SóProvas



Prova CESPE - 2004 - STJ - Técnico Judiciário - Área Administrativa


ID
680896
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os itens subseqüentes são reescrituras adaptadas de partes de
textos extraídos de UnB Revista, n.º 9, dez./2003-mar./2004.
Julgue-os quanto a acentuação gráfica, emprego do sinal
indicativo de crase, concordância, regência e pontuação.

Políticas de controle da natalidade não são uma solução viável, não só porque violam a liberdade das famílias de decidir seu tamanho, mas, também, porque causam um vazio geracional que, futuramente, poderá ter diversos impactos negativos para a sociedade.

Alternativas
Comentários
  • uso dos porquês.

  • Correto? "Liberdade das famílias de decidir seu tamanho"

    Para estar correto, não deveria haver concordância nominal (seus tamanhos)?

  • Bruno Rolemberg, o pronome “SEU/SUAREFERE-SE ao ANTECEDENTE e CONCORDA com o SUBSEQUENTE.

  • Eu fiquei na duvida com aquela virgula separando o mas tambem

  • Minha dúvida foi em relação a concordância do verbo "decidir"

  • A vírgual no trecho: " [...] não só porque violam a liberdade das famílias de decidir seu tamanho, mas, também, porque causam um vazio geracional [...] ", é devido ao advérbio "também" deslocado de sua posição original. Lembrando que as vírgulas são facultativas, pois o advérbio é de pequena extensão.

     

    Pode ter gerado certa dúvida em relação à vírgula logo após a conjunção adversativa "mas", porém tal vírgula não tem relação com a conjunção e sim com o advérbio deslocado.

  •  ...tamanho, mas, também, porque causam...

    Achei que essa parte estava errada.

  • A virgula na frente da conjunção '' mas'' faz parte do advérbio , não podendo ser retirada apenas ela

  • ESSE MAS TAMBÉM QUEBROU AS MINHAS PERNAS

  • Esse "mas,também" separado por vírgula tá certo msm? Alguém socorre ae!

  • Compartilho da mesma dúvida, vi que é errado colocar o "mas" entre vírgulas, a questão é antiga, deve tá desatualizada!

  • o "mas" não ficará entre virgulas, em regra.

    No entanto, se houver uma palavra que não se relaciona a ele, deve haver uma vírgula depois dele

    Mas, também, ...

    Mas, felizmente, ...

  • Não compreendi o gabarito, pois o par: não só... mas também corresponde a uma oração coordenada sindética aditiva. A vírgula não deveria separar o "também". Algum professor poderia explicar?

  • Essa vírgula depois do "mas" não é dele em si; ela serve para isolar o elemento intercalado "também"

  • Esse " mas "entre as vírgulas me arrebentou.

  • BIZU SOBRE O " MAS" ENTRE VÍRGULAS"

    - Quando o 'mas' estiver antecedendo uma expressão (geralmente, adverbial) deslocada ou fazer uma pausa por algum motivo (ênfase, por exemplo), tal como intercalar um termo explicativo.

    Veja os dois exemplos e confira a diferença:

    (1a) Você não gostou do comportamento do aluno, mas, igual a ele, você tem agido com a classe.

    (1b) Você não gostou do comportamento do aluno, mas, igual a ele você tem agido com a classe.

    Exemplo com termo explicativo:

    «Não quero falar mal, mas, falando, vou dizer que não gostei daquela aula.»

    FONTE: Gloria Galli

  • A vírgula em questão está isolando o ADVÉRBIO também, e não tem relação com o MAS. Por isso está certa.

  • CERTO

  • Não seria "decidirem", no plural?

  • Políticas de controle da natalidade não são uma solução viável, não só porque violam a liberdade das famílias de decidir seu tamanho, mas, também, porque causam um vazio geracional que, futuramente, poderá ter diversos impactos negativos para a sociedade. Correção gramatical OK.

    Politicas não são...

    porque ( junto= explicando e equivalendo a: pois, visto que, uma vez que, entre outros)

    Quem violam a liberdade das famílias ? As Políticas de controle.

  • porque: explicativo causal

  • O "mas, também" nessa forma que está, o "mas" é uma conjunção adversativa, se não tivesse uma vírgula separando-os seria uma conjunção aditiva e com isso trocaria todo o sentido pretendido
  • Conjunção "mas" uso da virgula: 

    A vírgula, porém, é facultativa quando esse “mas” localizado no meio do período tem valor aditivo (equivale a “e”):

    Não só o pai mas também o filho viajaram. 

    Não só o pai, mas também o filho viajaram. 

    Quando usar virgula depois do "mas"?

    Quando a conjunção “mas” aparece no início do período, a conversa é outra. Aqui, só haverá vírgula depois dela se houver uma frase intercalada separando-a do resto da oração da qual ela faz parte. Observe os exemplos: 

    Mas, apesar dos esforços, a meta não foi alcançada. 

    Mas, reconhece o ministro, o Brasil precisa economizar mais energia. 

    Mas, se o quando não for alterado, o apagão é inevitável. 

    Diferentemente do "mas", que não pode ser deslocada na frase, as conjunções porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto, não obstante, podem ser deslocadas. Exemplo:

    Não pude sair hoje; fiquei assistindo um filme com minha esposa, porém. ✔

    Não pude sair hoje; contudo, assistindo um filme com minha esposa.

    Não pude sair hoje; fiquei assistindo, entretanto, um filme com minha esposa.

  • Vírgula após "MAS" JAMAIS. Repare que no trecho '...seu tamanho, mas, TAMBÉM, porque...' não há incorreção gramatical, pois as vírgulas estão isolando um termo intercalado que é o 'TAMBÉM'.

    Gabarito: CERTO.

  • Pensei que fosse "soluções viáveis"... :(


ID
680899
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os itens subseqüentes são reescrituras adaptadas de partes de
textos extraídos de UnB Revista, n.º 9, dez./2003-mar./2004.
Julgue-os quanto a acentuação gráfica, emprego do sinal
indicativo de crase, concordância, regência e pontuação.

O crescimento da economia parece ser uma proposta mais tentadora: crescer aumenta a quantidade de recursos disponíveis e, se os resultados desse crescimento forem distribuídos a todos, a tendência é de que a pobreza seja reduzida.

Alternativas
Comentários
  • Certo: írgula
    Antes de tudo, sobre vírgula, é bom reiterar que seu conhecimento de sintaxe precisa estar “em dia” para que entenda bem o que vou dizer a partir de agora, beleza?
    A vírgula pouco ou nada tem a ver com prosódia, mas tem muito a ver com sintaxe. Estou insistindo nisso porque algumas pessoas colocam vírgulas por causa de pausas feitas na fala. A vírgula, na escrita, não necessariamente é uma pausa na fala, tampouco é usada para pausar quando se lê um trecho virgulado.
    Assim, vale dizer que o importante é, primeiro, saber em que situações gerais não se usa a vírgula.

     

    Pestana (2012)

  • Qual é a regra que diz que a palavra "disponíveis" deve ser acentuada?

  • disponíveis - paróxitona terminada em ditongo crescente.

  • Confesso que esse tipo de questão dá receio de marcar.

  • Disponíveis: paroxítona terminada em "i(s)".

    Disponível: paroxítona terminada em "L".

  • Achei que tinha uma vírgula depois de crescer

  • achei que estava errada por causa dessa frase: e recursos disponíveis e, se os resultados

  • Pensei que estivesse errada por causa do termo "de" em: (...)a tendência é de que a pobreza seja reduzida.

  • CERTO

  • Errei por acreditar que o correto deveria ser "a tendência é que a pobreza seja reduzida", ou seja, sem a preposição "de" antes do "que".

    Pesquisando, encontrei isso:

    "O substantivo tendência pode ser regido por mais de uma preposição, quais sejam a, de, em, para:

    Tem tendência à embriaguez.

    Opõe-se à sua tendência de conferir o ascendente.

    Observou a tendência natural das crianças em contrariar tudo.

    A senhora respondeu que não tinha tendências para freira.

    Contudo, quando se tem a construção tendência + verbo ser + predicativo (ou oração predicativa), a preposição pode ser omitida. Aliás, a frase fica melhor sem ela:

    A tendência é melhorar.

    Nossa tendência é conquistarmos o hexa.

    A tendência é a queda dos preços."

    Fonte: http://www.linguabrasil.com.br/nao-tropece-detail.php?id=103#:~:text=O%20substantivo%20tend%C3%AAncia%20pode%20ser,tend%C3%AAncia%20de%20conferir%20o%20ascendente.

    Assim, por mais que pareça estranho aos ouvidos, agora sabemos que o vocábulo tendência possui, em alguns contextos, a preposição facultativa.

    To the moon and back

  • procurando wally...
  • O crescimento da economia parece ser uma proposta mais tentadora: crescer aumenta a quantidade de recursos disponíveis e, se os resultados desse crescimento forem distribuídos a todos, a tendência é de que a pobreza seja reduzida. Correção gramatical OK.

    redução DE (da pobreza)

  • Fiquei na duvida com relação a ":" , pois nao compreende com enumeração, nao é inicio de fala ou explicação. Bom, nao interpretei dessa forma e errei a questão.

  • Errei por achar não ser necessária a preposição " de " porém com os comentários entendi a questão da regência .

    Boa questão!

    Obrigado por vcs postarem bons comentários.


ID
680905
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ

A respeito da composição, da organização e da competência do STJ, julgue os itens a seguir.

As três seções do STJ compreendem seis turmas, que são compostas em observância às opções feitas pelos ministros do STJ, atendendo-se à ordem de antiguidade. O ministro mais antigo da corte será o coordenador-geral da justiça federal.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO

     

    De acordo com o art. 51, VI, do RISTJ, o Corregedor-Geral da Justiça Federal será o Ministro mais antigo integrante do Conselho da Justiça Federal, mas nao da Corte (Corte Especial).

  • RISTJ - Art. 3º O Presidente e o Vice-Presidente são eleitos pelo Plenário, dentre os seus membros; o Corregedor-Geral da Justiça Federal é o Ministro mais antigo entre os membros efetivos do Conselho da Justiça Federal. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 22, de 2016)

    Gabarito: ERRADO

    Em complemento...

    RISTJ -  Art. 51. Nas ausências ou impedimentos eventuais ou temporários, a substituição no Tribunal dar-se-á da seguinte maneira:
    VI - o Corregedor-Geral da Justiça Federal, pelo Ministro mais antigo integrante do Conselho da Justiça Federal. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 22, de 2016)


ID
680908
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ

A respeito da composição, da organização e da competência do STJ, julgue os itens a seguir.

Considere a seguinte situação hipotética.

Um ministro de Estado aplicou a um servidor público federal a pena de demissão, após regular processo administrativo disciplinar. O servidor impetrou, contra o ato demissionário, um mandado de segurança em que alegou cerceamento de defesa e violação ao princípio do contraditório.

Nessa situação, caberá à Terceira Seção do STJ processar e julgar o mandado de segurança.

Alternativas
Comentários
  • CORRETA

    3ª SEÇÃO STJ =  PROCESSAR E JULGAR MANDATO DE SEGURANÇA

  • Questão desatualizada! De fato, conforme art. 12, I, do RISTJ, compete às Seções processar e julgar os mandados de segurança, os habeas corpus e os habeas data contra ato de Ministro de Estado. Contudo, conforme art. 9º, §1º, XI, cabe à Primeira Seção processar e julgar os feitos relativos a servidores públicos civis e militares.

    Frisa-se que atualmente o RISTJ, à luz da redação dada pela Emenda Regimental n. 14, de 2011, assim prevê a competência da Terceira Seção:

    Art. 9º, § 3º À Terceira Seção cabe processar e julgar os feitos relativos à matéria penal em geral, salvo os casos de competência originária da Corte Especial e os habeas corpus de competência das Turmas que compõem a Primeira e a Segunda Seção.

    Anteriormente, sob a vigência da redação dada pela Emenda Regimental n. 2, de 1992, uma das competências da Terceira Seção era processar e julgar os feitos relativos a servidores públicos civis e militares.

    Gabarito: ERRADO

  • NÃO SE ASSUSTE

     

    A QUESTÃO ESTÁ DESATUALIZADA

  • Errado .. 3 turma julga direito penal


ID
680911
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ

A respeito da composição, da organização e da competência do STJ, julgue os itens a seguir.

Considere a seguinte situação hipotética.

Um governador de estado foi preso em flagrante por agentes da Polícia Federal, em face da prática do crime de homicídio tentado contra um desafeto político. O advogado do governador impetrou um habeas corpus contra a prisão do paciente.

Nessa situação, caberá à Corte Especial do STJ processar e julgar o habeas corpus.

Alternativas
Comentários
  • CERTA

    Consoante o previsto no art. 11, I e II do RISTJ, compete à Corte Especial processar e julgar os habeas corpus, quando for paciente, nos crimes comuns, os Governadores dos Estados e do Distrito Federal, e, nestes e nos de responsabilidade, os Desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal, os dos Tribunais Regionais Federais, dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho, os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante Tribunais;

  • Complementando a resposta do colega, de acordo com a CF/1988:

    Art. 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça: I - processar e julgar, originariamente: a) nos crimes comuns, os Governadores dos Estados e do Distrito Federal,(...); (...) c) os habeas corpus, quando o coator ou paciente for qualquer das pessoas mencionadas na alínea "a"(...)                


ID
680914
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ

A respeito da composição, da organização e da competência do STJ, julgue os itens a seguir.

Considere a seguinte situação hipotética.

No voto proferido em um Recurso Especial (RESP) em que a decisão recorrida negava vigência a uma lei federal, o ministro-relator propôs a revisão de jurisprudência assentada em súmula pela respectiva seção do STJ, sendo acompanhado pelos demais ministros.

Nessa situação, a turma remeterá o feito de sua competência à seção de que for integrante.

Alternativas
Comentários
  • CERTA

    De acordo com o art. 14, I do RISTJ, as Turmas remeterão os feitos de sua competência à Seção de que são integrantes quando algum dos Ministros propuser revisão da jurisprudência assentada em Súmula pela Seção.


ID
680917
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Acerca do provimento e da vacância de cargo público, julgue os itens que se seguem.

Considerando que a nacionalidade brasileira é requisito básico para a investidura em cargo público, às universidades não é permitido prover seus cargos com professores estrangeiros.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito ERRADO

    Lei 8112

    Art. 5 § 3o As universidades e instituições de pesquisa científica e tecnológica federais poderão prover seus cargos com professores, técnicos e cientistas estrangeiros, de acordo com as normas e os procedimentos desta Lei

    bons estudos

  • Os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei, assim como aos estrangeiros, na forma da lei.

  •  Como requisitos básicos para a posse em em cargo público a Lei n.8112/1990 enumera os sequintes: 

     

    - a nacionalidade brasileira; Segundo a Constituição, o estrangeiro poderá ocupar cargo público na forma da lei, ou seja, a lei deverá prever expressamente que determinado cargo publico pode ser ocupado por estrangeiro. 

    - o gozo dos diteiros políticos; 

    - a quitação com as obrigações militares e eletirorais; 

    - o nível de escolaridade exigido para o exercicio do cargo; 

    - a idade mínima de dezoito anos; 

    - aptidão física e mental. 

  • Art. 207 DA CF/88. As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.

    § 1º É facultado às universidades admitir professores, técnicos e cientistas estrangeiros, na forma da lei. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 11, de 1996)


ID
680920
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Acerca do provimento e da vacância de cargo público, julgue os itens que se seguem.

Considere a seguinte situação hipotética.

Um servidor que ocupa cargo de natureza especial foi nomeado para ter exercício, interinamente, em outro cargo de confiança, sem prejuízo de suas atribuições atuais. Nessa situação, o servidor deverá optar pela remuneração de um dos cargos durante o período da interinidade.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito CERTO

    Lei 8.112

    Art. 9 Parágrafo único. O servidor ocupante de cargo em comissão ou de natureza especial poderá ser nomeado para ter exercício, interinamente, em outro cargo de confiança, sem prejuízo das atribuições do que atualmente ocupa, hipótese em que deverá optar pela remuneração de um deles durante o período da interinidade

    bons estudos

  • Dúvida.
    Então pessoa com cargo em comissão só pode ter um?! Não pode cumular dois cargos em comissão?!

    Alguém pode explicar melhor esse negócio de "interinamente"?

  • Pode cumular dois cargos.

    O que não pode é receber pelos dois.

    Terá que escolher a remuneração de um deles.

  • Cargo de Natureza Especial (CNE) são cargos públicos que dispensam concursos públicos para sua efetivação. No Brasil estes cargos estão vinculados a entidades públicas que têm o direito de contratar funcionários de sua confiança.


    Disponível em: <https://www.google.com/search?q=cargo+de+natureza+especial&ie=utf-8&oe=utf-8&client=firefox-b-ab>. Acesso em: 7 dez. 2018.

  • Interinamente = Temporariamente/ Provisoriamente

ID
680923
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Acerca do provimento e da vacância de cargo público, julgue os itens que se seguem.

O servidor que, tendo tomado posse em cargo efetivo, não entrar em exercício no prazo de 15 dias, contados da data da posse, será exonerado de ofício.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito CERTO

    Lei 8.112

    Art. 15 § 1o É de quinze dias o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício, contados da data da posse

    § 2o O servidor será exonerado do cargo ou será tornado sem efeito o ato de sua designação para função de confiança, se não entrar em exercício nos prazos previstos neste artigo, observado o disposto no art. 18

    bons estudos

  • tenha em mente que você foi nomeado e não tomou pose do cargo no prazo estabelecido (30 dias), sua nomeação será tomada sem efeito.

    Ja não entrando em exercício no prazo  contado a parti da pose (15 dias), você será exonerado do cargo. 

  • Nomeado - 30 dias -> POSSE -- 15 dias -> EXERCÍCIO

  • Macete:

     

    Não entrar em EXercício EXonerado.

    Não tomar posSE SEm efeito a nomeação.

     

    Gabarito Certo.

     

    Gabarito B de "bora" comemorar a posse.

     

     

    ----

    "Onde há vontade, há possibilidade."

  • Obs: Exoneração de Ofício

    Cargo Efetivo:

    *Não entrar em exercício nos 15 dias depois da posse.

    *Reprovação em Estágio Probatório.

    Cargo Comissionado:

    *Conveniência e oportunidade.

  • Não entrar em exercício ( 15 dias após a posse): será exonerado

    Não tomar posse: Sem efeito a nomeação

  • quem vai fazer MPU - MEMBRO DO MP tem até 30 dias + 30

    LC 75:

     Art. 196. Para entrar no exercício do cargo, o empossado terá o prazo de trinta dias, prorrogável por igual período, mediante comunicação, antes de findo o prazo inicial.

  • Art. 15.  Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo público ou da função de confiança.                

    § 1  É de quinze dias o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício, contados da data da posse.              

    § 2  O servidor será exonerado do cargo ou será tornado sem efeito o ato de sua designação para função de confiança, se não entrar em exercício nos prazos previstos neste artigo, observado o disposto no art. 18.            

  • Só para frisar que no caso da LC 840 de 2011, são apenas 5 dias.

    Gab CERTO

  • Não entrar em EXercício → EXonerado.

    Não tomar posSE → SEm efeito a nomeação.

    Os prazos a serem observados:

    1º - Publicação do ato de provimento pela Administração;

    2º - Tomar posse em até 30 dias após a publicação;

    3º - 15 dias após a posse para entrar em efetivo exercício.


ID
680926
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Acerca do regime disciplinar, em cada um dos itens seguintes, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada.


Durante o período de doze meses, uma servidora pública se ausentou do serviço, sem causa justificada, por trinta dias interpoladamente. Nessa situação, restou configurado o abandono de cargo que é uma das causas de aplicação da pena disciplinar de demissão.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA

    A questão mistura os conceitos de abandono de cargo e inassiduidade habitual. No caso concreto, a servidora não cometeu nenhuma das duas faltas. Lei 8112

    Art. 138. Configura abandono de cargo a ausência intencional do servidor ao serviço por mais de trinta dias consecutivos.

    Art. 139. Entende-se por inassiduidade habitual a falta ao serviço, sem causa justificada, por sessenta dias, interpoladamente, durante o período de doze meses.

  • Interpoladamente= nao continuo. Portanto nao entra nos casos acima sitados

  • No caso descrito pela assertiva, não configura abando de cargo e nem inassiduidade habitual.

    Gabarito Errado.

  • Teria que ser 60 dias interpoladamente ( ou seja, não continuo ).

  • bom a lei diz +de 30 dias

  • Jaqueline Santos , quando se ela em abandono de cargo é mais de 30 dias!!!

    o que vc disse é ASSIDUIDADE HABIUAL, que é outra coisa!!!

  • A pegadinha da questão é a palavra interpoladamente, que significa intercaladamente. Assim, como os 30 dias ocorreram de maneira descontinua, não configura pena de demissão.

  • ABANDONO DE CARGO = ausência intencional do servidor ao serviço por + 30 DIAS consecutivos.

    INASSIDUIDADE HABITUAL = a falta ao serviço, sem causa justificada, por 60 DIAS, interpoladamente, durante o período de doze meses.

  • ERRADO

     

    A questão buscou confundir os institutos do abandono de cargo e da inassiduidade habitual.

     

    Esquematizando:

     

    Abandono de cargo: 30 dias consecutivos, um atrás do outro. O cara simplesmente não vai trabalhar durante 30 dias.

     

    Inassiduidade habitual: 60 dias interpoladamente. Falta um dia uma semana, outro dia na semana seguinte, mais dois dias no mês seguinte e assim por diante. Se a soma dessas faltas injustificadas resultar em 60 ou mais dias, o servidor estará passível de demissão. Reparem que essas ausências interpoladas, para se configurarem inassiduidade habitual, devem ocorrer dentro de um ano. Ou seja, a falta do dia de hoje "prescreverá" em um ano.

     

    Lei 8.112/90

     

    Art. 132.  A demissão será aplicada nos seguintes casos:

            I - crime contra a administração pública;

            II - abandono de cargo;

            III - inassiduidade habitual;

     

    Art. 138.  Configura abandono de cargo a ausência intencional do servidor ao serviço por mais de trinta dias consecutivos.

    Art. 139.  Entende-se por inassiduidade habitual a falta ao serviço, sem causa justificada, por sessenta dias, interpoladamente, durante o período de doze meses.

     

     

  • Inassiduidade habitual.

    Questão - E

  • ERRADO.

    Lei 8.112/90.

    Art. 138.  Configura abandono de cargo a ausência intencional do servidor ao serviço por mais de trinta dias consecutivos.

  • errado.

    Durante o período de doze meses, uma servidora pública se ausentou do serviço, sem causa justificada, por trinta dias interpoladamente.

  • abandono de cargo = 30 dias seguidos

    inassiduidade habitual = 60 intercalados/ INTERPOLADOS num período de 12 meses

    Durante o período de doze meses, uma servidora pública se ausentou do serviço, sem causa justificada, por trinta dias interpoladamente. Nessa situação, restou configurado o abandono de cargo que é uma das causas de aplicação da pena disciplinar de demissão.= ERRADA

    INTERPOLADOS = INTERCALADOS = NÃO CONTINUO

  • Pra quem estudou e sabia os conceitos de abandono de função e Inassiduidade habitual, a questão foi de português... significado da palavra  interpoladamente..

    fé na missão . Só acaba quando termina.

  • Não é interpoladamente e sim consecutivos

    Não é 30 dias e sim MAIS de 30

  • ERRADA, pois é necessário mais de 30 faltas injustificadas CONSECUTIVAS.

    Art. 132, II e 138, da Lei 8.112/90.

  • GABARITO:ERRADO

    Neste caso não se configura nada. Nem inassiduidade, nem abandono.

    .

    Inassiduidade habitual: Faltar sessenta dias interpolados (2 faltas em um mês, 10 em outro, 5 em outro...) sem justificativa por um período de 12 meses

    Abandono de cargo: Faltar mais de 30 dias consecutivos sem justificativa.


ID
680929
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Acerca do regime disciplinar, em cada um dos itens seguintes, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada.


Um servidor público acumulava, em dois órgãos distintos, os cargos de analista de finanças e analista ambiental, respectivamente. Quando exercia as funções do cargo de analista de finanças, o servidor foi surpreendido com uma notificação de sua chefia imediata, para apresentar opção em um dos cargos que ocupava no prazo improrrogável de dez dias, contados da data da ciência. Imediatamente, o servidor se dirigiu ao setor de recursos humanos do órgão e fez a sua opção pelo cargo de analista de finanças, tendo, no dia seguinte, solicitado a exoneração do cargo de analista ambiental no outro órgão. Nessa situação, por estar a acumulação ilegal de cargos sujeita à pena disciplinar de demissão, o chefe do servidor que o notificou deverá instaurar processo administrativo disciplinar.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA

    Lei 8112, art. 133, § 5o A opção pelo servidor até o último dia de prazo para defesa configurará sua boa-fé, hipótese em que se converterá automaticamente em pedido de exoneração do outro cargo. (Incluído pela Lei nº 9.527, de 10.12.97)
  • Errada. Se ele optar por um dos cargos no prazo previsto,nao ha necessidade de nenhum procedimento.

  • Gab: errado

    Se fez a escolha dentro do prazo não há que se falar em penalidade no caso e muito menos em instauração de processo administrativo.

  • QUESTÃO  :

     

    SERVIDOR :

     

    Um servidor público acumulava, em dois órgãos distintos, os cargos de analista de finanças e analista ambiental, respectivamente :

     

    Pediu exoneração do cargo de analista ambiental .

     

    Nessa situação, por estar a acumulação ilegal de cargos sujeita à pena disciplinar de demissão, o chefe do servidor que o notificou deverá instaurar processo administrativo disciplinar.

     

    GABARITO  :

     

    Errado .

     

    O servidor público não acumula cargo : acumulava - pediu exoneração .

  • Art. 133.  Detectada a qualquer tempo a acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas, a autoridade a que se refere o art. 143 notificará o servidor, por intermédio de sua chefia imediata, para apresentar opção no prazo improrrogável de dez dias, contados da data da ciência e, na hipótese de omissão, adotará procedimento sumário para a sua apuração e regularização imediata, cujo processo administrativo disciplinar se desenvolverá nas seguintes fases:

     

    § 5ºA opção pelo servidor até o último dia de prazo para defesa configurará sua boa-fé, hipótese em que se converterá automaticamente em pedido de exoneração do outro cargo.

  • Lei 8429/92

     

    Art. 133.  Detectada a qualquer tempo a acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas, a autoridade a que se refere o art. 143 notificará o servidor, por intermédio de sua chefia imediata, para apresentar opção no prazo improrrogável de dez dias, contados da data da ciência e, na hipótese de omissão, adotará procedimento sumário para a sua apuração e regularização imediata, cujo processo administrativo disciplinar se desenvolverá nas seguintes fases:

     

    Somente na hipótese de omissão do servidor é que seria possivel a aberturta de processo administrativo disciplinar, como o mesmooptou pelo pedido de exoneração de um dos cargos,dentro do prazo improrrogável, não há que se falar em processo administrativo...

     

    #estudaquepassa.

  • Lei 8.112/90 - art. 133.


ID
680971
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Do total de funcionários de uma repartição pública, metade faz
atendimento ao público, um quarto cuida do cadastramento dos
processos e um sétimo faz as conferências. Os três funcionários
restantes realizam serviços de apoio, contratados com recursos
especiais. Sabendo que nenhuma das funções é cumulativa, julgue
os itens a seguir.

Com relação aos recursos utilizados para a contratação dos serviços de apoio, sabe-se que, se forem somados R$ 2.000,00 a esses recursos, o valor não alcança R$ 3.800,00. Se forem retirados R$ 500,00 dos mesmos recursos especiais, restam mais de R$ 400,00. Então, esses recursos são superiores a R$ 1.000,00 e inferiores a R$ 1.500,00.

Alternativas
Comentários
  • parabéns, fico orgulhoso de ver meu amigo se superando a cada dia,
  • PARABÉNS, FICO FELIZ EM VER MEU AMIGO SE SUPERANDO A CADA DIA,
  • RUMO A APROVAÇÃO, ESTAMOS JUNTOS !!!
  • NA VERDADE APARECE AQUI 3400 KKK
  • X + 2000 < 3800

    2000 X < 3800 - 2000 

    X < 1800 


    X - 500 > 400 

    X > 400 + 500 

    X > 900 

    Recursos superiores a 900 e inferiores a 1800

    FALSO


ID
680986
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Três amigos decidiram constituir uma empresa, em sociedade,
para a prestação de serviços técnicos nas áreas de contabilidade,
informática e telefonia. O contador contribuiu com R$ 2.000,00,
o técnico em informática, com R$ 3.000,00 e o técnico em
telefonia, com R$ 4.000,00. Ao final de um ano de serviços, a
empresa obteve um lucro de R$ 5.400,00 para ser dividido em
partes proporcionais aos valores empenhados por cada sócio.
Com base nessas informações, julgue os itens seguintes.

Se a metade do lucro for aplicada a uma taxa de juros de 2%, compostos mensalmente, então, ao final de 2 meses, o montante obtido nesse investimento será superior a R$ 2.820,00.

Alternativas
Comentários
  • 2700.(0,02+1)^2 = 2.809,08

  • REGRA DE TRÊS
    metade do lucro= 2.700
    2.700=100%
    x=2% * 2.700=5.400
    5.400/100=54*2=108
    resultado=2.808,00
     

  • 1° mês: 2.700 + 2% (de 2.700): 2.754
    2° mês: 2.754 + 2% (de 2.754): 2.808


ID
720637
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ

A respeito da composição, da organização e da competência do
STJ, julgue os itens a seguir.

A Corte Especial, órgão especial do STJ, é constituída por 25 ministros do STJ e presidida pelo presidente do tribunal.

Alternativas
Comentários
  • A Corte especial é composta pelos 15 ministros mais antigos do Tribunal.

  • RISTJ - Art. 2º, § 2º A Corte Especial será integrada pelos quinze Ministros mais antigos e presidida pelo Presidente do Tribunal.

    Gabarito: ERRADO


ID
720643
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Do total de funcionários de uma repartição pública, metade faz
atendimento ao público, um quarto cuida do cadastramento dos
processos e um sétimo faz as conferências. Os três funcionários
restantes realizam serviços de apoio, contratados com recursos
especiais. Sabendo que nenhuma das funções é cumulativa, julgue
os itens a seguir.

Nessa repartição, trabalham mais de 25 funcionários.

Alternativas
Comentários
  • x/2 + x/4 + x/7 + 3 = x → mmc(2,4,7) = 28 


    (14.x + 7.x + 4.x + 28.3)/28 = x

    25.x + 84 = 28.x
    28.x - 25.x = 84
    3.x = 84
    x = 84/3
    x = 28


ID
720646
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Uma loja que vende cartuchos para impressoras tem em seu
estoque 2.576 mL de tinta, distribuídos entre cartuchos de tinta
preta e de tinta colorida. A venda de todos os cartuchos geraria
uma receita de R$ 3.032,00. Cada cartucho preto, vendido a
R$ 26,00, contém 20 mL de tinta, enquanto cada cartucho
colorido, vendido a R$ 38,00, contém 36 mL de tinta. Com base
nessas informações, julgue os itens que se seguem.

Há, no estoque, mais de 35 cartuchos coloridos e menos de 65 cartuchos pretos.

Alternativas
Comentários
  • p= numero de cartucho preto 
    c= numero de cartuchos colorido 

    26/20 = 1,3 

    20p+36c=2576 
    26p+38c=3032 

    multiplicando a primeira por (-1,3 ) e somando a segunda vem 

    -8,8c=-316,8 

    c=36 

    20p+36.36=2576 


    p=64 

  • 36 cartuchos coloridos * 36ml = 1296
    64 cartuchos pretos * 20ml = 1280      
    1296+1280= 2576

  • C = colorido

    P = preto

    26P + 38C = 3032

    20P + 36C = 2576

    P + 1,8C = 128,8

    26(128,8-1,8C) + 38C = 3032

    3348,8 - 46,8C + 38C = 3032

    8,8C =316,8

    C =36

    P = 64


ID
720649
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Uma loja que vende cartuchos para impressoras tem em seu
estoque 2.576 mL de tinta, distribuídos entre cartuchos de tinta
preta e de tinta colorida. A venda de todos os cartuchos geraria
uma receita de R$ 3.032,00. Cada cartucho preto, vendido a
R$ 26,00, contém 20 mL de tinta, enquanto cada cartucho
colorido, vendido a R$ 38,00, contém 36 mL de tinta. Com base
nessas informações, julgue os itens que se seguem.

O valor do estoque de cartuchos coloridos é inferior a R$ 1.200,00.

Alternativas
Comentários
  • tendo base na acertiva anterior (36 cartuchos coloridos) * 38,00 reais = 1.368,00 reais 


ID
720652
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Três amigos decidiram constituir uma empresa, em sociedade,
para a prestação de serviços técnicos nas áreas de contabilidade,
informática e telefonia. O contador contribuiu com R$ 2.000,00,
o técnico em informática, com R$ 3.000,00 e o técnico em
telefonia, com R$ 4.000,00. Ao final de um ano de serviços, a
empresa obteve um lucro de R$ 5.400,00 para ser dividido em
partes proporcionais aos valores empenhados por cada sócio.

Com base nessas informações, julgue os itens seguintes.

O técnico em telefonia deve receber mais de 40% do lucro.

Alternativas
Comentários
  • Passo 1 => 2000*K+3000*K+4000*K=5400

    Passo 2=> 2K+3K+4K=54

    Passo 3=> 9K=54

    Passo 4=> K=6

    Substituindo 1=> 2*6+3*6+4*6=54

    Substituindo 2=> 12+18+24=54

    Concluindo 3=> 24=44% de 54

  • Deve receber 44% de lucro. 

  • 9000     100%

    4000        x

     

    x=400/9

    x= 44,44% de  INVESTIMENTO,  ele pretende obter um lucro acima daquilo que foi investido.


ID
720655
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Três amigos decidiram constituir uma empresa, em sociedade,
para a prestação de serviços técnicos nas áreas de contabilidade,
informática e telefonia. O contador contribuiu com R$ 2.000,00,
o técnico em informática, com R$ 3.000,00 e o técnico em
telefonia, com R$ 4.000,00. Ao final de um ano de serviços, a
empresa obteve um lucro de R$ 5.400,00 para ser dividido em
partes proporcionais aos valores empenhados por cada sócio.

Com base nessas informações, julgue os itens seguintes.

O técnico em informática deve receber uma quantia inferior a R$ 1.840,00.

Alternativas
Comentários
  • Passo 1 => 2000*K+3000*K+4000*K=5400

    Passo 2=> 2K+3K+4K=54

    Passo 3=> 9K=54

    Passo 4=> K=6

    Substituindo 1=> 2*6+3*6+4*6=54

    Substituindo 2=> 12+18+24=54

    Concluindo 3=> 12 = R$1200

  • Dos 9mil investidos, o técnico em informática contribuiu com 3mil = 1/3 do investimento. Logo ele terá 1/3 do lucro = 5400/3 = 1800. Então sim, ele terá lucro inferior a 1840 reais.
  • CERTO

    foram 9k investido no total e o Téc. investiu 3k= 1/3 de 9k

    se 1/3 de 5.000 = 1800 ,yes inferior a 1840,00.


ID
720661
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considerando os direitos e as garantias individuais e coletivas no
direito brasileiro, julgue o item a seguir.

A inviolabilidade de direitos individuais é distinguida das garantias constitucionais, ainda que atuem em conexão.

Alternativas
Comentários
  • Certo


    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes

  • O examinador está perguntando se é possível distinguir a inviolabilidade de um direito individual de sua respectiva garantia, mesmo quando atuam em conexão. Sim, é possível. 

                    Inviolabilidades                                           Garantias

    Inviolabilidade do direito à vida -  não haverá pena de morte

    inviolabilidade à liberdade - ninguém será preso senão em flagrante delito...

    Inviolabilidade do direito à igualdade - homens e mulheres são iguais...

    Inviolabilidade do direito à segurança - ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente;

    Inviolabilidade do direito à propriedade - a casa é asilo inviolável do indivíduo...é garantido o direito de herança.

    Gabarito Certo.


  • Ótimo comentário, Marx!

  • Marx simplesmente toda seu post, onde é que dou dois joinhas? Rsrsrsrs.
  • GABARITO: CERTO


    Os direitos são os próprios direitos previstos na Cosntituição Federal. São os bens jurídicos tutelados pela Constituição.


    As garantias são instrumentos de proteção dos direitos.


    Apesar da DIFERENÇA entre os dois institutos é possível afirmar que TODA GARANTIA É UM DIREITO.

  • Pra matar questão de prova:

    Toda garantia é um direito, mas nem todo direito é uma garantia.

  • Não são diferentes, porque toda garantia é um direito !!!

  •  direito está previsto na constituição desde sua criação, as garantias existem para garantir o direito por exemplo...direito a vida -> existe por que é vedado a pena de morte no país, liberdade de locomoção -> existe por que temos o habeas corpus, direito de resposta -> existe por que é proibido o anonimato na liberdade de expressão, e por ai vai....UMA NASCE(GARANTIA) COM A CRIAÇÃO DA OUTRA(DIREITO).

    Fonte :http://www.forumconcurseiros.com/forum/forum/disciplinas/direito-constitucional/17532-direitos-e-garantias-pequenas-duvidas

    TOMA !

  • na verdade a garantia é para você relmente ter um direito que seu e foi tirado por alguem ex:HD, VAI DEVOLVER O DIREITO DE LIBERDADE...

  • HD VAI DEVOLVER O DIREITO DE LIBERDADE? 

    AILLANA MIRANDA não seria o HC?

  • EU pensei em garantias e direitos, que não são o mesmo mas andam juntos.

  • DIREITOS e GARANTIAS não são as mesmas coisas.

    Direito: são normas que declaram a existência de interesse (direito a liberdade, vida entre outros).
    Garantias: são os instrumentos que garantem o exercício de um direito (HC, HD, MS, MJ).
     

    Portanto, toda garantia é um direito, mas nem todo direito é uma garantia.

  • Parte da doutrina da constitucional diferencia direitos de garantias. Conforme leciona MENDES (2015, p. 169), no âmbito das classificações dos direitos fundamentais, intenta-se, por vezes, distanciar os direitos das garantias. Há, no Estatuto Político, direitos que têm como objeto imediato um bem específco da pessoa (vida, honra, liberdade física). Há também outras normas que protegem esses direitos indiretamente, ao limitar, por vezes procedimentalmente, o exercício do poder. São essas normas que dão origem aos direitos­-garantia, às chamadas garantias fundamentais.

    As garantias fundamentais asseguram ao indivíduo a possibilidade de exigir dos Poderes Públicos o respeito ao direito que instrumentalizam. Vários direitos previstos nos incisos do art. 5º da Constituição se ajustam a esse conceito. Vejam-se, por exemplo, as normas ali consignadas de direito processual penal.

    Nem sempre, contudo, a fronteira entre uma e outra categoria se mostra límpida - o que, na realidade, não apresenta maior importância prática, uma vez que a nossa ordem constitucional confere tratamento unívoco aos direitos e garantias fundamentais.

    Considerando a distinção feita por alguns, a assertiva está certa.

     

    Fonte:

    MENDES, Gilmar Ferreira; BRANCO, Paulo Gustavo Gonet. Curso de Direito Constitucional. 10ª ed. São Paulo: Saraiva. 2015.


  • Simples!

     

    Direitos: Normas de carater declaratório

    Garantias: Normas de conteúdo assecuratório

     

    Gabarito certo

  • errei pq não entendi a pergunta...

  • Obrigada Marx Silva sua explicaçao foi a unica que me fez entender esta questão que errei por não ter conseguido interpretar a pergunta, bons estudos e valeu mesmo! 

  • *CREDITOS AO COLEGA ACIMA, APENAS REPOSTANDO PARA CONTEÚDO PRÓPRIO.

     

    O examinador está perguntando se é possível distinguir a inviolabilidade de um direito individual de sua respectiva garantia, mesmo quando atuam em conexão. Sim, é possível. 

                    Inviolabilidades                                           Garantias

    Inviolabilidade do direito à vida -  não haverá pena de morte

    inviolabilidade à liberdade - ninguém será preso senão em flagrante delito...

    Inviolabilidade do direito à igualdade - homens e mulheres são iguais...

    Inviolabilidade do direito à segurança - ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente;

    Inviolabilidade do direito à propriedade - a casa é asilo inviolável do indivíduo...é garantido o direito de herança.

  • Gab CERTO

    O examinador está perguntando se é possível distinguir a inviolabilidade de um direito individual de sua respectiva garantia, mesmo quando atuam em conexão. Sim, é possível. 

                    Inviolabilidades                                           Garantias

    Inviolabilidade do direito à vida -  não haverá pena de morte

    inviolabilidade à liberdade - ninguém será preso senão em flagrante delito...

    Inviolabilidade do direito à igualdade - homens e mulheres são iguais...

    Inviolabilidade do direito à segurança - ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente;

    Inviolabilidade do direito à propriedade - a casa é asilo inviolável do indivíduo...é garantido o direito de herança.

    (Marx Silva)

  • Eu não entendi a pergunta :(

  • Questão de técnico mais complicada que de analista.

  • Distinguir um direito de uma garantir é possível, visto que os direitos e garantias não são de natureza absoluta, algumas vezes o Estado em posição de supremacia do interesse público em relação ao interesse privado, distingue um direito de um particular em bem da sociedade.

     

    Inviolabilidades                                                                                                             Garantias

    Inviolabilidade do direito à vida -                                          não haverá pena de morte, SALVO

    inviolabilidade à liberdade -                                                   ninguém será preso senão em flagrante delito...

    Inviolabilidade do direito à igualdade -                                 homens e mulheres são iguais...

    Inviolabilidade do direito à segurança -                                ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade c;

    Inviolabilidade do direito à propriedade -                             a casa é asilo inviolável do indivíduo...é garantido o direito de herança.

  • Está certa. Lembrar que "Toda garantia é um direito, mas nem todo direito é uma garantia." Logo, são coisas distintas, mas que relacionam-se diretamente.

  • Parte da doutrina da constitucional diferencia direitos de garantias. Conforme leciona MENDES (2015, p. 169), no âmbito das classificações dos direitos fundamentais, intenta-se, por vezes, distanciar os direitos das garantias. Há, no Estatuto Político, direitos que têm como objeto imediato um bem específco da pessoa (vida, honra, liberdade física). Há também outras normas que protegem esses direitos indiretamente, ao limitar, por vezes procedimentalmente, o exercício do poder. São essas normas que dão origem aos direitos­-garantia, às chamadas garantias fundamentais.

    As garantias fundamentais asseguram ao indivíduo a possibilidade de exigir dos Poderes Públicos o respeito ao direito que instrumentalizam. Vários direitos previstos nos incisos do art. 5º da Constituição se ajustam a esse conceito. Vejam-se, por exemplo, as normas ali consignadas de direito processual penal.

    Nem sempre, contudo, a fronteira entre uma e outra categoria se mostra límpida - o que, na realidade, não apresenta maior importância prática, uma vez que a nossa ordem constitucional confere tratamento unívoco aos direitos e garantias fundamentais.

    Considerando a distinção feita por alguns, a assertiva está certa.

     

    Fonte:

    MENDES, Gilmar Ferreira; BRANCO, Paulo Gustavo Gonet. Curso de Direito Constitucional. 10ª ed. São Paulo: Saraiva. 2015.

  • que assertiva perigosa! shaushuashua

  • Foi pro caderno!

  • Comentário do Marx Silva foi perfeito!

    Meu entendimento:

    De que forma o direito a vida será garantido e não violado?

    Inviolabilidade é diferente de garantia, porém os dois se completam.

    Qual a garantia de que um direito não será violado?

  • Parece que professor do Qconcursos só sabe escrever texto...

    Reparem na diferença do comentário do professor para o comentário do Marx Silva

  • O comentário do colega Marx Silva foi perfeito.... muito inteligênte! O professor não amarra nem a chuteira dele...

  • Aprendi com o mestre Daniel Sena há alguns anos e nunca mais esqueci.

    Direitos e Garantias se diferem, porém toda garantia é um direito.


  • Direito a honra, por exemplo, todos temos.

    E o que nos garante esse direito?

    Simples, se ele não for respeitado um processo contra DANOS MORAIS visa garantir que o direito em questão seja respeitado.


    Dessa forma, ainda que se trate de coisas distintas, andam em conexão.


  • Parte da doutrina da constitucional diferencia direitos de garantias. Conforme leciona MENDES (2015, p. 169), no âmbito das classificações dos direitos fundamentais, intenta-se, por vezes, distanciar os direitos das garantias. Há, no Estatuto Político, direitos que têm como objeto imediato um bem específco da pessoa (vida, honra, liberdade física). Há também outras normas que protegem esses direitos indiretamente, ao limitar, por vezes procedimentalmente, o exercício do poder. São essas normas que dão origem aos direitos­-garantia, às chamadas garantias fundamentais.

    As garantias fundamentais asseguram ao indivíduo a possibilidade de exigir dos Poderes Públicos o respeito ao direito que instrumentalizam. Vários direitos previstos nos incisos do art. 5º da Constituição se ajustam a esse conceito. Vejam-se, por exemplo, as normas ali consignadas de direito processual penal.

    Nem sempre, contudo, a fronteira entre uma e outra categoria se mostra límpida - o que, na realidade, não apresenta maior importância prática, uma vez que a nossa ordem constitucional confere tratamento unívoco aos direitos e garantias fundamentais.

    Considerando a distinção feita por alguns, a assertiva está certa.

  • Gab CERTO

    O examinador está perguntando se é possível distinguir a inviolabilidade de um direito individual de sua respectiva garantia, mesmo quando atuam em conexão. Sim, é possível. 

             Inviolabilidades                         Garantias

    Inviolabilidade do direito à vida - não haverá pena de morte

    inviolabilidade à liberdade - ninguém será preso senão em flagrante delito...

    Inviolabilidade do direito à igualdade homens e mulheres são iguais...

    Inviolabilidade do direito à segurança ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente;

    Inviolabilidade do direito à propriedade - a casa é asilo inviolável do indivíduo...é garantido o direito de herança.

  • CERTO

  • MARX ,PERFEITO !

    O examinador está perguntando se é possível distinguir a inviolabilidade de um direito individual de sua respectiva garantia, mesmo quando atuam em conexão. Sim, é possível. 

            Inviolabilidades                     Garantias

    Inviolabilidade do direito à vida - não haverá pena de morte

    inviolabilidade à liberdade - ninguém será preso senão em flagrante delito...

    Inviolabilidade do direito à igualdade - homens e mulheres são iguais...

    Inviolabilidade do direito à segurança - ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente;

    Inviolabilidade do direito à propriedade - a casa é asilo inviolável do indivíduo...é garantido o direito de herança.

    Gabarito Certo.

  • Considerando os direitos e as garantias individuais e coletivas no direito brasileiro, é correto afirmar que: A inviolabilidade de direitos individuais é distinguida das garantias constitucionais, ainda que atuem em conexão.

  • Gab. C

    #PCALPertencerei

  • Sem muita Enrolação, está explícita essa distinção na própria CF/88 quando temos em seu

    Título II "Dos Direitos e Garantias Fundamentais"

  • Inviolabilidade de Direito (declaratório) x Garantia Constitucional (assecuratório)

    Logo, pelo enunciado, vemos que sim, elas estão distinguidas e também estão em conexão.

    Direito ---> Declaratório 

    Garantia ---> Assecuratório


ID
720664
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considerando os direitos e as garantias individuais e coletivas no
direito brasileiro, julgue o item a seguir.

Em matérias referentes à vida, à igualdade, à liberdade e à propriedade, os destinatários dos direitos e garantias individuais podem ser tanto pessoas físicas quanto jurídicas.

Alternativas
Comentários
  • Certo


    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes

  • A PESSOA JURÍDICA É DESTINATÁRIA DO DIREITO À VIDA ? E TAMBÉM O É EM RELAÇÃO À LIBERDADE? ENTÃO POR QUE SERÁ QUE NÃO CABE HABEAS CORPUS EM FAVOR DE PJ ??

  • CERTO

     

    Cabe destacar, ainda, que os direitos fundamentais não têm como titular

    apenas as pessoas físicas; as pessoas jurídicas e até mesmo o próprio

    Estado são titulares de direitos fundamentais

     

    FONTE: Profª Nádia Carolina ESTRATEGIA CONCURSOS

     

  • PJ tem vida? que absurdo. Mas a questão é de 2004 e em 2013, de tanto estudar, o examinador melhorou o texto.

    Q347857 - CESPE/2013/MPU -  Embora os direitos e as garantias fundamentais se destinem essencialmente às pessoas físicas, alguns deles podem ser estendidos às pessoas jurídicas. CERTA.

