois é vedada a realização de transferências voluntárias para quem não arrecadar os impostos devidos.

    Fonte: LRF, Art. 11

  • Gabarito: CERTA
    CABE RECURSO!

    Isso mesmo. Atente que a efetiva arrecadação de tributos (gênero) é requisito para a responsabilidade na gestão fiscal, mas, somente em relação à espécie impostos é que gera a vedação ao recebimento de transferências voluntárias. Conforme a LRF:

    Art. 11. Constituem requisitos essenciais da responsabilidade na gestão fiscal a instituição, previsão e efetiva arrecadação de todos os tributos da competência constitucional do ente da Federação.

    Parágrafo único. É vedada a realização de transferências voluntárias para o ente que não observe o disposto no caput, no que se refere aos impostos.

    Sim, professor, e onde está o erro? Acontece que há exceções no que diz respeito às áreas de educação, saúde e assistência social, conforme art. 25 da LRF:

    § 3o Para fins da aplicação das sanções de suspensão de transferências voluntárias constantes desta Lei Complementar, excetuam-se aquelas relativas a ações de educação, saúde e assistência social.

  •  Art. 11. Constituem requisitos essenciais da responsabilidade na gestão fiscal a instituição, previsão e efetiva arrecadação de todos os tributos da competência constitucional do ente da Federação.

            Parágrafo único. É vedada a realização de transferências voluntárias para o ente que não observe o disposto no caput, no que se refere aos impostos.

    Correto

  • Creio que caberia recurso. O que o examinador quis dizer com parcela? Um percentual / parte da arrecadação ou as parcelas mensais de todos os contribuintes? Quer dizer que se uma pessoa deixar de pagar o IPTU, o ente fica impedido de receber transferências voluntárias (exceto Educ/ Saude/Assist) A LRF fala "efetiva arrecadação de todos" os tributos, mas não fala em todas as parcelas ou todo o valor devido de todos os contribuintes!!! Ultimamente as questões do CESPE estão muito mal formuladas!!!
  • Errado. 

    art. 25 da LRF:

    § 3o Para fins da aplicação das sanções de suspensão de transferências voluntárias constantes desta Lei Complementar, excetuam-se aquelas relativas a ações de educação, saúde e assistência social

  • Acertei a questão, mas entendo perfeitamente que caberia recurso. O Cespe ora cobra a regra, ora cobra a exceção. Vai entender, né?! Só nos resta orar!

  • Gente, eu entendi assim:

    os tributos são: impostos, contribuições de melhoria e taxas. O ente pode deixar de cobrar contribuições de melhoria e taxas, ou seja, ao fazer isso, o ente não perde transferências voluntárias. O que o ente federado não pode é: deixar de arrecadar IMPOSTOS.

    imposto - espécie de ''Tributos''. Portanto, questão CERTA.

    *Assim entendi numa aula. Qualquer equívoco, informar inbox.

  • Realmente caberia recurso, mas acertei a questão por entender que o Cespe quando cobra uma sentença aberta (sem dizer "somente", "apenas", etc) ele está pedindo a REGRA GERAL, infelizmente temos que nos adequar ao comportamento da banca, acredito que a questão não será anulada.

  • EXATAMENTE ESTÁ CLARO NA LEI.

     

    Art. 11. Constituem requisitos essenciais da responsabilidade na gestão fiscal a instituição, previsão e efetiva arrecadação de todos os tributos da competência constitucional do ente da Federação.

     

    Parágrafo único. É vedada a realização de transferências voluntárias para o ente que não observe o disposto no caput, no que se refere aos impostos.

     

  • CUIDADO:

    Q723690 Suponha que determinado município tenha aprovado a redução da alíquota do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU) para imóveis utilizados em ações sociais filantrópicas. Nessa situação, esse município continuará apto a receber as transferências voluntárias da União. CERTO.

  • ACABEI DE RESOLVER UMA QUESTÃO QUE O CESPE DEU COMO ERRADA, POIS EXISTEM EXCEÇÕES. O QUE LEVO PARA A PROVA? KKKK

  • O município que deixar de arrecadar parcela do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana ficará proibido de receber transferências voluntárias da União. Resposta: Certo.


    Comentário: conforme a LC nº 101/00, Art. 11, §único, é vedada a realização de transferências voluntárias para o ente que não observe o disposto no caput, no que se refere aos impostos.

  • Eu faço assim: se, a questão trouxer elementos que me conduzam à exceção, então devo considerá-la. Caso contrário, vou pela regra geral.

  • CERTO



    Art. 11. Constituem requisitos essenciais da responsabilidade na gestão fiscal a instituição, previsão e efetiva arrecadação de todos os tributos da competência constitucional do ente da Federação.


           Parágrafo único. É vedada a realização de transferências voluntárias para o ente que não observe o disposto no caput, no que se refere aos impostos. (esta vedação é só para impostos, não serve para taxas e contribuições de melhorias que também são especies de tributos.)

  • CORRETO 

     

    MUNÍCIPIO DEIXOU DE ARRECADAR = IMPOSTO (IPTU) - mesmo que parcialmente

    - É vedado é a realização de transferências voluntárias para o ente que não arrecade de todos os tributos.

    - Essa vedação não alcança as tranferências voluntárias relativas a ações de educação, saúde e assistência social.

     

    Ano: 2013 Banca: CESPE Órgão: TCE-RO

    Suponha que determinado município tenha aprovado a redução da alíquota do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU) para imóveis utilizados em ações sociais filantrópicas. Nessa situação, esse município continuará apto a receber as transferências voluntárias da União. CORRETO (MOTIVO: apenas reduziu o montante, não foi deixado de se arrecadar integralmente ou parcialmente).

  • essa tal de exceção X regras ainda vai nos matar. Ora o cespe considera uma, ora outra e que se lasque o concurseiro.

  •   Art. 11. Constituem requisitos essenciais da responsabilidade na gestão fiscal a instituição, previsão e efetiva arrecadação de todos os tributos da competência constitucional do ente da Federação.

            Parágrafo único. É vedada a realização de transferências voluntárias para o ente que não observe o disposto no caput, no que se refere aos impostos.

  • Discordo da proposta de recurso feita pelo colega. A questão claramente pede a regra.

  • Há exceções para o impedimento ao recebimento de transferências voluntárias. São aquelas referentes a ações de saúde, educação e assistência social. In verbis (art. 25 da LRF):

    "§ 3 Para fins da aplicação das sanções de suspensão de transferências voluntárias constantes desta Lei Complementar, excetuam-se aquelas relativas a ações de educação, saúde e assistência social."

    Fico igual a couro de joelho (pra não dizer outra coisa) nessa questão: vai e volta, vai e volta...erra, acerta, erra acerta...

  • lembrando que ao município é facultado a arrecadação do ITR, se o fizer, fica com 100% dos recursos e se não o fizer fica com 50% dos mesmos. Por isso também a questão é passível de recurso.

  • Agora sim!

    Qual foi o tributo que o ente deixou de arrecadar? 

    Um imposto! O imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU).

    Então, realmente, ele ficará proibido de receber transferências voluntárias de outro ente.

    Gabarito: Certo

  • Mimia, a questão fala de IPTU. Entendo que a questão não é passível de recurso porque a regra do art.11 §único é clara.

  • Não cabe recurso. Teve uma expressão de realce tipo "SEM EXCEÇÃO", "DE MANEIRA ALGUMA" que comprometeria a "exceção à regra" ? Não, então deve-se usar somente a regra para resolve-la.

    Atenção aqui à pegadinha que a Cespe faz com esse tipo de questão.

    A CESPE é atenta que a referida lei fala EXCLUSIVAMENTE DE IMPOSTOS.

    Repare nessa questão

    CESPE - 2007 - AGU - Procurador Federal - Prova 1

    Considere a seguinte situação hipotética. Determinado município da Federação criou contribuição de melhoria, em virtude da construção do Parque Central, cobrada dos moradores das proximidades do referido parque, em face da valorização imobiliária decorrente de sua construção. Entretanto, apesar de legalmente constituído, o aludido município não regulamentou a cobrança do tributo em comento, prejudicando a sua efetiva arrecadação.

    Nessa situação, ficará vedada a realização de transferências voluntárias ao município da Federação em epígrafe.

    ERRADO

  • instituição, previsão e efetiva arrecadação de todos os TRIBUTOS da competência constitucional do ente são requisitos essenciais da responsabilidade na gestão fiscal. Não obstante, a sanção de vedação de recebimento de transferências voluntárias aplica-se somente ao ente que deixar de prever, instituir e arrecadar IMPOSTOS (espécie do gênero TRIBUTOS).

     

    Com isso, temos que a assertiva é verdadeira, visto que, de fato, se algum município deixar de prever, instituir ou arrecadar o IPTU, ficará proibido de receber transferências voluntárias da União.

  • Mas professor Leandro estão especificados quais são os impostos e, acredito, ao meu ver, q não se referem a nenhuma dessas exceções.
  • LRF Art. 25 §3o - Para fins da aplicação das sanções de suspensão de transferências voluntárias constantes desta Lei Complementar, excetuam-se aquelas relativas a ações de educação, saúde e assistência social.

    Portanto, discordo do gabarito proposto pela banca, que torna-se contraditória em algumas questões!

  • Gab: CERTO

    A questão está certa porque cobra a letra do Art. 11, parágrafo único da LRF.

    É VEDADA a realização de transferências voluntárias para o ente que NÃO observe o disposto no caput, no que se refere aos IMPOSTOS (espécie). IPTU é imposto, portanto, se o município não instituir, prever ou arrecadar de forma efetiva, não receberá transferências voluntárias.

    Há exceção no §3° do Art. 25, mas a questão se limita apenas à regra.

  • A questão está correta pq imposto não é tributo vinculado, então não se pode citar as ações de saúde, educação e assist social como sendo a exceção dessa regra do paragrafo único do art 11.

  • Concurso posterior a esse o CESPE considerou as exceções. Fica difícil acompanhar.

  • Uma hora cobra a regra geral, outra hora quer saber da exceção. É complicado.

    Ano: 2020 Banca:  Órgão:  Prova: 

    Determinado estado da Federação não promoveu a instituição, a previsão e a efetiva arrecadação de todos os impostos de sua competência constitucional em 2019.

    A respeito dessa situação hipotética, julgue o item subsecutivo.

    Nos termos da LRF, esse estado está impossibilitado de receber transferências voluntárias da União em 2020. (Errado)

  • aff cespe ainda não se definiu se vai cobrar exceção ou regra geral nesse ponto das transferências voluntárias ...que idiotice da banca!!!

