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Prova FGV - 2021 - PC-RJ - Inspetor de Polícia Civil


ID
5604352
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 1

“Um homem acusado de tentativa de feminicídio foi preso, neste sábado (13/11), por policiais civis da 48ª DP (Seropédica).
O acusado já possuía dois registros de agressões contra a vítima. De acordo com agentes, no dia 06 de novembro, ele voltou a agredir a companheira e tentou matá-la.
O criminoso foi encaminhado para o sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.”

Considerando a estrutura geral do texto 1, o último período tem a função de:

Alternativas
Comentários
  • O acusado já possuía dois registros de agressões contra a vítima (é  causa) e a (consequência) é ser preso. Portanto, o primeiro período é a assertiva “b”, pois indica consequência.

    Gabarito: B

  • Considerando a estrutura geral do texto 1, o último período tem a função de:

    Último período: ''O criminoso foi encaminhado para o sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.”

    Resolução: Há uma consequência da tentativa de homicídio, qual seja: Encaminhado a prisão. E por que é provisória ? Porque ele ficará a disposição da justiça, ou seja, não é algo permanente, podendo ser solto ou até mesmo ser condenado definitivamente.

    GAB LETRA B

  • O brabao já vinha lesionando a mina, mas só após a tentativa de homicidio veio a consequecia dele ser encaminhado para o sistema prisional.

    Obs: nao pode ser a letra D, pois lesionar e uma coisa muito diferente do homicidio, o dolo é muito diferente, no caso da morte pelo desejo de lesionar, acarretaria em um qualificadora e nao no delito de homicidio, ou seja, mesmo vindo a ocorrer a morte o homicidio nao estaria configurado, afastando a similaridade.

    Gabarito: B

    Domingo tem mais em meus amores (13.02.2022)

  • Essa eu passei longe :(

  • o termo 'provisória' que me derrubou...

  • Essa aqui dá pra resolver partindo de noções introdutórias de Direito Processual Penal! KKKK.

    "O criminoso foi encaminhado para o sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça. ".

    Ele está em uma prisão cautelar, portanto, provisória, em decorrência de ter cometido determinado crime em potencial. Ele ainda é mero acusado, e não condenado/sentenciado.

    Eu resolvi assim, deu certo KKKK.

    GAB LETRA B

  • a) não é um exemplo, é uma consequência

    B) GABARITO

    c) não é pena, é uma extrapolação

    d) isso se aplicaria se tivesse comparação (para haver "semelhantes")

    e) é consequência, não causa

  • “Um homem acusado de tentativa de feminicídio foi preso, neste sábado (13/11), por policiais civis da 48ª DP (Seropédica). 1º Periodo

    O acusado já possuía dois registros de agressões contra a vítima. De acordo com agentes, no dia 06 de novembro, ele voltou a agredir a companheira e tentou matá-la. 2º Periodo

    O criminoso foi encaminhado para o sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.” 3º Periodo (E ultimo pra quem nao sabe contar)

    Considerando a estrutura geral do texto 1, o último período tem a função de:

    Se voce respondeu a letra "D" estamos juntos.

    Mais e a letra be de acordo com a analise do enunciado. Provas da FGV implicam em leitura e releitura do mesmo texto por diversas vezes, UMA DESGRAC@#$%

  • mostrar a pena aplicada ao criminoso reincidente; NAO

    Prisão cautelar não serve como antecipação do cumprimento de pena

  • O termo "homicídio" que me derrubou... Achei que fosse feminicídio já que são coisas distintas.

  • A palavra "homicídio" me lascou. Estava muito p.. da vida até ir ao Código Penal e ver que o feminicídio é um tipo de homicídio (achava que era um tipo penal diferente, isolado)... vivendo e aprendendo. Deus me ajude, pq só madrugar parece que não está resolvendo.
  • Fiquei em dúvida entre as alternativas b e d. No entanto, em questões da nossa querida FGV devemos observar SEMPRE o caso mais concreto possível. Veremos:

    b) indicar a consequência provisória da tentativa de homicídio;

    Aqui, muitos se confundem no tipo penal oriundo do art. 121 do CP - Matar alguém (homicídio simples) com a qualificadora do crime principal do caput que é o feminicídio. O feminicídio não deixa de ser um homicídio de modo geral, ou seja, o tipo penal é o mesmo, porém a qualificadora é distinta ao fato que o crime implica na pessoa do sexo feminino/mulher.

    Em se tratando da RESPOSTA CONCRETA, temos que é sim uma consequência provisória encaminhar o criminoso para o sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça para que sejam apuradas todas as situações causadas à companheira.

    d) destacar um procedimento legal em casos semelhantes;

    Sim, também é um procedimento legal para casos semelhantes, porém, vale destacar que a banca procura elementos OBJETIVOS e não SUBJETIVOS, ou seja, temos nesta alternativa um caso subjetivo/superficial, que não se aproxima tanto ao texto narrado por se tratar de algo irrelevante, o que não é conforme relatado no texto.

    Diante das explanações, caros concurseiros, a banca FGV nos mostra o grosso modo da Língua Portuguesa, onde, devemos ESTUDAR tanto a teoria quanto o modo como ela quer e cobra em suas provas. É assim que o examinador pensa. Aceitem!

    BONS ESTUDOS e BOA SORTE A TODOS!!

  • A "B" e "D" estão certas, mas a FGV faz isso e acerta quem tem mais sorte.

  • Se vocês olharem pelo gabarito da bendita prova, a alternativa correta é letra D

  • Se você marcou letra D, parabéns!!! Você quase acertou

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ID
5604355
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 2

“Um homem acusado de tráfico de drogas e associação para o tráfico foi preso, neste sábado (13/11), por policiais civis da 110ª DP (Teresópolis) e militares. Contra ele foi cumprido um mandado de prisão.
O criminoso foi capturado após informações de inteligência. Ele foi encaminhado para o sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.” 

No texto 2 há a ocorrência de três vocábulos que poderiam ser confundidos com seus parônimos: tráfico/tráfego, cumprido/comprido, mandado/mandato.

A frase abaixo em que o vocábulo destacado está bem empregado é: 

Alternativas
Comentários
  • a) Incorreta.

    absolver / absorver – O juiz decidiu absorver todo o grupo já que todas as provas eram circunstanciais;

    O juiz não tem como absorver o grupo, pois o juiz não pode os consumir, mas somente soltar, por isso, somente cabe absolver.

    b) Incorreta.

    aprender / apreender – O grupo de policiais aprendeu uma grande quantidade de drogas no galpão da empresa; 

    O grupo policial pode apenas apeender as drogras, pois significa as aprisionou, mas não aprender, pois não há como ganhar conhecimentos com elas.

    c) Incorreta.

    delatar / dilatar – O delegado resolveu delatar o prazo da investigação a fim de ajudar o trabalho dos agentes;

    O delegado dilatou, ou seja, retardou. Agora se ele deletasse, ele estaria acusando o prazo da investigação e ficaria esquisito isso, pois acusa alguém de algo e não uma investigação.

    d) Incorreta.

    despensa / dispensa – A administração do presídio guardava numa espécie de dispensa todas as frutas; 

    Quando se guarda comida, guarda-se em uma despensa que é o local próprio para isso. Agora, quando se dispensa uma comida, é porque está jogando-a fora.

    e) Correta.

    fluir / fruir – Após o conserto a água fluía da torneira com toda a facilidade.

    O uso está correto, pois significa que a água corria em abundância. O verbo "fuir" significa tirar proveito.

    Gabarito: E

  • Gabarito na alternativa E

    Solicita-se correto uso dos termos parônimos:

    A) absolver / absorver – O juiz decidiu absorver todo o grupo já que todas as provas eram circunstanciais;

    Incorreta. No caso em tela deve-se utilizar a forma "absolver";

    "Absolver" - dar alguém por inocente;

    "Absorver" - recolher em si algum liquido ou algo (figurado);

    B) aprender / apreender – O grupo de policiais aprendeu uma grande quantidade de drogas no galpão da empresa; 

    Incorreta. No caso em tela deve-se utilizar a forma "apreendeu";

    "Aprender" - adquirir conhecimento;

    "Apreender" - realizar apreensão, tomar do possuidor algo ilícito;

    C) delatar / dilatar – O delegado resolveu delatar o prazo da investigação a fim de ajudar o trabalho dos agentes;

    Incorreta. No caso em tela deve-se utilizar a forma "dilatar";

    "Delatar" - denunciar a responsabilidade de alguém por ato ilegal;

    "Dilatar" - tornar maior, mais largo;

    D) despensa / dispensa – A administração do presídio guardava numa espécie de dispensa todas as frutas; 

    Incorreta. No caso em tela deve-se utilizar a forma "despensa";

    "Despensa" - local próprio para o acondicionamento de mantimentos;

    "Dispensa" - ato de dispensar;

    E) fluir / fruir – Após o conserto a água fluía da torneira com toda a facilidade.

    Correta. o termo está corretamente empregado;

    "Fluir" - o liquido quando corre com abundância por um percurso determinado;

    "Fruir" - desfrutar;

  • Eu juro que achava que a grafia de despensa era igual à do verbo dispensar, ainda bem que conhecia ambas as palavras da alternativa E

  • Gab E

    fluir / fruir – Após o conserto a água fluía da torneira com toda a facilidade.

  • Parônimos que a FGV ama:

    absolver (perdoar, inocentar) absorver (aspirar, sorver)

    aprender (tomar conhecimento) apreender (capturar, assimilar)

    ascensão (subida) assunção (elevação a um cargo)

    comprimento (extensão) cumprimento (saudação)

    deferir (atender) diferir (distinguir-se, divergir)

    delatar (denunciar) dilatar (alargar)

    descrição (ato de descrever) discrição (reserva, prudência)

    descriminar (tirar a culpa) discriminar (distinguir)

    despensa (local onde se guardam mantimentos) dispensa (ato de dispensar)

    eminência (elevado) iminência (qualidade do que está iminente)

    flagrante (evidente) fragrante (perfumado)

    fluir (transcorrer, decorrer) fruir (desfrutar)

    imergir (afundar) emergir (vir à tona)

    infligir (aplicar pena) infringir (violar, desrespeitar)

    mandado (ordem judicial) mandato (procuração)

    ratificar (confirmar) retificar (corrigir)

    soar (produzir som) suar (transpirar)

    sortir (abastecer, misturar) surtir (produzir efeito)

    tráfego (trânsito) tráfico (comércio ilegal)

  • Vai caí na sua prova kkkkk

    "Absolver" - dar alguém por inocente;

    "Absorver" - recolher em si algum liquido ou algo (figurado);

    "Aprender" - adquirir conhecimento;

    "Apreender" - realizar apreensão, tomar do possuidor algo ilícito;

    "Delatar" - denunciar a responsabilidade de alguém por ato ilegal;

    "Dilatar" - tornar maior, mais largo;

    "Despensa" - local próprio para o acondicionamento de mantimentos;

    "Dispensa" - ato de dispensar;

    "Fluir" - o liquido quando corre com abundância por um percurso determinado;

    "Fruir" - desfrutar;

    Mandato: é quando alguém tem autorização para praticar determinadas ações em função de outros. Logo é um poder que alguém conferiu a outro, a fim de agir em seu nome. Significa: procuração, delegação.

    Mandado significa ordem judicial ou administrativa e será, nessas circunstâncias, um substantivo: mandado de busca, mandado de segurança, mandado de busca e apreensão, mandado de captura, mandado de soltura, mandado de citação.

    Tráfego = trânsito, grande atividade, afã, comércio: tráfego aéreo, tráfego marinho, tráfego rodoviário.

    Tráfico = comércio, não necessariamente ilícito. Daí se dizer tráfico ilegal ou tráfico ilícito.

    Comprido é usado para qualificar o que é longo, alto ou extenso. Jorge cresceu muito e ficou comprido!

    Cumprido é usado para designar o que está realizado, feito. Enfim, pode descansar, já que o dever está cumprido.

  • Se a FGV quer te f%d$r ela consegue pqp

  • Dependendo do contexto, a C poderia estar correta também!

  • GABARITO E

    Parônimo correto:

    "Após o conserto a água fluía ( ESCORRIA) da torneira com toda a facilidade". 

    Responder

  • GABARITO E

    a) absolver / absorver – O juiz decidiu ABSOLVER todo o grupo já que todas as provas eram circunstanciais;

    b) aprender / apreender – O grupo de policiais APREENDEU uma grande quantidade de drogas no galpão da empresa; 

    c) delatar / dilatar – O delegado resolveu DILATAR o prazo da investigação a fim de ajudar o trabalho dos agentes;

    d) despensa / dispensa – A administração do presídio guardava numa espécie de DESPENSA todas as frutas; 

    e) fluir / fruir – Após o conserto a água fluía da torneira com toda a facilidade.

  • Essa é pra levantar a moral. Questão justa.

    GAB. LETRA "E"

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ID
5604358
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 2

“Um homem acusado de tráfico de drogas e associação para o tráfico foi preso, neste sábado (13/11), por policiais civis da 110ª DP (Teresópolis) e militares. Contra ele foi cumprido um mandado de prisão.
O criminoso foi capturado após informações de inteligência. Ele foi encaminhado para o sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.” 

O texto 2 é do tipo informativo e é marcado pela mais rigorosa objetividade; a marca de objetividade presente no texto que está corretamente exemplificada é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito na alternativa A

    Solicita-se indicação da assertiva que exemplifique marca de objetividade do texto:

    A) emprego da voz passiva sem complemento de agente: “O criminoso foi capturado após informações de inteligência”;

    A objetividade em textos informativos é marcada pela disponibilidade direta e clara da informação, sem adendos e informações dispensáveis.

    Forma de objetividade é o uso de voz passiva sem indicação de agente da passiva, quando este não é o centro da informação, focando o autor no desenvolvimento da ação e suprimindo seu agente, que é elemento secundário do fato.

    No caso em tela, o uso da voz passiva faz com que a informação principal seja a ação, a circunstância e o objeto, retirando da passagem a indicação do agente que pratica o ato, informação dispensável ao informar o fato.

  • Segundo a prof. Grasiela Cabral:

    • Voz passiva analitica: Ser + Particípio passado do verbo principal, (caso da questao);
    • Voz passiva sintetica: VTD + SE

    Gabarito: A

  • "O criminoso foi capturado após informações de inteligência"

    O criminoso é o paciente, aquele que sofreu a ação.

    O agente, aquele que praticou a ação de prender o criminoso, não é mencionado na frase.

    Gabarito: A

  • QUESTAO QUE A FVG AMA!

  • Paciente: o criminoso. Agente (quem prática a ação): não mencionado.
  • Foi preso por POLICIAIS CIVIS. Policiais civis, nessa caso, não é o/a agente da passiva?

  • Eu jamais imaginaria que a marca de objetividade presente no texto está corretamente exemplificada por conta do emprego da voz passiva sem complemento de agente. Essa é a questão! Esse bla bla bla de agente e paciente a gente aprende fácil.

  • Um homem acusado de tráfico de drogas e associação para o tráfico foi preso, neste sábado (13/11), por policiais civis da 110ª DP (Teresópolis) e militares."

    Um homem foi preso POR POLICIAIS. Isso não seria o agente?

  • ESSA QUETÃO E MESMO DA FGV KKKKKK

  • É impressão minha ou a FGV costuma relacionar a OBJETIVIDADE quase sempre à voz passiva??

  • Letra a CORRETA - Caso objetivo de VOZ PASSIVA ANALÍTICA (verbo auxiliar ser (foi do verbo ser flexionado na 3ª pessoa do singular do Pretérito Perfeito, do Modo Indicativo) + verbo principal no particípio passado (capturado do verbo capturar).

  • Eu sei que não vai fazer diferença nenhuma reclamar, mas em se tratando de uma matéria jornalística, como é o caso da questão, o uso da voz passiva JAMAIS seria o fator que dá objetividade ao texto. Muito pelo contrário, todos os manuais, teóricos e livros de redação jornalística reprimem o uso de voz passiva. Falo isso enquanto jornalista de formação. Mas enfim, de novo sei que não adianta reclamar com a banca.....

  • Eu sei que não vai fazer diferença nenhuma reclamar, mas em se tratando de uma matéria jornalística, como é o caso da questão, o uso da voz passiva JAMAIS seria o fator que dá objetividade ao texto. Muito pelo contrário, todos os manuais, teóricos e livros de redação jornalística reprimem o uso de voz passiva. Falo isso enquanto jornalista de formação. Mas enfim, de novo sei que não adianta reclamar com a banca.....

  • Discordo do gabarito, já que independentemente da menção do agente continuará sendo um tipo textual informativo. Todavia deve está "clara" ou "detalhada" a informação no texto, sendo assim, Alternativa C seria correta nesta análise.

  • Técnicas de impessoalização:

    • Pluralização do sujeito(Colocá-lo na 1º ou na 3° pessoa do plural)
    • Voz passiva
    • Ocultação do agente da ação
    • Sujeito indeterminado EX: Roubaram carneiros.
    • Agente inanimado EX: A diretoria da empresa..
  • Se vocês olharem pelo gabarito da bendita prova, a alternativa correta é letra C

  • Eu descartei a C pelo fato de dizer localização precisa da ocorrência, só que a localização informada, que é em (teresópolis) se refere a polícia civil e não ao fato ocarrido.

    localização precisa da ocorrência: “Um homem acusado de tráfico de drogas e associação para o tráfico foi preso, neste sábado (13/11), por policiais civis da 110ª DP (Teresópolis) e militares

  • Bizu pra esse tipo de questão em que ela pede para analisar a objetividade das frases:•

    O aumento da objetividade : voz passiva, suprimindo-se o agente e dando ênfase apenas a ação informada.

    •  Diminuição da objetividade. O uso de sujeito indeterminado em contextos informativos diminui sua objetividade, indicando elementos textuais não retomáveis pelo leitor;

  • se vcs olharem bem as alternativas, ELAS SE CONTRADIZEM!

    Onde é pra ter indeterminação, não há!

    Onde é pra ser nominalização, há verbalização!

    e assim sucessivamente!

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  • Caros, colegas eu me sentia assim há uns 10 meses, quando resolvia as questões de português da FGV, não via lógica. Desde então, percebi que deveria fazer algo de diferente, só fazer o básico não estava funcionando. Então, conversando com um amigo que quase fechava as provas de português da FGV, disse-me para fazer um caderno de predileção de assuntos mais cobrados pela banca, colocando a questão do assunto com a explicação e um bizú ou outra sobre a forma de cobrar determinado assunto, tendências etc... e

    E assim e o fiz durante esses 10 meses. Advinha? Hoje, estou indo muito bem nas provas de português, acertando em média 85% da matéria. Nem acredito as vezes, no começo parecia impossível!

    E, recentemente, fui aprovado na PM-AM e estou entre os 250 primeiros colocados em um concurso que contou com mais de 88 mil candidatos. A banca foi a FGV, e mais uma vez fiz 90% da prova de português, e foi o que melhorou muito minha colocação em relação aos demais concorrentes. ESTOU REALIZANDO UM SONHO!

    ALGUMAS OBSERVAÇÕES QUE VOCÊ PRECISA SABER:

    1º Raramente você conseguirá gabaritar uma prova de português da FGV, de um total de 20, acertar 18, 17 você já estará na frente de muitos candidatos, e outra, não precisa gabaritar a prova para passar, mas tirar mais pontos que seu concorrente.

    2º A FGV tem um entendimento de português só dela, aceite!

    3º Para você ir bem, agora é minha opinião, você deve ter uma base na matéria, mas 80% é resolução de questões da banca no nível do seu concurso, superior, médio ou fundamental, acredite faz diferença.

    4º Não precisa ser um gênio em português, eu mesmo cheio de erros nesse post não sou, mas melhorei bastante!

    Por fim, estarei disponibilizando esse caderno: Contato Whats (69 99308-7327)

    Acredite, vale muito a pena, nesse caderno há bizús, assuntos mais cobrados, questões autoexplicativas juntadas ao longo de 10 meses de resoluções de questões específicas da FGV na matéria de português.

    ACREDITE NOS SEUS SONHOS!

    Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e seus planos serão bem-sucedidos.

    | provérbios 16: 3 |

     


ID
5604361
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 1

“Um homem acusado de tentativa de feminicídio foi preso, neste sábado (13/11), por policiais civis da 48ª DP (Seropédica).
O acusado já possuía dois registros de agressões contra a vítima. De acordo com agentes, no dia 06 de novembro, ele voltou a agredir a companheira e tentou matá-la.
O criminoso foi encaminhado para o sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.”

Em muitos textos informativos, o autor insere alguns elementos subjetivos; a frase abaixo que exemplifica tal situação é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra B

    É pena que a prisão do acusado tenha sido feita sem testemunhas (traz uma ideia de opinião do enunciador, um juízo de valor dele)

    Todas as outras assertivas trazem assertivas objetivas - não há participação do enunciador nela.

    Lembrando que a influência do redator pode se dar por modalizadores, linguagem figurada, adjetivos de qualidade...

    Questões similares: Q1854913, Q1868136

  • Objetivo > Imparcial, sem opiniões o julgo de valor.

    Subjetiva > Faz julgo de valor, opinião do agente.

  • Gabarito na alternativa B

    Solicita-se indicação da assertiva que exemplifique uso de elemento subjetivo:

    B) É pena que a prisão do acusado tenha sido feita sem testemunhas;

    Elementos subjetivos são juízos de valor externados com base no sentimento daquele que escreve, tendo por base a informação disponibilizada. É a opinião do autor, que a exterioriza por meio de modalizadores.

    No caso em tela, ao utilizar a expressão "é (uma) pena", o autor está valorando a informação quanto à ausência de testemunhas na prisão, deixando que sua opinião mescle-se à informação.

    É elemento subjetivo, não encontrado nas demais alternativas.

  • MODALIZADORES TEXTUAIS: São elementos gramaticais ou lexicais por meio dos quais o autor manifesta determinadas atitudes e/ou posições em relação a um conteúdo e/ou tema específicos.

    Observe que, a alternativa B é a única que apresenta a opinião do autor através da expressão "é pena", tornando a frase subjetiva.

    Dica: diante de um texto seja um farejador de modalizadores textuais, certamente irá ajudar em algumas questões no dia da prova.

    Veja as questões: Q1868144/ Q1868136

    GAB: B

    Consagre os teus planos ao Senhor.

  • Por que a C também não pode estar certa?

    Os crimes de feminicídio parecem estar aumentando nas cidades brasileiras

    ??????????

  • É PENA QUE NÃO ACERTO NENHUMA QUESTAO DA FGV!!!! KKKKKK SEGUE O JOGO.

  • "Parecem estar" e tão subjetivo quanto "é pena"

  • Na prova marquei a C e errei achando que acertei "parecem estar" ... Sebraspe? Nunca critiquei

  • Parecem estar não é necessariamente subjetivo, uma vez que pode parecer estar por dados coletados até então, mas que não são suficientes para uma conclusão objetiva - o que já n seria mais meramente subjetividade do autor.

  • Hoje não acertei uma!

  • Essa é aquela questão que a FGV coloca com dois gabaritos para não haver fechamento da prova. Segue o baile.

  • SUBJETIVO = OPINIÃO

    OBJETIVO = FATOS, NÃO HÁ OPINIÃO

  • Ora, ora se não é a FGV nos mostrando que cobra nas questões o elemento OBJETIVO (risos).

    Temos aqui o que ela classifica como SUBJETIVO de opinião, superficial,... :D

  • NÃO ENTENDIR PORQUE NÃO SER A

    --- D--- PARECEM

  • O comando da questão fala sobre textos informativos e a letra C não carrega nenhuma informação. A letra B traz uma opinião sobre uma informação, não sei se é isso kk fiquei em dúvida tbm.

  • Acho que está na hora da plataforma voltar a disponibilizar os gabaritos comentados pelos professores!

  • Por que não a letra E? Os policiais elogiaram a ação policial... Isso é subjetivo, os transeuntes podem ter achado péssima.

  • Tatiana, não pode ser a letra E pq ela está dizendo que os JORNAIS elogiaram a ação policial. Isso é um fato, não uma opinião do redator do texto :D

ID
5604364
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A população recebeu, esta semana, por meio de cartazes distribuídos pelos diversos bairros do Rio, a informação sobre o telefone para denunciar atos ilegais à Polícia.

A situação abaixo que se utiliza do mesmo canal de comunicação é:

Alternativas
Comentários
  • A população recebeu, esta semana, por meio de cartazes distribuídos pelos diversos bairros do Rio, a informação sobre o telefone para denunciar atos ilegais à Polícia.

    Cartazes⇨ informação visual, escrita.

    a) Incorreta.

    Escutei ontem pelo rádio que o Vasco da Gama ganhou o jogo;

    Informação sonora.

    b) Incorreta.

    O sino da matriz anunciava a missa da noite;

    Informação sonora.

    c) Correta.

    No caixa eletrônico de seu banco, Vera aparecer na tela a mensagem “Digite sua senha”;

    Informação visual, escrita.

    d) Incorreta.

    Telefonaram-lhe à noite, comunicando a má notícia;

    Informação sonora.

    e) Incorreta.

    O carro passava pela rua, oferecendo laranjas aos moradores dos prédios.

    Informação normalmente sonora. Quem nunca teve o carro do ovo ou da laranja passando em sua rua.

    Gabarito: C

  • Inspetor da nasa essa prova

  • Inspetor do STF

  • essa aí foi uma das mais difíceis da FGV

  • FGV parou 100% de cobrar gramática em suas provas, agr é só loucura e adivinhação. Boa sorte

  • O canal de comunicação que foi utilizado no exemplo é a mensagem escrita nos cartazes. Simplesmente a mensagem a escrita. Logo, o conteúdo final referente à telefone é irrelevante.

    A única das alternativas que tem como canal uma mensagem escrita, ainda que em uma tela (a do caixa eletrônico), é a alternativa C.

    • FGV fazendo questão de português é de Deus não.
  • Os cartazes foram lidos pela população.

    Vera leu a mensagem na tela.

  • cartazes = canal de comunicação -> ESCRITA

    mensagem na tela = canal de comunicação -> ESCRITA

    Gabarito letra C

  • É só analisar as alternativas com raciocínio crítico... todas elas remetem a uma comunicação verbal/sonora, anunciada, exceto a mensagem escrita no caixa eletrônico..

  • A FGV ensina a gente que temos que viajar nas questões para conseguir acertar, aí vem uma questão dessa que bastava diferenciar o ouvir de ver..

  • agora vou ter q apelar

  • Inspetor/Juiz.

    Será que a FGV não gosta das carreiras policiais?

  • GABARITO: Letra C

    Na frase inicial, a população identificou a mensagem pela ESCRITA no cartaz. Agora vejas alternativas:

    a) Escutei ontem pelo rádio que o Vasco da Gama ganhou o jogo; (Recebeu a mensagem pelo SOM)

    b) O sino da matriz anunciava a missa da noite; (Recebeu a mensagem pelo SOM)

    c) No caixa eletrônico de seu banco, Vera vê aparecer na tela a mensagem “Digite sua senha”; (Recebeu a mensagem pelo ESCRITA)

    d) Telefonaram-lhe à noite, comunicando a má notícia; (Recebeu a mensagem pelo SOM)

    e) O carro passava pela rua, oferecendo laranjas aos moradores dos prédios. (Recebeu a mensagem pelo SOM)

    Veja que apenas a letra C aparece um canal de escrita. As demais aparecem ideia de som.

  • ???????????? Que raio de questão é essa
  • o que está acontecendo aqui beuteus? KKKKKKKKKKKKKKKKK

  • Nao sei dizer se meu pensamento foi certo, mas so lembei que.....

    se o cartazes diz pra voce ligar pra policia assim que ver algo errado, por que voce nao vai colocar sua senha quando o banco pedir ?

  • O passo a passo da resposta C para o pedido do enunciado foi o mesmo, mas só entendi depois que errei a questão.

    Pessoal, não desistam. Aprendizado é um pouco de cada vez.

    Não desistam.

  • Não vi "nenhum" depoimento no estratégia concursos de alguém que tenha passado nessa prova de inspetor... kkk

    Afinal, quem são, onde estão, o que comem e como vivem quem passou nessa prova?????

  • essa prova foi escrotaaaa!!!!

  • Se você leu ( escrita ) um cartaz não importa mais nenhuma outra informação. No caixa eletrônico é a mesma ideia, você leu ( escrita ) na tela.

  • É raciocínio lógico! E não PORTUGUÊS!

  • Gente do céu. Que diabos o examinador fez nessa questão?

  • Mais subjetividade. A FGV tem essa mentalidade de que ninguém pode fechar a prova.

  • Canal de comunicação é diferente de código de comunicação:

    Canal é por onde a mensagem é transmitida: uma conversa (pessoalmente), telefone, e-mail, cartaz etc.

    Código é a linguagem utilizada para representar a mensagem; a escrita, a palavra ou gesto.

    Outros exemplos:

    Eu envio um e-mail, escrito em inglês, para um amigo. O e-mail será o canal, e a língua inglesa será o código.

    Quando o Presidente está se pronunciando na TV, tem um intérprete de Libras. Nesse casso, a TV é o canal de comunicação e o intérprete de Libras é código (para o espectador surdo).

    RESUMINDO: Não tem gabarito 100% correto, a banca deveria ter usado o termo código de comunicação, que no caso, seria a língua portuguesa escrita (no caixa eletrônico, assim como no cartaz).

  • GAB. C

    Alguém mais teve a minha percepção?

    A população recebeu, esta semana, por meio de cartazes distribuídos pelos diversos bairros do Rio, a informação sobre o telefone para denunciar atos ilegais à Polícia.

    A situação abaixo que se utiliza do mesmo canal de comunicação é:

    Canal de comunicação pelo qual a população recebeu a informação ou canal de comunicação pelo qual a população pode entrar em contato com a polícia?

    Só sei que vou sair inventando argumentos para anulação de gabarito nas provas da FGV. kkkkkk

  • pensei totalmente diferente: '' cartazes distribuídos pelos diversos bairros'' : atingiria o maior numero de pessoas.

    a C e a D informação apenas individual.

    a B e a E informação restrita a uma rua ou proximidades que ouviriam o sino.

    a A atingiria mais pessoas , pelo radio. Por isso marquei A.

    Sei la! A culpa é da FGV que faz a gente viajar na maionese!!

  • Eu respondi assim:

    O examinador quer o mesmo canal de comunicação.

    A população recebeu, esta semana, por meio de cartazes distribuídos pelos diversos bairros do Rio, a informação sobre o telefone para denunciar atos ilegais à Polícia.

    Entendo que a comunicação foi feita pelo meio físico (cartazes). A pessoa, fisicamente, recebe a informação, pois leu o cartaz em algum lugar do bairro.

    Na A,B,D e E as pessoas recebem a informação, mas não pelo meio físico. Observe que elas escutam as informações nas opções apresentadas, exceto na letra C. Nela, a pessoa vai ao caixa e, estando lá, recebe a informação pelo próprio terminal para digitar a senha.

    Não sei se queriam exatamente isso, mas foi a forma que eu interpetrei.

  • É engraçado como os professores não corrigem as questões de interpretação da FGV. Por que será?

  • No começo eu não entendi nada, no final parecia que eu estava no começo!

  • A população recebeu, esta semana, por meio de cartazes ( IMAGEM) distribuídos pelos diversos bairros do Rio, a informação sobre o telefone para denunciar atos ilegais à Polícia.

    A situação abaixo que se utiliza do mesmo canal de comunicação é:

    A - Escutei ontem pelo rádio que o Vasco da Gama ganhou o jogo; SOM

    B - O sino da matriz anunciava a missa da noite; SOM

    --> C - No caixa eletrônico de seu banco, Vera vê aparecer na tela a mensagem “Digite sua senha”; IMAGEM

    D - Telefonaram-lhe à noite, comunicando a má notícia; SOM

    E - O carro passava pela rua, oferecendo laranjas aos moradores dos prédios. SOM

  • Entendi como sendo um meio de comunicação visual... Cartaz e aparecer na tela...

  • https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/interpretacao-de-texto-um-dos-maiores-problemas-de-estudantes-brasileiros/

    Lendo os comentários e entendendo de onde vem essa "dificuldade"!

  • Se você eliminar todas as alternativas na primeira passada. Provavelmente vc interpretou errado o que o enunciado da questão está pedindo. Melhor rever o enunciado, procurar outra interpretação e reler as alternativas novamente.

  • de louco para louco, eu pensei que usava-se as tecla do caixa(digite sua senha) e as teclas do telefone (digite para a policia)

  • Treino difícil....jogo "mais fácil"......

  • Não sou de ficar batendo cabeça com questão, mas essa está ambígua.

    Reparem: "A população recebeu, esta semana, por meio de cartazes distribuídos pelos diversos bairros do Rio, a informação sobre o telefone para denunciar atos ilegais à Polícia. A situação abaixo que se utiliza do mesmo canal de comunicação é:"

    Aí vem a pergunta: a parte final refere-se a qual canal de comunicação? Os cartazes distribuídos ou o meio de comunicação para denunciar atos ilegais à polícia?

  • Prova de adivinhação, porque há dois canais no comando da questão, e nas alternativas os dois estão lá. então cabe ao candidato adivinhar qual dos quais a questão pede.

  • essa foi de f**er o c* do palhaço
  • bem simples.

    o que a população recebeu ?

    a informação sobre o telefone para denunciar atos ilegais à Polícia

    Como a população recebeu a informação ?

    por meio de cartazes distribuídos pelos diversos bairros do Rio

    Cartaz é um meio de comunicação visual.

    somente a alternativa C) trás esse tipo de comunicação

  • Pelo que entendi, os cartazes vistos nas ruas, é a mesma visão que se têm na tela do caixa eletrônico.

    No pensamentoda banca, a tela do caixa, é como se fosse um "cartaz virtual", só que de apenas um lugar específico passando a informação.

    como diz a questão: digite sua senha...

    as instruções informam que deve ser digitada a senha. Sem esse guia, não se sabe quando deve digitar a senha e realizar o procedimento requerido.

    Para entender essa questão, tem que ir lá na imaginação da banca e ser um vidente também ajuda. Rsrs.

    Acho que foi isso!

  • Prova de língua portuguesa com raciocínio lógico. A gramática vai ser extinta.
  • Galera, o recado foi dado de maneira escrita - para o leitor LER.

    A única alternativa que a pessoa também vai ler, é na fila do banco.

  • Gente, eu vi dois canais de comunicação nessa questão.. a princípio só entendi texto e posteriormente telefone

  • Escutei ontem pelo rádio que o Vasco da Gama ganhou o jogo; OUVIU

    B

    O sino da matriz anunciava a missa da noite; OUVIU

    C

    No caixa eletrônico de seu banco, Vera vê aparecer na tela a mensagem “Digite sua senha”;

    D

    Telefonaram-lhe à noite, comunicando a má notícia; OUVIU

    E

    O carro passava pela rua, oferecendo laranjas aos moradores dos prédios OUVIU

  • A FGV deveria se chamar LSD... só usando para conseguir entrar no raciocínio dessa banca

  • Precisa ter a mente muito aberta pra entender essa banca.

  • É mais fácil se matar de estudar as outras matérias e garantir a aprovação do que tentar no português kkkkkk

  • Nenhuma alternativa utiliza o mesmo canal de comunicação que o do enunciado, um cartaz. No entanto, e não é querendo defender a banca, mas ajudando a quem se interesse em procurar entender a mentalidade dessa banca, a única opção, dentre as disponíveis nessa questão, em que a comunicação é feita da mesma forma que a de um cartas, ou seja, por escrito, é a que aparece na tela de um caixa eletrônico.

  • eu lendo a questão procurando uma lógica para responder........afinal ela queria o mesmo canal de comunicação e não tinha cartaz nas alternativas......aí fui tentar a achar a lógica e marquei rádio pq pela lógica parecia ser um canal amplo de divulgação igual o cartaz.......... kkkkkkkk difícil pq a gente tem que adivinhar.

  • Eu entendi assim:

    O folheto dava uma INSTRUÇÃO para os moradores (Caso quisessem denunciar algo).

    O Caixa eletrônico dava uma INSTRUÇÃO sobre o que Vera deveria fazer naquele momento.

    Letra C, portanto.

  • É O GIGANTESCO CLUB DE REGATAS VASCO DA GAMA, APENAS.

  • Oh Loco meu!

  • Caros, colegas eu me sentia assim há uns 10 meses, quando resolvia as questões de português da FGV, não via lógica. Desde então, percebi que deveria fazer algo de diferente, só fazer o básico não estava funcionando. Então, conversando com um amigo que quase fechava as provas de português da FGV, disse-me para fazer um caderno de predileção de assuntos mais cobrados pela banca, colocando a questão do assunto com a explicação e um bizú ou outra sobre a forma de cobrar determinado assunto, tendências etc... e

    E assim e o fiz durante esses 10 meses. Advinha? Hoje, estou indo muito bem nas provas de português, acertando em média 85% da matéria. Nem acredito as vezes, no começo parecia impossível!

    E, recentemente, fui aprovado na PM-AM e estou entre os 250 primeiros colocados em um concurso que contou com mais de 88 mil candidatos. A banca foi a FGV, e mais uma vez fiz 90% da prova de português, e foi o que melhorou muito minha colocação em relação aos demais concorrentes. ESTOU REALIZANDO UM SONHO!

    ALGUMAS OBSERVAÇÕES QUE VOCÊ PRECISA SABER:

    1º Raramente você conseguirá gabaritar uma prova de português da FGV, de um total de 20, acertar 18, 17 você já estará na frente de muitos candidatos, e outra, não precisa gabaritar a prova para passar, mas tirar mais pontos que seu concorrente.

    2º A FGV tem um entendimento de português só dela, aceite!

    3º Para você ir bem, agora é minha opinião, você deve ter uma base na matéria, mas 80% é resolução de questões da banca no nível do seu concurso, superior, médio ou fundamental, acredite faz diferença.

    4º Não precisa ser um gênio em português, eu mesmo cheio de erros nesse post não sou, mas melhorei bastante!

    Por fim, estarei disponibilizando esse caderno: Contato Whats (69 99308-7327)

    Acredite, vale muito a pena, nesse caderno há bizús, assuntos mais cobrados, questões autoexplicativas juntadas ao longo de 10 meses de resoluções de questões específicas da FGV na matéria de português.

    ACREDITE NOS SEUS SONHOS!

    Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e seus planos serão bem-sucedidos.

    | provérbios 16: 3 |

     

  • E telefone???? TELEFONE PARA DENUNCIAR??? Sinceramente quase fui na E de tão absurda.


ID
5604367
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Todos os segmentos textuais abaixo exemplificam o discurso argumentativo; o segmento em que a argumentação se apoia sobre um exemplo é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito na alternativa D

    Solicita-se indicação da passagem que represente argumentação construída com base em exemplo:

    A) Se você ama seus filhos, dê-lhes de presente nossos jogos educativos;

    Incorreta. Não há na passagem utilização de exemplo, mas uso de construção condicional atrelada ao sentimentalismo como forma de persuasão;

    B) O mestre não apresenta jamais uma ideia unicamente no plano intelectual, ele a mostra de forma que o coração a sinta;

    Incorreta. A argumentação é construída por meio de uma estrutura de negação e retificação, sem uso de exemplos;

    C) A psicanálise mostrou que nossos comportamentos na idade adulta são determinados pelo inconsciente, como já disse Freud;

    Incorreta. Não há uso de exemplo, mas citação de autoridade como forma de dar solidez à informação;

    D) Os professores não respeitam o horário de atendimento; fui encontrar meu professor de biologia e ele não estava no gabinete;

    Correta. Presente passagem nos traz um argumento, utilizando posteriormente um exemplo de situação concreta como forma de "provar" a argumentação;

    E) Você que gosta de tomar banhos de sol, lembre-se de que a ciência já demonstrou estatisticamente o perigo de câncer de pele.

    Incorreta. Aos moldes da alternativa C, utiliza-se informação de terceiros como forma de persuadir o leitor quanto ao conteúdo da informação.

  • Eu tentei colocar conectivo na questao para ve se caberia:

    • Os professores não respeitam o horário de atendimento, por exemplo, fui encontrar meu professor de biologia e ele não estava no gabinete;

    Gabarito: D

  • Até que nem todas as questões dessa prova eram surreais.

  • Os professores não respeitam o horário de atendimento; por exemplo fui encontrar meu professor de biologia e ele não estava no gabinete;

  • Para não zerar

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  • Como já disseram aqui: ou a FGV faz questões extremamente fáceis ou ela faz questões extremamente difíceis que a gente não entende.

  • Como já disseram aqui: ou a FGV faz questões extremamente fáceis ou ela faz questões extremamente difíceis que a gente não entende.


ID
5604370
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

“Meu aluno Roberto tira sempre boas notas nas provas, mesmo trabalhando vinte horas semanais num restaurante do Centro. Isso prova que o trabalho em tempo parcial não prejudica o estudo universitário.”

O problema da tese defendida nesse texto é o de que ela: 

Alternativas
Comentários
  • A questão pede implicitamente que apresentemos uma FALÁCIA:

    GAB LETRA A

    Na letra A o examinador nos trouxe uma SIMPLIFICAÇÃO EXAGERADA.

    Isto é, você pega um caso a parte e usa como modelo. Não se pode fazer isso, pois se apoia sobre um caso particular, não representativo;

    Ou seja, não é porque Roberto trabalha 20 horas semanais e estuda, tirando notas boas, que você também seguirá o mesmo caminho. Roberto é 1 pessoa, comparada a milhões de outras.

  • Gabarito na alternativa A

    Solicita-se indicação do problema encontrado na tese apresentada em:

    “Meu aluno Roberto tira sempre boas notas nas provas, mesmo trabalhando vinte horas semanais num restaurante do Centro. Isso prova que o trabalho em tempo parcial não prejudica o estudo universitário.”

    A) se apoia sobre um caso particular, não representativo;

    A tese apresentada na passagem, sobre a influência do trabalho no rendimento universitário, encontra problema ao tomar como parâmetro apenas um caso, desconsiderando possíveis variáveis presentes.

    Não se pode afirmar que, por haver um aluno entre milhares (ou milhões) que apresenta bom rendimento mesmo conciliando estudos e trabalho, o trabalho em tempo parcial não seja prejudicial ao rendimento universitário.

    A tese apenas seria aplicável se houvesse um estudo comparando uma amostra significativa de alunos universitários que trabalham em tempo parcial com alunos que apenas estudam.

  • Lembrei da minha mae falando: "Mas voce nao é todo mundo". kkkkk

    Gabarito: A

  • Letra A

    Pois pega um caso ISOLADO e tenta GENERALIZÁ-LO.

  • Bom, um caso isolado não tem representativade para generalizações, mas de todo modo continua sendo representativo para análise. Acertei por exclusão. Não vou brigar com a banca.
  • Gab A.

    Sobre a alternativa E: O que é um testemunho de autoridade?

    Um argumento de autoridade é aquele no qual citamos um especialista, autoridade em determinado assunto, para justificar uma conclusão. Esse pode ser um cientista, um filósofo, uma instituição de pesquisa entre outros.

  • https://www.youtube.com/watch?v=MSz6XJfUWnE&t=3498s

    Correção do Prof. Décio Terror. A partir de 34min.

  • se alguém ficou em dúvida na letra B, é por que a alternativa trocou a ordem, na verdade primeiro o autor parte de um caso particular e depois ele generaliza.

  • Dedutivo: Geral para Específico

    INDutivo (Analogia ao INDividual): Específico para Geral

    Bons estudos!

  • Porque 1 caso em particular (como no enunciado da questão) não representa a todos e nem serve de amostra segura

    ]para embasar tal afirmativa

  • Ou a FGV faz questões ridiculamente fáceis ou questões tão bizarras que só dá pra acertar chutando. Não tem meio termo.

  • mais um pra conta.
  • Curso de Português (Gramática e Interpretação de Texto) focado especificamente para Concursos Públicos. Neste excelente curso você tem acesso a: - 24 videoaulas com teoria e exercícios - Lista de Exercícios Gabaritadas - Material Didático em PDF - Provas gabaritadas de concursos das principais bancas com os assuntos de Língua Portuguesa que mais caem em concursos. Fala, galera! Eu sou o professor Rodrigo Lima, sou Graduado, Mestre e Doutorando em Letras pela UFBA. Tenho 13 anos de experiência como professor de Língua Portuguesa e Redação. Fui aprovado nos seguintes concursos/seleções: 2º Lugar - Concurso para Professor de LP Secretária de Educação da Bahia (2018) 25º lugar - Concurso da Polícia Militar do Estado da Bahia (2012-2013) 1º lugar - Seleção para professor Substituto da Universidade Federal da Bahia (2021) Com esse curso, quero compartilhar com vocês a minha experiência de aprovação em concursos. Vamos estudar Português juntos! Quero ver você colecionar aprovação!

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  • Dedutivo: Parte do Geral para o Específico

    Indutivo: Parte do Específico para o Geral

    Obs: O método Dedutivo é o mais aconselháve!


ID
5604373
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Observe o segmento de texto abaixo, retirado de um jornal carioca: “No túnel Rebouças, a quantidade de motoboys é imensa e os motoristas devem ter atenção redobrada para que não ocorram graves acidentes.”

A palavra motoboys é um estrangeirismo de amplo emprego na língua portuguesa, assim como todos os que estão destacados nas frases abaixo; a opção em que o estrangeirismo empregado tem um substituto adequadamente indicado é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito na alternativa C

    Solicita-se indicação da passagem na qual o estrangeirismo destacado possua substituto nacional adequado:

    A) O policial tinha em seu quarto um poster de Sherlock Holmes / quadro;

    Incorreta. Embora similares, um "poster" é normalmente um impresso sem moldura que se destina a decoração, ao passo que um quadro é forma de pintura ou retrato fotográfico emoldurado.

    B) A delegacia não tinha como fazer backup dos arquivos / compartilhamento;

    Incorreta. O termo "backup" é o designativo de uma cópia de segurança para determinadas informações, sem equivalência com o termo indicado;

    C) Mandava todas as mensagens por e-mail / correio eletrônico;

    Correta. O termo nacional mais adequado ao estrangeiro "e-mail" é o designativo correio eletrônico;

    D) Procurou as informações necessárias num site especializado / noticiário;

    Incorreta. O termo "site" é o designativo de um "local" na internet, identificado por um domínio. Não possui relação com o termo indicado;

    E) O restaurante não tinha serviço de delivery / pagamento com cartão de crédito. 

    Incorreta. O termo "delivery" é o designativo de um serviço de entrega em domicílio, sem equivalência com o termo indicado;

  • essa dae é pro cara não ir triste pra casa dizendo que errou todas....kkk

  • Parabéns ao trabalho do Ivan Lucas.

    Sempre ajudando e elucidando os amigos de forma autêntica.

    (Diferentemente dos que copiam as explicações no TEC e colam aqui pra ganhar "fama".)

    Obrigado, meu camarada!

  • Olha ai as aula de informática servindo pra alguma coisa . Kkkkk

  • Lembrei do CESPE dizendo "becape".

  • quem estudou informática acertou essa =)

  • essa foi pra não zerar kkkkk

  • "Portumática"

  • mais uma pra conta.
  • Essa veio pra motivar a galera, rs.

  • A questão exige conhecimentos vocabulares.

    1. É a alternativa que poderia gerar dúvida, tendo em vista que poster e quadro são itens relativamente semelhantes. Entretanto, no quadro há uma moldura, o que não ocorre no poster, da mesma forma que o conteúdo representado em cada um desses objetos tende a ser de natureza distinta: posters tendem a apresentar pessoas famosas, e quadros tendem a ser de pinturas artísticas.
    2. Backup = cópia de segurança. Ou seja, quando é realizada uma cópia de arquivos/ informações de um dispositivo para outro ou para um sistema de nuvem.
    3. E-mail = correio eletrônico, sendo essa a alternativa correta.
    4. Site = página online
    5. Delivery = Entrega em domicílio, como ocorre com comidas e outros produtos solicitados em aplicativos e entregues nas casas dos clientes.

    GABARITO: LETRA C

  • Curso de Português (Gramática e Interpretação de Texto) focado especificamente para Concursos Públicos. Neste excelente curso você tem acesso a: - 24 videoaulas com teoria e exercícios - Lista de Exercícios Gabaritadas - Material Didático em PDF - Provas gabaritadas de concursos das principais bancas com os assuntos de Língua Portuguesa que mais caem em concursos. Fala, galera! Eu sou o professor Rodrigo Lima, sou Graduado, Mestre e Doutorando em Letras pela UFBA. Tenho 13 anos de experiência como professor de Língua Portuguesa e Redação. Fui aprovado nos seguintes concursos/seleções: 2º Lugar - Concurso para Professor de LP Secretária de Educação da Bahia (2018) 25º lugar - Concurso da Polícia Militar do Estado da Bahia (2012-2013) 1º lugar - Seleção para professor Substituto da Universidade Federal da Bahia (2021) Com esse curso, quero compartilhar com vocês a minha experiência de aprovação em concursos. Vamos estudar Português juntos! Quero ver você colecionar aprovação!

    https://go.hotmart.com/B68573338G?dp=1

  • Pra não zerar kkk

  • um pouco de inglês, um pouco de português. rsrs

  • dá até medo de marcar essas

ID
5604376
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Todas as frases abaixo foram retiradas de um relatório de seguranças de um shopping; a única opção em que NÃO ocorre nenhuma impropriedade léxica, ou seja, mau emprego de vocábulos, é:

Alternativas
Comentários
  • a) Incorreta.

    O segurança de plantão cometeu um ato de heroísmo ao salvar os meninos de atropelamento;

    O verbo "cometer" é normalmente empregado para dizer atos ruins.

    b) Incorreta.

    O entregador escorregou graças à gordura derramada na porta de entrada;

    A expressão "graças" é usada para algo bom, e não um evento de escorregar igual foi usado.

    c) Incorreta.

    Os seguranças foram hospitalizados e um deles goza de muito má saúde; 

    O verbo "gozar" é usado para indicar um prazer, algo bom. Ter má saúde não é nada bom.

    d) Incorreta.

    Os motoristas não tinham alternativa: ou saíam rapidamente ou pagariam multas;

    Fala que não tinham alternativa, mas logo em seguida aparecem duas opções: sair ou pegar.

    e) Correta.

    A vítima do atropelamento era observada com discrição pelos clientes que passavam.

    Não há nenhum problema em clientes de algum lugar observar uma vítima atropelada.

    Gabarito: E

  • Gabarito na alternativa E

    Solicita-se indicação da construção que não possua impropriedade léxica:

    Quando falamos de impropriedade léxica, falamos de usos impróprios de expressões com significação particular, e não necessariamente em incorreções gramaticais.

    A) O segurança de plantão cometeu um ato de heroísmo ao salvar os meninos de atropelamento;

    Incorreta. A forma verbal "cometer", embora semanticamente similar a forma "praticar", possui sentido ligado a atos desabonadores (cometer uma injustiça, cometer um crime, cometer um pecado), não encontrando emprego ideal para indicar a realização de um ato heroico;

    B) O entregador escorregou graças à gordura derramada na porta de entrada;

    Incorreta. Consoante alternativa anterior, a construção "graças à" é utilizada em construções de sentido positivo, indicativas de gratidão, reconhecimento. Não encontra emprego ideal na indicação da causa de evento negativo;

    C) Os seguranças foram hospitalizados e um deles goza de muito má saúde; 

    Incorreta. O verbo "gozar" é sinônimo de "desfrutar", "aproveitar", tendo seu emprego realizado de forma própria em construções positivas. Seu uso para indicar condição negativa não é bem visto;

    D) Os motoristas não tinham alternativa: ou saíam rapidamente ou pagariam multas;

    Incorreta. Aqui encontramos caso de contradição; afirma-se que os motoristas não possuíam alternativa, mas apresentam-se duas. Há incorreto emprego do advérbio de negação;

    E) A vítima do atropelamento era observada com discrição pelos clientes que passavam.

    Correta. Presente construção não apresenta imperfeições.

  • Muitos foram e irão na letra D, pois, meu ver, ela apresenta imperfeição semântica, justamente o que a FDP mais cobra. Afinal de contas, como é possível observar um acidente (pessoas em condições desfavoráveis) com discriminação?
  • Só para complementar o que já foi dito pelos colegas, é a Letra "E",porque discrição se refere a discreto,ou seja, os clientes observava de maneira discreta a vitima de atropelamento.

    e não discriminação ou descrever algo.

    Espero ter ajudado!

  • Quase fui na D, aí percebi que era incoerente dizer que os motoristas NÃO tinham alternativa e em seguida mencionar as alternativas deles.

  • Eu não posso usar graças a = devido a = em virtude de??? Ex.: Graças ao mau tempo, não saímos de casa.

  • COMETER: levar a efeito, fazer, executar. Onde está o erro?

  • Quem aí errou porque não viu o "NÃO" de todo tamanho levanta a mão...

  • Estava tão fácil que errei kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Eu penso que o erro da letra d) está na forma verbal " ... ou saíam rapidamente ou pagariam as multas." Na minha opinião, os dois verbos deveriam estar no mesmo tempo verbal.

  • O bom foi que eu julguei apenas a escrita das frases e acertei escolhendo a única que julguei correta, mesmo sabendo que o uso dos termos também não fazia muito sentido.

  • B) O entregador escorregou graças à gordura derramada na porta de entrada;

    nesta alternativa B, vou discordar dos meus colegas, pois acho que o vocábulo "derramada" esta incorreto.O mais adequado seria "espalhada "

    emfim, esssa é minha opinião e caso discordem. só comentar ai.

  • Os clientes é? ai banca, mds.

  • Alguém poderia explicar o motivo da letra " E" estar errada?

  • Acredito que o erro da D seja ao afirmar que não havia alternativa, mas quando ele informa "ou saíam rapidamente, ou pagariam multas" ele se contradiz dando aos motoristas duas alternativas: (sair rapidamente ou pagar multa)

  • Eu e meu talento de responder por exclusão, aí sobram duas alternativas e eu SEMPRE marco a errada, pqp!.

  • É só olharem o comentários do nosso ilustríssimo universitário Ivan que terão a explicação da questão. Parem de mimimi a FGV é banca de logica.

  • Confesso que acertei essa por não ter visto nenhum erro na E. Já nas outras meu cérebro bugou. Fui na intuição kkk
  • Na letra B você só pode dar graças à algo bom, se na FGV tiver graças à algo ruim, pode ver que esta está incorreta.

  • GABARITO E

    a) O segurança de plantão cometeu um ato de heroísmo ao salvar os meninos de atropelamento;

    Praticou um ato de heroísmo.

    b) O entregador escorregou graças à gordura derramada na porta de entrada;

    Só se emprega a palavra "graças" para algo positivo.

    c) Os seguranças foram hospitalizados e um deles goza de muito má saúde;

    Não há como gozar de algo negativo (muito má saúde). 

    d) Os motoristas não tinham alternativa: ou saíam rapidamente ou pagariam multas;

    O emprego de "ou", "ou", expressa sentido de alternância.

    e) A vítima do atropelamento era observada com discrição pelos clientes que passavam.

  • Lamentáveis essas provas da FGV. A letra "A" também está certa. Olhem "cometer" no dicionário Houaiss. Já começa dando como exemplo, para primeira acepção, "cometer um ato de heroísmo". Quem disse que somente se usa "para atos ruins"?

  • Curso de Português (Gramática e Interpretação de Texto) focado especificamente para Concursos Públicos. Neste excelente curso você tem acesso a: - 24 videoaulas com teoria e exercícios - Lista de Exercícios Gabaritadas - Material Didático em PDF - Provas gabaritadas de concursos das principais bancas com os assuntos de Língua Portuguesa que mais caem em concursos. Fala, galera! Eu sou o professor Rodrigo Lima, sou Graduado, Mestre e Doutorando em Letras pela UFBA. Tenho 13 anos de experiência como professor de Língua Portuguesa e Redação. Fui aprovado nos seguintes concursos/seleções: 2º Lugar - Concurso para Professor de LP Secretária de Educação da Bahia (2018) 25º lugar - Concurso da Polícia Militar do Estado da Bahia (2012-2013) 1º lugar - Seleção para professor Substituto da Universidade Federal da Bahia (2021) Com esse curso, quero compartilhar com vocês a minha experiência de aprovação em concursos. Vamos estudar Português juntos! Quero ver você colecionar aprovação!

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  • a gente tá tão acostumado a falar e escrever errado........q eu li e achei que todas estavam certas rsrsrsrsrrs

  • Só a E tem ponto final no fim de frase, todas as outras possuem ";" no lugar. Minha cabeça explodiu @:0


ID
5604379
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Em todas as frases abaixo foi empregado o verbo cair; a frase em que foi proposto um substituto adequado para esse verbo é:

Alternativas
Comentários
  • a) Incorreta.