  • questão fdp!  pessoa jurídica tem vida????

  • Como sempre, se a CESPE não excluir nada, o que complica as coisas, o negocio e seguir a regra geral.

  • Eu que não sou advogado, nem jurista de área alguma, mas apenas um concurseiro de nível médio, acertei absolutamente todas as questões de nível superior (até inclusive as questões para promotor). Mas quando chegou as questões de nível médio, em especial as de técnico, aí a dificuldade parece que aumenta, o nível de sacanagem e pegadinha eleva e a desonestidade dos enunciados da Cespe parecem ganhar forma de modo assustador. 

    Que coisa, heim?!?!?

  • Direito a vida de pessoa jurídica, essa pra mim é nova!

  • Verdade Marcelino.............

    Bom questionamento..................

  • em 2012 questionei um professor do cursinho "Cesar Nonato" sobre essa questão ele simplesmente falou "NÃO FIQUE PROCURANDO CABELO EM CABEÇA DE CARECA, ESSA QUESTÃO É SIMPLES O EXAMINADOR LEVA EM CONSIDERAÇÃO QUANDO FALA EM PJ, PODE SER PESSOA EM REPRESENTAÇÃO DA MESMA" ... de lá pra cá procurei acertar a questão e se estiver ao meu alcance entender. 


    rsrs coisa de examinador pra lascar a cabeça do concurseiro.

  • Gabarito: CERTO?


    Questão: Em matérias referentes à vida, à igualdade, à liberdade e à propriedade, os destinatários dos direitos e garantias individuais podem ser tanto pessoas físicas quanto jurídicas.

    Comentários: Acredito que a questão esteja errada, pois no caso de PJ não cabe HC em seu favor, porque a mesma não corre o risco de ser presa. Questão de 2004, muito antiga, acredito que hoje seria anulada em face de todo o aparato tecnológico e todo o nível de informação que temos na atualidade, o que não era possível naquela época.
  • Corretíssima.

    Os direitos e garantias individuais são extensíveis às pessoas jurídicas, tais como o direito à imagem honra objetiva.

  • Pessoa jurídica tem o direito de propriedade e a pessoa física tem todos os outros, por esse motivo o item está correto.

  • CUIDADO! Estão confundindo titularidade com destinatário. PJ não é titular de garantia à vida mesmo, mas é destinatária da mencionada norma constitucional. As normas que fixam os direitos fundamentais têm como destinatários: o Estado, que é formado por diversas PJs inclusive (eficácia vertical dos direitos fundamentais); e particulares, tanto PJs, como PFs (eficácia horizontal dos direitos fundamentais). 

  • Eu acho que a questão está certa por causa da palavra podem.

  • Sim . gab correto :   pessoa jurídica de direito privado e pessoa jurídica de direito público também.

  • Perfeito, André Lima!! Isso aí. Não erro mais.

    Muito obrigada. Bons estudos.
  • Não erro mais, PJ é DESTINATÁRIO SIMMM do direito à vida

    MAS NÃO TITULAR

    Obrigado pessoal.

  • bem que seria legal se um professor comentasse essa

  • Professor não comenta, pois deve possuir conhecimento imenso de doutrina e jurisprudência para nos falar sobre o espermatozoide se encontrando com o óvulo para gerar uma Pessoa Jurídica. kkk. O cara vai falar que "PJ não tem vida", mas vai vir alguém com algum livro de doutrina com o seguinte trecho: "As pessoa jurídicas também possuem o direito à vida". kkk

  • Com a crise financeira talvez as empresas reivindiquem o direito á vida`.

  • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Germana "murri" kkkkkkkkkkkkk

  • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Zoeira never ends. Massa, Germana

  • kkkkkkkkkkkkkkk PJ tem vida?!!

    Outrora pelas ruas me depararei com uma PJ andando por aí kkkk

     

  • Surreal PJ ter direito à vida. 

  • Creio sim que um pessoa juridica tem direito a vida

     

    pense bem enquanto ela está sendo criada  ela possui vida produz efeitos  agora quando ela é dissovilda por sentença transitada em julgada poderiamos considera-la morta.

  • Eu sou pessoa jurídica, será que não tenho direito a vida Nah Corrêa ?????????

    desculpe mas está equivocado. 

  • Errei a questão! Se fosse "pra valer", entrava com um recurso!

  • PJ com direito à vida??? 

    =O

  • Que engraçado, aprendi com meu próprio comentário que fiz em fevereiro. Tinha esquecido kkkkk. agora anotei.

    PJ TEM DIREITO A VIDA SIM, MAS NÃO É TITULAR DESSE DIREITO.

  • Segundo stf esses direitos estendem-se a PJ e a estrangeiros não residentes no país.Ex : turista

  • Hoje, a doutrina majoritária entende que muitos dos direitos enumerados nos incisos do art. 5° são extensíveis às pessoas jurídicas. Temos como exemplos: Direito de Resposta (art. 5º, V, CF/88); Direito de Propriedade (art. 5º, XXII, CF/88); Sigilo da correspondência e das comunicações em geral (art.5º, XII, CF/88); Inviolabilidade de domicílio (art. 5º, XI, CF/88); Direitos fundamentais relacionados à honra e à imagem. A violação pode, inclusive, culminar em reparação pecuniária (art. 5º, V, CF/88). Lembrando da súmula nº 227 do STJ, a qual estabelece que "A pessoa jurídica pode sofrer dano moral”. Alguns direitos, em especial, são conferidos direta e exclusivamente às pessoas jurídicas. Exemplos: Direito de não interferência estatal no funcionamento de associações (art. 5°, XVIII, CF/88); Direito de não serem compulsoriamente dissolvidas, salvo por decisão judicial transitada em julgado (art. 5°, XIX, CF/88).

    A assertiva, portanto, está certa.


  • Minha empresa está internada, comigo, em uma cliníca de reabilitação!

     

  • PJ tem direito a vida, tendo em vista que tanto PJ como PF e ainda o Estado são Titulares dos DF. É isso q se deve ter em mente para acertar essas questões. Tem coisa que não se entende E sim aceita kkkkk .
  • Em matérias referentes à vida, à igualdade, à liberdade e à propriedade, os destinatários dos direitos e garantias individuais podem ser tanto pessoas físicas quanto jurídicas.....essa questão foi maliciosa, pra responder ela vc tinha que desconsiderar essa parte: Em matérias referentes à vida, à igualdade, à liberdade e à propriedade, pq se não vc ia pensar o seguinte: minha empresa tem direito a vida? ...kkkk...cespe é mala.

  • Que coisa mais absurda. Direito à vida?! PJ não tem liberdade de locomoção!

  • se vc considerar vida = existencia sim...pj tem direito a vida
    vc tem direito a abrir (da vida) a uma pj (empresa por exemplo) e eu nao posso fazer nada contra ela (a existencia dela), apenas processa-la qd e se for preciso.

  • locomoçao tb
    nao da pra uma pj ir andando..mas pode abrir filiais

  • PESSOA JURÍDICA DIREITO À VIDA EU ODEIO ESSA BANCAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

  • em outra questão mais recente o Cespe afirmou que o Estado e particular são iguais quando titulares ou destinatários de direitos fundamentais. Bom o jeito é aceitar o entendimento do CESPE quanto ao tema, já que as questões não foram anuladas!!

  • A doutrina reluta em atribuir às pessoas jurídicas (empresas, associações, etc.) direito à vida; com razão, prefere-se falar em “direito à existência”. Fonte: Professor João Trindade Cavalcante Filho.
  • Hoje essa questão seria alvo certo de anulação. DESATUALIZADA. E fiz o filtro para as DESATUALIZADS!!!


ID
720667
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considerando os direitos e as garantias individuais e coletivas no
direito brasileiro, julgue o item a seguir.

Os chamados direitos coletivos podem encontrar fundamento em toda a ordem constitucional e mesmo em torno da ordem infraconstitucional, sendo que alguns deles, como o de reunião e o de associação, são direitos individuais de expressão coletiva.

Alternativas
Comentários
  • Certo


    É o que preconiza o Art. 5º


    XVI - todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;


    XVII - é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar;


    XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;


    XIX - as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado;


    Ao passo que os direitos coletivos podem ser conceituados como ‘direitos fundamentais do homem-membro de uma coletividade’, ressaltando, que boa parte dos direitos coletivos mencionados sob está rubrica na Constituição (no rol do artigo 5º) são, na verdade, ‘direitos individuais de expressão coletiva, como as liberdades de reunião e associação’, ao passo que outros se encontram dispersos no texto Constitucional”.

  • Alguém menciona, por favor, outros dispositivos constitucionais e/ou infraconstitucionais em que podemos encontrar fundamento para os direitos coletivos??

  • Gabarito: CERTO. A resposta desta questão pode ser encontrada no Livro Curso de Direito Constitucional. 2005. José Afonso da Silva.

     

    Segundo este renomado autor, não há no texto constitucional especificando os direitos coletivos. Para ele, "muitos desses direitos coletivos sobrevivem ao longo do texto constitucional, caracterizados, na maior parte, como direitos sociais, como a liberdade de associação profissional e sindical (arts. 8 e 37, VI), o direito de greve (arts. 9 e 37, VII), o direito de participação de trabalhadores e empregadores nos colegiados de órgãos públicos (art. 10), a representação de empregados junto aos empregadores (art.11), o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado (art. 225); ou caracterizados como instituto de democracia direta nos arts. 14, I, II, e III, 27, § 4, 29, XIII, e 61, § 2; ou, ainda como instituto de fiscalização financeira, no art. 31, § 3. Apenas as liberdades de reunião e de associação (art. 5, XVI a XX), o direito de entidades associativas de representar seus filiados (art. 5, XXI) e os direitos de receber informações de interesse coletivo (art. 5, XXXIII) e de petição (art. 5, XXXIV, a) restaram subordinados à rubrica dos direitos coletivos. Alguns deles não são propriamente direitos coletivos, mas direitos individuais de expressão coletiva, como as liberdades de reunião e associação".

     

    Levando em consideração toda essa explanação, as leis infraconstitucionais podem ser encontradas, por exemplo, na lei sobre o direito de greve.

     

  • Fiquei na dúvida em direitos INDIVIDUAIS de expressão coletiva.

  • As liberdades de expressão coletiva são modalidades de direitos individuais, abrangendo o direito ou a liberdade de reunião e o direito ou a liberdade de associação (CF art. 5º, XVI e XVII a XXI). São considerados direitos individuais. pois pertencem ao indivíduo, e de expressão coletiva, porque pressupõem uma pluralidade de pessoas para que possam ser exercidos. (PINHO, 2009, p. 95).

    Fonte :http://pt-br.pauloacbj.wikia.com/wiki/Liberdade_de_reuni%C3%A3o

    TOMA !

  • Obrigada pela excelente explanação Sâmia Castro.
    Bons estudos, boa prova e Deus nos abencoe!!!!

  • Eu, Agente de Endemias, tenho o diretio individual de participar de uma reunião convocada pela minha categoria, assim como toda a categoria tem o direito coletivo de reunir-se pacificamente em local aberto. Minha categoria adora uma reunião.

  • Simples: ninguém vai se reunir ou associar sozinho, sendo assim, se faz necessário referir-se a coletividade.

  • Direitos individuais são de 1ª geração, logo, é característica deles a chamada "liberdade negativa" (as quais pressupõem um 'não fazer' do Estado)

    Exemplo:

    Art 5º XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

    XVI - todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;

  • CERTO

    Os chamados direitos coletivos podem encontrar fundamento em toda a ordem constitucional e mesmo em torno da ordem infraconstitucional, sendo que alguns deles, como o de reunião e o de associação, são direitos individuais de expressão coletiva

    O direito é INDIVIDUAL, mas a expressão deles é COLETIVA. Individualmente eu tenho o direito de me reunir, isso não é simplesmente coletivo, entretanto algo que compete ao indivíduo. Agora para a exteriorização prática se presencia a manifestação de uma combinação dos direitos individuais de várias pessoas, portanto expressão coletiva.

    "A disciplina é a maior tutora que o sonhador pode ter, pois ela transforma o sonho em realidade."

  • CERTO

    Os chamados direitos coletivos podem encontrar fundamento em toda a ordem constitucional e mesmo em torno da ordem infraconstitucional, sendo que alguns deles, como o de reunião e o de associação, são direitos individuais de expressão coletiva

    O direito é INDIVIDUAL, mas a expressão deles é COLETIVA. Individualmente eu tenho o direito de me reunir, isso não é simplesmente coletivo, entretanto algo que compete ao indivíduo. Agora para a exteriorização prática se presencia a manifestação de uma combinação dos direitos individuais de várias pessoas, portanto expressão coletiva.

    "A disciplina é a maior tutora que o sonhador pode ter, pois ela transforma o sonho em realidade."

  • Resumindo: O seu direito individual de fazer parte de um coletivo!

  • Considerando os direitos e as garantias individuais e coletivas no direito brasileiro, é correto afirmar que: Os chamados direitos coletivos podem encontrar fundamento em toda a ordem constitucional e mesmo em torno da ordem infraconstitucional, sendo que alguns deles, como o de reunião e o de associação, são direitos individuais de expressão coletiva.

  • Interpretação.


ID
720670
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considerando os direitos e as garantias individuais e coletivas no
direito brasileiro, julgue o item a seguir.

O direito de privacidade, quando identificado com o direito de intimidade, diz respeito às situações individuais de poder ficar tranqüilo, em situação de paz, e de estar só.

Alternativas
Comentários
  • Errado


    A privacidade quando identificada com intimidade tem ligação com o que se coloca ali, mas não só, pois tb as relações íntimas, como as afetivas e sexuais, incluem-se na intimidade, e não apenas o direito de ficar só, tranquilo e em paz.

  • A privacidade quanto ligada à intimidade possui uma abrangência maior, sendo que na assertiva ficou um conceito restrito. 

  • Ficou bem mixuruca esse conceito né? rs

  • Esse tipo de questão da medo. As vezes o Cespe inventa.

  • É possível que alguém explique ? Fiquei perdido no que a questão quer realmente saber.

  • Questão muito mal formulada. Intimidade e privacidade têm conceitos muito parecidos, 

    - intimidade     Datação: 1676

    ambiente onde se tem privacidade, tranquilidade, aconchego

    relação muito próxima; amizade íntima; familiaridade

    - privacidade     

    vida privada, particular, íntima

    O único erro provável é que talvez o examinador não citou outras situações individuais protegidas como amizade íntima, ou relação muito próxima. 



  • é cada uma!!!!!!!!!  deixa em branco.........é melhor

  • Privacidade: abrange relações com o meio social nas quais não haja interesse na divulgação, assim como os dados relativos a situações de maior proximidade emocional. É a vida particular, compreendendo a intimidade como sendo sua principal manifestação. Assim sendo, ambas são qualificadas como direitos da personalidade.

    Intimidade: está relacionada com o modo de ser de cada pessoa, ao mundo intrapsíquico aliado aos sentimentos identitários próprios (autoestima, autoconfiança) e à sexualidade. Compreende as esferas confidencial e do segredo, na medida em que a pessoa não pretende que certos aspectos de sua vida cheguem a conhecimento de terceiros.

  • Tá tranquilo, tá favorável

    kkkkkk

     

  • A VAGA É MINHA

     

  • ficar tranquilo, em paz, só... good vibes only

  • KKK quem inventa é inventor! Parabéns CESPE por inventar tanto!

  • só eu que achei esta questão meia estranha? vai te bora mizera

    #PMAL2017

  • WTF Cespe? Que pergunta mal formulada.

  • Essa dai o examinador fumou uma maconha estragada....kkkkkk

     

  • X - s�o inviolá�veis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenizaçã��o pelo dano material ou moral decorrente de sua viola��ção;


    Dissecando-se  esse inciso, percebe-se que ele protege:

     

    a) O direito � intimidade e � vida privada. Resguarda, portanto, a esfera mais secreta da vida de uma pessoa, tudo que diz respeito a seu Modo de pensar e de agir.


    b) O direito � honra: Blinda, desse modo, o sentimento de dignidade e a reputa��o dos indiv�duos, o bom nome que os diferencia na sociedade.


    c) O direito � imagem: Defende a representa��ção que as pessoas possuem perante si mesmas e os outros.4

     

    A intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas s�o inviol�áveis: elas consistem em espaç�o í�ntimo intranspon�ível por intromiss�ôes ilí�citas externas.

     

    Fonte: Estratégia Concursos

     

    Em Breve: Resumos: https://www.facebook.com/Aprendendo-Direito-108313743161447/

  • ERRADO

    Privacidade: abrange relações com o meio social nas quais não haja interesse na divulgação, assim como os dados relativos a situações de maior proximidade emocional. É a vida particular, compreendendo a intimidade como sendo sua principal manifestação. Assim sendo, ambas são qualificadas como direitos da personalidade.

    Intimidade: está relacionada com o modo de ser de cada pessoa, ao mundo intrapsíquico aliado aos sentimentos identitários próprios (autoestima, autoconfiança) e à sexualidade. Compreende as esferas confidencial e do segredo, na medida em que a pessoa não pretende que certos aspectos de sua vida cheguem a conhecimento de terceiros.

  • KKKKK PIADA ESSA QUESTÃO


  • Que questão engraçadinha. rs

  • Fazer uma brincadeira dessa há 14 anos atrás é mole, quero ver fazer agora, onde só tem rato concurseiro

  • Que viagem

  • questão simples galera.

  • Só faltou colocar: direito de ficar de boas, numa vibe kkkkkk minha prova não cai uma dessa

  • Esse Cespe....

  • Essa é uma necessidade de todo concurseiro. Deveria esta na constituição!

  • Juro que não entendi nada, mas acertei.

  • Só faltou colocar: fumar um e ficar as pampas kkkkkkk

  • Nessa o examinador lembrou dos tempos de reggae da faculdade. Bateu saudade.

  • Privacidade: abrange relações com o meio social nas quais não haja interesse na divulgação, assim como os dados relativos a situações de maior proximidade emocional. É a vida particular, compreendendo a intimidade como sendo sua principal manifestação. Assim sendo, ambas são qualificadas como direitos da personalidade.

    Intimidade: está relacionada com o modo de ser de cada pessoa, ao mundo intrapsíquico aliado aos sentimentos identitários próprios (autoestima, autoconfiança) e à sexualidade. Compreende as esferas confidencial e do segredo, na medida em que a pessoa não pretende que certos aspectos de sua vida cheguem a conhecimento de terceiros.

    X - s�o inviolá�veis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenizaçã��o pelo dano material ou moral decorrente de sua viola��ção;

    Dissecando-se esse inciso, percebe-se que ele protege:

     

    a) O direito � intimidade e � vida privada. Resguarda, portanto, a esfera mais secreta da vida de uma pessoa, tudo que diz respeito a seu Modo de pensar e de agir.

    b) O direito � honra: Blinda, desse modo, o sentimento de dignidade e a reputa��o dos indiv�duos, o bom nome que os diferencia na sociedade.

    c) O direito � imagem: Defende a representa��ção que as pessoas possuem perante si mesmas e os outros.4

     

    A intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas s�o inviol�áveis: elas consistem em espaç�o í�ntimo intranspon�ível por intromiss�ôes ilí�citas externas.

     

    Fonte: Estratégia Concursos

  • ... em situação de paz ....

    não entendi se se "a situação de paz" não faz parte ou se quis dizer que essa situação é oposto a situação de guerra, sei lá. Viajei!

  • Direito ao esquecimento. Na obra Manuel de Direito Constitucional da Professora Nath Masson há essa ideia doutrinária.

  • Questão mó brisa

  • Tá errado? Não tá!

    Tá certo? Também não tá!

    não sei o que marcar kkk

  • Tudo que eu mais preciso nessa vida hoje é a concretização dessa assertiva.

  • Intimidade: compreende as relações e opções mais íntimas e pessoais do indivíduo, compondo uma gama de escolhas que se pode manter ocultas de todas as outras pessoas, até das mais próximas. Representa, pois, o direito de possuir uma vida secreta e inacessível a terceiros, evitando ingerências de qualquer tipo.

    Vida privada: é aquela relacionada à identidade da pessoa humana, suas particularidades de foro moral, abrangendo sua sexualidade, sua autoestima, seus segredos e informações mais pessoais.

    Haveria violação a esta esfera da privacidade, por exemplo, no acesso não consentido às informações presentes no diário de alguém, ou às suas comunicações telefônicas.

    A vida privada é mais abrangente e contém a intimidade, pois abarca as relações pessoais, familiares, negociais ou afetivas do indivíduo, incluindo seus momentos de lazer, seus hábitos e seus dados pessoais, como os bancários e fiscais,

  • Direito a privacidade que a constituição diz, é à imagem, à honra.

  • Cara, o que você fumou antes de elaborar essa questão???

  • A INTIMIDADE diz respeito à esfera subjetiva da pessoa, seus pensamentos, sentimentos, desejos, manias, peculiaridades. Já a PRIVACIDADE, como respeito a vida privada, diz respeito ao "direito de ser deixado tranquilo, em paz de estar só" (palavras de Juiz Cooly em 1873). Cuida-se, portanto, do direito de opor aos outros um círculo do qual só participem as pessoas escolhidas. Assim, a privacidade tem um caráter mais objetivo, pois diz respeito a locais, comportamentos, etc.

    Assim,

    Violação do domicílio de alguém está violando a privacidade(desrespeita o direito de ficar só) quanto a Intimidade (pois fica possível devassar sentimentos, manias e talvez até pensamentos do morador).

    FONTE: João Trindade Cavalcante Filho (Apostila Obcursos Editora)

  • me de meu cargo que fico tranquila...............em paz.............

  • ERRADO

  • Questão feita após descoberta de uma gaia.

  • Questão engraçada kkkkk

  • Direito à privacidade: intimidade, vida privada, honra e imagem

    Art. 5°, X, da CF: "são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;"

    Como sustenta Dirley da Cunha Júnior, o inciso consagra o direito à privacidade, "tomada essa em sentido amplo para abranger todas as manifestações da esfera íntima, privada e da personalidade das pessoas. Assim, a novel ordem constitucional oferece, expressamente, guarida ao direito à privacidade, que consiste fundamentalmente na faculdade que tem cada indivíduo de obstar a intromissão de estranhos na sua vida particular e familiar. [ ... ] Nesse sentido, a privacidade corresponde ao direito de ser deixado em paz, ao direito de estar só (right to be alone)". CUNHA JÚNIOR, Dirley da. Op. Cit., p. 720.

    O direito à privacidade em sentido amplo (intimidade, vida privada, honra e imagem) corresponde ao direito de ser deixado em paz, ao direito de estar só, não o direito à intimidade.

  • Outra questão na mesma "vibe" haha, vejamos

    Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TJ-AP Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária

    No que concerne aos direitos fundamentais e sociais, julgue os itens subseqüentes.

    Os conceitos de intimidade e de vida privada são interligados e possuem o mesmo raio de amplitude, posto que se referem basicamente às relações subjetivas do cidadão e ao trato íntimo da pessoa.

    ERRADA

  • Trata-se do princípio da Exclusividade! privacidade é regida pelo princípio da exclusividade, cujos atributos principais são a solidão (o estar-só), o segredo, a autonomia. Na intimidade protege-se sobretudo o estar-só; na vida privada, o segredo; e m relação à imagem e à honra, a autonomia.

  • Só fumar um baseado sozinho?

  • O examinador só quer paz & amor......

  • Eu imagino o examinador em uma rede, na beira da praia quando elaborou essa questão.

  • Solitude

  • Mó paz.

  • Se for assim cespe coloca eu ai pra elaborar essas questões

    Os direitos humanos são meramente absolutos mais nem tanto, as vezes sim e outras não.

    OBS: Respeitando sempre a coesão e coerência do texto

  • entendi foi nada dessa questão kkkkk

  • Vida privada: suas relações interpessoais.

    Intimidade: estar sozinho.

  • ERRADA intimidade: relações subjetivas e de trato íntimo da pessoa, suas relações familiares e de amizade. vida de privada: os demais relacionamentos humanos, inclusive os que envolvem relações NÃO íntimas como relações comerciais, de trabalho, mas que dizem respeito somente ao cidadão e aos demais diretamente envolvidos
  • A banca queria confundir a privacidade do direito de n bisbilhotar as coisas dos outros, com a privacidade de querer ficar, pessoal "sózinho"

    matei a questão no início!

  • O examinador devia ta em um dia de preguiça para formular essa questão ai.

  • Kkk... Nao ha nnada mais trabalho so do q nao trabalhar

  • Mas a questão não fala que é apenas o direito de ficar só, tranquilo e em paz.

ID
720673
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

No concernente à organização dos poderes e do Estado brasileiro,
julgue os itens subseqüentes.

Enquanto o território estatal constitui o limite espacial no qual se exerce efetiva e exclusivamente o poder de Estado, configurando o âmbito de validade jurídica, a forma de Estado é o modo de exercício desse poder em função também da unidade ou da multiplicidade organizativa.

Alternativas
Comentários
  • VAMOS FAZER IGUAL AO JACK: POR PARTES...

    Enquanto o território estatal constitui o limite espacial (LIMITE AÉREO E TERRESTRE) no qual se exerce efetiva e exclusivamente o poder de Estado (EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO), configurando o âmbito de validade jurídica, a forma de Estado (A FEDERAÇÃO: INDISSOLUBILIDADE DOS ENTES E AUTONOMIA ENTRE ELES) é o modo de exercício desse poder (PODER DE ESTADO) em função também da unidade ou da multiplicidade organizativa. 



    GABARITO CERTO
  • Fogo na República (Forma de Governo - República)

    (Forma de Estado - Federação)

    Rego democrático (Regime de Governo - Democracia)

    Sigo o presidente (Sistema de Governo - presidencialista)

  • Conforme tradicional conceituação de Clóvis Beviláqua, território nacional é a porção de superfície da terra, sobre a qual o mesmo exerce a sua soberania. Constitui, sim, o limite espacial no qual se exerce efetiva e exclusivamente o poder de Estado, configurando o âmbito de validade jurídica.

    Segundo Kildare Carvalho (199, p. 88), por forma de Estado entendemos a maneira pela qual o Estado organiza o povo e o território e estrutura o seu poder relativamente a outros poderes de igual natureza, que a ele ficarão coordenados ou subordinados. A posição recíproca em que se encontram os elementos do Estado (povo, território e poder) caracteriza a forma de Estado.

    A parte da assertiva que afirma que a forma de Estado é o modo de exercício desse poder em função também da unidade ou da multiplicidade organizativa, portanto, também está correta.

    O gabarito, então, é “certo”. A assertiva está toda correta.


  • Certo 

     

  • "Forma de Estado é o modo de exercício desse poder", isso não seria o conceito de Forma de Governo?

  • Acertei, mas não sei como, porque nem entendi a pergunta.

  • leiam devagar que vão ver que ele ta falando da autonomia, e sim, a federação é quem dá essa autonomia para união, estados, df, municípios, Questão Certa.

  • é oq homem

  • questão fácil de leitura difícil.

    Alguns se perguntaram como acertaram sem saber, mas aí que tá, vocês sabiam por associação, o que também é valido, não deixa de ser conhecimento agregado.

  • No concernente à organização dos poderes e do Estado brasileiro, é correto afirmar que: Enquanto o território estatal constitui o limite espacial no qual se exerce efetiva e exclusivamente o poder de Estado, configurando o âmbito de validade jurídica, a forma de Estado é o modo de exercício desse poder em função também da unidade ou da multiplicidade organizativa.

  • ACERTEI, MAS DIZER QUE ENTENDI, ENTENDI NÃO. KK

  • ??????????????????????????????????????????????????????????????????????????


ID
720676
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

No concernente à organização dos poderes e do Estado brasileiro,
julgue os itens subseqüentes.

Ao TRF compete julgar e processar, originariamente, os crimes contra a organização do trabalho e contra o sistema financeiro e a ordem econômica.

Alternativas
Comentários
  • Errado


    Art. 109. Aos juízes federais compete processar e julgar:


    VI - os crimes contra a organização do trabalho e, nos casos determinados por lei, contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira;

  • Gab: Errado

     

    Essas competências pertencem aos Juízes Federais.

  • Meu Deus.....fui seco no certo, traiçoeira a questão...........tem que ter muita atenção.

  • Meu Deus.....fui seco no certo, traiçoeira a questão...........tem que ter muita atenção.

  • Como se os juizes federais não fizessem parte dos TRF's

  • Questão: Ao TRF compete julgar e processar, originariamente, os crimes contra a organização do trabalho e contra o sistema financeiro e a ordem econômica. 

    CF - Art. 109. Aos juízes federais compete processar e julgar: (EC no 45/2004)

    VI – os crimes contra a organização do trabalho e, nos casos determinados por lei, contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira;

  • Errada

    109, VI

    Competência dos juízes federais

    Ao TRF compete julgar e processar, originariamente, os crimes contra a organização do trabalho e contra o sistema financeiro e a ordem econômica.

  • Causas envolvendo a ordem econômica, a organização do trabalho e o sistema financeiro são julgadas ORIGINARIAMENTE por JUIZ FEDERAL. Elas serão julgadas pelos TRFs apenas em grau RECURSAL.

  • Art. 109. Aos juízes federais compete processar e julgar:

    VI - os crimes contra a organização do trabalho e, nos casos determinados por lei, contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira;

  • Gab: E

    Ao TRF compete julgar e processar, originariamente, os crimes contra a organização do trabalho e contra o sistema financeiro e a ordem econômica.

    Redação correta:

    CF/1988, Art. 109, VI – os crimes contra a organização do trabalho e, nos casos determinados por lei, contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira;

  • Art. 109. Aos juízes federais compete processar e julgar:

    VI - os crimes contra a organização do trabalho e, nos casos determinados por lei, contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira;

    Ao TRF (são os juízes federais) compete julgar e processar, originariamente, os crimes contra a organização do trabalho e (em casos determinados em lei) contra o sistema financeiro e a ordem econômica.


ID
720679
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

No concernente à organização dos poderes e do Estado brasileiro,
julgue os itens subseqüentes.

Considere a seguinte situação hipotética.

Um juiz federal negou provimento a mandado de segurança impetrado contra ato de uma autarquia pública federal. Inconformado com a decisão, o advogado do impetrante interpôs recurso para no STJ sob o fundamento de que tal decisão afrontava lei federal.

Nessa situação, o recurso foi interposto de maneira correta.

Alternativas
Comentários
  • Errado


    Art. 109 VIII- mas logo de cara entenda uma coisa: Quando se pede Mandando de segurança ou HC...pede-se diretamente naquele tribunal onde a causa está e não vai subindo de TRF p/ STJ e p/ STF...cada um tem sua competência.


    Leiam o 105 I, b e 102 I, d:


    Art. 105, I, b) os mandados de segurança e os habeas data contra ato de Ministro de Estado, dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica ou do próprio Tribunal.


    Art. 102, I,  d) o habeas corpus, sendo paciente qualquer das pessoas referidas nas alíneas anteriores; o mandado de segurança e o habeas data contra atos do Presidente da República, das Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, do Tribunal de Contas da União, do Procurador-Geral da República e do próprio Supremo Tribunal Federal;

  • Art. 108. Compete aos Tribunais Regionais Federais:

    II - julgar, em grau de recurso, as causas decididas pelos juízes federais e pelos juízes estaduais no exercício da competência federal da área de sua jurisdição.
    Gabarito Errado.
  • GABARITO ERRADO

     

             A questão ficaria correta caso o MS tivesse sido impetrado originariamente

             no TRF ou TJ e a decisão deles fossem denegatória, cabendo nesse caso

             recurso ordinário para o STJ.

     

    Art. 105, II, b), CF

     

             Art. 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça:

             II - julgar, em recurso ordinário:

     

             b) os mandados de segurança decididos em única instância pelos TRF's ou

             pelos TJ's dos Estados, do Distrito Federal e Territórios, quando denegatória a decisão;

  • Trata-se da hipótese de Recurso Ordinário em sede de Mandado de Segurança e este só pode ser feito para o STJ se impetrado junto ao TRF ou TJ, quando denegatoria a decisão. No caso em tela, teria que ser julgado primeiramente pelo TJ respectivo. Gab. E
  • Quase que caio na pegadinha lkkkk

  • Art. 108. Compete aos Tribunais Regionais Federais:

    II - julgar, em grau de recurso, as causas decididas pelos juízes federais e pelos juízes estaduais no exercício da competência federal da área de sua jurisdição.

  • Errado.

    Quem julga ato de juiz federal, em regra, é o TRF que ele encontra-se vinculado.


ID
720682
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

No concernente à organização dos poderes e do Estado brasileiro,
julgue os itens subseqüentes.

Considere a seguinte situação hipotética.

Impetrou-se mandado de segurança contra um ministro de Estado sob o fundamento de que ele, por abuso de poder, não atentara para direito líquido e certo, disposto em uma lei federal, de um cidadão brasileiro. O advogado deste protocolou a peça processual perante o Supremo Tribunal Federal, que proferiu decisão reconhecendo-se incompetente para o feito.

Nessa situação, o advogado do cidadão agiu corretamente.

Alternativas
Comentários
  • Errado


    Art. 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça:


    I - processar e julgar, originariamente:


    b) os mandados de segurança e os habeas data contra ato de Ministro de Estado, dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica ou do próprio Tribunal.

  • Compete ao STJ, e não ao STF. Segundo o art. 105, I, b.

    ERRADA Avante!
  • Contra ministro de Estado é o STJ.

  • Coator é STJ

  • Habeas Data, Habeas Corpus e Mandado de Segurança de Ministros de Estado e Comandantes:

    ---> se coator = STJ

    ---> se pacientes = STF

  • Compete ao STJ, e não ao STF. Segundo o art. 105, I, b.

    Art. 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça:

    I - processar e julgar, originariamente:

    b) os mandados de segurança e os habeas data contra ato de Ministro de Estado, dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica ou do próprio Tribunal.


ID
720685
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

No concernente à organização dos poderes e do Estado brasileiro,
julgue os itens subseqüentes.

Os estados federados têm competência exclusiva para criar, incorporar, fundir e desmembrar municípios, desde que obedeçam aos ditames de lei estadual e de lei complementar estadual.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA

    CF, art. 18, § 4º A criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de Municípios, far-se-ão por lei estadual, dentro do período determinado por Lei Complementar FEDERAL, e dependerão de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos, após divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentados e publicados na forma da lei.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 15, de 1996)

  • PARA ESTADOS E TERRITÓRIOS: LEI COMPLEMENTAR.

    PARA MUNICÍPIOS: LEI ESTADUAL.



    GABARITO ERRADO

  • Questão errada, outras ajudam a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2009 - TRT - 17ª Região (ES) - Analista Judiciário - Área AdministrativaDisciplina: Direito Constitucional | Assuntos: Organização Político-Administrativa do Estado – O Federalismo Brasileiro ; 

    Segundo a CF, os estados podem incorporar-se entre si, subdividir-se ou desmembrar-se para se anexar a outros, ou formar novos estados, mediante aprovação da população diretamente interessada, por meio de plebiscito e do Congresso Nacional, por lei complementar.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: Técnico Administrativo; Ano: 2010; Banca: CESPE; Órgão: MPU - Direito Constitucional - O Federalismo Brasileiro,  Organização Político-Administrativa do Estado

    Considere que determinado estado da Federação tenha obtido aprovação tanto de sua população diretamente interessada, por meio de plebiscito, como do Congresso Nacional, por meio de lei complementar, para se desmembrar em dois estados distintos. Nesse caso, foi cumprida a exigência imposta pela Constituição para incorporação, subdivisão, desmembramento ou formação de novos estados ou territórios federais.

    GABARITO: CERTA.

    "Fica aqui o meu apelo para a equipe do site “QUERO MINHA VERSÃO ANTIGA DO QC”


  • Art. 18, § 4º A criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de Municípios, far-se-ão por lei estadual, dentro do período determinado por Lei Complementar Federal, e dependerão de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos, após divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentados e publicados na forma da le

  • Nada ver ser competencia exclusiva dos estados.

  • São 5 (cinco) os requisitos para a criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios:


    a) Edição de lei complementar federal pelo Congresso Nacional, fixando genericamente o período dentro do qual poderá ocorrer a criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios. Destaque-se que esta lei complementar até hoje não foi editada.


    b) Aprovação de lei ordinária federal determinando os requisitos genéricos e a forma de divulgação, apresentação e publicação dos
    estudos de viabilidade municipal;


    c) Divulgação dos estudos de viabilidade municipal, na forma estaelecida pela lei mencionada acima;

     

    d) Consulta prévia, por plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos. O resultado do plebiscito, quando desfavorável, impede a
    criação do novo Município. Por outro lado, caso seja favorável, caberá à Assembleia Legislativa decidir se irá ou não criar o Município. 


    e) Aprovação de lei ordinária estadual pela Assembleia Legislativa determinando a criação, incorporação, fusão e desmembramento do(s)
    município(s). Trata-se de ato discricionário da Assembleia Legislativa

     

    Tendo em vista que, até hoje, o Congresso Nacional não editou lei complementar dispondo sobre o período dentro do qual poderão ocorrer
    alterações na estrutura de Municípios, conclui-se que, atualmente, esses entes federativos não podem ser criados. Aliás, esse impedimento existe desde a promulgação da Emenda Constitucional nº 15/1996.

     

     

    Ricardo Vale

  • So uma retificaçao CHIARA AFT, se trata de uma lei ord estatual e nao federal

  • Depende, entre outros, de lei complementar federal.

  • Desmembramento de Municípios:

    1) Estudo de viabilidade

    2) Plebiscito

    3) Lei complementar federal (autorização do C.N)

    4) Lei ordinária estadual (efetiva o desmembramento)

  • Art. 18, § 4º A criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de Municípios, far-se-ão por lei estadual, dentro do período determinado por Lei Complementar Federal, e dependerão de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos, após divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentados e publicados na forma da lei.

  • ERRADO

    SERIA INTERESSANTE COLOCAR O GABARITO.

  • JOSUÉ 1:9

    Não te mandei eu? sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, é contigo por onde quer que andares.

    FORÇA GUERREIRO

  • ORGANIZACAO POLITICO-ADMINISTRATIVA DO ESTADO BRASILEIRO

    ► ESTADOS FEDERADOS

    ► DESMEMBRAMENTO DE MUNICIPIOS

    • Não detêm competência exclusiva para criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios;
    • Esses atos se dará mediante LEI ESTADUAL, dentro do período determinado por LEI COMPLEMENTAR FEDERAL;
    • Há necessidade de consulta prévia, mediante PLEBISCITO, às populações dos Municípios envolvidos, após divulgação do ESTUDO DE VIABILIDADE MUNCIPAL apresentado e publicado na forma da lei;

ID
720688
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Com relação à administração pública, julgue os itens que se
seguem.

Enquanto pessoas jurídicas, órgãos e agentes públicos formam o sentido subjetivo da administração pública, a atividade administrativa exercida por eles indica o sentido objetivo.

Alternativas
Comentários
  • CORRETA!!

    De acordo com MARIA SYLVIA ZANELLA DI PIETRO (27°- 50), basicamente, são dois os sentidos em que se utiliza a expressão Administração Pública:

    a) em sentido subjetivo, formal ou orgânico, ela designa os entes que exercem a atividade administrativa; compreende pessoas jurídicas, órgãos e agentes públicos incumbidos de exercer uma das funções em que se triparte a atividade estatal: a função administrativa.

    b) em sentido objetivo, material ou funcional, ela designa a natureza da atividade exercida pelos referidos entes; nesse sentido, a Administração Pública é a própria função administrativa que incumbe, predominantemente, ao Poder Executivo.

  • GABARITO: CERTO

     

     

    Sentido formal, subjetivo ou orgânico » (Sujeito- quem faz) »  Conjunto de órgãos + agentes + entidades

     

    Sentido material, objetivo ou funcional » (Objeto - o que faz) »  São as próprias atividades administrativas »  os serviços públicos, as atividades de polícia administrativa, as atividades de fomento e as intervenções na propriedade.

  • Basicamente, são dois os sentidos sem que se utiliza mais comumente a expressão ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA:

    - em sentido SUBJETIVO, FORMAL ou ORGÂNICO, ela designa os entes que exercem a atividade administrativa; compreende pessoas jurídicas, órgãos e agentes públicos incumbidos de exercer uma das funções em que se triparte a atividade estatal: a função administrativa;

    - em sentido OBJETIVO, MATERIAL ou FUNCIONAL, ela desgna a natureza da atividade exercida pelos referidos entes; nesse sentido, a Administração Pública é a própria função administrativa, que incumbe, predominantemente, ao Poder Executivo. 

    DIREITO ADMINISTRATIVO, Maria Sylvia Zanella di Pietro

  • CONCEITO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - em SENTIDO ESTRITO

     

    - > EM SENTIDO Formal/ Orgânico/ Subjetivo (Quem faz) FORMA ÓRGÃO SUBJETIVO 

    (são os órgãos, os poderes, "Administração Pública com as iniciais maiúsculas")

    Em sentido SUbjetivo são os SUjeitos

    OAB

    Órgãos

    Agentes

    Bens (entidades)

    - > EM SENTIDO Material/ Funcional/ Objetivo (O quê faz) Fuma um MA. F. O

    (é a atividade administrativa propriamente dita, "administração pública com as iniciais minúsculas")

    Quando você viaja de S.P. ao P.A. passa FOM-I!

    Serviço Público
    Polícia Administrativa
    Fomento

    Intervenção

    Em sentido objetivo, a expressão administração pública denota a própria atividade administrativa exercida pelo Estado.

  • Orgão não é despersonificado? Pq o enunciado fala "Enquanto pessoas jurídicas, órgãos e agentes públicos formam..."

    Não entendir... Alguém consegue me explicar essa parte? ( o resto eu entendi)

  •  

     

     

                                        AUTOEXPLICATIVA, DECORE PARA APLICAR EM OUTRAS QUESTÕES.

  • Em 2 anos de uso do Qc o melhor macete que vi aqui sobre esse assunto foi de um colega que não me recordo o nome, mas aqui está:

     

    "SE TODO CONCURSEIRO SOFRE , ENTÃO → ''AGENTE''> SOF"

    ADM PÚBLICA NO SENTIDO :

     

    * SUBJETIVO

    *ORGÂNICO

    * FORMAL

     

    REFERE-SE AOS AGENTES, ÓRGÃOS E PESSOAS JURÍDICAS .

     

    JÁ O MOF → ATIVI

     

    ADM PÚBLICA NO SENTIDO :

     

    * MATERIAL

    *OBJETIVO

    *FUNCIONAL

     

    REFERE-SE ÀS ATIVIDADES E FUNÇÕES."

  • Órgãos e agentes: sentido subjetivo.

     

    Atividade administrativa: sentido objetivo.

  • O QUE= objetivo

    QUEM = subjetivo

  • CESPE adora esse assunto

    OBJETIVO

    SUBJETIVO

  • Ótimo enunciado para fixarmos os sentidos que pode assumir o conceito de administração pública.

    Em sentido subjetivo (ou formal) a administração pública significa o conjunto de pessoas jurídicas, órgãos e agentes públicos. Em sentido objetivo (ou material), administração pública significa a atividade administrativa exercida.

    Gabarito: Certo

  • "SE TODO CONCURSEIRO SOFRE , ENTÃO → ''AGENTE''> SOF"

    ADM PÚBLICA NO SENTIDO :

     

    * SUBJETIVO

    *ORGÂNICO

    * FORMAL

     

    REFERE-SE AOS AGENTES, ÓRGÃOS E PESSOAS JURÍDICAS .

     

    JÁ O MOF → ATIVI

     

    ADM PÚBLICA NO SENTIDO :

     

    * MATERIAL

    *OBJETIVO

    *FUNCIONAL

     

    REFERE-SE ÀS ATIVIDADES E FUNÇÕES."

  • "SE TODO CONCURSEIRO SOFRE , ENTÃO → ''AGENTE''> SOF"

    ADM PÚBLICA NO SENTIDO :

     

    * SUBJETIVO

    *ORGÂNICO

    * FORMAL

     

    REFERE-SE AOS AGENTES, ÓRGÃOS E PESSOAS JURÍDICAS .

     

    JÁ O MOF → ATIVI

     

    ADM PÚBLICA NO SENTIDO :

     

    * MATERIAL

    *OBJETIVO

    *FUNCIONAL

     

    REFERE-SE ÀS ATIVIDADES E FUNÇÕES."

  • F O S : Formal, Orgânico e Subjetivo composto por PESSOAS JURÍDICAS, ÓRGÃOS E AGENTES.

    M O F : Material, Objetivo e Funcional composto por ATIVIDADES E FUNÇÕES.

  • Sentido Formal, Subjetivo = Quem são.

    Sentido Material, Objetivo = O que fazem.

  • cespe 2017

    A administração pública, em seu sentido subjetivo, compreende o conjunto de agentes, órgãos e pessoas jurídicas incumbidos de executar as atividades administrativas, distinguindo-se de seu sentido objetivo, que se relaciona ao exercício da própria atividade administrativa.

    Em sentido subjetivo, a administração pública compreende órgãos e agentes públicos e pessoas jurídicas públicas e privadas encarregadas de exercer a função administrativa da atividade estatal. Cespe 2017

  • SUBJETIVO -> SUJEITOS

    OBJETIVO -> OBJETO

  • (CESPE) A administração pública é caracterizada, do ponto de vista objetivo, pela própria atividade administrativa exercida pelo Estado, por meio de seus agentes e órgãos. (C)

    Critérios para definir quem é a Administração Pública:

    ·

    1 - Sentido FOS (Formal/Orgânico/Subjetivo): ·Segundo esse critério, a lei define quem é Administração Pública.

    ·E quem faz parte? Pessoas Jurídicas + órgãos + agentes públicos, que desempenham as atividades administrativas.

     

    2 Sentido MOF (Material/Objetivo/Funcional): Segundo esse critério, a administração pública é o conjunto de atividades que são consideradas atividades administrativas (Serviço Público, Polícia Administrativa, Fomento, Intervenção).

  • Um poema em forma de questão!


ID
720691
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Com relação à administração pública, julgue os itens que se
seguem.

O fomento abrange a atividade administrativa de incentivo a qualquer iniciativa privada que requisite subvenções ou financiamentos.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito errado. O erro, ao meu ver, se apoia no termo qualquer inicitiava privada.

  • FOMENTO abrange a atividade administrativa de incentivo à iniciativa privada de utilidade pública.

    Avante!!!!

  • Qualquer iniciativa privada? OK, vou pedir uma subvenção para plantar alguns hectares de marijuana!

     

  • Gabarito errado.

     

    Constituição Federal de 1988

    Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:

    I - o plano plurianual;

    II - as diretrizes orçamentárias;

    III - os orçamentos anuais.

    § 1º A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

    § 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.

  • ERRADO

    Fomento (administração pública) O Fomento é um instrumento usado pela administração pública para incentivar, positivamente ou negativamente, iniciativas privadas, de forma que estas se condicionem à utilidade pública; reveste-se portanto, da qualidade de atividade administrativa.

    Fonte: https://www.google.com

  • Errado. Não é qualquer iniciativa, mas sim aquele que irá desempenhar atividade pública.

    Para Maria Sylvia Zanella di Pietro, o Fomento “abrange a atividade de incentivo à iniciativa privada de utilidade pública” (DI PIETRO, 2003, p. 59), de forma que o “Estado deixa a atividade na iniciativa privada e apenas incentiva o particular que queira desempenhá-la, por se tratar de atividade que traz algum benefício para a coletividade” (Idem, 2002, p. 192). Esses estímulos variam, podendo ser fiscais, subvenções, financiamentos a juros facilitados ou até mesmo, de forma indireta, cessão de servidores públicos, permissão de uso de bens públicos, etc. Importante destacar que o simples fomento não vincula o Estado ao Particular a ponto de delegar o serviço público, mas de incentivar o exercício de atividades colaboradoras, paralelas, com fim similar.


ID
720694
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Com relação à administração pública, julgue os itens que se
seguem.

A polícia administrativa, como componente da administração pública, estabelece as limitações administrativas, configuradas nas restrições de direitos individuais em favor de direitos coletivos ou públicos.

Alternativas
Comentários
  • Correto. CARVALHO FILHO (2011) — Indispensável, todavia, para a validade dessa atuação é que a delegação seja feita por lei formal, originária da função regular do Legislativo.[215] Observe-se que a existência da lei é o pressuposto de validade da polícia administrativa exercida pela própria Administração Direta e, desse modo, nada obstaria que servisse também como respaldo da atuação de entidades paraestatais, mesmo que sejam elas dotadas de personalidade jurídica de direito privado.[216] O que importa, repita-se, é que haja expressa delegação na lei pertinente e que o delegatário seja entidade integrante da Administração Públic

  • Complementando...