  • Do jeito que está escrito, vc não sabe se é a regra ou exceção.

  • se a questão estiver falando em imposto , redondinho eu julgo com a regra , fora parte exceção

  • Essa coisa de a CESPE às vezes considerar a regra geral correta, e, às vezes, focar no fato de haver exceção, ainda vai me enlouquecer um dia

  • Ontem resolvi uma questão e marquei certo, ou seja, desconsiderei a exceção relativa à educação, saúde e assistência, e o Cespe considerou a questão errada. Hoje fui resolver essa aqui, e marquei errado, e o Cespe considerou certo.

    Tempos sombrios!

  • Eu já não sei o que responder

  • O Cespe considera a regra geral, logo o gabarito está certo.

  • .....SALVO se for dindin pro SUS, educação e outra que esqueci!

    Deveria ser errada essa questão.

  • Art. 11. Constituem requisitos essenciais da responsabilidade na gestão fiscal a instituição, previsão e efetiva arrecadação de todos os tributos da competência constitucional do ente da Federação.

    Parágrafo único. É vedada a realização de transferências voluntárias para o ente que não observe o disposto no caput, no que se refere aos impostos.

  • E aí?! Considerar a exceção ou não?

  • Gab: CERTO

    Nesse caso, consideramos a REGRA! Muita gente tem questionado a banca nesses casos porque NÃO sabem como julgar quando é a regra e quando é a exceção. Mas calma, veja!!

    • Ex.1 - (CESPE - TCE-RN - Técnico Jurídico) Com base na (LRF), julgue o item que se segue. O fato de um município não ter instituído o imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISSQN) o impede de receber transferências voluntárias da União. CERTO. Literalidade do Art. 11, LRF.
    • Ex.2 - (CESPE - MPE/CE - Ciências Contábeis) Determinado estado da Federação não promoveu a instituição, a previsão e a efetiva arrecadação de todos os impostos de sua competência constitucional em 2019. Nos termos da LRF, esse estado está impossibilitado de receber transferências voluntárias da União em 2020. ERRADO. Há as exceções do Art. 25, LRF.

    Perceba, então, que quando a banca trouxer a regra, ela se limitará à cobrança do texto do Art. 11, §1° da LRF. E, ainda que se utilize da palavra "PROIBIDO", "IMPEDIDO" ou "VEDADO", a questão estará corretaEntretanto, se vier da mesma forma que o Ex.2, como "IMPOSSIBILITADO", aí marcaremos errado; visto que há as exceções que conhecemos no Art. 25.

    Deu para clarear?

    Erros, mandem mensagem :)

  • veja a questão Q1153907 e fique com raiva.

  • Resta saber se o FICARÁ dos CESPE, está relacionado à regra ou a exceção!

  • https://youtu.be/fetPkFykdTQ?t=9205

    Visão do Prof. Anderson Ferreira (Gran) sobre o tema!

  • Em outra questão similar, a banca foi justamente com outro entendimento. Fica difícil saber se quer a regra ou exceção.

    CESPE e suas cespices.

  • Essas questões têm sido uma loteria, ora se pede a regra, ora se pede as exceções. Creio que o atual entendimento da banca é que o que considera as exceções, ou seja que o ente ainda terá de receber transferências desde que se trate de saúde, educação e assistência, razão pela qual o gabarito hoje seria dado como errado.

  • Uma hora eles cobram a exceção, outra hora a regra geral, tudo isso com a mesma assertiva.


ID
2679820
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Em relação às disposições da Lei de Responsabilidade Fiscal, julgue o item subsecutivo.


Caso decida expandir a ação governamental sob sua responsabilidade, o gestor poderá empenhar as despesas relacionadas à expansão, mas a liquidação e o pagamento dessas despesas somente poderão ser realizados depois da apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de compatibilidade das despesas.

Alternativas
Comentários
  • LRF:

     

    Art. 16. A criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento da despesa será acompanhado de

    - estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subseqüentes; 

    II - declaração do ordenador da despesa de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a lei orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias. 

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: ERRADA

    Excelente questão! Super bem elaborada e exigiu conhecimentos amplos sobre a LRF. Conforme a Lei:

    Art. 16. A criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento da despesa será acompanhado de:

    I - estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subsequentes;

    II - declaração do ordenador da despesa de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a lei orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias.

    § 4o As normas do caput constituem condição prévia para:

    I - empenho e licitação de serviços, fornecimento de bens ou execução de obras;

    Ou seja, deve se atentar aos requisitos, inclusive, para o empenho e licitação de serviços, e não somente na liquidação e pagamento, como afirma o item.

  • Reescrevendo de modo que a assertiva fique correta.

    Caso decida expandir a ação governamental sob sua responsabilidade, o gestor poderá aumentar as despesas relacionadas à expansão, desde que esse aumento esteja acompanhado da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de do ordenador de despesas de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a LOA e compatibilidade com o PPA e a LDO.


    fonte: art 16 da LRF.

  • Essa matéria é uma desgraça.
  • Que revolta... kkkkkkkkk

     

  • O ERRO DA QUESTÃO ESTÁ NESSE SOMENTE NA LIQUIDAÇÃO E PAGAMANETO QUANDO NA VERDADE DEVE ACOMPANHAR O EMPENHO TAMBÉM.

    "DEIXE DE PREGUIÇA E LEIA O ARTIGO 16 DA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL"

     

  • CAPÍTULO IV - DA DESPESA PÚBLICA

     

    Seção I - Da Geração da Despesa

     

      Art. 16. A criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento da despesa será acompanhado de:

     

            I - estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subseqüentes;

     

            II - declaração do ordenador da despesa de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a LOA e compatibilidade com o PPA e com a LDO.

     

            § 4o As normas do caput constituem condição prévia para:

     

                I - empenho e licitação de serviços, fornecimento de bens ou execução de obras;

     

    Questão: Caso decida expandir a ação governamental sob sua responsabilidade, o gestor poderá empenhar as despesas relacionadas à expansão, mas a liquidação e o pagamento dessas despesas somente poderão ser realizados depois da apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de compatibilidade das despesas.

     

    Ou seja, não poderá empenhar antes da estimativa do impacto orçamentário e declaração de compatibilidade. 

     

    ERRADO. 

  • GALERA ESSA MATERIA É COMPLICADA MESMO... VAMOS LA

    VAMOS SUPOR QUE DETERMINADO ENTE AUMENTE A DESPESA PARA CONTRUIR UM PARQUINHO PARA CRIANÇAS. O QUE ACONTECE? A PERGUNTA QUE TEM QUE SE FAZER É...

    QUAL O IMPACTO NO ORÇAMENTO FINANCEIRO NESSE EXERCICIO (1 ANO CIVIL) E NOS OUTROS 2 EXERCICIOS?! - 2018/2019/2020

    DPS DISSO, O  ORGAO OU ENTE VAI ELABORAR UMA DECLARAÇAO INFORMANDO QUE O AUMENTO TEM ADEQUAÇAO ORÇAMENTARIA COM A LOA, AFINAL ELE PRECISAVA CONSTRUIR O PARQUE ESSE ANO E TEVE QUE COMPRAR MAIS BRINQUEDOS. AI NO CASO ELE VAI VE SE É COMPATIVEL COM O PPA E COM AS METAS DA LDO.

     

  • O Empenho também só poderá ser realizado depois da apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de compatibilidade das despesas.

     

    Não se deve empenhar uma despesa sem antes verificar o orçamento.

  • E eu que achava RLM ruim ... haha

  • O empenho é a fase que cria obrigação de pagamento, então você cria a obrigação e depois apresenta  a estimativa? Não né, e o planejamento?

  • Caso decida expandir a ação governamental sob sua responsabilidade, o gestor poderá empenhar as despesas relacionadas à expansão, mas a liquidação e o pagamento dessas despesas somente poderão ser realizados depois da apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de compatibilidade das despesas.

  • ESSA TEM QUE LER BEMMM PONTO A PONTO

     

    Caso decida expandir a ação governamental sob sua responsabilidade, o gestor poderá empenhar as despesas relacionadas à expansão, mas a liquidação e o pagamento dessas despesas somente poderão ser realizados depois da apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de compatibilidade das despesas.

     

     

     

     

    Art. 16. A criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento da despesa será acompanhado de:

    I - estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subsequentes;

    II - declaração do ordenador da despesa de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a lei orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias.

     

    ENTÃO PARA CRIAR, EXPANDIR OU APERFEIÇOAR QUE ACARRETE AUMENTO TEM QUE SER FEITO ANTESSSS DE EMPENHAR!!!

  • Só eu que não suporto essas pessoas que vem aqui só pra comentar: "questão mole mole, questão tranquilinha" 

    AFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

  • Gabarito: E.

     

    Ordem correta seria:

    Estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de compatibilidade das despesas (art. 16, I e II, §4, LRF);
     Empenho      }  Estágio da despesa
    3° Liquidação    }  Estágio da despesa
    4° Pagamento   }  Estágio da despesa

     

    "O processo é lento, mas desistir não acelera"

  • '' As pessoas precisam ser mais humildes! ''

  • Questão muito mal elaborada, pra variar, em nenhum momento a assertiva fala em uma ordem, apenas versa que para liquidar e pagar, tem que ter a estimativa do impacto financeiro antes, o que é verdade. Porém... Cespe né, vida que segue.

  • Art. 16. A criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento da despesa será acompanhado de:

            I - estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subseqüentes;

            II - declaração do ordenador da despesa de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a lei orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias.

            § 1o Para os fins desta Lei Complementar, considera-se:

            I - adequada com a lei orçamentária anual, a despesa objeto de dotação específica e suficiente, ou que esteja abrangida por crédito genérico, de forma que somadas todas as despesas da mesma espécie, realizadas e a realizar, previstas no programa de trabalho, não sejam ultrapassados os limites estabelecidos para o exercício;

            II - compatível com o plano plurianual e a lei de diretrizes orçamentárias, a despesa que se conforme com as diretrizes, objetivos, prioridades e metas previstos nesses instrumentos e não infrinja qualquer de suas disposições.

            § 2o A estimativa de que trata o inciso I do caput será acompanhada das premissas e metodologia de cálculo utilizadas.

            § 3o Ressalva-se do disposto neste artigo a despesa considerada irrelevante, nos termos em que dispuser a lei de diretrizes orçamentárias.