    O palanque caiu devido ao peso excessivo / desmoronou;

    Desmoronar é meio exagerado para um palanque, no máximo foi ao chão, tombou . Desmoronar é algo maior, como aconteceu com a barragem de Brumadinho ou com a rocha em Capitólio.

    b) Incorreta.

    A rocha caiu sobre o povoado, destruindo casas / ruiu;

    Usa-se o verbo "ruir" para indicar que algo caiu muito rápido já desfazendo. Ex: o raio ruiu sobre nós.

    c) Incorreta

    Os lutadores caíram abraçados sobre a lona / precipitaram-se;

    Os lutadores não caíram de tão alto, eles apenas se agarraram e foram ao chão.

    d) Correta.

    A árvore, de velha, caiu sobre a estrada / tombou;

    Algo tomba por conta própria, é o caso da árvore.

    e) Incorreta.

    A claridade que cai nas vidraças ilumina tudo / se despenca.

    A claridade não pode se despencar, mas sim atravessar as vidraças de forma que sua luz alcance todo o lugar.

    Gabarito: D

  • LETR D , como bem explicado pelos colegas:

    Segundo a professora Sthefanny Alcântara:

    O erro da letra A está no sentido empregado com o termo Desmoronamento. Segundo a professora, Desmoronou é usado para se referir a fragmentos de algo. Ex: A represa desmoronou.

    Na letra A, poderíamos usar "despencou" no lugar de cair.

    Bons estudos.

  • Qual é a fonte?

  • Eu marquei D pelo seguinte motivo:

    A árvore, de velha, caiu sobre a estrada -> " A forma "tombar" indica o ato de "cair de lado (ou para o lado)""

    Tombar é a única opção possível para esse caso. A Árvore está fixa no chão, ela só pode cair tombando (nesse contexto). Se ela estivesse desmoronado ou afundado, sei lá, não iria "cair sobre a estrada". Então, de fato, ela tombou.

    O palanque caiu devido ao peso excessivo -> O verbo "desmoronar" é sinônimo de "desmantelar-se", "vir abaixo",

    Nesse caso, o palanque não necessariamente "veio abaixo" ou "desmoronou", ele pode ter simplesmente tombado

    Então, entendo que o gabarito é Letra D), pois o substituto utilizado é o único possível. Na letra A), o substituto até se encaixa, mas não seria a única opção

  • Marquei a correta, mas confesso que a letra A me deixou na dúvida.

  • O Jeito na FGV vai ser ler o dicionário todinho rs

  • Complementando: ruir é verbo intransitivo, não sendo usado com complemento verbal (OD ou OI)

  • Essa questão deveria ser anulada ! cair

    Semelhante :desmoronar , despencar , abater, ceder, tombar

  • A árvore não cai, ela tomba. Tomba para um lado ou para o outro.

  • gente o que a fgv ta pensandoo?

  • FGV "tombando" o estudante. kkkk

  • Pensei no termo "tombar" como o mais adequado, pensando em uma árvore. Mais o questionamento sobre a alternativa A é totalmente válido. A FGV exige muita atenção e uma interpretação além do normal.

  • Duplo Gabarito para que não haja candidato nenhum "gabaritando" a prova.

  • A princípio selecionei a letra A como correta. Mas ao chegar na D alterei.

    Desmoronar dá um sentido de "cair aos poucos". Na alternativa A, aparentemente o palanque "caiu de uma vez".

  • Já que é pra tombar, a Mamacita FGV tomba! ¯\_(ツ)_/¯

  • Poxa, FGV!

    A assertiva "A" também é correta semântica e sintaticamente, enfim...

  • Tombar neste caso, não poderia ser pender mais para um lado ao invéz de cair no solo? Não dá pra fazer mais que 50% no português da FGV :(

  • Até quem fim mais uma questão correta.
  • Cair: uma coisa (inteira) cai. Desmoronar: uma coisa cai (se desfazendo em pedaços). Além disso, a questão exige o conhecimento que um Palanque é um objeto de madeira inteiro, e não uma estrutura passível de desmoronamento (como um palco de madeira, por exemplo).
  • Um dos sinônimos de cair é "desmoronar". Mas, quando busca seu significado, diz: "ir de cima par baixo, ir ao chão; tombar."

    Enfim, FGV sendo FGV.

    GAB. LETRA "D"

  • Torre de Pisa está meio tombada há um tempinho, mas ainda não caiu.
  • Letra A seria se fosse um barranco desmoronou.
  • Questão comentada: https://www.youtube.com/watch?v=MSz6XJfUWnE -- minuto 53

  • A verdade é que só marquei a D pq a arvore só cai tombando, e o palanque pode ruir, despencar, ceder... MAS QUE ELE PODE DESMORONAR É INDISCUTÍVEL


ID
5604382
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Em todas as opções abaixo há uma sequência de adjetivos que expressam uma mesma ideia; a opção em que esses adjetivos partem do menos para o mais intenso é:

Alternativas
Comentários
  • Agora em época de pandemia estamos vendo muita gente se distanciando. Lembra que o atendente já ficava afastado por uma vidro, então, agora foi posto uma fita zebrada e muitas vezes o atendimento passa a ser até remoto, isto é, virtualmente.

    Esquema com o exemplo do atendente:

    Afastado⇨ vidro separando

    Distante⇨ vidro + fita zebrada

    Remoto⇨ virtualmente

    Gabarito: B

  • FGV, o terror em português.

  • Acertei porque lembrei do programa ''vida remota'' do Discovery, ou seja, distante de tudo!

  • Esse gabarito tá muito afastado da realidade.

  • Parceiro/Companheiro/Amigo Caso fosse desta maneira estaria certo.

  • Não sei se pensei da forma correta, mas acertei a questão pensando da seguinte forma:

    A - amigo / companheiro / parceiro - aqui está fora da ordem, acredito que seria primeiro: companheiro - parceiro - amigo

    Ex: ele é meu companheiro de apartamento - dividimos o mesmo apartamento, mas não quer dizer que temos muita proximidade.

    Ele é meu parceiro de trabalho - temos uma relação de trabalho em que nos damos bem e resolvemos as demandas , mas isso não quer dizer que somos mais próximos além do trabalho.

    Ela é minha amiga, saímos sempre para lanchar - observa-se que dentre as opções a relação de proximidade com o termo amigo é a mais intensa, pq de fato entende-se que é uma pessoa que partilho a minha vida no aspecto pessoal.

    B - afastado / distante / remoto; - Gabarito!

    Estamos afastados na cama

    Estamos distantes na casa, estou no quarto e ele na sala.

    Estamos remotos no trabalho.

    Observa-se que quem está mais longe (intensidade) é quem está remoto.

    C - colérico / irado / raivoso;  A ordem correta seria: colérico - raivoso e irado

    Ele está meio colérico com o que aconteceu.

    Ele ficou raivoso com a sua resposta.

    Ele ficou irado com o que você fez.

    D - sentimental / sensível / afetivo; - aqui não vejo como um termo possa ser mais intenso que o outro, aqui eles parecem ter o mesmo valor de intensidade.

    E - delicado / gentil / educado - Aqui também os termos parecem ter o mesmo valor de intensidade.

    GABARITO LETRA B

  • Percebe-se que em 4 alternativas temos a presença de " sentimentos " . A única diferente é a letra B que mais que um adjetivo passa uma noção de distância X intensidade.

  • Remoto é algo que ocorreu a muito tempo, longínquo, por isso se torna algo mais intenso do que afastado/distante. Portanto, letra B.

  • Gab B - afastado / distante / remoto;

    Estamos afastados na cama

    Estamos distantes na casa, estou no quarto e ele na sala.

    Estamos remotos no trabalho.

    Observa-se que quem está mais longe (intensidade) é quem está remoto.

  • cadê o controle remoto, quando some o bicho pega, a coisa fica bem tensa.

    pensei assim, isso é FGV, TEM QUE PENSAR DIFERENTE KKKKKKKK

  • Misericórdia!

  • "gente, que isso, um filme?"

  • Associei com as aulas EAD na pandemia.

    Afastado = Carteiras com 1 metro de distância da outra

    Distante = Carteiras com 5 ou mais metros

    Aulas Remotas = Cada um na sua casa, e aula via internet.

  • FGV, é você? Para não zerar.

  • Os humilhados serão exaltados com a FGV. Acertei essa.

  • Concordo com o colega Wesley Guedes. O QCONCURSOS não é Facebook, Instagram - atualmente, tem muito concursando participante, nutella no site). Aqui, os comentários devem colaborar para a resolução da questão.

     

    Estou no site já faz algum tempo, outrora os comentários eram relevantes. Agora, só "mimimi", eu raramente comento (14 comentários até agora), só quando não há comentários mesmo. Enfim, o QCONCURSOS não é um site para lhe dar prazer, por causa de uma simples curtida.

  • DEUS E MARAVILHOSO

  • mais uma pra conta.
  • Eu achei que era a C

  • Só lembrei das ilhas remotas do Alaska que passa no discovery. Beeeeeeem distantes, rs.

    GAB. LETRA "B"

  • colérico lembrei de cavaleiros do zodíaco "cólera do dragão", então seria algo próximo a "fúria" kkk

    às vezes a pessoa marca uma alternativa de palavra que não conhece achando que é o gab correto

  • acertei sem saber pq.

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  • achei que gramática tinha diversos temas / assuntos para o examinador cobrar. Mas os caras fica inventando questão sem pé nem cabeça. Assim fica difícil em FGV

  • Bom, vou tentar contribuir com minha linha de raciocínio.

    Lembrem-se que a questão pede: "do menor para maior grau"

    a) amigo / companheiro / parceiro; 

    Aqui, por mais que sejam sinônimos não estão em ordem CRESCENTE, acredito que o correto seria "amigo > parceiro > companheiro

    b) afastado / distante / remoto; (GABARITO)

    Pensem na pandemia: a situação piorou tanto que nem distanciamento ajudou, começamos com "afastamento", depois redução de quantidade de pessoas e por ultimo a parada completa de algumas atividades, tendo que trabalhar remotamente ou seja, houve progressão contínua de infectados ao ponto de cortar 100% o "contato físico" entre pessoas

    c) colérico / irado / raivoso; 

    Aqui se analisarmos, as palavras estão dispostas em ordem DECRESCENTE, ou seja, o oposto do que pede o comando da questão.

    d) sentimental / sensível / afetivo;

    sinônimos de sentimental: afetivo, emocional, amoroso, apaixonado, etc. Notem que a questão solicita GRAU DE INTENSIDADE (DO MENOR PARA O MAIOR) e aqui existem apenas sinônimos;

    e) delicado / gentil / educado. 

    Alteração da ordem: caberia melhor: educado > gentil > delicado (seria o ápice da educação)

  • Aceitar que questões de português da FGV flertam com raciocínio lógico é amadurecer


ID
5604385
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Em todas as frases abaixo há uma substituição de termos pelo relativo cujo, a, os, as; a frase em que essa substituição foi feita de forma adequada é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito na alternativa C

    Solicita-se indicação do correto emprego da forma "cujo" e suas variações:

    A título preliminar: o pronome "cujo" sempre indicará uma particular relação de posse, ligando um substantivo, o possuidor, a outro substantivo, a posse, com o qual concordará:

    "O jogador, cujas habilidades são incontestáveis, anunciou a aposentadoria."

    No exemplo supra possuímos dois substantivos, "jogador" e "habilidades", que são encadeadas por meio do pronome, indicando que aquele, o "jogador" , possui estas, as "habilidades", concordando o pronome com o segundo termo.

    Percebam que o pronome é variável (cujas habilidades, cujos ensinamentos, cuja responsabilidade,...), dai porque não se pospõe artigo à forma pronominal;

    A) Aquela cidade, da qual vemos as igrejas, é Barbacena / Aquela cidade, cuja visão temos das igrejas, é Barbacena;

    Incorreta. O substantivo "visão" não é uma posse do substantivo "cidade", não havendo o emprego correto do pronome;

    B) Esse senhor, do qual conheces a filha, é meu tio / Esse senhor, cujo conhecimento tens da filha, é meu tio;

    Incorreta. O substantivo "conhecimento" não é uma posse do substantivo "senhor", não havendo o emprego correto do pronome;

    C) Picasso, parte dos quadros dele são exibidos em Barcelona, morreu em 1973 / Picasso, cuja exibição de parte dos quadros é feita em Barcelona, morreu em 1973;

    Correta. Há uma relação de posse estabelecida entre o substantivo "Picasso" e o substantivo "exibição", sendo correto o emprego do pronome;

    D) Os livros, dos quais as páginas foram copiadas, são os mais caros da coleção / Os livros, de cujas páginas foram copiadas, são os mais caros da coleção;

    Incorreta. Aqui devemos nos atentar aos sentidos da construção. Ao utilizar a preposição "de", na construção original, não se está a fazer referência às paginas do livro, mas às paginas que foram copiadas, às cópias. Neste contexto, não há que se falar em relação de posse, não sendo aplicável o pronome.

    Diferente seria se houvesse a supressão da preposição:

    "Os livros, cujas páginas foram copiadas..." - indica-se que as paginas do livro foram alvo da cópia;

    A preposição "de", quando presente, indica a origem do material, regência da forma de particípio "copiadas". Não há erro em seu emprego original.

    E) As goiabeiras, das quais saem os frutos mais doces do pomar, são de origem asiática / As goiabeiras, de cujo pomar saem os frutos mais doces, são de origem asiática. 

    Incorreta. O substantivo "pomar" não é uma posse do substantivo "goiabeiras", não havendo o emprego correto do pronome;

  • acertei, mas quase fui na B - Esse senhor, cujo conhecimento tu tens da filha, é meu tio.

    gab: C

  • Enfia no cujo essa questão kkkkkkkk

  • É um alívio tão grande quando cai uma questão mais "gramatiqueira" na FGV.

  • um dia eu fui excelente em interpretação de textos kkkkkkk não sei se é de tanto apanhar, mas até a gramática tô esquecendo :(

  • Eu consegui resolver essa utilizando o conhecimento sobre de quem é a posse. O pronome cujo traz a ideia de posso entre o termo anterior e o termo posterior. Ex.: o pai, cujos filhos passaram no concurso, estava feliz. Os filhos são do pai.

    (A) Aquela cidade, da qual vemos as igrejas, é Barbacena / Aquela cidade, cuja visão temos das igrejas, é Barbacena;

    • A visão não é da cidade, a visão é das igrejas.

    (B) Esse senhor, do qual conheces a filha, é meu tio / Esse senhor, cujo conhecimento tens da filha, é meu tio;

    • O conhecimento não é do senhor, o conhecimento é da filha. Tinha que ser o conhecimento do senhor.

    (C) Picasso, parte dos quadros dele são exibidos em Barcelona, morreu em 1973 / Picasso, cuja exibição de parte dos quadros é feita em Barcelona, morreu em 1973;

    • Aqui temos a exibição de Picasso. Tudo se alinha com a ideia de posse. E o termo a que se refere é Picasso. Exibição de Picasso.

    (D) Os livros, dos quais as páginas foram copiadas, são os mais caros da coleção / Os livros, de cujas páginas foram copiadas, são os mais caros da coleção;

    • Aqui mudou um pouco o raciocínio porque o verbo que vem depois não exige preposição, então o certo seria: Os livros, cujas páginas foram copiadas, são os pais caros da coleção.

    (E) As goiabeiras, das quais saem os frutos mais doces do pomar, são de origem asiática / As goiabeiras, de cujo pomar saem os frutos mais doces, são de origem asiática. 

    • Aqui a ideia de posse continua. As goiabeiras são do pomar ou o pomar é da goiabeira? as goiabeiras são do pomar. Então essa relação de posse está mal empregada.

    Caso haja algum erro me avisem. A minha intenção é contribuir.

  • Gab C

    Picasso, parte dos quadros dele são exibidos em Barcelona, morreu em 1973 / Picasso, cuja exibição de parte dos quadros é feita em Barcelona, morreu em 1973;

    Aqui temos a exibição de Picasso. Tudo se alinha com a ideia de posse. E o termo a que se refere é Picasso. Exibição de Picasso.

  • FGV faz voce ficar tão viajado nas questões, que eu iliminei a letra C logo de cara por fazer uma analogia entre: exibidos em Barcelona e é feita em barcelona. kkkkkkkkk

  • Acertei uma questão de português da FGV: vitória.

  • Só troquei o cujo pelo (a).
  • Faz sentido!

  • Quando se tratar de "cujo" sempre busque possuidor e posse. E lembre-se que não pode ser seguido de artigo; Ex: " cujo o"

  • Galera, o pessoal está complexificando um pouco demais nas explicações, o que é ótimo, mas, para quem está precisando de velocidade, aí vai:

    Sempre susbtitua "cujo (a)" por "do (a) qual" ou "de quem". Pronto. Ou seja "de cujo" significaria "de do qual". Não parece estranho? Sim. Questão corrigida.

    A letra E é um pouco mais complexa, mas está muito bem explicada pelos colegas em outros comentários. Vamos nessa.

  • Gabarito: C

    Picasso, parte dos quadros dele são exibidos em Barcelona, morreu em 1973 / Picasso, cuja exibição de parte dos (Dos seus) quadros é feita em Barcelona, morreu em 1973;

    a frase em vermelho ficou subentendida!

    Então os quadros são do Picasso, relação do possuidor e da coisa possuída.

  • Fui na C porque é a única diferente Kkkk


ID
5604388
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Em todas as frases abaixo há uma expressão formada pelo advérbio não + forma verbal; a frase abaixo em que a expressão destacada foi substituída por um só verbo de significado equivalente e adequado ao contexto é:

Alternativas
Comentários
  • declinar – No sentido de “demonstrar desinteresse por; recusar, refutar, rejeitar”: transitivo direto ou transitivo indireto: Declinou o convite ou Declinou do convite.

  • Mais um dia sendo humilhada pela FGV kkkring

    Desistir?

    Jamais!

    Pra cima deles.

  • Alguém pode explicar o porquê de não ser a B? SURREAL ESSE PORTUGUÊS!

  • Gabarito na alternativa A

    Solicita-se indicação da estrutura na qual a locução "advérbio de negação + verbo" esteja corretamente substituída por forma verbal equivalente:

    A) Não aceitou o convite / Declinou do convite;

    Correta. A forma verbal "declinar" possui entre seus significados recusar, rejeitar. É forma adequada à substituição;

    B) Não aceitou a minha ajuda / Ignorou a minha ajuda; 

    Incorreta. O vocábulo "ignorar" indica a ação de não tomar conhecimento, desconhecer, não servindo de sinônimo para o caso em tela;

    C) Não cumpriu o que manda a lei / Desprezou o que manda a lei;

    Incorreta. O vocábulo "desprezar" indica a ação de tratar com desprezo, desconsiderar, não servindo de sinônimo para o caso em tela;

    D) Não aceitou as acusações / Combateu as acusações;

    Incorreta. O vocábulo "combater" indica a ação de lutar contra, não servindo de sinônimo para o caso em tela;

    E) Não se entregou até o final da luta / Dedicou-se até o final da luta.

    Incorreta. O vocábulo "dedicar-se" indica a ação de entregar-se a algo, fazer com afinco, não servindo de sinônimo para o caso em tela;

  • B)Não aceitou a minha ajuda / Ignorou a minha ajuda;

    Fulano: "quer um sorvete?"

    Beltrano: "não" (não aceitou)

    Sicrano: fica calado (ignorou)

    C) Não cumpriu o que manda a lei / Desprezou o que manda a lei;

    A lei: pague seus impostos

    Beltrano: não pagou (não cumpriu)

    Sicrano: sequer se negou, apenas desprezou (desprezou, extrapolou o sentido).

    D) Não aceitou as acusações / Combateu as acusações;

    Fulano: "ricardo é o culpado!"

    Beltrano, que é juiz: "não aceito sua acusação" (não aceitou)

    Sicrano, que é juiz: provou que ricardo é incoente (combateu)

    E)Não se entregou até o final da luta / Dedicou-se até o final da luta.

    Fulano: não se rende, apanhou até o fim (não se entregou)

    Beltrano: além de não ter se rendido, deu seu máximo (além de não ter se entregado, deu seu máximo, dedicou-se)

  • Eu entendi q recusar é no momento do convite e q declinar é um momento posterior... vc aceitou em um primeiro momento mas depois, declinou do convite. Enfim... n qro justificar nada, só expor msm.

  • PENSE POSITIVO FGV NÃO NEGATIVA PROVA! APENAS TEM A CHANCE DE ZERAR

  • Vandrea, não aceitar um convite é recusá-lo, não ignorá-lo.

  • O mais correto na c) seria negligenciou a lei ...

  • Nas provas da FGV, geralmente a galera que fica dentro das vagas se sai como? Pq olha....snifff

  • Mas que banca complicadinha. Cebraspe, saudades!

  • Fica o aprendizado

    declinar – No sentido de “demonstrar desinteresse por; recusar, refutar, rejeitar”: transitivo direto ou transitivo indireto: Declinou o convite ou Declinou do convite.

  • Não aceitar: 1 indeferir, refusar, enjeitar, declinar, desaceitar, rejeitar, renuir, renunciar, repelir. Não permitir: 2 denegar, negacear, contestar, negar, repelir, repudiar.

  • Mais um aprendizado... não sabia da dupla regência desse verbo.

  • achei que declinar era transitivo direto

    fiz mentalmente : quem declina, declina algo

    kkkkkkkk me equivoquei, foi a primeira que eliminei

  • Sinceramente fiquei bestinha por ter acertado essa questão. Avante!
  • Questão desgraçada. Eu não consegui entender.

  • O que a FGV quer é que vc seja um dicionário de sinônimos ambulante.

    Acertei essa só pq conhecia a palavra.

    GAB. LETRA "A"

  • Eita! Misericórdia! Credo !
  • acertar essas questões da FGV é um orgasmo!!!

  • Isso virou adivinhação..... Isso beira a arbitriedade.... Lembre se que a prova se chama objetiva....

  • Os comentários são os melhores, hahahahaha

  • Caros, colegas eu me sentia assim há uns 10 meses, quando resolvia as questões de português da FGV, não via lógica. Desde então, percebi que deveria fazer algo de diferente, só fazer o básico não estava funcionando. Então, conversando com um amigo que quase fechava as provas de português da FGV, disse-me para fazer um caderno de predileção de assuntos mais cobrados pela banca, colocando a questão do assunto com a explicação e um bizú ou outra sobre a forma de cobrar determinado assunto, tendências etc... e

    E assim e o fiz durante esses 10 meses. Advinha? Hoje, estou indo muito bem nas provas de português, acertando em média 85% da matéria. Nem acredito as vezes, no começo parecia impossível!

    E, recentemente, fui aprovado na PM-AM e estou entre os 250 primeiros colocados em um concurso que contou com mais de 88 mil candidatos. A banca foi a FGV, e mais uma vez fiz 90% da prova de português, e foi o que melhorou muito minha colocação em relação aos demais concorrentes. ESTOU REALIZANDO UM SONHO!

    ALGUMAS OBSERVAÇÕES QUE VOCÊ PRECISA SABER:

    1º Raramente você conseguirá gabaritar uma prova de português da FGV, de um total de 20, acertar 18, 17 você já estará na frente de muitos candidatos, e outra, não precisa gabaritar a prova para passar, mas tirar mais pontos que seu concorrente.

    2º A FGV tem um entendimento de português só dela, aceite!

    3º Para você ir bem, agora é minha opinião, você deve ter uma base na matéria, mas 80% é resolução de questões da banca no nível do seu concurso, superior, médio ou fundamental, acredite faz diferença.

    4º Não precisa ser um gênio em português, eu mesmo cheio de erros nesse post não sou, mas melhorei bastante!

    Por fim, estarei disponibilizando esse caderno: Contato Whats (69 99308-7327)

    Acredite, vale muito a pena, nesse caderno há bizús, assuntos mais cobrados, questões autoexplicativas juntadas ao longo de 10 meses de resoluções de questões específicas da FGV na matéria de português.

    ACREDITE NOS SEUS SONHOS!

    Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e seus planos serão bem-sucedidos.

    | provérbios 16: 3 |

     


ID
5604391
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Todas as frases abaixo se iniciam por um termo preposicionado; a frase modificada, de forma a suprimir esse termo, que altera o sentido da frase original é:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO LETRA E

    *Nesta região, há cinco povoados importantes / Esta região compõe-se de cinco povoados importantes.

    Ao dizer que "nesta região, há cinco povoados importantes" entendo que existem outros povoados, mas que 5 deles são importantes. Já quando digo que "esta região compõe-se de cinco povoados" temos um valor restritivo indicando que nesta região só exitem 5 povoados, modificando, assim, o sentido original da frase.

  • Numa gruta, achamos abrigo durante a tempestade. Eu entendi que foi em uma gruta qualquer.

    A gruta protegeu-nos ... Aqui da ideia que foi a gruta específica.

    Alguém mais entendeu assim ?

  • a)Neste jornal há notícias apavorantes / Este jornal publica notícias apavorantes;

    Mesmo sentido, o pronome demonstrativo "neste/ este jornal " tem função de espaço e indica algo perto de quem fala.

    b)Em sua irritação, disse coisas inconvenientes / Sua irritação levou-o a dizer coisas inconvenientes;

    Mesmo sentido. O que levou a dizer coisas inconvenientes? A irritação dele.

    c) Em suas cartas, revela-se toda a sua generosidade / Suas cartas comprovam toda a sua generosidade;

    Onde é revelado toda sua generosidade? Nas cartas.

    Revelar e comprovar são palavras sinônimas.

    Mesmo sentido.

    d)Numa gruta, achamos abrigo durante a tempestade / A gruta protegeu-nos durante a tempestade;

    Mesmo sentido. No contexto abrigo se refere a algum lugar para se proteger da tempestade. Abrigo e proteção são sinônimos.

    e)Nesta região, há cinco povoados importantes / Esta região compõe-se de cinco povoados importantes.

    Responder

    Muda o sentido, porque no primeiro período ele informa que existe cinco povos lá. No segundo período ele informa que cinco povoados integram a região.

    A menos errada é a LETRA E

  • Sinceramente, difícil de achar a alteração na letra e).

    Alguns falaram de restrição, mas se há em alguma delas sentido de restrição (apenas os importantes), essa restrição está em ambas as frases.

    Ex: Se eu digo que "há 23 jogadores na seleção brasileira" a informação é a mesma de "a seleção brasileira é composta de 23 jogadores"

  • Não curto ficar em comentário "brigando" com a FGV não, mas essa questão aí, tem que forçar muito pra falar que revelar e comprovar são sinônimos, e que "Numa gruta" e "A gruta" tem o mesmo sentido. A alternativa "E", realmente restringe, mas na letra D tem uma especificação clara demais e o comando da questão está atrelado a SUPREÇÃO do termo preposicionado.

  • Entendi a questão, porém o que meu deixou meio na dúvida é o enunciado da letra C: (Em suas cartas, revela-se toda a sua generosidade / Suas cartas comprovam toda a sua generosidade)

    Na minha humilde opinião.

    No meu ponto de vista (revelar e comprovar) não são a mesma coisa, pois quando algo é revelado se trata de algo desconhecido, já comprovar é algo sabido, mas pendente de confirmação.

  • Comprovar e revelar tem o mesmo sentido segundo a FGV.

    Agora vou passar a dizer "comprovar um segredo" ao invés de "revelar um segredo".

  • Neste jornal eu entendi que era um periódico específico, e este jornal a editora em si

  • Letra C.. uma coisa é REVELAR ,outra coisa com sentido diferente é COMPROVAR

  • Eu fui lendo todas as alternativas meio em dúvida, mas quando cheguei na "E" nem pensei duas vezes. É a alternativa óbvia.

    Na escrita original, é dito que numa região há 5 povoados importantes, enquanto na reescrita a ideia é de que SÓ HÁ 5 povoados naquela região, afinal "a região é composta de 5 povoados". Diferença gritante

  • "Numa gruta, achamos abrigo durante a tempestade / A gruta protegeu-nos durante a tempestade"

    Em uma gruta( qualquer)... A gruta (específica)

    Para mim muda o sentido pois passa de uma gruta qualquer para uma específica.

    Mas a alternativa E também muda o sentido.

    Duas alternativas possíveis?

    Alguém mais pensa assim?

  • Marquei a Alternativa B pois entendi que, na primeira frase, a o termo "Em sua irritação" seria o momento em que teria dito coisas inconvenientes, enquanto na frase modificada o entendimento seria que a irritação seria a causa para dizer coisas inconvenientes, o que alteraria o sentido.

  • Acertei fazendo assim:

    Nesta região, há cinco povoados importantes (Exemplo: Rio de Janeiro: há 5 povoados importantes, mas existem outros / Esta região compõe-se de cinco povoados importantes (Exemplo: Rio de Janeiro: Não se compõe de apenas 5 povoados)

    Achei essa a mais correta e marquei ela mesmo, com a FGV é assim, fazer o que...

  • E a "SUPRESSÃO DO TERMO PREPOSICIONADO" ocorreu na letra "e"?

    Alguém ajude, por favor!

  • Desde quando NUMA GRUTA tem o mesmo sentido de A GRUTA ??????

  • Primeiro que "numa gruta" e "a gruta" dão ideias diferentes, na primeira podendo ser qualquer gruta, na segunda é específica. Segundo, na minha interpretação, a primeira frase não deixa claro que a gruta protegeu da tempestade, poderiam ter achado a gruta e nem entrado, ou mesmo a gruta não ter servido de proteção. Ou seja, altera o sentido do da frase original sim.

    Mais uma vez FGV sendo FGV.

  • 1- Há 05 povoados = Alegação de que existem 05 povoados;

    2- Compõe-se de 05 povoados = Alegação de que a região é formada por apenas 05 povoados;

  • A segunda oração dá a entender que a região é inteiramente composta apenas pelos cinco povoados, enquanto na primeira só é dito que na região há cinco povoados, dando a entender que pode haver outros, sem restringir a região a apenas cinco povoados. Por isso os sentidos são diferentes.

  • Essa deveria ser cancelada pq tem três possíveis respostas, pois, revelar é diferente de comprovar, ao meu entender quando se revela alguma coisa, quer dizer que antes ninguém tinha conhecimento dessa coisa e quando se comprova quer dizer que já sabiam disso, só estão comprovando, certificando.... e também além do gabarito, tem a questão de uma gruta e a gruta... Enfim, marquei a letra C. Essa questão deveria ser anulada. Que Banca meus senhores! Muito confusa!

  • acho que se a pergunta fosse " a única que preserva o sentido"

    e desse o gabarito como B, nao teria problema !

    todas as outras parecem erradas ..

    bizarro ;(

  • Nas provas da FGV, exige mais do que estudo, exige que você saiba qual alternativa o examinador acha que é a certa.

  • Nos meus simulados e as questões que faço sem simulado acerto de 80 a 90% das questões e as vezes até ultrapasso. Mas quando faço FGV, não dá nem animo de continuar, já cheguei a acertar só 40%. É uma diferença enorme. A FGV só diminui as minhas estatísticas.

  • Típica questão da fgv com duas respostas (50%) de chance. Segue o baile.

  • Agnt que tá fazendo várias questões da FGV aprende 1 coisa: o enunciado da questão diz tudo.

    Mas daí vem a própria FGV e contradiz o enunciado.

    Ora se na questão pede "Todas as frases abaixo se iniciam por um termo preposicionado; a frase modificada, de forma a suprimir esse termo, que altera o sentido da frase original é"

    A mudança de sentido através da supressão do termo preposicionado foi obtida na alternativa D, (Numa) >> (A)

    Na alternativa E, a mudança de sentido se dá através dos verbos (há)>>(compõe-se).

  • anem, nem vou falar nada, só seguir pra próxima

  • Nesta região, há cinco povoados importantes / Esta região compõe-se de cinco povoados importantes.

    A primeira quer dizer que na região existem povoados importantes, já na segunda, da a entender que a região SOMENTE é composta de cinco povoados importantes.

    Resolvi essa questão com essa lógica

  • GAB. E

    Nesta região, há cinco povoados importantes (existem por lá 5 povoados importantes) / Esta região compõe-se de cinco povoados importantes (é composta somente por 5 povoados importante.

    Mas e a D?

    Numa gruta, achamos abrigo durante a tempestade (Em uma gruta qualquer por lá)/ A gruta protegeu-nos durante a tempestade (A gruta = gruta específica)

    Inclusive a letra D está DIRETAMENTE relacionada com o termo preposicionado, enquanto a letra E tem relação com os verbos Existir e Compor-se.

    Alguém já comentou por aqui outras vezes que a FGV muda seu gabarito conforme o índice de acertos na prova, e eu estou começando a desconfiar que seja verdade.

  • Como assim REVELAR é sinônimo de COMPROVAR ? KAKAKKAKAKAKA Essa FGV sempre brincando com sonho alheio.

  • GNT MDS Q ISSO

  • Nessa regiao se ligue pense em um conjunto com dezenas de elementos( time de futebol) : vasco,flamengo palmeiras,corinthias,santos , s caetano,braga,port , fluminense,bhia vitória....) ,considero 5 deimportantes(vasco,fla,palm,vitoria,santos s. caetano)

    esta região, de todos, escolhir apenas 5 times,como importante!!!

  • quando eu não entendo o enunciado da questão, procuro algo que faça sentido para mim.

    apenas entendi essa parte : que altera o sentido da frase original é:

    Nesta região, há cinco povoados importantes / Esta região compõe-se de cinco povoados importantes.

    Ou seja, tem 5 povoados importantes, mas a região pode compor-se por mais povoados ex: 10 , no qual 5 são importantes.

    informar que há 5 povoados importantes, é diferente de afirmar que tal região compõe-se de 5 povoados importantes. porque ela pode compor-se por 10 povoados, mas apenas 5 é importante.

  • Dentre as demais, cinco regiões são importates, já quando diz que esta região compõe de cinco regiões importantes, é completamente diferente, pois não temos a mesma frase.

    Gabarito E.

  • Port fgv

    Como eu acertei essa questão na prova e em casa, mesmo tendo ficado em dúvida entre C, D e E:

    Depois da primeira leitura, voltei no enunciado e percebi q a banca não estava nem aí pro fato de que "revelar" pode ou não ser igual a "comprovar" e etc. A banca quer saber em qual dos itens a SUPRESSÃO da preposição ALTERA o sentido de frase, ela não está nem aí se tem mais coisa no item q altera o sentido!

    Repara o enunciado: "Todas as frases abaixo se iniciam por um termo preposicionado; a frase modificada, de forma a SUPRIMIR esse termo, que ALTERA o sentido da frase original é"

    Daí fui analisar os itens:

    C "Em suas cartas, revela-se..." / "Suas cartas comprovam..."

    (tanto faz se "revelam" é, ou não, igual "comprovam".

    O q importa é: mesmo que "revela" seja, ou não, igual "comprova", não é a simples "SUPRESSÃO da preposição" que "ALTERA o sentido de frase", pq, nesse caso, tirar a preposição do termo NÃO mudou "o sentido da frase".

    repara: "Suas cartas revelam" / "Em suas cartas, comprova-se..." vai bem!

    Logo esse item NÃO pode ser o gabarito, pq não responde o q o enunciado pediu)

    D "Numa gruta, achamos abrigo..." / "A gruta protegeu-nos..."

    (tanto faz se "achar abrigo" é, ou não, igual "proteger-se".

    O q importa é: mesmo que "achar abrigo" seja, ou não, igual "proteger-se", não é a simples "SUPRESSÃO da preposição" que "ALTERA o sentido de frase", pq, nesse caso, tirar a preposição do termo NÃO mudou "o sentido da frase".

    repara: "A gruta nos abrigou..." / "Numa gruta nos protegemos..." vai bem!

    Logo esse item NÃO pode ser o gabarito, pq não responde o q o enunciado pediu.

    Concordo com os colegas que dizem q "uma gruta" é diferente de "a gruta", mas, embora a retirada da preposição cause mudança no sentido do TERMO, ela não é responsável por mudar todo "o sentido da FRASE" - guardei essa e fui ver se a E era pior do q ela!

    E "Nesta região, há 5 povoados..." / "Esta região compõe-se de 5 povoados...".

    De cara, dá pra dizer que a simples "SUPRESSÃO da preposição" "ALTERA o sentido de frase" ("Em + esta região" é diferente de "esta região", assim, nesse caso, tirar a preposição do termo mudou "o sentido da frase". (Vários colegas já explicaram a mudança de sentido).

    Aqui não dá pra fazer a troca: repara: "Esta região, há 5 povoados importantes..." / "Nesta região, compõe-se de 5 povoados..." NAO soa bem, a simples "SUPRESSÃO da preposição" "ALTERA o sentido de frase", altera TUDO! Não dá pra aproveitar, não vejo como adaptar!

    Logo esse item é o GABARITO, pq responde o q o enunciado pediu)

    * Eu não gosto desse modelo que a FGV tem adotado, recorri de diversas questões de português, mas eles tem aliado português com logica! Fica ruim mesmo de adivinhar o q eles querem! Muitas vezes só dá pra acertar indo na menos pior (o caso dessa questão)... e com muito muito treino!*

  • fiquei entre a D e E, e marquei errado.
  • Quando se fala: "Nesta região, HÁ cinco povoados importantes" significa dizer que, dentre todos os povoados que existem, cinco são mais importantes.

    Já quando se fala : "Esta região COMPÕE-SE de cinco povoados importantes" significa dizer que existem apenas cinco povoados nesta região.

    Uma das poucas questões da FGV que consigo explicar, rs.

    GAB. LETRA "E"

  • Cara.. buguei pq eu aprendi assim, quando eu digo: "NESTA sala só tem 15 mulheres" e "ESTA sala só tem 15 mulheres" o sentido é o mesmo.. Pois NESSA ( é como se fosse mais na frente) e NESTA & ESTA ( é como se fosse aqui). A não ser que a fgv tenha um entendimento diferente, como sempre né kkk

    Galera me corrigem aí se eu estiver errado!!

  • a FGV não faz prova de português, apenas de raciocínio lógico. Tudo é raciocínio lógico. Esqueçam a gramática...
  • Comentário da questão: https://www.youtube.com/watch?v=MSz6XJfUWnE (1:30:01)

  • Tudo bem, a E está certa. Mas a C também dá para se considerar correta, com a devida licença de colegas que entenem de revelar = comprovar. Revelar não é sinônimo de comprovar. Basta olhar qualquer dicionário, principalmente de sinônimos e antônimos. O sujeito revelou generosidade nas cartas, generosidade não revelada (não conhecida) anteriormente; o sujeito comprovou generosidade nas cartas, generosidade já conhecida, comprovada nas cartas.

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  • Na letra B há uma especificação de quem é o sujeito do verbo. na frase inicial o suj é indeterminado não dá pra saber se é masculino ou feminino, já no segundo ele especifica... não haveria especificação do sentido original do texto ?

  • FGV não é banca de gente não! Misericórdia

  • Entendo que a letra A tenha na primeira frase um sentido restritivo a um "jornal de papel" e a segunda passa a impressão de estar falando de uma empresa jornalistica, " um jornal", tipo Folha de SP, O GLOBO e etc... Muito confusa essa questão!

  • Caros, colegas eu me sentia assim há uns 10 meses, quando resolvia as questões de português da FGV, não via lógica. Desde então, percebi que deveria fazer algo de diferente, só fazer o básico não estava funcionando. Então, conversando com um amigo que quase fechava as provas de português da FGV, disse-me para fazer um caderno de predileção de assuntos mais cobrados pela banca, colocando a questão do assunto com a explicação e um bizú ou outra sobre a forma de cobrar determinado assunto, tendências etc... e

    E assim e o fiz durante esses 10 meses. Advinha? Hoje, estou indo muito bem nas provas de português, acertando em média 85% da matéria. Nem acredito as vezes, no começo parecia impossível!

    E, recentemente, fui aprovado na PM-AM e estou entre os 250 primeiros colocados em um concurso que contou com mais de 88 mil candidatos. A banca foi a FGV, e mais uma vez fiz 90% da prova de português, e foi o que melhorou muito minha colocação em relação aos demais concorrentes. ESTOU REALIZANDO UM SONHO!

    ALGUMAS OBSERVAÇÕES QUE VOCÊ PRECISA SABER:

    1º Raramente você conseguirá gabaritar uma prova de português da FGV, de um total de 20, acertar 18, 17 você já estará na frente de muitos candidatos, e outra, não precisa gabaritar a prova para passar, mas tirar mais pontos que seu concorrente.

    2º A FGV tem um entendimento de português só dela, aceite!

    3º Para você ir bem, agora é minha opinião, você deve ter uma base na matéria, mas 80% é resolução de questões da banca no nível do seu concurso, superior, médio ou fundamental, acredite faz diferença.

    4º Não precisa ser um gênio em português, eu mesmo cheio de erros nesse post não sou, mas melhorei bastante!

    Por fim, estarei disponibilizando esse caderno: Contato Whats (69 99308-7327)

    Acredite, vale muito a pena, nesse caderno há bizús, assuntos mais cobrados, questões autoexplicativas juntadas ao longo de 10 meses de resoluções de questões específicas da FGV na matéria de português.

    ACREDITE NOS SEUS SONHOS!

    Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e seus planos serão bem-sucedidos.

    | provérbios 16: 3 |

     


ID
5604394
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Quatro pessoas foram presas em flagrante, nesta quinta-feira (11/11), por tentativa de estelionato e organização criminosa, por policiais civis de certa delegacia de polícia. O grupo, segundo investigações, atuava em uma empresa e oferecia às vítimas investimentos financeiros com retornos atrativos acima do que é praticado no mercado.

Durante a apuração ficou comprovado que os acusados ofereciam um rendimento de 1% sobre o valor inicial de aplicação, estipulado em R$ 9 mil, e diziam que a quantia seria devolvida integralmente ao investidor. Ao receber o dinheiro, os golpistas encerravam a atividade da empresa, lesando as vítimas.

O grupo, em seguida, abria outra firma, com nova razão social e nova pessoa jurídica, para enganar outras pessoas.

Os policiais chegaram até os acusados após denúncia de uma das vítimas. Os quatro foram ouvidos na delegacia e autuados por tentativa de estelionato.

O segmento desse texto cujo vocabulário pertence a um campo semântico sem relação com o policial é:

Alternativas
Comentários
  • a) Incorreta.

    Quatro pessoas foram presas em flagrante, nesta quinta-feira (11/11), por tentativa de estelionato e organização criminosa;

    Prender tem a ver com o cargo policial.

    b) Incorreta.

    O grupo, segundo investigações, atuava em uma empresa e oferecia às vítimas investimentos financeiros com retornos atrativos;

    Investigar tem a ver com o cargo policial.

    c) Incorreta.

    Durante a apuração ficou comprovado que os acusados ofereciam um rendimento de 1% sobre o valor inicial de aplicação;

    Apurar, comprovar e acusados tem a ver com o cargo policial.

    d) Correta.

    O grupo, em seguida, abria outra firma, com nova razão social e nova pessoa jurídica, para enganar outras pessoas;

    A frase acima mais parece uma linguagem empresarial.

    e) Incorreta.

    Os quatro foram ouvidos na delegacia e autuados por tentativa de estelionato.

    Delegacia  tem a ver com o cargo policial.

    Gabarito: D

  • Na moral....acertei

    Mas foi na força do Ódio.....kkkkk

  • Essa ai foi um carinho na face, depois de tanto tapa na cara kk

  • Quando vem fácil assim até desconfio..
  • Fácil

  • A UNICA QUE EU ACERTARIA NESSA PROVA.

    TNC

  • essa foi que nem o gol do brasil no 7x1

    so pra nao zerar

  • Fui eliminando .o que tinha haver com o cargo polícial .prender apurar .ouvido etc ..única que não tinha envolvimento policial e alternativa D

  • A letra "D". Única q não possue vocábulos utilizados frequentemente no meio policial (terno técnico)

  • Campo semântico é um conjunto de palavras unidas pelo sentido.

  • Essa é para você não zerar as questões de LP. Ajuda da FGV kkkk

  • fgv: 8 ou 80.

  • fgv: 8 ou 80.

  • palavras-chave para a identificação

    letra a: presas

    letra b: investigações

    letra c: apuração

    letra e: delegacia

  • Aquela velha premissa do ensino-médio: acertar pelo menos uma pra não zerar.

  • Eu achando que estava fazendo questão de penal e já estava pensando na pena.

    Gabarito C.

  • Campo semântico, para a banca, quer dizer mesma ideia. Assim, seria possível pensar na alternativa que não apresentasse uma palavra sequer relacionada ao mundo policial. Se um dos termos tivesse algo a ver com investigação, crime, delegacia, pronto, aquele deveria ser eliminada. Espero ter ajudado. Ps: FGV ama isso.

  • Curso de Português (Gramática e Interpretação de Texto) focado especificamente para Concursos Públicos. Neste excelente curso você tem acesso a: - 24 videoaulas com teoria e exercícios - Lista de Exercícios Gabaritadas - Material Didático em PDF - Provas gabaritadas de concursos das principais bancas com os assuntos de Língua Portuguesa que mais caem em concursos. Fala, galera! Eu sou o professor Rodrigo Lima, sou Graduado, Mestre e Doutorando em Letras pela UFBA. Tenho 13 anos de experiência como professor de Língua Portuguesa e Redação. Fui aprovado nos seguintes concursos/seleções: 2º Lugar - Concurso para Professor de LP Secretária de Educação da Bahia (2018) 25º lugar - Concurso da Polícia Militar do Estado da Bahia (2012-2013) 1º lugar - Seleção para professor Substituto da Universidade Federal da Bahia (2021) Com esse curso, quero compartilhar com vocês a minha experiência de aprovação em concursos. Vamos estudar Português juntos! Quero ver você colecionar aprovação!

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  • GABARITO: LETRA D

    a)  Quatro pessoas foram presas em flagrante, nesta quinta-feira (11/11), por tentativa de estelionato e organização criminosa; - ERRADO

    Esta alternativa tem palavras relacionados à área policial, como presas em flagrante, tentativa de estelionato organização criminosa. Assim, errada a letra A. 

    b)  O grupo, segundo investigações, atuava em uma empresa e oferecia às vítimas investimentos financeiros com retornos atrativos; - ERRADO 

    Aqui nós temos a palavras investigações, que tem relação com a área policial. A palavra vítimas nem sempre apresenta tal relação. Errada a letra B. 

    c)  Durante a apuração ficou comprovado que os acusados ofereciam um rendimento de 1% sobre o valor inicial de aplicação; - ERRADO

    Acusados é uma palavra relacionada ao campo policial. Portanto, errada a letra C.

    d)  O grupo, em seguida, abria outra firma, com nova razão social e nova pessoa jurídica, para enganar outras pessoas; - CERTO

    Nosso gabarito. A palavra "grupo" não é necessariamente relacionada à área policial. Veja que temos apenas "grupo", e não "grupo criminoso". Há, nesta alternativa, algumas palavras do campo empresarial, tais como firmarazão social e pessoa jurídica. Por fim, o verbo enganar também não é típico da área policial. Dessa forma, a letra D é o gabarito da questão. 

    e)  Os quatro foram ouvidos na delegacia e autuados por tentativa de estelionato. - ERRADO 

    Delegaciaautuados tentativa de estelionato são palavras relacionadas ao campo policial. Errada a letra E. 

    FONTE: Professora Sthefanny Alcântara Tec Concursos


ID
5604397
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Todas as frases abaixo foram reescritas na forma negativa, mantendo-se o sentido original; a forma adequada de reescritura está na frase:

Alternativas
Comentários
  • Novamente 2 respostas B e E! Inacreditável!!!

  • Não agradar é aborrecer? tá bom então...

    É incrível isso. Nas provas de LP da FGV, de 30 questões, sempre tem 3 ou 4 que possuem duas alternativas bem boas que parece que só o Bechara teria a propriedade de sentir qual a correta. Parabéns pra FGV.

  • Gabarito na alternativa E

    Solicita-se indicação da assertiva adequada a uma reescrita negativa de:

    Alerto de antemão: não há duplo gabarito ou subjetividade na questão;

    A) A empresa fracassou / A empresa não se desenvolveu;

    Incorreta. O vocábulo "fracassar" é sinônimo de não alcançar objetivos, falhar, não necessariamente ligado ao ato de "desenvolver-se" (uma empresa desenvolvida pode fracassar).

    Correta escrita negativa poderia ocorrer em: a empresa não alcançou o objetivo;

    B) O time foi eliminado / O time não foi campeão;

    Incorreta. A locução "ser eliminado" é sinônimo de não prosseguir, cair (figurado). Não ser campeão é uma conclusão lógica do ato de ser eliminado, mas não uma escrita negativa. Sabe-se, por certo, que uma equipe eliminada na primeira fase não será campeã, mas não se grafa na capa do jornal "time A não foi campeão".

    Correta escrita negativa poderia ocorrer em: o time não prosseguiu na competição;

    C) Essa atriz está envelhecendo / Essa atriz não atua mais;

    Incorreta. O vocábulo "envelhecer" é sinônimo de chegar em idade avançada, não necessariamente ligado ao ato de aposentar-se.

    Correta escrita negativa poderia ocorrer em: essa atriz não é mais jovem;

    D) Proibiram-nos de sair do colégio / Proibiram-nos que não entrássemos no colégio;

    Incorreta. Presente construção sequer pode ser analisada, sendo seu sentido de difícil extração.

    Correta escrita negativa ocorreria em: não nos deixam sair do colégio;

    E) Aquele filme me aborreceu / Aquele filme não me agradou.

    Correta. O vocábulo "aborrecer" é sinônimo dicionarizado de "desagradar", "causar desagrado", sendo a construção "não me agradou" (me desagradou) correta negativa da passagem.

    Percebam que não existe outra forma de, utilizando o advérbio de negação "não", dizer que algo aborreceu alguém sem dizer que o fato não agradou. Embora utilizemos normalmente a construção "não agradar" como forma mais "pacífica" que "aborrecer", é inegável a relação de sinonímia entre vocábulos, relação chancelada por diversos dicionários.

  • A B está menos pior que a E. Que pessoa melindrada é essa que chega a se aborrecer com um filme que não agradou?

    Aborrecimento é o que a FGV causa nessas questões horrorosas, desagradar é menos dramático que aborrecer. Me desagrado com textos longos nas questões, mas me aborreço mesmo é com questões com duas alternativas certas.Carai de asa...

  • B ou E , mas se você entende um pouco sobre esportes em geral, descartaria a alternativa B kkkk.

  • o que é que se estuda p ir bem numa prova dessas? Gramática eu sei que não é.

    o lance é fazer tantas questões ao ponto de ficar ruim das ideias igual aos examinadores!???!!

  • Não me agradou = a pessoa não tem uma opinião POSITIVA em relação a alguma coisa, mas ONDE que está definido q algo q não agrada, principalmente se tratando de um filme q é o contexto da alternativa, vai necessariamente ser negativo?

    -fulano o q vc achou desse filme?

    -não me agradou

    -é muito ruim?

    -não é ruim, mas também não é bom, é mais ou menos, pouca ação, esperava mais, nota 5 etc...

    Me aborreceu = claramente só tem sentido negativo

    se alguém quiser me corrigir, sinta-se a vontade, pq pra mim essa é mais uma questão lamentável (de várias outras) dessa prova ridícula

  • Acertei na prova e errei aqui.

  • Essa eu fui de A na hora rsrs

    Sempre achei que aborrecer fosse algo a ver com raiva, mágoa..

  • Essa eu fui de A na hora rsrs

    Sempre achei que aborrecer fosse algo a ver com raiva, mágoa..

    '' Essa garota não me agradou'' é diferente de '' Essa garota me aborreceu"

    Ela apenas não me agradou \\\\\\\\\\ Ela me fez passar raiva ou ficar com raiva

  • Errei a questão, fiquei p* da vida, achando que o gabarito estava errado, e depois conclui que:

    B) O time foi eliminado / O time não foi campeão;

    Se o time for eliminado, tem como ele ser campeão? Não. Maaaaaaans, numa final, restando apenas 2 times, o que perder não será eliminado, será apenas vencido.

    E) Aquele filme me aborreceu / Aquele filme não me agradou.

    Não é porque o filme não me agradou que tenha me aborrecido. Maaaaaaans, trata-se de uma malandragem da banca! Olhem:

    Não agradar = desagradar

    Desagradar = causar ou ter desprazer, desgosto ou descontentamento. (= aborrecimento)

  • Se o time foi eliminado, significa também que ele não foi campeão. Tem lógica! Seria diferente se fosse o contrário.

    Se o filme me aborreceu também posso concluir que ele não me agradou.

    Logo, as duas são plausíveis.

  • Não venceremos a FGV se pensarmos a partir da nossa realidade, pra ela aborrecer é sinônimo de desagradar, para mim aborrecer significa ficar chateado, irritado.

    Por exemplo, eu posso entrar em uma loja de roupas e não me agradar de nada e isso não significa que estarei aborrecida.

    Entretanto precisamos entrar nesse mundo de interpretações e extrair o máximo das questões para conseguirmos responder uma prova da FGV.

    Sugestão: responda a prova de português primeiro.

  • é extremamente subjetivo , é adivinhação de texto. Parem de tentar justificar essas coisas

  • Engraçado que na lógica não tem como responder, pois, um time eliminado é um time que não foi CAMPEÃO...

    E agora?

  • Gab e

    Meu ver: as demais alternativas apresentam situações em que uma afirmação não impossibilitaria a outra

  • Muito tosco esse gabarito!

  • se o time foi eliminado, entao o time nao foi o campeao.

    se o filme nao me agradou, logo me aborreceu? carai viu

  • Vamos tentar sugerir alternativas para as frases:

    A empresa fracassou / A empresa não se desenvolveu; Neste caso, teríamos algo como "A empresa não se manteve" ou "A empresa não teve êxito". Fracassou e não de desenvolveu tem sentidos diferentes.

    O time foi eliminado / O time não foi campeão; Aqui seria: "O time não seguiu no campeonato". Alguém pode ter pensado na final do campeonato, por exemplo, mas ninguém diz que o time foi eliminado na final. O time é eliminado durante o torneio, antes da final.

    Essa atriz está envelhecendo / Essa atriz não atua mais; Sentido totalmente diferente.

    Proibiram-nos de sair do colégio / Proibiram-nos que não entrássemos no colégio; Sentido totalmente diferente.

    Aquele filme me aborreceu / Aquele filme não me agradou. Conceito de aborrecer no dicionário: Causar irritação ou sentir desagrado. Não carece de maiores comentários.

  • Mais uma questão ridícula

  • Só Jesus na causa.

  • Pelo menos os colegas que tentam justificar o gabarito da banca estão tentando ajudar os demais a entender a forma de pedir, não há erro nenhum nisso, é de grande valia.

  • Bom estou aqui um dia antes da prova de investigador refazendo umas questões. O que eu entendi dessa questão foi o seguinte. Na letra B fala sobre O time foi eliminado (Logo pensei, pode ter caído na fase de grupos, ou não passou para a final)/ Na outra dissertação está escrito o time não foi campeão (entendi que ele perdeu partida final (a mais importante). Logo excluí a B e marquei a E. que era a mais adequada.

  • Tá repreendido

  • então algo que não me agrada necessariamente me aborrece! kkkkk gente isso é um absurdo!

  • A QUESTÃO PEDE PARA MARCAR A FORMA ADEQUADA, LOGO A CORRETA É A LETRA E VEJAMOS:

    AQUELE FILME ME ABORRECEU / AQUELE FILME NÃO ME AGRADOU Correta

    Sentido original Forma negativa = Reescritura e sentido mantidos

    A - A empresa fracassou / A empresa não se desenvolveu;

    Sentido original Forma negativa = forma inadequada de reescritura Errada não manteve o sentido

    B - O time foi eliminado / O time não foi campeão;

    Sentido original Forma negativa = reescritura Errada não manteve o sentido

    C- Essa atriz está envelhecendo / Essa atriz não atua mais;

    Sentido original forma negativa = reescritura Errada não manteve o sentido

    D - Proibiram-nos de sair do colégio / Proibiram-nos que não entrássemos no colégio;

    sentido original Forma negativa = reescritura Errada não manteve o sentido

  • Conforme o dicionário google o significado de aborrecer como verbo transitivo direto e intransitivo:

    ter horror ou aversão a ou causar aversão, DESAGRADO; abominar ou provocar abominação.

    Logo se a questão pedia uma negativa, que mantivesse o sentido... não agradar = desagradou e tudo certo.

    A FGV faz uma questões bem horríveis, mas nessa em particular eu não vi polêmica.