     

    Hely Lopes Meirelles apresenta uma definição mais concisa, nos termos da qual "poder de polícia" é a faculdade de que dispõe a Administração Pública para condicionar e restringir o uso e gozo de bens, atividades e direitos individuais, em benefício da coletividade ou do próprio Estado".

     

    (...)

     

    Assim sendo, baseados na lição de Hely Lopes Meirelles, conceituamos poder de polícia, simplesmente, como o poder de que dispõe a administração pública para, na forma da lei, condicionar ou restringir o uso de bens, o exercício de direitos e a prática de atividades privadas, visando proteger os interesses gerais da coletividade.

     

    FONTE: ALEXANDRINO, Marcelo; PAULO, Vicente. Direito Administrativo Descomplicado. 24ª. edição. São Paulo: Método, 2016. pg273

     

    bons estudos

     

  • * PODER DE POLÍCIA: em sentido amplo, significa toda e qualquer ação restritiva do Estado em relação aos direitos individuais, com enfoque na atividade do Legislativo. Já no sentido estrito, configura como atividade adminsitrativa, que consubstancia, como vimos, verdadeira prerrogativa conferida aos agentes da Administração, consistente no poder de restringir e condicionar a liberdade e a propriedade.

                Nesse sentido, poder de polícia é a prerrogativa de poder público que, calcada na lei, autoriza a Administração Pública a restringir o uso e o gozo de liberdades e da propriedade em favor do interesse da coletividade.

                Dispõe o art. 78 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5 . 1 72, de 25. 10. 1 966) que se considera poder de polícia a "atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou a abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos".

                Competência: Há possibilidade de particulares exercerem o poder fiscalizatório de polícia, tal como nos casos de detectores de metais e alfândegas. Contudo, tal possibilidade de restringe às capacidades de fiscalização, tão somente, de modo que os poderes de ius imperii são indelegáveis.

                Há, também, o princípio da preponderância do interesse, de forma que haverá competência para o poder de polícia para aquele ente à quem tenha meior interesse na matéria.

                Quanto à Origem

    Poder de Polícia Originário: atribuído às leis, atos e afins, de modo que é deles que emana os mandamentos do poder de polícia delegado.

    Poder de Polícia Delegado: atribuído aos diversos órgãos e agentes da ADM pública, e somente a estes. É vedada a delegação à particulares, posto que tal poder deriva do jus imperri do Estado; contudo, aqueles podem exercer o exercício fiscalizatório.

                QUALIFICAÇÃO

                Polícia Administrativa: é a atividade da Administração que se exaure em si mesma, ou seja, inicia e se completa no âmbito da função administrativa. Dessa forma, serve para dar força à ideia de delimitação dos direitos individuais, tal como uma secretaria de fiscalização, uma agência reguladora. Teoricamente, a atividade é preponderantemente preventiva.

                Já a Polícia Judiciária, embora atividade administrativa, prepara a atuação da função jurisdicional penal, o que o faz regulada pelo CPP e executada pelos órgãos de segurança. A princípio, pode ser classificada como repressiva.

                Espécies de manifestação

    ·        Licença: atos vinculados e definitivos, em regra.

    ·        Autorização: atos discricionários e precários.

    ·        Alvará: qualquer forma com que se reveste a licença e/ou autorização.

  • PODER DE POLICIA: restringe Bens, Atividades e Direitos  "Poder de polícia é BAD."

    >Visando o interesse Público.

  • Certo.

    Enfim reta final de poderes da administração.

  • Fiquei com dúvidas a respeito da parte "estabelece as limitações", achei que isso fosse poder regulamentar, não de polícia... :D

  • vamos lá

    MPU 2018

  • Que legal, eu fiz essa prova, fui aprovado e fui chamado, mas declinei. Vê-se que o nível pra técnico, naquela época, já se elevava.

  • Com relação à administração pública, é correto afirmar que: A polícia administrativa, como componente da administração pública, estabelece as limitações administrativas, configuradas nas restrições de direitos individuais em favor de direitos coletivos ou públicos.

  • O poder de polícia administrativa do Estado deve dirigir-se aos interesses da coletividade e não aos de um único indivíduo. Correto.

    "Poder de Polícia é a prerrogativa de direito público que, calcada na lei, autoriza a Administração Pública a restringir o uso e o gozo da liberdade e da propriedade em favor do interesse da coletividade.

    A fundamentação do poder de polícia é a supremacia do Interesse público, ou seja, destina-se à coletividade , porém é muito importante o entendimento de que um único particular pode ser alvo do poder de polícia. exemplo: Aplicação de uma multa de trânsito.

  • O objeto do poder de polícia administrativa é todo bem, direito ou atividade individual que possa afetar a coletividade ou pôr em risco a segurança nacional. Correto.

    É exatamente este o objetivo do poder de polícia administrativa descrito por Hely Lopes Meirelles. Para o renomado autor objeto do poder de polícia administrativa é “todo bem, direito ou atividade individual que possa afetar a coletividade ou pôr em risco a segurança nacional, exigindo, por isso mesmo, regulamentação, controle e contenção pelo poder público”.

  • A multa, como sanção resultante do exercício do poder de polícia administrativa, não possui a característica da autoexecutoriedade. Correto.

    Registre-se que o Poder de Polícia possui, dentre os seus atributos, a AUTOEXECUTORIEDADE. Segundo Di Pietro, esse atributo desdobra-se em EXIGIBILIDADE (meios indiretos de coerção- a exemplo da multa), e EXECUTORIEDADE ( meios diretos de coerção- a exemplo de uma demolição). Nesse contexto, inúmeras questões da CESPE já cobraram o seguinte: A MULTA GOZA DA EXIGIBILIDADE E CARECE DA EXECUTORIEDADE.

    "Nem toda atividade de polícia administrativa possui a característica da autoexecutoriedade. Exemplo clássico é a cobrança de multa: embora a Administração, no exercício do poder de polícia, possa impor multa a um particular sem necessidade de participação do Poder Judiciário, a cobrança forçada dessa multa, caso não paga pelo particular, só poderá ser efetuada por meio de uma ação judicial de execução."

    Para o CESPE a multa como sanção não possui autoexecutoriedade, todavia para a mesma banca a multa como aplicação possui autoexecutoriedade.

  • De acordo com a legislação e a doutrina pertinentes, o poder de polícia administrativa pode ser exercido por órgão que também exerça o poder de polícia judiciária. Correto.

    A expressão poder de polícia comporta dois sentidos, um amplo e um restrito. 

    1) Em sentido amplo, poder de polícia significa toda e qualquer ação restritiva do Estado em relação aos direitos individuais. Esta é a função do Poder Legislativo, incumbido da criação do direito legislado, e isso porque apenas as leis podem delinear o perfil dos direitos, aumentando ou reduzindo seu conteúdo.

     2) Em sentido estrito, o poder de polícia é a atividade administrativa, consistente no poder de restringir e condicionar o exercício dos direitos individuais em nome do interesse coletivo.  Esse é o definição dada pelo Código Tributário Nacional:

     Art. 78. Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou a abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.

  • PODER DE POLÍCIA ADMINISTRATIVA

    *Ilícitos administrativos

    *Caráter eminentemente preventivo

    *Não incide sobre o indivíduo

    *Realizado por vários órgãos


ID
720697
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Com relação à administração pública, julgue os itens que se
seguem.

Enquanto a desconcentração é a distribuição de competências de uma para outra pessoa, física ou jurídica, a descentralização é a distribuição interna de competência dentro da mesma pessoa jurídica.

Alternativas
Comentários
  • Gabrito errado. 11 anos depois e a questão manjada do Cespe busca confundir o candidato sobre os institutos da Descontração e Descentralização. Cuidado. Ele trocou o conceito.

  • Desconcentração <=> Descentralização => se trocar fica certo!

  • Conceitos Invertidos

  • TROCARAM AS BOLAS.

  • DescEntralização:  é a distribuição de competências de uma para outra pessoa, física ou jurídica (Externa).

     

    DescOncentração: é a distribuição interna de competência dentro da mesma pessoa jurídica (criação de Órgãos).

  • descOncentração:  órgãos (dentro)

    descEntralização: Entidades (fora)

     

  • Desconcentração (interna)

    Descentralização  (externa).

  • DescOncentração: ORGÃO( não possui personalidade jurídica) >>> Dentro da mesma pessoa.

    Descentralização: Adm Direta>> Cria uma nova pessoa jurídica>> Adm INDIRETA ( Duas pessoas diferentes).

  • A questão está ao contrário

  • inverteu os conceitos

     

  • OUTRAS AJUDAM A RESPONDER : 

    Ano: 2011 Banca: CESPE Órgão: TJ-ES

    A distribuição interna de atribuições de uma pessoa jurídica da administração pública direta, por exemplo, constitui um ato de desconcentração. ( CERTO)

     

    (CESPE – 2011-Correios)A descentralização é uma forma de transferir a execução de um serviço público para terceiros, que se encontrem dentro ou fora da administração. A desconcentração é uma forma de se transferir a execução de um serviço público de um órgão para outro dentro da administração direta. Nesse sentido, a diferença entre descentralização e desconcentração está na amplitude da transferência. (CERTO)

     

     

  • ERRADO. É justamente o contrário.

    Desconcentração: Distribuição interna de competência

    Descentralização: Transfere a titularidade e a execução a uma nova entidade( pessoa j. de direito público ou privado)


    bons estudos

  • Enquanto a descentralização é a distribuição de competências de uma para outra pessoa, física ou jurídica, a desconcentração é a distribuição interna de competência dentro da mesma pessoa jurídica.

  • Ao contrário.

  • Conceitos invertidos.
  • A questão foi invertida

    Desconcentração é uma especialização interna (dentro de uma entidade dotada de personalidade própria) para ampliar a eficiência da atividade

    Descentralização ocorre por meio da criação de uma nova entidade, uma pessoa jurídica

    Dicas do professor Denis França

    Gabarito errado


ID
720700
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Com relação à administração pública, julgue os itens que se
seguem.

A descentralização por serviços caracteriza-se pelo reconhecimento de personalidade jurídica ao ente descentralizado, que deve ter capacidade de auto- administração, patrimônio próprio, capacidade específica ou de especialização e submissão ao controle ou à tutela por parte de ente descentralizado nos termos da lei.

Alternativas
Comentários
  • Correto, mas muitas ressalvas.  Primeiro vamos ao conceito (SCATOLINO,2013) :

    Denominação Forma Resultado Outorga/técnica/serviços/funcional Lei (art. 37, XIX, CF)

    Criação das entidades da Administração indireta  (autarquias, fundações públicas, EPs e SEM).

    ______________________________________________________ OK. Aí, eu Cespinho vem e brinca com a gente colocando a expressão  e submissão ao controle ou à tutela por parte de ente descentralizado nos termos da lei. Pega até o mais preparado. 
    ________________________________________________________

    Tutela ou controle administrativo

    Visa assegurar que a entidade descentralizada, no exercício da sua autonomia, atue em

    conformidade com os fins que resultaram na sua criação.

    Quando a Administração direta cria uma das entidades da Administração indireta (autarquias,

    fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista), ela permanecerá vinculada ao ente

    central, sujeitando-se ao controle de tutela administrativa, a fim de evitar que atue fora de suas

    finalidades legais.


  • "Submissão" pegou pesado

  • submissao- no seu conceito, traz sinonimos de: obediência subordinação....existe um controle finalistico, mas sem a submissão com desse controle... recurso nessa questão... cespe e sua doutrinação.

     

  • No caso, a questão quis relacionar conjuntamente a palavra submisão com a palavra CONTROLE. Então entende-se submisão ao controle.
  • Amigos, e esse "patrimônio próprio"?

    acabei por não entender.

  • errei por conta da palavra "SUBMISSÃO", para mim submissão = hierarquia
  •  e submissão ao controle ou à tutela por parte de ente descentralizado nos termos da lei. No caso o controle não seria por parte de ente centralizado, ou seja, da Administração Direta? Será que alguém poderia comentar essa minha dúvida, por favor.

  • Weslei, concordo com você!
    A questão já havia elencado as características que o ente descentralizado deveria possuir e ao final, quando diz: `SUBMISSAO ao CONTROLE ou À TUTELA por parte de...

    Desmembrando a frase ficaria: `Submissão ao controle' ou `Submissão à tutela` por parte... (traz a ideia de outro ENTE) que seria sim o CENTRALIZADO, que exerce sobre o ente descentralizado este controle e tutela!

    > Para mim o termo `POR PARTE` trás a ideia de algo externo ao ente com as características descritas anteriormente.

    Mas creio que fizeram proposital para valer a resposta que o examinador `estivesse afim` e `de acordo com seu humor` depois da prova.

  • A descentralização por serviços caracteriza-se pelo reconhecimento de personalidade jurídica ao ente descentralizado, que deve ter capacidade de auto- administração, patrimônio próprio, capacidade específica ou de especialização e submissão ao controle ou à tutela por parte de ente descentralizado nos termos da lei. 

    O correto não seria ao ente central ??

    Como por exemplo outras questões: 

    (CESPE - TCE-PA/ 2018) A sujeição do órgão descentralizado a controle — ou tutela —, exercido pelo poder central nos limites da lei para assegurar certa independência ao órgão descentralizado. Gabarito: Certo.

     

  • Se você chegou até aqui é porque já está na frente de muitos.

    Siga com fé.

    #mpu/inss 2018/2019

  • GZUIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Olhem oS sinônimos de SUBMISSÃO :(

     

    1 subjugação, dominação, conformidade, dependência, jugo, resignação, servidão, subordinação, sujeição, vassalagem.

  • Complementando a questão:

     

    Organização da Administração Pública

     

    Descentralização por serviços/ técnica/ outorga/ funcional: ocorre quando o poder público cria uma pessoa jurídica de direito público ou privado. Essa criação só pode ser feita por meio de lei. Corresponde, basicamente, à autarquia, às fundações, às sociedades de economia mista e empresas pública. ( Descentralização por prazo indeterminado )

     

    Descentralização por colaboração/ delegação: é feita por contrato ou ato unilateral, pelo qual se atribui a uma pessoa de direito jurídica privado a execução de serviços públicos, conservando o Poder Público a sua titularidade. Essa modalidade se faz por concessão, permissão ou autorização do serviço público. ( Descentralização por prazo determinado )

     

    --

     

    Gabarito: certo

    Fonte: anotações de outras questões CESPE

  • Errei essa desgrama por culpa da "SUBMISSÃO". Marquei rindo e agora vou fazer uma pausa depois de errar. Mas quer saber? Bem feito!

    Causa uma certa revolta ao ler a tal palavra.. mas qual a dificuldade afinal de contas? Nenhuma!
    - SUBMISSÃO AO CONTROLE - < UÉ? E como não seria?

    O orgão x é criado pra vender sorvete. Então ele é submisso ao controle do criador que vai fiscalizar se tá vendendo sorvete ou pastel.
    Vamos com outro exemplo:

    É criado pela Administração uma autarquia que é feita pra cuidar da aposentadoria, recebe o nome de INSS, só como exemplo. Daí o INSS fica Submisso ao Controle de estar cuidando da aposentadoria dos veio? CLARO! Pode o INSS se preocupar em vender pastel ao invés de cuidar de aposentadoria? NAO.

    Facil assim.


     

  • E isso de patrimônio próprio? A sociedade de economia mista fica como?

  • "o controle ou à tutela por parte de ente descentralizado nos termos da lei." mas quem faz o controle finalístico não é o poder que criou essa entidade? (se puderem me tirar a dúvida agradeço)

  • significado de submissão:

    substantivo feminino

    Ação ou efeito de submeter ou de se subordinar; subordinação.

  • RAPAZ OQUÊ É ISSO? SUBMISSÃO....É SÉRIO?

  • Sem encher a caixa de comentários, mas já fazendo...

    Vão direto ao comentário do @Jean .

    De fato há uma submissão ao controle finalístico, não ao Ente.

  • Para mim, o final da questão a torna errada: [...] "por parte de ente descentralizado nos termos da lei".

  • Certa! Questão linda, uma explicação do assunto viu!

    "Ah, já ia me esquecendo de falar; minha motivação para estudar pra concurso público é a pensão alimentícia, ou paga ou vai preso" .Claro que decido pagar e ter estabilidade né ha,ha, meus filhos meu orgulho. papai ama ! É por vocês,cada noite acordado estudando é por vocês. Quero ser o melhor pai do mundo.

    O meu respeito e admiração pra quem é mãe,ou pai solteiro(a) aí, que estuda dia e noite para um futuro melhor para nossas bebes!

  • questão pra desaprender.

  • Gabarito: Certo

    A questão diz "submissão ao controle e à tutela" ... Trata-se do controle finalístico.

  • Com esse gabarito não dá pra concordar.

    A assertiva diz claramente que: "O ENTE DESCENTRALIZADO" (está sujeito à tutela) "POR PARTE DE ENTE DESCENTRALIZADO"

    Não dá! Errado!

    A supervisão superior (ministerial): é o controle finalístico e indireto, também denominado tutela, por meio do qual o respectivo órgão supervisor controla atos praticados na entidade da Administração Indireta a ele vinculada.

    Logo, não é um ente descentralizado que supervisiona um mesmo ente descentralizado. Quem faz esse controle é órgão supervisor de onde partiu a descentralização por serviços - Um Ministério. O Ministério não é ente descentralizado.

    Houve um claro erro material cometido pelo examinador

    Se eu estiver equivocado, por favor, me corrijam e mandem mensagem, que eu excluo esse comentário se for o caso.

  • e submissão ao controle ou à tutela por parte de ente descentralizado nos termos da lei.

    O que da a entender é que os entes descentralizados são submissos não? Quem é submisso na adm indireta lol...??

    Aaa meu amigo pois eu entrava de recurso com os 2 pés e as duas mãos!!

  • Com relação à administração pública,é correto afirmar que: A descentralização por serviços caracteriza-se pelo reconhecimento de personalidade jurídica ao ente descentralizado, que deve ter capacidade de auto- administração, patrimônio próprio, capacidade específica ou de especialização e submissão ao controle ou à tutela por parte de ente descentralizado nos termos da lei.

  • Cespeta! Submissão? Tem vinculação ao órgão criador!!!

  • O que ferrou foi o termo submissão. Tem que pisar em ovos para fazer questões da Cebraspe hein. Não tem jeito, na luta!!

  • Não existe submissão, existe um vínculo de tutela mas não submissão

  • Se você chegou até aqui é porque já está na frente de muitos.

    Siga em frente.

  • Pesquisem a definição de descentralização e desconcentração. Estudem!!! Tá difícil, mas seguimos em frente

    Gabarito certo


ID
720703
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considerando o disposto acerca dos atos e dos contratos
administrativos, julgue os seguintes itens.

Os despachos de encaminhamento de papéis e processos, bem como a confecção de laudos e pareceres, são exemplos de atos administrativos preparatórios ou complexos.

Alternativas
Comentários
  • Errado


    O procedimento administrativo com o ato administrativo complexo – intervenção de dois ou mais órgãos administrativos, nem como o ato administrativo composto. – ato principal e ato complementar que ratifica ou aprova.

  • Despacho é exemplo de ato administrativo ordinatório. Dica mnemônica da professora Ana Claudia Campos pode facilitar a memorização desses atos: Primeiramente, lembre-se que a copa do mundo no Brasil ocasionou grande descontentamento de muitos, ou seja, para muitas pessoas a "COPADÓI"

    C - CIRCULAR                                                                                                                                                                                           O - ORDEM DE SERVIÇO                                                                                                                                                                           P - PORTARIA                                                                                                                                                                                             A - AVISO                                                                                                                                                                                                   D - DESPACHO                                                                                                                                                                                           I - INSTRUÇÃO                                                                                                                                                                                                        Embora, talvez, não esteja diretamente relacionado à esta questão, acredito que toda ajuda seja bem vinda, portanto, BONS ESTUDOS A TODOS!

  • Ato comPLEXO é igual a SEXO;

    1 ato e 2 vontades!

  • Errado.

    A emissão de pareceres, por exemplo,  configura ATO ENUNCIATIVO.

  • Entendo que despachos de encaminhamento de papéis seria um ato de mero expediente, isto é, dão andamento..

  • Enunciativos = C.A.P.A.

    Certidão

    Atestado

    Parecer

    Apostila


    MANTENHA-SE FIRME! BONS ESTUDOS.

  • Ato composto. Exemplos: (a) atos que dependem de autorização, aprovação, proposta, parecer, laudo técnico, homologação, visto; (b) nomeação do Procurador Geral da República, que depende da aprovação prévia do Senado 

  • Nesse caso em questão são Atos de Mero Espediente!

  • Helio Barro ,

    Na questão NÃO é Ato de Expediente e sim Ato Enunciativo.

     

    Glaciane Betiollo esse seu exemplo B) ai esta equivocado.  

    (b) nomeação do Procurador Geral da República, que depende da aprovação prévia do Senado 

    é Ato Administrativo Complexo

     

    Vamo pestar atenção que a prova ta perto

  • Os despachos (ordinatório) de encaminhamento de papéis e processos, bem como a confecção de laudos e pareceres (enunciativos), são exemplos de atos administrativos preparatórios ou complexos (nunca na galaxia).

     

    Normativos - D2 R3:

    D2: Decretos e Deliberações

    R3: Resoluções, Regulamento e Regimento

     

    Ordinatórios - PAI, COMO D+

    P- Portaria  A- Aviso  I- Instrução,  C- Circular  O- Oficio  M- Memorando  O- Ordem de Serviço  D- Despacho Administrativo +

     

    Negociais - LA, PADRE:

    L- Licença   A- Autorização,   P- Permissão   A- Aprovação   D- Dispensa   RE- REnuncia

     

    Enunciativos - CAP:

    C- Certidão   A- Atestado   P- Parecer

     

    Punitivos: Disciplinar e Polícia

     

     

  • Danilo você mitou kkkkkkkkk

    Simplesmente engraçado e inteligente o macete

  • ʕ•́ᴥ•̀ʔ MACETE  q eu uso e nunca mais errei questões com essas palavras:

     

    Ato SimplesPessoa solteira -> Manifestação de vontade de um único órgão, isto é, trata-se de vontade unitária. A pessoa solteira quer então ela faz. ♪☆\(^0^\)   

     

    Ato Complexo = Casados -> Necessita da conjugação de vontade de diferentes órgãos ou autoridades. Apesar da conjugação de vontade, trata-se de um único ato. Em um casamento nada é feito sem a conjugação de vontades. Casamento é algo complexo...   ¯\_(ツ)_/¯ ...

     

     

    Ato Composto =  Relacionamento homosexual -> É aquele produzido pela manifestação de vontade de apenas um órgão, mas que depende de outro ato que aprove para produzir efeitos. Isto é, existência de um único órgão e de dois atos: o principal – orgão sexual masculino - e o acessório – glúteos. Entenderam, né? ( ͡͡° ͜ʖ ͡°).

     

    Acessório (ಠ‿ಠ)┬──┬ ノ( ゜-゜ノ) Principal

     

    Em Breve: Resumos: https://www.facebook.com/Aprendendo-Direito-108313743161447/

  • Ato Complexo = Necessita da conjugação de vontade de diferentes órgãos ou autoridades.Trata-se de um único ato. 

  • Ato enunciativo

    Certidão

    Apostila

    Parecer

    Atestado.

  • Atos Ordinatórios (atos administrativos internos):

    ⦁   Portarias

    ⦁   Provimentos

    ⦁   Instruções

    ⦁   Circulares

    ⦁   Avisos

    ⦁   Despachos

    ⦁   Ofícios

    ⦁   Ordens de serviço

    [PPICADOO]


    Enunciativos: limitam-se a certificar ou atestar um fato, ou emitir opinião sobre determinado assunto. Ex.: certidões, atestados, pareceres, apostilas

  • N entendi alguem me explica melhor

  • Que q é ato preparatório?


ID
720706
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considerando o disposto acerca dos atos e dos contratos
administrativos, julgue os seguintes itens.

A presunção de legitimidade dos atos administrativos inverte o ônus da prova para quem alega a ilegalidade de determinado ato administrativo.

Alternativas
Comentários
  • Errado


    Segundo o nosso grande mestre HLM:


    “Os atos administrativos, qualquer que seja sua categoria ou espécie, nascem com a presunção de legitimidade, independentemente de norma legal que a estabeleça. Essa presunção decorre do princípio da legalidade da Administração, que, nos Estados de Direito, informa toda a atuação governamental. Além disso, a presunção de legitimidade dos atos administrativos responde as exigências de celeridade e segurança das atividades do Poder Público, que não podem ficar na dependência da solução de impugnação dos administrados, quanto à legitimidade de seus atos, para só após dar-lhes execução”.


    Ou seja, a partir desse princípio, de que os atos administativos foram emanados de acordo com a lei é que decorre o princípio da presunção de veracidade, onde nos processos judiciais ou administrativos, o particular deverá ter o ônus da prova que o ato era emanado de maneira viciada.


    Esses princípios são distintos, um decorre do outro, e como o cespe gosta dessas pegadinha, é sempre bom estarmos espertos para evitar esse tipo de problema.

  • Acho que o gabarito está errado. Deveria ter sido dado como Certo. Base:

    Alexandrino e Vicente de paula: "De toda sorte, como decorrência da presunção de legitimidade, o ônus da prova da existência de vício no ato administrativo é de quem alega, ou seja, do administrado..."  Página 500. D. adm. descomplicado 22 ª edição.

    HLM  "Outra conseqüência da presunção de legitimidade é a transferência do ônus da prova de invalidade do ato administrativo para quem a invoca. Cuide-se de argüição de nulidade do ato, por vício formal ou ideológico, a prova do defeito apontado ficará sempre a cargo do impugnante, e até sua anulação o ato terá plena eficácia"  D. Adm. Brasileiro 23ª edição Página  140.



  • Gente, alguem me socorre, continuo sem entender pq está errado???

  • Apesar dos comentários, continuo sem entender pq a questão está errada!!!

  • O erro do item está em dizer que o alegado é ilegalidade, quando o certo seria, veracidade.

  • A presunção de legitimidade dos atos administrativos transfere o ônus da prova para quem alega a ilegalidade de determinado ato administrativo.

  • Meu entendimento do gabarito oficial:


    Doutrina:

    "Outra conseqüência da presunção de legitimidade é a transferência do ônus da prova de invalidade do ato administrativo para quem a invoca". D. Adm. Brasileiro 23ª edição Página  140 (By Roney).



    Enunciado da questão:

    A presunção de legitimidade dos atos administrativos inverte o ônus da prova para quem alega a ilegalidade de determinado ato administrativo. (perfeito raciocínio do Paulo)


    Logo, assertiva errada.


  • Questão simples, mas confusa, a qual errei também e acredito que a pegadinha está em um simples raciocínio logico, pois o ônus da prova é de fato daquele que discorda de tal, portanto como inverte algo que já é assim, só se invertesse para a administração, o que também manteria a questão como errada. Acho que é isso, Cespe vai além do conhecimento, a maioria que errou, provavelmente, sabia a resposta e mesmo assim errou.... Concurseiro sofre, mas venceremos essa batalha...

    Foco, disciplina e fé em Deus. Bons estudos a todos!
  • Conforme Maria Di Pietro:  " a presunção de veracidade inverte o ônus da prova; é errado afirmar que a presunção de legitimidade produz esse efeito, uma vez que, quando se trata de confronto entre ato e a lei, não há matéria de fato a ser produzida; nesse caso, o efeito é apenas o anterior, ou seja, o juiz só apreciará a nulidade se arguida pela parte.".

    Para autora:

    Presunção de legitimidade e Presunção de veracidade  não se confundem, ou seja, são diferentes. Presunção de legitimidade é a conformidade do ato com a lei e Presunção de veracidade presumem-se verdadeiros os fatos alegados pela Administração.

    Espero ter ajudado!


  • Gente, mais concisão e menos presunção:



    Gabarito errado simplesmente porque no lugar onde era pra estar escrito TRANSFERE está escrito INVERTE.



    Em frente!



  • Não entendi o gabarito, e nenhum dos comentários me convenceu.
    Achei outra questão recente sobre o mesmo assunto que foi considerada como correta.


    Q548097 Ano: 2015 Banca: CESPE Órgão: FUB Prova: Auditor
    No que concerne ao regime jurídico-administrativo, julgue o  item  subsequente.

    A presunção de legitimidade ou de veracidade de determinado ato administrativo produz a inversão do ônus da prova, ou seja, a atuação da administração é presumidamente fundada em fatos verdadeiros e em observância à lei, até prova em contrário. (CERTO)

  • Não entendi o erro também! O_0

  • Pessoal, vejo como errado na questão a palavra "inverte", pois não há inversão do ônus da prova para quem alega, uma vez que a presunção da legitimidade já deixa claro que o ônus da prova é de quem alega, ou seja, do administrado.

    Espero ter ajudado!

  • Mais uma questão daquelas que tu reza pra não cair na prova pois não obteve o resultado certo nem o entendimento dessa porra e qdo vê, como num passe de mágica e coincidência, está ali, decidindo sua vida na prova.

  • Essa foi aquela questão que me fez dar um soco na parede de raiva!

  • Gostei do comentário do Marcus Mateus, eu entendi assim também. O erro está no "inverte".

  • Não perca seu tempo criando teorias para justificar o erro da questão. Não há nada de errado com a assertiva.

     

    A questão teve o gabarito errado, porque assim diz Maria Sylvia Di Pietro:

     

    "É a presunção de veracidade que inverte o ônus da prova; é ERRADO afirmar que a presunção de legitimidade produz esse efeito, uma vez que, quando se trata de confronto entre o ato e a lei, não há matéria de fato a ser produzida; nesse caso, o efeito é apenas o anterior, ou seja, o juiz só apreciará a nulidade se arguida pela parte."

     

    Porém, contudo, entretanto, todavia... a banca já considerou a mesma afirmativa correta em outra oportunidade.

     

    Por se tratar de matéria estritamente doutrinária, o assunto apresenta variações de abordagem a depender da obra autoral que se estiver cobrando. A banca pode considerar qualquer gabarito nesse caso.

     

    Ninguém disse que seria fácil! (◕‿-)

     

     

     

  • Não se desespere, vide o comentário do Edmilson Silva. Agora que você percebeu que a banca comeu mosca, vá para próxima questão.

  • A presunção de legitimidade dos atos administrativos inverte o ônus da prova para quem alega a ilegalidade de determinado ato administrativo.


    O erro da questão esta em   "para quem alega"  pois a própria Administração pode alegar a ilegalidade do Ato e Anular o mesmo,
    o ônus da prova só é invertido quando o Administrado alega a ilegalidade.
  • administrado não administração

  • A assertiva não traz hipótese em que a inversão do ônus da prova seja possível. Para exemplificar:
    Exemplo 1: O administrado recebe uma multa de trânsito por seu veículo ter ultrapassado sinal vermelho. Um fiscal presenciou a infração. O administrado nega o fato, alegando que estava em casa e o carro estava na garagem na hora indicada. Poderia o fiscal ter se equivocado? Diante desta dúvida razoável, quem se beneficia? Com quem fica o ônus de provar? Já que de um lado temos um agente da administração, tendo em vista a presunção de legitimidade dos atos administrativos, há a inversão do ônus, devendo o administrado produzir prova de suas alegações.
    Exemplo 2: O administrado se insurge contra ato da Administração que lhe negou benefício garantido por lei. A administração diz que não há ilegalidade, tendo sido o ato regular. Nesse impasse, de quem é ônus da prova? Do administrado, mas por quê? Porque essa é a regra geral: incumbe ao autor o ônus da prova de fato constitutivo de seu direito (NCPC, art. 373, I).

    No exemplo 1, a Administração alegou fato (passar no sinal vermelho). Pela regra geral, deveria prová-lo. Acontece que se beneficia da presunção de legitimidade de seus atos.

    No exemplo 2, o administrado alegou ilegalidade de ato administrativo. Pela regra geral, o ônus da prova é dele. Não há inversão do ônus.

    Acredito que seja a única interpretação possível para tornar a assertiva errada, tendo em vista o gabarito da questão Q548097, previamente colacionada pelo colega Edmilson:
    Q548097 Ano: 2015 Banca: CESPE Órgão: FUB Prova: Auditor
    No que concerne ao regime jurídico-administrativo, julgue o  item  subsequente.

    A presunção de legitimidade ou de veracidade de determinado ato administrativo produz a inversão do ônus da prova, ou seja, a atuação da administração é presumidamente fundada em fatos verdadeiros e em observância à lei, até prova em contrário. (CERTO)
    Espero ter contribuído.
  • Super,mega,ultra,hiper,master,power dificil!!!... Dá pra ver nas estatísticas.

  • a presunção de legitimidade inverte o ônus da prova (correto, todo mundo sabe disso)... para quem alega (ficou esquisito, dúbio, ambiguo, niguém sabe que droga o elaborador quis dizer, só ele mesmo...) parace até que ele fez a questão para ele mesmo acertar... sem comentários....

  • A presunção de veracidade é que inverte o ônus da prova e não a presunção de legitimidade! gabarito errado.

  • Presunção de Legitimidade/Legalidade NÃO inverte o ônus da prova, pois ela em si ja está com sua legalidade presumida, !!! Quem tem que provar SEMPRE será o Administrado !!

     

    Quem inverte o ônus da prova é a presunção de Veracidade, pois o ato pode ser ou não ser veridico.

  • Q548097 - Ano: 2015 - Banca: CESPE- Órgão: FUB- Prova: Auditor - No que concerne ao regime jurídico-administrativo, julgue o  item  subsequente.

    A presunção de legitimidade ou de veracidade de determinado ato administrativo produz a inversão do ônus da prova, ou seja, a atuação da administração é presumidamente fundada em fatos verdadeiros e em observância à lei, até prova em contrário. CERTO.

    Muito cuidado com questões antigas.

  • Quem declara que o ato é ilegal o mesmo terá que provar... ou seja não pode inverter para a Administração.. Errado

  • ...inverte o onus da prova pra quem alega a ilegalidade...

    Detalhes como esse numa prova decidem quem é o aprovado e quem é o reprovado.

    Nunca mais me esquecerei dessa questão.

     

     

  • Obrigada pela explicação Saulo. Só assim para enteder. :)

  • Na esfera administrativa não cabe à administração provar nem mesmo os fatos alegados por ela mesmo (o ônus é do administrado). Na esfera judicial, ao contrário, a administração deve sim provar os fatos por ela alegados.

  •  NA MINHA HUMILDE OPINIÃO ... a questão não diz "inverte o ônus da prova EM FAVOR de quem alega". Quem tem ônus da prova, tem dever de produzir provas.

    (ERRADO) A presunção de legitimidade dos atos administrativos inverte o ônusda prova EM FAVOR de quem alega a ilegalidade de determinado ato administrativo

    (CERTO)  A presunção de legitimidade dos atos administrativos inverte o ônus da prova (EM PREJUÍZO) para quem alega a ilegalidade de determinado ato administrativo.

    É em prejuízo, porque precisa fazer a prova.

  • Na prova de agente administrativo da AGU em 2010 o CESPE considerou CERTA a seguinte questão:

    No caso de um administrado alegar a existência de vício de legalidade que invalide determinado ato administrativo, esse indivíduo deverá fundamentar sua alegação com provas dos fatos relevantes, por força da obrigatoriedade de inversão do ônus da prova, originada no princípio da presunção de legitimidade do ato administrativo.

  • Ano: 2010 Banca: CESPE Órgão: AGU Prova: Agente Administrativo

    No caso de um administrado alegar a existência de vício de legalidade que invalide determinado ato administrativo, esse indivíduo deverá fundamentar sua alegação com provas dos fatos relevantes, por força da obrigatoriedade de inversão do ônus da prova, originada no princípio da presunção de legitimidade do ato administrativo.
    GABARITO PRELIMINAR: certo.

     

    - A professora Maria Sylvia Zanella Di Pietro entende que a presunção de legitimidade não inverte o ônus da prova (onera probandi), mas tão somente o ônus de agir (onera operandi). Para a douta jurista, a inversão do ônus da prova é consequência da presunção de veracidade (DI PIETRO, 2008, p. 187-188). Neste sentido a questão está ERRADA.
    - Parcela da doutrina administrativista, encabeçada pelo saudoso jurista Hely Lopes Meirelles, entende que a presunção de legitimidade inverte o ônus da prova, o que justifica o gabarito preliminar sugerido pelo CESPE.

  • ele explicou a questão passo a passo: https://www.youtube.com/watch?v=5J86wRifnIY

  • Gente a posição do Cespe mudou! Essa questão se encontra DESATUALIZADA.

     

    Resolução da Questão: https://www.youtube.com/watch?v=5J86wRifnIY

     

    Esse questão é retirada do livro da Di Pietro: O erro da questão é muito sutil e chega a ser maldoso!

    Pra ela: Não é a presunção de legalidade do ato que permite a inversão do ônus probatório. Mas sim a presunção de veracidade.

    São coisas diferentes. A presunção de legalidade tem a ver com a conformidade do ato com o direito. A presunção de veracidade tem a ver com a conformidade do ato com os fatos. Logo, segundo a doutrinadora Maria Sylvia Zanella Di Pietro, é essa presunção, a de veracidade, que permite a inversão do ônus, pois o particular deve provar fatos e não direito.

    Ela chega a dizer que é incorreto afirmar que é a presunção de legalidade que inverte o ônus. Esse entendimento é antigo do Cespe. 

     

    O CESPE mudou: Recentemente ele passou a admitir tanto a presunção de legitimidade quanto a presunção de veracidade..AGORA  presunção de legitimidade ou de veracidade, as duas , inverte o ônus da prova. Mas ainda possuem suas diferenças, reparem:

     

     2009-CESPE- MMA-Agente Administrativo- Pelo atributo da presunção de veracidade, presume-se que os atos administrativos estão em conformidade com a lei. ERRADO

     

    Legitimidade = conformidade com a lei

    Veracidade = diz respeito à realidade dos fatos

     

     

    Ano: 2015 Banca: CESPE Órgão: FUB Prova: Auditor - No que concerne ao regime jurídico-administrativo, julgue o item subsequente. A presunção de legitimidade ou de veracidade de determinado ato administrativo produz a inversão do ônus da prova, ou seja, a atuação da administração é presumidamente fundada em fatos verdadeiros e em observância à lei, até prova em contrário. CERTO.

     

    (CESPE/AGU/2010) No caso de um administrado alegar a existência de vício de legalidade que invalide de-terminado ato administrativo, esse indivíduo deverá fundamentar sua alegação c/ provas dos fatos relevantes, por força da obrigatoriedade de inversão do ônus da prova, originada no princípio da presunção de LEGITIMIDADE do ato administrativo. CERTO.

     

    (CESPE/INSS/08) A presunção de LEGITIMIDADE do ato administrativo implica que cabe ao administrado o ônus da prova para desconstituir o referido ato.  CERTO.

    Ex: Um guarda de Trânsito, enviou ao DETRAN a informação de que você avançou o sinal vermelho, caberá a você administrado provar que não avançou e que não cometeu tal delito, caso não prove terá que arcar com todas as consequências de seus atos.


     

  • Outra questão que mostra que essa questão se encontra DESATUALIZADA, mas não coube no meu comentário anterior:

     

    CESPE ANTES: Não é a presunção de legalidade do ato que permite a inversão do ônus probatório. Mas sim a presunção de veracidade.

    São coisas diferentes. A presunção de legalidade tem a ver com a conformidade do ato com o direito. A presunção de veracidade tem a ver com a conformidade do ato com os fatos. Logo, segundo a doutrinadora Maria Sylvia Zanella Di Pietro, é essa presunção, a de veracidade, que permite a inversão do ônus, pois o particular deve provar fatos e não direito.

    Ela chega a dizer que é incorreto afirmar que é a presunção de legalidade que inverte o ônus. Esse entendimento é antigo do Cespe.

     

    CESPE AGORA: Recentemente ele passou a admitir tanto a presunção de legitimidade quanto a presunção de veracidade.. AGORA  presunção de legitimidade ou de veracidade, as duas , inverte o ônus da prova.Mas ainda possuem suas diferenças, reparem:

     

     2009-CESPE- MMA-Agente Administrativo- Pelo atributo da presunção de veracidade, presume-se que os atos administrativos estão em conformidade com a lei. ERRADO

     

    Legitimidade = conformidade com a lei

    Veracidade = diz respeito à realidade dos fatos

     

    2008 - CESPE - STF- Analista Judiciário - Área Judiciária - O Ministério da Saúde firmou convênio com uma instituição privada, com fins lucrativos, que atua na área de saúde pública municipal. O objeto desse convênio era a instalação de uma UTI neonatal no hospital por ela administrado. Conforme esse convênio, a referida instituição teria o encargo de,utilizando-se de subvenções da União, instalar a UTI neonatal e disponibilizar, para a comunidade local hipossuficiente, pelo menos 50% dos leitos dessa nova UTI. No entanto, essa instituição acabou por utilizar parte desses recursos públicos na reforma de outras áreas do hospital e na aquisição de equipamentos médico-hospitalares de baixíssima qualidade. Maria, que ali foi atendida, viu sua filha recém-nascida falecer nesse hospital. Apurou-se, por meio de perícia, que a morte da recém-nascida ocorreu por falha técnica na instalação e devido à baixa qualidade dos equipamentos ali instalados. Em face dessa constatação e visando evitar novas mortes, o município  suspendeu provisoriamente o alvará de funcionamento da referida UTI, notificando-se o hospital para ciência e eventual impugnação no prazo legal.

     

    Considerando a situação hipotética apresentada acima, julgue os itens de 76 a 85, acerca dos contratos administrativos, dos serviços públicos, da responsabilidade civil e da Lei n.º 8.429/1992.

     

    A presunção de legitimidade e de veracidade do ato administrativo municipal em tela gera a inversão do ônus da prova. CERTO

  • Quem errou essa questão:

     

    - Eu;

    - Você;

    - MA & VP;

    - Hely Lopes Meirelles;

    - Celso Antônio Bandeira de Mello;

     

  • O CORRETO SERIA: PRESUNÇÃO DE VERACIDADE

     

    FORÇA GUERREIROS!!

  • A pessoa aqui MARCA, MARCA, MARCAAAAAAAAAAAAAAAAAAA que NÃOOOO apareça questões desatualizadas, esse site entende o contrario, acho que está com a doença do cespe..

     

    HOJE tanto a presunção de legitimidade e veracidade, apesar das suas diferenças, admitem inversão do ônus da prova!

  • As vezes , responder questões muito antigas só tráz prejuizo, levando o candidato a colocar minhoca na cabeça e errar no dia da prova.

  • Existem questões pras quais a resposta certa é deixar em branco.

  • Pra mim a questão está relacionada à interpretação do que à doutrina.

    A presunção de legitimidade não inverte nada, ela simplesmente produz efeitos para que isso possa ocorrer. Do jeito que está disposto na questão, não caberia somente ao administrado a inversão do ônus da prova, a administração teria que fazer também, já que é um atributo (obrigatório) do ato administrativo. É como se tivesse dando um comando para a administração produzir o ônus da prova.

    Se vocês perceberem bem, as questões colocadas aqui nos comentários, têm a palavra PRODUZ, ou seja, a legalidade produz . Antes da palavra inverter vem a palavra produzir. Eu produzo meios pra quem quiser inverter.

    É só trocar as palavras presunção de legitimidade por um nome próprio: Pedro.

    Pedro inverte o ônus da prova. Vejam, é Pedro que está invertendo o ônus da prova para quem está alegando. Não! Quem inverte é o administrado. A presunção dá ao Pedro o benefício de inverter a situação.

    Enfim, a banca não quis entrar nas divergências doutrinárias, e sim no português - interpretação.


ID
720709
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considerando o disposto acerca dos atos e dos contratos
administrativos, julgue os seguintes itens.

O motivo do ato administrativo vincula-se ao pressuposto de fato e de direito em que se deve fundamentar o ato administrativo.

Alternativas
Comentários
  • Certo


    Maria Sylvia Zanella Di Pietro (2004, p. 203) aduz que o motivo é o pressuposto de fato e de direito que serve de fundamento ao ato administrativo. Pressuposto de direito é o dispositivo legal em que se baseia o ato. Pressuposto de fato, como o próprio nome indica, corresponde ao conjunto de circunstâncias, de acontecimentos, de situações que levam a Administração a praticar o ato. Anote-se, ainda, que a ausência de motivo ou a indicação de motivo falso invalidam o ato administrativo.



  • A teoria dos motivos determinantes afirma que o motivo apresentado como fundamento fático da conduta vincula a validade
    do ato administrativo. Assim, havendo comprovação de que o alegado pressuposto de fato é falso ou inexistente, o ato torna-se nulo.

    Gabarito Certo.
  • Motivo – situação de direito ou de fato que determina ou autoriza a realização do ato. Determina-se motivação a exposição ou a indicação por escrito dos fatos e dos fundamentos jurídicos do ato;

  • CERTO: "Consoante a teoria dos motivos determinantes, o administrador vincula-se aos motivos elencados para a prática do ato administrativo." (MS 15.290/DF, Rel. Min. Castro Meira, Primeira Seção, julgado em 26.10.2011, DJe 14.11.2011).

  • teoria dos motivos determinantes. 

     

     

    GABARITO CERTO

  • CERTO

    Teoria dos motivos determinantes.

  • Se você chegou até aqui é porque já está na frente de muitos.

    Muita força e fé guerreiros!

  • o/

     

  • CERTO


    Teoria dos motivos determinantes.

  • Motivo

    é pressuposto de fato e de direito que serve de fundamento do ato

    o ato adm com vício de finalidade não comporta convalidação

  • Pressuposto de fato. Pressuposto de direito.

    Considerando que Servidor público completou 75 anos no dia..., considerando a Lei Complemantar Nº 152 de 2015, determino a aposentadoria COMPULSÓRIA aos 75 anos. Com todo exposto, determino sua aposentadoria.

    Fonte: Professor Marcelo Sobral, PAPA Concursos.


ID
720712
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considerando o disposto acerca dos atos e dos contratos
administrativos, julgue os seguintes itens.

As chamadas cláusulas exorbitantes nos contratos administrativos lhes são peculiares, pois podem ser consideradas ilícitas em contratos de natureza privada, já que encerram prerrogativas de uma das partes em relação à outra.

Alternativas
Comentários
  • Certo


    Sílvio Luís Ferreira da Rocha entende que os contratos de gestão têm peculiaridades tanto dos convênios quanto dos contratos administrativos, “com uma leve predominância do regime do contrato administrativo, mas não em sua totalidade — o que nos autoriza a classificar o contrato de gestão como um contrato administrativo degradado”, faltando o direito ao equilíbrio econômico-financeiro, por não haver previsão de lucro pelas organizações.


    Qualquer aumento de encargos no contrato de gestão, segundo o autor, poderia redundar no direito de ressarcimento por parte da instituição. Outra posição do autor é com relação ao prazo do contrato de gestão, que deveria seguir o ditame do art. 57 da Lei nº 8.666/93, cuja regra é a duração do acordo sem exceder os respectivos créditos orçamentários. Entende ainda que nos contratos de gestão existiriam as chamadas “cláusulas exorbitantes” presentes nos contratos administrativos.

  • Contratos da ADMINISTRAÇÃO - Sob regime de direito privado, princípio da igualdade entre as partes. 

    Contratos ADMINISTRATIVOS - Sob regime de direito Público, princípio da supremacia do interesse público. Essa é a resposta.

    Livro Direito adm em mapas mentais pág 77.

    São cláusulas exorbitantes aquelas que não seriam comuns ou que seriam ilícitas em contrato celebrado entre particulares, por conferirem prerrogativas a uma das partes (a Administração) em relação à outra; elas colocam a Adminis­tração em posição de supremacia sobre o contratado

  • CERTO

    NÃO DEVE EXISTIR SUPERIORIDADE OU PRERROGATAIVAS EM CONTRATOS DE NATUREZA PRIVADA

    SÓ EXISTE SUPERIORIDADE DO INTERESSE PÚBLICO SOBRE O PRIVADO. E MESMO ASSIM NAO DEVE POSSUIR DESIGUALDADE EXTREMA

     

     

  • Essa questão é cabível de recurso , as cláusulas exorbitantes podem constar no regime jurídico de direito privado quando expressas , logo a administração poderia fiscalizar a execução de determinado contrato ou alterar unilateralmente alguns quesitos .


    O ruim da cespe é que quanto mais você estuda mais você se lasca kkkkkk


  • Certo. As cláusulas exorbitantes não estão presentes nos contratos DA administração, que é regido pelo direito privado.