            § 4o As normas do caput constituem condição prévia para:

            I - empenho e licitação de serviços, fornecimento de bens ou execução de obras;

            II - desapropriação de imóveis urbanos a que se refere o § 3o do art. 182 da Constituição.


    Vejam que o enunciado diz que a liquidação, o e o pagamento somente poderão ser realizados depois da apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de compatibilidade das despesas e não tem isso na lei.


    Material Estratégia Concursos

  • Neto JQN,

    quando vc for APROVADO em 1º lugar no concurso do MPU não esqueça de vir aqui e dizer: "TODAS" as questões foram tranquilas; mole, mole; fácil, fácil, viu?!?! Seu sabichão do QC. (expressando o emoji com olhinhos p/ cima)

  • "questão tranquilinha, mole mole" 

    E ai, já virou consultor legislativo de finanças do senado?

    capenga que nem a gente pra acertar a questão, acerta sem nem saber o real motivo do acerto, e vem tirar onda...senta lá

  • Corrigindo a assertiva: Caso decida expandir a ação governamental sob sua responsabilidade, o gestor poderá empenhar as despesas relacionadas à expansão, mas o empenho, a liquidação e o pagamento dessas despesas somente poderão ser realizados depois da apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de compatibilidade das despesas.

    Corrijam-me se estiver errada.

  • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk TRETA!

  • Tem outra expressão que esses viados falam que me da uma raiva danada. 

    “ essa foi pra não zerar “ kkkkk da um raiva

  • A questão erra, quando afirma que o gestor poderá empenhar as despesas relacionadas à expansão, mas a liquidação e o pagamento dessas despesas somente poderão ser realizados depois da apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de compatibilidade das despesas.


    Na verdade, o empenho também só poderá ser realizado após a apresentação da estimativa e da declaração.

  • GABARITO E


    Da Geração da Despesa


    Art. 16.


    § 4o As normas do caput constituem condição prévia para:   


        I - empenho e licitação de serviços, fornecimento de bens ou execução de obras;


           II - desapropriação de imóveis urbanos a que se refere o § 3o do art. 182 da Constituição.

  • Execução da despesa orçamentaria = empenho+liquidação+pagamento. Não se pode fazer um estimativa de impacto orçamentário e financeiro sem se levar em conta o empenho ou deixa de lado qualquer um dos três estágios da execução.

  • Isso aí nem português não é

  • matéria insuportável!!

  • Para ficar correta, a assertiva deveria ser reescrita da seguinte forma:

     

    Caso o gestor decida expandir a ação governamental sob sua responsabilidade, a licitação, o empenho, a liquidação e o pagamento somente poderão ser realizados depois da apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subsequentes, da declaração do ordenador da despesa de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a lei orçamentária anual e de que tem compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias.

     

  • não venham comentar 'excelente questão' pq eu odeio todas!

  • Para empenho, liquidação, pagamento etc..... É condição prévia a apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e a declaração do ordenador apontando a dotação e compatibilidade com PPA e LDO. ART 16, I, II, parágrafo 4, I.

  • É PREVIA...

    ARTS 15, 16 E 17,,,,,,, DA LRF.

    DEUS NOS ABENÇOE NO 3º LUGAR. AMEM !

  • É PREVIA...

    ARTS 15, 16 E 17,,,,,,, DA LRF.

    DEUS NOS ABENÇOE NO 3º LUGAR. AMEM !

  • Bem, caso um gestor decida expandir uma ação governamental sob sua responsabilidade, ele deve observar o artigo 16 da LRF, olha só:

    Art. 16. criaçãoexpansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento da despesaserá acompanhado de:

    I - estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subsequentes;

    II - declaração do ordenador da despesa de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a lei orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias.

    Certo. Só que é o seguinte: orçamentariamente, considera-se realizada a despesa que foi empenhada. Ou seja, orçamentariamente falando, se a despesa foi empenhada, ela foi realizada. É por isso que o artigo 35 da Lei 4.320/64 diz que:

     

    Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro: (...)

    II - as despesas nele legalmente empenhadas.

    E além disso, o § 4º do mesmo artigo 16 da LRF dispõe que:

    Art. 16, § 4º As normas do caput constituem condição prévia para:

    I - empenho e licitação de serviços, fornecimento de bens ou execução de obras;

    Isso significa que se um gestor quer expandir uma ação governamental sob sua responsabilidade, ele deve atender às normas do caput do artigo 16 da LRF (apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de compatibilidade das despesas) antes de empenhar a despesa! Ele precisa atender a essas normas antes mesmo da licitação.

    Por isso, ao contrário do que afirma a questão, o gestor não poderá empenhar essas despesas sem a apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de compatibilidade das despesas.

    Gabarito do professor: ERRADO

  • Bem, caso um gestor decida expandir uma ação governamental sob sua responsabilidade, ele deve observar o artigo 16 da LRF, olha só:

    Art. 16. criaçãoexpansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento da despesa será acompanhado de:

    I - estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subsequentes;

    II - declaração do ordenador da despesa de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a lei orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual e com a 
    lei de diretrizes orçamentárias.

    Certo. Só que é o seguinte: orçamentariamente, considera-se realizada a despesa que foi empenhada. Ou seja, orçamentariamente falando, se a despesa foi empenhada, ela foi realizada. É por isso que o artigo 35 da Lei 4.320/64 diz que:

    Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro: (...)

    II - as despesas nele legalmente empenhadas.


    E além disso, o § 4º do mesmo artigo 16 da LRF dispõe que:

    Art. 16, § 4º As normas do caput constituem condição prévia para:

    I - empenho e licitação de serviços, fornecimento de bens ou execução de obras;


    Isso significa que se um gestor quer expandir uma ação governamental sob sua responsabilidade, ele deve atender às normas do caput do artigo 16 da LRF (apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de compatibilidade das despesas) antes de empenhar a despesa! Ele precisa atender a essas normas antes mesmo da licitação.

    Por isso, ao contrário do que afirma a questão, o gestor não poderá empenhar essas despesas sem a apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de compatibilidade das despesas.

    Gabarito do professor: ERRADO.
  • parece que o incompleto não é errado nem sempre funciona com o CESPE ein...

  • Essa foi fácil. Pra não zerar a prova. (esse comentário contém altas doses de ironia).

  • Gab: ERRADO

    O gestor não pode empenhar uma despesa sem antes conhecer seu quantitativo, seu planejamento e suas ações durante os estágios de execução.

    Erros, mandem mensagem :)

  • fases da despesa:

    planejamento: fixação -> descentralização de créditos orçamentários -> programação -> licitação -> (execução): empenho -> liquidação -> pagamento.

    para que ele faça o empenho, antes ele precisará planejar a despesa na fase de programação, para saber se haverá ou não crédito orçamentário, a estimativa entra na fase de programação, ao analisar a programação, havendo crédito -> ok, pode prosseguir, mas se não tiver, já para por aqui.

    Sendo assim:

    A estimativa deve ser feita na fase de planejamento, mais especificamente na programação de despesa e havendo credito, poderá haver a execução liquidação e o pagamento. A questão simplismente suprimiu a fase de planejamento de despesas e pulou direto para a execução

  • CONDIÇÃO PRÉVIA PARA A CRIAÇÃO, EXPANSÃO OU APERFEIÇOAMENTO DE AÇÃO GOVERNAMENTAL QUE ACARRETE AUMENTO DE DESPESA:

    LRF (LC 101/2000):

     

    Art. 16. A criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento da despesa será acompanhado (PREVIAMENTE) de

    estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subseqüentes; 

    II declaração do ordenador da despesa de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a lei orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias. 

  • ERRADO

    Art.16. A criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento da despesa será acompanhado de:

    I - estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos 2 subsequentes

    II - declaração do ordenador da despesa de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a lei orçamentária anual e compatibilidade com o PPA e com a LDO.

    ---------

    O X da questão está aqui no §4° do art.16.

    § 4 As normas do caput constituem condição prévia para:

    I - empenho e licitação de serviços, fornecimento de bens ou execução de obras

    II - desapropriação de imóveis urbanos que exigem prévia e justa indenização em dinheiro

  • Tomei no ku!

  • NÃO PRECISAVA CONHECER A LRF. BASTAVA SABER QUE O QUE CARACTERIZA A REALIZAÇÃO DA DESPESA É O EMPENHO .

    A questão diz ( ... ) o gestor poderá empenhar as despesas relacionadas à expansão, mas a liquidação e o pagamento dessas despesas somente poderão ser realizados depois da apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de compatibilidade das despesas.

    Isso basta para marcar errado.

    A apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro DEVE SER FEITA ANTES DO EMPENHO

  • Sérgio Machado | Direção Concursos

    28/08/2020 às 15:36

    Bem, caso um gestor decida expandir uma ação governamental sob sua responsabilidade, ele deve observar o artigo 16 da LRF, olha só:

    Art. 16. criaçãoexpansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento da despesaserá acompanhado de:

    I - estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subsequentes;

    II - declaração do ordenador da despesa de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a lei orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias.

    Certo. Só que é o seguinte: orçamentariamente, considera-se realizada a despesa que foi empenhada. Ou seja, orçamentariamente falando, se a despesa foi empenhada, ela foi realizada. É por isso que o artigo 35 da Lei 4.320/64 diz que:

     

    Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro: (...)

    II - as despesas nele legalmente empenhadas.

    E além disso, o § 4º do mesmo artigo 16 da LRF dispõe que:

    Art. 16, § 4º As normas do caput constituem condição prévia para:

    I - empenho e licitação de serviços, fornecimento de bens ou execução de obras;

    Isso significa que se um gestor quer expandir uma ação governamental sob sua responsabilidade, ele deve atender às normas do caput do artigo 16 da LRF (apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de compatibilidade das despesas) antes de empenhar a despesa! Ele precisa atender a essas normas antes mesmo da licitação.

    Por isso, ao contrário do que afirma a questão, o gestor não poderá empenhar essas despesas sem a apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro e da declaração de compatibilidade das despesas.

    Gabarito do professor: ERRADO


ID
2679823
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Em relação às disposições da Lei de Responsabilidade Fiscal, julgue o item subsecutivo.


As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.

Alternativas
Comentários
  • Galera, eu não entendi. Essa não seria uma das exceções à vedação?

     

    "As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União."

     

    Art. 35. É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da Federação, diretamente ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive suas entidades da administração indireta, ainda que sob a forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente. 