  • Errei a questão e fui buscar nos sinônimos da palavra. Resultado:

    A palavra aborrecer aparece também nas seguintes entradas:

    , , 

    =(

  • Errei a questão e fui buscar nos sinônimos da palavra:

    A palavra aborrecer aparece também nas seguintes entradas:

    encher, enervar, irritar, odiar, assaltar, provocar, perseguir, adormentar, fatigar, amofinar, atormentar, pesar, apoquentar, arreliar, atentar, azoar, enfezar, moer, trautear, cercar, invocar, constranger, consumir, contrariar, desagradar, torrar, futricar, indignar, abodegar, agoniar, amuar, aperrear, aporrinhar, arrenegar, assediar, aventar, azucrinar, bulir, desamar, desinquietar, encabular, enfarar, enfestar, enjoar, entojar, escamar, fartar, futicar, implicar, injetar, malquerer, mazelar, narcotizar, ojerizar, paulificar, quizilar, rascar, remoer, bolinar, acaturrar, atazanar, buzinar, despeitar, enojar, estopar, pentelhar, seringar, tamborilar, sacanear.

    =(

  • Não agradar não é sinônimo de aborrecer. Nunca será. Evitem perder tempo com os "videntes do passado" que se prestam a bajular a FGV. A questão é bizarra e ponto final.

  • pessoal, resolvendo as questões da FGV eu tenho percebido que ajuda bastante pesquisar o significado das palavras no dicionário, mesmo aquelas que parecem bem óbvias

  • A assertiva B realmente está incorreta, porém... a assertiva E também está longe de ser a correta!

    O filme me aborreceu - 'o filme matou meu vingador favorito e fiquei furioso';

    O filme não me agradou - 'o filme era tão sem graça que quase dormi';

  • Temos que analisar friamente a primeira/ original oração. Imagine-se no campo semântico das primeiras orações. Imagine-se fazendo parte de um time de futebol sendo eliminado, vc se situaria onde? Na final( campeão) ou em uma das frases. Agora Imagine-se assistindo a um filme e por consequência vc tem a certeza que ficou aborrecido, nesse caso você poderia dizer também que o filme "não te agradou"???? Claro que poderia.

    Bizu: se coloque na cena, e pense na flexibilidade dos vocábulos. Outra coisa, " o que pode mais, pode menos".

  • não concordo com o gabarito. Não é porque eu não gostei do filme que eu irei ficar aborrecida.
  • nem tudo que tu não gosta necessariamente te aborrece, pode ter sido só uma inútil perda de tempo

  • Com todo respeito, mas pra mi a letra A é menos forçosa que qualquer outra, inclusive a do gabarito. Se a pessoa/empresa não se desenvolve, ao final da linha, pra mim, ela fracassou. Vc se propõe à alguma coisa, não consegue, chega-se a conclusão que fracassou.

  • RUMO AO TJDFT22

  • crepusculo não me agradou, mas também não me aborreceu, minha adora moana, frozen e outraa coisas que não me agradam, mas também não me aborrecem. Agora meu time faz tempo que não ganha a copa do Brasil porque ele sempre é eliminado.
  • Gab E

    Aquele filme me aborreceu / Aquele filme não me agradou. Conceito de aborrecer no dicionário: Causar irritação ou sentir desagrado

  • Gente, acho que essa questão foi a mais fácil até agora. Pelo menos pra mim

  • Cara, a questão pede "mantendo-se o sentido original".

    Muito fácil fazer a engenharia reversa depois da resposta... vc encontra motivos para encontrar algo q possa ser falho...

    Questão q envolve subjetividade. Não agradar é uma coisa, mas não significa, necessariamente, que possa tê-lo deixado aborrecido.

  • Gente, não tirem conclusões da cabeça de vocês, pesquisem o sinônimo de "desagradar" no google.

  • A empresa fracassou ( falhou) / A empresa não se desenvolveu; (Espandir)

    B

    O time foi eliminado (excluído; extinto) / O time não foi campeão; (Vencedor de uma competição)

    C

    Essa atriz está envelhecendo (caducando, embranquecendo) / Essa atriz não atua mais; (Representar; exercer um papel como ator)

    D

    Proibiram-nos de sair do colégio (Passar de dentro para fora:)/ Proibiram-nos que não entrássemos no colégio;(Passar para dentro)

    E

    Aquele filme me aborreceu (aborrecimento; desagradar, entediar)/ Aquele filme não me agradou. (ser afável; demonstrar cortesia, gentileza: agradar alguém com presentes)

  • A questão está correta e a alternativa E é o gabarito, pois "não agradar" é um dos significados de "desagradar". Além disso, "aborrecer" é sinônimo de "desagradar". Portanto, "não agradar" é a mesma coisa que "aborrecer".

    Isso pode ser visto nos dicionários, como esse do link abaixo:

    https://dicionarium.com/desagradar/

  • aborrecer : ter horror ou aversão a ou causar aversão, desagrado;

  • Port fgv x Ibam

    Ibam na prova de procurador de Cabo Frio 2021 colocou uma questão exatamente igual a essa!

    De "time eliminado" X "time não campeão" - lá eu errei e entendi a lógica, daí veio a FGV e Me deu essa sapecada!

    Alguém tem essa prova de procurador de cabo frio? Já procurei até no PCI e não tem em lugar nenhum!

  • Caros, colegas eu me sentia assim há uns 10 meses, quando resolvia as questões de português da FGV, não via lógica. Desde então, percebi que deveria fazer algo de diferente, só fazer o básico não estava funcionando. Então, conversando com um amigo que quase fechava as provas de português da FGV, disse-me para fezer um caderno de predileção de assuntos mais cobrados pela banca, colocando a questão do assunto com a explicação e um bizú ou outra sobre a forma de cobrar determinado assunto, tendências etc... e

    E assim e o fiz durante esses 10 meses. Advinha? Hoje, estou indo muito bem nas provas de português, acertando em média 85% da matéria. Nem acredito as vezes, no começo parecia impossível!

    ALGUMAS OBSERVAÇÕES QUE VOCÊ PRECISA SABER:

    1º Raramente você conseguirá gabaritar uma prova de português da FGV, de um total de 20, acertar 18, 17 você já estará na frente de muitos candidatos, e outra, não precisa gabaritar a prova para passar, mas tirar mais pontos que seu concorrente.

    2º A FGV tem um entendimento de português só dela, aceite!

    3º Para você ir bem, agora é minha opinião, você deve ter uma base na matéria, mas 80% é resolução de questões da banca no nível do seu concurso, superior, médio ou fundamental, acredite faz diferença.

    4º Não precisa ser um gênio em português, eu mesmo cheio de erros nesse post não sou, mas melhorei bastante!

    Por fim, estarei disponibilizando esse caderno: Contato Whats (69 99308-7327)

    Acredite, vale muito a pena, nesse caderno há bizús, assuntos mais cobrados, questões autoesplicativas juntadas de 10 meses de resoluções de questões específicas da FGV na matéria de português.

    ACREDITE NOS SEUS SONHOS!

  • Essa questão é uma mistura de português, lógica e drogas... FGV sendo FGV

  • Curso de Português (Gramática e Interpretação de Texto) focado especificamente para Concursos Públicos. Neste excelente curso você tem acesso a: - 24 videoaulas com teoria e exercícios - Lista de Exercícios Gabaritadas - Material Didático em PDF - Provas gabaritadas de concursos das principais bancas com os assuntos de Língua Portuguesa que mais caem em concursos. Fala, galera! Eu sou o professor Rodrigo Lima, sou Graduado, Mestre e Doutorando em Letras pela UFBA. Tenho 13 anos de experiência como professor de Língua Portuguesa e Redação. Fui aprovado nos seguintes concursos/seleções: 2º Lugar - Concurso para Professor de LP Secretária de Educação da Bahia (2018) 25º lugar - Concurso da Polícia Militar do Estado da Bahia (2012-2013) 1º lugar - Seleção para professor Substituto da Universidade Federal da Bahia (2021) Com esse curso, quero compartilhar com vocês a minha experiência de aprovação em concursos. Vamos estudar Português juntos! Quero ver você colecionar aprovação!

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  • Já fiz uma questão da FGV em que ela mostrou que não entendia nada de futebol, dai pensei "alá quer ver que ela vai falar que o time eliminado não é campeão e vai esquecer de quem chega na final ou dos pontos corridos que não tem eliminação?"... Marquei B... Me ferrei. Na real não achei nenhuma alternativa correta, então eu dei essa viajada ai e chutei como num bom futebol kkkkk.

  • Isso é RLM disfarçado de português.

  • É possível um time ser campeão depois de ser eliminado? Ora, o time não foi campeão porque foi eliminado. Acho que a alternativa b é muito mais uma relação de causa e consequência.

  • Chegue para alguém e fale: sua presença aqui não me agrada/ sua presença aqui me aborrece.

    Os dois são negativos, mas qual expressa um grau maior? Pois é, se você acha que é a segunda, parabéns, a FGV não acha.

  • quanto subjetivismo!
  • Cara, to preocupada com essas questões de português. Quase sentindo saudade do CESPE. :(


ID
5604400
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A forma de substituição do termo onde por um nome é adequada na seguinte opção:

Alternativas
Comentários
  • Onde = local permanente = origem.

    GAB LETRA D

  • Gabarito na alternativa D

    Solicita-se indicação da correta substituição do vocábulo "onde":

    O vocábulo "onde", pronome relativo ou advérbio, sempre terá consigo a ideia de "local no qual", "lugar em que", podendo ser substituído por nome que preserve tal sentido;

    A) Este palácio é onde está instalado o Supremo Tribunal Federal / Este palácio é a base do Supremo Tribunal Federal;

    Incorreta. O termo possui o significado de "local em que", não necessariamente a "base" do STF, mas o local físico dentro do qual ele se inclui;

    B) O Palácio da Alvorada, onde vive o chefe do Estado / O Palácio da Alvorada, local de trabalho do chefe do Estado;

    Incorreta. A divergência é semântica. A construção "onde vive" não equivale a local de trabalho, mas a local no qual vive, habita;

    C) Puseram uma cruz onde ocorreu o acidente / Puseram uma cruz na situação do acidente;

    Incorreta. A locução "na situação do" não equivale semanticamente ao sentido expresso pelo vocábulo "onde", que indica local em que;

    D) Gostaria de saber de onde vieram estas caixas / Gostaria de saber a origem destas caixas;

    Correta. A locução "de onde" expressa origem, proveniência, podendo ser substituída pela forma "a origem" (local físico de onde vieram).

    E) Gostaria de saber para onde vão estas bicicletas / Gostaria de saber o futuro dessas bicicletas.

    Incorreta. Consoante exposto acima, a forma "onde" indica local físico: para onde vão - para qual local vão. A substituição pela forma "futuro", sem nexo locativo, é incorreta.

  • O que custa a FGV colocar aspas em "onde" no enuciado!? A falta delas causa uma tremenda confusão!

  • Enunciado confuso

  • "Onde" é usado apenas para lugar, sempre!

    A) Este palácio é onde está instalado o Supremo Tribunal Federal / Este palácio é a base do Supremo Tribunal Federal;

    • instalado = colocado, posto, botado, situado em algum lugar.
    • base = parte inferior de alguma coisa. - Pode até ter o sentido de "origem" também, mas, nesse caso, não o sentido de lugar.

    B) O Palácio da Alvorada, onde vive o chefe do Estado / O Palácio da Alvorada, local de trabalho do chefe do Estado;

    • manteve o sentido de lugar, mas "onde vive" não é o mesmo que "local de trabalho", né?

    C) Puseram uma cruz onde ocorreu o acidente / Puseram uma cruz na situação do acidente;

    • situação = pode ser vários significados, mas está no sentido de "acontecimento", o que não remete à lugar.

    D) GABARITO Gostaria de saber de onde vieram estas caixas / Gostaria de saber a origem destas caixas;

    • perfeito! De onde vem sempre remeterá à origem de algo, e, nesse caso, há o sentido de lugar.

    E) Gostaria de saber para onde vão estas bicicletas / Gostaria de saber o futuro dessas bicicletas.

    • para esta estar certa deveria trocar "futuro" por "destino".
  • Se tivessem colocado aspas na palavra "onde" eu teria conseguido compreender o enunciado e talvez acertado, vai aumentar muito os custos da prova se gastar um pouco de tinta com aspas?
  • Gostaria de saber a origem das questoes de portugues da fgv

  • Sei lá, mané!

  • Quando eu acerto a FGV fico feliz, mas depois olho que todo mundo acertou também então é o mesmo que nada.

  • Quando eu acerto a FGV fico feliz, mas depois olho que todo mundo acertou também então é o mesmo que nada. (2)


ID
5604403
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Observe o texto a seguir.


“O Conselho Holandês de Saúde explica que os açúcares da fruta no suco de laranja são absorvidos pelo corpo muito rapidamente porque eles entram no corpo em forma líquida. Porque eles entram no corpo tão rápido em uma quantidade tão alta, o corpo converte facilmente este açúcar em gordura. Um copo de suco de laranja contém tanto açúcar quanto um copo de refrigerante. Isso significa que você pode ganhar peso rapidamente, e pessoas com mais gordura corporal terão maior chance de ter diabetes. Tudo a partir de um copo de suco de laranja!”


O segmento desse texto em que há a preocupação de informar e de convencer é:

Alternativas
Comentários
  • Na prova marquei letra E e a deram a letra D. Ambas estão corretas. Essa banca é louca!

  • Pessoal, o pulo do gato na FGV é o enunciado >>> '' segmento desse texto em que há a preocupação de informar e de convencer é:''

    Você precisa achar a frase que procura INFORMAR e CONVENCER ao mesmo tempo.

    A) O Conselho Holandês de Saúde explica que os açúcares da fruta no suco de laranja são absorvidos pelo corpo muito rapidamente porque eles entram no corpo em forma líquida; ( apenas informa)

    B) Porque eles entram no corpo tão rápido em uma quantidade tão alta, o corpo converte facilmente este açúcar em gordura; ( apenas informa)

    C) Um copo de suco de laranja contém tanto açúcar quanto um copo de refrigerante; ( apenas informa)

    D) Isso significa que você pode ganhar peso rapidamente ( informa), e pessoas com mais gordura corporal terão maior chance de ter diabetes; ( informa e convence - o convencimento está implícito quando ele fala sobre a maior chance de ter diabetes, assim ele te convence de que o suco de laranja é tão prejudicial quanto o refrigerante)

    E) Tudo a partir de um copo de suco de laranja! ( apenas informa)

    GAB LETRA D

  • Português FGV: ligando modo sobrevivência na prova...

  • São três bizus que você dever ficar ligado nas questões da FGV .

    1 Se você não entender o enunciado, mesmo sabendo a resposta, você vai errar a questão ( o enunciado que é fod@ )

    2 marcou uma questão, confie na sua resposta e não mude a opção, porque a chance de você errar é bem maior

    3 vai ficar na dúvida em duas alternativas e deve analisar a mais COMPLETA para ser marcada

    É um português difícil , você cansa apenas nos enunciados , mas faz parte do trajeto .

    "ninguém chega à terra prometida sem antes passar pelo deserto ( FGV é o deserto ).

  • PARA MIM, a LETRA A é a que deveria ser a correta, porque nela contém uma informação, mas também tenta nos convencer utilizando-se de um discurso de autoridade ao mencionar o Conselho Holandês de Saúde.

    Mas claro, essa é a minha opinião.

    GAB LETRA D, e eu não compreendi ainda, nem com os comentários. Não basta só concordar com a banca, temos que tentar desvendá-la utilizando algum juízo rs.

    É a vida

  • A FGV tem várias questões parecidas, esses textinhos sobre saúde, geralmente vêm para informar e convencer o leitor na base do medo da doença rsrs

    Vai direto na alternativa que informa e tenta te convencer que isso é prejudicial!

    É tipo a carteira de cigarro, que vem aquele monte de foto bizarra pra tentar te convencer a não fumar ( eles só fazem isso por determinação legal).

  • Na prova fui de A, pois se a D está certa a C também está...

  • O mais bacana são os sites que a FGV tira esses textos:

    https://www.conselhosetruques.com/saude/suco-de-laranja/

  • Uma dica que não tem muito a ver com a questão, mas com o uso do QConcursos: veja as estatísticas da questão. Vi um colega falando que a letra E também está correta, e as estatísticas mostram que quase ninguém marcou E. Quando isso acontece, a probabilidade de você ter raciocinado errado é grande, e aí você precisa entender o raciocínio certo pra acertar outra questão parecida. E mesmo que você acerte uma questão que pouquíssima gente acertou, é bom procurar se a questão tinha alguma pegadinha ou detalhe que a maioria caiu ou se é só uma das "viagens" da banca que devem ser desconsideradas (a gente sabe que toda prova tem aquela questão que o gabarito saiu somente da cabeça do examinador, sem nenhum embasamento teórico [ainda mais na FGV...]).

  • Na boa, o C estaria correto. Um copo de suco de laranja ter a mesma quantidade de um copo de refrigerante tbm serviria pra convencer alguém a parar de beber. Enfim...bola pra frente.

  • pensando seriamente em abandonar a vida de concurseiro e virar tiktoker..

    a pessoa gasta parte do dia estudando seriamente as disciplinas, e vem a FGV com essas palhaçadas de questões...

  • Olha... pra mim, todas estão informando explicitamente e convencendo implicitamente. A "D" é a única que está fazendo ambos explicitamente. É o famoso caso de marcar a alternativa "mais" correta.

  • galera, acho que o que restringe o gabarito a letra D é o Enunciado

    o SEGMENTO* (...) informar e convencer:

    quando levamos em conta o SEGMENTO, apenas a parte contida em cada alternativa

    A) apenas informa.. dentro do SEGMENTO ela não tenta de convencer se isso é bom ou ruim

    B) apenas informa.. fala de gordura mas não diz se é a boa ou ruim

    C) apenas informa.. uma equiparação

    daí veio meu entendimento da questão

    pra vc considerar uma dessas (A,B,C) como gabarito precisaria buscar um entendimento

    ALÉM do SEGMENTO, uma interpreção que (já temos, por mídia, convívio social e etc)

    e erramos em levar esse conhecimento prévio para a questão

    espero ter ajudado!

  • Peçam comentário do professor

  • A letra D e a conclusão do texto, se colocarem no início da frase. Por fim, isso significa que.

  • LEIA PRIMEIRO O ENUNCIADO, depois vá ao texto

  • uni duni tê o examinador escolhe o gabarito pra você

  • Pessoas, "argumentar" é diferente de convencer.

    Nas alternativas, há argumento por senso comum, autoridade etc. Por meio disso, o texto mostra que sua visão está certa, ou seja, argumenta.

    Porém, "convencer" é usar a função conativa da linguagem, Apenas a letra D faz referência ao receptor (característica principal da função conativa).

  • "Isso significa que você pode ganhar peso rapidamente" = Convencer. (pare de tomar suco de laranja ou irá engordar!!).

    "pessoas com mais gordura corporal terão maior chance de ter diabetes" = Informar. (Pessoas acima do peso tem diabetes mais facilmente).

  • TAQUIPARIU KARAIO

  • Alternativa D mostra preocupação .

  • O ponto aqui é saber as características da função conativa (convencer), que são:

    • Persuadir o receptor da mensagem.
    • Utiliza a segunda ou terceira pessoa do singular ou plural.
    • Utiliza vocativos e verbos no imperativo.

    EX: a letra ''D'' é única que faz menção direta ao receptor da mensagem (você).

    Resolver apenas pela interpretação causaria muitas dúvidas, a sacada é saber as funções da linguagem e suas características principais.

  • Enfim, depois de 10 erros, um acerto! continuar assim não passo nem em exame de fezes.

  • O Conselho Holandês de Saúde explica que os açúcares da fruta no suco de laranja são absorvidos pelo corpo muito rapidamente porque eles entram no corpo em forma líquida. (TESE)

    Isso significa que você pode ganhar peso rapidamente, e pessoas com mais gordura corporal terão maior chance de ter diabetes. (FUNDAMENTAÇÃO)

    ESTRATÉGIA ARGUMENTATIVA EXPLICATIVA

    GABARITO D.

  • Até quem fim uma questão coerente!
  • Apela logo pro lado da doença pra convencer kkkk

  • Errei. Tenho a impressão que a frase “isso significa” tem papel fundamental na correção da assertiva D. Pois há toda uma argumentação, e depois uma conclusão. Numa conclusão você tenta convencer alguém do seu ponto de vista. “Isso significa” é uma forma de conclusão. Mas não tenho certeza se é isso que a banca quis mesmo, mas fica o alerta. Eu acho que é kkk
  • O “isso” retoma tudo o que foi dito no texto (parte de informações). Quando se utiliza da expressão “pode” é um modalizador (objetivo de convencer)
  • Curso de Português (Gramática e Interpretação de Texto) focado especificamente para Concursos Públicos. Neste excelente curso você tem acesso a: - 24 videoaulas com teoria e exercícios - Lista de Exercícios Gabaritadas - Material Didático em PDF - Provas gabaritadas de concursos das principais bancas com os assuntos de Língua Portuguesa que mais caem em concursos. Fala, galera! Eu sou o professor Rodrigo Lima, sou Graduado, Mestre e Doutorando em Letras pela UFBA. Tenho 13 anos de experiência como professor de Língua Portuguesa e Redação. Fui aprovado nos seguintes concursos/seleções: 2º Lugar - Concurso para Professor de LP Secretária de Educação da Bahia (2018) 25º lugar - Concurso da Polícia Militar do Estado da Bahia (2012-2013) 1º lugar - Seleção para professor Substituto da Universidade Federal da Bahia (2021) Com esse curso, quero compartilhar com vocês a minha experiência de aprovação em concursos. Vamos estudar Português juntos! Quero ver você colecionar aprovação!

    https://go.hotmart.com/B68573338G?dp=1

  • Todas as alternativas estão informando alguma coisa, mas a única em que há preocupação de informar e convencer o leitor é a letra D.

    "Isso significa que você pode ganhar peso rapidamente, e pessoas com mais gordura corporal terão maior chance de ter diabetes;"

  • "Só sei que nada sei, mas mesmo assim acertei" ~Crates-Só

  • Algumas parecem certas também pela apelação, como a C. Mas D levou essa por de repente usar usar a palavra "você" no texto informativo.


ID
5604406
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Numa noite friorenta, um casal recebe um casal de amigos para jantar; sentam-se inicialmente na sala de visitas, onde as janelas estão abertas e a mulher recém-chegada diz: “Os jornais dizem que hoje vai ser a noite mais fria do ano!”

Nesse caso, a frase tem uma função manifesta e uma função real, que correspondem, respectivamente, a:

Alternativas
Comentários
  • Primeiro ela informa o que ela ouviu, mas com essa informação ela também quer passar o pedido de que feche a janela já q eles sentaram perto dela, fica um pedido implícito.
  • Essa questão foi top: ( questão típica da FGV)

    Numa noite friorenta, um casal recebe um casal de amigos para jantar; sentam-se inicialmente na sala de visitas, onde as janelas estão abertas e a mulher recém-chegada diz: “Os jornais dizem que hoje vai ser a noite mais fria do ano!

    A FGV tem muitas dessas questões de interpretação implícita.

    Meu colega, se você recebe alguém na sua casa e de frente para janela a pessoa diz '' Os jornais dizem que hoje vai ser a noite mais fria do ano.''

    1- Ela está dando uma informação

    2- Há um pedido implícito para que se feche a janela. Por isso a questão traz EXPLICITAMENTE que eles sentaram de frente para uma janela aberta. Caso não houvesse essa parte no texto, até se poderia falar em incorreção da banca, mas ela deixou explícito para informar o que queria.

    GAB LETRA A

  • Pensei de verdade que fosse a D, pelo seguinte motivo:

    Numa noite friorenta, um casal recebe um casal de amigos para jantar; sentam-se inicialmente na sala de visitas, onde as janelas estão abertas e a mulher recém-chegada diz: “Os jornais dizem que hoje vai ser a noite mais fria do ano!”

    Ou seja, ela queria meio que constatar que foi anunciado nos jornais e essa ser uma explicação indireta do porque está frio.

    Mas enfim, a letra A parece parece mas clara pra banca, afinal a minha interpretação em muitos caso será apenas minha e isso é um problema.

  • Este assunto é "máximas conversacionais".

  • É aquela famosa indireta

    Uma mulher entra no seu carro e diz: está um calor violento ( está pedindo para ligar o ar )

    Você conhece uma menina e ela diz: sua casa deve ser muito bonita rs ( está pedindo para conhecer sua casa e certificar rs )

    Vai ao shopping com sua dona e ela olha um vestido e diz: esse vestido deve ficar muito bonito em mim ( adivinha o que ela quer ? )

    Joga uma indireta para você perceber o que a pessoa quer.

    interpretação sem muito nexo, mas eu acertei a questão.

  • Na FGV não são Avaliadores e sim Avaliadoras.....por que homem não percebe essas coisas e nem liga pra essas indiretas ae...kkkkkk meu Deus.

  • questão que pra mim fez todo sentido mas me fez perceber que homens realmente precisam de umas DIRETAS de vez em quando. anotado

  • LETRA A :

    Resumidamente : A mulher fez um pedido com base em uma informação.

    • Informação - A noite mais fria do ano

    • Contexto - Janela aberta por onde entra a frente fria

    • Pedido implícito: Poderia fechar a janela, já que vai fazer frio ?

  • Eu fiquei entre a A e a E. Confundi "explicação" com "informação"

  • Toda mineira se comunica assim!!! kkk
  • Aleluia! Acertei rsrs

  • Minha amiga chegando em casa depois de ter feito uma prova da FGV..."fecha a porrrrr@@@ dessa porta aí Krlho, tá vêno que tá frio não?"

  • Me informem a onde está esse PEDIDO para fechar a maldita JANELA ?????????????

  • Ela jogou uma indireta e meu link para acertar foi: o termo jornal e o termo Informação. Fui pela lógica.
  • Fui muito imprudente nessa questão, não me liguei com os termos da janela estarem abertas. Logo marquei a C

    .

    .

    Sem desanimar! Deus na frente sempre.

  • Resumindo: Ela jogou um verde, uma indireta e um caô para a criatura fechar a janela. A probrezinha chegou igual um pinscher com frio.

  • eu procurando onde estão pedindo para fechar a janela

  • A FGV se perde nas questões dela.

  • função manifesta x função real.

    Função manifesta - Os jornais dizem (informação)

    Função real - O que ela queria dizer com aquela frase (pedido para fechar as janelas).

  • '' só sei que nada sei ''...

  • FGV avaliando bem quem sabe português. Está selecionando mais videntes do que entendedores da língua portuguesa.

  • FGV avaliando bem quem sabe português. Está selecionando mais videntes do que entendedores da língua portuguesa.

  • Quem manja de indiretas acertou a questão.

  • Minha esposa acertou essa questão...entende tudo de indiretas.

  • Mano! O que os caras fumam?

  • "gente, que isso, um filme?" melhor comentário para 90% das questões da FGV

  • Agora tem que ser especialista em indireta pra acertar questão da FGV ?? Só pode ser isso mesmo.

  • kkkkkkkkkkkkk há tá

  • Nesta questão, o concurseiros homens tendem a errar, homi é bicho sonso. As concurseiras representam a maioria que acertaram kkkkk

  • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, tipo assim, se voce for visitar alguem e ver a vasoura atras da porta, já sabe que é para sair.

  • Ah, tá, né! Indireta, agora, é resposta de questão para a FGV?! Como adivinhar esses pensamentos "loucos" da banca????

  • A FGV adora essas questões de "indiretinhas" rs

  • Tenho certeza, se dê essa mesma questão para o examinador acerta, ele vai erra.
  • É como se a mulher dissesse: " se eu fosse você, eu fecharia as janelas, pois vai começar a esfriar logo, logo.

    Gabarito A.

  • Xinguei alto aqui viu!!!!! Que infeeeeeerrrnooooo!!!!

  • Acertei a questão mas nem da pra ficar feliz... essa banca é muito louca.

  • Mta gnt reclama do Portuga da FGV e isso se deve pq poucos acessam de onde ela tira essas coisas. ..

    Recomendo a leitura desse livro e daí vai entender de onde a FGV tira as coisas:

    Othon M. Garcia: Comunicação em prosa moderna - Editora FGV

    Se procurar bem encontra a versão pdf dele nas internets

  • Osh, do jeito que eu amo frio, se a pessoa fala "que hoje vai fazer muito frio!" eu só falo GRAÇAS A DEUS!

  • Pelo que entendir a mulher chegou e observando as janelas abertas falou da noticia do jornal para que então os donos da casa fechasse a janela poque estava frio kkkkkkk

  • raciocínio lógico

  • raciocínio lógico aff

  • raciocínio lógico aff

  • raciocínio lógico aff

  • KRALHO que banca lixo! saudade das provas do CESPE!!! vi vários comentários dos colegas aqui dizendo que essa questão é fácil pra mulherada acertar pq fazem isso direto, mas na boa, sou mulher e odeio indiretas. Ainda não me convenci que existe a P@#$#@$ de um pedido implícito pra fechar as janelas.... estou revoltada com essa questão lixo.... não mede conhecimento algum do candidato, só faz a gente passar raiva... Arrego pra FGV!!!!

  • E eu que achei que a questão era apenas sobre a frase entre aspas kkkkkkk

    #errei

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  • A informação é notória. Mas o pedido???? Não consigo visualizar o pedido de jeito nenhum.

  • Ela deu uma indireta ao invés de um pedido.

  • vá catar coquinho, banca do inferno.

  • Famosa indireta.

  • Notem que o texto descreve uma noite "friorenta" e que na casa as janelas estavam abertas. Isso tem relação com a frase dita pela mulher visitante.

  • essa bobônica --'

  • Não observei o ponto de exclamação.


ID
5604409
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Todas as frases abaixo têm valor informativo; a opção em que foi proposta uma modificação de modo a tornar a frase menos objetiva é:

Alternativas
Comentários
  • O colégio recusou a matrícula de meu filho / Recusaram a matrícula do meu filho;

     Antes sabíamos quem recusou a escola do filho, agora não temos essa informação, pois o sujeito se tornou indefinido, porque o verbo na terceira pessoa do plural sem sujeito expresso possui essa característica.

    Gabarito: C

  • https://www.youtube.com/watch?v=MSz6XJfUWnE&t=1974s comentário pertinente a questão.

  • Gabarito na alternativa C

    Solicita-se indicação da construção que sofreu diminuição da objetividade:

    Consoante exposto em questão anterior da mesma prova (Q1868117), a aumento da objetividade em textos informativos pode ocorrer por meio do uso de voz passiva, suprimindo-se o agente e dando ênfase apenas a ação informada. Com base nessa informação, cotejemos as alternativas:

    A) Decidimos modificar esta lei / Decidiu-se modificar a lei;

    Incorreta. Há emprego de voz passiva com supressão do agente, aumenta-se a objetividade da informação;

    B) Os produtores de vinho vendem o produto mais caro este ano / O vinho é vendido mais caro este ano;

    Incorreta. Há emprego de voz passiva com supressão do agente, aumenta-se a objetividade da informação;

    C) O colégio recusou a matrícula de meu filho / Recusaram a matrícula do meu filho;

    Correta. A segunda passagem retira o sujeito do verbo "recusar", substituindo-o por forma de terceira pessoa do plural sem referente, sujeito indeterminado.

    O uso de sujeito indeterminado em contextos informativos diminui sua objetividade, indicando elementos textuais não retomáveis pelo leitor;

    D) Nossa editora só considerará as demandas de autores portadores de diplomas universitários / Só serão consideradas as demandas de autores portadores de diplomas universitários; 

    Incorreta. Há emprego de voz passiva com supressão do agente, aumenta-se a objetividade da informação;

    E) Consertou-se o carro dele e o conserto foi caro / O conserto do carro dele foi caro.

    Incorreta. Há nominalização da primeira oração, aglutinando-se as estruturas de modo a evitar repetição, aumentando-se a objetividade da informação ;

  • Ótima questão.

  • O colégio recusou a matrícula de meu filho / Recusaram a matrícula do meu filho

    Acredito que pelo fato do sujeito ter passado de Determinado "O colégio", para sujeito Indetermidado. "Recusaram" Verbo na 3ª pessoa do plural

  • Na letra "a", o sujeito também não ficou indeterminado não?

    - (Nós) decidimos modificar...

    -Decidiu-se modificar (quem decidiu?)...

  • Na letra "a", o sujeito também não ficou indeterminado não?

    - (Nós) decidimos modificar...

    -Decidiu-se modificar (quem decidiu?)...

  • Juízo de valor trata de opinião (tem valor subjetivo) --> Recusaram a matrícula do meu filho;

    juízo de fato é uma atestação (tem valor objetivo). --> A, B , D e E foi uma constatação.

  • Essa questão é rídicula, além de possui dois gabaritos ( as letras A e C são idênticas), ainda apresenta um coceito equivocado e objetividade. Senão vejamos, menos objetiva = mais subjetiva = sujeito, logo seria necessária uma frase sem sujeito, ou ao menos de sujeito oculto, o que, por óbvio, não ocorre no gabarito proposto pela Banca. Desafio a qualquer professor do QC a questionar meu racicínio.

  • quer menos objetiva que a letra A , quem decidiu modificar a lei e outra trocou o "esta lei" por "a lei", qual lei....enfim...segue o jogo....

  • Gabarito: Letra C

    Respondi por eliminação, algumas vezes é a melhor forma para a FGV.

    A) Voz analítica sintética. O verbo modificar é VTD, logo temos partícula apassivadora

    B) Voz passiva analítica sem demonstrar o agente da ação.

    D) Voz passiva analítica sem demonstrar o agente da ação

    A voz passiva nos traz uma maior ideia de objetividade, inclusive quando oculta o agente da ação porque nos traz mais ênfase para a ação e não para quem a realiza (a FGV gosta de cobrar isso)

    Podemos cortar essas assertivas (A, B e D) porque todas trazem a voz passiva.

    E) Nominalização da frase e oculta o agente da ação, logo traz mais objetividade.

    Por fim, o gabarito C

    C) Sujeito indeterminado. Aqui apesar de não sabermos o agente da ação, ainda conseguimos atribui-la a alguém. Alguém recusou a matrícula.

    Nesse mesmo sentido: Q1868117

  • https://www.youtube.com/watch?v=MSz6XJfUWnE&t=1974s - a partir de 2:02:05.

  • Aff, questões ridículas que não aferem conhecimento do candidato. Palhaçada. Não sei o que será de nós fazendo prova da FGV. A sensação de que não sei nadica de nada de português. Saudade do Cespe!!!!

  • Eu jurando que indeterminação do sujeito era uma forma de ser mais objetivo. Ai ai :(

  • A impressão que fica é que essa banca cobra do candidato conhecimentos do português de Portugal.

  • quem recusou a matrícula do meu filho/ a escola.

    • esse foi meu raciocínio
  • Foraaaaaaaaaaaaa FGV!

  • Na verdade, a banca apenas queria a única alternativa que tinha voz ativa ao invés de voz passiva. A banca FGV apresenta esse comportamento frequentemente: ela usa comandos "esotéricos" nas questões, misteriosos e obscuros, mas no final o que ela quer é algo corriqueiro de nossas aulas de português.

    Obs: A alternativa A é voz passiva, cuidado!! O verbo "decidir" é VTD! Para verificar isso, basta usar um objeto direto no singular e no plural e ver como o verbo flexiona. É o famoso "vendem-se casas":

    • Decidiu-se uma decisão;
    • Decidiram-se duas decisões;

    Gab C (única voz ativa da questão)

    Bons Estudos

  • Português fgv

    Ninguém vai me convencer de arrumaram uma forma de "aproveitar" essa questão que saiu com erro no enunciado, "menos" onde queriam "mais"!

    O único item mais objetivo, pra mim, é o E, em todos os demais, a mudança aumenta a subjetividade!

    Vou copiar o comentário do colega pra ver se começo a entender:

    "a banca queria a única alternativa que tinha voz ativa ao invés de voz passiva. (...)

    Obs: A alternativa A é voz passiva, cuidado!! O verbo "decidir" é VTD! Para verificar isso, basta usar um objeto direto no singular e no plural e ver como o verbo flexiona. É o famoso "vendem-se casas":

    • Decidiu-se uma decisão;
    • Decidiram-se duas decisões;

    Gab C (única voz ativa da questão)"

  • simplesmente bizarro. português FGV é loteria. ridicularizando o candidato sempre.

  • FGV acha que faz prova de português difícil, mas na verdade é só mal feita mesmo

  • Tanto a B, quanto C e D demonstram omissão de termos. Não bastasse, algo "menos" objetivo é mais subjetivo (com maior presença e importância do sujeito) ou com mais omissão?

    Tem muito examinador fazendo questão que nem ele mesmo acertaria. Francamente.

    Apesar da minha revolta, fui atrás da correção. O examinador se ateve a apenas uma propriedade gramatical (sem pensar na quantidade de subjetividade que ele mesmo empregou na questão, já que são muitas variáveis, como explicitado por mim acima). Vamos lá:

    • Sujeito indeterminado - é o sujeito que não é identificado na oração. Exemplo: Falaram mal da tua vizinha. (Não é possível determinar quem praticou a ação de “falar mal.”)
    • Sujeito inexistente - ocorre em orações que são construídas com verbos impessoais e que, portanto, não admitem agentes de ação. Exemplo: Faz tempo que não o vejo ou "só serão consideradas as demandas...".

    Parece haver uma regra que diz que o sujeito indeterminado retira objetividade do texto (apesar do fato de as letras B e D, embora não compostas por esta propriedade, também retirarem informação do primeiro trecho, tambo que também as deixa menos objetivas).

    Enfim, questões que se prendem a uma regrinha e que esquecem de "polir" todo o resto polêmico da questão. É como perguntar qual arca de cerveja o brasileiro mais gosta e colocar como alternativas "brahma", "stela artois" e "heineken". O candidato que pouco estudou logo iria marcar "brahma", mas, calma aí... só por que as outras duas são internacionais não significa que o brasileiro gosta menos. Entendem o que digo? A questão se ateve só a uma regra (cerveja brasileira), sem pensar nos graus de interpretação que podem ser gerados. Para mim, são examinadores despreparados para provas de certo nível.

  • Só pq saiu o sujeito da oração não significa nada.. até pq acontece a mesma coisa na alternativa A em relação a alternativa C.

  • Gab C

    Recusaram a matrícula do meu filho;

     Antes sabíamos quem recusou a escola do filho, agora não temos essa informação, pois o sujeito se tornou indefinido, porque o verbo na terceira pessoa do plural sem sujeito expresso possui essa característica.

  • Curso de Português (Gramática e Interpretação de Texto) focado especificamente para Concursos Públicos. Neste excelente curso você tem acesso a: - 24 videoaulas com teoria e exercícios - Lista de Exercícios Gabaritadas - Material Didático em PDF - Provas gabaritadas de concursos das principais bancas com os assuntos de Língua Portuguesa que mais caem em concursos. Fala, galera! Eu sou o professor Rodrigo Lima, sou Graduado, Mestre e Doutorando em Letras pela UFBA. Tenho 13 anos de experiência como professor de Língua Portuguesa e Redação. Fui aprovado nos seguintes concursos/seleções: 2º Lugar - Concurso para Professor de LP Secretária de Educação da Bahia (2018) 25º lugar - Concurso da Polícia Militar do Estado da Bahia (2012-2013) 1º lugar - Seleção para professor Substituto da Universidade Federal da Bahia (2021) Com esse curso, quero compartilhar com vocês a minha experiência de aprovação em concursos. Vamos estudar Português juntos! Quero ver você colecionar aprovação!

    https://go.hotmart.com/B68573338G?dp=1

  • Honestamente, não entendi até agora a lógica dessa questão, nenhum comentário me convenceu e o professor também não disponibilizou correção.

    Mas quer a gente queira, quer não, a FGV é a banca de vários concursos. Vamos tentar abstrair as bizarrices e seguir em frente, buscando entender qual a (eventual) lógica das questões. Bons estudos, pessoal!

  • Sem entender aqui...

  • Sem blá blá blá....o pronome meu, na LETRA C, indica subjetividade.

  • Quem estiver aqui pela primeira vez, não se espante, é assim mesmo. LEIA TUDO COM ATENÇÂO!


ID
5604412
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A opção em que a passagem do discurso direto para o indireto é feita de forma adequada é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito na alternativa B

    Solicita-se correta transposição do discurso direto para o indireto:

    Há comentário que faz apontamentos incorretos para a questão, sugerindo como incorretas transposições prescritas pela norma culta.

    Alguns cuidados devem ser tomados na passagem de discurso, principalmente no que diz respeito às formas verbais e adverbiais.

    Os erros estão marcados abaixo, juntamente com a passagem de discurso adequada;

    A) Maria acrescentou: “Eu sei agora que meu amigo partirá daqui em dois dias” / Maria acrescentou que ela sabia então que seu amigo partiria daqui dois dias mais tarde;

    Incorreta. Na passagem para o discurso indireto, a forma adverbial "agora" deve dar lugar à forma "naquele momento", e a forma "daqui" deve ser substituída por "dali":

    "Maria acrescentou que ela sabia naquele momento que seu amigo partiria dali dois dias mais tarde."

    Importante perceber que as formas "daqui" (deste local) e "dali" (daquele local) são junções de preposição e advérbio que indicam local, e não os termos usados informalmente na linguagem coloquial para indicar tempo.

    B) Seu professor lhe disse: “Refaça agora o trabalho” / Seu professor lhe disse que refizesse naquele momento o trabalho;

    Correta. Presente passagem está corretamente transposta para discurso indireto;

    C) Baixando os olhos, Pedro disse: “É verdade que eu menti ontem” / Baixando os olhos, Pedro disse que era verdade que ele mentiu no dia anterior;

    Incorreta. Na passagem para o discurso indireto, a forma verbal de pretérito perfeito do indicativo deve assumir conjugação de pretérito mais-que-perfeito "mentira":

    "Baixando os olhos, Pedro disse que era verdade que ele mentira no dia anterior."

    D) O operário confirmou: “Vou receber amanhã tudo o que mereço pelo meu trabalho” / O operário confirmou que vai receber no dia seguinte tudo o que merece pelo seu trabalho;

    Incorreta. Na passagem para o discurso indireto, a forma verbal de presente do indicativo deve assumir conjugação de pretérito imperfeito "ia", o mesmo ocorrendo com o segundo verbo destacado, "merecia":

    "O operário confirmou que ia receber no dia seguinte tudo o que merecia pelo seu trabalho."

    E) O menino explicou: “Eu estava aqui na sala quando minha irmã caiu e machucou o joelho” / O menino explicou que estava ali na sala quando a irmã dele tinha caído e tinha machucado o joelho.

    Incorreta. Na passagem para o discurso indireto, a forma verbal de pretérito perfeito (imperfeito por força da linguagem coloquial) do indicativo deve assumir conjugação de pretérito mais-que-perfeito "estivera", bem como a forma pronominal "minha" deve sofrer adaptação:

    "O menino explicou que estivera ali na sala quando sua irmã tinha caído e tinha machucado o joelho."

  • Discurso direto e indireto a FGV GOSTA!

  • Acertei esta questão na prova usando este método achei bem simples:

    DICA:

    Discurso direto = existe a fala do narrador e personagem (o narrador apenas repete o que o personagem disse).

    Indireto = existe a fala apenas do narrador (narrador repete a fala do personagem mas do jeito dele)

    Indireto livre = Existe a fala do narrador e personagem misturados.

    A) Maria acrescentou: “Eu sei agora que meu amigo partirá daqui em dois dias” / Maria acrescentou que ela sabia então que seu amigo partiria daqui dois dias mais tarde;

    Incorreta.

    B) Seu professor lhe disse: “Refaça agora o trabalho” / Seu professor lhe disse que refizesse naquele momento o trabalho;

    Correta. Pois, só há fala do narradorNarrador falou do jeito dele = Seu professor lhe disse que refizesse naquele momento o trabalho;

    C) Baixando os olhos, Pedro disse: “É verdade que eu menti ontem” / Baixando os olhos, Pedro disse que era verdade que ele mentiu no dia anterior;

    Incorreta.

    D) O operário confirmou: “Vou receber amanhã tudo o que mereço pelo meu trabalho” / O operário confirmou que vai receber no dia seguinte tudo o que merece pelo seu trabalho;

    Incorreta.

    E) O menino explicou: “Eu estava aqui na sala quando minha irmã caiu e machucou o joelho” / O menino explicou que estava ali na sala quando a irmã dele tinha caído e tinha machucado o joelho.

    Incorreta

  • A FGV volta e meia cobra essa passagem do direto para o indireto.

    Na Gramática do Cunha tem uma tabela de como fazer essa transposição e a banca usa ela à risca.

    Deem uma olhada.

  • direto - indireto

    Ontem  - véspera, no dia anterior

    amanhã -    no dia seguinte

    logo -  depois

    agora, já, neste momento -  naquele momento, imediatamente

  • Sei que não é suficiente para garantir a correção da frase em discurso indireto, mas marquei a única com o verbo no subjuntivo. As demais estão todas no modo indicativo.

  • Gab B.

    discurso direto é a transcrição exata da fala das personagens, sem participação do narrador, ou seja, a personagem fala por si mesma e essa fala vem sempre marcada por travessão ou aspas:

    • “Filho, um dia isso tudo será seu”.

    discurso indireto é “de segunda mão”, o narrador utiliza as suas próprias palavras para reproduzir as falas das personagens.

  • Se for analisar, a Letra A é a única alternativa além da letra B, que faz a transposição correta dos verbos para o indireto mas os advérbios e adjuntos adverbiais não. Tinha marcado ela e não analisado essa questão.

  • Na transposição de discurso INDIRETO para o DIRETO (ou vice-versa), devemos observar 3 elementos:

    • forma verbal

    queria -> quero

    tinha perdido (perdera) -> perdi

    iria -> irei

    falássemos -> falem!

    • referência espacial

    ontem -> dia anterior

    hoje/agora -> naquele dia/naquele momento

    amanhã -> no dia seguinte

    aqui, aí, cá -> ali, lá

    • pessoa gramatical

    eu -> ela

    Beleza... Agora é só conferir esses três elementos nas frases.

    A.                 Maria acrescentou: “Eu sei agora que meu amigo partirá daqui em dois dias”

    Seria correta assim: Maria acrescentou que ela sabia naquele momento que seu amigo partiria dali dois dias mais tarde."

    B.                 Seu professor lhe disse: “Refaça agora o trabalho” / Seu professor lhe disse que refizesse naquele momento o trabalho. CORRETA

     

    Refaça -> Refizesse

    Agora -> naquele momento

     

    C.               Baixando os olhos, Pedro disse: “É verdade que eu menti ontem” /

     

    Seria correta: Baixando os olhos, Pedro disse que era verdade que ele tinha mentido (mentira) no dia anterior.

     

    D.               O operário confirmou: “Vou receber amanhã tudo o que mereço pelo meu trabalho”

    Seria correta: O operário tinha confirmado (confirmara) que iria receber no dia seguinte tudo o que merecia pelo seu trabalho.

     

    E.            O menino explicou: “Eu estava aqui na sala quando minha irmã caiu e machucou o joelho”

    Seria correta: O menino tinha explicado (explicara) que estava ali na sala quando a irmã dele tinha caído e tinha machucado o joelho. 

    Obs! Fiz pelas minhas anotações. Me corrijam se encontrarem erros.

  • - Discurso direto: é a reprodução da fala do personagem.

    - Discurso indireto: o narrador fala pelo personagem.

    - Discurso indireto-livre: o narrador reproduz o pensamento ou sentimento do personagem.

  • Na transposição de discurso INDIRETO para o DIRETO (ou vice-versa), devemos observar 3 elementos:

    • forma verbal

    queria -> quero

    tinha perdido (perdera) -> perdi

    iria -> irei

    falássemos -> falem!

    • referência espacial

    ontem -> dia anterior

    hoje/agora -> naquele dia/naquele momento

    amanhã -> no dia seguinte

    aqui, aí, cá -> ali, lá

    • pessoa gramatical

    eu -> ela

    Beleza... Agora é só conferir esses três elementos nas frases.

    A.                 Maria acrescentou: “Eu sei agora que meu amigo partirá daqui em dois dias”

    Seria correta assim: Maria acrescentou que ela sabia naquele momento que seu amigo partiria dali dois dias mais tarde."

    B.                 Seu professor lhe disse: “Refaça agora o trabalho” / Seu professor lhe disse que refizesse naquele momento o trabalho. CORRETA

     

    Refaça -> Refizesse

    Agora -> naquele momento

     

    C.               Baixando os olhos, Pedro disse: “É verdade que eu menti ontem” /

     

    Seria correta: Baixando os olhos, Pedro disse que era verdade que ele tinha mentido (mentira) no dia anterior.

     

    D.               O operário confirmou: “Vou receber amanhã tudo o que mereço pelo meu trabalho”

    Seria correta: O operário tinha confirmado (confirmara) que iria receber no dia seguinte tudo o que merecia pelo seu trabalho.

     

    E.            O menino explicou: “Eu estava aqui na sala quando minha irmã caiu e machucou o joelho”

    Seria correta: O menino tinha explicado (explicara) que estava ali na sala quando a irmã dele tinha caído e tinha machucado o joelho. 

  • Como resolver questões de mudança do Discurso Direto para o Discurso Indireto

    • Mudança das pessoas do discurso:

    1.ª pessoa no discurso direto transforma-se em 3.ª pessoa no discurso indireto.

    – Eu já terminei minhas tarefas, disse a garota. => A garota disse que ela já tinha terminado as suas tarefas /as tarefas dela.

    • Mudança nos tempos verbais:

    Verbo no presente do indicativo passa a pretérito imperfeito do indicativo:

    Não quero água – afirmou a menina. => A menina afirmou que não queria água.

    Verbo no pretérito perfeito passa a pretérito mais-que-perfeito:

    – Perdi meu diário – disse ele.=> Ele disse que tinha perdido seu diário.

    Verbo no futuro do indicativo passa a futuro do pretérito

    – Irei à escola amanhã. => Ele afirmou que iria à escola no dia seguinte.

    Verbo no imperativo passa o pretérito imperfeito do subjuntivo

    – Marchem! – ordenou o sargento. => O sargento ordenou que marchássemos.

    • Mudança das informações temporais e espaciais (advérbios e pronomes)

    Ontem no discurso direto passa para no dia anterior no discurso indireto.

    – Perdi meu diário ontem – disse ele.=> Ele disse que tinha perdido seu diário no dia anterior.

    Hoje e agora no discurso direto passam para naquele dia e naquele momento

    – Não quero água agora – afirmou a menina. => A menina afirmou que não queria água naquele momento.

    Amanhã no discurso direto passa para no dia seguinte

    – Irei à escola amanhã. => Ele afirmou que iria à escola no dia seguinte.

    Aqui, aí, cá no discurso direto passam para ali e 

    – Marchem até aqui! – ordenou o sargento. => O sargento ordenou que marchássemos até .

    Este, esta e isto no discurso direto passam para aquele, aquela, aquilo

    – Este assunto não é difícil, afirmou o professor. => O professor afirmou que aquele assunto não era difícil.

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  • Aparente erro da alternativa E: "estava" vira "estivera".


ID
5604415
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A frase abaixo que, ao contrário das demais, só traz dados objetivos, sem a participação do enunciador, é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: E

    O desempenho do time ontem foi excepcional; (juízo de valor)

    É pena que tenha chovido tanto no final de semana; (juízo de valor)

    Segundo o que eu penso, esse médico é um enganador; (juízo de valor)

    Você não passa de um charlatão vulgar; (juízo de valor)

    João acertou na loteria e está feliz com isso. (juízo de fato)

    >>> Juízo de valor trata de opinião (tem valor subjetivo), já juízo de fato é uma atestação (tem valor objetivo).

    Assim, de acordo com a questão, não se trata de uma opinião, e sim de um fato, que quem ganha na loteria fica feliz.

  • Gabarito na alternativa E

    Solicita-se indicação de passagem desprovida de subjetivismo do autor:

    O subjetivismo é externado na linguagem escrita por meio de modalizadores que expressam opinião pessoal do autor, normalmente sob a forma de advérbios, adjetivos ou pronomes indefinidos.

    Algumas estruturas, porem, quando utilizam de verbos copulativos para ligar adjetivos ao sujeito, indicam subjetivismo do autor;

    Os termos que indicam subjetividade estão demarcados abaixo:

    A) O desempenho do time ontem foi excepcional;

    B) É pena que tenha chovido tanto no final de semana;

    C) Segundo o que eu penso, esse médico é um enganador;

    D) Você não passa de um charlatão vulgar

    E) João acertou na loteria e está feliz com isso.

    Esta é, por certo, a única construção que não apresenta termos que partam de um juízo de valor do autor, apresentando apenas informações quanto a um acontecimento.

  • MODALIZADORES TEXTUAIS: São elementos gramaticais ou lexicais por meio dos quais o autor manifesta determinadas atitudes e/ou posições em relação a um conteúdo e/ou tema específicos.

    A questão pede a AUSÊNCIA DESSES ELEMENTOS, ou seja, a única alternativa que não apresenta termos que denotem a opinião do autor. Note que, a alternativa E apresenta um fato, não há marca de subjetividade.

    Dica: diante de um texto seja um farejador de modalizadores textuais, certamente irá ajudar em algumas questões no dia da prova.

    Veja a questão: Q1868144

    GAB: E

    Consagre os teus planos ao Senhor.

  • Depende, pois a pessoa pode ganhar na loteria e o prêmio ser baixo, pois tiveram muitos ganhadores.

  • Acertei essa lembrando das aulas do prof. Fernando Moura.

    Elemento dêitico – evidencia a presença do emissor no enunciado (marca de quem redige ou fala). Ex.: este país, este século, hoje, agora, ultimamente, recentemente, ontem, no próximo ano…

    É chamado também de dêitico subjetivo / marca subjetiva.

    Os dêiticos possuem função EXOFÓRICA.

  • Ronald acertou uma questão de português da FGV e está feliz com isso

  • Gabarito letra E

    Foi a única alternativa em que o autor não exprimiu sua opinião pessoal, ele apenas afirmou algo sobre João, ou seja, fez uma constatação.

  • Acertei a questão pois a E é a unica que nao ocorre a participação do enunciador

  • Adjetivo DEPOIS do verbo → indica um fato, é OBJETIVO

    Adjetivo ANTES do verbo → indica uma opinião, é SUBJETIVO

  • dá nem p ficar feliz ao acertar pq vc nem sabe pq acertou

    ]

  • Eu só acertei, porque é óbvio que ficaria feliz. Eu fiquei quando ganhei. Não foi a sena, mas foi uma graninha legal. E eu fiquei feliz.

    Gabarito E.

  • acertei a questão e não acertei na loteria kkkk
  • Kossa Kuka errou essa questão e está triste com isso.

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  • GABARITO E

    EXCETO A LETRA E, TODAS AS OUTRAS ALTERNATIVAS TRAZEM OPINIÕES PESSOAIS DO AUTOR.

    A) O desempenho do time ontem foi excepcional; Adjetivos que relatam a OPINIÃO DO AUTOR. É o que ELE acha.

    B) É pena que tenha chovido tanto no final de semana; É uma PENA, para ELE

    C) Segundo o que eu penso, esse médico é um enganador; De acordo com o que ELE PENSA, o médico é um enganador.

    D) Você não passa de um charlatão vulgar; É o que ele acha/afirma.

    E) João acertou na loteria e está feliz com isso. SIM, pelo contexto, João está feliz e isso é notório.

  • Essa é aquela pra não zerar

  • Como não ficar feliz acertando na loteria ? kkk


ID
5604418
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Observe o texto a seguir.


A corrida sempre esteve muito presente na minha vida, mas no começo dessa pandemia fui forçado a parar de fazer o que amo. Quando meu médico me liberou para praticar novamente, isolado, senti um desconforto no joelho e fui forçado a dar uma pausa… Não pude acreditar que isso estava acontecendo comigo, não podia aceitar que nunca mais ia praticar o esporte da minha vida. Eu pesquisei em tudo que podia, tentei tomar remédio para dor e até mesmo voltei ao meu médico. Mas só depois de tanto pesquisar, pude achar um blog onde um cara passou pela mesma coisa que eu, e a única coisa que ajudou ele a resolver a dor foi a joelheira Ultra K.”


A finalidade essencial desse texto é:

Alternativas
Comentários
  • Eu pesquisei em tudo que podia, tentei tomar remédio para dor e até mesmo voltei ao meu médico. Mas só depois de tanto pesquisar, pude achar um blog onde um cara passou pela mesma coisa que eu, e a única coisa que ajudou ele a resolver a dor foi a joelheira Ultra K.

    Compre a joelheira Ultra K, que suas dores no joelho serão resolvidas!

    Gabarito: C

  • Essa questão achei ridícula, por mais que ele tenha citado o produto o caso aconteceu com um terceiro, e não com ele. Como ele quer divulgar um produto se ele mesmo não usou?

  • Questão extremamente maldosa, na prova marquei A.

    Fiquei entre A e C. Não acreditei quando saiu o gabarito. Enfim, a FGV é isso. Ou você se adequa a ela ou desiste.

    Caso estivesse escrito antes do texto: '' Um texto publicitário afirma: ...'' Mas não veio nada. Veio um texto seco e no final escrito '' ...única coisa que ajudou ele a resolver a dor foi a joelheira Ultra K.''