  • A existência de cláusulas exorbitantes é uma característica peculiar dos contratos administrativos, as quais colocam a Administração pública em uma posição de superioridade em relação ao particular. Em contratos de natureza privada, as partes estão em igualdade de condições (relação horizontal) de modo que a existência de cláusulas exorbitantes, nesse tipo de contrato, implicaria a nulidade do ajuste.

    Gabarito: CERTO

  • No Direito Privado não há superioridade da administração

  • haja vocabulário, hein cespe kkk


ID
720715
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considerando o disposto acerca dos atos e dos contratos
administrativos, julgue os seguintes itens.

A unilateralidade das cláusulas dos contratos administrativos lhes confere natureza de contrato de adesão.

Alternativas
Comentários
  • Cespe: 

    Item anulado em virtude da divergência doutrinária quanto ao aspecto da possibilidade de que os contratos administrativos não sejam considerados contratos de adesão na sua totalidade, já que estes, quanto ao equilíbrio econômico-financeiro, teriam características de contrato bilateral.


ID
720718
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Julgue os itens a seguir, relativos ao disposto acerca de contratos,
licitações e processos administrativos.

A execução indireta de obra pública ou serviço pode ser efetivada na modalidade de empreitada por preço global, empreitada por preço unitário ou empreitada integral.

Alternativas
Comentários
  • Certo


    Art. 6o Para os fins desta Lei, considera-se:

    III - Execução indireta - a que o órgão ou entidade contrata com terceiros sob qualquer dos seguintes regimes:

    a) empreitada por preço global - quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total;

    b) empreitada por preço unitário - quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo de unidades determinadas;


  • 6.3. TIPOS DE REGIME

    - EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL
    A Empreitada por Preço Global ocorre quando se contrata execução de obra ou prestação de serviço por preço certo e total.

    - EMPREITADA POR PREÇO UNITÁRIO
    A Empreitada por Preço Unitário ocorre quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo de unidades determina
    - TAREFA A Tarefa ocorre quando se contrata mão de obra para pequenos trabalhos por preço certo.

    EMPREITADA INTEGRAL A Empreitada Integral ocorre quando se contrata um empreendimento em sua integralidade, compreendendo todas as etapas das obras, serviços e instalações necessá- rias, sob inteira responsabilidade da contratada.


    Pra quem se interessar, no material da fonte tem exemplos que ajudam a fixar, não coloquei aqui porque ia ficar muito extenso o comentário.
  • Lei 8.666/93 art. 6º

    VIII - Execução indireta - a que o órgão ou entidade contrata com terceiros sob qualquer dos seguintes regimes: (Redação dada pela Lei nº 8.883, de
    1994)

    a) empreitada por preço global - quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total;

    b) empreitada por preço unitário - quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo de unidades determinadas; 

    c) (VETADO)

    d) tarefa - quando se ajusta mão-de-obra para pequenos trabalhos por preço certo, com ou sem fornecimento de materiais;

    e) empreitada integral - quando se contrata um empreendimento em sua integralidade, compreendendo todas as etapas das obras, serviços e instalações necessárias, sob inteira responsabilidade da contratada até a sua entrega ao contratante em condições de entrada em operação, atendidos os requisitos técnicos e legais para sua utilização em condições de segurança estrutural e operacional e com as características adequadas às finalidades para
     

  •                                                                         REGIMES DE EXECUÇÃO INDIRETA 


    EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL: QUANDO SE CONTRATA A EXECUÇÃO DA OBRA OU DO SERVIÇO POR PREÇO CERTO E TOTAL.
    Bizu: EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL - PREÇO CERTO E TOTAL.


     
    EMPREITADA POR PREÇO UNITÁRIO: QUANDO SE CONTRATA A EXECUÇÃO DA OBRA OU DO SERVIÇO POR PREÇO CERTO DE UNIDADES DETERMINADAS.
    Bizu: EMPREITADA POR PREÇO UNITÁRIO - PREÇO CERTO DE UNIDADES DETERMINADAS.
     


    TAREFA: QUANDO SE AJUSTA MÃO DE OBRA PARA PEQUENOS TRABALHOS POR PREÇO CERTO, COM OU SEM FORNECIMENTO DE MATERIAIS.
     


    EMPREITADA INTEGRAL: QUANDO SE CONTRATA UM EMPREENDIMENTO EM SUA INTEGRALIDADE, COMPREENDENDO TODAS AS ETAPAS DAS OBRAS, SERVIÇOS E INSTALAÇÕES NECESSÁRIAS, SOB INTEIRA RESPONSABILIDADE DA CONTRATADA ATÉ A SUA ENTREGA AO CONTRATANTE EM CONDIÇÕES DE ENTRADA EM OPERAÇÃO, ATENDIDOS OS REQUISITOS TÉCNICOS E LEGAIS PARA SUA UTILIZAÇÃO EM CONDIÇÕES DE SEGURANÇA ESTRUTURAL E OPERACIONAL E COM AS CARACTERÍSTICAS ADEQUADAS ÀS FINALIDADES PARA QUE FOI CONTRATADA.

     

     

     

     

     

    GABARITO CERTO

  • Mas modalidades não são concorrência, tomada de preços, convite, leilão e concurso?

  • Alguém pode me esclarecer uma dúvida??? "Modalidades" não seriam apenas: concorrência, tomada de preços, convite, concurso, leilão e pregão??! Pra mim esses tipos que a questão cita seriam "tipos de regimes de contratações com terceiros"! Tô muito errada de achar isso??? Obrigada.

  • @Ana Cláudia Loyola, você está correta. Atente-se apenas ao inicio da questão, "A execução indireta de obra pública". A palavra "modalidade" foi em um sentido de forma, modelo.

    Ex: A execução indireta de obra pública ou serviço pode ser efetivada nas seguintes formas, empreitada por preço global, empreitada por preço unitário ou empreitada integral.

  • Peguinha comum -> modalidade / tipo.

    Pensei que fosse um peguinha também -> modalidade/regime

    avante !

  • GABARITO: CERTO

    Das Definições

    Art. 6° Para os fins desta Lei, considera-se:

    VIII - Execução indireta - A que o órgão ou entidade contrata com terceiros sob qualquer dos seguintes regimes:

    a) Empreitada por preço global - Quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total;

    b) Empreitada por preço unitário - Quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo de unidades determinadas;

    c) Tarefa - Quando se ajusta mão-de-obra para pequenos trabalhos por preço certo, com ou sem fornecimento de materiais;

    d) Empreitada integral - Quando se contrata um empreendimento em sua integralidade, compreendendo todas as etapas das obras, serviços e instalações necessárias, sob inteira responsabilidade da contratada até a sua entrega ao contratante em condições de entrada em operação, atendidos os requisitos técnicos e legais para sua utilização em condições de segurança estrutural e operacional e com as características adequadas às finalidades para que foi contratada;

    LEI Nº 8.666, DE 21 DE JUNHO DE 1993.

  • Relativos ao disposto acerca de contratos, licitações e processos administrativos, é correto afirmar que: A execução indireta de obra pública ou serviço pode ser efetivada na modalidade de empreitada por preço global, empreitada por preço unitário ou empreitada integral.


ID
720721
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Julgue os itens a seguir, relativos ao disposto acerca de contratos,
licitações e processos administrativos.

O contrato de fornecimento tem por natureza a aquisição de bens móveis, imóveis ou semoventes requisitados em obras ou serviços.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA

    Hely Lopes Meirelles conceitua o contrato de fornecimento da seguinte forma:[97]

    Contrato de fornecimento é o ajuste administrativo pelo qual a Administração adquire coisas móveis (materiais, produtos industrializados, gêneros alimentícios etc.) necessárias à realização de suas obras ou à manutenção de seus serviços (arts. 6º, III, e 14 a 16).

    Maria Sylvia Zanella Di Pietro inclui em seu conceito de contrato de fornecimento a aquisição de semoventes pela Administração Pública.[98]

    Leia mais: http://jus.com.br/artigos/32056/contratos-administrativos-em-especie/3#ixzz3n9B7uJNC

  • fornecimento tem por natureza a aquisição de bens móveis?

  • O contrato de fornecimento tem por natureza a aquisição de bens móveis, imóveis ou semoventes requisitados em obras ou serviços.

    ERRADA. Contrato de fornecimento: É o contrato administrativo por meio do qual a Administração adquire coisas móveis para utilização nas repartições públicas ou estabelecimentos públicos. Exemplo: contrato de fornecimento de gêneros alimentícios para escolas da rede pública.
    Fonte: Alexandre Mazza. Manual de Direito Administrativo (2016).

     

    Contrato de fornecimento: são os contratos que se destinam à aquisição de bens móveis ou semoventes, necessários para a prestação da atividade administrativa. Tem, na verdade, como conteúdo, uma compra e venda, inclusive a Lei n. 8.666/93, em seu art. 6º, III, não utiliza a expressão “fornecimento”, preferindo a expressão “compra”.”

    Fonte: Fernanda Marinela. Direito administrativo (2016).

     

    CONTRATOS DE FORNECIMENTO (OU COMPRAS): São aqueles que se destinam à aquisição de bens móveis necessários à consecução dos serviços administrativos. A Administração, para atingir seus fins, precisa a todo momento adquirir bens da mais variada espécie, e isso pela simples razão de que múltiplas e diversificadas são as suas atividades. De fato, e apenas para exemplificar, é necessário adquirir medicamentos, instrumentos cirúrgicos e hospitalares, equipamentos etc., se o objetivo é a assistência médica; material escolar, carteiras etc., se o Estado visa à atividade de educação, e assim também para as demais atividades.

     

    Cuida-se, na verdade, de contrato de compra e venda, tal como existente no campo do direito privado e por este regido em algumas de suas regras básicas, com a ressalva, é óbvio, da incidência normativa própria dos contratos administrativos. 

    Fonte: Jose dos Santos Carvalho Filho, pág 150, 2017

  • O contrato de fornecimento tem por natureza a aquisição de bens móveis, imóveis ou semoventes requisitados em obras ou serviços. Errado bem GRANDÃO.

    Semoventes é a definição dada pelo Direito aos animais de bando (como bovinos, ovinos, suínos, caprinos, equinos, etc.).

    Bens semoventesSão bens móveis que possuem movimento próprio, tal como animais selvagens, domésticos ou domesticados.

  • O erro é *IMOVEIS*


ID
720724
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Julgue os itens a seguir, relativos ao disposto acerca de contratos,
licitações e processos administrativos.

A licitação é uma espécie de ato administrativo próprio, enquadrado no gênero de procedimento administrativo, e que também integra certos contratos administrativos.

Alternativas
Comentários
  • Certo


    Pois é o que dispõe:


    Art. 54. Os contratos administrativos de que trata esta Lei regulam-se pelas suas cláusulas e pelos preceitos de direito público, aplicando-se-lhes, supletivamente, os princípios da teoria geral dos contratos e as disposições de direito privado.

  • Desatualizadas essas todas de 2004!

    O bagúio hoje é mais cabuloso!

  • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Ricardo Crispim...quem dera né..se fosse assim atualmente.

  • Peraí... mas a licitação também integra certos contratos administrativos? Alguém encontrou algum trecho de doutrina que explique isso? Porque para mim a licitação é procedimento anterior ao contrato e não parte dele.

  • tb não entendi. mesma dúvida da colega concurseira.

  • Achava que se trata de procedimento administrativo e não meramente um ato administrativo como mencionado na questão.

  • A LICITAÇÃO É ESPECIE DE ATO ADMINSTRATIVO, OU SEJA, TRATA-SE DE UM ATO EXTERNO. SEGUNDO HELY, OS ATOS EXTERNOS ALCANÇAM OS ADMINISTRADOS E ÀS VEZES ATÉ OS PRÓPRIOS SERVIDORES DE MODO GERAL. SÓ ENTRAM EM VIGOR DEPOIS DE PUBLICADOS. EX.: EDITAL DE LICITAÇÃO.

     

    A LICITAÇÃO SE ENQUADRA NO GÊNERO DE PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO, OU SEJA, O PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO É A VIA FORMAL DOS ATOS EM QUE SE REALIZA UMA AÇÃO ADMINISTRATIVA PARA A REALIZAÇÃO DE UM FIM (CELEBRAÇÃO DE CONTRATO, NO CASO DA LICITAÇÃO).

     

     

     

     

     

    GABARITO CERTO

  • Duvida: uma licitação é um ato unilateral? e sobre a órdem, pode ser uma Licitação, antes do contrato, fazer parte do contrato?

  • Relativos ao disposto acerca de contratos, licitações e processos administrativos, é correto afirmar que: A licitação é uma espécie de ato administrativo próprio, enquadrado no gênero de procedimento administrativo, e que também integra certos contratos administrativos.

  • Não seria um procedimento administrativo??

    #fénoPaiqueacespecai

  • Lei 8.666, Art. 4º, Parágrafo único. O procedimento licitatório previsto nesta lei caracteriza ato administrativo formal, seja ele praticado em qualquer esfera da Administração Pública.


ID
720727
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Julgue os itens a seguir, relativos ao disposto acerca de contratos,
licitações e processos administrativos.

Considere a seguinte situação hipotética.

A Universidade de Brasília estabeleceu em edital as regras de um processo licitatório para a aquisição de alguns equipamentos para o laboratório de química orgânica. Após a abertura e análise das duas propostas encaminhadas, a comissão de licitação decidiu pela inabilitação dos concorrentes.

Nessa situação, a licitação deve ser considerada deserta ou fracassada.

Alternativas
Comentários
  • Errado


    Licitação Deserta


    A Licitação Deserta é aquela que nenhum proponente interessado comparece ou por ausência de interessados na licitação. Neste caso, torna-se dispensável a licitação quando a Administração pode contratar diretamente, desde que demonstre motivadamente existir prejuízo na realização de uma nova licitação e desde que sejam mantidas todas as condições preestabelecidas em edital.


    Licitação Fracassada


    Ocorre quando nenhum proponente é selecionado em decorrência de inabilitação ou de desclassificação das propostas. Nos processos de licitações que apresentarem estas situações, aplica-se o disposto no artigo 48, § 3º, da lei 8.666/93: “Quando todos os licitantes forem inabilitados ou todas as propostas forem desclassificadas, a administração poderá fixar aos licitantes o prazo de oito dias úteis para a apresentação de nova documentação ou de outras propostas escoimadas das causas referidas neste artigo, facultada, no caso de convite, a redução deste prazo para três dias úteis.


  • Na hipótese, a licitação será FRACASSADA! Seria deserta se nenhuma empresa tivesse manifestado interesse no certame.

  • Licitação fracassada:

    Lei 8666

    Art. 48 § 3º Quando todos os licitantes forem INABILITADOS ou TODAS AS PROPOSTAS FOREM DESCLASSIFICADAS, a administração poderá fixar aos licitantes o prazo de 8 dias úteis para a apresentação de nova documentação ou de outras propostas escoimadas das causas referidas neste artigo, facultada, no caso de convite, a redução deste prazo para 3 dias úteis

  • ...a comissão de licitação decidiu pela inabilitação dos concorrentes.

     

    Se houve concorrentes, NÃO há que se falar em licitação deserta, a qual pressupõe ausência total de interessados na licitação.

     

    ERRADO

     

    OBS.: a FCC utiliza o termo licitação FRUSTRADA como sinônimo de FRACASSADA.

     

    Q25176 - Direito Administrativo -  Dispensa de licitação,  Licitações e Lei 8.666 de 1993.

    Ano: 2008 - Banca: FCC - Órgão: TRT - 19ª Região (AL) - Prova: Analista Judiciário - Área Administrativa

     

    Prefeitura Municipal realizou licitação para a compra de cadeiras escolares e, vencido o prazo para apresentação das propostas, nenhum interessado atendeu ao chamamento. Nesse caso,

     

    a) a aquisição do material objeto da licitação poderá ser feita diretamente se, justificadamente, não puder ser repetido o procedimento licitatório sem prejuízo para a Administração, devendo ser mantidas todas as condições da licitação frustrada.

     

    Avante...

  • TRATA-SE DE LICITAÇÃO FRACASSADA

     

     

     

    GABARITO ERRADO

  • questão falou em "Inabilitados" e diz que pode ser deserto ou fracassada, porém, ambas são coisas mt diferente kkk

    Licitação deserta é quando não aparece nenhum fdp, sem concorrencia.. se isso acontecer a licitação é "dispensavel" porém tem que utilizar as mesma condições do edital publicado a primeira vez! 

    Licitação fracasada por outro lado é quando todas as licitações foram desclasificada ou inabilitados, isso acontece quando as empresas ñ obdecem as condições do edital ou quando pratica algum ato inrregular 

    gab Errado

  • Apenas Fracassada!

  • Deserta> deserto > não apareceu ninguém

  • ☠️ GABARITO ERRADO ☠️

    Na hipótese, a licitação será FRACASSADA! Seria deserta se nenhuma empresa tivesse manifestado interesse no certame.

  • Estou Estudando Raciocínio Lógico Demais

    Para aqueles que estudam sabem que existe a Disjunção, vamos imaginar que ela é uma Maquina, por exemplo, se você diz duas proposições verdadeiras, a máquina conclui que você fala a verdade; se você disser uma verdade e uma mentira, a máquina concluirá que você fala a verdade

    Logo, como os Participantes foram Inabilitados, provavelmente, eles não atenderam os requisitos, portanto, Fracassada.

    Licitação Deserta nenhum interessado comparece ou por ausência de interessados na licitação;

    Licitação Fracassada Ocorre quando nenhum licitante é selecionado em decorrência de inabilitação ou de desclassificação das propostas.

    Como a pergunta tem um OU, a questão deveria ser Certa, porque Uma das proposições é verdadeiras, alguém por favor pode me explicar qual é o entendimento da banca ? Eles levam em consideração a Lógica, ou Cagam para ela ?

  • A Universidade de Brasília estabeleceu em edital as regras de um processo licitatório para a aquisição de alguns equipamentos para o laboratório de química orgânica. Após a abertura e análise das duas propostas encaminhadas, a comissão de licitação decidiu pela inabilitação dos concorrentes.

    Comentário do colega:

    Licitação deserta: é aquela em que nenhum proponente interessado comparece ou quando há ausência de interessados na licitação. Neste caso, torna-se dispensável a licitação quando a Administração pode contratar diretamente, desde que demonstre motivadamente existir prejuízo na realização de uma nova licitação e desde que sejam mantidas todas as condições preestabelecidas em edital.

    Licitação fracassada: ocorre quando nenhum proponente é selecionado em decorrência de inabilitação ou de desclassificação das propostas. Nos processos de licitações que apresentarem estas situações, aplica-se o disposto no art. 48, § 3º, da Lei 8666/93:

    "Quando todos os licitantes forem inabilitados ou todas as propostas forem desclassificadas, a Administração poderá fixar aos licitantes o prazo de oito dias úteis para a apresentação de nova documentação ou de outras propostas escoimadas das causas referidas neste artigo, facultada, no caso de convite, a redução deste prazo para três dias úteis.

  • parece questão de raciocínio lógico. péssima questão. péssima redação.

    diz que é considerada deserta OU fracassada. há possibilidade de ser uma ou a outra


ID
720730
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Julgue os itens a seguir, relativos ao disposto acerca de contratos,
licitações e processos administrativos.

A sindicância é processo administrativo para apuração de irregularidade praticada por funcionários públicos, podendo ser realizada por outro funcionário ou por comissão de funcionários designados por meio de portaria, instrução e defesa.

Alternativas
Comentários
  • Certo


    L8112


      Art. 143. A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar, assegurada ao acusado ampla defesa.

  • Sindicância é uma coisa e processo administrativo é outra.

    A questão diz que sindicância é um processo administrativo.

    Que eu saiba, sindicância é um procedimento administrativo.

    De acordo com a questão, não seria necessário abrir um PAD já que ela fala que uma sindicância faria a mesma função.

    Me corrijam, caso esteja errado.

  •  a lei mudou de 2004 pra cá?

  • ERICO SINDICÂNCIA NÃO DEIXA DE SER UM PROCESSO ADMINISTRATIVO.

    O NOME PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR PODE SER ENTENDIDO COMO ''GENÉRICO''

    ONDE ESTÃO INCLUÍDOS O PAD(sentido restrito),PAD(rito sumário),SINDICÂNCIA.

    FONTE:prof.thallius moraes

  • Paty, me fiz a mesma pergunta....

    "designados por meio de portaria, instrução e defesa." que isso? Serão designados por meio dos 3?, Portaria, instrução e defesa?

  • Bom saber disso!

  • Não tem embasamento da lei 8112 para justificar essa questão como certa.

  • Eu entendo isso que o Murilo quis dizer... Mas sindicância não é SEM defesa?

  • Tem sindicância com pena mais leve (advertência e suspensão de 30 dias), nesse caso necessita da ampla defesa

  • A sindicância é processo administrativo para apuração de irregularidade praticada por funcionários públicos, podendo ser realizada por outro funcionário ou por comissão de funcionários designados por meio de portaria, instrução e defesa.


    Continuo sem entender até agora.


    Desde quando instrução e defesa são meios de designação de funcionário para formar comissão de sindicância?


    Peeense num momento Biafra... Voar, voar... subir, subir!

  • Pessoal, eu procurei algum embasamento na Lei sobre isso e não encontrei. Se alguém puder me ajudar, por favor, envie mensagem no privado.


    Em tempo, gostaria que esclarecessem duas dúvidas:



    A parte que diz " podendo ser realizada por outro funcionário". E quando fala em "comissão de funcionários designados por meio de portaria, instrução e defesa."



    Obrigado!

  • Há 2 tipos de sindicância: 

     

    Sindicância contraditória/acusatória: A sindicância contraditória (também chamada de acusatória, ou punitiva, ou apenas de sindicância) é uma espécie de procedimento que visa a apuração de irregularidades cuja penalidade aplicável seja de advertência ou suspensão de até 30 (trinta) dias.

    Considerando que a Lei nº 8.112, de 1990, não indicou um rito procedimental específico para a sindicância contraditória, deve ser adotado o mesmo do processo administrativo disciplinar. A comissão de sindicância contraditória deve ser composta por dois ou mais servidores estáveis.

     

     

    Sindicância investigativa: A sindicância investigativa (também chamada de sindicância inquisitorial ou preparatória) deve ser instaurada quando a autoridade tem notícia de irregularidade, mas, não é possível identificar, de plano, o servidor que responderá ao processo (autoria) e/ou não estão presentes elementos suficientes quanto à ocorrência do fato (materialidade). A sindicância investigativa constitui-se em verificação prévia, com o objetivo de coletar elementos indiciários quanto à materialidade e/ou autoria de suposta irregularidade, de forma a subsidiar a decisão da autoridade pela instauração de processo administrativo disciplinar (ou sindicância contraditória) ou arquivamento dos autos. Nessa sindicãncia não existe contraditório e em alguns casos ela pode ser sigilosa.

    A sindicância investigativa não está prevista na Lei 8.112, de 1990, não havendo, portanto, um rito específico para esse procedimento. A autoridade instauradora poderá designar, por portaria, um ou mais servidores para proceder aos trabalhos apuratórios na sindicância investigativa. A comissão ou o sindicante buscarão elementos indiciários, de forma semelhante à instrução do PAD (com oitiva de testemunhas, perícia, diligências, etc.), utilizando como norte o rito e os prazos previstos para o processo administrativo disciplinar, no que for aplicável, ou seja, tendo por consideração a natureza de procedimento não contraditório da sindicância investigativa.

     

     

    Ou seja, a sindicância investigativa pode ser realizada por um único funcionário (sindicante) sem necessidade de instalação de uma comissão.

     

    Fonte: MANUAL PRÁTICO DE PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR E SINDICÂNCIA - CORREGEDORIA-GERAL DA ADVOCACIA DA UNIÃO file:///C:/Users/Gustavo%20Schmitt/Downloads/manual_pratico_de_processo_administrativo_disciplinar_e_sindicancia_da_cgau.pdf

  • Julgue os itens a seguir, relativos ao disposto acerca de contratos,

    licitações e processos administrativos.

    A sindicância é processo administrativo para apuração de irregularidade praticada por funcionários públicos, podendo ser realizada por outro funcionário ou por comissão de funcionários designados por meio de portaria, instrução e defesa.

    Trata-se da questão 74 da prova (azul) de técnico judiciário (cargo 9) do STJ-2004. 

    Link da prova: 

    http://www.cespe.unb.br/concursos/_antigos/2004/STJ2004/arquivos/NM_AZUL_ADMINISTRAT.PDF

    O gabarito definitivo ta "C".

    Fiz uma pesquisa extensa e não encontrei nada que venha a corroborar com o gabarito. Possivelmente deva ser alguma regulamentação interna do próprio STJ.

    Em minhas pesquisas identifiquei que há uma remissão a uma IN da CGU quando se trata desse tema.

    Instrução Normativa CGU nº 14, de 14 de novembro de 2018.

    Art. 20. A SINVE poderá ser conduzida por um único servidor efetivo ou por comissão composta por dois ou mais servidores efetivos, atribuindo-se a presidência a um de seus membros no ato instaurador.

    Resumindo ... não encontrei nenhum embasamento a respeito da formação da comissão de sindicância administrativa.

  • Até onde humildemente entendo a sindicância é um procedimento e não um processo, creio que isso poderia causar confusão no julgamento da assertiva. Podemos até pensar no mesmo sentido do inquérito policial.

    "A sindicância administrativa é um procedimento apuratório sumário que tem o objetivo de apurar a autoria ou a existência de irregularidade praticada no serviço público que possa resultar na aplicação da penalidade de advertência ou de suspensão de até 30 (trinta) dias.

    A sindicância administrativa, dependendo da gravidade da irregularidade e a critério da autoridade instauradora, poderá ser conduzida por um sindicante ou por uma comissão disciplinar composta de 02 (dois) ou 03 (três) servidores."

    Fonte: Barbosa Martins, João . A sindicância administrativa como instrumento sumário de busca de autoria ou da existência de irregularidade no serviço público federal. 

  • Gabarito: Certo

    Sindicância administrativa é o meio de apuração de irregularidades cometidas no âmbito da Administração Pública, afim de elucidar os fatos e indicar sua autoria, podendo resultar na proposta de aplicação das penalidades de advertência, repreensão e suspensão de até 30 (trinta) dias, sendo garantidos, nesses casos, a produção de provas e a ampla defesa.

  • Relativos ao disposto acerca de contratos, licitações e processos administrativos, é correto afirmar que A sindicância é processo administrativo para apuração de irregularidade praticada por funcionários públicos, podendo ser realizada por outro funcionário ou por comissão de funcionários designados por meio de portaria, instrução e defesa.

  • De acordo com a Lei n. o 8.112/1990, o prazo para conclusão da sindicância aberta para apurar infração administrativa do servidor é de 30 dias, prorrogável por igual período, desde que justificado pela autoridade superior.

    Sindicância : 30 dias, prorrogável por mais 30

    PAD - Processo Adm. Disciplinar ( Rito Ordinário) : 60 dias, prorrogável por mais 60

    PAD - Processo Adm. Disciplinar (Rito Sumário) : 30 dias, prorrogável por mais 15

  • Lei 8.112/90:

    Art. 145 Da sindicância poderá resultar:

    I - arquivamento do processo;

    II - aplicação de penalidade de advertência ou suspensão de até 30 (trinta) dias;

    III - instauração de processo disciplinar.

    Art. 143. A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar, assegurada ao acusado ampla defesa.

  • A sindicância é um procedimento mais célere de apuração de irregularidades. O prazo previsto para sua conclusão não poderá exceder 30 dias, prorrogável uma vez por igual período, a critério da autoridade superior (art. 145).

    Como resultado, a sindicância poderá levar a uma das seguintes hipóteses (art. 145):

    § Arquivamento do processo;

    § Aplicação de penalidade de advertência ou suspensão de até 30 dias;

    § Instauração de processo disciplinar.

    Assim, se a sindicância demonstrar que as supostas irregularidades não possuem fundamento, ocorrerá o arquivamento do processo, sem aplicação de penalidades.

    Do contrário, se restar evidenciada prática de infração leve, punível com advertência ou suspensão de até 30 dias, o resultado da sindicância será a aplicação de uma dessas penalidades ao servidor, após a necessária garantia do contraditório e da ampla da defesa.

    Caso tenha sido instaurada sindicância e seja constatado o possível cometimento de infração punível com sanção mais grave (suspensão superior a 30 dias, demissão, cassação ou destituição), a conclusão da sindicância deve ser pela instauração de processo disciplinar.


ID
720733
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Julgue os itens a seguir, relativos ao disposto acerca de contratos,
licitações e processos administrativos.

O dispositivo da verdade sabida, que se refere ao conhecimento pessoal e direto da falta do funcionário pela autoridade competente para aplicar a pena — suspensão ou repreensão —, é processo administrativo com fundamento na ampla defesa e no contraditório.

Alternativas
Comentários
  • Errado


    Segundo Gasparini, a verdade sabida configurava-se quando a autoridade competente presenciava a infração e aplicava a pena de acordo com a infração cometida e no termo de declaração a comprovação da falta do servidor surgia com a tomada do depoimento do acusado da irregularidade, ao ser confessada, o termo de declaração servia como base para a aplicação da pena.




  • O que está errado na questão é afirmar que haverá contraditório e ampla defesa quando configurada a verdade sabida. Para Hely Lopes Meirelles verdade sabida “é o conhecimento pessoal da infração pela própria autoridade competente para punir o infrator”.

    Ex: o chefe da repartição presencia o o servidor tratando mal um usuário do serviço. O chefe de pronto lhe aplica a pena disciplinar de repreensão. Nesse caso, a autoridade encarregada de aplicar a sanção não concede ao transgressor da norma administrativa oportunidade de fazer uso de seu direito constitucional de defesa, aplicando imediata punição a este.

    Fonte: http://www.boletimjuridico.com.br/doutrina/texto.asp?id=1636

  • ERRADA

    O erro está na aplicação do dispositivo.

    Para aplicar a pena de suspensão ou (repreensão=advertência) não é necessário abertura de processo administrativo.

    Caso se faça necessário, abre-se sindicância para faltas leves e médias, como: pena de suspensão ou (repreensão=advertência)!

    PAD é para pena de demissão (ou seja, falta grave)...

    "Andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar"

  • ERRADA


    Verdade Sabida, segundo Di Pietro, "é o conhecimento pessoal e direto da falta pela autoridade competente para aplicar a pena. É o conceito que conta no art. 271, parágrafo único, do Estatuto paulista. Pelo caput do dispositivo, é possível aplicar a pena pela verdade sabida, quando se tratar de repreensão e suspensão". Esse dispositivo estatutário não mais prevalece, diante da norma do art. 5, LV, da Constituição, que exige o contraditório e ampla defesa nos processos administrativos. Assim, a verdade sabida viola os princípios do contraditório e da ampla defesa, não pode ser aplicada com fundamento nesses princípios como a questão afirma. 

  • ERRADA. Não se admite a verdade sabida nem fomal nos processos, somente a verdade MATERIAL (aquilo que realmente aconteceu).

  • fica mais fácil entender se retirar a explicação entre vírgulas:

    O dispositivo da verdade sabida, que se refere ao conhecimento pessoal e direto da falta do funcionário pela autoridade competente para aplicar a pena — suspensão ou repreensão —, é processo administrativo com fundamento na ampla defesa e no contraditório

     

    O dispositivo da verdade sabida é processo administrativo com fundamento na ampla defesa e no contraditório

     

    9784 - Art. 27. O desatendimento da intimação não importa o reconhecimento da verdade dos fatos, nem a renúncia a direito pelo administrado

     

     CF/88 - Art.5 - LVII - ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;

  • Não se aplica a defesa e o contraditório. 

     

  • A questão tentou te convencer sobre o instituto da verdade sabida, no processo administrativo, marque errado e seja feliz, o que se aplica é a verdade material.

     

    Princípio da verdade material

     

    No processo administrativo o julgador deve sempre buscar a verdade, ainda que, para isso, tenha que se valer de outros elementos além daqueles trazidos aos autos pelos interessados. A autoridade administrativa competente não fica obrigada a restringir seu exame ao que foi alegado, trazido ou provado pelas partes, podendo e devendo buscar todos os elementos que possam influir no seu convencimento.

     

    "Também chamado de princípio da verdade real, não se admitindo a 'verdade sabida' no processo administrativo disciplinar. A Comissão Disciplinar deve buscar, na medida do possível, o que realmente teria acontecido, não se contentando apenas com aquela levada ao processo pelos envolvidos. Desse princípio decorre que a Administração tem o poder-dever de tomar emprestado e de produzir provas a qualquer tempo, atuando de ofício ou mediante provocação, de modo a formar sua convicção sobre a realidade fática em apuração."

     

    Bons estudos

  • O princípio da verdade sabida possui relação com o princípio da inércia, o qual impossibilita a autoridade julgadora do processo de agir "ex officio" na apuração dos fatos, tornando a decisão vinculada aos autos do processo em análise. O princípio da inércia orienta o comportamento do Poder Judiciário no exercício da função jurisdicional. Por isso, não cabe ao juiz agir de ofício, no intuito de trazer para o processo judicial fatos novos, ficando está tarefa a cargo das instituições que desempenham as funções essenciais à justiça (Ministério Público, Defensoria Pública e Advocacia Pública e Privada). Quanto aos processos administrativos, outros princípios, antagônicos aos já mencionados, impulsionam a ação da Administração na busca de novos fatos que sejam relevantes à maior compreensão da matéria presente nos autos. É o caso do princípio da oficialidade e do princípio da verdade material, o quais são corolários dos princípios da indisponibilidade do interesse público e do princípio da supremacia do interesse público.
  • De jeito nenhum.

    Verdade formal: Aquela que surge do processo. Uma vez acionado os poderes do estado, este investiga e produz provas, como faz o perito e/ou o especialista. 

    Verdade Real: É aquela que historicamente vem compor o júri. É o caso da prova material, do testemunho coletivo comprovado etc. 

    Verdade Sabida: Consiste na possibilidade da autoridade competente impor uma pena administrativa, ou seja, autuar diretamente o agente público quando presencia uma irregularidade. No processo administrativo brasileiro, não cabe esse instituto, pois a CF/88 garante o direito ao contraditório, ampla defesa e devido processo legal também no processo administrativo. Isto é, tem que haver o mérito de julgar, por mais que saiba a verdade, tenha presenciado o fato, não pode, de forma alguma, acelerar o processo, fazer julgamento sumário etc. Deve ser dado prosseguimento natural ao processo, por mais que seja sabida a verdade.

    Ex.: Chefe de sindicância que presenciou a falta administrativa do servidor. Ele não pode ir direto ao julgamento, deve-se iniciar o devido processo formal. 

     

    Estude muito!

  • Errado. É totalmente ao contrário , a Verdade sabida é um instituto que não oportuniza a ampla defesa e o contraditório

  • Não existe mais esse princípio da verdade sabida!

  • O processo administrativo é indispensável para a aplicação de quaisquer penalidades administrativas. Isso é relevante porque, antes da CF/88, existia no ordenamento jurídico, a figura da “verdade sabida”, na qual se aplicavam penalidades sem processo; no entanto, modernamente, isso não é mais possível.

    Portanto, nenhuma penalidade pode ser aplicada sem processo. Todavia, algumas penalidades dependem de um processo administrativo mais simplificado (sindicância) e outras punições necessitam da instauração de processo administrativo disciplinar propriamente dito.

    Fonte: Matheus Carvalho - Manual de Direito Administrativo.


ID
720736
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

A respeito das pessoas jurídicas de direito privado, julgue os itens
a seguir.

Não há impedimento para uma associação desenvolver atividades econômicas para geração de renda, desde que não partilhe os resultados decorrentes entre os associados, mas, sim, os destine integralmente à consecução de seu objetivo social.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito CERTO

    Enunciado n. 534 da VI Jornada de Direito Civil do CJF – As associações podem desenvolver atividade econômica, desde que não haja finalidade lucrativa

    bons estudos

  • curte esse comentario e compartilha nas suas redes sociais

  • Constituem-se as associações pela união de pessoas que se organizem para fins não econômicos.

  • QUE FALTA DE COERÊNCIA SENHORA CESPE .

    ERREI POR ISSO . AO CONTRÁRIO TERIA ACERTADO SE FOSSE REDIGIDO DESSA FORMA , " Há impedimento para uma associação desenvolver atividades econômicas para geração de renda, desde que não partilhe os resultados decorrentes entre os associados, mas, sim, os destine integralmente à consecução de seu objetivo social.

  • Quando a renda é destinada para fins da associação (objetivo) é permitido.

  • Cespe sendo Cespe!

  • Apesar de as Associações se originarem do(a) Vínculo/União de pessoas que se organizam para fins NÃO ECONÔMICOS, podem e estão autorizadas a desenvolverem ATIVIDADE ECONÔMICA desde que não objetivem a Finalidade Lucrativa.

  • Não irei repetir os comentários, porém é bom fazer uma anexação com o cotidiano, nós vemos feiras da pechincha, como um ato negocial para arrecadação de fundos para uma construção de prédio da associação, locação de imóvel, ajuda a alguns participantes da associação, então essa atividade comercial, não retira a nomenclatura de associação.

  • Gabarito: Certo

    Comentário:

    Art. 53 do CCB: Constituem-se as associações pela união de pessoas que se organizem para fins não econômicos.

    Enunciado 534 VI Jornada de Direito Civil: As associações podem desenvolver atividade econômica, desde que não haja finalidade lucrativa.

    Justificativa do Enunciado 534:

    Andou mal o legislador ao redigir o caput do art. 53 do Código Civil por ter utilizado o termo genérico "econômicos" em lugar do específico "lucrativos". A dificuldade está em que o adjetivo "econômico" é palavra polissêmica, ou seja, possuidora de vários significados (econômico pode ser tanto atividade produtiva quanto lucrativa). Dessa forma, as pessoas que entendem ser a atividade econômica sinônimo de atividade produtiva defendem ser descabida a redação do caput do art. 53 do Código Civil por ser pacífico o fato de as associações poderem exercer atividade produtiva. Entende-se também que o legislador não acertou ao mencionar o termo genérico "fins não econômicos" para expressar sua espécie "fins não lucrativos".


ID
720739
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

A respeito das pessoas jurídicas de direito privado, julgue os itens
a seguir.

A associação civil é uma pessoa jurídica de direito privado, criada a partir de conjunto de bens para o exercício de atividade que não tenha finalidade econômica ou lucrativa.

Alternativas
Comentários
  • Correto. Art. 44. São pessoas jurídicas de direito privado:

    I - as associações;

    Art. 41. São pessoas jurídicas de direito público interno:

    IV - as autarquias, inclusive as associações públicas;

    Art. 53. Constituem-se as associações pela união de pessoas que se organizem para fins não econômicos.

    Parágrafo único. Não há, entre os associados, direitos e obrigações recíprocos.


  • Gabarito ERRADO

    A PJ criada a partir de um conjunto de bens é a fundação, e não associação. Vejamos a diferença entre Associação x Fundação

    Associação:são caracterizadas pela união de pessoas que se organizam para fins não econômicos (comunhão de esforços para um fim
    comum). Pode até haver lucro. No entanto este não será dividido entre os associados; deve ser investido na própria associação.

    Fundação: são universalidades de bens (resultam da afetação de um patrimônio e não da união de indivíduos), personificados, em atenção ao fim que lhes dá unidade. Portanto, dois são seus elementos fundamentais: a) patrimônio; b) finalidade.

    bons estudos

  • Enunciado n. 534 da VI Jornada de Direito Civil do CJF – As associações podem desenvolver atividade econômica, desde que não haja finalidade lucrativa

  • fundaçao cinema para todos

  • Associações - União de PESSOAS para fins NÃO econômicos.

    Fundações - Dotação de BENS para fins de assistência social, cultura, defesa e conservação do patrimônio, educação, saúde etc.

  • A associação civil é uma pessoa jurídica de direito privado, criada pela união de pessoas que se organizam para fins não econômica ou lucrativa. 

  • Fundação = $

    Associação= pessoas

    Sociedade= pessoas+$

  • Errado

    Associação é uma organização resultante da reunião legal entre duas ou mais pessoas, com ou sem personalidade jurídica, sem fins lucrativos para a realização de um objetivo comum.

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Associa%C3%A7%C3%A3o

    Fundação é considerada um fundo autônomo, que tem por finalidade uma ação definida em seus estatutos por seu instituidor ou instituidores.

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Funda%C3%A7%C3%A3o_%28institui%C3%A7%C3%A3o%29

  • As associações podem desenvolver atividade econômica, desde que não haja finalidade lucrativa.

  • A associação civil é uma pessoa jurídica de direito privado, criada a partir de conjunto de bens para o exercício de atividade que não tenha finalidade econômica ou lucrativa. 

  • ERRADO. Conjunto de pessoas.

  • ERRADO

    CC

    Art. 53. Constituem-se as associações pela união de pessoas que se organizem para fins não econômicos.

  • A união de bens é característica das Sociedades, não das associações.

  • Associação- Conjunto de pessoas.

    Fundação: Conjunto de bens

  • Gabarito: Errado

    Dica para não errar mais: Associação = conjunto de pessoas

  • Gabarito:"Errado"

    CC, art. 53. Constituem-se as associações pela união de pessoas que se organizem para fins não econômicos.

  • Associação = pessoas

    Fundação = bens

    Gab. E

    Art. 53. Constituem-se as associações pela união de pessoas que se organizem para fins não econômicos.

    Parágrafo único. Não há, entre os associados, direitos e obrigações recíprocos.

    Art. 62. Para criar uma fundação, o seu instituidor fará, por escritura pública ou testamento, dotação especial de bens livres, especificando o fim a que se destina, e declarando, se quiser, a maneira de administrá-la.


ID
720742
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

A respeito das pessoas jurídicas de direito privado, julgue os itens
a seguir.

A fundação privada é uma pessoa jurídica constituída a partir de um patrimônio destinado por uma pessoa física ou jurídica à realização de um fim social lícito e determinado.

Alternativas
Comentários
  • Errado. Art. 44. São pessoas jurídicas de direito privado:

    III - as fundações.

    Art. 62. Para criar uma fundação, o seu instituidor fará, por escritura pública ou testamento, dotação especial de bens livres, especificando o fim a que se destina, e declarando, se quiser, a maneira de administrá-la.

  • O correto seria: "Fundação privada é uma pessoa jurídica constituída a partir de um patrimônio destinado por uma pessoa física ou jurídica de direito privado para a realização de um fim social e determinado." 

    http://www.somed.com.br/conteudo/index.asp?i=terceiro&id=149&sub=ter_txtApoio

    Colocar como errado essa questão somente pela palavra "lícita"? Não entendi o motivo de estar errado. 

  • Pensei que o erro estive em "ou jurídica". Todavia, achei o seguinte:


    10. Fundação instituída por pessoa jurídica. O instituidor pode ser pessoa física ou jurídica, que cria a organização fundacional visando a determinado fim.

    Código Civil comentado (NERY, 2014)


    Não achei erro, a não ser que a banca tenha prezado pelo preciosismo da palavra "lícita", que não consta do Código Civil.

  • pelo o que vejo, posso criar uma fundação para fins ilícitos também

  • Muito inteligente o peguinha desta questão. O erro foi deixar em aberto as finalidades da instituição. Assim não basta que a finalidade seja lícita e determinada, devendo ser direcionada ao "INTERESSE PÚBLICO". Ou seja, a fundação deve ser vocacionada a finalidade social, sendo este um aspecto importante em sua definição. Nesse sentido:

    ---

    "Pode-se definir uma fundação como: 'pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, que se forma a partir da existência de um patrimônio extraído de seu instituidor e/ou instituidores, através de escritura pública ou testamento, para servir a um objetivo especifico de interesse público'. Assim, uma fundação nasce mediante a destinação de um patrimônio para determinada finalidade social. O instituidor e/ou instituidores fará uma opção sobre a forma de caridade que melhor lhe agrade. Porém, a finalidade não pode ser genérica e sim a mais especifica possível." 

    http://www.apf.org.br/fundacoes/index.php/perguntas-e-respostas/42-como-constituir-uma-fundacao.html

  • A alternativa está ERRADA ante ao que expõe o art. 62, no parágrafo único, do CC/02: "A fundação somente poderá constituir-se para fins religiosos, morais, culturais ou de assistência".

    Portanto, o "fim social lícito e DETERMINADO" caracteriza o erro da questão, por ser ABRANGENTE o sentido "FIM SOCIAL LÍCITO", devendo ter sido especificado em religioso. moral, cultural ou de assistência, conforme expõe a legislação civil.

  • GABARITO: ERRADO

    Acredito que o erro da questão consista em afirmar que a fundação de direito privado é pessoa jurídica constituída  a partir de um patrimônio destinado por uma pessoa física ou jurídica à realização de um fim social lícito e determinado.

    Na verdade, após a destinação dos bens e determinação da finalidade da fundação, a mesma terá o seu estatuto submetido ao Ministério Público competente para aprovação. Caso o MP aprove, o estatuto deverá ser registrado no Cartório das Pessoas Jurídicas para, só assim, a entidade obter no mundo legal personalidade e capacidade jurídica.

     

    http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=2837

    http://www.apf.org.br/fundacoes/index.php/perguntas-e-respostas/42-como-constituir-uma-fundacao.html

  • Pessoal, uma pequena CORREÇÃO acerca do comentário do nobre colega Gustavo aracaty. Quando ele afirma que a fundação somente poderá constituir-se para fins religiosos, morais, culturais ou de assistência, na verdade está se amparando em uma legislação (o próprio código civil, no caso) DESATUALIZADA. Desde 2015 essa limitação foi ultrapassada pela Lei nº 13.151, alterando o parágrafo único do art. 62 do código civil, que agora vigora com o seguinte texto: 

     

    Art. 1o   O parágrafo único do art. 62 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Código Civil, passa a vigorar com a seguinte redação:

    “Art. 62.........................................................................

    Parágrafo único. A fundação somente poderá constituir-se para fins de:

    I – assistência social;

    II – cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico;

    III – educação;

    IV – saúde;

    V – segurança alimentar e nutricional;

    VI – defesa, preservação e conservação do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável;

    VII – pesquisa científica, desenvolvimento de tecnologias alternativas, modernização de sistemas de gestão, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos;

    VIII – promoção da ética, da cidadania, da democracia e dos direitos humanos;

    IX – atividades religiosas; e

    X – (VETADO).” (NR)

     

    Qualquer dúvida, vale a leitura: 

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13151.htm

  • Gabarito: Errado

     

    Forma de criação das Fundações Privadas. Pode-se definir uma fundação como um patrimônio que foi afetado, vale dizer, destinado a uma finalidade específica pela vontade de seu instituidor, manifestada por ato inter vivos (escritura pública de dotação de bens) ou mortis causa (testamento). Perceba-se, então, que esta espécie de pessoa jurídica não é formada por pessoas naturais.

     

    Resume-se a um conjunto de bens reunido por ato unilateral do instituidor, cuja aquisição de personalidade exige a observância de duas fases distintas. Inicialmente cria-se a fundação com a definição dos bens a serem destinados à finalidade escolhida pelo instituidor, o que se denomina ato de instituição; em seguida, elabora-se o estatuto que disciplinará seu funcionamento.

     

    Fonte: Código Civil para Concursos - Doutrina, Jurisprudência e Questões de Concursos - Cristiano Chaves de Farias e Outros - 2017, p. 140.

  • Lembrar que rol de atuação das fundações é taxativo (números clausus) e só é alterado por lei, daí o erro da questão em dizer que é para fim social lícito e determinado (muito abrangente). Também rodei nessa questão! !!!!

  • Concordo com o Gustavo, porém fins religiosos, morais, culturais ou de assistência não seriam fins sociais lícitos? 

  • Estava permeado de dúvida até ler o comentário do colega Gustavo (que embora tenha se baseado no rol do código antigo, não altera sua sagaz percepção). O rol é taxativo (restritivo) e falar em "fim lícito" soa genérico demais, dando a idéia de ser qualquer coisa.

    O erro realmente está em colocar uma finalidade ampla e genérica demais.

     

  • Questão desatualizada, ao meu ver:

    Jornada de Direito Civil, Enunciado 9: "O art. 62, parágrafo único, deve ser interpretado de modo a excluir apenas as fundações com fins lucrativos."

    Logo, é um rol exemplificativo, sobretudo ante as alterações trazidas pela Lei 13.151/2015.

     

    Atual redação do Parágrafo ùunico do art. 62, após alteração:

    "Art. 62. [...]

    Parágrafo único. A fundação somente poderá constituir-se para fins de:   

    I – assistência social;  

    II – cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico;  

    III – educação;  

    IV – saúde;     

    V – segurança alimentar e nutricional;    

    VI – defesa, preservação e conservação do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável;      

    VII – pesquisa científica, desenvolvimento de tecnologias alternativas, modernização de sistemas de gestão, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos;      

    VIII – promoção da ética, da cidadania, da democracia e dos direitos humanos;    

    IX – atividades religiosas;"

  • Questão mal elaborada. Licito (Ok) Fim determinado (Ok) Ao escolher dentre uma das opções expressas no código "A fundação somente poderá constituir-se para fins religiosos, morais, culturais ou de assistência".o código " ela se torna determinada.