    § 1o Excetuam-se da vedação a que se refere o caput as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação, inclusive suas entidades da administração indireta, que não se destinem a:

    - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;

    II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.

  • Errada

     

     

    É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da federação e outro ente, direta ou indiretamente.

     

    É permitida a realização de operação de crédito entre instituição financeira estatal e outro ente da federação, desde que a operação de crédito não se destine à:

     

        --------> Financiar despesas correntes;

     

        --------> Refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.

     

    Fonte: LRF, Art. 35

     

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: ERRADA

    Sabe aquela parte da LRF que ninguém lê, pois é, TOMA! Vamos chupar essa manga juntos!

    Vejamos:

    Art. 35. É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da Federação, diretamente ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive suas entidades da administração indireta, ainda que sob a forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente.

    § 1o Excetuam-se da vedação (ou seja, permite-se a OPERAÇÃO DE CRÉDITO) a que se refere o caput as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação, inclusive suas entidades da administração indireta, que não se destinem a:

    I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes; (ou seja, é vedado!)

    II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente. (aqui também é vedado!) [GRIFOS MEUS!]

    Ou seja, veja que no enunciado trata-se de uma despesa de capital que não se referiu ao refinanciamento de dívida, logo, pelo inciso II acima, não é permitido, pois o enunciado afirmou que [“As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas (...)”]

    Ufa!!! Manga chupada com sucesso! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk 

  • II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente." do art 35 como diz a questão, não envolveu refinanciamento.porém existe outro item "I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes " pois na questão ele diz que não refinanciou, mesmo não refinanciando pode ter alguma operação de crédito que financie ai vai está proibido.... generalizou, foi como eu raciocinei para achar o erro.

  • Poderá refinanciar a dívida desde que contraída junto a própria instituição concedente.

  • O que a questão diz é que: se eu quero pegar emprestado de uma instituição financeira de outro ente, eu posso, desde que seja para uma despesa da capital! E se for despesa de capital, essa despesa não pode ter como objetivo o refinanciamento da dívida que foi primeiramente contraída com outro banco! Isso é meio óbvio, porque seria equivalente a rolar a dívida com a barriga, você nunca iria precisar pagar se ficasse pedindo emprestado de um banco para o outro.  Ou seja, a dívida, se pago o juros, nunca deixaria de existir. - Mensagem inbox se tiver algo errado! 
    O refinanciamento da dívida pública constitui a quitação de uma dívida anterior por meio de uma nova operação de crédito.

  • Também não entendi. São para despesas de capital e não são pra refinanciamento de dívida. O que há de errado nisso?

    Se a questão falasse que seria para refinanciamento (qualquer), aí estaria errada pq a lei permite o refinanciamento somente de dívida contraída com a própria instituição concedente.

    [edit em 22/03/2021]

    O Focado Expert matou a dúvida.

  • Também não entendi! Para mim, se a despesa é de capital e não é de refinanciamento, pode fazer a operação. Se a despesa é de refinanciamento, teremos que observar se é refinanciamento com a mesma instituição para decidir se pode ou não.

  • A questão é confusa mesmo. Essas 2 hipoteses NÃO podem ser ter o financiamento. É uma vedação da exceção.

     

    -> Financiar despesas correntes;

    -> Refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.

     

     

     

     

  • A questão está INCORRETA haja vista sua generalização.

     

    A questão diz:  'As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União ', todavia a LRF (conforme artigos descritos acima) afirma que o REFINANCIAMENTO DE DÍVIDAS CONTRAÍDAS JUNTO À PRÓPRIA INSTITUIÇÃO CONCEDENTE é EXCEÇÃO à vedação de contrair operações de crédito entre instituição financeira estatal de outro ente da Federação.

     

    REFINANCIAMENTO DE DÍVIDAS CONTRAÍDAS JUNTO À PRÓPRIA INSTITUIÇÃO CONCEDENTE ---- PODE!

    (A questão faz uma generalização, dando a entender que em todo e qualquer 'refinanciamento de dívida', o estado determinado poderá contrair operação de crédito com a União, o que é errado)

     

    A VEDAÇÃO É APLICADA APENAS AO REFINANCIAMENTO DE DÍVIDAS QUE NÃO SEJAM CONTRAÍDAS JUNTO À PRÓPRIA INSTITUIÇÃO CONCEDENTE ------- NÃO PODE!

     

  • "As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União".

     

    Penso que o erro está na generalização da afirmação "... que não se refiram ao refinanciamento de dívidas...".

     

    O refinanciamento não pode ser de dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente. Não pode o Estado refinanciar dívidas contraídas com outro ente federativo junto à União.

  • Reescrevendo de modo que a assertiva esteja correta:


    As despesas de capital de determinado estado que se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.

    ou

    As despesas correntes de determinado estado que não se refiram ao financiamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.


    Perceba que no art 35 da LRF, a vedação se dá a financiar diretamente ou indiretamente despesas correntes ( a questão falou em despesa de capital) e refinanciar dívidas não contraídas junto a própria instituição concedente ( a questão diz que é o estado/união, se fosse dívida do estado/estado estaria vedado mesmo).


    Por favor, caso eu tenha entendido errado, me enviem uma mensagem com melhor explicação. Achei a redação da questão péssima e de qq maneira estou indicando para comentário do professor

  • O Bruno David entendeu. Galera, interpretação e lógica, vejamos:

     

    Se NÃO PODE refinanciar dívidas NÃO CONTRAÍDAS junto à própria instituição concedente.

     

                                                          =

     

    PODE refinanciar dívidas CONTRAÍDAS junto à própria instituição concedente.

     

    Corrigindo a questão:

    As despesas de capital de determinado estado que SE REFIRAM ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.

  • Mas se fosse para refinanciamento da dívida mobiliária, a questão estaria correta?

     

     

  • Também discordo do gabarito,


    Acredito que a questão traz uma situação que perfeitamente se enquadra nas exceções previstas.


    Pois a operação de crédito é tomada por um estado junto a uma instituição financeira da União e a despesa a ser realizada é uma despesa de capital que não se refire ao refinanciamento de dívidas.


    Na minha opinião o gabarito deveria ser CERTO.

  • Lembrei do problema das "pedaladas fiscais" e acertei a questão.

  • A questão diz basicamente que é possível qualquer tipo operação de crédito com instituição financeira estatal desde que não se refira ao refinanciamento de dívidas. Isso é verdade? Não. Porque o artigo 35, §1, I da LRF apresenta uma outra vedação a operações de crédito com instituição estatal que não tem nada a ver com refinanciamento de dívida. Ou seja, a questão está errada porque se a operação de crédito for utilizada para financiar despesa corrente ainda sim não será possível.

  • Por isso é importante de vez em quando, ler todos os comentários. Os comentários mais curtidos interpretaram a questão de forma errada. Só vim entender o porquê da resposta depois do comentário da Natalia, do Bruno, e do RR. Tem tantos 'não' 'é vedado' 'exceto', que na hora do raciocíneo final ficamos confusos. Às vezes passar pro discurso direto ajuda na interpretação da lei. O erro da questão está na generalização.

  • Pra consolidar de vez a segunda exceção com auxilio do RACIOCÍNIO LÓGICO, só assim consegui entender:

     

    artigo - é proibido operações de crédito entre entes (Município X Estado X União), Ok

     

    1° exceção - é permitido operações de credito entre entes desde que não seja pra despesas correntes (não pode pedir dinheiro pra manutenção, despesas com pessoal e etc) Ok

     

    2° exceção - é permitido operações de credito entre entes desde que não seja pra refinanciar dividas não contraídas junto à própria instituição concedente

     

    Traduzindo a 2° exceção com ajuda do Raciocínio lógico, quando temos 2 "nãos", pode retirá-los pois um anula o outro

     

    Tradução da 2°exceção - é permitido operações de crédito entre entes desde que seja pra refinanciar dívidas contraídas junto á própria instituição concedente

     

    a questão diz - "As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União."

     

    pra quem não leu nada do comentário acima leia só isso:

     

    não é qualquer QUALQUER refinanciamento que pode ser financiado entre ENTES por operação de credito(até porque em regra é vedado), somente as DÍVIDAS contraídas junto à própria instituição concedente( e que não seja pra despesas correntes)

     

    Ou seja, a questão diz que as Despesas do Estado poderão ser financiadas junto à União se elas não se referirem a Refinanciamento de Dívidas, sendo que a Exceção diz exatamente o Contrário, que é justamente nessa hipótese que poderá ser financiado, no Refinanciamento de Dívidas(contraídas junto à própria instituição concedente)

  • O ERRO DA QUESTÃO É DIZER QUE PODE QUANDO NA VERDADE É VEDADO.

    ART: 35 LRF

    "CAIR E LEVANTAR SEMPRE"

     

  • As que eu erro geralmente mais da metade também erra.

     

  • Questão mal formulada em minha humilde opinião.

     

    § 1o Excetuam-se da vedação a que se refere o caput as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação, inclusive suas entidades da administração indireta, que não se destinem a:

     

            I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;

            II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.

     

    Objeto da questão: "despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas"

     

    Ora, se é uma despesa que não se refere a refinanciamento e não é corrente, então não é destinada a nenhuma das hipótese dos  incisos do parágrafo primeiro, logo poderá ser objeto de financiamento.

  • Sugiro aos colegas que especialmente em questões de AFO citem apenas comentários que venham a somar. Seu comentário: "essa é mole", ou "questãozinha calubosa" ou coisas do tipo não acrescentam em nada, e SÓ DIFICULTAM encontrar comentários que realmente valham apena serem lidos. 

     

     

    GAB: ERRADA, comentário do Expert foi ótimo e esclarecedor! =) 

  • Dica de ouro para esta questão: leia os comentários do "Focado Expert"

  • Proibido operações de créditos entre entes.

     

    EXCEÇÃO, ou seja, PODE:

     

    As que não se destinem a despesas correntes;

    As que se destinem a refinanciar dívidas contraídas com a própria instituição concedente.

     

  • As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.

     

    Com todo respeitos aos meus colegas , o gabarito deveria ser VERDADEIRO. Transformando a assertiva em uma pergunta:

     

    PERGUNTA: É POSSÍVEL determinado estado realizar uma operação de crédito com um banco da união para financiar uma despesa de capital que não seja refinanciamento de dívida?

     

    REPOSTA: SIM , É POSSÍVEL. O via de regra é PODER MESMO usar operação de crédito para financiar despesa de capital. As vedações que existem é quanto a usar para pagar despesa de refinanciamento de dívida. 