    Tomara que o estagiário tenha errado no teclado rs

    GAB PRELIMINAR: C

  • Eu pesquisei em tudo que podia, tentei tomar remédio para dor de cabeça e até mesmo perguntei para os meus professores. Mas só depois de tanto errar, pude perceber que só me restava fazer uma coisa: sentar e chorar....

    Vamos em frente pessoal !

  • Essa eu acertei por já ter visto algumas outras na mesma pegada por aqui, o que resta é isso: fazer muitas questões dessa banca imunda, pois ela se repete em muitos casos.

  • Um depoimento pessoal em si já é suficiente para fazer uma propaganda, questão dúbia.

  • Quem trabalha com vendas já sabe a resposta sem mimimi kkk

  • FGV com PUBLICIDADE, pode ter certeza que é objetivo é vender/divulgar o produto, até na prova de necropsia nível fundamental caiu uma dessa.

  • Dica da professora Adriana Figueiredo: A ideia central do texto geralmente está na parte final dele.

  • Para a FGV,

    falou em texto públicitário, quase sempre é vender ou divulgar alguma coisa .

    Gab: C

  • Questão lamentável, com gabarito altamente subjetivo. Só seria possível aceitar tranquilamente a C como gabarito se não existisse a letra A (e vice-versa).

  • Ele dá um depoimento pessoal, mas a finalidade ESSENCIAL desse depoimento é divulgar a joelheira Ultra K

    Lembrei daqueles depoimentos que aparecem em sites sobre um determinado produto, que possuem o intuito de convencer o consumidor

  • Essa tava tão fácil que fiquei com medo de ser uma pegadinha. kkkk

  • 99% das pessoas que marcaram a alternativa A não leram o texto todo kkkk

  • Eu jurando que seria depoimento pessoal, oh Deus!

  • quase choro

  • DE FATO, NO INICIO ELE DA O SEU DEPOIMENTO, MAS O OBJETIVO ESTA NO FINAL, QUANDO ELE FALA DA JOELHEIRA

  • eu achei estranho quando falou pesquisou tanto,pra que mesmo se tinha o medico, achou num blog a resposta de seu problema ,e entendi que era uma propaganda divulgando algo marquei c

  • Igualzinha àquelas propagandas cheias de histórias pra ludibriar a gente kkkkkkk

  • A finalidade ESSENCIAAAALLL desse texto é:

    ESSENCIAL, ESSENCIAL, ESSENCIAL, ESSENCIAL ESSENCIAL !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Senhores, por favor ! NÃO HÁ uma referência de qual site, revista,jornal,artigo, nada que indique A FONTE do texto !

    Há um DEPOIMENTO de uma pessoa que sente dores no joelho e pesquisou sobre o assunto. SÒ ISSO !

    Dessa forma, resta ao candidato, subjetivamente, escolher entre a resposta A ou C.

    ABSURDO !!!!

  • que ódio só no final que foi divulgado

  • 22/02 18:20 Filtro > Português > FGV

    6 questões 6 erros :(

    Você deseja continuar?

  • DICAS FGV

    Conotação negativa = TODA frase exclamativa.

    MODALIZADOR TEXTUAL.   (impressão pessoal do redator) mostra influência da visão do redator.

    Quando a FGV pede reescrita, fique ligado também ao sentido da frase com a substituição.

    Quando a FGV fala que " existe um problema na estruturação", na maioria das vezes é ambiguidade.  ( vício de linguagem anfibologia ou ambiguidade.)

    Dica da professora Adriana FigueiredoA ideia central do texto geralmente está na parte final dele.

    Falou em texto publicitário, quase sempre é vender ou divulgar alguma coisa .

  • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, é só pensar nas publicidades das Influencers, começam o story contanto uma histórinha para no final fazer publi de algum produto.

  • O texto é um depoimento pessoal, essa é sua característica. Entretanto, sua finalidade essencial é divulgar a joelheira Ultra K.

  • Quando vejo uma questão da FGV fácil , fico logo com um pé atrás. kkkkkk

  • Não há indício no enunciado de que o texto seja publicitário, como a citação de uma fonte tipo "revista esportiva", "Ultrak.com.br". A finalidade dele é registrar mesmo um depoimento pessoal que com o seu desenrolar informou no final a marca de um produto. Repito: para ter finalidade de divulgar um produto comercial deveria haver necessariamente elemento(s) linguístico(s) que garantisse(m) esta alternativa como gabarito. Questão passível de recurso.

  • Se fosse depoimento pessoal ele não precisaria dar ênfase ao nome ridículo dessa joelheira, só pode estar sendo pago. Sacou?

  • Primeiro a propaganda depois a pessoa fala do interesse de tantas enrolações.

    Era divulgar o produto.

    Gabarito C.

  • Entrei hoje, dia 07/03, na justiça contra esta ARBITRARIEDADE da banca. Não há nada que justifique este gabarito ( nem entrarei no mérito da questão ).

    Vejo muitos aqui tentando justificar o injustificável e ainda falando: "tem que fazer mais questões".

    24 mil questões resolvidas! Está bom ou ainda é pouco ?

    Enquanto alguns defenderem esse abuso de poder, arbitrariedades como essa continuarão a acontecer.

  • Entrei hoje, dia 07/03, na justiça contra esta ARBITRARIEDADE da banca. Não há nada que justifique este gabarito ( nem entrarei no mérito da questão ).

    Vejo muitos aqui tentando justificar o injustificável e ainda falando: "tem que fazer mais questões".

    24 mil questões resolvidas! Está bom ou ainda é pouco ?

    Enquanto alguns defenderem esse abuso de poder, arbitrariedades como essa continuarão a acontecer.

  • a letra A acho que esta correta também, é um depoimento de sua vida pessoal!

  • Marquei certo e depois mudei para (A)...

  • Marketing puro , quem é vendedor matou essa kk

  • Para mim isso é extrapolação pura!

  • kkkk quem já viu o comercial da Universal mata essa questão na hora!!!

    "Eu fui assim, assim e assado, hoje eu sou a Universal" Você acha que a emissora quer focar na vida do cara? Não! Ela quer vender o "peixe"!

  • Curso de Português (Gramática e Interpretação de Texto) focado especificamente para Concursos Públicos. Neste excelente curso você tem acesso a: - 24 videoaulas com teoria e exercícios - Lista de Exercícios Gabaritadas - Material Didático em PDF - Provas gabaritadas de concursos das principais bancas com os assuntos de Língua Portuguesa que mais caem em concursos. Fala, galera! Eu sou o professor Rodrigo Lima, sou Graduado, Mestre e Doutorando em Letras pela UFBA. Tenho 13 anos de experiência como professor de Língua Portuguesa e Redação. Fui aprovado nos seguintes concursos/seleções: 2º Lugar - Concurso para Professor de LP Secretária de Educação da Bahia (2018) 25º lugar - Concurso da Polícia Militar do Estado da Bahia (2012-2013) 1º lugar - Seleção para professor Substituto da Universidade Federal da Bahia (2021) Com esse curso, quero compartilhar com vocês a minha experiência de aprovação em concursos. Vamos estudar Português juntos! Quero ver você colecionar aprovação!

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  • Uma propaganda bem feita dessa bicho!n Até me comovi com a dor do joelho dele. Kkkkk
  • O infeliz passa 3 horas contanto a história triste dele e 1 segundos falando do produto.. e o gabarito é divulgar um produto? O.o'

  • Mermão, acertei na raiva, no ódio, na força de vontade.

  • Finalmente uma questão digna para acertar!!


ID
5604421
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Todas as frases abaixo são construídas por dois segmentos; a frase em que a troca de posição dos segmentos mostra inadequação é: 

Alternativas
Comentários
  • a) Incorreta.

    O primeiro passo para conhecer-se é desconfiar de si mesmo;

    Desconfiar de si mesmo é o primeiro passo para se conhecer. (Não muda)

    b) Incorreta.

    Somos o que não parecemos e parecemos o que não somos;

    Parecemos o que não somos e somos o que não parecemos. (Não muda)

    c) Incorreta.

    O que sabemos fazer aprendemos fazendo;

    Aprendemos fazendo o que não sabemos. (Não muda)

    d) Incorreta.

    O ignorante afirma, o sábio duvida e reflete;

    O reflete e afirma, o ignorante afirma. ( Não muda)

    e) Correta

    A rotina é sempre a mesma: tomo café e lavo a louça.

    Lavo a louça e tomo café, a rotina é sempre a mesma (mudou a rotina, porque antes tomava café primeiro para depois lavar a louça.)

    Gabarito: E

  • GABARITO LETRA E

    A) A rotina é sempre a mesma: tomo café e lavo a louça.

    Posso inverter a parte sublinhada ?

    tomo café e lavo a louça.

     lavo a louça. e tomo café

    Resolução: Não pode inverter. A FGV tem umas trocentas questões dessas. A ordem cronológica é tomar o café e depois lavar a louça. Para a FGV se você inverter isso, estará havendo incorreção. Quando você lava a louça ??depois de tomar café. Caso você inverta isso, você altera o sentido, gerando inadequação. E por favor, não pense '' Ah mas eu posso acordar com pia cheia de louça suja, então eu lavo a louça e depois como.'' está errado, você está usando seu conhecimento de mundo para interpretar, a FGV vai te bandar. Para FGV você não pode inverter isso.

  • A FGV é do bem de vez em quando.

  • O ignorante afirma, o sábio duvida e reflete; -> um faz uma coisa o outro faz outra coisa

    O sábio dúvida e reflete, o ignorante afirma. -> Posso entender que o ignorante afirma o que foi dito no outro segmento.

    O pulo do gato é saber que a banca considera inadequado a inversão de ordem cronológica "normal" dos fatos.

    Eu, por exemplo, lavo louças e depois tomo café numa boa.

  • Na realidade a FGV é do mundo invertido.

  • Eu errei a questão na prova justamente por fazer o contrário todos os dias

    levanto cedo, lavo as louças e depois tomo o café, fui com esse pensamento e errei .

  • Qual é o erro da alternativa "c"?

  • Eu só acertei pq uma pessoa aqui no QC ensinou um macete sobre ordem cronológica das coisas, inclusive foi numa questão que pedia justamente isso e a alternativa colocava "vestir a camisa e por a gravata".

    Mas.... nesse caso específico.... para quem estuda e mora só, a coisa mais normal do mundo é lavar a louça e depois tomar o café... aí a louça do café a gente lava antes de fazer o almoço! kkkkkkkkk

  • Errei porque não prestei atenção nos termos sublinhados.

  • Se há uma rotina, há uma sequência ordenada de fatos. Se você alterar essa sequência a rotina estará alterada também. Acertei raciocinando assim.

  • acertei, porém não concordo que gera inadequação, apenas uma alteração no sentido...

  • Dica: as questões da FGV também são de lógica. Eu errei essa questão no dia porque existe diversos fatores que influenciam o psicológico. faça o máximo de questões e comece a identificar isso. BOA SORTE A TODOS!

  • Quem elaborou essa questão tem transtorno obsessivo - compulsivo (TOC).

  • PROVA DIRETO DO INFERNO.

  • Eu errei porque não inverti a frase dessa forma: "Lavo a louça e toma café: A rotina é sempre a mesma"

    Eu inverti da seguinte forma: Tomo café e lavo a louça: A rotina é sempre a mesma. Ou seja, mantive a segunda frase da mesma forma, só inverti a posição dos períodos. Por isso não vi inadequação. Não sei se fui clara, mas foi isso kkkkk

  • No meu qc aqui ta tudo sublinhado

  • O QC tá de brincadeira conosco. Cadê os comentários, filhão?????
  • DEPOIS DE 6 QUESTÕES ERRADAS, GANHEI ESSA DE BRINDE.KKKKKKK

  • Cadê os comentários dos professores? to jogando meu dinheiro fora nessa plataforma.

  • Sem comentários para essa banca, só acertei porque ela tem várias questões nesse sentido.

    Alternativa "C": "O que sabemos fazer aprendemos fazendo.", se trocarmos: "Aprendemos fazendo, o que sabemos fazer.", ao meu ver, não dá para trocar. fica totalmente sem sentido.

  • : ( nem os professores querem comentar a FGV

  • LETRA E é a resposta.

    Percebi que a FGV vem trazendo questões nesse estilo de uns tempos pra cá. Para resolvermos esse tipo de questão precisamos olhar para o sentido da expressão.

    Com relação a letra E, não faz sentido lavar a louça e depois tomar café, pois você vai ter a louça suja do café depois para lavar. O correto, logicamente falando, é que você tome o café para só depois lavar toda a louça.

    Eu sei que é muito subjetivo essas questões, mas precisamos jogar o jogo da banca.

    Outro dia vi uma questão que ela considerou como correto: Primeiro vestir a blusa, para depois colocar a gravata, o contrário foi entendido como errado.

    Enfim, bons estudos.

    Para descontrair: Nunca lembre do Superman, que primeiro coloca a calça para depois colocar a cueca, você vai errar a questão kkkk

  • Muito estranha essa questão, pq o ignorante tem que afirmar primeiro pro sábio duvidar e refletir o q ele afirmou... trocar esses segmentos corromperia o sentido da frase. Talvez eu tenha entendido errado com esse enunciado esquisito kkkk

  • "tomo café e lavo a louça.": Representa uma ordem lógica

  • B e C são idênticas errada uma, errada a outra- A e D não se alteram, só sobra a E -gabarito-

    acredite que é uma questão fácil e acerte.

  • Minha única xícara de café está na louça suja, e agora? :(

  • GAB. E

    Realmente, com relação a letra E, não faz sentido lavar a louça e depois tomar café, pois você vai ter a louça suja do café depois para lavar. O correto, logicamente falando, é que você tome o café para só depois lavar toda a louça.

    Porém, vejamos a letra C:

    O que sabemos fazer aprendemos fazendo. Nós sabemos fazer algo porque aprendemos...de que forma? Fazendo!

    Agora veja: Aprendemos fazendo o que sabemos fazer. Nós aprendemos algo...como? Fazendo! Fazendo o quê? Fazendo o que sabemos fazer... ou seja, vamos aprender a fazer algo que sabemos fazer. Também vejo inadequação, ainda maior que lavar a louça primeiro para depois tomar café (letra E).

    Só uma reflexão...

  • Questão modelo: troca de posição FGV

    ATENÇÃO PARA:

    1- ordem

    2- intensidade

    3- sentido

  • Se a rotina é sempre a mesma, eu não posso inverter a ordem, se não muda a rotina...

  • E eu pensado que alternativa A fosse o gabarito, porque o "se" mudaria sua posição para antes de conhecer. Ledo engano.

  • Achei um absurdo a banca presumir que todo o universo toma café e SOMENTE depois disso lava a louça... forçou demais FGV.

  • Sério que é por conta da ordem? Eu marquei E por achar que era uma questão de paralelismo...

    E) A rotina é sempre a mesma: tomo café e lavo a louça.

    Para mim, por conta do paralelismo, deveria ser:

    E) A rotina é sempre a mesma: tomo O café e lavo a louça.

    OU

    E) A rotina é sempre a mesma: tomo café e lavo louça.

    Nenhum comentário como o meu então acho que acertei por acaso.

    Que seja assim na prova também kkk

  • socorro, Deus! pode inverter que o pedido/desespero vai continuar o mesmo
  • eu não observei o sublinhado na letra D que era apenas nas informações tomar café e lavar louça.

  • "A alternativa correta foi a primeira que eu eliminei". kkk

  • kkkkkkk típica resposta da FGV. Só acertei pq imaginei q essa seria a resposta ridícula q eles sempre colocam.

  • Eu só marquei a letra E porque não há como eu lavar café e tomar louça. Pelas respostas acho que o raciocínio não era esse.


ID
5604424
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A impessoalidade pode ser construída em língua portuguesa com o pronome SE, mas também o pronome NÓS pode desempenhar esse papel; a frase abaixo em que o pronome SE foi adequadamente substituído pelo pronome NÓS é:

Alternativas
Comentários
  • 'O se impessoal indica indeterminação do sujeito, e o verbo que o acompanha é sempre singular, não tendo de concordar com nenhum outro elemento da frase; ao passo que o verbo que acompanha o se apassivante concorda em número com o seu argumento interno (neste caso, as calças).' in Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/se-impessoal-vs-se-passivo-como-sempre/22621 [consultado em 09-02-2022]
  • Alguém tem alguma luz sobre essa?

  • Gabarito na alternativa E

    Faço adendo: é demasiado confusa a primeira parte do enunciado, de modo que não se consegue compreender claramente a intenção da banca. Alguns alunos podem ter criado grande confusão com a desnecessária citação ao uso do pronome "se" como termo que impessoaliza o verbo.

    Explico: a banca fala em "impessoalidade", podendo levar o aluno a pensar no termo "se" utilizado como índice de indeterminação do sujeito, o que é incorreto. Quando a banca fala em impessoalidade, está em verdade falando no uso de voz passiva sem indicação do agente da passiva como forma de tornar o sujeito indeterminado ou vago (o pronome "se" é impessoal nestes casos), o que não torna o verbo impessoal. Em certos casos, ainda que impropriamente, fala-se de indeterminação do sujeito com o uso do pronome "nós" sem indicação de referente. Percebam que aqui podem ocorrer confusões, de sorte que falamos em indeterminação no sentido de imprecisão, e não na classificação própria do sujeito indeterminado.

    Deveria a banca ter utilizado outro termo que não "impessoalidade", impróprio para o caso em tela.

    Traduzindo o infeliz enunciado da banca - deve-se marcar a alternativa na qual a forma "se" tenha sido corretamente substituída pela forma "nós":

    A) O primeiro passo para conhecer-se é desconfiar de si mesmo / O primeiro passo para conhecermos-nos é desconfiarmos de nós mesmos;

    Incorreta. Há incorreta adequação do verbo para receber o pronome enclítico, devendo perder a consoante final "s" quando da junção do clítico (conhecermo-nos);

    B) Sabe-se o que se é, mas não o que se poderá ser / Sabe-se o que somos, mas não o que poderemos ser;

    Incorreta. Não há substituição da primeira forma verbal, que deveria assumir a forma "sabemos";

    C) Conhece-se aquilo que se faz repetidamente / Conhecemos aquilo que fizemos repetidamente;

    Incorreta. Há incorreta flexão do verbo destacado, que deveria assumir forma de presente do indicativo "fazemos";

    D) O que se sabe fazer, aprende-se fazendo / O que soubemos fazer, aprendemos fazendo;

    Incorreta. Há incorreta flexão do verbo destacado, que deveria assumir forma de presente do indicativo "sabemos";

    E) Quando se erra a primeira casa de botão, não se conseguirá abotoar / Quando erramos a primeira casa de botão, não conseguiremos abotoar-nos. 

    Correta. Há correta transposição. Na segunda construção o pronome posiciona-se encliticamente à locução verbal, colocação correta no caso de locução precedida de termo atrativo, podendo o pronome permanecer nesta posição ou assumir forma proclítica ao auxiliar.

  • FGV é quem manda!!!

  • Não entendi essa questão, se alguém puder aclarar, agradecerei!
  • Gramática do Augustinho Carrara.
  • Uma prova com 100 questões, 22 páginas e um enunciado desses.

    Detalhe: na parte de Direito, algumas questões ocupavam uma folha inteira.

    COVARDIA O QUE ESSA BANCA FEZ !

  • Levei ferro nessa, tava sem tempo para conjugar os verbos, as outras estão conjugadas de forma errada, a unica que está no tempo certo é a letra E!

    Eu acho que é esse o erro, não sei.. agora acertei ela, fazendo com calma.. quem dera pudéssemos usar relógio na prova. Angustiante não saber que horas são :(

    O primeiro passo para conhecer-se é desconfiar de si mesmo / O primeiro passo para conhecermos-nos é desconfiarmos de nós mesmos;

    O PRIMEIRO PASSO PARA NOS CONHECERMOS É DESCONFIARMOS DE NÓS MESMOS.

    Sabe-se o que se é, mas não o que se poderá ser / Sabe-se o que somos, mas não o que poderemos ser;

    NÓS SABEMOS O QUE SOMOS, MAS NÃO O QUE PODEREMOS SER.

    Conhece-se aquilo que se faz repetidamente / Conhecemos aquilo que fizemos repetidamente;

    NÓS CONHECEMOS AQUILO QUE FAZEMOS REPETIDAMENTE.

    O que se sabe fazer, aprende-se fazendo / O que soubemos fazer, aprendemos fazendo;

    O QUE SABEMOS FAZER, APRENDEMOS FAZENDO.

    Quando se erra a primeira casa de botão, não se conseguirá abotoar / Quando erramos a primeira casa de botão, não conseguiremos abotoar-nos. 

  • Nenhum comentário de professores do Qc nas questões, essa plataforma ja foi "melhorzinha".

  • troquei impessoalidade por indeterminação.
  • A palavra "SE" exerce as seguintes funções na língua portuguesa: 1) Índice de indeterminação do sujeito (NESSE CASO O "SE" impessoalizará a oração); 2) pronome apassivador (torna o sujeito da frase passivo); 3) pronome reflexivo (função morfológica); 4) Pronome reflexivo recíproco (função morfológica); 5) Parte integrante do verbo (ex: queixar-se, arrepender-se;); 6) Partícula expletiva ou de realce ( FONTE: Curso Completo de Gramática do Texto, Fernando Moura, 2018).

    Para ser impessoalizador, a partícula "SE" deve estar acompanhado de Verbo intransitivo, Verbo transitivo indireto, verbo de ligação ou ainda por verbo transitivo direto com sujeito preposicionado.

    Minha análise:

    A) O primeiro passo para conhecer-se é desconfiar de si mesmo / O primeiro passo para conhecermos-nos é desconfiarmos de nós mesmos;. A ALTERNATIVA ESTÁ INCORRETA PORQUE O "SE" EXERCEU A FUNÇÃO DE PRONOME REFLEXIVO (conhecer a si mesmo)

    B) Sabe-se o que se é, mas não o que se poderá ser / Sabe-se o que somos, mas não o que poderemos ser;

    ALTERNATIVA INCORRETA. Na oração "o que se é", a partícula "SE" é impessoalizadora, porque está acompanhada de um VERBO DE LIGAÇÃO (verbo SER), mas na oração "o que se poderá ser" a partícula "SE" é pronome apassivador porque está acompanhado do verbo "poderá", que é transitivo direito. Portanto, a segunda oração deixa a alternativa incorreta.

    C) Conhece-se aquilo que se faz repetidamente / Conhecemos aquilo que fizemos repetidamente; ALTERNATIVA INCORRETA. O verbo "conhecer" é transito direto, nesse caso, a partícula "SE" é pronome apassivador e não impessoalizador.

    D) O que se sabe fazer, aprende-se fazendo / O que soubemos fazer, aprendemos fazendo; ALTERNATIVA INCORRETA PORQUE O VERBO SABER É TRANSITIVO DIRETO, PORTANTO A PARTICULA "SE" É APASSIVADORA E NÃO IMPESSOALIZADORA.

    E) Quando se erra a primeira casa de botão, não se conseguirá abotoar / Quando erramos a primeira casa de botão, não conseguiremos abotoar-nos. ALTERNATIVA CORRETA PORQUE O VERBO "ERRA" É VERBO INTRANSITIVO. SENDO INTRANSITIVO, A PARTÍCULA "SE" SERÁ ÍNDICE DE INDETERMINAÇÃO DO SUJEITO, OU SEJA, IMPESSOALIZADORA.

  • Que ódio dessa banca...
  • Mais uma questão da série: "A alternativa correta foi a primeira que eu eliminei"...

  • Alguém explica o que aconteceu aqui, por favor. O gabarito letra "E" : "Quando se erra a primeira casa de botão, não se conseguirá abotoar / Quando erramos a primeira casa de botão, não conseguiremos abotoar-nos.". A parte final está errada: "..., não conseguiremos abotoar-nos.". O certo seria: "não conseguiremos os abotoar.". Os botões é que serão abotoados, mas nós não conseguimos os abotoar.

  • Alguém explica o que aconteceu aqui, por favor. O gabarito letra "E" : "Quando se erra a primeira casa de botão, não se conseguirá abotoar / Quando erramos a primeira casa de botão, não conseguiremos abotoar-nos.". A parte final está errada: "..., não conseguiremos abotoar-nos.". O certo seria: "não conseguiremos os abotoar.". Os botões é que serão abotoados, mas nós não conseguimos os abotoar.

  • Eu fui fazendo por eliminação e eliminei as que estavam incorretas em relação à conjugação dos verbos. Por fim, fiquei em dúvida entre B e E.

    Resultado = Fui de B, pois fiquei sem entender a parte do ABOTOAR-NOS... :(

    Obrigada pelos comentários que ajudaram a esclarecer ✍

  • A banca procura saber a substituição do pronome "SE" pelo pronome "NÓS", a única alternativa que nos apresenta essa possibilidade é a letra "E", pois, as outras alternativas o verbo é transitivo direto não sendo possível essa substituição. Errar é verbo TI, TDI.

  • ainda há quem puxe a sardinha pra essa banca... é brincadeira viu...

  • Essa prova da PCRJ foi insana.

  • Desisto.

  • Abotoar-nos? Deveria ser abotoa-los... eu hein...

  • Os professores não respondem aquilo que eles não sabem kkkkkkkkk

    Obs: QC podia contratar um professor da própria Fundação Getúlio Vargas kkkkk

  • É como diz Inês Brasil:

    "Se existe NÓS nesse mundo, graças a Deus, é porque Deus fez o mundo. 

    Mas eu falei uma palavra certa: Se NÓS existirmo-nos-mos. Se NÃO e-xis-ti-a-mos NÓS, não teria ninguém pra falar de Deus. Só ele mesmo. ¯\_(ツ)_/¯"

  • O correto não seria: "Quando se erra a primeira casa de botão, não se conseguirá abotoar/ Quando erramos a primeira casa de botão, não CONSEGUIMOS, abotoar-nos"???
  • NÃO EXISTE MAIS PROFESSOR PRA COMENTAR!! É POR ISSO QUE ESSE QC VIVE EM PROMOÇÃO!!

  • Não querendo puxar a sardinha pra banca, mas desta vez reconheço que o gabarito acertou gramaticalmente falando. Vejamos:

    A) Errado. (o correto é "...conhecermo-nos..." , infinitivo pessoal perde a desinência "s" do verbo.

    B) Errado. (o correto é "Sabemos o que somos...", e não "Sabe-se...", pois o enunciado da questão pede o "NÓS".

    C) Errado. (o correto é "...que fazemos repetidamente", para ter simetria com o verbo no presente em "...que se faz...".

    D) Errado. ( o correto é "...o que sabemos fazer...", para ter simetria com o verbo no presente em "...o que se sabe fazer...".

    E) Certo. ("Quando se erra / Quando erramos", manteve-se o tempo presente; "não se conseguirá" / "não conseguiremos", manteve-se o tempo futuro; e "abotoar-se" / "abotoar-nos", manteve a conjugação correta do infinito pessoal "abotoar" para "abotoarmos nós". Ou seja, o sentido nessa frase é usar o verbo na forma pronominal/reflexivo "nós nos abotoamos". Tradução: Quando erramos a primeira casa do botão, nós não conseguiremos abotoar nossos botões e não "abotoá-los", porque o enunciado da questão pede a substituição do "SE" para o pronome "NÓS".

  • QUE TIRO FOI ESSE; ESSA BANCA É BEM BOLADA. BOLADONAA

  • Como eu acertei a questão (não sei se é a forma correta, mas acertei):

    As alternativas "B", "C" e "D" não possuem o pronome "nos", que é o que o enunciado pede. A alternativa "A" está incorreta por conta do "conhecemos-nos". Sobrou a alternativa "E".

  • a segunda vez que marco c. na próxima, vai.
  • Já li, reli várias vezes e confesso, não marcaria a letra “e” nunca.

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  • fui revisar o meu erro e errei de novo

  • kkkkkkk Colocação Pronominal+ sangue frio
  • Aquela leve olhada nas estatísticas para amenizar o choro...

  • Como é que uma pessoa se abotoa se ela não é botão?! As vezes eu acho que essa galera fica de zoação com a gente ou eu sou muito ignorante pra não entender isso

  • Que questão mais louca é essa?

  • CADÊ OS PROFESSORES PARA DETONAR A FGV?


ID
5604427
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O dicionário de Antônio Houaiss traz um grande número de definições de vocábulos; quase todas essas definições começam por um termo geral (hiperônimo).

A definição abaixo, retirada desse dicionário, em que o termo geral destacado foi bem selecionado é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: C

    X mesa – imóvel composto de um tampo horizontal, que geralmente se destina a fins utilitários: refeições, jogos, escrita, costura, apoio etc.; (mesa é um móvel)

    X biblioteca – construção onde ficam depositadas, ordenadas e catalogadas diversas coleções de livros, periódicos e outros documentos, que o público, sob certas condições, pode consultar ou levar de empréstimo; (biblioteca é um local)

    bailarino – profissional que dança profissionalmente, exibindo-se para o público; 

    X cubo – desenho composto de seis faces quadradas de igual tamanho, formando um hexaedro; (cubo é um sólido geométrico)

    X livraria – casa editorial onde se vendem livros. (livraria é o lugar onde se vendem livros)

  • "profissional que dança profissionalmente"

  • Bailarino não pode dançar por hobby?

  • Eu queria saber o motivo da B ser considerada errada, ajudem!!

  • revoltante...

  • A redundância está perfeita, pensa...

  • galera, eu to tomando ja as drogas da fgv e IMAGINO que a letra B esteja errada pq biblioteca é essencialmente uma coleção de livros, vc pode ter uma dentro de casa, sei lá. não precisa ser uma construção em si. qualquer coisa manda mensagem

  • Passei longe da resposta. Pensei que ele queria que fosse selecionado o termo mais geral.

  • Pessoal sempre que puderem solicitem o COMENTÁRIO DO PROFESSOR, precisamos da explicação deles com urgência pra compreender melhor o que a banca(FGV, principalmente)quer com a pergunta.

    Grata e bons estudos!

  • Até pensei marcar a C na hora da prova, mas a maioria das minhas amigas bailarinas fazem por hobby e não profissão, coisa mais rara um bailarino profissional, ai fui de B!

    Domingo vou tentar não trazer a questão pro meu pessoal, a banca falou, ta falado.

  • Profissional que dança profissionalmente! Jura? Não, sério...

  • ESSA BANCA DO INFERNO NÃO TEM UM PADRÃO DE QUESTÃO. A RESPOSTA PODERIA SER TANTO ''B'' COMO ''C''.

  • Bailarino: indivíduo que dança profissionalmente...

  • Bailarino não seria um artista?

  • Galera, eu acertei pensando que na maioria das alternativas a definição está muito RESTRITA, pois biblioteca/livraria podem ser virtuais ou uma loja em shopping, cubo pode ser físico e mesa é MÓVEL

  • Essa foi para não zerar na prova.
  • Essa nem o Ivan nos ajuda :x

  • Essa nem o Ivan nos ajuda :x

  • não deveria ser DANÇARINO? "profissional que dança profissionalmente, exibindo-se para o público; "

  • no dicionário está:

    Indivíduo que dança profissionalmente, exibindo-se para o público, esp. balé; dançarino.

  • mesa = é móvel

    biblioteca = não é a construção que dá sentido à biblioteca mas sim a reunião de livros, tanto que vc tem uma biblioteca virtual;

    cubo = não é desenho, é forma geométrica. Você pode até desenhar mas um cubo não é por definição um desenho;

    livraria = não é casa editorial, é espaço físico ou virtual onde se vende livro.

    Assim temos que a única definição adequada é para o bailarino - que é um profissional da dança mesmo.

    alternativa C

  • FGV é um mundo paralelo!

  • O INACREDITAVEL E QUE ESSA BANCA ESTA PEGANDO TODOS OS CONCURSOS QUE VEM PELA FRENTE DE UMA MANEIRA IMCOMPREENSIVEL IGUAL AS QUESTÕES QUE ELES ELABORAM........BIZARRO

  • O INACREDITAVEL E QUE ESSA BANCA ESTA PEGANDO TODOS OS CONCURSOS QUE VEM PELA FRENTE DE UMA MANEIRA IMCOMPREENSIVEL IGUAL AS QUESTÕES QUE ELES ELABORAM........BIZARRO

  • Questão tosca, mas como a colega Lu explicou, não é difícil. Faltou atenção.

    Fé na missão!

  • SOCORRO

  • Galera a FGV se baseia no livro do autor: OTHON M. GARCIA Título: Comunicação em Prosa Moderna, editora: FGV

    Se você estuda para essa banca, necessita deste livro tanto para questões quanto para redação! O livro mais atual é a 27ª edição.

  • Essa do "bailarino" como hiperônimo e a opção da "biblioteca" a errada, geraria um monte recurso, e com razão. Muito complicado.

  • Acertei, mas confesso que estou muito desanimado com essa banca

  • Segura na mão de Deus e vai...

  • Explicação dos professores por favor. precisamos delas.
  • Senhores, questão tranquila da FGV

    A - ERRADA. POR QUE A MESA NÃO É UM IMOVEL, MAS SIM UM MÓVEL POR DEFINIÇÃO

    B - ERRADA. POR DEFINIÇÃO BIBLIOTECA É UMA COLEÇÃO DE LIVROS

    C - CORRETA POR DEFINIÇÃO DIFERE DO DANÇARINO, ESTE NÃO É UM PROFISSIONAL.

    D - ERRADA O CUBO TEM 8 LADOS

    E - ERRADA POR QUE LIVRARIA NÃO É UMA CASA EDITORIAL, MAS SIM O LUGAR ONDE SE VENDE LIVRO.

  • Precisa ser em público ? O profissional de dança pode dançar em casa sozinho, e vai continuar sendo um profissional!

  • No dicionário seria individuo que dança profissionalmente, com que um dicionário coloca um significado tão redundante : Profissional que dança profissionalmente.

  • Resolva a questão de maneira simples:

    1 - Primeiro copie a oração descrita: O dicionário de Antônio Houaiss traz um grande número de definições de vocábulos; quase todas essas definições começam por um termo geral (hiperônimo).

    A definição abaixo, retirada desse dicionário, em que o termo geral destacado foi bem selecionado é:

    2- Segundo acesse o GOOGLE TRADUTOR: https://translate.google.com.br/?hl=pt-BR

    FGV SENDO FGV

  • HIPERONIMO- TERMO GENRALIZADO,NAO ESPECIFICO

    EX: COMPREI UM COMPUTADOR .

    REPARE Q ESSE TERMO É GENERALIZADO,ELE NAO ESPECIFICA QUAIS PARTES DO COMPUTADOR,COMPROU

  • PORTANTO, BAILARINO É ASTANTE ABRANGENTE( PODE SER DE OPERA,DE DANCA....

    TIPO A PALAVRA ,ATOR ATOR PODE SER DE :NOVELA , FILME PORNO, FILME.

  • PORTANTO, BAILARINO É ASTANTE ABRANGENTE( PODE SER DE OPERA,DE DANCA....

    TIPO A PALAVRA ,ATOR ATOR PODE SER DE :NOVELA , FILME PORNO, FILME.

  • Não sabia que bailarino só podia dançar profissionalmente, bom saber...

  • Essa Banca precisa responder pelos seus atos. Questões totalmente divorciadas do sentido. Não valoriza o aluno que estuda gramática, interpretação de texto, mas sim quem acerta na loteria. Não vejo comentários de professores do QC, porque não tem o que comentar. Respostas não têm fundamento, isso em quase metade da prova.

  • Agora pronto, vamos ter que estudar o dicionário todo!

  • Mais um dia de derrota.

  • Vou tentar explicar como entendi, apesar de ter respondido errado.

    1. No enunciado da questão o examinador relata que quase todas as definições são iniciadas com um hiperônimo, ou seja, uma palavra com um sentido geral/amplo/hiper.
    2. A única opção que se inicia assim é a alternativa c pois a definição de bailarino é iniciada por "profissional", esta é um hiperônomio pois abarca vários sentidos/profissões sendo a profissão de bailarino uma delas.
  • Danço a vida inteira e posso garantir que o bailarino é, antes de tudo, um artista. Não necessariamente um profissional.

  • Para comprovar que a banca é honesta tem gente nos comentários até defendendo que o cubo tem 8 lados. Vê se pode.

  • Gente, a realidade é que enquanto você não aprender o jeito da FGV pensar nas questões vai errar repetidamente.

    1º Ela pede o termo geral que foi bem destacado.

    O termo geral é o que vem antes do hífen (mesa, biblioteca)

    2º Você vai buscar a melhor definição pra esse termo. Não é pra julgar se é certo ou errado. Daí é só fazer por exclusão.

    • Mesa é um móvel (não imóvel)
    • Biblioteca é o coletivo de livros (não uma construção)
    • Cubo é um sólido (não um desenho)
    • Livraria não é uma casa editorial (é onde se vende livros)
    • Bailarino é um profissional (embora existam amadores) - ESSA É A ÚNICA ALTERNATIVA QUE RESTA.

    ESPERO TER AJUDADO.

  • Pensei como se bailarino é quem dança ballet, e o hiperônimo seria dançarino.

  • Costumo errar, pois não entendo a pergunta.
  • Pessoal, a banca não queria saber se a definição estava correta, mas se o hiperônimo inicial estava adequado à definição. Ou seja, você deveria analisar a definição (profissional que dança profissionalmente) e verificar se essa definição está de acordo com a palavra geral (profissional). Não interessa se é bailarino é uma profissão, ou não. Ademais, um cubo tem 6 Faces! Vi pessoas falando que cubo tem 8 lados kkkk nunca vi um dado com 8 lados. Para provar minha teoria analisem da seguinte forma: uma coisa onde se depositam/catalogam livros é necessariamente uma construção? Não. Letra A errada. Um composto com tampo horizontal é necessariamente um imóvel? Não. Uma coisa que tem 6 faces é necessariamente um desenho? Não. Um profissional que dança profissionalmente é necessariamente um profissional? SIM. O que interessa nessa questão é a definição x palavra geral. A primeira palavra das assertivas (biblioteca, cubo, bailarino) pouco interessa pra questão… é só pra confundir os candidatos…
  • Gab C

    bailarino – profissional que dança profissionalmente, exibindo-se para o público; 

  • Curso de Português (Gramática e Interpretação de Texto) focado especificamente para Concursos Públicos. Neste excelente curso você tem acesso a: - 24 videoaulas com teoria e exercícios - Lista de Exercícios Gabaritadas - Material Didático em PDF - Provas gabaritadas de concursos das principais bancas com os assuntos de Língua Portuguesa que mais caem em concursos. Fala, galera! Eu sou o professor Rodrigo Lima, sou Graduado, Mestre e Doutorando em Letras pela UFBA. Tenho 13 anos de experiência como professor de Língua Portuguesa e Redação. Fui aprovado nos seguintes concursos/seleções: 2º Lugar - Concurso para Professor de LP Secretária de Educação da Bahia (2018) 25º lugar - Concurso da Polícia Militar do Estado da Bahia (2012-2013) 1º lugar - Seleção para professor Substituto da Universidade Federal da Bahia (2021) Com esse curso, quero compartilhar com vocês a minha experiência de aprovação em concursos. Vamos estudar Português juntos! Quero ver você colecionar aprovação!

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  • a FGV primeiro ti humilha
  • Caros, colegas eu me sentia assim há uns 10 meses, quando resolvia as questões de português da FGV, não via lógica. Desde então, percebi que deveria fazer algo de diferente, só fazer o básico não estava funcionando. Então, conversando com um amigo que quase fechava as provas de português da FGV, disse-me para fazer um caderno de predileção de assuntos mais cobrados pela banca, colocando a questão do assunto com a explicação e um bizú ou outra sobre a forma de cobrar determinado assunto, tendências etc... e

    E assim e o fiz durante esses 10 meses. Advinha? Hoje, estou indo muito bem nas provas de português, acertando em média 85% da matéria. Nem acredito as vezes, no começo parecia impossível!

    E, recentemente, fui aprovado na PM-AM e estou entre os 250 primeiros colocados em um concurso que contou com mais de 88 mil candidatos. A banca foi a FGV, e mais uma vez fiz 90% da prova de português, e foi o que melhorou muito minha colocação em relação aos demais concorrentes. ESTOU REALIZANDO UM SONHO!

    ALGUMAS OBSERVAÇÕES QUE VOCÊ PRECISA SABER:

    1º Raramente você conseguirá gabaritar uma prova de português da FGV, de um total de 20, acertar 18, 17 você já estará na frente de muitos candidatos, e outra, não precisa gabaritar a prova para passar, mas tirar mais pontos que seu concorrente.

    2º A FGV tem um entendimento de português só dela, aceite!

    3º Para você ir bem, agora é minha opinião, você deve ter uma base na matéria, mas 80% é resolução de questões da banca no nível do seu concurso, superior, médio ou fundamental, acredite faz diferença.

    4º Não precisa ser um gênio em português, eu mesmo cheio de erros nesse post não sou, mas melhorei bastante!

    Por fim, estarei disponibilizando esse caderno: Contato Whats (69 99308-7327)

    Acredite, vale muito a pena, nesse caderno há bizús, assuntos mais cobrados, questões autoexplicativas juntadas ao longo de 10 meses de resoluções de questões específicas da FGV na matéria de português.

    ACREDITE NOS SEUS SONHOS!

    Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e seus planos serão bem-sucedidos.

    | provérbios 16: 3 |

     

  • Tá de sacanagem

  • é preciso ter o nível hard de conhecimento com essa banca..ou perder o juizo antes.

  • FGV, minha fia ...

  • Hiperônimo ou hiperónimo é uma palavra que pertence ao mesmo campo semântico de outra mas com o sentido mais abrangente, podendo ter várias possibilidades para um único hipônimo. Por exemplo, a palavra flor está associada a todos os tipos de flores: rosa, dália, violeta, etc


ID
5604430
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Todas as frases abaixo mostram linguagem figurada; a que mostra uma expansão da figura inicial, com o emprego de outra expressão figurada, é:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO LETRA A

    A) '' Felicidade é um lugar onde você pode pousar, mas não pode fazer seu ninho;''

    Resolução:

    Ele quer a expansão da linguagem figurada:

    Pousar: ato transitório

    Fazer seu ninho: ato permanente

    Há uma expansão da linguagem, ela sai de um ato transitório até um ato permanente.

  • GAB: A

    A) '' Felicidade é um lugar onde você pode pousar, mas não pode fazer seu ninho;''

    A questão quer a expansão (progressão) da figura inicial. Vamos analisar as alternativas.

    A) '' Felicidade é um lugar onde você pode pousar, mas não pode fazer seu ninho;'' CORRETA

    Em vermelho a primeira figura (Metáfora), que indica a comparação implícita a realização da ação de pousar,

    Em verde a segunda figura (Metáfora), que indica uma expansão (progressão) da primeira, ai ideia de permanecer aonde se pousou.

    B) Felicidade é como um beijo: você deve compartilhar para aproveitá-lo;

    Em vermelho temos uma figura (Comparação), que indica um substantivo: Um beijo

    Em azul temos uma outra parte que é a Continuação da Comparação - ação de comparar , não indica uma ação ou resultado de expansão(progressão) da primeira, afinal, quem compartilha aproveita menos. - ERRADA

    C) Felicidade é uma escrivaninha muito pequena e uma grande cesta de lixo;

    Em vermelho temos uma figura (Metáfora), que indica uma comparação implícita a uma escrivaninha pequena

    Em azul temos uma outra parte que é uma adição pela conjunção: e, o que não indicação ações ou resultado de expansão da primeira. ERRADA

    D) Felicidade é um fluxo de caixa positivo

    Só apresenta uma figura de linguagem (Metáfora), ou seja não tem a segunda dando a ideia de expansão da primeira.. - ERRADA

    E) A felicidade é um bem que se multiplica ao ser dividido.

    Mesma situação da letra D, só apresenta uma figura de linguagem, nao tendo portanto a segunda que remete a ideia de expansão da primeira. ERRADA

    Espero ter ajudado! Bons estudos.

    Caso encontre erros no meu raciocínio ou ele se apresente incompleto, por favor contribua me ajudando a corrigir as falhas no pensamento.

    "Nada na vida deve ser temido, somente compreendido. Agora é hora de compreender mais para temer menos."

    Marie Curie

  • Para complementar.

    Acertei, mas fiquei muito em dúvida quanto a letra E, pelo fato de achar que existe tanto uma metáfora: "A felicidade é um bem" e outra figura, um PARADOXO: "... um bem que se multiplica ao ser dividido."

  • Quem tá chapado de FGV feito eu, provavelmente se confundiu com a alternativa "C" devido a uma outra questão similar da banca.

  • Entendo que o gabarito deveria ser a letra C.

    Pois ocorre uma progressão de tamanho na sequência de figuras "ESCRIVANINHA MUITO PEQUENA e UMA GRANDE CESTA DE LIXO".

  • A questão pede uma EXPANSÃO da figura inicial.

    Ou seja, a alternativa "A"( gabarito dado pela banca ) RESTRINGE ao dizer: você pode pousar, mas não pode fazer seu ninho.

    Questão sem gabarito !

  • A) Conectivo "mas" , adversativo ( que traz a impressão de aumentar a oração principal e diminuir a oração subordinada)..

  • Comentário dessa questão, começa em 03:08:

    https://www.youtube.com/watch?v=MSz6XJfUWnE&ab_channel=D%C3%A9cioTerror

  • Jesus... o ÚNICO gabarito possível é a LETRA C!

    O próprio enunciado pede uma assertiva que nos dê uma EXPANSÃO! O gabarito dado como certo pela banca, na verdade, faz uma RESTRIÇÃO "... mas não pode fazer seu ninho".

    Sinceramente! E ainda vem uma galera tentando justificar. Duvido que teriam essa certeza toda se estivessem fazendo a questão no dia da prova. Não precisa passar pano na banca e ensinar errado aos colegas.

  • Na hora da prova eu não marquei a C pq ela cita duas coisas distintas: Escrivaninha e cesta de lixo

    A única que expande o figurado é a A, fala de pouso e ninho! Passarinho pousa, passarinho faz ninho.

    Qual a relação de escrivaninha com cesta de lixo?

    A FGV viaja em muitas questões, mas enquanto eu ficava batendo de frente, só levava ferro!

  • por isso que nenhum professor de português se atreve a fazer a correção pós-prova da FGV.. essa banca acaba com a carreira de qualquer prof...kkkkk

  • Felicidade é poder acertar essa questão. Cruzes kkkk

  • Vamos por partes.

    Ele pede a expansão da figura inicial com o emprego de outra figura.

    Vamos direto para a resposta para entender a questão

    a) Felicidade é um lugar onde você pode pousar, mas não pode fazer seu ninho;

    Note que temos a primeira figura de vermelho e depois é usado outra oração em forma de linguagem figurada para acrescentar na ideia inicial de que você pode pousar, mas nao pode ficar para sempre.

  • Depois de saber a resposta é mole tentar justificar.

    Alternativa A é clara no sentido que de a felicidade é um estado transitório (pouso), não permanente (ninho).

    Tem nada a ver com expansão.

  • Errei na prova e errei aqui. Banca chata

  • Vou beber e responder esse tipo de questão, quem sabe eu acerto..kkkkkkkkkkkk

  • Questão contraditória

  • Gab A.

  • Na hora da prova eu não marquei a C pq ela cita duas coisas distintas: Escrivaninha e cesta de lixo

    A única que expande o figurado é a A, fala de pouso e ninho! Passarinho pousa, passarinho faz ninho.

    Qual a relação de escrivaninha com cesta de lixo?

    A FGV viaja em muitas questões, mas enquanto eu ficava batendo de frente, só levava ferro!

  • A Questão no enunciado estava muito formal, podendo gerar muitos pensamentos e o excesso de pensamento pode nos fazer errar.

    Nesse Caso precisamos apenas identificar as figuras de linguagem, nesse caso as metáforas que acontecem nas frases e em qual frase uma figura de linguagem complementa a outra, ou seja, aquela que seria a resposta correta. Nesse caso a letra A:

    • Felicidade é um lugar que você pode pousar - não no sentido denotativo (de pouso de avião ou pássaro), mas no sentido conotativo: você pode estar feliz por um momento....
    • mas não pode fazer seu ninho - não no sentido conotativo, como um pássaro constrói seu ninho, quer dizer no sentido denotativo: não se pode permanecer sempre feliz, a felicidade é passageira. Ou seja, uma figura de linguagem expande e complementa o sentido da outra.
  • Essa estava tranquila. Pensei até que fosse peguinha.

  • Aprenda definitivamente interpretar FGV copie o link ao lado: https://translate.google.com.br/?hl=pt-BR

  • FIQUEI ENTRE A e E. OPTEI PELA LETRA A , POIS ,SE LIGUEM, ELE FALOU EM ,expansão da figura inicial,

    Pousar: ato transitório

    Fazer seu ninho: ato permanente, ELE QUER ALGO EM "CRESCIMENTO" DAI FUI DE LEETRA E

  • POUSAR FICAR QUIETO

    FAZER NINHO LEMBRA MOVIMENTO....

    FUI DE LETRA A,MAS PENSEI NA E,A EXCLUIR POIS ELE PEDE ALGO EM EXPANSAO

  • A felicidade é um beque que se multiplica ao ser dividido

  • Felicidade é um lugar onde você pode pousar, mas não pode fazer seu ninho;

    Eu associei pousar com fazer seu ninho, é bem subjetivo mas foi assim que interpretei.

  • Questão nível CESPE: A banca poderia escolher mais de uma alternativa para o gabarito, já que ela criou a "regra" da questão.

  • Fui por eliminação e pra mim só restou a A. Mas confesso que a E surgiu uma dúvida pelo fato de dizer que "A felicidade é um bem que se multiplica ao ser dividido."

    Não entendi pq a galera acha que deveria ser a C.

  • "Felicidade é a remota esperança de acertar o português dessa banca". (Desesperatio, Concurserium - 3ª edição)

  • Qual o erro da letra C?

  • Marquei na que achei mais bonita, banca é tal subjetiva que acertei kaakka, complicado vc estudar tanto e se deparar com essas '' pérolas '' .

    Felicidade é um lugar onde você pode pousar, mas não pode fazer seu ninho;

  • Questão muito difícil e errei. Até agora não vi comentário que justifique. Mas estou convencido de que a resposta é realmente a letra A. Vejam:

    Felicidade é um lugar onde você pode pousar (sentido figurado 1), mas não pode fazer seu ninho (sentido figurado 2);

    Não marquei essa pensando exatamente na restrição, mas pensando bem, não há restrição e sim uma expansão. Caso a felicidade concretizasse seu ninho ela estaria restrita, limitada ao seu ninho (não sairia do ninho). A chave da questão está exatamente no NÃO. O não expande, liberta a felicidade do ninho.

    Vê isso no momento de uma prova é pra lascar!!

  • Eu tenho medo da prova de português da FGV... sem pé nem cabeça...

  • Mantendo em mente que precisa haver uma expansão da figura inicialmente apresentada.

    A) Felicidade é um lugar onde você pode pousar, mas não pode fazer seu ninho

    Felicidade é um lugar = metáfora. A felicidade é como um lugar.

    onde você pode pousar = há progressão. Agora a felicidade não é tratada apenas como um lugar, mas sim onde há possibilidade de pousar, descansar, parar.

    mas não pode fazer seu ninho = aqui não é mostrada apenas a intenção de fazer uma parada, de pousar; mas também de continuar, fazer morada, permanecer. É essa a ideia trazida pelo ninho.

    "Continue, sempre!"

  • Para início de conversa eu errei essa questão, mas depois de muito analisar cheguei à conclusão de que o item A, de fato, é a único em que há uma expansão da figura inicial. A questão é: quem é a figura inicial? Só pode ser a primeira definição de felicidade, ou seja, a palavra LUGAR, logo as demais palavras que se seguem pertencem ao mesmo campo semântico da palavras lugar: pousar (você pousa em algum lugar); ninho ( ninho é um lugar).

    Percebam que este tipo de raciocínio não é possível fazer com as demais opções.

    Bom gente não sei se de fato é essa a interpretação correta para a resposta A, mas é a explicação mais plausível que encontrei com base no estudo dos campos semânticos, por falar nisso vira e mexe a FGV cobra este assunto de campo semântico.

  • eu tenho p mim que já errei essa mesma questão umas 3 vzs

  • A única alternativa que possui duas figuras independentes é a A.

    Nas outras, a frase compõe uma única figura, logo, não há expansão.

  • Você até pode pousar na feliciade, mas não crie espectativas com base no pouso.

    Entendi assim.

    Gabarito A.

  • A letra A faz restrição e não expansão, podem vir com qualquer malabarismo argumentativo, mas se você pode pousar e depois não pode fazer seu ninho, está restringindo e não expandindo, gabarito correto é a letra E, pois multiplicar ao ser dividido é uma outra figura que expande a primeira.

  • Assunto a ser estudado: "expansão de figura de linguagem", onde encontrar? na gramática secreta da FGV.

  • Fgv port

    Na prova eu troquei "felicidade" por um substantivo mais concreto "dinheiro" pra ajudar a entender melhor... não faço ideia de como, mas já acertei 2 vezes essa questão seguindo essa logica!

  • Meu raciocínio foi que em relação a felicidade, o pouso é menor que o ninho (morada). Logo, pousar é ação menor que morar. Essa é a ordem crescente.

  • A questão quis saber qual das frases há uma continuidade lógica na segunda em relação à primeira

    Sendo direto:

    A)Na felicidade você pode pousar, mas na felicidade vc não pode fazer ninho

    B)"compartilha-lo" está se referindo ao beijo e não a felicidade.

    C)Não há continuidade e sim uma permanência de ideia, já que "uma escrivaninha muito pequena e uma grande cesta de lixo" está no mesmo período.

    D) e E) Há apenas um pensamento revestido de uma metáfora.

  • Gab A

    Pousar: ato transitório

    Fazer seu ninho: ato permanente

    Há uma expansão da linguagem, ela sai de um ato transitório até um ato permanente.

  • "a que mostra uma expansão da figura inicial, com o emprego de outra expressão figurada, é:"

    PRIMEIRO EU PRECISO SABER DECODIFICAR UMA EXPRESSÃO FIGURADA DENTRO DE UMA EXPANSÃO DA FIGURA INICIAL PRA DEPOIS TENTAR RESOLVER E QUIÇÁ ACERTAR!!

    POR HOJE SÓ FGV!!

  • havia marcado a B, pois é uma comparação expandida por um paradoxo
  • Errar 4 seguidas de interpretação da FGV me deixa muito triste.

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  • preciso errar todas as questões da fgv desse jeito? que ódio

  • Com todo o respeito, mas onde há expansão na letra A? Tá mais pra restrição.


ID
5604433
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Observe o texto a seguir.


“A Instituição Policial brasileira, segundo documentação existente no Museu Nacional do Rio de Janeiro, data de 1530, quando da chegada de Martim Afonso de Sousa enviado ao Brasil-Colônia por D. João III. A pesquisa histórica revela que, no dia 20 de novembro de 1530, a Polícia brasileira iniciava as suas ações, promovendo justiça e organizando os serviços de ordem pública, como melhor entendesse, nas terras conquistadas do Brasil. A partir de então a Instituição Policial brasileira passou por seguidas reformulações nos anos de 1534, 1538, 1557, 1565, 1566, 1603, e, assim, sucessivamente. Somente em 1808, com a chegada do príncipe Dom João ao Brasil, a polícia começou a ser estruturada, comandada por um delegado e composta por escrivães e agentes.

Na época, uma das principais funções desta organização era se prevenir de espiões europeus e fiscalizar embarcações. A polícia, então, também começou a ser chamada de Civil, como uma forma de diferenciá-la de outras formas de policiamento, por seu caráter investigativo.”


O texto acima mostra seguidamente a preocupação com a precisão informativa; a marca destacada que corresponde a uma outra preocupação, que não a de precisão, é:

Alternativas
Comentários
  • Como eu fiz:

    A) a fonte segura das informações: “A Instituição Policial brasileira, segundo documentação existente no Museu Nacional do Rio de Janeiro, data de 1530”;

    B) a datação precisa: “A partir de então a Instituição Policial brasileira passou por seguidas reformulações nos anos de 1534, 1538, 1557, 1565, 1566, 1603, e, assim, sucessivamente”;

    C) a finalidade histórica: “Na época, uma das principais funções desta organização era se prevenir de espiões europeus e fiscalizar embarcações”; 

    D) a base informativa de credibilidade: “A pesquisa histórica revela que, no dia 20 de novembro de 1530, a Polícia brasileira iniciava as suas ações”; 

    E) a preocupação terminológica: “A polícia, então, também começou a ser chamada de Civil, como uma forma de diferenciá-la de outras formas de policiamento, por seu caráter investigativo”.