     

  • na boa... ridiculo

    licito é obvio

    determinado tbem, ja que o rol é taxativo

  • o ano é 2018 e ainda não há consenso se o rol do art 62  do CC é taxativo ou não. 

    acertei a questão por entender como errada a parte 'pessoa juridica'

    todavia são as associações,que possuem caráter pessoal, cuja formação se dá por um conjunto de pessoas naturais. 

    Sendo a fundação  um conjunto de bens cujo ato constitutivo é dotação - destinação de bens - qualquer um pode fazer. 

     

     

    obs. precisava o comentário de um professor.

  • Quem acertou precisa estudar mais.

  • Determinado? Não é

    Hummmm.

    Instituo a fundação e ela escolhe o fim que pretende: hoje pode ser um, amanhã outro (tudo depende da vontade do administrador)

    Questão rídicula e mal elaborada

  • Abri meu Código Civil no art. 62 e estou procurando uma hipótese lá prevista que seja ILÍCITA.

    PS: Ainda não encontrei.

  • Entendo o seguinte:

    Pela literalidade da lei, de acordo com o art. 62 § ú do CC, o rol de finalidades é taxativo, ou seja, a fundação somente poderá constituir-se para os fins elencados nos incisos do § ú do artigo supracitado. (o fim, estabelecido pelo instituidor e não lucrativo), sendo assim, a assertiva está CORRETA.

    No entanto, para os que aceitam que o rol não é taxativo, é possível constituir uma fundação para outros fins, não necessariamente social, o que terá que ser respeitado é que essa finalidade não pode ser lucrativa. Portanto, a assertiva está ERRADA.

    Eu sou adepto da primeira corrente.

  • O ruim do site é que em questões que necessitam de uma resposta de um professor, eles somem. E nas questões de 1 + 1 aparece 3 páginas de explicação.

  • Pessoal, segue abaixo o comentário da questão feito pela professora Camila Nucci, no site TEC concursos...

    Gabarito: ERRADO

     

    A respeito das pessoas jurídicas de direito privado, julgue o item a seguir.

     

    A fundação privada é uma pessoa jurídica constituída a partir de um patrimônio destinado por uma pessoa física ou jurídica à realização de um fim social lícito e determinado.

     

    A questão indicou genericamente a finalidade da fundação, que não pode ser voltada a qualquer fim social lícito e determinado, mas somente aos fins arrolados no parágrafo único do artigo 62 do CC: 

     

     

    Embora a assertiva não corresponda exatamente ao que diz a lei, não está incorreta no conteúdo, mas incompleta, pois a fundação se constitui para a realização de um fim social lícito e determinado, que deve ser um daqueles arrolados pelo parágrafo único do artigo 62 do CC.

     

    Questões incompletas ou que não correspondem exatamente ao que diz à lei muitas vezes são mesmo consideradas erradas. Por isso é importante o treino, a fim de conhecer o perfil da banca, entender como as questões são cobradas e ter mais chances de acertar o gabarito. 

  • A solução pra não pegar essas questões da CESPE é resolver de 2015 pra cima, pq hoje ela considera o incompleto certo, e por essa questão aí já dá pra ver que antes considerava errado.

  • Questão bem ruim

    acertei pq supus que a constituição da fundação não seria feita por pessoa jurídica


ID
720745
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

A respeito das pessoas jurídicas de direito privado, julgue os itens
a seguir.

A criação de uma fundação pode ser feita por ato causa mortis, por meio de testamento de qualquer modalidade — público, cerrado, particular —, o qual produz efeito apenas somente após a morte do testador, com a abertura da sucessão. A fundação também poderá surgir por ato inter vivos, e a declaração de vontade pode revestir-se de forma pública ou particular.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito ERRADO

    O erro está no final pois o ato inter vivos será por meio de escritura pública, e não particular

    Art. 62. Para criar uma fundação, o seu instituidor fará, por escritura pública ou testamento, dotação especial de bens livres, especificando o fim a que se destina, e declarando, se quiser, a maneira de administrá-la

    bons estudos

  • Pegadinha monstruosa aí..é ESCRITURA PÚBLICA apenas ( ato inter vivos)

  • Questão incorreta

    A fundação pode ser intituída por ato inter vivos (escritura pública) ou causa mortis (testamento).

  • ERRADO

    CC

    Art. 62. Para criar uma fundação, o seu instituidor fará, por escritura pública ou testamento, dotação especial de bens livres, especificando o fim a que se destina, e declarando, se quiser, a maneira de administrá-la.

  • Gabarito: errado

    Art.62.CC/02

    Para criar uma fundação, o seu instituidor fará, por escritura pública (ato inter vivos) ou testamento (causa mortis), dotação especial de bens livres, especificando o fim a que se destina, e declarando, se quiser, a maneira de administrá-la.

    Bons estudos!!

  • QUANDO É ATO INTER VIVOS TEM QUE SER POR ESCRITURA PÚBLICA- SOMENTE!!!

    QUANDO FOR CAUSA MORTIS É QUALQUER MODALIDADE DE TESTAMENTO- MAS OBSERVE QUE NÃO PODE SER POR CODICILO


ID
720748
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

Acerca das pessoas naturais, julgue os itens seguintes.

Poderá ser concedida, por sentença judicial, a emancipação do menor de idade de dezesseis anos completos que esteja sob tutela.

Alternativas
Comentários
  • Correto. Art. 5o A menoridade cessa aos dezoito anos completos, quando a pessoa fica habilitada à prática de todos os atos da vida civil.

    Parágrafo único. Cessará, para os menores, a incapacidade:

    I - pela concessão dos pais, ou de um deles na falta do outro, mediante instrumento público, independentemente de homologação judicial, ou por sentença do juiz, ouvido o tutor, se o menor tiver dezesseis anos completos;

    II - pelo casamento;

    III - pelo exercício de emprego público efetivo;

    IV - pela colação de grau em curso de ensino superior;

    V - pelo estabelecimento civil ou comercial, ou pela existência de relação de emprego, desde que, em função deles, o menor com dezesseis anos completos tenha economia própria.

  • ESSA QUESTÃO ESTÁ ERRADA! A SEGUNDA PARTE DO INCISO I diz que ele precisa ter 16 anos completos e a questão considera a hipotese de emancipação do MENOR DE 16 ANOS

  • Edmilson, a questão fala do menor de idade com dezesseis anos completos. Portanto, correta! 

  • Art. 5 A menoridade cessa aos dezoito anos completos, quando a pessoa fica habilitada à prática de todos os atos da vida civil.

    Parágrafo único. Cessará, para os menores, a incapacidade:

    I - pela concessão dos pais, ou de um deles na falta do outro, mediante instrumento público, independentemente de homologação judicial, ou por sentença do juiz, ouvido o tutor, se o menor tiver dezesseis anos completos;

    II - pelo casamento;

    III - pelo exercício de emprego público efetivo;

    IV - pela colação de grau em curso de ensino superior;

    V - pelo estabelecimento civil ou comercial, ou pela existência de relação de emprego, desde que, em função deles, o menor com dezesseis anos completos tenha economia própria.

  • Tem um erro de português que prejudica a interpretação da questão.

  • Hipóteses de emancipação que independem de idade:

    I)Pelo exercício de emprego público efetivo

    II)Pela colação de grau em curso de ensino superior

    Nas demais hipóteses só para aqueles com 16 anos ou mais.

  • Entendi que estava errada em razão do “poderá”, pois quando for caso de emancipação de tutelado, somente deverá ser realizada por meio de autorização judicial, Não há escolha por outra forma de emancipação ( ex. Extrajudicial). Somente o juiz irá conceder a emancipação nesses casos.


ID
720751
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

Acerca das pessoas naturais, julgue os itens seguintes.

O alcoólatra e o toxicômano são totalmente incapazes de praticar atos negociais.

Alternativas
Comentários
  • Errado. 

    Art. 4o São incapazes, relativamente a certos atos, ou à maneira de os exercer: (Vide Lei nº 13.146, de 2015) (Vigência)

    II - os ébrios habituais, os viciados em tóxicos, e os que, por deficiência mental, tenham o discernimento reduzido;

    IV - os pródigos.

  • Os alcoólatra e o toxicômano são relativamente incapazes.

  • Gabarito:"Errado"

    Nunca foram absolutamente incapazes.

    CC, Art. 4º. São incapazes, relativamente a certos atos, ou à maneira de os exercer: 

    II - os ébrios habituais, os viciados em tóxicos, e os que, por deficiência mental, tenham o discernimento reduzido;


ID
720754
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

À luz da Lei de Introdução do Código Civil, julgue os itens que
se seguem.

Quando o juiz não encontrar na legislação uma norma aplicável ao caso concreto, deverá tentar decidi-lo, primeiramente, por analogia, depois, valer-se dos costumes e, finalmente, recorrer aos princípios gerais de direito.

Alternativas
Comentários
  • Correto. CPC. 

    Art. 126. O juiz não se exime de sentenciar ou despachar alegando lacuna ou obscuridade da lei. No julgamento da lide caber-lhe-á aplicar as normas legais; não as havendo, recorrerá à analogia, aos costumes e aos princípios gerais de direito.

  • Gabarito CERTO

    Questão pediu à luz da LINDB

    Art. 4o  Quando a lei for omissa, o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais de direito

    Em síntese, compreendemos que aqueles que seguem a escola do Direito Civil Constitucional, procurando analisar o Direito Civil a partir dos parâmetros constitucionais, realidade atual do Direito Privado brasileiro, não podem ser favoráveis à aplicação obrigatória da ordem constante do art. 4.º da Lei de Introdução de forma rígida e incontestável. Esse último entendimento é o que deve prevalecer na visão contemporânea do Direito Civil Brasileiro (Tartuce, 2015)

    bons estudos


ID
720757
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

À luz da Lei de Introdução do Código Civil, julgue os itens que
se seguem.

A lei nova só começa a vigorar no dia de sua publicação no Diário Oficial da União, se assim estiver expressamente determinado.

Alternativas
Comentários
  • Errado. Art. 1o Salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país quarenta e cinco dias depois de oficialmente publicada.

  • Gabarito CERTO

    A questão pediu a exceção do Art. 1 da LINDB, portanto é permitida fixar outro prazo:

    Art. 1o Salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país quarenta e cinco dias depois de oficialmente publicada.

    bon estudos


ID
720760
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

À luz da Lei de Introdução do Código Civil, julgue os itens que
se seguem.

Quando lei nova regula a mesma matéria regulada em lei já existente, esta continuará vigorando, a não ser que haja expressa determinação em sentido contrário.

Alternativas
Comentários
  • Correto. Art. 2o Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a modifique ou revogue. (Vide Lei nº 3.991, de 1961) (Vide Lei nº 5.144, de 1966)

    § 1o A lei posterior revoga a anterior quando expressamente o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior.

    § 2o A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes, não revoga nem modifica a lei anterior.

  • Gabarito ERRADO

    Se 2 leis tratarem do mesmo tema, a mais antiga será revogada

    LINDB Art. 2 § 1o A lei posterior revoga a anterior quando expressamente o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior

    bons estudos

  • Dúvida. A questão não disse que regula "inteiramente" a matéria de que tratava a lei anterior. Por isso marquei "certo" e errei.


ID
720763
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

À luz da Lei de Introdução do Código Civil, julgue os itens que
se seguem.

A lei nova pode extinguir o direito adquirido e modificar a coisa julgada.

Alternativas
Comentários
  • Errado. Art. 6º A Lei em vigor terá efeito imediato e geral, respeitados o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada. 

  • Gabarito ERRADO

    CF/88

    Art. 5º XXXVI - a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada;


ID
720766
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

Julgue os seguintes itens, que versam acerca do domicílio.

O direito brasileiro adotou o sistema da pluralidade de domicílios. Assim, é correto afirmar que a pessoa natural pode ter não apenas várias residências, mas também mais de um domicílio.

Alternativas
Comentários
  • Correto. 

    Art. 71. Se, porém, a pessoa natural tiver diversas residências, onde, alternadamente, viva, considerar-se-á domicílio seu qualquer delas.

    Art. 72. É também domicílio da pessoa natural, quanto às relações concernentes à profissão, o lugar onde esta é exercida.

    Parágrafo único. Se a pessoa exercitar profissão em lugares diversos, cada um deles constituirá domicílio para as relações que lhe corresponderem.

  • Art.71 Se, porém, a pessoa natural tiver diversas residências, onde, alternadamente, viva, considerar-se-á domicilio seu qualquer delas. É o caso de múltiplos domicílios.

    Art.72 É também domicilio da pessoa natural, quanto às relações concernentes a profissão, o lugar onde esta é exercida.

    Parágrafo único.

    Se a pessoa exercitar profissão em lugares diversos, cada um deles constituirá domicilio para as relações que lhe corresponderem. É o caso de domicilio profissional.


ID
720769
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

Julgue os seguintes itens, que versam acerca do domicílio.

A pessoa adquire o domicílio voluntário ao escolher o lugar de sua residência habitual e o centro de seus negócios; já o domicílio necessário ou legal é o lugar em que a lei presume que a pessoa resida.

Alternativas
Comentários
  • Correto. Art. 70. O domicílio da pessoa natural é o lugar onde ela estabelece a sua residência com ânimo definitivo.

    Art. 76. Têm domicílio necessário o incapaz, o servidor público, o militar, o marítimo e o preso.

    Parágrafo único. O domicílio do incapaz é o do seu representante ou assistente; o do servidor público, o lugar em que exercer permanentemente suas funções; o do militar, onde servir, e, sendo da Marinha ou da Aeronáutica, a sede do comando a que se encontrar imediatamente subordinado; o do marítimo, onde o navio estiver matriculado; e o do preso, o lugar em que cumprir a sentença.


  • Não acho que domicílio necessário tenha a ver com a presunção de que a pessoa resida lá. Basta olhar o parágrafo único do art. 243 do NCPC: o militar em serviço será citado na unidade em que estiver servindo, SE NÃO FOR CONHECIDA SUA RESID^^ENCIA ou nela não for encontrado.

  • Na minha opinião a lei não presume, determina.
  • A lei presume, pois, por mais que alguém seja funcionário público, por exemplo, essa pessoa não é OBRIGADA a residir na cidade em que presta serviços. A lei apenas PRESUME que esse funcionário lá resida.

  • CESPE SENDO CESPE EM 2004 !!!!!

  • HEIN ?!

  • Tb raciocinei com a Sineide. Esse "presume" aí...

  • O pior é ver a galera que acertou defendendo esses textos esdrúxulos da CESPE. Gente, eu acertei a questão, mas encasquetado com o tal termo "PRESUME". A lei não presume, ela determina, pois presunção pode ser modificada com a prova em contrário, o que não é o caso do domicílio necessário, pois ainda que provada a inexistência da presunção, ele ainda terá o domicílio.

    Maria Helena Diniz expõe da seguinte forma: "Domicílio necessário é aquele imposto pela lei a certas pessoas em razão de sua condição especial" (Código Civil Anotado - art. 76)

  • Nas minhas palavras, o domicílio necessário/legal é aquele que a LEI determina onde irá residir.

    o domicílio voluntário é aquele que a pessoa opta onde quer residir.

    Essa palavra ''presume'' deixou em dúvida hein... quase erro a questão! A lei não presume e sim, impõem!!!

  • Nas minhas palavras, o domicílio necessário/legal é aquele que a LEI determina onde irá residir.

    o domicílio voluntário é aquele que a pessoa opta onde quer residir.

    Essa palavra ''presume'' deixou em dúvida hein... quase erro a questão! A lei não presume e sim, impõem!!!

  • Esta CESPE é ridícula! Uma outra questão errei porque era ao gosto do examinador a resposta e por mais que a lei não dê espaços ,eles tornam a questão capciosa. Acertei a questão, mas ,para mim, está errado o gabarito. Por exemplo, se fosse uma questão formulada pela FAURGS, o gabarito seria outro.

  • Na minha opinião a lei não presume, determina.

    concordo SINEIDE MARIA SANTOS FARIAS

  • De começo não concordei com o gabarito certo da questão por conta da palavra "presume" sendo que em minha cabeça veio (ela não presume ela fixa/determina) igual uns colegas aqui dos comentários. Mas tem um porém, respondi uma questão na qual a afirmativa era:

    "O domicílio necessário NÃO EXCLUIRÁ o domicìlio voluntário"

    GABARITO==> certo

    Logo clonclui-se que realmente a lei PRESUME o domicílio do meliante.

  • De começo não concordei com o gabarito certo da questão por conta da palavra "presume" sendo que em minha cabeça veio (ela não presume ela fixa/determina) igual uns colegas aqui dos comentários. Mas tem um porém, respondi uma questão na qual a afirmativa era:

    "O domicílio necessário NÃO EXCLUIRÁ o domicìlio voluntário"

    GABARITO==> certo

    Logo clonclui-se que realmente a lei PRESUME o domicílio do meliante.

  • Art. 70. O domicílio da pessoa natural é o lugar onde ela estabelece a sua residência com ânimo definitivo.

    Art. 76. Têm domicílio necessário o incapaz, o servidor público, o militar, o marítimo e o preso.


ID
720772
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

Julgue os seguintes itens, que versam acerca do domicílio.

Considere a seguinte situação hipotética.

Determinada empresa do ramo alimentício possui diversas filiais, situadas em diferentes capitais brasileiras. Seu estatuto não traz a declaração de domicílio da empresa.

Nessa situação, cada uma das filiais será considerada domicílio no que se refere aos negócios nela efetivados.

Alternativas
Comentários
  • Correto. Art. 75. Quanto às pessoas jurídicas, o domicílio é:

    I - da União, o Distrito Federal;

    II - dos Estados e Territórios, as respectivas capitais;

    III - do Município, o lugar onde funcione a administração municipal;

    IV - das demais pessoas jurídicas, o lugar onde funcionarem as respectivas diretorias e administrações, ou onde elegerem domicílio especial no seu estatuto ou atos constitutivos.

    § 1o Tendo a pessoa jurídica diversos estabelecimentos em lugares diferentes, cada um deles será considerado domicílio para os atos nele praticados.

  • CERTO

    CC

    Art. 75. Quanto às pessoas jurídicas, o domicílio é:

    I - da União, o Distrito Federal;

    II - dos Estados e Territórios, as respectivas capitais;

    III - do Município, o lugar onde funcione a administração municipal;

    IV - das demais pessoas jurídicas, o lugar onde funcionarem as respectivas diretorias e administrações, ou onde elegerem domicílio especial no seu estatuto ou atos constitutivos.

    § 1o Tendo a pessoa jurídica diversos estabelecimentos em lugares diferentes, cada um deles será considerado domicílio para os atos nele praticados.


  • CERTO

    ART.72

    É também Domicílio da pessoa natural, quanto às relações concernentes a profissão, o lugar onde esta é exercida.

    Parágrafo Único.

    Se a pessoa exercitar profissão em lugares diversos, cada um deles constituirá domicílio para as relações que lhe corresponderem.

  • Art. 75. Quanto às pessoas jurídicas, o domicílio é:

    Tendo a  em lugares diferentes, cada um deles será considerado domicílio para os atos nele praticados.


ID
720775
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

Em relação a atos processuais, processo e procedimento, julgue
os itens subseqüentes.

Quando o juiz acolhe ou rejeita o pedido do autor, profere sentença que extingue o processo sem julgamento de mérito.

Alternativas
Comentários
  • Art. 269. Haverá resolução de mérito:

    I - quando o juiz acolher ou rejeitar o pedido do autor;

    II - quando o réu reconhecer a procedência do pedido;

    III - quando as partes transigirem;

    IV - quando o juiz pronunciar a decadência ou a prescrição;

    V - quando o autor renunciar ao direito sobre que se funda a ação.

  • Gabarito ERRADO

    CPC/15

    Art. 487. Haverá resolução de mérito quando o juiz:

    I - acolher ou rejeitar o pedido formulado na ação ou na reconvenção;


ID
720778
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

Em relação a atos processuais, processo e procedimento, julgue
os itens subseqüentes.

Diz-se que a sentença transitou em julgado quando, após sua prolação, esgota-se o prazo para a propositura de ação rescisória contra ela.

Alternativas
Comentários
  • Meus concurseiros queridos, na minha condiçao de mae do povo brasileiro venho ajudar voces que nao querem fazer o pronatec.

    Questao ERRADA

    O prazo para entrar com açao rescisória é de até 2 anos após a sentença.

  • ERRADO.

    "Diz-se que a demanda transitou em julgado quando a sentença tornou-se definitiva, não podendo mais ser modificada, seja por ter transcorrido o prazo para a interposição de eventuais recursos, seja por não caber mais recurso sobre ela."

    http://www.direitonet.com.br/dicionario/exibir/976/Transito-em-julgado

  • ERRADO

    NCPC

    Art. 502. Denomina-se coisa julgada material a autoridade que torna imutável e indiscutível a decisão de mérito não mais sujeita a recurso. 

    NOTA: Definição de coisa julgada (sentença transitada em julgado)

    Art. 966.  A decisão de mérito, transitada em julgado, pode ser rescindida quando:

    §2º Nas hipóteses previstas nos incisos do caput, será rescindível a decisão transitada em julgado que, embora não seja de mérito, impeça:

  • Gabarito ERRADO

    CPC/15

    Art. 502. Denomina-se coisa julgada material a autoridade que torna imutável e indiscutível a decisão de mérito não mais sujeita a recurso.

  • Diz-se que a sentença transitou em julgado quando, após sua prolação, esgota-se o prazo para a propositura de ação rescisória contra ela.

    CPC/15:

    Art. 502. Denomina-se coisa julgada material a autoridade que torna imutável e indiscutível a decisão de mérito não mais sujeita a recurso.


ID
720781
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

Em relação a atos processuais, processo e procedimento, julgue
os itens subseqüentes.

Apesar de o rito sumário ser mais condensado que o ordinário, caracterizando-se como procedimento de cognição resumida, ainda assim compõe-se de fases petitória, instrutória e decisória, comportando realização de audiência de instrução e julgamento.

Alternativas

ID
720784
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

Em relação a atos processuais, processo e procedimento, julgue
os itens subseqüentes.

A ação é considerada proposta após a citação válida do réu, e não no momento em que a inicial é distribuída ou despachada pelo juiz.

Alternativas
Comentários
  • Proposta a partir do despacho do juiz.

  • Gabarito: ERRADA.

     

    NCPC, Art. 312.  Considera-se proposta a ação quando a petição inicial for protocolada, todavia, a propositura da ação só produz quanto ao réu os efeitos mencionados no art. 240 depois que for validamente citado.

  • Gabarito ERRADO

    CPC/15

    Art. 312. Considera-se proposta a ação quando a petição inicial for protocolada, todavia, a propositura da ação só produz quanto ao réu os efeitos mencionados no art. 240 depois que for validamente citado.

  • Gabarito:"Errado"

    NCPC, art. 312. Considera-se proposta a ação quando a petição inicial for protocolada, todavia, a propositura da ação só produz quanto ao réu os efeitos mencionados no art. 240 depois que for validamente citado.

  • A ação é considerada proposta após a citação válida do réu, e não no momento em que a inicial é distribuída ou despachada pelo juiz.

    CPC/15:

    Art. 312. Considera-se proposta a ação quando a petição inicial for protocolada, todavia, a propositura da ação só produz quanto ao réu os efeitos mencionados no art. 240 depois que for validamente citado.


ID
720787
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

Julgue os itens a seguir, relativos a prazos e procedimento.

O prazo para contestação começa a correr a partir do primeiro dia útil seguinte ao da citação do réu. Assim, se o réu foi citado no dia 5 de março, sexta-feira, o prazo de contestação começou a correr no dia 8, segunda-feira, e terminou no dia 22 do mesmo mês.

Alternativas
Comentários
  • Que maldade. Uma questão pagãzinha. Vamos lá. Mudanças significativas nas contagem de prazo. Entram apenas dias úteis e o termo inicial depende da leitura conjunta dos artigos 231 e 335 do NCPC. Pegue seu Vade Mecum e procure. .

  • Novo Código de Processo Civil.

    Art. 335. O réu poderá oferecer contestação, por petição, no prazo de 15 (quinze) dias, cujo termo inicial será a data:

    Disciplina e foco!

  • Gabarito ERRADO

    CPC/15

    Art. 335. O réu poderá oferecer contestação, por petição, no prazo de 15 (quinze) dias, cujo termo inicial será a data:


ID
720790
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

Julgue os itens a seguir, relativos a prazos e procedimento.

Esgotado o prazo de que dispunha para a prática de ato processual, a parte perderá a faculdade de praticá-lo posteriormente, por força da preclusão. Assim, se o réu deixa de oferecer contestação no prazo legal, fica extinto seu direito de fazê-lo posteriormente.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Certo - Novo CPC (Lei 13.105/2015) Art. 223
  • NCPC

    ART. 223 Decorrido o prazo, extingue-se o direito de praticar ou de emendar o ato processual, independentemente de declaração judicial, ficando assegurado, porém, à parte provar que não o realizou por justa causa.

  • Gabarito CERTO

    CPC/15

    Art. 223. Decorrido o prazo, extingue-se o direito de praticar ou de emendar o ato processual, independentemente de declaração judicial, ficando assegurado, porém, à parte provar que não o realizou por justa causa.


ID
720793
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

Julgue os itens a seguir, relativos a prazos e procedimento.

O juiz que deixa de cumprir prazo estipulado para a prática de determinado ato está sujeito à chamada preclusão pro iudicato, que o impede de praticar o ato extemporaneamente.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO

    Os prazos podem ser classificados em próprios e impróprios.


    Prazos próprios são aqueles direcionados às partes, ao MP (quando este atua como parte) e a terceiros, onde, se não praticados em tempo, acarretam na preclusão, ou seja, o perecimento do exercício do direito.


    Já os prazos impróprios são aqueles exercidos pelo juiz, MP quando atual como fiscal da lei e auxiliares da justiça. Quando não praticados, não geram a preclusão, mas sim, sanções administrativas. Esse é o caso da questão.

  • Preclusão pro judicato, significa julgamento implícito ou presumido.

  • Gabarito ERRADO

    Há quatro tipos de preclusão: temporal, lógica, consumativa e punitiva.

    -

    Preclusão Temporal - Ocorre quando o ato não for praticado dentro do prazo estipulado.

    Preclusão Lógica - Ocorre quando houver incompatibilidade com um ato anteriormente praticado.

    Preclusão Consumativa - Ocorre quando o direito à prática daquele ato já houver sido exercido anteriormente.

    Preclusão Punitiva - Ocorre quando certo sujeito deixa de praticar determinado ato em decorrência de uma sanção a ele aplicada.


ID
720796
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

Julgue os itens a seguir, relativos a prazos e procedimento.

Se a parte renunciar ao direito de recorrer, não poderá, após tal renúncia, manifestar seu interesse em oferecer recurso. Ocorre, na hipótese, a chamada preclusão lógica.

Alternativas
Comentários
  • CERTO.


    Preclusão lógica é a perda da possibilidade de se praticar determinado ato(1) no processo em razão das circunstâncias de outro ato(2), incompatível com aquele primeiro ato(1) que a parte deveria praticar.


    No caso em tela, a parte tinha o direito de recorrer. Entretanto, praticou ato manifestamente contrário (renunciou ao direito de recorrer). Assim, pela lógica, haverá preclusão.


    No judiciário, isso é muito comum nas audiências de conciliação. As partes celebram acordo e, para "agilizar", manifestam o desejo de renunciar o prazo de recurso. Caso se arrependam, ainda que esteja no prazo, não poderão exercer o direito de recurso.


  • PRECLUSÃO LÓGICA: É a perda da faculdade de realizar determinado ato processual em virtude da prática com ele incompatível; a impossibilidade de certo sujeito praticar determinado ato decorre da circunstância de outro ato, incompatível com o ato que ele quer praticar, haver sido anteriormente levado a cabo por ele próprio. A preclusão lógica tem íntima relação com o princípio da boa-fé processual, em especial com a vedação do “venire contra factum proprium”.

  • Gabarito CERTO

    CPC/15

    Art. 278. A nulidade dos atos deve ser alegada na primeira oportunidade em que couber à parte falar nos autos, sob pena de preclusão.

    Art. 507. É vedado à parte discutir no curso do processo as questões já decididas a cujo respeito se operou a preclusão.

    -

    Preclusão - É a perda do direito de manifestar-se no processo, isto é, a perda da capacidade de praticar os atos processuais por não tê-los feito na oportunidade devida ou na forma prevista.

    Preclusão Lógica - É a extinção da faculdade de praticar um determinado ato processual em virtude da não compatibilidade de um ato com outro já realizado.


ID
720799
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

Em relação aos sujeitos do processo, julgue os itens seguintes.

A pessoa estranha ao litígio será considerada parte se for atingida pelos efeitos da sentença, mesmo se não houver participado do processo.

Alternativas
Comentários
  • uma pessoa que põe errado numa questão e não faz comentário dela. sei não viu. kkkkk. Foi de grande valia seu comentário. kkkkk

  • Errado.

    Terceiro interessado não é parte.


    Terceiro em um processo é aquele que não é parte na ação, como autor (quem propõe a ação em face do réu, parte ativa no processo) ou réu (aquele a quem é proposta uma ação judicial, parte passiva do processo) podendo intervir no processo quando for juridicamente interessado ou prejudicado no resultado da litis, ou quando é responsável e deve responder por algo em uma ação

  • Gabarito ERRADO

    Terceiro - É aquele que não é parte na ação, como autor ou réu podendo intervir no processo quando for juridicamente interessado ou prejudicado no resultado do litigio, ou quando é responsável e deve responder por algo em uma ação.

  • É CONSIDERADO TERCEIRO.

    ERRADO


ID
720802
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

Em relação aos sujeitos do processo, julgue os itens seguintes.

Para o processo civil, terceiros são aqueles auxiliares do juízo no que diz respeito ao processo, como, por exemplo, o oficial de justiça, o contador e o perito.

Alternativas
Comentários
  • o erro está no TERCEIRO

    Para o processo civil, terceiros são aqueles auxiliares do juízo no que diz respeito ao processo, como, por exemplo, o oficial de justiça, o contador e o perito.

    "Terceiro em um processo é aquele que não é parte na ação, como autor (quem propõe a ação em face do réu, parte ativa no processo) ou réu (aquele a quem é proposta uma ação judicial, parte passiva do processo) podendo intervir (entrar / fazer parte) no processo quando for juridicamente interessado ou prejudicado no resultado da litis, ou quando é responsável e deve responder por algo em uma ação." fonte: https://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/7409/Os-instrumentos-da-intervencao-no-processo-civil 

  • NCPC Art. 119. Pendendo causa entre 2 (duas) ou mais pessoas, o terceiro juridicamente interessado em que a sentença seja favorável a uma delas poderá intervir no processo para assisti-la.
  • Gabarito ERRADO

    Terceiro - É aquele que não é parte na ação, como autor ou réu podendo intervir no processo quando for juridicamente interessado ou prejudicado no resultado do litigio, ou quando é responsável e deve responder por algo em uma ação.

  • TERCEIRO= NÃO É PARTE NA AÇÃO. NO ENTANTO PODE INTERVIR NO PROCESSO QUANDO FOR JURIDICAMENTE INTERESSADO NO RESULTADO.


ID
720805
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

Em relação aos sujeitos do processo, julgue os itens seguintes.

A propositura de ação em conjunto por vários servidores públicos contra a fazenda pública para recebimento de um mesmo reajuste caracteriza litisconsórcio ativo facultativo, porque se trata de vários autores que se juntaram para propor determinada ação sem que fosse necessário litigar em conjunto.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: certo

    NCPC

    Art 113 Duas ou mais pessoas podem litigar, em conjunto, ativa ou passivamente, quando:

    ...

    II - Entre as causas houver conexão pelo pedido ou pela causa de pedir;

    IV - Ocorrer afinidade de questões por ponto comum de fato ou de direito.

    §1º O juiz poderá limitar o consórcio facultativo quanto ao número de litigante na fase de conhecimento, na liquidação de sentença ou na execução, quando este comprometer a rápida solução do litígio ou dificultar a defesa ou cumprimento da sentença.

  • Gabarito CERTO

    CPC/15

    Art. 113. Duas ou mais pessoas podem litigar, no mesmo processo, em conjunto, ativa ou passivamente, quando:

    § 1º O juiz poderá limitar o litisconsórcio facultativo quanto ao número de litigantes na fase de conhecimento, na liquidação de sentença ou na execução, quando este comprometer a rápida solução do litígio ou dificultar a defesa ou o cumprimento da sentença.


ID
720808
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

Em relação a recursos, julgue o item abaixo.

Sendo distintos os juízos de admissibilidade e de mérito dos recursos, é possível que o recurso seja não-conhecido e provido ou, ainda, não-conhecido e improvido, conforme se acolha ou rejeite a postulação do recorrente.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Errado. O juízo de admissibilidade tem procedência sobre o mérito. Ou seja, se o juiz considerar que o recurso não é admissível ele pára nesta fase e nem julga o mérito. Mas se o juiz considerar que o recurso é admissível aí sim ele julgará se o recurso tem mérito ou não (com ou sem mérito).
  • Gabarito ERRADO

    O juízo de admissibilidade tem procedência sobre o mérito.

    Se o juiz considerar que o recurso não é admissível, então ele irá interromper nesta fase e não julgará o mérito.

    Se o juiz considerar que o recurso é admissível, então ele julgará se o recurso tem mérito ou não (com ou sem mérito).

    -

    Juízo de admissibilidade ou de prelibação - Ocorre quando o juízo a quo verifica, após a interposição do recurso, se este deve ser ou não ser recebido e processado.

    Faz-se análise da presença ou ausência dos pressupostos objetivos e subjetivos, assim positiva, o recurso será conhecido. Se essa análise for negativa, não será conhecido o recurso.


ID
720811
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Em um município do interior do estado de Goiás, a
autoridade policial tomou conhecimento, por meio de comunicação
feita por policial militar, da ocorrência de crime de homicídio em
um assentamento de reforma agrária. Cinco dias após o homicídio,
o autor da infração penal compareceu espontaneamente perante a
autoridade policial, oportunidade em que confessou o crime.

A partir da situação acima, julgue os itens a seguir.

Antes da confissão da autoria do crime, a autoridade policial não poderia, de ofício, instaurar inquérito policial.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO

     Art. 5o Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado:

     I - de ofício;

      II - mediante requisição da autoridade judiciária ou do Ministério Público, ou a requerimento do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo.


    Art. 18. Depois de ordenado o arquivamento do inquérito pela autoridade judiciária, por falta de base para a denúncia, a autoridade policial poderá proceder a novas pesquisas, se de outras provas tiver notícia.

    E neste caso, não há necessidade de autorização ou comunicado á autoridade judicial nem ao Ministério Público.

  • ERRADO

    Homicídio; crime de ação penal pública incondicionada, fato em que a autoridade policial deverá instaurar de ofício o inquérito policial.

  • ÙNICA DE OFÍCIO (INCONDICIONADA).

  • crime de homicídio é de ação pública incondicionada, portanto pode ser iniciado de ofício.

  • CPP. Art. 5o  Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado:

            I - de ofício;

     

    A autoridade tem a obrigação de instaurar o inquérito policial, independente de provocação, sempre que tomar conhecimento imediato e direto do fato, por meio de delação verbal ou por escrito feito por qualquer do povo (delatio criminis simples), notícia anônima (notitia criminis inqualificada), por meio de sua atividade rotineira (cognição imediata), ou no caso de prisão em flagrante.

     A noticia anônima (notitia criminis inqualificada) não deve ser repelida de plano, sendo incorreto considerá-la sempreinválida; contudo, requer cautela redobrada por parte da autoridade policial, a qual deverá, antes de tudo, investigar a verossimilhança das informações. Há entendimento minoritário sustentado a inconstitucionalidade do inquérito instaurado a partir de comunicação apócrifa, uma vez que o art. 5º, IV, da Costituição Federal veda o anonimato na manifestação do pensament

     

    CURSO DE PROCESSO PENAL

    FERNANDO CAPEZ

  • ERRADO

     

     Art. 5o Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado:

     I - de ofício;

      II - mediante requisição da autoridade judiciária ou do Ministério Público, ou a requerimento do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo.

    Art. 18. Depois de ordenado o arquivamento do inquérito pela autoridade judiciária, por falta de base para a denúncia, a autoridade policial poderá proceder a novas pesquisas, se de outras provas tiver notícia.

    E neste caso, não há necessidade de autorização ou comunicado á autoridade judicial nem ao Ministério Público.

      

  • GABARITO ERRADO

    Crimes de ação penal pública incondicionada - Formas de instauração de inquérito policial

    a)  De ofício: princípio da obrigatoriedade. Autoridade policial tomou conhecimento do fato nas atividades rotineiras. Peça inaugural é portaria

    b) Requisição da autoridade judiciária ou MP

    c)  Requerimento do ofendido – delegado verifica a procedência das informações (evitar investigação temerária) => Se indeferir = recurso inominado para o chefe de Polícia

    d)  Notícia de qualquer do povo: “delatio criminis” Ex.: ocorrência policial

    e)  APF: funciona como peça inaugural 

    bons estudos

  • crime de homicídio é de ação pública incondicionada, portanto pode ser iniciado de ofício.

  • Errado.

    Como o Homicídio é um crime processável mediante Ação Penal Pública Incondicionada, a autoridade policial, ao tomar ciências dos fatos - notitia criminis - e depois de verificar a procedência das informações, poderia instaurar o IP, por portaria, de OFÍCIO.

    Fundamentação:

    CPP. Art. 5. Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado:

    I - de ofício (crimes de Ação Penal Pública Incondicionada);

    II - mediante requisição da autoridade judiciária ou do Ministério Público, ou a requerimento do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo.

  • TU PERCEBE QUE AS QUESTÕES DE HOJE SÃO 1KX MAIS DIFÍCEIS QUE AS DE 2012 PARA TRÁS

  • Carlos Henrique, hoje em dia você sabe do assunto, o domina e ainda erra. o nivel de complexidade dos concursos de hoje estão lá em cima.

  • Gab E

    APP INCONDICIONADA pode ser de oficio.

  • Quem erra uma questão dessa deixa like

  • Pelo fato de o homicídio ser de ação penal publica incondicionada, o delegado deve iniciar o inquérito policial de ofício.

  • Nesse caso a apresentação espontânea do autor impede a lavratura do APF, mas nada impede na decretação da Prisão Preventiva!!

  • Gabarito ERRADO

    Art. 5º Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado:

    I - de ofício;

  • Delatio criminis é a comunicação de um fato feita pela vítima ou qualquer do povo com identificação. Tem como espécies a delatio criminis postulatória e a delatio criminis simples.

  • Homicídio - crime de ação penal pública incondicionada - poderia, de ofício, .

  • Se assim fosse o nemo tenetur se detegere trancaria o IP.

  • Quem estuda, erra... Ou melhor, só erra quem estuda.

    Posso ter procurado cabelo em ovo, tendo em vista que, de fato, o cerne da questão era a possibilidade da instauração de inquérito de ofício pela autoridade policial em crimes de ação pública incondicionada.

    Contudo, minha dúvida recaiu quanto à instauração do inquérito policial com a "mera" comunicação do policial militar (ainda que reconheça que o ato do policial militar goze de presunção de legitimidade e veracidade), sem que a autoridade policial verificasse a procedência das informações, conforme determina o Código de Processo Penal. Vejamos:

    Art. 5º § 3: Qualquer pessoa do povo que tiver conhecimento da existência de infração penal em que caiba ação pública poderá, verbalmente ou por escrito, comunicá-la à autoridade policial, e esta, verificada a procedência das informações, mandará instaurar inquérito.

  • Não só poderia, como deveria de OFICIO.

  • Poderia instaurar o IP de ofício sim. O crime de homicídio é de natureza Pública Incondicionada(contra a vida).

  • época boa que não volta mais... rsrs

  • GUERREIROS MUITO SIMPLES: -então não houveria justiça se pra iniciar ip precisa que o suspeito confesse o crime,é só não confessar e ficará impune pra sempre(Bandido mata cidadão na frente da delegacia não confessou?não pode ser preso e nem se pode iniciar ip) questão de lógica.
  • Antes da confissão da autoria do crime, a autoridade policial não poderia, de ofício, instaurar inquérito policial.

    Errado

    comentário: a ação penal é pública incondicionada.


ID
720814
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Em um município do interior do estado de Goiás, a
autoridade policial tomou conhecimento, por meio de comunicação
feita por policial militar, da ocorrência de crime de homicídio em
um assentamento de reforma agrária. Cinco dias após o homicídio,
o autor da infração penal compareceu espontaneamente perante a
autoridade policial, oportunidade em que confessou o crime.

A partir da situação acima, julgue os itens a seguir.

No momento em que o autor se apresentou à autoridade policial, esta deveria efetuar sua prisão em flagrante e lavrar o respectivo auto.

Alternativas
Comentários
  • Não se imporá prisão em flagrante a quem se apresenta espontaneamente à autoridade policial !

  • Explicação do professor LFG sobre a questão em debate. Veja o vídeo:

    https://www.youtube.com/watch?v=XqCxTVXFSKY (não cabe prisão em flagrante a quem se apresente espontaneamente á autoridade policial.

  • HABEAS CORPUS SUBSTITUTIVO DO RECURSO PRÓPRIO (NÃO CONHECIMENTO). HOMICÍDIO QUALIFICADO. PRISÃO PREVENTIVA. FUGA DO DISTRITO DA CULPA. APRESENTAÇÃO ESPONTÂNEA À AUTORIDADE POLICIAL. CONSTRANGIMENTO ILEGAL RECONHECIDO. ORDEM CONCEDIDA DE OFÍCIO.
    1. O habeas corpus não pode ser utilizado como substitutivo de recurso próprio, a fim de que não se desvirtue a finalidade dessa garantia constitucional, com a exceção de quando a ilegalidade apontada é flagrante, hipótese em que se concede a ordem de ofício (Precedentes).
    2. A apresentação espontânea à autoridade policial não impede a decretação da prisão provisória, tampouco serve de motivo para a sua revogação, caso a necessidade do cárcere se faça presente (Precedentes).
    3. Todavia, o fundamento para a decretação da segregação cautelar fica superado com a apresentação espontânea do réu, aliada às suas condições pessoais favoráveis, se a fuga do distrito da culpa após o cometimento do delito for o único motivo constante do decreto prisional (Precedentes).
    4. Caso em que não resta caracterizado o periculum libertatis, ante a apresentação espontânea do paciente à Delegacia de Polícia, confessando a autoria da prática delitiva, a fim de colaborar com a instrução. A medida extrema não se mostra mais necessária a resguardar a aplicação da lei penal.

    5. Writ não conhecido. Ordem de habeas corpus concedida de ofício para revogar a prisão preventiva decretada contra o paciente, com a advertência de que deve permanecer no distrito da culpa, atendendo aos chamamentos judiciais, sem prejuízo de nova e fundamentada aplicação de medida cautelar penal, inclusive menos gravosa do que a prisão processual, caso demonstrada a sua necessidade.
    (HC 329.375/TO, Rel. Ministro REYNALDO SOARES DA FONSECA, QUINTA TURMA, julgado em 01/09/2015, DJe 08/09/2015)
     

  • http://www.delegados.com.br/juridicos/a-prisao-em-flagrante-na-apresentacao-espontanea

    Ótimo texto sobre o cabimento ou não de prisão em flagrante para que sem apresenta espontâneamente !!!

  • FLAGRANTE POR APRESENTAÇÃO

    A pessoa que VOLUNTARIAMENTE comparece no departamento de polícia e confessa uma infração penal NÃO será autuada em flagrante, por ausência de enquadramento legal. Entretanto, estando presentes os requisitor legais, o delegado pode representar ao juiz pela decretação da PREVENTIVA ou TEMPORÁRIA. 

    *ADVERTÊNCIA: Vale lembrar que o dispositivo do CPP que tratava do FLAGRANTE POR APRESENTAÇÃO foi expressamente revogado. Porém, ainda funciona desta maneira. 

    Referência: Caderno Prof. Nestor Távora - LFG

     

  • Outra questão que ajuda / complementa e responde:

     

    Ano: 2004   Banca: CESPE   Órgão: TJ-AP   Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária  - ADAPTADO 



    O autor de crime que se apresenta espontaneamente à polícia imediatamente após a sua prática não pode ser preso em flagrante.  



    CERTO

  • Gab Errado

     

     

    OBS: A apresentação voluntária não se imporá em prisão em flagrante. 

  • ...não será preso em flagrante.

     

    Contudo, poderá a autoridade policial e seus agentes realizarem breves diligências para que seja averiguada a situação em que ocorreu o homicídio e, caso comprovada a autoria e não seja o caso de aplicação de alguma excludente de ilicitude, o delegado poderá requerer, imediatamente, sua prisão cautelar ao juiz. Muitas vezes, mesmo o agente se apresentando espontaneamente após o cometimento de um homicídio, lá mesmo fica por determinação judicial. 

     

     

  • Gab E

    Apresentação espontânea não cabe flagrante.

  • O FLAGRANTE POR APRESENTAÇÃO NÃO CABE MAIS! DESATUALIZADA

  • NÃO cabe prisão em FLAGRANTE, mas cabe a prisão PREVENTIVA (se tiver sido decretada)

  • A auto apresentação obsta a prisão em flagrante.

  • Comparecimento espontâneo impede a prisão em flagrante, mas não a prisão preventiva.

  • A apresentação espontânea esvazia a condição de prisão em flagrante

  • Diante da apresentação espontânea não se pode lavrar auto de prisão em flagrante.

  • Comparecimento Espontâneo IMPEDE a prisão em Flagrante. Se tiver PREVENTIVA decretada, poderá ser preso.

    Ademais, o autor do delito se apresentou somente 5 dias após a pratica do delito, já não havia mais flagrante, pois apesar de não haver prazo para o Estado de Flagrância, o enunciado não demonstra que o autor se enquadra em algum dos verbos que caracterizam o flagrante. A norma processual penal prevê, no já citado artigo 302, três espécies de flagrante: a) próprio, previsto nos incisos I e II; b) impróprio, estampado no inciso III; e c) ficto ou presumido, nos termos do inciso IV.

  • Art. 304. Apresentado o preso à autoridade competente, ouvirá esta o condutor e colherá, desde logo, sua assinatura, entregando a este cópia do termo e recibo de entrega do preso. Em seguida, procederá à oitiva das testemunhas que o acompanharem e ao interrogatório do acusado sobre a imputação que lhe é feita, colhendo, após cada oitiva suas respectivas assinaturas, lavrando, a autoridade, afinal, o auto.   

    APRESENTADO O PRESO, o que conduz a conclusão de que aquele que se apresenta ESPONTANEAMENTE não pode ser preso em flagrante pela autoridade policial.

    ❌ ERRADO

  • No momento em que o autor se apresentou à autoridade policial, esta NÃO deveria efetuar sua prisão em flagrante o que consequentemente ,também, não deveria lavrar o respectivo auto.

  • Quando se apresenta, espontaneamente, não pode o acusado ser preso em flagrante delito.

  • Apresentação espontânea não permite prisão em flagrante, PORÉM, TODAVIA, ENTRETRANTO, CONTUDO, se já houver mandado de prisão pelo autor, esse será preso preventivamente.

  • Prisão em flagrante, apresentação espontânea: NÃO PODE.

    Prisão preventiva, apresentação espontânea: PODE.

  • Para não errar mais: NÃO cabe prisão em FLAGRANTE, mas cabe a prisão PREVENTIVA 

  • Gabarito ERRADO

    Apresentação espontânea à autoridade policial não permite prisão em flagrante.

  • Até mesmo pelo lapso temporal de 5 dias, não caberia a prisão em flagrante.

    E pra firmar o pagodão, o cabra se apresentou espontaneamente.

    Ou seja: errado

  • Gab E

    Apresentação espontânea a autoridade policial afasta a modalidade de prisão em flagrante

  • NÃO CABE APF → APRESENTAÇÃO ESPONTÂNEA

    #BORA VENCER

  • Em caso de apresentação espontânea não é possível prisão em flagrante.

    NYCHOLAS LUZI

  • Apresentação espontânea é famosa "figa".