     

    Sobre o refinanciamento de dívida

    > Via de regra VEDADO ,  mas vai poder pegar se for para refinanciar a dívida que o ente tem naquele banco que está lhe emprestando dinheiro.

     

    O § 1o  do Art.35 apenas nos apresenta duas coisas que NÃO PODEM de jeito nennhum ser pagas com essa operação feita , que seria ou financiar despesa corrente ou pagar refinanciamento de divida em outras instituições.   A questão nos apresenta uma situação QUE É PERMITIDA -  ora , totalmente permitido eu usar para pagar uma despesa de capital que não é refinanciamento de divida  (Ex: usar para construir um prédio por exemplo ... qual o problema nisso?)

     

    Obs.: note que a assertiva já faz as 2 ressalvas - Já diz que é despesa de capital  (já não estamos na vedação da despesa corrente) e já fiz que não é refinanciamento (aqui não importa nem se é junto do ente ou não , se não é refinanciamento nem precisamos mais analisar nada)

  • Também não entendi o gabarito.

    A meu ver está correto, pois nada impede que o estado tome um crédito para pagamento de despesa de capital (... desde que não se destine a despesas correntes nem refinanciamento bla bla bla..)

     

  • Questão passível de alteração de gabarito de errado para correto, vejam:

     

    a) ela traz uma POSSIBILIDADE e não que é errado refinanciar dívidas do ente concedente, não é dito isto!

    b) e é sim possível, exemplo: operação de crédito para financiar um imóvel. Não está relacionada com dívida de outro ente concedente e não está financiando despesa corrente, portanto obedece as duas condições para se financiar, logo há PELO MENOS UMA POSSIBILIDADE, tornando a questão correta.

     

     

  • Gente, deixa eu tentar clarear, porque realmente o cara quis deixar a gente doido ao bolar a questão. 

     

    A LRF diz assim no artigo 35, traduzido:  (lembrando que temos duas negações no par. 1º e inciso II que confundem. Anule ambos)

     

    É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da federação e outro, inclusive suas entidades... EXCETUAM-SE: As que se destinam a refinanciar dívida contraídas juntos à própria instituição concedente.

     

     

    E a questão diz que: As despesas de capital de determinado estado que NÃO se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas. E

     

    Poderá as que se refiram, desde que seja a dívida contraída junto ao concedente.

     

     

  • @Geovana, concordo com seu raciocínio, mas o que estamos questionando é a possibilidade de contrair operação de crédito para outra finalidade, que não seja despesa corrente (inciso I) nem refinanciamento com instituição diversa (inciso II).

    Ou seja, pelo exemplo do Eric, para comprar um imóvel (despesa de capital). Esse seria um caso de operação de crédito para pagamento de despesa de capital que não se refere a refinanciamento de dívida (enunciado da questão)

    Por que não poderia? 

  • Gente, vou juntar os comentários certos de vcs para facilitar visualmente:

     

    A questão diz que É POSSÍVEL qualquer tipo de OPERAÇÃO DE CRÉDITO com instituição financeira estatal, DESDE QUE não se refira ao REFINANCIAMENTO DE DÍVIDAS. Isso é INCORRETO!!

     

    A LRF diz que são EXCETUADAS aquelas que NÃO SE DESTINEM A:

     I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;

    II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.

     

    Então NÃO PODE OPERAÇÃO DE CRÉDITO PARA FINANCIAR DESPESAS CORRENTES NEM PARA REFINANCIAR DÍVIDAS!

     

  •  As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União. ERRADO. Pois somente as referentes ao refinancamento da dívida que podem ser financiadas comoperação de crédito.

    REGRA: É VEDADO operação de crédito entre as AD dos entes e AI.

    EXCEÇÃO: Há hipóteses que se admite  financiadas por operações de crédito com instituições financeiras AD e AI.

    1. financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes; 

    2.  refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.

  • Cuidado! a exceção não trata de operação de credito entre entes!

    é entre um ente e uma instituição financeira estatal. 

    Resumindo: o ente pode realizar operações de crédito com uma instituição financeira estatal para refinanciar uma dívida feita com essa mesma instituição financeira (é só pensar nas pessoas que pegam mais crédito em banco e refinanciam as dívidas); e pode também realizar operações de crédito com essa IF estatal para usar em despesas de capital. 

    Acho que é isso. 

  • Errado.

    Se pudesse a Dilma ainda seria presidente do Brasil..

     

     

  • GABARITO: ERRADO. ERRO >>> "instituições financeiras controladas"

     

    VEDADO OC:

    - Entre um ente (Direta e Indireta) e outro, ainda que para refinanciamento da dívida. (Art. 35)

    - Entre Instituição Financeira estatal e ente da Federação que a controle. (Art. 36)

     

    PERMITIDO OC:

    - Entre Instituição Financeira estatal e outro ente da Federação que NÃO a controle. (Art. 35 § 1º)

    ** Desde que não seja para financiar despesas correntes, nem para refinanciar dívidas não contraídas junto à Instituição que emprestou.

     

    OU SEJA, no caso de não possuir o controle sobre a IF, o ente poderá utilizar o recurso da OC para despesa de capital (que é permutativa) e para refinanciar dívidas contraídas junto a ela.

     

     

  • Na minha opinião o gabarito está equivocado. Concordo com o comentário do colega Eric Mendes.

  • A LRF veda a realização de operações de crédito entre entes da Federação, sob qualquer forma, seja diretamente ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação ou empresa estatal dependente, ainda que sob a forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente. Essa edação não impede estados e municípios de comprar títulos da dívida da União como aplicação de suas disponibilidades.

    No entanto, excetuam-se da vedação citada as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação, inclusive suas entidades da Administração indireta, que não se destinem a financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes; e que não se destinem a refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente. Ou seja, são permitidas para refinanciar dívidas contraídas junto à instituição concedente.

     

  • As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.

     

    Foi difícil, mas entendi...  

     

    O art: 35 diz que : É Vedada a realização de operação de crédito...

    parágrafo 1° excetuam-se da vedação.

    II. Refinanciar dívidas.

    Ou seja, o correto seria que a questão dissesse :

     

    As despesas de capital de determinado estado que se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.

     

     

    - Fé no pai que o inimigo caí. 

     

  • Tem que entender pessoal que o refinanciamento de dívida É UMA DESPESA DE CAPITAL, afinal, operações de crédito são despesas de capital.

    A questão diz: A despesa de capital que se refira ao refinanciamento da dívida não pode ser financiada por op. de crédito com IF da União. O que é um erro!

    Mas e as que não se refiram ao refinanciamento da dívida e sejam despesa de capital? TAMBÉM PODEM SER FINANCIADAS, o problema é que a questão foi TAXATIVA. Percebam que temos uma '''ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA RESTRITIVA''' qualificando as despesas de capital. PARA QUE A QUESTÃO FOSSE CORRETA, bastaria inserir uma vírgula antes do QUE para que se torne EXPLICATIVA e a assertiva perca a taxatividade.

    Obs: Errei a questão e a erraria na prova, demorei MTO tempo para conseguir entender desse jeito.

  • A redação das vedações às operações de crédito na própria LRF é confusa, e o examinador conseguiu fazer com que a redação dessa questão complicasse ainda mais a vida do candidato.


    Vejamos o erro da questão:


    As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas (eis o erro) poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.


    A questão está errada porque existe uma exceção:


    é permitido, ao estado, pegar dinheiro emprestado em instituição financeira para refinanciamento de dívida, desde que a dívida seja com a própria instituição


    Por exemplo:


    a Caixa Econômica poderá emprestar dinheiro à Bahia, se o dinheiro for para a Bahia refinanciar dívida com a própria Caixa (essa é a exceção não contemplada na questão)


    mas a Caixa Econômica não poderá emprestar dinheiro à Bahia, se o dinheiro for para a Bahia refinanciar dívida com o Bradesco

  • REGRA: É VEDADO OPERAÇÃO DE CREDITO ENTRE ENTES DA FEDERAÇÃO.

     

    É PERMITIDO QUE INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CONCEDA EMPRESTIMOS A OUTRO ENTRE DA FEDERAÇÃO? SIM

     

    QDO NÃO PODE? :  financiar despesa CORRENTE

                                      refinanciar dívidas não contraídas junto a instituição concedente.

     

    parece q foi esse o argumento q usaram para o impeachment da Dilma, pois foi solicitado empréstimo ao BACEN para pagamento do Bolsa familia.

     

  • Resumo da ópera:

    Não pode operação de crédito entre dois entes para financiar despesas correntes nem para refinanciar dívidas contraídas junto a outras instituições.


  • GABARITO E



    Art. 35. É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da Federação, diretamente ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive suas entidades da administração indireta, ainda que sob a forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente. 



          § 1o Excetuam-se da vedação a que se refere o caput as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação, inclusive suas entidades da administração indireta, que não se destinem a:


           I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;


           II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.



    Art. 36. É proibida a operação de crédito entre uma instituição financeira estatal e o ente da Federação que a controle, na qualidade de beneficiário do empréstimo.



  • A questão fala em Instituição financeira Controlada enquanto que a lei fala em Estatal Dependente. Não acho que a resposta da questão esteja no art. 35.

    O artigo 2º da LRF conceitua a diferença dos dois.

    Como exemplo, temos o BNDES que é uma empresa Controlada mas não Dependente do Governo Federal.

    Sabemos que o BNDES concede financiamentos para Estados e Municípios.

    Acredito que o gabarito da questão deveria ser Certo.

  • LRF

    Das Operações de Crédito

    Subseção II

    Das Vedações

    Art. 35. É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da Federação, diretamente ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive suas entidades da administração indireta, ainda que sob a forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente.

            § 1º  Excetuam-se da vedação a que se refere o caput as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação, inclusive suas entidades da administração indireta, que não se destinem a:

            I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;

            II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.

    Gente, a escrita do parágrafo primeiro ficou muito truncada, de difícil entendimento, qundo fala "Excetuam-se da vedação", " que não se destinem a", "dívidas não contraídas"... são muitos NÃOs em um texto tão pequeno. Vamos tentar reescrever, cortando aalgumas palavras negativas, pois não com não vira sim:

     

    Art. 35. É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da Federação, diretamente ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive suas entidades da administração indireta, ainda que sob a forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente.

     § 1º  SÃO VEDADAS as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação, inclusive suas entidades da administração indireta, QUE SE DESTINEM a:

            I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;

            II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.