    Resolução: Realmente as letras A,B,D estão buscando precisão, como se vê na parte vermelha que grifei. Eles demonstram precisão de datas ( anos ). A outra dúvida ficaria entre a C e a E, todavia, a letra E traz uma precisão com a terminologia ''civil'', ela foi precisa ao querer definir o significado do nome da polícia investigativa. O que nos resta é a letra C ( GABARITO), ela não quer trazer precisão, mas apenas trazer uma informação, qual seja: a finalidade do nascimento da polícia civil ( investigativa).

    Obs: pode não ser a maneira certa de fazer a questão, mas cheguei ao seu gabarito assim.

    Obs: acertei no dia da prova também, foi esse raciocínio que usei.

    GAB LETRA C

  • carai biri din

  • "espiões europeus" é informação não precisa, pois não indica quais europeus, se eram portugueses, ingleses, horlandeses.....

  • C) GABARITONa época, uma das principais funções desta organização era se prevenir de espiões europeus e fiscalizar embarcações”; 

    Acho que o uso de "uma das principais funções" exclui qualquer precisão.

    Além disso, toda o restante não é nada preciso:

    Que época?

    Que organização?

    Espiões europeus? Mas são franceses, alemães?

    Que embarcações?

  • eu entendi que finalidade histórica nada tem a ver com precisão.

  • Galera, a FGV é uma questão de enunciados. Tem que ler com calma. Força Guerreiros
  • a datação precisa: “A partir de então a Instituição Policial brasileira passou por seguidas reformulações nos anos de 1534, 1538, 1557, 1565, 1566, 1603, e, assim, sucessivamente

    Po, qual é a precisão que existe em dizer "sucessivamente"... e olha que não tem razão/progressão matemática nenhuma entre as datas.

  • Antes de resolver questões de Português da FGV eu canto "Você é o espelho, que reflete a imagem do Senhor"

  • AMIGO NÃO É UMA QUESTÃO FÁCIL POIS 25%, SOMENTE, ACERTAM.

  • Segui o mesmo pensamento do Romulo Moraes.

    Sucessivamente, mas sem precisão nessa sucessão.

  • Assinalei a D como uma das corretas mas errei, porém entendi na seguinte forma: O examinador quer apenas informações precisas, que contenham dados precisos. O que me chamou atenção logo de cara foi a expressão "na época...", qual época? O parágrafo já começa assim e sem nenhum dado anterior. Essa informação, de forma implícita, remete a época de 1500 mas o autor não foi preciso.
  • Quando depois da prova.... você vê a correção feita pelos "cursinhos".... e cada um com uma resposta diferente para mesma questão...... Eu penso... é.... mais uma vez a FGV !!!

  • Eu acho que tive sorte pois marquei sem convicção.

    A questão pede a alternativa que não tenha preocupação com a precisão.

    As alternativas A, B e D tratam de datas, mesmo que apenas em anos. Como estão séculos atrás, não precisa ter mais precisão como dias, horas, etc.

    Sobraram as alternativas C e E. Achei a letra E com "preocupação terminológica" meio sem pé nem cabeça. A precisão com a "finalidade histórica" me pareceu mais lógica. Fiquei com a letra C.

    Sei que não teve tecnicismo o raciocínio. Mas espero ter contribuído.

    Fé na missão!

  • o maior problema é entender a questão.

  • Galera, analisei da seguinte forma:

     “Na época, uma das principais funções desta organização era se prevenir de espiões europeus e fiscalizar embarcações”.

    A presença do artigo indefinido "uma" é o caraterizador da imprecisão a que se referiu o comando da questão, levando-nos à conclusão que além da função de se prevenir de espiões europeus e fiscalizar embarcações, havia outras não mencionadas no período objeto da assertiva.

    Observem que nas demais assertivas a característica preponderante é, de fato, a precisão, por meio de datas como nos casos das A, B e D, bem como por identificador cujo propósito era o de distinguir a Policia CIVIL das demais espécies de polícia então existentes (caso da assertiva E).

  • só sei que nada sei..

  • Fiquei na dúvida entre a letra C e a E.

    Interpretei assim:

    C) finalidade histórica - não mostra precisão.

    E) preocupação terminológica - mostra precisão, terminologia é algo específico.

  • galera, fiz essa questão em casa em meio a um SIMULADO..

    como estava contra o tempo, consegui responder a questão na correria..

    ele pede: "outra preocupação que não a de precisão"

    • fonte segura de informações
    • datação precisa
    • base informativa
    • preocupação terminológica

    todos esses termos direcionam a precisão

  • Enunciado: "O texto se preocupa com precisão.... E COM OUTRO BAGULHO AÍ TBM, TÁ LIGADO? ME FALA QUAL"

    ossada...

  • Eu adoro ver as pessoas tentanto explicar o inexplicável: o gabarito da FGV

  • fui naquela que menos tinha informação

  • FGV e suas questões espíritas de Português...

  • Eu acertei pensando da seguinte forma. A, B e D mostram datas, não aproximadas, precisas e definidas. Então pra mim não poderia ser nenhuma das 3.

    A letra C diz “uma das principais funções” se é uma das, então não está me dizendo com precisão quais são essas principais funções, já que as outras não foram mencionadas.

    Já a letra E disse o motivo, aparentemente único, então considerei como preciso, da polícia ganhar outra denominação: a civil, para diferenciá-la das demais polícias e só por isso mesmo.

  • gabarito letra

    c) a finalidade histórica: “Na época, uma das principais funções desta organização era se prevenir de espiões europeus e fiscalizar embarcações”; 

    Fui por eliminação, pois em todas as outras havia um termo específico - PRECISO.

    NA C) não é dito sobre qual era a principal função, especificamente, mas uma entre outras.

    Vejamos:

    A) a fonte segura das informações: “A Instituição Policial brasileira, segundo documentação existente no Museu Nacional do Rio de Janeiro, data de 1530”;

    B) a datação precisa: “A partir de então a Instituição Policial brasileira passou por seguidas reformulações nos anos de 1534, 1538, 1557, 1565, 1566, 1603, e, assim, sucessivamente”;

    C) GABARITO;

     

    D) a base informativa de credibilidade: “A pesquisa histórica revela que, no dia 20 de novembro de 1530, a Polícia brasileira iniciava as suas ações”; 

    E) a preocupação terminológica: “A polícia, então, também começou a ser chamada de Civil, como uma forma de diferenciá-la de outras formas de policiamento, por seu caráter investigativo”.

    (Apresentou vários termos visando especificar o tipo de polícia.)

    Espero ter ajudado !

    Fé é Força! Deus honra nossos esforços!

  • Traduzindo a questão:

    O autor do texto se preocupou muito com uma coisa: PRECISÃO DA INFORMAÇÃO.

    Em qual alternativa ele NÃO se preocupou em passar informações precisas?

    FIM.

  • Se o Gabarito saísse erradamente e letra "E", logo vários professores e alunos iriam encontrar boas justificativas, pois informar a função de organização também é uma precisão, mas todos sabem que a FGV sorteia a interpretação e ponto final.

  • fique entre duas e marque a errada. RAIVA

  • Gab C

    Na épocauma das principais funções desta organização era se prevenir de espiões europeus e fiscalizar embarcações”; 

    Uma das principais funções" exclui qualquer precisão.

  • Eu sinceramente não entendi. Fui de letra e.

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  • pela segunda vez.... Errei a questão.

  • Eu acertei a questão e meu raciocínio foi da seguinte forma;

    Estou fazendo um esforço enorme para ENTENDER o COMANDO DA QUESTÃO. Então vamos lá...

    COMANDO: O texto acima mostra seguidamente a preocupação com a precisão informativa; a marca destacada que corresponde a uma outra preocupação, que não a de precisão, é:

    O comando quer que marquemos a assertiva IMPRECISA.

    A, B e D são PRECISAS por que trazem em si uma data/ano.

    Fica-se para analisar de fato a C e E.

    Na letra C):Como finalidade histórica: “Na época, uma das principais funções desta organização era se prevenir de espiões europeus e fiscalizar embarcações.

    Como finalidade histórica está muito impreciso (Adj. Adverbial > Na época) Se pegarmos a frase sem o contexto verificamos que: que época foi essa? que organização foi essa?

    Na letra E) Como a preocupação terminológica: “A polícia, então, também começou a ser chamada de Civil, como uma forma de diferenciá-la de outras formas de policiamento, por seu caráter investigativo”.

    Como preocupação terminológica, dá a entender que a frase é bem precisa porque ele diz que a Polícia civil só leva esse nome devido ao seu caráter investigativo. O texto explica a terminologia da palavra CIVIL

    Obs.: Se houver algum erro, me corrijam por favor! quero ajudar!

    Gab.: C

  • Comentário do colega William de Freitas cavalcante é esclarecedor


ID
5604436
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 3

Com a chegada da temporada de verão, a Polícia Militar contará com o reforço de efetivo em Balneário Camboriú, buscando manter os indicadores dos crimes violentos em queda. No ano de 2019 ocorreram 13 homicídios. Já no ano passado, este número foi reduzido para 10.

Diante a intensificação das ações policiais, o 12º Batalhão de Polícia Militar conseguiu alcançar em 2021, até o dia de hoje, a impressionante marca de apenas 6 homicídios dolosos. Isto significa uma redução de 40% no triênio, e se comparado ao ano de 2019, a redução ultrapassaria a 50%.

O reforço de efetivo em Balneário Camboriú busca manter os indicadores dos crimes violentos em queda, visando a manutenção da qualidade de vida da cidade, que é referência tanto no âmbito estadual, como nacional.

Adaptado. Polícia Civil - Balneário Camboriú. 

Observe o primeiro parágrafo do texto 3. A afirmação abaixo que está em desacordo com os componentes desse parágrafo é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: B

    O termo “reforço de efetivo” se refere ao aumento numérico (quanTitativo) de policiais, e não ao aumento quaLitativo, pois não se refere à qualidade, e sim à quantidade.

  • (B)

    O aumento numérico é quanTitativo

  • "Com a chegada da temporada de verão" indica simultaneamente noção de tempo (verão) e causa ( cujo efeito é o aumento do efetivo)

  • Nossa que questão inteligente! sqn!

  • FGV um português que não avalia o conhecimento de ninguém.

    Não à toa nosso idioma vai de mal a pior .

  • sério isso? uma questão para saber se o candidato sabe diferenciar o T do L
  • Não faz sentido! Como é possível a simples passagem de temporadas serem a causa de um aumento efetivo? A causa não são os homicídios?

    Por exemplo: Amanhã de manhã tomarei café para ficar acordado. "Amanhã de manhã" é causa de eu tomar café? Não!

    AInda que eu substituísse "amanhã de manhã" por "Com a chegada da manhã seguinte" o sentido não mudaria, pois não faz sentido, nesse contexto, que a passagem do dia seja motivo para eu tomar café. Ainda que sintáticamente possa parecer como um termo que indica causa, semânticamente, na prática, não é.

    Só mudaria se o texto afirmasse que as temporadas de verão são mais perigosas.

    Portanto, a letra "A" também está errada.

  • Meu peito dói só de lembrar que tive que chutar várias em português por conta do tempo, perder uma questão dessas é de arrancar a unha com os dentes, viu

  • A indignação da galera com a banca vai mudar muita coisa pra ela.....

  • SIMPLISMENTE A BANCA BIZARRA DO ENTRETENIMENTO.

  • Temporada de verão em BC = aumento bizarro do número de pessoas na cidade.

    Consequentemente aumenta também a possibilidade de violência.

    Se há mais turistas, há necessidade de aumentar o efetivo policial para dar conta das ocorrências.

  • CAUSA

    Com a chegada da temporada de verão

    Devido a chegada da temporada de verão, aumenta-se o número de pessoas na cidade e consequentemente há aumento da violência, o que se faz necessário o reforço de efetivo

  • entendi que qualitativos (qualidade) o que não foi o caso, tão somente o efetivo. Se dissesse que grupos táticos poderia até vislumbrar qualitativos. (Minha interpretação)

  • Não entendi a indignação dos colegas.. se for em relação à letra A: está correta porque "com a chegada do verão" indica de maneira explícita o tempo, mas também é a causa para o aumento do efetivo. O efetivo é aumentado por causa da chegada do verão, com a finalidade de manter os indicadores [...] em queda

  • Alguém sabe explicar qual o motivo da C não ser a correta? Não marquei a B, pois no meu entendimento, o aumento de efetivo não seria necessariamente qualitativo, afinal, quantidade não é qualidade.

  • QUALITATIVO, li rapido e me ferrei. fgv fdm

  • Sempre que eu erro uma questão da FGV é por pura falta de atenção!!!! Dá uma raiva disso PQP .

  • Lembremos que a questão pede a afirmação em "desacordo".

    Achei a letra A estranha sobre o verão ser noção de causa de homicídios. Noção de tempo sim, noção de causa é esquisito, mas como a letra C falou de "aumento qualitativo de policiais", não tive dúvidas nessa.

    Fé na missão!

  • não entendi a questão = o termo “reforço de efetivo” se refere ao aumento numérico e qualitativo de policiais; Levei em consideração que o "e" como adição, a frase que diz sobre o aumento numérico levei como sinônimo de quantitativo, usando o Quali, pensei profissionais de qualidade, sinceramente não entendi, se alguém puder me auxiliar.

  • o termo “reforço de efetivo” se refere ao aumento numérico e qualitativo de policiais = o reforço é SOMENTE quantitativo (aumento do número de policiais)

    os dois últimos períodos do parágrafo explicitam a afirmação anterior sobre a queda dos indicadores de crimes violentos = tornar claro, enfatizar, dizer sem ambiguidades

  • o termo “reforço de efetivo” se refere ao aumento numérico e qualitativo de policiais;

    Acho que o "reforço de efetivo" se refere a aumento numérico de policiais e não na " qualidade"

    Acho que é isso!!

    FGV É MUITO RUIM!!

  • Beleza, qualitativo é diferente de quantitativo! Ainda assim, não entendo como a chegada da temporada de verão pode ser identificada como causa do reforço de efetivo!

  • Sobre a primeira alternativa

    A) o termo “Com a chegada da temporada de verão” indica simultaneamente as noções de tempo e causa;

    Essa alternativa está correta. Primeiramente, a palavra "temporada" indica a noção de tempo, uma vez que denota "período de tempo razoável". Ademais, vamos voltar ao texto para entender a relação "causa e consequência":

    "Com a chegada da temporada de verão, a Polícia Militar contará com o reforço de efetivo em Balneário Camboriú[...]"

    A chegada da temporada de verão é a causa para o reforço de efetivo na PM. Desse modo:

    Chegada da temporada de verão → causa

    Reforço no efetivo da PM → consequência

    Percebam que o efetivo da PM será reforçado por causa da chegada da temporada de verão e não por causa dos homicídios. As mortes já estavam em queda e o texto não nos indica em momento algum que a causa do aumento do efetivo são as mortes. Afinal, se o efetivo já estabelecido estava conseguindo reduzir os homicídios, para quê eu vou aumentá-lo com base nas mortes ?

    A manutenção da queda dos homicídios é uma finalidade almejada pelo aumento do efetivo. Desse modo:

    Qual o motivo (causa) de eu aumentar o efetivo ? Chegada da temporada de verão.

    Para quê serve (finalidade) o aumento do efetivo ? Para buscar manter os indicadores dos crimes violentos em queda.

    Gabarito: Letra B

  • nossa , que banca ruim , tem q ser adivinha tambem

  • A letra B se refere em quantidade e qualidad, e nesse momento: o aumento de efetivo só se dá na parte quantitativo e não qualitativa.

    Por isso a letraB está errada, não corresponde com o texto

  • Alguém saberia me dizer o erro da alternativa "E"? Pra mim, os dois últimos períodos do parágrafo retomam a informação sobre a qualidade de vida, e não a queda dos indicadores de crimes violentos.

  • https://www.youtube.com/c/Cl%C3%A1udiaBarbosa

    Português FGV

     

  • Qualitativo? PQP! Na hora do cansaço da prova então....
  • Reforço é= mais pessoas para ajudar.

    Gabarito B.

  • É prestar atenção mesmo, por causa da preposição DE acabei errando a questão.
  • o termo “reforço de efetivo” se refere ao aumento numérico e qualitativo de policiais;

    No caso em questão não está indicando nenhuma qualidade dos Policiais Militares.

    Gabarito B

  • Tem questões que não dão para entender na FGV...

  • A leitura COM ATENÇÃO da alternativa B já encerra a questão. Seria quantitativo e não qualitativo

  • Gab B

    o termo “reforço de efetivo” se refere ao aumento numérico e qualitativo de policiais; Errado

  • Quando a banca quer medir tudo, menos seus conhecimentos sobre a matéria. =/

  • A

    o termo “Com a chegada da temporada de verão” indica simultaneamente as noções de tempo e causa;

    Com a chegada da temporada de verão, é possível identificar um contexto temporal e ao mesmo tempo chegar a conclusão que vão aumentar o efetivo por causa da temporada de verão.

    B

    o termo “reforço de efetivo” se refere ao aumento numérico e qualitativo de policiais;

    Eles vão aumentar a quantidade de efetivo, não qualidade dos efetivos.

    C

    o segmento “buscando manter os indicadores dos crimes violentos em queda” indica a finalidade do aumento de efetivo;

    Sim, nesta temporada de verão eles querem continuar com os índices baixos, igual nos anos anteriores.

    D

    o segmento “manter os indicadores dos crimes violentos em queda” informa que já tinha havido queda no número de crimes violentos anteriormente;

    Sim, nos anos anteriores com está demonstrado no texto

    E

    os dois últimos períodos do parágrafo explicitam a afirmação anterior sobre a queda dos indicadores de crimes violentos.

    Sim, também explicito no texto.


ID
5604439
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 3

Com a chegada da temporada de verão, a Polícia Militar contará com o reforço de efetivo em Balneário Camboriú, buscando manter os indicadores dos crimes violentos em queda. No ano de 2019 ocorreram 13 homicídios. Já no ano passado, este número foi reduzido para 10.

Diante a intensificação das ações policiais, o 12º Batalhão de Polícia Militar conseguiu alcançar em 2021, até o dia de hoje, a impressionante marca de apenas 6 homicídios dolosos. Isto significa uma redução de 40% no triênio, e se comparado ao ano de 2019, a redução ultrapassaria a 50%.

O reforço de efetivo em Balneário Camboriú busca manter os indicadores dos crimes violentos em queda, visando a manutenção da qualidade de vida da cidade, que é referência tanto no âmbito estadual, como nacional.

Adaptado. Polícia Civil - Balneário Camboriú. 

O termo destacado que marca uma interferência do redator da notícia no conteúdo veiculado no texto 3 é: 

Alternativas
Comentários
  • C) Diante a intensificação das ações policiais, o 12º Batalhão de Polícia Militar conseguiu alcançar em 2021, até o dia de hoje, a impressionante marca de apenas 6 homicídios dolosos; 

    Somente nesta assertiva é colocada uma expressão de subjetividade de quem escreve, ou seja, usa um adjetivo para caracterizar o substantivo “marca”, assim, dando maior expressividade ao que se diz. Isso é uma marca de expressividade do redator.

    Gabarito: C

  • Letra C.

    O termo destacado que marca uma interferência do redator da notícia no conteúdo veiculado no texto 3 é...

    Eu entendi que a questão quer a alternativa com alguma marca/opinião do redator e aprendi assim com a professora Aline...

    Adjetivo DEPOIS do substantivo -------------> Indica um fato, é o OBJETIVO.

    Adjetivo ANTES do substantivo ---------------> Em geral, indica uma opinião, é o SUBJETIVO.

    FÉ NA CAMINHADA!! ❤️✍

  • A questão pede o MODALIZADOR TEXTUAL.

    E o que são MODALIZADORES TEXTUAIS? São elementos gramaticais ou lexicais por meio dos quais o autor manifesta determinadas atitudes e/ou posições em relação a um conteúdo e/ou tema específicos.

    No caso em tela, a palavra "impressionante" denota expressão de subjetividade do redator.

    Dica: diante de um texto seja um farejador de modalizadores textuais, certamente irá ajudar em algumas questões no dia da prova.

    GAB: C

    Consagre os teus planos ao Senhor.

  • Gabarito: Letra C.

    O enunciado também poderia ser reescrito da seguinte forma: em qual trecho há uma impressão pessoal do redator?

    É evidente no trecho "...impressionante marca de apenas 6 homicídios dolosos" a 'imparcialidade' sendo deixada de lado para expressar algo mais pessoalizado. O termo "impressionante", no caso em tela, seria um modalizador. Nas palavras da FGV: modalizadores se caracterizam por inserir opiniões do enunciador sobre o assunto tratado. (Retirado da questão Q599889). Pestana (2013) comenta que o adjetivo, por exemplo, pode desempenhar a função de modalizador, pois pode expressar uma opinião, um juízo de valor.

    FGV cobrou questão semelhante recentemente:

    (Q1854913/FGV/2021) Abaixo aparecem cinco manchetes jornalísticas de um jornal carioca; a única delas que mostra influência da visão do redator é:

    A) Infecções pelo coronavírus disparam na Itália;

    B) Aumenta número de cidades que dependem do INSS;

    C) Temporal deixa 4 mortos no Rio;

    D) Relatos de abuso sexual crescem no Brasil;

    E) Congresso pode reduzir prazo de tramitação de MPs.

    Gabarito: Alternativa A.

    (Q448884/FGV/2014) Texto: Um banho quente de chuveiro elétrico de 15 minutos consome 135 litros de água. Um banho, por 5 minutos, fechando o registro para se ensaboar, consome apenas 45 litros.

    O vocábulo abaixo do texto 4, que é classificado como modalizador por inserir uma opinião do enunciador sobre o assunto veiculado, é:

    A) apenas;

    B) consome;

    C) quente;

    D) elétrico;

    E) ensaboar.

    Gabarito: Letra A.

    (Q1004497/FGV/2019) A redação de um texto de caráter científico requer impessoalidade. Assinale a opção em que, ao contrário, a frase mostra traços de pessoalidade.

    A) Precisa-se urgente de doações de sangue.

    B) Apresentaram-se bons músicos no show.

    C) Alguém fez o registro da ocorrência.

    D) Exige-se o uso de traje completo. 

    E) Assaltaram o banco da esquina.

    Gabarito: Letra B.

    __

    Dica: não é regra geral, mas às vezes ajuda, tentar suprimir a expressão. Ex: [1] Consome apenas 45 litros -> [2] Consome 45 litros. Percebe-se que há "menos impressões" pessoais na segunda frase.

    __

    Equívocos, reportem.

  • Nesta questão a FGV queria a alternativa onde demonstrava opinião pessoal do autor.

  • O TERMO NAO ESTA DESTACADOOOOO

  • GABARITO C

    Não era nem preciso recorrer à leitura do texto. A única alternativa na qual há interferência do redator (autor do texto) está na letra "C", pelo fato de expressar uma opinião pessoal. Repare que se a palavra impressionante, que confere realce, fosse retirada, não causaria prejuízo para a correção gramatical.

  • RESUMINDO:

    • interferência do redator --> Mudança, Opnião própria, de quem escreve o texto.

    Na alternativa C, o redator deixa sua opnião ao colocar "a impressionante marca de apenas 6 homicídios dolosos".

  • O famoso modalizador textual. É uma característica para identificar, por exemplo, os trechos argumentativos de um texto. O modalizador indica opinião, e uma opinião veiculada a um texto de notícia demonstra interferência no texto.

    Gabarito: Letra C

  • Tão fácil que dá até medo de marcar.

  • https://www.colegiogeracao.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Reda%C3%A7%C3%A3o-Modalizadores-Discursivos.pdf

  • O único termo que extraído da oração que manteria a coerência do texto.
  • A LE LÊEEE ACERTEI UMA QUESTÃO DA FGV AHêeeeee

  • A questão exige interpretação textual e entendimento sobre linguagem pessoal e impessoal.

    Uma das principais características dos textos jornalísticos é a sua imparcialidade/ impessoalidade, ou seja, o redator busca passar a informação da forma mais neutra e direta possível, não explicitando a sua opinião. Entretanto, atingir 100% de impessoalidade é impossível, uma vez que, por exemplo, uma escolha de palavras e de ordem da frase já constrói aquele texto sob as lentes do autor.

    Um dos principais recursos para exprimir de forma mais indireta e discreta a sua opinião em um texto, é por meio de adjetivos e advérbios, que devem ser escolhidos cautelosamente a fim de passar a informação correta ao carcaterizarem seus respectivos termos. Desse modo, o uso do adjetivo “impressionante” exprime o pensamento do autor a respeito de algo, no caso, “marca”. Logo, essa é uma forma de deixar marcas autorais no texto jornalístico sem o uso de expressões como “eu acho”, “no meu ponto de vista” ou “acredito que”.

    Assim, o gabarito é a letra C, sendo as outras alternativas palavras neutras e sem grau de parcialidade.

    GABARITO: LETRA C

  • A "INTERFERÊNCIA" DO LOCUTOR SE DÁ QUANDO ELE EMITE UMA SUBJETIVIDADE DELE COM A "IMPRESSIONANTE......."

    ELE INTEFERIU PRA MANIFESTAR A OPINIÃO / DEIXAR TRANSPARECÊ-LA

  • principais Modalizações

    Modalizações Lógicas: expressam o sentido de possibilidade e certeza por meio de modalizadores como “é possível que”, “é impossível que”, “talvez” etc;

    Modalizações Deônticas: expressam o sentido de uma necessidade ou obrigação por meio de modalizadores como “é preciso”, “faz-se necessário” etc e;

    Modalizações Apreciativas: expressam o sentido de análise e julgamento por meio de modalizadores como “felizmente”, “infelizmente” dentre outros como o da questão ''IMPRESSIONANTE marca..."

    GAB. C

    DEUS NÃO NOS ABOANDONOU.

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  • GABARITO: LETRA C

    c)  Diante a intensificação das ações policiais, o 12º Batalhão de Polícia Militar conseguiu alcançar em 2021, até o dia de hoje, a impressionante marca de apenas 6 homicídios dolosos; - CERTO

    O adjetivo impressionante é um tanto quanto subjetivo. Geralmente os adjetivos que mostram uma intensidade são subjetivos. O como faríamos para deixar a alternativa mais neutra? Bastaríamos retirar o adjetivo. Vejam:

    → Diante a intensificação das ações policiais, o 12º Batalhão de Polícia Militar conseguiu alcançar em 2021, até o dia de hoje, a marca de apenas 6 homicídios dolosos. 

    Ainda assim, o advérbio "apenas" dá spoiler da opinião do redator. Portanto, gente, a letra C é o nosso gabarito. As demais alternativas apresentam mais objetividade.

    FONTE: Professora Sthefanny Alcântara Tec Concursos


ID
5604442
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Eunice, servidora pública estadual, preencheu os requisitos para a fruição de determinado benefício assegurado pelo regime jurídico único dos servidores. Ocorre que, no dia anterior àquele em que iria requerê-lo, a lei foi alterada, e o benefício, suprimido. Apesar disso, um amigo lhe informou, corretamente, que o seu direito ao benefício não seria afetado pela nova lei, o que decorria da garantia constitucional do(a):

Alternativas
Comentários
  • O Decreto-Lei n.º 4.657, de 4 de setembro de 1942 (BRASIL, 1942), em seu art.6º, § 2º, dispõe:

    "Art. 6º A Lei em vigor terá efeito imediato e geral, respeitados o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada.[...]

    § 2º Consideram-se adquiridos assim os direitos que o seu titular, ou alguém por ele, possa exercer, como aqueles cujo começo do exercício tenha termo pré-fixo, ou condição preestabelecida inalterável, a arbítrio de outrem.

    Gabarito: B

  • [...] preencheu os requisitos para a fruição de determinado benefício [...]

    • Direito adquirido: aquele que já se incorporou definitivamente ao patrimônio e à personalidade de seu titular, mesmo que este ainda não o tenha exercido.

    Complementando:

    • coisa julgada: decisão judicial de que já não caiba recurso.
    • Ato jurídico perfeito: seria aquele já consumado segundo a lei vigente ao tempo em que se efetuou

    Gabarito: B

  • GABARITO - B

    O princípio da Segurança Objetiva abarca:

    DIREITO ADQUIRIDO:

    Direito adquirido é aquele que já se incorporou definitivamente ao patrimônio e à personalidade de seu titular, mesmo que este ainda não o tenha exercido. Seu exercício pode depender de um prazo, bem como podem estar subordinado a uma condição inalterável ao arbítrio de outrem. 

    ATO JURÍDICO PERFEITO:

    Ato jurídico perfeito é aquele em que já se consumou de acordo com a lei vigente à época

    COISA JULGADA:

    decisão judicial de que já não caiba recurso.

    ____________

    OBS: Para o Supremo , servidores públicos não têm direito adquirido à imutabilidade de regime jurídico

  • Trata-se do princípio da segurança jurídica contemplado no art. 5º, XXXVI, CF:

    • A lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada;

    *Garantia de irretroatividade da lei;

    *Instrumento da segurança jurídica.

     

    Não cabe invocar direito adquirido:

    ▻ Normas constitucionais originárias;

    ▻ Mudança do padrão moeda;

    ▻ Criação ou aumento de tributos;

    ▻ Mudança de regime estatutário.

    Gab. letra B.

  • Gabarito B

    .

    .

    Art. 6º A Lei em vigor terá efeito imediato e geral, respeitados o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada.

    § 2º Consideram-se adquiridos assim os direitos que o seu titular, ou alguém por êle, possa exercer, como aquêles cujo comêço do exercício tenha têrmo pré-fixo, ou condição pré-estabelecida inalterável, a arbítrio de outrem.  

    .

    .

    Fonte: ayslanalves.com/resumos

  • Ué... mas e aquela história de que não tem direito adquirido a regime jurídico? Ou no caso como é só um benefício teria direito? Fiquei confusa. Se alguém puder me ajudar.

  • O Supremo Tribunal Federal consagrou jurisprudência segundo a qual “não há direito adquirido a regime jurídico” (RE 227755 AgR / CE, dentre outros julgados).

  • GABARITO - B

    O artigo 6 da LINDB trata do princípio da segurança e da estabilidade social. Tal princípio possui como fundamento maior a tese de que eventuais alterações legislativas não podem violar ou alterar direitos consolidados ou situações jurídicas imutáveis.

    Por fim, merecem destaque os três pilares da segurança jurídica, quais sejam:

    a)       coisa julgada, assim considerado o efeito pelo qual decisões judiciais transitadas em julgado são consideradas imutáveis. De toda sorte, tal princípio não deve ser considerado absoluto, a exemplo da existência das ações rescisórias e da sua possível desconsideração em casos, por exemplo, como as ações judiciais em que se discute a paternidade de criança, após a criação do exame de DNA, conforme jurisprudência do STF.         

    b)      direito adquirido, o qual pode ser compreendido como aquele já definitivamente incorporado ao patrimônio do indivíduo, de modo que já exercê-lo plenamente. Também pode ser considerado adquirido o direito sob termo (evento futuro e certo) ou condição (evento futuro e incerto), desde que inalterável por terceiros.

    c)       atos jurídicos perfeitos, consumados conforme a lei do tempo em que ocorreu. Se determinado contrato foi realizado sob a égide de uma lei X, eventual lei posterior que a revogue não terá o condão de estabelecer novas regras ao contrato. RESSALVE-SE, contudo, as leis de ordem pública, que, conforme entendimento atual, serão aplicadas imediatamente aos contratos, não atingindo os fatos pretéritos, não configurando ofensa a qualquer dos institutos tratadas, mas possuindo aplicação imediata a todo e qualquer ato/contrato, que ao novo regime jurídico deverá se subordinar.  Nesse sentido, decidiu o Supremo Tribunal Federal: “O CDC é aplicável aos contratos firmados em data anterior à sua vigência sem ofender o ato jurídico perfeito e o princípio da irretroatividade das leis, pois, segundo o artigo 1° do Código Consumerista, trata-se de matéria de ordem pública, com aplicação imediata”.(ARE 798905, Relator(a): Min. CÁRMEN LÚCIA, julgado em 13/03/2014, publicado em PROCESSO ELETRÔNICO DJe-056 DIVULG 20/03/2014 PUBLIC 21/03/2014)

  • Questão pessimamente formulada.

  • Uai, mas e o entendimento do STF de que nãohá direito adquirido em face de regime jurídico??

  • A questão versa especificamente sobre direito constante no artigo 5º, XXXVI, CF/88, onde afirma que a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada.
    Salienta-se que não existe no ordenamento jurídico um conceito de direito adquirido, sendo compreendido como uma situação jurídica definitivamente consolidada. Interessante se faz a citação de Celso Bastos, em seu Dicionário de direito constitucional, 1994, p.43, Ed. Saraiva, sobre o tema:
    “Constitui-se num dos recursos de que se vale a Constituição para limitar a retroatividade da lei. Com efeito, está em constante mutação; o Estado cumpre o seu papel exatamente na medida em que atualiza suas leis. No entanto, a utilização da lei em caráter retroativo, em muitos casos, repugna porque fere situações jurídicas que já tinham por consolidadas no tempo, e esta é uma das fontes principais da segurança do homem na terra” (BASTOS, 1994).
    Ressalta-se que o direito adquirido encontra-se no rol de Direitos e Deveres Individuais e Coletivos, constituindo o rol de limitações materiais expressas do poder reformador presente no artigo 60, §4º, CF/88, denominado de cláusulas pétreas, que têm o objetivo de garantir a efetividade dos direitos fundamentais e impedir eventuais tentativas de abolição de tais direitos. O referido dispositivo constitucional que não pode ser alterado nem mesmo por Proposta de Emenda à Constituição. Todavia, em caso de surgir uma nova Constituição, o rol de cláusula pétreas não poderia ser imposto.
    Por fim, há que se esclarecer a existência de uma divergência doutrinária no que tange a esse poder ilimitado: de um lado, os mais conservadores, que seguem a linha de pensamento positivista entendem que se o Poder Constituinte Originário fosse convocado novamente, teria poderes ilimitados, não se sujeitando a nenhuma regra de direito nacional ou internacional; de outro lado, a corrente moderna defende que o Constituinte Originário está limitado a vários fatores, políticos, naturais ou até mesmo pelos Direitos Humanos, não podendo abdica-los nem mesmo por ele.
    Com base no que foi exposto e voltando para a análise da questão, sabe-se que Eunice teve um benefício que fazia jus em razão do preenchimento dos requisitos legais suprimido, em virtude de alteração de uma lei posterior a tal fato.
    Vimos que o direito adquirido constitui-se num dos recursos de que se vale a Constituição justamente para limitar a retroatividade da lei e proteger situações já consolidadas, sendo este justamente o caso de Eunice.
    Vale mencionar aqui que a jurisprudência do STF é pacífica e reiterada no sentido de que os servidores públicos não têm direito adquirido à imutabilidade de regime jurídico. Assim, a garantia prevista no art. 5º, XXXVI, da Constituição não os protege contra leis que modifiquem as condições que regem a relação jurídica que estabelecem com a administração pública, desde que não haja redução de seus vencimentos ou subsídios (ADI4.461/ACRE). No caso da questão, o direito ao benefício já estava consumado antes da alteração da lei, sendo que a data do requerimento seria mera formalização.

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA B




  • FGV não respeita mais o STF, senhorrr!


ID
5604445
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Nos termos do Art. 26, I, da Constituição da República de 1988, estão incluídos entre os bens dos Estados “as águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes e em depósito, ressalvadas, neste caso, na forma da lei, as decorrentes de obras da União”.

Esse preceito constitucional dá origem a uma norma de eficácia:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO B

    - Norma de eficácia plena: normas autoaplicáveis, bastantes em si mesmas, NÃO DEPENDEM de qualquer ação do Poder Público. (aplicabilidade imediata)

    - Norma de eficácia contida ( ou prospectiva): podem sofrer uma restrição na sua aplicação, essa restrição pode vir na própria CF ou Lei. (aplicabilidade imediata) 

    Dica: quando tiver no enunciado "prevista em lei" ou "necessidade de lei para regulamentar", marca a opção eficácia contida.

    - Norma de eficácia limitada: depende de uma complementação para produzir efeitos (não tem aplicabilidade imediata)

  • Para os não assinantes: o comentário de baixo está indicando o gab errado. A resposta certa é GAB D, "contida e aplicabilidade imediata", afinal o dispositivo é de eficácia contida, visto que tem aplicação imediata, mas pode ser restringida pela lei (expressão "nos termos da lei").

    Meu macete é: norma de eficácia CONTida pode CONTInuar na lei (ou própria CF), mas desde já é eficaz, no que a lei não dispuser ao contrário. Norma de eficácia LIMITada encontra todos seus LIMITes na lei, não produzindo efeitos até ser regulamentada.

  • Caí no "na forma da lei".

  • Acertei aqui porque fiz a prova e vi a correção ao vivo pelo Estratégia. Mas errei na prova.
  • Acho que a 1ª parte tem eficácia plena, e a ressalva (2ª parte) tem eficácia contida/restringível. Acho que cabia um recurso aí, não?

  • "As águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes e em depósito, ressalvadas, neste caso, na forma da lei, as decorrentes de obras da União”.

    "Ressalvadas": traz o sentido de limite

    Logo, a norma tem a sua forma CONTIDA (diminuída), mas sua aplicabildade continua sendo direta e imediata.

  • Gabarito letra "D"

    Aplicabilidade das normas constitucionais: (José Afonso da Silva)

    1. Eficácia plena→ Reúnem todos os elementos necessários para produção de efeitos concretos imediatos e possíveis (direta, imediata e integral).
    2. Eficácia contida → Nascem com eficácia plena, reúnem todos os efeitos necessários para a produção de efeitos jurídicos concretos e imediatos, mas PODERÃO ter seu âmbito de eficácia contido restringido, reduzido pelo legislador infra constitucional. (direta, imediata, não integral)
    3. Eficácia limitadaPrecisam ser complementadas pelo legislador infraconstitucional (indireta, mediata, não integral).

    Macete: → CONTIDA (CONTer direito)

    Se dividem em:

    • Institutivo~> Normas constitucionais que traçam esquemas gerais de organização e estruturação de órgãos.

    • Programático~> traçam metas/tarefas/fins/programas, para cumprimento por parte dos poderes público

    Obs.: Cuidado com aqueles macetes sobre que dizem que quando tiver "na forma da lei" vai ser necessariamente eficácia limitada ou qualquer outra, porque eles fazem com que se erre muitas questões. A banca já conhece esse bizu e muitas vezes induz o candidato ao erro propositalmente. O melhor é entender mesmo o conceito de cada uma e fazer questões.

  • GABARITO - D

    As normas de eficácia contida, são muito parecidas com as normas de eficácia plena. A propósito, com a entrada em vigor da constituição, aquelas comportam-se exatamente como estas. Contudo, os efeitos das normas de eficácia contida podem ser restringidos pela legislação infraconstitucional.

    As normas de eficacia eficácia contida são:

    1. Autoaplicáveis: produzem seus efeitos imediatamente com a entrada em vigor da constituição;
    2. Restringíveis: suas normas podem sofrer restrições não só por outros dispositivos constitucionais, como também por normas legais;
    3. Aplicabilidade direta, imediata e não integral: ou seja, não precisam que uma norma seja criada para regular seus efeitos; produzem efeitos a partir da promulgação da constituição; mas estão sujeitas a restrições ou limitações.

  • GAB D, "contida e aplicabilidade imediata", afinal o dispositivo é de eficácia contida, visto que tem aplicação imediata, mas pode ser restringida pela lei (expressão "nos termos da lei").

    Meu macete é: norma de eficácia CONTida pode CONTInuar na lei (ou própria CF), mas desde já é eficaz, no que a lei não dispuser ao contrário. Norma de eficácia LIMITada encontra todos seus LIMITes na lei, não produzindo efeitos até ser regulamentada.

  • Plena: Produzem efeitos desde logo;

    Contida; Produzem efeitos desde logo, porém pode vir lei posterior e contê-la;

    Limitada: não tem eficácia, precisa de uma lei para ter eficácia.

  • Gabarito D.

    .

    .

    Aplicabilidade das normas constitucionais:

    1 Plena - imediata, direta e integral (autoaplicáveis). Eficácia absoluta, para Maria H. Diniz

    2 Contida - imediata, direta e não integral (sujeita às imposições - contível). Eficácia redutível ou restringível, para Maria H. Diniz

    3 Limitada - mediata, indireta e reduzida. Eficácia relativa complementável, para Maria H. Diniz

    3.1 Princípios institutivos (organizativos ou orgânicos): estruturação e atribuições

    3.2 Princípios programáticos: implementam política de governo a ser seguida. Criam direito subjetivo negativo.

    Obs.: todas as normas constitucionais são dotadas de eficácia jurídica.

    .

    .

    Fonte: ayslanalves.com/resumos

  • Normas de Eficácia Plena: São normas que produzem seus efeitos imediatos desde a sua criação.

    Normas de Eficácia Contida: São normas aptas a produzir todos os seus efeitos, mas que podem ser restringidas.

    Normas de Eficácia Limitada: São aquelas que dependem de regulamentação para produzir seus efeitos. 

    a) Princípio Programático: fixa um programa de atuação para o Estado. Impõe um objetivo de resultado ao Estado

    b) Princípio Institutivo: contém esquemas gerais de estruturação de instituições, órgãos ou entidades.

    DICA:

    Em regra, quando o dispositivo constitucional trouxer expressão como “salvo disposição em lei”-------- norma de eficácia contida/restringível.

    Em regra, quando o dispositivo constitucional normas com expressões “a lei disporá”, “nos termos da lei”, “em lei complementar” -------- norma de eficácia limitada.

  • Se parar pra resolver bateria de questões só sobre esse assunto, percebe-se que a FGV adora perguntar sobre norma de eficácia limitada e pegar o candidato na diferença entre o Princípio Institutivo e o Princípio Programático. Fiquem espertos!

  • A questão demanda o conhecimento doutrinário acerca da eficácia das normas Constitucionais, mais especificamente, sobre a conceituação trazida por José Afonso da Silva. 
    O referido constitucionalista José Afonso da Silva classificou as regras constitucionais conforme seu grau de eficácia e aplicabilidade, sendo estas de eficácia plena, contida e limitada.  

    As normas constitucionais de eficácia plena são, como o próprio nome infere, completas e perfeitas desde sua criação (entrada em vigor da Constituição Federal ou da edição de uma emenda constitucional), tendo, portanto, aplicabilidade imediata, direta e integral. Assim, as normas constitucionais de eficácia plena, desde sua gênese, produzem, ou ao menos possuem a possibilidade de produzir, todos os efeitos visados pelo constituinte (originário ou derivado). São autoaplicáveis. Têm aptidão para produzir todos os efeitos buscados pelo legislador constituinte, uma vez que conformam de modo suficiente a matéria de que tratam.  

    As normas constitucionais de eficácia contida são aquelas que possuem aplicabilidade imediata, direta, mas não-integral, uma vez que podem ter o seu alcance reduzido por atos do Poder Público supervenientes. Desta feita, na hipótese de normas constitucionais de eficácia contida, o legislador constituinte regulou suficientemente a matéria versada (já possui eficácia e aplicabilidade em sua gênese), porém outorgou a atuação restritiva posterior por parte do Poder Público.   

    Por fim, as normas constitucionais de eficácia limitada possuem aplicabilidade indireta, uma vez que dependem da emissão de uma normatividade futura. Assim, as normas não produzem efeito com a simples promulgação da Constituição ou da edição de uma emenda, dependendo da regulamentação posterior que lhes entregue a eficácia, sendo qualificadas, assim, como normas não-autoaplicáveis. A utilização de certas expressões como “a lei regulará", “a lei disporá", ou “na forma da lei" indicam que a vontade do constituinte precisa ser complementada para o ulterior efeito da norma constitucional. 

    Ressalta-se que as normas constitucionais de eficácia limitada podem ser de dois tipos:  

    a) Normas constitucionais de eficácia limitada definidoras de princípios institutivos (ou organizatórios, ou organizativos): são as que dependem de lei posterior para dar corpo a institutos jurídicos e aos órgãos ou entidades do Estado previstos na Constituição.  

    b) Normas constitucionais de eficácia limitada definidoras de princípios programáticos (ou apenas normas programáticas): são as que estabelecem programas, metas, objetivos a serem desenvolvidos pelo Estado, típicas das Constituições dirigentes. Impõe um objetivo de resultado ao Estado – não diz como o Estado deverá agir, mas o fim a ser atingido.  

    O art. 26, I, da CRFB aduz que estão incluídos entre os bens dos Estados as águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes e em depósito, (até aqui, eficácia plena) ressalvadas, neste caso, na forma da lei, as decorrentes de obras da União (poderá haver uma limitação, mas se não houver, fica a regra geral). 

    Portanto, trata-se de norma constitucional contida de eficácia imediata. 

     Gabarito da questão: letra D.
  • Resumindo:

     

    Para nunca mais errar:

     PLENA: aplicabilidade direta, imediata e integral.

    100% = 100% (Nasce valendo 100% e sempre vai valer 100%).

    • CONTIDA: aplicabilidade direta, imediata, mas possivelmente não integral.

    100% (- lei) = 50% (Tem aplicabilidade direta e imediata, igual a plena, mas é possivelmente não integral, não vai ser integral se vier uma restrição, até que venha uma restrição ela vale 100%, chegando a restrição, valerá só 50%).

    Exemplo: o Princípio da Liberdade Profissional (artigo 5º, XIII), que dispõe ser livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, (até aqui vale 100%) atendidas as qualificações que a lei estabelecer. (se vier essa lei ela vai restringir, aí a norma valerá só 50%).

    • LIMITADA: aplicabilidade indireta, mediata e dependente de complemento legislativo.

    50% (+ lei) = 100%  (Enquanto na contida a lei vem para reduzir, ou seja, (-50%), aqui a lei vem para completar (+50%), quando vem a lei ela complementa o dispositivo constitucional que vai valer 100%).

    Exemplo: direito de greve de servidor público e aposentadoria especial deste, (até aqui vale 50%) os quais necessitam de complemento por meio de lei. (se vier a lei, passará a valer 100%).

    Para facilitar, uma é o contrário da outra, vejamos:

    CONTIDA: direta, imediata, (menos).

              100% (- lei) = 50%.

    Estabelecidos em lei = eficácia contida

    LIMITADA: indireta, mediata, (mais).

                50% (+ lei) = 100%.

    Na forma da lei = eficácia limitada

    Baseado nos comentários dos colegas.

  • Lembrando que Norma de Eficácia Plena não exclui a possibilidade de normal regulamentadora futura

  • Normas de Eficácia Plena: São normas que produzem seus efeitos imediatos desde a sua criação.

    Normas de Eficácia Contida: São normas aptas a produzir todos os seus efeitos, mas que podem ser restringidas.

    Normas de Eficácia Limitada: São aquelas que dependem de regulamentação para produzir seus efeitos. 

    a) Princípio Programático: fixa um programa de atuação para o Estado. Impõe um objetivo de resultado ao Estado

    b) Princípio Institutivo: contém esquemas gerais de estruturação de instituições, órgãos ou entidades.

    DICA:

    Em regra, quando o dispositivo constitucional trouxer expressão como “salvo disposição em lei”-------- norma de eficácia contida/restringível.

    Em regra, quando o dispositivo constitucional normas com expressões “a lei disporá”, “nos termos da lei”, “em lei complementar” -------- norma de eficácia limitada.

  • 2) NORMAS DE EFICÁCIA CONTIDA OU PROSPECTIVA: 

    Estão aptas a produzir todos os seus efeitos desde o momento da promulgação da constituição, mas podem ser restringidas por parte do poder público. A atuação do legislador é discricionária. 

    Enquanto não vier condição que reduza sua aplicabilidade considera-se plena sua eficácia. Características: 

    1. Autoaplicáveis: estão aptas a produzir todos os seus efeitos, independentemente de lei reguladora. O direito previsto em uma norma de eficácia contida pode ser exercido de maneira ampla (plena); só depois da regulamentação é que haverá restrições ao exercício do direito; 
    2. Restringíveis: estão sujeitas a limitações ou restrições, que podem ser impostas por: 
    • Uma lei: ex.: o direito de greve. 
    • Outra norma constitucional: ex.: restrições durante o estado de sítio. 
    • Conceitos éticos-jurídicos indeterminados: ex.: requisição da propriedade particular. 
    1. Direta: não dependem de norma regulamentadora para produzir seus efeitos; 
    2. Imediata: estão aptas a produzir todos os seus efeitos desde o momento em que é promulgada a CF; 
    3. Possivelmente não-integral: estão sujeitas a limitações ou restrições

  • PLENA                    CONTIDA                                        LI  - MI - TA – DA

     

    Autoaplicável                         AUTOAPLICÁVEL                             NÃO Autoaplicável

    Direta                                     Direta                                                  IN DIRETA

    Imediata                                 Imediata                                                MEDIATA

    Integral (sem Lei)                    (Pode não ser) Integral                       DIFERIDA

                            

    NORMAS DE EFICÁCIA LIMITADA se subdividem

    PRINCÍPIO INSTITUTIVO = ORGANIZAÇÃO

    PRINCÍPIO PROGRAMÁTICO = FINS SOCIAIS

    -  NORMAS CONSTITUCIONAIS DE PRINCÍPIO INSTITUTIVO = ORGANIZAÇÃO: aquelas através das quais o legislador constituinte traça esquemas gerais de estruturação e atribuição de órgãos, entidades ou institutos, para que o legislador ordinário os estruture em definitivo, mediante lei.

     

    - FINS SOCIAIS = Já as NORMAS DE PRINCÍPIO PROGRAMÁTICO, trazem no bojo uma programação a ser desenvolvida pelo Estado e normalmente se aplicam à realização de FINS SOCIAIS.

     

    1-     Normas de Eficácia PLENA (NÃO restringível): Sendo aquelas que têm a sua aplicabilidade desde o momento da entrada em vigor da Constituição, NÃO necessitando de lei integrativa para torná-la eficaz.

    Ex.: “a lei penal não retroagirá,   SALVO para beneficiar o réu” =  

                             -  realização de concurso público, direito de resposta.      

     -  conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo

     

    2-     Normas de Eficácia CONTIDA REDUZIDA (pode ser restringida): são aquelas em que o legislador regulou o suficiente os interesses relativos para que a lei integrativa estabeleça os termos e os conceitos nela enunciados.

     Obs.1: A norma de EFICÁCIA CONTIDA NASCE PLENA, pois, em se tratando de norma constitucional contida, enquanto NÃO sobrevier condição que REDUZA sua aplicabilidade, considera-se PLENA SUA EFICÁCIA !

    Obs.2: As normas de eficácia contida regulam suficientemente determinada matéria, havendo apenas uma margem para a ATUAÇÃO RESTRITIVA por meio de legislação infraconstitucional.

    Ex.:  exercício da profissão LEGALIZADA, inviolabilidade do sigilo, LIBERDADE DE CRENÇA. O civilmente identificado não será submetido a identificação criminal, salvo nas hipóteses previstas em lei, DIREITO À PROPRIEDADE.

     

    –   CONTIDA:   é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer

    3-     Normas de Eficácia LIMITADA (PRECISA DE REGULAMENTAÇÃO): Segundo Lenza: são aquelas normas que de imediato, no momento em que a constituição é promulgada, não têm condão de produzir todos os efeitos, precisando de uma lei interativa infraconstitucional.

     São, portanto, de aplicabilidade mediata e reduzida, ou, segundo alguns autores, aplicabilidade diferida.  

    -   STF =   MANDADO DE INJUNÇÃO apenas em relação a normas constitucionais de eficácia LIMITADA STRICTO SENSU.


ID
5604448
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Germano pretendia se candidatar a cargo eletivo nas próximas eleições. Com tal objetivo, procurou um advogado e foi informado de que era alcançado por causa de inelegibilidade prevista na Constituição da República de 1988.

É correto afirmar que uma causa de inelegibilidade de natureza constitucional:

Alternativas
Comentários
  • De acordo com a CF/88:

    • Pode alcançar todos os cargos eletivos: pensa, se ele nao tirar o titulo, nao poderá votar ou ser votado;
    • Um cargo eletivo específico: caso seja naturalizado, nao poderá ser Presidente da República;
    • Os cargos eletivos vinculados a um ente federativo em particular: Inelegibilidade reflexa.

    Gabarito: E

    Qualquer erro, notifique-me.

  • Todos: são inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos.

    Específicos: Condições de elegibilidade, por exemplo, o cara tem 34 anos e quer ser Presidente. Ou é naturalizado.

    Ente específico: inelegibilidade reflexa.

    ÓTIMA QUESTÃO.

  • basta lembrar que a inelegibilidade pode ser ABSOLUTA ou RELATIVA para matar a questão.

  • inelegibilidade absoluta :

    está relacionada a características pessoais, atingindo todos os cargos eletivos e não podendo, ser afastada por meio da descompatilização.

    inelegibilidade relativa:

    As inelegibilidades relativas constituem restrições à elegibilidade para certos pleitos eleitorais e determinados mandatos, em razão de situações especiais existentes, no momento da eleição, em relação ao cidadão

  • concordo com o gabarito letra E, e marquei ela.

    mas...

    alguem alem de min não entendeu bem a letra C?

    não consigo dizer o que está errado nela

  • carai biri din. questão show de bola.
  • É correto afirmar que uma causa de inelegibilidade de natureza constitucional:

    A) sempre impede que o interessado concorra a qualquer cargo eletivo; Dentre as causas de inelegibilidade de natureza constitucional, as condições ou pré-requisitos (alistamento, filiação partidária, não ser analfabeto, etc) sempre impedem, já as outras nem sempre (como visto na b, inelegibilidade reflexa para cargos eletivos vinculados a um certo ente federativo, por exemplo). Generalização equivocada.

    B) somente alcança os cargos eletivos vinculados a um ente federativo em particular; É o caso de inelegibilidade reflexa (parentes de chefe do executivo local até segundo grau que se candidatam, na jurisdição do parente, sem já deter o cargo titular de mandato eletivo e ser candidato à reeleição). Além disso, há outras hipóteses de inelegibilidade, de maneira que o "somente" torna errada a assertiva.

    C) será afastada se houver a desincompatibilização no prazo indicado pela ordem jurídica; Na CF, Art. 12, há referência a prazos para impugnar a candidatura, mas nada deste gênero, até porque alguns casos são insanáveis (como o nato).

    D) somente alcança cargos eletivos específicos, conforme a causa geradora da inelegibilidade; Novamente, o "somente" reduz as hipóteses de inelegibilidade

    E) pode alcançar todos os cargos eletivos (condições de inelegibilidade), um cargo eletivo específico (privativos de nato) ou os cargos eletivos vinculados a um ente federativo em particular (inelegibilidade reflexa).

    Avisem-me qualquer erro.

    Não desista, este é o seu calvário! "Se alguém quer vir após mim, renegue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-Me." São Lucas IX

  • sinceramente, eu não consegui entender o que a questão pede...

  • Gabarito: Letra E.

    As inelegibilidades podem ser absolutas ou relativas.

    No caso das inelegibilidades absolutas, o camarada é impedido de concorrer a todos os pleitos eleitorais. Como exemplo, temos os analfabetos e os inalistáveis. Assim, temos a primeira parte do gabarito: pode alcançar todos os cargos eletivos.

    As inelegibilidades relativas, por sua vez, podem retirar a possibilidade de concorrer a determinados pleitos eleitores. Como nã estão relacionadas às condições pessoais do indivíduo, não resultam em impedimento categórico ao exercício de qualquer cargo. Em síntese, o camarada pode concorrer a cargo X, mas por outro lado, não pode concorrer a cargo Y. Dessa forma, temos a segunda parte do gabarito: um cargo eletivo específico ou os cargos eletivos vinculados a um ente federativo em particular. Exemplo:

    (Q350810) Filho de Governador de Estado é inelegível para qualquer cargo eletivo em âmbito nacional.

    Certo ( ) Errado (X)

    __

    Equívocos, reportem. Sigamos!

    Fonte: Aragonê Fernantes (Gran Cursos, Direitos políticos e partidos políticos)

  • Gabarito E.

    .

    .

    1 - Inelegibilidade absoluta: qualquer cargo. Inalistáveis e analfabetos. Apenas a CF cria.

    2 - Inelegibilidade relativa:

    2.1 - Funcionais (presidente, governador, prefeito): para outro cargo deve haver a desincompatibilização pelo menos 6 meses antes da eleição

    2.2 - Casamento, parentesco, afinidade: até o 2º grau, inclusive por afinidade.

    SV 18: A dissolução da sociedade ou do vínculo conjugal, no curso do mandato, não afasta a inelegibilidade prevista no § 7º do art. 14 da CF.

    Não se aplica a SV 18 quando o casamento acaba em razão de morte.

    2.3 - Condição de militar: menos de 10 anos > rua; mais de 10 anos > agregado e depois inatividade

    2.4 - Previsões em lei complementar: LC nº 135/2010, Lei da Ficha Limpa

    .