  • Apresentação espontânea:

    Impede a prisão em flagrante

    Não impede a prisão preventiva

  • Apresentação espontânea: A apresentação espontânea continua figurando como causa impeditiva da prisão em flagrante. Afinal, não tem cabimento prender em flagrante o agente que se entrega à polícia, que não o perseguia, e confessa o crime. Ora, quando o agente se apresenta espontaneamente, não há flagrante próprio, impróprio, nem tampouco presumido (CPP, art. 302, I, n, III e IV), desautorizando sua prisão em flagrante. Obviamente, caso estejam presentes os pressupostos dos arts. 312 e 313 do CPP, nada impede a decretação da prisão preventiva pela autoridade judiciária competente, caso se revelem inadequadas ou insuficientes as medidas cautelares diversas da prisão previstas no art. 319 do CPP. (Renato Brasileiro de Lima - Manual de Processo Penal - 2017)

  • GAB. ERRADO

    Apresentação espontânea= Impede a prisão em flagrante.


ID
720817
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

A respeito das espécies de ação penal, em cada um dos itens a
seguir, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma
assertiva a ser julgada.

Rita, vítima de crime de estupro, por não ter condições de prover as despesas do processo sem privar-se de recursos indispensáveis a sua manutenção, apresentou representação criminal para que o Ministério Público propusesse ação penal contra o seu ofensor, Fábio. Por se tratar de crime de ação penal pública condicionada a representação, de posse da representação da vítima, o Ministério Público ofereceu denúncia contra Fábio. Antes de o juiz receber a denúncia, Rita apresentou retratação da representação. Nessa situação, por ser a representação irretratável, o juiz deve receber a denúncia.

Alternativas
Comentários
  • Questão desatualizada.

  • Pegadinha entre o "receber a denúncia" e o "oferecer a denúncia". Pela letra fria e copia e cola da lei, a questão está certa. Porém, cabe recurso.

  • " Por se tratar de crime de ação penal pública condicionada a representação, de posse da representação da vítima, o Ministério Público ofereceu denúncia contra Fábio."

    A retratação é possível até o oferecimento da denúncia. Após o oferecimento da denúncia, não será possível a retratação.


  • A retratação poderá ser feita até o OFERECIMENTO da denuncia. A pegadinha está na substituição do vocábulo "oferecimento'' por "recebimento''

  •      DESATUALIZADA: CPP. Art. 25.  A representação será irretratável, depois de oferecida a denúncia.

  • Rita, vítima de crime de estupro, por não ter condições de prover as despesas do processo sem privar-se de recursos indispensáveis a sua manutenção, apresentou representação criminal para que o Ministério Público propusesse ação penal contra o seu ofensor, Fábio. Por se tratar de crime de ação penal pública condicionada a representação, de posse da representação da vítima, o Ministério Público ofereceu denúncia contra Fábio. Antes de o juiz receber a denúncia, Rita apresentou retratação da representação. Nessa situação, por ser a representação irretratável, o juiz NÃO deve receber a denúncia. - ERRADO, pois é irretratável após oferecimento da denúncia e o fato de recebimento da denúncia é posterior ao oferecimento.

  • não entendi pq os colegas falam que tá desatualizada...não consegui ver isso,.

  • ANA CAROLINA

     

    Ação Penal nos Crimes contra a dignidade Sexual

     

    Antes da LEI 12.015/09 a regra no crime de estupro era de Ação Penal Privada

     

    Execeções:
    Ação Penal Pública Condicionada a representação (Se vitima pobre)

     

    Ação Penal Pública Incondicionada
    1º (Se houvesse qualificação por lesão corporal grave ou morte.
    2º Abuso do poder familiar(Pai estuprando a filha),

    3º violência real

     

    O legislador dava muito mais importância no interesse da vítima e por isso que a regra antes dessa lei era de Ação Penal Privada.

     

    Atualmente a regra é de Ação Penal Pública condicionada a representação. Manteve-se o interesse da vítima e acrescentou-se o interesse do M.P. As duas vontades tem que existir para que ocorra a persecução penal.

     

    Exceção: Ação Penal Pública Incondicionada
    - Vítima menor que 18 anos
    -Vítima Vulnerável

     

    Outro fator que deixa a questão errada é que a vítima apresentou a retratação da denúncia antes de o juiz recebe-la, no entanto a representação será irretratável após o oferecimento da denúncia.

  • A questão continua atualizada e correta!

    A denúncia já tinha sido oferecida pelo MP, ou seja, a partir da denúncia a retratação se torna irretratável.

    Art. 25, CPP. A representação será irretratável, depois de oferecida a denúncia.

  • Acho que a pegadinha é achar que se trata de caso de incidência da Lei Maria da Penha, se fosse, seria retratável. Mas não é qualquer violência contra a mulher que enseja aplicação dessa norma. Como a questão não faz alusão a violência doméstica ou familiar, é um crime "comum", sem irradiação de efeitos de norma especial.

  • Nesse caso a representação é irretratável, já que o MP já tinha oferecido a denúncia, O problrma da questão é que o examinador fez ela ficar confusa 

  • ''Nessa situação, por ser a representação irretratável,''  A interpretação nesse ponto deve ter pego muita gente. Devemos lembrar que a representação é retratável até o oferecimento da denúncia. Portanto, nessa situação, ela era, de fato, irretratável.

  • Minha dúvida é com relação ao trecho "o juiz deve receber a denúncia". pois o juiz tem 2 opções:
    1) receber a denúncia;

    2) discordar o mp e remete os atos de ao pgj

  • Não entendi por que alguns alegaram que a questão estaria desatualizada... Dá pra matar a questão quando o comando informa que "o Ministério Público ofereceu denúncia contra Fábio", pronto. Não tem mais volta. O juiz deve receber a denúncia. Questão certa.

    Algumas questões desse tipo dá pra resolver com o seguinte: oferecer a denúncia -> MP
                                                                                                        receber a denúncia -> Juiz

    O problema é quando o examinador é subjetivo. Ficamos sem saber o que ele quer exatamente: se é a letra da lei; ou a interpretação da frase.

  • Gab CERTO

     

     Ministério Público ofereceu denúncia contra Fábio.

     Já oferecida a denúncia, não cabe retratação da vítima.

     Nessa situação, por ser a representação irretratável, o juiz deve receber a denúncia.

  • Fernando Coronado está totalmente equivocado

    "Rita, vítima de crime de estupro". Não fala nada de Lei Maria da Penha na questão. Vamos prestar atenção nos comentários, caros colegas. 

    O crime de estupro é de ação penal pública condicionada a representação. Nos crimes de ação penal pública condicionada a representação a vítima pode se retratar, desde que a retratação seja antes do ofericimento da denúncia. A questão menciona a expressão "antes de o juiz receber a denúncia", logo o MP já ofereceu a denúncia.

    Portanto, como o MP já ofereceu a denúncia, nesse caso a representação é irretratável.

    Gabarito: CERTO 

     

  • " Por se tratar de crime de ação penal pública condicionada a representação, de posse da representação da vítima, o Ministério Público ofereceu denúncia contra Fábio."

    A retratação é possível até o oferecimento da denúncia. Após o oferecimento da denúncia, não será possível a retratação.

    Jessica

  • Que felicidade saber que estou entre os 53%!!! Siginifica que estou no caminho certo e os estudos estão começando a dar resultados... Não desistam galera, simbora!!!

  • Sinto informar que hoje esse pensamento não vale mais. "OFERECIMENTO" "OFERECIMENTO"

    VIDE ;   Q812666

  • CERTO.

    representação é passível de retratação até que ocorra o oferecimento, após esse ato ela passa a ser irretratável. A questão fala "antes de o juiz receber" dando a entender que a denúncia já foi feita e por isso tornando incabível a retratação.

  • Bolsonaro 2018, acho que você interpretou errado, pois o pensamento nunca mudou.


    A questão apenas pergunta "NESSA SITUAÇÃO", ou seja, no caso em esperífico não há retratação porque a denuncia já havia sido recebida.

     

  • Bolsonaro 2018, acredito que você (e as pessoas que curtiram seu comentário) interpretaram equivocadamente a questão apontada. Na questão Q812666 a seguinte afirmação foi considerada INCORRETA: "após o recebimento da denúncia a representação torna-se irretratável". Segundo o CPP (art. 25) a representação torna-se irretratável depois de oferecida a denúncia. Logicamente, entre o oferecimento e o recebimento da denúncia a representação permanecerá irretratável. Então de fato é incorreto afirmar que após o recebimento da denúncia a representação torna-se irretratável, pois já o era em momento anterior.

     

    O mesmo raciocínio deve ser aplicado para a resolução dessa questão. Aqui consta que, de posse da representação da vítima, o Ministério Público ofereceu denúncia contra Fábio. Nesse exato momento, a representação de Rita tornou-se irretratável! Agora cabe ao juiz apenas receber a denúncia: "Nessa situação, por ser a representação irretratável, o juiz deve receber a denúncia"

  • até errei a questão por lerdar, mas o correto é há retratação antes do OFERECIMENTO, e o corno do MP Já ofereceu, e há entendimento que assim, que este o fizer não direito de retratação.

     

  • CERTO

     

    " Nessa situação, por ser a representação irretratável, o juiz deve receber a denúncia."

     

    A representação só é retratável até o OFERECIMENTO da denúncia, e não até o Recebimento

  • Rita, vítima de crime de estupro, por não ter condições de prover as despesas do processo sem privar-se de recursos indispensáveis a sua manutenção, apresentou representação criminal para que o Ministério Público propusesse ação penal contra o seu ofensor, Fábio. Por se tratar de crime de ação penal pública condicionada a representação, de posse da representação da vítima, o Ministério Público ofereceu denúncia contra Fábio. Antes de o juiz receber a denúncia, Rita apresentou retratação da representação. Nessa situação, por ser a representação irretratável, o juiz deve receber a denúncia.

     

      Art. 25.  A representação será irretratável, depois de oferecida a denúncia.

     

    O ministério público oferece a denúnica e o juiz aceita, caso não se enquadre em nenhum dos quesitos do art. 395, que se refere a rejeição da denúncia.

     

    A questão afirma que Rita se retratou antes do recebimento da denúncia pelo juiz, ou seja, a retratação ocorreu depois do ofereciemento da denúnica pelo Ministério Público, sendo assim, a representação é irretratavel e o juiz deve receber a denúnica.

  • Leve para a vida RIDODE (lembre do povo chato da Hinode) rsrs

     

    Representação Irretratável Depois de Oferecida a DEnúncia (e nesse caso, um vez oferecida a denúncia o juíz terá de aceitá-la;

     

    Bons estudos

  • A denuncia ja foi oferecida.

    Admite retratacao (posso voltar atrás). OBS: até o oferecimento da denuncia. Apos isso não admite mais retratação.

  • A questão não está desatualizada. Após o oferecimento pelo MP, a representação TORNOU-SE irretratável. 

  • Nesta situação (descrita na questão) a representação é sim irretratável, pois já foi oferecida a denúncia pelo MP. Simples interpretação.

  • Quando for representado a ação pública condicionada, após o oferecimento da denúncia, esta é irretratável. 

  • Oferecimento -- > Retratável

    Recebimento ---> Irretratável.

  • Questão desatualizada. Vide Lei 13.718/18, de 24/09/18 .

  • ERRADA!

    QUESTÃO DESATUALIZADA. Lei 13.718/18, de 24/09/18.

    Está errada pois todos os crimes contra a dignidade sexual, hoje, é de Ação Penal Pública INcondicionada.

  • Questão desatualizada: os crimes contra a dignidade sexual são todos de Ação Penal Pública Incondicionada após a Lei 13.718/18.

  • Questão desatualizada. Crime de estupro A AÇÃO PENAL SERÁ PÚBLICA INCONDICIONADA.

  • Alguns colegas afirmaram que a questão está desatualizada e confundiram oferecimento com recebimento da denúncia.

    Em relação a situação hipotética e no ano da questão, a mesma está correta. De fato, a representação é irretratável depois de oferecida a denúncia.

    Porém, atualmente, a questão está desatualizada, pois os crimes contra a dignidade sexual são todos de Ação Penal Pública Incondicionada após a Lei 13.718/18.

  • Estupro não é um crime de ação penal pública incondicionada à representação?


ID
720820
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

A respeito das espécies de ação penal, em cada um dos itens a
seguir, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma
assertiva a ser julgada.

Mauro foi vítima de crime de injúria, de ação penal privada, praticado por Manuel e Pedro. Por meio de uma declaração expressa, o ofendido renunciou ao exercício do direito de queixa em relação a Manuel. Nessa situação, a renúncia se estenderá a Pedro.

Alternativas
Comentários
  • CPP - Art. 49. A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, a todos se estenderá.

  • CERTO! O ofendido pode renunciar ao direito de ajuizar a ação (queixa), e se o fizer somente a um dos infratores, a todos se estenderá, por força do art. 49 do CPP:

     

    Art. 49. A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, a todos se estenderá.

     

    #FOCONAMISSÃO

  • Princípio da indivisibilidade: Aplica-se à ação penal privada, onde a renúncia ao direito de queixa  deve atingir todos os autores do crime.

     

    Princípio da divisibilidade: Aplica-se ao MP mas ações penais públicas, onde o MP pode optar por processar apenas um autor do crime.

  • Gabarito: CERTO. Complementando os estudos:

     

    Informativo 813 STF

    Não oferecida a queixa-crime contra todos os supostos autores ou partícipes da prática delituosa, há afronta ao princípio da indivisibilidade da ação penal, a implicar renúncia tácita ao direito de querela, cuja eficácia extintiva da punibilidade estende-se a todos quantos alegadamente hajam intervindo no cometimento da infração penal.

    STF. 1ª Turma. Inq 3526/DF, Rel. Min. Roberto Barroso, julgado em 2/2/2016 (Info 813).

     

    Informativo 547 STJ

    Se o querelante oferece queixa-crime contra três querelados e propõe a composição civil dos danos apenas para dois deles, isso significa que ele renunciou tacitamente ao direito de ação (art. 104 do CP), devendo essa renúncia ser estendida ao terceiro querelado para quem a proposta não foi feita.

     

    Na ação penal privada, vigora o princípio da indivisibilidade segundo o qual se, houver dois ou mais querelados e o querelante manifestar a sua intenção de não processar uma parte dos envolvidos, essa manifestação se estenderá aos demais. Assim, a renúncia em relação ao direito de processar um dos querelados beneficia todos os envolvidos.

    STJ. Corte Especial. AP 724-DF, Rel. Min. Og Fernandes, julgado em 20/8/2014 (Info 547).

     

     

  •  CÓDIGO PENAL

    Injúria

            Art. 140 - Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:

            Pena - detenção, de um a seis meses, ou multa.

            § 1º - O juiz pode deixar de aplicar a pena:

            I - quando o ofendido, de forma reprovável, provocou diretamente a injúria;

            II - no caso de retorsão imediata, que consista em outra injúria.

            § 2º - Se a injúria consiste em violência ou vias de fato, que, por sua natureza ou pelo meio empregado, se considerem aviltantes:

            Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa, além da pena correspondente à violência.

            § 3o Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência:        

            Pena - reclusão de um a três anos e multa.       

    Art. 145 - Nos crimes previstos neste Capítulo somente se procede mediante queixa, salvo quando, no caso do art. 140, § 2º, da violência resulta lesão corporal.

     

    CÓDIGO DE PROCESSO PENAL

     

    Art. 49.  A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, a todos se estenderá.

  •  

    Direto ao ponto:

     

    Gab CERTO

     

    CPP

     

         Art. 49.  A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, a todos se estenderá.

     

     

  • CERTO

    Queixa (ação penal privada) = indivisível

     

    Denúncia (ação penal publica) = divisível

  • Renuncia para um, renúncia para TODOS!

    Perdoou um, deve perdoar todos, ENTRETANTO, não produz efeitos para aquele que o recusar!

  • A renúncia é ato unilateral, ou seja, não necessita de aceitação dos autores do crime.

    O perdão que é bilateral e necessita da aceitação do réu, pois no caso do perdão já há ação penal em curso. Aquele que não aceitar o perdão, a ação segue contra ele.

  • CERTO

    CPP

    Art. 49.  A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, a todos se estenderá.

  • apressadinho erra viu :,(

  • O ofendido pode renunciar ao direito de ajuizar a ação (queixa), e se o fizer somente a um dos infratores, a todos se estenderá, por força do art. 49 do CPP.

    A renúncia só pode ocorrer antes do ajuizamento da demanda e pode ser expressa ou tácita.

    Após o ajuizamento da demanda o que poderá ocorrer é o perdão do ofendido

  • Gabarito CERTO

    Art. 49. A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, a todos se estenderá.

  • NÃO ENTENDI A QUESTÃO,. ALQUEM PODERIA ME EXPLICAR.

  • GABARITO: CORRETO!

    Via de regra, o crime de injúria é de ação penal privada (CP, arts. 140, caput c/c 145). Sendo assim, incidirá o princípio da indivisibilidade estampado no CPP:

    Art. 49.  A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, a todos se estenderá.

  • Lembrando que  no caso de Injúria RACIAL a ação penal é pública condicionada à representação da vítima...

  • PRINCÍPIO DA INDIVISIBILIDADE

  • GABARITO CERTO

    Renúncia:

    • Antes da ação
    • Pode ser expressa ou tácita
    • Se estende a todos
    • não depende de aceitação
    • Só para ação privada

  • Pelo princípio da indivisibilidade, ou denuncia os dois, ou não não denuncia ninguém.

    Chamaaaa

    #PMAL2021

  • CERTO

    • INDIVISIBILIDADE
    • A RENÚNCIA SE ESTENDERÁ A TODOS

    PMAL 2021

  • é o famoso: ou tudo ou nada !

  • Mauro foi vítima de crime de injúria, de ação penal privada, praticado por Manuel e Pedro. Por meio de uma declaração expressa, o ofendido renunciou ao exercício do direito de queixa em relação a Manuel. Nessa situação, a renúncia se estenderá a Pedro.

    Certo

    comentário:

    • Renuncia: ato unilateral , não depende da aceitação do ofensor e deve ocorrer antes do ajuizamento da ação.


ID
720823
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

A respeito das espécies de ação penal, em cada um dos itens a
seguir, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma
assertiva a ser julgada.

A pedido do Ministério Público, foram arquivados os autos de um inquérito policial que apurava um crime de ação penal pública incondicionada. Nessa situação, será cabível ação penal privada subsidiária da pública.

Alternativas
Comentários
  • Questão ERRADA.
    A ação penal privada subsidiária da pública pressupõe inércia do Ministério Público. Na presente questão, não houve inércia, existindo, por sua vez, ato ministerial de "promoção de arquivamento".

  • INERCIA  E DIFERENTE DE PEDIDO DE ARQUIVAMENTO.

  • Infelizmente não é possível. Explico: muitos desses "promotores" que ao invés de fazer cumprir às leis acabam por privilegiar pessoas ou grupos do próprio meio ou equivalentes e pedem o arquivamento mesmo com incontestáveis provas do cometimento das infrações. Vergonha dessa jUSTIÇA brasileira. Quem passou ou vier a passar por isso a sugestão é fazer uma denuncia ao Conselho Nacional do Ministério Público. Item E.

  • Qual a justificativa no CPP?

  • Rodrigo, segue justificativa:

    Não haverá ação penal privada subsidiária da pública quando:

    O MP requerer o arquivamento do IP;

    O MP requisitar deligências.

  • Art. 29.  Será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal, cabendo ao Ministério Público aditar a queixa, repudiá-la e oferecer denúncia substitutiva, intervir em todos os termos do processo, fornecer elementos de prova, interpor recurso e, a todo tempo, no caso de negligência do querelante, retomar a ação como parte principal.

  • Não é cabível a ação penal privada subsidiária se o MP requer o arquivamento ou requer a realização de novas diligências (neste caso não há inércia)

  • ERRADO.

    A.P.P.S.P. é cabível apenas no caso do MP ficar INERTE. Propor o arquivamento, solicitar diligências não autorizam o ofendido a entrar com a ação subsidiária.

  • Bom dia,

     

    A ação penal privada subsidiária da pública existirá no caso de inércia do MP, como ele solicitou o pedido de arquivamento, podemos inferir que não houve inércia de sua parte.

     

    Bons estudos

  • É inadimissível o oferecimento de ação penal subsidiária da pública, no caso de arquivamento, pois só é cabível se houver inércia do órgão ministerial (CF, 5º, LIX, CPP, art. 29)

     

    CURSO DE PROCESSO PENAL

    FERANDO CAPEZ

  • Ocorre a ação privada subsidiária da Pública quando a ação penal pública não cumpre no tempo exercido por lei
  •  

    Direto ao ponto:

     

    Gab ERRADO

     

    Em tese só teremos uma Ação Penal Pública Subsidiária da Pública quando o MP ficar inerte.

     

     

  • já vi mais de 5 questões referentes a inércia do mp ! ou seja  vai tá na sua prova!

    # Estude até poder declarar imposto de renda!

    pmal

  • A pedido do Ministério Público, foram arquivados os autos de um inquérito policial que apurava um crime de ação penal pública incondicionada. Nessa situação, será cabível ação penal privada subsidiária da pública.

     

    Para que fosse APPriv Subs. Pública:

    1º: ação penal pública condicionada à representação.

    2º: o MP se manteve inerte;

    3º: os autos não foram arquivados a pedido do MP;

     

    praise be _/\_

  • Ação Penal Privada Subsidiária da Pública – são aqueles casos em que, diversamente das ações penais privadas exclusivas, a lei não prevê a ação como privada, mas sim como pública (condicionada ou incondicionada). Ocorre que o Ministério Público, Titular da Ação Penal, fica inerte, ou seja, não adota uma das três medidas que pode tomar mediante um Inquérito Policial relatado ou quaisquer peças de informação (Propor o arquivamento, Denunciar ou requerer diligências). Para isso o Ministério Público tem um prazo que varia em regra de 5 dias para réu preso a 15 dias para réu solto. Não se manifestando (ficando inerte) nesse prazo, abre-se a possibilidade para que o ofendido, seu representante legal ou seus sucessores (art. 31, CPP c/c art. 100, § 4º., CP), ingressem com a ação penal privada subsidiária da pública. Isso tem previsão constitucional (artigo ., LIX, CF) e ordinária (artigos 100, § 3º., CP e 29, CPP). CTRL+C/ CTRL+V...rsrs

  • Arquivamento nao e incercia

  • Solicitado o arquivamento, não configura caso de inércia do MP, para substanciar a iniciativa de uma Ação Privada subsidiária da Pública

  • GABARITO ERRADO

    É inadmissível o oferecimento de ação penal subsidiária da pública, no caso de arquivamento, pois só é cabível se houver inércia do órgão ministerial (CF, 5º, LIX, CPP, art. 29).

    Conforme art. 29 do Código de Processo Penal "será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal, cabendo ao Ministério Público aditar a queixa, repudiá-la e oferecer denúncia substitutiva, intervir em todos os termos do processo, fornecer elementos de prova, interpor recurso e, a todo tempo, no caso de negligência do querelante, retomar a ação como parte principal".

    bons estudos

  • A questão deixa claro que não houve inércia do MP, portanto em hipótese alguma cabeira ação subsidiária da pública.

  • Não houve inércia do MP

    Abraços!

  • Será admitida Ação Privada nos crimes de Ação Pública, se esta não for intentada no prazo legal.

  • A ação penal privada subsidiária da pública somente é usada quando o Ministério Público deixa de intentá-la no prazo legal, e a parte ofendida deseja que o réu seja condenado.

  • A pedido do Ministério Público, foram arquivados os autos de um inquérito policial que apurava um crime de ação penal pública incondicionada. Nessa situação, NÃO será cabível ação penal privada subsidiária da pública. (CESPE 2004)

    É inadmissível o oferecimento de ação penal subsidiária da pública, no caso de arquivamento, pois só é cabível se houver inércia do órgão ministerial.

    - INÉRCIA é diferente de pedido de arquivamento.

  • .

    O erro se dá ao fato de que a ação privada subsidiária a publica se dá nos casos em que o MP não oferece a denuncia no prazo legal - inércia do MP (5 dias réu preso e 15 dias réu solto).

    PORÉM:

    Há hipóteses em que a denúncia não é oferecida dentro do prazo legal, mas que não constituem inércia. São elas, quando o MP:

    - devolve o Inquérito Policial para a delegacia realizar nova (s) diligência (s);

    requer o arquivamento do Inquérito Policial;

    - declina a competência.

    Neste caso não houve inércia do MP, portanto não teria como o ofendido ajuizar ação penal privada subsidiária da pública

  • Na hipótese de o MP solicitar o arquivamento ao Juiz para que se arquive os autos de um inquérito policial, NÃO poderá o ofendido ajuizar ação penal privada subsidiária da pública, pois só haveria tal hipótese caso o MP não oferecesse a denuncia, não solicitasse o arquivamento ou não pedisse novas diligencias.

  • Quando da Inércia do MP, cabe ação penal privada subsidiária da pública.

  • Na hipótese de o MP pedir arquivamento do inquérito policial ou requerer diligência à autoridade policial, não caberá queixa subsidiária.

  • CPP:

    Art. 28. Ordenado o arquivamento do inquérito policial ou de quaisquer elementos informativos da mesma natureza, o órgão do Ministério Público comunicará à vítima, ao investigado e à autoridade policial e encaminhará os autos para a instância de revisão ministerial para fins de homologação, na forma da lei.      

    § 1º Se a vítima, ou seu representante legal, não concordar com o arquivamento do inquérito policial, poderá, no prazo de 30 (trinta) dias do recebimento da comunicação, submeter a matéria à revisão da instância competente do órgão ministerial, conforme dispuser a respectiva lei orgânica.      

  • Inércia do MP:

    Não ofertar a denúncia

    Não ter Requerido o arquivamento do IP

    Não pedir diligências

    Nestes casos, pode se pensar em Ação penal Subsidiária da Pública.

  • Quando o MP pede arquivamento é uma ação. Logo não há o que se falar em inércia do MP

  • Tratando-se de arquivamento do IP nota-se que não houve inércia do MP e por isso não cabe ação penal privada subsidiária da pública.

  • Gabarito ERRADO

    A ação penal privada subsidiária da pública é cabível apenas no caso do Ministério Público ficar inerte. Solicitar diligências e propor o arquivamento não autorizam o ofendido a entrar com a ação subsidiária.

  • Questão sobre o mesmo tema responde esta:

    Q354634 A ação penal privada subsidiária da pública é admitida nos casos em que o Ministério Público perde o prazo para o oferecimento da denúncia, mas vedada quando ele requer o arquivamento do inquérito policial. CORRETO

  • Ação penal privada subsidiária da pública só é cabível quando há inércia por parte do MP.

  • PMAL 2021

    SERTÃOOOOOOOOOOOOOOOOO!

  • quem diria em MP? antes era a pedido... hoje tu ORDENAS!

  • Ação penal privada subsidiária da pública: CABÍVEL QUANDO OCORRE INÉRCIA POR PARTE DO MINISTÉRIO PÚBLICO.

    NYCHOLAS LUIZ

  • ção penal privada subsidiária da pública só é cabível quando há inércia ( MP NÃO FAZ PORR@ NENHUMA ) por parte do MP.

  • Só em caso de inércia/omissão por parte do MP

  • Só em caso de inércia do MP.

    PMAL 2021

  • GABARITO ERRADO

    AÇÃO PENAL SUBSIDIÁRIA DA PÚBLICA SÓ EM CASO DE INÉRCIA DO MP

    PMAL2021

  • Art. 29 CPP. Será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal, cabendo ao Ministério Público aditar a queixa, repudiá-la e oferecer denúncia substitutiva, intervir em todos os termos do processo, fornecer elementos de prova, interpor recurso e, a todo tempo, no caso de negligência do querelante, retomar a ação como parte principal. 

  • MP não ficou inerte, então não é cabível a ação penal privada subsidiária da pública

  • SÓ É cabível ação penal privada subsidiária da pública com a INÉRCIA DO MP ; SOMENTE

    SOMENTE SOMENTE

  • PMAL2021!

  • Não. só quando houver inercia

  • As ações penais privada subsidiária da publica tem ação, apenas, quando o MP não faz nenhuma movimentação, permanentemente inerte perante a ação penal "PRIVADA".

    força guerreiro...

    Só mantem que a aprovação vem...

  • Será incabível ação penal privada subsidiária da pública.

  • Questão ERRADA.

    A ação penal privada subsidiária da pública pressupõe inércia do Ministério Público. Na presente questão, não houve inércia, existindo, por sua vez, ato ministerial de "promoção de arquivamento".

    PMAL!

  • Nesse caso ele pode interpor recurso, mas Ação penal privada subsidiária é só em caso de inércia do MP, o que não houve, portanto, gabarito E. #PMAL2021
  • APRENDA DE VEZ:

    AÇÃO PENAL PRIVADA SUBSIDÁRIA DA PÚBLICA - QUANDO HOUVER INÉRCIA DO MP.

    Não houve na questão citada acima.

    O que seria a famosa INÉRCIA - É a falta de movimentação.

  • ERRADO

    • pois não houve inércia do ministério público.
    • ele não deixou de agir no prazo estimado de 6 meses.
    • não houve INÉRCIA
    • AÇÃO PRIVADA SUBSIDIÁRIA DA PÚBLICA SÓ EM CASO DE INÉRCIA DO MP

    PMAL 2021

    • AÇÃO PRIVADA SUBSIDIÁRIA DA PÚBLICA SÓ EM CASO DE INÉRCIA DO MP

  • PMAL2021 QUEM VEM????

  • subsidiária só na inércia do MP... O resto é para enfeitar a assertiva.
  • so poderar ter a açao penal subsidiaria quando ouver omissao por parte do mp ,e o mp tem ate 6 meses para tomar alguma medida

  • A pedido do Ministério Público, foram arquivados os autos de um inquérito policial que apurava um crime de ação penal pública incondicionada. Nessa situação, será cabível ação penal privada subsidiária da pública.

    Errado

    comentário: ação privada subsidiária da pública só é cabível se houver INÉRCIA do MP.


ID
720826
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Acerca da competência no processo penal, em cada um dos
itens que se seguem, é apresentada uma situação hipotética,
seguida de uma assertiva a ser julgada.

Marcos enviou uma carta-bomba, por meio de uma agência dos correios de Brasília – DF, para Vinícius, que residia na Argentina, com a intenção de matá-lo. Vinícius faleceu após abrir a carta devido à explosão da bomba. Nessa situação, a competência para processar e julgar Marcos será da vara do tribunal do júri da circunscrição judiciária de Brasília – DF.

Alternativas
Comentários
  • A competência será do local do crime (No caso, Argentina) e/ou do local de domicílio do réu (Brasília-DF).

  •  Art. 88. No processo por crimes praticados fora do território brasileiro, será competente o juízo da Capital do Estado onde houver por último residido o acusado. Se este nunca tiver residido no Brasil, será competente o juízo da Capital da República.


  • mal formulada....nesse caso nao seria a teoria da ubiquidade: a teoria do tanto faz? poderia ser tanto em brasília, como na argentina....

  • CPP - Gabarito correto.

     

    Art. 70.  A competência será, de regra, determinada pelo lugar em que se consumar a infração, ou, no caso de tentativa, pelo lugar em que for praticado o último ato de execução.

     

            § 1o  Se, iniciada a execução no território nacional, a infração se consumar fora dele, a competência será determinada pelo lugar em que tiver sido praticado, no Brasil, o último ato de execução.

  • CERTO

     

    cf/88 - é reconhecida a instituição do júri, com a organização que lhe der a lei, assegurados:

     1) a plenitude de defesa;

     2) o sigilo das votações;

     3) a soberania dos veredictos;

     4) a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida;

     

     

  • No caso, aparentemente há conflito de normas, entre o artigo 6º do CP e 70 do CPP.

    Dispõe o artigo 6º, do CP, que: considera-se praticado o crime no momento da ação, ou da omissão, no todo ou em parte, bem como onde se produziu ou deveria produzir-se o resultado.

    Por outro lado, o artigo 70, do CPP, diz que a competência será, de regra, determinada pelo lugar em que se consumar a infração, ou, no caso de tentativa, pelo lugar em que for praticado o último ato de execução.

    Referido conflito, entretanto, é apenas aparente, pois a Teoria da Ubiquidade só se aplica para crimes cometidos à distância, isto é, aqueles em que a conduta criminosa é praticada em um paíse o resultado vêm a ser produzido em outro, até mesmo para que seja respeitada a soberania dos dois países. Para os demais fatos, aplica-se a regra geral do CPP (do resultado).

    Assim, em que pese a situação da questão se resolva pela Teoria da Ubiquidade, já que a ação ocorreu no Brasil e o resultado na Argentina, a assertiva afirmou que a competência seria do Tribunal do Júri de Brasilia-DF. A Vara do Júri de Brasília será competente, entretanto, também o será a jurisdição argentina.

  •  Art. 70.  A competência será, de regra, determinada pelo lugar em que se consumar a infração, ou, no caso de tentativa, pelo lugar em que for praticado o último ato de execução.

            § 1o  Se, iniciada a execução no território nacional, a infração se consumar fora dele, a competência será determinada pelo lugar em que tiver sido praticado, no Brasil, o último ato de execução.

            § 2o  Quando o último ato de execução for praticado fora do território nacional, será competente o juiz do lugar em que o crime, embora parcialmente, tenha produzido ou devia produzir seu resultado.

            § 3o  Quando incerto o limite territorial entre duas ou mais jurisdições, ou quando incerta a jurisdição por ter sido a infração consumada ou tentada nas divisas de duas ou mais jurisdições, a competência firmar-se-á pela prevenção.

            Art. 71.  Tratando-se de infração continuada ou permanente, praticada em território de duas ou mais jurisdições, a competência firmar-se-á pela prevenção.

  • Trata-se de Crime a distância que envolve obrigatoriamente dois países, isto é, ação ou omissão se dá no território de um país e a consumação se dá em outro território de outro pais.

    Frise-se que crime no estrangeiro é diferente de crimes a distância.

    Art. 70.  A competência será, de regra, determinada pelo lugar em que se consumar a infração, ou, no caso de tentativa, pelo lugar em que for praticado o último ato de execução.

           § 1o  Se, iniciada a execução no território nacional, a infração se consumar fora dele, a competência será determinada pelo lugar em que tiver sido praticado, no Brasil, o último ato de execução.

       

  • uma questão tão fácil que da medo de errar

  • A questão não é tão fácil assim...

    Humildade é o caminho para o sucesso!

  • Art. 70, § 1o Se, iniciada a execução no território nacional, a infração se consumar fora dele, a competência será determinada pelo lugar em que tiver sido praticado, no Brasil, o último ato de execução.

  • A questão fala sobre crimes a distância, tanto faz. Ele pode ser processado na argentina ou no br...


ID
720829
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Acerca da competência no processo penal, em cada um dos
itens que se seguem, é apresentada uma situação hipotética,
seguida de uma assertiva a ser julgada.

José foi vítima de calúnia, crime de ação penal privada, praticada por Renato na cidade de Natal – RN. Renato era residente e domiciliado em Porto Alegre – RS. Nessa situação, é possível a propositura, por José, de ação penal privada na comarca de Porto Alegre – RS.

Alternativas
Comentários
  • Pode-se propor a ação no local do crime OU no lugar de domicílio do réu. CERTO

  • Esse caso  José está com tanta pressa em ver a punição pelo crime que fora vítima que foi até o RS para poupar até mesmo as delongas de uma carta precatória.

  • Art. 73. Nos casos de exclusiva ação privada, o querelante poderá preferir o foro do domicílio ou da residência do réu, ainda quando conhecido o lugar da infração. 

  • Questão Correta,

    Nas ações privadas, mesmo o querelante sabendo o local de consumação, ele pode optar pelo foro de domicílio do réu. (Art. 73 do CPP).

  • DA COMPETÊNCIA PELO DOMICÍLIO OU RESIDÊNCIA DO RÉU

     

    Art. 73.  Nos casos de exclusiva ação privada, o querelante poderá preferir o foro de domicílio ou da residência do réu, ainda quando conhecido o lugar da infração.

  • Competência Territorial com fundamento no Domicilio do Acusado

    Quando a Ação Penal é Exclusiva: Local da consumação ou local do domicilio do réu, a critério do querelante (Foro de Eleição ou de opção)

    CPP: Art 73: Nos casos de Exclusiva ação Privada, o querelante poderá preferir o foro de domicilio ou da residencia do réu ainda quando conhecido o lugar da infração.

  • CERTO

    Art. 73. Nos casos de exclusiva ação privada, o querelante poderá preferir o foro de domicílio ou da residência do réu, ainda quando conhecido o lugar da infração.

  • CERTO

    CPP

    Art. 73.  Nos casos de exclusiva ação privada, o querelante poderá preferir o foro de domicílio ou da residência do réu, ainda quando conhecido o lugar da infração.

  • A CESPE facilmente poderia mudar o gabarito alegando: "Renato era residente e domiciliado em Porto Alegre – RS" Significa que Renato não mora mais e não tem residencia em Porto Alegre-RS.

  • ele ''era domiciliado'' em porto alegre, não é mais. Isso não tornaria a questão errada? Ficou ambíguo

  • exclusiva ação privada nao é diferente de ação privada? achei estranho n colocarem o exclusiva, por isso marquei errado..
  • CPP- Art. 73. Nos casos de exclusiva ação privada, o querelante poderá preferir o foro de domicílio ou da residência do réu, ainda quando conhecido o lugar da infração.

  • CPP- Art. 73. Nos casos de exclusiva ação privada, o querelante poderá preferir o foro de domicílio ou da residência do réu, ainda quando conhecido o lugar da infração.

  • Tem que ser EXCLUSIVA ação privada... não poderia optar no caso de subsidiária da pública! att
  • Exclusivamente privada.


ID
720832
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Acerca da competência no processo penal, em cada um dos
itens que se seguem, é apresentada uma situação hipotética,
seguida de uma assertiva a ser julgada.

Um indivíduo, para ocultar furto que praticara em uma residência e conseguir impunidade do crime, matou o vigia que trabalhava no local. Nessa situação, o tribunal do júri será o órgão competente para processar e julgar os crimes de furto e homicídio.

Alternativas
Comentários
  • Dispõe do artigo 78, inciso I, do Código de Processo Penal que: Na determinação da competência por conexão ou continência, serão observadas as seguintes regras: I - no concurso entre a competência do júri e a de outro órgão da jurisdição comum, prevalecerá a competência do júri;

    Veja-se, portanto, que o Tribunal do Júri, minimamente, deve julgar o crime doloso contra a vida, mas lhe incumbe também o julgamento dos crimes que forem conexos aos dolosos contra a vida.

    Mas alerte-se: essa regra comporta exceções.

    O Tribunal do Júri será competente para julgar crimes conexos, desde que não sejam crimes eleitorais, juízo de menores (Vara da Infância e Juventude) ou sujeitos à Justiça Militar

    Avante!!!
  • Roubo

      Art. 157 - Subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência:

      Pena - reclusão, de quatro a dez anos, e multa.

      § 1º - Na mesma pena incorre quem, logo depois de subtraída a coisa, emprega violência contra pessoa ou grave ameaça, a fim de assegurar a impunidade do crime ou a detenção da coisa para si ou para terceiro.

    (...)

    § 3º Se da violência resulta lesão corporal grave, a pena é de reclusão, de sete a quinze anos, além da multa; se resulta morte, a reclusão é de vinte a trinta anos, sem prejuízo da multa.


    ENTENDO QUE NO CASO HOUVE UM ROUBO IMPRÓPRIO (157  § 1º) COMBINADO COM RESULTADO MORTE (  § 3º ). TRATANDO-SE DE CRIME DE LATROCÍNIO, CUJO A COMPETÊNCIA É DO JUIZ SINGULAR, E NÃO DO JÚRI. 

    MAS TUDO BEM, A QUESTÃO FALA QUE HOUVE FURTO...

  • Essa questão gerou uma dúvida, porque ao meu saber essa competência cabe ao Juiz Singular/1ª Instância (Vara Criminal) não ao Tribunal do Júri (2ª Instância). Caso alguém possa fazer outros comentários, pois, assim, vai ficar mais claro o entendimento.

  • Primeiro: houve a conexão lógica ou teleológica, isto é, permite a reunião dos processos quando a infração é praticada para conseguir impunidade ou vantagem em relação a outras. Art. 76, inciso II, do CPP. 

    Segundo: Deve ser observada as seguintes regras. Art. 78, inciso I do CPP, ou seja, concurso de competência do júri X comum, prevalece a competência do júri. Não se tem o que discutir. Não há hipótese de separação dos processos, em especial, previstas no Art. 79.  do CPP.Alternativa correta;
  • Tem gente confundindo Furto (caso da questão) com Roubo seguido de morte. Se fosse Roubo seguido de Morte do dono da coisa roubada, seria Latrocínio, porém a questão é clara ao dizer que foi Furto, e a vítima do homicídio não foi o dono da coisa furtada, e sim o vigia. 

    Questão um pouco polêmica, mas basta pensar da seguinte forma:

    Ele matou o vigia porquê?

    Para evitar que o dono da coisa furtada ficasse sabendo quem o furtou. Talvez o vigia soubesse e pudesse entregá-lo.

    Então os crimes têm ligação. 

    RESULTADO: Tribunal do Juri pros dois crimes.

  • O Tribunal do Juri não julgará o crime de furto, mas sim o Juiz Togado presidente do Juri. Confere?

  • Conexão Objetiva Consequencial.

  • Não sei se é a melhor maneira, mas fiz o seguinte resumo:

    Tribunal do Júri - Crimes DOLOSOS contra à vida + CONEXOS

    Exceção: Latrocínio (Roubo Seguido de morte) - Crime contra o Patrimônio

  • PROCESSAR ??
    Tá de brincadeira né, CESPE ?

     

  • Conexão obejetiva, também chmada de material, lógica ou teleológica. (CPP, art. 76, inciso II).

    Competência em caso de conexão, neste caso, será conforme o art. 78, I, CPP.

     

  •  Art. 121. - Matar alguém:

    ...

     Homicídio qualificado    

    2º  - Se o homicídio é cometido:

    ...

     V - para assegurar a execução, a ocultação, a impunidade ou vantagem de OUTRO CRIME:   

    Pena - reclusão, de 12 (doze) a 30 (trinta) anos.

    ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    E furto todo mundo já conhece.... Não se tratando de latrocinio, pois, como diz a questão, já havia ocorrido o furto

  • Art. 76.  A competência será determinada pela conexão:

            I - se, ocorrendo duas ou mais infrações, houverem sido praticadas, ao mesmo tempo, por várias pessoas reunidas, ou por várias pessoas em concurso, embora diverso o tempo e o lugar, ou por várias pessoas, umas contra as outras;

            II - se, no mesmo caso, houverem sido umas praticadas para facilitar ou ocultar as outras, ou para conseguir impunidade ou vantagem em relação a qualquer delas; (CONEXÃO OBJETIVA, LÓGICA, MATERIAL OU TELEOLÓGICA)

            III - quando a prova de uma infração ou de qualquer de suas circunstâncias elementares influir na prova de outra infração.

  • Conexão consequencial - comete outro crime após o pretendido para assegurar a impunidade.

    Logo, o juri leva de brinde o furto também. 

  • Houve furto seguido de homicídio em concurso material. Alguns colegas confundiram roubo seguido de morte, que dá o latrocínio. Os dois crimes são de competência do tribunal do júri. O homicídio como competência natural e o furto como crime conexo, em razão da vis atractiva do tribunal do júri. E tenho dito.

  • Gabarito: Certo

    Tem gente confundindo Furto (caso da questão) com Roubo seguido de morte. Se fosse Roubo seguido de Morte do dono da coisa roubada, seria Latrocínio, porém a questão é clara ao dizer que foi Furto, e a vítima do homicídio não foi o dono da coisa furtada, e sim o vigia. 

    Questão um pouco polêmica, mas basta pensar da seguinte forma:

    Ele matou o vigia porquê?

    Para evitar que o dono da coisa furtada ficasse sabendo quem o furtou. Talvez o vigia soubesse e pudesse entregá-lo.

    Então os crimes têm ligação. 

    RESULTADO: Tribunal do Juri pros dois crimes.

  • Competência prevalente do tribunal do Juri

    Art 78 CPP: Na determinação da competencia por conexão ou continencia, serão observados as seguintes regras:

    I - Concurso entre a competencia do juri e a de outro orgão da juridição comum, prevalecerá a competencia do Júri;

    Chamado de Vis attractiva ou forum attractionis - Art 82CPP

  • CERTO

    Art. 78. Na determinação da competência por conexão ou continência, serão observadas as seguintes regras:

    I - no concurso entre a competência do júri e a de outro órgão da jurisdição comum, prevalecerá a competência do júri;

  • Art. 78. Na determinação da competência por conexão ou continência, serão observadas as seguintes regras:          

    I - no concurso entre a competência do júri e a de outro órgão da jurisdição comum, prevalecerá a competência do júri;                

  • Os processos de competência do Tribunal do Júri são aqueles cujos fatos imputados ao infrator são crimes dolosos contra a vida, ou crimes comuns, desde que conexos com algum crime doloso contra a vida.

  • Sabendo-se o nome juris do delito já ficaria mais fácil resolver a questão: homicídio qualificado de conexão consequencial

    A competência do júri é para julgar os crimes dolosos contra vida + conexos

  • CPP, Art. 76.  A competência será determinada pela conexão:

    II - se, no mesmo caso, houverem sido umas praticadas para facilitar ou ocultar as outras*, ou para conseguir impunidade ou vantagem em relação a qualquer delas**;

    *conexão objetiva/material teleológica

    **conexão objetiva/material consequencial

  • Latrocínio não é de Competência do Júri (Súmula 603, STF), porém o caso da questão NÃO é de latrocínio!!!

  • tribunal do júri possui competência mínima para julgamento, isto é, ele pode ter sua competência ampliada, como por exemplo para julgar crimes conexos

    https://lfg.jusbrasil.com.br/noticias/2046897/o-que-se-entende-por-competencia-minima-do-tribunal-do-juri-aurea-maria-ferraz-de-sousa

  • Não confundir com o crime de latrocínio.


ID
720835
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Quando a infração penal deixar vestígios, será indispensável o
exame de corpo de delito, direto ou indireto, não podendo supri-lo
a confissão do acusado. Com relação a esse assunto, julgue os itens
subseqüentes.

Os exames de corpo de delito devem ser realizados exclusivamente por dois peritos oficiais.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: ERRADO

    FUNFAMENTO: Art. 159.  O exame de corpo de delito e outras perícias serão realizados por perito oficial, portador de diploma de curso superior. (Redação dada pela Lei nº 11.690, de 2008) , DO CPP.

  • Código de Processo Penal:

     

    (DATA DA PROVA) Em 2004:  Art. 159. Os exames de corpo de delito e as outras perícias serão feitos por dois peritos oficiais. (Redação dada pela Lei nº 8.862, de 28.3.1994) 

     

    Em 2017: Art. 159.  O exame de corpo de delito e outras perícias serão realizados por perito oficial, portador de diploma de curso superior.           (Redação dada pela Lei nº 11.690, de 2008)

     

    Questão deve ser excluída porque está desatualizada. O QC mudou o gabarito, mas isso prejudica quem já havia acertado a questão.

     

     

  • Errado.

    Regra Geral -> realizado por 01 períto ofícial

    Exceção -> na falta de perito ofícial, a perícia será realizada por 02 pessoas idôneas, preferencialmente com formação técnica na aréa do exame.

  • UM perito OFICIAL

    DUAS pessoas IDÔNEApreferencialmente com formação técnica na área do exame.

  • Gabarito: Errado.

    Regra Geral -> realizado por 01 períto ofícial

    Exceção -> na falta de perito ofícial, a perícia será realizada por 02 pessoas idôneas, preferencialmente com formação técnica na aréa do exame


ID
720838
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Quando a infração penal deixar vestígios, será indispensável o
exame de corpo de delito, direto ou indireto, não podendo supri-lo
a confissão do acusado. Com relação a esse assunto, julgue os itens
subseqüentes.

Desaparecidos os vestígios da infração penal, a prova testemunhal poderá suprir o exame de corpo de delito direto.

Alternativas
Comentários
  • Art. 158 do CPP.  Quando a infração deixar vestígios, será indispensável o exame de corpo de delito, direto ou indireto, não podendo supri-lo a confissão do acusado.

     

    Art. 167 do CPP.  Não sendo possível o exame de corpo de delito, por haverem desaparecido os vestígios, a prova testemunhal poderá suprir-lhe a falta.

     

    Exame de corpo delito direto: feito sobre a materialidade do crime;

    Exame de corpo delito indireto: os vestígios desapareceram, o exame é feito sobre documentos ou outros dados.

  • Art. 167 do CPP.  Não sendo possível o exame de corpo de delito, por haverem desaparecido os vestígios, a prova testemunhal poderá suprir-lhe a falta.