     

    OU DE OUTRO MODO:

    § 1º  EXCETUAM-SE da vedação a que se refere o caput as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação, inclusive suas entidades da administração indireta, QUE SE DESTINEM a: (Podem ser realizadas operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação que se destinem a:)

            I - financiar, direta ou indiretamente, despesas DE CAPITAL;

            II - refinanciar dívidas CONTRAÍDAS junto à própria instituição concedente.

     

    Espero que possa ajudar a entender.

  • PESSOAL, O GABARITO ESTÁ ERRADO!!!!!

    "Permite-se, contudo, operações de crédito entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação, incluída a administração indireta, desde que não sejam destinadas a financiar despesas correntes, nem ao refinanciamento de dívidas, exceto as contraídas com a própria instituição concedente (art. 35, parágrafo único). Como exemplo, cita-se a contratação pelos Estados e Municípios de operações de crédito para realização de obras com a Caixa Econômica, Banco do Brasil e BNDES."

    Fonte: TCE SC

    Há 2 condições para que a operação de crédito entre entes não seja vedada:

    1- não financie despesas correntes (ou seja, só podem despesas de capital)

    2- não refinancie dívida contraída com outras instituições financeiras

    OU SEJA, PODE financiamento para despesa de capital, e TAMBÉM PODE refinanciamento de dívida contratada nessa mesma instituição.

    PARA PROVAR QUE O GABARITO ESTÁ ERRADO:

    "O Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal (CEF) decidiu liberar as operações de crédito para governos estaduais e municipais. Nova matéria sobre o assunto do jornal O Estado de São Paulo, divulgada nesta sexta-feira, 27 de abril, indica que devem ser liberados R$ 1,5 bilhão em empréstimos a Estados e Municípios com garantia de receitas dos Fundos de Participação dos Estados e dos Municípios (FPE e FPM)."

  • Direto ao ponto

    A questão estaria correta se fosse escrita da seguinte maneira:

    As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas "não contraídas junto à própria instituição concedente" poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.

    Conclui-se que o erro foi generalizar o refinanciamento de dívidas, uma vez que o refinanciamento de dívidas contraídas junto à própria instituição concedente está autorizada pela exceção do art. 35 da LRF.

  • Gabarito errado e comentário do professor errado...

  • Art. 35. É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da Federação, diretamente ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive suas entidades da administração indireta, ainda que sob a forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente.

    § 1o Excetuam-se da vedação a que se refere o caput as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação, inclusive suas entidades da administração indireta, que não se destinem a:

    I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;

    II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.

    Ou seja, a assertiva está incorreta, visto que as despesas de capital de determinado ente da Federação que não se refiram ao refinanciamento de dívidas NÃO poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas por outro ente, SOMENTE podendo ser financiadas despesas de capital que se refiram ao refinanciamento de dívidas contraídas junto à própria instituição financeira concedente.

  • GENTE NÃO ADIANTA TENTAR JUSTIFICAR O GABARITO DE QUALQUER JEITO! Eu errei, não sei onde está o erro(na verdade, acho que o erro tá no gabarito da banca) mas também não vou criar interpretações da lei pra favorecer o gabarito.

    CUIDADO COM 99% do comentários que estão interpretando o artigo 35 da LRF totalmente contrário do que ele diz, até raciocínio lógico tão fazendo kkk, inclusive professor. Vão no comentário do colega Tales Passos Barreto que vão ver que não tem sentido essa resposta está errada e a maioria dos comentários abaixo, a não ser que tenha outra explicação porque essa do art 35 da LRF que tão dando não é.

    Art. 35. É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da Federação, diretamente ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive suas entidades da administração indireta, ainda que sob a forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente.

            § 1 Excetuam-se da vedação a que se refere o caput as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação(entre instituição financeira e ente é PERMITIDO VIA DE REGRA), inclusive suas entidades da administração indireta, que não se destinem a(CASOS QUE NÃO SERÃO PERMITIDAS):

            I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;

            II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente. (JUNTO À PRÓPRIA INSTITUIÇÃO CONCEDENTE SERÁ AUTORIZADO TAAAAMBÉM, mas não exclui as outras opções)

    Qualquer erro avisem-me, mas não estou convencido desse gabarito e justificativas.

  • O artigo só diz que excetuam-se da vedação a que se refere o caput as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação que não se destinem a refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente

    Logo, concluo que:

    1.É permitida operação de crédito entre IF estatal e outro ente para refinanciar dívida contraída junto à instituição concedente.

    2.É permitida também operação de crédito que não seja para refinanciar dívida nenhuma (caso da questão).

    O que não pode é para refinanciar dívida contraída com outra instituição.

    Por isso o gabarito deveria ser certo.

  • Simples e direto: Nao poderá ser financiado pois:

    1 - Se trata de despesa de capital (inciso I Art. 35)

    2 - Nao se trata de um refinanciamento (inciso II Art. 35)

  • Vejo vários comentários e até o professor sustentando o gabarito ERRADO. Entretanto, penso que todos estes comentários carecem de uma compreensão correta de todas as negativas do texto da lei, bem como um entendimento mínimo de conjuntos.

    Vou replicar aqui um comentário que li em outra plataforma e que resume bem o meu entendimento da questão.

    "Essa questão tá confusa graças, em grande parte, à péssima redação do art. 35 da Lei.

    Esse artigo veda operações de crédito entre um ente e outro (diretamente, ou via instituições financeiras controladas).

    Por outro lado, o parágrafo 1º excetua duas situações da vedação acima. Ou seja, é permitida a operação de crédito entre um ente e outro quando não se destinem a

    I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;

    II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.

    Assim, é permitida a operação caso ela NÃO se refira ao custeio de despesas correntes nem ao refinanciamento de dívidas não contraídas junto à concedente.

    Eu enxergo dessa maneira.

    Operação de crédito entre dois entes federativos para financiar:

    1) Despesas correntes: não pode (não pode se endividar ainda mais com despesas correntes)

    2) Refinanciamento de dívidas: pode, desde que se refira a dívidas contraídas junto à própria instituição concedente (pode renegociar e refinanciar a dívida com a instituição a qual vc tem dívidas, mas não pode se endividar ainda mais com ela para refinanciar uma dívida que vc tem com outra instituição)

    Por isso, não encontrei o erro na questão. A despesa não é corrente, tampouco se refere a refinanciamento. 

    Por favor, quem puder, ajuda aí a clarear melhor esse assunto." Autor: Filipe

  • É só pensar na possibilidade que temos de poder renovar nossos empréstimos junto a um banco ou financeira.

  • Gab: ERRADO

    Pelo que entendi do comentário do professor é que: além do refinanciamento de dívidas, há a proibição para novação e postergação de dívidas. Como a questão cita apenas o refinanciamento, fica errada.

  • É vedada a realização de operação de crédito entre um ente e outro ente da federação...

    sob a forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente.

    Art. 35 LRF

  • O erro é que a instituição financeira é CONTROLADA, porque segundo o artigo 35 ela não pode ser. Pois é a mesma coisa de financiamento entre um ente e outro.

    Art. 35. É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da Federação, diretamente ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive suas entidades da administração indireta, ainda que sob a forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente.

    III - empresa estatal dependente: empresa controlada que receba do ente controlador recursos financeiros para pagamento de despesas com pessoal ou de custeio em geral ou de capital, excluídos, no último caso, aqueles provenientes de aumento de participação acionária;

  • começar pela CONCLUSÃO: A questão está errada porque pode sim ser feito refinanciamento nesse caso.

    Vejamos a alternativa: As despesas de capital de determinado estado que NÃO se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras CONTROLADAS pela União.

    O que temos de analisar do artigo seguinte é que não se pode realizar operação de créditos entre entes federados por meio do refinanciamento, incluindo a administração indireta:

    Art. 35. É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da Federação, diretamente ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive suas entidades da administração indireta, ainda que sob a forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente.

    Mas a questão cobra a exceção, ou seja, o REFINANCIAMENTO POR ENTIDADE FINANCEIRA ESTATAL, que é permitido:

    § 1 Excetuam-se da vedação a que se refere o caput as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação, inclusive suas entidades da administração indireta, que não se destinem a:

    I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;

    II - REFINANCIAR dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.

  • LRF - LEI COMPLEMENTAR Nº 101, DE 4 DE MAIO DE 2000

    Art. 35. É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da Federação, diretamente ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive suas entidades da administração indireta, ainda que sob a forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente.

  • Não engoli essa

  • A questão está ERRADA. Realmente o refinanciamento de dívida não é possível como regra, mas excepcionalmente é possível com a mesma instituição que concedeu o crédito. A questão diz que pode tudo menos refinanciamento.

    Vale lembrar que todas as outras despesas de capital, excluído o refinanciamento da dívida, na regra, são financiadas por instituições financeiras públicas. O que não pode é financiar despesas correntes.

    LRF art 35

  • "As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União."

    Os comentários falam que o erro foi limitar a exceção.

    Contudo, se o enunciado fala sobre "despesas de capital" a exceção sobre despesas correntes não é relevante.

    Também, o enunciado não fala sobre operação de crédito entre entes. (Art. 35)

    Mas sim entre um ente e uma instituição financeira. (Art. 36)

    Art. 2o Para os efeitos desta Lei Complementar, entende-se como:

    1 - Ente da Federação: União, Estados, DF e Municípios;

    Art. 36. É proibida a operação de crédito entre uma instituição financeira estatal e o ente da Federação que a controle, na qualidade de beneficiário do empréstimo.

  • Se impressionou com o gabarito?

    É... essa parte é bem confusa mesmo. Bem que eu aviso isso no curso.

    Estamos falando do artigo 35 da LRF, onde encontramos duas exceções à vedação de realização de operação de crédito entre dois entes da Federação:

    Art. 35. É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da Federação, diretamente ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive suas entidades da administração indireta, ainda que sob a forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente.

    § 1º Excetuam-se da vedação a que se refere o caput as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação, inclusive suas entidades da administração indireta, que não se destinem a:

    I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;

    II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.

    Pois bem, a realização de operação de crédito entre um ente da Federação e outro ente é vedada. Essa é a regra geral. Mas...

    - se a operação de crédito for entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação for para financiar despesas de capital, ela é permitida! (primeira exceção)

    ou

    - se a operação de crédito for entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação e se destinar a refinanciar dívida contraídas junto à própria instituição concedente, ela também é permitida! (segunda exceção)

    Então vejamos o que diz a questão: “As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.”