    .

    Fonte: ayslanalves.com/resumos

  • Suponha que o cara seja filho do governador pra resolver melhor a questão

  • entendi nada

  • Fiquei entre a C e a E.

  • A questão se baseia tão somente no conhecimento do art. 14, §3º da CR;

    § 3º São condições de elegibilidade, na forma da lei:

    I - a nacionalidade brasileira;

    II - o pleno exercício dos direitos políticos;

    III - o alistamento eleitoral;

    IV - o domicílio eleitoral na circunscrição;

    V - a filiação partidária;         

    VI - a idade mínima de:

    a) trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da República e Senador;

    b) trinta anos para Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal;

    c) vinte e um anos para Deputado Federal, Deputado Estadual ou Distrital, Prefeito, Vice-Prefeito e juiz de paz;

    d) dezoito anos para Vereador.

    Então: É correto afirmar que uma causa de inelegibilidade de natureza constitucional:

    e) pode alcançar todos os cargos eletivos, um cargo eletivo específico ou os cargos eletivos vinculados a um ente federativo em particular.

    Causa de inelegibilidade constitucional é causa que impede o cidadão de se eleger, ou seja, se não cumpriu as condições do §3º, não poderá ser eleito.

    Todos os cargos: Não se alistou eleitoralmente, filiação partidária, o pleno exercício dos direitos políticos.

    Um cargo eletivo específico: a idade mínima,

    Cargos eletivos vinculados a um ente federativo em particular: o domicílio eleitoral na circunscrição

  • Pra melhor entender, não pode se candidatar nem a síndico de condomínio...

  • GAB-E

    pode alcançar todos os cargos eletivos, um cargo eletivo específico ou os cargos eletivos vinculados a um ente federativo em particular.

    MARQUEM O GABARITO.

    ELE NÃO PODE CONCORRER A NENHUM CARGO ELETIVO.

    Tempo é aquilo que o homem está sempre tentando matar.

  • Gab E

    pode alcançar todos os cargos eletivos (condições de inelegibilidade), um cargo eletivo específico (privativos de nato) ou os cargos eletivos vinculados a um ente federativo em particular (inelegibilidade reflexa).

  • Alguem explica o erro da C por gentileza ...

  • A letra A está errada porque está incompleta ?

  • Gente, a letra E é a correta, porque é a mais completa! A FGV trabalha assim, ou melhor dizendo, atrapalha assim!! Se atentar quanto a isso.


ID
5604451
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

João, deputado federal, foi denunciado pelo Procurador-Geral da República, perante o Supremo Tribunal Federal, pela prática de crime contra a Administração Pública.

Nesse caso, a denúncia:

Alternativas
Comentários
  • Art. 53. Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos.

    (...)

    § 3º Recebida a denúncia contra o Senador ou Deputado, por crime ocorrido após a diplomação, o Supremo Tribunal Federal dará ciência à Casa respectiva, que, por iniciativa de partido político nela representado e pelo voto da maioria de seus membros, poderá, até a decisão final, sustar o andamento da ação. 

  • O juízo de admissibilidade é exercido pela CD para os crimes de responsabilidade e comuns relacionados ao cargo do PR, quando 2/3 da CD aceita a denúncia ou queixa-crime do STF).

    No caso de senadores e deputados, o STF, responsável pelo julgamento dos crimes comuns dos membros do CN, encaminhará a queixa à respectiva Casa, e através de pedido de partido poderá sustar, mediante voto da maioria de seus membros (da respectiva Casa), o processo. Esse pedido será votado em até 45 dias de forma improrrogável. A sustação do processo suspende a prescrição, enquanto durar o mandato.

  • Presidente, deputados e senadores.

    Presidente - C. dos Dept. precisa admitir.

    Deputados e Senadores - Ninguém precisa admitir. Masssssss as casas podem sustar o ato.

    GAB LETRA B

  • § 4º O pedido de sustação será apreciado pela Casa respectiva no prazo improrrogável de quarenta e cinco dias do seu recebimento pela Mesa Diretora. 

  • Gabarito B.

    .

    .

    CF, Art. 53, § 3º Recebida a denúncia contra o Senador ou Deputado, por crime ocorrido após a diplomação, o Supremo Tribunal Federal dará ciência à Casa respectiva, que, por iniciativa de partido político nela representado e pelo voto da maioria de seus membros, poderá, até a decisão final, sustar o andamento da ação. 

    .

    .

    Fonte: ayslanalves.com/resumos

  • Caso Deputado Federal ou Senador seja processado, o STF não precisa de autorização para receber a denúncia, recebe e instaura o processo. Depois, avisa a respectiva Casa e qualquer partido político que tenha representação na Casa pode pedir para suspender o andamento daquele processo. A suspensão é decidida por maioria absoluta dos membros da Casa e pode ser implementada até a decisão final do processo.

    Letra: B

    Art. 53 § 3º CF

  • GABARITO LETRA "B"

    CF/88: Art. 53, § 3º - Recebida a denúncia contra o Senador ou Deputado, por crime ocorrido após a diplomação, o Supremo Tribunal Federal dará ciência à Casa respectiva, que, por iniciativa de partido político nela representado e pelo voto da maioria de seus membros, poderá, até a decisão final, sustar o andamento da ação.

    "A cada dia produtivo, um degrau subido".

  • CF/88: Art. 53, § 3º - Recebida a denúncia contra o Senador ou Deputado, por crime ocorrido após a diplomação, o Supremo Tribunal Federal dará ciência à Casa respectiva, que, por iniciativa de partido político nela representado e pelo voto da maioria de seus membros, poderá, ATÉ A DECISÃO FINAL, sustar o andamento da ação.

    Ou seja, a denúncia será apreciada até que a respectiva casa vote a sustação do andamento da ação.

  • Art. 53, § 3º - Recebida a denúncia contra o Senador ou Deputado, por crime ocorrido após a diplomação, o Supremo Tribunal Federal dará ciência à Casa respectiva, que, por iniciativa de partido político nela representado e pelo voto da maioria de seus membros, poderá, ATÉ A DECISÃO FINAL, sustar o andamento da ação.

  • Gab. B

    Quanto aos Estados:

    É constitucional resolução da Assembleia Legislativa que, com base na imunidade parlamentar formal (art. 53, § 2º c/c art. 27, § 1º da CF/88), revoga a prisão preventiva e as medidas cautelares penais que haviam sido impostas pelo Poder Judiciário contra Deputado Estadual, determinando o pleno retorno do parlamentar ao seu mandato. O Poder Legislativo estadual tem a prerrogativa de sustar decisões judiciais de natureza criminal, precárias e efêmeras, cujo teor resulte em afastamento ou limitação da função parlamentar. STF. Plenário. ADI 5823 MC/RN, ADI 5824 MC/RJ e ADI 5825 MC/MT, rel. orig. Min. Edson Fachin, red. p/ o ac. Min. Marco Aurélio, julgados em 8/5/2019 (Info 939).

    É vedado às unidades federativas instituírem normas que condicionem a instauração de ação penal contra o Governador, por crime comum, à prévia autorização da casa legislativa, cabendo ao Superior Tribunal de Justiça dispor, fundamentadamente, sobre a aplicação de medidas cautelares penais, inclusive afastamento do cargo".

    (ADI 4764, Relator(a): Min. CELSO DE MELLO, Relator(a) p/ Acórdão: Min. ROBERTO BARROSO, Tribunal Pleno, julgado em 04/05/2017, PROCESSO ELETRÔNICO DJe-178 DIVULG 14-08-2017 PUBLIC 15-08-2017)

    No caso do *Delcídio do Amaral, o STF entendeu que estaria em crime permanente, admitindo a prisão em flagrante, além de não admitir fiança, razão pela qual o considerou inafiançável*. Diante disso, o STF decretou a prisão.

    Segundo o *STF, é possível a imposição de medidas cautelares diversas da prisão, previstas no artigo 319 do CPP, aos deputados federais e senadores, pois foi com base nisso que o Supremo afastou o ex-deputado Eduardo Cunha de suas funções parlamentares*.

  • Pode ser livremente apreciada a denúncia, mas pode sustar o seu andamento.

    DEPUTADOS e SENADORES:

    - DESDE A EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA serão submetidos a JULGAMENTO perante o STF.

    -Recebida a denúncia contra SENADOR ou DEPUTADO, por crime ocorrido APÓS A DIPLOMAÇÃO, o STF dará ciência a respectiva casa, que por INICIATIVA DE PARTIDO POLÍTICO NELA REPRESENTADO E PELO VOTO DA MAIORIA DE SEUS MEMBROS, poderá, ATÉ A DECISÃO FINAL, SUSTAR O ANDAMENTO.

  • Recebida a denúncia ou queixa-crime contra o parlamentar, no caso de crime cometido após

    a diplomação, o Supremo dá ciência à Casa respectiva, para que se manifeste. Abre-se, então, a possibilidade

    de sustação do andamento da ação penal, mediante pedido feito por partido político com representação

    na Casa Legislativa.

    O pedido de sustação pode ser feito a qualquer tempo, desde o recebimento da denúncia ou queixa-crime

    até a decisão final do STF. Todavia, uma vez formulado, a Casa Legislativa tem 45 dias para apreciá-lo,

    contados de seu recebimento pela Mesa Diretora. A Casa (Câmara ou Senado) pode, então, por iniciativa de

    partido político nela representado e pelo voto da maioria de seus membros11 (maioria absoluta), sustar o

    andamento da ação penal.

    A sustação do processo suspende a prescrição, enquanto durar o mandato. Além disso, somente é cabível

    para crimes cometidos após a diplomação.


ID
5604454
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Após ampla discussão, a Assembleia Legislativa do Estado Alfa reformou a Constituição Estadual para dispor que seria observado, em todas as esferas de poder, como limite remuneratório único, o subsídio mensal dos desembargadores do respectivo Tribunal de Justiça. Do alcance desse comando foram excepcionados apenas os deputados estaduais.

Considerando os balizamentos estabelecidos pela Constituição da República de 1988, a reforma da Constituição Estadual descrita na narrativa é:

Alternativas
Comentários
  • Art. 37. (...) 12. Para os fins do disposto no inciso XI do caput deste artigo, fica facultado aos Estados e ao Distrito Federal fixar, em seu âmbito, mediante emenda às respectivas Constituições e Lei Orgânica, como limite único, o subsídio mensal dos Desembargadores do respectivo Tribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, não se aplicando o disposto neste parágrafo aos subsídios dos Deputados Estaduais e Distritais e dos Vereadores.  

    Gabarito: E

  • Existem duas possibilidades para os tetos estaduais, que poderão ser decididos por causa da autonomia dos estados, embora em nenhum dos casos o teto passe do subsídio dos ministros do STF, são eles:

    1)Caso um: cada poder tem seu teto

    Subsídio do Governador :Todos os cargos do Executivo estadual

    Subsídio dos deputados estaduais e distritais :Todos os cargos do Legislativo estadual

    Subsídio dos desembargadores do Tribunal de Justiça: Teto obrigatório para os servidores do Judiciário estadual (exceto juízes, por determinação do STF*)

    *Os juízes estaduais se limitavam ao teto dos desembargadores, que se limitavam ao teto dos ministros do STF. O juízes federais, por sua vez, se limitavam apenas ao teto dos ministros do STF. Isso provocou um descompasso entre os subsídios dos juízes estaduais e federais. Então, o STF acatou o pedido da associação dos magistrados estaduais e equiparou o teto dos juízes federais e estaduais.

    2)Caso dois: o teto é regulado pelo subsídios dos desembargadores, exceto para deputados e vereadores

    Subsídio dos desembargadores do Tribunal de Justiça (até 90,25% do subsídio dos Ministros do STF) (não se aplica a deputados estaduais e a distritais, nem a vereadores)

  • Recurso realizado pelo professor Aragonê Nunes Fernandes

    A Banca indicou a letra E como resposta esperada, mas a questão comporta anulação. Isso porque o comando da questão foi claro ao dizer que “do alcance desse comando foram excepcionados apenas os deputados estaduais”. Feito esse delineamento, é importante lembrar que o que diz o § 12 do artigo 37, na redação dada pela EC 47/05, prevê o seguinte:

    § 12. Para os fins do disposto no inciso XI do caput deste artigo, fica facultado aos Estados e ao Distrito Federal fixar, em seu âmbito, mediante emenda às respectivas Constituições e Lei Orgânica, como limite único, o subsídio mensal dos Desembargadores do respectivo Tribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, não se aplicando o disposto neste parágrafo aos subsídios dos Deputados Estaduais e Distritais e dos Vereadores.

    Fica claro o descompasso entre o que diz o texto constitucional e o teor da emenda à Constituição Estadual do Estado Alfa. A consequência é a inconstitucionalidade do ato normativo, por fundamento não contemplado em nenhuma das alternativas nem mesmo a indicada na alternativa E. Frise-se: no comando da questão deixou-se de excepcionar também os vereadores, cujo subsídio é pago nos moldes do artigo 29, VI, da CF, não sendo alcançados pela emenda referida. Tal o cenário, há necessidade de anulação do item.

  • Lembrando que pode isso na esfera estadual (excluindo o legislativo), e não se pode vincular a remuneração dos servidores públicos municipais a esse valor.
  • Quando a questão fala:

    "... para dispor que seria observado, em todas as esferas de poder, como limite remuneratório único,..."

    Isso também não estaria errado? Já que ele, o estado, somente poderia fazer isso em sua própria esfera (estadual), e não nas demais (municipal e federal).

    O §12, do art. 37 dispõe que:

    "Para os fins do disposto no inciso XI do caput deste artigo, fica facultado aos Estados e ao Distrito Federal fixar, em seu âmbito,..."

  • O §12º cria uma possibilidade aos estados, os quais podem, por meio de emenda, fixar como limite único o subsídio dos desembargadores. Todavia, esse limite único, ainda que previsto na Constituição Estadual, não se aplicará aos deputados estaduais e aos vereadores, pois os seus subsídios encontram limites expressos na Constituição Federal.

  • questão fela da p....

  • É notório perceber que a questão abraça conteúdo jurisprudencial/lei seca. Trago um informativo super didático (1001 do STF), o qual traz fortemente o estudo sobre teto remuneratório.

  • qual a necessidade de um tipo de questão como essa para o cargo de policial civil? É desanimador viu

  • Pessoal reclamando dessa questão super manjada de tetos e subtetos...como vi noutro comentário. geração tik tok chegando nos concursos.

  • Ten tanto sabichão aqui que se acha, mas esquece que no artigo da cf 88 diz que pra fazer essa mudança não estaria incluso deputado estadual e vereadores e na questão diz apenas deputados, então passível de anulação

  • Para os Estados e DF (não cabe para município) pode ser adotado duas opções de teto remuneratório:

    1) Teto modelo geral - Estipula um teto para cada poder; 

    2) Estipular um subteto único para todos os poderes (caso da questão) - Seria o subsídio do Desembargador do TJ (§12 do art. 37).

    • Existem duas exceções na segunda opção: não cabe para os deputados estaduais/distritais e vereadores

    STF Plenário. RE 663696/MG, Rel. Min. Luiz Fux, julgado em 28/2/2019 (Info 932)

    Stephane Ramalho Tecconcursos

  • Alguém sabe o erro da letra B?

  • Subsídio dos desembargadores do Tribunal de Justiça (até 90,25% do subsídio dos Ministros do STF) não se aplica a deputados estaduais e a distritais, nem a vereadores.

  • Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

    XI - a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando-se como limite, nos Municípios, o subsídio do Prefeito, e nos Estados e no Distrito Federal, o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo, o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, no âmbito do Poder Judiciário, aplicável este limite aos membros do Ministério Público, aos Procuradores e aos Defensores Públicos; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003)

    Subteto nos Estados/DF

    Existem duas opções:

    Opção 1 (subtetos diferentes para cada um dos Poderes):

    Executivo: subsídio do Governador.

    Legislativo: subsídio dos Deputados Estaduais.

    Judiciário (inclui MP, Defensoria e Procuradoria): subsídio dos Desembargadores do TJ, limitado a 90,25% do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do STF.*

    Opção 2 (subteto único para todos os Poderes): o valor máximo seria o subsídio dos Desembargadores do TJ, limitado a 90,25% do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do STF.*

    O subsídio dos Deputados Estaduais/Distritais seguirá regras próprias (§ 2º do art. 27), não estando sujeito ao subsídio dos Desembargadores mesmo que se adote esta 2ª opção.

    Vale ressaltar que quem define se o Estado-membro adotará subtetos diferentes ou único é a Constituição estadual.

    * A CF/88 dá a entender que o subsídio dos Desembargadores e dos juízes estaduais não poderia ser maior que 90,25% do subsídio do Ministro do STF. O STF, contudo, declarou que esta interpretação é inconstitucional (STF ADI 3.854). O teto para os Desembargadores e juízes estaduais é 100% do subsídio dos Ministros do STF, ou seja, eles podem, em tese, receber o mesmo que os Ministros do STF. Vale ressaltar, no entanto, que o limite de 90,25% do subsídio dos Ministros do STF aplica-se sim para os servidores do Poder Judiciário estadual (na opção 1) e para os servidores dos três Poderes estaduais (na opção 2).

  • (COMPLEMENTANDO) IMPORTANTE !!!

    SOBRE Subteto nos Municípios: Subsídio do Prefeito

    Obs: os procuradores municipais estão submetidos ao teto de 90,25% do subsídio mensal, em espécie, dos ministros do STF.

    A expressão “Procuradores”, contida na parte final do inciso XI do art. 37 da Constituição da República, compreende os procuradores municipais, uma vez que estes se inserem nas funções essenciais à Justiça, estando, portanto, submetidos ao teto de noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal, em espécie, dos ministros do Supremo Tribunal Federal.

    STF. Plenário. RE 663696/MG, Rel. Min. Luiz Fux, julgado em 28/2/2019 (Info 932).

    O termo “Procuradores”, na axiologia do STF, engloba:

    • os Procuradores do Estado e do DF;

    • os procuradores autárquicos (que ainda existam validamente);

    • assim como os procuradores municipais

    OBS. no voto do Relator foi feita menção a um aspecto muito importante. Para o Ministro Luiz Fux, essa equiparação entre o teto dos Procuradores do Estado/DF com os Procuradores Municipais somente é permitida se, naquele Município, os Procuradores forem concursados e organizados em carreira.

    Assim, pelo voto do Relator, não seria admitido o teto de 90,25% dos Ministros do STF para advogados contratados, sem concurso público, para o exercício de funções de defesa jurídica do Município.

    Essa ressalva também foi feita pelo Min. Gilmar Mendes:

    “Apesar de a Constituição não fazer menção expressa aos procuradores municipais, há que se reconhecer que, quando organizados em carreira, também exercem a atribuição de advogados públicos, realizando as atividades congêneres àquelas desempenhadas pelos advogados da União e pelos procuradores federais, estaduais e distritais, prestando consultoria jurídica e representando judicial e extrajudicialmente a municipalidade”.


ID
5604457
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

O Município Alfa figurava no polo passivo de uma ação coletiva cuja causa de pedir estava lastreada no teor da Lei municipal nº XX, que se mostrava dissonante da ordem constitucional, conforme jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, formada a partir da análise de leis municipais similares. Após amplas discussões internas, o Município Alfa decidiu que iria propor ao referido tribunal, incidentalmente ao curso do respectivo processo, a edição de súmula vinculante sobre a matéria.

À luz das circunstâncias indicadas, o Município Alfa:

Alternativas
Comentários
  • Lei 11.417/06 - Esta Lei disciplina a edição, a revisão e o cancelamento de enunciado de súmula vinculante pelo Supremo Tribunal Federal e dá outras providências.

    Art. 3º São legitimados a propor a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante:

    I - o Presidente da República;

    II - a Mesa do Senado Federal;

    III – a Mesa da Câmara dos Deputados;

    IV – o Procurador-Geral da República;

    V - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;

    VI - o Defensor Público-Geral da União;

    VII – partido político com representação no Congresso Nacional;

    VIII – confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional;

    IX – a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal;

    X - o Governador de Estado ou do Distrito Federal;

    XI - os Tribunais Superiores, os Tribunais de Justiça de Estados ou do Distrito Federal e Territórios, os Tribunais Regionais Federais, os Tribunais Regionais do Trabalho, os Tribunais Regionais Eleitorais e os Tribunais Militares.

    § 1º O Município poderá propor, incidentalmente ao curso de processo em que seja parte, a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante, o que não autoriza a suspensão do processo.

  • Cuidado pra não confundir a edição, cancelamento e revisão de súmula com a propositura de ADI e ADC. São quase os mesmos legitimados, com exceção 03 casos:

    VI - o Defensor Público-Geral da União; (não cabe ADC nem ADI)

    XI - os Tribunais Superiores, os Tribunais de Justiça de Estados ou do Distrito Federal e Territórios, os Tribunais Regionais Federais, os Tribunais Regionais do Trabalho, os Tribunais Regionais Eleitorais e os Tribunais Militares. (não cabe ADC nem ADI)

    § 1º O Município poderá propor, incidentalmente ao curso de processo em que seja parte, a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante, o que não autoriza a suspensão do processo. (não cabe ADC nem ADI)

  • GABARITO - E

    Lembre-se, o rol de legitimados para propor a edição de súmula vinculante é mais abrangente do que o rol de legitimados para a propositura de ADI/ADC.

    Legitimados para propor ADI/ADC

    Legitimados universais: podem propor ADI em qualquer matéria, sem necessidade de demonstrar interesse específico:

    -Presidente da República;

    -Procurador-Geral da República;

    -Mesa do Senado Federal;

    -Mesa da Câmara dos Deputados;

    -Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;

    -Partido político com representação no Congresso Nacional.

    Legitimados especiais: deve haver relação de pertinência entre o ato impugnado e as funções exercidas pelo órgão ou entidade.

    -Governador de Estado ou do Distrito Federal;

    -Mesa de Assembleia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal;

    -Confederação Sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.

    Assim, a pegadinha da maioria das bancas é tentar fazer essa confusão com os legitimados de ambos os institutos.

    Dessa forma, atente-se, os legitimados para a edição de SV são todos os mesmos da ADI/ADC + os Tribunais Superiores, os Tribunais de Justiça de Estados ou do Distrito Federal e Territórios, os Tribunais Regionais Federais, os Tribunais Regionais do Trabalho, os Tribunais Regionais Eleitorais e os Tribunais Militares + o Defensor Público-Geral da União + O Município poderá propor, incidentalmente ao curso de processo em que seja parte, a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante, o que não autoriza a suspensão do processo.

  • O Município poderá propor, incidentalmente ao curso de processo em que seja parte, a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante, o que não autoriza a suspensão do processo.

  • GABARITO - B

    O Município poderá propor, incidentalmente ao curso de processo em que seja parte, a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante, o que não autoriza a suspensão do processo

  • Se tem uma Súmula prejudicando um município, OBVIAMENTE ele tem PODER PARA PROPOR.

    Nada Obsta uma liminar também, para cessar o ato prejudicial.

    Ele representa o coletivo.

  • A questão trata sobre as Súmulas Vinculantes. 

    Primeiramente, cumpre destacar que o termo “súmula" significa resumo ou síntese. Desta feita, os enunciados de súmula não são mais do que uma síntese da jurisprudência predominante acerca de determinado tema. Já no que tange às súmulas vinculantes, elas se referem necessariamente a questões de cunho constitucional e, como o próprio nome infere, possuem efeito vinculante.  

    Ressalta-se que não existem apenas súmulas vinculantes. As demais súmulas servem de vetor interpretativo que auxiliam os operadores do direito diante de casos específicos. O artigo 103-A aduz o processo de elaboração de uma Súmula Vinculante, dispondo que o Supremo Tribunal Federal poderá, de ofício ou por provocação, mediante decisão de dois terços dos seus membros, após reiteradas decisões sobre matéria constitucional, aprovar súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal, bem como proceder à sua revisão ou cancelamento, na forma estabelecida em lei.

    Ademais, o referido artigo em seus parágrafos elenca os requisitos necessários para que haja a criação do enunciado: a aprovação por 2/3 dos membros da Corte Suprema, tratar-se de matéria constitucional, conforme já dito, a existência de controvérsia judicial, a atualidade da controvérsia, a possibilidade de grave insegurança jurídica, a existência de reiteradas decisões sobre o tema, a existência de múltiplos processos sobre o tema e a delimitação do esclarecimento,  da validade, da interpretação ou eficácia de normas do ordenamento.

    De acordo com o  artigo 103-A, §2º, da Constituição Federal, além da possibilidade do STF poder criar súmula vinculante de ofício, os legitimados para propor a ação direta de inconstitucionalidade também pode provocar a aprovação, revisão ou cancelamento de súmula. São eles: o Presidente da República, a Mesa do Senado Federal, a Mesa da Câmara dos Deputados, a Mesa de Assembleia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal, o Governador de Estado ou do Distrito Federal, o Procurador-Geral da República, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, partido político com representação no Congresso Nacional e a confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.

    Quando houver descumprimento do ordenado pelas súmulas, o remédio jurídico adequado é a reclamação constitucional, que está prevista no artigo 103-A, §3º, da Constituição Federal. Além desses requisitos, outros estão presentes na Lei nº 11.417/06, que trata da edição, revisão e cancelamento de enunciado de súmula vinculante.  
    O art. 3º da Lei nº 11.417/06 aduz que são legitimados a propor a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante: I - o Presidente da República; II - a Mesa do Senado Federal; III – a Mesa da Câmara dos Deputados; IV – o Procurador-Geral da República; V - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil; VI - o Defensor Público-Geral da União; VII – partido político com representação no Congresso Nacional; 
    VIII – confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional; IX – a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal; X - o Governador de Estado ou do Distrito Federal; e os XI - os Tribunais Superiores, os Tribunais de Justiça de Estados ou do Distrito Federal e Territórios, os Tribunais Regionais Federais, os Tribunais Regionais do Trabalho, os Tribunais Regionais Eleitorais e os Tribunais Militares. Por sua vez, o §1º desse artigo menciona que o Município poderá propor, incidentalmente ao curso de processo em que seja parte, a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante, o que não autoriza a suspensão do processo. 
    Portanto, o Município Alfa tem legitimidade para propor a edição de súmula vinculante, o que não acarretará a suspensão do processo. 
    Passemos às alternativas.
    A alternativa "A" está errada, pois conforme o art. 3º, §1º, da Lei nº 11.417/06, Município poderá propor, incidentalmente ao curso de processo em que seja parte, a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante, o que não autoriza a suspensão do processo. 
    A alternativa "B" está correta, pois conforme o art. 3º, §1º, da Lei nº 11.417/06, Município poderá propor, incidentalmente ao curso de processo em que seja parte, a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante, o que não autoriza a suspensão do processo. 
    A alternativa "C" está erradaa, pois conforme o art. 3º, §1º, da Lei nº 11.417/06, Município poderá propor, incidentalmente ao curso de processo em que seja parte, a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante, o que não autoriza a suspensão do processo. Evidentemente, a propositura não obsta a promulgação de novas leis, ante a separação de poderes.
    A alternativa "D" está errada, pois conforme o art. 3º, §1º, da Lei nº 11.417/06, Município poderá propor, incidentalmente ao curso de processo em que seja parte, a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante, o que não autoriza a suspensão do processo. O efeito vinculante envolve também a Administração Pública.
    A alternativa "E" está errada, pois conforme o art. 3º, §1º, da Lei nº 11.417/06, Município poderá propor, incidentalmente ao curso de processo em que seja parte, a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante, o que não autoriza a suspensão do processo. O efeito vinculante envolve também a Administração Pública.
     Gabarito da questão: letra B.
  • Lei nº 11.417/2006

    Art. 3º São legitimados a propor a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante:

    (...)

    § 1º O Município poderá propor, incidentalmente ao curso de processo em que seja parte, a edição, a revisão ou o cancelamento de enunciado de súmula vinculante, o que não autoriza a suspensão do processo.

  • A FGV mostrou para que veio

  • LEGITIMADOS P/ PROPOR ADI e ADC

    I - Presidente da República;

    II - Mesa do Senado Federal;

    III - Mesa da Câmara dos Deputados;

    IV - Procurador-Geral da República

    V - Governador de Estado ou do Distrito Federal;

    VI - Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal

    VII - Conselho Federal da OAB;

    VIII - partido político com representação no Congresso Nacional;

    IX - confederação sindical ou entidade de classe de âmbito NACIONAL.

    LEGITIMADOS P/ PROPOR A REVISÃO, EDIÇÃO OU CANCELAMENTO DE SV.

    • Todos que são legitimados p/ propor ADI / ADC;
    • DEFENSOR PÚBLICO-GERAL DA UNIÃO;
    • Tribunais Superiores / TJs / TRs / Tribunais Militares;
    • MUNICÍPIOincidentalmente ao curso de processo em que seja parte, o que NÃO AUTORIZA a suspensão do processo.


ID
5604460
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Em razão de uma calamidade de grandes proporções na natureza, o presidente da República consultou alguns ministérios para avaliar a possível decretação do estado de defesa nas áreas abrangidas, bem como o procedimento a ser observado.

Na situação descrita, o estado de defesa: 

Alternativas
Comentários
  • Constituição Federal: Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.

    § 6º O Congresso Nacional apreciará o decreto dentro de dez dias contados de seu recebimento, devendo continuar funcionando enquanto vigorar o estado de defesa.

    § 7º Rejeitado o decreto, cessa imediatamente o estado de defesa

    Gabarito: C

  • ________________ESTADO DE DEFESA_________________________

    • DECRETO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA:
    • Submetido ao CN, em até 24h p/ aprovação;
    • (se não aprovado pela maioria absoluta, cessa imediatamente);

    • OUVIR: (são opinativos, não vinculam):
    • Conselho da República;
    • Conselho da Defesa Nacional.

    • DURAÇÃO:
    • Não superior a 30 dias +30 (prorrogação por igual período).

    • FINALIDADE:
    • Preservar/ restabelecer (locais restritos e determinados):
    • Ordem pública;
    • Paz social.

    • AMEAÇAS POR GRAVE E IMINENTE:
    • Instabilidade institucional ou
    • Atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.

    Don't stop believin'

  • É obrigado ouvir o conselho?

    • ESTADO DE DEFESA
    • É APROVADO pelo Congresso Nacional
    • É competência privativa do Presidente da Republica decretar o estado de defesa
    • O Conselho da Republica Pronuncia-se sobre
    • O Conselho de Defesa OPINA sobre.
    • Prazo de duração: 30 dias (prorrogável uma única vez por igual período)
    • Medidas coercitivas : I- restrição ao RECO TETÉ --> REunião; sigilo da COrrespondência; sigilo das comunicações TElefônicas e TElegráficas; II- ocupação e uso temporário de bens e serviços públicos (União responde)
    • Hipóteses: Preservar ou restabelecer, em locais estritos e determinados, a ordem pública ou paz social
    • ESTADO DE SÍTIO
    • É AUTORIZADO pelo Congresso Nacional
    • É competência privativa do Presidente da Republica decretar
    • O Conselho da Republica Pronuncia-se sobre
    • O Conselho de Defesa OPINA sobre
    • Prazo de duração: o próprio decreto indicará
    • Hipóteses: I- grave repercussão nacional ou ineficácia das medidas adotadas no ED (não pode durar mais de 30 dias; não pode ser prorrogado por prazo superior ao já decretado); II-estado de guerra ou resposta a agressão armada estrangeira (pode durar o tempo que perdurar a guerra ou agressão estrangeira).
    • Medidas coercitivas: permanência em localidade determinada; detenção em ed. não destinado a condenados por crime comum; restrições à inviolabilidade da correspondência, sigilo das comunicações, prestação de informação e liberdade de imprensa, radiodifusão e televisão; suspensão da liberdade de reunião (CUIDADO, não é restrição); busca e apreensão em domicílio; intervenção em empresas de serv. públicos; requisição de bens.

    "Auribus Teneo Lupum"

  • A) ERRADO. Não é somente hipóteses de instabilidades institucionais e políticas que o estado de defesa poderá ser decretado, o mesmo possui uma hipótese relacionado a desastres da natureza.

    B) ERRADO. Não é PRÉVIA aquiescência do CN, e sim POSTERIOR. O presidente DEcreta o estado de DEfesa e em até 24h remete o decreto com as justificativas para o CN que decidirá por MAIORIA ABSOLUTA. Ou seja, o CN se manifesta após a decretação do estado de defesa, logo, aquiescência POSTERIOR.

    C) CERTO.

    D) ERRADO. Dois erros. O primeiro: quem decreta o Estado de Defesa é o presidente da república, NÃO precisa de autorização do CN para decretar, apenas para o estado de sítio. Segundo: as opiniões dos conselhos NÃO são vinculativas, ou seja, se os conselhos optarem por não decretar algum estado constitucional de crise e mesmo assim o presidente persistir na decretação, não haverá qualquer inconstitucionalidade na conduta do presidente.

    E) ERRADO. Não é PRÉVIA aquiescência, e sim POSTERIOR. Não é facultativa a manifestação dos conselhos, eles precisam sim se pronunciar sobre a decretação, contudo suas opiniões não têm força vinculativa.

    Lembrem-se pessoal, o único estado constitucional de crise que admite uma hipótese de decretação tendo como motivo desastres da natureza é o ESTADO DE DEFESA.

    E uma medida coercitiva restrita aos desastres da natureza é a ocupação e uso temporário de bens e serviços públicos, na hipótese de calamidade pública, respondendo a União pelos danos e custos decorrentes. Ou seja, se o estado de defesa for decretado com motivo de instabilidade institucional ou política, não poderá ser tomada tal medida coercitiva de ocupação e uso temporário de bens e serviços.

    Apareceu na questão:

    DESASTRES DA NATUREZA, CALAMIDADE PÚBLICA, OU CALAMIDADES DE GRANDES PROPORCOES NA NATUREZA ===== ESTADO DE DEFESA.

    LOCAIS RESTRITOS E DETERMINADOS==== ESTADO DE DEFESA

    União pode requisitar bens de entes federativos para enfrentamento da pandemia de covid 19? NÃO!

    É incabível a requisição administrativa, pela União, de bens insumos contratados por unidade federativa e destinados à execução do plano local de imunização, cujos pagamentos já foram empenhados. STF. Plenário. ACO 3463 MC-Ref/SP, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, julgado em 8/3/2021 (Info 1008). Ou seja, a união só poderá requisitar bens públicos municipais e estaduais se for decretado o estado de defesa ou de sítio, não podendo tal medida ser flexibilizada com base o enfrentamento da pandemia de covid-19! Uma questão recente que cobrou tal entendimento foi a seguinte :

    Q1827874

  •  . Estado de defesa

    - tem como objetivo preservar (preventivo) ou prontamente restabelecer (repressivo), em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por (a) grave e iminente instabilidade institucional ou (b) atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza (art. 136, caput)

    - trata-se de medida excepcional decretada pelo Presidente da República após ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional (esses órgãos têm função apenas consulta, suas manifestações não vinculam o presidente da república)

    - é realizado mediante decreto executivo

    - esse decreto deverá observar algumas formalidades

    • - determinar o tempo da duração do estado de defesa, não superior a 30 dias, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período (caso a situação de crise não seja resolvida dentro desse prazo, a medida adequada será a decretação do estado de sítio)
    • - especificar as áreas a serem abrangidas
    • - indicar as medidas coercitivas que deverão entrar em vigor, dentre as seguintes:
    • - restrições aos direitos de: i) reunião, ainda que exercida no seio das associações; ii) sigilo de correspondência e; iii) sigilo de comunicação telegráfica e telefônica;
    • - ocupação e uso temporário de bens e serviços públicos, na hipótese de calamidade pública, respondendo a União pelos danos e custos decorrentes

    - uma vez decretado o estado de defesa ou sua prorrogação, o Presidente da República, dentro de 24 horas, submeterá o ato com a respectiva justificativa ao Congresso Nacional, que decidirá por maioria absoluta (o CN deverá aprovar o estado de defesa – manifestação posterior à decretação)

    - o CN apreciará o decreto dentro de 10 dias contados do seu recebimento, devendo continuar funcionando enquanto vigorar o estado de defesa. Se o CN estiver em recesso, será convocado, extraordinariamente, no prazo de 5 dias. Caso haja rejeição do decreto, cessará imediatamente o estado de defesa

    - na vigência do estado de defesa, a prisão por crime contra o Estado pode ser determinada pelo executor da medida, sem necessidade ordem judicial. A prisão deverá ser comunicada imediatamente ao juiz competente, que a relaxará se for ilegal. Além disso, não poderá ser superior a 10 dias, salvo quando autorizada pelo Poder Judiciário (sendo facultado ao preso requerer exame de corpo de delito à autoridade policial)

    - não há possibilidade de incomunicabilidade do preso

  • GAB-C

    pode ser decretado, desde que ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, com posterior apreciação do decreto pelo Congresso Nacional;

      Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.

    A imaginação é mais importante que o conhecimento.

  • ESTADO DE DEFESA: É APROVADO - PRIMEIRO O PR DECRETA E DEPOIS O CN APROVA OU NÃO.

    ESTADO DE SÍTIO: É AUTORIZADO - PRIMEIRO O PR SUBMETE O DECRETO AO CN. SOMENTE APÓS A AUTORIZAÇÃO O PR PODE DAR INÍCIO.


ID
5604463
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

Em acirrada disputa de hipismo, a amazonas Joana recebeu uma pontuação que considerava manifestamente dissonante do regulamento da competição, o que a levou a perder a primeira colocação e, consequentemente, a não fazer jus à respectiva premiação em dinheiro.

Ao consultar sua assessoria a respeito da “justiça” a ser procurada no caso, se a comum ou a desportiva, foi-lhe respondido, corretamente, que:

Alternativas
Comentários
  • Constituição Federal:  “Art. 217. É dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não-formais, como direito de cada um, observados: § 1º O Poder Judiciário só admitirá ações relativas à disciplina e às competições desportivas após esgotarem-se as instâncias da justiça desportiva, regulada em lei.

    Gabarito: B

  • Essa questão nos traz um típico exemplo de uma das exceções ao princípio da inafastabilidade da jurisdição (art.5º, XXXV/CF88).

  • Lembrei do caso fluminense x portuguesa em 2013

    A portuguesa perdeu pontos e foi rebaixada

  • Já que a FGV adora, cabe aqui revisar as exceções do princípio da inafastabilidade da jurisdição.

    REGRA GERAL:

    —> Art. 5º, XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito;

    EXCEÇÕES:

    —> Descumprimento de SÚMULA VINCULANTE na Administração Pública

    —> Requerimento de BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO

    —> Pedido de informações possível com HABEAS DATA

    —> Ações da JUSTIÇA DESPORTIVA

    Gabarito: B

  • Olhe o que as bancas estão fazendo, cobrando DESPORTO para polícia...é de cair o c* da bund@.

  • Regra: independência de poderes - não precisa recorrer ao administrativo antes de ir ao judiciário.

    Exceção: justiça desportiva - precisa esgotar todas as instâncias administrativas

  • Caiu questão idêntica para advogado da FUNSAÚDE em 2021. Mudaram só os nomes.

  • 1) Enunciado da questão

    Exige-se conhecimento acerca da justiça desportiva.

    2) Base constitucional

    Art. 217 [...]

    § 1º O Poder Judiciário só admitirá ações relativas à disciplina e às competições desportivas após esgotarem-se as instâncias da justiça desportiva, regulada em lei.

    3) Exame da questão posta e identificação da resposta

    Consoante o art. 217, §1º, da CF/88, o Poder Judiciário só admitirá ações relativas à disciplina e às competições desportivas após esgotarem-se as instâncias da justiça desportiva, regulada em lei.

    Resposta: LETRA B.


     

  • REGRA: uma vez que seu direito foi violado, o particular pode recorrer diretamente ao Poder Judiciário. O direito de ação não está condicionado à existência de procedimento administrativo anterior.

    EXCEÇÕES: a jurisdição é condicionada - somente é possível recorrer ao judiciário após prévio requerimento administrativo - nos seguintes casos:

    I- HABEAS DATA: para que seja ajuizado o habeas data, é necessário que haja uma negativa ou omissão da Administração Pública quanto ao pedido de acesso a informações pessoais ou de retificação de dados. Não é necessário, nesse caso, o ESGOTAMENTO das vias administrativas, mas é imprescindível que haja essa recusa ou omissão da Administração Pública em relação a requerimento administrativo prévio;

    II- CONTROVÉRSIAS DESPORTIVAS: art. 217, §1o da Constituição Federal: “o Poder Judiciário só admitirá ações relativas à disciplina e às competições desportivas após esgotarem-se as instâncias da justiça desportiva, regulada em lei."

    III - RECLAMAÇÃO CONTRA O DESCUMPRIMENTO DE SÚMULA VINCULANTE POR PARTE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: Nesse caso, o uso da reclamação só será admitido após o esgotamento das vias administrativas, conforme art. 7o, §1o, da Lei 11.417/2006.

    IV - REQUERIMENTO JUDICIAL DE BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO: É necessário que exista prévio requerimento administrativo ao INSS como condição para pedir ao Judiciário que lhe conceda um benefício previdenciário. Sem esse prévio requerimento administrativo, não há interesse de agir do segurado.


ID
5604466
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Pedro, ambientalista atuante e que tinha papel decisivo no processo de formação da opinião pública, decidiu desligar-se do jornal em que trabalhava e passou a publicar o seu próprio informativo. Após divulgar o primeiro número, foi notificado pela fiscalização municipal e informado de que deveria suspender a circulação do informativo até que obtivesse licença da autoridade competente, o secretário municipal de Comunicação.

À luz da sistemática constitucional, a atuação da fiscalização foi:

Alternativas
Comentários
  • Constituição Federal: “Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição. (...) § 6º A publicação de veículo impresso de comunicação independe de licença de autoridade.”

    Gabarito: A

  • Lembrando que radiodifusão necessita de licença.

  • Gabarito letra A

    Art. 220, CF/88. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.

    § 6º A publicação de veículo impresso de comunicação independe de licença de autoridade.

    O item C está incorreto porque não são todas as comunicações sociais que independem de autorização:

    Art. 223, CF/88. Compete ao Poder Executivo outorgar e renovar concessão, permissão e autorização para o serviço de radiodifusão sonora e de sons e imagens, observado o princípio da complementaridade dos sistemas privado, público e estatal.

  • GABARITO - A

    O detalhe sobre o item c)

    Serviço de radiodifusão sonora e de sons e imagens =

    Art. 223. Compete ao Poder Executivo outorgar e renovar concessão, permissão e autorização para o serviço de radiodifusão sonora e de sons e imagens, observado o princípio da complementaridade dos sistemas privado, público e estatal.

    Bons Estudos!!!

  • Segundo Alexandre de Moraes, “a garantia constitucional, prevista no artigo 220, CF/88 é verdadeiro corolário da norma prevista no artigo 5º, IX, que consagra liberdade de expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença. O que se pretende proteger nesse novo capítulo é o meio pelo qual o direito individual constitucionalmente garantido será difundido, por intermédio dos meios de comunicação de massa. Essas normas, apesar de não se confundirem, completam-se, pois a liberdade de comunicação social refere-se aos meios específicos de comunicação."

    Nesse ínterim, a Carta Magna estabelece que a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.

    Salienta-se que, em defesa da liberdade de imprensa e da livre manifestação de pensamento, o STF declarou inconstitucionalidade concentrada pela via ADPF da Lei de Imprensa, afirmando que o texto constitucional veda qualquer cerceio ou restrição à concreta manifestação de pensamento, bem assim todo cerceio ou restrição que tenha por objeto a criação, a expressão e ainformação, seja qual for a forma o processo, ou veículo de comunicação social (STF - Pleno - ADPF 130, Rel. Min. Carlos Britto, julg. 13-4-2009, dje 6-11-2009.

    Mas é importante verificar que não se está garantindo uma liberdade irresponsável e sem qualquer critério do poder de informar ou mesmo do direito de criar ou de manifestar o pensamento, pois existem meios legítimos, previstos pela Constituição, de se controlar a liberdade de comunicação.

    Voltando à análise da questão, a qual versa sobre a fiscalização dentro do tema comunicação social, é necessário, para respondê-la, que o candidato conheça o teor do artigo 220, §6º, CF/88, o qual estabelece que a publicação de veículo impresso de comunicação independe de licença de autoridade.

    a) CORRETO - Conforme artigo 220, §6º, CF/88, a publicação de veículo impresso de comunicação independe de licença de autoridade. Logo, a exigência de licença não está correta.

    b) ERRADO - Vide assertiva a.

    c) ERRADO - Segundo o artigo 223, CF/88, compete ao Poder Executivo outorgar e renovar concessão, permissão e autorização para o serviço de radiodifusão sonora e de sons e imagens, observado o princípio da complementaridade dos sistemas privado, público e estatal.

    Logo, existem serviços de comunicação que devem ser precedidos de concessão, permissão ou autorização.

    d) ERRADO - O cerne da questão está na exigência de licença, que é vedada pelo §6º do artigo 220, CF/88. A fiscalização do Município para atender a interesse local é válida, a depender do caso concreto, respeitadas as competências legislativas e materiais de outros entes.

    e) ERRADO - Vide assertiva a.

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA A



  • GABARITO: A

    Analisando a questão:

    A atuação da fiscalização está INCORRETA nos termos do artigo 220, § 6°, CF " A publicação de veículo impresso de comunicação INDEPENDE DE LICENÇA DE AUTORIDADE."

  • Quanto a alternativa C

    Art. 223. Compete ao Poder Executivo outorgar e renovar concessão, permissão e autorização para o serviço de radiodifusão sonora e de sons e imagens, observado o princípio da complementaridade dos sistemas privado, público e estatal.


ID
5604469
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

O prefeito do Município Beta editou decreto dispondo que as áreas públicas, no entorno de determinada praça, passariam a constituir áreas de proteção ambiental, daí decorrendo uma série de restrições para o desenvolvimento de atividades no local. Alguns anos depois, outro prefeito, por entender que a medida obstava o desenvolvimento da região, além de, a seu ver, ser desnecessária, solicitou que sua assessoria se manifestasse a respeito de como as áreas poderiam deixar de ser consideradas de proteção ambiental.

A assessoria informou, corretamente, que:

Alternativas
Comentários
  • comentério retirado de uma questão idêntica a esta, no VII Exame de Ordem. usuária "zildelene da silva teixeira" ()

    -> Quando criado pelo município, o Parque Nacional, unidade de proteção integral, uma das duas categorias de unidades de conservação, tem a denominação de Parque Natural Municipal (art. 11, §4º, Lei 9.985/2000)....

    Caso a intenção seja de transformar, posteriormente, em Área de Relevante Interesse Ecológico, unidade de uso sustentável (outra categoria e que busca compatibilizar a conservação da natureza com o uso sustentável de parcela dos seus recursos naturais, art. 7º, §2º), somente será possível “mediante lei específica (art. 22, §7º)”.

  • Meus caros, não lembro onde li, provavelmente em algum julgado do STF, mas a criação de áreas de proteção ambiental, feita por Decreto, somente pode ser desfeita por edição de lei. Quando forem fazer algum de tipo de questão que abordem esse tema, que nem essa, adotem esse entendimento. Lembrando que não precisa, necessariamente, ser Lei Orgânica ou outra com procedimento de criação mais formal.

  • Lembrei do debate sobre a criação do autódromo no RJ que iria acabar com uma área de preservação ambiental

  • Pensei que no presente caso usaria o princípio da simetria das formas:

    Ato feito por decreto é derrubado por decreto.

    Mas, tendo em vista ser o meio ambiente um bem valiosíssimo, apenas por lei por derrubar um decreto que institui uma área de proteção ambiental.

    Sobre o que o colega afirmou acima, caso alguém saiba do julgado, poste aqui.

    Notícia de um caso concreto: https://noticias.uol.com.br/confere/ultimas-noticias/2019/06/04/bolsonaro-nao-pode-acabar-com-reservas-federais-por-decreto-presidencial.htm

    GAB LETRA C

  • Lei 9.985/2000

    Art. 22. As unidades de conservação são criadas por ato do Poder Público:

    § 7 A desafetação ou redução dos limites de uma unidade de conservação só pode ser feita mediante lei específica.

  • Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações. § 1º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público:

    III - definir, em todas as unidades da Federação, espaços territoriais e seus componentes a serem especialmente protegidos, sendo a alteração e a supressão permitidas somente através de lei, vedada qualquer utilização que comprometa a integridade dos atributos que justifiquem sua proteção;

    Feita a criação da Unidade de Conservação, é expresso o texto no sentido de que a SUPRESSÃO é permitida apenas por meio de lei, sendo esse o gabarito.

    Um bom julgado a respeito do assunto e que acrescenta à questão:

    É possível a edição de medidas provisórias tratando sobre matéria ambiental, mas sempre veiculando normas favoráveis ao meio ambiente. Normas que importem diminuição da proteção ao meio ambiente equilibrado só podem ser editadas por meio de lei formal, com amplo debate parlamentar e participação da sociedade civil e dos órgão e instituições de proteção ambiental, como forma de assegurar o direito de todos ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. Dessa forma, é inconstitucional a edição de MP que importe em diminuição da proteção ao meio ambiente equilibrado, especialmente em se tratando de diminuição ou supressão de unidades de conservação, com consequências potencialmente danosas e graves ao ecossistema protegido. A proteção ao meio ambiente é um limite material implícito à edição de medida provisória, ainda que não conste expressamente do elenco das limitações previstas no art. 62, § 1º, da CF/88. STF. Plenário. ADI 4717/DF, Rel. Min. Cármen Lúcia, julgado em 5/4/2018 (Info 896).

  • Criação e ampliação de unidade de conservação:

    A criação ou a ampliação das unidades de conservação pode ser feita por meio de LEI ou DECRETO do chefe do Poder Executivo federal, estadual ou municipal.

    Extinção ou redução

    A extinção ou redução de uma unidade de conservação somente pode ser feita por meio de LEI ESPECÍFICA.

    Atenção: mesmo que a unidade de conservação tenha sido criada por decreto, ela só poderá ser suprimida mediante lei. Essa determinação consta no art. 225, § 1º, III, da CF/88.

    Art. 225. (...)

    § 1º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público:

    (...)

    III - definir, em todas as unidades da Federação, espaços territoriais e seus componentes a serem especialmente protegidos, sendo a alteração e a supressão permitidas somente através de lei, vedada qualquer utilização que comprometa a integridade dos atributos que justifiquem sua proteção;

    Mais detalhes: https://www.dizerodireito.com.br/2018/06/e-inconstitucional-reducao-de-unidade.html

  • CF

    CAPÍTULO VI

    DO MEIO AMBIENTE

     Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações.

    § 1º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público:

    I - preservar e restaurar os processos ecológicos essenciais e prover o manejo ecológico das espécies e ecossistemas;        

    II - preservar a diversidade e a integridade do patrimônio genético do País e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético;     

    III - definir, em todas as unidades da Federação, espaços territoriais e seus componentes a serem especialmente protegidos, sendo a alteração e a supressão permitidas somente através de lei, vedada qualquer utilização que comprometa a integridade dos atributos que justifiquem sua proteção; 

  • É inconstitucional a redução ou a supressão de espaços territoriais especialmente protegidos, como é o caso das unidades de conservação, por meio de medida provisória. Isso viola o art. 225, § 1º, III, da CF/88.

    Assim, a redução ou supressão de unidade de conservação somente é permitida mediante lei em sentido formal.

    A medida provisória possui força de lei, mas o art. 225, § 1º, III, da CF/88 exige lei em sentido estrito.

    STF. Plenário. ADI 4717/DF, Rel. Min. Cármen Lúcia, julgado em 5/4/2018 (Info 896).

  • A FGV joga sujo
  • O que eu acho mais incrível, em questões como essa, não é nem a dificuldade, mas sim os níveis de acerto. Aí, quando chega na prova, não tem como consultar as estatísticas para saber a resposta. Cuidado, isso dá uma falsa percepção de que você sabe, mas não sabe.

  • Para não esquecer:

    MEIO AMBIENTE

    Delimitação de espaços = lei e decreto

    Alteração ou supressão de espaços = lei

    Gabarito: C

    Fique firme!

  • Inicialmente, é interessante mencionar que, de acordo com a maioria da doutrina, a expressão meio ambiente possui um sentido amplo, englobando, o meio ambiente natural (físico) formado pela água, solo, ar atmosférico, energia, flora, fauna (art.225, CF/88), o meio ambiente cultural (art.215 e 216, CF/88) relacionado à história e cultura do povo, o meio ambiente artificial referente ao espaço urbano construído pelo homem, e o meio ambiente do trabalho (art.196 e seguintes, CF/88), sendo o local onde o trabalhador exerce seu labor.

    Salienta-se que o artigo 225, CF/88, afirma que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

    É importante mencionar que, com o fito de promover esse meio ambiente ecologicamente equilibrado, incumbe ao Poder Público, dentre outras atribuições, nos termos do artigo 225, §1º, III, CF/88, definir, em todas as unidades da Federação, espaços territoriais e seus componentes a serem especialmente protegidos, sendo a alteração e a supressão permitidas somente através de lei, vedada qualquer utilização que comprometa a integridade dos atributos que justifiquem sua proteção.

    Vale lembrar que a Lei Complementar 140/2011, que versa sobre a cooperação entre todos os entes políticos para a proteção do meio ambiente (entre outros pontos), estipula, em seu artigo 9º, X, que são ações administrativas dos Municípios definir espaços territoriais e seus componentes a serem especialmente protegidos. Logo, o decreto que CONSTITUIU a área de proteção ambiental é válido e legal. A criação ou a ampliação das unidades de conservação pode ser feita por meio de LEI ou DECRETO do chefe do Poder Executivo federal, estadual ou municipal.

    No entanto, como visto no artigo 225, §1º, III, CF/88, a alteração ou supressão das unidades, espaços e componentes a serem protegidos apenas pode ocorrer através de lei, o que rechaça a ideia de fazê-la por meio de decreto.

    No mesmo sentido é o art. 22, § 7º da Lei nº 9.985/2000, o qual estabelece que a desafetação ou redução dos limites de uma unidade de conservação só pode ser feita mediante lei específica.

    Nesse sentido, o STF, ao julgar em Plenário a ADI 4717/DF, Rel. Min. Cármen Lúcia, julgado em 5/4/2018 (Info 896), consignou que é inconstitucional a redução ou a supressão de espaços territoriais especialmente protegidos, como é o caso das unidades de conservação, por meio de medida provisória. Isso viola o art. 225, § 1º, III, da CF/88. Assim, a redução ou supressão de unidade de conservação somente é permitida mediante lei em sentido formal. A medida provisória possui força de lei, mas o art. 225, § 1º, III, da CF/88 exige lei em sentido estrito.

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA C


  • Na Constituição fala apenas por lei, mas não especifica de qual ente, certo?

  • Pelo enunciado da questão, percebe-se que a banca exigiu o conhecimento do art. 225, §1º, inciso III, CF/88:

    § 1º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público:

    III - definir, em todas as unidades da Federação, espaços territoriais e seus componentes a serem especialmente protegidos, sendo a alteração e a supressão permitidas somente através de lei, vedada qualquer utilização que comprometa a integridade dos atributos que justifiquem sua proteção.

  • Em regra, usa-se o principio da simetria das formas: se algo é feito por decreto, por decreto será desfeito. Contudo, quando se trata de assuntos relacionados ao meio ambiente, as alterações precisam ser feitas por lei.

  • CF. Art. 225, §1º, III - definir, em todas as unidades da Federação, espaços territoriais e seus componentes a serem especialmente protegidos, sendo a alteração e a supressão permitidas somente através de lei, vedada qualquer utilização que comprometa a integridade dos atributos que justifiquem sua proteção;

  • Criação e ampliação

    A criação ou a ampliação das unidades de conservação pode ser feita por meio de LEI ou DECRETO do chefe do Poder Executivo federal, estadual ou municipal.

    Extinção ou redução

    A extinção ou redução de uma unidade de conservação somente pode ser feita por meio de LEI ESPECÍFICA.

    Atenção: mesmo que a unidade de conservação tenha sido criada por decreto, ela só poderá ser suprimida mediante lei. Essa determinação consta no art. 225, § 1º, III, da CF/88:


ID
5604472
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Certo Estado da federação criou determinado benefício assistencial para famílias de baixíssima renda, assim consideradas a partir de análise documental e detalhado estudo elaborado por profissional habilitado em visita à respectiva residência. Além disso, o principal requisito exigido para o recebimento do benefício era a estrita observância do planejamento familiar, com frequência a cursos e a utilização de métodos contraceptivos, a serem estritamente controlados, sendo proibidos novos nascimentos nas famílias selecionadas.

À luz da sistemática constitucional, observa-se que o principal requisito estabelecido é: 

Alternativas
Comentários
  • Acredito que a resposta encontra amparo no art. 226, §7º, da CF, confira-se:

    Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.