     

    Pode ser que os vestígios tenham desaparecido, o que, geralmente, ocorre quando o delinquente faz o possível para ocultar sua ação. Nessas situações, quando o cadáver é perdido por qualquer causa, ou é destruído pelo agente, quando as lesões leves, uma vez curadas, desaparecem, quando a vítima troca a porta arrombada, desfazendo-se de vez da anterior, enfim, inexistindo possibilidade dos peritos terem acesso, ainda que indireto ao objeto a ser analisado, pode-se suprir o exame de corpo de delito por testemunhas.

  • Certo.

    Desapareceram os vestígios? 

    Sim...Então a prova testemunhal poderá suprir a falta do exame de corpo de delito, direto ou indireto.

    E a Confissão, poderá suprir essa falta? NÃO. Mas porquê? Por que a Confissão deverá ser avaliada com outros elementos comprobatórios.

  • CORRETO, será a exceção. 

  • Gabarito: CERTO.

     

    CPP

    Art. 158.  Quando a infração deixar vestígios, será indispensável o exame de corpo de delito, direto ou indireto, não podendo supri-lo a confissão do acusado.

    Parágrafo único. Dar-se-á prioridade à realização do exame de corpo de delito quando se tratar de crime que envolva:  

    I - violência doméstica e familiar contra mulher;  

    II - violência contra criança, adolescente, idoso ou pessoa com deficiência. 

     

     

    Art. 167.  Não sendo possível o exame de corpo de delito, por haverem desaparecido os vestígios, a prova testemunhal poderá suprir-lhe a falta.

  • O exame de corpo de delito é a própria Perícia. Quando não for possível a sua realização, a

    prova testemunhal poderá suprir a falta (Art 167, CPP).

    O EXAME pode ser direto, quando realizado nos próprios vestígios do crime, ou indireto, por meio de registros.São modalidades de exame corpo de delito:

    DIRETO: É o exame realizado, em regra, por peritos, diretamente sobre o corpo de delito;

    → INDIRETO: não é realizado diretamente sobre os vestígios do crime, mas por intermédio de testemunhas, prontuários, fotografias etc

    GABARITO C

    FONTE:ALFACOM

  • Gabarito: Certo

    Art. 158 do CPP.  Quando a infração deixar vestígios, será indispensável o exame de corpo de delito, direto ou indireto, não podendo supri-lo a confissão do acusado.

    Art. 167 do CPP.  Não sendo possível o exame de corpo de delito, por haverem desaparecido os vestígios, a prova testemunhal poderá suprir-lhe a falta.

    Exame de corpo delito direto: feito sobre a materialidade do crime;

    Exame de corpo delito indireto: os vestígios desapareceram, o exame é feito sobre documentos ou outros dados.

  • Não confundir os dois artigos:

    Art. 158.  Quando a infração deixar vestígios, será indispensável o exame de corpo de delito, direto ou indireto, não podendo supri-lo a confissão do acusado.

    Art. 167.  Não sendo possível o exame de corpo de delito, por haverem desaparecido os vestígios, a prova testemunhal poderá suprir-lhe a falta.

  • só lembrar do Goleiro Bruno.

  • Art. 167 do CPP.  Não sendo possível o exame de corpo de delito, por haverem desaparecido os vestígios, a prova testemunhal poderá suprir-lhe a falta.

  • Testemunha ocular, por exemplo. O que não pode suprir o exame é a confissão do acusado.

  • Prova testemunhal corresponde a exame de corpo de delito indireto - perfeitamente possível.


ID
720841
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Acerca do processo dos crimes de responsabilidade dos
funcionários públicos, julgue os itens seguintes.

Para a aplicação do rito do processo dos crimes de responsabilidade dos funcionários públicos, basta que o sujeito ativo da infração penal seja funcionário público.

Alternativas
Comentários
  • CPP, 513. Os crimes de responsabilidade dos funcionários públicos, cujo processo e julgamento competirão aos juízes de direito, a queixa ou a denúncia será instruída com documentos ou justificação que façam presumir a existência do delito ou com declaração fundamentada da impossibilidade de apresentação de qualquer dessas provas.

      Art. 514. Nos crimes afiançáveis, estando a denúncia ou queixa em devida forma, o juiz mandará autuá-la e ordenará a notificação do acusado, para responder por escrito, dentro do prazo de quinze dias.

  • O rito só se se aplica àqueles delitos em que a qualidade de funcionário público for elementar.


    Direito Processual Penal Esquematizado. Alexandre Cebrian e Victor Gonçalves.

  • (E)
    outra que ajuda a responder:
    Ano:
    2004 Banca: CESPE Órgão: PRF Prova: Policial Rodoviário Federal

     

      Com referência à situação hipotética acima apresentada, julgue os itens a seguir.

    Por ser a vítima servidor público federal, mesmo que o condutor do veículo seja um particular, deve ser aplicado o rito do processo e do julgamento dos crimes de responsabilidade dos funcionários públicos.(E)

  • Se o crime for praticado por funcionário público contra particular, ou praticado por particular contra a administração pública, ou ainda, se se tratar de crime contra a administração da Justiça, não deverá ser seguido o rito especial, previsto nos art. 513 a 518. Portanto é necessário que o crime seja praticado por Funcionário Público contra a Administração pública. Em resumo, este rito será aplicável aos crimes previstos nos arts. 312 a 326 do CP e nos crimes previstos no art. 3° da Lei 8.137/90 (Lei de Crimes contra a Ordem Tributária).

  • CONDIÇÕES PARA APLICAÇÃO DO PROCEDIMENTO ESPECIAL DOS ART. 513 E SEGUINTES DO CPP (PROCEDIMENTO DOS CRIMES DE RESPONSABILIDADE DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS):

    1 - CRIMES AFIANÇÁVEIS;

    2- QUE OS CRIMES SEJAM TIPICAMENTE FUNCIONAIS (CONFORME POSICIONAMENTO DO STF)

  • CONDIÇÕES PARA APLICAÇÃO D PROCEDIMENTO DOS CRIMES DE RESPONSABILIDADE DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS A NÍVEL DO CPP.

    1 - CRIMES AFIANÇÁVEIS;

    2- QUE OS CRIMES SEJAM TIPICAMENTE FUNCIONAIS (CONFORME POSICIONAMENTO DO STF)

    3- FUNCIONÁRIO DA ATIVA

    4- NÃO PODE O SUJEITO ATIVO TER FORO DE PRERROGATIVA

     

    SÓ COMPLEMENTANDO O DE IGOR NUNES

     

     

  • O rito só se se aplica àqueles delitos em que a qualidade de funcionário público for elementar, ou seja, deve agir na qualidade de funci e não apenas ser um.

  • * GABARITO: errado.

    ---

    * CURIOSIDADE: o requisito expresso de o crime ser afiançável, na prática, é desnecessário. Observem:

    "Não podemos esquecer que com o advento da lei 12.403/11 TODOS os crimes funcionais passaram a ser afiançáveis. Assim, para qualquer crime funcional será aplicado o procedimento específico previsto no CPP.
    Art. 323. Não será concedida fiança: (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011).
    I - nos crimes de racismo; (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011).
    II - nos crimes de tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, terrorismo e nos definidos como crimes hediondos; (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011).
    III - nos crimes cometidos por grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático; (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011)".
    - FONTE: comentário do colega JOSÉ SENA, QConcursos.

    Contudo, por estar expresso no artigo 514 do CPP, devemos seguir considerando-o.

    ---

    Bons estudos.

  • Gab: Errado;

    Não precisa necessariamente ser um funcionário público, basta estar em função pública!!

     

    Foco, Força e Fé!!

     

    Deus no comando!!

  • Além dos excelentes cometários dos colegas, o rito especial capitaneado pelos arts. 513 a 518 do CPP NÃO se aplica aos crimes funcionais inafiançáveis, nem aos cometidos por agentes públicos que gozam de prerrogativa de foro, nem aos delitos funcionais afiançáveis de menor potencial ofensivo, os quais se aplica prioritariamente o rito comum sumaríssimo (Lei n. 9.099/95). Logo, não basta que apenas seja funcionários público.

    But in the end It doesn't even matter.

  • Não se aplica o procedimento especial nem o rito ordinário aos funcionários públicos que gozam de foro especial. Para estes o rito especial é aquele descrito nos arts. 1º a 12 da Lei n. 8.038/90

  • Errado.

    Negativo: existem outros fatores relevantes! Lembre-se, por exemplo, de que o rito em estudo se aplicará aos delitos em que a qualidade de funcionário público for elementar (e não em qualquer delito praticado por funcionários públicos). Só com essa informação já matamos a questão.

    Questão comentada pelo Prof. Douglas de Araújo Vargas

  • Vale lembrar também que a infração deve ser AFIANÇÁVEL. É um requisito para a aplicação do procedimento.

  • Tem que ser:

    Típico de funcionário

    Afiançáveis.

  • Gab ERRADO.

    Praticado em razão do cargo e que seja afiançável, não basta ser funcionário público.

    #PERTENCEREMOS

    Insta: @_concurseiroprf

  • Compete aos juízes de direito, a aplicação do rito do processo dos crimes de responsabilidade dos funcionários públicos. Não basta que o sujeito ativo da infração penal seja funcionário público. Para fazer jus a este rito diferenciado, é necessário que no momento em que o processo for iniciado, o funcionário público esteja no exercício do cargo ou função pública, ou seja, tem que está na ATIVA.

  • Gabarito ERRADO

    Para a aplicação do rito do processo dos crimes de responsabilidade não basta apenas ser funcionário público.

    Outros requisitos:

    Crimes afiançáveis

    Crimes Tipicamente Funcionais

    Funcionário deve estar na ativa

    Funcionário não pode gozar de prerrogativa de foro

  • Errado. Tem que ser funcionário público, crime afiançável, estar na ativa e no exercício de atividade funcional.

  • Não basta ser funcionário público ->> tem que ser: CRIMES AFIANÇÁVEIS; QUE OS CRIMES SEJAM TIPICAMENTE FUNCIONAIS (CONFORME POSICIONAMENTO DO STF), SER FUNCIONÁRIO DA ATIVA, E NÃO PODE O SUJEITO ATIVO TER FORO DE PRERROGATIVA.

     

  • Nesse caso o o Funcionario ativo não poderá ter FORO DE PRERROGATIVA , por isso deixa a questão errada... (AO RESTRINGIR )


ID
720844
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Acerca do processo dos crimes de responsabilidade dos
funcionários públicos, julgue os itens seguintes.

Se um funcionário público for denunciado pela prática de crime de peculato em concurso de pessoas com um particular, a notificação para responder por escrito, dentro do prazo de quinze dias, deverá ser endereçada para os dois denunciados.

Alternativas
Comentários
  • O particular não está abrangido pelo mesmo prazo do funcionário público.

  • Qual prazo do particular? Seria bom uma resposta completa. Grato.

  • Andre Sillres, o acusado "comum" terá prazo de 10 dias para responder - Art 406, cpc.

  • Os dois denunciados recebem de forma individualizada as cartas (notificação), porém com prazos diferentes, é isso?

  • Funcionário público: procedimento dos crimes funcionais; existência da fase da defesa preliminar anterior ao recebimento da denúncia (art. 514 do CPP); essa notificação é própria desse procedimento.

    Particular: procedimento ordinário; defesa escrita somente após o recebimento da denúncia.


    Respondido com auxílio do livro Direito Processual Penal Esquematizado de Alexandre Cebrian e Victor Gonçalves.

  • O erro também poderia estar em trocar citação por notificação?

  • O nosso amigo André Bruno, fez um comentário muito bom, porém eu gostaria de fazer uma observação ao conteúdo da questão:


    Observe que o prazo para o funcionário público e para o particular oferecerem defesa escrita é de 15 dias para os dois, porém o funcionário público, pode oferecer defesa por escrito antes da denúncia (conhecida como defesa prévia), enquanto que o particular só pode oferecer defesa por escrito, depois da denúncia, vejamos:


    CPP - Capítulo II - Do processo e do julgamento dos crimes de responsabilidade dos funcionários públicos.


    Art. 514. Nos crimes afiançáveis, estando a denúncia ou queixa em devida forma, o juiz mandará autuá-la e ordenará a notificação do acusado, para responder por escrito, dentro do prazo de quinze dias.


    CPC - Capítulo II - Da resposta do réu.


    Art. 297. O réu poderá oferecer, no prazo de 15 (quinze) dias, em petição escrita, dirigida ao juiz da causa, contestação, exceção e reconvenção.


    No meu modo de ver, perguntar se a notificação devera ser endereçada para os dois denunciados, entendo que a resposta é sim, agora se as notificações deverão ser expedidas aos mesmo tempo a resposta é não, pois para o funcionário ela (a notificação) pode sair antes do oferecimento da denúncia e para o particular só depois da denúncia.


    Suponho que na questão eles achassem que nós deveriamos inferir ou deduzir que eles estavam se referindo à notificação sairem ao mesmo tempo, mas não deixaram claro, para uma questão de verdadeiro ou falso.

  • Colega Guilherme C. , nesse caso não.

    Ainda não houve o recebimento da denúnincia logo o termo correto será NOTIFICAÇÃO mesmo (Art. 514 do CPP).

    Após o juiz receber a denúnica é que haverá a citação (art 517 do CPP).

  • O rito especial não abrange qualquer outro agente q não seja funcionário público. Só terá direito a defesa preliminar o funcionário público. Mesmo em concurso de autoria, o benefício não se aplica ao não agente público. Este é o erro da questão.

     

  • e a regra que diz que as circunstâncias de caráter pessoal não se comunicam, salvo quando elementares do crime?
    É o caso da questão, não?

  • Bruna, isso só se aplica ao Código Penal. O processo penal é diferente. 

  • Gab: Errada.

    O rito especial é apenas para funcionários públicos.

  • GABARITO: ERRADO

     

    Corroborando

     

    Este procedimento é o previsto pelo CPP para a apuração dos crimes praticados por funcionário público contra a administração pública. Tratam-se dos crimes funcionais. Os crimes funcionais podem ser:


    Próprios – Quando a conduta somente é ilícita penalmente quando praticada pelo funcionário público contra a administração pública. Exemplo: Prevaricação, abandono de função, etc..


    Impróprios – Quando a conduta também é punida quando praticada por um particular, modificando-se, apenas, a tipificação legal. Exemplo: O crime de peculato-furto é um crime funcional. No entanto, se um particular praticar a mesma conduta, embora não se tenha o mesmo crime, a conduta permanece penalmente ilícita, sendo considerada furto simples

     

    Qual dos crimes funcionais é apurado por este procedimento?


    Ambos, a distinção é meramente acadêmica, não tendo reflexos na definição do rito a ser adotado.


    Ressalto a vocês que se o crime for praticado por funcionário público contra particular, ou praticado por particular contra a administração
    pública, ou ainda, se se tratar de crime contra a administração da Justiça,  não deverá ser seguido este rito especial.


    Em resumo, este rito será aplicável aos crimes previstos nos arts. 312 a 326 do CP e nos crimes previstos no art. 3° da Lei 8.137/90 (Lei de Crimes contra a Ordem Tributária).


    O rito irá variar conforme a natureza do crime. Se estivermos diante de um crime funcional inafiançável, teremos um rito. Porém, se estivermos diante de um crime afiançável, teremos outro rito.
     

     

    Prof. Sérgio Mendes - Estratégia Concursos

  • DECRETO-LEI Nº 3.689, DE 3 DE OUTUBRO DE 1941.

    Art. 514.  Nos crimes afiançáveis, estando a denúncia ou queixa em devida forma, o juiz mandará autuá-la e ordenará a notificação do acusado, para responder por escrito, dentro do prazo de quinze dias.

    Parágrafo único.  Se não for conhecida a residência do acusado, ou este se achar fora da jurisdição do juiz, ser-lhe-á nomeado defensor, a quem caberá apresentar a resposta preliminar.

    O rito especial é apenas para funcionários públicos.

    Garabito Errado!

  • GAb: Errado;

     

    O rito especial é apenas para funcionários públicos.

     

    Foco, Força e Fé!!

  • Gabarito - Errado.

    Aplica-se só ao funcionário público.

  • Gabarito: Errado

    Aplica-se somente aos funcionários públicos.

  • ERRADO.

    Não se estende ao particular a possibilidade de defesa preliminar.

  • O particular não está abrangido pelo mesmo prazo do funcionário público.

  • SERVIDOR PÚBLICO - 15 DIAS

    PARTICULAR - 10 DIAS.

    Força e Honra.

  • Funcionário Público tem privilégio e o particular não..

  • Nos crimes comuns: procedimento comum. Tal atuação não se aplica aos crimes inafiançáveis. ▷ Particular partícipe ou coautor: não se aplica. ▷ Procedimento de competência originária dos tribunais: aplica-se o procedimento da Lei nº 8.038/90. ▷ Crimes de menor potencial ofensivo: juizado especial, mesmo sendo de procedimento especial, salvo se enviado para o juízo comum. 

    #Rumoasegurancapublica

  • Gabarito: ERRADO Havendo concurso de crime funcional e não funcional, a defesa preliminar NÃO É CABÍVEL.
  • Gabarito ERRADO

    Servidor Publico - 15 dias

    Art. 514. Nos crimes afiançáveis, estando a denúncia ou queixa em devida forma, o juiz mandará autuá-la e ordenará a notificação do acusado, para responder por escrito, dentro do prazo de quinze dias.

    -

    Particular - 10 dias

    Art. 406. O juiz, ao receber a denúncia ou a queixa, ordenará a citação do acusado para responder a acusação, por escrito, no prazo de 10 (dez) dias.

  • sem blá blá blá

     Rito especial é apenas para funcionários públicos nos crimes afiançáveis

    Funcionário público: procedimento dos crimes funcionais; existência da fase da defesa preliminar anterior ao recebimento da denúncia (art. 514 do CPP); essa notificação é própria desse procedimento ->> prazo = 15 dias.

    Particular: procedimento ordinário; defesa escrita somente após o recebimento da denúncia.

    o acusado "comum" terá prazo de 10 dias para responder - Art 406, cpc.


ID
720847
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Acerca do processo dos crimes de responsabilidade dos
funcionários públicos, julgue os itens seguintes.

A notificação do funcionário público, nos crimes de responsabilidade, para apresentar resposta ou defesa preliminar, não dispensa sua citação regular, na hipótese de recebimento da denúncia pelo juiz.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: CERTO! Art. 517. Recebida a denúncia ou a queixa, será o acusado citado, na forma estabelecida no Capítulo I do Título X do Livro I.

  • Lei 1.079/1950

    Art. 1º São crimes de responsabilidade os que esta lei especifica.

    Art. 2º Os crimes definidos nesta lei, ainda quando simplesmente tentados, são passíveis da pena de perda do cargo, com inabilitação, até cinco anos, para o exercício de qualquer função pública, imposta pelo Senado Federal nos processos contra o Presidente da República ou Ministros de Estado, contra os Ministros do Supremo Tribunal Federal ou contra o Procurador Geral da República.

    Art. 3º A imposição da pena referida no artigo anterior não exclui o processo e julgamento do acusado por crime comum, na justiça ordinária, nos termos das leis de processo penal.


  • Gabarito certo :)

    Segundo NUCCI, Código de Processo Penal Comentado 2016:

    Necessidade de citação: a notificação feita, preliminarmente, não supre a obrigatoriedade da citação, pois a primeira ciência feita ao funcionário volta-se a fase anterior ao ajuizamento da ação penal.

  • DECRETO-LEI Nº 3.689, DE 3 DE OUTUBRO DE 1941.

    Art. 517.  Recebida a denúncia ou a queixa, será o acusado citado, na forma estabelecida no Capítulo I do Título X do Livro I.


    Gabarito Certo!

  • * GABARITO: certo.

    ---

    * FUNDAMENTO LEGAL (CPP):

    "Art. 517. Recebida a denúncia ou a queixa, será o acusado citado, na forma estabelecida no Capítulo I do Título X
    do Livro I
    ".

    * "LIVRO I
    DO PROCESSO EM GERAL
    TÍTULO X
    DAS CITAÇÕES E INTIMAÇÕES
    CAPÍTULO I
    DAS CITAÇÕES
    "

    ---

    Bons estudos.

     

  • Gab: Certo

    Traduzindo, se o cara foi notificado antes do recebimento da denúncia para apresentar defesa preliminar, mas não conseguiu convencer o juiz e o juiz resolveu aceitar a denúncia, agora ele deverá ser citado para responder à acusação.

    Ou seja, mesmo ele já tendo sido notificado antes do recebimento, após o recebimento ele também precisará ser citado.

  • CERTO

    Após o recebimento da denúncia ou queixa deve ser feita a citação, independente de ter sido notificado para defesa preliminar ou não (na hipótese de ter inquérito policial). Inclusive, a não realização de citação pode gerar a nulidade processual.

  • ANTES DO RECEBIMENTO - NOTIFICADO - 15 DIAS

    DEPOIS DO RECEBIMENTO - CITADO - 10 DIAS.   

  • Art. 517. Recebida a denúncia ou a queixa, será o acusado citado, na forma estabelecida no Capítulo I do Título X do Livro I.

  • Acerca do processo dos crimes de responsabilidade dos funcionários públicos, é correto afirmar que: A notificação do funcionário público, nos crimes de responsabilidade, para apresentar resposta ou defesa preliminar, não dispensa sua citação regular, na hipótese de recebimento da denúncia pelo juiz.

  • Gabarito CERTO

    Art. 517. Recebida a denúncia ou a queixa, será o acusado citado, na forma estabelecida no Capítulo I do Título X do Livro I.

  • O cara vai se defender da acusação através da notificação antes da denúncia ou queixa ser recebida ou rejeitada. Prazo de defesa: 15 dias

    Se o Juiz não se convenceu da defesa, ele vai receber a denúncia ou queixa e o cara vai ser citado para responder a acusação no prazo de dez dias.

  • ANTES DO RECEBIMENTO - NOTIFICADO - DEFESA PRELIMINAR - 15 DIAS

    DEPOIS DO RECEBIMENTO - CITADO - RESPOSTA À ACUSAÇÃO - 10 DIAS.   

  • ANTES DO RECEBIMENTO - NOTIFICADO - DEFESA PRELIMINAR - 15 DIAS

    DEPOIS DO RECEBIMENTO - CITADO - RESPOSTA À ACUSAÇÃO - 10 DIAS.   

  • NOTIFICAÇÃO- resposta preliminar 15d CITAÇÃO- resposta à acusação 10d

ID
720850
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

A respeito do sujeito ativo e do sujeito passivo de crime, julgue os
seguintes itens.

A pessoa jurídica, de acordo com o ordenamento constitucional e infraconstitucional, pode ser sujeito passivo de crime.

Alternativas
Comentários
  • Correto. O STJ admitiu a responsabilidade penal da pessoa jurídica em crimes ambientais, mas desde que haja a imputação simultânea do ente moral e da pessoa física que atua em seu nome ou em seu benefício (teoria da dupla imputação). (STJ: REsp n° 889528/SC Rel. Min. Felix Fischer. 5ª Turma. DJ 17/04/2007. STJ; REsp 865864/PR, julgado em 10/09/2009.1)

  • Gabarito CERTO

    Pessoas Jurídicas

    O direito brasileiro adotou o Princípio da realidade (entende que a PJ é um ser natural e que tem vontades próprias).


    Responde exclusivamente e só pode ser imputada por crime AMBIENTAL


    Precisa atender a dois requisitos cumulativos:

      Previsão constitucional da responsabilização da pessoa jurídica

      Regulamentação em lei especial 


    A responsabilização criminal da Pessoa Jurídica é norteada pela Teoria da Dupla Imputabilidade Obrigatória. (responsabilização pelo crime: PJ + pessoas naturais responsáveis pela PJ).


    - A Pessoa Jurídica também responde por crime contra a Ordem Econômica Financeira e contra a Economia Popular, mas esta tipificação ainda não encontra em lei especial, só está prevista na CF88.


    bons estudos

  • PJ -> Pólo Ativo -> crime contra a Ordem Econômica Financeira 

                                    contra a Economia Popular  prevista apenas na CF88.

                                    crime AMBIENTAL

    Pólo Passivo ->  Difamação e Calúnia

    *Lembrando que a Dupla Imputação não é absoluta. Ou seja, segundo a jurisprudência, PJ pode ser responsabilizada sozinha, sem responsabilizar a P Física.

    Informativo 566 STJ: É possível a responsabilização penal da pessoa jurídica por delitos ambientais independentemente da responsabilização concomitante da pessoa física que agia em seu nome. A jurisprudência não mais adota a chamada teoria da "dupla imputação".

    STJ. 6ª Turma. RMS 39.173-BA, Rel. Min. Reynaldo Soares da Fonseca, julgado em 6/8/2015 (Info 566).

    STF. 1ª Turma. RE 548181/PR, Rel. Min. Rosa Weber, julgado em 6/8/2013 (Info 714).

     

     

     

     

     

  • o comentário dos colegas está desatualizado.  Caiu por terra a dupla imputação obrigatória na pessoa jurídica nos crimes ambientais

  • pessoal..a questao esta perguntando se PJ pode ser SUJEITO PASSIVO...os comentarios estao se referindo a PJ figurando no polo ativo.

  • Correto:EXEMPLO: pessoa jurídica pode ser sujeito passivo no crime de difamação.

  • A pessoa jurídica pode ser vítima de diversos delitos, desde que compatíveis com a sua natureza.

    Da mesma forma, há diversos crimes que podem ser praticados contra incapazes, e inclusive contra o nascituro, como é o caso do aborto.

    É também possível existência de sujeito passivo indeterminado. é o que ocorre nos crimes vagos, aqueles que têm como vítima um entre destituído de personalidade jurídica.

    Os mortos e os animais não podem ser sujeitos passivos de crimes.

  • Gab. C

    Crimes ambientais

  • o povo tá comentando tudo errado já!

    uma coisa é polo ativo outra coisa é polo passivo( quem pode ter o bem jurídico tutelado lesado)

  • POSITIVO JULIANA  NOGUEIRA  PODE SIM POR CRIME AMBIENTAL

  • Tem mais algum crime além da difamação em que a PJ possa ser vítima?

  • Pode ser ativo também. Um exemplo bastante citado na doutrina são os casos de crimes ambientais. 

  • Só uma lembrança:

     

    "A responsabilidade penal da pessoa jurídica em crimes ambientais é admitida desde que haja a imputação simultânea do ente moral e da pessoa física que atua em seu nome."  -----> Teoria da dupla imputação.

     

    Ou seja, só pode punir a PJ se punir também quem atua em nome dela.

  • Sobre o comentário abaixo (Williams Aciole). 

    A Teoria da dupla imputação não é mais requisito para a responsabilização penal da pessoa jurídica, ou seja, não é necessário punir também quem atue em nome da PJ. 

    Vide: STF RE 548181 (06/08/2013) e STJ AgRg no RMS 48.085/PA (05/11/2015). 

  • PJ -> Pólo Ativo -> crime contra a Ordem Econômica Financeira 

                                    contra a Economia Popular  prevista apenas na CF88.

                                    crime AMBIENTAL

    Pólo Passivo ->  Difamação e Calúnia

    *Lembrando que a Dupla Imputação não é absoluta. Ou seja, segundo a jurisprudência, PJ pode ser responsabilizada sozinha, sem responsabilizar a P Física.

    Informativo 566 STJ: É possível a responsabilização penal da pessoa jurídica por delitos ambientais independentemente da responsabilização concomitante da pessoa física que agia em seu nome. A jurisprudência não mais adota a chamada teoria da "dupla imputação".

    STJ. 6ª Turma. RMS 39.173-BA, Rel. Min. Reynaldo Soares da Fonseca, julgado em 6/8/2015 (Info 566).

    STF. 1ª Turma. RE 548181/PR, Rel. Min. Rosa Weber, julgado em 6/8/2013 (Info 714).

     

  • Gab. correto

    Não são sujeitos passivos de crimes os animais e os cadáveres.

     

     

  • Gabarito:Certo

    Pode ser ativo também. Um exemplo bastante citado na doutrina são os casos de crimes ambientais. 

  • SIM.....INCLUSIVE NOS CRIMES DE DANOS MORAIS !

  • Que tempo bom,que não volta nunca mais... ♪♫♪♪♫

  • Tanto pode ser ativo quanto passivo!!! Gabarito C
  • Pessoa jurídica pode ser vitima de calunia?

    R: numa primeira fase marcaria errada, pois esse é o entendimento do STF. Mas Sanches advoga que nos crimes ambientais seria possível.

  • Gabarito "C" para os não assinantes.

    Em miúdos;

    Ativo, Crime ambiental

    Passivo, calunia.

    Vou ficando por aqui, até a próxima.

  • CORRETO.

    Poderia ser sujeito ativo de crimes ambientes.

    Poderia ser sujeito passivo no crime de calúnia, visto que a mesma possuí personalidade.

  • CERTA.

    Pode ser sujeito passivo, por exemplo, de DIFAMAÇÃO.

    Mas, atenção, jamais a PJ pode CAIR, ou seja, não pode ser sujeito passivo de:

    CAlunia

    Injúria

  • Lembrando que: Pode ser considerado sujeito ativo, em crimes ambientais.

  • DESCOMPLICANDO A CESPE E OS COMENTÁRIOS BLABLABLA !

    A pessoa jurídica, de acordo com o ordenamento constitucional e infraconstitucional, pode ser sujeito passivo de crime.

    infraconstitucional = DENTRO DA LEI , o resto vcs ja sabem que pessoa juridica pode ser sujeito ativo e passivo do crime !

  • Palha ASSADA!

  • Palha ASSADA!

  • Apenas por crimes ambientais, confirmado pela suprema corte.

  • ,

    Pode ser ativo também!


ID
720853
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

A respeito do sujeito ativo e do sujeito passivo de crime, julgue os
seguintes itens.

Os menores de dezesseis anos, por serem absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil, não podem ser sujeito passivo de crime.

Alternativas
Comentários
  • Errado.  CP. Art. 27- Os menores de 18 (dezoito) anos são penalmente inimputáveis, ficando sujeitos às normas estabelecidas na legislação especial, ou seja, ao ECA.

    Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente.

    Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade


  • Gabarito ERRADO


    O homem pode ser sujeito passivo mesmo antes de nascer, pois o feto tem direito à vida. logo o menor de idade pode ser sujeito passivo de crime.

    bons estudos

  • Pessoal, sujeito ativo e sujeito passivo de um crime são coisas completamente distintas. Sujeito passivo de um crime é a pessoa ou ente que SOFRE as consequências da infração penal. Já sujeito ativo de um crime é aquele que PRATICA a infração penal. Logo, por óbvio, um menor de 16 anos pode, tranquilamente, ser vítima/sofrer as consequências de uma infração penal.

  • maioridade civil (16 - 18)

    consegue se mancipar

    se casar, se graduar com menos de 18 anos

    se consegue subsistir sozinho

     

  • Olha a pegadinha os menores de 16 anos são RELATIVAMENTE INCAPAZES NÃO ABSOLUTAMENTE como diz na questão, só por aí você já mata a questão ;) 

     

    Cespe te amo S2

  • Sujeito PASSIVO = VÍTIMA.

  • Caroline Santos, os menores de 16 anos são absolutamente incapazes. Os relativamente incapazes são os MAIORES de 16 e MENORES de 18. A questão erra ao afirmar que o menor de 16 anos não pode ser sujeito passivo ( vítima).

  • Manos e mesmo que na questão estivesse: "...não podem ser sujeito ATIVO de crime." Estaria ERRADA, pois menor não comete crime e sim ATO INFRACIONAL brothers. 

  • Facim, facim.

    Gab. E

  • GAB. E

    PODEM SER SUJEITOS PASSIVOS

    -->INCAPAZ

    --->P.J

    --->REcÉM-NASCIDO

    ---->AINDA NÃO NASCIDO

    ---->ENTES SEM PERSONALIDADE JURÍDICA(FAMÍLIA)

    NÃO PODEM SER SUJEITOS PASSIVOS

    --->CADÁVER(SERÁ A FAMÍLIA)

    ---->ANIMAL(SERÁ O DONO)

    CASO ESSTEJA ENGANADO CORRIJAM-ME!

    BONS ESTUDOS

  • Errado

    primeiro: qualquer um pode ser sujeito passivo de crime

    ---

    segundo: adolescente de 16 anos pode exercer pessoalmente atos da vida civil, como casamento, por exemplo, de um emancipado

  • Todos podem ser sujeitos passivos, inclusive os penalmente inimputáveis....
  • SUJEITO PASSIVO: RESUMO PARA NUNCA MAIS ERRAR!!!

     

     

    *Trata-se da pessoa ou ente que sofre as consequências da infração penal.

     

     

    *Podem ser sujeito passivo: pessoa física, pessoa jurídica e entes sem personalidade jurídica (ex.: família, coletividade – nestes casos, tem-se o chamado crime vago).

     

     

    *Os mortos e os animais podem ser sujeito passivo? N Ã O

     

     

    *No caso da calúnia contra os mortos, não é o morto o sujeito passivo do crime Os ofendidos são os seus familiares, preocupados em zelar pelo respeito reservado às suas recordações.

     

     

    *Em relação aos crimes contra a fauna, é a coletividade que figura como vítima. 

     

     

    *Ninguém pode praticar um crime contra si próprio.

     

     

    GABARITO: ERRADO

  • Gabarito: Errado

    primeiro: qualquer um pode ser sujeito passivo de crime

    segundo: adolescente de 16 anos pode exercer pessoalmente atos da vida civil, como casamento, por exemplo, de um emancipado

  • esta questão é para rir!! imagina um adolescente de 16 anos andando na rua e Alguém vem roubar, ele vira e fala: "pode parar eu não posso ser sujeito passivo do crime, vá embora". e nada acontece" kkkkkkkkkkkkk

  • Gabarito: Errado

    -> Lembre-se do aliciamento de menores e estupro de vulnerável.

  • ATIVO NÃOOOOO

    PASSIVO SIMMMM

  • Olha a cooooooobra......... é mentiraaaaaa

  • Os tempos eram outros...

  • QUE QUESTÃO BOA.

    Vamos então entender a razão de estar errada.

    "Os menores de dezesseis anos, por serem absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil, não podem ser sujeito passivo de crime"

    RESPOSTA

    IDADE

    EM REGRA, o fato da pessoa ser menor de 16 (dezesseis) anos de idade a impede de ser responsabilizada penalmente conforme esta previsto no art. 228 da Constituição Federal.

    Neste sentido, o menor de 16 anos de idade também é incapaz de exercer de forma plena seus atos na vida Civil, sendo, segundo a lei Civil, considerado absolutamente incapaz.

    ERRO DA QUESTÃO

    Explicada a questão, o erro está em dizer que sua incapacidade em exercer seus atos na vida civil, sobre sua idade, influem de forma direta em sua capacidade de responder penalmente.

  • Eita época boa pra fazer concurso. Com esse nível de questão o cidadão estudava 6 meses e já era nomeado.

  • Só uma obs:

    Absolutamente Incapaz - menor de 16 anos.

    Relativamente Incapaz - entre 16 e 18 anos.

  • O homem pode ser sujeito passivo mesmo antes de nascer, pois o feto tem direito à vida. logo o menor de idade pode ser sujeito passivo de crime.

  • Quase peguei um gato morto e me espanquei quando errei essa questão! Pra ficar ligado

    • Depois que nasce, apartir de 1 mes de idade pode ser sujeito passivo
    • Sujeito ativo so a partir de 18 anos
  • Errado, passivo ->pode.

    seja forte e corajosa.

  • GABARITO: ERRADO

    ATIVO: QUEM COMETE O CRIME

    PASSIVO: QUEM SOFRE O CRIME

    #FORÇAEHONRA

  • Achei um absurdo essa questão por causa da idade não pode responder ao crime.

  • Que absurdo essa afirmativa

  • Questão Horrorosa kkk

    GAB. E

    #PCALPertencerei.

  • Errado.

    Não pode ser sujeito ativo.

  • Só o seu representante legal poderia ser assassinado então rsrs.

  • Ele é imortal?


ID
720856
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

A respeito do sujeito ativo e do sujeito passivo de crime, julgue os
seguintes itens.

Os animais e as coisas inanimadas podem ser objeto material de crime, mas não sujeito ativo.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito CERTO

    O objeto material de um crime é a pessoa ou a coisa sobre a qual recai a conduta delituosa. Pode acontecer de o sujeito passivo coincidir com o objeto material do crime, como é o caso do homicídio, ou não coincidir, como, por exemplo, no crime de furto. Diante da ausência ou da impropriedade absoluta do objeto material surge a figura do crime impossível.

    O homem pode ser sujeito passivo mesmo antes de nascer, pois o feto tem direito à vida.

    Os animais e coisas inanimadas não podem ser sujeitos passivos de delito, podendo ser objetos materiais.

    Neste caso, os sujeitos passivos serão seus proprietários, em certos casos a coletividade (art. 64 da LCP).

    bons estudos

  • Certo!


    Para que um indíviduo tenha a real capacidade de cometer uma infração penal (Sujeito ativo), deve existir uma conduta humana, ou seja, somente seres humanos possuem a capacidade de agredir, seres irracionais (animais) somente atacam. Contudo, caso um animal seja utilizado para o fim de atacar por uma pessoa (Como objeto), essa estará cometendo um crime. Exemplo: Homem que atiça seu cão contra seu inimigo.

  • Pessoa jurídica pode ser sujeito ativo de crime somente no caso de crime ambiental.

  • Questão de 2004, atualmente ela estaria errada em razão da previsão de pessoa juridica poder ser penalizada nos crimes ambientais

  • GABARITO: CERTO

     

    Os animais, coisas inanimadas e os mortos

     

    NÃO podem ser sujeitos ativos;

    NÃO podem ser sujeitos passivos;

    PODEM ser objetos materiais.

  • Pessoal, coisa inanimada não significa ser pessoa jurídica. Uma casa não é pessoa jurídica. PJ é organização de pessoas ou bens, com finalidades lícitas e reconhecida na ordem jurídica. PJ pode ser sujeito de crime, mas coisa inanimada não!

  • Pessoa jurídica é uma pessoa formada por uma reunião de vontades, logo, tem animus, se a pessoa jurídica não tivesse animus ( vontade) não teria pra que sua existência, espero ter ajudado.

  • animal nem é gente...

    .

    .

    .

    .

    .

    ..

    .

    .

    .

    .

    .

    é semovente.

  • Alguém ai em 2018 tbm está se perguntando pq não fez essa prova....kkkkkk

  • Eu por que não tinha idade Fernando kkkkk

  • impossível processar um cachorro por exemplo.. ahahaha

  • O simples ataque de um animal não configura um crime, porém o mesmo praticar o ataque estimulado por uma pessoa, assim passa se configurar como crime, servindo o animal, no caso, como objeto material, e o cidadão a responder por ele.

  • Que questão engraçada kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • GABARITO: CERTO

  • Quem marcou ERRADO ou não sabe o que é sujeito ativo ou tem assistido muito "O segredo dos animais"

    rsrs

    paramente-se!

  • Os animais, coisas inanimadas e os mortos

     

    NÃO podem ser sujeitos ativos;

    NÃO podem ser sujeitos passivos;

    PODEM ser objetos materiais.

  • Lembram do final do filme "Era uma vez em Hollywood" do Tarantino? Brad Pitt chamou o "cachorrinho" para pegar os invasores kkkk

  • Isso era comum na Idade Média. Vide o filme Entre a Luz e as Trevas (1993). Esse curta diz repeito do julgamento de um porco.


ID
720859
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

No que tange à imputabilidade penal, julgue os itens a seguir.

O índio, mesmo que integrado e adaptado ao meio civilizado, é penalmente inimputável.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito ERRADO

    Para aferir a imputabilidade penal, não importa se o índio mantém contato com a cultura preponderante: basta aferir se o índio possuía condições de entender o caráter ilícito previsto na lei.

    bons estudos

  • Errado.

    Se ele está civilizado não é mais inimputável

  • Segundo Nucci, "nem sempre o índio deve ser considerado inimputável ou semi-imputável, mormente quando estiver integrado à civilização. Portanto, depende da análise de cada caso concreto. Na jurisprudência: STF: 'Inexiste razão para a realização de exames psicológico ou antropológico se presentes, nos autos, elementos suficientes para afastar qualquer dúvida sobre a imputabilidade de indígena, sujeitando-o às normas do art. 26 e parágrafo único do CP'."

  • gab: E


    O desenvolvimento mental incompleto abrange os menores de 18 anos e os silvícolas. Os silvícolas nem sempre serão inimputáveis. Depende do grau de assimilação dos valores sociais, a ser revelado pelo exame pericial. Destarte, dependendo da conclusão daperícia, o silvícola pode ser:


    a) imputável: se integrado à vida em sociedade;

    b) semi-imputável: no caso de estar dividido entre o convívio na tribo e na sociedade; e

    c) inimputável: quando completamente  incapaz de viver em sociedade, desconhecendo as regras que lhe são inerentes.



    Fonte : Cleber Masson


  • Complementando o estudo e conforme o Estatuto do Indio (Lei 6001/73):

     

    Art. 56. No caso de condenação de índio por infração penal, a pena deverá ser atenuada e na sua aplicação o Juiz atenderá também ao grau de integração do silvícola.

     

    Parágrafo único. As penas de reclusão e de detenção serão cumpridas, se possível, em regime especial de semiliberdade, no local de funcionamento do órgão federal de assistência aos índios mais próximos da habitação do condenado.

     

     Art. 57. Será tolerada a aplicação, pelos grupos tribais, de acordo com as instituições próprias, de sanções penais ou disciplinares contra os seus membros, desde que não revistam caráter cruel ou infamante, proibida em qualquer caso a pena de morte.

     

    Ainda conforme a referida lei, os índios são considerados (art. 4º):

     I - Isolados - Quando vivem em grupos desconhecidos ou de que se possuem poucos e vagos informes através de contatos eventuais com elementos da comunhão nacional;

     

    II - Em vias de integração - Quando, em contato intermitente ou permanente com grupos estranhos, conservam menor ou maior parte das condições de sua vida nativa, mas aceitam algumas práticas e modos de existência comuns aos demais setores da comunhão nacional, da qual vão necessitando cada vez mais para o próprio sustento;

     

    III - Integrados - Quando incorporados à comunhão nacional e reconhecidos no pleno exercício dos direitos civis, ainda que conservem usos, costumes e tradições característicos da sua cultura.

     

     

     

     

  • isso é só no papel.... kkkk

    Indio faz o que quer e quando vai preso a justiça solta e ainda alega que eles sao inimputaveis.

     

  • Bem pensei  naquela música do gabriel o pensador - Cachimbo da paz .

    No caso da música o índio não vai responder por crime. Então ele não pode ir preso.

    kkkkk Viajei agorakkkk

  • Processos relacionados
    HC 127244
    O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), julgou inviável a apreciação (negou seguimento) do Habeas Corpus (HC) 127244, impetrado em favor de quatro indígenas da etnia Guarani-Kaiowá, condenados a oito anos e seis meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo crime de roubo. Consta no processo que, em 2007, armados de facões, arco e flecha, machados e lanças, os índios chefiaram a invasão de duas fazendas no Município de Coronel Sapucaia (MS) de onde, sob ameaça, levaram um trator e uma carreta agrícola, entre outros bens.

  • SO TROCOU A PALAVRA IMPUTAVEL POR INIMPUTAVEL

  • Imputabilidade normal, neste caso.

     

    Se é parcialmente integrado => Semi-Inimputável;

     

    Se é totalmente alheio (não achei a palvra certa) => Inimputável;

  •    O indígena responderá pela prática de crime, no entanto, é necessário averiguar, se, de acordo com sua cultura, costume e tradição, ele entendia o caráter ilícito de determinada conduta considerada crime em lei. Assim, não importa determinar o grau de contato que o indivíduo pertencente a um povo indígena mantenha com a sociedade envolvente, mas sim, se na ocasião da conduta, ele tinha entendimento de que tal conduta era considerada ilícita.

  • Já pensou?

  • Meu Deus, por que esse tempo não volta? As questões de 2004 são muito fáceis!

     

    G. E

  • O problemas das questões fáceis é que ela não diferencia o pastor das ovelhar, ou  seja, só decoreba.

  • Sevículas inadaptados: EX: o índio, do extremo centro da reserva sem contato com homen branco, se cometer um crime, será considerado inimputável! Já o "índio de Nike, e tomando Coca cola " kkkkkkk Esse é imputável
  • ERRADO

     

    "O índio, mesmo que integrado e adaptado ao meio civilizado, é penalmente inimputável."

     

    Deve-se analisar se o Índio era capaz de entender o caráter ilícito do fato ou não

  • Errado . O requisito da culpabilidade '' Conhecimento da ilicitude do fato'' é analisada no caso concreto , não é objetivamente definida pelo simples fato do sujeito ser indígena

  • Gabarito ERRADO

    "O índio, mesmo que integrado e adaptado ao meio civilizado, é penalmente inimputável."

    Deve-se analisar se o Índio era capaz de entender o caráter ilícito do fato ou não

  • Se tiver conhecimento do ilícito = Imputável.

    Se não sabe = Inimputável

  • Se ele é civilizado ou não, não tem relevância, o que é relevante é se ele possui condições de entender o caráter ilícito da conduta!

    Saudemos a mandioca!!!

  • Os idios de hoje estão mais sabidos de que muitos graduados!

    Aposto com você que eles sabem escrever índios, já você não!

    F. Silva → PF/PRF

    Gostei (

    2

    )

  • Os índios, por outro lado, nem sempre serão inimputáveis. Essa situação depende do grau de assimilação dos valores sociais, a ser revelado pelo exame pericial. Destarte, dependendo da conclusão da perícia, o indígena pode ser: imputável: 

     

    a) se integrado à vida em sociedade;

     

    b) semi-imputável: no caso de estar dividido entre o convívio na tribo e na sociedade;

     

    c) e inimputável: quando completamente incapaz de viver em sociedade, desconhecendo as regras que lhe são inerentes.

     

    FONTE: Direito Penal: parte geral (arts. 1º a 120) – vol. 1 / Cleber Masson. – 13. ed. – Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: MÉTODO, 2019.

  • Nelson Hungria, chamava esses índios inadaptados, de silvícolas, aqueles que não tem total noção do ordenamento jurídico, outras pessoas classificadas, como individuo amoral, são as mulheres chinesas, que abortavam suas filhas por conta de tradições.

  • Pra não zerar!

  • Vou roubar um banco fantasiado de índio então. Kkkkkkk
  • O índio que integrado e adaptado ao meio civilizado, não pode ser considerado penalmente inimputável, mas sim, penalmente imputável, vez que possui a capacidade de entender o fato praticado.

  • SILVÍCOLA INADAPTADO

    para a doutrina majoritária, os índios não integrados, em regra, não são abarcados por excludentes de culpabilidade.

    No entanto, se no caso concreto for comprovado a ignorância do índio acerca da tipicidade da conduta, esse silvícola poderá ter a culpabilidade afastada por desconhecer a ilicitude da conduta.

    #BORA VENCER

  • A regra é clara, índio de HILUX ? imputável

  • INDIO PODER MATAR HOMEM BRANCO, QUE NÃO DÁ NADA.

  • Gabarito: Errado❗

    INIMPUTÁVEIS

    - Deficiente mental inteiramente incapaz

    - Menores de 18 anos

    - Pessoa Completamente Embriagada

    • (caso Fortuito ou Força Maior)

    ______________

    #BORAVENCER

  • Ano passado (2020) um dos maiores indigenistas do Brasil, Rieli Franciscato, foi morto por uma flechada no peito, enquanto investigava a aparição de índios isolados em uma cidade do interior de Rondônia.

    Até hoje ninguém respondeu pelo crime.

  • indio que faz tik tok é imputável kkkkk


ID
720862
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

No que tange à imputabilidade penal, julgue os itens a seguir.

Os surdos-mudos que não receberam instrução adequada são penalmente inimputáveis.

Alternativas
Comentários
  • * Desenvolvimento mental incompleto: sílvicolas não adaptados; surdos-mudos com total ou quase total impossibilidade de comunicação; pessoas com acentuado grau de primitivismo cultural.

  • O surdo-mudo não é automaticamente inimputável. Pelo contrário, pois, completados 18 anos de idade, todos se presumem imputáveis. Compete à perícia indicar o grau de prejuízo a ele causado por essa falha biológica. Podem ocorrer três situações distintas:
    a) se ao tempo da ação ou da omissão era capaz de entender o caráter ilícito do fato e de determinar-se de acordo com esse entendimento, será considerado imputável;
    b) se ao tempo da ação ou da omissão não era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento, será considerado semi-imputável (CP, art. 26, parágrafo único); e
    c) se ao tempo da ação ou da omissão era inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento, será considerado inimputável (CP, art. 26, parágrafo único).”