    Ora, a segunda exceção diz justamente o contrário! Quando as despesas de capital de determinado estado se refiram ao refinanciamento de dívidas, aí sim elas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.

    Caso não se refiram ao refinanciamento de dívidas, não poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.

    Além disso, não é qualquer refinanciamento que pode ser financiado entre os entes por meio de operação de crédito. São somente os refinanciamentos de dívidas contraídas junto à própria instituição concedente.

    Ou seja: a operação de crédito será permitida se o ente Y tiver contraído uma dívida com a instituição financeira X e agora esteja querendo refinanciar a sua dívida com a mesma instituição financeira X. Se o ente Y estiver querendo contratar operação de crédito com a instituição financeira X para refinanciar uma dívida contraída junto instituição financeira Z, essa operação de crédito será proibida.

    E a questão nada mencionou sobre refinanciamento de dívidas contraídas junto à própria instituição concedente. Mencionou somente “refinanciamento de dívidas”. Ainda tem esse detalhe...

    Mas o pior erro da questão foi mesmo ter ido contra à exceção do art. 35, § 1º, inciso II, da LRF.

    Gabarito do professor: Errado

  • A questão está com gabarito errado, pois ela cita exatamente um caso que abrange as exceções: GABARITO DVERIA SER CERTO. (inflizmente niguem entrou com recurso)

    O texto do art 35 é truncado e com duplas negativas, mas vou explicar.

    Art. 35. É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da Federação,.... e outro, ....

    § 1º Excetuam-se ... as que não se destinem a:

    I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;

    II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.

    Na questão:

    Logo é exceção, porque não se destina, nem a ao inciso I nem o II.

    E pode ser realizada.

    Pela questão, fica parecendo que a exceção é apenas para refinanciar dívidas que já existiam com a instituição bancária controlada pelo outro ente. O que de fato é uma exceção, mas a lógica dos dois incisos do ARt 35, Paragrf. 1, não diz isso.

  • Trocando em miúdos: A questão tá dizendo que pode pegar OP pra financiamento e a lei diz que pode pra pegar refinanciamento com a próprio instituição. Logo, Gabarito Errado.

  • Errado

    Bizu: proibido Ente A e Ente B

    Proibido Ente A e IF do ente B

    Refinanciamento só na mesma IF

    Pode ARO para pg de pessoal com IF PRIVADA - ver Q3264000

  • As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.

    >>>> A questão afirma que nenhum refinanciamento é possível, dentro das despesas de capital.

    mas o inciso II do §1º diz que alguns refinanciamentos são possíveis, a saber, os refinanciamentos feitos a partir da própria instituição financeira.

  • Resumindo conforme art 35 da LRF.

    Regra: não pode operação de crédito entre entes da federação.

    Exceção: pode quando se tratar de agência financeira (ex: Banco do Brasil - União) com outro ente (Ex: DF)

    desde que seja DESPESA DE CAPITAL E REFINANCIAR DÍVIDAS contraídas junto à PRÓPRIA instituição

  • Gente, na boa.. eu li TODOS os comentários da questão, inclusive a resolução do professor do QC e NÃO CONSIGO concordar com o gabarito.

    A questão fala de um ESTADO fazendo operação de crédito com uma instituição financeira controlada pela UNIÃO, para despesa de capital que não seja refinanciamento de dívida. OU SEJA, não interessa qual tipo de refinanciamento, é qualquer outra coisa que não seja refinanciamento, por exemplo INVESTIMENTO EM UMA OBRA. Se é de capital e não é refinanciamento de dívida com outra instituição, então PODE.

    Por isso considero que essa foi mais uma CAGADA do Cespe que a gente teve que engolir.

  • Discordo bastante do gabarito, por questão de raciocínio lógico:

    Temos que é permitida a operação desde que não:

    a) financiar despesas correntes (o enunciado já fala em despesa de capital, alínea 'a' já tá fora)

    b) refinanciar dívida não contraída junto à própria instituição (o enunciado não fala "DESDE QUE" não referentes a financiamento, ou seja, não é colocado como condição)

    Se o enunciado fala que 1) é despesa de capital e 2) não é refinanciamento, então necessariamente excluímos as duas hipóteses de vedação. (corrente + refinanc com outra instituição)

    Falar que o enunciado está errado é falar que só poderia haver a OC caso fosse refinanciamento de dívidas.

    Como é plenamente possível OC em relação a despesas de capital que não sejam de refinanciamento de dívidas, gabarito deveria ser "certo".

    Melhor decorar a lei e parar de pensar mesmo

  • Quanto comentário confuso. kkkkkkk

    Gente, a confusão já começa no texto da lei quando colocaram duas negações.

    Art. 35. 

    § 1 Excetuam-se da vedação (OU SEJA, pode) a que se refere o caput as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação, inclusive suas entidades da administração indireta, que NÃO se destinem a:

    II - refinanciar dívidas NÃO contraídas junto à própria instituição concedente. (Ou seja, PODE se for pra refinanciar dívida junto á própria instituição concedente. Diante de duas negações, anule ambas, uma nega a outra)

    Vamos lá pra questão agora:

    As despesas de capital de determinado estado que NÃO se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.

    A questão diz o contrário da lei: sendo refinanciamento junto à própria instituição - que não pode - quando a lei diz que nesse caso PODE.

  • De acordo com o art. 35 da LRF é vedado a realização de operações de crédito entre os entes federativos. Diante disso, a legislação oferta duas situações de exceção a este mandamento, que são:

    I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;

    II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente. 

  • Art. 111. São funções institucionais da Procuradoria-Geral do Distrito Federal, no âmbito do Poder Executivo;

    VII - efetuar a cobrança judicial da dívida do Distrito Federal.

    § 1º A cobrança judicial da dívida do Distrito Federal a que se refere o inciso VII deste artigo inclui aquela relativa à Câmara Legislativa do Distrito Federal.

  • Pessoal, acredito que o examinador não pensou na lógica da assertiva. Ao elaborar a questão, ele simplesmente pegou a letra da lei e suprimiu o que está em azul abaixo, o que tornou a questão errada. Quando tentamos analisar a lógica da assertiva, a cabeça dá um nó. Mas vejam a literalidade da questão e da LRF que fica claro o erro:

    Assertiva (errado): As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.

    LRF: As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas não contraídas junto à própria instituição poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.

    Art. 35. É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da Federação, diretamente ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive suas entidades da administração indireta, ainda que sob a forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente.

    § 1º Excetuam-se da vedação a que se refere o caput as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação, inclusive suas entidades da administração indireta, que não se destinem a:

    I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;

    II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.

  • Se simplesmente anularmos as duas negações, fica parecendo que pode desde que seja para refinanciar dívida contraída junto à própria instituição.

    Mas é importante destacar que, não sendo para refinanciar dívida não contraída junto à própria instituição, qualquer outra circunstância poderia, inclusive quando não estiver refinanciando nada.

  • Galera, gravem a exceção:

    É PERMITIDA a realização de operação de crédito entre instituição financeira estatal e outro ente da federação, desde que a operação de crédito seja PARA DESPESAS DE CAPITAL, E PARA REFINANCIAMENTO DE DÍVIDAS JUNTO À PRÓPRIA INSTITUIÇÃO CONCEDENTE.

    A o texto da lei atrapalha um pouco a interpretação, depois que aprendi a exceção ficou mais fácil.

  • Gabarito Errado.

    Reescrevendo:

    As despesas de capital de determinado ESTADO que SE REFIRAM ao refinanciamento de dividas PODERÃO ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela UNIÃO.

    ou

    As despesas de capital de determinado ESTADO que NÃO SE REFIRAM ao refinanciamento de dividas NÃO PODERÃO poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela UNIÃO.

    Regra: NÃO pode operações de credito entre entes da Federação (exemplo da questão: Estado x União).

    Exceção: Pode se for para despesa de capital e refinanciar dividas contraídas junto a própria instituição.

  • Além do refinanciamento, citado pela questão, o art. 35 apresenta mais duas vedações: Novação e postergação da dívida.

  • Gabarito totalmente sem nexo!

    Se a operação de crédito entre um ente estatal e instituição financeira controlada por outro ente não for para financiar despesas correntes, ela é permitida.

    Como a operação de crédito trazida pelo enunciado se refere ao financiamento de despesas de capital, ela não é vedada (está entre as hipóteses de exceção à vedação).

    Lixo de questão!

  • Nem lendo o artigo lá na hora da prova eu conseguiria raciocinar pra saber se se trata da exceção. Se caísse esse artigo na prova de interpretação de texto nem o cara que escreveu ia acertar

  • Exemplo: Município de Vitória pediu empréstimo de 200 milhões ao Banco do Estado de São Paulo em 2010. Agora, em 2021, Ela precisa refinanciar essa dívida. Ela poderia fazer isso com o Banco da Bahia? NÃO. O refinanciamento da dívida só pode acontecer com a instituição de origem. 

  • Discordo do gabarito, pelas mesmas razões que alguns já comentaram aqui. Trata-se de uma interpretação de português. Vejo muitos aqui a justificarem o gabarito colocando um "e" entre os itens da lista do 1º parágrafo do Art. 35 da LRF, ou seja, para eles, têm que se verificar as duas situações. Eu, assim como outros, não interpretamos assim, são dois itens independentes de uma lista de exceções. O caso da questão trata-se da situação de exceção do 1º item da lista de exceções. Pouco importa se satisfaz o 2º item ou não, são situações/exceções independentes. A questão só estaria errada se referisse que seria para renegociação de dívidas (em geral, sem especificar que só com a instituição concedente), aí estaria também a abordar o 2º item (incorretamente). Agora, a questão diz que é para financiar despesas de capital e que não se destina a renegociação de dívidas, portanto, é exceção.

    Imaginem que alguém vos diz: "Eu vou financiar você, mas esse financiamento não pode ser usado para renegociar dívidas que não tenham sido contraídas comigo"

    E você responde: "Tudo bem, eu não vou usar o dinheiro para renegociar dívidas mesmo, nem consigo nem com ninguém".

    Pois esse é o caso da questão!

    Cumps,

  • É inacreditável uma redação ridícula dessas. Quando se coloca EXCETO, quer dizer que o resto pode! Aí a lei não se contenta com uma redação desfigurada e sem sentido: além do próprio EXCETO, ela nega a exceção!

    Para as provas do cespe (em minúsculo mesmo), recomendo estudar raciocínio lógico. Não é garantia de acerto, mas pode ajudar.

  • Se impressionou com o gabarito? 

    É... essa parte é bem confusa mesmo. Bem que eu aviso isso no curso.