    § 7º Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável, o planejamento familiar é livre decisão do casal, competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse direito, vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privadas.

  • Para quem ficou com dúvida e marcou "C", só lembrar dos critérios estabelecidos para conseguir o bolsa-família, já vendo que não é incondicionado.

  • Note que a sistemática da lei torna-a inconstitucional. Só com isso já mata 3 alternativas. Sobrando apenas B e C. B está corretinha. No entanto C fala que a aquisição do benefício deve ser incondicionada. Aí você reflete e pensa no bolsa família, que requer certas condições para aquisição do benefício, entre elas o de se manter filho matriculado em instituição de ensino. É uma condição razoável né? Logo a C torna-se errada, pois pode sim ter certas condições para receber um benefício assistencial. O guerreiro de sucesso é o homem comum, mas com muito foco. -Bruce Lee-
  • Erro da C:

    Art. 194. A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos poderes públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e à assistência social.

    Parágrafo único. Compete ao poder público, nos termos da lei, organizar a seguridade social, com base nos seguintes objetivos:

    III - seletividade e distributividade na prestação dos benefícios e serviços;

    Art. 203. A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos:

  • Gab. B

    A resposta está no enunciado.

    "sendo proibidos novos nascimentos nas famílias selecionadas.."

    O Brasil virou China?

    Você vai passar! Diga Amém!

  • CF ART. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do estado.

    (...)

    § 7º Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável, O PLANEJAMENTO FAMILIAR É LIVRE DECISÃO DO CASAL, competindo ao estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse direito, VEDADA qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privadas.


ID
5604475
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Maria e João, que tinham diversos filhos, procuraram se informar a respeito do acesso à educação, bem como se haveria algum programa suplementar, de natureza pública, para apoiar o educando. Na ocasião, receberam a informação de que (1) apenas o acesso à educação infantil e ao ensino fundamental era obrigatório e gratuito; (2) os programas suplementares eram estruturados conforme a avaliação política de cada ente federativo e sua disponibilidade orçamentária e financeira, sendo, portanto, facultativos; (3) existia a garantia de progressiva universalização do ensino médio gratuito.

À luz da sistemática constitucional:

Alternativas
Comentários
  • Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de:

    I - educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, assegurada inclusive sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria; 

    II - progressiva universalização do ensino médio gratuito;

    III - atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino;

    IV - educação infantil, em creche e pré-escola, às crianças até 5 (cinco) anos de idade; 

    V - acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um;

    VII - atendimento ao educando, em todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de material didático escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde. 

    § 1º O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público subjetivo.

    § 2º O não oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público, ou sua oferta irregular, importa responsabilidade da autoridade competente.

    § 3º Compete ao Poder Público recensear os educandos no ensino fundamental, fazer-lhes a chamada e zelar, junto aos pais ou responsáveis, pela frequência à escola.

  • FGV ela só coloca na prova aquilo que os concurseiros estão acostumados a pular, ela vai na ressalva da ressalva, por isso temos dificuldades com ela, colocam teorias minoritárias bem aqueles que não damos atenção.

    Devemos olhar mais para aqueles pontos que quase não caem em prova, pois, é isso que vai cair.

    Joga baixo de mais, muitas vezes cobra coisa fora ou sem relação algum com o cargo, coisas sem utilidade para a vida na profissão.

  • Complementando o comentário do @Eliaquin Vieira

    Segundo a Lei de Diretrizes e bases da educação nacional,

    Art. 4º, I - educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, organizada da seguinte forma:            

    a) pré-escola;           

    b) ensino fundamental;        

    c) ensino médio;

  • (1) apenas o acesso à educação infantil e ao ensino fundamental era obrigatório e gratuito; ERRADO, o ensino médio também.

    I - educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, assegurada inclusive sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria; 

    (2) os programas suplementares eram estruturados conforme a avaliação política de cada ente federativo e sua disponibilidade orçamentária e financeira, sendo, portanto, facultativos; ERRADO VII - atendimento ao educando, em todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de material didático escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde. 

    (3) existia a garantia de progressiva universalização do ensino médio gratuito. CERTO

    II - progressiva universalização do ensino médio gratuito;

  • Esse concurso foi um verdadeiro jogo de cartas marcadas.

  • Sobre a afirmativa (2) "os programas suplementares eram estruturados conforme a avaliação política de cada ente federativo e sua disponibilidade orçamentária e financeira, sendo, portanto, facultativos;"

    Conforme os colegas já justificaram incorreta:

    Art. 208 CF - VII - atendimento ao educando, em todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de material didático escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde. 

    Para mais, complementando, quanto à aplicação de recursos da União e Estados/DF :

    Art. 212. A União aplicará, anualmente, nunca menos de dezoito, e os Estados, o Distrito

    Federal e os Municípios vinte e cinco por cento, no mínimo, da receita resultante de impostos,

    compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino.

    Deixando bem claro que o investimento em educação básica não é facultativa aos estados e DF, taxando em no mínimo 25% da receita de impostos.

  • 1) Enunciado da questão

    Exige-se conhecimento acerca da educação na Constituição.

    2) Base constitucional (Constituição Federal de 1988)

    Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de:

    I - educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, assegurada inclusive sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria;

    II - progressiva universalização do ensino médio gratuito;

    VII - atendimento ao educando, em todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de material didático escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde.

    § 1º O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público subjetivo.

    3) Exame do enunciado e identificação da resposta

    Informação 1. Apenas o acesso à educação infantil e ao ensino fundamental era obrigatório e gratuito – ERRADA. Conforme art. 208, I, da CF/88, é dever do Estado garantir o acesso à educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, assegurada inclusive sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria. Assim será obrigatório e gratuito o acesso à educação infantil, ensino fundamental e médio.

    Informação 2. Os programas suplementares eram estruturados conforme a avaliação política de cada ente federativo e sua disponibilidade orçamentária e financeira, sendo, portanto, facultativos – ERRADA. Nos termos do art. 208, VII, da CF/88, o Estado vai garantir o atendimento ao educando, em todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de material didático escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde. Assim, não são facultativos.

    Informação 3. Existia a garantia de progressiva universalização do ensino médio gratuito – CORRETA. Conforme art. 208, II, da CF/88, o Estado deve garantir a progressiva universalização do ensino médio gratuito.

    Resposta: E.

  • Existia???????? Então não existe mais???? Complicado essa FGV.


ID
5604478
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A União editou a Lei nº XX dispondo que, nas áreas de ciência, tecnologia e educação, o Estado (1) dará tratamento prioritário à pesquisa científica básica e tecnológica; (2) promoverá e incentivará a atuação das instituições públicas no território nacional, e somente em caráter excepcional no exterior; e (3) vinculará, obrigatoriamente, parcela de sua receita orçamentária a entidades públicas de fomento ao ensino e à pesquisa científica e tecnológica.

À luz da sistemática constitucional, apenas:

Alternativas
Comentários
  • O comando 3 é inconstitucional, pois vai de encontro ao que prevê o art. 218, §5º, da CF, confira-se:

    Art. 218. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento científico, a pesquisa, a capacitação científica e tecnológica e a inovação.

    § 5º É facultado aos Estados e ao Distrito Federal vincular parcela de sua receita orçamentária a entidades públicas de fomento ao ensino e à pesquisa científica e tecnológica.

  • A alternativa A fala que 1 e 2 são inconstitucionais. Logo, somente a 3 seria constitucional. Entretanto, existe a alternativa E com essa informação. Seriam, assim, duas respostas corretas. Então já elimina A e E.

  • Art. 218. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento científico, a pesquisa, a capacitação científica e tecnológica e a inovação. 

    § 1º A pesquisa científica básica e tecnológica receberá tratamento prioritário do Estado, tendo em vista o bem público e o progresso da ciência, tecnologia e inovação. (C: O comando 1 é constitucional)

    § 5º É facultado aos estados e ao Distrito Federal vincular parcela de sua receita orçamentária a entidades públicas de fomento ao ensino e à pesquisa científica e tecnológica. (ERRO DA 3)

    § 7º O Estado promoverá e incentivará a atuação no exterior das instituições públicas de ciência, tecnologia e inovação, com vistas à execução das atividades previstas no caput. (ERRO DA 2)


ID
5604481
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Constitucional

No último ano, João, oficial do Exército, praticou uma conduta particularmente grave sob a ótica dos padrões deontológicos da disciplina militar.

Nesse caso, João pode perder o posto e a patente:

Alternativas
Comentários
  • (CF) Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

    § 3º Os membros das Forças Armadas são denominados militares, aplicando-se-lhes, além das que vierem a ser fixadas em lei, as seguintes disposições: 

    VI - o oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível, por decisão de tribunal militar de caráter permanente, em tempo de paz, ou de tribunal especial, em tempo de guerra;

    • Os militares, indivíduos que são, não foram excluídos da garantia constitucional da individualização da pena.
    • Digo isso porque, de ordinário, a CF de 1988, quando quis tratar por modo diferenciado os servidores militares, o fez explicitamente.
    • Por ilustração, é o que se contém no inciso LXI do art. 5º do Magno Texto, a saber: "ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei".
    • Nova amostragem está no preceito de que "não caberá habeas corpus em relação a punições disciplinares militares" (§ 2º do art. 142).
    • Isso sem contar que são proibidas a sindicalização e a greve por parte do militar em serviço ativo, bem como a filiação partidária (incisos IV e V do § 3º do art. 142).
    • De se ver que esse tratamento particularizado decorre do fato de que as Forças Armadas são instituições nacionais regulares e permanentes, organizadas com base na hierarquia e disciplina, destinadas à defesa da Pátria, garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem (cabeça do art. 142).
    • Regramento singular, esse, que toma em linha de conta as "peculiaridades de suas atividades, inclusive aquelas cumpridas por força de compromissos internacionais e de guerra"(inciso X do art. 142).
    • É de se entender, desse modo, contrária ao texto constitucional a exigência do cumprimento de pena privativa de liberdade sob regime integralmente fechado em estabelecimento militar, seja pelo invocado fundamento da falta de previsão legal na lei especial, seja pela necessidade do resguardo da segurança ou do respeito à hierarquia e à disciplina no âmbito castrense.
    • Ordem parcialmente concedida para determinar ao juízo da execução penal que promova a avaliação das condições objetivas e subjetivas para progressão de regime prisional, na concreta situação do paciente, e que aplique, para tanto, o CP e a Lei 7.210/1984 naquilo que for omissa a lei castrense.

    [HC 104.174, rel. min. Ayres Britto, j. 29-3-2011, 2ª T, DJE de 18-5-2011.]

  • Sério!

    Alguém foi com essa informação para a prova?

    Putz! Se foi, é que estava com tempo sobrando.

  • só acertei pq meu marido é militar kk

  • Art. 142.

    § 3º

    VI - o oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou

    com ele incompatível, por decisão de tribunal militar de caráter permanente, em tempo de paz,

    ou de tribunal especial, em tempo de guerra

    VII - o oficial condenado na justiça comum ou militar a pena privativa de

    liberdade superior a dois anos, por sentença transitada em julgado, será submetido ao

    julgamento previsto no inciso anterior

  • Resposta correta: E

  • Em relação as Praças das Forças Armadas aplica-se o CPM.

    Art. 102. A condenação da praça a pena privativa de liberdade, por tempo superior a dois anos, importa sua exclusão das forças armadas.

    Aos Oficiais, mesmo condenados a pena privativa de liberdade, por tempo superior a dois anos, para perder o posto precisam passar por outro julgamento realizado por Tribunal Militar de Caráter Permanente para decidir se é indigno ou incompatível com o oficialato.

    CF Art. 142. VI - o oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível, por decisão de tribunal militar de caráter permanente, em tempo de paz, ou de tribunal especial, em tempo de guerra.

  • esse "apenas" eliminou o tribunal especial uai

  • No último ano, João, oficial do Exército, praticou uma conduta particularmente grave sob a ótica dos padrões deontológicos [deontológico é relativo ao dever e à obrigação] da disciplina militar.

    Nesse caso, João pode perder o posto e a patente:

    A

    em decorrência de condenação em processo administrativo disciplinar [ERRADO] ou como efeito da condenação [ERRADO] na justiça comum ou militar à pena privativa de liberdade superior a dois anos, por sentença transitada em julgado;

    Não por processo administrativo. E não é efeito da condenação, pois seria submetido a outro julgamento.

    B

    apenas se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível [CERTO,] ou condenado à pena privativa de liberdade superior a dois anos [ERRADO, nesse caso, a perda não é automática, só ocorre se houver outro julgamento, especificamente para analisar a perda do posto e da patente, pelo tribunal militar de caráter permanente (o tribunal militar é permanente), em tempo de paz, ou por tribunal especial em tempo de guerra], por sentença transitada em julgado de tribunal especial [ERRADO, em se tratando de julgamento pelo tribunal especial, que só pode existir em tempo de guerra, a CF não fala em trânsito em julgado, na verdade não fala em trânsito em julgado nem mesmo quando se trata de perda por decisão de tribunal militar em tempo de paz, veja que o caráter permanente citado na CF não é da decisão, e sim o do tribunal militar, que deve estar previamente constituído];

    C

    como efeito da condenação [ERRADO] na justiça comum ou militar à pena privativa de liberdade superior a dois anos, por sentença transitada em julgado;

    D

    apenas como efeito da condenação [ERRADO] na justiça militar à pena privativa de liberdade superior a dois anos, por sentença transitada em julgado;

    E

    apenas se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível, por decisão de tribunal militar de caráter permanente.

    Essa está correta, apesar não abordar a possibilidade de julgamento por tribunal especial, em tempo de guerra. Incompleta, porém correta.

    Em concurso pra polícia civil uma questão sobre forças armadas e tribunal militar é meio forçado, mas está no texto da CF, então é Direito Constitucional.

  • O Estatuto dos Militares, Lei nº 6.880/80, define POSTO como sendo o grau hierárquico do Oficial, conferido por ato do Presidente da República ou do Ministro da Força Singular – hoje do Comandante da Força - e confirmado em carta patente .

    E carta patente, ou PATENTE, é o documento individual onde consta, para cada Oficial, o posto e o corpo ou quadro a que pertence, a fim de se fazer prova dos direitos e deveres que lhe são assegurados por lei.

    Salienta-se que o artigo 142, §3º, I, CF/88 estipula que as patentes, com prerrogativas, direitos e deveres a elas inerentes, são conferidas pelo Presidente da República e asseguradas em plenitude aos oficiais da ativa, da reserva ou reformados, sendo-lhes privativos os títulos e postos militares e, juntamente com os demais membros, o uso dos uniformes das Forças Armadas.

    O inciso VI deste mesmo artigo e parágrafo estabelece que o oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível, por decisão de tribunal militar de caráter permanente, em tempo de paz, ou de tribunal especial, em tempo de guerra.

    Assim, voltando para a análise da questão, pode-se afirmar que João, com base no artigo 142, §3º, VI, CF/88 apenas poderá perder o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível, por decisão de tribunal militar de caráter permanente.

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA E


  • Essa prova do RJ ae, misericórdia !

  • bizu:

    ·        TRIBUNAL MILITAR DE CARÁTER PERMANENTE >>> EM TEMPO DE PAZ.

    ·        TRIBUNAL ESPECIAL >>> EM TEMPO DE GUERRA.


ID
5604484
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Determinada associação, direcionada ao desenvolvimento psicossocial da pessoa e da família, foi objeto de muitas críticas no âmbito da Secretaria de Apoio Familiar do Estado-membro Alfa. Argumentava-se que diversas atividades desenvolvidas pela associação eram moralmente reprováveis, além de representarem apologia ao crime.

Em razão desses fatos, a assessoria jurídica foi consultada a respeito da possibilidade de a associação ter suas atividades suspensas, sendo respondido, corretamente, que a suspensão alvitrada:

Alternativas
Comentários
  • Na situação apresentada na questão, a associação poderia ter suas atividades suspensas por meio de decisão judicial, sem a necessidade de ocorrência do trânsito em julgado, conforme redação estabelecida pelo art. 5º, XIX/CF88.

    Lembrando que para para a dissolução compulsória das associações exige-se o trânsito em julgado da decisão judicial.

    Art.5º, XIX - as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado;

    •  As normas inscritas no art. 5º, XVII a XXI, da atual CF, protegem as associações, inclusive as sociedades, da atuação eventualmente arbitrária do legislador e do administrador, eis que somente o Poder Judiciário, por meio de processo regular, poderá decretar a suspensão ou a dissolução compulsórias das associações.

    • Mesmo a atuação judicial encontra uma limitação constitucional: apenas as associações que persigam fins ilícitos poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou suspensas. Atos emanados do Executivo ou do Legislativo, que provoquem a compulsória suspensão ou dissolução de associações, mesmo as que possuam fins ilícitos, serão inconstitucionais.

    [ADI 3.045, rel. min. Celso de Mello, j. 10-8-2005, P, DJ de 1º-6-2007.]

  • Suspender e dissolver associação:

    Suspender: Apenas decisão judicial

    Dissolver: Decisão judicial com trânsito em julgado.

    GAB LETRA B

  • -> Liberdade de associação

    Vedada a de caráter paramilitar

    Independem de autorização para sua criação, é vedada a interferência do estado

    Só podem ser dissolvidas por decisão judicial em trânsito julgado

    Pode ter as atividades suspensas por decisão judicial

    Ninguém será obrigado a manter-se afiliado ou afiliar-se

    Quando autorizadas, podem representar seus afiliados judicialmente

  • XIX - as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado;

    Suspender atividades (medida mais leve)decisão judicial

    Dissolver compulsoriamente (medida mais pesada)decisão judicial transitada em julgado

    (Art. 5° da CF)

    Gabarito B

  • GABARITO LETRA "B"

    CF/88: Art. 5º, XIX - As associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado.

    "A cada dia produtivo, um degrau subido".

  • GABARITO LETRA "B"

    CF/88: Art. 5º, XIX - As associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado.

    Resumindo este inciso: As associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas com trânsito em julgado ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial.

    Decore:

    Associação ser dissolvida = Trânsito em julgado

    Suspender atividade = Decisão judicial

  • Associações

    Suspensão → qualquer decisão judicial (a decisão tem que ser judicial, nada de administrativa)

    Dissolução compulsória → decisão judicial transitada em julgado

    Gabarito: Letra B

  • Gab B

    Associação ser dissolvida = Trânsito em julgado

    Suspender atividade = Decisão judicial

  • RESUMO

    SUSPENSÃO => Decisão Judicial

    DISSOLUÇÃO => Decisão Judicial + Trânsito em Julgado

  • (MPBA-2018): A suspensão das atividades de uma entidade associativa somente poderá ocorrer por meio de decisão judicial, não sendo, no entanto, exigido o trânsito em julgado. BL: Art. 5º, XIX, CF.

    (MPES-2013-VUNESP) As associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo­-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado. BL: Art. 5º, XIX, CF.

    (DPEAL-2009-CESPE): As associações somente podem ser compulsoriamente dissolvidas por meio de decisão judicial transitada em julgado, considerando a vedação constitucional de interferência do Estado em seu funcionamento. BL: Art. 5º, XVIII e XIX, CF.

  • Correta, por força do art. 5º, XIX, da Constituição Federal, que admite a suspensão de atividades da associação por simples decisão judicial. Entretanto, sua dissolução compulsória só se concretiza com o trânsito em julgado:

    Art. 5º.....

    XIX - as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado;

    Perceba que a questão não faz qualquer julgamento de valor sobre os motivos da suspensão, se são corretos ou não, apenas questiona sobre a possibilidade de suspensão das atividades. De todo modo, guarde que a Constituição autoriza a criação de associações para fins lícitos (art. 5º, XVII):

    Art. 5º....

    XVII - é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar;

  • SUSPENSÃO => Decisão Judicial

    DISSOLUÇÃO => Decisão Judicial + Trânsito em Julgado

  • GAB: B

    SOBRE AS ASSOCIAÇÕES......

    SUSPENSÃO --------- DECISÃO JUDICIAL

    DISSOLUÇÃO----------DECISÃO JUDICIAL + TRÂNSITO EM JULGADO

    Fonte: anotações - aulas do profº Aragonê Fernandes

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  • SUSPENSÃO: DECISÃO JUDICIAL

    COMPULSORIAMENTE DISSOLVIDA: TRÂNSITO EM JULGADO

  • Associação

    atividades suspensas : por decisão judicial (independe de tj).

    atividades compulsoriamente dissolvidas: por decisao judicial, com transito em julgado

    Art. 5, XIX, CF


ID
5604487
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional no combate ao novo coronavírus, o Estado Alfa, regularmente, no âmbito de sua competência, adotou a medida de quarentena, consistente na restrição de atividades e separação de pessoas suspeitas de contaminação das pessoas que não estavam doentes e de mercadorias suspeitas de contaminação, de maneira a evitar a possível propagação do coronavírus. A citada medida restritiva teve base em evidências científicas e em análises sobre as informações estratégicas em saúde feitas pelo comitê técnico estadual e foi limitada no tempo e no espaço ao mínimo indispensável à promoção e à preservação da saúde pública.

No caso em tela, a quarentena foi embasada no chamado poder administrativo:

Alternativas
Comentários
  • “[…] O poder de polícia compreende a prerrogativa reconhecida à Administração Pública para restringir e condicionar, com fundamento na lei, o exercício de direitos, com o objetivo de atender o interesse público. No âmbito legal, o conceito de poder de polícia é fornecido pelo art. 78 do CTN.”

    Curso de direito administrativo / Rafael Carvalho Rezende Oliveira. – 9. ed., – Rio de Janeiro: Forense; MÉTODO, 2021.

    “[…] o poder de polícia como a prerrogativa de direito público que, calcada na lei, autoriza a Administração Pública a restringir o uso e o gozo da liberdade e da propriedade em favor do interesse da coletividade.”

    Manual de Direito Administrativo / José dos Santos Carvalho Filho. – 33. ed. – São Paulo: Atlas, 2019.

    “[…] poder de polícia consiste na faculdade conferida ao Estado de estabelecer regras restritivas e condicionadoras do exercício de direitos e garantias individuais, tendo em vista o interesse público.”

    Direito administrativo esquematizado/ Ricardo Alexandre, João de Deus. – 1. ed. – Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: MÉTODO, 2015

    O Código Tributário Nacional, art. 78: 

    "Art. 78. Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos."

  • Uma das poucas questões dessa prova que foram realmente para o cargo pretendido. Prova do cão.

  • Única questão que eu tinha certeza rs

    Nunca tinha feito uma prova com um nível tão elevado igual essa da PCERJ 2022

  • Þ    Decorre da supremacia geral da Administração Pública

    Þ    Estado pode limitar o exercício de liberdade individuais para garantir o interesse da coletividade

    Þ    Restrição de garantias privadas (particulares) em razão do interesse coletivo

    Þ    Exemplos:  

    Interdição de estabelecimento pela Vig. Sanitária

    Apreensão de mercadorias estragadas

    Fiscalização de Trânsito (multa de velocidade, multa de estacionamento, etc.)

    Defesa do Consumidor

    Fiscalização Ambiental

    Alvará para construção (atuação preventiva)

    Embargo da obra (atuação repressiva)

     

    MODALIDADES:

    a)  Preventiva: Normas que buscam condicionar e restringir o uso de bens (públicos ou privados) e o exercício de atividades. Anuência da Adm.

    Ex: Portarias e regulamentos que tratam por exemplo de horário de funcionamento de estabelecimentos, etc.

    b)  Repressiva: resulta na aplicação de sanções (penalidades) aos particulares, em decorrência da prática de infrações administrativas.

    c)   Fiscalizadora: Prevenção de eventuais lesões. Por exemplo vistoria de veículos.

  • Poderes:

    • Hierárquico - dá ordens, fiscaliza, delega e avoca;
    • Polícia - é aplicado aos particulares;
    • Disciplinar - responsabiliza servidores e particulares com vínculo;
    • Discricionário - escolha de sua conveniência e oportunidade;
    • Vinculado - sem qualquer margem de liberdade;
    • Normativo/regulamentar - Executivo esclarece a lei.

    Gabarito: A

    Fonte: Sayonnara

  • GABARITO - A

    Trata-se de aplicação do Poder de polícia.

    Art. 78. Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.

    -------------------------------------------------

    Poder de polícia = particulares em geral

    Poder disciplinar = servidores + Particulares com vínculo

    Bons Estudos!!

  • Poder de polícia é a prerrogativa que tem o Estado de limitar, frenar e restringir a atuação do particular em razão do interesse público. Fruto da compatibilização entre o interesse público e o particular. Incide sobre os direitos, liberdades, bens e atividades. Há possibilidade da cobrança de taxa que é o preço pago em razão da efetiva contraprestação estatal. É um poder de não fazer, uma negação. É o exercício da supremacia geral estatal, por não depender de vínculo anterior.

    Poder hierárquico: É a prerrogativa que garante ao administrador estruturar, escalonar e hierarquizar os seus quadros. Ele vai organizar, estabelecendo a relação hierárquica de subordinação.

    Poder disciplinar: É a prerrogativa reconhecida a administração pública para investigar e punir, após o contraditório e ampla defesa, os agentes públicos nas hipóteses de infração do dever funcional e os demais administrados sujeitos a disciplina especial administrativa. Normalmente vinculado ao poder hierárquico e se relaciona com as relações jurídicas especiais, um sistema punitivo interno. Essa é a diferença para o poder de polícia.

    Poder normativo : O poder normativo ou regulamentar é a prerrogativa reconhecida à Administração Pública para editar atos administrativos gerais para fiel execução das leis sem inovação no mundo jurídico (regulamentos executivos) e os que inovam no ordenamento jurídico, sobre a organização d funcionamento da administração pública quando não implicar em aumento de despesas nem em criação nem extinção de cargos (regulamento autônomo)

  • por que não é poder regulamentar ?? fiquei da dúvida entre poder de polícia e regulamentar.

  • A doutrina minoritária diz que poder regulamentar e poder normativo são sinônimos.

    A doutrrina majoritária diz que poder regulamentar não é a mesma coisa que poder normativo.

    Logo, o Poder Regulamentar seria utilizado para expedir decretos (veicula um regulamento) e regulamentos - não são tecnicamente expressões sinônimas.

    Já o Poder Normativo seria utilizado para expedir os demais atos normativos, menos os decretos e regulamentos, que tem um poder só para eles.

  • GABARITO LETRA A

    NESSE CASO ESTAMOS DIANTE DO PODER DE POLÍCIA PREVENTIVO.

    Modalidade de exercício do poder de polícia: preventivo ou repreensivo.

     ---- >Poder de polícia preventivo: anuência prévia para a prática de atividades privadas (licença e autorização). Formalizada por alvarás, carteiras, declarações, certificados etc.

    * Licença:

    >anuência para usufruir um direito; ato administrativo vinculado e definitivo.

    * Autorização:

    >ato administrativo discricionário e precário pelo qual a Administração autoriza o particular a exercer determinada atividade que seja de seu interesse (e não de seu direito).

     Exemplos: o uso especial de bem público, a interdição de rua para a realização de festividade, o trânsito por determinados locais e o porte de arma de fogo.

  • Poderes:

    • Hierárquico - dá ordens, fiscaliza, delega e avoca;
    • Polícia - é aplicado aos particulares;
    • Disciplinar - responsabiliza servidores e particulares com vínculo;
    • Discricionário - escolha de sua conveniência e oportunidade;
    • Vinculado - sem qualquer margem de liberdade;
    • Normativo/regulamentar - Executivo esclarece a lei.

    Gabarito: A

  • Poderes:

    • Hierárquico - dá ordens, fiscaliza, delega e avoca;
    • Polícia - é aplicado aos particulares;
    • Disciplinar - responsabiliza servidores e particulares com vínculo;
    • Discricionário - escolha de sua conveniência e oportunidade;
    • Vinculado - sem qualquer margem de liberdade;
    • Normativo/regulamentar - Executivo esclarece a lei.

    Gabarito: A

  • PODER DE POLÍCIA - DICAS

    Conceito: Poder de estipular restrições e limitações ao exercício de liberdades individuais, e até mesmo ao direito de propriedade do particular, sem qualquer vínculo de natureza especial. Reflete a aplicação do Princípio da Supremacia do Interesse Público sobre o Privado.

    Poder de Polícia é discricionário?

    R.: Como regra, sim, mas não é sempre, como corre na Licença, que é ato vinculado.

    Quais são os Ciclos de Polícia?

    R.: 1ª) Ordem de Polícia;

    2ª) Consentimento de Polícia;

    3ª) Fiscalização de Polícia;

    4ª) Sanção de Polícia.

    A doutrina dispõe que o consentimento de polícia e a fiscalização de polícia seriam delegáveis, por ser poder de gestão, enquanto os outros não poderiam ser delegados, por retratarem atividade de império.

    CUIDADO - ATUAILIZAÇÃO IMPORTANTE

    Antigamente - Somente as fases de Consentimento e fiscalização poderiam ser delegadas a pessoas jurídicas de direito privado.

    Atualmente - SANÇÃO DE POLÍCIA Pode ser delegada a pessoas jurídicas de direito privado ( Observados os requisitos):

    • I) Por meio de Lei
    •  
    • II) capital social Majoritariamente público
    •  
    • III) Preste atividade exclusivamente de serviço público de atuação própria do Estado.
    •  
    • IV Prestação de Regime não Concorrencial

    Quais são os atributos do Poder de Polícia?

    R: a) Discricionariedade;

    b) Autoexecutoriedade;

    c) Coercibilidade.

    OBS.: A multa de trânsito não é autoexecutável, goza de exibilidade, mas não de executoriedade, devendo-se socorrer ao Judiciário para que seja executada.

    Conceito Clássico vs Conceito Moderno de Poder de Polícia

    Conceito clássico: garantir a segurança

    Conceito moderno: interesse público

  • PODER DE POLÍCIA - PODER DE POLÍCIA - PODER DE POLÍCIA...

    "...imposição de restrições... direito de propriedade do particular".

    TEMA PARA REVISÃO DIÁRIA!

  • Os enunciados da FGV são para cansar o candidato. Aff..

  • Art. 78 do Código Tributário Nacional. Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.

  • inacreditável que marquei essa mer@ da E na prova e agora acerto sem precisar ler todas as opções

  • O Presidente do país do Estado Alfa não se importou, auxiliando na propagação do vírus e fazendo arminha em todos encontros com seu grande rebanho.


ID
5604490
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Em operação conjunta da Polícia Civil (representada por inspetores de polícia, no combate a crimes contra as relações de consumo) com o Município (representado por agentes de vigilância sanitária municipal na repressão a atos infracionais), os agentes públicos constataram que a padaria diligenciada estava repleta de ratos e expondo à venda produtos impróprios para o consumo. Além das providências em âmbito criminal adotadas pelos policiais, diante da urgência que se impunha e com base em expressa previsão legal, os agentes municipais interditaram a padaria.

A citada interdição é um ato administrativo com atributo da:

Alternativas
Comentários
  • LETRA D✅ AUTOEXECUTORIEDADE - Diretamente implementados pela Administração Pública; - Ato poderá ser executado de imediato, inclusive com uso da força (EXIGIBILIDADE: Coação INDIRETA / EXECUTORIEDADE: Coação DIRETA); - Sem necessidade de Autorização Judicial; - Não afasta apreciação judicial (a posteriori). Bons estudos!
  • AUTOEXECUTORIEDADE

    Não necessita de prévia chancela judicial, a despeito de estarem sujeitos à apreciação de legalidade por esse mesmo poder De acordo com a doutrina majoritária, o atributo da autoexecutoriedade não está presente em todos os atos administrativos.  A autoexecutoriedade está presente nos atos autorizados por leis ou urgentes;

    ''A autoexecutoriedade: consiste na possibilidade que certos atos administrativos ensejam de imediata execução pela própria administração, independentemente de ordem judicial. Tal o que acontece com as interdições de atividades ilegais, com os embargos e demolições de obras clandestinas, faz-se necessário adotar medidas urgentes relacionadas ao interesse público''.

    A autoexecutoriedade como característica ou atributo do ato administrativo tem como elementos a exigibilidade e a executoriedade, as quais garantem o cumprimento das decisões administrativas sem que seja necessária a intervenção do Poder Judiciário.

    Contraditório diferido: Tem o mesmo sentido de adiado, que foi postergado, prorrogado para outro dia ou momento.

    Autoexecutoriedade: exigibilidade: meios indiretos de coerção.

    EXEMPLO: um carro que é guinchado por estar estacionado em uma calçada dificultando a circulação dos pedestres, ou impedindo a passagem de uma ambulância".

  • Atributos dos atos administrativos

    Presunção de legitimidade ( está presente em todos os atos, presunção relativa , admite prova em contrário e os atos administrativos presume verdadeiros até que prove ao contrário )

    Autoexecutoriedade ( para agir, o administrador não necessita de ordem judicial e não afasta a presunção judicial )

    Tipicidade ( o ato deve estar em conformidade com a lei )

    Imperatividade ( imposição de obrigações ao administrado sem necessidade de sua concordância e não está presente em todos os atos )

    Gab: D

  • 1) Autoexecutoriedade

    Aplicação de meios direto e imediato para executar atos administrativos frente ao descumprimento do particular      (Uso da força)

    Atos podem ser executados pela própria Administração diretamente. Sem necessidade de autorização de outros poderes.

    Não precisa de confirmação Judicial

    Possível de apreciação judicial a posteriori

                  

    Ex: Rebocar o carro estacionado irregularmente; apreensão de mercadorias irregulares, demolição de obra irregular, interdição de estabelecimento

    IMPORTANTE: Nem todos os atos são auto executórios!!

         Ex. Multa (para executar precisa da via judicial)

     

    Obs: É diferente de Exigibilidade: É forma de coação indireta. Todos os atos são exigíveis

  • Autoexecutoriedade: atributo dos atos administrativos, que prescinde de autorização judicial, desde que previsto em lei ou em situação de urgência. Se divide em dois meios de coação:

    a)Exigibilidade: coação indireta, exemplo: multa

    b)Executoriedade : coação direta, exemplo: uso da força para conter multidão. Trata-se de hipótes também de excludente de ilicitude (exercício regular do direito)

  • Muito cuidado com a palavra “prescinde”
  • Forma de resolver a questão

    Prescinde (Dispensa)

    Imprescinde (Não Dispensa)

  • GABARITO: D!

    No caso em exame, estar-se-á diante de interdição de estabelecimento comercial pelo descumprimento de normas de vigilância sanitária.

    Pois bem.

    O atributo que permite a interdição da panificadora pelos agentes públicos é o da autoexecutoriedade, que consiste na possibilidade de a administração pública executar diretamente alguns de seus atos sem a necessária intervenção do Poder Judiciário.

    Cumpre registrar, todavia, que nem todos os atos administrativos possuem o referido atributo, a exemplo das multas.

    O atributo em questão se caracteriza pela sua exigibilidade e pela sua executoriedade.

    Contraditório diferido, por sua vez, é a postergação da hipótese de o particular arguir contra a medida adotada pela administração pública.

  • PODER DE POLICA É D. A. C

    D iscricionalidade

    A uto Executoridade

    C oercibilidade

  • GABARITO - D

    AUTOEXECUTORIEDADE -

    Capacidade de executar imediatamente o ato independente do consentimento do poder Judiciário.

    ex: Remoção de um veículo estacionado irregularmente.

    IMPERATIVIDADE -

    Capacidade de impor obrigações ao particular independente do consentimento do seu consentimento.

    ------------------------------------------------------

    Sobre a autoexecutoriedade:

    A autoexecutoriedade está frequentemente presente nas medidas de polícia onde a Administração Pública pode executar suas próprias decisões sem ·interferência do Poder Judiciária. Tal atributo apenas existe quando há lei permitindo ou situações urgentes.

    ( Matheus Carvalho , 118)

  • Gab d! Interditar estabelecimentos:

    Decorre da Autoexecutoriedade.

    Atuação de poder de polícia (incluindo polícia Administrativa ex: Anvisa, obviamente)

    não precisa de autorização judicial.

  • Detalhes importantíssimos sobre os conceitos requisitados pela questão

    Exigibilidade → meio de coerção indireta

    Autoexecutoriedade → não precisa de anuência do judiciário

    Imperatividade → não precisa de anuência do particular

    Gabarito: Letra D

  • Se tem uma coisa que a FGV gosta é de usar a palavra "prescinde" pra confundir o candidato.

    Prescinde: não precisa, dispensa, não exige.

    imprescinde: Necessário; não pode faltar; não abrir mão de.

  • Letra D.

    Atributo da AUTOEXECUTORIEDADE = Dá à Administração o poder de executar suas medidas sem precisar do Judiciário.

    Demais informações sobre esse atributo:

    -Execução direta pela Adm. Pública.

    -Não está presente em todos os atos .

    -Depende de lei ou situação urgente.

    -Independe de ordem judicial, mas PODE HAVER o controle judicial.

    -Pode ser analisada sob os seguintes aspectos.

    Executoriedade ------------------> meios DIRETOS.

    Exigibilidade ----------------------> meios INDIRETOS.

    Fonte: Aulas Gran Cursos. ❤️✍

  • Atributos do poder de polícia: DAC

    Discricionariedade: o agente poderá realizar um juízo de conveniência e oportunidade para a prática do ato. Há certa margem de liberdade, quanto ao motivo e objeto.

    Autoexecutoriedade: o ato poderá ser executado independentemente de autorização judicial.

    Coercitibilidade: é aplicado ao terceiro independentemente da sua vontade.

  • 90% das questoes de atributos dos atos adms da FGV tem como resposta a AUTOEXECUTORIEDADE. Nao to falando para chutar sempre kkk so uma estatistica

  • Na AUTOEXECUTORIEDADE, a Administração põe em execução o seu ato, através dos seus próprios meios, sem que haja intervenção do Poder Judiciário. A autoexecutoriedade só é admitida quando:

    1. Existir expressamente essa previsão legal;
    2. Houver necessidade de medidas administrativas urgentes.

    "[...] diante da urgência que se impunha e com base em expressa previsão legal, os agentes municipais interditaram a padaria."

  • GAB D

    ATRIBUTOS OU CARACTERÍSTICAS DO ATO ADMINISTRATIVO

    PRESUNÇÃO DE LEGITIMIDADE/VERACIDADE (JURIS TANTUM): é relativa, ou seja, os atos administrativos sempre serão tidos como válidos e legais, porém, admite-se prova em contrário.

    1. A presunção de legitimidade diz respeito à conformidade do ato com a lei; em decorrência desse atributo, presume-se, até prova em contrário, que os atos administrativos foram emitidos com observância na lei.
    2. presunção de veracidade diz respeito aos fatos; em decorrência desse atributo, presumem-se verdadeiros os fatos alegados pela Administração. 

    AUTOEXECUTORIEDADE:  significa que a Administração Pública poderá executar diretamente as suas decisões, sem necessitar de prévia autorização do Poder Judiciário. A autoexecutoriedade só ocorre nos seguintes casos: quando a Lei autorizar ou em situações de emergência.

    TIPICIDADE:  o ato administrativo deve corresponder a figuras definidas previamente pela lei como aptas à produção de efeitos.

    IMPERATIVIDADE: permite que a administração possa impor unilateralmente obrigações aos particulares, independentemente de sua concordância.

    FONTE: MEUS RESUMOS

    OBS: VENDO MEUS RESUMOS (Whatsapp: 87996271319)

  • GABARITO LETRA D

    QUESTÃO TRATA DO PODER DE POLÍCIA O QUAL POSSUEM OS SEGUINTES ATRIBUTOS: DISCRICIONARIEDADE, AUTOEXECUTORIEDADE E COERCIBILIDADE. PORÉM ALGUNS ATOS PODEM SER VINCULADOS (ex: licenças) ou não autoexecutórios e coercitivos (ex: atos preventivos, cobrança de multa não paga).

    ------------------------------------------------------

    II) autoexecutoriedade: consiste na possibilidade de que certos atos administrativos sejam executados de forma imediata e direta pela própria Administração, independentemente de ordem judicial.

    Exemplo: a Administração pode, com base no poder de polícia, aplicar sanções administrativas a particulares que pratiquem atos lesivos à coletividade independentemente de prévia autorização judicial.

  • Segundo Di Pietro, o ato administrativo será autoexecutório quando houver:

    Urgência: caso a medida não seja adotada de imediato, maiores poderão ser os prejuízos ao interesse público.

    Expressa previsão legal: em algumas situações a lei autoriza, expressamente, que a atuação seja autoexecutória.

  • Contraditório diferido é aquele em que opera-se a decisão de deter determinada questão para, ao depois, intimar a parte para se manifestar, a exemplo do que acontece quando da concessão de uma medida liminar inaudita altera parte.

  • Dica: a FGV elabora questões gigantes, comece pela última frase da questão, bate o olho nas alternativas e leia a questão do começo

  • Essa diferenciação entre EXIGIBILIDADE e EXECUTORIEDADE, já apontada pelos colegas, é construção doutrinária do Celso Antônio Bandeira de Mello (tal autor não utiliza a expressão AUTOEXECUTORIEDADE como atributo do ato).

    Segundo o autor:

    "Graças à exigibilidade, a Administração pode valer-se de meios indiretos que induzirão o administrado a atender ao comando imperativo."

    "Graças à executoriedade, quando esta existe, a Administração pode ir além, isto é, pode satisfazer diretamente sua pretensão jurídica, compelindo materialmente o administrado, por meios próprios e sem necessidade de ordem judicial, para proceder a esta compulsão."

    Exemplo de exigibilidade: a administração intima particular para construir calçada defronte sua casa. O ato é exigível, faz surgir uma obrigação para o particular, que deve ser cumprida. Particular se recusa a cumprir -> aplica-se multa, que é um meio INDIRETO de compeli-lo a cumprir tal obrigação.

    Exemplos de executoriedade: retirada de população de prédio prestes a desabar; a demolição desse mesmo prédio; destruição de alimentos vencidos encontrados na prateleira de um mercado; demolição de obras clandestinas que coloquem em risco a segurança da população (é por isso que se a gente fizer um quebra-molas de concreto na rua da nossa casa não vai dar certo, a Administração vai lá descer a marreta).

  • Para resolver a questão, é necessário ter o entendimento que a situação narrada é realizada por meio do PODER DE POLÍCIA.

    O Poder de Policia têm como característica:

    Discricionariedade;

    Autoexecutoriedade; (GABARITO)

    Coercibilidade.

  • Autoexecutoriedade: a Administração Pública executa os atos do poder de polícia sem precisar do Poder Judiciário. (FCC: sua exequibilidade por agentes administrativos, independentemente da aquiescência de outro Poder.) Exemplo: agente de vigilância sanitária que aplica um ato de interdição de estabelecimento que estava descumprindo normas sanitárias. Ele próprio pode executar esse ato. Se o dono do estabelecimento se recusar a fechar as portas? Chama as forças policiais para obrigá-lo a fechar.

    A Administração goza de vários atos de autoexecutoriedade:

    Interdição: de fábrica, de estabelecimento comercial etc.;

    Lacre: de máquinas, de materiais;

    Remoção: órgão de trânsito que guincha um carro;

    Demolição: locais com risco de acidente/ desabamento.


ID
5604493
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

No Estado Delta, a Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis e de Cargas (DRFAC) tinha atribuição para investigar os crimes que a denominavam. Diante do aumento nas estatísticas de crimes patrimoniais de automóveis e cargas na área circunscricional daquela Unidade de Polícia Judiciária, a autoridade competente desmembrou regularmente as atividades da então DRFAC, de maneira que atualmente existem duas delegacias distintas especializadas: a Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA) e a Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC).

De acordo com a doutrina de Direito Administrativo, a providência adotada pelo Estado Delta denomina-se:

Alternativas
Comentários
  • Macete que vai ajudar fixar o conteúdo

    Desconcentração administrativa

    divisão interna

    criação de órgãos

    não possui personalidade jurídica

    tem relação de hierárquia e subordinação

    Descentralização

    Administração direta transfere para a indireta

    cria uma nova pessoa jurídica

    transferência para outra pessoa jurídica

    sem hierárquia e subordinação

    Percebe-se que a Delegacia subdividiu em órgãos internos para agilizar o serviço público, logo ocorreu a desconcentração administrativa .

    Gab: D

  • GAB: D

    Descentralização administrativa

    Ocorre por meio da criação de um novo ente ou entidade (uma nova pessoa jurídica).

    Não há hierarquia

    Desconcentração administrativa

    É uma especialização interna, dentro de uma entidade dotada de personalidade própria.

    Mesma PJ

    Hierarquia

    Descentralização por ourtoga

    Estado cria uma nova pessoa juridica, existe um controle do estado sobre entidade, mas não com base na hierarquia

  • Bem colocada pelo colega!

    Descentralização administrativa

    Ocorre por meio da criação de um novo ente ou entidade (uma nova pessoa jurídica).

    Não há hierarquia

    Desconcentração administrativa

    É uma especialização interna, dentro de uma entidade dotada de personalidade própria.

    Mesma PJ

    Hierarquia

    Descentralização por outorga

    Estado cria uma nova pessoa jurídica, existe um controle do estado sobre entidade, mas não com base na hierarquia

  • FGV sempre cobra a DescOncentraçao dessa mesma forma, muito raro ela cobrar dizendo que foi criado outro Orgao, atente-se, falou na criaçao de Delegacia ou Secretaria, sao orgaos, sem personalidade juridica.

    Gabarito: D

  • GABARITO - D

    Concentração: técnica de cumprimento de competências administrativas por meio de órgãos públicos despersonalizados e sem divisões internas.

    desconcentração:

    as atribuições são repartidas entre órgãos públicos pertencentes a uma única pessoa jurídica, mantendo a vinculação hierárquica.

    Centralização:

    técnica de cumprimento de competências administrativas por uma única pessoa jurídica governamental.

    descentralização: as competências administrativas são distribuídas a pessoas jurídicas autônomas, criadas pelo Estado para tal finalidade. Exemplos: autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista.

    --------------------------------------------------------------

    Algo que ajuda na resolução:

    DescOncentração - Criação de Órgãos

  • DesCOncentração: cria órgão público.

    Polícia Civil é um Órgão Público.

    Órgão Público, distribuição interna de competências dentro de uma Pessoa Jurídica, mas não tem Personalidade Jurídica.

  • GABARITO LETRA D

    *DESCONCENTRAÇÃO; a entidade se desmembra em órgãos, organizando em hierarquia.

    > É técnica administrativa para melhorar o desempenho.

     >Só é em uma pessoa jurídica.

    > Ocorre na administração direta e indireta.

    -----------------------------

    *ÓRGÃO; não possui personalidade jurídica, centro de competências instituído na estrutura interna da entidade.

    Exemplos: ministérios do poder executivo federal/ secretarias de estado e municípios/ departamentos ou seções de empresas públicas. Etc.

  • DESCENTRALIZAÇÃO de Autorga/ de serviço: transfere competência/titularidade e execução

  • Desconcentração = multiplicação de órgãos no âmbito de uma mesma pessoa jurídica e produz a transferência de poderes e atribuições na titularidade de um mesmo sujeito, gerando efeitos meramente internos, em virtude da partilha dos poderes e competências entre uma pluralidade de órgãos. (divisão de dentro para dentro)

    Descentralização = Criação de outras pessoas jurídicas e produz a transferência de poderes e atribuições para um sujeito de direito distinto e autônomo, acarretando a existência de um número maior de sujeitos titulares dos poderes públicos. (divisão de dentro para fora)

  • qual é o erro da Letra E?

  • Percebe-se que a Delegacia subdividiu em órgãos internos para agilizar o serviço público, logo ocorreu a desconcentração administrativa .

    Gab: D

  • Desconcentração

    Técnica administrativa de distribuição de competências dentro da mesma pessoa jurídica. Há subordinação.

     

  • Desconcentração: fenômeno de organização da administração pública de divisão interna (dentro da mesma pessoa jurídica).

    1) Cria órgãos públicos (que são unidades de atuação da administração pública sem personalidade jurídica própria).

    2) Dentro da mesma PJ (Única personalidade Jurídica - Interna)

    3) Com Subordinação/ Hierarquia (Controle Hierárquico)

    4) Pode ocorrer entidades políticas / Administrativas

  • GABARITO D

    O que o Estado Delta fez foi criar uma delegacia especializada na investigação de determinado crime, ou seja, desconcentrou o serviço dentro de um mesmo órgão. É o que a doutrina nomeia de desconcentração administrativa.

  • Grupo de Estudo para carreiras Policiais

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    RESUMOS

    SIMULADOS

    QUESTOES

  • desCONcentração

    CON hierarquia

    mesmo Orgão

  • DESCONCENTRAÇÃO

    - criação de órgãos: mediante LEI; tanto na administração pública direta quanto na indireta; (Art. 84 mediante decreto pode dispor sobre a organização da administração pública, desde que não crie nem extinga órgãos nem aumente despesas).

    - distribuição interna de COMpetencia

    - estrutura interna = relação de hierárquica

    - competência é irrenunciável, mas pode ser delegável  (competencIIIa – Irrenunciável, Imprescritível; Intransferível, Inderrogável)

    - delegação pode ocorrer mesmo quando não há relação de hierarquia. Exemplo: descentralização de serviço por outorga ou por delegação.

    - avocação: excepcional e temporária.

    - autotutela.  

    CESPE - Na administração pública, desconcentrar significa atribuir competências a órgãos de uma mesma entidade administrativa

  • A Desconcentração ocorre dentro de uma mesma pessoa jurídica, como uma técnica administrativa para distribuir internamente as competências. 

    Existem três formas distintas de desconcentração:

    • em razão da matéria: Ministério da Educação, da Saúde etc.;
    • por hierarquia (ou grau): ministérios, superintendências, delegacias, etc.;
    • territorial ou geográfica: Superintendência Regional do INSS do Norte, Superintendência Regional do INSS do Nordeste, etc. 

    GAB.D

    Fonte;Estratégia

  • GAB D

    DESCONCENTRAÇÃO/DESCENTRALIZAÇÃO

    desconcentração é uma “distribuição interna de competências, ou seja, uma distribuição de competências dentro da mesma pessoa jurídica” e se refere somente aos órgãos que fazem parte do seu corpo funcional.

    Já a descentralização é a “distribuição de competências de uma para outra pessoa, física ou jurídica”, e pode ser através de outorga legal/técnica/por serviços/funcional, quando há a transferência da titularidade e da execução do serviço público, ou por meio de delegação, que é a mera transferência da execução destes serviços.

    1. DesCOncentração --> Cria Órgãos (sem personalidade jurídica)
    2. DesCEntralização --> Cria Entidades (com personalidade jurídica)

    FONTE: MEUS RESUMOS

    OBS: VENDO MEUS RESUMOS (Whatsapp: 87996271319)

  • DESCONCENTRAÇÃO - CRIA ORGÃOS

    DESCENTRALIZAÇÃO - CRIA ENTES

  • Caça - palavras de desconcentração:

    • Dividir| distribuir , interna , melhorar a eficiência, = instituição, princípio da hierarquia , órgão
  • GABARITO "D": O processo de desconcentração na Administração Pública é entendido como um procedimento de repartição de competências dentro de uma mesma pessoa jurídica.

    DesCOncentração --> Cria Órgãos (sem personalidade jurídica)

    DesCEntralização --> Cria Entidades (com personalidade jurídica)


ID
5604496
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Antônio, delegado de polícia do Estado Gama, titular da Xª DP, ao elaborar a escala de trabalho dos agentes policiais lotados na Unidade de Polícia Judiciária sempre designava o inspetor de polícia João para as sextas, sábados e domingos, dias menos concorridos pelos servidores, haja vista que o inspetor é seu antigo desafeto. Inconformado com a perseguição, e após não obter êxito em pedido de reconsideração, João apresentou recurso administrativo hierárquico previsto na norma de regência ao secretário estadual de Polícia Civil, comprovando a retaliação praticada pelo delegado.

No caso em tela, o chefe institucional:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: B)

    "O abuso de poder tem duas espécies:

    a) excesso de poder: é verificado quando o agente atua além dos limites de sua competência, ou seja, "ou o agente invade atribuições cometidas a outro agente, ou se arroga o exercício de atividades que a lei não lhe conferiu". Por exemplo, há excesso de poder quando autoridade administrativa aplica pena de demissão e, por lei, só poderia aplicar até a de suspensão.

    b) desvio de poder ou desvio de finalidade: ocorre quando o administrador age dentro de sua competência (não extrapola), mas o faz para alcançar fim diferente do previsto, explícita ou implicitamente, na lei, ou seja, dissocia-se do interesse público. É o caso do agente que remover servidor, no interesse da administração (de ofício) para outra localidade para puni-lo e não em razão da adequação da força de trabalho ou, ainda, quando se decreta a desapropriação de imóvel em razão de utilidade pública, mas, na verdade, isso é feito para prejudicar o proprietário".

    Fonte: BORTOLETO, Leandro. Direito Administrativo para os Concursos de Analista dos Tribunais. 7ª edição. Revista, atualizada e ampliada. Salvador: JusPodivm, 2018.

  • O ato será nulo por abuso de poder na modalidade desvio de poder com vício na finalidade pois não visou o interesse público e sim o interesse pessoal do delegado de polícia .

    Gab: B

  • Abuso de poder - Uso anormal do poder por dolo ou culpa de forma desproporcional.

    Desvio de poder - Tem a competência mais não atende a finalidade do interesse público. Ex. Remover desafeto de função sem justificativa.

    Excesso de poder - Ausência de competência

  • Macetinho bom, que ajuda muito nessas questões.

    C.E.P- Competência no EXCESSO DE PODER

    F.D.P- Finalidade no DESVIO DE PODER

  • GABARITO B

    No momento em que o Delegado resolve "punir" o agente de polícia, através da prática de ato de ofício, há abuso de poder, na modalidade desvio de poder, que nada mais é do que o próprio desvio de finalidade. É, inclusive, prática comum no serviço público.

  • Gabarito letra B

    No desvio de poder o agente público, apesar de competente para praticar o ato, atua em busca de FINALIDADE DIVERSA da prevista em lei. É exatamente o exemplo da questão em tela. Veja que o chefe é competente para praticar o ato, entretanto o faz para satisfazer interesses pessoais, não buscando assim a satisfação do interesse público, logo, desvia ele da finalidade imposta pela lei.

    O conceito de desvio de finalidade encontra-se positivado na Lei da Ação Popular (Lei 4.717/1965).

    Art. 2.º São nulos os atos lesivos ao patrimônio das entidades mencionadas no artigo anterior, nos casos de: [...]. Parágrafo único. Para a conceituação dos casos de nulidade observar-se-ão as seguintes normas: [...] e) o desvio de finalidade se verifica quando o agente pratica o ato visando a fim diverso daquele previsto, explícita ou implicitamente, na regra de competência.

    VAJAMOS OUTRA QUESTÃO:

    (CESPE/TRE-BA/2017) Segundo a doutrina, ocorrerá desvio de poder se o agente praticar ato buscando alcançar fim diverso daquele determinado pela lei.

    Gabarito: Certo.

    No excesso de poder, o administrador pratica o ato SEM POSSUIR COMPETÊNCIA para tanto. Por exemplo, um delegado de polícia no curso de uma investigação criminal autoriza a interceptação de comunicações telefônicas de determinado traficante. Perceba que o delegado não poderia praticar esse ato, pois, por imposição da própria Constituição,18 apenas o juiz poderia autorizar tal medida. Logo, houve excesso de poder por parte da autoridade policial.

  • ABUSO DE PODER

    1. EXCESSO de poder → além/não atribuição (competência)
    2. DESVIO de poder → fim pessoal ou fim diverso da lei (finalidade)

    OBS.: Há abuso de poder pela omissão!

  • GABARITO LETRA B

    OBSERVA QUE O MOTIVO DE O JOÃO CAIR NOS DIAS SEXTA, SÁBADO E DOMINGO, É O FATO DE ELE SER DESAFETO DO DELEGADO, LOGO O DELEGADO É COMPETENTE PARA A ESCALA DOS SERVIDORES, MAS ESTÁ AGINDO COM DESVIO DE FINALIDADE JÁ QUE QUER PUNIR O JOÃO ESCALANDO NESSES PERÍODOS.

    --------------------------------

    ABUSO DE PODER

    * O abuso de poder é gênero que se desdobra em duas categorias, a saber:

    > Excesso de poder:

    > Desvio de poder:

    I) Excesso de poder: vício de competência ou atuação desproporcional.

    --- > O excesso de poder ocorre quando o agente atua fora dos limites das suas competências, invadindo a competência de outros agentes ou praticando atividades que não lhe foram conferidas por lei.

    > O agente é competente, mas atua de forma desproporcional.

    II)Desvio de poder: vício de finalidade (desvio de finalidade).

     --- > o desvio de poder ocorre quando o agente, embora atuando dentro dos limites de sua competência, pratica ato contrário à finalidade explícita ou implícita na lei que determinou ou autorizou a sua atuação.