    Fonte: MASSON, Cleber. Direito Penal Esquematizado - Parte Geral - Vol. 1 (2017). 

     

    O silvícola inadaptado ao convívio com a civilização, assim como o surdo­-mudo alijado da cultura, pode enquadrar­-se no art. 26, caput ou parágrafo único, de acordo com o caso concreto. É de ver que, ao tempo do Código Penal de 1890, tais pessoas eram expressamente mencionadas como “não criminosos”375. Essa ficção legal foi abandonada com a promulgação do atual Código Penal.

    Fonte: André Estefam. “Direito penal esquematizado: parte geral - 5ed (2016).


ID
720865
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Acerca do concurso de pessoas, julgue os itens que se seguem.

Considere a seguinte situação hipotética.

Uma enfermeira, por ordem do médico, ministrou veneno a um paciente, supondo que se tratava de medicamento, ação que resultou na morte do doente.

Nessa situação, a enfermeira e o médico responderão pelo crime de homicídio, em concurso de pessoas.

Alternativas
Comentários
  • Errado. Médico - homicídio. Enfermeira - induzimento ao suicídio.

     Induzimento, instigação ou auxílio a suicídio

     Art. 122 - Induzir ou instigar alguém a suicidar-se ou prestar-lhe auxílio para que o faça:

      Pena - reclusão, de dois a seis anos, se o suicídio se consuma; ou reclusão, de um a três anos, se da tentativa de suicídio resulta lesão corporal de natureza grave.  Parágrafo único - A pena é duplicada:

     Aumento de pena

      I - se o crime é praticado por motivo egoístico;

      II - se a vítima é menor ou tem diminuída, por qualquer causa, a capacidade de resistência.



  • Creio que a resposta não seria bem esta. A enfermeira por não saber qual substancia estava ministrando ao paciente, pode responder por Homicidio Culposo, ou até mesmo ser isenta de pena, dependendo da circustancias. Já o Médico, que mandou a enfermeira ministrar a substancia letal, responderá por homicidio na forma qualificada, dolosa.

  • Para que haja concurso de pessoas tem de haver o liame entre os agentes, o que não ocorre no caso, pois a enfermeira não sabia da troca do remédio pelo veneno

  • Não há que se falar em concurso de pessoas no caso citado acima !

     

    Trata-se de erro de tipo determinado por terceiro (Art. 20 §2º CP)

    A enfermeira foi induzida ao erro pelo médico, usada como instrumento do crime, logo:

    -Se  o médico dolosamente criou o erro na enfermeira : homicídio doloso;

    - Se o médico culposamente criou o erro na enfermeira : homicídio culposo;

    A enfermeira que foi induzida ao erro:

    -Se o erro era inevitável : não há crime, ela não reponderá por crime algum;

    - Se o erro era evitável: ela responderá por crime culposo;

     

  • Responderá apenas o Médico, tendo em vista a ausência de liame subjetivo.

  • Enfermeira não responde por nada, indução a erro.

  • Ausência de Liame Subjetivo entre os agentes!

  • Caso de Erro de Tipo.

     

    A enfermeira continua praticando um ato Típico e ilícito,porém sem culpa,pois não se pode exigir que ela pratique conduta diversa. 

     

    Art. 20(...) § 1º - É isento de pena quem, por erro plenamente justificado pelas circunstâncias, supõe situação de fato que, se existisse, tornaria a ação legítima. Não há isenção de pena quando o erro deriva de culpa e o fato é punível como crime culposo.

    § 2º - Responde pelo crime o terceiro que determina o erro.

  • O erro foi da enfermeira

  • O médico é autor mediato.

  • Colegas, ao meu ver, a questão não deixa claro que o médico tinha consciência de que a substância era, na verdade, um veneno. Considerando as possibilidades, o médico receitara a injeção e a enfermeira, por erro (evitável ou não), injetou no paciente um veneno. Foi minha forma de interpretação. Se estiver errada, por favor, corrijam-me!

  • HOUVE a excludente da culpabilidade de obdiencia hierarquica por parte da enfermeira pos a ordem nao foi manifestadamente ilegal

  • Juvenal está equivocado, não tem nada de excludente de culpabilidade.

     

    Como os colegas já mencionaram, o caso narra hipótese de erro de tipo.

     

  • A questão descreve a chamada AUTORIA MEDIATA.

     

    O médico tinha o domínio do fato (de acordo com a teoria desenvolvida por Claus Roxin), mais especificamente, o domínio da vontade, sendo, portanto, autor do delito.


    A enfermeira agiu por erro de tipo (determinado por terceiro). Seu fato seria atípico, e não há que se falar em autoria/participação no homicídio.

     

    Lembrando que autoria mediata não configura concurso de agentes, por ausência de liame subjetivo entre as condutas dos "participantes"(ontologicamente falando).

     

    Gabarito: ERRADO.

     

     

  • ERRO PROVOCADO POR 3º TERCEIRO (Art. 20º §​ 2º CP)

     

    Noção geral: No erro de tipo o agente erra sozinho, NO PROVOCADO ele erra por ter sido induzido por terceiro a cometer o erro.

    Consequências: O 3º que provocou o erro é quem responde pelo crime.

     

    - DOLOSAMENTE - crime doloso Ex: medico quer matar um paciente (inimigo), ele entrega para enfermeira um frasco de veneno e manda ela ministrar no paciente, a enfermeira pensando em se tratar de remedio ministra e mata o paciente.

     

    - CULPOSAMENTE - crime culposo. Ex: medico por equivoco manda enfermeira ministrar 10ml no paciente quando a dose era 1ml/g o paciente sofre overdose e morre. - Provocou o ERRO (medico) na enfermeira culposamente. MEDICO responde por homicidio culposo.

  • O médico é o autor mediato que se aproveitou da enfermeira para praticar uma infração.Errado

  • Art. 20, § 2º, CP. Responde pelo crime o terceiro que determina o erro.

      O causador do erro responderá pelo resultado que gerou. A responsabilidade do agente levado a erro dependerá de análise do erro: se este foi inevitável, dolo e culpa serão afastados; se, por outro lado, foi evitável, o agente será responsabilizado na forma culposa do tipo, se prevista em lei.

  • Caso de autoria mediata. 

  • no meu entendimento quem ministrou o veneno foi o médico! foi quem deu a ordem! a enfermeira ocorreu em erro de tipo... agora se o erro de tipo dessa enfermeira for inescusável (indesculpável), ela responderá pelo crime de forma CULPOSAl... mas se o erro for escusável (desculpável), a enfemermeira terá cometido crime algum!

  • ERRADO

    mole, mole...

    O médico agiu com dolo ou com culpa? Não dá para saber (a não ser que você seja a Mãe Diná ou o Walter Mercado).
    A enfermeira é escusável (não responde por crime) ou inescusável (responde por culpa). Não dá para saber (a não ser que...você já sabe)...

    Se há a possibilidade de a enfermeira não responder por crime, há a possibilidadenão de não haver concurso de pessoas.

    Pare de complicar porque as questões são simples!!!
     

    E vamos em frente que atrás vem gente...

  • Não há liame subjetivo entre as partes.
  • Errado. Existem varias razoes para isso. Não se pode afirmar que a enfermeira teve o dolo de participar do homicídio, logo não pode atribuir a ela a figura do participe. Sob outro ponto a enfermeira pode ter agido em erro inevitável/ escusável o que por si só exclui o dolo e a culpa e consequentemente o crime. Nessa ultima hipótese o médico seria o autor mediato do crime de homicídio.
  • Questão estaria errada de qualquer forma, já que não haveria homicídio, porém o enunciado é ambíguo, devido ao verbo "supondo" servir tanto para a enfermeira quanto para o médico, ocorrência gerada por estar deslocado, percebam as duas interpretações:

    (1) Uma enfermeira ministrou veneno a um paciente por ordem do médico, supondo que se tratava de medicamento, ação que resultou na morte do doente. (supondo pode ser um aposto, explicando a ação do médico, ele que acreditava ser um medicamento)

    (2) Uma enfermeira, por ordem do médico, supondo que se tratava de medicamento, ministrou veneno a um paciente, ação que resultou na morte do doente. (a enfermeira acreditava ser medicamento)

  • ela cumpriu ordem não manifestante ilegal do medico então somente o mandante da ordem responde pelo crime

  • Uma enfermeira, por ordem do médico, ministrou veneno a um paciente, supondo que se tratava de medicamento, ação que resultou na morte do doente.

    Erro do tipo, autoria mediata.

    Ela não teve dolo e nem Culpa, pensava ela que se tratava de um medicamento. então quem responderá pelo crime será o medico, excluindo a culpabilidade da enfermeira.

  • Porque concurso de pessoas? Se a enfermeira não sabia que era veneno.

  • no caso da enfermeira é erro de tipo acidental o que exclui o dolo, contudo permite a punição a título culposo, hora não há como falar que "ENFERMEIRA" desconhecia a diferença entre um veneno e um remédio, assim, por tratar-se de autoria mediata, onde o médico atua como verdadeiro autor este sim responderá pelo homicídio doloso e a enfermeira pelo homicídio culposo

  • Somente o médico, pois ela não sabia.
  • Erro determinado por terceiro

  • ERRADO.

    A conduta da enfermeira é atípica. Considerando que não há dolo ou culpa por parte da enfermeira, ocorre a exclusão do primeiro elemento que forma o fato típico que é a conduta, excluindo o crime. O médico, por sua vez, responde por homicídio (ele é o terceiro que determinou o erro).

  • Autoria mediata
  • Coação irresistível e obediência hierárquica (Redação dada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)

    Art. 22 - Se o fato é cometido sob coação irresistível ou em estrita obediência a ordem, não manifestamente ilegal,

    de superior hierárquico, só é punível o autor da coação ou da ordem.

    (Redação dada pela Lei nº 7.209, de

    11.7.1984)

    não manifestamente ilegal = APARENTEMENTE LEGAL, MAS NÃO É.

    Coação física irresistível = excludente de tipicidade;

    Coação moral irresistível = excludente de culpabilidade.

    LETRA DA LEI.

  • Welber, creio que a obediência hierarquica só se dá em relaçãoes de Direito público, oq acredito não ser o caso. Né isto?

  • Erro determinado por terceiro.

    o Médico responde por HOMICÍDIO.

  • Erro determinado por terceiro.

    Médico > homicídio qualificado consumado

    Enfermeira > Erro de tipo invencível/escusável/inevitável (exclui-se a conduta)

  • ERRO DE TIPO NO CASO DA ENFERMEIRA.

  • Não existe CONCURSO DE PESSOAS, mesmo havendo mais de uma pessoa no cometimento do ato, porém, somente o Médico responderá pelo crime.

  • O médico responde como autor mediato; há divergências na doutrina sobre se a enfermeira teria excluída a tipicidade ou a culpabilidade; para a corrente q admite a ordem hierárquica não manifestamente ilegal somente aplicável ao servidor público, então nesse caso, ela teria excluída a tipicidade, por erro de tipo; a outra corrente sustenta ser excluída a culpabilidade, pois admite a ordem hierárquica não manifestamente ilegal tb nas relações de trabalho privadas. De toda forma ela não responde pelo crime.

  • Não há liame subjetivo, requisito para o concurso de pessoas.

  • se a enfermeira soubesse q se tratava de veneno ela responderia tbm?

  • Ausência de Liame Subjetivo entre os agentes

  • se ela não estava ciente de tal crime a ser cometido , não há oque se falar em concurso de pessoa .

  • Art. 20 – O erro sobre elemento constitutivo do tipo legal de crime exclui o dolo, mas permite a punição por crime culposo, se previsto em lei.

    A consequência para o erro, como deixa claro o , é a exclusão do dolo (e, consequentemente, do crime), salvo quando houver previsão para a forma culposa. 

    Consequências do erro de tipo: 

    Antes de tudo, duas observações:

    a) o dolo é parte integrante do crime, seja qual for a teoria adotada (bipartida ou tripartida). Portanto, o , ao dizer que o erro de tipo exclui o dolo, também está dizendo que afasta o crime;

    b) uma conduta só será punida na modalidade culposa se houver expressa previsão legal. 

    O erro de tipo essencial é dividido em:

    a) evitável ou inescusável: leva-se em consideração o “homem médio”. Pergunta-se se o homem médio, prudente, teria errado na mesma situação. Se a resposta for negativa, o erro será considerado evitável. Como consequência, o dolo será afastado, mas o agente será punido a título de culpa, se houver expressa previsão legal.

    b) inevitável ou escusável: neste caso, qualquer pessoa, mesmo com prudência, teria errado. Não se pode punir o agente em hipótese alguma, nem mesmo a título de culpa, pois se trata de erro imprevisível (a previsibilidade é elemento da culpa).

  • Errado.

    Dois erros.

    1 -> Houve erro de tipo

    2 -> Não há liame subjetivo

  • Erro de tipo escusável (inevitável), jamais ela imaginaria que o médico a daria veneno, portanto no erro de escusável há exclusão do dolo e da culpa, já no erro de tipo inescusável (evitável), o dolo exclui-se, porém a culpa continua respondendo o agente se no crime tiver a modalidade culposa, chama-se culpa iprópria.

  • Art. 20 – O erro sobre elemento constitutivo do tipo legal de crime exclui o dolo, mas permite a punição por crime culposo, se previsto em lei.

    ESTAMOS DIANTE DE ERRO DE TIPO INEVITÁVEL, EIS QUE ELA CONFIOU NO MÉDICO ACHANDO QUE SERIA ALGUM TIPO DE MEDICAMENTO UTILIZADO

  • CP - Art. 20 -  § 2º - Responde pelo crime o terceiro que determina o erro.

    NO CASO O MÉDICO.

    Se o erro for do tipo evitável (EX: Na serginda tinha um líquido preto, incomum na medicina, então a enfermeira deverá responder por culpa).

    Se o erro for do tipo inevitável (Ex: o líquido era incolor, comum na medicina, então ela não responderá nem por dolo e nem por culpa e estará excluída e tipicidade).

  • Gabarito: ERRADO.

  • GABARITO: ERRADO!

    A enfermeira incorreu em erro sobre elemento constitutivo do tipo, nos termos do art. 20 do Codigo Penal.

    O erro de tipo divide-se em escusável (inevitável) e inescusável (evitável). No caso, a situação descrita revela erro de tipo inevitável, pois a enfermeira, ao ministrar o veneno ao paciente, acreditava fielmente que se tratava de medicamento.

    Nessa situação, afasta-se tanto o dolo como a culpa, e, portanto, a enfermeira não responderá por crime algum.

    O médico, por sua vez, responderá pelo crime de homicídio, porquanto aquele que determina o erro responde pelo crime (art. 20, § 2º, do Código Penal).

  • A questão esta relacionada com:

    Erro do Tipo: Falsa Percepção dos fatos, foi enganado.

    Se agiu com erro do tipo Escusável (Inevitável): Exclui dolo e Exclui culpa.

    Se agiu com erro do tipo Inescusável (Evitável): Exclui o dolo, responde pela modalidade culposa.

    A enfermeira foi induzida ao erro pelo médico, não há que se falar em concurso de pessoas.

  • O erro de tipo essencial escusável exclui a punição por dolo ou culpa.
  • Erro de tipo escusável. Trata-se de caso de autoria mediata.


ID
720868
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Acerca do concurso de pessoas, julgue os itens que se seguem.

Considere a seguinte situação hipotética.

No interior de uma mata, Cláudio e Tiago, ao mesmo tempo, sem conhecerem a intenção um do outro, efetuaram tiros de revólver contra Mário, que veio a falecer em face dos ferimentos causados pelo disparo da arma portada por Tiago.

Com base nessa situação, Cláudio e Tiago responderão pelo crime de homicídio, em concurso de pessoas.

Alternativas
Comentários
  • Thiago por homicidio doloso, qualificado e Claúdio, homicidio na modalidade tentada.

  • Falta também o liame subjetivo para caracterizar o concurso de pessoas.

  • A Autoria Colateral ocorre quando dois agentes têm a intenção de obter o mesmo resultado, porém um desconhece a vontade do outro, sendo que o objetivo poderá ser atingido pela ação de somente um deles ou pela ação de ambos. Exemplo: Jorge e Antônio pretendem matar Carlos, e para tanto se escondem próximo à sua residência, sem que um saiba da presença do outro, e atiram na vítima. Assim, Jorge e Antônio responderão por homicídio em autoria colateral já que um não tinha conhecimento da ação do outro (não há vínculo psicológico). Salienta-se que, se apenas o tiro desferido por Jorge atingir Carlos, ele responderá por homicídio consumado, ao passo que Antônio responderá por homicídio tentado. Se não for possível verificar qual tiro matou Carlos, Jorge e Antônio responderão por tentativa de homicídio.

  • Para a caracterização do concurso de pessoas é necessário a presença de quatro requisitos cumulativamente:


    a) Pluralidade de agentes e de condutas;

    b) Relevância causal de cada conduta;

    c) Liame subjetivo entre os agentes;

    d) Identidade de infração penal.


    No caso apresentado, percebe-se que Cláudio e Tiago não tinham conhecimento da intenção um do outro, ausente, desta forma, o liame subjetivo entre os agentes, descaracterizando o concurso de pessoas, cada qual responderá, isoladamente, por sua conduta. 


    Se os agentes não atuam atrelados pelo vínculo subjetivo, não se pode falar em concurso de pessoas.


    Como os agentes não atuaram unidos por qualquer vínculo psicológico está caracterizado uma autoria colateral. Sendo assim, é certo que ambos responderão por homicídio doloso. Ocorre que Tiago responderá na forma consumada e Cláudio na forma tentada, sem concurso de pessoas, tornado o comando da questão errado.



  • ERRADO

     

    Apenas para complementar os comentários:

     

    Um dos requisitos para configurar concurso de pessoas é " PLURALIDADE DE AGENTES E DE CONDUTA," entretanto, é importante destacar que é imprescindível a "PLURALIDADE DE AGENTES CULPAVEIS".

     

    Outro requisito é "VÍNCULO SUBJETIVO" (ou liame subjetivo) (ou concurso de vontades). A colaboração não pode ser casual (autoria colateral), e sim ajustada entre eles. (Coautoria)

     

    Bons estudos!!!

  • Autoria colateral não se relaciona com concurso de pessoas.

    Na situação o crime é individualizado. um responde por tentativa de homicidio e outro homicidio consumado. Autoria colateral certa!

  • Apenas Complementando os estudos:

    A autoria colateral é aquela em que há mais de um agente desejando o resultado e praticando conduta independente do outro (Ex: A e B atiram para matar C: cada um quer seu resultado, e cada um responde por seu crime). 

    Já a autoria incerta é quando não se sabe quem é o autor de uma autoria colateral (ex: A e B atiram para matar C, mas não se sabe pelo tiro de quem ele morreu: ambos respondem por tentativa de homicídio, ex vi do princípio in dubio pro reo).

  • Errado

     

    Haverá autoria colateral pois não há liame subjetivo entre as condutas dos agentes para caracterizar concurso de pessoas (agiram independendemente).

     

    Tiago responderá por homicídio doloso e Cláudio por tentativa de homicídio em razão da ocorrência de causa concomitante absolutamente independente (pois a conduta de Tiago não se originou da de Cláudio, por si só causando o resultado morte, rompendo o nexo de causalidade em relação à Cláudio e imputando a ele apenas os atos anteriormente praticados).

  • Autoria colateral e não concurso de pessoas;Cada uma responde pelo o que fez.

     

  • Trata-se do instituto da autoria colateral (não houve vínculo subjetivo, acordo de vontades), onde Tiago responderá por homicídio consumado e Cláudio por homicídio tentado.

  • ITEM  – ERRADO – Tiago responderá por homicídio consumado e Cláudio por tentativa de homicídio. Sobre o que seja autoria colateral, o professor Cezar Roberto Bitencourt (in Tratado de direito penal: parte geral. 22 ed. rev., ampl. e atual. – São Paulo: Saraiva, 2016. P. 572):

     

     

    “Há autoria colateral quando duas ou mais pessoas, ignorando urna a contribuição da outra, realizam condutas convergentes objetivando a execução da mesma infração penal. É o agir conjunto de vários agentes, sem reciprocidade consensual, no empreendimento criminoso que identifica a autoria colateral. A ausência do vínculo subjetivo entre os intervenientes é o elemento caracterizador da autoria colateral. Na autoria colateral, não é a adesão à resolução criminosa comum, que não existe, mas o dolo dos participantes, individualmente considerado, que estabelece os limites da responsabilidade jurídico-penal dos autores96•

     

     

    Quando, por exemplo, dois indivíduos, sem saber um do outro, colocam-se de tocaia e quando a vítima passa desferem tiros, ao mesmo tempo, matando-a, cada um responderá, individualmente, pelo crime cometido. Se houvesse liame subjetivo, ambos responderiam como coautores de homicídio qualificado. Havendo coautoria será indiferente saber qual dos dois disparou o tiro fatal, pois ambos responderão igualmente pelo delito consumado. Já na autoria colateral é indispensável saber quem produziu o quê. Imagine-se que o tiro de um apenas foi o causador da morte da vítima, sendo que o do outro a atingiu superficialmente. O que matou responde pelo homicídio e o outro responderá por tentativa. Se houvesse o liame subjetivo, ambos responderiam pelo homicídio em coautoria. Imagine-se que no exemplo referido não se possa apurar qual dos dois agentes matou a vítima. Aí surge a chamada autoria incerta, que não se confunde com autoria desconhecida ou ignorada. Nesta, se desconhece quem praticou a ação; na autoria incerta sabe-se quem a executou, mas ignora-se quem produziu o resultado. O Código Penal de 1940 ao adotar a teoria da equivalência das condições pensou ter resolvido a vexata quaestio da chamada autoria incerta, quando não houver ajuste entre os concorrentes (Exp. de Motivos n. 22). Foi um equívoco: a solução só ocorre para situações em que houver, pelo menos, a adesão à conduta alheia. A autoria incerta, que pode decorrer da autoria colateral, ficou sem solução. No exemplo supracitado, punir a ambos por homicídio é impossível, porque um deles ficou apenas na tentativa; absolvê-los também é inadmissível, porque ambos participaram de um crime de autoria conhecida. A solução será condená-los por tentativa de homicídio, abstraindo-se o resultado, cuja autoria é desconhecida.” (Grifamos)

  • Autoria Colateral, de modo que Tiago responde por homicídio e Cláudio pela tentativa.

  • Autoria colateral é diferente de Concurso de Pessoas.

     

    Autoria colateral é quado duas ou mais agentes cometem o mesmo crime, mas SEM COMBINAÇÃO PRÉVIA, um ignorando a contribuição do outro.

     

    Obs 1: Cada um responderá pelos seus atos isoladamente.

     

    Obs 2: Se não for possível identificar o responsável pela morte da vítima, ambos devem ser inocentados. 

  • Gabarito - Errado.

    No caso, haveria autoria colateral.

    Mas me surgiu uma dúvida. Claudio responderia por tentativa de homicídio e Tiago por homicídio?

  • Matheus Souza, já que se trata de hipótese de AUTORIA COLATERAL, tendo em vista não haver LIAME SUBJETIVO, e como foi possível conhecer de qual arma veio o disparo fatal (no caso da arma de Tiago), TIAGO RESPONDE POR HOMICÍDIO CONSUMADO, E CLÁUDIO POR TENTATIVA DE HOMICÍDIO;

     

    Se não fosse possível conhecer de qual arma veio o disparo, ambos responderiam por TENTATIVA DE HOMICÍDIO.

     

    Como muito bem posto pelo colega Henrique Fragoso, Havendo coautoria será indiferente saber qual dos dois disparou o tiro fatal, pois ambos responderão igualmente pelo delito consumado.

  • Thiago responderá pelo crime de homicidio e Claúdio pelo de tentativa, e nessa situação eles não poderiam ser enquadrados em concurso de pessoas, até por que um não sabia do outro.

    Bons estudos e muita Fé em Deus !

  • Causa concomitante absolutamente independente:

    É aquela que ocorre numa relação de simultaneidade com a conduta do agente. Acontece no
    mesmo instante e paralelamente ao comportamento do agente.

     

    No exemplo:

     "se A e B, com armas de calibres diferentes,atiram contra C (afastada a hipótese de coautoria) e ficar provado que o projétil de B é que, atingindo o coração da vítima, a matou, ao passo que o de A alcançou levemente em um braço, somente aquele responde por homicídio."

    No caso, mesmo que o projétil disparado pela arma de A tivesse atingido a vítima de forma grave, mas não sendo o causador do resultado fatal, responderia ele tão somente pelo seu dolo(TENTATIVA).

  • thiago pelo homicidio e claudio pela tentativa.

  • errado. autoria colateral ocorre quando dois agentes têm a intenção de obter o mesmo resultado, porém um desconhece a vontade do outro, sendo que o objetivo poderá ser atingido pela ação de somente um deles ou pela ação de ambos. 

  • Nesse caso, não configura concurso de pessoas, pois há autoria colateral.

  • só complementando : não houve concurso de pessoas porque nao ha o liame subjetivo entre os agentes.

  • Como não houve o liame subjetivo entre os agentes, Claúdio responderá por tentativa de homicídio, enquanto Tiago pelo homicídio consumado.

  • Autoria Colateral : Não há liame subjetivo

    Tiago - Homicídio consumado

    Claúdio - Homicídio tentado

  • Uma curiosidade: quando não for possível identificar o responsável na autoria colateral pela morte (por exemplo), aplica-se o "in dubio pro reo", e ambos serão inocentados.

  • Caso de autoria colateral. Embora ambos tenham efetuado disparos, não havia liame subjetivo.

  • Autoria colateral: ocorre quando duas ou mais pessoas querem cometer o mesmo crime e agem ao mesmo tempo sem que um saiba da intenção do outro.   
    Requisitos: 

    -> Mesmo crime 
    -> Não há liame subjetivo
    -> Mesma vítima 
    -> Coincidente ou concomitante



    Espero ter ajudado. 

  •  

    Faltou o LIAME SUBJETIVO

  • Juliana Lima, errado, ambos respondem por tentativa.
  • QUESTÃO FALA SOBRE ``AUTORIA COLATERAL´´>UM IGNORANDO A CONDUTA DO OUTRO>2 AGENTES>RESULTADO CAUSADO POR 1

    NÃO CABE CONCURSO DE PESSOAS

    ERRADA

    PM AL 2018

  • Autoria colateral não cabe concurso de pessoas.

  • O legal das questões antigas do CESPE é ver todas as situações que hoje os professores usam como exemplo.

  • ERRADO

     

    É a chamada autoria colateral, os agentes agem ao mesmo tempo sem, contudo, um saber da intenção do outro. É homicídio consumado para aquele que causou, de fato, a morte da vítima através dos disparos de arma de fogo e tentativa para o outro agente, que também acertou a vítima sem, contudo, ser o autor do disparo fatal. 

     

    Quando a perícia não consegue derterminar quem efetuou o disparo fatal, será chamda de autoria colateral incerta e será tentativa de homicídio para os participantes do homicídio. Isso porque o Código de Processo Penal Brasileiro trabalha com a chamada verdade real. 

  • É necessário o liame subjetivo no concurso de pessoas.

    No caso em tela, houve autoria colateral.

  • Cláudio e Tiago não responderão em concurso de pessoas, tendo em vista que não conheciam a intenção um do outro. A questão traz uma concausa concomitante absolutamente independente. Nesse caso, Tiago responderá por homicídio consumado e Cláudio por tentativa de homicídio.

    Gabarito: ERRADO.

  • Absolutamente independente concomitante!

  • ERRADO

    ''sem conhecerem a intenção um do outro''

    Logo, não houve liame subjetivo. Não há concurso de pessoas dado isso. Trata-se de autoria colateral.

  • Hipótese de Autoria Colateral

  • AUTORIA COLATERAL: duas ou mais pessoas desejam praticar um crime e agem simultaneamente sem que uma tenha conhecimento da intenção da outra e o resultado decorre da ação de apenas uma delas, que é identificado no caso concreto. Não há concurso de pessoas por ausência do liame subjetivo.

  • Este é um caso de Autoria Colateral:

    Tiago responde por Homicídio Consumado;

    Cláudio responde por Homicídio Tentado;

  • GAB ERRADO.

    Tiago responderá por homicídio doloso consumado e Cláudio responderá por homicídio doloso tentado.

  • Thiago por homicídio consumado e Cláudio por homicídio tentado... é o que a doutrina chama de autoria colateral certa.

  • não há liame subjetivo

  • REQUISITOS DO CONCURSO DE PESSOAS (AGENTES )

    1- Pluralidade de condutas

    2- Liame Subjetivo

    3- Nexo Causal

    4-Unidade de Infração

    No concurso de pessoas temos a figura do AUTOR, CO-AUTOR, PARTICIPE, onde todos que contribuem mpara a pratica da mesma infração cometem um ÚNICO crime, contudo, cada um responde na medida de sua culpabilidade. (TEORIA MONISTA).

  • HÁ LIAME SUBJETIVO? NÃO

    SEQUER HÁ AJUSTE PRÉVIO (EMBORA SEJA DISPENSÁVEL).

    LOGO, A AUSÊNCIA DE LIAME/VÍNCULO SUBJETIVO ENTRE OS AGENTES, DESCARACTERIZA A HIPÓTESE DE CONCURSO. SENDO ASSIM, UMA HIPÓTESE DE "AUTORIA COLATERAL/IMPRÓPRIA".

  • ERRADO

    * Dica para prova do CESPE (desse tema): Se não foi citado na questão nada que induza "liame subjetivo"não o assuma pois vai errar.

    ------

    Sobre a questão:

    Se enquadra em AUTORIA COLATERAL (DIFERE DE COAUTORIA: CONCURSO DE PESSOAS)

    ¹Não cita nada EXPLICITO sobre liame subjetivo de vontades, conluio, INCLUSIVE demonstra o oposto: "ao mesmo tempo, sem conhecerem a intenção um do outro, efetuaram tiros"

    ²Cita que a bala que matou, saiu da arma de TIAGO.

    ³O autor do tiro fatal (TIAGO) responderá por homicídio consumado, e os demais atiradores (CLÁUDIO), por homicídio tentado.

    Prova semelhante:  

    2003/CESPE/DPE-AM 

    2004/CESPES/AGU

  • Autoria colateral não se relaciona com concurso de pessoas.

    Na situação o crime é individualizado. um responde por tentativa de homicídio e outro homicídio consumado. Autoria colateral certa!

  • Gabarito: errado

    A diferença entre a autoria colateral e a coautoria é justamente o liame subjetivo anterior ao fato entre os autores do delito, o primeiro não possui o liame, já o segundo sim. Portanto, cada um responderá aquilo que realmente tiver feito.

  • ERRADO

    Não há liame subjetivo, consequentemente, não há concurso de pessoas. No entanto, haverá o instituto chamado Autoria Colateral (Autoria Imprópria).

  • CONCURSO DE PESSOAS OU AGENTES

    Autoria imediata ou própria

    2 ou mais pessoas praticando o verbo ou núcleo do tipo penal

    Autoria mediata

    Ocorre quando um individuo utiliza-se de uma pessoa como instrumento para a prática do crime

    Autoria colateral ou imprópria

    quando dois agentes, embora convergindo suas condutas para a prática de determinado fato criminoso, não atuam unidos pelo liame subjetivo

    Autoria incerta

    Ocorre quando mais de uma pessoa concorre para a prática do crime, mas não é possível apurar com precisão qual foi a conduta que efetivamente produziu o resultado

    Autoria desconhecida ou ignorada

    É a autoria atribuída quando não se descobre o autor do crime

    Teoria monista ou unitária (Teoria adotada)

    •Todos respondem pelo mesmo tipo penal mas cada um segundo a sua culpabilidade

    Teoria pluralista 

    •Um tipo penal para um e outro tipo penal para outro 

    Exemplo:

    Crime de corrupção passiva e ativa 

    Teoria dualista

    Um tipo penal para cada uma das conduta dos agentes 

    •Cada um responderia por um crime 

    Requisitos do concurso de pessoas:

    1 - Pluralidade de agentes e condutas

    2 - Relevância causal de cada conduta

    3 - Liame subjetivo entre os agentes

    4 - Identidade de infração penal

    Punição da participação 

    a) Teoria da acessoriedade mínima:  a participação é penalmente relevante quando o partícipe contribui para a prática de um fato típico

     b) Teoria da acessoriedade limitada:  a participação é penalmente relevante quando o partícipe contribui para a prática de um fato típico e ilícito

    (Teoria adotada)

    c) Teoria da acessoriedade máxima ou extremada:  a participação é penalmente relevante quando o partícipe contribui para a prática de um típicoilícito e culpável. 

     d) Teoria da hiperacessoriedade:  a participação é penalmente relevante quando o partícipe contribui para a prática de um típicoilícito e culpáve e punível.

    CP

    Teoria monista ou unitária

    Art. 29 - Quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua culpabilidade.

    Participação de menor importância

    § 1º - Se a participação for de menor importância, a pena pode ser diminuída de 1/6 a 1/3. 

    Cooperação dolosamente distinta ou desvio subjetivo de conduta

    § 2º - Se algum dos concorrentes quis participar de crime menos grave, ser-lhe-á aplicada a pena deste; essa pena será aumentada até metade, na hipótese de ter sido previsível o resultado mais grave. 

    Circunstâncias incomunicáveis

    Art. 30 - Não se comunicam as circunstâncias e as condições de caráter pessoal, salvo quando elementares do crime. 

    Casos de impunibilidade

    Art. 31 - O ajuste, a determinação ou instigação e o auxílio, salvo disposição expressa em contrário, não são puníveis, se o crime não chega, pelo menos, a ser tentado.

  • Gabarito ERRADO.

    .

    .

    .

    Requisitos:

    • Pluralidade de agentes culpáveis
    • Relevância causal da colaboração
    • Vínculo subjetivo, Liame subjetivo, Liame psicológico, concurso de vontades
    • Identidade de infração penal
    • Existência de fato punível
  • A resolução exige conhecimento quanto à autoria colateral/imprópria. Considerando que foram condutas autônomas e ambos não combinaram anteriormente de praticar o delito, bem como ser possível identificar quem deu o tiro fatal, cada um responderá somente pelo seus atos:

    Cláudio -> Homicídio tentado

    Tiago -> Homicídio consumado

    Complementando:

    Para que se caracterize o concurso de pessoas é indispensável a presença de quatro requisitos: PRIL

    (A) Pluralidade de agentes e de condutas: A existência de diversos agentes, que empreendem condutas relevantes (não necessariamente iguais), é o requisito primário do concurso de pessoas. A atuação reunida dos agentes contribui de alguma forma para a cadeia causal, fazendo com que os vários concorrentes respondam pelo crime.

    (B) Relevância causal das condutas: É necessário que cada uma das condutas empreendidas tenha relevância causal. Se algum dos agentes praticar um ato sem eficácia causal, não haverá concurso de pessoas (ao menos no que concerne a ele).

    (C) Identidade de infração penal: Para que se configure o concurso de pessoas, todos os concorrentes devem contribuir para o mesmo evento.

    (D) Liame subjetivo entre os agentes: É também necessário que todos os agentes atuem conscientes de que estão reunidos para a prática da mesma infração.

    Não é necessário que haja pactum sceleris, um acordo prévio. 

    .

  • Primeiro que Thiago respondera por homicídio consumado e Cláudio por homicídio tentado, e segundo que é autoria colateral: eles não sabiam da intenção um do outro

  •  eles não sabiam da intenção um do outro, logo, não é concurso de pessoas.

  • Autoria Colateral.


ID
720871
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Acerca da produção e do trâmite de documentos, julgue os itens
a seguir.

Para que a produção documental se dê de forma racionalizada, é recomendável evitar a reprodução desnecessária de documentos.

Alternativas
Comentários
  • Muitas copias do mesmo documento atrapalha a racionalização documental, recomendável a reprodução (copia) de DOC que seja estritamente necessária..

     

    Correto.

  • Exatamente...

    Inclusive a produção é a primeira etapa da gestão de documentos.


ID
720874
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Acerca da produção e do trâmite de documentos, julgue os itens
a seguir.

Documentos originais não devem ser desmembrados de seus conjuntos.

Alternativas
Comentários
  • Se o documento faz parte de um conjunto, não devem ser desmembrado do mesmo, sob pena de perder o seu valor.

    Fonte : https://pt.scribd.com/document/71874630/Provas-de-Arquivologia-Prof-ELVIS-MIRANDA

  • desmembramento: consiste na retirada de folhas/documentos do processo de forma definitiva, para a formação de um novo processo.

     

    desentranhamento: consiste na retirada de folhas/documentos do processo de forma definitiva, entretanto não tem como objetivo formar um novo processo, mas integrar um processo já existente.

  • Se for retirado, pode perder seu valor;

  • Se for retirado,pode perder  seu CARÁTER ORGÂNICO.

     

                                                                SEJA FORTE,NÃO DESISTA!!!

  • Princípio da Proveniência-Respeito aos fundos

  • Meio lógico né, rsrs


ID
720877
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Acerca da produção e do trâmite de documentos, julgue os itens
a seguir.

Antes de seu arquivamento, os documentos devem ser devidamente classificados.

Alternativas
Comentários
  • Organização do Arquivo= COA
    Classifcação

    Ordenação

    Arquivamento.

  • CORRETO.

    CLASSIFICADO, ORDENADO, ARQUIVADO.

  • Questiono a veracidade da questão, uma vez que se pode interpretar que a etapa anterior ao arquivamento é a ordenação, conforme dito no fragmento "Antes de seu arquivamento".

     

    --

     

    Gabarito oficial: certo

    Meu gabarito: erradíssimo

  • CORRETA

     

    CLASSIFICAÇÃO----------------------> ORDENAÇÃO-------------------> ARQUIVAMENTO

    OPER.INTELECTUAL                   OPER.INTELECTUAL                         OPER.FÍSICA

  • CLASSIFICAÇÃO - ORDENAÇÃO - ARQUIVAMENTO.


ID
720880
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Acerca da produção e do trâmite de documentos, julgue os itens
a seguir.

A principal função de um setor de protocolo deve ser o empréstimo de documentos.

Alternativas
Comentários
  • Errado!


    Ao estudarmos o protocolo, podemos perceber que é um conjunto de atividades que está inserido na fase de utilização da Gestão de Documentos. Entende-se por protocolo o conjunto de operações técnicas que visam controlar o trâmite de documentos dentro de uma instituição.


    Fonte: Prof. Mayko Gomes - Ponto dos Concursos

  • A principal função do protocolo é controlar os documentos que tramitam na organização, de modo a assegurar sua imediata localização.

  • Errado! A princiál função do protocolo é controlar o fluxo documental dos documentos.

  • Alguém poderia me explicar quem é responsável pelo empréstimo?

  • Atividades do arquivo corrente

    Protocolo, expedição, arquivamento, empréstimo, consulta e destinação.

  • Atividades no âmbito CORRENTE (P.A.D.E.C.E)

    Protocolo

    Arquivamento Vale ressaltar que a CLASSIFICAÇÃO é

    Destinação feita na fase CORRENTE

    Empréstimo

    Consulta

    Expedição

    Atividades do PROTOCOLO (C.E.R.C.A.R)....não nesta ordem*

    Classificação

    Expedição/Distribuição

    Registro

    Controle

    Autuação

    Recebimento

  • O empréstimo é atividade do arquivo corrente.

    Algumas questões sobre empréstimo:

    Q350619 - PF 2004

    O responsável pela guarda dos documentos nos arquivos correntes não pode emprestá-los a outros setores do próprio órgão; por isso, deverá copiá-los quando houver algum pedido de informação. (Gab: errado)

    Q168325 - ANVISA 2007

    Protocolo, expedição, arquivamento, empréstimo, consulta e destinação são atividades dos arquivos correntes. (Gab: certo)

    Q315991 - SERPRO 2013

    O empréstimo de documentos é uma atividade do setor de protocolo. (Gab: errado)

  • O pessoal citou o controle do fluxo documental,sendo o principal.

    Então quer dizer que o Protocolo tem uma função PRINCIPAL(dentre as várias que ele possui) ?

    Não são todas com o mesmo nível de importância?


ID
720883
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Acerca da produção e do trâmite de documentos, julgue os itens
a seguir.

O instrumento utilizado para controlar os documentos que tramitam em instituições como o STJ denomina-se folha de autuação.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO

     

    Ao estudarmos o protocolo, podemos perceber que é um conjunto de atividades que está inserido na fase de utilização da Gestão de Documentos. Entende-se por protocolo o conjunto de operações técnicas que visam controlar o trâmite de documentos dentro de uma instituição.

     

    Fonte: Prof. Mayko Gomes - Ponto dos Concursos

  • ERRADO

    Protocolo.

  • Conceito de protocolo!

  • Protocolo

    Atua na fase corrente.

    a) Recebimento;

    b) Registro;

    c) Autuação -Formação do preocesso;

    d) Classificação;

    e) Movimento;

    f) Controle e tramitação.

  • O instrumento utilizado para controlar os documentos que tramitam em instituições como o STJ denomina-se protocolo.

  • Olá concurseiros, estou estudando para uma prova e no edital tem uns assuntos que não consegui encontrar de forma clara, nem na apostila que comprei, se alguém dispuser do material e puder me emprestar agradeço.

    Noções de controle de materiais, organização de arquivos

    Noções de recebimento e transmissão de informações

    Regras de hierarquia no serviço público

    Noções de utilização de fax, celulares, intercomunicadores e outros aparelhos de comunicação


ID
720886
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Ao implantar um programa de gestão documental, o arquivo do
STJ fará uso de instrumentos auxiliares. Com referência a
esses instrumentos e às práticas arquivísticas, julgue os itens
subseqüentes.

A tabela de temporalidade visa atribuir prazo de guarda para os documentos de terceira idade.

Alternativas
Comentários
  • A Tabela de Temporariedade visa atribuir prazo de guarda nas fases correntes e intermediárias, bem como a destinação final dos documentos da empresa (recolhimento ou eliminação). 

  • Os documentos da terceira idade não tem prazo de guarda, eles são permanentes.

     

    ERRADO

  • Direto ao Ponto!

    A tabela de temporalidade visa atribuir prazo de guarda para os documentos de terceira idade (1ª IDADE = corrente e 2ª IDADE = intermediários).

    GABARITO: ERRADO

    Olá, estou corrigindo redações para concurso, para mais informações envie email para fuvio10@outlook.com ou chame aqui! Experiência comprovada, por meio de provas corrigidas por bancas.


ID
720889
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Ao implantar um programa de gestão documental, o arquivo do
STJ fará uso de instrumentos auxiliares. Com referência a
esses instrumentos e às práticas arquivísticas, julgue os itens
subseqüentes.

O descarte deve ocorrer em todas as fases do ciclo vital de documentos.

Alternativas
Comentários
  • Errado - Na fase permanente, não tem descarte.

  • POde ocorrer!! DEVE não! e na fase permanente não tem descarte

  • ERRADA

     

    UMA VEZ QUE FOI PARA O ARQUIVO PERMANENTE, JÁ ERA, NÃO HÁ COMO ELIMINAR, DESCARTAR...

  • cespe e seus deve....


ID
720892
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Ao implantar um programa de gestão documental, o arquivo do
STJ fará uso de instrumentos auxiliares. Com referência a
esses instrumentos e às práticas arquivísticas, julgue os itens
subseqüentes.

O plano de classificação visa possibilitar o arquivamento e a recuperação de documentos.

Alternativas
Comentários
  • O Plano de Classificação de Documentos é o instrumento utilizado para classificar todo e qualquer documento de arquivo. Entende-se por classificação de documentos a sequência das operações técnicas que visam a agrupar os documentos de arquivo relacionando-os ao órgão produtor, à função, subfunção e atividade responsável por sua produção ou acumulação.

     

    Arquivoestado.sp

  • Visa a recuperação do arquivo ?

    Alguém pode dar umas luz ?

  • Um dos principais desafios da classificação de documentos é a conscientização dos setores que utilizam a informação arquivística, sobre os benefícios proporcionados, quando da aplicação de um código ou plano de classificação para a recuperação da informação.

     

    De acordo com Lopes (1997), a classificação pode ser descrita como a sequência de operações que, de acordo com as estruturas organizacionais, funções e atividades de uma organização, visam a distribuir os documentos em classes e subclasses.

     

    Bernandes e Delatorre (2008) descreve que entre os objetivos e benefícios da classificação, destacam-se:

      ~> a recuperação do contexto original de produção de documentos

      ~> visibilidade às funções, subfunções e atividades do organismo produtor

      ~> controle de trâmites

      ~> atribuição de códigos numéricos e

      ~> fornecer subsídios para a avaliação dos documentos

     

    Fonte: http://www.scielo.br/pdf/pci/v17n3/a10v17n3.pdf

  •  

    correto

    Questão semelhante

     

    Q63635 - O instrumento auxiliar adotado na gestão de documentos que possibilita o arquivamento e, posteriormente, a recuperação desses documentos denomina-se plano de:

     

    classificação


ID
720895
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Ao implantar um programa de gestão documental, o arquivo do
STJ fará uso de instrumentos auxiliares. Com referência a
esses instrumentos e às práticas arquivísticas, julgue os itens
subseqüentes.

As minutas de documentos devem receber classificações individualizadas em função do prazo de guarda a elas atribuído.

Alternativas
Comentários
  • Minutas são rascunhos logo não há de se falar em prazo de guarda a elas atribuído!!!!

  • Creio que esteja errada porque o prazo de guarda não tem relação com o tipo documental, nesse caso minutas de documentos, e sim com a frequência de uso.

  • Minuta é um resumo do documento, faz parte dele, onde o documento for a minuta vai tambem, não se trata de um documento diferente.

  • Colegas, com todo respeito, me desculpem. Mas minuta não é rascunho, nem resumo de documento.

    Vou colocar trechos do livro de Heloisa Liberalli Bellotto, que diferencia bem minuta de rascunho. Vamos lá:

    "Minuta não é rascunho e, sim, o pré-original. Por rascunho entende-se o texto sujeito a correções e rasuras e que contém supressões, acréscimos e substituições. Na realidade, pela própria definição da palavra a minuta é, antes, uma forma mais abreviada, menos completa do original. Entretanto, também pode ser considerada o texto completo, mas que ainda não foi "passado a limpo", não contendo, portanto, as formas de validação"

    [...]

    "A minuta é um escrito preparatório e reduzido para que, a partir dele, se possa confeccionar o documento original. Trata-se de um pré-original, no qual se reúnem as notas que contêm os dados essenciais para a redação definitiva do documento."

    O erro da questão está em dizer que as minutas recebem classificações em função do prazo de guarda. Não é assim. Na verdade é o contrário.

    A classificação que auxilia nos prazos de guarda, pois é uma atividade que vem primeiro. Além disso, acredito que minutas não recebem classificação, pois não possuem sinais de validação, nem são consideradas documentos arquivísticos. Como a autora cita, minuta é um pré-original.

    Se eu tiver errada, me ajudem :D estamos aqui para aprender

    Fonte: Livro Arquivos Permanentes

  • Minuta ou rascunho é a definição dada à primeira versão de um documento, ainda sujeita a alterações.

    Fonte: Dicionário de Terminologia de Arquivologia


ID
720898
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
STJ
Ano
2004
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Ao implantar um programa de gestão documental, o arquivo do
STJ fará uso de instrumentos auxiliares. Com referência a
esses instrumentos e às práticas arquivísticas, julgue os itens
subseqüentes.

Cumpridos os prazos estabelecidos pela tabela de temporalidade para os documentos da fase corrente, aqueles que não forem descartados devem ser recolhidos à fase intermediária.

Alternativas
Comentários
  • Transferidos   à fase intermediária .

  • Da fase corrente para à intermediária: TRANSFERÊNCIA

    Da fase corrente ou intermediária para à permanente: RECOLHIMENTO

  • Cumpridos os prazos estabelecidos pela tabela de temporalidade para os documentos da fase corrente, aqueles que não forem descartados devem ser transferidos à fase intermediária.

  • ERRADA

     

    TRANSFERIDOS À FASE INTERMEDIÁRIA

    RECOLHIDOS AO ARQUIVO PERMANENTE

  • ERRADO

    Transferido à fase intermediária ou Recolhido à fase permanente.

     

  • Intermediária ou permenente.

  • "Cumpridos os prazos estabelecidos pela tabela de temporalidade para os documentos da fase corrente, aqueles que não forem descartados devem ser recolhidos à fase intermediária."

    A questão inverte o conceito:

    TRANSFERIDOS À FASE INTERMEDIÁRIA

    RECOLHIDOS AO ARQUIVO PERMANENTE

  • Se você chegou até aqui considere-se um vencedor.

    Com certeza já está a um passo da concorrência.

     

    Bons estudos.

  • Transferidos para a fase intermediaria.