    Estamos falando do artigo 35 da LRF, onde encontramos duas exceções à vedação de realização de operação de crédito entre dois entes da Federação:

    Art. 35. É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da Federação, diretamente ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive suas entidades da administração indireta, ainda que sob a forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente.

    § 1º Excetuam-se da vedação a que se refere o caput as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação, inclusive suas entidades da administração indireta, que não se destinem a:

    I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;

    II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.

    Pois bem, a realização de operação de crédito entre um ente da Federação e outro ente é vedada. Essa é a regra geral. Mas...

    • se a operação de crédito for entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação for para financiar despesas de capital, ela é permitida! (primeira exceção); ou

    • se a operação de crédito for entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação e se destinar a refinanciar dívida contraídas junto à própria instituição concedente, ela também é permitida! (segunda exceção)

  • Se impressionou com o gabarito? 

    É... essa parte é bem confusa mesmo. Bem que eu aviso isso no curso.

    Estamos falando do artigo 35 da LRF, onde encontramos duas exceções à vedação de realização de operação de crédito entre dois entes da Federação:

    Art. 35. É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da Federação, diretamente ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive suas entidades da administração indireta, ainda que sob a forma de novação, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente.

    § 1º Excetuam-se da vedação a que se refere o caput as operações entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação, inclusive suas entidades da administração indireta, que não se destinem a:

    I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;

    II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.

    Pois bem, a realização de operação de crédito entre um ente da Federação e outro ente é vedada. Essa é a regra geral. Mas...

    • se a operação de crédito for entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação for para financiar despesas de capital, ela é permitida! (primeira exceção); ou

    • se a operação de crédito for entre instituição financeira estatal e outro ente da Federação e se destinar a refinanciar dívida contraídas junto à própria instituição concedente, ela também é permitida! (segunda exceção)

  • Então vejamos o que diz a questão: “As despesas de capital de determinado estado que não se refiram ao refinanciamento de dívidas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.”

    Ora, a segunda exceção diz justamente o contrário! Quando as despesas de capital de determinado estado se refiram ao refinanciamento de dívidas, aí sim elas poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.

    Caso não se refiram ao refinanciamento de dívidas, não poderão ser financiadas por operações de crédito com instituições financeiras controladas pela União.

    Além disso, não é qualquer refinanciamento que pode ser financiado entre os entes por meio de operação de crédito. São somente os refinanciamentos de dívidas contraídas junto à própria instituição concedente.

    Ou seja: a operação de crédito será permitida se o ente Y tiver contraído uma dívida com a instituição financeira X e agora esteja querendo refinanciar a sua dívida com a mesma instituição financeira X. Se o ente Y estiver querendo contratar operação de crédito com a instituição financeira X para refinanciar uma dívida contraída junto instituição financeira Z, essa operação de crédito será proibida.

    E a questão nada mencionou sobre refinanciamento de dívidas contraídas junto à própria instituição concedente. Mencionou somente “refinanciamento de dívidas”. Ainda tem esse detalhe...

    Mas o pior erro da questão foi mesmo ter ido contra à exceção do art. 35, § 1º, inciso II, da LRF.

    Gabarito: Errado


ID
2679826
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Em relação às disposições da Lei de Responsabilidade Fiscal, julgue o item subsecutivo.


As informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária e financeira de todos os entes da Federação devem ser divulgadas em meios eletrônicos de acesso público.

Alternativas
Comentários
  • Art. 48. 

    § 1° A transparência será assegurada também mediante:

     

    II - liberação ao pleno conhecimento e acompanhamento da sociedade, em tempo real, de informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária e financeira, em meios eletrônicos de acesso público.

  • Gabarito EXTRAOFICIAL preliminar: CERTA

    Questão tranquila a respeito da transparência, conforme a LRF. São instrumentos de transparência da gestão fiscal, aos quais será dada ampla divulgação, inclusive em meios eletrônicos de acesso público: os planos, orçamentos e leis de diretrizes orçamentárias; as prestações de contas e o respectivo parecer prévio; o Relatório Resumido da Execução Orçamentária e o Relatório de Gestão Fiscal; e as versões simplificadas desses documentos. A Lei Complementar nº 131/2009 acrescentou dispositivos à Lei de Responsabilidade Fiscal. A transparência será assegurada também mediante (art. 48, parágrafo único e art. 48-A): I) Incentivo à participação popular e realização de audiências públicas, durante os processos de elaboração e discussão dos planos, lei de diretrizes orçamentárias e orçamentos. II) Liberação ao pleno conhecimento e acompanhamento da sociedade, em tempo real, de informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária e financeira, em meios eletrônicos de acesso público. III) Adoção de sistema integrado de Administração Financeira e controle, que atenda a padrão mínimo de qualidade estabelecido pelo Poder Executivo da União.

  • Pormenorizadas - adjetivo - Detalhado; que expressa muitos detalhes; que foi apresentado com minúcia ou completamente descrito: caso pormenorizado.

     

    Lei Complementar 131, de 27 de maio de 2009, alterou a redação da (LRF) no que se refere à transparência do gestão fiscal, inovando ao determinar a disponibilização, em tempo real, de informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária  e financeira da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

     

    Quais os dados que devem ser divulgados na internet?

    Conforme determinado pela LC 131, todos os entes deverão divulgar:

     

    - Quanto à despesa: todos os atos praticados pelas unidades gestoras no decorrer da execução da despesa, no momento de sua realização, com a disponibilização mínima dos dados referentes ao número do correspondente processo, ao bem fornecido ou ao serviço prestado, à pessoa física ou jurídica beneficiária do pagamento e, quando for o caso, ao procedimento licitatório realizado;

     

    - Quanto à receita: o lançamento e o recebimento de toda a receita das unidades gestoras, inclusive referente a recursos extraordinários.

    • Receitas 

    • Despesas

    • Fornecedores

    • Programas, ações e projetos

     

    Qual é a diferença entre a Lei da Transparência (LC 131/2009) e a Lei de Acesso às Informações (Lei 12.527/2011)

    Ambas tratam dos direitos dos munícipes de saber o que está sendo feito com o dinheiro público.

    A Lei da Transparência é uma Lei Complementar que altera a redação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) no que se refere à transparência da gestão fiscal. O texto inova e determina que sejam disponíveis, em tempo real, informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária e financeira da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

    Já a Lei Federal 12.527/2011, a Lei da Informação, regula o acesso a informações e dispõe sobre os procedimentos a serem observados pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. Regulariza o direito do cidadão em solicitar os documentos que tiver interesse sem justificar o pedido.

    Assim, o Município deve cumprir o que determina cada lei.

  • Informações divulgadas em meios eletrônicos de acesso público

    contribuem para a transparência, controle e eficiência das atividades 

    na Administração Pública.

  • Sites como: SIAF e SIAFEM.

  • ESSE DEVEM ME DÁ MEDO KKKKK

    GABARITO: CERTO

    ARTIGO:48

  • art.48 da LRF:

    II - liberação ao pleno conhecimento e acompanhamento da sociedade, em tempo real, de informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária e financeira, em meios eletrônicos de acesso público.

    Gabarito: CERTO

  • DEVER DE AMPLA DIVULGAÇÃO.

    Art.48, Parágrafo 2º: A União, os Estados, o DF e os Municípios disponibilizarão suas informações e dados contábeis, orçamentários e fiscais conforme periodicidade, formato e sistema estabelecidos pelo órgão central de contabilidade da União, os quais deverão ser divulgados em meio eletrônico de amplo acesso público.

  • Qualquer cidadão pode ter acesso aos dados orçamentários da União, do Estado e dos Municipios.

    A LRF assegura a ampla divulgação, inclusive em meios eletrônicos de acesso público.

  • Temer mandou sumir com os gastos com a Globo. Como fica isso? Pais dos babacas que acredita ditam em democracia e const 

  • Errei pela palavra "PORMENORIZADAS"    :(

     

  • Não confundir com:


    Art. 63. É facultado aos Municípios com população inferior a cinqüenta mil habitantes optar por:

            II - divulgar semestralmente:

            b) o Relatório de Gestão Fiscal;

  • LRF:

    -- Transparência

    -- Controle

    -- Prestação de contas/Responsividade

    -- Responsabilização

  • Questão formulada a partir da literalidade do Art.48, II, da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF:

    Art. 48. [...]

    Parágrafo único. A transparência será assegurada também mediante:

    II – liberação ao pleno conhecimento e acompanhamento da sociedade, em tempo real, de informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária e financeira, em meios eletrônicos de acesso público;

    Gabarito: Certo

  • Resposta: CERTO

    LEI COMPLEMENTAR Nº 101, DE 4 DE MAIO DE 2000 - Lei de Responsabilidade Fiscal

    Art. 48. São instrumentos de transparência da gestão fiscal, aos quais será dada ampla divulgação, inclusive em meios eletrônicos de acesso público: os planos, orçamentos e leis de diretrizes orçamentárias; as prestações de contas e o respectivo parecer prévio; o Relatório Resumido da Execução Orçamentária e o Relatório de Gestão Fiscal; e as versões simplificadas desses documentos.

    § 1o  A transparência será assegurada também mediante: 

    I – incentivo à participação popular e realização de audiências públicas, durante os processos de elaboração e discussão dos planos, lei de diretrizes orçamentárias e orçamentos;

    II - liberação ao pleno conhecimento e acompanhamento da sociedade, em tempo real, de informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária e financeira, em meios eletrônicos de acesso público; e 

    III – adoção de sistema integrado de administração financeira e controle, que atenda a padrão mínimo de qualidade estabelecido pelo Poder Executivo da União e ao disposto no art. 48-A.   

  • GABARITO: CERTO

    Seção I

    Da Transparência da Gestão Fiscal

    Art. 48. II - liberação ao pleno conhecimento e acompanhamento da sociedade, em tempo real, de informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária e financeira, em meios eletrônicos de acesso público;

    FONTE: LEI COMPLEMENTAR N° 101, DE 04 DE MAIO DE 2000.

  • § 1   A transparência será assegurada também mediante:     

    II - liberação ao pleno conhecimento e acompanhamento da sociedade, em tempo real, de informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária e financeira, em meios eletrônicos de acesso público;

    SIGNIFICADO DE PORMENORIZADAS: "Que expressa muitos detalhes; detalhado. Apresentado com minúcia, completamente descrito, contado; relatado, narrado, exposto: caso pormenorizado."