  • O excesso de poder ocorre quando o agente não tem competência para exarar determinado ato, já o desvio ocorre quando o agente, embora competente, atua com finalidade diversa do ato em si.

  • B. por abuso de poder, na modalidade desvio de poder. Pois, a finalidade é o interesse público e não o particular.

  • Gabarito: Letra B.

    Resumo da ópera: não pode colocar o coleguinha em uma escala de trabalho "mais sugada" ou mandar o coleguinha lá para a "baixa da égua" [remoção como forma de punição] só porque, como diria o filósofo Quico "não vai com a cara".

    Portanto, tem-se no caso em tela um claro excesso de poder na modalidade desvio de poder, haja vista que o servidor agiu com finalidade diversa da almejada pela lei.

    __

    Adicionando, com relação ao recurso manejado pelo servidor atingido pela ilegalidade do ato, temos a figura do recurso hierárquico próprio, pois foi dirigido à autoridade imediatamente superior, dentro do mesmo órgão em que o ato foi praticado.

    __

    Fonte/Base: Antônio Daud (Estratégia Concursos)

    __

    Equívocos, reportem. Sigamos!

  • Excedeu o poder : vício na competência

    Desvio o poder: vício na finalidade

  • Grupo de Estudo para carreiras Policiais

    Quem Quiser me chama no whatsapp 041 87 9 9658 5302

    Grupo com focos para pessoas que querem realmente realizar os seus objetivos e serem Aprovados

    RESUMOS

    SIMULADOS

    QUESTOES

  • Parte importante

    "comprovando a retaliação praticada pelo delegado."

  • COM RELAÇÃO AO DESVIO DE FINALIDADE:

    O elemento finalidade tem dois sentidos:

    •        Sentido amplo: interesse público. (Essa é a finalidade de todos os atos em sentido amplo).

    •        Sentido estrito: objetivo descrito pela lei. (Se a AP faz o que a lei manda, a lei descreve o ato, logo define a finalidade do ato. Ex.: remoção de servidor, finalidade: atender a necessidade do serviço público.)

     

    Exemplo n. 1: demissão:

    •        Sentido amplo: interesse público.

    •        Sentido estrito: punir o servidor que cometeu falta grave.

    Exemplo n. 2: tombamento:

    •        Sentido amplo: interesse público.

    •        Sentido estrito: conservar o patrimônio.

     

    Logo, pode ocorrer desvio de finalidade no interesse público (sentido amplo) ou no objetivo que a lei descreve (sentifo estrito). Exemplos:

    •        A construção de um aeroporto por um Governador em uma propriedade de sua família atende à finalidade em sentido estrito (utilidade pública), mas atenta contra a finalidade em sentido amplo (interesse público). Desvio da finalidade em sentido amplo.

    •        A lei descreveu a remoção “ex officio” para atender a necessidade do serviço público. A autoridade usa a remoção “ex officio” para punir um servidor que cometeu falta grave. Está atendida a finalidade em sentido amplo, no caso daquele lugar realmente precisar de servidores, pois satisfeito o interesse público, mas a finalidade estrita da lei, não era punição e sim atender a necessidade do serviço público. Desvio da finalidade em sentido estrito.

  • Gab B

    C.E.P- Competência no EXCESSO DE PODER

    F.D.P- Finalidade no DESVIO DE PODER

  • MOTIVO X FINALIDADE:

    • MOTIVO = É aquilo que levou à prática do ato administrativo. Logo, na dissolução de uma passeata tumultuosa, por exemplo, o motivo do ato administrativo é o tumulto. No fechamento de uma fábrica poluente, o motivo é a poluição.
    • FINALIDADE = é o que será protegido com a prática do ato administrativo, isto é, o bem jurídico tutelado. Nesse sentido, ao fechar a fábrica poluente, a finalidade é a proteção do meio ambiente. Ao dissolver a passeata tumultuosa, a finalidade é a segurança e, eventualmente, a proteção do patrimônio.
  • O delegado agiu dentro de sua competência - não há excesso de poder.

    A finalidade do ato é diverso do devido - houve desvio de poder.

  • Sempre que o agente dentro de suas atribuições usa-las para punir, dificultar, o famoso "atrasa lado", ou beneficiar por motivo próprio é desvio de finalidade do poder. não foi para isso que lhe foi conferido o cargo e sim para servir a população.

  • GABARITO - B

    Lembre-se:

    No DESVIO DE PODER - O AGENTE AGE COM UMA FINALIDADE DIVERSA A DO ATO.

    FDP - Finalidade / Desvio de Poder

    No Excesso de Poder - AGE ALÉM DE SUAS COMPETÊNCIAS

    CEP - Competência / Excesso de Poder

  • GABARITO: B

    ABUSO DE PODER

    • EXCESSO DE PODER: Vício de COMPETÊNCIA (CEP). Extrapola os limites, vício sanável.
    • DESVIO DE PODER: Vício de FINALIDADE (FDP). Finalidade diversa, vício insanável.
  • EXCESSO DE PODER>>> Vício de Competência

    DESVIO DE PODER/FINALIDADE>>> Vício de finalidade

  • GAB B

    ABUSO DE PODER é quando a autoridade, ao exercer o poder, ultrapasse os limites de sua competência ou o utilize para fins diversos do interesse público.

    O ABUSO DE PODER SE DIVIDE EM DUAS ESPÉCIES:

    1. DESVIO DE PODER (OU DESVIO DE FINALIDADE): Ocorre quando a autoridade pratica um ato que é de sua competência, mas o utiliza para uma finalidade diversa da prevista ou contrária ao interesse público.
    2. EXCESSO DE PODER: Ocorre quando a autoridade atua extrapolando os limites da sua competência;

    Abuso de Poder é o GÊNERO e compreende duas ESPÉCIES:

    1. Desvio de Poder ------------> Atua com desvio de FINALIDADE.
    2. Excesso de Poder ----------> Atua fora dos limites da sua COMPETÊNCIA.

    FONTE: MEUS RESUMOS

    OBS: VENDO MEUS RESUMOS (Whatsapp: 87996271319)


ID
5604499
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O delegado de Polícia Civil do Estado Alfa Carlos acabou de assumir a titularidade da Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e à Juventude. Com o objetivo de angariar a simpatia dos agentes policiais lotados na Unidade de Polícia Judiciária, o delegado Carlos baixou ordem de serviço extinguindo o plantão na delegacia e determinando que os casos de urgência fora do expediente da DP fossem atendidos na delegacia comum mais próxima. O Ministério Público ajuizou ação civil pública pleiteando o retorno do plantão de 24 horas na Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e à Juventude, a fim de que todos os menores apreendidos em flagrante de ato infracional sejam ouvidos e atendidos na referida instituição, impedindo que sejam colocados em ambiente carcerário constituído para imputáveis, em concomitância com presos maiores. Além da comprovação de que normas constitucionais e convencionais foram violadas, o Ministério Público ressaltou que o Estatuto da Criança e do Adolescente dispõe que “havendo repartição policial especializada para atendimento de adolescente e em se tratando de ato infracional praticado em coautoria com maior, prevalecerá a atribuição da repartição especializada, que, após as providências necessárias e conforme o caso, encaminhará o adulto à repartição policial própria”.


De acordo com jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, a pretensão ministerial: 

Alternativas
Comentários
  • Gab: LETRA E.

    A questão já nos ajudou imensamente, colocando o exato teor do ECA. Questão bem objetiva.

  • "Ao Poder Judiciário é vedado apreciar, no exercício do controle jurisdicional, o mérito dos atos administrativos. Cabe-lhe examiná-los, tão-somente, sob o prisma da legalidade."

  • Lembre-se que:

    • Autotutela: Merito + Legalidade
    • Judiciario: Legalidade

    Gabarito: E

  • Atenção a um ponto explorado:

    O judiciário pode analisar o mérito do ato ?

    NÃO

    E o motivo ele pode analisar ??

    SIM

    Não confundam >> '' mérito administrativo é a análise da oportunidade e da conveniência ao praticar o ato. O motivo não se confunde com a motivação. Esta é a série de motivos externados que justificam a realização de determinado ato.''

    GAB LETRA E

  • GABARITO - E

    O Controle do poder Judiciário:

    I) Não alcança o Mérito do ato administrativo, todavia , abarca os LIMITES DO MÉRITO ADMINISTRATIVO.

    II) Se restringe à legalidade dos atos.

    (Na questão em tela )

    III) O Judiciário revoga atos administrativos PRATICADOS POR ELE MESMO EM FUNÇÃO ATÍPICA DE ADMINISTRAÇÃO.

  • GAB: E REsp 1612931/MS “De fato, o exercício do poder discricionário encontra limites na lei, não podendo a Administração agir fora de suas disposições e previsões. Na espécie, há efetivo descumprimento da obrigatoriedade da especialização da polícia responsável pela apreensão e cautela do menor infrator. Se não total, ao menos parcial, para aqueles que são recolhidos fora do horário de expediente da repartição especial”, concluiu o ministro, ao dar provimento ao recurso do Ministério Público. Caso concreto: https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias-antigas/2017/2017-07-24_07-57_Delegacia-de-atendimento-a-infancia-de-Campo-Grande-devera-funcionar-24-horas.aspx
  • Judiciário pode determinar que Estado implemente plantão em Delegacia de Atendimento ao adolescente infrator. (REsp 1612931/MS, Rel. Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO, PRIMEIRA TURMA, julgado em 20/06/2017, DJe 07/08/2017 - info 609/STJ). Fonte: DoD.

    A discricionariedade da Administração Pública não é absoluta, sendo certo que os seus desvios podem e devem ser submetidos à apreciação do Poder Judiciário, a quem cabe o controle de sua legalidade, bem como dos motivos e da finalidade dos atos praticados sob o seu manto. Precedentes: AgRg no REsp. 1.087.443/SC, Rel. Min.

    MARCO AURÉLIO BELLIZZE, DJe 11.6.2013; AgRg no REsp. 1.280.729/RJ, Rel. Min. HUMBERTO MARTINS, DJe 19.4.2012.

  • Só por questão de complemento, é importante ressaltar que: Ministério Público, não faz parte de nenhum dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e tem independência funcional assegurada pela Constituição Federal.

  • A) Houve violação de direitos fundamentais de crianças e adolescentes apreendidos. Portanto -art. 1º da Lei nº 7.347/85, a ação civil pública será cabível contra os danos materiais e morais causados:

    IV – a qualquer outro interesse difuso ou coletivo. 

    B) Art. 5º da Lei nº 7.347/85, podem propor a ação civil pública e a respectiva ação cautelar:

    I- O Ministério Público;

    C) A discricionariedade atua quando a lei expressamente permite ao caso; quando a lei é omissa diante de uma situação; ou quando a lei estabelece a determinado agente a competência da decisão, mas não estabelece a forma ou a conduta a ser observada (DI PIETRO, 2017). - O ato administrativo do delegado violou a legalidade do art. 172 do ECA.

    D) O Judiciário só pode analisar questões que recaiam na legalidade, moralidade e razoabilidade, não intervindo no mérito administrativo.

    E) CORRETA

  • Judiciário pode determinar que Estado implemente plantão em Delegacia de Atendimento ao adolescente infrator (REsp 1.612.931)

  • AÇÃO CIVIL PÚBLICA, A QUE SE PRESTA:

    Lei n 7.347, de 24 de julho de 1985.

    Art. 1º Regem-se pelas disposições desta Lei, sem prejuízo da ação popular, as ações de responsabilidade por danos morais e patrimoniais causados:      (Redação dada pela Lei nº 12.529, de 2011).

    l - ao meio-ambiente;

    ll - ao consumidor;

    III – a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico;

    IV - a qualquer outro interesse difuso ou coletivo.

    V - por infração da ordem econômica;

    VI - à ordem urbanística.

    VII – à honra e à dignidade de grupos raciais, étnicos ou religiosos.

    VIII – ao patrimônio público e social. 

    ROL DE LEGITIMADOS:

    Art. 5º Têm legitimidade para propor a ação principal e a ação cautelar:

    I - o Ministério Público;

    II - a Defensoria Pública; 

    III - a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios; 

    IV - a autarquia, empresa pública, fundação ou sociedade de economia mista;

    V - a associação que, concomitantemente:

    a) esteja constituída há pelo menos 1 (um) ano nos termos da lei civil; 

    b) inclua, entre suas finalidades institucionais, a proteção ao patrimônio público e social, ao meio ambiente, ao consumidor, à ordem econômica, à livre concorrência, aos direitos de grupos raciais, étnicos ou religiosos ou ao patrimônio artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico.

  • Gabarito: E.

    Essa questão aí só tem tamanho!

  • GABARITO LETRA E

    PODERES DA ADMINISTRAÇÃO

    Acerca dos poderes vinculado e discricionário.

    Poder vinculado: prática de atos vinculados.

    > É mais um dever que uma prerrogativa.

    -------------------------------

    Poder discricionário: a administração tem Prerrogativa para praticar atos discricionários.

    > Admite juízo de conveniência e oportunidade (mérito administrativo).

     > A margem de escolha é restrita aos limites da lei

    > Deve observar os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade.

     

    --- >Controle judicial dos atos discricionários incide apenas sobre os aspectos vinculados do ato (competência, finalidade e forma). CASO DA QUESTÃO.

    >O Judiciário não pode aferir os critérios administrativos (conveniência e oportunidade) quando estes estiverem de acordo com a lei.

     

  • A jurisprudência do STF entende que o Poder Judiciário, em situações excepcionais, pode determinar que a Administração Pública adote medidas assecuratórias de direitos constitucionalmente reconhecidos como essenciais, sem que isso configure violação do princípio da separação de Poderes (STF. 1ª Turma. ARE 886710 AgR, Rel. Min. Rosa Weber, julgado em 03/11/2015).

  • No caso em tela não se trata sequer de ato discricionário, mas de anarquia/arbitrariedade.

  • Gabarito: Letra E.

    Revisando pontos relevantes...

    • O delegado de Polícia Civil do Estado Alfa Carlos acabou de assumir a titularidade da Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e à Juventude. Com o objetivo de angariar a simpatia dos agentes policiais lotados na Unidade de Polícia Judiciária... Pode isso Arnaldo? Não. rs

    Nesse ponto, não seria exagero falar de abuso de poder na modalidade desvio de poder, haja vista que o agente público agiu com finalidade diversa daquela prevista em lei. Outro exemplo bastante explorado é o caso de remoção de servidor como forma de punição.

    • O Ministério Público ajuizou ação civil pública... O MP pode ajuizar Ação Civil Pública? Claro que pode. Essa, inclusive, é uma de suas competências constitucionais.

    Art. 129. São funções institucionais do Ministério Público:

    III — promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos;

    Portanto, a ação do MP mostra-se legítima e merece prosperar, conforme ressaltado na alternativa E.

    __

    Ademais, é importante ressaltar que o poder discricionário não é uma espécie de "carta branca" para o agente público fazer o que "der na telha". A própria lei é uma baliza para a discricionariedade.

    __

    Sigamos!

  • Gabarito E

    visto que o delegado agiu com objetivo de ganhar simpatia

    e ação civil publica faz parte das funções do MP

  • Judiciário não faz análise de mérito administrativo. Gab E
  • INFO 609 STJ > A decisão judicial que impõe à Administração Pública o restabelecimento do plantão de 24 horas em Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e à Juventude não constitui abuso de poder, tampouco extrapola o controle do mérito administrativo pelo Poder Judiciário.

  • "JUDICIÁRIO PODE DETERMINAR QUE ESTADO IMPLEMENTE PLANTÃO EM DELEGACIA DE ATENDIMENTO AO ADOLESCENTE INFRATOR. A decisão judicial que impõe à Administração Pública o restabelecimento do plantão 24 horas em Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e à Juventude não constitui abuso de poder, tampouco extrapola o controle do mérito administrativo pelo Poder Judiciário. (STJ 1ª Turma. REsp 1.612.931-MS, Rel. Min. Napoleão Nunes Maia Filho, julgado em 20/06/2017. INFO 609)"

    Fonte: DIZER O DIREITO

  • errei pois vi na aula que para ter o uso do poder discricionário deveria estar sempre dentro da lei, e utilizando a lei iria escolher "A" ou "B"...caso contrário, escolhendo "C" seria arbitrariedade. Então deveria ter dito arbitrariedade e não "uso do poder discricionário". Mas vida que segue.

ID
5604502
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O Sindicato dos Policiais Civis do Estado Gama convocou assembleia extraordinária para discussão e deliberação sobre início de greve da categoria, diante da falta de recomposição salarial dos policiais. Iniciada a reunião, o presidente do sindicato informou aos policiais que a Constituição da República de 1988 assegura o direito de greve aos servidores públicos.

O inspetor de polícia Jorge, líder nato da categoria e especialista em direitos dos servidores públicos, pediu a palavra e expôs a seus colegas que, no caso concreto, o Supremo Tribunal Federal tem jurisprudência no sentido de que o exercício de greve pela Polícia Civil é: 

Alternativas
Comentários
  • Gabarito apontado pela banca: LETRA E.

    Eu entendi a sacanagem (e baita de uma sacanagem, diga-se de passagem). Depois de ver com os olhos mais maliciosos possíveis e fazer consulta no vade mecum, é o seguinte:

    A CF não veda expressamente o direito de greve aos policiais civis (ainda que esse direito também seja vedado a esses servidores, segundo entendimento já pacificado no STF). Isso ocorre porque o STF, utilizando da interpretação teleológica, combinando alguns dispositivos da CF e da hermenêutica constitucional etc., firmou essa decisão.

    Bastante juridiquês, mas a questão pediu. É isso.

    Coloco a decisão correlata, do STF, que certamente serviu de base para formular a presente questão.

    Ementa: CONSTITUCIONAL. GARANTIA DA SEGURANÇA INTERNA, ORDEM PÚBLICA E PAZ SOCIAL. INTERPRETAÇÃO TELEOLÓGICA DOS ART. 9º, § 1º, ART. 37, VII, E ART. 144, DA CF. VEDAÇÃO ABSOLUTA AO EXERCÍCIO DO DIREITO DE GREVE AOS SERVIDORES PÚBLICOS INTEGRANTES DAS CARREIRAS DE SEGURANÇA PÚBLICA. 1.A atividade policial é carreira de Estado imprescindível a manutenção da normalidade democrática, sendo impossível sua complementação ou substituição pela atividade privada. A carreira policial é o braço armado do Estado, responsável pela garantia da segurança interna, ordem pública e paz social. E o Estado não faz greve. O Estado em greve é anárquico. A Constituição Federal não permite. 2.Aparente colisão de direitos. Prevalência do interesse público e social na manutenção da segurança interna, da ordem pública e da paz social sobre o interesse individual de determinada categoria de servidores públicos. Impossibilidade absoluta do exercício do direito de greve às carreiras policiais. Interpretação teleológica do texto constitucional, em especial dos artigos 9º, § 1º, 37, VII e 144. 3.Recurso provido, com afirmação de tese de repercussão geral: “1 - O exercício do direito de greve, sob qualquer forma ou modalidade, é vedado aos policiais civis e a todos os servidores públicos que atuem diretamente na área de segurança pública. 2 - É obrigatória a participação do Poder Público em mediação instaurada pelos órgãos classistas das carreiras de segurança pública, nos termos do art. 165 do Código de Processo Civil, para vocalização dos interesses da categoria.

    (ARE 654432, Relator(a): Min. EDSON FACHIN, Relator(a) p/ Acórdão: Min. ALEXANDRE DE MORAES, Tribunal Pleno, julgado em 05/04/2017, PROCESSO ELETRÔNICO DJe-114 DIVULG 08-06-2018 PUBLIC 11-06-2018)

    É sacanagem...

  • O que me ajudou na prova foi lembrar que não há vedação expressa na CF à greve das policias civis. Quanto à jurisprudência citada na alternativa B, lembrei que não fazia menção à Polícia Civil. Na verdade, o julgado menciona a jurisprudência citada pelo colega, dizendo que não se estende a ela.

    4. Fixada a seguinte tese de repercussão geral: “A administração pública deve proceder ao desconto dos dias de paralisação decorrentes do exercício do direito de greve pelos servidores públicos, em virtude da suspensão do vínculo funcional que dela decorre, permitida a compensação em caso de acordo. O desconto será, contudo, incabível se ficar demonstrado que a greve foi provocada por conduta ilícita do Poder Público”. RE 693456 / RJ

  • Gab: E

    Apesar de não haver uma proibição expressa na CF/88, o STF decidiu que os policiais civis não podem fazer greve. Aliás, o Supremo foi além e afirmou que nenhum servidor público que trabalhe diretamente na área da segurança pública pode fazer greve.

    Veja a tese que foi fixada pelo STF:

    O exercício do direito de greve, sob qualquer forma ou modalidade, é vedado aos policiais civis e a todos os servidores públicos que atuem diretamente na área de segurança pública. STF. Plenário. , Rel. Orig. Min. Edson Fachin, red. P/ o ac. Min. Alexandre de Moraes, julgado em 5/4/2017 (repercussão geral) (Info 860).

    Fonte:

  • eu não lembrava dessa questão , errei na prova e errei agora de novo , caindo na pegadinha da CF vedar o direito de greve a segurança e a saúde , a CF não veda .

  • (E)

    Outras que ajudam a responder

    (CESPE-PCDF-21)O exercício do direito de greve é vedado aos policiais civis que atuem diretamente na área de segurança pública.(C)

    (CESPE-PC-AL-21)O exercício do direito de greve por policiais civis somente é aceito pela CF quando comprovadamente não houver prejuízo para a segurança pública.(ERRADO)

  • Pessoal, as bancas adoram pegar nesse ponto.

    Alguns adendos:

    A CF/88 não veda a greve aos PC's.

    Quem veda ????

    STF ( ARE 654432)

    GAB LETRA E

  • Lembrando que, a CF/88 veda expressamente a greve aos policiais militares, nos termos do art. 142, inciso IV: ao militar são proibidas a sindicalização e a greve.

    Contudo, para o STF, os servidores que atuam diretamente na área de segurança pública não podem entrar em greve. Isso porque desempenham atividade essencial à manutenção da ordem pública.

    A decisão engloba todas as forças policiais, sejam elas, civis, federais e rodoviárias, além do Corpo de Bombeiros, que tem caráter militar. Apesar da proibição de greve, essas carreiras mantêm o direito de se sindicalizar.

    Fonte: https://www.conjur.com.br/2017-abr-05/stf-proibe-greve-servidor-ligado-seguranca-publica

  • não sei se todo mundo sabe, mas se você abrir a lei no site do planalto e clicar na balança que fica ao lado do artigo, vc vai pro site do STF ler a jurisprudência relacionada.

    Fazendo isso li: "O exercício do direito de greve, sob qualquer forma ou modalidade, é vedado aos policiais civis e a todos os servidores públicos que atuem diretamente na área de segurança pública."

    o link é: https://constituicao.stf.jus.br/dispositivo/cf-88-parte-1-titulo-2-capitulo-2-artigo-9

  • P/ ACRESCENTAR:

    1.  Os servidores que atuam diretamente na área de segurança pública não podem entrar em greve. Isso porque desempenham atividade essencial à manutenção da ordem pública.
    • Militares : Ñ PODEM GREVE E nem SINDICALIZAÇÃO
    • Civis: NÃO PODEM GREVE MAS PODEM SINDICALIZAÇÃO

    A vedação absoluta ao direito de greve dos integrantes das carreiras da segurança pública é compatível com o princípio da isonomia, segundo o STF.

    GAB: E

  • GAB: E

     "...o exercício do direito de greve, sob qualquer forma ou modalidade, é vedado aos policiais civis e a todos os servidores públicos que atuem diretamente na área de segurança pública. "

    STF, Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) 654432.

  • O exercício do direito de greve, sob qualquer forma ou modalidade, é vedado aos policiais civis e a todos os servidores públicos que atuem diretamente na área de segurança pública.

    É obrigatória a participação do Poder Público em mediação instaurada pelos órgãos classistas das carreiras de segurança pública, nos termos do art. 165 do CPC, para vocalização dos interesses da categoria.

    STF. Plenário. ARE 654432/GO, Rel. orig. Min. Edson Fachin, red. p/ o ac. Min. Alexandre de Moraes, julgado em 5/4/2017 (repercussão geral) (Info 860).

  • Onde aparece GREVE na CF?

    Art. 9º É assegurado o direito de GREVE, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender.

    Art. 37. VII - o direito de GREVE será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica; 

    Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar:  II as ações que envolvam exercício do direito de GREVE;  

    Obs.: em relação a abusividade é competente a justiça comum.

    Art. 114. § 3º Em caso de GREVE em atividade essencial, com possibilidade de lesão do interesse público, o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo, competindo à Justiça do Trabalho decidir o conflito. 

    Art. 142. IV - ao militar são proibidas a sindicalização e a GREVE;  

    O exercício do direito de greve, sob qualquer forma ou modalidade, é vedado aos policiais civis e a todos os servidores públicos que atuem diretamente na área de segurança pública. É obrigatória a participação do Poder Público em mediação instaurada pelos órgãos classistas das carreiras de segurança pública, nos termos do art. 165 do CPC, para vocalização dos interesses da categoria. STF. Plenário. ARE 654432/GO, Rel. orig. Min. Edson Fachin, red. p/ o ac. Min. Alexandre de Moraes, julgado em 5/4/2017 (repercussão geral) (Info 860).

    A cada dia produtivo, um degrau subido. HCCB ®

    CONSTÂNCIA!!

  • Os policiais militares podem fazer greve?

    NÃO. A CF/88 proíbe expressamente que os Policiais Militares, Bombeiros Militares e militares das Forças Armadas façam greve (art. 142, 3º, IV c/c art. 42, § 1º).

    O art. 142, § 3º, IV, da CF/88 não menciona os policiais civis. Em verdade, não existe nenhum dispositivo na Constituição que proíba expressamente os policiais civis de fazerem greve. Diante disso, indaga-se: os policiais civis possuem direito de greve?

    NÃO. Apesar de não haver uma proibição expressa na CF/88, o STF decidiu que os policiais civis não podem fazer greve. Aliás, o Supremo foi além e afirmou que nenhum servidor público que trabalhe diretamente na área da segurança pública pode fazer greve.

    Veja a tese que foi fixada pelo STF:

    O exercício do direito de greve, sob qualquer forma ou modalidade, é vedado aos policiais civis e a todos os servidores públicos que atuem diretamente na área de segurança pública.

    STF. Plenário. ARE 654432/GO, Rel. orig. Min. Edson Fachin, red. p/ o ac. Min. Alexandre de Moraes, julgado em 5/4/2017 (repercussão geral) (Info 860).

    Carreira policial é carreira de Estado, essencial para a segurança pública

    A carreira policial, disciplinada pelo art. 144 da CF/88, tem como função exercer a segurança pública, garantindo a “preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

    A carreira policial é o braço armado do Estado para realizar a segurança pública e as Forças Armadas são o braço armado do Estado para garantir a segurança nacional.

    Diante da relevância de suas funções e considerando que se trata de uma atividade que não pode ser exercida pela iniciativa privada, considera-se que a atividade policial é uma "carreira de Estado".

    A atividade policial diferencia-se, contudo, de outras atividades essenciais, como educação e saúde, porque ela não pode ser exercida por particulares.

    A segurança pública é, portanto, atividade privativa do Estado.

    Vale ressaltar que, diante de suas peculiaridades, a Constituição disciplinou as carreiras policiais de forma diferenciada, tratando delas em um capítulo específico, distinto do capítulo dos servidores públicos.

    Direito de greve é incompatível com a carreira policial

    Não é possível compatibilizar que o braço armado do Estado faça greve porque isso colocaria em risco a segurança pública, a ordem e a paz social.

    Os integrantes das carreiras policiais possuem o dever de fazer intervenções e prisões em flagrante, sendo isso inconciliável com o exercício da greve.

    Como já afirmado, não há possibilidade de nenhum outro órgão da iniciativa privada suprir a atividade policial. Se esta entra em greve, não há como sua função ser substituída.

    Vale ressaltar que a atividade policial, além de ser importantíssima por si só, se for paralisada, afetará também as atribuições do Ministério Público e do próprio Poder Judiciário.

    https://www.dizerodireito.com.br/2017/05/policiais-sao-proibidos-de-fazer-greve.html

  • O que a CF proíbe EXPRESSAMENTE é a greve dos militares!!!! (policiais militares, bombeiros militares e militares das forças armadas). (art. 142, 3º, IV c/c art. 42, § 1º)

    Art. 142. IV - ao militar são proibidas a sindicalização e a GREVE;

    Informativo - STF 860 - Os servidores que atuam diretamente na área de segurança pública não podem entrar em greve. Isso porque desempenham atividade essencial à manutenção da ordem pública.

    O STF estendeu a proibição de greve a todos os servidores que atuam diretamente na segurança pública. Não fez isso por analogia, mas por Interpretação teleológica (busca da finalidade) do texto constitucional, em especial dos artigos 9º, § 1º, 37, VII e 144, como o colega já trouxe em outro comentário.

    "Prevalência do interesse público e social na manutenção da segurança interna, da ordem pública e da paz social sobre o interesse individual de determinada categoria de servidores públicos."

  • GABARITO E

    Apesar disso, nesse exato momento, a grande maioria do efetivo policial do Estado de Minas Gerais encontra-se em "greve" (PC, PM, PP e CBM).

    Policiais Militares podem fazer greve? No papel não, é vedado na própria Constituição Federal, mas na prática fazem (operação tartaruga, por exemplo, ou outras paralisações graves como já ocorreu na PMES e na PMCE).

    Policiais Federais, Civis e Penais podem fazer greve? Também não, devido à decisão do STF, que vedou a paralisação dos chamados "Agentes Públicos Armados" (PF, PRF, PC, PM, PP, CBM e Guardas Municipais), mas na prática fazem sim.

    Na prova de concurso ou no papel: agentes da segurança pública não podem exercer o direito de greve.

    Na prática: agentes da segurança pública fazem greve "na marra".

  • não marquei a letra E por causa dessa " manutenção da segurança interna"

  • Essa questao teve recurso com certeza !!!!!!!!!

  • O que ocorreu aqui em Minas, se não engano, não foi tecnicamente uma greve, foi apenas uma manifestação pacífica das polícias civil e militar.

    Créditos: SARA Rufato

    Infelizmente no Brasil temos igualdade nas obrigações e exclusão nos direitos. No momento que extirpam o direito de uma categoria (greve de policiais) estes trabalhadores não podem ser tratados igualmente com relação a qualquer outra categoria. Pois retiraram o único poder coercitivo que um trabalhador tem em face do seu empregador, no caso presente o ESTADO. Expressar indignação com baixos salários, falta de estrutura, abandono, sem parar de trabalhar, nao é greve!!! Só falta proibirem de abrir a boca!!! Parabéns SARA

  • A CF expressamente veda tal direito aos policiais miliares e civis;  NÃO

    A CF apenas para militares faz tal vedação.

  • Existe posição sobre a greve dos servidores da saúde?

  • Gab: E

    Apesar de não haver uma proibição expressa na CF/88, o STF decidiu que os policiais civis não podem fazer greve. Aliás, o Supremo foi além e afirmou que nenhum servidor público que trabalhe diretamente na área da segurança pública pode fazer greve.

  • GABARITO: E!

    De acordo com o art. 37, inciso VII, da Constituição Federal, o servidor público civil tem o direito de greve. Considerando somente este dispositivo, constata-se a licitude do exercício do direito de greve por policiais civis.

    Contudo, o Supremo Tribunal Federal entende que ''o exercício do direito de greve, sob qualquer forma ou modalidade, é vedado aos policiais civis e a todos os servidores públicos que atuem diretamente na área de segurança pública'' (ARE 654432, Rel. Min. Edson Fachin, Rel. p/ Acórdão Min. Alexandre de Moraes, Tribunal Pleno, julgado em 05-04-2017).

    Sendo assim, é ilícito o exercício do direito de greve por policiais civis e quaisquer outros servidores públicos atuantes diretos na área de segurança pública.

  • Todo mundo respondeu o porquê da letra C estar errada, mas não vi nenhum comentário explicando o porquê da Letra E estar correta...

  • Só para fins de complementação do estudo, a Lei nº 7.783/89 dispõe sobre greve em atividades essenciais ( área privada).

    Art. 10 São considerados serviços ou atividades essenciais:

    I - tratamento e abastecimento de água; produção e distribuição de energia elétrica, gás e combustíveis;

    II - assistência médica e hospitalar;

    III - distribuição e comercialização de medicamentos e alimentos;

    IV - funerários;

    V - transporte coletivo;

    VI - captação e tratamento de esgoto e lixo;

    VII - telecomunicações;

    VIII - guarda, uso e controle de substâncias radioativas, equipamentos e materiais nucleares;

    IX - processamento de dados ligados a serviços essenciais;

    X - controle de tráfego aéreo;

    X - controle de tráfego aéreo e navegação aérea; e                                    

    X - controle de tráfego aéreo;

    X - controle de tráfego aéreo e navegação aérea; e      

    X - controle de tráfego aéreo e navegação aérea;  

    XI compensação bancária.

    XII - atividades médico-periciais relacionadas com o regime geral de previdência social e a assistência social;            

    XIII - atividades médico-periciais relacionadas com a caracterização do impedimento físico, mental, intelectual ou sensorial da pessoa com deficiência, por meio da integração de equipes multiprofissionais e interdisciplinares, para fins de reconhecimento de direitos previstos em lei, em especial na  e             

    XIV - outras prestações médico-periciais da carreira de Perito Médico Federal indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade.     

    XV - atividades portuárias.       

    XV - atividades portuárias.

  • ah FGV bandida!

  • Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:

    VII - o direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica;

    O STF decidiu que, mesmo sem ter sido ainda editada a lei de que trata o art. 37, VII, da CF/88, os servidores públicos podem fazer greve, devendo ser aplicadas as leis que regulamentam a greve para os trabalhadores da iniciativa privada (Lei nº 7.701/88 e Lei nº 7.783/89). Nesse sentido: STF. Plenário. MI 708, Rel. Min. Gilmar Mendes, julgado em 25/10/2007

    Administração Pública deverá descontar da remuneração os dias em que eles ficaram sem trabalhar?

    • Regra: SIM. Em regra, a Administração Pública deve fazer o desconto dos dias de paralisação decorrentes do exercício do direito de greve pelos servidores públicos.

    • Exceção: não poderá ser feito o desconto se ficar demonstrado que a greve foi provocada por conduta ilícita do Poder Público. - STF. Plenário. RE 693456/RJ, Rel. Min. Dias Toffoli, julgado em 27/10/2016 (repercussão geral) (Info 845).

    A CF/88 proíbe expressamente que os Policiais Militares, Bombeiros Militares e militares das Forças Armadas façam greve (art. 142, 3º, IV c/c art. 42, § 1º).

    O art. 142, § 3º, IV, da CF/88 não menciona os policiais civis!!!

    O exercício do direito de greve, sob qualquer forma ou modalidade, é vedado aos policiais civis e a todos os servidores públicos que atuem diretamente na área de segurança pública. STF. Plenário. ARE 654432/GO, Rel. orig. Min. Edson Fachin, red. p/ o ac. Min. Alexandre de Moraes, julgado em 5/4/2017 (repercussão geral) (Info 860).

    Carreira policial é carreira de Estado, essencial para a segurança pública: disciplinada pelo art. 144 da CF/88, tem como função exercer a segurança pública, garantindo a “preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. A atividade policial diferencia-se, contudo, de outras atividades essenciais, como educação e saúde, porque ela não pode ser exercida por particulares. A segurança pública é, portanto, atividade privativa do Estado.

    Além dos policiais civis, os policiais federais também estão proibidos de fazer greve?

    SIM. O STF entendeu que o exercício de greve é vedado a todas as carreiras policiais previstas no art. 144, ou seja, não podem fazer greve os integrantes da:

    ·       Polícia Federal;

    ·       Polícia Rodoviária Federal;

    ·       Polícia Ferroviária Federal;

    ·       Polícia Civil;

    ·       Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros militar.

  • (...continuando)

    STF afirmou, como alternativa, que o sindicato dos policiais possa acionar o Poder Judiciário para que seja feita mediação com o Poder Público, nos termos do art. 165 do CPC:

    Art. 165. Os tribunais criarão centros judiciários de solução consensual de conflitos, responsáveis pela realização de sessões e audiências de conciliação e mediação e pelo desenvolvimento de programas destinados a auxiliar, orientar e estimular a autocomposição.

    Nesta mediação, os integrantes das carreiras policiais serão representados pelos respectivos órgãos classistas (ex: sindicatos, no caso de polícia civil, federal etc.; associações, no caso de polícia militar) e o Poder Público é obrigado a participar.

    Sobre este tópico, o STF fixou a seguinte tese:

    É obrigatória a participação do Poder Público em mediação instaurada pelos órgãos classistas das carreiras de segurança pública, nos termos do art. 165 do CPC, para vocalização dos interesses da categoria.

    STF. Plenário. ARE 654432/GO, Rel. orig. Min. Edson Fachin, red. p/ o ac. Min. Alexandre de Moraes, julgado em 5/4/2017 (repercussão geral) (Info 860).


ID
5604505
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

João está prestando concurso público para o cargo de inspetor de Polícia Civil do Estado Beta e foi aprovado na primeira etapa, consistente na prova de conhecimentos. Não obstante entenda que havia se saído bem na prova de capacidade física, João se surpreendeu com sua eliminação nessa segunda etapa, conforme publicação no Diário Oficial do resultado, em ato subscrito pelo subsecretário estadual de Polícia Civil. Sabe-se que as normas de regência do Estado Beta estabelecem que é competente, de forma não exclusiva, para presidir a comissão do concurso o secretário estadual de Polícia Civil que, no caso concreto, delegou a presidência do certame ao subsecretário da pasta.

Inconformado com sua eliminação do concurso público, João deve impetrar mandado de segurança em face do:

Alternativas
Comentários
  • O mandado de segurança deve ser impetrado em face do subsecretário estadual de polícia civil, sendo cabível a delegação de competência .

    Gab: C

  • Seguinte:

    O remédio do Mandado de Segurança há de ser impetrado em face da autoridade coatora, ou seja, o agente público que devidamente praticou o ato administrativo que se discute, conforme nos ensina a Lei 12.016/09.

    No caso da questão, a delegação é perfeitamente possível (secretário pode delegar para subsecretário, concorda? É o que mais vemos por aí, nesse mundo de homologar resultado de concurso etc.). Então ok.

    GAB: LETRA C.

  • Súmula 510 do STF: Praticado o ato por autoridade, no exercício de competência delegada, contra ela cabe o mandado de segurança ou a medida judicial.

  • Não sendo competência exclusiva, cabe delegação.

  • Lei nº 9.784/99 - Art. 14. § 3 As decisões adotadas por delegação devem mencionar explicitamente esta qualidade e considerar-se-ão editadas pelo delegado.


ID
5604508
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

José e João, inspetores de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, em cumprimento a mandado de prisão preventiva pelo crime de estupro, compareceram ao local onde o réu André estava escondido e realizaram sua prisão captura. Após a leitura do mandado, André não ofereceu qualquer resistência. Os policiais civis o conduziam algemado até a viatura, quando surgiram dois vizinhos que espancaram André até sua morte, quedando-se omissos os policiais. Os filhos do agora falecido André buscaram atendimento na Defensoria Pública e ajuizaram ação indenizatória em face do Estado do Rio de Janeiro.

De acordo com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, no caso em tela, a pretensão indenizatória:

Alternativas
Comentários
  • Merece prosperar, diante do dever especial do Estado de assegurar a integridade e a dignidade daqueles que se encontram sob sua custódia, incidindo a responsabilidade civil objetiva por omissão.

    A partir do momento que você efetua a prisão do meliante, você tem o dever legal de zelar pela integridade do mesmo e tudo de ruim que acontecer com ele, o estado irá responder de forma objetiva e depois irá entrar com uma ação regressiva contra a guarnição policial que vai responder de forma subjetiva .

    Moral da história, o Estado pode até sofrer a penalidade, mas te garanto que a punição do servidor será muito maior .

    Gab: C

  • "[...] A omissão do Estado reclama nexo de causalidade em relação ao dano sofrido pela vítima nos casos em que o Poder Público ostenta o dever legal e a efetiva possibilidade de agir para impedir o resultado danoso

    [...]

    6. A morte do detento pode ocorrer por várias causas, como, v. g., homicídio, suicídio, acidente ou morte natural, sendo que nem sempre será possível ao Estado evitá-la, por mais que adote as precauções exigíveis.

    7. A responsabilidade civil estatal resta conjurada nas hipóteses em que o Poder Público comprova causa impeditiva da sua atuação protetiva do detento, rompendo o nexo de causalidade da sua omissão com o resultado danoso.

    8. Repercussão geral constitucional que assenta a tese de que: em caso de inobservância do seu dever específico de proteção previsto no artigo 5º, inciso XLIX, da Constituição Federal, o Estado é responsável pela morte do detento. [...]".

    (RE 841526, Relator(a): Min. LUIZ FUX, Tribunal Pleno, julgado em 30/03/2016, ACÓRDÃO ELETRÔNICO REPERCUSSÃO GERAL - MÉRITO DJe-159 DIVULG 29-07-2016 PUBLIC 01-08-2016)

  • Galera, denunciem o perfil do Joao Paulo Dino, que consta em todo comentário essa propaganda.

  • O Estado responde objetivamente, não sendo necessário comprovação de dolo ou culpa, porém o servidor responde subjetivamente em ação de regresso, gerando a obrigação de reparar o dano.

  • LETRA C. A polícia, na condição de "garante" do preso, possui o dever de proteger a integridade física de um detento sob sua custódia. Ademais, a única omissão que gera responsabilidade objetiva do Estado é a específica (o caso dos garantes). Diante disso, a letra C é a resposta correta.

  • Sei não... aprendi que a responsabilidade civil do Estado nos casos de omissão é subjetiva, devendo ser aplicada a Teoria da Culpa Administrativa. Por isso, considero a alternativa "B" correta.

    Caso eu esteja equivocado, aceito correções do meu achismo.

  • Palavra chave da questão "custódia"...Estando alguém sob custodia do Estado a responsabilidade será objetiva.

  • PRESO SEMPRE SERÁ OBJETIVA

  • ESTADO:

    Omissão específica >> Responsabilidade civil Objetiva

    Omissão genérica >> Responsabilidade civil subjetiva

    GAB LETRA C

  • O STF admite em casos específicos que a responsabilidade por omissão também seja objetiva: no caso do suicídio do preso ou assassinato, o Estado responde objetivamente por violação do seu dever específico de zelar pela integridade física e moral do preso sob sua custódia (STF: ARE 700.927). Na mesma linha a superlotação de cela gera dever de indenizar de indenizar o preso em razão da situação degradante (STF, RE n.º 580.282, julgado em 16/2/2017).

  • Complento do Alex

    a questão versa sobre a Teoria do Risco Criado onde o Estado é quem explora a ativade arriscada, que no caso era a custodia do suspeito e no caso em tela, ja estava so a tutela do Estado! Neste caso será a responsabilidade objetiva.

  • Em regra, a responsabilidade por omissão é SUBJETIVA, contudo, comporta 02 exceções: Pessoas/coisas sob custódia do Estado (ex: preso, como é o caso) e Atendimento hospitalar deficiente {nesses dois casos mencionados, passa a ser objetiva)

  • GABARITO - C

    Se um agente de segurança prende, detém ou imobiliza, deve proteger a integridade corporal e mental, a vida e a dignidade da pessoa subjugada contra comportamento de todos, inclusive de si própria e de ação criminosa de terceiro, sendo ineficaz alegar elemento surpresa.

    Caso concreto:

    A vítima se rendeu passivelmente e sem esboçar reação. Algemado, ele foi agredido brutalmente com chutes na cabeça e no tórax por dois de seus vizinhos. Sofreu traumatismo cranioencefálico e morreu.

    STJ.

  • Tava até com medo de marcar C, essa prova ai tem cada questão horripilante kkkkk

  • Houve uma omissão específica do Estado, uma vez que ele tinha o dever de evitar a ação danosa, mas se omitiu, gerando responsabilização objetiva.

  • GABARITO C

    Isso porque é dever do Estado (Poder Público) assegurar a integridade física e a vida de seus custodiados. A exceção é quando a morte do(a) custodiado(a) ocorre por fato fortuito externo, ou seja, aqueles que nada têm a ver com o fato de estar privado da liberdade (exemplo: covid-19).

  • Não cabe coautoria nos crimes omissivos, cabe apenas participação. Já nos crimes culposos cabe coautoria, menos a participação.

    ACORDE DE MADRUGADA PARA LUTAR P SEUS OBJETIVOS. TEMPO P ESTUDAR A GENTE Q CRIA. SEJA OBSECADO P APROVAÇÃO, ENTÃO ELA VIRÁ QNDO VC MENOS ESPERAR.

  • Na Omissão Genérica não há o fato juridicamente relevante, qual seja, um comportamento inferior ao padrão legal exigível na situação em apreço. O Estado não atuou dada a impossibilidade ou a instransponível dificuldade de fazê-lo (que depende do cotejamento dos recursos disponíveis em face das outras necessidades estatais) e ainda a imprevisibilidade do acontecimento.

    Na omissão específica a Responsabilidade Estatal é objetiva, é quando a inércia administrativa é causa direta e imediata do não impedimento do evento, como por exemplo: descumprimento de ordem judicial determinando que policiais resguardem determinado patrimônio é omissão específica.

  • (CESPE/PF/2021) Se um terceiro aproximar-se de um autor de um crime que estiver imobilizado pela polícia e acertá-lo com um tiro letal, estará configurada a responsabilidade objetiva do Estado. (CERTO)

    (...) PESSOA IMOBILIZADA PELA POLÍCIA MILITAR. MORTE APÓS VIOLENTA AGRESSÃO DE TERCEIROS. DEVER ESPECIAL DO ESTADO DE ASSEGURAR A INTEGRIDADE E A DIGNIDADE DAQUELES QUE SE ENCONTRAM SOB SUA CUSTÓDIA. RESPONSABILIDADE CIVIL OBJETIVA. (...) {STJ AREsp 1717869 MG 2020/ 0150928-5}. Se um agente de segurança prende, detém ou imobiliza, deve proteger a integridade corporal e mental, a vida e a dignidade da pessoa subjugada contra comportamento de todos, inclusive de si própria e de ação criminosa de terceiro, sendo ineficaz alegar elemento surpresa.

  • Item C correto.

    Se o Estado se colocar como garantidor (Responsabilidade Objetiva).

  • Que questão linda !

  • Minha gente, até então eu aprendi que a responsabilidade do Estado se dar da seguinte forma (segundo entednimentos do STF e STJ):

    1) Atos comissivos > objetiva (STF e STJ)

    2) Atos omissivos (STF e STJ se dividem):

    2.1) STF > omissão genérica > SUBJETIVA

    omissão específica (dever especial do Estado) > OBJETIVA

    2.2) STJ: Será SEMPRE subjetiva

    Por isso eu marquei a letra B, pois a questão pede segundo entendimento do STJ...

    B) merece prosperar, desde que comprovado que os policiais civis poderiam ter agido para evitar o resultado morte, mas optaram por não fazê-lo, incidindo a responsabilidade civil subjetiva por omissão; 

    Alguém pode me dar uma luz?

  • O STF decidiu que a responsabilização objetiva do Estado em caso de morte de detento somente ocorre quando houver inobservância do dever específico de proteção previsto no art. 5º, inciso XLIX, da Constituição Federal (RE 841526/RS). Não haverá responsabilidade civil do Estado se o Tribunal de origem, com base nas provas apresentadas, decide que não se comprovou que a morte do detento foi decorrente da omissão do Poder Público e que o Estado não tinha como montar vigilância a fim de impedir que o preso ceifasse sua própria vida. Tendo o acórdão do Tribunal de origem consignado expressamente que ficou comprovada causa impeditiva da atuação estatal protetiva do detento, rompeu-se o nexo de causalidade entre a suposta omissão do Poder Público e o resultado danoso.  STJ. 2ª Turma. REsp 1305259/SC, Rel. Min. Mauro Campbell Marques, julgado em 08/02/2018.

    • Em regra: o Estado é objetivamente responsável pela morte de detento. Isso porque houve inobservância de seu dever específico de proteção previsto no art. 5º, inciso XLIX, da CF/88.

    • Exceção: o Estado poderá ser dispensado de indenizar se ele conseguir provar que a morte do detento não podia ser evitada. Neste caso, rompe-se o nexo de causalidade entre o resultado morte e a omissão estatal (O QUE OCORREU NO CASO DA QUESTÃO FOI QUE O NEXO NAO FOI ROMPIDO)

  • PESSOAL, ALGUÉM CORRIGE SE ESTIVER ERRADO...

    ESSA TEORIA É DO STJ, SENDO A RESP OBJETIVA POR OMISSÃO ESPECÍFICA. PORÉM, NA OMISSÃO EM GERAL, O STJ CONSIDERA RESP SUBJETIVA...

    AGORA, O STF TEM POSICIONAMENTO DE QUE A RESP, MESMO EM CASOS DE OMISSÃO, SERIA OBJETIVA, PORÉM, DESDE QUE O ESTADO TIVESSE A OBRIGAÇÃO LEGAL DE IMPEDIR O DANO...

    OU SEJA, EXISTE POSIÇÃO DIFERENTE DE RESP POR OMISSÃO DO STF E STJ...

    SE ALGUÉM QUISER COMPLEMENTAR O ASSUNTO, PORQUE EU SEMPRE ME ATRAPALHO SOBRE RESP POR OMISSÃO...

    RECEBAAA AQUI É DO BRASILLL

  • ESTADO:

    Omissão específica >> Responsabilidade civil Objetiva

    Omissão genérica >> Responsabilidade civil subjetiva

    Gab. letra C

    VQV

  • Omissão específica: quando o Estado tem o dever de evitar o dano.

    Responsabilidade civil objetiva.

  • EXEMPLOS DE OMISSÃO ESPECÍFICA E OMISSÃO GENÉRICA ?


ID
5604511
Banca
FGV
Órgão
PC-RJ
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A Secretaria de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (Sepol) deseja realizar a contratação de sociedade empresária para a aquisição de computadores para propósitos específicos com sistema de segurança de dados, a fim de serem utilizados em atividades de planejamento e inteligência policial. O objeto contratual envolve inovação tecnológica ou técnica; impossibilidade de a Sepol ter sua necessidade satisfeita sem a adaptação de soluções disponíveis no mercado; e impossibilidade de as especificações técnicas serem definidas com precisão suficiente pela Sepol. Ademais, a Polícia Civil verificou a necessidade de definir e identificar os meios e as alternativas que possam satisfazer suas necessidades, com destaque para a solução técnica mais adequada, os requisitos técnicos aptos a concretizar a solução já definida e a estrutura jurídica ou financeira do contrato.

Diante das especificidades narradas, consoante dispõe a Lei nº 14.133/2021, a contratação pretendida ocorrerá mediante:

Alternativas
Comentários
  • O diálogo competitivo é uma nova modalidade de licitações, estabelecida pela Nova Lei de Licitações, a Lei no 14.133/21.

    Diferente de outras modalidades de licitação, como o pregão eletrônico, por exemplo, em que o poder público não sabe quem são os licitantes que estão participando do certame, no diálogo competitivo, a administração não só sabe quem são como conversa com os licitantes.

    Daí o nome “diálogo competitivo”, pois trata-se de uma modalidade em que a administração pública realiza diálogos com os licitantes previamente selecionados para, através de critérios objetivos, escolher a melhor solução.

    Nesse caso, a regra de que o vencedor é aquele que oferecer o melhor preço não é aplicada, pois trata-se de um tipo de licitação que visa a contratação de serviços ou a compra de produtos técnicos.

    De acordo com a lei 14.133/21

    diálogo competitivo: modalidade de licitação para contratação de obras, serviços e compras em que a Administração Pública realiza diálogos com licitantes previamente selecionados mediante critérios objetivos, com o intuito de desenvolver uma ou mais alternativas capazes de atender às suas necessidades, devendo os licitantes apresentar proposta final após o encerramento dos diálogos;

    Gab: C

  • Art. 32, da Nova Lei de Licitações 14.133/21

    Letra C

  • Vou aproveitar o comentário do colega L_L_ e fazer a transcrição do art. 32 da lei 14.133

    Art. 32. A modalidade diálogo competitivo é restrita a contratações em que a Administração:

    I - vise a contratar objeto que envolva as seguintes condições:

    a) inovação tecnológica ou técnica;

    b) impossibilidade de o órgão ou entidade ter sua necessidade satisfeita sem a adaptação de soluções disponíveis no mercado; e

    c) impossibilidade de as especificações técnicas serem definidas com precisão suficiente pela Administração;

    Percebam que o caso retratado na questão, amoldasse à previsão legal.

  • Gab: C

    Lei 14.133/21 Licitações e contratos

    Art. 6º

    XLII - diálogo competitivo: modalidade de licitação para contratação de obras, serviços e compras em que a Administração Pública realiza diálogos com licitantes previamente selecionados mediante critérios objetivos, com o intuito de desenvolver uma ou mais alternativas capazes de atender às suas necessidades, devendo os licitantes apresentar proposta final após o encerramento dos diálogos;

    Art. 32. A modalidade diálogo competitivo é restrita a contratações em que a Administração:

    I - vise a contratar objeto que envolva as seguintes condições:

    a) inovação tecnológica ou técnica;

    b) impossibilidade de o órgão ou entidade ter sua necessidade satisfeita sem a adaptação de soluções disponíveis no mercado; e

    c) impossibilidade de as especificações técnicas serem definidas com precisão suficiente pela Administração;

    II - verifique a necessidade de definir e identificar os meios e as alternativas que possam satisfazer suas necessidades, com destaque para os seguintes aspectos:

    a) a solução técnica mais adequada;

    b) os requisitos técnicos aptos a concretizar a solução já definida;

    c) a estrutura jurídica ou financeira do contrato;

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  • Dialogo competitivo:

    • Inovação tecnológica ou técnica;
    • Impossibilidade de o órgão ou entidade ter sua necessidade satisfeita sem a adaptação de soluções disponíveis no mercado; e
    • Impossibilidade de as especificações técnicas serem definidas com precisão suficiente pela Administração;

    Inexigibilidade:

    • profissionais ou empresa de notória especialização 
    • Artista consagrado
    • Fornecedor Exclusivo
    • Aquisição ou locação de IMÓVEL 
    • Objetos que devam ou possam ser contratados por meio de credenciamento

    Gabarito: C

  • Fui pela "lógica"

    C

  • Por ser modalidade excepcional, a lei 14.133/21, pelo seu art. 32, traz os requisitos que autorizam a utilização do diálogo competitivo, que ocorre quando a Administração visa contratar objeto que envolva as condições de:

    • Inovação tecnológica ou técnica
    • Impossibilidade de o órgão ou entidade ter sua necessidade satisfeita sem a adaptação de soluções disponíveis no mercado
    • Impossibilidade de as especificações técnicas serem definidas com precisão suficiente pela Administração

    Além disso, a Administração precisa verificar a necessidade de definir e identificar os meios e as alternativas que possam satisfazer suas necessidades, com destaque para:

    • A solução técnica mais adequada
    • Os requisitos técnicos aptos a concretizar a solução já definida
    • A estrutura jurídica ou financeira do contrato
  • Gab: C

    Art. 32. A modalidade diálogo competitivo é restrita a contratações em que a Administração: (MPPR 21) (PCRJ 21/FGV)

    I - vise a contratar objeto que envolva as seguintes condições:

    a) inovação tecnológica ou técnica;

    b) impossibilidade de o órgão ou entidade ter sua necessidade satisfeita sem a adaptação de soluções disponíveis no mercado; e

    c) impossibilidade de as especificações técnicas serem definidas com precisão suficiente pela Administração; (Analista TJMMG 21/CONSULPLAN)

    II - verifique a necessidade de definir e identificar os meios e as alternativas que possam satisfazer suas necessidades, com destaque para os seguintes aspectos: (MPPR 21)

    a) a solução técnica mais adequada;

    b) os requisitos técnicos aptos a concretizar a solução já definida;

    c) a estrutura jurídica ou financeira do contrato;

    Modalidade nova de licitação, utilizada para contratação de obras, serviços e compras em que a Administração Pública realiza diálogos com licitantes previamente selecionados mediantes critérios objetivos, com o intuito de desenvolver uma ou mais alternativas capazes de atender às suas necessidades, devendo os licitantes apresentar proposta final após o encerramento dos diálogos.

    Será realizada uma fase de negociação, que ocorrerá apenas na fase inicial de definição do objeto. O ente público deve estar aberto para o diálogo, a participação dos particulares (seja através de audiências públicas, participação popular, licitação de diálogo competitivo), sempre visando alcançar, da melhor forma